Luz no corpo humano…..?

Resultado de imagem para imagens de luz no corpo humanoOs canais energéticos que as culturas orientais conhecem há milênios e que descobriram de forma empírica, por revelações, sabe-se lá como (de forma surpreendente para os racionais ocidentais) existem na realidade científica racional a qual estamos acostumados; O que não passa por essa racionalidade e essa ciência não existe oficialmente. Pois bem, os chakras, os canais energéticos, os meridianos, a pura energia e o reiki, inclusive a conexão entre humanos, já existem para a ciência.

Em resumo: foi descoberto que a água dentro do organismo cristaliza em forma de cristal líquido (como as telas dos computadores), uma forma de cristalização que permite conservar as propriedades dos cristais óticos (sua capacidade de armazenar informação e vibrar a determinadas frequências) e dos líquidos (sua capacidade de fluir) ao mesmo tempo. Isto significa: ela é capaz de guardar memória.

Resultado de imagem para imagens de masaru emotoLembram-se das fotos dos cristais de água do Dr. Masaru Emoto?

Dito isto, não podemos esquecer que 75% de nosso corpo é água (para um bebê este percentual é de 95%), daí a importância desta descoberta.

A água conduziria os biofótons (informação eletromagnética) – o CHI, o Ki, o prana -, a velocidades inimagináveis através de nosso corpo. Céus! Por nossas veias (eletromagnéticas) circula luz

Além disso foi descoberta uma rede ferroso-férrica de moléculas (de ferro) que graças às diferenças de potencial (geradas porque se oxidam e reduzem constantemente estas partículas) produzem energias eletromagnéticas que circulam por todo o nosso corpo, nutrindo-o e protegendo as reações bioquímicas (amplamente conhecidas por nossos cientistas) que sustentam nossa saúde. Casualmente estas redes são mais densas justamente em um local que coincide com um canal central diante da coluna, e possuem sete bolas de macromoléculas coincidindo com os lugares descritos como chakras, protegendo as glândulas mais importantes do organismo, onde se desenvolvem as reações bioquímicas essenciais para a vida.

Resultado de imagem para imagens de luz no corpo humanoO cristal líquido ficaria dentro das células e seria influenciado pelo campo magnético descrito, emitiria energia de determinados e diferentes comprimentos de onda para seu exterior, o que constituiria a aura, e captaria, como uma grande antena parabólica, informação externa.

Nossas moléculas de cristal líquido estariam fixadas dentro da rede ferroso-férrica, e serviriam como lugar de armazenagem de informação. A cientista que fez tão estupenda descoberta diz admitir que o ser humano seja formado por um corpo magnético, outro bioquímico e outro mental. Se o corpo magnético se desorienta ou danifica, deixa de proteger a estrutura bioquímica e a enfermidade surge. Se trabalhamos energéticamente sobre nosso organismo, reparamos a estrutura magnética e, conseqüentemente, a estrutura bioquímica também se recupera e, por extensão, a saúde.. Constantemente, através dos chakras, nosso corpo se nutre da energia que nos rodeia para poder funcionar bioquimicamente de forma correta.

A reflexão seguinte é lógica ; Se nosso corpo é luz e por ele circula luz, o mais lógico é que a luz do sol tenha um efeito de bateria de recarga sobre o mesmo. Nosso corpo, por deficiências de alimentação e por costumes nocivos, perderia em alguns casos essa capacidade de distribuir luz harmoniosamente através de suas células, ocasionando problemas de saúde e estados de estresse.

Imagem relacionadaA ação da luz solar teria o objetivo de regenerar e, posteriormente, recarregar todo esse circuito, para então recompô-lo, elevando sua vibração e desenvolvendo as partes ainda não acessadas de nosso cérebro (deixamos de utilizar cerca de 80%). Aí então poderemos estabelecer a reconexão com nosso mundo espiritual.

Resultado de imagem para imagens de luz no corpo humanoOs olhos físicos e mentais emitem luz

O próprio olho, que é continuamente exposto aos fótons poderosos que passam por vários tecidos oculares, emitem emissões espontâneas e visíveis de fótons induzidas pela luz. Existe ainda a hipótese de que a luz visível induza a bioluminescência adiada dentro do tecido ocular, fornecendo uma explicação para a origem da pós-imagem negativa.

