Vìtima ou Herói? Voce decide….

Resultado de imagem para imagens de superação com frasesPrecisamos aceitar os mistérios do mundo e da vida, enquanto aqui na 3D;O que não significa que devemos ficar estagnados confiando apenas no “destino”.Devemos fortalecer nossa parceria com o Universo, precisamos ouvir a voz do Mestre Interior, e entender que somos constantemente guiados para os caminhos que nos levarão exatamente para onde queremos chegar. Porém, a Fonte nos deu um presente incrível. Ela nos fez livres, vivemos em um livre arbítrio.

Então, antes de questionar” por que é permitido” que tragédias aconteçam, entendam e aceitem que vivemos no mundo da ação e reação, escolhas e consequências. A Fonte Que Tudo È nos deu a vida, e a única coisa que  permitiu foi que a vivêssemos da maneira que quisermos, e a melhor parte é que essa Fonte de onde viemos está sempre à nossa disposição, para nos ouvir, para curar, e confortar, independentemente de quem somos, do que fizemos ou continuamos a fazer.

Como criador do Universo, tudo funciona em sintonia, então ciência e religião não deveriam se contradizer tanto, porque para mim é óbvio que a Fonte é o Universo, o Universo está na Fonte.
Não seja alienado a ponto de achar que uma religião vai resolver todos os seus problemas,suas frustrações,suas dificuldades aqui na 3D; É preciso aceitar que o único que pode resolver seus problemas é você mesmo; Você sente isso claramente quando se liberta das correntes que lhe impedem de ser feliz, de ser uma pessoa melhor, você se liberta quando aprende a perdoar, quando aprende a amar as pessoas, a ter empatia, e a respeitar as diferenças.

Crie seu paraíso diáriamente 

Entenda que homens são falhos e sempre serão, ninguém é dono de uma verdade absoluta, cada um carrega a sua própria verdade, os seus próprios mistérios. Então, gaste menos tempo se preocupando com as escolhas alheias e trabalhe em você, descubra a sua verdade e ela irá libertá-lo.

Finalmente chega o momento em que decidimos dar esse passo, decidimos ser o protagonista da nossa história, e não a vítima. Mudamos a nossa vida para criar com bravura e coragem a nossa própria realidade: onde não se encaixam humilhações, chantagens ou ofensas.

Muitas vezes a palavra “vítima” pode incorporar uma conotação desrespeitosa. Alguns definem este perfil como uma pessoa que se caracteriza por uma atitude passiva que simplesmente culpa os outros por aquilo que acontece na sua vida. No entanto, o “vitimismo” não tem nada a ver com as “vítimas reais”. Estes são dois aspectos completamente opostos que devem ser diferenciados com respeito e sensibilidade adequada.

Muitos de nós fomos vítimas de uma pessoa ou circunstância em um determinado momento das nossas vidas. Existem injustiças nas áreas públicas, mas especialmente nos espaços privados. Não importa o quanto somos respeitosos, se somos apenas crianças, se temos um elevado status social ou se somos muitos experientes, isso pode acontecer com qualquer pessoa.

A vida nos machuca quando assim deseja. E por um tempo podemos ser vítimas de uma fraude, de um acidente, da hipocrisia, de um relacionamento ruim, das nossas próprias decisões, ou de qualquer nuvem escura que paire sobre os nossos corações.

Nem sempre podemos controlar os fios condutores do destino. No entanto, podemos escolher a melhor resposta para deixar a vítima para trás e se tornar o herói ou heroína da nossa própria história.

O “eu” separado” que a vítima constrói

A vítima nem sempre escolhe a sua posição ou não consegue sair sózinha da prisão pessoal e psicológica que criou. Para entendermos melhor, vamos dar um exemplo. Elena é um nome fictício, ela tem 18 anos e sonha em estudar Direito em Budapeste, Hungria. No entanto, os problemas financeiros e especialmente os familiares a incentivam a aceitar uma oferta de trabalho.

Ela vê um anúncio onde solicitam empregadas para trabalhar na Espanha. O salário é bom e, se poupar o suficiente, poderá começar seus estudos depois de um tempo. Ela não hesita e aceita o trabalho. No entanto, essa decisão que, inicialmente, foi um ato de coragem, dias mais tarde se transforma na pior escolha da sua vida: ela se tornou uma vítima do tráfico de pessoas.

