Nem Espaço,nem Tempo…..

Resultado de imagem para imagens da fisica quanticaUma das idéias mais consagradas do nosso sentimento de nós mesmos e do nosso mundo, é a noção do tempo e do espaço. Encaramos a vida como uma progressão que podemos medir por meio de relógios, calendários e momentos que consideramos mais importantes. Nascemos, crescemos, casamos e temos filhos, acumulamos casas, bens, gatos e cachorros, o tempo todo, inevitávelmente, envelhecendo e avançando em uma linha na direção da morte.

Na verdade, a evidência mais tangível da progressão do tempo é o fato físico do envelhecimento. A outra idéia inviolável a partir do ponto de vista da física clássica, é a noção de que o mundo é um lugar geométrico repleto de objetos sólidos com espaços entre eles. O tamanho do espaço entre os objetos determinava o tipo de influência que um tinha sobre o outro. As coisas não poderiam exercer nenhum tipo de influência instantânea se estivessem a quilômetros de distância uma da outra. As experiências  começaram a prenunciar que em um nível mais fundamental da existência, não há nem espaço nem tempo, nenhuma causa ou efeito óbvio – de alguma coisa colidindo com outra e causando um evento no tempo ou no espaço. As idéias newtonianas de um tempo e um espaço absolutos ou mesmo a concepção de Einstein de um espaço-tempo relativo, são substituídas por uma imagem mais verdadeira, ou seja, a de que o Universo existe em um vasto “aqui”, onde o aqui representa todos os pontos do espaço e do tempo em um único instante. Se as partículas subatômicas podem interagir ao longo de todo o espaço e todo o tempo, o mesmo pode ser possível para a matéria maior que elas compõem. No mundo quântico do Campo, um mundo subatômico de puro potencial, a vida existe como um enorme presente. “Se retirarmos o tempo tudo faz sentido.”

AS EXPERIÊNCIAS

Esse grupo de experiências sugeriam três possíveis cenários;

1-O primeiro era a visão de um Universo totalmente determinista, onde tudo que iria acontecer já teria ocorrido. Dentro desse universo de determinação fixa e absoluta, as pessoas que tinham premonições estavam simplesmente interceptando informações que já estavam disponíveis em algum nível.

2-A segunda possibilidade era perfeitamente explicável dentro das leis teóricas conhecidas sobre o Universo. Dick Bierman, da Universidade de Amsterdã, acreditava que era possível explicar a precognição por meio de um fenômeno quântico familiar conhecido como ondas adiantadas e atrasadas, a chamada teoria do absorvedor de Wheeler-Feynman, que diz que uma onda pode viajar para trás no tempo vinda do futuro para chegar à sua origem. O que acontece entre dois elétrons é isso. Quando um elétron se agita um pouco, ele envia ondas irradiantes tanto para o passado como para o futuro. A onda futura, digamos, atingiria uma futura partícula, que também oscilaria, enquanto estaria enviando suas próprias ondas adiantadas e atrasadas. Os dois conjuntos de ondas desses dois elétrons se neutralizam de maneira mútua, exceto na região entre eles. O resultado final de uma onda da primeira viagem para trás e da onda da segunda viagem para a frente é uma conexão instantânea. Especulou-se que no caso da premonição, em um nível quântico, talvez estejamos enviando ondas para encontrar o nosso próprio futuro.

3-A terceira possibilidade, que talvez faça mais sentido, é que tudo no futuro já existe em algum nível subjacente na esfera de puro potencial, e que quando vemos algo no futuro, ou no passado, estamos ajudando a dar-lhe forma e existência, exatamente como fazemos com uma entidade quântica no presente com o ato da observação. Uma transferência de informação por meio de ondas subatômicas não existe no tempo ou no espaço, mas está, de algum modo, espalhada e é onipresente. O passado e o presente são indistintos em um vasto “aqui e agora”, de modo que o nosso cérebro “capta” sinais e imagens do passado e do futuro.

O nosso futuro já existe em um estado nebuloso que podemos começar a realizar no presente.

