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Mente espiritual: Esse é seu cérebro durante uma experiência religiosa……

Resultado de imagem para imagens sobre religiãoUma experiência religiosa ou espiritual ativa os circuitos de recompensa do cérebro da mesma forma que experiências relacionadas ao amor, o sexo, as apostas, as drogas e a música.

A descoberta é de pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Utah, nos EUA. “Estamos apenas começando a entender como o cérebro participa de experiências que os fiéis interpretam como espirituais, divinas ou transcendentes”, diz o autor sênior e neuroradiologista Jeff Anderson. “Nos últimos anos, as tecnologias de imagem cerebral amadureceram de maneiras que nos permitem abordar questões que existem há milênios”.

Específicamente, os pesquisadores se propuseram a determinar quais redes cerebrais estão envolvidas na representação de sentimentos espirituais em um grupo, os devotos Mórmons,por ex., criando um ambiente que desencadeou nos participantes algo que eles chamam “sentir o Espírito”. Identificar esse sentimento de paz e proximidade com Deus em si mesmo e nos outros é uma parte críticamente importante da vida dos Mórmons – eles tomam decisões baseadas nesses sentimentos, os tratam como confirmação de princípios doutrinários, e os enxergam como um meio primário de comunicação com o divino.

Durante os exames de ressonância magnética, 19 jovens adultos membros da igreja – incluindo sete do sexo feminino e 12 do sexo masculino – realizaram quatro tarefas em resposta ao conteúdo destinado a evocar sentimentos espirituais. O exame de uma hora incluiu seis minutos de descanso, seis minutos de controle audiovisual (um vídeo detalhando as estatísticas de adesão de sua igreja), oito minutos de citações de Mórmon e líderes religiosos mundiais, oito minutos de leitura de passagens familiares do Livro de Mórmon, 12 minutos de estímulos audiovisuais (vídeo produzido pela igreja de cenas familiares e bíblicas, e outros conteúdos religiosamente evocativos), e mais oito minutos de citações.

 Durante a parte inicial das citações do exame, os participantes – cada um ex-missionário em tempo integral – viram uma série de citações, cada uma seguida pela pergunta “Você está sentindo o espírito?”. Os participantes responderam com respostas que vão desde “não sentir” até “sentir de forma muito forte”.

Os pesquisadores coletaram avaliações detalhadas dos sentimentos dos participantes, que, quase universalmente, relataram experimentar os tipos de sentimentos típicos de um culto intenso. Eles descreveram sentimentos de paz e sensações físicas de calor. Muitos estavam em lágrimas até o final do exame. Em um experimento, os participantes pressionaram um botão quando sentiram um pico de sentimento espiritual enquanto observavam estímulos produzidos pela igreja.

 

Resposta Física

“Quando nossos participantes do estudo foram instruídos a pensar sobre um salvador, sobre estar com suas famílias para a eternidade, sobre suas recompensas celestiais, seus cérebros e corpos responderam fisicamente”, diz o autor principal Michael Ferguson, que realizou o estudo como estudante de pós-graduação em bioengenharia na Universidade de Utah.

Com base nos exames, os pesquisadores descobriram que poderosos sentimentos espirituais foram reprodutivamente associados à ativação no núcleo accumbens, uma região crítica no processamento de recompensas do cérebro. A atividade de pico ocorreu cerca de 1 a 3 segundos antes de os participantes pressionarem o botão e foram replicadas em cada uma das quatro tarefas. Como os participantes estavam experimentando sentimentos de pico, seus corações batiam mais rápido e sua respiração ficava mais profunda.

Além dos circuitos de recompensa do cérebro, os pesquisadores descobriram que sentimentos espirituais estavam associados com o córtex pré-frontal mediano, que é uma região cerebral complexa, ativada por tarefas envolvendo avaliação, julgamento e raciocínio moral. Os sentimentos espirituais também ativaram regiões cerebrais associadas à atenção focalizada.

Veja o que acontece com o cérebro de quem acredita em uma religião

O mundo parece estar dividido entre pessoas religiosas e pessoas que acreditam na ciência. De acordo com um novo estudo, essa divisão não é acidental: o nosso cérebro se comporta de forma diferente quando vê o mundo através dos dois posicionamentos.Os pesquisadores da Universidade Case Western Reserve e da Faculdade Babson (EUA) chegaram à essa conclusão através de oito estudos independentes que envolviam questionários e experimentos. Cada um tinha entre 159 e 527 adultos e comparava os resultados daqueles com crenças em um deus ou em um espírito universal e aqueles sem religião.

Resultado de imagem para imagens sobre religiãoPensamento crítico x empático

A pesquisa indica que aqueles com crenças espirituais ou religiosas aparentam suprimir uma rede cerebral usada para o pensamento analítico. Assim, podem se engajar no pensamento empático. Igualmente, os não religiosos suprimem o pensamento empático para usar o analítico.

Tony Jack, o principal pesquisador desse trabalho, explica que deixar de lado o pensamento crítico para acreditar no sobrenatural faz sentido para nos ajudar a atingir a compreensão social e emocional.

Essas duas redes do cérebro se revezam para encarar as diferentes situações do nosso dia a dia. Apesar disso, os pesquisadores afirmam que nenhum dos dois tem o monopólio para trazer as grandes respostas da vida. A natureza humana permite que exploremos nossas experiências usando os dois padrões de pensamento.

“A religião não deve nos falar sobre a estrutura física do mundo; esse é o trabalho da ciência. A ciência deve informar nossa razão ética, mas não pode determinar o que é ético ou como devemos construir sentido e objetivo para nossas vidas”, acrescenta Jack.

Os pesquisadores também argumentam que a ciência e religião não devem ser sempre vistas como forças opostas. O estudo aponta que vários grandes cientistas tiveram crenças religiosas, incluindo 90% dos ganhadores do Prêmio Nobel. Entender a interação entre esses dois tipos de pensamento, porém, pode enriquecer os dois lados.

“Longe de estar sempre em conflito com a ciência, dentro das circunstâncias corretas as crenças religiosas podem promover a criatividade científica”, conclui o pesquisador

Imagem relacionadaApego a líderes e ideais religiosos

“A experiência religiosa é talvez a parte mais influente de como as pessoas tomam decisões que afetam a todos nós, para o bem e para o mal. Entender o que acontece no cérebro para contribuir com essas decisões é realmente importante”, diz Anderson. Ainda não sabemos se os fiéis de outras religiões responderiam da mesma maneira. Outras pesquisas sugerem que o cérebro responde de forma bastante diferente às práticas meditativas e contemplativas características de algumas religiões orientais, mas até agora pouco se sabe sobre a neurociência das práticas espirituais ocidentais.

“A associação de feedback positivo, música e recompensas sociais com crenças religiosas ou doutrinas pode fazer com que essas doutrinas tornem-se intrinsecamente gratificantes”, afirma Anderson. “Esses mesmos mecanismos podem ajudar a explicar o apego aos líderes e ideais religiosos. Pode ser que uma mulher luterana em Minnesota (EUA) e um seguidor do ISIS na Síria possam experimentar os mesmos sentimentos nas mesmas regiões do cérebro por sistemas de crenças completamente diferentes, com diferentes conseqüências sociais”, compara.

O estudo é a primeira iniciativa do Projeto Cérebro Religioso, lançado por um grupo de pesquisadores da Universidade de Utah em 2014, que visa compreender como o cérebro opera em pessoas com profundas crenças religiosas e espirituais. 

Visão pessoal…

Religião e guerra são dois temas que muitas vezes se cruzam.Desde as Cruzadas em 1095 até hoje em dia, vimos inúmeros conflitos travados em nome da fé.E enquanto muitos acreditam que as guerras explodiriam se não houvesse a religião e que a fé é, na realidade, uma grande promotora da paz, para outros a guerra e a religião não podem se separar.Desde muito tempo, a guerra e a religião se encontram em uma relação complicada e, muitas vezes, tensa.Mas será que a religião alguma vez é a causa principal de uma guerra? Ou simplesmente um veículo utilizado para incitar as tropas, dividir sociedades e saquear países?A causa original de qualquer guerra ou conflito é complexa e cheia de nuances, e há muitos fatores em jogo, como poder, ideologia, dinheiro,território,politica,etc.A origem da palavra religião, é religar, o ato de nos religarmos ao Pai-Mãe Criador, ou seja, se necessitamos nos religar, é porque já fomos ligados, ninguém se religa a alguma coisa, sem antes, no passado ter estado ligado, esta é a situação de nós seres humanos, éramos unos com o Criador, e de repente, caímos na roda das reencarnações, perdendo nosso vinculo com o cosmos.Mas como acontece sempre, o homem tem a necessidade de muletas, algum ou alguém que o sustente, que seja responsável ou responsabilizado, pelas graças e ou desgraças em sua vida, difícil nos reconhecer como únicos responsáveis pela felicidade ou desgraça alcançada; sempre,na nossa maneira de ver as coisas enquanto involuídos que estamos, teremos algum ou alguém como responsável ou co-responsável pelos nossos momentos.Muitas das religiões atuais, não irão sobreviver no futuro, mas apenas porque elas não irão se remodelar, terão de sofrer profundas mudanças positivas que tratarão o homem como o centro individual do universo e não mais a divindade como o salvador e/ou punidor.As religiões que continuarem a se tratarem como o único caminho, de modo exclusivistas e dogmáticos, estarão fadadas a extinção, pois  não trabalham o principal, o Amor a todos….. sem distinção.

Inspiração…

Trabalhos da Dra Elaine Howard Ecklund, diretora fundadora of Rice University’s Religion and Public Life Program

Trabalhos das universidades e pesquisadores referidos no texto

Monicavox

 

Recomendo…

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12 Passos Práticos para Aprender a “Ir com o fluxo”

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A vida é uma série de mudanças naturais e espontâneas. Não resista a elas – isso só criará sofrimento. Deixe a realidade ser realidade. Deixe as coisas fluirem naturalmente da forma que quiserem.”- Lao Tzu

Não importa quanta estrutura criamos em nossas vidas, quantos bons hábitos construímos, sempre haverão coisas que fogem do nosso controle – e, se deixarmos, estas coisas podem se transformar em uma gigantesca fonte de raiva, frustração e estresse.

A solução simples: aprenda a “ir com o fluxo”.

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Por exemplo, digamos que você criou a perfeita rotina matinal. Você estruturou suas manhãs de forma que você faça coisas que deixem você calmo e feliz. Então, uma tubulação de água explode no seu banheiro e você passa uma manhã estressante tentando limpar a bagunça e consertar a tubulação.

Você fica nervoso. Você fica desapontado, porque você não conseguiu praticar sua rotina matinal. Você está estressado por todas estas mudanças com as quais não está acostumado. Ela arruina seu dia porque você fica frustrado pelo resto do dia.

Não é a melhor forma de lidar com as coisas, não é? Ainda, se formos honestos, muitos de nós temos problemas como estes, com acontecimentos que rompem com o jeito que gostamos das coisas, com pessoas que mudam o que somos acostumados a fazer, com a vida quando não flui da forma que gostaríamos que fluísse.

Ria, respire e vá devagar.”- Thich Nhat Hahn

Resultado de imagem para imagens de zenSiga com o fluxo.

O que é seguir com o fluxo? É se desenrolar com o momento. É aceitar a mudança sem ficar irado ou frustrado. É tomar o que a vida nos dá ao invés de tentar moldar a vida para ser exatamente como queremos que seja.

Flua com o que quiser esteja acontecendo e deixe sua mente livre. Permaneça centrado aceitando o que estiver fazendo. Isto é tudo.” – Chuang Tzu

Um amigo recentemente me pediu para escrever sobre “ir com o fluxo”, então, esta é minha tentativa em compartilhar algumas coisas que funcionam para mim. Como sempre, eu não pretendo atingir a perfeição e estou aprendendo enquanto melhoro, mas as dicas devem ajudar qualquer um.

  1. Perceba que você não consegue controlar tudo

    . Penso que todos sabemos disso de alguma forma, mas a forma que pensamos e agimos muitas vezes contradiz esta verdade básica. Nós não controlamos o universo, e ainda assim parece que é o que queremos. Todas nossos pensamentos mais ardorosos não nos trarão isso. Você não pode nem mesmo controlar tudo dentro da sua própria esfera de influência – você pode influenciar algumas coisas, mas muitas outras estão simplesmente fora do seu controle. No exemplo acima, você pode controlar sua rotina matinal, mas existirão coisas que acontecem de tempos em tempo (alguém que fica doente, acidentes, telefonemas às 5 da manhã, etc.) que farão com que você quebre sua rotina. O primeiro passo é perceber que estas coisas irão acontecer. Não poderão, mas irão acontecer. Existem coisas que não podemos controlar que irão afetar cada aspecto de nossas vidas e devemos aceitar isto sob pena de, se não o fizermos, ficarmos constantemente frustrados. Medite sobre isto um pouco.

  2. Torne-se consciente

    Você não pode mudar coisas em sua cabeça se você não está ciente delas. Você precisa se tornar um observador de seus pensamentos, um “auto-analista”. Esteja consciente quando estiver se tornando irritado, assim você poderá fazer algo sobre isso. Ajuda manter uma caderneta onde, por uma semana, você coloca pequenas marcas cada vez que ficar bravo. É isso – apenas fique marcando. Em breve, em função deste pequeno ato, você ficará mais consciente de sua raiva e frustração.

  3. Respire

    . Quando você sentir que está ficando com raiva ou frustrado, respire fundo. Várias vezes. Este é um passo importante que lhe ajuda a se acalmar e fazer o resto das coisas nesta lista. Pratique isto e verá que já trilhou uma boa parte do caminho.

  4. Tenha perspectiva

    . Isso sempre me ajuda. Eu fico com raiva de algo que me acontece – meu carro quebra, por exemplo– então respiro fundo e dou um passo atrás. Sabe quando você está vendo um filme e a câmera dá zoom para trás e você pode ver muito mais do mundo na tela do que podia antes? Como vai de um close a uma visão mais ampla, panorâmica das coisas? É isso que acontece em meu cérebro. Eu começo a dar um “zoom para trás”, até que esteja bastante longe das coisas. Assim, não importa o que tenha acontecido deixa de ter tanta importância. Uma semana de agora, um ano de agora, este pequeno incidente não vai significar nada. Ninguém irá se importar, nem mesmo você. Então, porque ficar tão preocupado com isto? Deixe passar, e logo não será um grande problema.

  5. Pratique

    . É importante perceber que, assim como quando você aprende uma nova habilidade, você provavelmente não será bom nisso logo a princípio. Quem é bom assim que aprende a escrever, ler ou dirigir? Ninguém sabe. Habilidades vêm com a prática. Assim, enquanto você aprende a ir com o fluxo, você pode bagunçar tudo. Você irá tropeçar e cair. OK, é parte do processo. Apenas siga praticando e você dará conta do recado. Algum dia, você poderá inclusive se tornar um Mestre Zen e escrever o que você aprendeu para o Zen Habits.

  6. Passos de formiga

    . Seguindo a mesma linha, pense as coisas em pequenos passos. Não tente se tornar aquele Mestre Zen citado acima da noite para o dia. Não tente morder grandes pedaços – apenas morda algo pequeno primeiro. Faça suas primeiras tentativas de ir com o fluxo com coisas pequenas: foque nas marcas na caderneta, como citado acima primeiro. Depois, foque na respiração. Então, tente tomar perspectiva após respirar fundo. Você pode tentar as situações mais fáceis primeiro – se seus problemas no trabalho são mais fáceis de aceitar que suas frustrações com seus filhos, por exemplo, comece com o trabalho.

