Minhas matérias & opiniões….

Conhecendo a inteligência dos nossos sentidos…

Resultado de imagem para imagens da história cósmicaNossa História Cósmica é o centro do campo universal da inteligência.Este campo de inteligência é co-extensivo com a mente omni-dominante. O mundo fenomênico é um reflexo do campo de inteligência. A mente é o substrato absoluto do reino imaginal, que dá conta de tudo o que conhecemos no reino fenomênico. A inteligência é a capacidade da mente para organizar e qualquer organização implica inteligência.

Todo ser possui inteligência,sejam dos reinos vegetal e animal, inclusive.Quando evoluímos á níveis maiores de capacidade auto-reflexiva, a inteligência também é vista como um processo de propósito criativo mais alto, que pode criar imagens através de qualquer sistema sensorial que se utilize. Onde há inteligência, há propósito.

O mundo da manifestação parece estar fora de nossos sentidos. Isto é realmente verdadeiro?Onde termina o reino fenomênico e aonde começa o reino imaginal? Não se pode separar o campo de inteligência do reino imaginal, nem tampouco do campo do reino experencial. Porém, o que é a inteligência e onde está localizada? È a inteligência, como a mente,uma qualidade que permeia o Cosmo?

Quando pensamos na inteligência usualmente a associamos com ser elegante e saber como fazer as coisas.O dicionário define inteligência como;”A habilidade para aprender feitos, habilidades e aplicá-los, especialmente quando esta habilidade é altamente desenvolvida”.

Estamos falando sobre inteligência da seguinte forma;primeiro que tudo é um conhecimento avaliador, que nos permite fazer a distinção entre percepções e experiências, de acordo com uma finalidade assumida ou propósito.Daí, a inteligência estar sujeita a dar decisões, até o grau em que estas decisões ajudem, ulteriormente, a alcançar uma meta ou fim particular.

A mente toma diferentes dados no reino fenomênico,por meio dos sentidos e estruturas, e os organiza em imagens e linguagem. A partir da Mente Cósmica Universal, os diferentes fenômenos recebem diferentes nomes.O surgimento dos fenômenos, sempre corresponde a qualquer ponto na estrutura e etapa do desenvolvimento dentro da História Cósmica ao qual esse fenômeno se refere. Isto se deve ao fato de que a História Cósmica é uma descrição do processo criativo das etapas de criação, na qual se dá igual consideração à impulsos e estruturas imaginais e a dados fenomênicos e sua organização.

Do ponto de vista do Homem Planetário, os sentidos sempre estariam despertos e se estaria plenamente em contato com tudo ao seu redor. Como se organiza, o que se experimenta do reino fenomênico?Porque duas pessoas diferentes tem a mesma experiência mas a experimentam de forma diferente uma da outra? Tem que se desenvolver a completa sensibilidade para tudo ao seu redor. Tudo o que se experimenta são dados mentais.

Ao nível do Absoluto, não há nada senão pura harmonia. Ao nível fundamental ou relativo podemos perguntar;O que conhecemos é meramente uma função de nossas percepções sensoriais?E são essas percepções sensoriais de um humano, a totalidade do que pode ser conhecido? È isto um ponto ilusório ou há algo mais?O que está oculto, ou não manifesto, existe em um mundo além das percepções humanas que nós conhecemos como o reino imaginal.  Por meio de raciocínio analógico pode-se dizer que pensamos no conhecimento como a rã no fundo do poço, que olha para cima para ver o céu e pensa que é tudo o que há. Quando sai do poço , vê que as coisas são totalmente diferentes.Nossa consciência é como isso?

No  reino fenomênico, a capacidade para organizar está amplamente estruturada pelas percepções sensoriais. O Universo inteiro, como o conhecemos, está construído á partir do que estes órgãos percebem.Isto constitui um modelo de realidade psicofísica. Quando toda a entrada dos sentidos é organizada na mente, cria o universo imaginal. A entrada, desde os diferentes órgãos dos sentidos acoplados com a nossa própria composição psicogenética, cria o imaginário mental perceptível.

Estes são aspectos importantes a se considerar na criação de uma mais profunda visão de realidade e é importante entender como construímos uma imagem do mundo, e como as imagens do mundo podem ser estereotipadas.Aqui vemos novamente a dialética entre conhecimento condicionado e novos conjuntos de impressões. Dentro do processamento de informação cerebral e sistema de armazenagem, há o que se denominam filtros bioenergéticos.Uma vez que um padrão perceptivo condicionado é estabelecido na mente, muitas impressões, que são aceitas, correrão através de filtros bioenergéticos da mente conceitual, que está de acordo com uma percepção particular preconcebida da realidade;até que estes filtros sejam desprogramados,purificados e transcendidos, é muito difícil dizer que seja real.

Neste mundo tudo é relativo, porque as diferentes construções são nada mais que impressões subjetivas, ou distorções de miríades de ignorantes que constituem a biomassa humana.Poderíamos então fazer a pergunta novamente;Pode algo ser definido objetivamente?As diferentes espécies tem suas percepções sensoriais,porém,entre elas mesmas, a informação é sensorial subjetiva ou objetiva?

Sabemos que as pessoas, de um modo geral, podem ter a mesma percepção tal como o pôr do sol,por exemplo,porém,o que os indivíduos fazem com esta percepção é altamente variado.Porque temos diferentes sentidos e órgãos dos sentidos? È possível conceber a mais alta inteligência ou existência operando sem órgãos dos sentidos ou com órgãos sensoriais adicionais?A informação recebida através do nervo auditivo,por exemplo, é completamente diferente da informação recebida através do nervo óptico.

Visão pessoal…

Quantos sentidos são necessários para unificar o mundo?Qual é a forma e padrão da criação?Os elementos da criação são realmente projeções de pensamento mentais criativas da Mente Divina, o que quer dizer que são absolutamente perfeitas,precisas e reconhecíveis;tudo o que estamos fazendo está vindo puramente do reino imaginal divino…..Devemos começar a examinar o processo todo; Tudo o que existe é baseado em algum tipo de plano divino. Estamos descobrindo o mágico lugar do reflexo inicial. ….Houve sempre espaço vazio absoluto?O Plenum Cósmico/Deus, sempre existiu sem forma?O que ocorreu? Algo ocorreu e o Plenum/Deus projetou o plano e a forma?O que foi inscrito primeiro no molde divino?Qual foi o primeiro pensamento?Foi um som?Um puro pensamento visual??

ESTAS PERGUNTAS PODERIAM SER PROFUNDAMENTE CONTEMPLADAS EM SILÊNCIO.

Conhecer os outros é inteligência, conhecer-se a si próprio é verdadeira sabedoria. Controlar os outros é força, controlar-se a si próprio é verdadeiro poder.Lao-Tsé
Inspiração….
O Cérebro e a Inteligência-Daniel Goleman
Neuroaprendizagem e Inteligência Emocional-Ines Cozzo Olivares
O Código da Inteligência-Augusto Cury

Nem Espaço,nem Tempo…..

Resultado de imagem para imagens da fisica quanticaUma das idéias mais consagradas do nosso sentimento de nós mesmos e do nosso mundo, é a noção do tempo e do espaço. Encaramos a vida como uma progressão que podemos medir por meio de relógios, calendários e momentos que consideramos mais importantes. Nascemos, crescemos, casamos e temos filhos, acumulamos casas, bens, gatos e cachorros, o tempo todo, inevitávelmente, envelhecendo e avançando em uma linha na direção da morte.

Na verdade, a evidência mais tangível da progressão do tempo é o fato físico do envelhecimento. A outra idéia inviolável a partir do ponto de vista da física clássica, é a noção de que o mundo é um lugar geométrico repleto de objetos sólidos com espaços entre eles. O tamanho do espaço entre os objetos determinava o tipo de influência que um tinha sobre o outro. As coisas não poderiam exercer nenhum tipo de influência instantânea se estivessem a quilômetros de distância uma da outra. As experiências  começaram a prenunciar que em um nível mais fundamental da existência, não há nem espaço nem tempo, nenhuma causa ou efeito óbvio – de alguma coisa colidindo com outra e causando um evento no tempo ou no espaço. As idéias newtonianas de um tempo e um espaço absolutos ou mesmo a concepção de Einstein de um espaço-tempo relativo, são substituídas por uma imagem mais verdadeira, ou seja, a de que o Universo existe em um vasto “aqui”, onde o aqui representa todos os pontos do espaço e do tempo em um único instante. Se as partículas subatômicas podem interagir ao longo de todo o espaço e todo o tempo, o mesmo pode ser possível para a matéria maior que elas compõem. No mundo quântico do Campo, um mundo subatômico de puro potencial, a vida existe como um enorme presente. “Se retirarmos o tempo tudo faz sentido.”

AS EXPERIÊNCIAS

Esse grupo de experiências sugeriam três possíveis cenários;

1-O primeiro era a visão de um Universo totalmente determinista, onde tudo que iria acontecer já teria ocorrido. Dentro desse universo de determinação fixa e absoluta, as pessoas que tinham premonições estavam simplesmente interceptando informações que já estavam disponíveis em algum nível.

2-A segunda possibilidade era perfeitamente explicável dentro das leis teóricas conhecidas sobre o Universo. Dick Bierman, da Universidade de Amsterdã, acreditava que era possível explicar a precognição por meio de um fenômeno quântico familiar conhecido como ondas adiantadas e atrasadas, a chamada teoria do absorvedor de Wheeler-Feynman, que diz que uma onda pode viajar para trás no tempo vinda do futuro para chegar à sua origem. O que acontece entre dois elétrons é isso. Quando um elétron se agita um pouco, ele envia ondas irradiantes tanto para o passado como para o futuro. A onda futura, digamos, atingiria uma futura partícula, que também oscilaria, enquanto estaria enviando suas próprias ondas adiantadas e atrasadas. Os dois conjuntos de ondas desses dois elétrons se neutralizam de maneira mútua, exceto na região entre eles. O resultado final de uma onda da primeira viagem para trás e da onda da segunda viagem para a frente é uma conexão instantânea. Especulou-se que no caso da premonição, em um nível quântico, talvez estejamos enviando ondas para encontrar o nosso próprio futuro.

3-A terceira possibilidade, que talvez faça mais sentido, é que tudo no futuro já existe em algum nível subjacente na esfera de puro potencial, e que quando vemos algo no futuro, ou no passado, estamos ajudando a dar-lhe forma e existência, exatamente como fazemos com uma entidade quântica no presente com o ato da observação. Uma transferência de informação por meio de ondas subatômicas não existe no tempo ou no espaço, mas está, de algum modo, espalhada e é onipresente. O passado e o presente são indistintos em um vasto “aqui e agora”, de modo que o nosso cérebro “capta” sinais e imagens do passado e do futuro.

O nosso futuro já existe em um estado nebuloso que podemos começar a realizar no presente.

Isso faz sentido se levarmos em consideração que todas as partículas subatômicas existem em um estado de todos os potenciais a não ser que sejam observadas – o que incluiria alguém pensar a respeito delas. Ervin Laszlo apresentou uma interessante explicação física para o deslocamento do tempo; Ele sugere que o Campo de Ponto Zero de ondas eletromagnéticas tem sua própria sub-estrutura. Os campos secundários causados pelo movimento de partículas subatômicas interagindo com O Campo são chamados de ondas “escalares”, que não são eletromagnéticas nem possuem direção ou spin. Essas ondas podem viajar bem mais rápido do que a luz – como os táquions imaginados por Puthoff.

Laszlo propõe que são as ondas escalares que codificam as informações do espaço e do tempo em uma taquigrafia quântica de padrões de interferência intemporais e ilimitados. No modelo de Laszlo, esse nível subjacente do Campo de Ponto Zero – a mãe de todos os campos – fornece o modelo holográfico do mundo para todo o tempo, passado e futuro. É isso que interceptamos quando investigamos o passado ou o futuro.

 

Para retirar o tempo da equação, precisamos retirar o estado de separação. A energia pura que existe no nível quântico não tem tempo nem espaço, existindo em um vasto continuum de energia flutuante. Nós, de certa maneira, somos o tempo e o espaço.

Quando trazemos energia para a consciência por meio do ato da percepção, criamos objetos separados que existem no espaço em um continuum uniforme. Ao criar o tempo e o espaço, criamos a nossa condição de separação. Isso sugere um modelo semelhante ao da ordem implícita do físico inglês David Bohm, que teorizou que tudo no mundo está envolto nesse estado “implícito”, até que se torna explícito – uma configuração, imaginou ele, de flutuações do ponto-zero.

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O modelo de Bohm encarava o tempo como parte de uma realidade maior, que poderia projetar muitas sequências ou momentos na consciência, não necessáriamente em uma ordem linear. Ele argumentou que, como a teoria da relatividade afirma que o espaço e o tempo são relativos e na verdade uma única entidade (espaço-tempo), e se a teoria quântica estipula que os elementos que estão separados no espaço estão conectados e são projeções de uma realidade de dimensão mais elevada, então momentos separados no tempo também são projeções dessa realidade maior.

Tanto na experiência habitual como na física, o tempo tem sido em geral considerado uma ordem primordial, independente e universalmente aplicável, talvez a mais fundamental que conhecemos. Agora, somos levados a propor que ele é secundário e que, assim como o espaço, deve resultar de uma base de dimensão superior, como uma ordem particular.

Na verdade, podemos acrescentar que muitas dessas ordens de tempo inter-relacionadas particulares podem originar diferentes conjuntos de sequências de momentos, correspondendo a sistemas materiais que viajam a velocidades diferentes. No entanto, todas dependem de uma realidade multidimensional que não pode ser totalmente compreendida em função de qualquer ordem, ou conjunto de ordens, de tempo.

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Se a consciência está operando no nível de frequência quântica, ela também residiria, naturalmente, fora do espaço e do tempo, o que significa que em teoria temos acesso a informações “passadas” e “futuras”. Se os seres humanos são capazes de influenciar os eventos quânticos, isso implica que também somos capazes de interferir em eventos ou momentos que não pertencem ao presente. Isso sugeriu a William Braud uma idéia fascinante.

A intenção humana deslocada no tempo de algum modo atua sobre as probabilidades de uma ocorrência para produzir um resultado, e funciona melhor no que Braud gostava de chamar de “momentos iniciais” – os primeiros em uma cadeia de eventos. Assim, se aplicássemos esse princípio à saúde física ou mental, isso talvez significasse que poderíamos usar O Campo para conduzir influências “para trás” no tempo e alterar momentos fundamentais ou condições iniciais que mais tarde se tornam problemas ou doenças plenamente desenvolvidos.

Se o pensamento no cérebro é um processo quântico probabilístico, como sugerem Karl Pribram e seus colegas, a intenção futura talvez possa influenciar o disparo de um neurônio e não de outro, desencadear uma ou outra cadeia de eventos químicos e hormonais que podem ou não resultar em uma doença. Braud imaginou um momento inicial no qual uma célula assassina natural pode existir em um estado probabilístico com 50% de chance de matar e 50% de não dar atenção a certas células cancerosas. Essa simples decisão inicial poderá com o tempo fazer a diferença entre a saúde e a doença, ou até entre a vida a morte. Pode haver inúmeras maneiras pelas quais poderíamos usar a intenção no futuro para modificar as probabilidades antes que elas se transformem em uma doença plenamente desenvolvida.

Na verdade, até mesmo o diagnóstico pode influenciar o curso da doença, de modo que deve ser abordado com cautela. Não é que não poderíamos eliminar a doença se ela tivesse se desenvolvido, mas alguns dos aspectos mais prejudiciais dela talvez ainda não tivessem se tornado reais e ainda poderiam ser susceptíveis de mudança. Pegaríamos a doença em um ponto no qual ela poderia ser impelida em muitas direções, da saúde até a morte. Braud refletiu se alguns casos de remissão espontânea não teriam sido causados por uma intenção futura agindo sobre uma doença antes do ponto em que já não há mais volta. Pode muito bem ser que filmes da série “Exterminador do futuro”, talvez possamos voltar no tempo para alterar nosso próprio futuro cada momento de nossa vida influencie todos os outros, para a frente e para trás.

Se o tempo linear é uma ilusão, lembrar é comunicar-se

A lembrança é, de fato, um processo de comunicação. Lembrar é comunicar-se com o passado. Isto também se aplica às memórias de vidas passadas. Aqui, também, ocorre uma troca energética entre o eu do presente e o eu do passado. Em algum nível, todo terapeuta de regressão sabe disto. Por exemplo;Um bom terapeuta nunca pedirá ao seu paciente para tentar se lembrar de alguma coisa. Ele sempre sugerirá que ele se mova em direção e ela durante a regressão. Por exemplo, ele poderá dizer “Vá para a verdadeira origem do problema.” O terapeuta sabe que esta última abordagem funciona melhor que a primeira. Por quê? Porque esta instrução corresponde melhor ao que está realmente acontecendo. Há algo para o qual se direcionar; um outro “agora” no qual o evento traumático foi vivenciado primeiro.O que acontece quando você conecta seu “agora”, seu presente, com outro “agora” e começa a se comunicar com seu eu passado que vive nesse outro “agora”? O resultado desse processo de comunicação é a criação de um “agora novo e compartilhado”. No momento em que você inicia um diálogo com outra pessoa (no caso, o seu eu “passado”), você passa a compartilhar o “agora”, o mesmo presente. E, deste “presente compartilhado”, surgem novas possibilidades; isto significa, especificamente, que você pode enviar cura e compreensão para o seu eu passado, influenciando, assim, o passado de um modo real. Como o passado não está terminado, em termos absolutos, você pode modificá-lo a partir do futuro.

O AQUI E AGORA NA FÍSICA QUÂNTICA

CRIAR UM NOVO PASSADO-A QUESTÃO DA CURA ATRAVÉS DO AQUI E AGORA

Outra possibilidade que surge desta nova forma de ver o tempo-espaço é a de recriar o passado. Se o passado não é fixo e acabado, e lembrar-se dele é trocar energia com ele, então nosso ponto de vista tradicional sobre causalidade vai por água abaixo. Tradicionalmente, as coisas não podem ser causadas por eventos do futuro, só por eventos do passado. Neste caso, o futuro parece ter tido um impacto real sobre o passado. Quando você envia cura para uma vida passada, ela, em troca, envia cura de volta para você. Ao criar um novo passado, o presente é alterado também. De acordo com este ponto de vista, o passado não é fixo: o passado, como o futuro, é um oceano de possibilidades. A partir do presente, do nosso “agora” atual, sempre podemos escolher o caminho a tomar, a linha de tempo a ativar, tanto no passado quanto no futuro. Nossas vidas acontecem num continuum espaço-temporal, que se move e muda constantemente; estamos constantemente interagindo com nossas outras vidas e elas conosco. A parte que faz essa interação é a nossa consciência, nossa percepção consciente. Esta parte é nossa essência e independe de tempo e espaço. Ela viaja através da teia do espaço-tempo, mas não está no tempo.  É a nossa parte que é eterna e imutável. Por ser independente de tempo e espaço, nossa consciência é uma fonte de Luz e cura para tudo o que existe no tempo. Quanto mais conscientes nos tornamos, mais entramos num plano atemporal, a partir do qual irradiamos luz para todas as nossas vidas.

 

Visão pessoal…

A Física Quântica do Campo é o primeiro passo em um processo fantástico de despertar .Não compreendemos  a construção de tudo o que  vemos ao nosso redor, mas também compreenderemos exatamente como nossa crença e pensamento criam a matéria, como  colhemos o que plantamos, como mesmo “antes de pedir já tem sido  dado”, etc. É a ciência, finalmente, alcançando a espiritualidade e o senso comum, e explicando-a. Pensemos sobre isto; quando alguém lhe diz que tudo é possível se apenas você acredita, não é mais fácil acreditar que quando você sabe como, passo a passo e científicamente, sua fé muda o universo e produz o que você crê?Um dos benefícios de entender a base da Física Quântica do Campo  é que , finalmente, vemos claramente como conceitos poderosos, como a fé e o pensamento correto trabalham, entre outras coisas. Esta visão e compreensão, este conhecimento, capacita-nos  a ter plena confiança, elimina a dúvida, cria  realidades conscientemente, poderosamente e maravilhosamente, e de muitas maneiras, torna-nos mais poderosos.A Física Quântica do Campo também nos mostra como estamos todos conectados, como somos todos Um Ser, que perpetua uma ilusão de seres individuais separados. Também nos dá um vislumbre de como o Espírito e a Matéria interagem e se conectam, como a Mente e a Matéria também o fazem, como a criação realmente acontece, e como somos co-criadores com a Fonte.A Física Quântica que estuda o Campo, é o estudo da construção do Universo. Por exemplo, nosso corpo é feito de células;Estas células, por sua vez, são feitas de moléculas, que são feitas de átomos, que são feitos de partículas subatômicas, como os elétrons. Este é o mundo da Física Quântica e do Campo. Tudo é feito à partir de ´grandes grupos´ de partículas subatômicas. O nosso corpo, uma árvore, pensamentos, um veículo, um planeta, a luz e tudo o mais são ´concentrações´ de energia. Tudo isso são grandes coleções de práticamente os mesmos tipos de partículas subatômicas. A única diferença é a maneira como estas partículas são agrupadas em maiores blocos construtivos. Sabendo como funciona, é a chave para saber como recriar a si mesmo e o mundo ao seu redor.Falando individualmente,até aqui você pode ter desenhado o seu mundo ao acaso e inconscientemente; Agora você vai acordar e fazê-lo deliberadamente e conscientemente, com uma direção.Assim é o seu mundo – um brilho rápido que causa uma ilusão de ser “sólido” e “contínuo”.  Uma vez que você entenda o que é o seu mundo realmente, verdadeiramente, você começa a entender o seu verdadeiro comportamento e natureza. Então mude sua visão sobre ele. E, com a sua percepção mudada, você pode mudar a maneira como o constrói.E compreender o Campo do aqui e agora é fundamental para colocar isso em prática com conhecimento e sabedoria.

Inspiração…….

O Estranho Universo da Física Quântica – CFCUL

O Sujeito na Física Quântica – fflch-usp

A Teoria de Cordas e a Unificação das Forças da Natureza – USP

Um Sonho de Einstein – USP

O Universo elegante: Supercordas, dimensões … – Sabedoria Divina

Monicavox

Recomendo….

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Desafio 2050: como alimentar um planeta com 9 bilhões de pessoas

Imagem relacionadaÉ possível alimentar um mundo com mais de 9 bilhões de pessoas em 2050, como alerta a FAO. Essa é a conclusão dos debates ocorridos no V Fórum Inovação, Agricultura e Alimentos para o Futuro Sustentável, em São Paulo (SP), iniciativa da FAO, Andef, Abag e Embrapa. Especialistas e instituições participantes concordam, no entanto, que será preciso unir esforços entre as cadeias produtivas agroindustriais e os demais segmentos da sociedade para atingir os objetivos.

“Os caminhos-chave são inovação, desenvolvimento de tecnologias e conscientização nutricional da população”, afirmou Alan Bojanic, diretor da FAO, Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, no Brasil. Bojanic enfatizou que, hoje, no mundo uma em cada oito pessoas passa fome. “A meta para 2050 não é zerar o número de pessoas em estado de insegurança alimentar, mas reduzir os índices atuais drásticamente”, complementou.

Atualmente, aproximadamente 1 bilhão de pessoas ainda se encontram em estado de miséria no planeta.O desafio está lançado e o relógio está correndo. É preciso ampliar as condições de estímulo ao investimento maciço em tecnologias limpas para o campo e em infraestrutura. (nota pessoal;Nós da Equipe defendemos a importância da produção de alimentos orgânicos livres de agrotóxicos e modificação genética, como fator preponderante não apenas para o ganho nutricional da população, mas também como geradora de saúde e educação social. Com pesquisas científicas voltadas ao combate da fome com alimentos saudáveis e naturais, a produção no campo gerará alimentos cada vez mais nutritivos e saudáveis, impregnando cada vez mais em nossa sociedade a consciência de que o consumo de bons alimentos resulta em uma população mais feliz e saudável. É a troca do tratamento pela prevenção)

Resultado de imagem para imagens sobre a comida do futuroAlimentar o mundo

Pequenos camponeses são cruciais no combate à fome

Por Mark Bittman, colunista – O Estado de S.Paulo – The New York Times

Este mês marca o aniversário de 50 anos do discurso do presidente John F. Kennedy sobre o fim da fome mundial, mas a situação continua ruim. Quase um bilhão de pessoas passam fome no mundo. Faz tempo que produzimos calorias suficientes, cerca de 2,7 mil por dia por pessoa, mais do que o bastante para suprir as necessidades de uma população de 9 bilhões, projetada pela ONU para 2050. Há pessoas passando fome porque nem todas as calorias são para o consumo humano – um terço serve para alimentar animais, 5% são usados na produção de biocombustíveis e um terço é desperdiçado ao longo da cadeia alimentar.

O sistema é insustentável, pois depende de combustíveis fósseis e resulta em danos ambientais. Seu funcionamento é orientado para permitir que a metade do planeta com dinheiro coma bem, enquanto os demais procurem uma maneira de se alimentar gastando o mínimo possível. Paradoxalmente, conforme um número cada vez maior de pessoas pode arcar com o custo de se alimentar bem, a comida vai se tornar mais escassa para os pobres, pois a demanda por produtos animais aumentará, exigindo mais recursos como grãos. Calcula-se que um aumento inferior a 30% na população mundial dobre a demanda por produtos animais. No entanto, não existe terra, água, nem fertilizante para que o mundo inteiro consuma carne nos níveis ocidentais.

Produção orgânica traz vantagens para agricultores familiares

Se quisermos garantir que os menos favorecidos comam melhor, precisamos parar de supor que o modelo industrial de produção de alimentos e a dieta que o acompanha, responsável por numerosas doenças, seja desejável e inevitável. É hora de admitir que há dois sistemas alimentares: o industrial e o dos pequenos proprietários, que é mais eficiente. Para o ETC Group, organização de pesquisa de Ottawa, a cadeia alimentar industrial consome 70% dos recursos agrícolas para produzir 30% do alimento mundial, enquanto a “rede alimentar camponesa” produz os 70% restantes usando apenas 30% dos recursos.