Isso faz sentido se levarmos em consideração que todas as partículas subatômicas existem em um estado de todos os potenciais a não ser que sejam observadas – o que incluiria alguém pensar a respeito delas. Ervin Laszlo apresentou uma interessante explicação física para o deslocamento do tempo; Ele sugere que o Campo de Ponto Zero de ondas eletromagnéticas tem sua própria sub-estrutura. Os campos secundários causados pelo movimento de partículas subatômicas interagindo com O Campo são chamados de ondas “escalares”, que não são eletromagnéticas nem possuem direção ou spin. Essas ondas podem viajar bem mais rápido do que a luz – como os táquions imaginados por Puthoff.

Laszlo propõe que são as ondas escalares que codificam as informações do espaço e do tempo em uma taquigrafia quântica de padrões de interferência intemporais e ilimitados. No modelo de Laszlo, esse nível subjacente do Campo de Ponto Zero – a mãe de todos os campos – fornece o modelo holográfico do mundo para todo o tempo, passado e futuro. É isso que interceptamos quando investigamos o passado ou o futuro.

 

Para retirar o tempo da equação, precisamos retirar o estado de separação. A energia pura que existe no nível quântico não tem tempo nem espaço, existindo em um vasto continuum de energia flutuante. Nós, de certa maneira, somos o tempo e o espaço.

Quando trazemos energia para a consciência por meio do ato da percepção, criamos objetos separados que existem no espaço em um continuum uniforme. Ao criar o tempo e o espaço, criamos a nossa condição de separação. Isso sugere um modelo semelhante ao da ordem implícita do físico inglês David Bohm, que teorizou que tudo no mundo está envolto nesse estado “implícito”, até que se torna explícito – uma configuração, imaginou ele, de flutuações do ponto-zero.

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O modelo de Bohm encarava o tempo como parte de uma realidade maior, que poderia projetar muitas sequências ou momentos na consciência, não necessáriamente em uma ordem linear. Ele argumentou que, como a teoria da relatividade afirma que o espaço e o tempo são relativos e na verdade uma única entidade (espaço-tempo), e se a teoria quântica estipula que os elementos que estão separados no espaço estão conectados e são projeções de uma realidade de dimensão mais elevada, então momentos separados no tempo também são projeções dessa realidade maior.

Tanto na experiência habitual como na física, o tempo tem sido em geral considerado uma ordem primordial, independente e universalmente aplicável, talvez a mais fundamental que conhecemos. Agora, somos levados a propor que ele é secundário e que, assim como o espaço, deve resultar de uma base de dimensão superior, como uma ordem particular.

Na verdade, podemos acrescentar que muitas dessas ordens de tempo inter-relacionadas particulares podem originar diferentes conjuntos de sequências de momentos, correspondendo a sistemas materiais que viajam a velocidades diferentes. No entanto, todas dependem de uma realidade multidimensional que não pode ser totalmente compreendida em função de qualquer ordem, ou conjunto de ordens, de tempo.

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Se a consciência está operando no nível de frequência quântica, ela também residiria, naturalmente, fora do espaço e do tempo, o que significa que em teoria temos acesso a informações “passadas” e “futuras”. Se os seres humanos são capazes de influenciar os eventos quânticos, isso implica que também somos capazes de interferir em eventos ou momentos que não pertencem ao presente. Isso sugeriu a William Braud uma idéia fascinante.

A intenção humana deslocada no tempo de algum modo atua sobre as probabilidades de uma ocorrência para produzir um resultado, e funciona melhor no que Braud gostava de chamar de “momentos iniciais” – os primeiros em uma cadeia de eventos. Assim, se aplicássemos esse princípio à saúde física ou mental, isso talvez significasse que poderíamos usar O Campo para conduzir influências “para trás” no tempo e alterar momentos fundamentais ou condições iniciais que mais tarde se tornam problemas ou doenças plenamente desenvolvidos.