Estas emissões de luz também têm sido associadas com o metabolismo energético cerebral e estresse oxidativo no cérebro de mamíferos. A hipótese de Bókkon sugere que os fótons liberados a partir de processos químicos dentro do cérebro produzem imagens biofísicas durante a imaginação, e um estudo recente descobriu que quando os indivíduos imaginaram luz ativamente em um ambiente muito escuro sua intenção produziu aumentos significativos nas emissões de fótons ultrafracos. Trata-se de uma visão emergente de que biofótons não são únicamente subprodutos do metabolismo celular, mas sim, dependendo da intensidade o biofóton pode ser consideravelmente mais elevado no interior das células do que fora, é possível para a mente acessar este gradiente de energia para criar imagens biofísicas intrínsecas durante a percepção visual e imagens mentais.

Resultado de imagem para imagens de luz no corpo humanoNossas células e DNA Utilizam biofótons para armazenar e comunicar informações

Aparentemente os biofótons são utilizados pelas células de muitos organismos vivos para se comunicar, o que facilita a energia e transferência de informação que é mais rápida do que a difusão química. De acordo com um estudo de 2010, “a comunicação entre células através de biofótons foi observada em plantas, bactérias, granulócitos neutrófilos e células renais.” Os pesquisadores foram capazes de demonstrar que “… diferente estimulação luminosa espectral (infravermelho, vermelho, amarelo, azul, verde e branco) numa das extremidades das raízes nervosas sensoriais ou motoras espinhais resultou num aumento significativo na atividade biofotônica na outra extremidade “. Os pesquisadores interpretaram sua busca para sugerir que “… a estimulação luminosa pode gerar biofótons que conduzem ao longo das fibras neurais, provavelmente como sinais de comunicação neural.”

Mesmo quando descemos ao nível molecular do nosso genoma, o DNA pode ser identificado como uma fonte de emissões de biofótons. Um autor propõe que o DNA depende tanto de biofótons que tem propriedades tipo laser ultravioleta, que lhe permite existir em um estado estável mesmo além do limite de seu equilíbrio térmico.

Tecnicamente falando, um biofóton é uma partícula elementar ou quantum de luz de origem não-térmico no espectro visível e ultravioleta emitida a partir de um sistema biológico. Eles são geralmente produzidos a partir do metabolismo da energia dentro das nossas células.

Resultado de imagem para imagens de luz no corpo humanoA pele humana pode captar a energia e Informação da Luz do Sol

Talvez o mais extraordinário de tudo é a possibilidade da superfície corporal conter células capazes de capturar de forma eficiente a energia e informação de radiação ultravioleta. Em um artigo anterior, exploramos o papel da melanina na conversão de luz ultravioleta em energia metabólica:

A melanina é capaz de transformar a energia da luz ultravioleta em calor, num processo conhecido como “conversão interna ultrarrápida”; mais do que 99,9% da radiação UV absorvida é transformada de luz ultravioleta potencialmente tóxica (causando danos no DNA) em calor inofensivo.

Se a melanina pode converter luz em calor, não poderia também transformar a radiação UV em outras formas biologicamente / metabolicamente úteis de energia? Isso pode não parecer tão absurdo quando se considera que, mesmo a radiação gama, que é altamente tóxica para a maioria das formas de vida, é uma fonte de sustento para certos tipos de fungos e bactérias.

Resultado de imagem para imagens de luz no corpo humanoEmissões de biofótons do corpo são regidas pelas forças solares e lunares

Parece que a ciência moderna só agora está começando a reconhecer a capacidade do corpo humano para receber e emitir energia e informações diretamente da luz emitida a partir do Sol.Há também uma crescente percepção de que o Sol e a Lua afetam as emissões de biofótons por meio de influências gravitacionais.

Resultado de imagem para imagens de luz no corpo humanoA Intenção enquanto força transformadora

Mesmo a própria intenção humana, pode ter uma influência sobre os biofótons.Um comentário recente publicado na revista Investigación Clinica intitulado “A evidência sobre o poder da intenção” abordou esta conexão:

A intenção é definida como um pensamento dirigido para realizar uma determinada ação. Pensamentos direcionados com um objetivo podem afetar objetos inanimados e praticamente todos os seres vivos desde organismos unicelulares até seres humanos. A emissão de partículas de luz (biofótons) parece ser o mecanismo através do qual a intenção produz seus efeitos. Todos os organismos vivos emitem uma corrente constante de fótons como meio para dirigir os sinais instantâneos de uma parte do corpo para outra e para o mundo exterior. Os biofótons são armazenados no DNA intracelular.

