Alimentos Transgênicos;maçã e carne sintética,milho e até a cerveja…….veja a lista.

Resultado de imagem para imagens de transgênicasO plantio, em todo o planeta, de sementes geneticamente modificadas teve um crescimento, só em 2013, da ordem de 3%, obtendo um recorde de 175,2 milhões de hectares de área plantada – conforme dados do Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações de AgrobiotecnologiaISAAA. Isso quer dizer que o crescimento, desde seu lançamento em 1994 – com um tomate, plantado na Califórnia, EUA –, foi multiplicado por cem.

 Transgênicos no mundo

Atualmente, há alimentos transgênicos, sobretudo, em 27 naçõescom grande predominância dos EUA, Brasil, Argentina e Canadá, que, juntos, detêm 83% das áreas plantadas com sementes geneticamente modificadas de soja – com 79% – de algodão – 70% – e de milho – 32%.Todo consumidor consciente não compra produtos transgênicos, mesmo se forem vendidos dizendo que “trazem vantagens”. Lendo o título deste post, provavelmente, você deve ter pensado: “que bom encontrar no mercado,por exemplo, uma maçã que não escurece!”. Mas o escurecimento da maçã é um bom sinal para que a comamos, pois, significa que estamos ingerindo vitaminas.A maçã contém vitaminas A, C e E. A e C, por exemplo, são sensíveis à luz e ao calor; a vitamina A é sensível à oxidação (altera-se ao ar em temperaturas elevadas); a vitamina E é muito sensível à oxidação e à luz UV.

 Resultado de imagem para imagens de transgênicasA importância das vitaminas

Comer uma maçã fresca recém cortada é muito bom! Antes dela se oxidar e mantidas todas as suas vitaminas.As vitaminas são compostos orgânicos fundamentais para o crescimento, a manutenção da vida e a capacidade de reprodução do ser humano. Embora não nos forneçam energia, as vitaminas aproveitam os compostos energéticos que chegam até elas pela alimentação.A forma como podemos aproveitar as vitaminas dos alimentos é com uma alimentação equilibrada e rica em produtos naturais e frescos. Com uma boa dieta, não é preciso recorrer a formas artificiais como os suplementos. Também as vitaminas sintéticas não substituem as naturais.

Imagem relacionadaO que está por trás da maçã transgênica

A empresa canadense Okanagan Specialty Fruits teve a aprovação do governo norte-americano para colocar nos mercados de todo o país, entre fevereiro e março deste ano, a maçã que não escurece. Isso se deve a uma modificação na parte interna das maçãs que faz com que elas não oxidem quando expostas ao ar. Na prática, você pode comer apenas uma metade da maçã e guardar a outra na geladeira tendo a certeza de que ela não ficará com a tonalidade ferrugem.

Isso parece ótimo, não é mesmo? Mas não é. A causa do escurecimento da maçã é provocada pela enzima polifenol oxidase, encontrada, também, na batata, banana e em diversos outros vegetais.

Nos Estados Unidos, é comum as maçãs serem vendidas já embaladas sem casca e fatiadas. Acontece que elas recebem alguns aditivos químicos para ficarem frescas e não sofrerem o processo de oxidação, o que acaba alterando o seu sabor. A Okanagan retirou o gene que faz a fruta produzir a enzima polifenol oxidase, para evitar o uso de conservantes. Isso parece ótimo, não é mesmo? Mas não é.

maçãPor que não devemos comer a maçã transgênica

Em 2014, a associação de produtores de maçãs dos Estados Unidos, a U.S. Apple, mostrou-se contrária ao plantio do novo produto, porque eles teriam que pagar royalties, já que a nova maçã é patenteada. Além da questão financeira que afeta os agricultores, a fruta “revolucionária” é um produto genéticamente modificado que está tendo o consentimento de um governo para ser produzido e comercializado, o que pode afetar a opinião pública a naturalizar as “vantagens” dos transgênicos.

Os alimentos transgênicos acarretam problemas de saúde, tais como aparição de novas alergias e de genes mais resistentes a antibióticos, reduzem a capacidade de fertilidade e o maior perigo: ainda não se sabe exatamente, a longo prazo, quais podem ser os seus efeitos.