  7. Ria.

    Isso me ajuda a ver as coisas de uma forma divertida ao invés de frustrante. O carro quebrou no meio do tráfego e não tem um telefone celular ou um estepe? Rio da minha própria incompetência. Rio do absurdo da situação. Isso requer uma certa quantidade de desprendimento – você pode rir da situação se você estiver acima dela, mas não se estiver dentro dela. E este desprendimento é uma coisa boa. Se você puder aprender a rir das coisas, você chegou longe. Tente rir mesmo que você não ache graça – isso irá tornar a situação mais provavelmente engraçada.

  8. Mantenha um diário.

    Este é um dos melhores usos para um diário. Uma vez por dia, tente lembrar porque você fez cada uma das marcas nele, então escreva sobre estas situações. Porque você ficou bravo? O que você tentou fazer? Funcionou e, se não, porquê? O que você pode fazer da próxima vez? Este tipo de recordação e exame, após o fato, irá ajudá-lo a aprender do processo.

  9. Medite.

    Se você não é bom em manter um diário, pelo menos faça uma revisão diária na sua cabeça. Medite, ou tome um banho, ou tome uma xícara de chá e, à medida em que vai desestressando, “rebobine” o seu dia e examine-o. Não fique frustrado, você está aprendendo. Respire fundo algumas vezes, e então analise cada situação, tentando vê-la como um observador desprendido. Este tipo de revisão irá ajudá-lo a aprimorar o processo de aprendizado.

  10. Perceba que você não pode controlar os outros.

    Ah, um dos grandes desafios. Ficamos frustrados com outras pessoas, porque elas não agem da forma que gostaríamos que agissem. Talvez sejam nossos filhos, nossa companhia, talvez seja nosso colega de trabalho ou chefe, talvez seja nossa mãe ou melhor amigo. Mas temos que perceber que eles estão agindo de acordo com a personalidade deles, de acordo com a forma que eles percebem ser a correta, e eles não farão o que quisermos todo o tempo. E temos que aceitar isso. Aceitar que não podemos controlá-los, aceitá-los como são, aceitar as coisas que fazem. Não é fácil mas, novamente, requer prática.

  11. Aceite mudança e imperfeição.

    Quando temos as coisas do jeito que gostamos, nós usualmente não queremos mudá-las. Mas elas mudarão. É um fato da vida. Não podemos manter as coisas exatamente como queremos portanto, é melhor aprender a aceitar as coisas como são. Aceitar que o mundo está constantemente mudando e que somos parte desta mudança. Também, ao invés de querer que tudo seja “perfeito” (e o que é perfeito, afinal de contas?), nós devemos aceitar que elas nunca serão perfeitas e devemos aceitá-las como boas em seu lugar.

  12. Aproveite a vida como um fluxo de mudança, caos e beleza.

    Lembra quando perguntei o que “perfeito” significa, no parágrafo acima? É realmente uma pergunta muito interessante. Perfeito significaria a vida e mundo ideal que temos em nossa cabeça? Temos um ideal que tentamos conformar o mundo conforme seus princípios? Bem, isso provavelmente nunca irá acontecer. Ao invés, tente ver o mundo perfeito do jeito que está. É bagunçado, caótico, doloroso, triste, sujo… e completamente perfeito. O mundo é belo, exatamente do jeito que é. A vida não é algo estático, mas um fluxo de mudança, nunca permanecendo a mesma, sempre se tornando mais bagunçada e caótica, sempre bela. Existe beleza no mundo ao nosso redor, se olharmos para ele como perfeito.

Eu aceito o caos. Eu não estou certo que ele me aceita.” – Bob Dylan

Inspiração; 12 Practical Steps for Learning to Go With the Flow

VISÃO PESSOAL

Pessoas que, em um mundo caótico, estressado, consumista e individualista buscam paz para seus espíritos aflitos. Nesta linha, é fácil se perder nas mensagens zen-budistas e esquecer um olhar crítico sobre elas.

Minha percepção pessoal alerta que, ao mesmo tempo em que as condutas apontadas acima são genuinamente benignas do ponto de vista individual, do ponto de vista social podem acabar levando a um isolamento do indivíduo que, para conseguir paz e tranqüilidade própria, acaba por se desvencilhar de questões que não são suas. Descontando esta ressalva, creio que ir com o fluxo tem, em si, muitos aspectos benéficos para a saúde física e espiritual dos indivíduos e se, utilizado com a ressalva apontada, pode trazer grandes ganhos para quem quer que pratique as dicas acima….

Monicavox

Reinicie sua vida;Deixe de fazer auto-sabotagem

Resultado de imagem para imagens sobre autosabotagemMuitos podem ser os motivos que nos obrigam a tentar de novo algo que na primeira tentativa não fomos bem sucedidos, ou até mesmo comprovarmos que o caminho que tomámos não nos conduziu ao lugar desejado. Enquanto humanos que somos, e na posse de uma motivação orientada, podemos tentar de novo. Você pode encontrar-se num momento da sua vida onde começar de novo é imperativo. Provavelmente os acontecimentos de vida empurraram-no para a situação em que se encontra, talvez você tenha feito algumas asneiras que contribuíram para o seu estado. Independentemente da causa, ou das adversidades  de vida que enfrenta, existe a possibilidade de tentar novamente. Existe a possibilidade de perceber que pode reiniciar a sua vida.

O seu passado pode ser muito marcante, incisivo e perturbador, e propor-se a reorientar a sua vida pode parecer difícil de fazer. Acredito que sim. Acredito que pode encontrar-se num estado de dúvida, incerteza, com muita ansiedade, preocupação, sentido-se desesperado e até mesmo desesperançado no seu futuro. Todos esses sentimentos por certo são legítimos. No entanto, importa fazer algumas perguntas a si mesmo:

  • “Como é que me quero sentir no futuro?”
  • “O que é que eu quero para mim”
  • “Quais são os meus objetivos? (Os sentimentais, profissionais, de relacionamento, financeiros, e outros…)

Arrisco a responder algumas possibilidades:

  • “Quero sentir-me bem, realizado, boa auto estima e com confiança em mim e no futuro.”
  • “Quero uma vida tranquila, com conforto e bem estar, sentir-me vivo e de bem com a vida.”
  • “Quero ser feliz, alegre, motivado, bem disposto, ter sucesso no meu trabalho, amar e ser amado, ter dinheiro para pagar as minhas despesas.”

Ótimo. Fez questões às quais conseguiu dar resposta. E mais importante que tudo, essas perguntas e respostas, permitem orientar a sua vida de acordo com aquilo que deseja para si. Agora só tem de pegar nisso e dar um impulso na sua vida. Dar um novo e renovado impulso, reiniciando a sua vida. Mas, para que esse reinício possa constituir uma nova forma de olhar a sua vida, importa desfazer alguns equívocos que podem ter estado a fazer sabotagem aos seus objetivos.

Apresento em seguida alguns equívocos ou idéias que provávelmente foram-se enraizando na  estrutura mental. Essas idéias passaram a ser falsas verdades que lhe retiram ânimo, toldaram-lhe o pensamento e impossibilitaram a elaboração de decisões acertadas de acordo com os seus objetivos pretendidos.De uma vez por todas, você deve derrotar essas falsas verdades (crenças limitadoras) para colocar-se com uma atitude positiva antes de reiniciar a sua vida.

Eu não consigo fazer isso…

Esta é uma afirmação comum. É uma afirmação simples, banal e muito refutada por grandes líderes, em livros de auto-ajuda, por palestrantes motivacionais, e mesmo pelo comum dos mortais. Aparece muitas vezes referenciada em Slogan de campanhas publicitárias, como foi a campanha de Barack Obama, “Yes, we can“. Apesar de existir uma corrente que transmite esperança, e que contraria a afirmação negativa: “Eu não consigo fazer isso“. O que é certo, é que muitos de nós nos momentos de contrariedade e dificuldade da nossa vida, generalizamos essa afirmação para grande parte das coisas, e até mesmo para a própria vida.

Martirizamo-nos e vitmizamo-nos:

  • “Eu nunca mais vou encontrar a pessoa certa.”
  • “Eu nunca mais serei feliz”
  • “A minha vida nunca mais vai sair deste buraco”
  • “Nunca serei capaz de passar o exame de matemática”
  • “Nunca ganharei o suficiente para ter aquilo que gostaria”
  • “Eu não consigo enfrentar o meu patrão”

O que você pensa acerca de si mesmo é realmente poderoso. Se você acha que não pode, que não consegue ou que nada de bom lhe irá acontecer, então provavelmente nesse estado de incapacidade nunca irá encontrar motivação e uma solução para fazer algo que permite reverter esses pensamentos negativos.

Henry Ford disse: “Se você acha que pode, ou você acha que não pode, você está certo”

Eu acabo sempre fazendo asneiras…

Se no presente momento está insatisfeito com a sua vida, existe uma forte possibilidade de ter construindo ao longo do tempo esta afirmação negativa na sua mente. Claro que este pensamento é legítimo. Mas, por certo não é animador, pelo contrário, retira-lhe forças e credibilidade em si mesmo. Se não é útil, porque razão ele ecoa na sua cabeça? Isto acontece, porque o nosso cérebro é forçado a encontrar respostas. E em última instância dirigimos a atenção para nós mesmos, e culpabilizamo-nos. Sim, na verdade você até pode ser o responsável pelo estado em que se encontra. Mas, construir uma ideia negativa acerca de si mesmo, e “confortavelmente” conviver com isso, não é por certo uma estratégia benéfica.

Resultado de imagem para imagens sobre autosabotagemEntão que fazer?

  • Perceba onde, como e porquê fez a asneira?
  • O que fazer, para não voltar a acontecer?
  • O que aprendeu com a asneira?
  • O que essa asneira lhe diz acerca da forma como você pensa?
  • O que precisa mudar no seu pensamento e forma de olhar para si, para que a asneira não se repita?
  • Quer continuar a fazer a asneira?

Se conseguir responder a estas questões, por certo irá ficar mais esclarecido. Com esse esclarecimento em mente, abandone a idéia depreciativa que tem de si mesmo. Essa idéia que de certa forma trás conforto, também tem o reverso da medalha. Quando você percebe que pode mudar algumas coisas para ser bem sucedido, mas que é necessário trabalhar, investir em si e esforçar-se, fica mais fácil verbalizar algo que justifica muita coisa menos boa que lhe acontece. Não se iluda mais, aceite essas asneiras, mas não se confunda nem se funda a elas. Você não é as suas asneiras. Você é aquele que percebe as asneiras que faz, e que tem a possibilidade de arranjar uma forma de evitar que isso volte a suceder. Não use mais uma afirmação que se encaixa no seu momento menos bom, mas que paralisa sua  mente na procura de soluções. Se esta afirmação não lhe é útil, não lhe serve, deixe simplesmente de verbalizá-la.

Nada acontece do jeito que eu quero..

Esta é uma mentalidade de vítima que você deve abandonar imediatamente. Não há problema em sentir pena de si mesmo no começo do processo de procura de entendimento e justificação para o momento que atravessa. Você pode e deve chorar a sua perda, indignação ou frustração. Mas, de modo bastante breve. Depois você precisa levantar-se, sacudir a mágoa do passado e seguir em frente. A vida não está contra voce. Acreditar que sim, só irá fazer com que se afunde ainda mais no seu desespero (do qual você não irá escapar se ficar nesse estado por muito tempo).

As coisas podem ter sido difíceis e o resultado não foi o esperado. Por vezes temos de encarar o lado oculto da felicidade. Inevitavelmente, as adversidades surgem no nosso caminho, experimentamos o sabor do outro lado da conquista, do desafio, do êxtase, da alegria e satisfação. O lado mais sombrio da  felicidade enraiza-se no sofrimento, no fracasso, na perda, na dificuldade, na injustiça, na tristeza e angústia de tudo o que nos impele ao sofrimento e consecutivamente a mudar crenças limitadoras.

Mas o que aconteceu até agora, não quer dizer que continue a acontecer. Se assim fosse nada mudava, nada melhorava, a vida seria estática. Nada pode estar mais longe da verdade. A vida é fluída, a vida não pára. Se assim é, e com este pensamento em mente, perspective algo de melhor para voce. Retire-se da sombra dos seus pensamentos negativos. Pense como gostaria que as coisas funcionassem para voce. Agora acrescente uma pitada de esperança. Em seguida apóie essa esperança, seja o braço direito da sua esperança renovada. Motive a sua esperança, de-lhe suporte, energia, alimente-a através da ação. Faça coisas orientadas pelo pensamento positivo. Desafie-se a ser bem sucedido…

Não vale á pena seguir os meus sonhos….

Todos merecemos a oportunidade de buscar a satisfação na nossa vida. Mas, por vezes, pouco a pouco, devido à interpretação dos acontecimentos negativos do nosso passado, emerge uma desmotivação. A descrença instalada constrói a percepção que não vale a pena seguir os seus sonhos e desejos. Esta idéia é suportada por uma mecanismo de defesa. Não nos propomos a seguir os sonhos, para evitar a dor e o sofrimento que julgamos vir a sentir com mais uma futura desilusão. Com base na mágoa do passado e uma descrença no futuro, comprova a teoria que é preferível não correr atrás do que é bom para si. Este até parece ser um pensamento lógico. De certa forma é,  funciona como uma proteção à possível desilusão, derrota e fracasso. É, no entanto uma crença tóxica, desadequada e destruidora.

Perante uma crença tão incapacitante, a pessoa caminha num eterno vazio. A forma de restabelecer a sua motivação, força e energia para propor-se a acreditar que vale a pena seguir os seus sonhos, é orientando-se por aquilo que quer e não por aquilo que sente. Perante uma conclusão negativa, o sentimento é igualmente negativo, e nesse estado as suas perspetivas são olhadas mediante essa realidade sentida. Para reverter o processo é necessário imaginar o que sentiria ao alcançar o que deseja. Foque-se naquilo que quer alcançar e no que sentiria quando isso se tornar realidade. Depois, na posse desse sentimento, faça coisas que o aproximem dos seus sonhos.

Eu tenho que castigar quem me prejudicou…

Às vezes, quando uma pessoa tem que começar de novo, sente-se a necessidade de vingança em relação a parte (ou partes) que podem ter contribuído para a sua situação atual. Isto é completamente inútil. Não estou a remeter para questões jurídicas. Isso tem de ter outro tipo de abordagem. Refiro-me à normal interação do dia a dia da vida de cada um de nós. Na verdade, é inteiramente contraproducente e um desperdício total de tempo focar a sua atenção e energia em algo que vai alimentar ainda mais o seu estado de negatividade, e eventualmente criar mais problemas

Supere isso. Deixe isso partir. Limpe a sua mente de todo esse absurdo. Alimentar a fúria só irá fazer aumentar a sua ansiedade, contribuindo para o seu mal estar. A fúria e a raiva, são sentimentos que por vezes lhe transmitem capacidade. Isto acontece devido à grande libertação de energia e ímpeto, impelindo-o para a ação. Mas esta é uma ação que em nada contribui para a solução e realinhamento de vida.O que importa  é reverter todo esse ímpeto para a construção de percursos de ação positivos e que estejam alinhados com os objetivos pretendidos para a sua vida, dentro de uma perspectiva de auto realização. Foque-se em si, gaste a sua energia consigo.

