Um olhar sobre o comportamento virtual ,o estereótipo nas redes sociais e as técnicas de convencimento para voce consumir algo que nem sonha que precisa….

Em tempos de redes sociais passamos a conviver com um dilema. Tudo o que acontece nas redes representa o que somos de fato na vida real ou existem características particulares que criamos em um mundo paralelo, chamado de ciberespaço, tendo vida própria?

Smartphones, smartwatches, computação holográfica. Redes sociais, internet… enfim quantas coisas vivemos hoje nesta vida “moderna” dos consumidores.Carl Gustav Jung (07/1875 – 06/1961) grande psiquiatra suíço responsável pelo termo Inconsciente Coletivo, mas o que afinal é isso?

Cada um de nós vivemos diferentes experiências e situações, as quais criam a geram nosso inconsciente individual, porém também vivemos o inconsciente coletivo.Mas será a vida e os comportamentos tão modernos assim?

Não  há como negar que as redes sociais têm tomado um espaço considerável na vida das pessoas, cada vez mais vivendo em um mundo digitalizado, parte deste mundo paralelo começa a parecer que o que acontece no ciberespaço influi de fato na realidade. Talvez muito mais do que possamos imaginar…..No mundo das redes sociais todos parecem muito satisfeitos, sempre com uma vida social intensa, acompanhado de amigos que no momento da selfie são os mais amados, mas que amanhã poderão ser facilmente esquecidos utilizando as ferramentas de bloqueio que a rede permite.

O bloqueio nada mais é do que uma espécie de homicídio virtual seletivo, apagando da vida de uma pessoa em particular a existência de alguém que seria indesejável ao usuário bloqueador compulsivo. O ato de bloquear alguém, muitas vezes, nem seria necessário se não fôssemos seres ressentidos. Seria necessário apagar uma pessoa de sua existência virtual por um beijo negado? Por uma pequena dívida não paga em algum encontro entre colegas de trabalho na hora do rateio da conta? Por uma divergência de opinião? Por uma crítica ou por apontar algum equívoco que alguém possa ter cometido? Por alguma opinião política?

O tempo passa, ficamos mais velhos, mas com consciência de adolescentes. Não aceitamos divergência de opinião, que outra pessoa tem o direito de pensar de maneira diferente do que pensamos, mas preferimos agir como policiais da consciência alheia.

Imagem relacionadaOutro comportamento muito acentuado nas redes sociais é a estereotipia, um dos sentimentos mais desagradáveis que o ser humano possa expressar. Basta passar o olho na timeline de alguém para inferir que o sujeito é de direita, de esquerda, fascista (o termo da moda no momento), racista, homofóbico, heterofóbico e tantas outras expressões, começando na letra A do dicionário até a letra Z.

Parece que por trás de um perfil de uma rede social nos esquecemos de que existe alguém, de carne e osso, que tem sentimentos, que ri, que chora, que canta, que trabalha o dia todo e estuda, na esperança de alcançar algo melhor na vida por meio de seus próprios méritos, fruto do seu trabalho e da sua dedicação. Mas os policiais da consciência alheia querem mesmo desvirtuar as características inerentes à sociedade, como o juízo de valor, por exemplo, para colocar cada pessoa dentro de sacos categorizados com os devidos rótulos que queiram atribuir à alguém.

Coletivistas adoram estereótipos, assim fica muito mais fácil para ajudar aos que interessam e tripudiar àqueles que não interessam dentro de algum conjunto de idéias abstratas, não de valores. Muitas vezes as redes sociais são um campo fértil para este tipo de embate.

Quem somos nós de fato? Somos seres humanos, ou simplesmente um perfil de uma rede social, que expressa algo e automáticamente recebe algum tipo de rótulo de uma pessoa ou um grupo de pessoas? A vida é muito mais que isso e se hoje a tecnologia existe da maneira como conhecemos e que se desenvolverá muito mais, isso se deve ao trabalho de uma série de indivíduos, profissionais da tecnologia, que viabilizam todas estas ferramentas ao usuário.

