As novas descobertas da Neurociência e a próxima geração de seres humanos

Resultado de imagem para cerebro quantico-imagens “Diga-me o que pensas que te direi a doença que terás”.

Lógicamente, a repercussão muitas vezes não é imediata, e também outros fatores estarão em jogo, mas, durante os mecanismos de substituição celular, o dínamo/pensamento mental influenciando as células em seu estado de mitose, vai gerando células filhas de menor resistência e qualidade, até que os elementos de desagregação constantemente cultivados e emitidos tumultuam os serviços celulares e ensejam a materialização de patologias graves e de longo curso.

Que ninguém se engane das responsabilidades e conseqüências quando movimentar as forças vivas do pensamento. Como o pensamento à feição de raios dinâmicos, como correntes de partículas, em um turbilhão de forças, circula em circuito fechado no nosso complexo fisiopsíquico antes de exteriorizar-se, irradiando-se pelo espaço à semelhança da propagação da luz, poderemos atestar com absoluta certeza que realmente ninguém fere ninguém sem primeiro ferir-se.

Os frutos mentais que ofertamos são antes de tudo consumidos por nós mesmos. Além do pensamento se espraiar, como um plasma sutil, de forma quase instantânea por todos os campos ou corpos multidimensionais, devido à interpenetração dos corpos e estruturas similares e adjacentes em contato permanente e contínuo, ele ainda atinge, ou bombardeia, as nossas células, provocando influências não só do ponto de vista psíquico como físico, causando transformações moleculares e atômicas, alterações anatômicas, fisiológicas e metabólicas, pelos mecanismos dos centros de força e pelos microtúbulos dos tecidos áuricos, à semelhança de um circuito elétrico a se espraiar por um condutor. É assim que ondas sublimadas ou perturbadoras geram saúde ou doença em nossas vidas, dependendo da direção e da qualificação que viermos a dar às nossas correntes mentais. 

Nos estudos recentes de neurobiologia, algumas hipóteses vêm sendo levantadas da possível existência de microtúbulos formando as células e os processos de interação e transmissões neuronais. Talvez esses microtúbulos, que estão começando a serem estudados, possam ser a contraparte física das unidades espirituais de que os corpos sutis são formados, dentro de nossa visão e entendimento.

Jeffrey Satinover em seu livro “O Cérebro Quântico” afirma que estamos partindo para uma nova geração dos seres humanos. Em função das grandes novas descobertas envolvendo a neurociência e estudos mais a fundo do órgão, podemos afirmar que realmente estamos evoluindo e isso converge para uma grande evolução nos seres humanos.

Jeffrey Satinover, psiquiatra e psicanalista, é licenciado e assistente de cátedra do departamento de Física da Universidade de Yale, onde cumpre o programa de doutoramento (Ph.D.). É também bacharel em Ciência pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts – MIT; mestre em educação pela Universidade de Harvard e doutor em Medicina pela Universidade do Texas. Em 2004, tornou-se conhecido do grande público ao participar do filme Quem Somos Nós? (What the Bleep Do We Know!?);Depois de uma carreira de sucesso como um psiquiatra, neurocientista, analista junguiano e consultor empresarial, Dr. Satinover voltou a estudar física. Ele recebeu seu Ph.D. em física teórica interdisciplinar (física e financeira) summa cum laude a partir do Centro Nacional Francês de Pesquisa Científica (Nice) em 2008.Dr. Satinover é formado pelo MIT, mestrado em educação e em física pela Universidade de Harvard e Yale, respectivamente, um MD, da Universidade do Texas e um Ph.D. Bacharelado de Ciência em Física pela Universidade de Nice Sophia Antipolis. Lecionou em Yale e Princeton e é um ex-Professor William James em Harvard. Ele é o autor de numerosos artigos em uma variedade de disciplinas e autor de cinco livros. Ele é um orador convidado frequente em questões de política pública, incluindo pelo Congresso dos Estados Unidos, o Parlamento do Reino Unido e as Nações Unidas.

As novas descobertas abrem caminho para novas experiências e novas pesquisas, como a construção de super computadores com capacidades lógicas e outras milhares de capacidades infinitamente mais velozes que qualquer outro atualmente disponível.Falam-se da criação de seres artificiais completamente auto-suficientes e dotados até mesmo de consciência própria.Isso mesmo, parece filme (Eu, Robô, IA,etc).

Seguem algumas descobertas:
– Computadores capazes de se auto-reparar (evoluir);
– Moléculas orgânicas que se transformam misteriosamente;
– Neuroplasticidade (ou seja, neurônio inteligente e com capacidade de se adpatar);
– Células Inteligentes;

Hoje já sabe-se que, dentro do nosso cérebro, aonde acontecem as “neurotransmissões”, existe funções químicas e elétricas aonde a mecânica quântica atua de forma até então desconhecida e que nos ajudam a entender cada vez mais sobre a natureza de doenças como Mal de Alzheimer

HOLODECK

Na série “Jornada nas Estrelas – A Nova Geração” existe na nave uma sala na qual o computador pode simular qualquer realidade para o visitante. Esta realidade é tão completa em termos de percepção que todos querem vivenciar as infinitas possibilidades da mente humana. Nós vivemos algo semelhante e não sabemos que estamos num “holodeck” criado por nossa própria mente. Isso limita nossas possibilidades, porque ficamos presos numa só “realidade”. Esta ferramenta permite que se saia de uma determinada “realidade” e se possa experimentar infinitas outras, em todo seu potencial de criação e realização. Podemos “baixar” qualquer In-formação ou Realidade Alternativa e expandir nossas realizações e vivências. Assim,  percebemos que existem outras Realidades prontas para serem vividas. Com isso, acumulamos In-formação, crescemos, evoluímos e nos tornamos mais complexos, segundo após segundo. Isso é inevitável. Agora podemos exponenciar isso na medida do nosso desejo. Finalmente, as Infinitas Possibilidades estão ao nosso alcance.

Abrindo as portas da percepção da realidade

Todos os seres biológicos estão limitados normalmente a só perceber um pequeno espectro eletromagnético da realidade. Nós, humanos, ouvimos numa faixa de 20 a 20 mil Hertz. Um cachorro ouve mais que isso. Existem animais que não vêem as cores que nós vemos e assim por diante. É um parâmetro. Uma limitação codificada no nosso DNA. Desta forma o cérebro atua como um filtro ou redutor das ondas e freqüências que nos chegam. Deixando-nos perceber apenas uma pequena fração da realidade que nos cerca. Isso cria uma série de problemas para a compreensão da realidade. Ficamos presos numa caixa de percepção e achamos que é só isso que existe. Quando temos acesso a outras In-formações da realidade esse véu naturalmente se esvai, pouco a pouco, e passamos a ter acesso a novas camadas ou dimensões da realidade. Essa é uma vantagem extrema em todos os sentidos. 

Porque, quanto maior a nossa visão do todo, mais eficientes, saudáveis, amorosos, conscientes e felizes somos. É por esta razão que quem usa a Ressonância expande sua visão de mundo sem cessar. Até um ponto em que é feliz por si só.

ALGUNS TÓPICOS ABORDADOS PELO DR SATINOVER

“Técnicas desenvolvidas por Andrew Maniotis, Donald Ingber e seus colaboradores permitem a visualização dos microtúbulos no interior de células vivas e as experiências realizadas demonstram que mudanças conformacionais no citoesqueleto formam e reformam sua configuração interna a fim de criar mobilidade”. (Jeffrey Satinover, O Cérebro Quântico, Capítulo XIV).

“Os elementos estruturais básicos dos organismos unicelulares mais primitivos e evolucionáriamente mais antigos são, de forma semelhante, os mesmos microtúbulos, sugerindo mais fortemente como essas estruturas são fundamentais para a vida”. (Jeffrey Satinover, O Cérebro Quântico, Capítulo XIV).

OS  MICROTÚBULOS

Os microtúbulos tanto em relação ao corpo físico, quanto aos corpos sutis, seriam estruturas ocas, tubos ou canudos compostos por inúmeros blocos de moléculas idênticas. Em se referindo ao corpo físico, essas moléculas seriam proteínas. Os estudiosos da física quântica sustentam que a existência desses microtúbulos poderia explicar os efeitos quânticos no nosso organismo, cérebro e mente: “Conforme foi descrito por um pesquisador de Harvard: 

” Um quadro coerente está finalmente começando a surgir; um sistema de transdução de sinais de “pensamento” integra informações multifacetadas e, algumas vezes, conflitantes de forma a desencadear a resposta biológica apropriada”. Deste modo, a rede interna microtubular dos neurônios exerce um papel chave no estabelecimento da fiação da rede neural macroscópica do cérebro”. (Jeffrey Satinover, O Cérebro Quântico, Capítulo XIV).

Essa rede microtubular não seria patrimônio físico apenas, mas conforme nossas observações, seriam, na verdade, representações físicas das unidades menos densas do nosso complexo psíquico, um sistema físico e sutil, multidimensional e interdimensional de transdução das nossas forças físicas, etéricas, astrais, mentais, etc.. Além dos neurônios, os organismos unicelulares, os fusos mitóticos, e inúmeras outras estruturas, seriam formados desses microtúbulos que realizariam funções diversas conectando o macrocosmo ao microcosmo: o transporte intracelular de organelas, os movimentos de cílios e flagelos, a divisão cromossômica, as modificações de sinais de um meio para outro, a comunicação entre o núcleo e o interior das células formariam um dos conjuntos de possíveis funções dos microtúbulos:

“As pontas de uma rede de microtúbulos estão fisicamente ligadas a outras partes da célula (por exemplo, as organelas, o núcleo e as membranas citoplasmáticas), de tal modo que o processamento paralelo, a sinalização e a transdução de forças físicas constituem uma função integrada e sem interrupções”. (Jeffrey Satinover, O Cérebro Quântico, Capítulo XIV).

Função integrada, sincrônicas, correlacionadas em processamento inteligente e auto-organizado transmitindo sinais, padrões de ondas ou forças de uma estrutura para outra, de um mundo dimensional para outro, assimilando correntes mentais próprias ou dos outros, quando em ressonância, materializando estados saudáveis ou disfunções, distonias e patologias em diversos níveis:

“Por exemplo, evidências recentes sugerem que, dentro do neurônio, a localização da patologia primária do mal de Alzheimer se acha nos microtúbulos”. (Jeffrey Satinover, O Cérebro Quântico, Capítulo XIV). .

 Ao examinar as estruturas reais e o funcionamento do nosso cérebro, Jeffrey Satinover — um dos cientistas do filme “Quem Somos Nós?” — questiona vários conceitos validados pela ciência tradicional e acaba desvendando a história de uma revolução que transformará o entendimento que temos do mundo, de nós mesmos e até de Deus.Computadores capazes de se auto-reproduzir, moléculas orgânicas que se transformam misteriosamente; universos paralelos que se entrelaçam, projetando o nosso futuro; células que parecem dotadas de inteligência individual; descobertas desconcertantes sobre a natureza de doenças como Alzheimer.

Tantos avanços impensáveis há poucos anos e que hoje, graças ao estudo do nosso cérebro e às implicações derivadas dessas pesquisas, estão se tornando realidade. Uma verdadeira façanha que reflete a emocionante jornada em busca de respostas sobre um dos maiores enigmas da ciência: o funcionamento do cérebro.

A consciência é um fenômeno quântico?

Seria a consciência um fenômeno quântico?  Ora, qualquer fenômeno microscópico é um fenômeno quântico. Assim, como nosso cérebro é constituído de entidades microscópicas, num sentido trivial nosso cérebro é quântico, assim como nossa consciência . Mas não é essa a pergunta interessante. Queremos saber se a física quântica é necessária para explicar a consciência, ou seja, se a física clássica é incapaz de explicá-la. Em poucas palavras, podemos dizer que o que a física quântica tem de essencial é que ela é uma teoria que atribui propriedades ondulatórias para partículas individuais. Se um objeto se comportar às vezes como onda (exibindo franjas de interferência), às vezes como partícula (aparecendo como um ponto ou seguindo uma trajetória bem definida), então só a física quântica é capaz de descrever o objeto. Caso isso não aconteça, dizemos que o objeto se comporta classicamente.

Considere a absorção de luz pela retina.  A física quântica é necessária para descrever este processo?  Sabe-se que certos animais são sensíveis a apenas um quantum de luz, e assim este processo é corpuscular. No entanto, acredita-se que nenhuma das propriedades ondulatórias da luz são relevantes para o processo de absorção em si. As propriedades ondulatórias afetam a distribuição espacial dos fótons, mas a absorção em cada célula da retina independe do que está acontecendo em outras células.  Assim, a física clássica seria suficiente para explicar a absorção de luz pela retina.

Existiria algum processo em nosso cérebro, essencial para a nossa consciência, que só pode ser explicado pela física quântica?

A ligação entre consciência e física quântica foi sugerida na década de 1930, mas em um sentido diferente do que estamos examinando aqui. Naquela interpretação “subjetivista” da teoria quântica, a consciência seria responsável pelo “colapso” da onda quântica . Mas a tese que queremos examinar não é o papel da consciência na teoria quântica, mas o papel da teoria quântica nas teorias materialistas da consciência.

ARGUMENTOS

a) O cérebro seria um “computador quântico”.  Este conceito foi bastante trabalhado pelo físico David Deutsch, que mostrou que tal computador seria mais eficiente do que um computador digital.  Por seleção natural, essa vantagem computacional poderia ter favorecido um cérebro que fosse um computador quântico.

b) O cérebro computaria funções não-recursivas.  Computadores clássicos e quânticos só podem computar funções “recursivas”, mas o pensamento humano (por exemplo, a intuição matemática) extrapolaria esta limitação. Uma solução inovadora ao problema do colapso na mecânica quântica talvez solucionasse também esse problema da consciência, conforme sugestão do físico Roger Penrose. O problema aqui é que não se mostrou rigorosamente que o pensamento humano é capaz de computar funções não-recursivas.

c) Um fenômeno quântico semelhante à “condensação de Bose” poderia ocorrer no cérebro.  Este fenômeno é observado a baixas temperaturas, quando um grande número de partículas se comporta identicamente. O físico H. Fröhlich propôs, em 1968, um modelo biológico deste fenômeno de “coerência” à temperatura ambiente, envolvendo moléculas dipolares. Alguns pesquisadores afirmam ter encontrado evidência de que tal fenômeno ocorreria no cérebro.

d) O cérebro seria regido por leis análogas às da mecânica quântica.  Existe uma abordagem em neurociência que supõe que a convencional dinâmica do neurônio e da sinapse não é fundamental, e que as funções cerebrais podem ser descritas por um “campo dendrítico” que obedeceria a equações da teoria quântica de campos. Esta abordagem matemática foi inspirada na proposta de Karl Pribram,nos anos 60, de um modelo “holonômico” para o cérebro. Mas é fato que leis análogas às da mecânica quântica descreverem funções cerebrais.

e) A liberação de neurotransmissores é um processo probabilístico, que seria descrito apenas pela física quântica. Tal liberação, chamada de “exocitose”, ocorreria com uma probabilidade relativamente baixa (de cada 5 impulsos nervosos chegando à vesícula sináptica de células piramidais do neocórtex, apenas 1 liberaria o neurotransmissor).  De acordo com John Eccles, a mente (que em sua visão dualista existe independentemente do cérebro) poderia alterar levemente essas probabilidades de exocitose, o que constituiria um mecanismo para a ação da mente sobre o cérebro. Se ele estiver correto e a exocitose puder ser descrita pela teoria quântica, faltaria mostrar que a mecânica quântica é necessária para decrever este fenômeno, e de que forma este fenômeno estaria ligado com a emergência da consciência.

f) A nível subneuronal ocorreria processamento de informação.  Nos anos 70 descobriu-se que as células possuem uma delicada estrutura formada por “microtúbulos” de proteína, formando um “citoesqueleto”. Como tais microtúbulos são cilindros com diâmetro de apenas 25 nanometros (10-9 m), é razoável supor que eles só possam ser adequadamente descritos pela física quântica.  Resta saber se de fato o citoesqueleto tem uma função cognitiva, além de sua função estrutural e de transporte.

g) A mecânica quântica explicaria fenômenos de percepção extra-sensorial.  Alguns autores partem do princípio de que a consciência pode exercer influência direta sobre processos naturais, e procuram mostrar como um modelo quântico da consciência daria conta deste e de outros tipos de fenômenos.

Em suma, ainda não existe evidência concreta de que a física quântica seja necessária para explicar a consciência. É verdade, porém, que se trata de uma questão “empírica”, ou seja, só a ciência do futuro poderá dar uma resposta mais definitiva.Por outro lado, é plausível supor que o mistério da consciência deva envolver algum princípio científico novo, além do fato de que a consciência se origina em um sistema altamente complexo, como nosso cérebro. Qual será este princípio novo? Talvez obtenhamos uma resposta neste século XXI.

 

Visão pessoal…

Muitas religiões e filosofias milenares já disseram – e as modernas Física Quântica e Psicologia Transpessoal estão corroborando ­ que tudo o que está fora de nós, está igualmente dentro de nós. Isto quer dizer que todo o Universo está dentro de nós. Todas as potencialidades, qualidades, energias, elementos (inclusive químicos) que existem fora de nós, nós temos tudo isto, desde sempre, dentro de nós. Hoje inclusive já sabemos que o nosso próprio cérebro físico, opera igualmente com relação ao que é de âmbito interno ou de natureza externa. O amor, a força, a paz, a coragem, a determinação, a fecundidade, a justiça, o equilíbrio, a harmonia, a disciplina, a criatividade, a alegria, o prazer, a flexibilidade, a honestidade, a lealdade, a serenidade, a sensibilidade, a beleza, a neutralidade, a paciência;Todas estas – e muitas outras – qualidades, virtudes e potencialidades que existem desde sempre dentro de nós; Mas como ainda somos ignorantes de quem nós somos realmente, e estamos com a nossa perspectiva da existência e com o nosso referencial de realidade ancorados na dualidade e na impermanência, devemos obter respostas na física quântica e seus preceitos,que podem interagir conosco e nos ajudar a despertar e desenvolver a consciência de que estes potenciais e qualidades já existem em nós, desde sempre, e que nós somos Um com todo o Universo. E também podem nos ajudar a limpar e reequilibrar os conteúdos residentes nas nossas dimensões inconscientes, onde se alojam registros, crenças e padrões limitantes e dolorosos, que são o que nos mantém na ignorância de quem somos e na conseqüente manutenção do sofrimento. Ao longo da história da Humanidade, no processo da manifestação dos mitos, o homem projetou para fora de si todas as qualidades, virtudes e potencialidades, antropormofizadas na figura dos deuses, cada um com sua qualidade e função, como um verdadeiro processo coletivo/psicológico de projeção e transferência : focar fora de si e buscar fora de si o que já se tem em si mesmo e não se sabe que tem; E aí o homem construiu os deuses a sua imagem e semelhança, num processo intuitivo onde Sábios e Mestres de todas as épocas canalizaram escrituras, conceitos teológicos, uma infinidade de deuses, de rituais e de sistemas filosóficos.. Infelizmente grande parte das religiões e das pessoas acaba ancorando suas demandas de cura e de libertação/esclarecimento/conhecimento nestes símbolos e mitos externos, desenvolvendo as mais diversas formas de idolatrias e sistemas de barganhas espirituais, na esperança de que estes “seres poderosos” possam nos dar aquilo que pensamos que eles, tem mas nós não temos. Ou esperando que eles façam por nós o que nós temos que fazer…

Inspiração…

“O que é a Ciência Ortodoxa?” –clique aqui 

 “O Yin-Yang da Complementaridade” – clique aqui.

“A Consciência Legisladora” – clique aqui

A consciência não está no cérebro

CENTER FOR CONSCIOUSNESS STUDIES 

SCIENCE OF CONSCIOUSNESS
JEFFREY SATINOVER-WEBSITE
QUINTIUM ANALYTICS-DR JEFFREY SATINOVER

 VEJA TAMBÉM; DR SATINOVER-Cracking the Bible Code-contemporary debate

Recomendo….

 

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A descoberta de vida alienígena mudaria as filosofias religiosas?

A descoberta de seres extraterrestres – sejam eles viscosos, micróbios ou “homenzinhos verdes e cinzas” – irá mudar radicalmente a forma como nós, humanos, vemos o nosso lugar no Universo. Mas será que isso acabaria com a religião? Bem, isso depende do que acreditamos.Em seu novo livro  “Religiões e Vida Extraterrestre” , David Weintraub, um astrônomo da Universidade de Vanderbilt, analisa como diferentes credos iriam lidar com a revelação de que não estamos sózinhos. Alguns de seus resultados podem nos surpreender.
Enquetes públicas têm mostrado que uma grande parte da população acredita que os alienígenas estão lá fora.
Em uma pesquisa divulgada o ano passado  pela empresa Survata, 37% dos 5.886 norte-americanos que foram entrevistados, disseram acreditar na existência de vida extraterrestre, enquanto 21%  disseram que não acreditam e 42% não tinham certeza.
 As respostas variaram pela religião: 55%  dos ateus disseram acreditar em extraterrestres, assim como 44% de muçulmanos, 37% dos judeus, 36 % de hindus e 32% dos cristãos.

Weintraub descobriu que algumas religiões são mais “confortáveis” ​​com a idéia de ET’s do que outras. Aquelas com um ponto espiritual geocêntrico, são as mais propensas a ficarem desconfortáveis com perguntas sobre a descoberta de alienígenas. 
Alguns cristãos evangélicos e fundamentalistas, por exemplo, são da opinião de que a única intenção de Deus era criar pessoas aqui na Terra. Alguns acreditam que  Deus criou a vida em qualquer outro lugar, disse Weintraub.
Mas alguns cristãos que interpretam a Bíblia literalmente, podem realmente precisar de um tempo maior para incorporar a existência de aliens em sua cosmologia espiritual. Muitos adventistas do sétimo dia, por exemplo, são os criacionistas  que acreditam que a Terra foi literalmente criada por Deus em seis dias cerca de 6.000 anos atrás e que os seres humanos descendem – e herdaram o pecado original – a partir de Adão e Eva. Nessa linha de pensamento, a vida poderia existir em outros planetas, mas seres que não descendem de Adão e Eva na Terra ,não seriam inerentemente pecaminosos e, efetivamente, eles não precisariam do Cristianismo para serem salvos, disse Weintraub ao LiveScience.
A flexibilidade dos Adventistas do  Sétimo Dia, no que diz respeito aos extraterrestres, pode ser um produto do tempo em que a religião foi fundada (século 19). Durante os anos 1700 e 1800, houve uma forte popularidade da crença em vida extraterrestre, disse Weintraub. O telescópio (uma invenção relativamente recente) finalmente permitiu aos astrônomos espiarem outros planetas e luas do nosso sistema solar, mas os cientistas ainda não compreenderam bem se esses corpos celestes são estéreis ou não(?). 
E talvez não seja coincidência que as religiões que começaram naquela época – Mormonismo, Adventistas do Sétimo Dia, Testemunhas de Jeová, a Fé Bahá’í – todos têm uma forte crença na vida extraterrestre, disse Weintraub.
 Por outro lado, a noção de vida extraterrestre na sua maior parte, foi irrelevante para as religiões que começaram há milhares de anos.”As idéias sobre vida extraterrestre – como parte das escrituras sagradas – estão enterradas um pouco mais profundo”, disse Weintraub. 
“Elas são óbvias. Elas estão em camadas abaixo do topo. Nas escrituras Hindus, na Bíblia, nas visões dos profetas,nas crenças maias. Você realmente tem que interpretar á luz da tecnologia moderna e das informações ufológicas atuais para encontrar  várias coisas a ver com a vida extraterrestre.”
É claro que os extraterrestres têm figurado nas crenças de pequenas seitas e grupos religiosos marginais também. Em um exemplo famoso, 39 membros do chamado  grupo Portas do Céu, cometeram suicídio  acreditando que eles deixavam seus corpos terrenos e alcançariam uma nave alienígena localizada atrás do cometa Hale-Bopp  em 1997. Weintraub  disse que é provável que as religiões futuras apreenderão sobre a descoberta de vida extraterrestre.
“Há uma grande quantidade das chamadas  UFO religiões, e tenho certeza de que, se descobríssemos que realmente há vida fora da Terra, não haveria muito mais esse tipo de coisas “disse Weintraub. “Há, sem dúvida, pessoas que iriam usar isso como uma oportunidade ou uma desculpa para chamar a atenção para si por qualquer motivo e não haveriam novas religiões.”
Com os avanços na pesquisa de Exoplanetas e Astrobiologia, os cientistas poderiam estar realisticamente à beira de encontrar provas(?) para a vida longe da Terra – talvez não a vida inteligente, mas a vida, por si só. É por isso que Weintraub acha que o resto de nós deve estar preparado para as questões espirituais que se seguirão – “Existe vida no universo” e que os astrônomos devem participar dessa conversa, uma vez que a questão agora pertence ao domínio da ciência, e não apenas da filosofia.”Ela(a Ciência) quase não se importa que tipo de vida ela é”, disse Weintraub ao LiveScience “Se houver qualquer tipo de vida lá fora, isso simplesmente significa que não estamos sózinhos. E saber que não estamos sózinhos, eu acho, tem  muito significado “.
“Eles provávelmente serão de milhões de anos ,antes dos seres humanos descobrirem que são capazes de se comunicar com seres alienígenas inteligentes “. Mas ele acha que vale a pena estender a experiência do pensamento , de considerar  como iríamos tratar os extraterrestres á partir de diferentes credos. Será que repetiremos os erros de missionários europeus que converteram os “pagãos” do Novo Mundo ao Cristianismo?
Ou será que nós adotaremos uma política que se parece mais com a “Primeira Diretriz” da não-interferência do universo “Star Trek”? Será que aliens sencientes têm as suas próprias religiões? Será que eles tentarão “pregar” para a gente?
Uma vez que  pensamos sobre isso, vale a pena reconhecer que, se está OK para alguém em uma parte diferente do universo  ter uma religião diferente, talvez seja OK para outra pessoa, em uma parte diferente da Terra,  ter uma religião diferente” disse Weintrub. “Talvez pudéssemos descobrir alguma coisa aqui mesmo, que poderia fazer com que  convivêssemos um pouco melhor.”
UM DEUS QUE PODERIA SER REAL NO UNIVERSO CIENTÍFICO
“Deus” é uma palavra. Se nós o definirmos, mesmo inconscientemente, como algo que não pode existir no nosso universo, vamos banir a ideia de Deus da nossa realidade e jogar fora toda possibilidade de incorporar uma potente metáfora espiritual em um panorama verdadeiramente coerente. Mas, se levarmos a sério os confiáveis — e, então, inestimáveis — conhecimentos científicos e históricos, que agora possuímos, nós podemos redefinir um Deus de uma forma radicalmente nova e poderosa que expande o nosso pensamento e poderia ajudar a nos motivar e nos unir na Nova Era que a humanidade está adentrando.Por mais de 30 anos, ocorreu uma das mais emocionantes revoluções científicas do nosso tempo, a revolução na Cosmologia.
Na década de 1970, o grande mistério cosmológico foi este: se o Big Bang foi simétrico em todas as direções, e por que o universo em expansão hoje não é apenas uma sopa maior de partículas; Em vez disso, lindas galáxias elípticas e espirais estão espalhadas, mas não aleatoriamente; Elas posicionam-se ao longo de filamentos invisíveis, como glitter jogado em linhas de cola. Onde se cruzam vários filamentos grandes, formaram-se grandes aglomerados de galáxias. Mas por que?
O que aconteceu com a sopa primordial? De onde veio toda essa estrutura?
 Joel R. Primack, é um dos criadores da teoria da matéria escura fria, que responde a essas perguntas, dizendo-nos que tudo o que os astrônomos veem — incluindo todas as estrelas, planetas e brilhantes nuvens em nossa galáxia e todas as galáxias distantes de gás — é menos da metade de 1% do conteúdo do universo.
O universo acaba por ser quase inteiramente feito de duas presenças dinâmicas, invisíveis, desconhecidas e inimagináveis até o século XX: Matéria escura(matéria invisível que não é feita de átomos ou as partes de átomos) e de energia escura (a energia, causando a aceleração da expansão do Universo). Elas estiveram em competição uma com a outra por bilhões de anos, com a gravidade da matéria escura puxando matéria comum (atômica, bariônica) e a energia escura arremessando espaço separados, em um jogo de empurra e puxa.
Sua interação cósmica com a matéria comum tem tecendo as galáxias visíveis e, assim, criado a possibilidade para a evolução dos planetas e a vida.Ao longo das décadas, a medida que dados estavam surgindo, confirmando essa história com telescópios e satélites, surgia uma pergunta: o que significa para nós seres humanos não estarmos vivendo no universo que pensávamos que estávamos vivendo?Hoje, os astrônomos em todo o mundo aceitam a teoria dupla escura como a história moderna do universo, mas eles não responderam ainda á esta questão.
(Nota do Monicavoxblog;Deus tem de fazer parte de nossa compreensão do universo?Não,ninguém pode ter a pretensão de estar totalmente ciente do que o universo significa,nem pela ciência nem pela filosofia,muito menos pela religião.Se o homem não se conhece,nem tem certeza da sua relação consigo mesmo,como ter /saber o que significa esta Criação que se supõe feita por um Ser ou uma Força energia que nosso cérebro/mente não tem a capacidade de medir? O religare é evolutivo,pois os propósitos e os significados se alteram com a evolução da consciência,então,religião tem um valor só para a criatura,mas não para o Criador…..portanto,uma criatura desperta não tem religião,ela só exerce um “religare” constante,cada vez mais significativo em termos evolutivos,mas não para o Criador,pois para ELE ela É,nada mais,nada menos. Mas se os cientistas disserem ao público que eles têm de escolher entre Deus e a ciência, a maioria das pessoas vão escolher á Deus, que conduz à negação, hostilidade para com a ciência e a incoerência mental profundamente perigosa na sociedade moderna que promove depressão e conflito.O problema principal em relação às religiões consiste na necessidade da compreensão do fato que instituição religiosa nada tem a ver com um autêntico relacionamento com Deus.O homem pensa, julga, supõe, cria, imagina e concebe. Para tal se utiliza do intelecto que é seu entendimento aliado ao seu raciocínio e juízo crítico. Naturalmente se esforça por elevar seu nível de compreensão e de avaliação de tudo o que o cerca e por isso medita e procura concluir.O homem é um Ser espiritual por natureza, e assim sendo, não pode jamais se satisfazer, interior e plenamente, com as limitações impostas pelo que é físico e temporal. A mente humana pode medir, calcular, abstrair, avaliar e sentir. Mas o estado invisível da percepção, em última análise, transcende o físico e se enlaça ao invisível.Sendo o Plenum Cósmico/ Deus, Espírito, Sua natureza está acima do terreno do lógico e do físicamente perceptível (embora possa manifestar-se de modo a mostrar-se tangível por qualquer um ou por todos os cinco sentidos). Mas, desejando que o homem O busque em Sua natureza espiritual, concede ao Ser humano o dom de crer, tendo este a finalidade de ser o meio pelo qual alguém pode compreender as coisas espirituais e conhecê-lo.PORTANTO, RELIGIÃO NÃO SIGNIFICA  RELIGARE, mas significa, como já dito: SERVIÇO Á DEUS, COISAS DE INSTITUIÇÃO COM FINS DE MANIPULAR E CONDUZIR REBANHOS ,SIGNIFICANDO SINÔNIMO DE “SALVAÇÃO”.O equívoco em admitir que qualquer instituição religiosa traria uma suposta união do homem com Deus, tem sido facilmente verificado na prática. Pois quantas e quantas instituições religiosas nada têm a ver com “Deus?”  Enquanto isso, muitos daqueles que escolhem a ciência, encontram-se sem nenhuma forma de pensar que pode dar-lhes acesso ao seu próprio potencial espiritual. O que precisamos é um panorama coerente que é totalmente consistente — e até mesmo inspirado — com a ciência, que forneça uma maneira poderosa de repensar em um Deus que traz benefícios humanos e sociais sem a tal da fantasia).