Se o pensamento no cérebro é um processo quântico probabilístico, como sugerem Karl Pribram e seus colegas, a intenção futura talvez possa influenciar o disparo de um neurônio e não de outro, desencadear uma ou outra cadeia de eventos químicos e hormonais que podem ou não resultar em uma doença. Braud imaginou um momento inicial no qual uma célula assassina natural pode existir em um estado probabilístico com 50% de chance de matar e 50% de não dar atenção a certas células cancerosas. Essa simples decisão inicial poderá com o tempo fazer a diferença entre a saúde e a doença, ou até entre a vida a morte. Pode haver inúmeras maneiras pelas quais poderíamos usar a intenção no futuro para modificar as probabilidades antes que elas se transformem em uma doença plenamente desenvolvida.

Na verdade, até mesmo o diagnóstico pode influenciar o curso da doença, de modo que deve ser abordado com cautela. Não é que não poderíamos eliminar a doença se ela tivesse se desenvolvido, mas alguns dos aspectos mais prejudiciais dela talvez ainda não tivessem se tornado reais e ainda poderiam ser susceptíveis de mudança. Pegaríamos a doença em um ponto no qual ela poderia ser impelida em muitas direções, da saúde até a morte. Braud refletiu se alguns casos de remissão espontânea não teriam sido causados por uma intenção futura agindo sobre uma doença antes do ponto em que já não há mais volta. Pode muito bem ser que filmes da série “Exterminador do futuro”, talvez possamos voltar no tempo para alterar nosso próprio futuro cada momento de nossa vida influencie todos os outros, para a frente e para trás.

Se o tempo linear é uma ilusão, lembrar é comunicar-se

A lembrança é, de fato, um processo de comunicação. Lembrar é comunicar-se com o passado. Isto também se aplica às memórias de vidas passadas. Aqui, também, ocorre uma troca energética entre o eu do presente e o eu do passado. Em algum nível, todo terapeuta de regressão sabe disto. Por exemplo;Um bom terapeuta nunca pedirá ao seu paciente para tentar se lembrar de alguma coisa. Ele sempre sugerirá que ele se mova em direção e ela durante a regressão. Por exemplo, ele poderá dizer “Vá para a verdadeira origem do problema.” O terapeuta sabe que esta última abordagem funciona melhor que a primeira. Por quê? Porque esta instrução corresponde melhor ao que está realmente acontecendo. Há algo para o qual se direcionar; um outro “agora” no qual o evento traumático foi vivenciado primeiro.O que acontece quando você conecta seu “agora”, seu presente, com outro “agora” e começa a se comunicar com seu eu passado que vive nesse outro “agora”? O resultado desse processo de comunicação é a criação de um “agora novo e compartilhado”. No momento em que você inicia um diálogo com outra pessoa (no caso, o seu eu “passado”), você passa a compartilhar o “agora”, o mesmo presente. E, deste “presente compartilhado”, surgem novas possibilidades; isto significa, especificamente, que você pode enviar cura e compreensão para o seu eu passado, influenciando, assim, o passado de um modo real. Como o passado não está terminado, em termos absolutos, você pode modificá-lo a partir do futuro.