Portanto, estas ferramentas devem ser utilizadas de maneira civilizada, sem estereotipia, permitindo um ambiente de livre manifestação do pensamento, gerando debates sobre uma série de temas e que nos desenvolve como seres humanos.

O Consumidor incauto consome sem saber o que está consumindo,induzido por técnicas mentais altamente especializadas…

Resultado de imagem para imagens sobre consumismoCOMO VOCE É CONVENCIDO PELO SISTEMA A COMPRAR SEMPRE E CONSUMIR COISAS QUE NÃO PRECISA…

O ato de vender, até hoje, foi sempre confundido com o ato de vencer – pelo cansaço, e a missão de preencher as necessidades das pessoas foi sempre reduzida a encher suas mentes, enfiar goela abaixo, forçar a decisão, seduzir usando meios pouco lícitos, enfim, algo que se posicionava entre a máfia chinesa e a Igreja Universal. Um fanatismo obsessivo, irritante, que deteriorou a imagem do “vendedor” e colocou essa profissão no rol das atividades de segunda classe. Dizem que o fanatismo consiste em você redobrar o esforço, após ter esquecido o motivo . No caso do vendedor,  significava duplicar o esforço sem se preocupar com o motivo, ou o interesse da pessoa.

Mas a esperteza e a improvisação não eram os únicos atributos do ambiente de vender produtos e serviços que muitas vezes voce não precisa.O processo de infantilização que se utilizam os tais “vendedores” para convencer as pessoas é absurdo; Essa fase, vitoriosa para uns, e irresponsável para outros, está acabando. Uma nova era de sofisticação profissional, tecnologia de processos e conhecimento de mercado tomou o lugar dos três Is: da improvisação, insistência e da imaturidade.Estão todos muito mais espertos,consumidores e vendedores(sejam empresas, marcas ou pessoas),mas a balança ainda está desequilibrada…os vendedores ainda levam a melhor….

A verdade é que, hoje, vender não é um ato, e sim uma atitude. Não é uma função, é um processo. Por isso, não existe mais o tipo vendedor, e sim um profissional que desempenha uma parte do processo de comercialização, e que precisa estar absolutamente integrado as demais fases do processo, maximizando os seus resultados custe o que custar, pois existem as metas e os escrúpulos não existem. 

Não se trata mais, portanto, de um profissional mais preocupado com o fim do mês que com o fim do mundo, e sim de alguém que é tão responsável pelo resultado  quanto todo o restante da cadeia de relacionamento com o mercado, composta de inúmeras outras áreas e atividades.E o consumidor e suas verdadeiras necessidades continuam em último lugar.

As técnicas modernas usadas para convencer voce a comprar

Ela se baseia na abordagem dos quadrantes, e norteia toda a sua análise naquilo que é chamado as 4 questões- chave em vendas:

  • Como selecionar o consumidor
  • Como remunerar o vendedor-metas e estímulos financeiros
  • Como treinar e motivar-aqui a neurolinguística é a Bíblia
  • Como adequar ou segmentar a força de vendas-dividir para manipular

Para isso, especialistas em inteligência artificial e consultores de vendas se integraram no desenvolvimento de um software de avaliação de mercado e de profissionais de vendas que é capaz de determinar, em base científica os parâmetros de

  • Adaptação e comportamento social-um estudo das tendências de mercado e o que está seduzindo as pessoas no momento
  • Capacitação técnica-tem de conhecer a mente para saber influenciar
  • Inteligência aplicada-conhecimento usado como poder de fogo
  • Objetivos-metas financeiras

E através dessa análise, fica muito mais fácil determinar a adequação do homem ao:

1-Produto (ou serviço)-aquilo que querem convencer voce que é indispensável

2-Empresa (ou Instituição)-fixar marcas no cérebro

3-Mercado (ou segmento)-criam-se mercados que antes eram inimagináveis

4-Momento (ou timing)-a famosa”onda do momento”na internet, TV, mídia convencional

A verdade é que, independente de atuar no segmento business to business ou business to consumer, pessoas ou empresas não compram os mesmos produtos ou serviços pelas mesmas razões. E a questão é por quê que isso ocorre?