Eu não consigo o que quero por causa da economia…

Este é um pensamento que tem vindo a ser difundido na atualidade. A grande maioria da pessoas parece querer culpar  qualquer circunstância ruim na sua vida apontado o dedo à crise econômica. A realidade é que os fatores externos raramente são obstáculos intransponíveis, somos nós que fazemos isso acontecer. Obviamente que a economia tem um peso relativo no nosso sucesso, assim como muitas outras coisas têm. Temos que ter uma atenção redobrada, quando todo mundo está em estado de alerta relativamente à economia, podemos ter uma tendência para generalizar isso aos problemas que enfrentamos, e arranjamos uma boa desculpa para não fazermos nada.

Normalmente, inibimos a mudança e deixamos de adaptar-nos às novas realidades que nos rodeiam. Você pode ter de fazer as coisas um pouco diferentes. Você precisa colocar um olhar novo numa velha ideia. Você pode ter que fazer ajustes, tanto pessoais quanto profissionais, mas ainda assim pode sobreviver e até prosperar nesta economia ou noutra qualquer. Não deixe que essa avalanche dramática e estado de pânico geral impossibilite fazer aquilo que ainda é possível ser feito

Eu só tenho que ter muita calma…

Finalmente, quando confrontado com começar de novo, você pode ter tendência para procrastinar. A razão para que isso possa acontecer, é por arranjar desculpas para si mesmo. Por exemplo, você pode agarrar-se à falsa justificação que já passou por muita coisa ultimamente e merece ter calma por algum tempo. Embora seja geralmente uma boa ideia para “refrescar” depois de uma grande mudança de vida e antes de fazer qualquer grande decisão, não deixe que isso se torne num impedimento. As suas oportunidades de começar de novo, certamente surtirão maior efeito agora. Quanto mais você esperar, mais difícil será conseguir-se reverter a situação em que se encontra. Não deixe que o medo, mentiras e desculpas possam retê-lo.

As coisas até podem ir com alguma calma, mas passo a passo. Quer dizer, que mesmo lentamente você está a movimentar-se, está a fazer coisas para ir ao encontro do que pretende alcançar. Aguardar, é ficar parado. Fazer as coisas com calma, deve ser considerado, lentamente, pouco a pouco fazendo algo.

Reinicie a sua vida

Reiniciar sua vida não é fácil. A primeira batalha que você tem que ganhar está na sua própria cabeça. A forma mais capacitadora que acredito surtir efeito é tendo uma atitude positiva, e implementar o pensamento positivo na sua vida, acabando com a auto sabotagem. Estas sabotagens como podemos verificar, estão mascaradas e enraizadas por um conjunto de desculpas sem sentido, que criam uma imagem negativa de si mesmo. O seu cérebro tende a acreditar em tudo o que ouve, ou que você verbaliza para si mesmo. Se você pode abolir o diálogo auto crítico da sua mente e substitui-lo por mensagens de incentivo, reconfortantes e que puxem por si, então você estará construindo um caminho para derrotar essas sabotagens  e criar uma nova forma de olhar a vida.

Resumindo…

Na grande maioria da vezes perante a constante auto sabotagem da nossa vida, percebemos o que está acontecendo, numa fase muito avançada do problema. Isto acontece devido à dificuldade de mudar hábitos e rotinas de pensamento instituídas que minam a mudança de perspetiva. Numa situação de caminhar na sua vida em piloto automático, tudo parece natural, até mesmo a forma como aceita as suas debilidades, incapacidades e asneiras. Neste estado de aceitação confuso, funde-se a uma imagem depreciativa de si mesmo, comprovada pelo seu diálogo auto-crítico negativo.

A sua própria forma de pensar, suga-lhe a vida. Essa negatividade instalada é como uma erva daninha a crescer no quintal da sua casa, propaga-se rapidamente e toma o espaço só para ela.  Mata a esperança e a oportunidade para a mudança.

Você precisa de um novo caminho para sair dessa  forma de pensamento negativo que instituiu na sua rotina diária. E esse caminho pode construir-se na forma de uma pergunta:

“Se você continuar a seguir os mesmos padrões, quais são as chances de vir a alcançar as coisas que você quer e tornar-se na pessoa que espera ser?”

Arrisco a dizer que as suas hipóteses são extremamente reduzidas. Nenhum de nós escreve uma história de vida mais enriquecida sem uma mudança no padrão de ação. Abandone o seu círculo de hábitos de auto sabotagem. Reinicie a sua vida, tendo noção que deve eliminar as falsas verdades que foi construindo e que durante muito tempo orientaram as suas decisões. Acredite em voce. Faça coisas que suportem a crença que tem em voce. Torne-se no seu maior aliado. Invista na sua vida, você é o seu maior acionista.

Visão Pessoal…

Como já dizia Krishnamurti, não é sinal de saúde estar bem ajustado a uma sociedade profundamente doente. Mas também não é sinal de saúde ficar aí odiando a vida e secretamente invejando todo mundo que você critica. Independentemente dos objetivos, sonhos e propósitos de vida que cada um de nós possa ter, existe certamente algo que nos une a todos. Queremos mudar a nossa vida para melhor, queremos progredir, evoluir, crescer e desenvolvermo-nos no sentido de irmos ao encontro daquilo que perspectivamos conquistar, obter ou experienciar.No seu mundo agora, se você se identificou com tudo isso, só existe um erro de percepção. Está na hora de você se observar e se responsabilizar por sua própria vida. Está na hora de você redefinir o seu conceito de sucesso e criar suas próprias regras. Está na hora de você entrar em contato com a sua perfeição e glória. Está na hora de você se dar bem neste mundo, mesmo que não pertença a este mundo, e seja lá o que “se dar bem” queira dizer pra você…..

Inspiração…

Como mudar sua vida para melhor-Como trabalhar  nossos problemas-Miguel Lucas

Recomendo….

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Monicavox

Como é possível haver múltiplas dimensões de espaço e tempo?

dimensoesA teoria das cordas é uma das mais complexas já debatidas na comunidade científica. Ela tem potencial para ser uma espécie de “Teoria de Tudo” – uma hipótese que explica tudo no universo.

Apesar de ser bastante polêmica, a matemática da teoria das cordas sugere que pode haver várias dimensões de tempo. Mas como?De acordo com o físico teórico Brian Greene, da Universidade de Columbia, nos EUA, quando estudamos as equações da teoria das cordas, se torna claro que o universo não pode ter apenas as três dimensões espaciais que já estamos acostumados. Dimensões adicionais são necessárias para que não existam inconsistências lógicas.

Essas dimensões extras podem estar ao nosso redor, esmagadas em tamanhos tão minúsculos que não conseguimos vê-las nem mesmo com nossos dispositivos mais avançados. Quem sabe, no futuro, possamos desenvolver telescópios poderosos a fim de visualizá-las.

Se existem outras dimensões de espaço… E quanto ao tempo?

Alguns teóricos das cordas já “brincaram” com essa possibilidade, e a matemática parece suportar a idéia de uma segunda dimensão temporal;Mas, se ela existir, como se distingue psicológicamente da dimensão do tempo em que vivemos?

Muitas questões permanecem estranhas mesmo para os mais inteligentes cientistas, como o fato de que uma pessoa pode estar adiantada para um compromisso de acordo com uma versão da dimensão temporal, mas atrasada de acordo com outra.Não sabemos se de fato existe uma segunda ou terceira dimensão temporal, mas a ideia é interessante o suficiente para merecer uma investigação mais profunda, uma vez que os números não negam essa possibilidade.

universo-05ef9fPor que vivemos em três dimensões?

Você já se perguntou por que, de todas as maneiras que a realidade pode ser, nós vivemos em três dimensões, em vez de duas, ou quatro, ou 1.800?

Estamos acostumados a nos mover para cima e para baixo, para esquerda e para a direita, ou ainda para frente e para trás, mas não somos capazes de realizar um movimento “hiper-para cima” ou “hiper-para baixo”. Por que isso (não) acontece? O que há de tão especial em nossas ordinárias três dimensões?

 A resposta mais fácil é a de que nós simplesmente evoluímos para viver em um universo tridimensional, de modo que este é o universo que nós percebemos. Se o universo tivesse apenas duas dimensões, nós também seríamos bidimensionais. E o mesmo aconteceria com quatro dimensões.

No entanto, devemos admitir que esta é uma explicação tosca. Afinal, ela básicamente diz que somos do jeito que somos porque nosso universo é assim e se nosso universo não fosse assim, ele seria diferente. Jura?Por sorte, há uma maneira mais inteligente de olhar para esta questão. Pode parecer que espaços de diferentes dimensões são praticamente iguais, mas existem diferenças essenciais entre eles – como por exemplo, o conceito de rotação.

Num ambiente 2D, você pode rotacionar um objeto apenas em sentido horário ou anti-horário. E se você pegar uma figura e virá-la um quarto de volta em sentido horário e, em seguida, meia volta em sentido anti-horário, você tem o mesmo resultado do que se você fizer o movimento na ordem inversa. Entretanto, no caso de um objeto tridimensional, as rotações feitas em ordem inversa resultam em posições diferentes.

Coisas bem importantes para nós, como a gravidade, se comportam de forma distinta em universos de diferentes dimensões. Por exemplo, no nosso ambiente 3D, a força da gravidade entre dois objetos depende da distância entre eles ao quadrado. Em duas dimensões, está ligada apenas à distância, enquanto em um universo 4D, a gravidade dependeria da distância elevada ao cubo.

Isso significa que, se o nosso universo fosse bidimensional, a gravidade como conhecemos seria demasiadamente forte para o surgimento de coisas como o sistema solar. Em uma realidade 4D, por outro lado, a gravidade seria fraca demais. Ou seja, é apenas em um universo tridimensional que a gravidade possui a força adequada para manter todos os planetas flutuando da maneira como fazem agora.

Neste momento, porém, nós mudamos a pergunta de “por que nosso universo é 3D?” para “por que apenas um universo 3D possui a gravidade perfeita para a nossa existência?”.

Na realidade, o fato de objetos 2D e 4D serem diferentes dos tridimensionais pode nos levar a uma reflexão mais profunda: o espaço talvez não seja o elemento mais importante do universo. Em vez disso, é capaz que nosso universo seja baseado em algum processo mais profundo, como as leis de matemática da física quântica.

Além disso, é perfeitamente possível que o espaço, na realidade, não exista. Ele seria apenas uma idéia que os humanos construíram para manter o controle das relações entre diferentes objetos. A verdade sobre o universo ainda está além de nossa compreensão.

Inspiração…

Todos os livros e trabalhos publicados em revistas científicas de Brian Greene 

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Visão pessoal

Esta compreensão ainda é um desafio, já que a comunicação dimensional superior, provinda de além do tempo e espaço, chega toda de uma vez em um único momento. Então se torna nosso desafio conectar-se com a Linguagem da Luz  e esses conhecimentos científicos e então traduzi-los para a nossa linguagem tridimensional.Esses conhecimentos estão nos proporcionando um mapa das muitas dimensões de realidade.Lembremos de que todos nós somos Seres Multidimensionais que simultâneamente existem em muitas frequências de experiência. Além disso, todas as muitas expressões do nosso EU existem dentro do AGORA do UM.

Monicavox

Os sistemas de pensamento: o sistema automático e o sistema deliberativo.

Resultado de imagem para imagens sobre mente sociedade e comportamentoMente, Sociedade e Comportamento

Está prevista uma reformulação da economia e da política do desenvolvimento no mundo. Nas últimas décadas, as pesquisas de todas as ciências naturais e sociais proporcionaram um conhecimento surpreendente acerca da forma como as pessoas pensam e tomam decisões. Embora a primeira geração da política do desenvolvimento tenha sido baseada na premissa de que os seres humanos tomem decisões de forma deliberativa e independente, com base em preferências coerentes e interesse próprio, as pesquisas recentes demonstram que a tomada de decisão raramente ocorre dessa maneira. As pessoas pensam automáticamente: quando tomam decisões geralmente recorrem ao que lhes vem à mente sem esforço. As pessoas também pensam socialmente: as normas sociais orientam grande parte do comportamento e muitas pessoas preferem cooperar desde que os outros estejam fazendo sua parte. E as pessoas pensam comm modelos mentais: o que percebem e como interpretam essas percepções depende de conceitos e visões do mundo extraídas de suas sociedades e de histórias compartilhadas.

O Relatório do Desenvolvimento Mundial  oferece uma análise concreta de como essas percepções se aplicam à política do desenvolvimento. Ele mostra como uma visão mais profunda do comportamento humano pode contribuir para o alcance dos objetivos de desenvolvimento em muitas áreas, como desenvolvimento na primeira infância, finanças domésticas, produtividade, saúde e mudança climática. Demonstra também como uma visão mais sutil do comportamento humano oferece novas ferramentas para intervenções.

Mesmo fazendo pequenos ajustes em um contexto de tomada de decisão, com a elaboração de intervenções baseadas em um entendimento sobre preferências sociais e a exposição dos indivíduos a novas experiências e formas de pensar podem habilitar as pessoas a melhorarem suas vidas. O Relatório abre novos caminhos interessantes para o trabalho do desenvolvimento. Ele mostra que a pobreza não é apenas um estado de privação material, mas também um “tributo” sobre os recursos cognitivos que afeta a qualidade da tomada de decisões.

O Relatório enfatiza que todos os seres humanos, inclusive peritos e formuladores de políticas, estão sujeitos a influências psicológicas e sociais sobre o pensamento e que as organizações do desenvolvimento podem beneficiar-se de procedimentos para melhorar suas próprias deliberações e tomada de decisões. Demonstra a necessidade de mais descobertas, aprendizagem e adaptação no projeto da política e sua implementação. A nova abordagem para a economia do desenvolvimento contém uma enorme promessa. Seu âmbito de aplicação é amplo. Este Relatório lança uma importante notícia  para a comunidade do desenvolvimento.

As pessoas têm dois sistemas de pensamento;  o sistema automático e o sistema deliberativo. O sistema automático influencia quase todos os nossos julgamentos e decisões.Veja abaixo;

Sistema automático;-Considera o que vem automáticamente à mente (molde estreito)

Sistema deliberativo;- Considera um conjunto amplo de fatores relevantes (molde amplo) 

Portanto, há muito os estudiosos,psicoterapeutas,psiquiatras e afins, distinguem dois tipos de processos utilizados pelas pessoas quando pensam: os rápidos, automáticos, fáceis e associativos; e os lentos, deliberativos, trabalhosos, seriais e ponderados. Os psicólogos descrevem esses, os dois modos metafóricamente como dois sistemas distintos na mente.

A maioria das pessoas considera-se pensadores deliberativos – mas naturalmente tendem a pensar sobre os próprios processos de pensamento de forma automática e sob a influência de modelos mentais recebidos sobre quem são e como a mente funciona. Na realidade, o sistema automático influencia a maior parte de nossos julgamentos e decisões, com frequência de forma poderosa e até mesmo decisiva. A maioria das pessoas, na maior parte das vezes, não está ciente de muitas das influências sobre suas decisões.

As pessoas que se ocupam do pensamento automático podem construir o que elas mesmas crêem ser erros de grande porte e sistemáticos; ou seja, as pessoas podem examinar as escolhas feitas enquanto mantinham um pensamento automático e desejar que tivessem decidido de forma diferente. O pensamento automático leva-nos a simplificar e ver os problemas através de moldes estreitos. Preenchemos a informação que falta com base em nossas premissas do mundo e avaliamos situações com base em associações que automáticamente vêm à mente e em sistemas de crenças que simplesmente consideramos como algo normal.