Variedades de alto rendimento de qualquer uma das principais espécies de monocultura comercial proporcionarão uma produtividade superior à de variedades dessa mesma espécie cultivadas por camponeses. Mas, ao diversificar o cultivo, misturar plantas e animais e plantar árvores, os pequenos proprietários podem produzir mais comida. Usarão menos recursos e arcarão com um custo mais baixo no transporte, ao mesmo tempo, oferecendo mais segurança alimentar, conservando a biodiversidade e compreendendo melhor os efeitos da mudança climática.

Se definirmos “produtividade” não em termos de quilos por hectare, mas pelo número de pessoas alimentadas pela produção dessa mesma área, veremos que os EUA estão atrás de China e Índia (e também da média global), num patamar equivalente ao de Bangladesh, pois parte daquilo que é produzido é destinado aos animais e biocombustíveis.Obviamente, nem todos os pobres conseguem se alimentar direito, pois carecem de recursos essenciais: terra, água, energia e nutrientes. Com frequência, isso é resultado de ditaduras, guerras, deslocamentos, calamidades naturais ou da apropriação de terras e de recursos hídricos.O resultado é uma fuga rumo às cidades, onde os camponeses se convertem em trabalhadores mal remunerados e se alimentam mal. Ao chegar a esse ponto, deixam de ser “camponeses” e viram , os pobres trabalhadores dos EUA. É uma fórmula que produz fome e obesidade. Primeiro é removida a capacidade de produzir comida. Em seguida, a capacidade de pagar pela comida, substituindo-a por uma única alternativa: o alimento ruim.

O caminho da nossa comida do dia á dia

Você chega em casa cansado, tira do congelador um pacote de almôndegas desenvolvidas em laboratório. Digita na impressora 3D o cardápio que vai acompanhar: uma pizza feita de ingredientes em pó. E separa na geladeira dois tomates roxos para fazer uma salada, salpicada com um produto que tem gosto de ovo, mas na verdade é feito de gergelim. Bom apetite, este vai ser o jantar dos anos 2050.No século passado, os futuristas imaginavam que a comida da virada do século seria composta por uma série de pílulas – ninguém perderia tempo preparando uma salada quando todos os nutrientes necessários estivessem ao alcance da mão. “Em cem anos, as pessoas vão se alimentar exclusivamente com pílulas sintéticas”, disse a escritora e ativista Mary Elizabeth Lease, em 1893. Nada mais improvável. “Nunca vamos abrir mão do prazer de preparar uma refeição, mesmo que seja usando uma impressora e não um fogão. A combinação de aromas e cores de um prato e o convívio ao redor da mesa com a família e os amigos são tão importantes hoje quanto há 3.000 anos”, afirma o agrônomo canadense Christophe Pelletier, autor de Future Harvests, livro que tenta prever como a humanidade vai se alimentar daqui a 37 anos.

Nove bilhões de bocas para alimentar – Algumas tradições vão mudar por um motivo simples: em quatro décadas, a humanidade vai ter ultrapassado os 9 bilhões de habitantes, 2 bilhões a mais do que atualmente. Em 40 anos, o planeta vai ter recebido mais uma quantidade de humanos equivalente à soma de uma China e dois Estados Unidos hoje. Vai ser preciso gerar comida o suficiente para cada um dos principais grupos alimentares – vitaminas, sais minerais, fibras, proteínas, carboidratos e gordura. Arroz, por exemplo, não será um problema: com dinheiro  e suporte da Academia Chinesa de Ciências da Agricultura, o agrônomo chinês Zhikang Li criou uma variedade que cresce rápido, produz mais grãos e é extremamente resistente a inundações, secas, pestes e insetos. São as proteínas de origem animal que representam o maior desafio.

Por essa razão, o vegetarismo é uma solução mais limpa, menos poluente e muito mais saudável-resta saber se vai ser uma agricultura genuínamente natural ou mais uma modificação genética-alimentos OGM

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação prevê que, em quatro décadas, o aumento da quantidade de terras usadas para a pecuária teria de ser da ordem de 70%, de 34 para 57,8 milhões de quilômetros quadrados, ou quase três Brasis. Impossível. “Não vamos conseguir produzir carne em quantidade suficiente para toda a população. Os bifes como conhecemos hoje vão ser raros e caros”, diz a britânica Morgaine Gaye, especialista em tendências do mercado de alimentos e professora na Nottingham Trent University.

Alternativas -serão saudáveis?

Algumas alternativas já existem, e são mais sofisticadas do que os produtos à base de soja. Depois de 10 anos de desenvolvimento em parceria com a Universidade do Missouri, a startup americana Beyond Meet desenvolveu um composto de ervilhas que, depois de processado, fica muito parecido com um pedaço de carne. Com a vantagem de não ter colesterol, gordura saturada ou os hormônios ministrados aos animais. O resultado é tão parecido com carne de frango que já enganou consumidores submetidos a testes cegos. Os ovos também já podem ser substituídos por um pó esverdeado da Hampton Creek Foods, de São Francisco, que tem o gosto do ovo comum e pode ser usado em bolos, saladas e doces. Mas é feito a partir de uma base de gergelim.

Estes produtos, entretanto, não vão dar conta da demanda em larga escala. Uma das soluções mais viáveis para o problema da demanda global por proteínas nas próximas décadas está nos insetos.

Pão de grilo –Para a FAO, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, os insetos, esses “apetitosos” bichinhos crocantes de seis patas, são o futuro. Os motivos alegados são bons. Insetos são ricos em proteínas: proporcionalmente, moscas têm quase o dobro do que bois. Por outro lado, têm pouca gordura e boas doses de cálcio e ferro.

Também são animais fáceis de criar: eles ocupam pouco espaço, consomem menos água e se reproduzem com facilidade. Com 2 quilos de ração, é possível produzir 1 quilo de comida, enquanto que 1 quilo de carne de gado precisa de 8 quilos de alimentos. Variedade não falta: de acordo com a FAO, existem cerca de 900 espécies diferentes comestíveis. Em muitos países, eles já fazem parte da dieta há séculos: os japoneses comem vespas, os tailandeses gostam de grilos, os africanos cozinham larvas e os chineses vendem espetinhos de gafanhotos nas ruas. O governo da Holanda quer que o país entre nesta lista: está investindo 1 milhão de euros em pesquisas para dar início à criação de fazendas de insetos.

Fazenda de algas – O arquiteto canadense Jakub Dzamba, da Universidade McGill, tem seu próprio projeto de fazenda. E ela produz em larga escala, 24 horas por dia, não só insetos, como também algas e outros microorganismos comestíveis. A Fazenda do Terceiro Milênio, como ele chama a iniciativa, vai usar parte dos dejetos produzidos pelas cidades para criar animais comestíveis. “Os insetos têm sangue frio, e por isso mesmo podem usar todo alimento que consomem para aumentar de tamanho [eles não perdem energia aquecendo seus corpos]. Além disso, são capazes de se alimentar de basicamente qualquer coisa”, afirma Dzamba. “Nós já comemos algas, mas elas poderão ser produzidas em larga escala e disseminadas em saladas.” Além disso, pesquisadores da Universidade Sheffield Hallam, na Inglaterra, já desenvolveram versões em pó, que substituem o sal em alimentos processados.

É fácil de imaginar bufês de saladas de algas disseminados pelos restaurantes do mundo todo. Mas o consumidor ocidental dificilmente vai querer mastigar gafanhotos. Para vencer esta resistência, os holandeses estudam usar insetos como base para produzir carne processada, como hambúrgueres e almôndegas. E também adotá-los como base para enriquecer alimentos do dia a dia, como pães, massas e bolos produzidos com farinha feita de grilos.

NOTA DO MONICAVOXBLOG;Uma coisa é certa: pouca gente vai ter dinheiro para comer diáriamente grandes nacos de carne, como aqueles das nossas churrascarias. A carne processada vai dominar os pratos das pessoas. Estes hambúrgueres, almôndegas, nuggets, salsichas e linguiças poderão vir de boas imitações de carne. Ou de insetos. Ou da carne desenvolvida in vitro: uma cultura de células-tronco vai ser capaz de se reproduzir até formar um alimento igual aos que conhecemos hoje.

O PROBLEMA DA CARNE-COMO SUSTENTAR UM HÁBITO QUE AINDA FAZ PARTE DO CARDÁPIO DE MILHARES DE PESSOAS NO PLANETA

Hambúrguer de 325.000 dólares – Finalmente, depois de décadas de pesquisas e anos de expectativas, tudo indica que, ainda em 2013, a carne de laboratório vai se tornar realidade. O conceito é simples: produzir bifes a partir de células animais desenvolvidas in vitro. Na prática, chegar à carne sem a necessidade de criar e matar gado é uma tarefa difícil. A massa de células cresce, mas fica com a forma de uma gelatina. “É muito difícil dar à carne a estrutura que conhecemos. Ela é uma combinação complexa de tecidos, ligamentos, músculos e gordura”, diz o geneticista Stig Omholt, diretor do Centro de Genética Interativa da Universidade de Ciências Sociais da Noruega, que pesquisa o assunto há 15 anos. “Aparentemente, Mark Post conseguiu, ou está muito perto disso”.(nota pessoal;No Vegetarismo, podemos desenvolver muitas opções diferentes com nutrientes que necessitamos, sem precisar matar animais para comer, o que é uma característica das pessoas despertas e com uma consciência alimentar desenvolvida)

Chefe do Departamento de Fisiologia da Universidade Maastricht, na Holanda,Mark Post promete apresentar em Londres, nas próximas semanas, seu hambúrguer de laboratório, composto por 20.000 tiras finas de músculos. Por enquanto, um simples hambúrguer de 140 gramas vai sair pela bagatela de 325.000 dólares – o custo total necessário para sua produção. O preço deve cair à medida que os resultados do professor sejam reproduzidos e a indústria alimentícia se decida por aumentar os investimentos no setor; a carne in vitro representaria, de acordo com um estudo da Universidade Oxford, menos 35% a 60% de demanda por energia. Os laboratórios só usariam 2% das terras usadas por fazendas e emitiriam de 80% a 95% menos gases causadores do efeito estufa.

Para alcançar a consistência de bife, Gabor Forgacs, pesquisador da Universidade de Missouri, fundou a Modern Meadow, uma startup que está tentando desenvolver um suporte viável para as células animais usando impressoras 3D. Os resultados concretos não são esperados para esta década – primeiro, Forgacs pretende criar couro em laboratório.A ciência também está sendo aplicada em outras frentes. A engenharia genética e a nanotecnologia prometem mudar a cor, o tamanho e os nutrientes de alimentos que conhecemos bem. E as impressoras 3D vão dar um sentido totalmente novo ao ato de cozinhar.

Impressora na cozinha –

Vários alimentos que prometem compor o prato do futuro estão em desenvolvimento. Uma equipe de pesquisadores americanos e israelenses já produziu tomates com aroma de limão. Israel, aliás, é um polo de desenvolvimento: os fazendeiros de lá já criaram pimentões com três vezes mais vitaminas, cenouras que se parecem batatas e bananas geneticamente modificadas para ficarem azuis – elas têm mais potássio, e a cor inusitada não tem objetivo algum, a não ser atrair os clientes mais curiosos e corajosos. Na Inglaterra, pesquisadores do Centro John Innes desenvolveram tomates roxos, geneticamente modificados para ter o dobro de antioxidantes e ajudar na prevenção de câncer.Em outra frente, nanopartículas aplicadas em sementes podem acusar se o alimento está contaminado por bactérias e matá-las. Quando em contato com a língua, também serão capazes de bloquear ou reforçar sabores. “Podemos imaginar maracujás muito mais doces, sem a sensação de azedo. Ou exatamente o contrário, dependendo da vontade do cliente”, afirma Christophe Pelletier. Na forma de embalagens, também podem preservar os nutrientes por mais tempo e, com isso, reduzir a necessidade de agrotóxicos durante o plantio-(Devemos sempre prestar a atenção nestas pesquisas e ficarmos alertas para a manipulação genética destes alimentos, o que pode ser altamente prejudicial á saúde;por outro lado, podemos acentuar características benéficas e diminuir os agrotóxicos.Só o tempo dirá os benefícios e os malefícios destas técnicas)

O preparo dos alimentos também vai mudar. E ficar mais parecido com a cozinha dos Jetsons, desenho criado na década de 60 que retratava uma família futurista e no qual a comida era produzida por computadores – a mãe só precisava perfurar cartões (algo não muito futurístico) para fazer a encomenda para a máquina. A Nasa está investindo no projeto do engenheiro mecânico Anjan Contractor, que está desenvolvendo formas de transformar carboidratos, proteínas e nutrientes em pós, que poderão ser misturados de acordo com o gosto do cliente. Seria prático para os astronautas, que poderiam comer pizza no espaço, e também para as residências: pessoas de idade ou com dificuldade de locomoção, por exemplo, poderiam cozinhar sem esforço.

Segundo a Business Week, a rede americana de fast food Taco Bell deixou de lado a palavra carne em seus novos pratos, substituindo-a simplesmente por “proteína”. Uma forma de se antecipar ao advento da carne sintetizada? O futuro previsto em Os Jetsons ainda não chegou, mas parece cada dia mais próximo.

O DESAFIO ALIMENTAR DO PLANETA NOS PRÓXIMOS ANOS

Os impactos ambientais na agricultura criam problemas de instabilidade, escassez e volatilidade de preços de alimentos. Isto já é perceptível em alguns mercados, especialmente em países mais pobres e vulneráveis, que são severamente atingidos por extremos do tempo como enchentes e seca – e onde problemas estruturais como armazenamento e distribuição são agravados pela pobreza.

O mundo precisa urgentemente melhorar o modo como produz e consome alimentos. Nas próximas décadas, o setor agrícola, que emprega duas bilhões de pessoas, vai ter de fornecer comida suficiente para uma população crescente e ser um agente de desenvolvimento econômico social e econômico inclusivo. Os riscos ambientais, no entanto, aumentam.

Atualmente, usamos cerca de metade da vegetação do planeta para a produção de alimentos, de acordo com o World Resources Institute. A quantidade de terra utilizada pela agricultura cresceu em mais de dez milhões de hectares por ano desde os anos 1960, e a expansão das áreas de colheita e de pasto criam mais pressão sobre as florestas tropicais. Os espaços encolhem e os que restam são ameaçados por fenômenos criados pela própria atividade – a agricultura hoje responde por quase um quarto das emissões globais de gases de efeito estufa e 70% do uso de toda a água doce. Estas tendências tendem a se intensificar. Até 2050, o setor pode consumir 70% de todo o “orçamento” permitido de emissões consistente com a limitação ao aumento de temperaturas do planeta em até 2°C – limiar do cenário de desastre.Há um grande gap a ser fechado, e isto tem de ser feito de maneira sustentável, de forma a melhorar a vida de agricultores pobres e reduzir o impacto da atividade no ambiente, que traria degradação dos solos, escassez de água e efeitos adversos da mudança do clima.Mais de 800 milhões de pessoas vivem hoje em estado de insegurança alimentar, o que significa que estão periódicamente com fome. Existe um fosso de 69% entre as colheitas de calorias produzidas em 2006 e aquelas necessárias em 2050. Durante o mesmo período, a produção de leite e carne de pastos precisará crescer 40%, mais do que aumentou de 1962 a 2006.

“Bem-vindos à nova geopolítica da escassez de alimentos,” diz Lester Brown, fundador do WorldWatch Institute, e fundador e presidente do Earth Policy Institute, autor dePlaneta Cheio, Pratos Vazios – A Nova Geopolítica da Escassez Alimentar, de 2012. O influente pensador dizia já em 1978, em outra obra, que o mundo corria risco pela “sobrepesca, desmatamento e transformação de terra em deserto”.

Apenas na última década, diz ele, os estoques mundiais de grãos caíram em um terço. O súbito aumento de preços de alimentos, que dobraram entre 2007 e 2008, deixou mais pessoas famintas que em qualquer momento da história. Quando o período de abundância alimentar foi inaugurado, nos anos 1960, o mundo tinha 2 bilhões de habitantes. Hoje, tem 7 bilhões. De 1950 a 2000 houve saltos bruscos ocasionais de preços em grãos como resultado de eventos induzidos pelo tempo, mas seus efeitos eram de curta duração e logo tudo voltava ao normal. Normal é algo que não existe mais.

A escassez de alimentos provocou a queda de civilizações antigas como a dos sumérios e maias porque elas adotaram um modelo agrícola ambientalmente insustentável. E, enquanto nestes casos, a falência possa ser atribuída a duas tendências como desmatamento e erosão de solos, atualmente os problemas são de muitas naturezas, como a depleção dos aquíferos, o pico da produtividade de grãos e o aumento de temperaturas. Para países ricos como os EUA, onde as pessoas gastam 9% de sua renda com comida, não parece tão sério. Mas pense naqueles que gastam de 50 a 70% dos seus rendimentos para se alimentar, e no que acontece com eles quando os preços dobram. O número de pessoas com fome no planeta estava caindo nas últimas décadas do século 20, chegando a 792 milhões em 1997. A partir daí, começou a subir, chegando a 1 bilhão, e a situação mais grave é a encontrada no subcontinente indiano e na África Sub-saariana.

Há até o prejuízo causado a safras pelos automóveis. Extensões cada vez maiores de terras agricultáveis estão sendo usadas para a insana produção de biocombustíveis, que irão alimentar uma frota sedenta – caso de extensões imensas de solo compradas muitas vezes ilegalmente ou tomadas por corporações na África para alimentar veículos na Europa. E há poucos sinais de que líderes políticos estejam entendendo a magnitude da crise.

Outro especialista, Paul McMahon, aponta em O Delírio Alimentar: A Nova Política da Comida (2013) que o que se planta hoje é o bastante para alimentar 9 bilhões de pessoas, população projetada para 2050. Para aumentar a disponibilidade, é preciso reduzir o desperdício, e usar cereais para colocar nas bocas de seres humanos, e não de animais – o que acontece em escala crescente pelo consumo de proteína das novas classes médias de países emergentes. Em partes da África, por exemplo, a produção pode dobrar, se não houvesse falta de conhecimento, de acesso à tecnologia e mercado disfuncionais.

McMahon descreve um quadro utópico: “Imagine que não existam fronteiras, disparidades econômicas, ou relações desiguais de poder dentro de sociedades. Em vez disso, pensem o planeta como um sistema único que pode ser administrado para fornecer alimentos e outros serviços para a humanidade”. Porém, ele mesmo diz, a suposição é uma “fantasia”.

No clássico Saciados e Famintos: Poder e a Batalha Oculta pela Sistema Alimentar Mundial (2007), Raj Patel examina um paradoxo. Sua tese é que a existência simultânea de quase um bilhão de pessoas subnutridas e o mesmo número de gente com sobrepeso é na verdade um corolário de um sistema no qual um punhado de corporações tiveram permissão de se apropriar do valor da cadeia alimentar. As consequências sociais são desastrosas, apesar de toda a retórica neoliberal de livre comércio e escolha.

Em um seminário realizado em Roma pela organização de alimentos e agricultura da ONU em 2009 (FAO), Como Alimentar o Mundo em 2050, se advertiu que a agricultura irá ser forçada a competir por terra e água com o espalhamento urbano, será exigido que ela atue em outras frentes importantes: adaptação e mitigação da mudança do clima, ajuda para preservar habitats naturais, proteger espécies ameaçadas e manter um alto nível de biodiversidade. Como se estes desafios não bastassem, cada vez menos pessoas viverão no campo, e menos ainda serão agricultores.

As questões levantadas pela FAO são muitas e diversas. Seremos capazes de produzir comida a preços acessíveis ou preços maiores de alimentos vão levar mais pessoas à pobreza e fome. Quais são as novas tecnologias que nos ajudarão a utilizar recursos escassos com mais eficiência, aumentando e estabilizando safras? Estamos investindo o suficiente em pesquisa e desenvolvimento para que revoluções aconteçam a tempo? Quanto precisamos investir para ajudar a agricultura a se adaptar à mudança do clima, e o quanto ela pode contribuir para mitigar eventos extremos do tempo?

Caso não haja soluções para estes problemas, os custos sociais serão imensos. O peso para a economia global trazido pela desnutrição, como resultado de produtividade perdida e custos diretos de saúde, podem ser de até 5% do PIB mundial, equivalente a U$ 3.5 trilhões por ano, ou U$ 500 por pessoa. Os custos da subnutrição e deficiência de micronutrientes são estimados em 2% 3% do PIB global, equivalente a U$ 1.4 trilhão e U$ 2.1 trilhões por ano. Uma conta muito cara, em dinheiro e, principalmente, em vida perdidas.

Resultado de imagem para imagens sobre a comida do futuroA COMIDA DO FUTURO

Inovações buscam oferecer alimentos de maior qualidade a um consumidor cada vez mais consciente

A bebida Soylent, lançada em 2013 e hoje vendida nos Estados Unidos e no Canadá, pode ser considerada um dos símbolos da “comida do futuro”. A Soylent é um complexo vitamínico, composto por proteína de soja, óleo de algas e isomaltulose (um substituto do açúcar comum que é liberado mais lentamente no sangue). A propaganda avisa que a bebida atende a todas as necessidades alimentares do ser humano. Com o Soylent a pessoa não precisaria comer mais nada, ou seja, uma vida sem variedade de sabores, mas também sem panelas, fogão e sem idas ao supermercado no fim de semana, experiência vivida pelo criador da bebida, o engenheiro de software norte-americano, Rob Rhinehart. Como não precisa de refrigeração, a suposta comida do futuro economiza energia, custa mais barato que uma refeição normal e ainda reduz o impacto ambiental das inúmeras embalagens dos alimentos (a embalagem da Souylent é feita com material reciclável) e com transporte.  Será esse o modelo de alimentação no futuro?

A despeito de algumas vantagens, ainda não há trabalhos científicos investigando os efeitos do uso exclusivo de Soylent para a saúde. E ainda a questão do mesmo gosto todos os dias em todas as refeições. De acordo com depoimento de consumidores, a bebida, esbranquiçada e pastosa, tem um gosto insosso, ou seja, em se parece muito pouco com uma refeição de verdade.

Para Raul Amaral, coordenador da plataforma de inovação tecnológica, do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, uma coisa é certa: “o ser humano vai continuar a comer por prazer. É difícil imaginar a pessoa comer pensando no alimento apenas como remédio”, afirma. Já que não vamos ingerir sómente pílulas, como faziam os personagens da família Jetsons (série de desenho animado, exibida originalmente na década de 1960), para onde apontam as pesquisas na área de alimentos.

Qualidade e conveniência

 Segundo diretor geral do Ital, Luis Madi, as novas gerações, sempre com celular em punho e fazendo duas ou mais atividades ao mesmo tempo, passam por um processo de “snackificação”, que não significa “comer qualquer coisinha” ou algo necessariamente ruim. “Existem refeições líquidas, como sopas, que podem ser feitas durante o expediente, embalagens que não sujam a mão, produtos que não soltam farelo, capazes de aliar qualidade ao ritmo do mundo de hoje”, diz. Trata-se de uma mudança na maneira tradicional de se alimentar. “Assistimos a uma fragmentação na divisão tradicional das refeições – café da manhã, almoço e jantar. Ela não acaba, mas, se não deu tempo, a ideia é que existam produtos com nutrientes para serem consumidos”, acredita Madi. “Não se trata de substituir refeições por aqueles shakes para emagrecer, mas de ter disponível um leque de possibilidades que componham uma alimentação adequada, dada uma nova realidade”, afirma.(essa nova realidade implica tempo, e as novas demandas do sistema vingente,cada vez mais priorizam o tempo dedicado a manter esta estrutura em detrimento á saúde e o bem estar causado por uma alimentação natural e saudável-o preço á pagar por essas atitudes facilitadoras é alto, o que torna as pessoas sem a consciência alimentar necessária para a ascenção.)

As dietas tendem a ser mais equilibradas e personalizadas. Segundo Amaral, pesquisas na área da nutrigenômica, ciência que estuda a influência dos componentes dos alimentos em suas interações no genoma humano, indicam que será possível indicar, a partir do perfil genético da pessoa, o que é bom para ela ou não. 

Funcionais – Enquanto a nutrigenômica permanece no campo da teoria, as pesquisas sobre a relação entre alimentação e saúde, e nesse contexto o estudo da função cada alimento no organismo, já entrega diversos produtos nas prateleiras dos supermercados, os alimentos funcionais. De acordo com a Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), a característica principal de um alimento funcional é fornecer, além das funções nutricionais, efeitos benéficos à saúde, redução do risco de doenças crônicas degenerativas, como câncer e diabetes, dentre outras. Um exemplo desse tipo de alimento, cuja ação foi comprovada cientificamente é o leite fermentado que possui lactobacilos. Eles favorecem as funções gastrointestinais, reduzindo o risco de constipação e câncer de cólon.

No entanto, é necessário ficar atento porque os alimentos funcionais precisam ser registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e esse registro depende de um relatório científico detalhado, comprovando os benefícios e a segurança do alimento. “Alguns chamam esses produtos de “nutracêuticos”, uma mistura de alimento com fármaco. É possível encontrar muitos produtos com essa proposta na farmácia, mas nem todos têm seus benefícios comprovados cientificamente. Esse é o grande nó do funcional: não há uma relação direta entre comer e não ter a doença, não dá para garantir”, relativiza Madi. “E uma área repleta de desafios científicos”, afirma.