O AQUI E AGORA NA FÍSICA QUÂNTICA

CRIAR UM NOVO PASSADO-A QUESTÃO DA CURA ATRAVÉS DO AQUI E AGORA

Outra possibilidade que surge desta nova forma de ver o tempo-espaço é a de recriar o passado. Se o passado não é fixo e acabado, e lembrar-se dele é trocar energia com ele, então nosso ponto de vista tradicional sobre causalidade vai por água abaixo. Tradicionalmente, as coisas não podem ser causadas por eventos do futuro, só por eventos do passado. Neste caso, o futuro parece ter tido um impacto real sobre o passado. Quando você envia cura para uma vida passada, ela, em troca, envia cura de volta para você. Ao criar um novo passado, o presente é alterado também. De acordo com este ponto de vista, o passado não é fixo: o passado, como o futuro, é um oceano de possibilidades. A partir do presente, do nosso “agora” atual, sempre podemos escolher o caminho a tomar, a linha de tempo a ativar, tanto no passado quanto no futuro. Nossas vidas acontecem num continuum espaço-temporal, que se move e muda constantemente; estamos constantemente interagindo com nossas outras vidas e elas conosco. A parte que faz essa interação é a nossa consciência, nossa percepção consciente. Esta parte é nossa essência e independe de tempo e espaço. Ela viaja através da teia do espaço-tempo, mas não está no tempo.  É a nossa parte que é eterna e imutável. Por ser independente de tempo e espaço, nossa consciência é uma fonte de Luz e cura para tudo o que existe no tempo. Quanto mais conscientes nos tornamos, mais entramos num plano atemporal, a partir do qual irradiamos luz para todas as nossas vidas.

 

Visão pessoal…

A Física Quântica do Campo é o primeiro passo em um processo fantástico de despertar .Não compreendemos  a construção de tudo o que  vemos ao nosso redor, mas também compreenderemos exatamente como nossa crença e pensamento criam a matéria, como  colhemos o que plantamos, como mesmo “antes de pedir já tem sido  dado”, etc. É a ciência, finalmente, alcançando a espiritualidade e o senso comum, e explicando-a. Pensemos sobre isto; quando alguém lhe diz que tudo é possível se apenas você acredita, não é mais fácil acreditar que quando você sabe como, passo a passo e científicamente, sua fé muda o universo e produz o que você crê?Um dos benefícios de entender a base da Física Quântica do Campo  é que , finalmente, vemos claramente como conceitos poderosos, como a fé e o pensamento correto trabalham, entre outras coisas. Esta visão e compreensão, este conhecimento, capacita-nos  a ter plena confiança, elimina a dúvida, cria  realidades conscientemente, poderosamente e maravilhosamente, e de muitas maneiras, torna-nos mais poderosos.A Física Quântica do Campo também nos mostra como estamos todos conectados, como somos todos Um Ser, que perpetua uma ilusão de seres individuais separados. Também nos dá um vislumbre de como o Espírito e a Matéria interagem e se conectam, como a Mente e a Matéria também o fazem, como a criação realmente acontece, e como somos co-criadores com a Fonte.A Física Quântica que estuda o Campo, é o estudo da construção do Universo. Por exemplo, nosso corpo é feito de células;Estas células, por sua vez, são feitas de moléculas, que são feitas de átomos, que são feitos de partículas subatômicas, como os elétrons. Este é o mundo da Física Quântica e do Campo. Tudo é feito à partir de ´grandes grupos´ de partículas subatômicas. O nosso corpo, uma árvore, pensamentos, um veículo, um planeta, a luz e tudo o mais são ´concentrações´ de energia. Tudo isso são grandes coleções de práticamente os mesmos tipos de partículas subatômicas. A única diferença é a maneira como estas partículas são agrupadas em maiores blocos construtivos. Sabendo como funciona, é a chave para saber como recriar a si mesmo e o mundo ao seu redor.Falando individualmente,até aqui você pode ter desenhado o seu mundo ao acaso e inconscientemente; Agora você vai acordar e fazê-lo deliberadamente e conscientemente, com uma direção.Assim é o seu mundo – um brilho rápido que causa uma ilusão de ser “sólido” e “contínuo”.  Uma vez que você entenda o que é o seu mundo realmente, verdadeiramente, você começa a entender o seu verdadeiro comportamento e natureza. Então mude sua visão sobre ele. E, com a sua percepção mudada, você pode mudar a maneira como o constrói.E compreender o Campo do aqui e agora é fundamental para colocar isso em prática com conhecimento e sabedoria.

Inspiração…….

O Estranho Universo da Física Quântica – CFCUL

O Sujeito na Física Quântica – fflch-usp

A Teoria de Cordas e a Unificação das Forças da Natureza – USP

Um Sonho de Einstein – USP

O Universo elegante: Supercordas, dimensões … – Sabedoria Divina

Monicavox

Recomendo….

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