A Experiência no mundo do livre arbítrio….

Imagem relacionadaO mundo do livre-arbítrio, como o denominamos aqui, é uma realidade existencial desligada e isolada da realidade divina, originada pelo desejo do homem de poder conhecer, em seus pormenores, todas as características de um mundo que não foi criado pelo Plenum Cósmico/ Deus, e que não faz parte do Plano Divino. A experiência no mundo do livre-arbítrio é bastante comum, quando se habita um corpo físico de terceira dimensão, vivendo num planeta de evolução como é a Terra.

Não existe julgamento da parte de Deus, no tocante àquilo que cada Ser Espiritual escolherá para si no mundo do livre-arbítrio. O próprio Ser Espiritual assume a responsabilidade por suas criações neste mundo. Quando esta responsabilidade por algum motivo não é assumida, tal procedimento produz karmas, ou seja, leis de ação e reação pelas quais o espírito poderá reconhecer, e assim retomar seu caminho e ligação original como Plenum Cósmico/ Deus, através de provas que não raro, causam algum sofrimento. Assim se dá a evolução espiritual através da experiência do karma. A Fonte/Deus, nosso Pai Criador, porém, deseja que seus Filhos percorram outro caminho de evolução: a evolução através do Dharma.

Dharma não é o contrário do karma, como muitos pensam, mas sua idéia se resume a servir únicamente á Fonte/ Deus, trabalhar no auxílio à humanidade e sua elevação espiritual. A experiência do Dharma não traz nenhum sofrimento, apenas a alegria em servir á Ele/Ela/Fonte/ Deus. Esta é a forma de evolução que toda a humanidade deveria seguir. Infelizmente, grande parte segue o caminho da provação através do sofrimento e do karma.

O auxílio de que as pessoas mais necessitam, atualmente, resume-se exatamente ao caminho de religação, a retomada da Consciência Crística e a posse absoluta do Poder Divino, latente dentro de cada um. Muito se fala sobre a questão do livre-arbítrio. Quando falamos em mundo do livre-arbítrio, falamos de um  mundo, em verdade, irreal. Ele é irreal e ilusório, porque não foi criado pela Fonte/ Deus.

A crença na separação das coisas do mundo material, torna propicia para a consciência o mergulho no mundo do maia, no mundo da ilusão. O mundo físico, em seu estado normal, jamais poderia ser considerado imperfeito, como pensam muitas pessoas. A imperfeição deriva de um ponto de vista equivocado, um ângulo de visão da vida em que as leis e padrões do mundo material se superam sobre a Lei Maior e Imutável, que é a Lei de Deus. Esta superação, evidentemente, é simbólica. Trata-se também de uma questão de valores.

Quando o homem prende-se demais ao mundo físico, esquecendo suas origens divinas, ele passa a valorizar as causas que provém da matéria ao invés das causas que provém da Fonte/ Deus. Isto causa a separação entre homem e a Fonte/ Deus, mergulhando os seres humanos no mundo do livre-arbítrio. Trata-se aqui de uma questão delicada, pois muitos são os fatores que podem levar o homem a desviar-se dos caminhos Dele. O planeta Terra foi criado como um campo de experiências, em que diversas características de outros mundos seriam agrupadas todas num mesmo planeta. Pertence aos homens o direito e a liberdade de explorar este mundo, como um grande experimento, no intuito de adquirirem novos valores morais e espirituais.

Muito do que se experimenta no planeta Terra, não é possível em nenhum outro planeta. A Terra é, portanto, de certa forma, um planeta especial. Nosso planeta como um todo não está necessáriamente dentro da zona de livre-arbítrio. O livre-arbítrio surge quando, por algum motivo, o homem explora a natureza de uma forma inadequada perante a Fonte/ Deus;Ele concede ao homem o direito (o livre-arbítrio) de cometer seus erros, cabendo à ele mesmo, entretanto, assumir a responsabilidade de reparar tudo aquilo que fizer num sentido não-construtivo, tendo-se então que praticar uma atitude altamente construtiva para reparar os danos causados à natureza. Algumas pessoas costumam pensar que se não abdicarem de tudo que é material, estarão cometendo “pecados”. O pecado não está no ato de viver no plano físico, mas sim, no fato de se empregar de forma inadequada as energias da Criação, o que causa um desequilíbrio nas leis da natureza.

Alguns índios, em suas tribos, costumam nos dar bons exemplos do que é uma boa convivência com a Mãe-Terra. Vivem, de alguma forma, através dos seus rituais e crenças, explorando a natureza e possuem a consciência de que tudo é parte de todos. Nada é separado. Existe amor e respeito entre todos os seres. São virtudes simples, que sabemos ser importantes, mas muito pouco é praticado em nossa sociedade. A maior Lei e talvez a mais importante a ser assimilada, é a de tratarmos os outros como se estivéssemos tratando a nós mesmos. O outro não é, na verdade, “outra pessoa”. Ele é uma parte de nós mesmos. Por isso precisamos amar esta parte, cuidar bem dela, respeitá-la e tratá-la como considerarmos melhor.