Sustentabilidade 

A preocupação a sustentabilidade também tem produzido inovações na indústria de alimentos e novidades para o consumidor. Embalagens verdes para refrigerantes são um exemplo. Elas são produzidas com biopolímeros, um plástico fabricado a partir matérias-primas renováveis como cana-de-açúcar, milho, mandioca e batata, e óleos de girassol, soja e mamona. A principal vantagem é que eles se degradam rápidamente na natureza. Para se ter uma idéia, a garrafa de plástico feita com derivados do petróleo demora em média 40 anos para se decompor e o biopolímero demora, no máximo, 180 dias. Há também as embalagens interativas. De acordo com o diretor do Ital, algumas mostram se houve flutuação de temperatura de um produto congelado ou refrigerado, se o produto já passou da validade, podem absorver oxigênio e umidade para que não haja oxidação ou degradação por umidade no produto. Isso já existe no mercado, o problema ainda é o custo.

No futuro, o ato de se alimentar será muito mais criterioso e complexo. A comida tem adquirido outros significados: a qualidade, os efeitos na saúde e os impactos para o meio ambiente são questões que estarão cada vez mais presentes no ato de se alimentar;há uma tendência de melhora substancial na qualidade da alimentação porque comer será um ato mais consciente e talvez até mais prazeroso, dados os avanços tecnológicos. 

Você comeria?

Nos Estados Unidos, já existe barra de cereal feita de grilos e farinha composta por insetos. “Existe repulsa cultural do Ocidente, mas é uma alternativa que a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) propõe como solução para uma situação extrema de demanda por proteína”, explica o diretor do Ital, Luis Madi. A previsão é de que até 2050 a população mundial cresça para até 9 bilhões de pessoas, forçando aumento da produção de alimentos, com impactos diretos no meio ambiente, que já sofre com escassez de água. De acordo com a FAO, insetos comestíveis são fonte de proteína de alta qualidade, vitaminas e aminoácidos para os seres humanos. Grilos precisam de seis vezes menos alimento que o gado para gerar a mesma quantidade de proteína. Também pensando na questão da produção de carne, uma equipe de cientistas holandeses da Universidade de Maastricht, desenvolveu um hambúrguer feito de células do músculo de uma vaca. As células foram extraídas e colocadas numa solução (cultura) com nutrientes para crescimento e multiplicação. Segundo o Environment, Science & Tecnology Journal, um estudo independente mostrou que a carne de laboratório  Meat, está desenvolvendo uma carne feita a partir de plantas, com menos impactos ambientais. A promessa é que o produto tem o mesmo gosto da carne animal.

 

E os Alimentos Orgânicos?

A agricultura orgânica busca o equilíbrio e o desenvolvimento sustentável do meio ambiente, fauna, flora e ser humano, onde todos possam interagir com respeito. Alimentos orgânicos são aqueles cultivados sem insumos químicos, respeitando o meio ambiente e as relações sociais. É possível encontrar verduras, legumes, frutas,ovos e até cervejas e vinhos orgânicos.Como a produção orgânica objetiva a realização de processos produtivos em equilíbrio com o ambiente, no cultivo estão proibidos agrotóxicos sintéticos, adubos químicos e sementes transgênicas. As normas de certificação são rígidas. A produção deve obedecer a princípios rigorosos de manejo do solo, dos animais, da água e das plantas, buscando promover a saúde do homem, a preservação de recursos naturais e a oferta de condições adequadas de trabalho aos empregados.

O que diferencia a produção orgânica da convencional?

• Respeito ao ciclo das estações do ano e às características da região.

• Colheita de vegetais na época de maturação (sem indução).

• Rotação e consorciação de culturas.

• Uso de adubos orgânicos e reciclagem de materiais.

• Tratamentos naturais contra pragas e doenças dos vegetais e plantas invasoras manejadas sem herbicidas.

• Acesso dos animais a piquetes abertos.

• Alimentação orgânica e uso de práticas terapêuticas para cuidado com os animais.

• Produtos separados dos não-orgânicos, desde o manuseio ao maquinário e do transporte à venda.

• Prateleiras e geladeiras para a venda limpas e desinfetadas, sob critério e fiscalização das certificadoras.

• Propriedades que exploram os trabalhadores ou usam mão-de-obra infantil não recebem o certificado.

Vantagens nutricionais

Há quem questione as vantagens nutricionais dos alimentos orgânicos porque, em termos de macronutrientes (carboidratos, proteínas e gorduras), praticamente não há diferenças entre eles e os convencionais. No entanto, há estudos que comprovam que, como os vegetais cultivados sem agrotóxicos desenvolvem mais defesas naturais, os orgânicos possuem mais micronutrientes (minerais, vitaminas, fitonutrientes e antioxidantes), sintetizados como defesa natural contra os insetos e plantas competitivas. Para evitar o uso dos pesticidas, a produção orgânica busca criar outros mecanismos de controle das pragas, como o cuidado com a plantação e o reforço na adubação por esterco, gerando um modelo de produção mais dispendioso. E o processo de conversão para o modelo orgânico de cultivo ou de criação de animais exige providências como adaptações materiais, melhor remuneração do trabalhador e outros fatores que encarecem os produtos.Contra os argumentos de que as vantagens nutricionais não compensariam o preço, ou de que os resíduos de agrotóxicos nos alimentos poderiam ser eliminados com uma higiene adequada, os defensores dos orgâ- nicos argumentam que as vantagens vão além das nutricionais. O cultivo de orgânicos contribui com a conservação dos recursos naturais, com a recuperação da fertilidade do solo e com a qualidade de vida do trabalhador rural, e ajuda a reduzir a quantidade de produtos químicos que poluem a terra, a água e o ar.

(Nota do Monicavoxblog;A saúde, o bem-estar e a qualidade de vida de uma população de seres humanos decorrem da quantidade e qualidade dos alimentos consumidos por ela, assim como de seu estilo de vida. A integridade e a biodiversidade da flora e fauna subterrânea dispõe para as plantas uma variedade de nutrientes, o que acarreta melhor qualidade dos alimentos que ingerimos. Entretanto, a nutrição é o resultado da interação entre o alimento que ingerimos e o nosso organismo, isto é, o mesmo alimento pode ter efeitos distintos em pessoas diferentes. O alimento consegue exercer totalmente sua função quando o organismo está em condições de assimilá-lo, separar o que é aproveitável do que é dispensável, transformá-lo e transportá-lo aos tecidos que dele necessitam. É fundamental que o homem recupere sua sensibilidade e reconheça suas demandas essenciais, fazendo escolhas alimentares mais saudáveis diante de tantos novos produtos disponíveis nas prateleiras dos supermercados).

ACABAR COM A FOME E FAZER A TRANSIÇÃO PARA SISTEMAS AGRÍCOLAS E ALIMENTARES SUSTENTÁVEIS E SAUDÁVEIS-UMA DAS METAS DO PROJETO DA NOVA TERRA

O futuro que queremos não se concretizará enquanto a fome e a subnutrição persistirem, e não se materializará também sem uma gestão sustentável dos sistemas agrícolas e alimentares. Para alcançar um mundo sem fome através do desenvolvimento sustentável os países e as economias do planeta devem comprometer-se a:

1. Acelerar o ritmo de redução da fome e da subnutrição, com vista a erradicá-los no futuro próximo.

2. Utilizar as Diretrizes Voluntárias para Apoiar a Realização Progressiva do Direito Humano à Alimentação Adequada no Contexto da Segurança Alimentar Nacional e as Diretrizes Voluntárias para uma Governação Responsável da Posse da Terra, Pescas e Florestas no Contexto da Segurança Alimentar Nacional, que formam o enquadramento geral para alcançar a segurança alimentar e um desenvolvimento sustentável e equilibrado.

3. Apoiar os esforços de todos aqueles que trabalham na alimentação e agricultura, especialmente nos países em desenvolvimento e menos desenvolvidos, para implementar abordagens técnicas e políticas para o desenvolvimento agrícola que integrem a segurança alimentar e os objetivos ambientais.

4. Assegurar uma distribuição equitativa dos custos e benefícios da transição para um consumo e uma produção agrícola sustentáveis, e para que os meios de subsistência das pessoas e o acesso aos recursos sejam protegidos.

5. Adotar abordagens integradas para a gestão de múltiplos objetivos e vincular as fontes de financiamento para alcançar a sustentabilidade dos sistemas agrícolas e alimentares.

6. Implementar reformas de governação com base nos princípios da participação, transparência e responsabilidade para assegurar que as políticas sejam realizadas e os compromissos sejam cumpridos. O Comité de Segurança Alimentar Mundial pode servir de modelo para essas reformas.

Os sistemas agrícolas e alimentares são fundamentais para pessoas e ecossistemas saudáveis ;Fundamentalmente, uma vida saudável e produtiva depende da segurança alimentar e nutricional. No entanto, centenas de milhões de pessoas sofrem de fome e de outras deficiências nutricionais, e a maioria dessas pessoas obtém a sua subsistência da agricultura. Devemos reconhecer que os milhões de pessoas que gerem sistemas agrícolas – desde os mais pobres até aos produtores mais comercializados – constituem o maior grupo de gestores de recursos naturais na Terra. As suas decisões, bem como as dos 7 bilhões de consumidores do mundo, são a chave para a segurança alimentar global e para a saúde dos ecossistemas mundiais. As condições necessárias para alcançar a segurança alimentar universal e a nutrição, a gestão ambiental responsável e uma maior equidade na gestão de alimentos cruzam-se nos sistemas agrícolas e alimentares ao nível global, nacional e local.Algumas considerações a serem feitas;

1-Os pequenos agricultores cultivam cerca de 80 % das terras aráveis em África e na Ásia.

2-Três quartos dos pobres e esfomeados do mundo vivem em áreas rurais e a maioria deles depende da agricultura e atividades relacionadas para a sua subsistência.

3- Quarenta por cento das terras degradadas do mundo estão localizados em áreas com altas taxas de pobreza.

4-Os ecossistemas agrícolas são de longe os maiores ecossistemas geridos em todo o mundo. A gestão sustentável dos recursos agrícolas é a chave para o desenvolvimento sustentável.

5-A agricultura e a pecuária usam 70 % de todo o consumo de água e, juntamente com a silvicultura, ocupam 60 % da superfície terrestre do planeta.

6-Apenas a produção animal utiliza 80% da área total de cultivo e pastagem.

7-Os sistemas alimentares consomem 30 % da energia do mundo.

8-Os oceanos cobrem 70 % da superfície da terra e sustentam a pesca e aquicultura; a aquicultura também é responsável por uma crescente parcela do uso da terra e da água doce.

9-A agricultura é responsável por cerca de 30% das emissões totais, e prevê-se que seja uma fonte significativa de crescimento das emissões no futuro.

AÇÕES ESSENCIAIS PARA ALCANÇAR O FUTURO QUE QUEREMOS:

1. Estabelecer e proteger os direitos aos recursos, especialmente para os mais vulneráveis; São necessários direitos de propriedade claros para promover o acesso equitativo e a gestão sustentável dos recursos. A posse tem implicações significativas para o desenvolvimento sustentável. Como a intensificação da concorrência global sobre recursos naturais, as assimetrias de poder podem levar os grupos mais vulneráveis a sofrer a perda de acesso aos recursos naturais. Os países e seus parceiros de desenvolvimento devem utilizar as Diretrizes Voluntárias para uma governação responsável da posse da terra, pescas e florestas no contexto da segurança alimentar nacional nas suas estratégias e políticas de segurança alimentar. As diretrizes são uma referência para leis e políticas que regulam o acesso e os direitos de propriedade de terras, pescas e recursos florestais. As diretrizes também podem proporcionar as melhores práticas a investidores e empreendedores e fornecer referências aos grupos da sociedade civil dos direitos à terra, para usarem no seu trabalho em nome das comunidades rurais.

2. Incorporar incentivos para consumo e produção sustentáveis em sistemas alimentares Para uma transição para um futuro de sistemas agrícolas e alimentares sustentável teremos de “produzir mais com menos” e as dietas terão de ser sustentáveis. Para que os consumidores individuais e os produtores tenham plenamente em conta o valor dos recursos naturais e o ambiente na sua tomada de decisões, os incentivos à produção e consumo sustentáveis devem ser incorporados no planeamento, instituições, tecnologias e cadeias de valor. A informação ao consumidor e a rotulagem, a regulamentação do teor de alimentos e da publicidade, melhores padrões de segurança alimentar e normas voluntárias de sustentabilidade podem promover o consumo sustentável. Reduzir o desperdício de alimentos não só vai aumentar a oferta de alimentos disponíveis, como também irá poupar os recursos naturais. A diminuição de 50 % nas perdas de alimentos e de desperdícios a nível mundial pode salvar 1.350 km3 de água por ano – quase quatro vezes a precipitação anual da Espanha. Do lado da produção, os incentivos podem ser criados através, nomeadamente, de uma melhor regulação da agricultura – poluição relacionada e utilização de insumos; políticas de crédito, extensão e insumos de abastecimento para apoiar práticas de produção sustentáveis; e pagamentos diretos por serviços ambientais.

3. Promover mercados agrícolas e alimentares justos e eficazes Mercados agrícolas e alimentares eficazes podem fornecer incentivos a produtores e consumidores para a transição para um consumo e produção sustentáveis. São necessárias mudanças fundamentais para conseguir um sistema mais justo e mais eficaz do comércio internacional, especialmente num momento de preços elevados e voláteis. Uma nova agenda para as negociações comerciais é necessária, com especial atenção para a salvaguarda das necessidades dos países com insegurança alimentar e importadores de alimentos, incluindo mais liberdade para que os países em desenvolvimento possam utilizar políticas domésticas para responder às suas necessidades de segurança alimentar. Atualmente existem laços mais fortes entre o mercado alimentar e o energético, e devem ser tomados cuidados para que as políticas agrícolas e de energia não agravem a volatilidade dos preços dos produtos. Do lado do consumo, medidas como aumento da flexibilidade nas políticas de biocombustíveis têm sido propostos para reduzir a pressão dos biocombustíveis sobre os mercados alimentares. A abertura dos mercados internacionais das matérias-primas e produtos de energia renovável para que a produção possa ocorrer onde for economicamente, ambientalmente e socialmente mais viável, também ajudaria a expandir o mercado e a reduzir a volatilidade. Melhorar as infraestruturas dos mercados internos e a construção de cadeias de valor acessíveis aos pequenos produtores e de baixos rendimentos aumenta os seus rendimentos agrícolas e facilitar o acesso aos alimentos.

4. Reduzir riscos e aumentar a resiliência dos mais vulneráveis Os mercados alimentares em muitos países em desenvolvimento não funcionam bem por causa da infraestrutura insuficiente, instituições fracas e da falta de regulamentação adequada. O bom funcionamento dos mercados domésticos suaviza a variabilidade, facilita a transferência de excedentes de alimentos para outros locais e gere as flutuações de preços ao longo do tempo. Melhores informações e transparência sobre a oferta, a procura e os stocks também podem reduzir a volatilidade nos mercados. Os pequenos agricultores ainda enfrentam riscos, tanto dos mercados como dos choques ambientais, pelo que reduzir a vulnerabilidade e aumentar a resiliência dos meios de subsistência e sistemas alimentares é cada vez mais importante, quer no contexto de emergência como de desenvolvimento. A redução de riscos e a adaptação às alterações climáticas devem ser integradas nas políticas nacionais de desenvolvimento (agrícola, de desenvolvimento rural, segurança alimentar e proteção social), bem como nos investimentos públicos. O objetivo deveria ser a ponte entre a resposta humanitária e a ajuda ao desenvolvimento.

5. Investir recursos públicos em bens públicos essenciais, incluindo a inovação e infraestrutura O financiamento público para a agricultura precisa de ser aumentado e reorientado para bens públicos essenciais, tais como inovação e infraestrutura e para a criação de um ambiente favorável ao investimento privado. Houve um sub-investimento significativo em bens e serviços públicos para a agricultura, especialmente aqueles de relevância para os pequenos produtores, e na co-gestão e gestão de base comunitária de recursos comuns, tais como pesca, florestas e recursos hídricos. A quantidade e qualidade do investimento para a investigação e divulgação sobre produção sustentável de alimentos e tecnologias de manuseio, bem como em infraestrutura física e institucional para facilitar o investimento privado necessário, tem de ser aumentada. Tecnologias para aumentar a resiliência, variedades de culturas resistentes à seca e ao calor, adaptadas às condições climáticas e geográficas locais e às necessidades dos pequenos agricultores, são claramente importantes no contexto da adaptação às alterações climáticas e gestão de riscos. Investimentos públicos específicos em bens públicos e nas instituições devem também apoiar o investimento privado a realizar uma agricultura sustentável. O investimento público pode aproveitar mais os grandes fluxos de investimento privado ao longo das cadeias de valor, criando um ambiente de investimento favorável e reduzindo as barreiras para a transição para sistemas sustentáveis.

Visão pessoal…

Atualmente recebemos muitas informações a respeito da saúde e da alimentação através da mídia. A cada dia surgem novos produtos alimentícios, novas tecnologias e algumas vezes ouvimos termos que, ao invés de esclarecer, tornam mais difíceis nossas escolhas alimentares do dia-a-dia. Termos como alimentos orgânicos, light, diet, funcionais, nutracêuticos e transgênicos já fazem parte do nosso vocabulário, mas existe ainda pouco esclarecimento sobre o que efetivamente significam e quais as diferenças entre eles. Estamos vivendo em um momento crítico da história da terra, na qual nós precisamos eleger o futuro que queremos. Os riscos são grandes para se seguir adiante. Todas as formas de vida inclusive a nossa está sob uma ameaça constante desencadeada pelo sapiens sapiens.Estamos em uma encruzilhada que cada vez mais nos obriga a enfrentar e repensar nosso destino comum. Nossos atuais hábitos de consumo são quase que totalmente insustentáveis, gerando cada vez mais destruição do meio que se vive, tornando todos os espaços de vivência e habitação em locais completamente artificiais. O ritmo evolutivo da nossa civilização a que chamamos e consideramos modernos podem ser considerados como de uma geração que ainda não alcançou a maturidade ambiental, não conseguiu perceber que quanto mais nos afastamos dos ciclos da natureza, mas estamos evocando o desequilíbrio ecológico de todas as formas de vida. Quase todos os espaços criados pelos seres humanos estão ultrapassando a escala humana de manejo, necessitando cada vez mais de tecnologias que contribuem para a criação e manutenção de espaços humanos completamente artificiais, onde tudo é manejado por controles e comandos eletro-eletrônicos. Controla-se o ar, a temperatura, a umidade, a refrigeração, a claridade, até a alimentação de todos que fazem parte deste mesmo ambiente, que a meu ver não pode ser considerado de ecossistema. As nossas casas estão cada vez mais se tornando em centrais poluidoras e distantes de serem considerados espaços que abrigam seres da natureza. O esforço individual de cada um de nós pode fazer a diferença e causar mudanças profundas. Somos muitos habitantes, mas se cada um iniciar por fazer algo, poderá redirecionar e mudar muitas coisas, espaços e cabeças. Precisamos ecologizar todos os espaços iniciando este processo por nossa consciência que permanentemente nos indica o que queremos e como fazer. A decisão é sua, e o apelo é a da natureza. Educando os filhos para a sustentabilidade, é a solução mais plausível e passível de conseguir resultados ,se quisermos que modelos de sustentabilidade possam virar e ser princípios norteadores de nossas ações presentes e futuras; temos que preparar as próximas gerações. A ecologização ainda não faz parte da nossa cultura, mas precisamos fazer com que ela se torne essencial.

INSPIRAÇÃO…

Christianne de Vasconcelos Affonso Nutricionista, Especialista em Qualidade de Vida e Atividade Física, UNICAMP/ Mestre em Ciência dos Alimentos, USP, Doutora em Tecnologia de Alimentos, UNICAMP

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) – http://www.anvisa.gov.br Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) – http://www.embrapa.brMinistério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – http://www.agricultura.gov.br

O futuro da alimentação,saúde,ambiente e economia-PDF CCAS – Conselho Cientifíco para Agricultura Sustentável

agricultura-urbana-agroecologica-auxilia-promocao-da-saude-revela-pesquida-da-USP/”Agenda-21-RIO-92-ou-ECO-92/capitulo-14-promocao-do-desenvolvimento-rural-e-agricola-sustentavel.html”

A QUESTÃO ECOLÓGICA URBANA E A QUALIDADE AMBIENTAL URBANAInstituto de Estudos Avançados da USP debate Agroecologia

Monicavox

 

Recomendo….

Como seu cérebro reage ao som

Resultado de imagem para cymatics imagens“Houve e há, apesar das desordens que a civilização traz, pequenos povos encantadores que aprendem música tão naturalmente como se aprende a respirar. O seu conservatório é o ritmo eterno do mar, o vento nas folhas e mil pequenos ruídos que escutaram com atenção, sem jamais terem lido despóticos tratados”
Claude Débussy (1862-1918), compositor francês-

Clair de Lune-Obra prima de Claude Débussy

Antes mesmo de nascer, o bebê já é capaz de escutar. A partir do quinto mês de gestação, ele ouve as batidas do coração da mãe (além de todos os outros barulhos do organismo) e reconhece a voz dela. E reage a esses estímulos, virando a cabeça, chutando ou mexendo os braços, além de ficar com o coração batendo mais rápido. O bebê nasce, cresce, torna-se adulto e os sons continuam a provocar essas e outras reações mais sofisticadas: eles evocam memórias e pensamentos, comunicam, provocam sensações, emocionam e movimentam.  Desde os tempos mais remotos, o homem percebeu todo esse potencial. Usando os materiais que tinha à disposição (pedras, ossos, madeiras, o próprio corpo e a voz), ele foi combinando sons e silêncios das mais diversas maneiras. Assim surgiu a música. Em sua origem, ela era usada para venerar a natureza e os deuses e para conectar o ser humano com forças maiores, envolvendo realidade, magia e crenças. Até hoje ela é responsável pela criação dos mais diferentes sentidos e significados.

Mas por que a música mexe tanto com o ser humano? O som é uma vibração que se propaga no ar, formando ondas sonoras que são captadas por nosso sistema auditivo. Depois de transformadas em impulsos elétricos, elas viajam pelos neurônios até o cérebro, onde são interpretadas. Lá, elas chegam primeiro a uma região onde são processadas as emoções e os sentimentos, antes de serem percebidas pelos centros envolvidos com a razão. E, quando isso acontece, ocorre a liberação de neurotransmissores responsáveis por deixar os circuitos cerebrais mais rápidos. Por isso, o pesquisador americano Howard Gardner, autor da teoria das inteligências múltiplas, afirma que a habilidade musical é tão importante quanto a lógico-matemática e a lingüística, por auxiliar outros tipos de raciocínio. Pesquisas na área de neurociências comprovam que a memória, a imaginação e a comunicação verbal e corporal ficam mais aguçadas nas pessoas que escutam, estudam e praticam música.

Beethoven-Moonlight Sonata

A música é uma das linguagens que  precisamos conhecer, mas não sómente por essas características. A maior razão é  podermos aprender a sentir, a expressar e a pensar as manifestações sonoras, tão presentes no cotidiano e sempre em constante transformação.

O CÉREBRO AUDITIVO

O cérebro auditivo, que recebe as mensagens enviadas da cóclea, está encarregado de as interpretar para fazer uma percepção e elabora respostas reflexas ou conscientes; é também responsável pela memorização, muito importante para as percepções futuras.

OS CENTROS AUDITIVOS CEREBRAIS

As fibras do nervo auditivo transmitem ao cérebro as mensagens codificadas pela cóclea.
No cérebro, vários núcleos (grupos de neurónios) recebem esta mensagem e descodificam-na (som forte ou fraco, agudo ou grave, localização espacial, …) para terminar criando uma sensação ou uma percepção consciente.Note que o cérebro é capaz de controlar o funcionamento da cóclea, utilizando vias de retorno. Por exemplo, no burburinho duma sala de recepção, somos capazes de nos focalizar na conversa com um amigo; portanto o nosso ouvido recebe múltiplos estímulos, por vezes mais fortes, mas o cérebro “pede-lhe” que trate prioritáriamente as informações provenientes da conversa interessante com o nosso amigo.

Air-Johann Sebastian Bach

A PERCEPÇÃO AUDITIVA DEPENDE DO NOSSO ESTADO DE VIGÍLIA

Os sons, transformados no ouvido em mensagens nervosas, são tratados a vários níveis do sistema nervoso central:

  1. um nível reflexo onde a chegada da mensagem desencadeia reflexos de sobressalto e de orientação;
  2. o córtex auditivo onde o som é percebido;
  3. os outros territórios cerebrais que permitem que essa pecepção se torne consciente, reconhecendo o som comparando-o com o que já tem na memória e elaborando uma resposta voluntária.
  • Em fase de vigília, os 3 níveis referidos acima estão ativados.
    Ex.: ouço o som de uma voz, “aguço o ouvido” (reflexo) e reconheço a voz de um amigo (memória) que coloca uma questão importante (motivação, emoção), à qual respondo (ato voluntário).
  • Em fase de sono, o ouvido funciona normalmente, a mensagem sobe ás vias auditivas até ao córtex auditivo ( podendo desencadear reflexos), mas todos os outros territórios cerebrais (emoções, motivações, memória, etc.) estão inativadas: não pode assim existir percepção consciente, nem resposta voluntária.
     Ex. Falar a uma pessoa adormecida (ou um ruído na rua) pode fazê-lo mexer, sem o acordar e sem que, óbviamente, ele se lembre quando acordar.

OBSERVAÇÕES

  • Em fase de sono, um som forte e inesperado pode nos acordar: ele torna-se assim “consciente” e desencadeia uma resposta voluntária: ex. o barulho dum despertador.
  • Nós podemos “regular” o nosso nível de vigília, de forma a que um som importante não passe despercebido: ex. um pequeno barulho de um bebê.
  • Só os territórios da vigília podem ser definitivamente inativados por um traumatismo ou um acidente vascular cerebral. Ex. Uma pessoa em coma ultrapassado e com apôio avançado de vida, não faz a percepção consciente do som, mas pode ainda “reagir” ao som com sobressalto, se o seu sistema auditivo estiver intacto.