COMO CONSEGUIMOS ISSO?
A ciência pode nunca nos dizer com certeza o que é Deus na verdade, já que há sempre a possibilidade de que algumas descobertas futuras irão descartá-lo. Mas a ciência pode muitas vezes nos dizer com certeza que não é verdade. Ela pode descartar o impossível. Galileu, por exemplo, mostrou, com seu telescópio, que a imagem medieval da Terra como o” centro das esferas celestiais de cristal “não podia ser verdadeiro, mesmo que ele não pudesse provar que a Terra se move em torno do sol.Sempre que os cientistas produzem as provas que convincentemente eliminam o impossível, não adianta mais discutir. Está tudo acabado. A graça está em aceitar e recalcular. É assim que a ciência avança.
(nota do Monicavoxblog;E se nós pensarmos assim com “Deus?” E se nós levarmos a evidência de uma nova realidade cósmica a sério e nos tornarmos dispostos a descartar o impossível? O que restaria?Podemos ter um verdadeiro Deus se pudermos largar o que o torna irreal. Só serei interessado em “Deus” se este for real. Se não for real, não há nada para falar. Mas não digo real como uma tabela, ou um sentimento, uma pontuação de teste ou uma estrela. Estes são reais na experiência normal na Terra. Digo real no quadro científico do nosso universo duplo escuro, nosso planeta, nossa biologia e nosso momento na história.)
Estas são características de um “Deus” que  podemos começar a questionar; 
  1. “Deus”existia antes do universo;
  2. “Deus” criou o universo;
  3. “Deus” sabe de tudo;
  4. “Deus” controla tudo o que acontece;
  5. “Deus” pode optar por violar as leis da natureza.
 A autora Nancy Ellen Abramsexplica em seu livro, “Um Deus que poderia ser Real”, que fisicamente cada um desses itens acima é impossível . O ponto que a autora quer fazer aqui é que esta lista praticamente concorda com razões por que a maioria dos ateus dispensa  a existência de Deus.  Nós apenas declaramos que o que Deus não pode ser. Não pensamos ainda o que Deus poderia ser.A autora ainda continua:“Nós todos crescemos tão mergulhados em alguma tradição religiosa,  que nós já aceitamos. É difícil de entender que a oportunidade de redefinir Deus realmente está em nossas mãos. Mas é a maneira como fazemos isso  que desempenhará um papel de liderança na definição do futuro do nosso planeta.Para mim, esta é a pergunta chave: poderia realmente existir neste universo algo que seja digno de ser chamado de Deus? Minha resposta é sim.”
(nota do Monicavoxblog;Não há nenhum único significado para a palavra “Deus”. A idéia de “Deus e deuses” foi evoluindo e transmutando-se muitas vezes ao passar de milênios, e ainda não acabou.Todas as ideias tradicionais sobre “Deus” são comprovadamente insuficientes para o nosso tempo. Elas perpetuam conflitos ou deixam de inspirar suficientemente para enfrentar os desafios existenciais do nosso mundo complexo .)
 A ANALOGIA COM AS FORMIGAS
As formigas são criaturas muito simples. Podem reconhecer uma dúzia ou mais de tipos de feromônios (moléculas de odor) e podem sentir onde esses feromônios estão mais intensos. Elas também podem captar a diferença entre duas formigas em um minuto, em um conjunto de 200 formigas. Essa é a extensão de suas habilidades de comunicação individual. Mas se observamos 10.000 delas em uma colônia, uma lógica de “enxame” surgiu. colônia vai continuamente ajustando-se de acordo com o número de formigas procurando comida, baseadas no número de bocas para alimentar, no quanto de comida é armazenada já no ninho, na comida que está disponível nas proximidades, e se outras colônias estão também competindo essa comida. No entanto, nenhuma formiga entende nada disso.A colônia pode projetar uma construção de um formigueiro tão alta quanto um homem e tão movimentada quanto uma cidade, no entanto, mesmo assim, ninguém está no comando. Alguns montes de formigas podem durar um século. Sobre sua vida, a colônia vai passar por fases previsíveis de desenvolvimento, desde a juventude agressiva à maturidade conservadora, até a morte.  Nenhuma formiga vive mais do que uma pequena fração desse tempo. Mas o que está acontecendo? De onde vem a lógica do enxame?Isto Emerge da complexidade das interações entre as formigas. 
Quase tudo o que nós humanos fazemos coletivamente gera um fenômeno emergente. Então, por exemplo, a troca de coisas entre pessoas levaram à economia global, um fenômeno emergente tão complicado e imprevisível, que não só ninguém sabe as regras, quanto alguns profissionais ainda não entraram em concordância sobre o  que essas tais  regras devem ser. O interminável esforço para levar as pessoas a se comportar decentemente em relação ás outras gerou os governos. Nosso desejo inato de fofocas tem gerado a mídia. As economias, os governos e os meios de comunicação são todos os fenômenos emergentes — como uma colônia de formigas. Eles seguem regras novas e complicadas que muitas vezes não podem ser derivadas do comportamento das partes que os compõem. Eles são reais e têm imenso poder sobre nós, mas eles não são humanos ou humanoides, mesmo que eles surjam de atividades humanas.
Abaixo desses comportamentos, tão profundo que nos distingue dos outros primatas, está isso: nossas ambições. Ambicionamos coisas diferentes, mas todos ambicionamos. Nossas aspirações são tão reais quanto nós. Elas não são a mesma coisa que os desejos, como comida, sexo e segurança. Cada animal tem esses desejos de instinto. Ambições vão além das necessidades de sobrevivência. Nossas ambições são as que formam cada um de nós, seres humanos e o indivíduo que somos. Sem aspirações, nós não somos nada além de carne com hábitos. Nós, seres humanos somos a espécie ambiciosa e podemos ter sido por centenas de milhares de anos.
Algo novo tem  emergido a partir da complexidade de escalonamento das aspirações de toda a humanidade, interagindo-nos. O que é esta coisa – esse fenômeno emergente, que é alimentado por e também alimenta, as aspirações e ambições de cada ser humano? Isto não existia antes dos seres humanos evoluírem, mas agora está aqui, e cada um de nós está diretamente ligado á ela, simplesmente é uma virtude do ser humano ter aspirações. Ele não criou o universo, mas criou o significado do universo, que é o que importa para nós,ou seja, Universo, Espírito, Deus, Criação e todos os outros conceitos abstratos que tomaram forma ao longo de inúmeras gerações, a medida que pessoas compartilharam suas ambições para compreender e expressar o que pode estar além do mundo visível.
Este fenômeno emergente criou o poder de todas as nossas palavras e ideias, incluindo ideais como verdade, justiça e liberdade, que levaram milênios para esclarecer na prática, e que nenhum indivíduo jamais poderia ter inventado ou mesmo imaginado sem uma rica história cultural que tornou essa ideia possível.Este fenômeno infinitamente complexo, que surgiu e continua a emergir de instante a instante, crescendo exponencialmente e mudando de forma com precisão, pode se dizer que existe no universo modernoÉ tão real quanto a economia, tão real quanto o governo. Não importa se você é hindu ou cristão ou judeu ou ateu ou agnóstico,  não é uma idéia alternativa religiosa. È um fenômeno emergente que realmente existe em nossa imagem científica da realidade;não tem de chamá-lo de “Deus”, mas ele é real. Nós, seres humanos estamos entrando numa era de enormes mudanças. Caos e injustiça, que inevitavelmente acompanhará a mudança global do clima,das crenças, dos valores impostos pela sociedade e por isso,precisamos nos unir para enfrentar essas mudanças. Nossa espécie precisa da paz entre a Ciência e Deus, a paz entre a Razão e o Espírito.Para milhões de pessoas racionais pensativas, não ter uma maneira de redesenhar a sua força espiritual, é uma tragédia.(nota pessoal;A ideia de um Deus emergente desencadeia tantos tabus para os ateus como para os crentes. O fato é que Deus ainda é um conceito que não é “falseável” (a ciência ainda não pode colocá-lo á prova de testes falsos para que se torne um conceito real, científico) e o objetivo da ciência não é provar  a existência ou inexistência de Deus); As pessoas podem muito bem tentarem experimentar a experiência divina em suas vidas, assim como um cientista, que prova suas hipóteses por uma longa vida e só no final descobrir suas implicações, embora isso possa ser um “placebo religioso”. O fato é que a ciência vai continuar sem Deus ou com Deus, e as pessoas também tem a liberdade para tal. Cada uma, a ciência a religião(espiritualidade), podem viver sem conflitos, desde que seus objetivos filosóficos não entrem em choque. Talvez em um futuro próximo, uma delas possa se fortalecer em relação a outra, mas , shá algo no Universo que possa ser chamado de Deus, ainda não podemos saber. Até lá, continuaremos pensando.
Fonte;-Texto adaptado da autora Nancy Ellen Abrams, do original: npr.org
 
UM OUTRO  CONCEITO METAFÍSICO MODERNO DO “PAI UNIVERSAL”

O Pai Universal é o Plenum Cósmico/ Deus de toda a criação, é a Primeira Fonte e Centro de todas as coisas e todos os seres. Pensaremos Nele primeiro como um Criador, depois como um Mediador e finalmente como um Sustentador infinito. Somente o conceito do Pai Universal — um “Deus” único, no lugar de muitos deuses — capacitou o homem mortal a compreender o Pai como um Criador divino e um Mediador infinito.As miríades de sistemas planetários foram todas criadas para serem afinal habitadas por vários tipos diferentes de criaturas inteligentes, seres que poderiam conhecê-lo, receber a afeição divina e amá-lo se assim o desejassem. O universo dos universos é obra Dele e morada das Suas diversas criaturas,todas livres.

Todos os mundos esclarecidos reconhecem essa força criadora e as criaturas de vontade, de universo em universo, embarcaram na jornada imensamente longa até a Fonte, a luta fascinante da aventura eterna de alcançá-lo. A meta transcendente dos filhos do tempo e do espaço é ir ao encontro Dele, é  conseguir compreender a Sua natureza divina e reconhecê-lo como parte deles mesmos. Esse desejo, magnífico e universal, de esforçar-se para atingir a perfeição da divindade, é o primeiro dever e deveria ser a mais alta ambição de todas as criaturas que batalham nessa criação Dele. A possibilidade de atingir a perfeição divina é o destino certo e final de todos os homens, no eterno progresso espiritual.Os seres humanos mortais dificilmente podem esperar ser perfeitos, no sentido finito, mas, para os seres humanos, partindo como o fazem, deste planeta, é inteiramente possível alcançar a meta suprema e divina que Ele estabeleceu para o homem mortal; e, quando atingirem esse destino, em tudo o que diz respeito à auto-realização e ao alcance da mente, eles estarão tão repletos, na sua esfera de perfeição divina, quanto o próprio Plenum Cósmico/ Deus o é, no seu âmbito de infinitude e eternidade.

O verdadeiro significado  divino é este: “Sede Perfeitos, assim como Eu Sou Perfeito”; é o que impulsiona constantemente o homem mortal a ir adiante e o atrai para o interior de si próprio, na sua luta longa e fascinante para alcançar níveis cada vez mais elevados de valores espirituais e de significados verdadeiros do universo. Essa busca sublime, pelo Plenum Cósmico/Deus dos Universos, é a aventura suprema dos habitantes de todos os mundos do tempo e do espaço.

O Plenum Cósmico/Deus nunca impõe qualquer forma de reconhecimento arbitrário, de adoração formal, ou de serviço escravizador às criaturas inteligentes e dotadas de vontade dos Universos. Os habitantes em evolução dos mundos do tempo e do espaço, por si mesmos, podem — nos seus corações — amá-lo voluntariamente. O Criador recusa-se a exercer coação de submissão sobre os livres-arbítrios espirituais das suas criaturas materiais/espirituais. A dedicação afetuosa da vontade humana, de querer igualar-se á Fonte, é a dádiva mais bem escolhida que o homem pode oferecer à ELE;

De fato, uma consagração assim da nossa vontade de criatura, constitui a única dádiva possível de valor verdadeiro, do homem, ao Plenum Cósmico/Deus . “Em Deus, o homem vive, move-se e tem o seu ser”; não há nada que o homem possa dar á ELE, a não ser a escolha de querer chegar á ELE; e uma decisão como essa, efetivada pelas criaturas com vontade inteligentes dos universos, na realidade, constitui a verdadeira contemplação,  ao Plenum Cósmico/Deus, em cuja natureza ,o Amor é preponderante.

O  Plenum Cósmico/Deus eterno é infinitamente mais do que a realidade idealizada ou o universo personalizado. Ele não é simplesmente o supremo desejo do homem, a busca mortal transformada em realidade objetiva. Tampouco é um mero conceito, o poder-potencial da retidão; não é um sinônimo para a natureza, nem é a lei natural personificada.O Plenum Cósmico/ Deus é uma realidade transcendente, não é meramente um conceito tradicional que o homem tenha dos valores supremos; não é uma focalização psicológica de significados espirituais, nem é a “criação mais nobre do homem”. Na mente dos homens, Ele pode ser qualquer desses conceitos e todos eles; no entanto, Ele é mais. É uma força regeneradora  e uma Fonte cheia de amor, para todos aqueles que desfrutam da paz espiritual na Terra, e que anseiam por experimentar a sobrevivência do espírito/individualidade após a morte material.

A realidade da existência Dele é demonstrada, na experiência humana, pela presença divina que reside dentro do homem, a centelha divina, pois todos os seres humanos a possuem, já que são parte Dele;ela está ali  para nos assistir na evolução da nossa alma imortal e na sobrevivência eterna.A existência Dele não pode jamais ser comprovada pela experiência científica, nem pela razão pura em uma dedução lógica. Ele só pode ser compreendido no âmbito da experiência humana; contudo, o verdadeiro conceito da realidade Dele é razoável para a lógica, plausível para a filosofia e essencial para a espiritualidade.Na experiência interior do homem, a mente encontra-se vinculada à matéria enquanto viva,mas podem sobreviver após ao perecimento mortal. Abraçar a técnica de sobrevivência é fazer as transformações na mente mortal e os ajustamentos da vontade humana, por meio dos quais tal intelecto, consciente de Dele, deixa-se gradualmente ensinar pelo Espírito e, finalmente, deixa-se guiar por Ele.

Essa evolução da mente humana, a partir da associação material, até a união com o Espírito, resulta na transmutação das fases, potencialmente espirituais, da mente mortal, nas realidades da alma imortal. A mente mortal se for subserviente à matéria, está destinada a tornar-se cada vez mais material ; a mente entregue ao espírito está destinada a tornar-se cada vez mais espiritual e, finalmente, a realizar a unificação com o espírito divino.

STEPHEN HAWKING DÁ UM ULTIMATO Á HUMANIDADE
“Temos de continuar a ir para o espaço em prol do futuro da humanidade,” disse o cosmólogo. “Acho que não vamos sobreviver a outros 1.000 anos sem escapar além do nosso frágil planeta.” Hawking emitiu o aviso durante uma das duas palestras na Sydney Opera House. Ele abordou as multidões com ingressos esgotados no local usando a tecnologia holográfica, que ele costumava falar de seu escritório de Cambridge.
No final da palestra, Hawking incentivou seu público para “Olhe para cima, para as estrelas e não para baixo, para os seus pés”. “Tente achar sentido no que você vê e se pergunte sobre o que faz o Universo existir”, disse ele. “Seja curioso, e, por mais difícil que a vida possa parecer, há sempre algo que você pode fazer e ser bem sucedido. O importante é não desistir.” Stephen Hawking tem repetidamente alertado para o perigo que a humanidade se encontra, como resultado do aumento da inteligência artificial e os perigos da barbárie e agressão humana.Em fevereiro, ele disse que os humanos deveriam colonizar outros planetas como “seguro de vida” para a espécie e poderia ser a única maneira de assegurar que a sobrevivência da humanidade.(?)
MAIS POLÊMICAS DO MAIOR FÍSICO DO MUNDO
Meses atrás, Diane Sawyer, do canal ABC News, perguntou ao célebre físico Stephen Hawking sobre o maior mistério que ele gostaria de resolver. Resposta: “Quero saber por que o universo existe, por que há algo maior do que o nada.” Hawking ocupou, até o ano passado, a cátedra Professor Lucasian de Matemática da Universidade de Cambridge (posição que pertenceu a Sir Isaac Newton, o “pai da física”). Seus livros Uma Breve História do Tempo e O Universo Numa Casca de Noz se tornaram clássicos da literatura científica. Ele também fez aparições breves em produtos da cultura pop, como “Os Simpsons” e “Star Trek”.Ultimamente, Hawking tem ocupado espaço na mídia graças a declarações polêmicas . Para Sawyer, ele disse:
“Eles fizeram Deus um ser parecido ao ser humano, com quem se pode ter um relacionamento pessoal. Quando você olha para a vastidão do universo e percebe como uma vida humana acidental é insignificante em si mesma, isso parece muito impossível.” 
(nota do Monicavoxblog;O que uma coisa tem que ver com a outra, pergunto?)Quando Sawyer perguntou se havia uma forma de conciliar a religião e a ciência, Hawking disse: “Há uma diferença fundamental entre a religião, que se baseia na autoridade, e a ciência, que se baseia na observação e na razão. A ciência vai ganhar porque funciona.” (nota pessoal;Ele parece ignorar o fato de que em ambas, ciência e  espiritualidade(trocamos o termo propositalmente), podemos e devemos utilizar a razão, mas que, infelizmente, igualmente em ambas, há muito de autoridade humana.)

O UNIVERSO O PODE CRIAR A SI MESMO?

“Por haver uma lei como a gravidade, o universo pode e irá criar á ele mesmo do nada. A criação espontânea é a razão pela qual algo existe ao invés de não existir nada, é a razão pela qual o universo existe, pela qual nós existimos. Não é necessário que evoquemos Deus para iluminar as coisas e criar o universo.”

(nota do Monicavoxblog;Perguntar não ofende: Como a gravidade pode existir quando não existe nada? Ou eu não entendi nada de minhas aulas de Física, ou mentes brilhantes também cometem falhas como essa…)

É uma mudança considerável de pensamento. Em Uma Breve História do Tempo, Hawking sugeria que a ideia de Deus ou de um ser divino não é necessariamente incompatível com a compreensão científica do universo. Mas, em seu mais recente trabalho, The Great Design, o físico cita a descoberta, feita em 1992, de um planeta que orbita uma estrela fora do Sistema Solar, como um marco contra a crença de Isaac Newton de que o universo não poderia ter surgido do caos.

 “Isso torna as coincidências de nossas condições planetárias – o único sol, a feliz combinação da distância entre o Sol e a Terra e a massa solar – bem menos importantes, e bem menos convincentes, como evidência de que a Terra foi cuidadosamente projetada apenas para agradar aos seres humanos”, afirma Hawking.

(nota do Monicavoxblog;Com todo respeito a Hawking, é uma contradição afirmar, sem base, que “Deus” não existe e, ao mesmo tempo, elaborar tantas especulações sobre “hipotéticos” extraterrestres. Hawking ocupou a cadeira que foi de Newton, mas não mantém a mesma postura do grande precursor da ciência que era, também, grande estudioso de “Deus”. Ciência e religião, para o “pai da física”, eram duas lentes dos mesmos óculos;considerando a época de Newton, mesmo sendo um estudioso ferrenho da Bíblia, conseguia colocar esta postura em uma época profundamente dogmática,bem diferente de Hawking)

HAWKING E SUAS POSIÇÕES SOBRE VIDA ALIENÍGENA(?)

O renomado físico britânico Stephen Hawking fez declarações intrigantes sobre a vida fora da Terra.O cientista afirma que é perfeitamente racional achar que os alienígenas existem, mas que nós, humanos, deveríamos evitar qualquer contato com eles.O físico sugere esse comportamento por precaução. O físico britânico, que é um dos mais respeitados do mundo,acredita que existe um grande risco de qualquer alienígena ser predador. Ou pelo menos, explorador. A Terra poderia ser visitada por Ets muito mais inteligentes do que o homem e, possivelmente, apenas interessados neles mesmos. Nesse caso, nosso planeta correria o risco de ser saqueado, depredado.

(NOTA DO MONICAVOXBLOG; SABEMOS QUE ISSO JÁ OCORREU INÚMERAS VEZES EM NOSSA HISTÓRIA “OCULTA”,POR ISSO, COM A ELEVAÇÃO DE CONSCIÊNCIA DA RAÇA, ESTAMOS PARA MUDAR DE RUMO E ASSUMIR A RESPONSABILIDADE PELO PLANETA, NA TRANSIÇÃO PLANETÁRIA ,JÁ PREVISTA PELOS POVOS MAIAS E OUTRAS PROFECIAS DA MUDANÇA PARA A ERA DE AQUÁRIO)

Segundo Stephen Hawking, se alienígenas nos visitarem, as consequências podem ser semelhantes ao que aconteceu depois que Cristóvão Colombo desembarcou na América – algo que não acabou nada bem para os nativos. Ele acha, portanto, que o homem deveria parar de mandar sondas para o espaço com mapas da Terra, mensagens de boas vindas. E cuidar mais do próprio umbigo.Ele não descarta a existência de vida inteligente, mas acredita que o mais provável é vida primitiva, microorganismos ou até mesmo animais semelhantes a lagartos.(?)Mas isso tudo é teoria baseada no fato de que há 100 bilhões de galáxias no universo, e cada uma com milhões de estrelas. Para muitos cientistas, seria muita pretensão nossa achar que estamos sozinhos nesse mundão de Deus.(nota pessoal; analisem por si mesmos estas declarações)

HIPÓTESE POR HIPÓTESE….

Quem disse que a Terra é o único planeta projetado para acolher vida humana? Hawking parte de uma premissa hipotética não testável, para negar a existência de “Deus”. No entanto, assume que possam existir leis finamente ajustadas (como a da gravidade) sem a necessidade de um Legislador e mesmo sem matéria. Diz ainda que o universo poderia criar a si próprio a partir do nada, desafiando, assim, a lógica, a ciência e o bom senso(?). A existência de outros universos também é uma hipótese improvável para ele, mas Hawking a usa para afirmar a não existência de “Deus”. Segundo ele, as condições que deram à Terra o ambiente perfeito para a existência da vida humana são muito menos singulares do que se supunha. Ou seja, há muitos outros lugares no Universo com características semelhantes. Hawking vai além: é provável que existam outros universos. Ou seja, se a intenção de Deus era criar o homem, para que outros universos?

Perto de completar 70 anos de idade e há quase cinco sem publicar um livro, o físico inglês Stephen Hawking rompeu o silêncio em 2010 e lançou a obra “The Grand Design”, em parceria com o físico Leonard Mlodinow. O livro propõe novos posicionamentos sobre o universo, que, para começo de conversa, pode não ser apenas um, e sim vários. Este e outros enunciados de Hawking têm sido alvo de discussões por parte dos cientistas. Confira alguns:

1-A força da luz

A cada segundo, uma lâmpada incandescente comum, de 1 watt, emite um quintilhão (ou seja, um bilhão de bilhões) de fótons, a partícula elementar da luz. Pode-se dizer, de maneira primária, que os fótons são como pequenos pacotes dentro dos quais a luz é emitida. Os cientistas ainda investigam a fundo as propriedades de um fóton, que se comporta simultaneamente como partícula e como onda.

2-O passado é uma possibilidade

Se nós sabemos apenas que uma partícula viajou do ponto A ao ponto B, mas não observamos que caminho ela fez para chegar; ela simultaneamente fez todos os caminhos possíveis para fazer a trajetória. Esse é um enunciado da mecânica quântica que explica o seguinte: se qualquer evento no passado não foi observado e registrado, ele é tão indefinido quanto um evento futuro. Assim, não se pode dizer que ele aconteceu de determinada maneira, e sim de todas as maneiras possíveis ao mesmo tempo.

3-Teoria do Todo

Uma teoria do todo, conforme sugere o nome, é qualquer teoria que unifique todos os fenômenos físicos do universo sob um único padrão matemático. Segundo Hawking e Mlodinow, a única teoria do todo válida para explicar nosso meio seria a Teoria M. Esta ideia sugere que o universo seria composto de cordas que vibram em diferentes frequências e determinam as dimensões em que o universo se posiciona. De acordo com essa teoria, haveria não três, mas onze dimensões existentes, o que dá origem a mais de um universo.(nota pessoal;estamos , nós despertos, bastante conscientes disso há muito tempo, basta lermos os livros de Bárbara Marciniack e Bárbara Hand Clow e ainda temos aqui no blog uma série em PDF na nossa biblioteca virtual sobre esse assunto)

4-Relatividade Geral

Hawking e Mlodinow fizeram uma releitura de alguns pontos da velha Teoria da Relatividade formulada por Albert Einstein, que explica como a matéria e a energia influenciam o meio e causam curvaturas no espaço-tempo (o que origina, por exemplo, a gravidade e os buracos negros). Ela enuncia, entre outras coisas, que o tempo flui mais lentamente quando nos aproximamos de um corpo de grande massa, como um planeta ou estrela. Na época em que a teoria se espalhou pelo meio científico, ficou a ideia de que ela se aplica apenas a grandes eventos no universo, tais como os buracos negros. Mas os físicos explicam que ela é automaticamente levada em conta para qualquer sistema de medição de tempo e espaço, tal como um GPS, e sem a relatividade, as medições dariam em resultados imprecisos por quilômetros de diferença.

5-Teoria do peixe no aquário redondo

Há alguns anos, as autoridades da cidade de Monza, na Itália, proibiram toda a população de criar peixes em aquários. Isso era qualificado como prejudicial aos animais, que teriam uma visão distorcida da realidade devido à curvatura do vidro. Sobe isso, os físicos lançam apenas a seguinte questão: como é que a gente pode saber qual é a verdadeira visão da realidade? Como podemos garantir que não estamos nós mesmos vendo o mundo através de algo como um aquário curvo, que distorce permanentemente a “realidade”?

6-O teorema de Pitágoras não é de Pitágoras

As aulas de matemática da escola jamais deixaram de prestar um tributo ao homem que ofereceu as noções mais básicas sobre os lados de um triângulo, afirmando que a² + b² = c². Mas Hawking e Mlodinow sugerem que não foi Pitágoras o autor destas inferências sobre catetos e hipotenusas. Os antigos babilônios, segundo os físicos, já aplicavam estas noções matemáticas séculos antes de Pitágoras nascer em 570 a.C.

7-Quarks nunca estão sozinhos

Os quarks, bem como os léptons, são as partículas mais elementares do universo. Dois dos seis tipos conhecidos de quark são os formadores de prótons e nêutrons. Hawking e Mlodinow sugerem que a atração entre os quarks funciona da seguinte maneira: quanto maior a distância entre dois quarks, mais cresce a força que os mantém unidos; logo, estão sempre juntos. Não existem quarks livres na natureza.

 

Visão pessoal

Eu acredito que uma das idéias mais impactantes, é a de que os ETs sempre estiveram presentes na história da humanidade, geralmente no comando dos grandes acontecimentos. Mais impressionante, é o fato de que em todas as raças, há registros dessa presença, interpretada comumente como deuses, anjos, carruagens de fogo e outras figuras ligadas à cultura e religião dos povos. Em princípio, essa idéia foi considerada maldita, sendo seus autores execrados impiedosamente por terem se aproximado do que mais sagrado existe no ser humano: sua fé e convicção religiosa. “Como poderiam ser os deuses astronautas?”, perguntavam indignados, ao  principal autor de tão “esdrúxulas idéias”, o suíço Erich Von Däniken, pioneiro nesse campo e as descobertas sumérias de Zecharia Sitchin. Mas, o texto clássico de alguns trechos da literatura “dita” sagrada, mística e tradicional dos povos antigos, continuava gerando tensões intelectuais.Todos pediam cada vez mais por alternativas não dogmáticas que pudessem conciliar a razão e o bom senso com os princípios da fé.A mentalidade moderna reluta em aceitar visões surrealistas, contrárias às expressões religiosas existentes e impossíveis, como base de sua fé. Ela busca desesperadamente uma explicação que possa se encaixar no esquema de lógica e racionalidade, dentro das leis que regem nosso universo Multidimensional, onde se desenrolam as Teodicéias (Conjunto de doutrinas que tentam justificar a existência de Deus por meio de religiões institucionalizadas) que, de um modo ou de outro, plasmaram o pensamento mítico‐religioso de todos os tempos. Foi esse impositivo da mente racional que polarizou e acelerou o interesse público em torno das teses destes cientistas supracitados, que indicavam uma possível conexão entre os deuses antigos, os fundadores de religiões e os extraterrestres — vistos agora em sua verdadeira dimensão de seres não terrestres, mas que estabelecem conosco um parentesco galáctico. Pensamento aliás holístico, muito apropriado aos ventos da Transição Planetária que hoje agita todo o mundo desperto.
Inspiração….
Recomendo…

OS CHACRAS E OS CENTROS DE NOSSAS FORÇAS

Resultado de imagem para imagens sobre chakra do umbigoO conhecimento dos desses pontos de forças etéricas, denominados de chacras, remonta longos séculos, os egípcios e hindus, caldeus e outros já tratavam dessa matéria antes mesmo da era cristã. A estátua de Buda, que viveu 600 A.C. como a erigida em Nara, no Japão em 749, já apresentava o iluminado instrutor espiritual da Ásia com o chacra coronário situado no alto da cabeça e envolvido por grinalda de chamas esculpidas na pedra, significando a união das forças espirituais nos mundos superiores com as energias do mundo físico em evolução. -Á medida que o espírito vai plasmando o seu corpo de carne seguindo o gráfico ou molde “preexistente” do perispírito, o duplo etérico também vai se formando pela exsudação do éter-físico e consolidando-se como fiel intermediário das sensações físicas, para o mundo oculto; e deste para a consciência física. “Pouco a pouco, os chacras ajustam-se, progridem e se desenvolvem á altura dos principais plexos nervosos do homem.”

Os chacras giram como os ponteiros dos relógios, da esquerda para a direita, situando-se a sete milímetros na superfície do duplo-etérico. São centros humanos responsáveis pela irrigação de vitalidade ainda desconhecida da ciência acadêmica, ao captarem, o Prâna, que é o combustível essencial da Vida. Sem ele o espírito não poderia exercer o seu controle e sua atividade sobre o corpo físico, nem tomar conhecimento das sensações vividas pelo mesmo, pois eles transferem á região anatômica correspondente para cada decisão assumida pelo espírito no seu mundo oculto. –

Denominações e localizações dos chacras

Chacra Coronário – Localiza-se no alto da cabeça, junto ao plexo coronário;

Chacra Frontal ou Cerebral – Localiza-se entre os supercílios, junto ao plexo frontal;

Chacra Laríngeo – Localiza-se sobre a garganta, junto ao plexo laríngeo;

Chacra Cardíaco – Localiza-se ao lado esquerdo do coração , junto ao plexo cardíaco;

Chacra Esplênico – Localiza-se em cima do baço, junto ao plexo mesetérico;

Chacra Umbilical ou Gástrico – Localiza-se sobre o umbigo, junto ao plexo solar;

Chacra Genésico – Localiza-se na região dos órgãos genitais;

Chacra  Básico,   fundamental,   Raiz,   Kundalíneo  ou

Basal – Localiza-se na base da coluna vertebral, junto ao plexo sagrado;

Chacra Umeral – Localiza-se entre as omoplatas, junto ao plexo braquial. –

Tamanhos e cores dos chacras

Nos indivíduos espiritualmente desenvolvidos, os chacras, são amplos esplendorosos e sumamente brilhantes, prismados por cores translúcidas e fascinantes, pois chegam a atingir até vinte centímetros de diâmetro no seu giro turbilhonante. Ás vezes, eles se apresentam em cores escuras e oleosas, de diâmetro reduzido até uns cinco centímetros, com giro emperrado, característica do individuo primitivo. Quando se apresentam expansivos, dinâmicos e potentes, canalizam maior soma de energias vitais e psíquicas de boa qualidade, facilitando desenvolver faculdades superiores.