O nosso mundo certamente seria muito melhor, se cada cidadão terrestre tivesse consciência destas virtudes tão importantes. O mundo do livre-arbítrio é um mundo de escolhas. Dentro dele, todos nós podemos criar realidades conforme nossas preferências. Muitas vezes, as pessoas se queixam por viver de uma forma que não gostariam, mas esquecem-se de que são elas próprias as criadoras de suas realidades. Uma realidade, podemos dizer, seria uma “situação” em que se vive. As realidades negativas que criamos, em geral são produzidas em função de nossos karmas. Cada detalhe de nossas vidas, em geral, possui uma determinada influência kármica. A intensidade desta influência varia de pessoa para pessoa. Sempre que adotamos uma atitude qualquer inconsciente, havemos de experimentar as conseqüências desta atitude de uma forma consciente, num determinado dia. Isto faz parte do processo de ascensão, que é o tema principal deste livro. A consciência total de nossa própria identidade, em outras palavras, consiste também no fato de adquirirmos consciência sobre todas as nossas criações no mundo físico.

Quando temos total  consciência destas criações, é impossível voltarmos a sofrer, simplesmente porque ninguém atrai sofrimento para si mesmo de forma” consciente” e sim por falta de Consciência; Tudo o que atraímos então, para nós mesmos, é alegria, paz e felicidade. Nós atingimos este estágio sempre que compreendemos os mecanismos pelos quais a felicidade se manifesta no mundo físico. Sim, todos nós podemos atingir a felicidade e a plena auto-realização no mundo físico; Muitos sofrimentos, em geral, se originam da inconsciência. Porque a partir da inconsciência, algumas vezes são tomadas atitudes negativas, e é inevitável que um dia estas criações imperfeitas venham a ser do conhecimento consciente, do discípulo aspirante à ascensão.

Resultado de imagem para imagens de livros sobre ascensão espiritualA INCONSCIÊNCIA E SUAS CONSEQUÊNCIAS

A inconsciência existe, e é uma barreira que todos os seres humanos, ao encarnar, precisam enfrentar como seu maior desafio. Precisam lidar corretamente com as situações que se apresentam em suas vidas, desenvolver suas intuições e sensibilidades internas, de modo que jamais aceitem as influências do ego que induz à negatividade e, ao mesmo tempo, sejam guiados permanentemente pelas suas Presenças Divinas, suas consciências superiores dos níveis mais sutis. É uma tarefa muito difícil, que poucos em nosso planeta estão realmente aptos a cumprí-la fielmente no momento atual. Poucos, ainda, conseguiram desenvolver um bom contato com seu próprio Eu Superior, de modo que este guie suas vidas lhes trazendo todas as orientações necessárias.

Numa situação difícil entre chefe e funcionário numa empresa, por exemplo, muitas vezes o funcionário poderá perder seu emprego porque, por um certo descuido e falta de consciência, discutiu com seu chefe e este estava de mau humor. Seria mais fácil, neste caso, adotar uma virtude chamada paciência. Em se tendo paciência, tal virtude estaria de acordo com o procedimento orientado pelo Eu Superior, e então haveria harmonia no interior dessa pessoa assim como no ambiente exterior. E o emprego, talvez, não fosse perdido. Se esta mesma pessoa possui um bom contato com seu Eu Superior, ela certamente há de ter paciência sempre, pois, de forma consciente, ela sabe que este é o melhor caminho, e sempre adotará atitudes de paciência em relação a todas as situações.

Sabemos que esta é uma situação muito corriqueira em todos os lugares; Poderíamos dar ainda muitos outros, mas acreditamos que a idéia principal já foi transmitida. Podemos ver, então, como é importante estarmos sempre centrados em nós mesmos. Quanto mais estivermos agindo em função de nossa consciência superior, menos estaremos sujeitos a nos defrontarmos com as leis do livre-arbítrio, num sentido prejudicial. Por isso, a consciência plena é o nosso objetivo. Muitas vezes a vivência é necessária, pois sem ela, não poderemos entender sequer a lei do livre-arbítrio. Precisamos sempre ter consciência sobre tudo aquilo que fizermos. Precisamos ter a consciência de que estamos realmente tendo atitudes somente a serviço da Fonte/ Deus, dos planos superiores, e de que estamos sendo instrumentos úteis para que a luz divina se manifeste, efetivamente, sobre o planeta Terra.