Ao agir assim, podemos formar um quadro equivocado de uma situação, tal como olhar um parque urbano através de uma pequena janela pode induzir alguém a pensar que está em um lugar mais bucólico . O fato de que os indivíduos podem depender do pensamento automático tem implicações significativas para compreender os desafios de desenvolvimento e formular as melhores políticas para enfrentá-los. Se os formuladores de políticas do futuro revisarem suas premissas sobre o grau em que as pessoas deliberam ao tomarem decisões, poderão estar em condições de formular políticas que tornem mais simples e mais fácil aos indivíduos escolher comportamentos coerentes com os resultados desejados e para o seu próprio proveito. Isso é uma coisa palpável, desde que haja nível de consciência entre as pessoas responsáveis pelo governo de nossa sociedade,ou pelo menos, deveria ser.

Pensar socialmente……

Os indivíduos são animais sociais influenciados por preferências sociais, redes sociais, identidades sociais e normas sociais: a maioria das pessoas preocupa-se com o que os indivíduos ao seu redor estão fazendo e como eles se encaixam nos seus grupos e imitam o comportamento dos outros quase automáticamente. Muitas pessoas têm preferências sociais por justiça e reciprocidade e têm espírito cooperativo. Estas características podem influenciar resultados coletivos tanto bons como ruins; sociedades com alto índice de confiança e sociedades com alto índice de corrupção requerem um alto grau de cooperação,pensem bem nisso. A sociabilidade humana (a tendência de as pessoas se preocuparem e se associarem umas com as outras) acrescenta uma camada de complexidade e realismo à análise da tomada de decisão e do comportamento dos seres humanos. Como muitas políticas econô- micas pressupõem indivíduos egoístas, tomadores autônomos de decisões, essas políticas geralmente enfocam incentivos materiais externos, tais como bens de consumo. No entanto, a sociabilidade humana implica que o comportamento também é influenciado por expectativas sociais, reconhecimento social, padrões de cooperação, atenção dispensada aos membros do grupo e normas sociais. Na realidade, a concepção das instituições e as formas como organizam os grupos que utilizam incentivos materiais podem eliminar ou criar motivações para tarefas cooperativas, tais como desenvolvimento comunitário e monitoramento escolar. Frequentemente as pessoas se comportam como cooperadores condicionais – ou seja, indivíduos que preferem cooperar contanto que outros estejam cooperando.Isso demonstra que, embora a proporção de cooperadores condicionais em contraposição a oportunistas varie entre os países, os cooperadores condicionais são o tipo dominante em todos eles.

Em outras palavras, em nenhuma sociedade em que esse comportamento foi estudado prevalece essa teoria canônica de comportamento . As preferências sociais e influências sociais podem levar as sociedades a adotar padrões coletivos que se autorreforçam, para a evolução ou retrocesso; Em muitos casos, esses padrões podem ser altamente desejáveis, representando padrões de confiança e valores compartilhados. Porém, quando comportamentos de grupo influenciam preferências individuais e as preferências individuais combinam-se em comportamentos de grupo, as sociedades também podem acabar coordenando atividades ao redor de um ponto focal comum pouco recomendado ou até mesmo destrutivo à comunidade. A segregação racial ou étnica e a corrupção são apenas dois exemplos. Quando “pontos coordenados” que se autorreforçam surgem em uma sociedade, podem ser muito resistentes à mudança. Os significados e normas sociais, bem como as redes sociais de que fazemos parte, nos impelem na direção de certos moldes e  padrões de comportamento coletivo.

Visão Pessoal….

Quando as pessoas pensam, elas em geral não recorrem a conceitos que elas próprias inventaram. Em lugar disso, utilizam conceitos, categorias, identidades, protótipos, estereótipos, narrativas causais e visões de mundo extraídas de suas comunidades. Todos esses são exemplos de modelos mentais. Os modelos mentais afetam o que os indivíduos percebem e o modo como  interpretam o que percebem,como está demonstrado na maioria das pessoas no nosso dia á dia que encontramos. Existem modelos mentais para o quanto falar com as crianças, quais riscos segurar, para quê poupar, como está o clima e a causa uma doença. Muitos modelos mentais são úteis; outros não são e contribuem para a transmissão de paradigmas antigos e ultrapassados. Os modelos mentais originam-se no lado cognitivo das interações sociais, que as pessoas geralmente chamam de “cultura”. A cultura influencia a tomada de decisão de uma pessoa porque atua como um conjunto de esquemas inter-relacionados de significados,que as pessoas usam quando agem e fazem escolhas. Esses esquemas de significados funcionam como ferramentas para habilitar e orientar a ação de cada um. Os modelos mentais e as crenças e práticas sociais geralmente se tornam profundamente enraizadas nas pessoas. Temos a tendência de internalizar aspectos da sociedade partindo do princípio que são “fatos sociais” inevitáveis. Os modelos mentais das pessoas moldam seu entendimento sobre o que é certo, o que é natural e o que é possível na vida. As relações e estruturas sociais, por sua vez, são a base do “senso comum” construído socialmente, que representa as evidências, as ideologias e aspirações que os indivíduos dão como certas e utilizam para tomar decisões – e que, em alguns casos, aumentam as diferenças sociais. Documentos produzidos por antropólogos e outros cientistas sociais indicam que o que as pessoas consideram provas irrefutáveis e senso comum (seus modelos mentais básicos sobre seu mundo e como ele funciona) é geralmente formado por relações econômicas, filiações religiosas e identidades de grupos sociais .Grande parte desse texto afirma que, para alcançar a mudança social em uma situação em que os modelos mentais foram internalizados talvez seja preciso influenciar não apenas a tomada de decisão cognitiva de determinadas pessoas, mas também as práticas sociais e as instituições.Isso tudo faz parte da Grande Transição Planetária, que não é uma coisa simples, que acontece em um estalar de dedos, com uma mente material altamente condicionada no meio ,sem contar o piloto automático em que a maioria ainda está vivendo….e não é caindo todas as instituições e mudando todo esse cenário lúgubre mundial abruptamente, que iremos conseguir uma melhora significativa no planeta;temos de estudar tudo isso muito bem, com muito critério e análise, e não desprezar todas as pesquisas sérias feitas por especialistas que vivem para decifrar nossa sociedade, como se formou, como se conduziu e como evoluirá nas próximas décadas.O Homem é aquilo que ele pensa e faz, é vero.Mas temos estudar como a mente desse homem funciona e pensa, para então, poder evoluir como raça.

“O descontentamento é o primeiro passo na evolução de um homem ou de uma nação”.

Oscar Wilde

Inspiração…

DiMaggio, Paul. 1997. “Culture and Cognition.” Annual Review of Sociology

Gilovich, Thomas, Dale Griffin, and Daniel Kahneman. 2002. Heuristics and Biases: The Psychology of Intuitive Judgment. Cambridge, U.K.: Cambridge University Press

Thaler, Richard H., and Cass R. Sunstein. 2008. Nudge: Improving Decisions about Health, Wealth, and Happiness. New Haven, CT: Yale University Press.

Recomendo…Resultado de imagem para imagens de livros sobre o comportamento humano

Monicavox 

Alimentação para a vida….coma para viver e ascender….

Resultado de imagem para imagens sobre alimentação holisticaQuando se fala de Alimentação estamos entrando num tema muito extenso e que não está limitado exclusivamente àquilo que geralmente chamamos de comida. A cada momento do nosso dia a dia estamos fazendo escolhas de coisas que necessitarão de digestão, assimilação; podemos nutrir-nos ou envenenar-nos, poluir-nos. Tomamos a maior parte de tais decisões de forma automática – quase inconsciente. Muitas vezes, não temos nunca tomado o tempo suficiente para refletir e saber em base a que estamos escolhendo nem quais as conseqüências.

Há alimentos para o corpo físico, e outros para nossa mente, nossos sentidos e nosso espírito, ou seja: respiração, pensamentos, palavras, emoções, relacionamentos, leituras, músicas, cores, etc. Algo que sabemos é que precisamos alimentar-nos para nos mantermos vivos. Trata-se de um bom ponto de partida, porque nos indica uma responsabilidade individual precisa nesse sentido. Se observarmos que somos seres vivos, não é difícil entender que precisamos de alimentos vivos para manter a saúde, o bem estar e a alegria.

O Dr. Edmond Bordeaux-Szekely estabeleceu a seguinte classificação que pode ser de grande ajuda para nos orientar em nossas escolhas:

• Biogênico – que produz a vida.

• Bioativo – que mantêm a vida.

• Biostático – que diminui a vida.

• Biocídico – que mata a vida.

Outro aspecto que é importante lembrar quando pensamos em Alimentação é que temos um campo energético eletromagnético de consciência que sustenta o nosso ser físico que precisa ser recarregado e nutrido. Todo o manifestado existe como energia sutil antes de assumir uma forma específica. Primeiramente a energia condensa-se no que poderíamos chamar de molde etéreo do que será seu aspecto tridimensional, posteriormente adquire também a forma física. As qualidades vibratórias dos alimentos que escolhemos têm uma influência neste campo sutil ao mesmo tempo em que atuam no corpo mais denso. Por isso, a importância de privilegiar os produtos que mantêm intactas suas características energéticas vitais.

Uma Alimentação para a Vida dá preferência a alimentos que fazem parte das duas primeiras categorias, entendendo que o uso de alimentos que constituem as duas últimas categorias prejudica, com o passar do tempo, a saúde e a vitalidade, utiliza elementos frescos, sem cozimento, de preferência de origem orgânica (livres de pesticidas e fertilizantes químicos) e aproveita a contribuição especial dos brotos, reconhecendo neles uma maneira simples, prática e econômica de receber a mais concentrada forma de energia de vida comestível.

Resultado de imagem para imagens sobre alimentação holisticaO Alimento Cru Contém as Enzimas Necessárias para Ser Digerido

O Dr. Edward Howell – que dedicou a vida toda ao estudo das enzimas – chegou a concluir que estas são as transportadoras da energia vital. Todos os organismos possuem uma variedade quase infinita de enzimas que atuam como catalisadores das mais diferentes funções. No corpo humano foram encontradas milhares delas; aquelas implicadas na digestão são somente doze. Utilizando o mesmo exemplo dado pelo Dr. Howell em seu livro Enzyme Nutrition, é como se, ao nascer, o ser humano recebesse uma doação muito grande, embora limitada, de enzimas – ou energia vital – como se fosse uma soma de dinheiro depositada no banco. Se, durante a vida, se retira energia vital desta conta, sem nunca ter o cuidado de fazer depósitos nela, chegará o momento em que esta se esgotará. Se tomarmos, por exemplo, uma maçã e a comemos crua, aproveitaremos as enzimas ativas que promovem a sua fácil digestão.

Trata-se das mesmas enzimas que provocam a putrefação do fruto quando ele não é utilizado. Quando isto acontece com um fruto caído da árvore sobre o solo, resulta numa devolução de nutrientes orgânicos à nossa Mãe Terra, completando assim o ciclo vital do fruto.

Se as condições são favoráveis, é até possível às sementes brotarem, dando lugar ao nascimento de uma nova planta. Retornando ao nosso exemplo, a situação será diferente se comermos o alimento cozido. Neste caso, as enzimas estão inativas (as enzimas são compostas por dois elementos que, ao serem expostos a uma temperatura superior a 50º centígrados, ou a certo tipo de radiação, distanciam-se tanto entre elas a ponto de resultarem inertes) e nosso corpo deverá proporcionar as enzimas digestivas necessárias, valendo-se da reserva de energia vital. Quando a alimentação é constituída na maioria por produtos cozidos e processados industrialmente, o que fazemos é retirar continuamente de nossa conta bancária.

É desta forma que, na produção das doze enzimas digestivas, investimos a maior parte de nossa reserva de energia. O prejuízo, ao cozinhar os alimentos, não se limita à perda total das enzimas, perdem-se em forma considerável também as vitaminas – às vezes totalmente como no caso da vitamina B12 – e acontecem alterações das graxas, minerais e proteínas que deixam de ser metabolizadas do mesmo jeito de antes, convertendo-se, muitas vezes, em toxinas. No caso do forno microondas o quadro é ainda mais grave pelo fato que suas intensas radiações destroem completamente o campo energético dos alimentos, desvitalizando-os e modificam mais ainda sua estrutura molecular que não é reconhecida geneticamente pelo nosso metabolismo que entra em estado de alerta como quando na presença de agentes patogênicos.

Este fenômeno, chamado de leucocitose digestiva, acontece cada vez que for ingerido algum alimento cozido ou processado (também balas, bolachas, salgadinhos, refrigerantes). O número de leucócitos (glóbulos brancos) no sangue aumenta e se normaliza somente depois de hora e meia depois de cada refeição. Isto não acontece com os alimentos crus. As gorduras, por exemplo, em estado natural – cru -, contêm também elementos ativos que permitem a sua metabolização. Ao cozinhar, se perde este elemento, saturando as graxas numa forma que o organismo não pode metabolizar. Por esta razão é que o abacate e as sementes oleaginosas sem torrar – sempre que ingeridos com moderação – não produzem acúmulo de graxas saturadas prejudicial para a saúde, diferente das carnes, óleos, manteiga, margarina e azeite cozidos.

 É fundamental reduzir ao mínimo o consumo de graxas cozidas e saber que sómente os azeites e óleos prensados a frio mantêm intactos seus valores nutritivos. Em todos os demais casos, as semente s e as azeitonas foram tratadas com altas temperaturas para obter uma maior quantidade de azeite.

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O Excesso de Proteínas Prejudica a Nossa Saúde

Um dos grandes preconceitos de nossa época é a obsessão pelas proteínas. É importante esclarecer que praticamente todos os alimentos naturais contêm proteínas, sendo quase impossível uma deficiência protéica; é preciso chegar a casos extremos de desnutrição para que isto aconteça. Por outro lado, a necessidade de proteínas para o organismo é muito inferior àquela propagandeada com claras finalidades comerciais. Na composição do leite materno as proteínas representam somente entre o 2 e o 6%. Pode-se dizer que, tão importantes como as proteínas, e até talvez mais, são as vitaminas, os minerais, as enzimas e os oligo-elementos que, para ser energéticamente ativos precisam ser de proveniência natural.

É interessante observar que os minerais e as vitaminas de mais fácil absorção são aqueles de origem vegetal. Vitaminas e minerais sintetizados em laboratórios, em cápsula ou adicionados aos alimentos, não são completamente metabolizados pelo nosso organismo e resultam numa carga maior de trabalho de eliminação. O ferro adicionado, por exemplo, aos achocolatados traz muitas vezes como efeito colateral intestino preso e raramente consegue melhorar quadros de anemia. Voltando ao tema das proteínas, outro aspecto chave é que nosso corpo é perfeitamente capaz de produzi-las na medida necessária, sempre que lhe sejam fornecidos os materiais básicos, os aminoácidos, os quais são encontrados em forma facilmente metabolizável em vegetais e grãos, especialmente na etapa de germinação.

Os aminoácidos são 22, 12 são sintetizados diretamente no nosso organismo, 8, chamados essenciais, precisamos obtê-los a través dos alimentos. Todos os oito aminoácidos essenciais se encontram nos alimentos de origem vegetal não processados. Mais ainda, quando o corpo recebe os aminoácidos essenciais diretamente, como no caso de vegetais e brotos, está dispensado do trabalho de decompor as proteínas complexas em aminoácidos. A eliminação das proteínas em excesso (especialmente se de origem animal) sobrecarrega fígado e rins estressando-o.