Para a o meio ambiente, o cultivo de transgênico está associado ao aumento do uso de produtos tóxicos na agricultura, provocando uma perda irreversível para a biodiversidade, já que as sementes tradicionais podem ser afetadas.

Economicamente, o impacto dos transgênicos é maléfico, porque os produtos estão nas mãos de empresas multinacionais que, em pouco tempo, podem se apoderar do mercado das sementes e da produção de alimentos, afetando milhares de famílias de agricultores em todo o mundo.

Pense bem antes de achar que os transgênicos são “revolucionários”. Certifique-se de que você adquire produtos frescos, que não causam danos para o meio ambiente e nem para a vida de milhares de pessoas.

TRANSGÊNICOS ATÉ NA CERVEJA

Resultado de imagem para imagens de cerveja transgênicas

As cervejas brasileiras são feitas de milhos transgênicos. Pesquisa feita pela USP e Unicamp, com marcas de cervejas nacionais e internacionais, apontam que as marcas nacionais possuem grandes quantidades de milho em sua composição.

Grandes produtores justificam o uso do milho a fim de adequar a cerveja ao paladar brasileiro, o qual prefere a bebida leve, refrescante e de corpo suave. Mas a verdade é que o milho é uma alternativa mais barata que a cevada.

A análise feita mostra que as grandes empresas de aceitação brasileira, como Antarctica, Brahma, Nova Schin, Skol, Kaiser, Itaipava, Bohemia e todas as marcas que apresentam no rótulo o ingrediente “cereais não maltados”, apresentam concentração de milho no limite do que é permitido na legislação brasileira, de 45% para o uso dos chamados adjuntos cervejeiros.

O Brasil é o segundo maior produtor de transgênicos no mundo e sua produção de milho transgênico equivale a mais de 89% do produzido em todo o país. A preocupação das indústrias cervejeiras é que a cerveja entre em pauta na discussão sobre os OGMs.

Ainda não se sabe o quanto os transgênicos fazem mal à saúde humana ou ao meio ambiente, segundo o estudo feito pela Universidade de Caen, ministrada pelo professor Gilles-Éric Serralini, com certeza, bem não faz. A pesquisa de Gilles-Éric descobriu que ratos alimentados com o milho transgênico NK603, desenvolveram tumores cancerígenos e morreram mais cedo do que os alimentados com uma dieta padrão. Os pesquisadores acreditam que o uso de transgênicos traz impactos negativos e semelhantes para o sistema endócrino humano. Após a publicação da pesquisa houve uma onda de críticas articuladas por cientistas e empresas defensoras da biotecnologia. Em novembro de 2013 a pesquisa foi desclassificada(com um certo dedinho de poder e sem uma boa justificativa) por ter sido considerada “não conclusiva”.

  • transgênicos

Transgênicos e o dia a dia

Como já sabemos, as nossas carnes – sejam brancas ou vermelhas – e até mesmo a alimentação de veganos e vegetarianos, podem conter OGM – organismos genéticamente modificados.

Estudos científicos e a indústria do transgênico

Alguns estudos apontam conclusões a respeito do grau de toxicidade de alimentos que são plantados, tendo em vista tal tecnologia, mas não houve pressão ou força suficiente para eliminar a utilização dessas sementes – que, como observamos, vem crescendo.

Resultado de imagem para imagens de transgênicasTransgênicos + Agrotóxicos = fórmula made in Brazil

Na área rural do país, há uma perigosa mistura entre transgenia e agrotóxicos, cuja demanda cresceu também, recentemente – cabe lembrar que, o país é líder mundial em comercialização de agrotóxicos.A própria FAO, organismo da ONU para a Alimentação e Agricultura, apontou 198 incidentes, considerados como de “baixo nível” para a utilização de OGM na agricultura, entre os binômio de 2010 a 2012.Entretanto, isso não afeta uma indústria tão poderosa, que é reconhecida por movimentar muitos bilhões de dólares.

Resultado de imagem para imagens de transgênicasA resistência aos transgênicos

Alguns países começam a resistir e criar barreiras para o avanço dos OGM, como determinadas nações da União Europeia e da própria China.No Brasil, também surgem algumas iniciativas nesse sentido, como a deliberação do CONSEA – Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – que encaminhou um documento ao governo(??) de modo a restringir o acesso a esse tipo de semente, por acreditarem envolver riscos à produção e à saúde e que só deveriam ser liberadas, mediante regulação específica, no que se refere à biossegurança. Palavras belas, mas que não devem provocar grande impacto.