Em face do crescente aperfeiçoamento dos equipamentos laboratoriais, na Terra, em breve poderemos identificar a contextura do duplo etérico e dos chacras, pois o éter-físico, embora seja invisível, ainda é matéria rarefeita que possui cor, peso, temperatura e odor. Em breve, os cientistas poderão constatar a verdade através da visão, na forma de ondas, vibrações ou emanações coloridas, vibrando em correspondência com as cores fundamentais e os matizes do arco-iris ou do espectro solar. –

Diferença entre chacras e centros de forças

Na realidade há centros de forças tanto no duplo-etérico, quanto no perispírito. A diferença é que no duplo-etérico são própriamente os chacras isto é “discos giratórios”, “rodas turbilhonantes” nas de forças etéricas que se dissolvem com a morte do corpo físico. Os chacras do duplo-etérico são verdadeiros redemoinhos em miniatura ou “motos vorticosos” de energia etéricas prismando cores de acordo com a decomposição do Prâna que os irriga em todos os sentidos.

No perispírito, entretanto, trata-se de centros de forças estáveis e definitivos, que não se decompõem com a desintegração do corpo físico, pois são órgãos preexistentes desse corpo imortal.Os centros de forças do perispírito são “núcleos” de força astral e mental acumulada; e situam-se também, sobre os plexos nervosos do homem e quase ao nível dos próprios chacras etéricos. Portanto, se deve distinguir que os “chacras” são centros etéricos do corpo etérico, isto é do corpo provisório entre o organismo físico e o perispírito, enquanto os “centros de forças” perispirituais são preexistentes e impregnados de substância astralina e mental.

Resultado de imagem para imagens sobre chakra do umbigoO centro coronário do perispírito é um fabuloso equipo sem analogia na linguagem humana. É a sede das mais avançadas decisões do Espírito imortal; no entanto, o mesmo chacra coronário do duplo etérico é tão somente um elo de conexão, uma ponte viva sensibilíssima, mas sem autonomia, a unir o mundo divino perispiritual com o mundo humano da criatura em aperfeiçoamento. Os centros de forças, do perispírito, funcionam como subestações do espírito, efetuando providências, sob o automatismo inteligente, fruto de milênios de aperfeiçoamento.

O centro de força umbilical, situado no perispírito, funcionando em perfeita sintonia com o chacra umbilical situado no duplo-etérico e com o plexo solar do corpo físico, todos localizados na área do umbigo humano, comanda e disciplina inúmeros fenômenos do corpo humano, ligados ao sistema digestivo e a sensibilidade mediúnica sem necessidade de intervenção direta do espírito.Todos os chacras possuem funções, ou atuam nas áreas, orgânica e psíquica. Melhor explicando, todos agem no funcionamento dos sistemas fisiológicos como atuam nas diversas ações ligadas as várias modalidades mediúnicas.

 

 

Nome Sânscrito SVADISTHANA
Significado do Nome Morada do Sol
Outros Nomes Chakra Esplênico – Chakra Sagrado ou Sacro
Está associado

“A sexualidade, criatividade, procriação, sensualidade, habilidade de sentir emoções, contentamento”.

Cor Laranja
Localização Umbigo
Elemento Água
Plantas – Homeopatia Jasmim, Espinheiro, Nogueira, Hissopo, Rosa Silvestre, Heléboro, Camomila e Salgueiro
Raio
Planeta Lua, Vênus, Marte e Mercúrio
Pedra Preciosa Âmbar, Aventurina, Carnélia e Coral

Governa as ações relacionadas ao sexo. Comanda a região da bexiga, rins e aparelho reprodutor. Rege o sistema reprodutor. Corresponde à criatividade e expressão sexual.Este Chakra indica como qualidades positivas e lições a aprender;dar e receber, emoções, desejos, prazer, amor sexual / passional, movimento, assimilação de novas idéias, saúde, família, tolerância, abandono (entrega), trabalhar harmoniosa e criativamente com os outros.Pode ainda manifestar como qualidades negativas, se a pessoa estiver com baixa vibração, as seguintes características: exagerada indulgência com a comida ou sexo, dificuldades sexuais, confusão, ausência de objetivos, ciúme, inveja, desejo de possuir, impotência, problemas uterinos e/ou de bexiga;Para ajudar no processo do nosso desenvolvimento integral enquanto seres humanos, é muito importante compreender que os chakras são para a nossa consciência, aberturas através das quais as forças emocionais, mentais e espirituais fluem na expressão física.Este chakra está ligado ao Domínio da identidade profunda e ligação entre o corpo físico e a Alma;Chakra ligado à reprodução, fonte da energia e do prazer sexuais. Estimula a procura criativa do prazer material, regendo o gosto das coisas belas, da arte, das emoções e as relações com o outro sexo. Chakra do movimento, da expansão e da intuição emotiva. Sede dos medos, fantasmas e fantasias negativas ligadas à sexualidade. Permite-nos amar a vida.

TRABALHANDO O CHAKRA

1-Faça massagem no chakra no sentido horário, para as mulheres; faça massagem no sentido anti-horário, para os homens.

Funções;Força e Vitalidade física.

Alimentos benéficos; líquidos, frutos e vegetais laranjas.

Zodíaco: Câncer, Libra e Escorpião

Resultado de imagem para imagens sobre chakra do umbigoO VÓRTICE ROTACIONAL- 

O umbigo é o centro do chakra umbilical. É o centro do start do plexo, o que os antigos chamavam de estrela do plexo solar que contém diversos chakras em seu interior. O chakra umbilical é um vórtice de energia rotacional.A união da energia entrante que nos une com o nosso Ser solar e que está mais ou menos conectada conosco em função do que mais amamos em nós mesmos e respeitamos no nosso corpo físico, e o plano de vida de nossa alma em equilíbrio com o Akasha.É ele que transforma as forças do prana e dos corpos sutis em frequências de energia que vão se relacionar com o corpo físico e certas qualidades da mente que são essenciais para a saúde mental.

O chakra do umbigo é bem conhecido como o centro do bem-estar físico. Em algumas culturas se medica com ele, para reforçar os tantiens (na perspectiva chinesa é a área de energia que se encontra três dedos abaixo do umbigo – e também mar de energia). Intuitivamente cada um sabe que está relacionado com a fonte de energia vital.

Durante a gravidez, a mãe nos alimenta pelo cordão umbilical e quando este é cortado, nós nos nutrimos energéticamente pelo cordão de luz que nos une ao Ser solar, que é a nossa maior fonte de energia e limpeza. E continua sendo, só que não estamos conscientes dele; ele regula toda a entrada das experiências físicas, emocionais, vitais, sexuais, tudo que vive o nosso Ser é incorporado em nós através deste chakra e elabora uma resposta em união com nosso Ser solar.À medida que o chakra umbilical se desenvolve em equilíbrio com os outros chakras, os traços de personalidade associados com ele mudam.Se estivermos bem unidos em equilíbrio, não há doenças mentais e se nos negarmos no desejo do outro, debilitamos e começam as doenças e as patologias mentais.

A consciência e a realidade da pessoa variam em função deste chakra, ele elabora as respostas do que nos acontece quando vivemos uma experiência. Por isso quase todas as manipulações são colhidas neste chakra em forma de cordões energéticos que vão direto para o cordão de luz do chakra do umbigo. E sem o fluxo da energia umbilical, sem a habilidade de gerar e liberar esta energia, a pessoa se apega à sua realidade de estar centrada em si mesma , nas dependências emocionais, sexuais, vícios, etc..

O chakra do umbigo está associado com o elemento fogo. Gera calor e regula a digestão. E os antigos também o associavam com a capacidade de materializar as coisas, de dar forma ao fogo sagrado do terceiro chakra. Diziam que transformava o vapor da alma em matéria.Por isso ele pode nos levar a ter uma grande vontade nos desenvolvermos como família ou nos autodestruirmos.
Então poderíamos dizer que o chakra do umbigo nos dá a capacidade de romper e criar hábitos.

Quando enfocamos em disciplinas energéticas como reiki, meditação, mantras, Yoga, etc., os canais chamados de cordões de prata e de ouro que correm desde a base da coluna para a glândula pituitária e finalmente para a glândula pineal, receberão toda a informação do cordão de luz que entra pelo chakra do umbigo e se funde em energia com o Prana.

 

Resultado de imagem para imagens sobre chakra do umbigoMAS MUITAS PESSOAS  NOS ÚLTIMOS MAIS RECENTES PORTAIS E ONDAS CÓSMICAS SENTEM PROFUNDAS NÁUSEAS OU TRANSTORNOS DIGESTIVOS.

Porque a energia entrante dos corpos sutis é maior, cada vez maior, ou, como dizem nas canalizações e textos antigos, a Ascensão Planetária consiste na fusão de todos os corpos, os sutis e o físico, o Ser solar e a encarnação presente.Por isso, em cada portal/onda cósmica, a intenção é ajustar o máximo possível para nós, e nos mostrar através do digestivo, os bloqueios e as energias de que diáriamente não somos conscientes, que não fluem ainda, e em troca, os dias de portal ou de solstício ou de tormenta solar nos mostram como ainda estamos afastados de nós mesmos.Muitas pessoas estão fazendo muito bem as coisas e ainda assim seu digestivo está no limite, ou engordam sem comer; Inclusive ataques de soluço ou diarréia, segundo as conversas que elas têm no seu ambiente.

Tudo que fazemos a partir do pensamento, a palavra, a emoção, o gesto, emite uma vibração e esta vibração é captada pelo Hara, na parte inferior do chakra do umbigo e se funde no plexo para que elaboremos uma resposta e se não estamos em nossa vida, no que nascemos para fazer e não no que outros nos têm obrigado a fazer ou em ocasiões nos equivocamos e se complica nossa realidade, e desejamos depois de nossas ilusões pelo bem maior… se tudo isso acontece por um longo período, o ser solar não pode se fundir conosco e assim como antes nos deixava doente ou bloqueava, agora não.

Porque agora não somos nós quem decidimos, é a nossa alma, nosso Ser solar que realmente dirige a tomada do comando, como acertamos antes de nascer;todos nós escolhemos estar em Gaia neste período, encher de luz nosso corpo físico e nos transformar em consciência para renascer ou morrer, para compreender , curar e ascender, ou para compreender a partir da cura holística, se estivermos tão afastados do propósito de vida.Se estivermos com o digestivo cheio de alguma coisa, não poderemos fundir com a vibração do Ser solar.O Ser solar é físico, a vibração é física, a luz também, mas sua matéria é mais sutil, não a sentimos tanto; os corpos de luz já se desenvolveram, mas agora a vibração que passa por eles nós a experimentamos muito física, cada vez mais e mais física. Por isso, todos os transtornos digestivos, estomacais e do plexo, ou a ira e polaridade máxima de emoções que alguns experimentam, para que nos centremos no cuidado de nós mesmos, que é o nosso compromisso.

Visão pessoal…

Alimentação, sono, vibração, alegria e paz, são as chaves deste chakra. A Ascensão não é um processo de iluminação mais à frente, e sim, a fusão de nosso Ser livre de tóxicos de todo tipo com a energia do Ser solar.Por isso, ao aumentar a frequência de luz, nos mostram o que não ocorre,o que não pode ocorrer e que não há emoções e experiências para revisitar, para equilibrar, para curar e, sobretudo, para liberar.
Seja pela medicina, por alimentação, por meditação, pelos registros, pela consciência, não importa, mas se esquecemos de nós mesmos, este centro nos relembra cada vez mais rápidamente e mais intensamente, através da união plexo, chakra da raiz e a pineal como um; por isso quando estamos intoxicados por emoções, relações, alimentos e destruição ou esquecimento do físico, nos afeta a visão, ou sentimos tonturas,isso é porque se corta o fluxo natural da espiral de energia.Não procuremos sinais mais longínquos, os primeiros sinais estão no físico, e o propósito deste planeta, é encontrar a felicidade da vida em si mesma, por mais duras que tenham sido as realidades vividas; Isso é porque viemos de uma unidade de alma, nascemos em uma dualidade na terra e renascemos em nosso interior quando crescemos em consciência e compreendemos o por quê de tudo que se viveu e como todos os protagonistas de nossa vida serviam a um plano, a um roteiro, o roteiro de nossa alma, para crescer como seres de luz.Só que nesta encarnação, podemos alcançar esta informação, compreensão e transformação sem a nossa morte física, sómente a partir da Consciência; a Consciência é a fusão física dos corpos sutis e o físico mais denso, em concretização da realidade, ou seja, em um corpo só, essa unidade será a chave através do plexo solar para fundirmos com a unidade nos outros planos de consciência.

Inspiração….

Elucidações do Além – Ramatís – Cap. Os Chacras – Pág. 169,170,171,172

Técnica da Mediunidade – Osvaldo Pastorino – Cap. Plano Astral / Os Chacras – Pág. 155.

Apostila de Chakras e Mediunidade

Guia Rápido de Chakras PDF e Suas Funções 

C. W. Leadbeater – OS Chakras.pdf

Monicavox

Recomendo…

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O desenvolvimento sustentável seria insustentável?

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No próximo Milênio, a importância da consciência ecológica para transformar a forma como entendemos o crescimento econômico; entrevista  com o físico e ativista ambiental Fritjof Capra,para a  Globo News.

“Uma verdadeira ciência da consciência ocupar-se-á mais com qualidades do que com quantidades, e basear-se-á mais na experiência compartilhada do que nas medições verificáveis. Os tipos de experiência que constituem os dados de tal ciência não podem ser quantificados ou analisados em seus elementos fundamentais, sendo sempre subjetivos, em graus variáveis”~A TEIA DA VIDA-Fritjof Capra

UMA BREVE BIOGRAFIA DE FRITJOF CAPRA

Doutor em Física, cientista, ambientalista, educador e ativista: este é Fritjof Capra, austríaco que escreveu O Tao da Física, O Ponto de Mutação, A Teia da Vida, As Conexões Ocultas, dentre outros livros que abordam temas relacionados à ecologia e sustentabilidade, reconhecendo esta última como sendo a conseqüência de um padrão complexo que envolve a interdependência, reciclagem, parceria, flexibilidade e diversidade.

Capra defende que as sociedades urbanas, assim como os ecossistemas – ambos sistemas vivos que contém os mesmos princípios de organização – podem alcançar a sustentabilidade. Ele pontua que em qualquer sistema vivo há relações de interdependência entre seus componentes, de cooperação generalizada, de reciclagem da matéria, tendendo sempre ao equilíbrio, mas que, no entanto, nossa economia e nosso sistema industrial são lineares. Assim, para reverter este quadro, ele acredita que deve haver uma mudança de paradigmas, concebendo o mundo como um todo integrado, um conjunto de sistemas interconectados, e não como uma coleção de partes dissociadas.Capra defende a agricultura orgânica; o uso de partículas de hidrogênio como combustível, em detrimento dos de origem fóssil; o eco-design; a mudança do nosso sistema de impostos, fazendo com que estes sejam proporcionais ao gasto de energia e matéria prima; a educação de qualidade; e o uso da internet como ponte para mobilização e informação.Sobre nosso país, Capra diz que precisamos investir na energia solar e desenvolver técnicas agrícolas que respeitem a saúde do solo, como as rotações de cultura e agroecologia. Para ele, estas últimas medidas, empregando muitas pessoas em pequenas propriedades, resolveriam problemas relacionados ao êxodo rural.

No último século, ocorreu uma aproximação gradual do capitalismo com a profunda dependência de combustíveis fósseis, com uma noção de crescimento linear e com mercados financeiros desregulados e afastados de qualquer noção de ética. A resposta a isso veio em várias frentes. Nos últimos 40 anos, o Relatório Bruntland da ONU lançou as bases do conceito de desenvolvimento sustentável e a Conferência sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento da ONU, em 1992, aprofundou a busca por uma relação mais saudável com o planeta que habitamos. Outras iniciativas aconteceram, mas Fritjof Capra ressalta que “a corrupção é tão sistêmica que, por meio de contribuições financeiras, a indústria dos combustíveis fósseis corta toda a discussão sobre uma política climática.”Capra lançou o livro o Tao da Física em 1975 e, desde então, virou um dos gurus do ativismo ambiental. Criou, em 1994, uma organização para educação ambiental das crianças. Ensina a importância da consciência ecológica e promove o contato dos jovens com a natureza. Voz ativa na busca por uma mudança em nossa relação com o planeta, critica o desenvolvimento sustentável por ser uma contradição.

Não podemos pensar em crescimento no sentido econômico – infinito e linear – em um mundo de recursos finitos. A solução seria um desenvolvimento qualitativo que respeitasse a vida e a não-linearidade dos processos na natureza. Segundo ele, “o que é sustentável em uma sociedade sustentável não é o crescimento econômico ou fatias de mercado, mas é a rede da vida, da qual a nossa vida depende.”

O TAO DA FÍSICA -Uma exploração dos paralelos entre a física moderna e o misticismo oriental~Por Fritjof Capra

A física moderna nos conduz a uma visão do mundo similar às sustentadas pelos místicos de todos os tempos e tradições. As tradições místicas estão presentes em todas as religiões, tal como os elementos místicos se podem encontrar em muitas escolas da filosofia ocidental.Os paralelos com a física moderna aparecem não só nos Vedas do hinduísmo,nos I Ching ou nos Sutras budistas, mas também nos fragmentos de Heráclito, no Sofismo de Ibn Arabi, ou nas lições do mágico de Yaqui, Don Juan. A diferença entre o misticismo oriental e ocidental é que as escolas místicas sempre tiveram um papel marginal no Ocidente, considerando que constituem o veículo principal do pensamento filosófico e religioso oriental. Se a física nos conduz actualmente a uma visão do mundo essencialmente mística, retrocede, de certo modo, aos seus primórdios de há 2500 anos.É interessante seguir a evolução da ciência ocidental ao longo do seu caminho em espiral, desde as filosofias místicas do dealbar grego, progredindo e cimentando um impressivo desenvolvimento do pensamento intelectual, sucessivamente desligado das suas origens místicas para desenvolver uma visão do mundo em nítido contraste com a do Extremo Oriente. Nos seus mais recentes desenvolvimentos a ciência ocidental ultrapassou finalmente esta visão, e retomou os antigos gregos e a filosofia oriental. Este retomo não é, no entanto, intuitivo, mas baseado em experiências sofisticadas e de grande precisão, e num rigoroso e consistente formalismo matemático.

A GRÉCIA ANTIGA E A FÍSICA

O termo «físico» provém deste mundo grego e significava, portanto, originariamente, a tentativa de ver a essência das coisas.Este é, óbviamente, o objetivo central de todos os místicos, e a filosofia da escola de Tales de Mileto teve, de fato, um acentuado “perfume místico”. Os milésios eram apelidos pelos gregos posteriore de hilozoístas,(ou aqueles que concebem na matéria dotada de vida), porque não distínguiam entre animado e inanimado/espírito.Com efeito, nem sequer concebiam um mundo de matéria,já que encaravam todas as formas de existência como manifestações da «física», dotada de vida e espiritualidade. Deste modo, declarou Tales estarem todas as coisas animadas por deuses, e Anaximandro viu o universo como uma espécie de organismo sustentado pela respiração cósmica, do mesmo modo que o corpo humano é sustentado pelo ar.A visão monística e orgânica dos milésios era muito aproximada à da antiga filosofia indiana e chinesa, e os paralelos com o pensamento oriental são
ainda mais fortes na filosofia de Heráclito de Éfeso. Heráclito acreditava num mundo de contínua mudança, de eterno devir. Para ele, todo o ser estático se fundava na decepção, e o seu princípio fundamental era o fogo, um símbolo do contínuo fluir e mudança de todas as coisas. Heraclito ensinou que todas as mudanças no mundo provêm da conjugação dinâmica e cíclica dos opostos, e concebia qualquer par de opostos como uma unidade, (á esta unidade, que contém e transcende todas
as forças opostas, chamava o Cogos. )A ruptura desta unidade começou com a escola de Eleia, que sustentou um Princípio Divino estável acima dos deuses e dos homens. Este princípio foi inicialmente identificado com a unidade do universo, mas foi encarado como”um Deus inteligente e personalizado, que permanece acima do mundo  e que comanda”.Assim começou uma tendência de pensamento de que resultou na separação entre espírito e matéria, e o dualismo que se tomou característica da filosofia ocidental.

Consolidada a idéia da visão entre espírito e matéria, os filósofos concentraram a sua atenção no mundo espiritual, mais que no material, na alma humana e nos problemas éticos. Estas questões ocupariam o pensamento ocidental durante mais de dois mil anos depois do apogeu da ciência e cultura grega nos
séculos V e IV a.C. O conhecimento científico da antiguidade foi sistematizado e organizado por Aristóteles, criador do esquema que se tomou a base da visão ocidental do universo por dois mil anos.

Mas mesmo Aristóteles acreditava que as questões concernentes à alma humana e à contemplação da perfeição divina eram sinais importantes que as investigações do mundo material. A razão pela qual o
modelo aristotélico do universo permaneceu inalterado durante tanto tempo foi precisamente esta falta de interesse no mundo material, bem como o forte apoio da Igreja Cristã que sustentou, na Idade Média, as teses de Aristóteles. Novos desenvolvimentos da ciência ocidental teriam de esperar até o
Renascimento, quando os homens se começaram a libertar da influência de Aristóteles e da Igreja, bem como a mostrar um renovado interesse na natureza.

No  fim do século XV, o estudo da natureza foi, pela primeira vez, procurado num verdadeiro espírito científico, e foram efetuadas experiências para testar as idéias teóricas. Por ser este desenvolvimento paralelo a um interesse crescente na matemática, conduziu por fim à formulação de teorias científicas corretas,baseadas na experiência e expressas em linguagem matemática. Galileu foi o primeiro a combinar conhecimento empírico com matemática, e é portanto considerado o pai da ciência moderna.

1O nascimento da ciência moderna foi precedido e acompanhado por um desenvolvimento do pensamento filosófico que conduziu a uma formulação extrema do dualismo espírito-matéria. Esta formulação apareceu no século XVI na filosofia de René Descartes, que fundava a sua visão da natureza numa divisão fundamental em dois domínios separados e independentes: o da mente (res cogitans)
e o da matéria (ires extensa).A divisão «cartesiana» permitiu aos cientistas tratar a matéria como morta, e completamente separada de si próprios, e ver o mundo material como uma multiplicidade de objetos diferentes, reunidos numa máquina imensa. Esta visão mecanicista do mundo foi sustentada por Isaac Newton que construiu a sua mecânica naquela base e a tomou o alicerce da física clássica. Da segunda metade do século XVII ao final do século XIX, o modelo mecanicista newtoniano do universo dominou todo o pensamento científico. Foi comparado à imagem de um deus monárquico que regulava o mundo de cima,impondo nele as suas regras divinas. As leis fundamentais da natureza procuradas pelos cientistas eram então como leis de Deus, invariáveis e eternas, às quais o mundo estava submetido.A filosofia de Descartes foi não só importante para o desenvolvimento da física clássica como teve, também, uma tremenda influência na maneira ocidental, em geral, de pensar, até aos nossos dias.

A famosa afirmação cartesiana;«Cagito ergo sum» — «Penso, logo existo» — levou os ocidentais a equivaler sua identidade com a sua mente, em lugar de com todo o seu organismo.Como consequência da divisão cartesiana, muitos indivíduos concebem-se como«egos» isolados existindo «dentro» dos seus corpos. A mente tem sido separada do corpo e caracterizada pela fútil tarefa de o controlar, assim se causando um conflito aparente entre a vontade consciente e os instintos involuntários.Cada indivíduo tem sido cada vez mais considerados como um grande número de compartimentos separados,de acordo com as suas atividades, talentos, sentimentos,crenças, etc.,gerando intermináveis e contínuas confusões e frustrações.

O PADRÃO QUE UNE~Por Fritjof Capra

O tao da física foi publicado no final de 1975, sendo recebido com grande entusiasmo na Inglaterra e nos Estados Unidos e gerando um enorme interesse pela “nova física” entre as mais variadas pessoas. Uma decorrência desse enorme interesse foi o fato de que passei a viajar constantemente, proferindo palestras para platéias leigas e especializadas, e discutindo com homens e mulheres de todos os ramos e profissões os conceitos da física moderna e suas implicações. Nessas palestras, pessoas das mais variadas disciplinas com freqüência me diziam que uma mudança na visão de mundo, à semelhança do que ocorria na física, também vinha se processando em seus campos e que muitos dos problemas que deparavam em suas disciplinas estavam, de alguma forma, ligados às limitações da visão de mundo mecanicista. Essas discussões me levaram a examinar mais de perto a influência do paradigma newtoniano sobre vários campos do conhecimento, e no início de 1977 eu pretendia escrever um livro sobre o assunto com o título provisório de Beyond the mechanistic world view (“Além da visão mecanicista de mundo”). Só mais tarde vim a compreender o papel primordial de Descartes no desenvolvimento da visão mecanicista de mundo, adotando então o termo “paradigma cartesiano”. A idéia básica desse livro seria a de que todas as nossas ciências — as ciências naturais e também as humanas e sociais — estariam fundamentadas na visão de mundo mecanicista da física newtoniana; que as graves limitações dessa visão de mundo estavam agora tornando-se evidentes; e que cientistas de diversas disciplinas seriam, portanto, forçados a ir além da visão mecanicista, como ocorrera conosco na física.

Na realidade, eu concebia a nova física — a estrutura conceitual abrangendo a teoria quântica, a teoria da relatividade e especialmente a física bootstrap — como o modelo ideal para os novos conceitos e as novas abordagens das outras disciplinas. Esse raciocínio continha uma grave falha, que só fui percebendo aos poucos e que levei muito tempo para superar. Ao apresentar a nova física como modelo para uma nova medicina, uma nova psicologia ou uma nova ciência social, caíra na mesma armadilha cartesiana que gostaria que os cientistas evitassem. Descartes, como eu viria a aprender mais tarde, usou a metáfora de uma árvore para representar o conhecimento humano; suas raízes eram a metafísica, o tronco, a física, e os ramos e galhos, todas as outras ciências. Sem saber, eu adotara essa metáfora cartesiana como o princípio norteador de minha investigação. O tronco de minha árvore não era mais a física newtoniana, porém eu ainda via a física como o modelo para as outras ciências e, portanto, supunha que os fenômenos físicos fossem de alguma forma a realidade primordial e a base para todo o resto. Não que eu acreditasse nisso explicitamente, mas essas idéias estavam implícitas quando propus a nova física como modelo para as outras ciências. Com o passar dos anos, meus pensamentos e percepções sobre esse assunto sofreram uma profunda transformação, e no livro que por fim escrevi, O ponto de mutação, não mais apresentei a nova física como modelo para as outras ciências, e sim como um importante caso especial de uma estrutura muito mais geral, a estrutura da teoria dos sistemas. A importante passagem de meu pensamento do “raciocínio físico” para o “raciocínio sistêmico” ocorreu gradualmente, e resultou de muitas influências. Mais que tudo, porém, foi a influência de uma só pessoa, Gregory Bateson, que modificou minhas perspectivas. Pouco depois de nos conhecermos, Bateson comentou brincando com um amigo comum: “Capra? Esse cara é maluco! Pensa que somos todos elétrons”. Esse comentário foi a sacudidela inicial, e meus encontros subseqüentes com Bateson nos dois anos seguintes modificaram profundamente meu pensamento, fornecendo-me os elementos-chave para uma visão radicalmente nova da natureza, que vim a chamar de “visão sistêmica da vida”. Gregory Bateson será considerado um dos pensadores mais influentes de nossa época por historiadores futuros. A singularidade de seu pensamento decorre de sua amplitude e generalidade. Numa época caracterizada pela fragmentação e pela sua especialização, Bateson desafiou os pressupostos básicos e os métodos das várias ciências ao buscar os padrões que se articulam por trás dos padrões e os processos subjacentes às estruturas. Ele declarou que a relação deveria ser a base para toda definição, e sua meta principal seria a de descobrir os princípios de organização em todos os fenômenos que observava, “o padrão que une”, como ele diria.

PARALELOS ENTRE A FÍSICA E O MISTICISMO~Por Fritjof Capra

Ao travar meu primeiro contato com as tradições do Oriente, descobri paralelos entre a física moderna e o misticismo oriental quase que imediatamente. Lembro-me de haver lido em Paris um livro francês sobre o zen-budismo, por meio do qual fiquei conhecendo pela primeira vez o importante papel do paradoxo nas tradições místicas.

Aprendi que os mestres espirituais do Oriente não raro recorrem, com grande habilidade, a enigmas paradoxais para fazer seus estudantes perceberem as limitações da lógica e do uso da razão. A tradição zen, em particular, desenvolveu um sistema de instruções não-verbais que utiliza enigmas à primeira vista sem sentido, chamados “koans”, que não podem ser resolvidos pelo raciocínio. Eles visam precisamente interromper o processo de pensamento, preparando assim o estudante para uma experiência não-verbal da realidade.

Li que todos os koans têm soluções mais ou menos peculiares que um mestre competente logo reconhece. Uma vez encontrada a solução, o koan deixa de ser paradoxal e torna-se uma asserção muito significativa, feita a partir do estado de consciência que ele próprio ajudou a despertar. Quando li pela primeira vez a respeito do método dos koans no treinamento zen, senti algo estranhamente familiar. Eu passara muitos anos estudando outro tipo de paradoxo que parecia desempenhar papel semelhante no treinamento dos físicos. Havia diferenças, é claro. A minha própria formação como físico com certeza não tinha a mesma intensidade de um treinamento zen. Lembrei-me do relato de Heisenberg sobre o modo como os físicos dos anos 20 vivenciaram os paradoxos quânticos, esforçando-se para compreender uma situação onde o único mestre era a natureza. O paralelo mostrou-se óbvio e fascinante, e posteriormente, quando já havia aprendido mais sobre o zen-budismo, verifiquei que era de fato muito significativo. Como no zen, as soluções dos problemas dos físicos permaneciam ocultas em paradoxos que não podiam ser resolvidos pelo raciocínio lógico, mas apenas entendidos em termos de uma nova capacidade perceptiva que incorporasse a realidade atômica. Os físicos só tinham a natureza para lhes ensinar. E ela, como os mestres do zen-budismo, não afirmava nada; apenas apresentava os enigmas.

A similaridade entre as experiência dos físicos quânticos e dos zen-budistas marcou-me profundamente. Todas as descrições do método koan enfatizam que a resolução de tal enigma exige um esforço supremo de concentração e de envolvimento da parte do estudante.

O koan, diz-se, toma conta do coração e da mente do aluno, criando um verdadeiro impasse mental, um estado de tensão constante em que o universo inteiro se torna uma enorme massa de dúvidas e indagações.

Quando comparei essa descrição com aquela passagem do livro de Heisenberg, de que eu me lembrava tão bem, tive a nítida sensação de que os fundadores da teoria quântica vivenciaram exatamente a mesma situação: “Lembro-me de discussões com Bohr que se prolongavam por muitas horas, até alta madrugada, e terminavam num estado que beirava o desespero. E quando, ao final de uma discussão, eu saía sozinho para passear num parque das redondezas, ficava me perguntando sem parar:

‘Pode a natureza ser assim tão absurda quanto nos parece em nossos experimentos atômicos?’“ Tempos depois, eu também vim a compreender por que os físicos quânticos e os místicos orientais depararam com problemas semelhantes e passaram por experiências semelhantes. Sempre que a natureza essencial das coisas é analisada pelo intelecto, ela parecerá absurda ou paradoxal. Isso foi sempre reconhecido pelos místicos, mas só muito recentemente tornou-se um problema para a ciência. 