Quando ela chega à Espanha, percebe que não tem nenhuma opção a não ser se prostituir para pagar a viagem. Então, acaba guardando seus sonhos e vivendo a realidade injusta que existe nesse país de destino.Quando é finalmente resgatada desse mundo por uma organização social, Elena continua sendo uma vítima. Tudo isso por uma razão muito simples: ela construiu um “eu” separado, com o qual se identifica agora. Essa entidade que foi criada deixou de confiar nas pessoas, se sente culpada pelo que aconteceu e acredita que não tem controle sobre nada, absolutamente nada do que a rodeia.

Seu condicionamento é tal que não vive mais no presente e nem tem esperança de um futuro. A identidade da vítima se enraizou em todo o seu ser. No entanto, Elena pode se “reconstruir” e voltar a ser ela mesma, para ser o que desejar.

 Reconstruir as identidades, curar as feridas e se transformar em heróis

A história aqui citada é apenas um exemplo das muitas realidades que homens e mulheres sofrem todos os dias. Os facilitadores e especialistas neste tipo de processo de reconstrução pessoal indicam que esta é uma espécie de ferida que nem sempre cicatriza. No entanto, as vítimas podem reintegrar este “eu separado” à sua identidade no momento em que encontrarem um propósito para suas vidas; uma alternativa, um sentido.

Os especialistas dizem: “Você pode ser o que quiser. Você pode ser tudo o que você se propuser”. Mas para se tornar herói ou heroína é necessário, em primeiro lugar, deixar de lado a identidade da vítima. É preciso quebrar os condicionamentos e emergir com um firme propósito: ser feliz novamente.

Estratégias para seguir em frente e deixar de lado a nossa identidade de vítima

Cada pessoa vai passar ou já passou por algumas circunstâncias que a colocaram nessa situação de vulnerabilidade. A última coisa que devemos fazer é culpá-la ou fazer comentários como “foi ela que procurou quando iniciou esse relacionamento” ou “essas coisas acontecem porque você não tem caráter”.

  • Uma vítima não escolhe ser vítima. Ela não luta apenas para escapar de um foco externo que causa dor, também é uma luta interna porque a sua autoestima está totalmente fragmentada.
  • As pessoas que foram feridas não conseguem sair de um dia para o outro do seu abismo pessoal. É um processo lento, sofrido e delicado de reconstrução da identidade, onde é preciso voltar a sentir confiança: a confiança em si mesmo e no seu ambiente.
  • A pessoa que é vítima de uma determinada circunstância, seja ela qual for, acredita que não há como escapar. No momento em que deixar de lado essa atitude, e se deixar ser guiado em um processo de acompanhamento e apoio, descobrirá que há outros caminhos. Existem outras opções que podem mudar a sua realidade.

Para concluir, a vida pode nos machucar quando assim o desejar, e seremos vítimas por um certo tempo. No entanto, só até quando a nossa força interior disser que basta, que já sofremos o suficiente; só até tomarmos as rédeas da nossa vida e nos tornarmos os criadores da nossa própria realidade e de novos horizontes como autênticos heróis.


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Malala Yousafzai

Malala Yousafzai (1997) é uma jovem paquistanesa, militante dos direitos das meninas de ir à escola. Aos 17 anos, é a mais jovem ganhadora do Prêmio Nobel da Paz.Malala Yousafzai nasceu no Vale do Swat, no norte do Paquistão, no dia 12 de julho de 1997. Filha de Ziauddin Yousafzai, professor e dono de escola incentivou o estudo da filha. Em 2008, o Talibã destruir 150 escolas para meninas no Paquistão. Malala ia para o colégio com o uniforme escondido dentro da mochila, para não ser atacada.Malala começou a escrever um blog, em que contava os obstáculos para estudar e seguir seu sonho de ser médica. Em outubro de 2012, quando já dava entrevistas e aparecia na televisão defendendo o direito das meninas à educação, recebeu três tiros contra sua cabeça, no momento em que estava dentro do ônibus que a levaria para a escola.Malala Yousafzai que estava com quinze anos, foi levada para a Inglaterra, onde se submeteu a tratamento. A jovem sobreviveu ao atentado e, aos 16 anos tornou-se porta voz de uma causa – o direito à educação. Vive exilada em Birmingham, junto com sua família.No dia 12 de julho de 2013, quando comemorou 16 anos, discursou para uma platéia de representantes de mais de 100 países na Assembleia da ONU, em Nova Iorque. Em outubro, recebeu o Prêmio Sakharov, dado pelo Parlamento Europeu. No dia 10 de outubro de 2014, com 17 anos, Malala recebeu o Prêmio Nobel da Paz, tornando-se a mais jovem ganhadora da premiação.