Cada segmento de mercado, ou fase de mercado, possui características diferenciais significativas e consumidores diferentes, com necessidades diferentes em relação aos demais. Essas diferenças podem ser resumidas em dois grandes vetores ou eixos: A complexidade no processo de decisão de compra, de acordo com o nível mental e intelectual, e os diferentes níveis de experiência e conhecimento do produto ou serviço em questão pelas pessoas/consumidores.

E a adequação do tipo de abordagem é fator-chave para o sucesso de vendas…..

Parece claro, portanto, que a adequação do tipo de abordagem por parte da força de vendas é fator chave para o sucesso da missão……


Resultado de imagem para imagens sobre consumismo Visão pessoal…

Sabemos que, na grande maioria, são os jovens conscientes que carregam o coração revolucionário e que desejam mudar as coisas e alcançar um mundo mais justo. Exatamente por isso a importância para os capitalistas em bombardear os jovens de propaganda que incentive o consumismo e a lavagem cerebral que leve o jovem a pensar “consumo, logo existo” e sentir-se excluído por não consumir;Essa publicidade do consumismo capitalista se faz para acabar com toda e qualquer forma de ideal que o jovem possa carregar consigo ou desenvolver e que o sistema considere subversivo; com isso ,evitar uma transformação social que afete o poder da burguesia, servindo também para alavancar o capitalismo nas gerações futuras.Esta cultura (que eu chamo de contracultura), faz parte daquilo que chamamos globalização (ou será global-colonização) que se diz multicultural, mas que é na verdade um rolo compressor que esmaga as culturas do mundo e impõe uma  cultura de interesse ao imperialismo. A cultura do “Se não consumo, não sou ninguém”, a cultura do “I love coca-cola”, a cultura do “amo McDonald’s”, onde é necessário atingir o padrão de consumo oferecido pelos comerciais como forma de conquistar a felicidade.O objetivo desse rolo compressor cultural e dessa propaganda massiva pró-consumo é transformar a população jovem em uma massa de zumbis que apenas consome e que pensa que ser livre é poder escolher entre os produtos oferecidos no capitalismo. Uma cultura que traz a ilusão de liberdade. A ilusão de uma liberdade de ir e vir, liberdade de expressão, etc, etc, que pode ser destruída ao se rasgar o véu da ignorância no qual somos envoltos pela mídia.Por outro prisma,se o crescimento da economia, especialmente nos países em desenvolvimento, tem alavancado o consumo em todo o mundo, as notícias constantes sobre os efeitos desse fenômeno no planeta estão fazendo com que os consumidores comecem a repensar seus hábitos e comprar com mais consciência;se continuarmos vivendo da forma como estamos hoje, em 2030 será preciso dois planetas para manter a capacidade produtiva e satisfazer a nossa pressão sobre os recursos terrestres.Os países pobres, frequentemente tropicais, estão perdendo biodiversidade a uma velocidade muito alta,enquanto isso, o mundo desenvolvido vive em um falso paraíso, movido a consumo excessivo e altas emissões de carbono.Sabemos que não há mais dúvidas de que o futuro das questões ambientais está diretamente associado à consciência daqueles que movimentam os comércios em todo o mundo.Se o consumidor demandar produtos de uma origem que ele sabe que foi feito de uma forma ecológicamente correta ou sustentável, ele mesmo tem o poder de regular esse mercado, lembrando ainda que essa data deve servir para alertar a todos sobre o que cada um pode fazer para contribuir com a conservação do planeta.Uma proposta é fazer com que o consumo consciente deixe de ser visto como alternativo e passe de segmento de mercado à regra geral…..vamos mentalizar e agir ,para realizar……


Inspiração….

As armadilhas do consumo-Márcia Tolotti

A Bíblia do Marketing Digital-Cláudio Torres

Poder sem limites-programação neurolinguística-Antony Robbins

cropped-cropped-cropped-cropped-preto-e-branco11.jpgMonicavox


Recomendo…

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