As Quatro Estações-Vivaldi

2Fonte;Jornal Folha de São Paulo – por Rafael Garcia

Por que ouvimos melhor a voz de alguém ao olharmos para seu rosto, mesmo sem sabermos ler lábios? E porque uma canção que parece vívida num videoclipe soa chata quando apreciada apenas pelo rádio? Um estudo acaba de mostrar que informações visuais invadem áreas auditivas do cérebro, sugerindo respostas para tal.

O artigo, publicado pela revista “Nature Neuroscience”, se baseou em um experimento liderado pelo neurocientista português Antônio Damásio, da USC (Universidade do Sul da Califórnia). Mapeando o cérebro de algumas pessoas com ressonância magnética, o grupo descobriu que neurônios usados pelo cérebro exclusivamente para processar sons também reagem a imagens.

O experimento consistia basicamente em submeter voluntários à apresentação de vídeos curtos, enquanto uma máquina registrava quais partes do cérebro exibiam maior atividade.

Todos os vídeos mostravam cenas que remetiam à emissão de sons — um vaso quebrando, um cachorro latindo etc. — , mas eram exibidos sem áudio.Ao verificar quais partes do cérebro tinham se ativado, o grupo viu que não só áreas ligadas à visão apareciam nos mapas, como também o chamado córtex auditivo de associação, que lê relações entre sons.

Essa região da superfície do cérebro faz parte de um circuito conectado diretamente ao ouvido, e até agora era tida como exclusiva do sentido da audição. Mas como alguém poderia processar sons se os vídeos do experimento eram mudos?

Segundo o estudo da USC, essa estrutura cerebral tida como responsável apenas pela sensação da audição na verdade já inicia uma interpretação inconsciente do som ouvido.

“A informação visual pode nos fazer perceber um mesmo som de modos diferentes”, disse à Folha Kaspar Meyer, coautor de Damásio no trabalho. Cada som que escutamos e aceitamos como sendo uma informação pura na verdade está contaminado com memórias de sons passados, explica.

Pesquisadores já sabiam que esse fenômeno ocorre com outros sentidos também, como a visão. Mas Damásio e Meyer mostraram que esse fenômeno pode “vazar” de um circuito cerebral para outro, fazendo do processamento de percepções uma rede altamente complexa.

No experimento conduzido na USC, a memória auditiva de cada evento mostrado nos vídeos induzia a ativação de um padrão de neurônios incrivelmente nítido. Isso é possível porque o córtex auditivo decompõe os sons em frequências, dividindo-os como notas em um partitura musical.

De fato, quando o vídeo mostrava um músico, o mapa do córtex auditivo dos voluntários permitia saber se este tocava violino, contrabaixo ou piano. Dentro de alguns anos, diz Meyer, não é impossível que algum cientista consiga plugar o cérebro de uma pessoa em um amplificador para dar vida a sons criados por imagens.E com uma imagem sendo capaz de “ressoar” no cérebro, não é de estranhar que música acompanhada de filmagens soe diferente. Se muitos videoclipes hoje não passam de embalagem de luxo para canções pobres, talvez os cineastas fiquem felizes em saber que podem estar ajudando a melhorar o som.

Ravel-Bolero

3

Especialista dos Estados Unidos explica seu trabalho no Instituto de Neurociências de Castela e Leão (Incyl)
Diana Paterson, pesquisadora do Departamento de Ciências Biomédicas da Universidade de Iowa State, nos Estados Unidos, visitou no dia 8 de março o Instituto de Neurociências de Castela e Leão (Incyl) da Universidade de Salamanca para conhecer o trabalho deste centro e divulgar o seu. Ambas partes estão interessadas no processamento de sons e uma das chaves é entender como o cérebro é capaz de discriminar o som que lhe interessa em situações muito barulho.

“Estamos interessados em saber como uma pessoa pode prestar atenção em outra que está falando em um ambiente barulhento, como em uma cafeteria ou na rua”, afirma Diana Paterson em declarações a DiCYT.

Este problema é muito mais complexo do que parece e envolve muitas conexões cerebrais. “Estamos estudando uma parte do cérebro, a amígdala, porque existem conexões entre ela e os centros auditivos do cérebro, de modo que realizamos estudos de anatomia e fisiologia para ver como se comunicam todas estas etapas e para saber qual papel têm estas conexões no momento de prestar atenção”, indica.
Os pesquisadores da Universidade de Iowa State utilizam modelos animais para realizar estas pesquisas, ainda que estejam em contato com outros grupos que trabalham diretamente com pacientes. Uma possível via de aplicação, seria a tecnologia utilizada para melhorar a audição, mas ainda é uma possibilidade distante. “As pesquisas sobre auscultadores e implantes de cóclea tratam de como a informação vai do ouvido o cérebro, enquanto nós analisamos o processo contrário: como o cérebro é capaz de controlar de cima para baixo a informação que chega”, indica a cientista.

Em todos os casos, “um dos problemas dos auscultadores é processar vozes em um ambiente com muito ruído e, se conseguimos saber mais sobre o que acontece no processo natural, no futuro poderíamos aplicá-lo para melhorar seu funcionamento”, agrega.Esta equipe de pesquisa dos Estados Unidos mantém uma boa relação com os pesquisadores do Incyl, Manuel Sánchez Malmierca e Enrique Sánchez Poveda há muitos anos, e talvez no futuro seja possível realizar alguma colaboração, conforme Diana Paterson afirma, já que eles também estão interessados no funcionamento do sistema auditivo.“Estamos interessados em saber como uma pessoa pode prestar atenção em outra que está falando em um ambiente barulhento, como em uma cafeteria ou na rua”, afirma Diana Paterson em declarações a DiCYT.

Tristesse-Chopin

Ouviu isso? Como o cérebro localiza os sons

Cientistas apontam a região do cérebro responsável por encontrar o barulho

Uma tática comum para encontrar um celular perdido é ligar para o aparelho e sair à sua caça, seguindo a direção do toque da campainha.Estudos anteriores indicam que a região do cérebro chamada plano temporal (localizada acima e atrás do córtex auditivo) é a responsável por localizar os sons no espaço – pelo menos quando ficamos atentos a eles.Agora os cientistas conseguiram demonstrar que o plano temporal se ativa automáticamente quando existe um barulho, mesmo se não estamos prestando atenção a ele. Por exemplo, essa região do cérebro entra em ação se um telefone toca no quarto e você está assistindo à televisão na sala de estar.

“O espaço é um parâmetro que unifica os diferentes sentidos, e nos permite juntar informações a partir da visão e audição, por exemplo, quando a localização da fonte é mesma”, explica Leon Deouell, neurocientista da Universidade hebraica de Jerusalém e co-autor do estudo publicado na revista “Neuron”. “Foi muito importante mostrar que o plano temporal faz o trabalho mesmo ‘na surdina’, quando você não tem intenção de ouvir ou localizar um som”.

Essa habilidade permite às pessoas desviar a atenção para a fonte que está emitindo o “novo” som e reagir própriamente – como, por exemplo, responder a saudação de um vizinho que está passando, ou sair correndo ao ouvir o barulho de um urso à distância.A equipe também contava com cientistas da University of California, em Berkeley, e do Instituto Weizmann de Ciência em Rehovot, em Israel. Os pesquisadores contam que atingir uma alta qualidade na transmissão de som para as 13 pessoas do estudo foi uma tarefa dolorosa. Para evitar a interferência do som do equipamento de ressonância magnética (fMRI), os cientistas tocavam sons entre cada varredura, para que houvesse um ambiente com som inalterado. (Como o fMRI mede o fluxo sangüíneo em uma parte do cérebro em resposta a uma atividade elétrica, há um pequeno atraso que os pesquisadores conseguiram explorar ao fazer a varredura imediatamente após o som ser emitido). Com a ajuda de fones de ouvido modificados para que pudessem trabalhar junto com o escâner da máquina, os cientistas também usaram sons da natureza combinados, como o barulho de água e de coaxar de sapos. “Os sons de natureza possuem várias freqüências, e estimulam o córtex cerebral muito mais que os tons puros”, explica Deouell.

Os estudos foram feitos sob medida para cada uma das pessoas do estudo. Para começar, antes de entrar na máquina de fMRI, os participantes ouviram todos os sons que seriam usados, e foi realizada uma gravação dentro do ouvido de cada pessoa. “O efeito foi muito interessante. Ao testarmos os sons quando as pessoas estavam fora da máquina, muitas vezes elas viravam, à procura da fonte que emitia o som,” Deouell conta. “Eles não acreditavam que os sons eram provenientes dos fones de ouvido, e não do ambiente externo”.Deouell e sua equipe realizaram uma série de experimentos, cada um incluindo distrações e orientação sonora diferentes. Na primeira configuração, as pessoas assistiam a um filme mudo, enquanto sons eram tocados pelos fones de ouvido e seus cérebros passavam pelo imageamento do fMRI. Em outra configuração, foi solicitado que eles ficassem apertando um botão para manter sua atenção ocupada.

Em cada caso, toda vez que a localização da fonte sonora era modificada, os indivíduos apresentavam uma aumento da atividade cerebral no plano temporal. Se o som se movia para um número maior de lugares, a atividade se intensificava.

Deouell tem planos de estudar mais a fundo o plano temporal para verificar quão próximos os sons podem ficar uns dos outros antes que a região os interprete como não-distintos, e se sua atividade pode ser sobrepujada por outra parte do cérebro, quem sabe durante uma tarefa que não permita nenhum tipo de distração.

Rhapsody  Theme of Paganini-Rachmaninov

SONS BINAURAIS: ELES PODEM TURBINAR SEU CÉREBRO

Pesquisas realizadas recentemente comprovam que é possível controlar a ansiedade e melhorar a concentração através de determinados sons chamados de Binaurais. O segredo deste sons, que devem ser ouvidos sempre com fones de ouvido, é a frequência que ele atinge, afetando diretamente nossas ondas cerebrais.Batidas Binaurais são usadas para criar 2 ondas de freqüência distintas,  apresentadas separadamente, cada uma a um ouvido. O cérebro reage criando um terceiro tom, que é a diferença entre os dois apresentados. Isto permite ao cérebro se sintonizar diretamente à uma freqüência que, teoricamente, o ouvido não “escutaria”.

Os Sons binaurais irão  trazer:

* – Clareza mental,pois seu foco será tão direcionado e você poderá realmente conseguir realizar qualquer coisa que você coloque na mente com mais facilidade;

* – Seus objetivos se tornarão gradativamente mais fáceis e você terá progressivamente mais ânimo e entusiasmo para realizar coisas cada vez maiores;

* – Seu QI e inteligência estarão em evidência subindo, seus resultados em provas e testes;

Cada frequência de som emitida tem um efeito:

10Hz 18Hz – Melhora significativamente a memória, leitura e ortografia;
40Hz – Rico em informações e processamento de tarefas de alto nível de processamento de informação;
40Hz com 18Hz – Corpo relaxado / mente focada;
Frequência 147.85Hz de Saturno – Aumenta a concentração e o processo de tornar-se consciente;

VA - Binaural Beats (2011)Instruções Úteis para o uso correto:

1. Deverá ser ouvido com fones de ouvido com capacidade ESTEREO (mais aconselhado) ou por um bom sistema de som também ele configurado para ESTEROFONIA.

2. Não deverá ser escutado muito alto. O suficiente para que não ocorram distrações vindas do exterior.

3. Deverá colocar-se numa posição confortável (de preferência olhos fechados) e garantir que não será perturbado.

4. A audição de batidas binaurais pode induzir a estados de perda de consciência o que pode ser perigoso a quando a condução de máquinas ou automóveis, assim que recomenda-se precauçã

ONDAS CEREBRAIS : O QUE SÃO E COMO USÁ-LAS

O que são as ondas Alpha e Theta?

1-Alpha é um estado relaxado e concentrado da mente típico de uma onda cerebral em torno de 7 ciclos/segundo (7 Hz). Ele permite uma concentração total e a sincronização dos hemisférios direito e esquerdo do cérebro. É o estado próprio para ler, ouvir e outras formas de recepção de informação.

2-Theta é um estado ainda mais relaxado da mente, típico de uma onda cerebral em torno de 3 ciclos/segundo (3 Hz). Este estado é o melhor para memorização, criatividade e solução de problemas.

Você pode aprender a usar estas frequências cerebrais facilmente, sem esforço e eficientemente.

4 principais frequências:

DELTA = 1 Hertz
Profundo relaxamento físico, controle da dor e liberação do stress.

THETA = 3 Hertz
Memória, tanto novas quanto lembranças e aumento do QI.

ALPHA = 7 Hertz
Aprender, ler e ouvir.

BETA = 14 Hertz
Tomada de decisões, lógica e solução de problemas.

OBS:Usar a frequência apropriada para cada parte do aprendizado, ou seja, ouvir x memorizar é a chave para acelerar o aprendizado e aumentar sua fixação. Uma vez que a pessoa tenha “aprendido” as frequências apropriadas pode-se usá-las por vontade própria sempre que uma função em particular é necessária. EXPERIEMENTE- (use fone de ouvidos estéreos para uma melhor experiência e não esqueça de adequar o volume de forma que fique confortável para você – nem muito alto e nem muito baixo)

VOCE CONHECE O “EFEITO MOZART”?

Pesquisas comprovam que ouvir certas músicas de Amadeus Mozart ativa os neurônios e melhora a inteligência

O sinal de alerta foi dado pela lista dos mais vendidos. Um CD com músicas de Mozart chegou recentemente ao topo dos clássicos tanto na revista Billboard quanto no site comercial da Amazon (loja virtual da Internet). Como não havia nenhum apelo aparente para o modismo – trilha sonora de filme, por exemplo -, investigou-se a fundo o fenômeno. E, segundo a explicação mais aceita, a resposta estaria no estranho, mas agradável efeito causado por certas músicas do compositor austríaco no cérebro dos ouvintes. O ritmo mozartiano, segundo alguns pesquisadores, interfere positivamente na forma como os neurônios se comunicam, embora ninguém saiba ainda exatamente a razão de tal fenômeno. Mesmo sendo polêmica, a teoria mais considerada no meio científico argumenta que as ondas cerebrais se parecem muito com a música barroca. Daí, o efeito de “turbinamento” no poder cerebral, comprovado por testes de Q.I. feitos logo depois que o sujeito escuta Mozart.

A história desse “efeito Mozart” teria começado há seis anos, segundo revelou o último número da revista britânica NewScientist. Foi quando descobriu-se que pessoas que ouviam certas composições de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) com frequência alcançavam índices mais elevados nos testes tradicionais de inteligência. Porém, em meados deste ano, pesquisadores mais céticos repetiram a experiência e não chegaram ao mesmo resultado. Tal desencontro fomentou outras experiências, desta vez com ratos de laboratório. E o fato é que se provou mais uma vez que a música do gênio austríaco melhora, sim, o funcionamento cerebral – ratos colocados em um labirinto alcançaram a saída com mais facilidade quando expostos à música de Mozart. Outra experiência revelou que pessoas que sofrem do mal de Alzheimer trabalham melhor ouvindo composições mozartianas. Até mesmo os ataques epiléticos ficam bastante reduzidos.

Sinfonia nº40 de Mozart-uma obra prima

Polêmica

O primeiro indício do que viria a ser chamado “efeito Mozart” surgiu há dez anos, quando o neurobiólogo americano Gordon Shaw simulou a atividade cerebral em um computador. Em vez de imprimir um gráfico dessa simulação, ele decidiu transformá-la em sons. E, para sua surpresa, o ritmo do som cerebral se mostrou muito parecido com a música barroca. “Não é uma música tão bonita quanto à de Mozart, mas seu estilo é bem distinto, fácil de reconhecer”, disse ele à revista britânica. Foi aí que pensou em testar qual seria o efeito de Mozart no cérebro do ouvinte. Em outras palavras, será que esse tipo de composição musical de alguma forma amplia a atividade das células nervosas cerebrais? Os resultados foram muito positivos nos testes de Q.I. A partir de então, experiências distintas feitas por colegas de outras universidades chegaram a resultados diferentes. Algumas não produziram nenhum “efeito Mozart”, enquanto outras confirmaram o trabalho de Shaw. Nascia assim a polêmica.

Para efeito de consistência científica, quase todas essas experiências foram feitas usando-se uma única peça musical de Mozart, a Sonata para dois pianos em ré maior (K 448). Para os críticos dessa teoria, essas experiências são ainda muito vagas. “Não há uma razão clara para o uso dessa peça musical; mesmo assim, quando outro laboratório não consegue os mesmos resultados, alegam que não foi usada a música correta”, acusa Kenneth Steele, psicólogo da Universidade Estadual da Carolina do Norte, nos EUA. Outros cientistas chegaram a levantar a hipótese de que o efeito benéfico dessa música seria emocional. Mas a experiência com os ratos – que não têm reações emocionais como os humanos – acabou provando que a base para o “efeito Mozart” é neurológica. O tira-teima veio mais recentemente, quando Shaw e colegas usaram aparelhos de ressonância magnética (que fazem um tipo de radiografia do organismo) para mapear as áreas do cérebro que são ativadas pela música de Mozart.

Percebeu-se então que, além do córtex auditivo, onde o cérebro processa os sons, a música também ativa partes associadas com a emoção. “Mas, com Mozart, o córtex inteiro se acende”, diz Mark Bodner, que auxiliou Shaw. E apenas Mozart ativa áreas do cérebro envolvidas com a coordenação motora, visão e outros processos mais sofisticados do pensamento. Infelizmente, tal aparelho não explica a razão desse fenômeno. De todo modo, esse trabalho científico provou indubitavelmente que o ensino de música aumenta muito a capacidade mental das crianças. Se elas forem apresentadas a Mozart bem cedo, quando ainda estão desenvolvendo sua rede neural, o resultado positivo pode durar para toda a vida, alegam os especialistas. O que ajuda a explicar a posição de segundo colocado entre os CDs clássicos mais vendidos nos últimos meses – O efeito Mozart: música para crianças vol. 1 – sintonize sua mente.

Visão pessoal…

O som é elemento formador de realidades. É também, uma possibilidade alquímica no sentido de que pode transformar uma realidade em outra. Como vimos já em várias matérias do blog, a interação da matéria com qualidades diferentes de som produziu diferentes conformações moleculares. A água submetida á sonoridades harmônicas configurou-se como uma linda mandala. O contrário também aconteceu: o som desarmonioso produziu figuras disformes. Quer dizer, o som como qualquer energia, é neutro, e por isso, nós podemos qualificá-lo positiva ou negativamente. A escolha é nossa e vai depender de nosso nível consciencial.Na prática isso quer dizer que podemos alterar, organizar, limpar, purificar, harmonizar, elevar vibrações, enfim, realizar transformações nos níveis sutis e da matéria utilizando o som como ferramenta de trabalho energético/vibracional.Nossa voz vista como instrumento tanto do ponto de vista sonoro como do de ferramenta, pode nos servir nesse caminho de transformação.As vibrações ou freqüências dos sons harmônicos são muito elevadas. Para se ter uma idéia, o primeiro harmônico vibra numa freqüência duas vezes maior que o som gerador, o segundo, três vezes e assim por diante. Então, quanto mais harmônicos um som contiver, maior a sua potencialidade de aceleração e maior a conexão com as energias superiores. Os sons harmônicos podem fazer “a ponte” entre dimensões, ou seja, eles podem abrir portais de comunicação interdimensionais. Através desses portais, músicas nunca antes ouvidas são trazidos para o mundo físico. Isto acontece porque a aceleração da vibração compatibiliza e oportuniza sua audição nos níveis mais densos. Sabemos que a energia é neutra. Nós a qualificamos de acordo com nosso nível consciencial. Os harmônicos do som podem transformar realidades físicas da mesma forma que as diferentes músicas transformaram a configuração da molécula de água em figuras simétricas e geometricamente perfeitas ou em massa disforme. Som é energia primeva, organizadora e constituidora de realidades físicas. A partir da nossa intenção e mentalização, podemos interagir com outras dimensões de existência e plasmar realidades mais adequadas ao novo patamar consciencial que emerge em nós e no planeta. Da mesma maneira como cada um de nós possui uma forma de onda que lhe é própria, possuímos uma freqüência de onda sonora que nos constitui. Provavelmente, a freqüência de onda interage com a freqüência sonora formando um só corpo de manifestação energética. Este é nosso selo completo, nossa assinatura cósmica, através da qual somos reconhecidos. A partir do conhecimento de nossa altura própria, abre-se a possibilidade de interagirmos com o nosso som próprio, isto é, com a freqüência sonora que cada um de nós é. Ouvir e cantar essa nota significa nos ajustarmos ao nosso modelo originário. Significa abrirmos mão de nossas “desafinações” egóicas e buscarmos ouvir o som da voz interna e assim sermos a extensão concreta, na forma, do nosso Eu Superior.A busca desse som próprio, dessa nota primordial, coincide com a reforma íntima que o momento planetário exige. São movimentos complementares: sermos unos com o Mestre interno é sermos afinados com Sua vontade, que é a de que nos lembremos que fomos feitos para a paz, a luz e a alegria da existência.

“A música oferece à alma uma verdadeira cultura íntima e deve fazer parte da educação do povo”.

François Guizot

“A música é a revelação superior a toda sabedoria e filosofia”.

Ludwig van Beethoven

Inspiração….

O CAMINHO DA AUDIÇÃO-PDF

http://folklusitania.heavenforum.org/t149-frequencias-binaurais

http://www.geo-espace.com/beneficios-da-binaural-para-ter-uma-mente-calma.html

Scientific American

ARTIGO Música e Neurociências – Revista Neurociências

Uma Breve Revisão da Cognição Auditiva – DCA – Unicamp

Monicavox

Recomendo…

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O Iceberg da Religião

Há muita gente por aí que foi criada dentro de uma ou outra religião e ou está infeliz com ela, ou não acredita nela, ou está preocupada com tudo de mau que tem sido feito em seu nome,ou ainda ,decidiu que não quer mais ficar á mercê de ter uma; pessoas que sentem um vago desejo de abandonar a religião de seus pais e que gostariam de poder fazê-lo, mas simplesmente não percebem que deixar a religião é uma opção. Se você for uma delas, este texto é para você. Sua intenção é conscientizar — conscientizar para o fato de que ser desbloqueado é uma aspiração realista, e uma aspiração corajosa e esplêndida. É possível ser uma pessoa sem religião institucionalizada e feliz, equilibrado, ético e intelectualmente realizado. Essa é a primeira das mensagens de conscientização do post.

Deus, um Delírio – Richard Dawkins

Richard Dawkins, o mundialmente aclamado biólogo , pesquisador ,com um poderoso texto desmistificador/ purificador varre completamente as crenças infantis, irracionais por definição, professadas pela maioria dos adultos. A maioria dos quais,  “capazes de perpetrar os mais cruéis e violentos atos de atrocidade contra seus semelhantes, supostamente para provar a superioridade ética de suas crenças irracionais, ilógicas e cruelmente nocivas”.Apesar de se considerar um “Ateu convicto”, suas considerações sobre as religiões e crenças, seu conceito sobre a inexistência do deus das religiões e as provas científicas de um design inteligente do Universo que estão sendo agora conhecidos pela Física Quântica, vem lançar uma luz sobre uma história de 5000 anos em cima de todas as religiões, crenças e dogmas que a humanidade vem entendendo como Verdade e adotando em seu comportamento social.

Dawkins apresentou – paralelamente ao desenvolvimento do seu livro  – uma série de programas na BBC, intitulados “A Raiz de Todo o Mal”: a religião.Neste Best Seller, saudado pelos mais renomados intelectuais e cientistas do mundo contemporâneo, Dawkins desnuda completamente as fragilidades das crenças religiosas, assim como todas as atrocidades monstruosas cometidas em seu nome ao longo dos séculos.Deliberadamente, declara, optou por não frisar os pontos já mundialmente condenados das práticas cristãs – vale aqui ressaltar que se ateve principalmente às religiões cristãs e as que a precederam na mesma linhagem (nomeadamente o Judaísmo e o Islamismo) por serem aquelas com que tem maior familiaridade ;Ele desmistifica como “Deus”, o que a maioria dos crentes o entende: uma espécie de Macho-Alfa vivendo num lugar indeterminado, uma espécie de “céu espiritual”, que teria criado o mundo e tudo o que nele existe (incluindo os seres humanos) a pouco mais ou menos de 5.000 anos, mantendo-se particularmente atento ao que todos os cerca de 6 Bilhões de seres humanos do planeta Terra pensam e fazem durante as 24 horas do dia nos 7 dias da semana.

A PRIMEIRA CONCIENTIZAÇÃO

Imagine, junto com John Lennon, um mundo sem religião. Imagine o mundo sem ataques suicidas, sem as Cruzadas, sem caça às bruxas, sem a Conspiração da Pólvora, sem a divisão em castas da Ìndia, sem as guerras entre israelenses e palestinos, sem massacres sérvios/croatas/muçulmanos, sem a perseguição de judeus como “assassinos de Cristo”, sem os “problemas” da Irlanda do Norte, sem “assassinatos em nome da honra”, sem evangélicos televisivos de terno brilhante e cabelo bufante tirando dinheiro dos ingênuos (“Deus quer que você doe até doer”). Imagine o mundo sem o Talibã para explodir estátuas antigas, sem decapitações públicas de blasfemos, sem o açoite da pele feminina pelo crime de ter se mostrado em um centímetro. Se você se sente aprisionado na religião em que foi criado, valeria a pena se perguntar como isso aconteceu. A resposta normalmente é alguma forma de doutrinação infantil. Se você é religioso, a imensa probabilidade é de que tenha a mesma religião de seus pais. Caso tenha nascido em um país católico e ache que o Cristianismo é a verdade e o Islã é a mentira, sabendo muito bem que acharia o contrário se tivesse nascido no Afeganistão, então você é vítima da doutrinação infantil.(nota pessoal;È a forma mais comum de começar uma lavagem cerebral;doutrinar as crianças de forma religiosa, como  só se pudesse ser correto ,ético fraterno e honesto, se tiver uma religião) 

OS RÓTULOS

Assim como as feministas se arrepiam quando ouvem um “ele” em vez de “ele ou ela”, ou “o homem” em vez de “a humanidade”, quero que todo mundo estremeça quando ouvir uma expressão como “criança católica” ou “criança muçulmana”. Fale de uma “criança de pais católicos”, se quiser; mas, se ouvir alguém falando de uma “criança católica”, interrompa-o e educadamente lembre que as crianças são novas demais para ter uma posição nesse tipo de assunto, assim como são novas demais para ter uma posição sobre economia ou política. Exatamente porque meu objetivo é conscientizar, não peço desculpas por mencionar isso .