Quando o organismo está doente surgem alterações nas emissões de biofótons. A intenção direta manifesta-se como uma energia elétrica e magnética produzindo um fluxo ordenado de fótons. Nossas intenções parecem operar frequências altamente coerentes, capazes de alterar a estrutura molecular da matéria. Para a intenção ser eficaz, é necessário escolher o momento oportuno. De fato, os seres vivos são mutuamente sincronizados e com a terra e as suas constantes mudanças de energia magnética. Demonstrou-se que a energia do pensamento também pode alterar o ambiente. A hipnose e o efeito placebo também podem ser considerados como tipos de intenção, como instruções para o cérebro durante um determinado estado de consciência.

Resultado de imagem para imagens de luz no corpo humanoOs casos de curas espontâneas ou de cura remota de pacientes extremamente doentes representam instâncias de uma imensa intenção de controlar as doenças que ameaçam nossas vidas. A intenção de curar, bem como as crenças da pessoa doente sobre a eficácia das influências de cura promovem sua cura. Em conclusão, os estudos sobre o pensamento e a consciência estão emergindo como aspectos fundamentais que estão levando rapidamente a uma profunda mudança nos paradigmas da Biologia e da Medicina.A ciência concorda cada vez mais: nós somos mais do que os átomos e as moléculas, mas seres que emitem, se comunicam e são formados de luz.

Imagem relacionadaVisão pessoal…

Cada vez mais a ciência concorda com a poesia da experiência humana: nós somos mais do que os átomos e moléculas que compõem os nossos corpos, mas seres de luz também. Biofótons são emitidos pelo corpo humano, podem ser liberados por meio da intenção mental, e podem modular processos fundamentais na comunicação celular e DNA.Dado a grande complexidade da nossa condição existencial e considerando que a nossa existência terrena é parcialmente formada a partir de luz solar e exige o consumo contínuo de luz solar condensada na forma de alimentos, talvez não seja tão absurda a ideia que o nosso corpo emita luz.Uma investigação descobriu uma diferença de estresse oxidativo mediado na emissão de biofótons entre pessoas que meditam versus não-meditadores. Aqueles que meditam regularmente tendem a ter menor emissão de fótons ultra-fracos, o qual se acredita resultar a partir do nível mais baixo de reações de radicais livres que ocorrem no corpo.Talvez o mais extraordinário de tudo é a possibilidade de que a superfície do corpo contém células capazes de prender de forma eficiente a energia e a informação da radiação ultravioleta.Pesquisas já haviam demonstrado que o organismo emite luz visível, mil vezes menos intensa do que podemos perceber a olho nu. Na realidade, praticamente todos os seres vivos emitem uma luz muito fraca, o que se acredita ser um subproduto de reações bioquímicas envolvendo os radicais livres. Esta luz visível difere da radiação infravermelha – uma forma de luz invisível – que vem o calor do corpo.Para saber mais sobre essa fraca emissão de luz visível, os cientistas japoneses trabalharam com câmeras extraordinariamente sensíveis, capazes de detectar um único fóton. Cinco voluntários sadios do sexo masculino foram colocados em frente das câmeras em quartos em completa escuridão com seus peitos nus. A exposição foi realizada de três em três horas durante 20 minutos – das 10 às 22 horas – por três dias.Os cientistas descobriram que a luz emitida pelos corpos aumentou e diminuiu ao longo do dia, com a intensidade mais fraca às 10 horas e mais alta às 16 horas, caindo progressivamente depois desse horário. Estas descobertas sugerem que as emissões de luz estão ligadas ao nosso relógio biológico, provavelmente devido à forma como os nossos ritmos metabólicos flutuam ao longo do dia.Outro fato descoberto no estudo é que o nosso rosto brilha mais do que o resto do corpo. Segundo os pesquisadores, isto pode acontecer porque o rosto normalmente é mais bronzeado que o restante do corpo – pois é mais exposto à luz solar. A melanina, pigmento da pele, tem componentes fluorescentes que poderiam reforçar essa produção de luz.O pesquisador Hitoshi Okamura, biólogo da Universidade de Kyoto, afirma que uma vez que a produção desta fraca luz está ligada ao metabolismo do organismo, este estudo indica que câmeras que detectam essas emissões poderiam ajudar a detectar condições médicas…….

Inspiração….

http://www.greenmedinfo.com/blog/biophotons-human-body-emits-communicates-and-made-light

http://www.dsalud.com/numero85_1.htm.

GreenMedInfo

biofótons e a comunicação quântica das células – Uninter

Biophotons- The Light in Our Cells. (PDF Download Available)

Emission Of Mitochondrial Biophotons.pdf – PDF Archive

Monicavox

Recomendo….

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