Durante séculos, os fenômenos estudados pela ciência faziam parte do mundo cotidiano dos cientistas e, portanto, pertenciam ao domínio da sua experiência sensorial. Como as imagens e conceitos da linguagem que usavam provinham exatamente dessa experiência dos sentidos, eles eram suficientes e adequados para descrever os fenômenos naturais. No século XX, contudo, os físicos penetraram a fundo no mundo submicroscópico, em regiões da natureza muito afastadas do mundo macroscópico em que vivemos. O nosso conhecimento da matéria nesse nível já não provém da experiência sensorial direta; em conseqüência, a linguagem comum já não é mais adequada para descrever os fenômenos observados. Os físicos nucleares proporcionaram aos cientistas os primeiros vislumbres da natureza essencial das coisas.

Como os místicos, os físicos passaram a lidar com experiências não-sensoriais da realidade e, também como eles, tiveram de enfrentar os aspectos paradoxais dessas experiências. A partir desse momento, os modelos e as imagens da física moderna tornaram-se vinculados aos da filosofia oriental. A descoberta do paralelismo entre os koans do zen e os paradoxos da física quântica, que eu mais tarde chamaria de “koans quânticos”, estimularam muito meu interesse pelo misticismo oriental, aguçando minha atenção.

Entrevista exclusiva com o físico e ambientalista Fritjof Capra, considerado um dos mais renomados-legendado em português

Autor de “O Tao da Física” e” A Teia da Vida”, Capra é também um dos fundadores do Centro de Eco-Alfabetização, na Califórnia, Estados Unidos, onde promove a divulgação do pensamento ecológico nas redes de ensino.TV Cultura

Nos anos seguintes, à medida que me envolvia mais na espiritualidade oriental, deparava repetidas vezes com conceitos que me eram relativamente familiares em virtude de minha formação em física atômica e subatômica. A princípio, a descoberta dessas similaridades não foi muito mais que um exercício intelectual, ainda que muito emocionante. Mas ao entardecer de um dia de verão de 1969, vivi uma poderosa experiência que me fez levar os paralelos entre a física e o misticismo muito mais a sério. A melhor descrição dessa experiência é a que está na página inicial de O tao da física: “Eu estava sentado na praia, ao cair de uma tarde de verão, e observava o movimento das ondas, sentindo ao mesmo tempo o ritmo da respiração. Nesse momento, de súbito, me apercebi intensamente do ambiente que me cercava: este se me afigurava como se participasse de uma gigantesca dança cósmica. Como físico, eu sabia que a areia, as rochas, a água e o ar a meu redor eram feitos de moléculas e átomos em vibração, e que tais moléculas e átomos, por seu turno, consistiam em partículas que interagiam entre si por meio da criação e da destruição de outras partículas. Sabia do mesmo modo que a atmosfera da Terra era permanentemente bombardeada por chuvas de ‘raios cósmicos’, partículas de alta energia que sofriam múltiplas colisões à medida que penetravam na atmosfera. Tudo isso me era familiar em razão de minha pesquisa em física de alta energia; até aquele momento, porém, tudo isso me chegara apenas por intermédio de gráficos, diagramas e teorias matemáticas.

Sentado na praia, senti que minhas experiências anteriores adquiriam vida. Assim, ‘vi’ cascatas de energia cósmica, provenientes do espaço exterior, cascatas em que, com pulsações rítmicas, partículas eram criadas e destruídas. ‘Vi’ os átomos dos elementos — bem como aqueles pertencentes a meu próprio corpo — participarem dessa dança cósmica de energia. Senti o seu ritmo e ‘ouvi’ o seu som. Nesse momento compreendi que se tratava da Dança de Xiva, o deus dos dançarinos, adorado pelos hindus”.

O ENCONTRO COM O TAO

Nos anos 60, eu experimentara diversas técnicas de meditação e lera vários livros sobre o misticismo oriental sem de fato me dispor a seguir qualquer um de seus caminhos. Mas agora, estudando as tradições do Oriente com mais cuidado, senti-me particularmente atraído pelo taoísmo. Dentre as grandes tradições espirituais, o taoísmo oferece, a meu ver, as mais belas e profundas expressões de uma sabedoria ecológica, enfatizando a unicidade fundamental de todos os fenômenos e a imersão de todas as pessoas e sociedades nos processos cíclicos da natureza.

Diz Chuang-Tzu: “Na transformação e crescimento de todas as coisas, cada broto e cada atributo têm sua forma própria. Nisso temos a sua maturação e corrupção graduais, o constante fluir da transformação e da mudança”. E Huai-Nan-Tzu: “Aqueles que seguem a ordem natural fluem na corrente do tao”. Os sábios taoístas concentravam toda a atenção na observação da natureza, a fim de discernir os “atributos do tao”.

Assim, desenvolveram uma atitude que é em essência científica apenas sua profunda desconfiança acerca do método analítico de raciocionar,o que impediu-os de formular teorias científicas propriamente ditas. Não obstante, sua meticulosa observação da natureza, associada a uma forte intuição mística, levou-os a percepções profundas que são hoje confirmadas pelas teorias científicas modernas.

A profunda sabedoria ecológica, a abordagem empírica e o tom especial do taoísmo — que eu talvez pudesse descrever melhor como “êxtase sereno” — eram-me tremendamente atraentes, de modo que o taoísmo, de forma bastante natural, tornou-se para mim o caminho a ser seguido.

Resultado de imagem para IMAGENS DE CASTANEDACastañeda também exerceu forte influência sobre mim naqueles anos, e seus livros mostraram-me mais uma maneira de abordar os ensinamentos espirituais do Oriente. Constatei que os ensinamentos das tradições Índias americanas, expressos pelo lendário brujo yaqui Don Juan, estão muito próximos aos da tradição taoísta transmitidos pelos lendários sábios Lao-Tse e Chuang-Tzu. O saber-se imerso no fluir natural das coisas e a habilidade de agir em harmonia com isso são fundamentais em ambas as tradições. Enquanto o sábio taoísta flui na corrente do Tao, o “homem de sabedoria” yaqui tem de ser leve e fluido para “enxergar” a natureza essencial das coisas. O taoísmo e o budismo sao tradições que lidam com a própria essência da espiritualidade, que não é restrita a nenhuma cultura em particular. O budismo, em especial, tem mostrado em toda a sua história ser adaptável a diversas situações culturais; Ele se originou com o Buda na Índia, espalhou-se pela China e sudoeste da Ásia, chegou ao Japão e, muitos séculos depois, atravessou o Pacífico, desembarcando na Califórnia. A influência mais forte da tradição budista sobre o meu pensamento foi sua ênfase no papel vital da compaixão para se obter sabedoria. De acordo com o pensamento budista, não pode haver sabedoria sem compaixão, o que para mim significa que a ciência não tem valor se não for acompanhada de preocupação social.

O PONTO DE MUTAÇÃO~Fritjof Capra

Como o nosso atual estado de desequilíbrio é, em grande parte, uma conseqüência do crescimento indiferenciado, a questão de escala desempenhará um papel central na reorganização de nossas estruturas econômicas e sociais. O critério de escala tem que ser a comparação com as dimensões humanas. O que é vasto, rápido ou congestionado demais, em comparação com as dimensões humanas, é grande demais. As pessoas que têm de lidar com estruturas, organizações ou empresas de dimensões tão inumanas sentir-se-ão invariavelmente ameaçadas, alienadas, oprimidas, despojadas de sua individualidade, e isso afetará de modo muito significativo a qualidade de sua vida. A importância da escala está ficando cada vez mais evidente, até de um ponto de vista estritamente econômico, na medida em que um número cada vez maior de grandes empresas é prejudicado por uma excessiva centralização e por vulnerabilidade de tecnologias complexas, interligadas.

No processo de descentralização, muitas das grandes companhias norteamericanas, obsoletas, consumidoras vorazes de recursos, terão forçosamente que passar por transformações profundas e, em alguns casos, fechar as portas. Em todas essas considerações, a tarefa mais importante será atingir o equilíbrio. Nem tudo precisa ser descentralizado. Alguns grandes sistemas, como a telefonia e outros sistemas de comunicação, devem ser mantidos; outros, como o transporte de massa, precisam crescer. Mas todo esse crescimento deve ser limitado, mantendo-se um equilíbrio dinâmico entre crescimento e declínio, para que o sistema como um todo permaneça flexível e aberto a mudanças.

Entre os muitos exemplos de crescimento excessivo, a expansão das cidades é  uma das maiores ameaças ao equilíbrio social e ecológico; a desurbanização será, portanto, um aspecto crucial do retorno a uma escala mais humana. Numerosas pesquisas de opinião mostraram que apenas uma pequena minoria de habitantes citadinos vive na metrópole porque gosta. A maioria esmagadora prefere as pequenas cidades do interior, as áreas residenciais suburbanas ou as fazendas, mas não dispõe de meios para isso. O que precisamos fazer, portanto, é refrear o crescimento das cidades, criar incentivos econômicos adequados, tecnologias e programas de assistência que permitam às pessoas que assim o desejem passar da vida urbana para a rural.

Considerações análogas são aplicáveis à descentralização do poder político.

Durante a segunda metade do século passado, tornou-se cada vez mais evidente que a nação-Estado já não é viável como unidade eficaz de governo. É grande demais para os problemas de suas populações locais e, ao mesmo tempo, confinada por conceitos excessivamente estreitos para os problemas de interdependência global.

Os governos nacionais altamente centralizados de hoje não são capazes de atuar localmente nem de pensar globalmente. Assim, a descentralização política e o desenvolvimento regional tornaram-se necessidades urgentes de todos os grandes países. Essa descentralização do poder econômico e político terá de incluir a redistribuição da produção e da riqueza, para que haja um equilíbrio entre alimentos e populações dentro dos países e entre as nações industriais e o Terceiro Mundo. Finalmente, no nível planetário, o reconhecimento de que não podemos “gerir” o planeta, mas temos que nos integrar harmoniosamente em seus múltiplos sistemas auto-organizadores, exige uma nova ética planetária e novas formas de organização política.

UM RETORNO AO PASSADO?

Regressar a uma escala mais humana não significará um retorno ao passado, mas exigirá, pelo contrário, o desenvolvimento de novas e engenhosas formas de tecnologia e organização social. Grande parte de nossa tecnologia convencional, consumidora intensiva de recursos e altamente centralizada, é hoje obsoleta. Energia nuclear, carros de alto consumo de gasolina, agricultura subsidiada pelo petróleo, instrumentos computadorizados de diagnóstico e muitos outros empreendimentos de alta tecnologia são antiecológicos, inflacionários e perniciosos para a saúde.

Embora essas tecnologias envolvam freqüentemente as mais recentes descobertas na eletrônica, na química e outros campos da ciência moderna, o contexto em que são desenvolvidas e aplicadas é o da concepção cartesiana da realidade. Elas devem ser substituídas por  novas formas de tecnologia, que incorporem princípios ecológicos e sejam compatíveis com o novo sistema de valores. Muitas dessas tecnologias alternativas já estão sendo desenvolvidas. Tendem a ser descentralizadas e a operar em pequena escala, a ser sensíveis às condições locais e planejadas para aumentar a auto-suficiência, propiciando, assim, um grau máximo de flexibilidade. São freqüentemente qualificadas de tecnologias brandas, porque seu impacto sobre o meio ambiente é substancialmente reduzido pelo uso de recursos renováveis e por uma constante reciclagem de materiais. 

Coletores de energia solar, geradores eólicos, lavoura orgânica, produção e processamento regional e local de alimentos, e reciclagem de produtos residuais, são exemplos de tais tecnologias brandas. Em vez de se basearem nos princípios e valores da ciência cartesiana, elas incorporam os princípios observados nos ecossistemas naturais; refletem, pois, a sabedoria sistêmica.

TECNOLOGIA X HUMANIDADE

Tal redirecionamento da tecnologia oferece enormes oportunidades para a criatividade, o espírito empreendedor e a iniciativa da humanidade. As novas tecnologias não são, em absoluto, menos sofisticadas do que as antigas, mas seu refinamento é de uma espécie diferente. Aumentar a complexidade deixando simplesmente que tudo cresça não é difícil, mas recuperar elegância e flexibilidade requer sabedoria e visão criativa. À medida que os nossos recursos físicos se tornam mais escassos, também se evidencia que devemos investir mais nas pessoas — o único recurso que possuímos em abundância. Com efeito, a consciência ecológica torna óbvio que temos de conservar nossos recursos físicos e desenvolver nossos recursos humanos. Em outras palavras, o equilíbrio ecológico requer o pleno emprego. É isso, precisamente, o que novas tecnologias facilitam. Operando em pequena escala e sendo descentralizadas, elas tendem a se tornar consumidoras intensivas de mão-de-obra, ajudando, portanto, a estabelecer um sistema econômico não-inflacionário e ambientalmente benigno. A mudança de tecnologias pesadas para brandas é mais urgentemente necessária nas áreas relacionadas com a produção de energia. Como foi enfatizado num capítulo anterior22, as raízes mais profundas de nossa atual crise energética situam-se nos modelos de produção e consumo perdulário que se tornaram característicos de nossa sociedade. Para resolver a crise não necessitamos de mais energia, o que apenas agravaria nossos problemas, mas de profundas mudanças em nossos valores, atitudes e estilos de vida. Entretanto, ao mesmo tempo em que perseguimos essa meta a longo prazo, também precisamos mudar nossa produção de energia dos recursos não-renováveis para os renováveis, e das tecnologias pesadas para as brandas, a fim de alcançarmos o equilíbrio ecológico.

A política energética da maioria dos países industrializados reflete o que Amory Lovins, físico e consultor energético de numerosas organizações, chamou o “caminho da energia pesada” (hard energy path), em que a energia é produzida a partir de recursos não-renováveis — petróleo, gás natural, carvão e urânio — por meio de tecnologias altamente centralizadas, que são rigidamente programadas, antieconômicas e nocivas à saúde.A energia nuclear é, de longe, o componente mais perigoso do caminho da energia pesada . Ao mesmo tempo, está se convertendo rapidamente na mais ineficaz e antieconômica fonte energética. Um eminente técnico em investimentos em empresas de serviços públicos concluiu uma investigação minuciosa da indústria nuclear com a seguinte e arrasadora declaração: “A conclusão a que podemos chegar é que, de um ponto de vista estritamente econômico, confiar na fissão nuclear como fonte primária de nossos suprimentos de energia estável constituirá uma loucura econômica em escala sem paralelo em toda a história” .

À medida que a opção nuclear está ficando cada vez mais irrealista e a maciça dependência dos países industrializados em relação ao petróleo aumenta o risco de confrontações militares, governos e representantes da indústria energética estão procurando ansiosamente numerosas alternativas. Assim fazendo, entretanto, eles ainda se apegam cegamente aos princípios obsoletos do caminho da energia pesada. A produção de combustíveis sintéticos a partir do carvão e do xisto betuminoso, que tem sido vigorosamente incentivada nestes últimos tempos, envolve ainda uma outra tecnologia que consome um excesso de recursos, é extremamente antieconômica e causa perturbações ambientais em grande escala. Fala-se com freqüência na fusão nuclear, mas ela é por demais incerta para ser uma solução aceitável. Além disso, parece estar na mira da indústria nuclear principalmente com o propósito de produzir plutônio, que seria depois usado em reatores de fissão . Todas essas formas de produção energética requerem maciços investimentos de capital e usinas centralizadas com tecnologias complexas. São ineficientes e altamente inflacionárias e não criam um número significativo de empregos. As medidas de conservação e a energia solar poderiam gerar um número de empregos muitas vezes superior àquele oferecido pela indústria nuclear, enquanto cada nova usina de eletricidade elimina cerca de 4 000 empregos líquidos’.

A única saída para a crise energética é adotar um “caminho de energia branda”  (soft energy path), o que tem três componentes principais: conservação de energia através de um consumo mais racional, utilização inteligente das atuais fontes de energia não-renovável como “combustíveis de ponte” durante o período de transição, e rápido desenvolvimento de tecnologias brandas para a produção energética a partir de fontes renováveis. Essa tríplice abordagem, além de ambientalmente benigna e ecológicamente equilibrada, seria também a política energética mais eficiente e mais barata.

Um estudo recente da Harvard Business School afirmou categóricamente que uma melhoria na eficiência de consumo e tecnologias brandas são as mais econômicas de todas as fontes de energia disponíveis, além de fornecerem mais e melhores empregos do que qualquer uma das outras opções . O caminho da energia branda deve ser adotado sem mais demora. Como o papel dos combustíveis fósseis como ponte para as novas fontes energéticas renováveis é um elemento vital da transição necessária, será crucial iniciar o processo de transição enquanto ainda dispomos de suficientes combustíveis fósseis para assegurar uma passagem sem tropeços.

A longo prazo, a maior conservação de energia será conseguida com o abandono de nossos atuais modelos nocivos e antieconômicos de produção e consumo, em favor de um modo de vida ecologicamente harmonioso. Mas enquanto tem lugar essa profunda mudança, enormes poupanças energéticas podem ser obtidas melhorando-se a eficiência do consumo de energia em toda a economia. Isso pode ser feito desde já, por meio das tecnologias existentes, ao mesmo tempo em que se mantêm os níveis atuais de atividade econômica.

De fato, a conservação é nossa melhor fonte de energia a curto prazo, superando todos os combustíveis convencionais combinados. Isso foi espetacularmente confirmado pela observação de que, no período de 1973-1978, 95 % de todos os novos suprimentos de energia na Europa provieram de um consumo mais eficiente. Assim, milhões de medidas de conservação individual adicionaram ao suprimento quase vinte vezes mais energia do que todas as outras novas fontes combinadas, incluindo todo o programa nuclear europeu.

Uma importante parte do consumo mais eficiente de energia consiste em utilizar o tipo apropriado para cada tarefa, o que significa aplicar o tipo de energia que permite a execução dessa tarefa do modo mais barato e eficaz. Não é de mais eletricidade que precisamos, mas de uma maior variedade de fontes energéticas que possam harmonizar-se mais adequadamente com nossas necessidades. Uma vez que usamos mais da metade de nosso suprimento energético para aquecimento ou resfriamento, as maiores economias podem ser conseguidas mediante o isolamento térmico mais eficiente de nossos edifícios.

É hoje técnicamente possível e altamente efetivo, no tocante aos custos, construir edifícios tão bem calafetados por exemplo, que virtualmente dispensem o aquecimento de seu interior, mesmo em climas frios; e pode-se dizer que muitos edifícios existentes estão bem perto desse padrão. Um outro importante meio de aumentar a eficiência do consumo energético é a chamada co-geração de calor e eletricidade úteis.

Um co-gerador é um dispositivo que aproveita o calor produzido na geração de eletricidade, em vez de o lançar perdulariamente no meio ambiente. Qualquer máquina que produza movimento queimando um combustível também pode ser usada como um co-gerador. Instalado num edifício, pode operar eficientemente os sistemas de aquecimento e refrigeração e, ao mesmo tempo, fazer funcionar seus aparelhos elétricos. Desse modo, a energia contida no combustível pode se tornar útil com até 90 por cento de eficiência, ao passo que a geração convencional de eletricidade usaria, no máximo, apenas 30 ou 40 por cento da energia do combustível.

Numerosos estudos recentes apuraram que o efeito combinado da co-geração e do isolamento aperfeiçoado, a par de uma maior eficiência em carros e máquinas, resultaria numa economia de energia de 30 ou 40 por cento sem quaisquer mudanças em nossos padrões de vida e atividades econômicas . A longo prazo, necessitamos de uma fonte energética que seja renovável, econômicamente eficiente e ambientalmente benigna. A energia solar é a única espécie de energia que satisfaz a todos esses requisitos. O Sol tem sido a principal fonte de energia do planeta há bilhões de anos, e a vida, em sua miríade de formas, tornou-se primorosamente adaptada à energia solar durante o longo curso da evolução planetária.

Toda a energia que usamos, exceto a nuclear, representa alguma forma de energia solar armazenada. Quer queimemos madeira, carvão, petróleo ou gás, usamos energia originalmente irradiada para a Terra a partir do Sol e convertida químicamente através da fotossíntese. O vento que impele os barcos a vela e impulsiona os moinhos de vento é um fluxo de ar causado pelo movimento ascendente de outras massas de ar aquecidas pelo Sol. A queda-d’água que aciona nossas turbinas é parte do ciclo contínuo de água sustentado por radiação solar. Assim, virtualmente todas as nossas fontes energéticas fornecem-nos energia solar sob uma ou outra forma. Entretanto, nem todas essas formas de energia são renováveis.

No atual debate energético, a expressão “energia solar” é usada mais especificamente em referência às formas de energia que provém de fontes inexauríveis ou renováveis. A energia solar, nesse sentido, está acessível em formas tão variadas quanto o próprio planeta ³³. Em áreas florestais está presente como combustível sólido (madeira); em áreas agrícolas, como combustível líquido ou gasoso (álcool ou metano derivados de plantas); em regiões montanhosas, como energia hidrelétrica, e em lugares onde venta muito, como energia gerada pelo vento; em áreas ensolaradas, pode ser transformada em eletricidade por células fotovoltaicas. e em quase toda parte pode ser captada como calor direto. A maioria dessas formas de energia solar foram exploradas por sociedades humanas ao longo dos tempos por meio de tecnologias que o próprio tempo consagrou. O Departamento de Energia dos Estados Unidos adora chamar a energia solar de uma “exótica” nova fonte energética, mas, de fato, a transição solar não requer quaisquer inovações tecnológicas de vulto. Ela envolve simplesmente a integração judiciosa de processos agrícolas e tecnológicos usados já há muito tempo em muitos setores de atividade de uma sociedade moderna. Contrariamente a uma concepção errônea muito divulgada, o problema do armazenamento de energia dessas fontes renováveis já foi resolvido, e numerosos estudos mostraram que as tecnologias brandas existentes são suficientes para satisfazer todas as nossas necessidades energéticas a longo prazo. De fato, muitas delas já estão sendo usadas com êxito por comunidades conscientes do poder solar. A característica mais evidente dessas tecnologias é sua natureza descentralizada. Como a energia irradiada do Sol se difunde por todo o planeta, usinas centralizadas de energia solar não teriam sentido algum, por serem inerentemente antieconômicas .

As mais eficientes tecnologias de aproveitamento da energia solar envolvem dispositivos em pequena escala, a serem usados por comunidades locais, o que gera uma grande variedade de empregos e só apresenta efeitos benignos.

Certas formas de energia solar já são competitivas; outras podem sê-lo em poucos anos. Isso pode ser comprovado até mesmo sem que se questione a estreita noção de competitividade econômica, que despreza a maioria dos custos sociais gerados pela produção de energia convencional. Uma forma de energia solar que já pode ser utilizada com grande vantagem é o aquecimento solar. Tanto pode ser “passiva”, quando o próprio edifício capta e armazena o calor, quanto “ativa”, quando são usados coletores solares especiais.

A energia proveniente do Sol também pode ser empregada para refrigerar edifícios durante o verão. Os sistemas de aquecimento e refrigeração solar foram desenvolvidos intensamente nos últimos anos, e representam hoje uma indústria vibrante e em rápida expansão, conforme documentado no relatório da Harvard Business School:

“Muitas pessoas ainda supõem que a energia solar seja algo para o futuro, à espera de um decisivo avanço tecnológico. Essa suposição representa um grande equívoco, pois o aquecimento solar ativo e passivo é uma alternativa aqui-e-agora para fontes energéticas convencionais” . Uma outra tecnologia solar com grande potencial é a produção local de eletricidade por meio de células fotovoltaicas Uma célula fotovoltaica  é um dispositivo silencioso e imóvel que converte a luz solar em eletricidade. A principal matéria-prima usada na sua construção é o silício, que está presente em abundância na areia comum, sendo os processos de manufatura semelhantes aos usados pela indústria de semicondutores para construir transistores e circuitos integrados (“chips”). No momento, as células fotovoltaicas ainda são demasiado caras para uso residencial, mas o mesmo ocorria com os transistores, no início. De fato, a indústria fotovoltaica está passando agora pelos mesmos estágios da indústria de semicondutores duas décadas atrás. Quando os programas espaciais e militares americanos precisaram de equipamento eletrônico leve, investimentos federais maciços acarretaram uma grande redução dos custos de produção. Foi esse o começo da indústria que está agora produzindo milhões de rádios transistorizados, calculadoras de bolso e relógios digitais de baixo custo.

O termo “fotovoltaico” refere-se à geração de uma voltagem elétrica, o que ocorre quando a luz incide sobre a célula.  Do mesmo modo, as células fotovoltaicas foram usadas primeiramente para fornecer eletricidade aos satélites espaciais em órbita, e eram muito caras nessa época. Outras estimativas semelhantes mostraram que a geração de eletricidade pelo vento poderia ser iniciada quase imediatamente, a custos economicamente competitivos, se fossem investidas verbas suficientes na tecnologia eólica. Essas conquistas ocasionariam mudanças estruturais fundamentais na indústria de serviços de utilidade pública, uma vez que os geradores fotovoltaicos e eólicos, tal como o aquecimento solar, são usados com a máxima eficiência in loco, sem a necessidade de usinas centralizadas.

O poder político das companhias de serviços públicos, relutantes em renunciar ao monopólio na produção de eletricidade, é hoje o principal obstáculo ao rápido desenvolvimento das novas tecnologias solares. 

Qualquer programa realista de energia solar terá de produzir combustível líquido suficiente para abastecer aviões e, pelo menos, parte de nosso transporte terrestre, e combustível líquido ou gasoso para ser usado em co-geradores onde o suprimento local de energia solar for inadequado. 

A tecnologia solar de mais fácil acesso para a obtenção  desses combustíveis é também a mais antiga — a produção de energia a partir da biomassa. O termo “biomassa” refere-se à matéria orgânica produzida por plantas verdes, que representam energia solar armazenada. Essa energia não só pode ser recuperada sob a forma de calor, queimando-se o material, como pode também ser convertida em combustíveis líquidos ou gasosos, destilando-se álcool de cereais ou frutos fermentados, ou captando-se o metano que as bactérias geram a partir de estéreo, lixo ou esgotos. Esses dois combustíveis podem ser usados para acionar motores de combustão interna sem provocar qualquer poluição, e por métodos bem conhecidos e relativamente simples.

O BRASIL E A BIOMASSA

O maior centro de produção de álcool a partir da biomassa é o Brasil, onde toda a gasolina contém até 20 por cento de álcool; e geradores simples de metano, produzindo combustível a partir de estéreo e esgotos, têm sido construídos aos milhões na Índia e na China. De todas as tecnologias solares, a produção de metano — um componente importante do gás natural — com a ajuda da atividade bacteriana parece ser a que mais se aproxima dos princípios observados em ecossistemas naturais. Envolve a cooperação de outros organismos — um aspecto característico de toda a vida — e pode ser usada com muita eficácia para reciclar lixos, esgotos e lodo subaquático, que constituem alguns dos nossos maiores poluentes. O resíduo orgânico da produção de metano é um excelente fertilizante, perfeitamente adequado para substituir pelo menos parte de nossos fertilizantes sintéticos, consumidores de recursos e poluidores. Tal como outras formas de energia solar, a biomassa está largamente dispersa, sendo portanto apropriada para a produção local, em pequena escala, de combustível. Neste ponto, cumpre ter em mente que a produção de combustíveis líquidos a partir de produtos agrícolas não alimentará nosso sistema de transportes em seu nível atual. Para tanto, seria imprescindível uma produção maciça de álcool a partir da agricultura, o que significaria o uso irresponsável do solo, pois isso causaria sua rápida erosão, como argumentou Wes Jackson de forma convincente 43. Embora a biomassa seja um recurso renovável, o solo. onde ela cresce não o é. Certamente podemos esperar uma significativa produção de álcool a partir da biomassa, incluindo o cultivo de plantas para esse fim, mas um programa maciço de álcool para alimentar as necessidades atuais de combustível líquido esgotaria nossos solos no mesmo ritmo em que estamos hoje exaurindo o carvão, o petróleo e outros recursos naturais. A saída para esse dilema será um completo replanejamento de nosso sistema de transportes, especialmente nos Estados Unidos, em conjunto com muitos outros aspectos de nosso estilo de vida 384 perdulário e dilapidador de recursos. Isso não significará reduzir nossos padrões de vida. Pelo contrário, melhorará a qualidade de nossas vidas. Os competentes estudos de nossas opções energéticas acima citadas mostram que está aberto o caminho para um futuro solar. Embora significativos avanços tecnológicos sejam esperados em muitas áreas, não temos que esperar por quaisquer progressos tecnológicos decisivos para dar início a essa transição histórica. O que mais necessitamos é de uma acurada informação pública acerca do potencial da energia solar, a par de uma correspondente política social e econômica que facilite a passagem para a era solar.  Qualquer um desses dois caminhos, que terão quase certamente que ser trilhados, encurtaria e facilitaria de maneira significativa o período de transição.

SABEDORIA INCOMUN-DIÁLOGOS NOTÁVEIS-Meu encontro com J. Krishnamurti-~por Fritjof Capra

Um dos primeiros contatos diretos que tive com a espiritualidade do Oriente foi meu encontro com J. Krishnamurti no final de 1968. Quando ele proferiu uma série de palestras na UC de Santa Cruz, estava com setenta e três anos e a sua aparência era absolutamente estonteante. Seus traços indianos bem marcados, o contraste entre a pele escura e os cabelos brancos impecávelmente penteados, a elegância dos trajes europeus, a dignidade do semblante, o inglês medido e perfeito, e — acima de tudo — a intensidade da concentração e da presença dele deixaram-me encantado e perplexo. Os ensinamentos de Don Juan, de Carlos Castañeda, acabara de ser publicado, e ao ver Krishnamurti não pude deixar de comparar sua aparência com a da figura mítica do sábio yaqui. O impacto do carisma e da aparência física de Krishnamurti foi intensificado e aprofundado pelas coisas que disse. Pensador muito original, rejeitava toda autoridade espiritual e todas as tradições espirituais. Seus ensinamentos eram muito semelhantes aos do budismo, mas ele jamais empregava algum termo budista ou de qualquer outro ramo de pensamento tradicional do Oriente. A tarefa a que se propusera (usar a língua e o raciocínio racional para levar seus ouvintes além da linguagem e do uso da razão) era extremamente difícil, mas o modo como ele se desincumbia dela era impressionante.

Krishnamurti escolhia algum problema existencial bem conhecido — medo, desejo, morte, tempo — como tópico de uma palestra, e principiava a falar usando palavras parecidas com estas: “Entremos nisso juntos. Não vou lhes dizer nada; não possuo autoridade alguma; vamos explorar essa questão juntos”. Em seguida, mostrava a futilidade de todos os modos convencionais para se eliminar, por exemplo, o medo, e perguntava, lenta e intensamente, com um senso acurado do impacto dramático de suas palavras: “É possível que vocês, neste exato momento, aqui neste lugar, possam se livrar do medo? Não suprimi-lo, não negá-lo, nem opor resistência a ele, mas sim eliminá-lo de uma vez por todas? Esta será a nossa tarefa hoje à noite: eliminarmos o medo por completo, de uma vez por todas. Se não conseguirmos isso, minha palestra terá sido em vão”.

1A cena já estava armada; a platéia, arrebatada, dominada pelo enlevo, e absolutamente atenta. “Examinemos então a questão”, prosseguia Knshnamurti, “sem julgarmos, sem condenarmos, sem justificarmos. O que é o medo? Examinemos isso juntos, vocês e eu. Vejamos se conseguimos realmente nos comunicar, estar no mesmo plano, na mesma intensidade, no mesmo momento. Usando-me como espelho, será que vocês conseguirão encontrar a resposta a esta pergunta extraordinariamente importante: o que é o medo?” E Krishnamurti passava então a tecer uma teia imaculada de conceitos. Mostrava que, para compreendermos o medo, temos de compreender o desejo; que para compreendermos o desejo, temos de compreender o pensamento; e, consecutivamente com o tempo, o conhecimento, o ser, e assim por diante.