A grande mudança virá quando os agricultores começarem a sentir no bolso, o que a natureza já acusa: alterar geneticamente sementes, animais e outras formas de vida não é exatamente um bom negócio. A longo prazo é seguramente um péssimo negócio. Mas enquanto isso, as OGM continuam dando MUITO lucro.

detectar os transgênicos na comidaVisão pessoal….

A questão dos alimentos transgênicos é muito forte quando se trata da saúde da humanidade. Seriam estes alimentos perigosos para a nossa saúde? Os organismos geneticamente modificados (OGMS) podem, sim, causar diversos danos à saúde nossa e à da natureza, como alergia e a poluição do meio ambiente. Pior, entre os alimentos transgênicos mais produzidos estão o milho, o trigo, a batata e o arroz que, ao lado da carne e do leite, integram o Top 5 do grupo de alimentos mais consumidos no mundo inteiro.Pensando em zelar pela saúde da população mundial, uma iniciativa coordenada pela Universidade do Porto, em Portugal, está pesquisando novos nanobiossensores e outros dispositivos baseados em nanomateriais para analisar a presença de organismos geneticamente modificados.Outras instituições de ensino e pesquisa colaboram com a universidade portuguesa. Entre elas o Instituto de Física de São Carlos (IFSC), da USP com o projeto batizadode “Monitoring Genetically Modified Organisms in Food and Feed by Innovative Biosensor Approaches”.Além do Brasil outros centros de pesquisa da Espanha, França, Argentina e também de Portugal, participam do projeto. Todos sobre a coordenação da pesquisadora Cristina Delerue-Matos da universidade matriz.O projeto oferece, além da troca de informações entre os profissionais da área, workshops para a disseminação do conhecimento obtido dentro da comunidade científica. Um exemplo disso ocorreu no mês de janeiro, o professor Valtencir Zucolotto, coordenador do Grupo de Nanomedicina e Nanotoxicologia, do IFSC, recebeu professora Beatriz Lópes-Ruiz, especialista na área farmacêutica e docente da Universidad Complutense de Madri, na Espanha.Beatriz Lópes-Ruiz ficou impressionada com a estrutura do IFSC e se revelou muito esperançosa em relação com o impacto que o projeto pode alcançar, devido a mobilidade massiva despertada em torno da comunidade científica sobre o tema. A jovem pesquisadora Maria Cristina Freitas já finalizou o seu mestrado em Portugal e pretende iniciar seu doutorado nos laboratórios do IFSC, o que reforça o crescente interesse da comunidade científica e o intercâmbio entre os grupos da iniciativa.Outro aspecto bastante positivo do projeto, se não o mais importante, é a sua contribuição à saúde pública. A melhoria nas técnicas que o IFSC e os outros grupos ligados a iniciativa, permitirão criar dispositivos que detectem a quantidade exata de transgênicos nos alimentos consumidos por você.Na União Européia existe uma legislação direcionada a alimentos biotecnológicos. Se um produto alimentício tem mais de 0,9% de transgênicos em sua composição, deve haver uma etiqueta alertando o consumidor;Nos Estados Unidos, esse processo é facultativo a partir de 0,5%, enquanto que no Brasil a quantidade é raramente identificada nas embalagens dos alimentos. Mesmo assim, Maria Cristina acredita que o alerta nas embalagens poderá vigorar em nosso país: No Brasil, já tenho encontrado muitos pacotes de alimentos com o alerta de transgênicos”,mas ainda falta muito para a legislação ser cumprida á risca.O melhor é nos informarmos e selecionarmos o que comemos,pois as consequências da desinformação e do comodismo pode cair em cima de nós…..na nossa saúde,o bem mais precioso que temos neste mundo material de meu deus…..

Inspiração….

A BIOTECNOLOGIA DOS TRANSGÊNICOS –

Transgênicos – Idec

a abordagem dos alimentos transgênicos

Transgênicos – CRQ

tecnologia do dna recombinante e transgênicos – IECJ

Transgênicos para quem? Agricultura, Ciência e Sociedade

Monicavox

Recomendo….

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