Este processo de eliminação precisa de grandes quantidades de cálcio provocando perda óssea e cálculos renais devido à grande concentração de cálcio na urina. Outro produto que facilita a perda do cálcio ósseo é o açúcar refinado que o corpo aciona para neutralizar a hiperglicemia repentina que este provoca. Observa-se também, durante o processo da germinação, uma potencialização dos valores nutritivos e da energia vital da semente. Isto é fácil de entender se pensarmos que a semente, antes de brotar, contém – em estado latente – toda a informação necessária para o crescimento da planta completa. Quando germina, este potencial todo entra em movimento numa explosão energética comparável à do Big Bang de que falam os astrofísicos contemporâneos. Esta é a contribuição inestimável que nos dão as sementes germinadas, sempre que forem ingeridas no seu estado natural – cru – que resulta em importantes depósitos de energia vital a favor de nossa ―reserva bancária.

Visão pessoal…

As atitudes, emoções e pensamentos de quem trabalha na cozinha são absorvidas pelos alimentos e recebidas por aqueles que os consomem. O hábito de abençoar a comida com gratidão ajuda enormemente a purificá-los, sintonizando as freqüências dos alimentos com as freqüências dos nossos corpos. O acúmulo das substâncias tóxicas debilita o sistema imunológico, conseqüentemente, o organismo não será capaz de resistir à presença de elementos patogênicos. Compreender que a toxemia é a causa fundamental de todas as doenças, permite definir claramente o caminho até a saúde: favorecer a eliminação dos venenos e fortalecer o sistema natural de imunidade, introduzindo no corpo os alimentos capazes de fornecer as substâncias nutrientes necessárias para seu bom funcionamento. A causa comum de toda enfermidade é a má nutrição, da qual deriva a toxemia (alto nível de toxinas em nossas células). A má nutrição deve-se à desordem na alimentação e à ingestão de alimentos que satisfazem apenas ao paladar, enchem a barriga, mas são deficientes em nutrientes e qualidades vitais. Quando nossos veículos físicos não recebem os nutrientes necessários para a reprodução de novas células, são obrigados a construir com aquilo que encontram; pedindo, a distintas partes do corpo, doações de materiais básicos indispensáveis. O resultado é uma lenta e progressiva deterioração dos órgãos e tecidos e de suas funções, que termina produzindo a doença. O envelhecimento precoce do ser humano tem sua origem principal na má nutrição e no sedentarismo.  O ser humano parece começar a envelhecer já a partir dos quarenta anos, durando assim sua velhice, às vezes a metade da vida. Das 8.400.000 espécies que existem na Natureza, 8.399.999 comem alimentos que estão no próprio estado natural – não cozidos. O ser humano parece ser o único que está sujeito a maior quantidade de problemas relacionados com a saúde. A toxemia depende de uma série de fatores que vão se somando; O ar contaminado das concentrações urbanas, a água com seus minerais nem sempre metabolizáveis, o stress, o abuso de álcool, tabaco, carnes, remédios, drogas, excitantes, o estar em contato com elementos tóxicos no lugar de trabalho ou em casa, são todos fatores que contribuem para o excesso de concentração de toxinas no organismo. Mas a causa principal encontra-se nos alimentos do mundo contemporâneo:os resíduos de agrotóxicos nos vegetais, de hormônios e antibióticos em carnes e ovos, de químicos utilizados para processar alimentos como, por exemplo, para branquear o açúcar, a farinha, o sal, de conservantes nas carnes frias e nos produtos em lata e em garrafa, os corantes e sabores artificiais, as vitaminas sintéticas adicionadas que o organismo não metaboliza, etc. Outro fator que contribui para a intoxicação do nosso corpo é comer de novo quando não se tem ainda completada a digestão e comer quando irritado ou ressentido. Isto transforma tudo aquilo que está no estômago em substância tóxica, uma sobrecarga de trabalho para o sistema de eliminação. É de extrema importância o bom astral de quem prepara os alimentos, por isso a comida, se feita com amor, nos faz bem……

Ou citando  Hipócrates: ―Doenças atacam as pessoas não como um raio em céu azul mas são conseqüências de contínuos erros contra a Natureza.

Inspiração….

Documentário sobre alimentação viva-Imperdível-Dr Alberto Gonzales-

Microorganismos causadores de doenças de origem alimentar-PDF

Experiência pessoal

Monicavox

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Voce tem o Chakra da raiz equilibrado?Aprenda como testar e curar….

 O chakra da raiz …..

(MULADHARA)

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O primeiro Chakra – Raiz, Base, está situado entre o ânus e o genital, também é ligado ao Cóccix e abre-se para baixo.
Cor: Vermelho
Elemento: Terra

Este Chakra é de grande importância, embora seja muito sendo confundido em suas funcionalidades pelo fato de ser ligado aos órgãos sexuais. Mesmo tendo essa função não se baseia únicamente nisto.

O Muladhara Chakra tem total importância em diversas outras funcionalidades do corpo material e etérico. Responsável pelo início da coluna vertebral – cóccix e toda forma rígida que sustenta o corpo. Ou seja, está em toda parte do corpo, além de ser a energia que circula por todo corpo através do sague que também é de sua responsabilidade. É ligado também à junção entre cada célula do nosso corpo.

Os estudiosos ou curiosos deste conhecimento confundem e usurpam o sentido das energias e as usam de forma errônea para fins sem motivos coerentes com este poder celestial que há dentro de cada um de nós. Como fizeram com a técnica Tântrica, que agora só se lembra do Tantra para sexo e orgias, ligam o Chakra Raiz ao sexo.

Este ponto energético tem reações e responsabiliza os sentidos de sobrevivência do individuo, proporcionando as ações básicas delas provenientes como: comer, beber, dormir, reproduzir-se, aprender… liga a pessoa à questões materiais, emprego, casa, comida. Razão.

O individuo com este Chakra alinhado, equilibrado, possui sua vida material, física e mental em perfeita harmonia. Além disso, demonstra uma pessoa em perfeito equilíbrio, domínio sobre o corpo físico e a sexualidade. Mostra-se estável na vida profissional, sentimental, intelectual, imobilidade em todos os aspectos sociais, refletindo assim, com sua paciência, tranquilidade, segurança que se reverte em saúde constante.

Como da mesma forma uma pessoa que não consegue equilibrá-lo, tanto ativamente quanto passivamente, ou seja, ativado ou desativado causa o efeito contrário que uma pessoa com o Muladhara Chakra equilibrado.Ativamente, mostra um quadro problemático, um ser aterrado em assuntos supérfluos, vícios desenfreados e destrutivos à vida e principalmente à espiritualidade. Fácilmente encontramos pessoas com o 1º Chakra Base muito ativos, sendo ambiciosos sem limites e inconsequentes. Podem apresentar problemas nos rins, pernas e colunas (lembrando que sempre há exceções).

Já tendo o Muladhara Chakra passivo, ou desativado, causa nessas pessoas um aspecto sem vida, apáticas, sem paixão pelo que faz, insatisfeitas com emprego, amizade, casa, relacionamento, mostrando ser frígida no mesmo. Na maior parte das vezes são depressivas e nunca satisfeitas com o seu corpo, apresentando assim obesidade, bulimia ou anorexia, e principalmente menosprezo por si.

Um ponto interessante que vale a pena falar é a questão do sentido em que gira. Nos Homens gira em sentido Horário e nas Mulheres gira em sentido contrário. Esse é o motivo que faz com que as mulheres sejam o contrário dos homens na maior parte das vezes. O Chakra girando em sentido Horário mostra que ele flui melhor, não que para o contrário como acontece na mulher seja melhor ou pior. Simplesmente flui melhor. Um exemplo: a sexualidade é muito mais desenvolvida nos Homens que nas mulheres, não tratando de procriação, e sim do desequilíbrio sexual, sexo sem importância.

Como Equilibrar este Chakra?

Meditação:

Posicionar-se preferencialmente em posição de Lotus com o Muladhara Chakra aterrada ao chão. Também é aconselhável escorar em uma arvore, ligando todos os Chakras aos da Árvore, descarregando assim as energias ruins e absorvendo energias purificadas pela Terra.Pare seus pensamentos por alguns minutos. Ou se não conseguir pela aflição e ansiedade, ponha-se em estado meditativo em silêncio absoluto. Respire profundamente, sentindo o ar encher os Pulmões, toda a entrada do Oxigênio e a saída do Gás Carbônico pela boca.Quando sentir que está suficientemente calmo visualize uma Luz Cósmica descendo do Universo, atingindo a atmosfera terrestre, aproximando do continente, do País, estado e finalmente onde você está. Esta Luz encontra diretamente este Cristal, que faz com que ele potencialize mais ainda essa Energia Cósmica mirando exatamente o seu Chakra Raiz, que vai se reorganizando naturalmente com o decorrer da meditação. Quando você sentir que é o suficiente, visualize a Luz voltando para o espaço da mesma forma que veio. Repita esse rito quantas vezes necessitar.

Resumindo…

Em estado de equilíbrio

Se você se sentir centrado e ligado à terra, com  uma sensação de pertença ao mundo, é muito provável que o seu chakra raiz esteja em estado de pleno equilíbrio. Com este chakra equilibrado você confia em si mesmo, e confia nos outros. Você é independente, você se sente vivo, e equilibrado.

Em estado de hiperatividade

 Quando este chakra está hiperativo, você tende a ser mandão e dominador para com os outros, e ter um grande ego. Você será tomado por sentimentos de ganância e violência, e agirá de forma astuciosa e egoísta.

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Em estado enfraquecido

Se você tiver o chakra raiz enfraquecido, você não se sentirá amado(a) e se sentirá sexualmente inadequado(a). Sua vontade e ambição serão fracos, e você não consegue alcançar os seus objetivos. A frustração e o medo o tomarão, sentirá que não pertence a coisa nenhuma. Você será tímido, inseguro, se sentirá incapaz.

Cura reiki para o chakra da raiz

 Os praticantes de reiki podem ter sua própria técnica para equilibrar o chakra da raiz, este é apenas um dos métodos que muitos acham eficaz.
  • Relaxe confortávelmente;
  • Ative o fluxo de Reiki;
  • Coloque as suas mãos no chakra da raiz;
  • Visualize um rio de energia passando para baixo a partir das palmas das suas mãos e a transformar-se numa bola vermelha brilhante se transformando rapidamente. Direcione os seus pensamentos para essa bola de energia que está a enviar:
  • Você pode se sentir um pouco de calor a espalhar-se pelo seu corpo à medida que o chakra for ficando limpo;
  • Podem ser usadas pedras preciosas tais como, rubis, granadas e jaspe vermelho.Posicione um cristal à aproximadamente 10 cm da localidade do ponto inicial do Chakra. Este cristal pode ser um Quartzo Rosa, Ametista, Obsidiana, Quartzo fumê, Rubi e Turmalina Preta ou Pedras em tons avermelhados.

Root Chakra Stones

Medidas a tomar para limpar o chakra da raiz

  •  Pense vermelho, o chakra raiz está relacionado com a cor vermelha, visualizar uma chama vermelha brilhando intensamente na base de sua espinha pode ajudar a limpar o chakra raiz. Você pode começar com uma meditação visualizando a chama vermelha na base do seu coxis  e imagine a luz estendendo-se para as pernas e pés e enterrando-se no solo;
  • Cante e dance, dançar e cantar com a porta fechada, e sem se preocupar com o mundo exterior, pode ajudá-lo a expressar a sua liberdade e, portanto, limpar o seu chakra raiz. Cantar também ajuda a limpar o chakra da garganta;
  • Tome um banho ou ducha, expresse o seu amor por si mesmo, limpando e purificando o seu corpo com um bom banho quente. Esta é uma excelente maneira de limpar o seu chakra da raiz;
  • Caminhar, dar um passeio com sua mente focada em cada passo que você dá ao tocar no solo fomentará a sua conexão com a terra, isto também irá ajudar a limpar o chakra raiz;
  • Abrace uma árvore, você pode abraçar uma árvore, que forma melhor existe de entrar em contacto com a terra, senão por intermédio das raízes?;
  • Ande descalço, ao andar descalço será mais uma forma de estar em contato e sentir a terra.

Veja também como testar e curar os  chakras restantes,  clique nas imagens:

 

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Visão pessoal…

È importante sempre frisar que o estudos dos Chakras é uma parte importante do corpo físico, e nesta mudança de paradigmas da Transição Planetária, é fato que temos de estudar este assunto com afinco para poder compreender nosso mecanismo biológico.Todo Ser Animal possui órgãos vitais para o funcionamento de sua vida normal. Cada órgão é responsável por uma determinada função em nosso corpo. O Cérebro por sua comunicação com todas as partes do corpo, o coração pelo seu bombeamento de sangue, enfim, cada um com suas respectivas funções.Em nosso corpo Espiritual ou Corpo Etérico, possuímos também tais órgãos vitais, porém com algumas diferenças. Nosso espírito é parte da Centelha Divina, ou seja, é parte da mesma luz que provém de Deus. Somos luzes que parte do mesmo princípio Universal – o Amor. Como somos luzes, não possuímos órgãos assim como no corpo material, porém de forma totalmente diferente, pois não temos a necessidade, no plano espiritual, que temos em nosso corpo. Temos pontos de energia que brilham com sua potência e necessidade. Os fluído que temos materialmente chamamos de Veias Arteriais. No Espírito, chamados de Fluídos de Energia Cósmica Vital ou Chakras.Os Chakras realizam o trabalho de fazer a Energia Fluir dentro de nós e fora. É o responsável pela distribuição de energia recebida ou emanada.Eles,os do corpo material,  são 7 ,Básicos ou Vitais, que são localizados em forma vertical no nosso corpo etérico, contornando com sua energia todos os pontos vitais do corpo material….. 7 pontos de um perfeito equilíbrio energético desde o primeiro até o último, que torna a ser o primeiro retornando ao inicio o transformando em último novamente, assim constantemente. Tem a forma de uma serpente enrolada a nossa Espinha Cervical. …O Equilíbrio dos Chakras dependem em sua maior importância da conduta da pessoa. Caso o contrário, sua vivência na terra é conturbada de atos viciosos, manias negativas, atos vertiginosos, causa o desregulamento dos chakras, desalinhando todo o resto de sua Espiral.Por exemplo, uma pessoa que passa todo o seu tempo preocupado com o seu status social, faz sempre o possível para estar a frente de todas as coisas que acontecem ao seu redor, estes, causam danos ao seu 3º chakra, faz com que sua energia Solar – Luz amarela- flua mais que qualquer outra em seu corpo, ofuscando seus outros pontos vitais, causando seu desregulamento.Este desequilíbrio não é causado só pela aceleração deste ou de outro ponto, mas também com o não uso de certas atividades. Exemplo: 5º Chakra, Laríngio responsável pela Comunicação. Seu desregulamento pode ser causado por seus desequilíbrios na fala mais ou menos. Pessoas que não tem o hábito geralmente de ouvir as outras, falam desenfreadamente sem noção das coisas em que estão sendo ditas, “falar por falar”. Este é um dos males que podem agravar o 5º Chakra, assim como também o contrário; pessoas que são muito retraídas ocasionam o mesmo desequilíbrio, porém de forma diferente. O Fluído do Chakra precisa estar sempre em uma constância de fluxo. Meio termo para todos, nem mais nem menos.O fluxo vibracional dos chakras, são rotacionais, ou seja, o ponto de energia cósmica parte do interior do ponto e atravessa o corpo etérico para os dois lados, para sua frente e costas. Cada um com sua fluidez.Há diferença desse fluxo entre homens e mulheres. Para ocasionar mais equilíbrio na fertilidade natural do humano. No homem o Chakra Básico gira sentido Horário partindo da esquerda e girando para a direita. Nas Mulheres este chakras giram para o lado contrário. É um casamento energético perfeito. As aspirais no primeiro chakra são miradas para baixo, do homem e da mulher formam uma vértice de energia contrária, nunca se conflitando, causando uma dança espetacular, assim como no sétimo, subindo para o  espaço infinito….