Apresentava uma análise brilhante de como tais problemas existenciais básicos estão interrelacionados — não na teoria, mas na prática. Krishnamurti não só confrontava cada membro da platéia com os resultados da sua análise, como também instava e convencia cada um a se envolver no processo de análise. No final, ficava uma sensação nítida e forte de que o único meio para se resolver qualquer um de nossos problemas existenciais é ir além do pensamento, além da linguagem, além do tempo — é “libertar-se do conhecido”, como diz no título de um de seus melhores livros, Freedom from the known. Lembro-me de que fiquei fascinado, mas também profundamente perturbado, com as palestras de Krishnamurti. Após cada uma delas, Jacqueline e eu permanecíamos acordados durante várias horas, sentados junto à nossa lareira, discutindo o que Krishnamurti dissera.

Esse foi meu primeiro encontro direto com um mestre espiritual radical, e logo me vi em face de um grave problema. Eu mal iniciara uma promissora carreira científica, com que estava bastante envolvido emocionalmente, e então vinha Krishnamurti, com todo o seu carisma e persuasão, dizendo para eu parar de pensar, para eu me libertar de todo o conhecimento, para eu deixar o raciocínio lógico para trás. O que isso significava no meu caso? Deveria desistir da carreira científica nesse estágio inicial, ou deveria continuá-la, abandonando toda esperança de alcançar a auto-realização espiritual? Eu ansiava por me aconselhar com Krishnamurti, porém ele não permitia nenhuma pergunta em suas palestras e recusava-se a receber quem quer que fosse depois delas. Fizemos diversas tentativas para vê-lo, mas foi-nos dito, com firmeza, que Krishnamurti não queria ser perturbado. Foi uma feliz coincidência — ou não? — que finalmente nos propiciou um encontro com ele. Krishnamurti tinha um secretário francês e, após a última palestra, Jacqueline, que nasceu em Paris, conseguiu estabelecer um diálogo com esse homem. Eles se entenderam bem e, como resultado, terminamos por nos encontrar com Krishnamurti em seu apartamento na manhã seguinte. Senti-me um tanto intimidado quando finalmente vi o mestre cara a cara, mas não quis perder tempo.

Eu sabia por que estava ali. “Como posso ser um cientista”, perguntei-lhe, “e ainda assim seguir seu conselho para interromper o pensamento e libertar-me do conhecido?” Krishnamurti não hesitou sequer um instante. Ele respondeu a minha pergunta em dez segundos, e de um modo que resolveu completamente o meu problema. “Primeiro você é um ser humano”, disse ele, “e depois um cientista. Antes você tem de se tornar livre, e essa liberdade não pode ser atingida por meio do pensamento. Ela é atingida pela meditação — a compreensão da totalidade da vida, em que cessam todas as formas de fragmentação.” 

Uma vez que eu alcançar tal compreensão da vida como um todo, explicou, poderia me especializar e trabalhar como cientista sem problema algum. E evidentemente nem se cogitava na abolição da ciência. Passando para o francês, Krishnamurti acrescentou: “J’adore la science. C’est merveilleux!” Após esse rápido mas decisivo encontro, só vi Krishnamurti de novo seis anos depois, ao ser convidado, juntamente com vários outros cientistas, a participar de uma semana de discussões com ele em seu centro educacional no Brockwood Park, ao sul de Londres. Sua aparência ainda era extremamente marcante, embora houvesse perdido um pouco da intensidade. No decorrer daquela semana fiquei conhecendo Krishnamurti muito melhor, inclusive alguns de seus defeitos. Quando falava, ele ainda era muito poderoso e carismático, mas fiquei desapontado pelo fato de jamais podermos realmente incluí-lo numa discussão. Ele falaria, mas não se disporia a ouvir. Por outro lado, mantive muitas discussões excitantes com meus colegas cientistas — David Böhm, Karl Pribram e George Sudarshan, entre outros. Depois disso praticamente perdi contato com Krishnamurti.

Nunca deixei de reconhecer sua influência decisiva sobre mim, e com freqüência ouvia falar dele por meio de várias pessoas; porém, não compareci a nenhuma outra palestra sua, nem li qualquer um de seus outros livros. Então, em janeiro de 1983, me vi em Madrasta, no sul da Índia, participando de uma conferência da Sociedade Teosófica Mundial, que ficava em frente à propriedade de Krishnamurti. Como ele estava lá e ia dar uma palestra naquela noite, resolvi aparecer para apresentar-lhe meus cumprimentos.

O belíssimo parque, com suas gigantescas árvores seculares, estava repleto de gente, quase todos indianos, sentados em silêncio no chão, aguardando o início de um ritual de que a maioria já participara muitas vezes antes. Às oito horas Krishnamurti apareceu, vestido com trajes indianos, e caminhou lentamente mas com enorme segurança até uma plataforma que fora erguida. Foi maravilhoso vê-lo, aos oitenta e oito anos de idade, fazendo sua entrada como durante mais de meio século, subindo as escadas da plataforma sem ajuda de ninguém, sentando-se numa almofada, e unindo as mãos no tradicional cumprimento indiano para iniciar sua palestra. Krishnamurti falou durante setenta e cinco minutos sem nenhuma hesitação, e quase com a mesma intensidade que eu presenciara quinze anos antes.

O tópico dessa noite era o desejo, e ele teceu sua teia com a clareza e habilidade de sempre. Foi uma oportunidade única para eu avaliar a evolução de meu próprio entendimento desde a época em que o conhecera, e senti pela primeira vez que eu realmente compreendia seu método e sua personalidade. A sua análise do desejo foi bela e cristalina.

A percepção causa uma reação sensorial, disse ele; o pensamento então intervém — “Eu quero…“, “Eu não quero…“, “Eu desejo…“ —, e assim é gerado o desejo. O desejo não é causado pelo objeto de desejo, mas persistirá com diversos objetos enquanto intervier o pensamento. Portanto, não nos libertaremos do desejo suprimindo ou evitando a experiência sensorial (o modo do asceta). O único meio para nos libertarmos do desejo é libertando-nos do pensar.

O que Krishnamurti não disse é como podemos nos libertar do pensamento. Como Buda, ele ofereceu uma análise brilhante do problema, mas, à diferença dele, não mostrou um caminho claro para a libertação. Talvez, pensei, o próprio Krishnamurti não houvesse avançado o suficiente por esse caminho… Talvez não houvesse se libertado o suficiente de todo o condicionamento para poder levar seus discípulos à plena auto-realização.Depois da palestra, fui convidado para jantar com Krishnamurti e várias outras pessoas. Compreensivelmente ele estava bastante exausto devido a seu esforço e sem ânimo para qualquer discussão. Nem eu pretendia algo assim. Fora ali apenas para mostrar-lhe a minha gratidão, sendo ricamente recompensado. Contei a Krishnamurti a história de nosso primeiro encontro, e agradeci-lhe mais uma vez por sua influência e ajuda decisivas, estando consciente de que esse talvez fosse o nosso último encontro, como de fato acabou sendo.

O problema que Krishnamurti resolvera para mim, à maneira zen, de um só golpe, é o problema com que a maioria dos físicos se deparam quando confrontados com as idéias das tradições místicas — como é possível transcender o pensamento sem abandonar um compromisso com a ciência? Esse é, acredito, o motivo pelo qual tantos de meus colegas sentiram-se ameaçados por minhas comparações entre a física e o misticismo. Talvez lhes seja proveitoso saber que eu também já senti a mesma ameaça. E a senti com todo o meu ser. No entanto, isso foi no início de minha carreira, e tive uma enorme felicidade: a mesma pessoa que me fez perceber a ameaça foi também a que me ajudou a transcendê-la. 

Discussão Online – Fritjof Capra – Português

O físico austríaco Dr. Fritjof Capra, autor de best-sellers como “O Ponto de Mutação” e “A Teia da Vida”, conversou com os professores participantes do concurso cultural “Santander Práticas de Educação para Sustentabilidade”

Visão pessoal….

Fritjof Capra é um dos mais recentes pensadores que emergiu juntamente com o pensamento científico, social e filosófico, abordando por isso em suas obras,perspectivas que incluem como ponto chave a ciência aliada á sustentabilidade.Sua obra propõe uma nova compreensão científica em todos os níveis dos sistemas vivos, sejam organismos, sistemas sociais e ecossistemas, baseando-se em uma nova percepção da realidade. A Ecologia Profunda,tema extensivamente abordado em seus livros e palestras acerca da crise de percepção pela qual passa a ciência e a sociedade aponta soluções, as quais precisam estar atreladas a uma profunda mudança radical na percepção, no pensamento e nos valores, em uma dimensão política, cultural, social e científica. Segundo o autor, os problemas da época não podem ser compreendidos isoladamente como foi e ainda é proposto por muitos, pois são sistêmicos e estão interligados, sendo interdependentes. Propondo, então, uma mudança de paradigma, a qual, como esperado, não é facilmente aceita, por se tratar de uma visão estranha e inesperada da realidade.  Uma mudança do paradigma mecanicista preconizado por Newton e Descartes por uma nova forma de pensar a ciência, a filosofia e mesmo as leis que regem a vida em toda sua complexidade, um novo paradigma. O novo paradigma proposto pelo autor permeia uma visão de mundo holística, a qual concebe o mundo como um todo integrado, e não como uma coleção de partes dissociadas, podendo ainda ser definido e entendido como uma visão ecológica, a qual reconhece a interdependência fundamental de todos os fenômenos e na qual indivíduos e sociedades encaixam-se nos processos cíclicos da natureza e dependem desses processos. Por conseguinte, a mudança de paradigmas requer uma expansão não apenas de nossas percepções e maneira de pensar, mas também de mudanças nos valores.A visão emergente do pensamento holístico no sentido de ecologia profunda enfatiza que a vida se encontra em sua própria essência, o que é particularmente importante para a ciência, pois no velho paradigma, a física (baseada no paradigma mecanicista) foi o modelo e fonte metafórica para todas as ciências, a física, aos poucos perdeu o seu papel como a ciência que fornece a descrição mais fundamental da realidade. Na atualidade, a mudança de paradigma na ciência implica em uma mudança da física para as ciências da vida.No século XX, a perspectiva holística passa a ser conhecida como “sistêmica” e a principal característica do pensamento sistêmico esteve presente em várias disciplinas de modo simultâneo, sendo os biólogos os pioneiros a abordar esse pensamento, enfatizando a concepção dos organismos vivos como totalidades integradas, sendo posteriormente enriquecida pela nova ciência da Ecologia. São os ecologistas como Capra, no seu livro “A Teia da Vida”, que introduzem a concepção de sistemas vivos como redes, fornecendo uma nova perspectiva sobre as chamadas hierarquias da natureza. A saber, essa nova perspectiva, vem explicar que na natureza não há hierarquias, não há “acima” ou “abaixo”. Há somente redes alinhadas dentro de outras redes. Essa concepção de rede representou avanços na compreensão científica não apenas dos ecossistemas, mas também da própria natureza da vida.A essência da obra de Capra mostra de uma forma bastante coerente que não é pela fragmentação das ciências, da filosofia, da sociedade e da natureza que se tem uma compreensão geral das mesmas, não é por partes que a vida e toda a complexidade que esta palavra carrega em seu significado, devem ser analisadas, mas pelo todo que faz compreender a essência. O ser humano tomado como um ser complexo em relação aos demais organismos vivos, não pode ser visto como um ser controlador obrigatório da natureza e superior às demais distintas formas de vida, pois não se trata de um ser externo à natureza, ele faz parte dela, é a natureza. Não há partes isoladas que funcionam independentemente nesse complexo sistema que é a vida, vista aqui não apenas em sua forma biológica, mas social, política, cultural e científica, essa é uma teia, da qual o ser humano é apenas um fio.
Inspiração….
Monicavox

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AS CURAS PROIBIDAS-por Dr Matthias Rath

O Dr. Matthias Rath,é médico-cientista pioneiro no campo da prevenção das doenças cardiovasculares, junto com Linus Pauling, e criador da Medicina Celular, é quem hoje catalisa e lidera o movimento mais importante em prol do Novo Mundo de Paz, Saúde e Justiça Social.

“Minha principal contribuição para a humanidade é a descoberta de como é possível prevenir e tratar as doenças cardiovasculares e, assim, erradicar as doenças cardíacas. A segunda é de expor a dependência que a indústria farmacêutica e seus investidores têm no ‘comércio das doenças’.

SOBRE AS DOENÇAS CARDIOVASCULARES

Quando comecei a pesquisar a causa das doenças cardiovasculares, acreditava-se, por influência da indústria farmacêutica, que elas eram decorrentes da danificação que o colesterol provocava às paredes dos vasos sangüíneos, tornando-as espessas e, eventualmente, bloqueando a passagem do sangue.Hoje, porém, já se sabe não ser esse o caso, pois, se assim fosse, não apenas as artérias do coração e os vasos sangüíneos do cérebro seriam danificados e bloqueados, mas todos os vasos, fazendo com que tivéssemos infarto do nariz, ouvidos, joelhos ou de qualquer outro órgão.Inicialmente descobri que as doenças cardiovasculares são praticamente desconhecidas dos animais, pois eles produzem sua própria vitamina C – a vitamina mais essencial à produção do colágeno, do qual depende o fortalecimento das paredes dos vasos sangüíneos.Nós, porém, não só não a produzimos, como freqüentemente temos uma alimentação deficiente em vitamina C, o que implica o enfraquecimento dos vasos sangüíneos, sobretudo das áreas mais expostas ao estresse mecânico, como é o caso das artérias coronárias que bombeiam o coração.Ao realizar tal fato, me voltei para o estudo das células e moléculas como meio de prevenção e cura das doenças. A descoberta sobre a natureza das doenças cardiovasculares, portanto, foi só o início.A medicina, dividida em disciplinas de acordo com os órgãos, ignora o fato de a saúde ser determinada pela qualidade das células, cujo funcionamento depende da energia biológica promovida, essencialmente, pelas pequenas moléculas biocatalíticas que aceleram as reações químicas nas células, como é o caso das vitaminas, minerais, determinados aminoácidos etc.

A medicina celular, embora seja um novo campo da medicina, está fundamentada naquilo que qualquer estudante de biologia e bioquímica aprende sobre os micro-nutrientes, ou seja, que eles são essenciais à otimização do funcionamento celular. Ela se utiliza, portanto, dos micronutrientes como meio de prevenção e tratamento das doenças mais comuns, como é o caso das doenças cardiovasculares e infecciosas, do câncer etc.

Esses princípios são facilmente compreendidos por qualquer pessoa. Por isso, os profissionais e responsáveis pela saúde pública precisam se familiarizar, o mais rápido possível, com eles, para que sejam capazes de aplicá-los nos programas que visam, exatamente, à saúde pública.Com a constatação de que os nutracêuticos são o combustível biológico das células, torna-se óbvio que a causa da maioria das doenças, ligadas ou não ao sistema cardiovascular, é a carência nutricional prolongada, crônica.

Também descobri um modo natural de prevenir que as células cancerosas se espalhem pelo corpo – não importa seu tipo ou em que órgão tenham começado, pois todas utilizam a mesma “tesoura biológica”, a colagenase – enzima capaz de cortar os tecidos colaginosos.E como a agressividade do câncer é fruto de uma maior produção de colagenase, descobri também que a sua produção pode ser diminuída ou totalmente bloqueada pelos aminoácidos lisina e prolina combinados à vitamina C e a outros micro-nutrientes.

 
A MÁFIA FARMACÊUTICA

A indústria farmacêutica não pode produzir drogas que previnam ou erradiquem as doenças, pois são as doenças que criam a contínua necessidade pelas drogas que produz. Por isso, 80% dos fármacos oferecidos no mercado só encobrem os sintomas das doenças.Qualquer nova descoberta sempre passa por três estágios. Primeiro é ridicularizada. Depois, ferozmente combatida. E, finalmente, torna-se auto-evidente. E assim foi com as minhas descobertas.Só após mais de dez anos da publicação do trabalho “Solução para o quebra-cabeça das doenças cardiovasculares humanas”, a Universidade de Stanford me convidou a apresentá-lo.

Resumi-lhes, então, algumas das questões fundamentais que a cardiologia ainda não conseguiu resolver: 1. Por que os animais não têm ataque de coração, mas o ser humano tem?
2. Por que temos ataque de coração e não temos ataque de nariz?
3. Por que temos endurecimento das artérias – arteriosclerose – e não temos endurecimento das veias – venosclerose?

Em relação às minhas descobertas sobre o câncer, também foram quase dez anos até que o público fosse apresentado a elas, através de um grande artigo no USA Today – talvez o jornal de maior circulação no mundo -, no dia 8 de março de 2002. E a notícia se espalhou como fogo de palha, para o usufruto de muitos.Quando, em 21 de junho de 1997, na Alemanha, denunciei publicamente a indústria farmacêutica pela morte prematura de milhões de pessoas e por ter uma economia baseada no “comércio da doença”, relacionei seu inescrupuloso negócio com o genocídio da Segunda Guerra Mundial.É fato histórico que o maior cartel petroquímico e farmacêutico da Europa, o I.G. Farben, foi quem financiou a subida de Hitler ao poder. Por isso, por determinação do Tribunal de Nuremberg (1946-47), o I.G. Farben foi obrigado a se subdividir em Bayer, BASF e Hoechst, e alguns de seus diretores foram sentenciados como responsáveis pelo início da guerra, genocídio, espoliação de propriedades e outros crimes contra a humanidade.

Cinco anos depois dessa minha denúncia, em 31 de março de 2003, o Der Spiegel as confirmou – fraude, decepção, risco de vida, danificação da economia de vários países etc., assim como a estreita ligação das farmacêuticas com as grandes decisões políticas.

Nota: Donald Rumsfeld, por exemplo, antes de assumir o Ministério da Defesa do Governo Bush, era Chairman of the Board da companhia farmacêutica Gilead Sciences, Inc. Sendo que, entre 1977 e 1985, havia sido presidente e Chairman da companhia farmacêutica multinacional G.D. Searle & Co. onde, devido à sua administração extremamente lucrativa, foi apontado pelo Wall Street Transcript (1980) e pelo Financial World (1981) como Outstanding Chief Executive Officer in the Pharmaceutical Industry.

Eu realmente me regozijo em ter sido não apenas um pioneiro na área da medicina natural, mas também em expor públicamente a indústria farmacêutica. E o artigo do Der Spiegel é a primeira peça do dominó que vai fazê-la ruir num futuro próximo, pois a mídia mundial deve lhe dar continuidade, já que a saúde de milhões de pessoas e a economia de inúmeros países não podem continuar a ser sacrificadas dessa maneira.

A CURA CONHECIDA HÁ QUASE CEM ANOS

Com a descoberta da maioria das vitaminas e dos nutrientes essenciais à otimização do metabolismo celular, entre 1920 e 1935, ficou evidente que sem os nutracêuticos as células não funcionam adequadamente e as doenças são a consequência mais óbvia.Por isso, a primeira estratégia utilizada pela indústria farmacêutica foi tentar bloquear qualquer informação positiva nessa direção, enquanto que a segunda foi de desqualificá-las, tornando ilegal qualquer modo de prevenção ou terapia que utilize os nutracêuticos. E com o ensino da medicina focalizando o uso das drogas farmacêuticas qualquer tratamento natural passou a ser considerado como algo “desatualizado”.Assim, por mais de meio século, gerações e gerações de médicos deixaram as faculdades sem o menor conhecimento sobre a função das vitaminas, minerais etc., em relação à saúde. E certamente também desconhecendo que só no ano de 1937 três cientistas foram laureados com o Prêmio Nobel devido às suas pesquisas em relação às vitaminas.

Nota: O Prêmio Nobel de Química foi dividido entre o inglês Dr. Walter Norman Haworth (1883-1950), por seus estudos sobre os carboidratos e a vitamina C, e o suíço Dr. Paul Karrer (1889-1971), por suas investigações sobre os carotenóides, flavonas, vitaminas A e B2.O Prêmio Nobel de Medicina foi para o húngaro Dr. Albert Szent-Györgyi Von Nagyrapolt (1893-1986), que descreveu o processo de combustão biológica, enfatizando o papel da vitamina C.

O SECULO XXI E AS DOENÇAS

Agora, no início do século XXI, o ser humano vai acordar de um pesadelo. Com o acesso à informação sobre os nutracêuticos necessários à otimização das funções celulares, duas em cada três pessoas poderão salvar suas vidas. Embora para persuadir o povo e os profissionais da saúde do contrário a indústria farmacêutica venha gastando duas vezes mais recursos financeiros em propaganda do que em pesquisa.A Organização Mundial da Saúde (OMS), criada em 1948, com o objetivo de melhorar a saúde dos povos, durante a sua primeira década de existência publicou o boletim anual Joint Reports on Nutrition, junto com a Organização para a Agricultura e a Alimentação (ou FAO – Food and Agricultural Organization).

Em 1963, porém, já tendo se tornado um instrumento do cartel farmacêutico, a OMS forma uma nova comissão – o Codex Alimentarius – que passa a combater o uso dos nutrientes como elementos de prevenção, cura e erradicação das doenças, de modo mais específico, isto é, estabelecendo, por lei, “limites máximos” para o consumo dos nutrientes, impedindo de serem utilizados como elementos terapêuticos.

Deflagrava-se, assim, uma “guerra santa” contra as medicinas naturais e a disseminação de informações sobre os benefícios dos micronutrientes. Isso permitiu que durante 40 anos o cartel farmacêutico utilizasse a infra-estrutura da OMS para ditar seus interesses e monopolizar o acesso à “saúde”.Com metade dos seus membros envolvidos, direta ou indiretamente, com a indústria farmacêutica, o Codex Alimentarius tentou tornar ilegais as terapias naturais nos Estados Unidos. A proposta, entretanto, acabou derrotada pela aprovação, por unanimidade, do Dietary Supplement Health and Education Act, em agosto de 1994.

Ficou assim, portanto, garantido ao povo americano o livre acesso às terapias alternativas e informações relativas aos métodos naturais de terapia e prevenção – os direitos civis são tão sagrados nesse país que, em tempos de paz, tal proibição é impossível de ser aceita.

Com mais de 50% dos americanos já consumindo, regularmente, micronutrientes como meio de melhorar a saúde, a única maneira de lhes tirar essa liberdade seria sob leis marciais postas em vigor, alegando-se “Guerra ao Terrorismo” ou coisa que o valha.

Não tendo conseguido alcançar seus objetivos, o Codex redobrou seus esforços e recursos financeiros visando à proibição da divulgação de qualquer informação relativa à prevenção e tratamento relacionados aos nutrientes – recomendação que, caso algum dia venha a ser aprovada pela United Nations General Assembly, terá que ser adotada por todos os países membros da ONU.

Contra essa agenda do cartel farmacêutico, temos organizado, regularmente, protestos, campanhas e conferências científicas. E, tendo conseguido que mais de 600 milhões de cartas chegassem aos governantes e parlamentares antes do encontro do Contex, em novembro de 2002, em Berlim, tal proibição ainda não conseguiu ser implementada.

Durante a exposição do programa Health for All by the Year 2020 para mais de cem chefes de Estado, por ocasião da Cúpula Mundial de Johannesburg, em agosto de 2002, chamei a atenção para a natureza fraudulenta do “comércio das doenças” utilizado pela indústria farmacêutica e dei início à batalha pela reconquista da OMS.

Dois anos antes, a delegação da África do Sul já havia se recusado a pagar os royalties e até mesmo a distribuir medicamentos contra a Aids. E, por isso, foi processada pela International Federation of Pharmaceutical Manufacturers. Diante, porém, do número de protestos vindos de todas as partes do mundo, em janeiro de 2001, o cartel farmacêutico retirou o processo contra Pretória – a primeira vitória histórica contra a hipocrisia do Contex Alimentarius.

Os governos da Jordânia, Emirados Árabes, Nigéria, África do Sul, Angola, Mali e muitos outros países da África, assim como a República Popular da China, já estão decididos a adotar medidas baseadas nos processos de cura natural. Cabe, portanto, aos países da África, Ásia e América do Sul liderarem essa batalha, que será disputada com a mesma brutalidade que qualquer campanha militar, cujo tempo de duração dependerá do nível de conhecimento do povo para que ele possa pressionar seus governantes a tomarem medidas condizentes em nível nacional e internacional.

É preciso que todos saibam que embora o cartel farmacêutico afirme que os nutrientes provocam efeitos colaterais, isso é impossível, pois eles são o material de construção do organismo e qualquer excesso é eliminado sem problema algum. Já as drogas farmacêuticas, cuja natureza sintética o organismo não reconhece, atuam de modo oposto (se acumulam no organismo). Com esses argumentos o Codex Alimentarius também mostra ignorar o artigo publicado no Journal of the American Medical Association – JAMA, de 15 de abril de 1998, que aponta os fármacos como a quarta (ou terceira?) causa mortis no mundo industrializado.

Já está cientificamente provado que qualquer vírus pode ser parcialmente ou completamente bloqueado pelas terapias naturais. Em um estudo publicado em 1990 no Proceedings of the National Academy of Science USA – uma das publicações científicas mais lidas em todo o mundo – constatava-se que a vitamina C é capaz de bloquear a replicação do vírus HIV em mais de 99,9%.

Isso significa que há mais de uma década a indústria farmacêutica, a OMS e o establishment sabem não apenas existirem alternativas naturais contra os vírus, mas também que elas são mais efetivas do que qualquer fármaco. O problema é que elas não são patenteáveis (e sem a patente, a indústria farmacêutica não tem lucro).

Os aminoácidos lisina e prolina são igualmente fundamentais ao bloqueio da disseminação dos vírus, pois eles se propagam digerindo os tecidos adjacentes, ou seja, o colágeno. Isso significa que basta que a enzima colagenase seja neutralizada para que a disseminação dos vírus seja prevenida ou minimizada.

Desde que decidi continuar a segurar a tocha até então carregada por Linus Pauling, estive consciente do perigo que correria. E assumir a batalha de libertar o ser humano da indústria farmacêutica, que promete saúde mas vende a doença, foi uma decisão deliberada.

Na verdade, desde que descobri a conexão do escorbuto com as doenças cardiovasculares, soube que eu representava uma ameaça para a indústria farmacêutica. Esta, porém, sem argumentos científicos que se oponham às minhas descobertas, se restringe a tentar me desqualificar como pessoa – destino de todos que se atrevem a se levantar pelo que é de direito.Quando os lares, clínicas, hospitais etc. adotarem os meios naturais de saúde, os grupos que têm interesse financeiro no “comércio da doença” da indústria farmacêutica serão privados do dinheiro necessário para financiar a guerra. Por isso, a saúde também é o fator mais estratégico e poderoso para nos garantir uma vida pacífica.

Os Estados Unidos e o Reino Unido (os dois países que declararam guerra ao Iraque, não por acaso) são os dois maiores exportadores de produtos farmacêuticos. O dinheiro relativo à venda de duas entre cada três pílulas de remédios no mundo inteiro retorna para eles. Mas o conhecimento científico hoje existente já é suficiente para eliminar três quartos das doenças dos países industrializados.

UMA VISÃO DE FUTURO

Nos países em desenvolvimento mais de dois bilhões de pessoas sofrem de carência de micronutrientes, tornando-as susceptíveis às doenças infecciosas e outros problemas de saúde. Por isso, o conhecimento sobre os benefícios dos micro-nutrientes é fator crucial à melhoria da saúde e bem-estar de todos.

Imaginem a quantidade de dinheiro que sobrará para ser aplicado em educação e outras medidas sociais quando deixar de ser drenado pela indústria farmacêutica – serão multitrilhões de dólares disponíveis tão logo o “comércio das doenças” seja banido do planeta.

Obviamente ainda existirão doenças no ano 2020, porém os ataques de coração, infartos, câncer, osteoporose e muitas outras deixarão de ser epidêmicas. Estou convencido da contribuição que nossa Fundação poderá dar para que tenhamos “Saúde para Todos no Ano 2020″.

Atualmente, nosso maior meio de comunicação é a página da Fundação na Internet. E enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) falhar na sua missão de prover informações sobre os meios naturais de saúde a todos os povos, nós a assumiremos. Por isso, fizemos dessa página uma das principais fontes de informação para pacientes, políticos e profissionais da saúde.

Para isso estamos nos empenhando para que tais informações estejam disponíveis em várias línguas. Pedimos, porém, a todos que nos enviem informações sobre projetos-piloto, já implementados ou não, que estejam fazendo, com o objetivo de expandir informações e terapias naturais na sua comunidade, cidade ou país.”

Visão pessoal…….

Nos dias de hoje pode-se patentear bem dizer qualquer coisa e as indústrias farmacêuticas aproveitam e incluem novos usos, formas de dosagem e combinações de medicamentos antigos chegando ao cúmulo de mudar, como já foi dito, até a cor das pílulas.A indústria farmacêutica não tem interesse em desenvolver medicamentos para tratar doenças tropicais, tais como: malária, a doença do sono ou a esquistossomose, doenças comuns nos países em desenvolvimento e do terceiro mundo, pois nesses países a população é muito pobre e não poderiam comprar seus medicamentos. Por outro lado ela investe, com abundância, em medicamentos para reduzir o colesterol, tratar transtornos emocionais ou azia.Precisamos, com urgência, tomar providências contra estas gigantes da indústria farmacêutica que insistem em distorcer pesquisas, em aumentar seus lucros custe o que custar, em manter através das patentes o monopólio de produção e comercialização dos seus medicamentos e de aumentar seus preços a níveis estratosféricos.Uma, dentre várias, necessidades da indústria farmacêutica é desenvolver medicamentos para clientes que podem pagar os preços estabelecidos por eles. Os laboratórios estavam, há tempos, voltados para pesquisar, para desenvolver medicamentos para tratar doenças; hoje estes anunciam “doenças” que se encaixam nos medicamentos que produzem. Isto pode parecer paradoxal e mesmo perverso, mas é até onde tem chegado essa indústria.Quem já se deu ao “trabalho” de ler uma bula de remédio, já notou que na sua grande maioria determinado medicamento é indicado para vários tipos de doenças; isto também é uma forma dos grandes laboratórios burlarem a lei de patentes e ao mesmo tempo aumentar seus lucros, pois o tal remédio serve para inúmeros males, isso tudo com o olhar complacente das autoridades e órgãos públicos.Quando um grande laboratório anuncia a criação de um novo medicamento, com grande potencial de consumo, logo suas ações na bolsa de valores sobem vertiginosamente, pois os lucros presumidos nesse novo medicamento são muito grandes e é lucro garantido não só para os laboratórios como para seus investidores/acionistas.A indústria farmacêutica manipula resultados de pesquisas científicas, não realiza todos os procedimentos necessários para colocá-lo no mercado com segurança para a população, ou seja, a necessidade de auferir lucros, o mais rápido possível, é o que importa.

Inspiração….

Codex Alimentarius – ActionLive

Analyses for Hormonal Substances in Food Producing Animals

Animal Feed Contamination: Effects on Livestock and Food Safety

Curas Naturais que eles não querem que você saiba

Monicavox

Recomendo….