 Imagem relacionadaVisão pessoal…

Se possuímos a consciência básica de que queremos servir à luz, então precisamos aprimorar esta consciência. Precisamos realmente servir à luz, e nunca às forças negativas. Por isso, mais uma vez eu digo que a ascensão é tão importante. Ascensionar, em outras palavras, é reconhecer integralmente aquilo que nós somos. Aquilo que nós fazemos é uma conseqüência do que nós somos. Em essência, todos somos luz. Mas é preciso termos consciência disto, este é o nosso objetivo. Pois enquanto não tivermos consciência, estaremos agindo em função da inconsciência, ou seja, gerando karmas e servindo a outras forças que não sejam a luz. Ainda sob o aspecto da ascensão, gostaria de falar sobre a questão da renúncia ao mundo material. Este é um tema certamente muito polêmico. Todos aqueles que de alguma forma buscam se espiritualizar, estão iniciando uma busca muito importante. O crescimento espiritual naturalmente atrai também a maturidade espiritual, o que torna propício para o ser humano compreender, e assim descartar todas as opções de vida que  não fizerem parte de seu plano evolutivo específico. A questão do livre-arbítrio está profundamente relacionada à isto. O mundo do livre-arbítrio foi construído pelos homens da nossa sociedade. Este mundo, no entanto, é um mundo provisório e completamente limitado. Suas opções não podem, de fato, estar de acordo com o plano de evolução que é proposto para todas as almas encarnadas. As pessoas em sua maioria vivem em um mundo, que é uma espécie de “ vários sub-mundos” paralelos ao mundo físico real, que é o plano físico destituído da ilusão, e plenamente integrado aos princípios da Fonte. São  mundos que habitam o mesmo espaço na dimensão terrestre, porém, as pessoas só podem viver em um destes mundos. Isto depende da percepção de cada um. A mente humana é o elemento responsável pelo discernimento das coisas da matéria. É ela que percebe a sua realidade de uma maneira específica. Uma mente desperta para a consciência espiritual, perceberá que o mundo da ilusão existe, que é o mundo do livre-arbítrio; porém perceberá também, sobretudo, a realidade divina em que ela vive. Uma mente inconsciente não possui a capacidade de perceber as  realidades distintas. Ela poderá adquirir esta percepção à medida que abandonar a inconsciência, para que então se integre plenamente à sua verdadeira consciência. Assim, então, quando se adquirem estas percepções avançadas da realidade, o mundo do livre-arbítrio vai sendo descartado pouco a pouco pela consciência superior, que passará a habitar a mente humana em seu aspecto real, e não o aspecto ilusório. O plano físico real da Terra possui tanto valor quanto os planos astral, mental e espiritual, bem como os outros planos superiores. Esta é uma consciência que pode ser aprimorada através do discernimento. Ela não chegará, também, sem que se tenha um mínimo de maturidade e desenvolvimento espiritual no caminho da ascensão. O mundo do livre-arbítrio é a realidade na qual se experimentam os karmas. Fora desta realidade, os karmas não existem. Existe apenas o equilíbrio e a total unificação e integração entre todos os elementos da natureza. É natural, portanto, que cada um de nós um dia abandonemos o mundo do livre-arbítrio. Este, é um mundo de valores transitórios, onde nada permanece para sempre. Tudo se modifica, constantemente, de forma submissa à realidade espiritual verdadeira. A libertação do mundo do livre-arbítrio,então, pode ser considerada também uma grande vitória. Originalmente, tudo é perfeito. Aceitar a imperfeição como uma percepção real, é um grande risco de envolvimento que assume o homem, ao explorar a dimensão física. O “Paraíso” sempre esteve presente, bem próximo aos homens, mas estes buscam de forma desesperada, em suas ilusões, encontrar a felicidade num mundo limitado como é o mundo do livre-arbítrio. Buscam por um “Deus exterior” que na verdade, jamais saiu de dentro de seus corações. A busca realmente é interior, ao menos enquanto se vive no mundo da ilusão. A busca está nos valores morais e eternos, nos valores que provém dessa Fonte/ Deus, até onde podemos supor. O sentimento de culpa é uma ilusão da qual a humanidade precisa se desfazer, pois ninguém mais além de nós mesmos, pode fazer qualquer julgamento sobre nossas situações. As pessoas costumam esperar por um Deus externo que julgue suas ações, mas a consciência que precisam ter é que este mesmo Deus, que não é julgador, está em seus próprios corações; Nossos sofrimentos são ocasionados simplesmente por escolhas mal feitas em algum momento de nosso passado. É preciso buscarmos ter a consciência destas situações, destas escolhas, para que possamos então entender aquilo que estamos experimentando no momento presente. Tudo o que temos no momento, é o resultado de nossas escolhas. Assim é que podemos medir, verdadeiramente, o grau de evolução que somos capazes de atingir. Um ser evoluído espiritualmente, possui maior grau de consciência no plano físico. Um ser menos evoluído, possui menor grau de consciência no plano físico. Assim sendo, a  probabilidade dos seres evoluídos se envolverem com o mundo do livre-arbítrio, é muito pequena,e vice versa, a probabilidade dos seres menos evoluídos se envolverem com o mundo do livre-arbítrio, é muito grande. Aqui, então, nós chegamos num ponto crucial. Nosso maior objetivo ao viver na Terra, é adquirir evolução, discernimento e consciência espiritual. Todos nós, de alguma forma, estamos evoluindo neste caminho……


Inspiração…

Na Trilha da Ascenção-Leandro Pires

Manual para Ascensão – Mago da Luz

51 Sintomas da Ascensão Espiritual (PDF)

Um caminho para a plenitUde e ascensão espiritual

cropped-cropped-preto-e-branco11.jpgMonicavox


Recomendo…

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