Inspiração….

Vida Lusa-Reiki,Saúde Tecnologia e Informação

Monicavox

Recomendo…

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Brian Greene- O Universo Elegante-A Realidade Oculta-O Mundo em Cordas-

1

“Escrevi “O Universo Elegante”, com o objetivo de tornar acessível a uma ampla faixa de leitores, especialmente aos que não conhecem física e matemática, o notável fluxo de idéias que compõe a vanguarda da física atual. Nas conferências que tenho feito nos últimos anos sobre a teoria das supercordas, percebi no público um vivo desejo de conhecer o que dizem as pesquisas atuais sobre as leis fundamentais do universo, de como essas leis requerem um gigantesco esforço de reestruturação dos nossos conceitos a respeito do cosmos e dos desafios que terão de ser enfrentados na busca da teoria definitiva. Espero que os dois elementos que constituem este livro — a explicação das principais conquistas da física desde Einstein e Heisenberg e o relato de como as suas descobertas vieram a florescer com vigor nos avanços radicais da nossa época — venham a satisfazer e enriquecer essa curiosidade.”~Brian Greene

 Nasceu em Nova York, em 1963. Graduou-se em física na Universidade Harvard e obteve seu doutorado em Oxford com uma tese sobre a teoria das cordas. Foi professor da Universidade Cornell entre 1990 e 1996 e atualmente leciona na Universidade Columbia, onde é co-diretor do Institute for String, Cosmology and Astroparticle Physics (ISCAP).Brian Greene é um dos mais consagrados estudiosos da formação, evolução, estrutura e destino do cosmo. Em O tecido do cosmo, após familiarizar os leitores com os conceitos básicos sobre a estrutura e a evolução do universo, o jovem professor da Universidade Columbia descreve os últimos desenvolvimentos da cosmologia e as teorias mais avançadas sobre o assunto. Em linguagem clara e didática, sem recorrer a equações e fórmulas complicadas, o Dr Greene centraliza a sua análise na teoria das supercordas, na qual hoje se concentram as melhores esperanças de que cheguemos, ainda no transcurso de nossas vidas, a um entendimento verdadeiramente profundo da natureza dos componentes básicos do universo e de sua relação com o espaço e o tempo.
O seu primeiro livro, O universo elegante,  foi indicado ao prêmio Pulitzer e tornou-se um clássico da cosmologia moderna.O físico possui outras três publicações: O tecido do cosmo, a novela de ficção científica(vídeo abaixo-documentário imperdível legendado) Icarus at the Edge of Time e o livro A realidade oculta, que foi lançado no Brasil em 2012. Nesse livro mais recente, Greene descreve, com linguagem e enfoque que agradam leigos e especialistas, nove versões diferentes de universos paralelos que surgiram a partir de investigações matemáticas.
Sobre a obra, o jornal The New York Times destacou que o livro seria a melhor indicação no caso de extraterrestres que chegassem ao planeta e quisessem conhecer mais sobre a mente humana. Em entrevista à revista Veja, ele afirmou: “Se existe uma lição que a física nos ensinou no último século é não acreditar na intuição. Se os homens e mulheres que desenvolveram a mecânica quântica nos anos 1920 e 1930 tivessem seguido a intuição, não teriam saído do lugar”. O norte-americano é ainda cofundador e presidente do World Science Festival, um evento anual que reúne em média mais de 100 mil pessoas, com a intenção 8 9 de divulgar as novidades do mundo científico e engajar crianças e jovens. Frequentemente, Greene é convidado de programas de tevê nos Estados Unidos, como o do apresentador David Letterman. Também fez uma aparição especial na série The Big Bang Theory (episódio The herb garden contamination). Vegano, Greene mora numa antiga fazenda em Nova York, local que espera transformar em abrigo para animais abandonados.
4“Se formos de acordo com nossos sentidos, acreditaremos que o tempo é universal, que o relógio gira da mesma forma para todos. Sabemos que isso não é verdade. Cada um de nós tem seu relógio e este gira com uma taxa que é dependente do movimento e da gravidade de cada um. É grande a lista das coisas que nos levam a sermos enganados por nossos sentidos quando os usamos para compreender o mundo.” “O que aprendemos nos últimos 300 ou 400 anos, desde os tempos de Isaac Newton, quando seu foco era na física que você podia ver nos objetos em movimento, o movimento da lua em equações matemáticas que ainda carregam o nome dele, foi a física que podemos enxergar. Desde então, temos saltado daquele ponto de partida para descrever a física do que não conseguimos enxergar. É tudo parte da narrativa que vai além da experiência cotidiana e que tenta levantar o véu e reimaginar como o mundo funciona.” “Elas (as supercordas) surgiram como uma nova e fundamental entidade, a base para tudo o que existe no universo. Já faz algum tempo que conhecemos os átomos e também as partículas subatômicas, como os elétrons, que giram ao redor dos núcleos, e os prótons, que inte – gram o núcleo dos átomos. Conhecemos também algumas partículas subnucleares, como os quarks, que habitam os nêutrons e os prótons. Mas é aí que o conhecimento convencional empaca. A teoria das supercordas diz que existe algo menor e mais fundamental: dentro dos quarks, da mais ínfima partícula subatômica, existe um filamento de energia que vibra como as cordas de um violino. E são os diferentes padrões de vibração dessas cordas que determinam a natureza de diferentes tipos de subpartículas. Isso permitiria unificar a teoria geral da relatividade com a mecânica quântica.” “Há algum tempo, a palavra universo significava tudo o que existe. Contudo, descobrimos nas últimas décadas que o que pensávamos que era esse todo, na verdade, pode ser uma pequena parte de uma realidade maior, um cosmo maior. O reino que pensávamos ser ‘tudo’ seria apenas um de vários reinos, cada um deles podendo ser considerado um universo em si mesmo.Se existe uma lição que a física nos ensinou no último século é não acreditar na intuição. Se os homens e mulheres que desenvolveram a mecânica quântica nos anos 1920 e 1930 tivessem seguido a intuição, não teriam saído do lugar. Eles publicaram estudos dizendo claramente que os resultados alcançados eram ‘loucura’. Nossa experiência é baseada naquilo que conseguimos ver, tocar e sentir. Entender o funcionamento de elétrons ou investigar a existência de outros universos não nos dá vantagem de sobrevivência. É por isso que a nossa intuição não nos ajuda nesses casos.”-Dr Brian Greene.
-Alguns comentários sobre o trabalho do Dr Greene;

“Brian Greene é o novo Stephen Hawking.” – The Times

“A melhor explicação sobre os fundamentos do universo.” – Science

“Greene nos leva aos limites do espaço e do tempo.” – The Guardian

O Universo elegante: Supercordas, dimensões ocultas e a busca da teoria definitiva~ por Brian Greene

O movimento através do espaço é um conceito que aprendemos cedo na vida. Embora muitas vezes não pensemos nas coisas nestes termos, sabemos que nós, os nossos amigos e os nossos pertences também se movem através do tempo. Basta olhar para um relógio, mesmo que estejamos quietos vendo televisão, para verificar que a leitura do relógio muda constantemente, “movendo-se para a frente no tempo”. Nós, e tudo o que está à nossa volta, envelhecemos e passamos inevitávelmente de um momento do tempo para o seguinte. Com efeito, o matemático Hermann Minkowski, e em última análise o próprio Einstein, sustentaram que o tempo poderia ser visto como uma outra dimensão do universo — a quarta dimensão —, em alguns aspectos muito similar às três dimensões espaciais em que nos encontramos imersos. Ainda que pareça abstrata, a noção do tempo como dimensão é concreta. Quando marcamos um encontro com alguém, dizemos o lugar do “espaço” em que queremos nos encontrar — por exemplo, no nono andar do edifício que fica na esquina da rua 53 com a Sétima Avenida. Aqui há três informações (nono andar, rua 53 e Sétima Avenida) que se referem às três dimensões espaciais do universo. Igualmente importante é a especificação de quando esperamos que o encontro se realize — por exemplo, às três horas da tarde. Essa informação nos diz em que lugar “do tempo” o encontro ocorrerá.

A especificação dos eventos se dá, portanto, com quatro informações: três para o espaço e uma para o tempo. Diz-se que esses dados especificam a localização do evento no espaço e no tempo, ou, abreviadamente, no espaço-tempo. Nesse sentido, o tempo é uma dimensão. Se podemos dizer que o espaço e o tempo são simples exemplos de dimensões diferentes, será então possível falar da velocidade de um objeto no tempo, assim como falamos da velocidade no espaço? Sim, podemos.

Uma boa pista a esse respeito provém de uma informação que já temos. Quando um objeto se move através do espaço com relação a nós, o seu relógio anda devagar em comparação com o nosso. Ou seja, a velocidade do seu movimento através do espaço se reduz. Aqui está o salto: Einstein proclamou que todos os objetos do universo estão sempre viajando através do espaço-tempo a uma velocidade fixa — a velocidade da luz. Essa é uma idéia estranha; estamos acostumados à noção de que os objetos viajam a velocidades consideravelmente menores que a da luz.

6Repetidas vezes salientamos que essa é a razão por que os efeitos relativísticos são tão incomuns no dia-a-dia. Tudo isso é verdade. Aqui estamos falando da velocidade de um objeto combinada através das quatro dimensões — três espaciais e uma temporal —, e é a velocidade do objeto nesse sentido generalizado que é igual à da luz. Para facilitar a compreensão e ressaltar a importância desse ponto, notemos que, tal como no caso do carro de velocidade constante, que discutimos anteriormente, essa velocidade constante distribui-se entre as diferentes dimensões — ou seja, as diferentes dimensões do espaço e também a do tempo. 

Se um objeto está em repouso (com relação a nós) e conseqüentemente não se move através do espaço, então, tal como aconteceu nos primeiros testes realizados com o carro, a totalidade do seu movimento é usada para viajar através de uma única dimensão — nesse caso, a dimensão do tempo. Além disso, todos os objetos que estão em repouso com relação a nós e também com relação aos outros objetos movem-se através do tempo — envelhecem — exatamente no mesmo ritmo, ou à mesma velocidade.

Contudo, se um objeto se move através do espaço, isso significa que uma parte do seu movimento anterior através do tempo tem de ser redistribuída. Tal como o carro, que nos últimos testes viajava em uma linha inclinada, a repartição do movimento entre as diferentes dimensões implica que o objeto viajará mais devagar através do tempo do que os objetos estacionários, uma vez que uma parte do seu movimento está sendo usada na viagem através do espaço. Ou seja, o relógio desse objeto anda mais devagar se ele se move através do espaço. Isso é exatamente o que havíamos concluído antes. Vemos agora que o tempo passa mais devagar quando um objeto se move com relação a nós porque isso converte uma parte do seu movimento através do tempo em movimento através do espaço. 

Assim, a velocidade de um objeto através do espaço é simplesmente um reflexo da proporção em que esse movimento através do tempo é desviado.  Vemos também que esse esquema incorpora automaticamente o fato de que há um limite para a velocidade espacial de um objeto: a velocidade máxima através do espaço só pode ocorrer se a totalidade do movimento de um objeto através do tempo for convertida em movimento espacial. Isso ocorre quando a totalidade do movimento à velocidade da luz, que anteriormente se dava no tempo, converte-se em movimento à velocidade da luz no espaço. Se um objeto converter a totalidade do seu movimento à velocidade da luz através do tempo em movimento espacial, ele — e qualquer outro objeto — alcançará a máxima velocidade espacial possível. Isso é o que ocorreria, em termos das dimensões espaciais, se o nosso carro percorresse a pista exatamente no sentido Norte-Sul. Nesse caso, não lhe sobraria nenhuma velocidade para o movimento no sentido Leste-Oeste; do mesmo modo, um objeto que viaje à velocidade da luz através do espaço não terá nenhuma velocidade disponível para o movimento através do tempo. 

Portanto, a luz não envelhece; um fóton proveniente do big-bang tem hoje a mesma idade que tinha então. À velocidade da luz, o tempo não passa.

E QUANTO A E=MC2?

Embora Einstein não tenha defendido o nome de “relatividade” para a sua teoria (sugerindo, em vez disso, o nome de teoria da “invariância”, para refletir, entre outras coisas, o caráter imutável da velocidade da luz), o significado do termo ficou claro. A obra de Einstein mostrou que conceitos como os de espaço e tempo, que antes pareciam ser separados e absolutos, são, na verdade, entrelaçados e relativos. Surpreendentemente, Einstein mostrou também que outras propriedades físicas do mundo são também entrelaçadas.

A sua equação mais famosa constitui um dos exemplos mais importantes. Nela, Einstein afirmou que a energia (E) de um objeto e a sua massa (m) não são conceitos independentes; podemos determinar a energia se conhecermos a massa (multiplicando a massa duas vezes pela velocidade da luz, c2) e podemos determinar a massa se conhecermos a energia (dividindo a energia duas vezes pela velocidade da luz). 

Em outras palavras, a energia e a massa — como dólares e francos — são moedas passíveis de conversão. Ao contrário do que acontece com o dinheiro, no entanto, a taxa de câmbio, que é o quadrado da velocidade da luz, é fixa e eterna. Como essa taxa é tão grande (c2 é um número grande), uma pequena massa produz uma enorme quantidade de energia. O mundo conheceu o poder devastador resultante da conversão de menos de dez gramas de urânio em energia em Hiroshima; um dia, por meio de usinas de fusão, poderemos usar produtivamente a fórmula de Einstein para satisfazer a demanda mundial de energia com o nosso inesgotável suprimento de água do mar. Do ponto de vista dos conceitos ressaltados anteriormente, a equação de Einstein nos dá a explicação mais completa do fato crucial de que nada pode viajar mais rápido do que a luz. Você pode ter pensado, por exemplo, por que razão não se pode tomar um objeto, digamos um múon, que um acelerador de partículas tenha levado a 99,5 por cento da velocidade da luz e “empurrá-lo um pouquinho mais”, até 99,9 por cento da velocidade da luz, e então “empurrá-lo mais ainda”, impelindo-o a atravessar a barreira da velocidade da luz. A fórmula de Einstein explica por que esses esforços nunca terão êxito. Quanto mais rápidamente um objeto se mover, mais energia ele terá, e pela fórmula de Einstein vemos que quanto mais energia um objeto tiver, maior será a sua massa. Um múon que viaje a 99,9 por cento da velocidade da luz, por exemplo, pesa muito mais que outro estacionário. Com efeito, pesa cerca de 22 vezes mais — literalmente. (As massas apontadas na tabela 1.1 referem-se a partículas em repouso.) Mas quanto maior for a massa de um objeto, mais difícil será aumentar a sua energia. Empurrar uma criança em um carrinho de bebê é uma coisa e empurrar um caminhão de seis eixos é outra muito diferente. Assim, quanto mais depressa se mover o múon, mais difícil será aumentar ainda mais a sua velocidade. A 99,999 por cento da velocidade da luz a massa do múon estará multiplicada por 224; a 99,99999999 por cento da velocidade da luz, estará multiplicada por 70 mil. Como a massa do múon cresce sem limites à medida que a sua velocidade se aproxima da velocidade da luz, seria necessário um empurrão com uma quantidade infinita de energia para que ele alcançasse ou ultrapassasse a barreira da velocidade da luz. Isso, evidentemente, é impossível e, por conseguinte, absolutamente nada pode viajar a uma velocidade maior do que a da luz.

Como veremos adiante, essa conclusão planta a semente do segundo maior conflito que a física enfrentou no século passado e em última análise sela a sorte de outra teoria querida e venerada — a teoria da gravitação universal, de Newton.