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A Cozinha de Monicavox-A importância do Detox na ascenção do corpo físico…..com receitas –


Aprendendo a nos desintoxicar descobriremos os segredos da saúde plena. Aprenderemos a prevenir doenças e a evitar os estimulantes artificiais, que mascaram tudo com a falsa idéia de gerar prazer.
Quanto melhor nos sentimos, mais procuramos meios naturais para nos equilibrarmos (sol, água, alimentos vivos, atividade física, lazer, respiração, etc.). Recorrer às drogas que causam dependência e arruínam a saúde não pode ser considerada uma atitude espiritual.
Quanto mais intoxicados estamos, mais precisamos de estimulantes – cada vez mais fortes – para “manter” o equilíbrio.Qualquer desequilíbrio no nosso corpo físico muda a nossa disposição e provoca distúrbios emocionais. Qualquer emoção provoca uma descarga de adrenalina no sangue – reação ao stress. Isso cria um bloqueio das funções de eliminação do corpo, elevando o nível de intoxicação e agravando os distúrbios emocionais.Esse círculo vicioso é interrompido assim que usamos um processo de desintoxicação – precioso meio preventivo e curativo de numerosos desequilíbrios psíquicos.
Muitos distúrbios, que à primeira vista parecem ter apenas causas psicológicas, são transformados pelos processos físicos de limpeza do organismo. A cura de diversas doenças psiquiátricas graves, freqüentemente consideradas incuráveis, mostra isso.Qualquer intoxicação do corpo e qualquer distúrbio emocional provoca uma diminuição das funções cerebrais. Todos nós sabemos como é difícil raciocinar com clareza após uma refeição pesada.Descobrir o efeito positivo da desintoxicação sobre as faculdades mentais é apaixonante. A concentração, a memória, a capacidade criativa e intuitiva ficam extraordinariamente aguçadas.

Eu sempre afirmo: intestino preso e corpo intoxicado “emburrecem”. Em contrapartida, um corpo desintoxicado fica mais criativo e inteligente. E para fechar, um corpo limpo gera uma harmonia que é sinal da espiritualidade em condição de evolução.

Todas as grandes religiões da história instituíram períodos de descanso do organismo (Shabat, Ramada, Quaresma, jejum ritual) para assegurar a boa condição física durante o ano e criar momentos privilegiados para a vida espiritual.As técnicas de desintoxicação são instrumentos valiosos para nos libertarmos do condicionamento educacional, dos hábitos sociais nocivos para a saúde, das emoções desequilibradas, dos preconceitos e da intolerância.A experiência individual é insubstituível quando se trata de aprender, sem fanatismo, a manter a forma física, a equilibrar a vida emocional, a ampliar nossa consciência espiritual.Os hábitos agradáveis, a refeição saborosa e os pequenos prazeres não devem ser obrigatoriamente abolidos para sempre. Não há como obter saúde com atitudes de disciplina espartana, mas sim por uma sucessão de adaptações sábias.

A DESINTOXICAÇÃO ALIMENTAR

É salutar aliviar o organismo da sobrecarga alimentar. A energia normalmente consumida para realizar a digestão de alimentos pesados servirá então para realizar uma limpeza e uma regeneração do corpo físico. Os produtos da natureza (frutas, hortaliças, ervas e grãos) são os alimentos que exigem o menor trabalho digestivo.Além disso, são dotados de extraordinárias propriedades despoluidoras, ou seja, depurativas. A sua riqueza em fibras assegura uma verdadeira “limpeza” no tubo digestivo, levando, junto com as fezes, uma grande quantidade de toxinas e resíduos.Graças a seu elevado teor de vitaminas, sais minerais, oligoelementos, enzimas e substâncias biologicamente ativas de todo tipo, os vegetais fornecem aos órgãos de eliminação os elementos de que necessitam para funcionar perfeitamente. Além disso, quando consumidos crus, fornecem ao corpo uma água cheia de vitalidade.

A maioria das hortaliças demanda calorias ao se deslocarem de uma extremidade à outra do tubo digestivo. Na realidade, para digeri-las, o organismo queima mais calorias do que recebe. Isso gera um balanço calórico negativo, provocando uma perda de peso por combustão das gorduras em excesso.Em alguns trabalhos que consultei, os alimentos estão classificados em quatro categorias, de acordo com o seu grau de VITALIDADE. Acho este conceito de extrema sabedoria, e toda vez que acesso um esclarecimento de forma tão clara e objetiva, não resisto, compartilho imediatamente:
1) Alimentos que GERAM VIDA – chamados BIOGÊNICOSSão a base ideal da alimentação, usando um ponto de vista qualitativo. São os germes e os brotos dos grãos, dos cereais, das leguminosas, das ervas e das hortaliças.Germes e brotos são as plantas no início de seu crescimento, portanto extremamente ricas em substâncias que os cientistas chamam de micronutrientes. São as vitaminas, sais minerais, oligoelementos, aminoácidos, enzimas, hormônios vegetais, estimulantes biológicos, etc.).
Ao ingerirmos esse tipo de alimento cru irão reforçar a vitalidade das células e permitir que elas se regenerem constantemente.2) Alimentos que ATIVAM A VIDA – chamados BIOATIVOS

São a base ideal da nossa alimentação do ponto de vista quantitativo.
São as frutas, ervas, hortaliças, leguminosas, nozes (sementes oleaginosas), os bagos, grãos e cereais que já estão maduros e são consumidos em perfeito estado, crus ou deixados de molho.
Os alimentos que geram a vida, e os alimentos que ativam a vida são considerados ALIMENTOS VIVOS.
Foram previstos pela natureza para assegurar a vida e o bem estar do ser humano. Seu consumo traz vitalidade e saúde em qualquer idade.

3) Alimentos que DIMINUEM A VIDA – chamados BIOESTÁTICOS

São os alimentos cuja força vital foi reduzida pelo tempo (alimentos crus por muito tempo armazenados), pelo frio (refrigeração e congelamento) ou pelo calor.
Estão incluídos aqui as carnes, o leite e derivados e os ovos.
O consumo de alimentos bioestáticos é o resultado de hábitos sociais. O seu consumo assegura o funcionamento mínimo de nosso organismo, mas provoca o envelhecimento das células, pois não lhes fornece as substâncias vivas necessárias para sua saudável regeneração.

4) Alimentos que DESTROEM A VIDA – chamados BIOCÍDICOS

São os alimentos que predominam na alimentação moderna.
São todos os alimentos cuja força vital foi destruída pelos processos físicos ou químicos de refino, conservação ou preparo.
Os alimentos biocídicos foram inventados pelo homem para sua própria perda. Ganham em praticidade, perdem em qualidade. Ganham em prazer, perdem em saúde.

Açúcar, principalmente o refinado, sal, chá preto, café, chocolate, bebidas alcoólicas, frituras, alimentos industrializados e aditivados, margarina e óleos refinados.
Envenenam pouco a pouco as células com as substâncias nocivas que contêm. É preciso saber que, mesmo em pequenas doses, qualquer produto químico adicionado aos alimentos é tóxico.

Os processos agrícolas modernos e a industrialização introduzem no organismo substâncias que paralisam o instinto alimentar, perturbam a assimilação e bloqueiam a eliminação.
Enfraquecem pouco a pouco o sistema imunológico, causam vários problemas de saúde e abrem portas às chamadas doenças da civilização – doenças cardiovasculares, câncer, reumatismo, diabetes e outras doenças degenerativas, doenças mentais.

Resumindo:

ALIMENTOS DE ALTA VITALIDADE

São os alimentos usados nas receitas da Alimentação Desintoxicante. São fáceis de digerir e apóiam os mecanismos de desintoxicação do corpo à BIOGÊNICOS (geram vida) + BIOATIVOS (ativam a vida).

ALIMENTOS DE BAIXA VITALIDADE

Exigem do organismo grande esforço para serem digeridos, intoxicam e entopem o organismo à Bioestáticos (diminuem a vida) + Biocídicos (destroem a vida).

FINALIZANDO

Agora já sabe o que deve constar no preparo dos seus sucos desintoxicantes.
E mais, o trabalho com a Alimentação Desintoxicante provoca uma real mudança de contextos e hábitos que vai muito além destes conceitos de seleção dos alimentos. São os novos rituais, a serem praticados com uma consciência em estado constante de expansão.

Existem 2 propostas neste trabalho, a da desintoxicação diária, através de sucos, sumos e lanches desintoxicantes, e a proposta de 1 ou mais dias de desintoxicação intensiva com sucos, sumos e sopas desintoxicantes. Esta desintoxicação intensiva deve ser realizada por pessoas que desejam sair de um processo excessivamente tóxico como parar de fumar ou beber, depressão, obesidade, relacionamentos destrutivos e etc.

De qualquer forma, recomendo para todas as pessoas, principalmente aquelas que estão numa busca determinada por crescer, a desintoxicação diária com a desintoxicação intensiva (de 1 a 7 dias) a cada 1-2 meses.

Como fazer a dieta detox – O que comer e o que evitar

Não basta somente você fazer a dieta à risca se você não mudar seus hábitos alimentares e fazer com que passe a comer somente alimentos ricos em proteínas e etc. Vamos lista aqui alguns alimentos que, ao iniciar esta dieta, você deve evitar ou consumir em uma quantidade bastante moderada.

Alimentos a serem evitados

  • Alimentos industrializados
  • Café
  • Bebida alcoólica
  • Carne vermelha
  • Excesso de sal
  • Açucares
  • Carboidratos refinados

Este são os alimentos a serem evitados para que sua dieta surta efeito.

Alimentos indicados

Parece brincadeira, porém o principal alimento para limpar seu organismo é a água. Ela é a base de sua alimentação. Beba bastante água para esta dieta surtir efeito. Além disto você pode consumir chá verde, água de coco, limão, chá e maçã são alimentos que não podem faltar na geladeira de quem se propõe a fazer a dieta.

Outros alimentos

Veja mais como os sucos detox podem ser feitos, ingredientes e como preparar para você complementar sua alimentação diária.

Exercícios

Fazer exercício sempre deve fazer parte de suas dietas. É um complemento que faz com que seu corpo funcione melhor como um todo, além de auxiliar a perda de gorduras do corpo.

Resultado de imagem para imagens sobre saude naturalVisão pessoal….

Atualmente recebemos muitas informações a respeito da saúde e da alimentação através da mídia. A cada dia surgem novos produtos alimentícios, novas tecnologias e algumas vezes ouvimos termos que, ao invés de esclarecer, tornam mais difíceis nossas escolhas alimentares do dia-a-dia. Termos como alimentos orgânicos, light, diet, funcionais, nutracêuticos e transgênicos já fazem parte do nosso vocabulário, mas existe ainda pouco esclarecimento sobre o que efetivamente significam e quais as diferenças entre eles. Estamos vivendo em um momento crítico da história da terra, na qual nós precisamos eleger o futuro que queremos. Os riscos são grandes para se seguir adiante. Todas as formas de vida inclusive a nossa está sob uma ameaça constante desencadeada pelo sapiens sapiens.Estamos em uma encruzilhada que cada vez mais nos obriga a enfrentar e repensar nosso destino comum. Nossos atuais hábitos de consumo são quase que totalmente insustentáveis, gerando cada vez mais destruição do meio que se vive, tornando todos os espaços de vivência e habitação em locais completamente artificiais. O ritmo evolutivo da nossa civilização a que chamamos e consideramos modernos podem ser considerados como de uma geração que ainda não alcançou a maturidade ambiental, não conseguiu perceber que quanto mais nos afastamos dos ciclos da natureza, mas estamos evocando o desequilíbrio ecológico de todas as formas de vida. Quase todos os espaços criados pelos seres humanos estão ultrapassando a escala humana de manejo, necessitando cada vez mais de tecnologias que contribuem para a criação e manutenção de espaços humanos completamente artificiais, onde tudo é manejado por controles e comandos eletro-eletrônicos. Controla-se o ar, a temperatura, a umidade, a refrigeração, a claridade, até a alimentação de todos que fazem parte deste mesmo ambiente, que a meu ver não pode ser considerado de ecossistema. As nossas casas estão cada vez mais se tornando em centrais poluidoras e distantes de serem considerados espaços que abrigam seres da natureza. O esforço individual de cada um de nós pode fazer a diferença e causar mudanças profundas. Somos muitos habitantes, mas se cada um iniciar por fazer algo, poderá redirecionar e mudar muitas coisas, espaços e cabeças. Precisamos ecologizar todos os espaços iniciando este processo por nossa consciência que permanentemente nos indica o que queremos e como fazer. A decisão é sua, e o apelo é a da natureza. Educando os filhos para a sustentabilidade, é a solução mais plausível e passível de conseguir resultados ,se quisermos que modelos de sustentabilidade possam virar e ser princípios norteadores de nossas ações presentes e futuras; temos que preparar as próximas gerações. A ecologização ainda não faz parte da nossa cultura, mas precisamos fazer com que ela se torne essencial.

Inspiração….

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A Ciência vai curar o mundo?

Resultado de imagem para imagens sobre a medicina do futuroA Ciência moderna vai curar o mundo? Será que as profecias bíblicas de Isaías e Revelação (Apocalipse) apontam para um tempo em que os próprios humanos conseguirão eliminar todas as doenças que há no mundo? Para alguns, isso não é impossível tendo em conta o que já se conseguiu realizar no campo dos tratamentos de saúde.Os cientistas da Nova Era, sérios e engajados em uma causa, o da erradicação das doenças no mundo no entanto, querem proporcionar muito mais do que apenas o básico em relação a tratamentos de saúde. Tecnologia de ponta está revolucionando a medicina. Tem-se dito que a cada oito anos os cientistas duplicam seus conhecimentos médicos. Os exemplos que se seguem são apenas algumas das últimas consecuções tecnológicas e metas alcançadas na luta contra as doenças.

Imagem relacionada▪ Raios X 

Por mais de 30 anos, os médicos e os hospitais têm usado o que é conhecido como TC (tomografia computadorizada)Os tomógrafos produzem imagens tridimensionais de raios X do interior do corpo humano. Essas imagens ajudam no diagnóstico de doenças e no exame de anomalias internas.Embora haja controvérsias sobre os perigos envolvidos na exposição à radiação(sabemos que existem perigos grandes), especialistas em medicina estão otimistas com relação aos futuros benefícios dessa tecnologia em desenvolvimento. Michael Vannier, professor de radiologia do Hospital da Universidade de Chicago, EUA, diz: “Nos anos mais recentes o progresso foi tão rápido que mal conseguimos acompanhar!”Os tomógrafos agora são mais rápidos, mais precisos e menos dispendiosos. A velocidade desses novos aparelhos de exame é uma importante vantagem. Isso ocorre em especial ao se fazer uma tomografia do coração. Por causa dos constantes batimentos cardíacos, muitas das imagens ficavam turvas, dificultando uma análise exata. Como explica a revista New Scientist, os novos tomógrafos “levam apenas um terço de segundo para girar em volta do corpo, mais rápido que um único batimento cardíaco”, gerando assim imagens mais nítidas.

Com a ajuda dos tomógrafos mais novos, os médicos não só podem ver detalhes anatômicos do interior do corpo, mas também examinar a atividade bioquímica de áreas específicas. Esse procedimento pode tornar possível detectar a presença de câncer em seus estágios iniciais.

▪ Cirurgia robótica 

Robôs sofisticados já não se restringem mais ao mundo da ficção científica — pelo menos no campo da medicina. Milhares de cirurgias já são realizadas com a ajuda de robôs. Em alguns casos, os cirurgiões operam por meio de um controle remoto que lhes permite manipular diferentes braços robóticos. Esses braços são equipados com bisturis, tesouras, câmeras, cautérios e outros instrumentos cirúrgicos. A tecnologia permite que os cirurgiões realizem operações extremamente complexas com incrível precisão. “Os cirurgiões que utilizam o sistema têm constatado que os pacientes perdem menos sangue, sentem menos dor, têm menor risco de complicações, ficam menos tempo no hospital e recuperam-se mais rapidamente do que os pacientes submetidos a uma cirurgia convencional”, relata a revista Newsweek.

Resultado de imagem para imagens sobre a medicina do futuro▪ Nanomedicina 

Nanomedicina é a aplicação da nanotecnologia no campo da medicina. Por sua vez, nanotecnologia é a ciência da manipulação e da criação de objetos microscópicos. A unidade de medida usada nessa tecnologia é chamada nanômetro, que equivale à bilionésima parte de um metro.Para dar uma noção dessa medida, a página que você está lendo agora tem cerca de cem mil nanômetros de espessura, e um fio de cabelo humano tem cerca de 80 mil. Um glóbulo vermelho tem uns 2.500 nanômetros de diâmetro. Uma bactéria mede cerca de mil nanômetros de comprimento, e um vírus cerca de cem nanômetros. Seu DNA tem por volta de 2,5 nanômetros de diâmetro.

Os defensores dessa tecnologia acreditam que, num futuro próximo, os cientistas serão capazes de construir dispositivos minúsculos desenvolvidos para realizar procedimentos médicos dentro do corpo humano. Muitas vezes chamados de “nanomáquinas”, esses pequenos robôs possuirão computadores microscópicos programados com instruções bem específicas. O mais espantoso é que essas máquinas tão complexas serão construídas com componentes de cem nanômetros no máximo. Isso é 25 vezes menor do que o diâmetro de um glóbulo vermelho!Por serem tão pequenos, espera-se que os nanodispositivos consigam um dia viajar através de minúsculos capilares e distribuir oxigênio a tecidos anêmicos, remover obstruções de vasos sanguíneos e placas nas células cerebrais, e até mesmo encontrar e destruir vírus, bactérias e outros agentes infecciosos.

As nanomáquinas podem também ser usadas para levar os remédios diretamente a células específicas.Os cientistas prevêem que, com o auxílio da nanomedicina, haverá uma grande melhora nos diagnósticos de câncer. O Dr. Samuel Wickline, professor de medicina, física e engenharia biomédica, disse: “Há enormes possibilidades de se diagnosticar pequenos cânceres bem mais cedo do que antes e de tratá-los com medicamentos fortes, aplicados apenas no local do tumor. Ao mesmo tempo reduziremos quaisquer efeitos colaterais.”

Embora possa parecer ficção futurística, a nanomedicina é algo bem real para alguns cientistas. Os que estão na dianteira da pesquisa desse campo da medicina esperam que, dentro da próxima década, a nanotecnologia esteja sendo usada no reparo e na reorganização da estrutura molecular das células vivas. Um defensor da nanotecnologia afirma: “A nanomedicina vai eliminar quase todas as doenças comuns do século 20, praticamente todo o tipo de dor e sofrimento relacionados à saúde, e possibilitar o aumento de certas capacidades do ser humano.” Mesmo agora, alguns cientistas já estão sendo bem-sucedidos em aplicar a nanomedicina em animais de laboratório.

▪ Genômica 

O estudo da estrutura dos genes é chamado de genômica. Todas as células no corpo humano estão repletas de componentes essenciais para a vida. Um desses componentes é o gene. Cada um de nós tem cerca de 35 mil genes que determinam a cor e a textura do cabelo, a cor dos olhos e da pele, a altura e outros traços da nossa aparência física. Nossos genes também desempenham um importante papel em determinar a qualidade de nossos órgãos internos.Quando os genes estão defeituosos, eles podem afetar a nossa saúde. De fato, alguns pesquisadores acreditam que todas as doenças resultam de disfunções genéticas. Alguns genes defeituosos são herdados de nossos pais. Outros são danificados pela exposição a elementos nocivos do ambiente ao nosso redor.

Os cientistas esperam poder identificar em breve genes específicos que nos tornam propensos a doenças. Isso possibilitará que os médicos entendam, por exemplo, por que certos indivíduos têm mais predisposição a ter câncer do que outros, ou por que um tipo de câncer é mais agressivo em algumas pessoas do que em outras. O estudo dos genomas pode também revelar por que um medicamento é eficiente em alguns pacientes e em outros, não.Essas informações genéticas específicas podem dar origem ao que está sendo chamado de medicina personalizada. Como você talvez se beneficie dessa tecnologia? O conceito da medicina personalizada sugere que o tratamento médico pode ser adaptado ao seu perfil genético único. Por exemplo, se um estudo dos seus genes revelasse que você tem predisposição a desenvolver certa doença, os médicos poderiam detectá-la muito antes de aparecerem quaisquer sintomas. Os que defendem essa vertente da medicina afirmam que nos casos em que a doença ainda não está presente, o tratamento certo, a alimentação adequada e as mudanças de comportamento podem até mesmo evitar completamente a doença.

Os seus genes também podem alertar os médicos sobre a probabilidade de você ter alguma reação adversa a certos medicamentos. Essa informação dará a eles a capacidade de prescrever o tipo certo de medicação e a dosagem necessária no seu caso específico. O jornal The Boston Globe, declara: “Por volta de 2020, o impacto [da medicina personalizada] provavelmente será muito mais extenso do que qualquer um de nós possa prever hoje. Serão desenvolvidos novos medicamentos com base na genética individual para combater diabetes, doença cardíaca, mal de Alzheimer, esquizofrenia e diversas outras doenças que causam tantas mortes e tanto sofrimento na nossa sociedade.”

As tecnologias mencionadas acima são apenas uma amostra do que a ciência promete para o futuro. O conhecimento na área da medicina continua crescendo num grau sem precedentes. Mas os cientistas não esperam erradicar completamente todas as doenças em breve. Há muitos obstáculos que ainda parecem intransponíveis.

Resultado de imagem para imagens sobre a medicina do futuroObstáculos que parecem intransponíveis

O comportamento humano pode diminuir o processo de erradicação das doenças. Por exemplo, há cientistas que acreditam que os danos que o homem provoca em certos ecossistemas têm resultado no aparecimento de novas e perigosas doenças. Numa entrevista à revista Newsweek, Mary Pearl, presidente do Fundo para a Vida Selvagem, explicou: “Desde os meados da década de 70, mais de 30 novas doenças surgiram, incluindo aids, ebola, doença de Lyme e Sars (síndrome respiratória aguda severa). Acredita-se que muitas delas se tenham originado na vida selvagem e infiltrado nas populações humanas.”

Além disso, as pessoas estão comendo menos frutas e verduras frescas, e mais açúcar, sal e gordura saturada. Isso, junto com a diminuição das atividades físicas e outros hábitos prejudiciais à saúde, tem causado mais doenças cardiovasculares. O número de fumantes está aumentando entre os jovens e diminuindo entre os mais conscientes, mas ainda gera graves problemas de saúde e milhões de mortes em todo o mundo. Todo ano cerca de 20 milhões de pessoas ficam com graves lesões ou morrem em resultado de acidentes de automóvel. Guerras e outras formas de violência matam e mutilam um número incontável de pessoas. Milhões têm saúde fraca em resultado do abuso de álcool ou do uso de drogas.

O fato é que independentemente da causa, e mesmo com todos os avanços da tecnologia médica, ainda sofremos muito por causa de algumas doenças. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), ‘em qualquer época, mais de 150 milhões de pessoas sofrem de depressão, cerca de 25 milhões sofrem de esquizofrenia, e 38 milhões de epilepsia’. O vírus HIV/aids, doenças diarréicas, malária, sarampo, pneumonia e tuberculose infectam milhões, matando um número incontável de crianças e jovens.

Há outros obstáculos que parecem intransponíveis no caminho para a erradicação das doenças. A pobreza e governos ineficazes e corruptos são dois grandes obstáculos. Um relatório recente da OMS declarou que milhões de pessoas que morrem por doenças infecciosas poderiam ser salvas se não fossem as falhas governamentais e a falta de fundos.Será que o conhecimento científico e os grandes avanços tecnológicos conseguirão ajudar a superar tais obstáculos? Teremos em breve um mundo sem doenças? É verdade que os aspectos mencionados não dão uma resposta clara.

Medicina alternativa em alta

Há uma grande variedade de tratamentos de saúde que em geral não é aceita por médicos que utilizam a medicina convencional. Tais métodos são muitas vezes conhecidos como medicina tradicional e medicina alternativa. Nos países em desenvolvimento, a maioria da população depende da medicina tradicional para tratar seus problemas de saúde. Em lugares pobres, muitos não podem pagar tratamentos convencionais, e ainda outras pessoas simplesmente preferem os métodos tradicionais.Formas alternativas de medicina também estão aumentando de modo rápido em países ricos. Entre os métodos mais populares de medicina alternativa estão a acupuntura, a quiroprática, a homeopatia, a naturopatia e o uso de ervas medicinais. Algumas dessas práticas têm sido estudadas cientificamente e se mostram benéficas em certas condições. No entanto, ainda não existem conclusões definitivas sobre a eficácia de certas práticas alternativas. Sua crescente popularidade tem gerado algumas questões relacionadas à segurança. Em muitos países, tais terapias não são regulamentadas. Isso cria um ambiente no qual produtos falsificados, charlatões e a tão prejudicial automedicação conseguem prosperar. Amigos e parentes bem-intencionados podem às vezes querer fazer o papel de consultores médicos, embora não tenham formação suficiente para isso, resultando em efeitos colaterais e outros problemas de saúde.Em muitos países onde a medicina alternativa é regulamentada, algumas de suas terapias têm sido cada vez mais aceitas entre a comunidade médica convencional, e alguns médicos estão fazendo uso delas.

Visão pessoal…

Cada pessoa na Terra tem a capacidade de receber e de aceitar as vibrações de cura, seja de outro ser humano, de um ser do plano interno ou do universo do Criador. Receber a cura é um direito divino para todas as almas na Terra ou nos planos internos. É também importante compreender que é do direito divino e da capacidade natural de cada pessoa expressar as energias de cura dos seus seres para si ou para os outros. Isto significa que cada pessoa pode ser curada e pode ser o curador. Quando você percebe o seu direito divino e a sua capacidade natural, você se capacita. O universo do Criador está sempre liberando frequências de cura para você e através de você. É simplesmente a sua escolha quanto a se você deseja recebê-las apenas para se apoiar ou compartilhá-las com os outros que precisam.Muitas pessoas também acreditam que a fim de ser um curador há uma necessidade de ser guiado ou instruído sobre como expressar as energias de cura. Há muitas organizações que irão apoiá-lo nesta questão na Terra e nos planos internos. Elas oferecem uma profunda compreensão enquanto o incentivam a assumir a responsabilidade pela sua habilidade de cura. Elas podem focar a sua atenção para determinadas energias de cura no universo do Criador, para que você possa pedir que trabalhem com você. Isto tem por algum tempo sido o caminho aceito para se tornar um curador, entretanto, neste momento da ascensão, muitas pessoas em seu próprio tempo e espaço, estão se tornando conscientes de sua capacidade de cura e das energias de cura que a sua alma deseja trazer. É semelhante a uma lembrança que desperta, ou a uma ativação do seu direito divino. A vibração da Terra e da Humanidade está se acelerando de forma significativa, levando muitos a se lembrarem de sua verdade, de suas habilidades naturais de cura e alinhamentos.Se a sua habilidade natural de cura está se ativando, você pode estar experienciando calor ou uma sensação de formigamento em suas mãos, pés e até em seu peito, testa ou no coronário. Isto pode ocorrer em certos momentos ou mesmo continuamente ao longo do seu dia. Lembre-se de que cada parte de seu corpo tem a capacidade de expressar a energia de cura. Você pode sentir a energia fluindo através do seu corpo como uma corrente de eletricidade. Saiba que enquanto a sua habilidade de cura desperta, assim todo o seu ser e seu corpo físico se abre e se expande. Isto pode criar uma profunda limpeza em muitos níveis, o aumento da sensibilidade e dos sentidos intuitivos. Sua capacidade natural de cura não está despertando de uma vida passada ou simultânea. Estão sendo despertadas as suas energias originais, a verdade e a essência do seu ser, sua alma, que é uma expressão do Criador. Muitas pessoas podem se lembrar das técnicas de cura que elas usaram em outras vidas e elas podem ser guiadas a compartilhar estes dons mais uma vez. Entretanto, é a habilidade de cura de sua alma que está ativando e despertando neste momento da ascensão; uma habilidade de cura alinhada com a vibração da verdade de sua alma. Isto pode ser uma cura que você usou em muitas vidas. É a expressão mais pura disponível a você através de sua alma. Pode haver também muitas vibrações de cura que a sua alma canaliza através de você; cada uma terá um propósito específico e um significado para você, enquanto lhe permite servir os outros.

Inspiração…

ALGUNS EXEMPLOS DE TERAPIAS ALTERNATIVAS  Á MEDICINA CONVENCIONAL,PARA ESTUDO E CONSULTA

1-Aromaterapia

2-Cromoterapia

3-Cristaloterapia

4-Terapia Floral

5-Homeopatia

6-Radiestesia

7-Acupuntura

MEDICINA ALTERNATIVAS-OPÇÕES DE CURA

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O QUE É A ENERGIA CRISTALINA

Resultado de imagem para imagens sobre a grade cristalinaNosso passado está profundamente enraizado na Terra e nosso futuro depende de nossa habilidade de recriar um relacionamento com nosso planeta senciente. A Energia Cristalina é uma fonte onipotente de poder, cujas implicações estão muito além da compreensão atual da humanidade. A estrutura cristalina é formada por uma essência de ressonância de luz frequencial que é multidimensional e coerente, existindo na matéria e na antimatéria. É um modelo Metatrônico divino que dá origem a toda manifestação da criação, e forma a própria composição matricial de todos os planos de existência. É a enzima da realidade e a fonte de vitalidade do próprio Cosmos. Todos os pensamentos que nós temos precisam se elevar ao formato cristalino para que possam se manifestar. Luz coerente é energia cristalina, a vitalidade da qual é formada toda a natureza de todos os mundos e realidades. A estrutura cristalina forma os limites aparentes e as divisões entre dimensões, planos e o flash de consciência de matéria/antimatéria, na realidade paralela e nas probabilidades. Tudo o que nós chamamos de Divino, tudo o que nós pensamos que é sagrado, é Cristalino.

O QUE É A ENERGIA CRISTALINA

Energia Cristalina é uma fonte onipotente de poder, que tem implicações muito além da atual compreensão da humanidade. A estrutura Cristalina é formada por uma essência de ressonância de luz frequencial que é multidimensional e coerente, existindo na matéria e antimatéria. É o padrão Metatrônico divino que dá origem a todas as manifestações da criação, e forma a própria composição matricial de todos os planos de existência. É a enzima da transdução da realidade e a fonte da vitalidade do Pensamento Divino que forma o próprio Cosmos. A “formatura” do nosso planeta, que  chamamos de Ascensão, na verdade é a massa crítica que permitirá a conversão do modelo da capacidade receptiva da Terra de “analógico para digital”, de preto e branco para colorido.

A Conversão Cristalina, através da antena da Grade Cristalina 144, está prestes a aumentar amplamente a recepção dimensional da Terra, da 3a Dimensão para a 12a e mais além. Isto é ,falando metafóricamente, à mudança da nossa televisão da recepção através da arcaica antena, para a recepção via satélite. É a Idade Cristalina. O ponto apical de suporte é o 9-9-9 do Impulso Cósmico. Neste momento de Ascensão, nesta Nova Era Cristalina, os cristais mega-poderosos não serão tirados de nós e usados inapropriadamente como ocorreu no triste fim da Atlântida. Na verdade, eles nunca mais serão usados para nenhum outro propósito que não seja o bem mais elevado. Então vamos falar sobre os Cristais Mestres da Atlântida, que estão despertando agora, no alvorecer da Ascensão Planetária.

Resultado de imagem para imagens sobre os cristais atlantesUM BREVE RESUMO SOBRE OS CRISTAIS ATLANTES

Durante o tempo da Atlântida, muitos cristais, grandes e poderosos foram colocados na Terra, não sómente na terra da Atlântida, mas também em outras áreas da Terra. Estes foram conhecidos como os Cristais da Sabedoria da Atlântida. Os próprios Atlantes ancoraram estes doze cristais dos planos internos, transformando-os em grandes cristais semi-físicos, mantendo tremendamente elevadas as vibrações energéticas. Estes cristais eram muito grandes e sómente podiam ser movidos com o poder da mente. Cada cristal tem a sua própria e exclusiva cor e forma da geometria sagrada. São os Seres Celestiais Puros, que estão designados para auxiliar na manifestação e na ancoragem destes doze cristais de Luz. Esse seres e os Atlantes que ancoraram os cristais, compreendem que os cristais teriam significado e propósito nas futuras civilizações, tornando-se de grande importância, quando um número maior de almas do Plenum Cósmico/ Criador vivesse na Terra.