Nunca é demais repetir. Vou dizer de novo. Aquela não é uma criança muçulmana, mas uma criança de pais muçulmanos. Aquela criança é nova demais para saber se é muçulmana ou não. Não existe criança muçulmana. Não existe criança cristã.

Pesquisas  sugerem que o número de ateus e agnósticos supera de longe o de judeus religiosos, e até o da maioria dos outros grupos religiosos específicos. Diferentemente dos judeus, porém, que notóriamente são um dos lobbies políticos mais eficazes dos Estados Unidos, e diferentemente dos evangélicos, que exercem um poder político maior ainda, os ateus e agnósticos não são organizados e, portanto práticamente não têm nenhuma influência. Na verdade, organizar aqueles que não tem religião já foi comparado a arrebanhar gatos, porque eles tendem a pensar de forma independente e a não se adaptar à autoridade. Mas um bom primeiro passo seria construir uma massa crítica daqueles dispostos a “sair do armário”, incentivando assim os outros a fazer o mesmo. Embora não formem um rebanho, gatos em número suficiente podem fazer bastante barulho e não ser ignorados.

Carl Sagan escreveu, em Pálido ponto azul: Como é possível que práticamente nenhuma religião importante tenha olhado para a ciência e concluído: “Isso é melhor do que imaginávamos! O universo é muito maior do que disseram nossos profetas, mais grandioso, mais sutil, mais elegante”? Em vez disso, dizem: “Não, não, não! Meu deus é um deus pequenininho, e quero que ele continue assim”.

Uma religião, antiga ou nova, que ressaltasse a magnificência do universo como a ciência moderna o revelou ,poderia atrair reservas de reverência e respeito que continuam quase intocadas pelas crenças convencionais. Todos os livros de Sagan tocam no nervo exposto do assombro transcendente monopolizado pela religião nos últimos séculos.

UMA VISÃO MODERNA DE “DEUS”

O físico e prêmio Nobel  Steven Weinberg defendeu a questão melhor que ninguém : “Algumas pessoas têm uma visão de Deus tão ampla e flexível que é inevitável que encontrem Deus onde quer que procurem por ele. Ouvimos que “Deus é o supremo” ou que “Deus é nossa melhor natureza” ou que “Deus é o universo”. É claro que, como qualquer outra palavra, a palavra “Deus” pode ter o significado que quisermos. Se alguém quiser dizer que “Deus é energia”, poderá encontrar Deus num pedaço de carvão. Weinberg está bem certo quando diz que, para que a palavra “Deus” não se torne completamente inútil para os religiosos de plantão, ela deve ser usada do modo como as pessoas normalmente a entendem: para denotar um criador sobrenatural “adequado à nossa adoração”.

O PENSAMENTO DE EINSTEIN

Infelizmente, a indistinção entre o que se pode chamar de religião einsteniana e a religião sobrenatural causa muita confusão. Einstein às vezes invocava o nome de Deus (e ele não é o único cientista que se dizia  ateu a fazer isso), dando espaço para mal-entendidos por parte de adeptos do “sobrenaturalismo” ,loucos para interpretá-lo mal e reclamar para o seu time pensador tão ilustre. O final dramático (ou seria malicioso?) de Uma breve história do tempo, de Stephen Hawking, “pois então conheceremos a mente de Deus”, é notóriamente mal interpretado. Ele levou as pessoas a acreditar, errôneamente, é claro, que Hawking é um homem religioso.

“O que a maioria das  pessoas sem religião acredita é que, embora só haja um tipo de matéria no universo, e é a matéria física, dessa matéria nascem a mente, a beleza, as emoções, os valores morais — em suma, a gama completa de fenômenos que enriquecem a vida humana”. Os pensamentos e as emoções humanas emergem de interconexões incrívelmente complexas de entidades físicas dentro do cérebro.

Um não-religioso, em um sentido filosófico – naturalista, é alguém que acredita que não há  além do mundo natural e físico, nenhuma inteligência “sobrenatural” vagando por trás do universo observável, e que não existem milagres — exceto no sentido de fenômenos naturais que não compreendemos ainda. Se houver alguma coisa que pareça estar além do mundo natural, conforme o entendemos hoje, esperamos no fim ser capazes de entendê-la e adotá-la dentro da Natureza do nosso Universo. Assim como acontece sempre que desvendamos um arco-íris, ela não será menos maravilhosa por causa disso.(nota pessoal;TUDO ESTÁ NO TODO E O TODO ESTÁ EM TUDO)

EINSTEIN E A RELIGIÃO

Uma das declarações mais citadas de Einstein é “Sem a religião, a ciência é capenga; sem a ciência, a religião é cega”. Mas Einstein também disse: “É claro que era mentira o que você leu sobre minhas convicções religiosas, uma mentira que está sendo sistematicamente repetida. Não acredito num Deus pessoal e nunca neguei isso, e sim o manifestei claramente. Se há algo em mim que possa ser chamado de religioso, é a admiração ilimitada pela estrutura do mundo, do modo como nossa ciência é capaz de revelar”.

Parece que Einstein se contradiz? Que suas palavras podem ser escolhidas a dedo para arranjar citações que sustentem os dois lados da discussão? Não. Por “religião” Einstein quis dizer algo totalmente diferente do significado convencional. Conforme eu prosseguir esclarecendo a distinção entre a religião sobrenatural, de um lado, e a religião einsteiniana, do outro, tenha em mente que só estou chamando de delírio os deuses sobrenaturais. Seguem algumas outras citações de Einstein, para dar um gostinho da religião einsteiniana:

“Sou um descrente profundamente religioso. Isso é, de certa forma, um novo tipo de religião. Jamais imputei à natureza um propósito ou um objetivo, nem nada que possa ser entendido como antropomórfico. O que vejo na natureza é uma estrutura magnífica que só compreendemos de modo muito imperfeito, e que não tem como não encher uma pessoa racional de um sentimento de humildade. É um sentimento genuinamente religioso, que não tem nada a ver com misticismo. A idéia de um Deus pessoal me é bastante estranha, e me parece até ingênua.”(NOTA PESSOAL;MESTRE INTERIOR=EU SUPERIOR/DEUS PESSOAL NÃO É DEUS INDIVIDUAL, POIS O CONCEITO DO “TODO ESTÁ EM TUDO” NÃO SE ENCAIXA NESTA AFIRMAÇÃO ;POR ESSA RAZÃO QUE EINSTEIN DISCORDAVA)

Em números cada vez maiores desde sua morte, apologistas da religião, de forma compreensível, tentam reclamar Einstein para o seu time. Alguns dos religiosos contemporâneos á ele o viram de maneira bem diferente. Em 1940, Einstein escreveu um trabalho famoso justificando sua declaração “Eu não acredito num Deus pessoal”. Junto com outras semelhantes, essa declaração provocou uma enxurrada de cartas de religiosos ortodoxos, muitas delas aludindo à origem judaica de Einstein.  Ele indignou-se muitas vezes com a sugestão de que era teísta. Ou panteísta, como Spinoza, cuja filosofia admirava: “Acredito no Deus de Spinoza, que se revela na harmonia ordenada daquilo que existe, não num Deus que se preocupa com os destinos e as ações dos seres humanos”?

TEÍSTAS E DEÍSTAS

Refresquemos nossa memória sobre a terminologia-Coloquemos esse deus fora de nós;assim teremos:

1-Um teísta acredita numa inteligência sobrenatural que, além de sua obra principal, a de criar o universo, ainda está presente para supervisionar e influenciar o destino subseqüente de sua criação inicial. Em muitos sistemas teístas de fé, a divindade está íntimamente envolvida nas questões humanas. Atende á preces; perdoa ou pune pecados; intervém no mundo realizando milagres; preocupa-se com boas e más ações e sabe quando as fazemos (ou até quando pensamos em fazê-las).

2-Um deísta também acredita numa inteligência sobrenatural, mas uma inteligência cujas ações limitaram-se a estabelecer as leis que governam o universo. O Deus deísta nunca intervém depois, e certamente não tem interesse específico nas questões humanas.

3-Os panteístas não acreditam num Deus sobrenatural, mas usam a palavra Deus como sinônimo não sobrenatural para a natureza, ou para o universo, ou para a ordem que governa seu funcionamento.

4-Os deístas diferem dos teístas pelo fato de o Deus deles não atender a preces, não estar interessado em pecados ou confissões, não ler nossos pensamentos e não intervir com milagres caprichosos.

5-Os deístas diferem dos panteístas pelo fato de que o Deus deísta é uma espécie de inteligência cósmica, mais que o sinônimo metafórico ou poético dos panteístas para as leis do universo.

6-O panteísmo é um ateísmo enfeitado. O deísmo é um teísmo amenizado.

Há todos os motivos do mundo para se imaginar que einsteinismos famosos como “Deus é sutil, mas não é malicioso” ou “Ele não joga dados” ou “Deus teve escolha para criar o universo?” sejam panteístas, e não deístas, e certamente não teístas. “Deus não joga dados” deve ser traduzido como “A aleatoriedade não habita o cerne de todas as coisas”. “Deus teve escolha para criar o universo?” significa “Teria podido o universo começar de alguma outra forma?”. Einstein usou “Deus” num sentido puramente metafórico, poético. Assim como Stephen Hawking, e como a maioria dos físicos que ocasionalmente escorrega e cai na terminologia da metáfora religiosa.(nota pessoal;O conceito abordado aqui é muito mais amplo que um simples deus religioso teísta, que é o da maioria das religiões de templo;panteísta,pois está ligado á natureza e ao Universo e deísta,porque acredita que o Universo foi criado com leis precisas,não aleatórias;todas essas premissas englobam um conceito de PLENUM CÓSMICO, que difere das religiões institucionalizadas)

Deixe-me resumir a religião einsteiniana em mais uma citação do próprio Einstein: “Ter a sensação de que por trás de tudo que pode ser vivido há alguma coisa que nossa mente não consegue captar, e cujas belezas e sublimidade só nos atingem indiretamente, na forma de um débil reflexo, isso é religiosidade. Nesse sentido, sou religioso”.

Nesse sentido também sou religioso, com a ressalva de que “não consegue captar” não necessáriamente significa “para sempre incaptável”. Mas prefiro não me autodenominar religioso, porque isso induz ao erro. Induz ao erro de forma destrutiva, porque, para a imensa maioria das pessoas, “religião” implica “sobrenatural”.

Carl Sagan disse bem: “se por ‘Deus’ se quer dizer o conjunto de leis físicas que governam o universo, então é claro que esse Deus existe.  O Deus metafórico ou panteísta dos físicos está a anos-luz de distância do Deus intervencionista, milagreiro, telepata, castigador de pecados, atendedor de preces da Bíblia, dos padres, mulas e rabinos, e do linguajar do dia-a-dia. Confundir os dois deliberadamente é, na minha opinião, um ato de alta traição intelectual.”

O DEUS DO ANTIGO TESTAMENTO

“A religião de uma Era é o entretenimento literário da seguinte.”~ Ralph Waldo Emerson

O Deus do Antigo Testamento é talvez o personagem mais desagradável da ficção: ciumento, e com orgulho; controlador mesquinho, injusto e intransigente; genocida étnico e vingativo, sedento de sangue; perseguidor misógino, homofóbico, racista, infanticida, filicida, pestilento, megalomaníaco, sadomasoquista, malévolo. Aqueles que são acostumados desde a infância ao jeitão dele podem ficar dessensibilizados com o terror que sentem. É injusto atacar um alvo tão fácil. A Hipótese de que Deus Existe não deve ser sustentada ou ser derrubada com base em sua instância mais desagradável, Javé, nem em seu oposto, o insípido rosto cristão do “Jesus gentil, manso e suave”.* (Para ser justo, essa persona efeminada deve-se mais a seus seguidores vitorianos que ao próprio Jesus. Será que alguma coisa pode ser mais açucarada e enjoativa que o “Todas as crianças cristãs devem ser/ Calmas, obedientes, boas como ele”,** de C. F. Alexander?) Não estou atacando as qualidades específicas de Javé, ou Jesus, ou Alá, ou de nenhum outro deus em particular como Baal, Zeus ou Wotan. Definirei a Hipótese de que Deus Existe de modo mais defensável: existe uma inteligência sobre-humana QUE NÃO COMPREENDEMOS AINDA E SÓ COMPREENDEREMOS COM O AUMENTO DE NOSSA CONSCIÊNCIA,PAULATINAMENTE, SEM PRAZO,SEM TEMPO NEM LUGAR,que projetou e criou deliberadamente o universo e tudo que há nele, incluindo nós. E mais: qualquer inteligência criativa, de complexidade suficiente para projetar qualquer coisa, só existe como produto final de um processo extenso de evolução gradativa. Inteligências criativas, por terem evoluído, necessáriamente chegam mais tarde ao universo e, portanto, não podem ser responsáveis por projetá-lo. “Deus,” no sentido da definição religiosa, é um delírio; e, como adiante veremos, um delírio pernicioso.Não é de surpreender, já que ela se baseia mais em tradições locais de revelações específicas do que em provas, que a Hipótese de que Deus Existe apareça em várias versões. Os historiadores da religião reconhecem uma progressão de animismos tribais primitivos, passando por politeísmos como os dos gregos, romanos e nórdicos, até os monoteísmos, como o Judaísmo e seus derivados, o Cristianismo e o Islã.

Resultado de imagem para imagens sobre o politeismo hinduO POLITEÍSMO HINDU

Seu politeísmo não é um politeísmo de verdade, mas um monoteísmo disfarçado. Há apenas um Deus — Brahma, o criador; Vishnu, o preservador; Shíva, o destruidor; as deusas Saraswati, Lakshmi e Parvati (mulheres de Brahma, Vishnu e Shiva); Ganesh, o deus-elefante, e as centenas de outros são apenas manifestações diferentes ou encarnações do mesmo Deus.Os cristãos devem aprovar tal sofisma. Rios de tinta medieval, sem falar do sangue, foram gastos para explicar o “mistério” da Trindade, e para suprimir desvios como a heresia ariana. Ário de Alexandria, no século IV d. C., negou que Jesus fosse consubstancial (isto é, de mesma substância ou essência) com Deus. Substância? Que “substância”? O que exatamente se quer dizer com “essência”?. “Muito pouco que possamos compreender com esse nível de consciência” parece a única resposta razoável. Mesmo assim, a controvérsia dividiu a cristandade ao meio por um século, e o imperador Constantino ordenou que todos os exemplares do livro de Ário fossem queimados. Dividir a cristandade brigando por minúcias — é o que a teologia sempre faz. Temos um Deus em três partes, ou serão três Deuses em um? A Catholic encyclopedia esclarece a questão, numa obra-prima do raciocínio teológico: Na unidade da Divindade há três Pessoas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, sendo que essas Três Pessoas são distintas umas das outras. Assim, nas palavras do Credo de Atanásio: “o Pai é Deus, o Filho é Deus, o Espírito Santo é Deus, contudo não há três Deuses, mas um só Deus”. Como se isso não estivesse suficientemente claro, a Encyclopedia cita o teólogo do século V São Gregório, o Milagreiro: Não há portanto nada que tenha sido criado, nada que tenha sido sujeitado a outro na Trindade: nem há nada que tenha sido acrescentado como se uma vez não tivesse existido, mas entrado depois: portanto o Pai jamais esteve sem o Filho, nem o Filho sem o Espírito Santo: e essa mesma Trindade é imutável e inalterável para sempre. Quaisquer que tenham sido os milagres que deram a são Gregório seu apelido, não eram milagres de lucidez. Suas palavras carregam o traço obscurantista característico da teologia, que — diferentemente da ciência e da maioria dos outros ramos da sabedoria humana — não mudou em dezoito séculos.

O POLITEÍSMO DA IGREJA CATÓLICA

Mas é principalmente o ramo católico romano da cristandade que empurra seu recorrente flerte com o politeísmo para a inflação descontrolada. A Trindade é (são?) acrescida de Maria, “Rainha do Céu” e todos os mitos que envolvem a virgem, que só não é deusa no nome, mas que certamente coloca o próprio Deus em segundo lugar como alvo de preces. O panteão ainda é inchado por um exército de santos, cujo poder de intercessão faz com que eles sejam, se não semideuses, úteis em seus assuntos específicos. O Fórum da Comunidade Católica nos dá uma mão e lista 5120 santos,18 junto com suas áreas de especialidade, que incluem dores abdominais, vítimas de abusos, anorexia, vendedores de armas, ferreiros, fraturas de ossos, técnicos de explosivos e problemas intestinais, para ficar só no comecinho da lista.. O que me impressiona na mitologia católica é em parte seu kitsch de mau gosto, mas principalmente a tranquilidade com que essa gente vai criando os detalhes. É uma invenção descarada.

O papa João Paulo II criou mais santos que todos os seus antecessores de vários séculos juntos, e tinha uma afinidade especial com a” Virgem Maria”. Seus impulsos politeístas ficaram dramáticamente demonstrados em 1981, quando sofreu uma tentativa de assassinato em Roma e atribuiu sua sobrevivência à intervenção de Nossa Senhora de Fátima: “Uma mão materna guiou a bala”. Não dá para não se perguntar por que ela não a guiou para que se desviasse de vez dele. Ou se pode questionar se a equipe de cirurgiões que o operou por seis horas não merece pelo menos uma parte do crédito; mas talvez as mãos deles também tenham sido maternalmente guiadas(?). O ponto relevante é que não foi só Nossa Senhora que, na opinião do papa, guiou a bala, mas específicamente Nossa Senhora de Fátima. Presume-se que Nossa Senhora de Lourdes, Nossa Senhora de Guadalupe, Nossa Senhora de Medjugorje, Nossa Senhora de Akita, Nossa Senhora de Zeitoun, Nossa Senhora de Garabandal e Nossa Senhora de Knock estavam ocupadas com outros afazeres naquela hora.

POLIMORFISMOS,DENOMINAÇÕES;MAIS SINCRETISMOS E MAIS CRENÇAS SEM EXPLICAÇÃO

Como os gregos, os romanos e os vikings lidam com essas charadas politeológicas? Vênus era só outro nome para Afrodite ou elas eram duas deusas distintas do amor? Thor, com seu martelo, era uma manifestação de Wotan ou outro deus? . Como já tratei um pouco do politeísmo para evitar a acusação de negligência, não direi mais nada sobre ele. Em nome da concisão, vou me referir a todas as divindades, sejam poli ou monoteístas, como apenas “Deus”. Também tenho consciência de que o Deus de Abraão é (para usar termos leves) agressivamente masculino, e esse fato aceitarei como convenção para o uso dos pronomes. Teólogos mais sofisticados declaram que Deus não tem sexo, embora algumas teólogas feministas queiram compensar injustiças históricas designando-a mulher. Imagino que, no cruzamento entre teologia e feminismo, a existência possa mesmo ser um atributo menos importante que o gênero. Sei que aqueles que criticam a religião podem ser atacados por não dar o devido crédito à fértil diversidade de tradições e visões de mundo que vêm sendo chamadas de religiosas. Obras antropológicamente informadas, de “O ramo de ouro, de James Prazer, a Religion explained(Religião explicada), de Pascal Boyer, ou In gods we trust (Acreditamos em deuses), de Scott Atran”, documentam de forma fascinante a bizarra fenomenologia das superstições e dos rituais. Leia esses livros e maravilhe-se com a riqueza da credulidade humana.

Resultado de imagem para imagens sobre religião abraâmicaAS TRES RELIGIÕES ABRÂAMICAS

A mais antiga das três religiões abraâmicas, e a clara ancestral das outras duas, é o judaísmo: originalmente um culto tribal a um Deus único e desagradável, que tinha uma obsessão mórbida por restrições sexuais, pelo cheiro de carne queimada, por sua superioridade em relação aos deuses rivais e pelo exclusivismo de sua tribo desértica escolhida. Durante a ocupação romana da Palestina, o Cristianismo foi fundado por Paulo de Tarso como uma seita do Judaísmo menos intransigentemente monoteísta e menos exclusivista, que olhou além dos judeus e para o resto do mundo. Vários séculos depois, Maomé e seus seguidores retomaram o monoteísmo inflexível do original judaico, mas não seu exclusivismo, e fundaram o Islamismo a partir de um novo livro sagrado, o Corão, ou Qur’an, acrescentando uma forte ideologia de conquista militar à disseminação da fé.

O Cristianismo também foi disseminado pela espada, primeiro nas mãos romanas, quando o imperador Constantino o elevou de culto excêntrico a religião oficial, depois nas dos cruzados e depois nas dos conquistadores e outros invasores e colonizadores europeus, com acompanhamento missionário. Para a maior parte de meus propósitos, as três religiões abraâmicas podem ser tratadas como indistinguíveis. Exceto quando eu declarar o contrário, terei principalmente o cristianismo em mente, mas apenas porque por acaso essa é a versão com que tenho mais familiaridade.

E não me preocuparei com as ditas religiões ,que não o são,como o Budismo e o Confucionismo. Na verdade, o fato delas serem tratadas não como religiões mas como sistemas éticos ou filosofias de vida quer dizer uma coisa diferente.

Resultado de imagem para imagens sobre agnosticismoO AGNOSTICISMO

O Agnosticismo Temporário na Prática, ou ATP, é o legítimo em-ci-ma-do-muro, quando realmente existe uma resposta definitiva, para um lado ou para o outro, mas para a qual ainda não temos evidências . Há uma verdade lá fora, e um dia esperamos conhecê-la, embora no momento não a conheçamos. Mas há também um tipo de em-cima-do-muro profundamente inescapável, que chamarei de APP (Agnosticismo Permanente por Princípio). O estilo APP de agnosticismo é adequado para dúvidas que jamais podem ser respondidas, não importa quantas provas coletemos, já que a própria idéia de prova não se aplica. A dúvida existe num plano diferente, ou numa dimensão diferente, além da zona que as provas podem alcançar.

Um exemplo pode ser a velha charada filosófica: você vê o vermelho do mesmo jeito que eu? Quem sabe seu vermelho seja o meu verde, ou alguma coisa completamente diferente de qualquer cor que eu possa imaginar. Os filósofos citam essa como uma dúvida que jamais pode ser respondida, não importam quantas evidências possam um dia ficar disponíveis. E alguns cientistas e outros intelectuais estão convencidos de que a existência de Deus pertence à categoria de APP para sempre inacessível. A partir daí, como veremos, eles muitas vezes fazem a dedução pouco lógica de que a hipótese da existência de Deus e a hipótese de sua inexistência têm exatamente a mesma probabilidade de estar certas.

A opinião que defenderei é bem diferente: o agnosticismo sobre a existência de Deus pertence firmemente à categoria temporária, ou ATP. Ou ele existe ou não existe. É uma pergunta científica; um dia talvez conheçamos a resposta, e enquanto isso podemos dizer coisas bem categóricas sobre as probabilidades.(nota pessoal;por essa razão, esse conceito de “Deus” jamais pode ser imposto por nenhuma religião;tudo passa pelo foro íntimo, evolução,live arbítrio,nível de consciência-é isso que queremos enfatizar com este texto;os questionamentos são necessários, na medida em que as pessoas ainda estão reféns destas crenças impostas e teleguiadas com suas intenções ocultas ou não;os despertos já tem suas próprias convicções individuais, que podem ou não pertencer á algum grupo definido-também é uma escolha-ou não;para os que ainda estão tomando conhecimento do que está exposto aqui,serve para uma auto-análise e um auto-questionamento,o que é sempre válido, quando se trata de mudar paradigmas e demolir dogmas).

A APOSTA DE PASCAL

O grande matemático francês Blaise Pascal achava que, por mais improvável que fosse a existência de Deus, há uma assimetria ainda maior na punição por errar no palpite. É melhor acreditar em Deus, porque se você estiver certo poderá ganhar o júbilo eterno, e se estiver errado não vai fazer a menor diferença. Por outro lado, se você não acreditar em Deus e estiver errado, será amaldiçoado para todo o sempre,por todos os credos e religiões e se estiver certo não vai fazer diferença. Pensando assim, a decisão é óbvia. Acredite em Deus.

Há, porém, alguma coisa claramente esquisita no argumento. Acreditar não é uma coisa que se possa decidir, como se fosse uma questão política. Não é pelo menos uma coisa que eu consiga decidir por vontade própria. Posso decidir ir à igreja e posso decidir recitar a novena, e posso decidir jurar sobre uma pilha de Bíblias que acredito em cada palavra escrita nelas. Mas nada disso pode realmente me fazer acreditar se eu não acreditar. A aposta de Pascal só poderia servir de argumento para uma crença fingida em Deus.

E é melhor que o Deus em que você alega acreditar não seja do tipo onisciente, senão ele vai saber da enganação. Mas por que, então, estamos tão dispostos a aceitar a idéia de que o que é imprescindível fazer, se se quiser agradar a Deus, é acreditar nele? O que há de tão especial em acreditar? Não é igualmente provável que Deus recompense a bondade, ou a generosidade, ou a humildade? Ou a sinceridade? E se Deus for um cientista que considera a busca honesta pela verdade a virtude suprema? Aliás, o projetista do universo não teria de ser um cientista? Você apostaria que Deus valorizaria mais uma crença fingida e desonesta?