1O PRINCIPIO DA RELATIVIDADE

O princípio da relatividade resulta de um fato simples: sempre que discutimos a velocidade e a direção do movimento de um objeto, temos de especificar com precisão quem está fazendo a medição. Pode-se compreender facilmente o significado e a importância dessa afirmação examinando a seguinte situação. Suponha que João, vestido com um traje espacial que tem um pisca-pisca de luz vermelha, está flutuando na escuridão absoluta do espaço completamente vazio, longe de qualquer planeta, estrela ou galáxia. De sua perspectiva, ele está completamente estacionário, circundado pela escuridão silenciosa e uniforme do cosmos. Bem ao longe, João percebe uma luzinha verde que pisca e que parece aproximar-se. Por fim, ela chega suficientemente perto para que ele veja que a luz provém de um traje espacial de uma outra astronauta, Maria, que flutua lentamente. Ao passar, ela lhe acena, João também acena, e pouco a pouco ela volta a desaparecer na distância. Essa história pode ser contada com a mesma validade da perspectiva de Maria. Começa do mesmo modo, com Maria completamente só na escuridão imensa e silenciosa do espaço exterior. A distância ela percebe uma luzinha vermelha que pisca e que parece aproximar-se. Por fim, chega suficientemente perto para que Maria veja que a luz provém de um traje espacial de um outro astronauta, João, que flutua lentamente. Ao passar, ele lhe acena, Maria também acena, e pouco a pouco ele volta a desaparecer na distância. As duas histórias descrevem a mesma situação de dois pontos de vista distintos, mas igualmente válidos. Cada um dos observadores sente-se estacionário e percebe o outro em movimento. Ambas as perspectivas são compreensíveis e justificáveis. Como há simetria entre os dois astronautas, é impossível dizer, e por razões bem fundamentais, que uma perspectiva esteja “certa” e a outra “errada”. Ambas têm o mesmo direito a se proclamar verdadeiras. Esse exemplo capta o significado do princípio da relatividade: o conceito de movimento é relativo. Só podemos falar do movimento de um objeto se o relacionarmos com outro objeto. Portanto, a afirmação “João está viajando a dez quilômetros por hora” não tem nenhum significado se não especificarmos um outro objeto para fazer a comparação. Já a afirmação “João está passando por Maria a dez quilômetros por hora” tem significado porque especificamos Maria como referência. Como o nosso exemplo ilustrou, essa última afirmação é inteiramente igual à de que “Maria está passando por João a dez quilômetros por hora (na direção oposta)”. Em outras palavras, não existe uma noção “absoluta” de movimento. O movimento é relativo. Um elemento-chave nessa história é que nem João nem Maria estão sendo puxados ou empurrados nem sofrem a ação de qualquer outra força ou influência capaz de interferir em seu sereno estado de movimento, livre de forças e a velocidade constante. Assim, podemos fazer a afirmação mais precisa de que o movimento livre de forças só tem significado em comparação com outros objetos. Esse é um esclarecimento importante porque, havendo o envolvimento de forças, ocorrem mudanças no movimento dos observadores — mudanças na velocidade e/ou na direção do movimento — e essas mudanças podem ser sentidas. Por exemplo, se João estivesse usando um jato às costas, ao acioná-lo ele experimentaria claramente a sensação de movimento. Essa sensação é intrínseca. Se o jato é acionado João sabe que está em movimento, mesmo com os olhos fechados, e por isso não pode fazer comparações com outros objetos. Mesmo sem essas comparações, ele já não poderia atribuir-se um estado estacionário enquanto “o resto do mundo passa à sua frente”.

LOUCURA QUÂNTICA~Por Brian Greene

Você já deve ter uma idéia de como o mundo é diferente quando visto com os olhos da mecânica quântica. Se ainda não caiu vítima da tontura sentenciada por Bohr, com a loucura quântica que vamos discutir agora, você vai ficar pelo menos um pouquinho delirante. É mais difícil aceitar intimamente a mecânica quântica — imaginar-se e pensar em si mesmo como uma minipessoa, nascida e criada no reino microscópico — do que as teorias da relatividade. Mas existe um aspecto da teoria que pode funcionar como guia para a sua intuição, um princípio cardeal, que distingue fundamentalmente a mecânica quântica do pensamento clássico. É o princípio da incerteza, descoberto pelo físico alemão Werner Heisenberg em 1927. O princípio decorre de uma objeção que já pode ter lhe ocorrido. Observamos que o ato de determinar a fenda pela qual passa cada elétron (a sua posição) afeta necessariamente o seu movimento subseqüente (a sua velocidade). Mas se é possível fazer contato com uma pessoa dando-lhe um expressivo tapa nas costas ou tocando-a suavemente, por que então não poderíamos determinar a posição do elétron com fontes de luz cada vez mais suaves, de modo a produzir conseqüências cada vez menores sobre o seu movimento? Do ponto de vista da física do século XIX, isso seria possível. Usando fontes de luz cada vez mais fracas (e detectores de luz cada vez mais sensíveis) podemos produzir um impacto mínimo sobre o movimento do elétron. Mas a própria mecânica quântica identifica um erro nesse raciocínio.

Ao reduzirmos a intensidade da fonte de luz, sabemos que estamos reduzindo o número de fótons que ela emite. Quando chegamos ao ponto em que os fótons estão sendo emitidos um a um, não podemos mais reduzir a intensidade da luz: teríamos de apagá-la. Existe um limite básico, imposto pela mecânica quântica, à “suavidade” da nossa intervenção. E portanto haverá sempre um efeito mínimo sobre a velocidade do elétron, causado pelo nosso ato de determinar a sua posição. Bem, é quase assim.

A lei de Planck diz que a energia de um fóton é proporcional à sua freqüência (e inversamente proporcional ao seu comprimento de onda). Utilizando luz de freqüências cada vez mais baixas (comprimentos de onda cada vez maiores), podemos produzir fótons cada vez mais suaves. Mas aqui está a questão.

Quando lançamos uma onda sobre um objeto, a informação que recebemos só nos permite determinar a posição do objeto dentro de uma margem de erro igual ao comprimento da onda lançada. Para uma percepção intuitiva desse fato importante, imagine que você esteja tentando determinar a localização de uma grande rocha ligeiramente submersa, observando a maneira como ela afeta as ondas do mar. Antes de chegar à pedra, as ondas compõem uma bela sucessão de ciclos ordenados. Ao passarem pela rocha, esses ciclos se distorcem — e com isso dão o sinal da presença da rocha submersa. Mas, assim como os traços de uma régua, os ciclos das ondas configuram a sua unidade de medida, marcando os intervalos do movimento das ondas, de modo que, concentrando-nos no exame da maneira como os ciclos se desorganizam, nós só conseguimos determinar a localização da rocha com uma margem de erro igual ao comprimento do ciclo das ondas, ou seja, o comprimento de onda das ondas, que, no caso, corresponde ao intervalo entre elas. No caso da luz, os fótons constituem, por assim dizer, os ciclos das ondas (sendo que a altura dos ciclos é determinada pelo número de fótons); o fóton, por conseguinte, só pode ser usado para indicar a localização de um objeto com uma margem de erro igual a um comprimento de onda.

Portanto, estamos diante de um número de equilibrismo da mecânica quântica. Se usarmos luz de freqüência alta (comprimento de onda curto), poderemos localizar um elétron com maior precisão. Mas os fótons de freqüência alta têm muita energia e por isso afetam fortemente a velocidade do elétron. Se usarmos luz de freqüência baixa (comprimento de onda longo), minimizaremos o impacto sobre o movimento do elétron, uma vez que os fótons têm energia comparativamente baixa, mas com isso sacrificaremos a precisão na determinação da posição do elétron. Heisenberg quantificou esse jogo e encontrou uma relação matemática entre a precisão com que se pode medir a posição do elétron e a precisão com que se pode medir a sua velocidade.

Ele verificou — em concordância com a nossa discussão — que uma é inversamente proporcional à outra: quanto maior for a precisão na determinação da posição, tanto maior será, necessariamente, a imprecisão na determinação da velocidade, e viceversa. E o que é mais importante: embora a nossa discussão tenha se relacionado com o caso particular da determinação do paradeiro de um elétron, Heisenberg demonstrou que esse intercâmbio entre a precisão da medida da posição e a de velocidade é um fato fundamental, que se mantém qualquer que seja o equipamento usado ou o procedimento empregado.

Ao contrário dos esquemas de Newton e mesmo de Einstein, em que se descreve o movimento de uma partícula pelo registro de sua posição e sua velocidade, a mecânica quântica mostra que no nível microscópico não se pode saber jamais ambas as coisas com precisão total. Além disso, quanto maior for a precisão com relação a uma, tanto maior será a imprecisão com relação à outra. E embora tenhamos exemplificado esse fato com elétrons, ele se aplica diretamente a todos os componentes da natureza.

A SINFONIA CÓSMICA- Pura música: a essência da teoria das supercordas~Por Brian Greene

Históricamente a música tem propiciado as melhores metáforas para quem quer entender as coisas cósmicas. Desde o tempo da “música das esferas”, de Pitágoras, até as “harmonias da natureza”, que orientam a pesquisa científica ao longo dos séculos, sempre nos sentimos coletivamente atraídos pela música da natureza e procuramos ouvi-la nos elegantes movimentos dos corpos celestes, assim como nas desenfreadas variações das partículas subatômicas. Com a descoberta da teoria das supercordas, as metáforas musicais assumem uma surpreendente realidade, uma vez que a teoria sugere que a paisagem microscópica está repleta de cordas mínimas, cujas vibrações orquestram a evolução do cosmos. Os ventos da mudança, de acordo com a teoria das supercordas, sopram através de um universo eólico. Em comparação, o modelo-padrão vê os componentes elementares do universo como pontos, destituídos de estrutura interna. Por mais positivo que seja esse enfoque (e já mencionamos que praticamente todas as previsões a respeito do microcosmos feitas pelo modelo-padrão foram verificadas até um bilionésimo de bilionésimo de metro, que é o limite da tecnologia atual), o modelo-padrão simplesmente não pode ser a teoria final e completa porque não inclui a gravidade. Além disso, as tentativas de incorporar a gravidade ao esquema da mecânica quântica fracassaram devido às flutuações violentas do tecido espacial que surgem nas escalas ultramicroscópicas — ou seja, a distâncias menores que a distância de PlanckEsse conflito não resolvido engendrou pesquisas que levaram a um entendimento ainda mais profundo da natureza.

Em 1984, os físicos Michael Green, então no Queen Mary College, John Schwartz, do Califórnia Institute of Technology, produziram os primeiros resultados convincentes de que a teoria das supercordas (ou mais simplesmente teoria das cordas) bem poderia propiciar esse entendimento. A teoria das cordas proporciona uma mudança profunda e renovadora na nossa maneira de sondar teoricamente as propriedades ultramicroscópicas do universo — mudança essa que, como aos poucos foi se vendo, altera a relatividade geral de Einstein de maneira tal que a torna integralmente compatível com as leis da mecânica quântica. De acordo com a teoria das cordas, os componentes elementares do universo não são partículas puntiformes. Em vez disso, são mínimos filamentos unidimensionais, como elásticos infinitamente finos, que vibram sem cessar. Mas não se deixe enganar pelo nome: ao contrário de uma corda comum, composta por moléculas e átomos, as cordas da teoria das cordas habitam o mais profundo do coração da matéria. A proposta da teoria é que as cordas são ingredientes ultramicroscópicos que formam as partículas que, por sua vez, compõem os átomos. As cordas da teoria das cordas são tão pequenas — elas têm em média o comprimento da distância de Planck — que parecem ser pontos, mesmo quando observadas com os nossos melhores instrumentos. Contudo, a substituição das partículas puntiformes por filamentos de corda como os componentes fundamentais de todas as coisas tem amplas conseqüências. Em primeiríssimo lugar, parece que a teoria das cordas é capaz de resolver o conflito entre a relatividade geral e a mecânica quântica. Como veremos, a extensão espacial da corda é o elemento novo e crucial que permite que um esquema harmônico único incorpore ambas as teorias. Em segundo lugar, a teoria das cordas oferece uma teoria verdadeiramente unificada, uma vez que propõe que toda a matéria e todas as forças provêm de um único componente básico: cordas oscilantes. Finalmente, como veremos nos próximos capítulos, além dessas conquistas notáveis, a teoria das cordas modifica, mais uma vez e de maneira radical, o nosso entendimento do espaço-tempo.

UMA BREVE HISTÓRIA DA TEORIA DAS CORDAS

Em 1968, um jovem físico teórico de nome Gabriele Veneziano estava empenhado em descobrir o sentido de algumas propriedades da força nuclear forte que haviam sido observadas experimentalmente. Veneziano, então um pesquisador no CERN, o laboratório do acelerador de partículas da Europa, localizado em Genebra, Suíça, já havia trabalhado em certos aspectos desse problema por alguns anos, até que um dia deparou com uma revelação notável. Para sua grande surpresa, ele viu que uma fórmula hermética imaginada duzentos anos antes pelo famoso matemático suíço Leonhard Euler com finalidades puramente matemáticas — a chamada função beta de Euler — parecia descrever de um só golpe numerosas propriedades das partículas que a força forte põe em interação. A observação de Veneziano pôs um potente instrumento matemático à disposição da análise de diversos aspectos da força forte e desencadeou um intenso fluxo de pesquisas que usavam a função beta de Euler e várias de suas generalizações para descrever a pletora de dados que os aceleradores de partículas estavam produzindo no mundo inteiro. Em um certo sentido, no entanto, a formulação de Veneziano era incompleta. A função beta era como as fórmulas memorizadas pêlos alunos que não conhecem nem o seu significado nem a sua justificativa: ninguém sabia por que ela funcionava. Era uma fórmula à procura de uma explicação. Isso mudou em 1970, quando os trabalhos de Yoichiro Nambu, da Universidade de Chicago, Holger Nielsen, do Instituto Nieis Bohr, e Leonard Sussekind, da Universidade de Stanford, revelaram a doutrina física que se ocultava sob a fórmula de Euler. Eles demonstraram que se as partículas elementares fossem concebidas como pequenas cordas vibrantes e unidimensionais, as suas interações nucleares poderiam ser descritas exatamente pela função de Euler. Se as cordas fossem suficientemente pequenas, disseram, elas continuariam a parecer partículas puntiformes e poderiam, assim, ser compatíveis com as observações experimentais. Apesar de fornecer uma teoria simples e agradável à intuição, a descrição da força forte em termos de cordas não tardou muito em apresentar falhas. Nos anos seguintes, experiências de alta energia, capazes de explorar o mundo subatômico em maior profundidade, mostraram que várias das previsões feitas pelo modelo não correspondiam aos fatos observados.