Um cristal foi plantado no sul e no norte da Atlântida. Nesta época, os Atlantes estavam prosperando bem, mas muitos entre a civilização podiam ver que tempos negativos se aproximavam. Eles plantaram estes doze cristais, em uma tentativa de dissolver o caos que eles sentiam ser iminente. O cristal ancorado no sul da Atlântida era de vibração masculina, enquanto o cristal no norte da Atlântida mantinha uma vibração feminina. Os Atlantes acreditavam que ao ancorarem uma consciência pura e cristalina da energia masculina e feminina, iria se manifestar maior paz, enquanto inspiraria uma maior união da energia masculina e feminina em sua civilização e em seus seres. Os cristais foram vistos como “cristais gêmeos”, significando que o cristal masculino e o feminino precisavam da existência um do outro para causar o equilíbrio.

Isto foi o mesmo para os outros dez cristais que foram ancorados em todo o mundo. Algumas vezes, os Atlantes colocavam ambos os cristais no mesmo país, ou eles ligavam os países e as terras, colocando o cristal masculino em um e o cristal feminino em outro. Eles avaliavam a Terra, sua história e o seu futuro, para descobrir onde era apropriado ancorar os cristais semi-físicos. Outros conjuntos de cristais foram ancorados nos Estados Unidos  e no Egito. Um cristal feminino foi ancorado nos Estados Unidos, enquanto o masculino foi ancorado na Irlanda. Os últimos quatro cristais foram ancorados em áreas separadas da Terra para trazer maior paz.Isto provocou um drástico aumento na vibração da Terra. Os Atlantes escolheram programar os cristais semi-físicos com o propósito de reunir sabedoria e conhecimento de futuras civilizações, e também para que eles pudessem filtrar os seus próprios entendimentos como uma base em cada um dos doze cristais. Na verdade, estas mentes de elevada vibração de alguns Atlantes, compreenderam que a Atlântida estava lentamente caindo de sua elevada vibração para o caos.

Eles também compreenderam que lhes seria dada uma oportunidade de retornarem à Terra em outras existências, para completar o seu propósito. Eles prepararam os cristais para  oferecer apôio e estabilidade para a nossa atual existência e de futuras existências e também colocaram os cristais como pontos centrais energéticos, devido a terem conhecimento de que muitas pessoas na Atlântida previam uma mudança do contigente humano para outras áreas da Terra. Os Cristais semelhantes foram colocados em pontos magnéticos em que eles,os atlantes, seriam capazes de se concentrar e viajar com tremenda facilidade, através de dimensões da luz, se fosse necessário.Durante a queda da Atlântida, muitos dos seis cristais gêmeos foram danificados energéticamente, ou foram movidos do seu alinhamento; alguns foram lançados da estrutura sólida da Terra no mar, em alguns casos até em outra área da Terra. Os dois cristais semi-físicos que foram ancorados na Atlântida sofreram mais danos e foram preenchidos com magia e energia negativas. Os doze cristais sómente continuam a pulsar em uma vibração muito lenta; eles mudaram de cristais semi-físicos para cristais completamente físicos, enterrados na Terra, onde eles permanecem quase adormecidos.Devido à transição dos cristais para a forma física, muitos Atlantes quando retornaram à Terra em diferentes existências, se esqueceram de suas vidas na Atlântida e de sua sabedoria, até da existência dos doze cristais Atlantes, que se eles tivessem permanecido no lugar, lhes seria permitido acessar a sua sabedoria ao retornarem à Terra. Agora, nesta Transição Planetária,enquanto a vibração da Terra continua a se elevar em um ritmo firme e constante, muitos seres de luz nos planos internos estão trabalhando para limpar, curar e recuperar os cristais á sua existência e posições originais.

Isto significa que a vibração energética está aumentando e os cristais estão mudando de físicos para semi-físicos novamente, que é onde eles mantêm o seu maior poder.  Memórias podem se infiltrar em nossa mente, assim como habilidades, conhecimentos e técnicas de cura, usadas na época da  Atlântida. Este é o tempo apropriado, pois o propósito deste período na Terra é reunir a  sabedoria do passado e do futuro, unindo as  energias com tudo o que é do Plenum Cósmico/ Criador. A Atlântida teve um poderoso impacto nas realidades que se revelaram após a  sua queda , e mesmo hoje, muitos estão superando desafios em sua atual realidade, que se originaram do seu período de vida  na Atlântida.Assim, três Cristais Atlantes da Sabedoria e Cura, que antigamente transmitiam uma luz magnífica e energia celestial no Templo da Cura, no Templo do Um e no Templo do Conhecimento em Poseida, foram transferidos de lugar, por segurança, e trancados dimensionalmente nos Campos de Cristal de Arkansas, e dois deles no Brasil. O primeiro destes (o Cristal Azul do Conhecimento, localizado no vórtice de Arkansas) foi despertado em 2008, e alinhado aos outros cristais atlantes adormecidos, no Brasil, Monte Shasta, Bimini e Lago Titicaca. Quatro despertaram no dia 9-9-9, introduzindo oficialmente a Era Cristalina.

O QUE É A GRADE CRISTALINA 144

A Grade Cristalina é a malha energética que envolve o nosso planeta. Ela reflete e amplifica nossos níveis ascendentes de consciência. É uma matriz cristalina de “luz” que foi ancorada em 1992, cinco anos depois da Convergência Harmônica(1987). Embora estabelecida e em funcionamento, sua ativação total requer 12 fases e  alcançou a taxa vibratória ressonante total em 12-12-12… 12 de dezembro de 2012. Cada uma das datas triplas (01-01-01 a 12-12-12), que aconteceram exclusivamente nestes 12 anos, carregou códigos de luz numéricos que abriram e ativaram cada uma das 12 faces pentagonais principais deste modelo fantástico.Visualizemos a grade como uma esfera geodésica, de pentágonos e triângulos, cintilando como um diamante facetado e brilhante.É uma malha- cristal-semente de nova forma, o duplo pentadodecaedro que é chamado de merkaba da Estrela Terra. O duplo pentadodecaedro tem 144 faces, o número da ascensão da Consciência Crística. O pentadodecaedro duplo é estrelado, isto é, cada uma das 12 faces principais se eleva no centro para formar pirâmides de 5 lados. Portanto, são 12 pirâmides pentagonais. Cada face é contada tanto na base quanto na porção elevada de forma piramidal. Então, se considerarmos que cada superfície pentagonal contém 5 triângulos isósceles e um pentágono, teremos 72 faces. Além disto, cada um dos 12 aspectos tem 5 triângulos e uma pirâmide de 5 lados. Assim nós combinamos a superfície e as partes estreladas para chegar ao Número Mestre frequencial de 122 (doze ao quadrado), isto é, 144. Daí a nomenclatura 144 da Grade Cristalina.A Grade da Ascensão ou Grade Cristalina 144 está ancorada na Terra com dois pontos axiais. É um sistema emergente, que na verdade sempre esteve presente, mas não acessível até a Convergência Harmônica de 1987.

 

A Convergência Harmônica foi um evento espiritual organizado, que ocorreu em  agosto de 1987, quando grupos de pessoas se reuniram em diversos locais sagrados e pontos de poder(linhas ley) ao redor do mundo inteiro, para proclamar uma nova vibração frequencial. A data se baseou no Calendário Maia e na Cosmologia Maia. A Convergência Harmônica foi um despertar global para a unidade e o amor divino; uma oportunidade de transformação. Foi iniciada em 1987 por Jose Arguelles. A Convergência Harmônica também deu início à contagem regressiva de 26 anos para o final do Calendário Maia em 2012, que seria o “fim da história” e o começo de um novo ciclo de 5.125 anos.

De acordo com a profecia, este é o ponto decisivo onde toda a negatividade e caminhos de destruição, guerras, materialismo, violência, abusos, injustiças, uso abusivo do poder pelo governo, que iniciaram seu declínio  com o nascimento do Sexto Sol e do Quinto Mundo na Terra, no Solstício de Inverno (de Verão no Hemisfério Sul), em 21 de dezembro de 2012. A frequência do planeta está aumentando e o nosso conceito de tempo está se acelerando. O planeta está sendo preparado para saltar para quinta dimensão.A nova Grade da Ascensão está aumentando em frequência, enquanto a Grade Magnética está diminuindo. O complexo de grade dual está evoluindo para uma Matriz trina. Uma outra frequência cristalina está sendo transmitida para o planeta.

A Grade da Ascensão planetária é uma manifestação da evolução energética e crescimento padronizado da Consciência Universal. A Terra é GAIA VIVA e a grade é a sua AURA.A geometria sagrada (MERKABAS) é a linguagem e a estrutura da dimensão superior, da consciência superior, portanto a grade contém os padrões energéticos da geometria sagrada do phi áureo, da espiral áurea, dos sólidos platônicos, da Flor da Vida, e da matriz cristalina da criação.O nosso subconsciente reconhece os símbolos complexos da Geometria Sagrada que têm sido usados desde tempos imemoriais. Apesar das nossas mentes conscientes não os entenderem, e mesmo achá-los estranhos, a Geometria Sagrada tem um efeito poderoso no nosso estado mental e também no nosso corpo físico.

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A CRISTALIZAÇÃO DO CORPO FÍSICO-A Era de Cristal da quinta dimensão

Aos próximos 13 mil anos, os Pleiadianos denominam Era de Cristal. O motivo para tal relação semântica é o fato de cada indivíduo deste novo modelo de pensar, comporta-­se e atua como um cristal que reflete a luz e, ao mesmo tempo, é absolutamente transparente quanto ao que pensa, sente e faz. Não haverá mais espaço para o ego, e isto não quer dizer perda de individualidade; ao contrário, é um irmanamento consciente e a plena utilização de todo potencial de cura e desenvolvimento, mas agora, não apenas para si, e sim, numa atitude reflexiva, que envolve a todos.

Quando pensamos em toda a dificuldade de viver neste planeta, neste tempo, nesta dimensão na qual nos encontramos, nosso filtro automáticamente se volta para o lado negativo: guerra, violência, fome, doenças, falta de recursos, pobreza em todos os sentido. Porém, por outro lado, nenhuma ação voltada ao bem passa despercebida no Universo. E são muitas as pessoas que dedicam-­se à evolução.Se você não é uma delas, certamente conhece alguém.Se não fazemos  nossa “lição de casa”, de um jeito ou de outro, a Terra usa sua prerrogativa de Grande Mãe e nos dá o retorno merecido.Esperemos que não seja o caso.

O bem aparece sim; a Luz é mais importante; cada pequena ação em benefício do todo é vista como muito mais do que importante e as más ações não são valorizadas no plano geral de desenvolvimento. Ganhamos o “presente evolucionário”, e nos próximos 13 mil anos, nos dedicaremos a construir o mundo ideal que sempre desejamos no fundo dos nossos corações, naquele ponto exato em que pensamos: “será que nada do que vivemos pode ser isento de sofrimento?” Pode. E mais: estamos muito perto disso. Você, certamente, perguntará: “­ Rápidamente, assim de forma instantânea?  A resposta dos Pleiadianos é: “Tão rápidamente quanto conseguirem”. Uma das conquistas é justamente a ausência de limites. O principal diferencial será o acesso à quinta dimensão. Isso abre todas as possibilidades. Mas quanto ao tempo… Tempo, não será mais um problema.

Nós estamos nos tornando puros, cristalinos, em nossa natureza. Em algum momento isso será descoberto científicamente na estrutura celular do corpo humano. Já foi descoberto na Botânica e no mundo dos insetos; e em breve, será mostrado no mundo animal e na estrutura celular do corpo humano. Mas o que há de especial nas propriedades dos cristais que ainda não foi descoberto? O cristal é a vibração mais elevada do reino mineral. Da mesma forma que o ser humano contém os elementos da Terra, contém também as propriedades dos cristais.

Os seres humanos são a maior vibração do reino animal que ressoam através de uma estrutura cristalina. Os cristais, considerados  como minerais, são a vibração mais elevada do reino mineral e eles tem a propriedade de mudar nossa estrutura celular.Estamos passando de seres carbonados(base de carbono) para cristalizados(base se silício).

A mudança atual está transformando os corpos físicos em mais cristalinos, e isso muda muita coisa. Primeiro, acarreta o aumento da expectativa de vida. Conforme as mudanças forem acontecendo, ocorrerá uma longevidade natural e a expectativa de vida no corpo físico aumentará.

SISTEMA LEY GALÁCTICO E AS GRADES DA TERRA-Mecânica da Pulsação Cósmica

Como já dissemos, a elevação da Terra implica numa concessão maior à entrada da corrente elétrica cristalina no nosso planeta através das lentes da nossa Grade Cristalina-144. Mas a pulsação cósmica que ocorre no nosso universo físico não é nova. Como mencionamos, ela era bem conhecida pelos atlantes e, de fato, foi utilizada por eles. Os filamentos da corrente Cósmica Eletrodinâmica integram toda matéria. Assim, de certa forma, os sóis, as estrelas e os planetas são todos dirigidos e providos de energia por essa corrente. Consequentemente cada corpo estelar e planetário do espaço traz em si uma carga ressonante elétrica, incluindo a sua Terra. Essa energia é recebida pela magnetosfera do nosso planeta e levada para o centro cristalino da Terra.

Ela emite uma radiação de onda azul que fornece luz de espectro superior para as nossas civilizações intraterrenas.Os condutores desta carga são redes que atravessam toda a Galáxia, e que podem ser comparadas com o sistema de linhas ley da Terra e com o sistema nervoso do corpo humano. Eletricidade, magnetismo, gravidade, cristalização e luz são fatores vitais na Grade Cósmica (e também na sua grade planetária em desenvolvimento). Eles são as ferramentas primárias da nossa Ascensão frequencial planetária. Eles ainda constituem enigmas para nós; ainda não são compreendidos. As combinações entre eles são os motores do Universo, e suas relações são a música das esferas.

Nossas grades planetárias e magnetosfera agem como protetores de dupla camada contra surtos, mas às vezes há uma sobrecarga. Existe evidência disto – ainda não reconhecida – no nosso sistema solar, e também na Terra.Cada planeta tem um parâmetro específico de carga elétrica que ele carrega. Quando esta carga é ultrapassada num surto, uma forma de eletricidade interna irrompe em potentes arcos que criam efeitos de implosão, tanto no planeta físico quanto no seu aspecto intra-dimensional. Isto aconteceu na  Terra depois da dissolução do Firmamento inicial. De fato foi isto que formou o Grand Canyon.Na verdade, a implosão de arco luminoso devido à sobrecarga não só formou o Grand Canyon, mas também a Cratera Meteoro no Arizona, e a Cratera Tungstoy na Sibéria. Nenhuma das duas últimas revelou fragmentos de ferro-níquel de meteorito em suas crateras. Evidência disto existe também na lua e em todos os  planetas. A Quarta Lua de Júpiter e o Valle Marinera Canyon em Marte são dois outros exemplos enigmáticos de Implosões de Arco. Na verdade, estes são compreendidos e reconhecidos por alguns dos nossos cientistas dissidentes.

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Os processos científicos da nossa Cosmologia Universal constituem o componente-chave para a integração entre o científico e o sagrado. Eles abrirão portas que nos permitirão não apenas entender as complexidades profundas das nossas realidades, mas também migrar para as novas energias da Era Cristalina na Ascensão.Nós vivemos numa Galáxia Espiralada muito especial e num Sistema Solar muito especial. Eles são Elétrico-Cristalinos. Em breve a Terra e a humanidade vivenciarão esta bela transformação.Todos nós planejamos vivenciar específicamente esta graduação incrível. Agora a Metafísica está começando a atrair para o seu meio uma classe de almas extremamente avançadas. Esta é uma nova geração de acadêmicos e cientistas que foram sacerdotes-cientistas. Eles se tornarão conhecidos na próxima década. Realmente está na hora de abraçar o círculo completo do “sagrado e científico”. Tempos maravilhosos esperam por nós.

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A MUDANÇA DIMENSIONAL-Efeitos da mudança plasmática e a correlação com a Grade Cristalina 144

Formas de vida de dimensões mais elevadas estão se tornando visíveis. Elas são novas para a Terra, apenas pelo fato de serem mais “tangíveis”, mas foram citadas em alguns dos nossos textos religiosos. Escribas antigos escreveram, em vários dos seus textos sagrados, que a vida ocorria em 3 formatos: como barro (biologia da Terra), fogo (dévico elétrico) e luz (angélico).Muitos grupos de estudos estão começando a explorar estas ocorrências, mas não como formas de vida. Os cientistas tem registrados inúmeras ejeções de massa coronal nas últimas duas ou mais décadas. Estas foram observadas por Gregg Braden. As Ejeções de Massa Coronal são a causa.

RESUMO DOS EFEITOS

Efeitos da Mudança Plasmática:

1-Mudança da proporção iônica que facilitará o acesso ao estado teta coerente.

2- Facilita a abertura da pineal

3- Recurso para manifestação de harmonia criativa

4- Catalisador da mudança do DNA e da Transição Biológica para Biologia Cristalina de Silício (o quartzo é um dióxido de silício)

Em Correlação com a Grade Cristalina, a Mudança Plasmática:

1- Ajuda na expansão do planeta para 12 dimensões

2- Possibilita maior acesso à multidimensionalidade (Vida Plasmática e Fotônica)

3- Tem papel fundamental nas necessárias mudanças terrenas

4- Acelera a coerência

5-Tem papel fundamental na formação do Novo Firmamento

6- Expande a Vitalidade dos Pontos de Poder, Locais de Vórtices-Portais

7- Capacita a Humanidade a co-criar a Nova Terra.

MEDITAÇÃO PARA A ATIVAÇÃO DA GRADE CRISTALINA 144-por James Tyberonn

O exercício para conexão energética, transferência e ativação da grade da ascensão é o seguinte:

1. Encontre um lugar para sentar­se ou deitar­se confortávelmente.

2. Respire profunda e rítmicamente.

3. Visualize uma energia de luz-­diamante entrando pelo seu chacra coronário.

4. Envie­-a para baixo através da sua coluna vertebral, através de cada chacra e de volta ao coração.

5. Visualize a energia fluindo num facho, num corredor de energia luminosa, para dentro do centro da Terra.

6. Do centro da Terra, visualize a energia luminosa branca explodindo numa infinidade de frequências de luz, desembocando na Grade Cristalina 144 da Ascensão.

7. Vivencie o êxtase e permita que ele flua por você, permita que a frequência do seu corpo e mente se funda à frequência da Grade Cristalina 144 e se ajuste a ela. Se isto for feito em um local sagrado, em um ponto de poder ou em um ponto da grade, visualize-­se recebendo esta energia e depois a conectando, através do seu coração, com outros locais sagrados, e de volta para a Grade da Ascensão.

8- Visualize-­se entrelaçando os pontos dos vértices da esfera geodésica. Através da nossa criação e transferência de luz­diamante, de energia jubilosa, para dentro da Grade Cristalina 144 da Ascensão, ativamos simultâneamente a nós mesmos para estarmos em união, alinhamento e unidade frequencial com a energia elevada da Ascensão.

Desta forma ficamos mais capacitados a fluir com as energias aceleradas do planeta ascendente. Tornamo-­nos amorosas e canalizadoras colunas de luz, e conectamo-­nos como um facho sinérgico de êxtase. Cada participante é um vórtice, um ponto de luz no globo, em unidade com todos, em unidade com a Ascensão, criando, co­criando a frequência do Novo Planeta Terra, visando o bem mais elevado. Somos um microcosmo, um ponto de luz no cintilante infinito de luz. Somos amor, somos amados. Fazemos parte dos 144.000. Somos o enlêvo, o êxtase.

Visão pessoal…

A vida na Terra diz respeito a aprender como criar responsávelmente. Na verdade a Criatividade Cristalina é a nossa maior dádiva, é o nosso melhor professor e é o nosso impecável direito de nascença. A Criatividade é um aspecto do AMOR, ela só pode ser adquirida através da freqüência e ciência sagrada do AMOR. A maioria de nós, seres humanos, não entende nosso poder criativo inato. A Criatividade Cristalina é o nosso poder, é a nossa ferramenta de manifestação. O que é chamado de “Cristalino” não é apenas mineral; é uma freqüência energética de perfeição ordenada. Agora, tenham em mente que todas as diversas energias disponíveis no planeta são sagradas, inclusive a que está sobre a Terra, abaixo da superfície e acima dela. Mas, não podemos esquecer que aquilo que está dentro dos nossos corações também é sagrado para a Terra Ascendente. Nós estamos realmente sendo chamados para despertar e evoluir para a perfeição e impecabilidade da Força Luminosa Cristalina. Resta saber, se nós atenderemos ao chamado.Do ponto onde nos encontramos agora, limitados ao tempo e ao espaço e, principalmente, sem acesso ao nosso espaço interno, fica quase que impossível entender o que é a quinta dimensão cristalina. Quando perguntados objetivamente “onde é” esse local, os pleidianos respondem: “­ Estiquem suas mãos!” Isso parece absurdo, mas a própria ciência se refere à quinta dimensão como uma camada extra e já existente, cujo acesso, se fosse possível, seria imediato. O assunto pode ser tratado usando mais um exemplo do cotidiano de nossa civilização: a mudança do sistema de televisão de analógico para digital, ou HD ­ Hight Definition. É uma questão de sintonia: vemos os detalhes que anteriormente não eram percebidos; há nitidez, definição, maior alcance. E podemos nos perguntar: “existem imagens diferentes”? Claro que não! Vemos o que sempre esteve lá, agora, nítidamente. Tão importante quanto: “vemos” para fora, mas “vemos” para dentro! Quão grande é o universo dentro de nós? A quinta dimensão também tem relação com comunicação instantânea, cura imediata, integração com outros seres, compreensão de processos, domínio de tempo e espaço e informações acessíveis, ininterruptamente. Para fora e para dentro… Dentro de si mesmo e dentro dos outros… Fora desta terceira dimensão e dentro de outras… Com todas as combinações que resultarão disso. De qualquer forma: com ou sem elas, é fato que estamos entrando no momento mais glorioso de nossas existências terrenas. Este é o melhor tempo para se estar vivo.A humanidade deve despertar em massa para uma consciência mais elevada, para a sabedoria sagrada, e transcender as estruturas sociais, políticas e religiosas construídas com base na ganância, no poder da luxúria e no medo, de modo a co-criar o surgimento da Nova Terra com base na harmonia, na paz, no bem mais elevado e na soberania da compaixão e integridade.

Inspiração…

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 JAMES TYBERONN –Tyberonn@hotmail.com

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A INTERCONECTIVIDADE DOS PENSAMENTOS-A DIMENSÃO AKASHA

Resultado de imagem para imagens dos registros akashicosSe por um momento toda essa correria parasse a nossa volta,poderíamos fazer uma coleta de nossos pensamentos. Tudo que você precisa é de um momento. Acontece com todo mundo, e mais ainda nos ambientes urbanos e industriais contemporâneos onde o ruído e a pressa ocorrem com maior intensidade. Quantas vezes você se encontra pensando: “Eu só tenho que ficar longe de tudo…longe da corrida louca das coisas, para abrandar e reconectar comigo mesmo , me reconectar com a vida ” ? Esta necessidade de encontrar lugares e situações onde você pode ser calmo e claro é uma necessidade fundamental de toda a vida. Na verdade, é uma exigência não apenas da vida, mas de tudo o que existe e se transforma em relação com o meio ambiente – em outras palavras, de tudo.Exploramos como a condição de super- coerência é responsável por todos os fenômenos do mundo ao nosso redor que poderíamos descrever como milagrosos , impressionantes, ou incrívelmente não sintonizados . Hoje consideramos o quanto é importante, especialmente neste dia e idade, apregoar sobre estados de super- coerência em relação a todas as pessoas, lugares e práticas que definam nossas vidas.

Estudos em biologia macro -celular descobriram que se você colocar duas células de corações separados por pequena ou curta distancia entre si e não tocá-las , elas rápidamente começam a bater em uníssono. Elas começam cada contração, pulsando, em seu próprio ritmo, e muito em breve elas estão fazendo isso ao mesmo tempo, mesmo que não sejam tocadas .Mas, se há distúrbios no ambiente, tais como os impulsos elétricos ou redemoinhos de água ionizada que fluem em torno delas, eles não vão sincronizar. Então o que é que as conecta? Claramente, elas, de alguma maneira, sincronizam umas com as outras, mas como?É onde tem lugar a Dimensão Akasha . A Dimensão Akasha  é onipresente e sempre presente , ela envolve e flui através de tudo. E tudo flui através dela, mas não apenas metafóricamente. Isto significa que as coisas – estrelas , átomos, você e eu – contínuamente fluem na existência por meio da ação – ligação – informações da Dimensão Akasha, que incorpora toda a existência e lhe da”estruturação” – literalmente , coloca em forma – fenômenos e eventos.

O que fazemos, quem somos, e como somos está diretamente relacionada com o quanto e quão profundamente nós acessamos a Dimensão Akasha.

Padrões de comportamento de agrupamento social nos animais, muitas vezes demonstram níveis notáveis de coerência. Um cardume de arenque, um bando de estorninhos, uma manada de zebra – tudo pode agir como um só, com essa coordenação de vontade e é tão uníssono o movimento que o grupo muitas vezes parece ser um só ser. Como esses animais se sincronizam uns com os outros com essa coordenação? No nosso mundo altamente racional de praticidade e bom senso, nós, seres humanos, para nos aproximarmos de performances semelhantes, firmemente coreografadas, chegamos a pensar que temos que treinar como artistas e atletas com alta qualificação, por muitos anos.Mas agora estamos descobrindo que é possível sintonizar e fluir com tanta graça e facilidade .E, de fato, esse tipo de sincronização é tão altamente coreografado que se decompõe imediatamente se a equipe é convidada a participar de uma forma de sincronização livre ou em resposta às mudanças imprevistas no ambiente

Mas, ao aprender a se soltar,deixar de buscar o controle de tudo o que está acontecendo dentro de nós e à nossa volta, somos capazes de “cair” na Dimensão Akasha, onde tudo é possível!

ASSISTAM Á PALESTRA DO DR LASZLO SOBRE-” TUDO ESTA CONECTADO NO TODO”-EM ESPANHOL

Ervin Laszlo nasceu em Budapeste, Hungria, em 1932. Filósofo da ciência, teórico de sistemas, pensador integral e pianista clássico húngaro, publicou cerca de 75 livros e 400 artigos e gravou vários concertos para piano  Em 1993  fundou o Clube de Budapeste, uma associação internacional informal dedicada ao desenvolvimento de uma nova forma de pensar e de uma nova ética para i ajudar a resolver os desafios sociais, políticos, económicos e ecológicos do século 21. Em 2004 e em 2005, foi nomeado para o Prémio Nobel da Paz.Ervin Lászlo, titular do mais alto grau da Sorbonne (Doutorado), é reciptário de quatro Ph.Ds honorários e numerosos prêmios e distinções, incluindo o Goi 2001-Award (Prêmio da Paz do Japão). O autor de mais de 400 artigos e 74 livros traduzidos para 20 idiomas, ele vive na Toscana.

TORNANDO-SE DISPONÍVEL

Mais específicamente, as possibilidades de uma dinâmica de coerência acabam ocorrendo e , quando grupos de nós estão coerentemente alinhados uns com os outros, podemos até mesmo experimentar o fenômeno da super- coerência É tudo uma questão de se tornar disponível para os fluxos de informação da Dimensão Akasha. Assim como você não pode ouvir uma mensagem de alguém, se há um monte de gritos acontecendo ao seu redor, você não será capaz de sintonizar e fluir em harmonia criativa e eficaz com o seu ambiente, se você é muito distraído . Você tem que tornar-se disponível.

Como você pode tornar-se disponível para os fluxos de informação da Dimensão Akasha? A boa notícia é que existem muitas maneiras. A má notícia é que isso não vai acontecer apenas desejando. É ao mesmo tempo a coisa mais simples e mais natural do mundo e, ao mesmo tempo, exige foco, atenção e, acima de tudo, prática.

 E, não, você não tem que se tornar um yogue para dominar esta – afinal, os peixes e os pássaros já sabem como. É certo que a nossa mente não se desliga, algo que os cérebros de pássaros não têm que se preocupar. Estamos constantemente  desordenando a nossa consciência, com um fluxo de comentário sobre o que está acontecendo em nossas vidas, a cada momento. Assim que refletirmos sobre o que está acontecendo ou pensar sobre isso de qualquer forma, não estamos mais em sintonia, não mais vivendo no momento. Nós estamos pensando sobre o que aconteceu destilando em palavras e congelando o momento para que possamos refletir sobre ele . Isso nos coloca apenas atrás do presente, sempre nos aproximando dele, pensando em tudo o que acabou de acontecer , uma vez que está acontecendo, só isso.

Mas se você pode desligar-se do que  chamamos de ” mente de macaco ” – que é a parte de sua mente que mantém a vibração constante em sua cabeça , comentando sobre tudo – então você começa a tornar-se mais disponível para os fluxos de informação da Dimensão Akasha. Acalmar a mente de macaco, liberando para o momento (sem a necessidade de “fazer qualquer coisa” com ela, apenas estar presente – totalmente presente) e em seguida, permitindo que suas percepções fluam com o que surge em seu campo de consciência … é a prática .

Três passos simples que você pode aprender a cultivar sempre, por toda sua vida: O resultado final é conquistar maior clareza com o que está acontecendo em sua vida, uma maior coerência consigo mesmo, com os outros, com a natureza, e até mesmo com os seus antepassados e aqueles que virão depois de você.Imagine que você é uma célula do coração , batendo no ritmo da sua vida. Você está ciente de todas as outras células ao seu redor, batendo em seus ritmos próprios. E se você soubesse que algo tão fantástico e incrível como um coração fosse possível – algo que poderia bombear grandes quantidades de sangue e animar um corpo inteiro – se você pudesse bater como Um? Esse tipo de super- coerência é possível para nós, como espécie – não apenas possível, mas absolutamente necessária, se quisermos mudar o que está desconectado em nós, o desanimado e destrutivo individualismo estridente .A questão é: você está disponível?Que práticas você tem que levá-lo para o momento não-reflexivo em que você está realmente presente para si mesmo, aos outros, à natureza, e para gerações passadas e futuras de todos os seres?

 O poder do universo de Hardware; Software é a informação

Na última concepção do universo físico que é constituído de materiais e espaço é feito de energia e informação. A energia existe na forma de padrões de ondas e propagação de ondas no vácuo quântico formando espaço; em suas várias manifestações, é o poder do universo de hardware; Software é a informação. O universo não é um conjunto de pedaços de matéria inerte se movendo passivamente no espaço vazio: é um todo coerente e dinâmico. A energia que é o hardware é sempre totalmente in-formado. Este in-formado, com o que David Bohm chamou de ” a ordem implícita” e os físicos agora chamam o “vácuo quântico ou campo do ponto zero” (também chamado espaço-tempo físico, campo universal ou nueter).Esta é a estrutura em treinamento no mundo físico, a informação que percebemos como as leis da natureza;senão, as ondas e padrões de energia do universo -informação seriam tão aleatórias e não estruturadas como o comportamento de um computador sem o software. Mas o universo não é aleatório ou não -estruturados; É precisamente formado. Se fossem menos precisamente ou mínimamente informado, sistemas complexos não teriam surgido, e nós não estaríamos aqui para saber como este desenvolvimento tornou-se altamente improvável.

Notável é a concepção do universo como uma informação de matéria-prima, uma espécie de código-fonte que a realidade material se desenrola.O Dr Lazlo foi recentemente entrevistado pelo jornal argentino Clarin. Reproduzimos aqui alguns trechos:

O que é o Campo Akáshico?

5.000 anos atrás, os sábios hindus, além dos quatro elementos (ar, fogo, terra e água),  definiram um quinto que todos eles contém: Akasa, matriz de toda a matéria e força no universo. Eu percebi que a idéia era que eu tentei definir o campo psíquico tão profundamente , que mudou o nome. Hoje, muitos cientistas trabalham com ele.

Você tem uma base científica?