Resultado de imagem para imagens sobre a vida no cosmoA VIDA NO COSMO

Vivemos não apenas num planeta amistoso, mas também num universo amistoso. Isso provém do fato inerente à nossa existência de que as leis da física têm de ser amistosas o suficiente para permitir que a vida surja. Não é por acaso que, quando olhamos à noite para o céu, vemos estrelas, pois estrelas são um pré-requisito necessário para a existência da maioria dos elementos químicos, e sem química não haveria vida. Os físicos calcularam que, se as leis e constantes da física fossem ligeiramente diferentes, o universo teria se desenvolvido de tal forma que a vida seria impossível. Físicos diferentes disseram isso de formas diferentes, mas a conclusão é sempre quase a mesma. Martin Rees, em seu livro” Apenas seis números”, lista seis constantes fundamentais, as quais se acredita que se mantenham em todo o universo. Cada um desses seis números é sintonizado no sentido de que, se fosse um pouquinho diferente, o universo seria muito diferente e presumívelmente nada propício à vida.

Um exemplo dos seis números de Rees é a magnitude da chamada “força forte”, a força que liga os componentes do núcleo do átomo: a força nuclear que tem de ser superada quando se “divide” o átomo. Ela é medida como E, a proporção da massa de um núcleo de hidrogênio que é convertida em energia quando o hidrogênio se funde para formar o hélio. O valor desse  digo “presumívelmente” em parte porque não sabemos  com certeza absoluta(?),como podem ser as várias formas de vida alienígena, e em parte porque é possível que estejamos enganados ao levar em conta apenas as conseqüências de mudar uma constante por vez. Não poderia haver outra combinação de valores dos seis números que resultasse propícia à vida, de maneiras que não conseguimos descobrir se consideramos apenas um por vez?

Resultado de imagem para imagens sobre o efeito placebo da religiãoO EFEITO PLACEBO DA RELIGIÃO

Será a religião um placebo que prolonga a vida reduzindo o estresse? Ê provável, embora a teoria tenha de enfrentar um batalhão de céticos, que chamam a atenção para as muitas circunstâncias em que a religião mais causa que alivia o estresse. É difícil acreditar, por exemplo, que a saúde saia ganhando com o estado semipermanente de culpa mórbida de que sofre um católico dotado da dose normal de fragilidade humana e de uma dose de inteligência abaixo da normal. Talvez seja injusto falar só dos católicos. Observemos que “todas as religiões são a mesma coisa”: a religião é básicamente culpa, com feriados diferentes”. Em todo caso, acho que a teoria do placebo não é suficiente para justificar o fenômeno de penetração tão global que é a religião.

Não acredito que o motivo de termos religião seja o fato de ela ter reduzido os níveis de estresse de nossos ancestrais. Não é uma teoria boa o suficiente para dar conta do serviço, embora possa ter tido um papel subsidiário. A religião é um fenômeno de grandes dimensões e precisa de uma teoria de grandes dimensões para explicá-la. Estou falando de sugestões como “a religião satisfaz nossa curiosidade sobre o universo e sobre nosso lugar nele”, ou “a religião oferece consolo”.  Steven Pinker falou bem sobre a teoria do consolo, em “Como a mente funciona”: “Ela só provoca a pergunta sobre por que uma mente evoluiria para encontrar conforto em crenças que ela sabe claramente ser falsas.

Uma pessoa que está com frio não encontra nenhum consolo em acreditar que está no quente; uma pessoa que está cara a cara com o leão não se tranquiliza com a convicção de que se trata de um coelho”.  Explicações psicológicas para o fenômeno de que as pessoas acham algumas crenças gratificantes ou não gratificantes são explicações aproximadas, e não finais.  A explicação aproximada para a explosão no cilindro de um motor de combustão interna remete à vela de ignição. A explicação final diz respeito ao propósito para o qual a explosão foi projetada: para impelir um pistão do cilindro, girando assim o virabrequim.Aparentemente não há dúvida de que muitos dos atributos da religião são bem adequados a colaborar para a sobrevivência dela, e para a sobrevivência desses atributos, no caldo da cultura humana. Surge agora a dúvida sobre se essa adequação é obtida pelo “design inteligente” ou por seleção natural. As duas respostas provavelmente estão certas. Pelo lado do design, os líderes religiosos são plenamente capazes de verbalizar os truques que colaboram para a sobrevivência da religião. Martinho Lutero sabia bem que a razão é a arquiinimiga da religião, e freqüentemente advertia sobre seus perigos: “A razão é o maior inimigo que a fé possui; ela nunca aparece para contribuir com as coisas espirituais, mas com frequência entra em confronto com a Palavra divina, tratando com desdém tudo o que emana de Deus”. De novo: “Quem quiser ser cristão deve arrancar os olhos da razão”. E de novo: “A razão deve ser destruída em todos os cristãos”. Lutero não teria tido dificuldade em projetar inteligentemente aspectos não inteligentes de uma religião para ajudá-la a sobreviver. Mas isso não significa necessáriamente que ele, ou qualquer outra pessoa, realmente os tenha projetado.

Resultado de imagem para imagens sobre manipulação da religiãoALGUNS TÓPICOS COMUNS ÁS RELIGIÕES;MAIS MANIPULAÇÕES

• Se você morrer como mártir, vai para uma parte do paraíso especialmente maravilhosa, onde se regalará

 • Hereges, blasfemos e apóstatas devem ser mortos (ou punidos, por exemplo pelo ostracismo em relação a suas famílias).

A crença em Deus é uma virtude suprema. Se você perceber que sua crença está vacilando, trabalhe duro para restaurá-la, e implore a Deus para ajudá-lo a combater a descrença. (Em minha discussão sobre a aposta de Pascal mencionei a estranha pressuposição de que a única coisa que Deus realmente quer de nós é a fé.)

• A fé (crença sem evidência) é uma virtude. Quanto mais suas crenças desafiarem as evidências, mais virtuoso você será. Fiéis virtuosos que conseguem acreditar em alguma coisa muito estranha, insustentável, em franca oposição às evidências e à razão, são especialmente recompensados.

• Todo mundo, mesmo quem não possui crenças religiosas, deve aceitá-las para si, sem questionamentos que o aceitável para qualquer outro tipo de crença . • Existem coisas estranhas (como a Trindade, a transubstanciação, a encarnação) que não nos cabe compreender. Nem tente entendê-las, porque a tentativa pode destruí-las. Aprenda a se satisfazer chamando-as de mistérios. Lembre-se das virulentas condenações da razão feitas por Martinho Lutero, citadas e pense em quão protetoras da sobrevivência elas seriam.

Visão pessoal…

Religiões organizadas são organizadas por pessoas: por padres e bispos, rabinos, imãs e aiatolás. Mesmo nos casos em que religiões vêm sendo exploradas e manipuladas em benefício de indivíduos poderosos, ainda subsiste a forte possibilidade de que o formato detalhado de cada religião tenha sido moldado em grande parte pela evolução religiosa inconsciente. Não pela seleção natural genética, que é lenta demais para responder pela rápida evolução e divergência das religiões. Nos estágios iniciais da evolução de uma religião, antes que ela se torne organizada, dogmas simples sobrevivem devido a seu apelo universal à psicologia humana. É aí que a teoria dogmática da religião e a teoria do subproduto psicológico se sobrepõem. Os estágios mais tardios, quando a religião se torna organizada, elaborada e arbitrariamente diferente de outras religiões, são muito bem abordados pela teoria dos dogmas complexos — cartéis de dogmas mútuamente compatíveis. Isso não elimina o papel adicional da manipulação deliberada por padres e outros indivíduos. As religiões provávelmente são, pelo menos em parte, produto de um design inteligente, assim como escolas, modas e a arte.Muitas pessoas religiosas acham difícil imaginar como, sem a religião, é possível ser bom, ou mesmo querer ser bom. Mas as dúvidas vão mais longe, e levam algumas pessoas religiosas a paroxismos de ódio contra aqueles que não compartilham de sua fé. Trata-se de uma coisa importante, porque considerações morais se escondem por trás de atitudes religiosas em relação a outros tópicos que não têm ligação real com a moralidade. É preciso dizer, para ser justo, que grande parte da Bíblia não é sistematicamente cruel, mas simplesmente estranha, como seria de esperar de uma antologia caótica de documentos desconjuntados, escrita, revisada, traduzida, distorcida e “melhorada” por centenas de autores anónimos, editores e copiadores, que desconhecemos e que não se conheciam entre si, ao longo de nove séculos. Isso pode explicar uma parte das esquisitices da Bíblia. Mas infelizmente é esse mesmo volume estranho que fanáticos religiosos consideram a fonte infalível de nossos princípios morais e nossas normas para viver. Quem pretende basear sua moralidade literalmente na Bíblia ou nunca a leu ou não a entendeu;Esses episódios desagradáveis das histórias contadas na Bíblia,por exemplo, não passam de pecadilhos se comparados à infame lenda do sacrifício do filho de Abraão , Isaac (as escrituras muçulmanas contam a mesma história sobre o outro filho de Abraão, Ismael). Deus determinou que Abraão transformasse seu filho querido numa oferenda em forma de fogo. Abraão construiu um altar, colocou lenha sobre ele e amarrou Isaac sobre a lenha. A faca assassina já estava em sua mão quando um anjo interveio dramáticamente, com a notícia de uma mudança de planos de última hora: Deus estava apenas brincando, no fim das contas, “tentando” Abraão e testando sua fé. Um moralista moderno não poderia deixar de imaginar como uma criança conseguiria se recuperar de tamanho trauma psicológico. Pelos padrões da moralidade moderna, essa história vergonhosa é ao mesmo tempo um exemplo de abuso infantil; “Eu só estava seguindo ordens”diria Abraão; Mesmo assim, a lenda é um dos grandes mitos fundadores das três religiões monoteístas.Mais uma vez, os teólogos modernos protestarão dizendo que a história do sacrifício de Isaac por Abraão não deve ser encarada como um fato literal. E, mais uma vez, a resposta adequada tem dois lados. Em primeiro lugar, muitíssima gente, até hoje, encara, sim, as Escrituras como fatos literais, e elas têm bastante poder político sobre o resto da maioria crédula;Em segundo lugar, se não for como fato literal, como deveríamos encarar a história? Como uma alegoria? Alegoria de quê, então? Certamente de nada digno de louvor. Como lição moral? Mas que tipo de princípio moral pode-se tirar dessa história apavorante? Lembre-se de que só estou tentando dizer, por enquanto, que na verdade nós não retiramos nossos princípios morais das Escrituras. Ou, se retiramos, escolhemos os trechos mais agradáveis daqueles textos e rejeitamos os desagradáveis. Mas aí precisamos ter algum critério independente para decidir quais trechos são os morais: um critério que, venha de onde vier, não pode vir da própria escritura, e está supostamente disponível para todos nós, sejamos ou não religiosos.

Inspiração….

http://www.richarddawkins.net/
http://www.guardian.co.uk/science/dawkins
http://www.the-brights.net/index.html

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A energia do medo

Resultado de imagem para imagens sobre a transição planetáriaO planeta Terra está terminando seu ciclo de 26.000 anos e através do seu próprio processo evolutivo logo estará adentrando na 5º Dimensão.  Por isso sentimos a aceleração do tempo, como se os dias estivessem passando rápidamente. Temos essa sensação porque a 5º Dimensão é uma freqüência bem acelerada em termos de vibrações. Atualmente podemos dizer que estamos na 4º dimensão.Tenhamos consciência que ao realizar todos os exercícios de limpeza e a transmutação do MEDO estaremos não só aumentando nossa freqüência de luz no seu corpo físico como estaremos ajudando de uma maneira efetiva o Planeta Terra.

A ascensão consiste em elevar a frequência da energia de todos os  campos mais densos, incluindo as células do corpo físico, de tal forma que deixem de conter qualquer resquício de energia que reflita esses planos inferiores. A frequência de energia mais baixa, de medo, raiva, ódio, e outras energias negativas não são compatíveis com a 5º dimensão. Em virtude disso que enfatizo que a limpeza é de suma importância para a nossa ascensão, pois quem estiver vibrando com alguma energia de medo, raiva, ódio ou qualquer outra energia mais densa terá que ir para os outros planetas de freqüência muito baixa e realizar a depuração e transmutação e aguardar mais um ciclo de 26.000 anos.

Cada um de nós ressoa com um espectro energético que vocês podem mudar do medo para o amor. Essas vibrações energéticas são parte do compromisso da sua alma, que é o motivo pelo qual vocês estão conscientes e se sentem arrastados para certos tipos de sofrimento. Alguns querem curar a fome, outros a doença, outros os indefesos e incapazes, outros trabalham para outorgar poder às crianças. Quaisquer que sejam as energias de que precisem para curar no mundo, são as mesmas que vocês devem curar internamente, à medida que elas representam a sua jornada Kármica, a sua desconexão e as feridas da sua alma.Infelizmente nossa memória celular está impregnada com dores, tristezas, traumas, desilusões, doenças, traições, raiva, ódio, raiva, amargura e muitas outras lembranças negativas de todas nossas vidas passadas. Enquanto não procedermos com a devida limpeza energética voltaremos novamente até que a transmutação seja realizada.

Não importa a sua religião, se você acredita ou não, o processo já não tem mais volta. Por isso a urgência de uma mudança total em relação a sua vida agora, neste exato momento, porque todos que não elevarem suas freqüências vibracionais e energéticas no nível da 5º Dimensão terão que retornar para outros planetas kármicos e mais densos que a Terra que por sinal já estão a espera das pessoas que não conseguirem elevar e transmutar sua energia. Quero lembrá-los que os planetas kármicos são muito mais densos que a Terra e lá estarão convivendo com toda espécie de energias extremamente negativa e perturbadora.

No Universo só existem duas emoções ou energias – amor e medo.

Você precisa enxergar além e através da agressão e da violência, percebendo que a pessoa que agride ou age violentamente, na verdade, vive no medo. O medo é uma indicação de falta de amor, de falta de auto-estima, de falta de permissão para o mergulho na experiência do amor de Deus.
Armazenamos o medo no corpo emocional e podemos facilmente entrar em sintonia com o medo de todos os seres do planeta. É comum a gente ver pessoas cruzando os braços sobre o estômago ou se curvarem ligeiramente sobre essa área, mesmo quando estão em pé. Essa postura é uma tentativa de auto-proteção, porque a região do estômago ou do plexo solar é o centro do corpo emocional. É por aí que recebemos inconscientemente as vibrações emocionais dos outros. Normalmente estendemos as antenas do corpo emocional para entrar em contato e trocar energias com o ambiente. Todos nós conhecemos a sensação de náusea ou de estômago embrulhado que vem quando estamos prestes a entrar nos encontrarmos numa situação emocionalmente opressiva: nessas ocasiões o sistema nervoso simpático registra o medo que capta pelo plexo solar. Como gastamos muita energia desenvolvendo o ego, temos medo de abrir mão dos hábitos de auto-identificação.

Tentamos nos proteger cobrindo e contraindo o plexo solar. Infelizmente a contração constante dessa área a enfraquece, deixando-os muito permeáveis a energias externas. Podemos limpar as fibras do corpo emocional emitindo energia pelo plexo solar o que também nos protege de energias que poderíamos receber .Ao fazermos isso, alteramos as mensagens e enviamos ao mundo acerca de quem somos e ao mesmo tempo nos reforçamos com as vibrações superiores usadas pela radiação.

O medo é o assassino oculto.

Porém, quando se apegam ao medo como estilo de vida e irradiam medo da vida, fecham o corpo e matam a força vital. Isso cria stress, acaba com a saúde e envelhece. Os seus pensamentos criam a sua realidade. Quando o medo corre através do corpo do indivíduo, faz com que as substâncias químicas que o acompanham saiam e encham aquele corpo. Tais substâncias ativam uma espiral descendente e a idéia da morte. É básicamente simples assim.

As pessoas são viciadas na energia do medo e ficam esperando que algo excitante e bom aconteça a elas. As principais impressões são provenientes da televisão. Esta máquina de controle mental que, basicamente, grava o medo em vocês. O medo crônico vai ser o assassino. Ele atrairá para vocês aquelas coisas que temem e que estão certos de que acontecerão. A razão pela qual as notícias da TV se centram em mortes e acidentes são para permitir que sinta que outra pessoa está em pior situação do que você; assim, pelo menos temporáriamente, você sente um pouco mais protegido apenas porque, hoje, não aconteceu com você.

Podemos comparar a Terra á um grande espelho daquilo que está transpirando dentro dos seres humanos. A Terra agora está exalando toxicidade, já que ela a suportou por muito tempo. Por muitos e muitos anos a Terra recebeu coisas tóxicas não apenas do lixo radiativo e todas as outras espécies de lixo, mas também da descarga coletiva da raiva e medo humano. A raiva tem a ver com aquilo que sabem em seu íntimo, que lhes está sendo negado. Os seres humanos são criaturas energéticas e suas emoções criam uma força coletiva, que é irradiada.

Quanto mais iluminados nos mantemos, mais difícil será para as “entidades negativas”, como os escuros, se fixarem em nós. Por quê? Porque as vibrações da luz são tão mais rápidas e tão elevadas que as vibrações negativas não são capazes de se fixarem e porque a freqüência delas é muito densa em relação a da luz. Assim, não há como se “engancharem”, aderirem ou estenderem uma corda em qualquer de nossos chacras vulneráveis.

Quando estamos fora do nosso corpo, há ainda uma separação em nível de medo, por estarmos nele, e sendo quem realmente somos – centelhas da Fonte. Há muitos meios pelos quais permanecemos fora do corpo, e a causa é o medo e de sentirmo-nos limitados, mas quanto menos limitações temos, mais ilimitados nos tornamos; Então, quando entramos no corpo na hora do nosso nascimento, nós recebemos um choque, ficamos ansiosos e traumatizados, enquanto nos tornamos matéria, e descemos para a ilusão da separação e do julgamento.

Nós aprendemos na consciência coletiva da separação e da ilusão que tudo está fora de nós: Deus/Fonte/Centelha, o conhecimento, a criatividade, o amor. Alguns de nós/partes de nós, nunca estão totalmente na vida, quando o medo, a ansiedade da sobrevivência, a doença, a co-dependência, e a aprovação, impedem a energia da força da vida de fluir.Freqüentemente, nós não queremos estar aqui sob qualquer condição, o mundo parece muito cruel ou difícil para nós, e então tentamos e escapamos dele. Nós freqüentemente fazemos isto, ao abusarmos do nosso corpo, seja através de substâncias: drogas, cigarros, álcool, alimentação, preocupação, ou através de moléstias, agarrando-nos na doença, ou através de nossas ações: luxúria, trabalho excessivo, agitando-nos o tempo todo.

Algumas vezes o que é solicitado de nós é muita luta, ao permitirmos o condicionamento social, observarmos atentamente a pressão e outras pressões através da escola, do trabalho, ou da família, para não nos estressarmos, estas partes nossas não presentes estão no Medo. Já observaram como ficamos quando estamos em choque, dor, stress, ou em um acidente? Nós seguramos a nossa respiração e assim nos mantemos no trauma, ao invés de respirarmos neste momento e respirarmos na vida.

 

Resultado de imagem para imagens sobre medoQuando as pessoas começam a meditar ou quando estão fazendo os exercícios espirituais, elas podem se sentir tranqüilas, relaxadas, maravilhosas e leves, mas quando elas terminam a sua meditação e elas sentem que têm que voltar ao corpo… elas se chocam. Isto significa que elas não estão fora do corpo e assim nunca poderão realmente se curar e se transformar, enquanto há tanto medo e negação.

O medo é o maior obstáculo ao crescimento espiritual, e está baseado na carência, na limitação, é um sistema de crenças restritivas. A ignorância agrava o medo, o conhecimento é poder, não sómente o conhecimento das Leis Cósmicas, mas o conhecimento do Ser. Saber o que os motiva, conhecer a sua tecla defeituosa, reforçará a sua habilidade em prever melhor o seu comportamento pessoal quando situações familiares se apresentarem.

Por exemplo: se está preocupado com questões financeiras, você entra em ressonância e intercâmbio com a energia de escassez de todo o planeta. Isto significa que a sua energia emocional e mental entra em ressonância com a energia de escassez dos outros. Outro exemplo: Quando acontece algum acidente, assalto ou uma situação de violência é simplesmente a energia do medo que atraiu aquela determinada situação. Ao curarem as impressões armazenadas dentro da sua constituição genética, não somente vocês libertam o espírito dos seus antepassados, mas também libertam o seu próprio espírito, e liberam todas as suas futuras gerações do sofrimento que vocês vivenciaram. Vocês terminam o ciclo de toda a sua linhagem.Observem que no instante em que nascemos e entramos dentro desta realidade, fizemos, enquanto ESPÍRITO, uma das coisas mais difíceis e dolorosas que há no Universo: encarnar no Planeta Terra! Em nenhuma parte de nenhum outro planeta são tão densos os véus entre o plano físico e os planos superiores. Ao entrar no  corpo, sabíamos que teríamos que apagar todo o conhecimento acerca de quem somos realmente. A partir daí surgiu o esquecimento e desde então temos passado o tempo todo nos lembrando da nossa origem, daquele elo que nos envolverá para sempre em amor e paz.

 Todos que trabalham em prol da Luz, estão no princípio da fila, à frente do resto da população. O fato de nos ver a nós mesmos como um ser multidimensional que está passando por uma experiência humana, em vez de um humano que está vivendo uma experiência espiritual, nos coloca em contato com o verdadeiro poder, com a nossa ilimitada criatividade e potencial. Irônicamente, porém, a coisa mais poderosa que fizemos foi  ter desenvolvido a habilidade para nos transformarmos em seres humanos; Este é um dos atos mais poderosos jamais realizados em qualquer ponto de qualquer Universo.

O Planeta Terra é único, quer no que respeita à sua densidade, quer no que toca à percepção, que os seus habitantes têm de estarem separados do ESPÍRITO. Em nenhum outro lugar, e em nenhum outro planeta, a densificação da energia e a separação do ESPÍRITO foram levadas tão longe como no Planeta Terra. Por fim, o Espírito e a personalidade, conceberam um brilhante véu: o MEDO. Construíram as vibrações do medo dentro das células dos vossos corpos e assim, finalmente, conseguiram o total sentimento de separação.


Outro equivoco da 3º dimensão é a lei do Karma que defende que um ato de crueldade deve ser compensado por outro do mesmo tipo, não passa de uma limitada interpretação do karma da 3ª dimensão. A verdade é que um ato de crueldade pode ser fácilmente compensado através de vários atos de uma vida de amor ou de perdão por parte da vítima dessa crueldade.  O verdadeiro objetivo de terem adotado um sistema baseado no karma, foi criar situações intensamente emocionais só para verem como a humanidade do plano físico seriam capazes de responder. Assassinariam? Roubariam? Lutariam devido ao medo? Ou, pelo contrário, atuariam a partir do amor para se ajudarem, para se perdoarem e reconhecer o amor nos outros?A humanidade optou por acreditar que Deus/Fonte está fora de si mesmo pelo enorme medo e choque que adquiriu ao reencarnar na Terra. E começou assim mais um problema para a humanidade procurar Deus fora, através dos cultos religiosos e adorações a Deuses do passado.

Na verdade estamos passando por uma experiência na qual nenhum outro Universo, em nenhum planeta de qualquer universo passou ou passará, através da nossa experiência de sofrimento e dor – uma opção nossa – a Fonte Suprema teve o conhecimento acerca de si mesma.Esta experiência, porém, chegou ao fim, no entanto, teremos que eliminar todo resquício de MEDO no centro de cada célula do corpo físico. Normalmente, ao desencarnarmos deixamos esse medo celular para trás; todavia, se quisermos realmente entrar na 5º dimensão teremos que transmutá-los. Com o medo incrustado na memória celular não vamos conseguir ir além da 3º dimensão. Estamos reencarnando na Terra através de ciclos consecutivos porque não conseguimos eliminá-lo, por isso que estamos voltando contínuamente, pela Lei da Atração.

À medida que a taxa de vibração do planeta e das pessoas forem aumentando, qualquer pessoa que vibre na frequência do medo começará a sentir-se cada vez mais incomodada. E acabarão atraindo para si mais acidentes e infortúnios de toda espécie pela baixa vibração, mais cedo ou mais tarde.

A partir de 2012 é que as coisas começaram de verdade. A limpeza está em vigor, bem como a separação do joio e do trigo, que nada mais é que a separação das freqüências energéticas que estarão muito atuantes neste período. Não se trata de merecimento e sim de freqüência energética.  Quando a turbulência e o caos aumentarem,  devemos permanecer centrados em nosso Coração Sagrado, e devemos nos manter disciplinados e focados em sua visão para o futuro através da sabedoria do Coração Sagrado.Este é o modo de um mestre de si próprio.Comecemos a ter consciência dos nossos medos, sejamos honestos conosco ,já que o medo impede-nos de estarmos aqui em 100%, conscientizemo-nos de como  realmente nos sentimos sobre nós, sobre o nosso corpo e aparência, sobre a nossa idade, sobre a morte, a família, o trabalho e o dinheiro. Todos estes medos e ansiedades são apenas partes nossa separação. Ao amá-los e aceitá-los, nós podemos transmutá-los e aprendermos a experienciar a paz e a alegria sobre a nossa vida.Saibamos que mesmo que nós neguemos quaisquer aspectos de nosso Ser que esteja dentro de nós, será intensificado e colocado para fora para mostrar-nos a natureza inconsciente, de sombra e da parte reprimida . É como se os últimos vestígios das opiniões dogmáticas da terceira/quarta dimensões estivessem vindo à tona para serem transmutados. É uma luta de morte e  para muitos e é baseada no medo. Medo de não estar certo. Medo do desconhecido. Medo da mudança e de perder o controle. Infelizmente, aqueles que têm essas crenças atrairão para si aquilo que mais temem.O medo é o que separa a mente do espírito.