Visão pessoal…

As pessoas, todas, sem exceção, possuem MUITO mais força do que supõe. Com coragem, força, fé e persistência, todos podemos superar qualquer pessoa ou sistema que nos oprima. Este é, aliás, um dos (únicos) sentidos da vida: Mudar o que pode ser mudado, e aceitar o que não pode ser mudado. Porém essas mensagens extremamente coitadistas e vitimistas que se repetem na mídia porque se estabeleceram como verdades inquestionáveis no pensamento contemporâneo, acabam tirando a força do indivíduo, na medida em que jogam a culpa da “opressão” em algum agente externo imaterial; Vejamos o outro lado desta questão; nessa sanha acusatória, acabam justamente por perpetuar aquilo que combatem, porque estão mais interessados em apontar culpados, do que em fortalecer os fracos, que ficam esperando que os opressores se sensibilizem, percebam o quanto são malvados e parem de oprimir. A expressão é antiga: Que esperem sentados, porque de pé vão cansar. Ou que arregacem as mangas e enfrentem o desafio de viver uma vida mais justa. Cada caso é um caso, não pretendo aqui partir para a culpabilização da vítima. Mas vai continuar sendo vítima até quando? Quero, de modo geral, dizer que ao se aceitar e se conformar no papel de vítima de ações exteriores, aliena-se também da responsabilidade de ter chegado onde chegou, e de mudar a situação para melhor. Às vezes, é mais conveniente continuar como vítima. Porque mudar dá trabalho.O lugar de princesas, príncipes, personagens com capas, máscaras e roupas bem desenhadas e coloridas, é nos gibis, nas fábulas e nos cinemas. Já os heróis de verdade, que são pessoais reais e viveram ou vivem no meio de seu povo, podem ser classificados com simples palavras como dedicação, igualdade, luta, suor, trabalho, reflexão, educação e informação. São eles os responsáveis por mudanças de comportamento, rupturas de culturas, quebras de paradigmas e desenvolvimento de novos hábitos e pensamentos. Muitos ultrapassaram barreiras sociais e antropológicas de uma época, lutaram contra políticos e culturas e até arriscaram suas vidas para romper dogmas, preconceitos, políticas antiquadas e formas de administrar atrasadas, desrespeitosas e cruéis.Os heróis de verdade se tornam imortais através de seus projetos, ações e lutas, deixando legados e lições importantes através da história.Os heróis da vida real são pessoas comuns que se destacam no meio em que vivem. Os atletas paralímpicos também merecem ser citados, sem entrar no mérito de lembrar nomes, para não ocultar ninguém. Eles reúnem atributos e qualidades que contribuem para o crescimento das pessoas que estão ao seu redor, deixando ensinamentos valiosos.Essas pessoas despertam em nós a certeza de que somos capazes e de que podemos ir além. Ler sobre a história de vida e de luta de cada um deles nos motiva. Vamos seguir adiante tendo em mente esses ensinamentos e a visão de que podemos sempre nos transformar em pessoas e profissionais melhores, fazendo bem ao próximo. Seus trajetos podem e devem ser passados adiante. Todos nós queremos ser tratados com respeito, educação e ética, só que muitas vezes é mais fácil cobrar do outro do que nos esforçar para mudar a nós mesmos. Ajudemos as pessoas ao nosso redor, independente de quem seja, sem esperar nada em troca, apenas plantando uma pequena semente que um dia germinará e se multiplicará.


Inspiração…

Somos o que pensamos ser-James Alben

cropped-cropped-cropped-cropped-preto-e-branco11.jpgMonicavox


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