Sim, já publiquei vários livros que mergulham nele. O Campo Akáshico cria coerência entre os diferentes campos (eletromagnético, gravitacional, nuclear, quantum e de Higgs) e explica os vários mistérios da ciência compartimentada, mas é incapaz de explicar, por exemplo, como organismos complexos foram transformados em outra espécies.

Eles são chamados de mutações espontâneas?

Tudo é auto-organizado. Muitos cientistas acreditam que o Campo Akashico está envolvido na evolução do universo.

Como o universo evoluiu?

Nascendo outro. O big bang é chamado agora o grande salto . Um universo como o nosso vai se expandir até que ele comece a declinar e  a se contrair á uma dimensão quântica; então, toda a matéria no universo termina na cabeça de um alfinete, e, em seguida, a força de expansão é tão forte que ocorre uma explosão que cria novos universos .

E vice-versa?

A informação gerada no primeiro universo é herdada pela segunda, da mesma maneira que um zigoto é a informação principal. O Campo Akáshico é holográfico, informações de toda a imagem estão em qualquer lugar. Tudo está conectado e nada desaparece.

Então, você e eu, nós contêm todas as informações do universo?

Em um estado alterado de consciência que podemos ter acesso a informação que não está no cérebro, mas este é capaz de capturar. O grande erro do mundo moderno tem sido a de considerar tudo o que você não pode ouvir, tocar e ver é uma ilusão. A realidade fundamental não é diretamente observável.Por exemplo, se eu jogar uma pena observar como a gravidade funciona,  eu não posso ver o campo gravitacional, apenas o efeito. Todas as forças da natureza estão na dimensão mais profunda e observam os efeitos. Baseio a minha teoria na física quântica, em observações biofísicas dos seres vivos em psicologia transpessoal e na cosmologia que estuda o multiverso.

Visão pessoal….
As mudanças necessárias são muito mais radicais do que as que aconteceram até agora.  O que está mudando é a consciência, há muito poucas pessoas agora que negam completamente que algo precisa ser feito.  As pessoas que tentam preservar o status quo têm interesse maior no sistema como ele é hoje.  Essas estão tentando reduzir urgência e diluir a mensagem.  É cada vez mais difícil diluir a mensagem, mas elas tentam diminuir sua importância.  É muito difícil ignorar.  Quão sériamente isso é levado depende do indivíduo.  O que ainda está faltando é o reconhecimento de que as pessoas podem fazer a diferença, que algo pode ser feito, e que para isso é preciso um movimento de larga escala na sociedade, que alcance a todos e do qual todos participem.Um novo cenário mundial está emergindo; as pessoas que hoje estão crescendo, os adolescentes e jovens adultos, têm uma visão diferente do mundo.  Não é mais a visão de um mundo estável, que é sempre o mesmo, e a única coisa que temos que fazer é avançar individualmente.  Mas é uma visão do mundo em que sabemos que há pontos críticos.  Cresce a consciência de que o estilo de vida de cada um, os valores, os padrões de consumo, as maneiras de comunicar, tudo isso pode fazer diferença.  Há a consciência de que podemos nos comunicar mais efetivamente, que qualquer pessoa pode acessar a internet e fazer circular suas idéias.  É uma possibilidade a de iniciar novos movimentos.Precisamos de um pensamento novo, de intervenções mais radicais.  Para a ciência isso significa trazer ao imaginário público a compreensão de que estamos mudando o equilíbrio natural na biosfera.  Mas a biosfera não vai colapsar, ela vai encontrar um novo equilíbrio.No entanto, podemos começar a compreender que o Universo físico é uma totalidade, como já se afirmou no texto, e está constantemente interconectado. Assim rompemos com o Universo newtoniano, onde tudo se movia através de pontos sólidos e mecanicamente explicáveis. No campo da biologia, olhamos para os organismos, não como máquinas, mas como seres complexos, o que se reflete na atual biotecnologia e na engenharia genética. No contexto dessa nova biologia, nasce o conceito da teia da vida como uma totalidade intrínseca e absoluta mais que o conceito de organismo vivo isolado. Nas ciências da consciência assume-se a conexão e comunicação constante entre todas as coisas que coexistem e coevoluem no cosmos e na biosfera. A consciência humana integra-se na evolução dessa teia de conexões que se estende por todo o planeta.Esse ritmo acelerado da mudança é visto como “macrotransição” por Ervin Laszlo: um processo de mudança rápida e irreversível, com uma variedade de “bifurcações” no sistema, cujo resultado “é decisivamente determinado pela consciência daqueles que dela participam” onde a consciência dos seres humanos influencia também no resultado dessas bifurcações. Sempre houve, na história da espécie humana, mudanças nas relações dos indivíduos entre si e com a natureza, com as respectivas mudanças nas crenças, nas cosmovisões e nos valores. Mas a mudança atual é muito mais rápida e dramática, pois “o urgente massacra o importante” ocasionando uma carência de visão e de orientação; Laszlo relaciona a primeira grande transição na história com a passagem do Mythos para o Theos. Os mitos criados a partir dos fenômenos naturais dão lugar ao contato com o transcendente representado pelos deuses celestes. A segunda transição é do Théos para o Lógos, onde o ser humano “torna-se a medida”, e a filosofia ganha rosto. Ora, hoje nos cabe, seguindo sua lógica, reformular a racionalidade do Lógos da era moderna, mediante uma reelaboração dos valores, para uma visão melhor da cultura planetária e harmonia da diversidade cultural, nas “condições do mundo com sua globalização e interdependência”. Deve seguir-se, na expressão de Laszlo, uma civilização nova “pós-logos”, de “consciência do Hólos”. Nessa transição para o Hólos, para a integração e amor à integralidade, a existência viva é percebida como uma relação dialética entre os fenômenos e sua essência, entre o particular e o universal, entre a base material e a consciência, entre a imaginação e a razão, entre o espiritual e o material.Da concepção de Hólos emerge um paradigma novo, o Holismo, visão de totalidade, como desafio frente à crise na qual nos encontramos: crise de sentido, crise ecológica, crise social, uma crise do ser humano. E nos obriga a tomarmos uma atitude, não isoladamente, mas inter-relacionada com as mais variadas formas do saber humano, dispondo mentes e corações, com abertura e diálogo, a um agir novo e ético. O Holismo toca no sistema de valores do ser humano, com a sua percepção e significação da vida e do cosmo e questiona duramente o antropocentrismo como razão totalizadora de ser do Universo.

Inspiração…

http://ervinlaszlo.com/index.php/publications/articles/96-are-you-available-augmenting-access-to-the-akasha-dimension

http://www.terapiascomplementares.blog.br/AMagiadoSeculoXXI.pdf

http://www.sabiduriarcana.org/documentos-varios/ciencia-campo-akasico.pdf

http://segundasfilosoficas.org/nao-localidade-quantica-e-localidade-metafisica/

Monicavox

Recomendo….

Alguns livros do Dr Laszlo

A TEORIA DO BIOCENTRISMO QUÂNTICO

O Biocentrismo (de’bios’, vida em grego) é a designação geral que se dá à afirmação de que todos os seres vivos concretos, seja qual for a sua espécie, são, e devem ser, o centro de consideração ética e moral.

-Na sua essência, o Biocentrismo implica o reconhecimento de um estatuto moral direto para todos os seres vivos individuais. O que significa que estes são, diretamente, individualmente, considerados pelo seu valor intrínseco (por serem o que são em si mesmos), e não pelo possível valor extrínseco instrumental, secundário e indirecto, de serem membros de um «Todo» abstrato genérico, tido, convencionalmente, como o centro exclusivo e útil de relevância e consideração morais, como a Cultura, a Etnia, a Nação, o Estado, o Ecossistema, a Cadeia Alimentar e a Espécie, «só» por si mesmos. Quer dizer, ao contrário do que dizem as doutrinas éticas e morais ainda dominantes: (que só o Homem, só os seres humanos são diretamente e individualmente consideráveis), o Biocentrismo afirma que ao agir, e ao decidir efetivar qualquer ação, devemos considerar moralmente quais os efeitos e consequências diretas que essa ação e essa decisão poderão ter, não só sobre os demais humanos, mas sobre todos os demais seres vivos concretos e individuais, que por elas poderão ser afetados.

Ou seja, o Homem cessa de ser o único ser a que é reconhecido valor intrínseco, um valor que não depende de uma utilidade instrumental, cultural, econômica e ecossistêmica, exteriores à sua mera existência ontológica (autenticidade existencial).

-Tudo isto, não significa que os seres humanos tenham que perder, em si, direitos autênticos e essenciais. Mas sim, que os direitos autênticos e essenciais, naturais e necessários, (o direito à Vida, à saúde, à integridade individual,  desenvolver as suas características próprias orgânicas, a buscar a felicidade, a ter Paz…) que os seres humanos têm, devem ter e terão, serão expandidos e reconhecidos para além da espécie humana, a todos os seres e aconteceres da Vida biosférica, que sempre partilharam conosco uma origem genética comum, os lugares de Vida e a autenticidade ontológica.

O Biocentrismo convida a que a humanidade adote um ponto de vista mais profundo e mais amplo sobre o que é uma Ética e uma Moral. Já não um dominado pelo calculismo dos «direitos só em troca de deveres» e pelo utilitarismo dos «teres e dos haveres», mas um ponto de vista ontológico: basta existir para se ser inteiro, basta Ser para se merecer considerabilidade e respeito. Um Biocentrismo coerente e profundo enforma uma espécie de «Ontocentrismo»: para a Vida, cada  ser-acontecer é-já-sempre em si mesmo, como se apresenta, singular, insubstituível, considerável e importante. O Biocentrismo convida, também, o assumir de uma outra noção de Liberdade: a grande liberdade positiva e aditiva, que respeita a liberdade de todo e cada um dos seres vivos concretos e individuais da biosfera viva, e, jamais, a pequena «liberdade» negativa e subtrativa do Homem ser Nada da Natureza e da Vida, à custa e apesar dos «outros» seres vivos.

-Só o Biocentrismo poderá libertar o ser humano do peso de se considerar o centro auto-mistificado do Universo, reconciliando-o como sólido nó, leve, livre e feliz, na teia da Vida.

CONSIDERAÇÕES CIENTÍFICAS SOBRE O BIOCENTRISMO

Apesar de ainda polêmica, a idéia não é de modo algum nova. Desde os filósofos gregos antigos até os nomes mais reconhecidos da ciência moderna, como o do astrônomo Camille Flammarion (1842-1925) e Charles Richet (1850-1935), Prêmio Nobel de Medicina em 1913, passando por pesquisadores como os já citados Ian Stevenson e do brasileiro Hernani Guimarães Andrade, e, mais recentemente, com nomes como o do astrofísico escocês Archie Roy (1924-2012) e do  biológo britânico Rupert Sheldrake, que se teoriza, a partir de evidências, que a vida e, portanto, a consciência humana possam não apenas sobreviver ao corpo, mas ainda determinar  o processo de sua embriogênese, atuando sobre o material genético, e a sua morfologia. Tudo isso sendo  discutido e amparado em uma série de evidências científicas(evidências, bem entendido, já que muita gente dentro do establishmentcientífico, modelado no velho paradigma mecanicista-positivista, ainda resiste a considerá-las provas), como as atualmente apresentadas pelos médicos Sam Parnia, na Inglaterra, e Van Lommel, na Holanda, sobre as experiências clínicas de pacientes que tiveram experiências de quase morte.

 ” A vida e, mais ainda, a consciência  – que se expressa por meio da vida –  que tem a primazia evolutiva e, com esta, estimula o desenvolvimento das manifestações físicas do Universo. É a consciênica e a vida, sua expressão que, para tanto, se utilizam da matéria tanto para animá-la quanto para se desenvolverem mútuamente (mente, vida e matéria) do que o oposto, ou seja, a matéria dando origem à vida e a consciência como mero fruto do acaso. Tal inversão lançaria nova e revolucionária luz sobre a ordem que vemos na natureza e seria o que determina a escala o aspecto geral do universo conhecido e o processo evolutivo que vemos, da matéria à consciência. Indo mais além, estabelece, como consequência, a existência da própria consciência como ente com uma realidade própria, inclusive sobrevivente à morte física.”Dr Robert Lanza M.D.

Robert Lanza, considerado pelo New York Times um dos três mais importantes cientistas vivos, afirma que existe vida após a morte e mesmo a reencarnação e que há evidências científicas desta realidade.

Dentro do rígido mundo acadêmico e laboratorial, é o Dr. Robert Lanza quem afirma que o atual nível de avanço da ciência permite dirimir práticamente qualquer dúvida sobre esta questão. Para ele, o quadro atual da ciência possibilita afirmar, que a vida continua para além da morte física e, mais que isso, essa vida consciente se aperfeiçoa com o tempo, voltando a viver em outros corpos (reencarnação), e atuando entre uma vida e outra em dimensões para além da nossa.Os estudos de Lanza ,unem ou estabelece pontes de comunicação que vai da Física Avançada para a Psicologia e Biologia de ponta e o levaram a formular sua teoria ou princípio do Biocentrismo. 

Nesta, é a consciência (ou algo bem parecido com a noção de um espírito consciente) que é o elemento mais fundamental no universo, ou seja, é a consciência o elemento que rege e estabelece a composição do universo, e não o inverso como o modelo mecanicista convencional costuma estabelecer…. Costuma estabelecer e reduzir, metafísicamente e á priori, de conformidade com o modelo mecanicista, interpretando a consciência como se esta fosse um mero epifenômeno secundário e sem muita importância da matéria (visão materialista-reducionista). 

As afirmações de Lanza podem parecer polêmicas, ousadas ou até mesmo temerárias, mas estão longe de serem frutos de uma mente excêntrica que deseje polemizar para obter notoriedade. Ao contrário, são baseadas em evidências, portanto, fatos, bem estabelecidos e pesquisados que agora ele tenta explicar numa teoria coerente, denominada biocêntrica.

OS DEFENSORES DA IDÉIA 

Vale lembrar que no curriculo do autor, anos atrás, ele pesquisou em áreas da Psicologia com ninguém menos que o pai do Behaviorismo radical, B. F. Skinner, e com grandes nomes da biologia, bioquímica e biofísica, tendo artigos publicados nas revistas mais difícies e conceituadas, como a Science. Portanto, suas colocações não são resultados de uma mente sonhadora ou ingênua e, apesar da resistência inevitável, com críticas pesadas mas nem sempre equilibradas dos colegas embebidos do paradigma mecanicista, obteve a simpatia ou mesmo o discreto apoio de outros lumiares da ciência contemporânea, como o do médico e Prêmio Nobel, Dr. Edward Donnal Thomas, que saiu em defesa de Lanza na revista Forbes em 2007, ou do físico Lawrence Krauss, que considera as idéias de Lanza científicamente interessantes embora, para ele, dificies de serem testadas – mas se levarmos em conta as pesquisas de Banerjee, Stevenson, Dean Radin, Charles Tart e H. G. Andrade, entre outros, possíveis de serem feitas.

Lanza, se aproxima muito de autores e teóricos avançados da Física, Filosofia, Biologia e Psicologia como David Bohm, James Lovelock, Jan Smuts, Ludwig von Bertalanffy, Maturana, Varela, Carl Gustav Jung, Stanislav Grof, Leonardo Boff e Fritjof Capra ao afirmar que existe uma lógica inteligente para a estrutura do universo, onde as leis, forças e constantes variações parecem equilibradas para se afinarem com a vida, o que permite sua eclosão e manifestação em um histórico de complexificação crescente, manifestação e desenvolvimento, ou seja, há uma forte evidência de coesão e regência nas leis da natureza, o que implica que na ação de uma inteligência modeladora subjacente a este quadro (a matéria em si não demonstraria sinais de consciência).

Esta mesma idéia já foi aventada por grandes nomes da física moderna, como Niels Bohr, Werner Heisenberg, Wolfgang Pauli, Erwin Schrödinger e, mais dúbiamente, Albert Einstein (veja-se, sobre isso, os livros de Fritjof Capra, em especial O Tao da Física e O Ponto de Mutação), mas quase nunca foi devidamente considerada pelo establishment científico oficial.

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OS CONCEITOS DE ESPAÇO-TEMPO DO  DR LANZA

Ciente das pesquisas de cientistas como Fred Alan Wolf e David Bohm, Lanza deles também se aproximam ao afirmar também que o espaço e o tempo não são objetos ou coisas existentes por si, mas sim ferramentas relativas, adaptadas ao nível de nosso entendimento animal, interpretação de nossa mente em determinado estado de consciência. Lanza vai mais além, afirmando que carregamos o espaço e o tempo em torno de nós “como tartarugas”, o que significa que quando a casca sai, espaço e tempo ainda existem.

Neste ponto, a teoria de Lanza é bem próxima do modelo tetradimensional da psique, ou espírito, de Hernani Guimarães Andrade ( deste autor, os livros Morte, Renascimento, Evolução e Psi Quântico) e se aproxima do pensamento teórico do psiquiatra suíço Carl Gustav Jung (1875-1961).

Robert Lanza, portanto, estabelece uma trama relacional abrangente unindo os fios da Biologia, da Física e da Psicologia. O quadro teórico resultante resgata as noções da Metapsíquica de Charles Richet, Gustave Geley e Frederic Myers. Afirma ele que o Biocentrismo dá sentido à ideia bastante ventilada nos últimos trinta anos, no complexo meio da Física teórica, de múltiplos universos, evocando a noção de que é possível a existência da consciência em “outros mundos” (o modelo tetradimensional  também afirma isso, o que também é validado pelas pesquisas de Stanislav Grof).

Neste quadro, como já intuiam, na Física, Bohr, Pauli, Schrodinger e Bohm, na Biologia, com Maturana, Varela, e na Psicologia, William James, Carl Jung e Stanislav Grof, a consciência desempenha um papel que a ciência dita exata começa a levar em consideração. Sendo assim, segundo Lanza, a morte seria uma mera ilusão criada pela mente restringida pelos sentidos, adaptados a um mundo material limitado e difícil de se lidar a três dimensões, mas que demonstra possuir uma capacidade criativa e intuitiva que ultrapassa estes limites pois, a vida, para Robert Lanza, transcende a linearidade banal aceita pelo modelo cartesiano-newtoniano da ciência clássica e ao qual estamos acostumados. Segundo ele, a noção aceita de morte é uma interpretação errônea, ou melhor, uma crença culturalmente compartilhada, baseada numa metafísica materialista que ainda desconsidera os achados da Psicologia e da Física de ponta. Capacidades aparentemente anômalas, como a percepção extra-sensorial, a precognição, etc., seriam indícios de que a mente superaria, em certos momentos e em condições ainda pouco compreendidas (Richet, Jung, Rhine, Readin, Tart, Grof, Andrade) os limites do universo físico ao qual estamos familiarizados.

(nota pessoal;Lanza, em sua visão transdisciplinar (Morin, Capra) e transpessoal (Grof), também resgata as contribuições de pensadores como Pierre Teilhard de Chardin e Pietro Ubaldi, embora não se possa saber ao certo até onde o pesquisador estudou – se de fato estudou – tais autores. Seja como for, a mesma ideia geral, o chamado Princípio Antrópico Cosmológico tão presente no pensamento destes, também se expressa no Biocentrismo de Lanza, ou seja, de que a vida e a nossa existência humana são emergências esperadas, não o fruto do acaso, pelo contrário, sendo fenômenos inevitáveis).

A vida e a consciência, por sua vez, criariam a realidade biológica e esta transformaria o mundo  (hipótese Gaia, de James Lovelock), sem a noção linear, reducionista, simplificadora e limitante que adotamos nos últimos trezentos anos. A morte apenas existe como conceito cultural, ensinado pelas gerações a partir de uma visão limitadora da realidade, e, portanto, não pode “existir em qualquer sentido real”. 

EXEMPLIFICANDO A TEORIA DA VIDA APÓS A MORTE 

 Uma vida que cumpre seu ciclo é a manifestação temporal da consciência que continua a existir em outras realidade dimensionais, e mesmo podendo voltar a esta dimensão para um novo ciclo de desenvolvimento pessoal, ajudando, igualmente, no desenvolvimento coletivo. A vida física individual seria um mera emergência temporal, um fragmento na realidade restritiva a que estamos acostumados, mas que a supera e que, por sua vez, daria simplesmente um novo recomeçar quando morremos, para novas possibilidades. O contrário de morrer não é, portanto, viver, mas nascer. A vida simplesmente é e se manifesta temporalmente, na matéria, dentro dos limites do nascer e do morrer e, portanto, transcende – como sentimos intuitivamente – o tempo cronológico. Não se trata de um tempo, passado, presente e futuro – aqui, sem a nossa consciência, espaço e tempo não tem valor algum, desta forma, quando morremos, a nossa mente não poderia deixar de existir, pois ela faria parte do universo, assim, ao menos uma parte fundamental da mente individual pode ser imortal, como, aliás, é dito por quase todas as tradições religiosas e filosóficos do mundo inteiro.
Na teoria dos multi-versos, há uma possibilidade de um número indefinido de dimensões, ou de lugares ou de outros universos onde a nossa alma poderia migrar após a morte, de acordo com a teoria de neo biocentrismo, e ainda assim interagir e voltar à dimensão física.Mas será que o espírito/alma/consciência existe de modo independente? Outros cientistas reconhecidos formularam alguma teoria ou hipótese de trabalho que dê sustentação a isso? A resposta é afirmativa.
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Teorias corroboradas pelo Dr Stuart Hameroff 

Embora polêmicas diante do domínio do paradigma mecanicista, existem teorias de trabalho construídas por vários cientistas que dão suporte à idéia da vida consciente após a morte. Para o Dr. Stuart Hameroff, por exemplo, uma experiência de quase morte, EQM – aquela em que o paciente vê o próprio corpo e as tentativas da equipe médica de o ressuscitar -, acontece quando a informação quântica que habita o sistema nervoso deixa o corpo e se dirige ao espaço. Apesar de ser apenas um modelo, é um modelo que enfrenta o paradigma dominante já que, ao contrário do que defendem os materialistas, a teoria de Hameroff oferece uma explicação alternativa da consciência que pode, talvez, apelar para a mente científica racional e intuições pessoais sobre um fenômeno que já é reconhecido como ocorrente desde que o médico Dr. Raymond Mood publicou seu clássico livro sobre EQM, Vida depois da Vida, em 1975 (veja o vídeo ao final deste artigo).

A consciência interagiria ou se utilizaria, de acordo com o modelo teórico de Hameroff e do físico britânico Sir Roger Penrose, dos microtúbulos das células cerebrais,  que poderiam ser os sítios primários de processamento quântico da mente. Após a morte esta singularidade informacional, que é a consciência é liberada de seu corpo, o que significa que a mente e seu histórico vai com ele para algum outro lugar ou dimensão.

A Consciência, ou pelo menos a proto consciência, é teorizada por quase todo os autores aqui citados como a propriedade fundamental do universo, possivelmente presente até mesmo no primeiro momento do universo durante o Big Bang. Nos dizeres de Lanza, baseado em Hameroff e Penrose,“em uma dessas experiências conscientes comprova-se que o proto esquema é uma propriedade básica da realidade física acessível a um processo quântico associado com atividade cerebral.” (veja-se o video abaixo, ao final deste texto).

Esta interpretação quântica da consciência, é trabalhada por Lanza e explica diversos fenômenos, como experiências de quase morte, projeção astral, experiências fora do corpo e até mesmo a reencarnação sem a necessidade de recorrer a qualquer ideologia religiosa. A energia de sua consciência potencialmente é reciclada de volta em um corpo diferente em algum momento e nesse meio tempo ela existe fora do corpo físico em algum outro nível de realidade e possívelmente, até mesmo outro universo.

Biocentrismo – Robert Lanza – Cientistas Comprovam a Reencarnação Humana-legendado em portugues

A EXPLICAÇÃO CIENTÍFICA DA VIDA APÓS A MORTE

Falando em termos puramente empíricos,por mais que pareçam aparentemente áridas, estas são explicações que dão uma explicação, talvez ainda a ser aprimorada da ciência, para a possibilidade de vida após a morte. Elas dizem que nossas consciências (ou espíritos) são consequências da própria estrutura do universo e pode ter existido, em estágios diferenciados de desenvolvimento, já desde o início dos tempos. (nota do Monicavoxblog;Nossos cérebros, assim, não produzem a consciência, servindo apenas, usando uma analogia aproximativa, ou metáfora, como “meros receptores e amplificadores” para a proto-consciência que é intrínseca ao tecido do espaço-tempo. Então, como parece indicar aspectos como tempo psicológico, PES, EQM, memória extra-cerebral de crianças que lembram espontâneamente de vidas anteriores, há realmente uma parte de sua consciência que é não material e vai viver após a morte de seu corpo físico).

3O MODELO BIOCÊNTRICO DE LANZA

A possibilidade de que nossa consciência pessoal seja uma centelha diferenciada e em evolução de uma realidade em si mesmo, fundamentalmente consciencial e que dá origem às diferentes facetas da realidade e que nós mesmos, assim, somos imortais e que podemos reencarnar, é a consequencia lógica de alguns princípios estabelecidos pelo modelo biocêntrico de Robert Lanza. Estes princípios são:

1. O espaço e o tempo não são realidades absolutas independentes de consciências-observadoras, portanto, a realidade “externa” seria um processo de percepção (interpretação) e de criação da consciência.

2. As nossas percepções externas e internas estão ligadas, de forma profunda, não podendo se divorciar uma da outra.

3. O comportamento das partículas subatômicas está ligado com a presença de um observador consciente. Sem esta presença, as partículas existem, no melhor dos casos, em um estado indeterminado de probabilidade de onda.

4.  Sem consciência a matéria permanece em um estado indeterminado de probabilidade. A consciência precede o universo.

5. A vida cria o universo, e não o contrário, como estabelecido pela ciência tradicional.

6. O tempo não tem real existência fora da percepção humana.

7. O espaço, assim como o tempo, não é um objeto. O espaço é uma forma de compreensão e não existe por conta própria.

 Robert Lanza, defende que a morte não é real

Uma “nova teoria do Universo”, que propõe a utilização de todos os conhecimentos que a humanidade adquiriu nos últimos séculos. A partir dessa perspectiva e com essas ferramentas, Lanza deu uma nova resposta à pergunta primordial sobre a morte: para o biocentrismo, esta é uma ilusão, já que é a vida que cria o universo e não o contrário. Dado que o espaço e o tempo não existem de forma linear, a morte não pode existir em seu “sentido real” – seria apenas uma ilusão da consciência. E é a consciência que, segundo Lanza, conecta a vida ao corpo biológico.A prova estaria nos experimentos de física quântica, que demonstram que a matéria e a energia podem se revelar com características de ondas ou de partículas na percepção e na consciência de uma pessoa. Acrescentando-se a teoria de que existe uma infinidade de universos com diferentes variações que acontecem ao mesmo tempo, o biocentrismo comprova que tudo o que pode acontecer está ocorrendo em algum ponto do multiverso, ou seja, a morte não pode existir em “nenhum sentido real”.Alguns cientistas importantes fizeram coro à teoria de Lanza, como Ronald Green, diretor do Instituto de Ética da Universidade de Dartmouth, que afirma que pensar a consciência de um ponto de vista quântico é coerente com as últimas descobertas da biologia e da neurociência sobre as estruturas da mente e da vida humana.Um livro publicado pelo cientista Robert Lanza, abre novas perspectivas sobre nossa noção de vida e morte. Sua obra, chamada “O biocentrismo: Como a vida e a consciência são as chaves para entender a natureza do Universo”, sugere que a vida não acaba quando o corpo morre e poderia durar para sempre.

UM UNIVERSO CONSPIRATÓRIO

Lanza acredita que o Universo parece conspirar para a existência da vida, o que significaria que a inteligência seria anterior ao Universo. Desta maneira, sua teoria sugere que não há morte da consciência. O “há” é apenas a morte do corpo, que seria um veículo físico desta consciência, que existe fora das restrições de tempo e espaço. Para adicionar mais ingredientes à polêmica teoria, Lanza, assim como vários pesquisadores, acredita que múltiplos universos (multi-universo) podem existir simultâneamente.

Desta forma, o corpo poderia estar morto em um universo e continuar a existir em outro, absorvendo essa suposta consciência migratória. A consciência, ou pelo menos proto- consciência, é teorizada por este grupo de pesquisadores como propriedade fundamental do Universo. “Em uma dessas experiências conscientes, comprova-se que o proto esquema é uma propriedade básica da realidade física acessível a um processo quântico associado com atividade cerebral.”, diz Lanza.

De acordo com cientistas que pesquisam o assunto, as informações quânticas de nossa consciência estariam armazenadas em microtúbulos do nosso corpo. Quando morremos, esta informação não é destruída, mas distribuída e dissipada pelo Universo, ou em vários deles.

Biocentrismo – Robert Lanza-legendado em portugues

Visão pessoal…….

Na concepção dualista além do mundo material (composto da matéria e do éter  que deu origem à matéria) o Universo é também constituído por um outro éter, de informação. No atual estágio, estamos descobrindo as leis que regem o comportamento do mundo material ; De qualquer forma, no mundo material todas as leis se submetem ao princípio de causa e efeito. A matéria é corpuscular, e não tem propriedade dual, mas a matéria pode se converter em éter físico, e vice-versa, através da equação E=mc2 de Einstein. Quanto ao éter de informação,ainda desconhecemos  as leis que regem seu comportamento. Ele é responsável por criações fantásticas como a estrutura do DNA e órgãos complexos como o cérebro e o olho, e sem sua interação com o mundo material, a vida nunca apareceria no Universo nem evoluiria até chegar à forma de um ser humano (cálculos matemáticos já demonstraram que é impossível que a vida seja conseqüência de ocorrências aleatórias, como defende a ciência vigente, desde que os cálculos de probabilidade já demonstram que a própria estrutura do DNA nunca seria obtida se fosse produto do mero acaso). Nesse éter de informação estaria a sede da consciência, e sua interação com o mundo material produziria os fenômenos paranormais. Essa é a concepção que irá no futuro substituir as atuais concepções, depois que a própria Física Quântica for superada por uma nova teoria.Lanza vem trazer mais uma luz aos mistérios tanto do físico humanóide(orgânico), com suas pesquisas sobre células-tronco, como provas mais concretas científicas da vida após a morte;Muitos de nós têm uma falsa concepção de como é a vida nas Dimensões Superiores. Os reinos superiores não são um ambiente nebuloso e sem substância, e nos parecem que não  diferem do nosso meio físico terreno. Todavia, conforme vamos evoluindo com o passar do tempo,perceberemos que há muitas diferenças. Quando fizermos a passagem, teremos forma e substância. Sim, a nossa forma será mais refinada e não tão sólida como acontece no ambiente de terceira e quarta dimensões, mas  ainda sentiremos algo sólidos e tudo ao nosso redor terá forma e ordem igualmente. O nível em que estivermos sintonizados ou forem compatíveis, vai determinar quão conscientes vocês estão, e as capacidades que terão, também, como o nosso ambiente circundante, parecerá; as frequências que projetarmos ou com as quais ressoarmos, vão determinar em que dimensão ou em que nível dimensional do sub-plano nós iremos/estaremos, e também que nível de informação cósmica seremos capazes de acessar. Também é importante que possamos compreender que as regras mudam à medida que o processo de evolução se movimenta em espiral para o próximo nível.Consideremos cada teste e desafio como uma oportunidade para liberar os pensamentos ultrapassados e os padrões vibracionais que não servem mais ao nosso bem maior.;Observemos as experiências da nossa vida através dos filtros de nossa Mente e Coração , conforme nós atraímos as Partículas de Vida do Criador/Plenum Cósmico/Deus e vamos fundi-las com a nossa energia do Amor, antes de irradiá-las em direção ao mundo e à humanidade. Estamos todos nesta dança cósmica da evolução, e juntos, prevaleceremos.

Inspiração….

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[Teoria do Biocentrismo] Teoria quântica,múltiplos universos

Monicavox

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