As pessoas que nos pressionam para que tenhamos medo de coisas na vida, querem afastar-nos do poder de nossa conexão interior, de modo que elas possam adquirir algum tipo de poder sobre nós.O amor neutraliza o medo. Ao nível humano da consciência, amor e medo são opostos. O medo expulsará o amor. O amor expulsará o medo. Nós escolhemos em qual desejamos concentrar o nosso foco. Nós escolhemos se daremos a nossa energia ao amor ou ao medo.

Um dos principais obstáculos que nós devemos superar é resgatar o poder que deram aos demais. Também, liberar conscientemente a energia que todos os outros colocaram em nosso campo áurico ou fixaram em nosso Plexo Solar, durante as muitas eras passadas é uma etapa preliminar de reivindicar nossa soberania, o que é necessário a fim de tornar-mos, uma vez mais, um Mestre de nós Mesmos. Veremos que as situações estressantes em nossa vida gradativamente ficarão agradáveis e harmoniosas, porque  não estarão mais alimentando a energia das conexões desfavoráveis do futuro. Devemos ponderar discernir e reivindicar isso, que será o nosso projeto de expansão. Estejamos atentos e conscientes, a todo momento, de modo que o nosso enfoque fique aguçado e claro. Desenvolveremos uma sensação de autoconfiança e segurança, de maneira gradual, um conhecimento de que tudo está bem e assim permanecerá. Com a nova autoconsciência, iniciaremos ativamente o passo-a-passo do processo de criar a nova realidade.

MENSAGEM DE PAZ E LUZ PARA EQUILÍBRIO DO CORPO EMOCIONAL-~Mestre Kutumi

Vivam levemente. Libertem a vossa própria desordem emocional e a bagagem do passado. Como eu disse, é essencial manter a limpeza do próprio corpo emocional. Como as camadas de uma cebola, há muitas questões. Portanto, há ainda raiva ou dor sendo retida, que deve ser libertada. É importante que limpem regularmente o corpo emocional. Não permitam que o medo, os ressentimentos ou os julgamentos criem raízes no vosso corpo emocional. TRANSMUTEM, TRANSMUTEM E TRANSMUTEM NOVAMENTE. Esta é a chave para que sobrevivam a estes tempos de transição. Como eu disse, reconheçam-no ou o transmutem. Compreendam que tudo é experiência. Compreendam que estão agora terminando a experiência da dualidade. O velho Karma está agora a terminar. Qualquer novo Karma que vocês criem, será tratado instantaneamente. Sim, Karma imediato, uma aprendizagem final de tratar os outros, como vocês mesmos gostariam de ser tratados. Meus amigos, estas simples etapas têm o poder de auxiliá-los intensamente em todas as áreas da vossa vida. Se puderem seguir estas orientações que lhes dou agora, experimentarão um despertar consciente da alma, mais rápido e mais suave. Vocês experimentarão os primeiros passos da Nova Terra. Uma vibração mais elevada através da consciência da alma – a alma viva.” ~ Mestre Kuthumi

Resultado de imagem para imagens sobre medoVisão pessoal…

 Um conselho das canalizações sobre o medo, é que todos nós estamos aqui para olhar também para o escuro, porque, na escuridão, encontraremos tanto a luz quanto a razão pela qual a luz está retornando.Vamos nos abrir para o que não desejamos ver também, mas vamos manter o coração aberto e confiar que a dor e o medo que talvez estejamos experimentando, precisa ser explorado de modo que possa ser liberado, após ser processado em um nível de memória. Nós nos encontramos num tempo em que as memórias estão flutuando na superfície, vindas de recessos profundos. Essas memórias podem trazer reações emocionais. O que quer que vejamos, precisa ser olhado. Aceitemos e Transmutemos isso…

Inspiração…..

As dimensões do medo – Centro Reichiano

Neurobiologia das emoções SISTEMA LÍMBICO – IBB – Unesp

FISIOLOGIA E PSICOLOGIA DO MEDO E DA ANSIEDADE

Como transformar a energia do medo | Caminho Xamânico

O MEDO E O DESENVOLVIMENTO HUMANO

Monicavox

Recomendo….

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A Yoga como instrumento de transformação

Resultado de imagem para imagens sobre yogaA Yoga como um sistema de conhecimento, é a transformação da base física no cósmico.Esta transformação do físico no cósmico/espiritual é a transformação do profano ao sagrado,ou da base da História do Cosmo.Como o Buda disse;”Dentro deste corpo de seis pés de comprimento, encontra-se o Universo inteiro”. Quer dizer, a estrutura composta do corpo físico como também do corpo etérico é meramente um microcosmo do universo macrocósmico.Não estamos destinados a permanecermos nesta forma física densa.Ela representa meramente a extensão final da possibilidade físico material.

Quando se lê a História Cósmica, a correta visão a se manter é do ponto de vista yóguico. A yoga, neste sentido, é uma ciência pura, que tem conseguido existir ao longo da História.Muitas pessoas hoje praticam a Yoga porque acham que os tornarão belos, bem sucedidos e espiritualizados, porém a Yoga é realmente a ciência pura que habita na verdadeira natureza da realidade.É mediante o “controle das ondas de pensamento” que se chega ao controle dos pensamentos.Yoga significa “UNIÃO” e é empregada primeiro no antigo Rig Veda, então associada á palavra “UNIR”,ou pôr juntos, para criar união. Desta definição, a ideia da Yoga é que é um meio de alcançar a união com o divino,pela união interior consigo mesmo, genericamente falando.

Como já mencionamos  nas séries anteriores(primeira ,segunda , terceira e quarta partes),o maior problema da construção mundial de pensamentos atuais é que o homem ainda não sabe o que é uma VERDADEIRA construção mundial.Sempre está, como um louco, falando consigo mesmo.Não faz nenhum sentido, poder controlar as ondas de pensamento,ou ainda saber que há uma ciência para isso,quando não há uma completa visão de mundo diferente da que estamos vivenciando através de várias Matrix.

A visão mundial ou perspectiva Yóguica é habitar na real natureza da realidade para controlar as ondas de pensamento. Desta forma,não se permitirá mais estar constantemente sujeito ás reações emocionais descontroladas, a pensamentos habituais de limitação ou aqueles outros programas que mantém os laços de retroalimentação fixos junto com o posto de vista da realidade. Somente quando aprendermos a controlar essas ondas de pensamento, experimentaremos o que se chama “habitar no real”. Neste ponto,poderemos ver como os nossos pensamentos criam ilusões ou uma personalidade ilusória.

Isto é a Yoga;a união da substância física consciente que nós somos com a permanente natureza da realidade.Podemos chamar de sintoma “sempre existente de atenção”,totalmente desperta, ou chamar de “interpenetração da mente do Plenum Cósmico” em todas as coisas–chegamos a ser UM com ela,porque estamos habitando a real natureza da verdadeira realidade-o DHARMAKAYA, A DEIDADE,BRAHMAM,ATMAM,MENTE BÚDICA OU REALIDADE ABSOLUTA;Todas essas palavras significam viver na realidade absoluta,que é a Yoga.Para fazer isto, devemos desenvolver a disciplina Yóguica.


Como estamos agora em um final de ciclo, a ciência da transformação,resumida como Yoga,é mais importante e significativa do que nunca.A História Cósmica ministra o sistema de Yoga,com um entendimento de que a razão pela qual a Yoga existe em tudo, é precisamente para facilitar esta seguinte etapa de transformação,onde a mente e a alma humana experimentam uma unificação no nível noosférico ou planetário.Esta profunda transformação alterará radicalmente e para sempre,toda a autopercepção individual do ser humano.

Nesse mais amplo contexto,podemos entender como o desenvolvimento da Yoga está conectado com o desenvolvimento da civilização.Porque a civilização,como nós a entendemos hoje, é a vida urbana(o não viver mais pelo tempo da Terra/Gaia),criando cidades com tipos de economia que requerem concentração de pessoas,vivendo em espaços cada vez maiores e com mais entornos artificiais.A própria noção de civilização, só acentua a Queda ou a separação do Plenum Cósmico/Deus. No fechamento do ciclo, a separação chega a ser a mais intensa, porque é a separação da Origem Divina, que é entendida como o puro reflexo da Divina Fonte.

Sómente quando o surgimento e desenvolvimento da civilização são própriamente entendidos,pode haver o surgimento de sistemas de disciplina e pensamento,tais como a Yoga.Uma vez que o desenvolvimento das sociedades urbanas estratificadas começa com as suas diferentes classes de seres humanos,chega a ser necessário desenvolver algum tipo de disciplina,onde o contato com o Divino possa ser mantido.Embora haja uma percepção de que a forma urbana não é necessáriamente a forma sagrada, a tendência ainda vai crescentemente para o profano,para o ponto de vista não sagrado, até o materialista.

A Yoga neste sentido, é o esforço para restabelecer a ordem divina ou a ordem sagrada, dentro do próprio Ser Humano, dentro da totalidade do que o Ser Humano é.A cidade sagrada original é o reflexo do ser humano, e o ser humano é o reflexo do Templo.O corpo é o Templo.E, dentro do santuário interior do Templo, aí se encontra a Alma.Desta forma, a Yoga é a ferramenta primária para construir a base do Templo Interno, que penetra através do profano, revelando sua inata identidade cósmica.

Do ponto de vista yogue, é a percepção direta da realidade que está baseada no controle das ondas-pensamento, de modo que podemos ter uma penetração de nossa própria mente e consciência, em atenção á toda a realidade Omni-abrangente.Do ponto de vista da História Cósmica, a Yoga só pode ser conhecida mediante a percepção total do corpo, que requer treinamento do sistema inteiro, ou o que Sri Aurobindo chama de YOGA INTEGRAL.Por meio da prática disciplinada, o corpo/mente chega a estar altamente maduro, forte como aço,de modo que esteja preparado para qualquer coisa. A existência de diferentes formas da Yoga ocorre porque os seres humanos são seres multifacetados.

A Yoga é uma forma de alcançar a união com o Plenum Cósmico /Deus pela via do Conhecimento, do exercício da Mente e do Intelecto,unido ás energias do Amor Incondicional pelo Todo Universal.Com a finalidade de entendermos nossa própria mente, devemos estar habilitados no pensamento analítico, exercitando o poder de discriminar.A discriminação é uma valiosa ferramenta mental, que permite a distinção de um valor e uma qualidade, com o propósito de estar bem informado para fazer avaliação do plano relativo.
Com o fim de desenvolver um estado de mente galácticamente evoluída, além de qualquer capacidade para o pensamento do cotidiano, temos que cultivar uma mente que possa discriminar e separar as escolhas,que para cada um são verdadeiras ou falsas de acordo com o nível de consciência de cada um.Isso deve ser feito desapaixonadamente de forma objetiva, de modo que não criemos a Lei de Causa e Efeito, ou seja, Karma. Em seu livro ” VIDA DIVINA”,Sri Aurobindo se refere á transformação yóguica como a Yoga Integral, a Yoga que integra o físico e o espiritual, como o propósito de alcançar a etapa evolutiva seguinte.Do caminho supramental Aurobindo fala sobre “ir além da Consciência”ou “além da Mente” direto ao coração, abrindo nosso chacra cardíaco.De acordo com a dinâmica do Tempo, as etapas da evolução da Consciência levam aos estados da consciência hiperorgânica,superorgânica e subliminal.Estes mais altos graus de consciência trabalham para romper a dependência do corpo físico, qualquer que seja.Tais estados de consciência ou de ser, estão totalmente além dos sentidos e, ainda , além da mente como a temos construído.

O propósito da Yoga, segundo a História Cósmica, é propor mais uma ferramenta que abre o campo de visão estreito para outro mais amplificado, afim de enxergarmos o Todo e iniciarmos o caminho de retorno.

O segredo da transformação está em movermos o centro da nossa vida para uma consciência superior.Calmo, desapegado, interiormente livre, habitar o Eu silencioso e permitir que sua energia atue por meio de Seus instrumentos naturais;Lembrem-se que vocês vivem um tempo excepcional em uma época única, e que têm essa grande felicidade, esse incalculável privilégio, de estarem presentes ao nascimento de um novo mundo. (Sri Aurobindo)

Imagem relacionadaVisão pessoal

Yoga significa união. União com o Divino, mas também pode ter o significado de veículo. Então podemos concluir que Yoga seria o veículo para alcançarmos o Divino.Yoga também é Consciência.
 Yoga é um caminho que leva o homem à conhecer a si mesmo, a praticar uma auto-análise e assim, observar-se sem nenhuma definição pré-concebida.É muito comum ouvir as pessoas dizendo: Ah, não gosto de yoga, é muito parado! Como se Yoga se resumisse à prática de Asanas e posturas.
 Yoga não é algo que você faz, mas algo para ser vivido. É estar consciente o tempo todo, em cada momento do seu dia. Você está praticando yoga quando está brincando com seu filho ou realizando as tarefas de limpeza de casa. Yoga é estar plenamente consciente da ação.O Yoga pode nos ajudar a ter controle sobre a mente para não entrar nos dramas que ela cria.Foco no agora, e mais consciência, são as chaves para pararmos de cair nas armadilhas que a mente cria.Se não mais nos identificarmos com as oscilações de nossa psiquê, do ego, começaremos a transcender os condicionamentos humanos.

Condicionamentos esses que nos fazem ficar presos, que faz perdermos a liberdade de ter ações espontâneas, a partir de um centro de presença e não repetições de comportamentos baseados na mente.

O aquietamento da mente é o objetivo principal do Yoga. E atingindo esse objetivo começamos a ouvir o que de fato importa…Aquilo que nossa alma tem a nos dizer.
 “Yoga não é um antigo conhecimento enterrado no esquecimento. É a mais valiosa herança do presente. É a necessidade essencial dos dias de hoje e da cultura do amanhã.”

Swami Satyananda Saraswati
Namastê….
Inspiração….
A Yoga Integral-Sri Aurobindo
Autoperfeição com Hata-Yoga-Professor Hermógenes
Sadhana-O caminho interior
Satya Sai Baba-tradução e comentários do Professor Hermógenes
A Vida Divina-Sri Aurobindo

A poderosa indústria da doença

Resultado de imagem para imagens sobre a máfia farmaceuticaA toda poderosa indústria farmacêutica adquiriu ao longo do desenvolvimento do capitalismo uma força e importância incalculável para a sociedade mundial.Seu poder tanto político e econômico é avassalador, pois sua atividade está ligada a uma das necessidades básicas dos seres humanos, a saúde, ou seja, a superação das doenças e dos males que afetam as pessoas.Os laboratórios farmacêuticos cujas sedes estão localizadas nos Estados Unidos e na Europa tentam garantir, a todo custo, e, aí vale qualquer artifício, seus lucros, que são gigantescos, de qualquer forma.A indústria farmacêutica atua no mundo de forma desumana e cruel. Ela tem pautado suas atuações como um setor de produção qualquer, ou seja, a procura de todas as formas de lucro, de acumulação, se inserindo, assim como um dos setores produtivos – entre milhares – que compõe a estrutura do modo de produção capitalista.

A produção de medicamentos se tornou um negócio como outro qualquer, como produzir sapatos, automóveis e outros bens de consumo, o que prevalece é a busca de lucros cada vez maiores, não importando que para isso ela tenha que subornar colocar centenas de lobistas no Congresso dos países, de deixar de fabricar determinados medicamentos que não são rentáveis, não investirem quase nada em Pesquisa e Desenvolvimento de novos remédios, pois isto requer anos de pesquisa e muitas vezes levam ao fracasso, ou seja, os investimentos numa nova droga – medicamento – podem levar a nada. Isto faz com que essas empresas aleguem que tenham altos custos para a produção de medicamentos que salvam vidas, e aí, mora uma grande jogada destas indústrias, elas recebem elevados subsídios dos governos e, além disso, usam para justificar os altos preços dos seus medicamentos alegando que atuam na Pesquisa e Desenvolvimento de novos remédios. Mas na verdade elas aplicam enormes recursos financeiros em marketing e em maquiar os antigos medicamentos, em patrocinar congressos e conferências médicas, em “visitas” aos consultórios médicos e na distribuição de amostras grátis.

Quem já não viu os representantes dos laboratórios, muito bem vestidos, muito bem treinados, que constantemente estão às portas dos consultórios médicos e clínicas médicas passando “informação” sobre algum “novo” medicamento?Tornamos-nos uma sociedade hipermedicada. Os médicos infelizmente foram muito bem treinados pela indústria farmacêutica, e o que aprenderam foi a pegar o bloco de receituário. Acrescente-se á isso o fato de que a maioria dos médicos está muito pressionada em termos de tempo, em decorrência das exigências das administradoras de planos de saúde, e podem pegar aquele bloco com grande rapidez.

 

Os pacientes também aprenderam muito com os anúncios da indústria farmacêutica. Eles aprenderam que, a não ser que saiam do consultório médico com uma prescrição, o médico não está fazendo um bom trabalho. O resultado é que gente demais acaba por tomar medicamentos quando pode haver modos melhores de lidar com seus problemas. Mais sério é o fato de que muitos de nós estamos tomando muitos medicamentos ao mesmo tempo – freqüentemente cinco, talvez dez, ou até mais. Essa prática é denominada “polimedicação” e traz consigo riscos reais. O problema é que muito poucos medicamentos têm apenas um efeito. Além do efeito desejado, há outros. Alguns são efeitos colaterais que os médicos conhecem, mas pode haver outros dos quais não tenham conhecimento. Quando vários medicamentos são tomados de uma vez, esses outros efeitos se somam. Pode haver também a interação medicamentosa, na qual um medicamento bloqueia a ação de outro ou retarda seu metabolismo, de modo que sua ação e seus efeitos colaterais são aumentados.

PESQUISAS E FATOS COMPROVADOS-O QUE É O OMEPRAZOL

O omeprazol é o segundo medicamento mais consumido no mundo, da classe dos anti-ulcerosos que reduz a secreção ácida; o medicamento é utilizado por quem tem esofagite de refluxo; gastrite; acidez estomacal; úlcera duodenal; úlcera do estômago e outros tratamentos, mas muitas vezes as pessoas usam esse medicamento sem passar por um médico, o que é um grande problema, pois além da automedicação não ser indicada, o uso prolongado de omeprazol pode levar a demência segundo estudo publicado na revista da Associação Médica Americana (JAMA).

A notícia não surpreendeu os médicos; Há mais de 5 anos os médicos vinham ouvindo falar da existência de todos estes efeitos secundários. Mas torna-se difícil a sensibilização tanto dos profissionais de saúde como dos seus pacientes, a fazer o uso mais racional deste medicamento.O aparecimento de omeprazol, segundo especialista, foi uma autêntica revolução no tratamento de úlceras gástricas e é uma das principais indicações do medicamento.

O estudo avaliou a relação entre o consumo contínuo (por dois anos ou mais) de doses elevadas de omeprazol, que correspondem a 40 miligramas diários e a falta de vitamina B12 no organismo, que pode levar a problemas neurológicos graves, como demência e anemia. Durante 14 anos (de 1997 a 2011), os especialistas fizeram a comparação entre um grupo de 25.956 pacientes com diagnóstico de déficit de vitamina B12, com outro de 184.199 pessoas sem esse transtorno.O estudo concluiu que as pessoas que tomaram omeprazol ou similar durante muito tempo tinham 65% mais chances de ter níveis baixos de vitamina B12.

Os pacientes que utilizam o medicamento mediante consultas médicas devem estar atentos. A pesquisa, no entanto, recomenda que as pessoas que se automedicam devem, ao menos, reduzir a quantidade de remédio pela metade, ou ao menos fazer pausas entre um período e outro de uso. Assim, parte da quantidade de vitamina B12 necessária poderia ser recuperada pelo organismo.

Nome comercial do remédio;LOZEPREL-(omeprazol-20mg)-Laboratório MULTILAB- aprovado pela ANVISA

PARACETAMOL;ESTUDOS COMPROVAM QUE É UM DOS MAIORES CAUSADORES DE LESÕES NO FÍGADO

O paracetamol está presente na maioria dos lares brasileiros e europeus. É bastante usado em tentativas de suicídios, sendo um grande causador de lesões no fígado.Tomar de uma só vez grandes quantidades de paracetamol pode lhe causar grandes lesões neste órgão vital, algumas irreversíveis, necessitando de transplante. Em outros casos, tomar deliberadamente paracetamol pode resultar em uma hepatite fulminante, com conseqüências fatais.Estudo publicado na British Journal of Clinical Pharmacology mostrou que dos 663 pacientes hospitalizados com graves lesões no fígado, ¾ eram provocados por ingestão incorreta de paracetamol. O quarto restante havia ingerido doses maiores do que a prescrita na receita médica.

Na França, estudo mostrou que cerca de 90% das falências hepáticas com necessidade urgente de transplante de fígado são causadas pelo uso incorreto do paracetamol. Ele é um medicamento vendido livremente no Brasil e bastante prescrito pelos médicos, o que pode revelar números alarmantes de problemas hepáticos no país se uma pesquisa como esta fosse realizada por aqui.A dose máxima de paracetamol recomendada nos países da Europa é de 4 gramas por dia. A partir de 6 gramas ingeridas o paciente pode sofrer graves lesões no fígado, embora já tenha sido encontrados pacientes com lesões hepáticas importantes consumindo a dose máxima recomendada.Na França, o paracetamol é atualmente o medicamento mais vendido. Cientistas do hospital feminino de Boston (Massachusetts) que realizaram uma pesquisa entre 1.700 mulheres durante onze anos, determinaram que 30 por cento delas experimentaram uma queda nas funções renais por causa do prolongado consumo de paracetamol, o componente do analgésico Tylenol.Eles explicaram que o Tylenol foi o único remédio entre os de uso comum contra dor e febre que mostrou um vínculo com problemas nos rins.O estudo, publicado no último número da revista “The Archives of Internal Medicine”, assinala que os riscos de problemas renais aumentam em 64 por cento entre as mulheres que tomam entre 1.500 e 9.000 comprimidos durante grande parte de sua vida.Esse risco é duplicado entre os que consomem mais de 9.000 comprimidos com paracetamol. Os analgésicos são usados de forma comum especialmente pelas mulheres, e que um crescente número de pacientes tomam esses medicamentos para aliviar dores crônicas ou para prevenir doenças de coração e derrames cerebrais.

Os médicos alertam que não existe necessidade de bani-lo do mercado mundial. Todo medicamento tem efeitos colaterais e trata-se de uma droga segura. O que deve existir é uma melhor vigilância, procurando orientar de forma mais incisiva os pacientes para respeitarem as doses recomendadas(mais mentiras e manipulações, pois a queda de lucratividade da indústria farmacêutica com o banimento do paracetamol, seria gigantesca).Esses são os vários negócios de uma indústria poderosa e lucrativa que se alimenta na reprodução de uma sociedade hipermedicada.

Nome comercial do remédio;TYLENOL-Laboratório Johnsons&Johnsons(o mais vendido)-além de outras marcas de comprimidos para gripe, como TRIFEN,MULTIGRIP,SONRIDOR,TYLALGIN CAF,REFESNOL THERMUS-

AS AFETAMINAS E OS REMÉDIOS PARA EMAGRECER QUE VICIAM

Anfetaminas são drogas sintéticas que estimulam a atividade do sistema nervoso central. Foi utilizada em larga escala durante a Segunda Guerra Mundial para manter os soldados acordados e mais ativos no esforço de guerra. Ficou evidente também que as anfetaminas, que se mostraram eficazes para deixá-los mais atentos e confiantes, diminuíam a sensação de fome e fadiga.Passado algum tempo, porém, as autoridades médicas da Inglaterra verificaram que, sob o efeito dessas drogas, o desempenho dos pilotos da RAF ficava sériamente comprometido e proibiram seu uso.Mais tarde, quando a ação das anfetaminas como inibidoras do apetite foi comprovada, elas passaram a ser usadas nas dietas alimentares pelas pessoas que queriam perder peso. Embora esse tenha sido o uso que as tornou extremamente populares mundo afora, não é o único.São anfetaminas o “rebite” que o caminhoneiro toma para não dormir ao volante, a “bolinha” que deixa o estudante aceso nas vésperas das provas e os comprimidos de ecstasy de que se serve o jovem para varar a noite nas baladas.O Brasil é o maior consumidor mundial de anfetaminas, dado que preocupa as autoridades de saúde pública. Para cada mil habitantes, são consumidos nove comprimidos de anfetamina por dia, uma droga que produz tolerância e traz prejuízos indiscutíveis à saúde.

Como as afetaminas agem no cérebro

As anfetaminas e seus derivados exercem determinadas ações químicas sobre o cérebro que provocam excitação, insônia e falta de apetite. As alterações que promovem nos neurotransmissores chamados DOPAMINA E SEROTONINA tornam os indivíduos mais alertas, mais atentos e também conferem grande sensação de bem-estar. Sob o efeito dessas drogas, efeito que se mantém por algum tempo, eles acham que conseguem tudo, podem tudo, tornam-se mais falantes e apresentam aparente melhora do desempenho intelectual.Dependendo da droga, sua ação pode durar oito, dez ou até doze horas. Passado o efeito, porém, o indivíduo se sente deprimido, angustiado, como se estivesse descarregado, o que provoca a necessidade de consumir de novo um ou mais comprimidos.

As anfetaminas agem também sobre outros órgãos e provocam aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial, arritmias, diarréias, gastrite, tremor fino de mãos, boca seca, irritabilidade intensa. Podem, ainda, ser responsáveis por episódios de intestino preso que, muitas vezes, se alternam com crises de diarréia.Recentemente, um trabalho com mulheres mostrou que certos tipos de anfetaminas provocam mais acidentes vasculares cerebrais, ou seja, mais derrames, em virtude do grande aumento da pressão arterial que provocam;essas drogas são usadas de maneira infeliz e exagerada no controle do peso e do apetite. Elas entram na composição de fórmulas magistrais, que a pessoa toma dois ou três comprimidos por dia e incluem, além da anfetamina, um tranquilizante, um hormônio da tireóide, um diurético, um antidepressivo e outro moderador de apetite.

Nem precisamos pensar muito porque foram recentemente liberados o uso dessas substâncias nos remédios citados abaixo, já que o lucro é gigantesco, dada á  propaganda na mídia em revistas,programas de TV, que anunciam um estereótipo de beleza impossível de alcançar para a maioria das pessoas(homens e mulheres), o que as leva, com problemas de auto estima e auto imagem, a consumirem desesperadamente em busca dessa “forma física e de beleza perfeita tão anunciada”.

Principais Remédios Anorexígenos (à base de anfetamina) do Mercado

A anfepramona inibe o apetite, tendo como consequência o emagrecimento. Porém, existem alguns efeitos colaterais maléficos para a saúde.O cloridrato de anfepramona, também conhecido como dietilpropiona, possui atividade similar com menor potência que um anorexígeno, estimulando o sistema nervoso central, o que causa a inibição do apetite. Entretanto, possui inúmeros efeitos colaterais que superam em muito os seus benefícios;Anfepramona (Dietilpropiona)

Com a composição do remédio estão as drogas Dietilpropiona ou Anfepramona, a Fenproporex, Manzidol, Metanfatemina e o Metilfenidato. Os produtos que podem ser encontrados na farmácia com essas substâncias são, Dualid S, Hipofagin, Lipomax, Desobesi-M, Dasten, Dianzinil,Fagolipo, Pervitin, Ritalina.

Fonte;Táki Cordas ,médico psiquiatra, coordenador do Ambulim – Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares – do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo-USP

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Visão pessoal…

Nos dias de hoje pode-se patentear bem dizer qualquer coisa e as indústrias farmacêuticas aproveitam e incluem novos usos, formas de dosagem e combinações de medicamentos antigos chegando ao cúmulo de mudar, como já foi dito, até a cor das pílulas.A indústria farmacêutica não tem interesse em desenvolver medicamentos para tratar doenças tropicais, tais como: malária, a doença do sono ou a esquistossomose, doenças comuns nos países em desenvolvimento e do terceiro mundo, pois nesses países a população é muito pobre e não poderiam comprar seus medicamentos. Por outro lado ela investe, com abundância, em medicamentos para reduzir o colesterol, tratar transtornos emocionais ou azia.Precisamos, com urgência, tomar providências contra estas gigantes da indústria farmacêutica que insistem em distorcer pesquisas, em aumentar seus lucros custe o que custar, em manter através das patentes o monopólio de produção e comercialização dos seus medicamentos e de aumentar seus preços a níveis estratosféricos.Uma, dentre várias, necessidades da indústria farmacêutica é desenvolver medicamentos para clientes que podem pagar os preços estabelecidos por eles. Os laboratórios estavam, há tempos, voltados para pesquisar, para desenvolver medicamentos para tratar doenças; hoje estes anunciam “doenças” que se encaixam nos medicamentos que produzem. Isto pode parecer paradoxal e mesmo perverso, mas é até onde tem chegado essa indústria.Quem já se deu ao “trabalho” de ler uma bula de remédio, já notou que na sua grande maioria determinado medicamento é indicado para vários tipos de doenças; isto também é uma forma dos grandes laboratórios burlarem a lei de patentes e ao mesmo tempo aumentar seus lucros, pois o tal remédio serve para inúmeros males, isso tudo com o olhar complacente das autoridades e órgãos públicos.Quando um grande laboratório anuncia a criação de um novo medicamento, com grande potencial de consumo, logo suas ações na bolsa de valores sobem vertiginosamente, pois os lucros presumidos nesse novo medicamento são muito grandes e é lucro garantido não só para os laboratórios como para seus investidores/acionistas.A indústria farmacêutica manipula resultados de pesquisas científicas, não realiza todos os procedimentos necessários para colocá-lo no mercado com segurança para a população, ou seja, a necessidade de auferir lucros, o mais rápido possível, é o que importa.Sem que as autoridades conscientes e a população mundial não tomem medidas duras contra a ganância dos laboratórios farmacêuticos,mudando os hábitos, voltando-se para a medicina natural e seus comportamentos, o que nos espera, além do que já estamos vivendo, é o mundo da saúde se transformar num imenso inferno dantesco.

Inspiração….

Mafias farmacéuticas Por Ignacio Ramonet

Curas Naturais que eles não querem que você saiba

a máfia da doença : alimentícia, medicina e indústria farmacêutica

The Big Pharma conspiracy theory – Medical Writing

Monicavox

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Nossa História Cósmica e a Noosfera

Resultado de imagem para imagens sobre a noosferaA História Cósmica é o centro do Campo Universal da Inteligência.A premissa da História Cósmica é que esse Campo Universal da Inteligência não vem sendo conhecido com exatidão neste tempo presente.Por esta razão tem de haver uma reformulação da construção do conhecimento no mundo. Estamos tratando de um caminho oniabrangente e de fato, poderíamos dizer, na íntegra, que a forma como se apresenta no mundo cotidiano ao ser humano deste Planeta,por meio dos seus sentidos, é inadequada, errônea e incorreta.

Naturalmente que é difícil para alguém que só tem conhecido este inadequado sistema, entender que possa existir algo mais além disto,ou ainda, que poderia haver algo errado nesta construção em particular.A História Còsmica é, realmente , um padrão ou uma cobertura superior de um entendimento compreensivo, que tem por objetivo substituir toda a construção de mundo, que existe ainda hoje.

Quando falamos da prevalecente estrutura dominante do mundo, estamos falando da estrutura de informação e inteligência que permeia e domina o que chamamos de nações “industrializadas”.As nações são responsáveis pela elaboração do que chamamos de TECNOSFERA OU INVÓLUCRO ARTIFICIAL, baseado na consciência da máquina e na pesquisa de marketing.

Quando pensamos á respeito da Tecnosfera e do ponto de vista mundial dominante, que distorce o tempo e a consciência, temos de entender que há uma só ordem mental imensa que fala a si mesma constantemente. Em outras palavras,quando vemos TV, ou lemos jornais, é a mente falando á si mesma, porque, quem está lendo ou vendo, senão a mente que os criou?Quando vemos a quem e de que forma se apresenta esta visão do mundo atual, percebemos que há premissas básicas que são completamente errôneas.A primeira premissa é que só há unidades individuais de consciência,portanto não há uma consciência ou entendimento da NOOSFERA.

Resultado de imagem para imagens sobre a noosferaA Noosfera é a envoltura mental da Terra,ou a “capa pensante”dela.Pode ser entendida como uma unidade de armazenamento da soma das interações mentais de toda a vida,tanto no reino fenomênico como no reino imaginário.A carência de conhecimento da Noosfera, juntamente com o BANCO PSI(que pode ser entendido como o painel de controle da Noosfera, o sistema nervoso, o mecanismo regulador dela)é a primeira falha da prevalecente estrutura dominante que governa as percepções do mundo de hoje.Isto se deve ao fato de que toda a BIOSFERA( a esfera da vida e todo o seu sistema de suporte) é realmente dirigida e operada pela Noosfera.

Localizado entre os dois cinturões de radiação de Van Allen, os componentes principais do campo eletromagnético da Terra, o BANCO PSI é instrumentado pelo fator tempo quadridimensional do qual os MAIAS eram totalmente conscientes.Este fator de tempo quadridimensional regula o DNA, que inclui todas as etapas da evolução dos processos de mutação da vida na Terra.Desta  forma, o BANCO PSI serve de arquivo, onde são depositados os registros do tempo quadridimensional.

Até agora,  TODA A BIOSFERA TEM SIDO GOVERNADA INCONSCIENTEMENTE PELA NOOSFERA.È importante entender que a mente que está falando á si mesma é, realmente, a Noosfera, a esfera mental de inteligência no Planeta. Porém, ela(a mente) não sabe que é a Noosfera que está falando, por causa de uma forma restrita e provinciana, operando com um sistema de crenças limitado e um conjunto aceito de pontos de referência.

A premissa mais fundamental deste sistema de crença limitado é a de que o materialismo é bom e é a única forma de realidade.Este ponto de vista sustenta a noção de que o mundo é uma construção puramente física e, portanto, nós, seres humanos, somos também construções puramente físicas.Neste ponto de vista “físico” do mundo, o propósito da vida é fazer a acomodação material desta construção fenomênica, tão confortável quanto possível.Qualquer coisa que vá contra esse conforto e crie desconformidade deve ser evitada e qualquer coisa que fomente este conforto, deve ser estimulada.Esta é uma premissa fundamental, inconsciente, não expressada de tudo o que ocorre como informação na construção atual do conhecimento do mundo, que pode ser visto como um circuito fechado de retroalimentação de informação, com a mente falando á si mesma.

O que a mente está fazendo contínuamente, é sustentar o seu próprio sistema de crenças, que é absolutamente materialista, não questionado, não expressado, na natureza física da realidade do SER.Nesta construção do mundo, a religião ou ideias religiosas, ás quais nos referimos, são meramente ideias, que são avaliadas, novamente de acordo com o grau em que elas fomenten a comodidade ou criem desconforto físico.È isto o que prevalece atualmente.

Dentro da construção dominante que poderíamos chamar de” Mente do Ser Humano Planetário”, que fala á si mesma, há subconstruções bem diferentes. E todas elas são apenas formas de justificativas para fomentar uma dominação específica do mundo.Isso que estamos descrevendo é a MATRIX,  que mantém toda a ordem mundial atual em seu lugar. Aonde quer que vamos e seja com quem falamos, todos estão aprisionados em um ou outro grau, por esta construção do mundo.

Essa Matrix materialista é, em muito, a maior força e o maior fator que tem mantido a mente humana num estado de consciência cada vez mais reduzido.Em outras palavras, os parâmetros sensoriais da mente cuidam de se reduzirem a um mero modo de sobrevivência física.Este tipo de pensamento é alimentado pela indústria de entretenimento,que cria um tipo de ambiente imaginário.Quando olhamos por detrás das imagens,personificações e arquétipos deste reino imaginário,vemos que toda esta indústria de diversão está baseada em uma série de comodidades;porém, juntas, incitam -nos  o medo de perdê-las.Logo, é o elemento de entretenimento imaginário que provoca um certo tipo de desesperança,ou desespero espiritual relativamente limitado na esfera real de influência global.

Resultado de imagem para imagens sobre a noosferaEstamos esboçando aqui, uma imagem geral do presente estado do campo mental humano, que é uma sombra primitiva da Noosfera.È só uma construção mental que, através da Tecnosfera, envolve o mundo e é fomentada pelos meios globais de informação do Planeta.Este sistema é transmitido incessantemente ao nosso redor e do Planeta, através destes meios tecnosféricos de comunicação. Isto é o que faz este sistema de pensamento parecer como uma sombra rudimentar, porque não é a verdadeira Noosfera agindo, e sim, uma Noosfera inconsciente de si mesma.

Deve-se entender que a atual construção da Matrix é uma espécie de “Guarda- Chuva”completo que abrange o Planeta.Á partir do ponto de vista da Lei do Tempo, ele cria uma falsa percepção fundamental de não somente”o que e quem somos”, mas o que é a Terra e o que estamos fazendo nela.Investigando-se até a raiz desta falsa percepção, acima e mais além do que está fomentado pela frequência de tempo mecanicista, encontramos a pergunta;

Imagem relacionadaTEMOS OU NÃO UMA CRENÇA NO ESPÍRITO?

Se cremos no Espírito, cremos no fato de que a memória do Plenum Cósmico está inscrita nele.Essa é a raiz absoluta da verdadeira percepção de quem e o que nós somos!Se há uma crença na memória do Plenum  inscrita no Espírito, então, o único propósito da vida é RECORDAR o Plenum e regressar nele, esse lugar puro, onde podemos ler as palavras inscritas pelo Plenum Cósmico , nos nossos corações.

Se pudermos perseguir isso, então estaremos atrás de uma VIDA NO PLENUM CÓSMICO.Esta é uma discrepância fundamental á partir do ponto de vista materialista. Esta crença esta na raiz do que se chama hoje de ” Fundamentalismo”; entretanto, a maioria dos fundamentalismos se tornam sistemas fechados e se opõe ao dominante sistema de crenças materialistas, criando assim, os muitos conflitos que hoje existem no mundo.

Podemos perguntar:”Porque se converteu a memória do Plenum em um tipo de Fundamentalismo?Isso novamente tem a ver com uma raíz mais profunda e denominamos de “falta de conhecimento da Noosfera”. Na atual construção do mundo, estamos tratando com sistemas de crenças onde há uma multiplicidade de capas ou níveis, que poderíamos chamar de pensamento errôneo ou inadequado, que é o mesmo que incorreto. Novamente, o maior problema do nosso Planeta é o desconhecimento da Noosfera, que é um problema EVOLUTIVO.

Resultado de imagem para imagens sobre a noosferaVisão pessoal…

Até agora, a Noosfera não pôde se realizar plenamente, de modo que, inclusive os melhores sistemas espirituais de crenças , são, de alguma forma provincianos, porque desenvolveram sua crença através dos erros do pensamento humano, que se desenvolveu antes de se haver completado o conhecimento do Todo Planetário, ou seja, a Consciência do mundo como um sistema inteiro.O conhecimento da Noosfera só pode se dar,como resultado de que o ser humano se converta em um Humano Planetário.Quando isto ocorre, o ser humano se dá conta de que a Terra é realmente um tipo de esfera no espaço e tem uma construção real do conhecimento desse espaço em relação ao Centro Galáctico e á Ordem Galáctica.Esta maneira de evolução do conhecimento humano tem criado, até este momento, todos os diferentes problemas do mundo de hoje, ainda que isto não justifique nenhum destes sistemas de crenças inadequados.Agora, todos os sistemas de crenças devem ser avaliados ou reavaliados e, só podem reavaliar-se dentro do contexto da História Cósmica, incluindo o conhecimento da Noosfera e o Banco Psi.Quando falamos da História Cósmica, estamos falando á respeito da estampa do Campo Universal da Inteligência, como uma ordem inteira dentro da Noosfera, informando as placas do Banco Psi. Somente neste ponto no tempo, podemos realmente chegar á História Cósmica. E vemos que a História Cósmica é, também, um ponto de realização evolutiva. Chegamos a um certo lugar na evolução do conhecimento da Terra, que requer um salto para o conhecimento expandido.Esse conhecimento expandido, é a HISTÓRIA CÓSMICA.

Você precisa entender, a maioria destas pessoas não está preparada para despertar. E muitas delas estão tão inertes, tão desesperadamente dependentes do sistema, que irão lutar para protegê-lo.

Morpheus-( do filme MATRIX)

Inspiração….

a revolução que ainda não aconteceu, uma noosfera em construção

Manifesto pela Noosfera.pdf

La biosfera y la noosfera – 21st Century Science & Technology

MANIFIESTO POR LA NOOSFERA EBOOK | JOSÉ ARGÜELLES …

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A FÍSICA DO FUTURO-Um livro revolucionário do Dr Michio Kaku

Michio Kaku (em japonês 加來 道雄) (San José, 24 de Janeiro de 1947) é um físico teórico norte-americano. É professor e co-criador da teoria de campos de cordas,(teoria das cordas.) um ramo da teoria das cordas.Kaku formou-se como bacharel (summa cum laude) na Universidade de Harvard em 1968, quando foi o melhor aluno da sua turma de física. Em 1972, dirigiu-se ao Berkeley Radiation Laboratory na Universidade de Berkeley para receber o PhD. Em 1973, tornou-se membro da Universidade de Princeton. E atualmente é professor da City University of New York. Autor de vários artigos técnicos envolvendo a teoria das cordas, a supergravidade, supersimetria e hádrons; os seus estudos actualmente concentram-se na Teoria de Tudo.É autor de vários livros de divulgação científica, e também fez várias participações em programas de televisão explicando os conceitos mais “esotéricos” da física moderna. Atualmente apresenta dois programas no Discovery Channel: A Física do Impossível, Como Funciona o Universo e O Mundo do Futuro.

UMA VISÃO DA FÍSICA SEGUNDO MICHIO KAKU

Em «A Física do Futuro» (2011), Michio Kaku apresenta-nos uma esmagadora, apaixonante e provocadora visão do século que aí vem, com base nas entrevistas feitas a mais de trezentos cientistas que, neste momento, já estão a inventar o futuro nos seus laboratórios. O resultado é uma descrição plena de rigor científico sobre os desenvolvimentos que poderemos esperar na medicina, na informática, na inteligência artificial, na nanotecnologia, na produção de energia, etc. Em 2100, possivelmente, controlaremos os computadores com pequenos sensores no nosso cérebro e, como os mágicos, deslocaremos os objectos à nossa volta com o poder da mente. As nossas casas inundadas de inteligência artificial e as nossas lentes de contacto com Internet, permitir-nos-ão asceder a toda a informação que queiramos, à escala mundial, e ficar na presença de quem desejarmos num piscar de olhos. Os automóveis conduzir-se-ão sozinhos, com GPS, deslocando-se em almofadas de ar, sobre campos magnéticos. Através da medicina molecular os cientistas poderão criar qualquer órgão do corpo humano e curar doenças genéticas. Milhões de pequenos sensores de ADN, e nanopartículas, patrulharão as nossas células sanguíneas procurando detectar os primeiros sinais de doença, e os avanços genéticos permitir-nos-ão abrandar ou mesmo reverter o processo de envelhecimento. A esperança média de vida alargar-se-á espantosamente. Naves espaciais usarão a propulsão a laser, e talvez seja até possível apanhar o elevador espacial, carregar no botão «para cima» e fazer uma visita ao espaço, depois de, em minutos, percorrer milhares de quilômetros. Porém, estas espantosas revelações são apenas a ponta do iceberg.

A VISÃO DO CÉREBRO

Os segredos de um cérebro ativo começam a ser revelados graças aos computadores e aos novos métodos de ressonância magnética. Nas últimas duas décadas, o que antes era domínio apenas da ficção científica, tornou-se realidade. Tecnologias consideradas impossíveis, como a gravação de memórias, a comunicação telepática, o registo vídeo de sonhos e a telecinesia, foram demonstradas em laboratório.

O Futuro da Mente traz-nos uma perspectiva conhecedora e detalhada da espantosa investigação que se faz em todo o mundo – baseada nos últimos progressos das neurociências e da física. Talvez um dia possamos tomar uma pílula da inteligência, que aumente a nossa capacidade de conhecimento; fazer um upload do nosso cérebro para um computador, neurônio a neurônio; talvez possamos controlar computadores e robots com a mente; alargar os limites da mortalidade; e até enviar a nossa consciência para o Universo.

Michio Kaku leva-nos numa visita guiada ao que o futuro da mente nos reserva, do ponto de vista de um físico. Não só nos explica de forma consistente como funciona o cérebro, como também nos indica como as Tecnologias de ponta poderão vir a alterar o nosso quotidiano permitindo-nos uma outra compreensão das doenças mentais e da inteligência artificial,tudo isso com o conhecimento que Michio Kaku tem da Ciência  moderna, e dada a sua capacidade de prever os desenvolvimentos futuros.

A FÍSICA DO FUTURO-Um livro revolucionário de Michio Kaku

Michio Kaku dá asas à imaginação quando especula em que altura estará a tecnologia no final deste século, ao mesmo tempo em que planta os dois pés no chão ao imaginar o que estará ao alcance nos próximos vinte anos.O senso comum costuma dizer que é fácil fazer previsões em Futurologia – o estudo dos desenvolvimentos futuros, sejam eles sociais ou tecnológicos. Isso porque o futurólogo geralmente não vive até o tempo em que suas previsões serão refutadas pelo que de fato ocorrerá. Ao ler o primeiro capítulo de A física do futuro, de autoria do físico Michio Kaku, é fácil supor que o livro trata deste tipo de futurologia fácil.

O autor imagina como o desenvolvimento dos computadores poderá mudar drásticamente nossa experiência cotidiana, seja através de chips implantados no corpo que constantemente fazem diagnósticos médicos, ou pela profusão de monitores e computadores até nos objetos mais simples.

Nada realmente implausível, como os bons futurologistas sabem fazer; mas nada além de uma especulação dentro do que talvez seja o mais imprevisível dos campos tecnológicos. Para dar um exemplo: quem costumava assistir a série clássica de Jornada nas estrelas (a dos anos 60) certamente deve se lembrar de que os comunicadores pessoais do século XXIII foram em muito ultrapassados pelos nossos smartphones atuais. Ou seja, mesmo aquilo que parece ser uma projeção válida hoje cai por terra poucas décadas depois.

Mas seria um engano julgar todo o livro apenas pelo primeiro capítulo, ainda que seja de fato o mais fraco. Cada capítulo é um ensaio sobre um tema diferente, cobrindo assuntos tão variados quanto medicina, colonização espacial, economia e produção de energia. Em cada um, Kaku traça um panorama do desenvolvimento atual e, através de entrevistas e encontros que manteve com os líderes de cada área, projeta o que os especialistas pensam que serão os próximos passos. Então, ele tenta especular de maneira razoável o que pode ocorrer nessas áreas em três períodos: o futuro próximo (até 2030), meados do século (entre 2030 e 2070) e o futuro distante (entre 2070 e 2100). É nessa peculiar divisão que podemos enxergar a verdadeira força do livro: o autor se permite dar asas à imaginação quando especula em que altura estará a tecnologia no final deste século, ao mesmo tempo em que planta os dois pés no chão ao imaginar o que estará ao alcance nos próximos vinte anos.A discussão que A física do futuro realiza sobre o estado atual de cada tecnologia abordada é bastante rica e escrita numa linguagem acessível. Não se trata de explicar como cada uma dessas tecnologias funciona, mas sim de dar uma ideia bastante genérica do que são capazes. Não se espere ver uma discussão profunda sobre o efeito Meissner quando o capítulo de energia menciona supercondutores, por exemplo; mas sim de que forma a existência de supercondutores pode mudar o nosso cotidiano.

E este é, de fato, o tema central do livro – não o que podemos esperar nas próximas décadas, mas o tipo de mundo que teremos quando estas novas tecnologias estiverem amplamente distribuídas. À medida que o livro progride, Michio Kaku demonstra com fartos exemplos que sociedades baseadas em ciência, democracia e liberdade de pesquisa serão as que mais terão a ganhar se continuarem investindo nessas áreas, para além do simples (e tão propalado em terras brasileiras) crescimento econômico baseado em commodities.

O conhecimento, sustenta o autor, será o verdadeiro capital do futuro, a moeda que decidirá quem vai sair ganhando ou perdendo na corrida pelo desenvolvimento nas próximas décadas. Ao terminar a leitura de A física do futuro podemos perceber que alcançamos talvez um patamar compatível com o século XXI.

O futuro vai exigir muito mais de nós do que nossas pobres escolas – de fato, do que nossa sociedade como um todo – está preparada para dar hoje. Portanto, para além de previsões acertadas sobre o futuro desta ou daquela tecnologia, o melhor que este livro pode oferecer é a oportunidade para reflexão.

Visão pessoal….

No Dr Michio Kaku temos um exemplo de alguém que, pertencendo ao mundo científico e acadêmico, consegue ter abertura de mente suficiente e capacidade para imaginar outras possibilidades. Michio Kaku, ao contrário de muitos dos seus colegas, mostra possuir uma certa humildade, visão do futuro e capacidade para pensar pela sua própria cabeça.Nunca deixando de ser cauteloso na sua abordagem, parece ter uma postura de maior abertura em relação ao fenômeno OVNI e aceita perfeitamente a possibilidade da existência de vários tipos de civilizações com diferentes graus de desenvolvimento dentro do nosso Universo (e talvez  em outros Universos também). Por isso, aqueles que dizem que é tudo impossível devem ter cautela, porque podem existir civilizações que olham para nós da mesma forma que nós olhamos para os homens das cavernas(!). Ou seja, algumas pessoas medem o que é possível e impossível apenas por aquilo que conhecem e sabem até ao momento, não pensando que aquilo que sabem e conhecem do Universo pode ser muito pouco. Michio Kaku, diz ter criado uma teoria que pode apontar a existência de Deus. O comentário criou alvoroço no meio científico, pois Kaku é considerado um dos cientistas mais importantes da atualidade, criador da Teoria das Cordas, é extremamente respeitado.Para chegar às suas conclusões, o físico fez uso de um “semi-raio primitivo de táquions” (Táquions são partículas teóricas, capazes de “desgrudar” do Universo a matéria ou vácuo que entrar em contato com ela, assim, deixando qualquer coisa livre das influências do universo à sua volta), tecnologia criada recentemente em 2005. Embora a tecnologia para chegar às verdadeiras partículas de táquions ainda esteja muito longe de ser alcançada, o semi-raio tem algumas poucas propriedades dessas partículas teóricas, que são capazes de criar o efeito dos verdadeiros táquions, em escala subatômica. Para Michio, a existência de “Deus” se deve ao fato de nós vivermos em uma “Matrix”. Palavras textuais do cientista;-“Cheguei à conclusão que estamos em um mundo feito por regras criadas por uma inteligência, não muito diferente do seu jogo preferido de computador, claro, impensávelmente mais complexa. Analisando o comportamento da matéria em escala subatômica, a parte afetada pelo semi-raio primitivo de táquions, um minúsculo ponto do espaço, pela primeira vez na história, totalmente livre de qualquer influência do universo, matéria, força ou lei, percebi de maneira inédita o caos absoluto. Acredite, tudo que nós chamávamos de casualidade até hoje, não fará mais sentido. Para mim está claro que estamos em um plano regido por regras criadas, e não moldadas pelo acaso universal”, comentou o cientista.

Inspiração….

Universidade de Harvard /Berkeley Radiation Laboratory /Universidade de Berkeley /Universidade de PrincetonCity University of New York. TEORIAS;teoria das cordas,supergravidade, supersimetria e hádrons;  Teoria de tudolivros /divulgação científica/Discovery Channel(VÍDEOS); Como Funciona o Universo 

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