Ao mesmo tempo, desenvolvia-se a cromodinâmica quântica, a teoria quântica de campo das partículas puntiformes, e o seu enorme êxito em descrever a força forte levou ao abandono da teoria das cordas. Enquanto a maior parte dos físicos de partículas pensava que a teoria das cordas havia sido relegada à lata de lixo da ciência, alguns dedicados pesquisadores continuavam a ocupar-se dela. Schwarz, por exemplo, considerou que “a estrutura matemática da teoria das cordas era tão bonita e tinha tantas propriedades miraculosas que isso não podia deixar de indicar algo profundo”. Um dos problemas encontrados na teoria das cordas era o seu aparente excesso de riqueza. A teoria continha configurações de cordas vibrantes com propriedades semelhantes às dos glúons, o que justificava a sua pretensão inicial de ser uma teoria da força forte. Mas além disso ela continha outras partículas de tipo mensageiro, que não pareciam ter qualquer relevância para as observações experimentais da força forte. Em 1974, Schwarz e Joël Scherk, da Ecole Normale Supérieure, empreenderam um salto corajoso que transformou esse aparente vício em virtude. Ao estudar os intrigantes tipos de vibração das cordas que se associavam às partículas mensageiras, eles verificaram que as suas propriedades correspondiam perfeitamente às da hipotética partícula mensageira da força gravitacional — o gráviton. Embora esses “pacotes mínimos” da força gravitacional ainda não tenham sido vistos até hoje, os especialistas podem prever com confiança certas características básicas que eles teriam de possuir, e Scherk e Schwarz verificaram que essas propriedades correspondiam exatamente a certos modelos de vibração. Com base nisso, Scherk e Schwarz sugeriram que o fracasso inicial da teoria das cordas devera-se a que os cientistas haviam minimizado o seu alcance. A teoria das cordas não é apenas uma teoria da força forte, afirmaram; é uma teoria quântica que inclui também a gravidade.A comunidade física não chegou a receber o anúncio com grande entusiasmo. Com efeito, Schwarz recorda que “o nosso trabalho foi universalmente ignorado”.

3A estrada do progresso já estava cheia das carcaças de tentativas fracassadas de unir a gravidade e a mecânica quântica. A teoria das cordas mostrara-se equivocada em seu projeto inicial de descrever a força forte, de modo que para muitos não parecia fazer sentido tentar usá-la para algo ainda maior. Nos últimos anos da década de 70 e nos primeiros da década seguinte, novos estudos, ainda mais devastadores, revelaram que a teoria das cordas e a mecânica quântica não deixavam de ter os seus próprios conflitos sutis. Parecia que a força gravitacional resistia, mais uma vez, a incorporar-se à descrição microscópica do universo. Essa era a situação até 1984. Em um documento histórico que culminava mais de doze anos de pesquisa intensa e que fora praticamente ignorado e mesmo contestado pela maioria dos físicos, Green e Schwarz afirmaram que o sutil conflito quântico que afetava a teoria das cordas podia ser resolvido. Mais ainda, eles demonstraram que a teoria tinha fôlego suficiente para englobar todas as quatro forças e também toda a matéria. A medida que a notícia desse resultado difundiu-se pela comunidade científica mundial, centenas de físicos de partículas abandonaram os seus projetos de pesquisas e lançaram uma ofensiva geral sobre o que parecia ser o último campo de batalha teórico na velha luta por compreender os mecanismos mais profundos do funcionamento do universo.

Iniciei o meu curso de pós-graduação na Universidade de Oxford em outubro de 1984. Eu estava ansioso por aprender tudo sobre as teorias quânticas de campo, teorias de calibre e relatividade geral, mas notei que havia uma sensação dominante entre os estudantes mais antigos de que a física de partículas não tinha futuro. O modelo-padrão já havia sido articulado, e o seu êxito extraordinário na previsão de resultados experimentais indicava que a sua confirmação definitiva era apenas questão de tempo e de detalhes. Avançar além desses limites para incluir a gravidade ou para explicar os insumos de que o modelo dependia — os dezenove números que sintetizam os dados relativos às partículas elementares, suas massas e cargas de força e a intensidade relativa das forças são números que se conhecem a partir das experiências, mas para os quais não há uma explicação teórica — era uma tarefa tão gigantesca que nenhum físico, salvo os mais corajosos dentre todos, a aceitava como desafio. Seis meses depois, essa sensação havia se transformado no oposto. O êxito de Green e Schwarz finalmente se difundira e já envolvia até mesmo os que estavam apenas iniciando a pós-graduação. Passara a dominar entre nós um sentimento eletrizante de estar no centro de um movimento profundo na história da física. Muitos de nós trabalhávamos até altas horas da noite para compreender as vastas áreas da física teórica e da matemática abstrata necessárias ao conhecimento da teoria das cordas. O período de 1984 a 1986 ficou conhecido como a “primeira revolução das supercordas”. Nesses três anos publicaram-se mais de mil trabalhos de pesquisa sobre a teoria das cordas em todo o mundo. Tais estudos mostravam conclusivamente que numerosos aspectos do modelo-padrão — aspectos que haviam sido laboriosamente descobertos depois de décadas de pesquisas exaustivas — emergiam de maneira natural e simples da estrutura global da teoria das cordas. Nas palavras de Michael Green, “no momento em que se toma conhecimento da teoria das cordas e se vê que praticamente todos os avanços principais da física nos últimos cem anos emergem — e com tal elegância — a partir de um ponto de partida tão simples, intui-se que essa teoria, francamente irresistível, não tem paralelo”. Além disso, para muitos desses aspectos, como veremos, a teoria das cordas oferece explicações muito mais completas e satisfatórias do que as do modelo-padrão. Essa percepção convenceu muitos cientistas de que a teoria das cordas estava claramente a caminho de cumprir a promessa de ser a teoria unificada definitiva. Apesar de tudo, os pesquisadores da teoria das cordas encontraram repetidas vezes um obstáculo importante. Na pesquisa física teórica, freqüentemente se encontram equações que são demasiado difíceis para compreender e analisar. Normalmente os físicos não desistem, mas tentam resolver as equações por aproximação. Na teoria das cordas, essa situação é ainda mais difícil. Até a tarefa de determinar as próprias equações mostrou-se tão difícil que só se conseguiu deduzir até agora versões aproximadas da sua formulação. Os estudiosos da teoria das cordas têm se limitado, portanto, a buscar soluções aproximadas para equações aproximadas. Após os primeiros anos de progresso intenso, com a primeira revolução das supercordas, os cientistas verificaram que as aproximações então usadas não eram adequadas para dar resposta a diversas questões essenciais que impediam que se chegasse a novos avanços. Sem propostas concretas para avançar além dos métodos aproximativos, muitos físicos sentiram-se frustrados e abandonaram a teoria das cordas para retomar suas antigas linhas de trabalho. Para os que permaneceram, o final da década de 80 e o começo da seguinte foi um período de provações. A beleza e as promessas da teoria das cordas eram como um tesouro guardado em um cofre, que só podia ser visto através do buraco da fechadura, porque ninguém tinha a chave para liberar os seus poderes. Importantes descobertas alternavam-se com longos períodos de esterilidade, e todos os que conheciam a matéria sabiam que era preciso desenvolver novos métodos que permitissem superar as aproximações anteriores. Então, em uma palestra espetacular na conferência Cordas, 1995, realizada na University of Southern Califórnia — palestra que deixou boquiaberta uma platéia composta pêlos principais físicos do mundo e que superlotava o auditório —, Edward Witten anunciou um plano para os passos seguintes, com o que deu início à “segunda revolução das supercordas”. Até os dias de hoje, os pesquisadores da teoria das cordas trabalham vigorosamente para aguçar um conjunto de métodos novos que prometem superar os obstáculos teóricos encontrados anteriormente. As dificuldades que estão por vir porão à prova a competência técnica dos estudiosos da teoria das cordas, mas a luz no fim do túnel, embora ainda distante, pode finalmente estar ficando visível.

O Tecido do Cosmos: A Ilusão do Tempo | 

O Tecido do Cosmo, uma série de quatro horas baseado no livro do físico renomado e autor Brian Greene, leva-nos para as fronteiras da física para ver como os cientistas estão montando o quadro mais completo, sobre o tempo, espaço e o universo. A cada passo, o público vai descobrir que logo abaixo da superfície de nossa experiência cotidiana existe um mundo que nós dificilmente reconhecemos, um mundo surpreendente muito mais estranho e maravilhoso do que qualquer um esperava. Brian Greene vai deixá-lo em um segredo: Fomos todos enganados. Nossas percepções do tempo e do espaço nos levaram ao erro. Muito do que pensávamos que sabíamos sobre o nosso universo, que no passado já aconteceu e o futuro ainda está para ser, que o espaço é apenas um vazio, que o nosso universo é o único universo que existe – E que só podemos estar errado. Entrelaçamento, teorias provocativas, experiências e histórias. Explicações e metáforas criativas como as que definiram a série inovadora e altamente aclamada “O Universo Elegante”.

Brian Greene: O nosso universo é o único universo?legendado em portugues

VISÃO PESSOAL

Colaboração honrosa do Prof.Dr  EMERSON LUNA- Professor do Instituto de Física da UFRGS desde 2011. Realizou sua graduação em Física na Unicamp, obteve o seu mestrado e o seu doutorado no Instituto de Física Teórica (IFT) e na Unicamp, respectivamente. Possui doutorado-sanduíche pela Université de Montréal no Canadá e pós-doutorado pelo Institute for Particle Physics Phenomenology da Universidade de Durham na Inglaterra.

O sonho de uma teoria final, completa e consistente em sua ilimitada validade, encontra um lugar natural na Física moderna. A ideia de que seja possível a formulação de uma teoria especial, contendo de forma unificada todas as leis fundamentais e propiciando o completo entendimento do universo em toda a sua complexidade, encontra raízes na corrente de pensamento filosófica denominada reducionismo. Essa corrente sugere que todos os processos e sistemas podem ser compreendidos em termos de seus constituintes mais fundamentais. Quando aplicada à Física, ela indica que o caminho para o entendimento de um determinado fenômeno segue uma orientação que sempre aponta para a camada mais profunda da realidade, de forma que, em princípio, tudo possa ser entendido em termos dos constituintes mais elementares da matéria. A filosofia reducionista nos mostra, portanto, que, se uma teoria final desses constituintes puder ser formulada, ela será necessariamente uma teoria de tudo. Certamente, ainda não temos uma teoria de tudo, e nem sequer sabemos se o reducionismo na Física pode ser sustentado de forma tão radical, mas é exatamente dentro desse contexto que alguns cientistas trabalham incessantemente na busca da teoria final. Nos últimos anos, uma nova candidata à teoria de tudo tem cativado a imaginação de vários desses cientistas: a Teoria de Supercordas. Essa teoria, cujo postulado central é o de que o mundo que nos cerca seja constituído por pequenas cordas, propõe uma descrição unificada de todas as forças da natureza e de todas as partículas fundamentais da matéria. A Teoria de Supercordas combina a Teoria de Cordas com uma estrutura matemática chamada supersimetria, uma simetria geométrica abstrata que descreve de forma unificada bósons e férmions, as duas classes em que todas as partículas fundamentais da natureza podem ser agrupadas. A Teoria de Supercordas é baseada em ideias matemáticas elegantes com consequências que têm provado serem consistentes com o mundo real. A beleza e o potencial do seu formalismo físico-matemático tem atraído a atenção de muitos físicos, tornando o estudo das propriedades das cordas uma das áreas de pesquisa mais ativas na Física teórica. Entre os principais entusiastas da Teoria de Supercordas está o físico teórico Brian Greene. Para ele e outros praticantes deste formalismo a teoria esboça de forma plausível o caminho para a formulação de uma teoria quântica da gravitação, etapa essencial na construção de uma visão unificada de todas as forças. A Teoria de Supercordas seria a candidata natural para a solução do paradoxo central da Física contemporânea das partículas elementares, que se resume na aparente incompatibilidade de suas duas principais fundações teóricas. A primeira fundação é a teoria da Relatividade Geral de Einstein, que relaciona a força da gravidade à estrutura do espaço e do tempo. É uma “generalização” da teoria de gravitação de Newton consistente com os princípios, válidos para fenômenos que ocorram com velocidades próximas à da luz, ditados pela Teoria da Relatividade Especial. A Relatividade Geral trata de fenômenos em escalas cósmicas e forma a base do nosso atual entendimento da evolução do universo. A segunda fundação é a Mecânica Quântica, a teoria que rege os fenômenos em escalas microscópicas. Teorias quânticas relativísticas, que combinam elementos da Mecânica Quântica e da Relatividade Especial, existem para três das quatro forças fundamentais da natureza, mais precisamente para as interações forte, fraca e eletromagnética. Entretanto, no caso da quarta força fundamental conhecida, a interação gravitacional, até o momento não há uma teoria que una satisfatoriamente aspectos comuns à Mecânica Quântica e à teoria de Einstein para a gravitação. A dificuldade está no fato de tal unificação exigir uma formulação radical – mente nova das leis da Física do mundo microscópico. Porém, como apontam os teóricos de supercordas, essa visão nova e radical do tempo e do espaço já está presente de forma intrínseca na teoria, uma vez que nela as partí – culas elementares passam a ser pensadas como cordas, e não mais como pontos.Uma característica essencial da Teoria de Supercordas é que ela requer que o universo possua mais do que três dimensões espaciais. A pesquisa de Brian Greene está focada no estudo das implicações físicas dessas dimensões extras. Seus estudos têm contribuído de forma original para o entendimento das propriedades das dimensões extras e colaborado de forma decisiva para o desenvolvimento das bases da chamada geometria quântica, onde aspectos topológicos são essenciais (topologia é um ramo da Matemática que estuda a maneira como linhas, curvas, superfícies etc. se conectam entre si; dizemos que dois objetos são topológicamente distintos quando não podem ser deformados um no outro sem que “rasguemos” um deles). A geometria quântica difere em aspectos substanciais da geometria clássica inerente à Relatividade Geral, sendo a geometria exigida para a descrição acurada de processos físicos que ocorram em escalas ultrami – croscópicas, ou seja, em escalas onde efeitos quânticos tornam-se relevantes. Brian Greene é também pioneiro em estudos dedicados à interface entre a Teoria de Supercordas e a Cosmologia, área da Física dedicada ao estudo da origem e evolução do universo. Ele foi um dos fundadores, sendo atualmente um dos diretores, de um novo instituto na Universidade de Columbia, o ISCAP – Institute for Strings, Cosmology, and Astroparticle Physics (Instituto de Cordas, Cosmologia e Astropartículas). Um dos principais objetivos desse instituto é a identificação de possíveis manifestações da Teoria de Supercordas em dados cosmológicos de alta precisão que serão coletados por vários experimentos na próxima década. Com um importante e intenso trabalho de popularização da ciência, Brian Greene tornou-se um autor conhecido fora dos círculos acadêmicos. Seu primeiro livro de divulgação científica, The elegant universe: Superstrings, hidden dimensions and the quest for the ultimate theory, publicado em 1999 e traduzido em 2001 para o português com o título O universo elegante: Supercordas, dimensões ocultas e a busca da teoria definitiva, é uma bem-sucedida obra de popularização da Teoria de Supercordas e da Teoria-M, a teoria que unifica as primeiras Teorias de Supercordas dentro de uma estrutura única de 11 dimensões espaço-temporais. Neste livro, Greene utiliza de forma hábil uma série de analogias criativas para compor em detalhes aspectos físicos e matemáticos da Teoria de Supercordas e suas implicações. O livro foi finalista do Prêmio Pulitzer e vencedor do The Aventis Prizes for Science Books em 2000, e também gerou um programa especial de tevê no canal norte-americano PBS, apresentado e narrado pelo próprio autor. O programa televisivo venceu em 2003 o Prêmio Peabody. The fabric of the cosmos: Space, time and the texture of reality, seu segundo livro, publicado em 2005 e traduzido no mesmo ano para o português com o título O tecido do cosmo: O espaço, o tempo e a textura da realidade, tem por objetivo familiarizar o leitor, sempre a partir de analogias extraídas do nosso senso comum, com alguns conceitos matemáticos não intuitivos que permeiam vários conceitos e teorias físicas, como, por exemplo, a Teoria de Supercordas, o princípio da incerteza de Heisenberg e a cosmologia inflacionária. Neste livro, Greene faz um apanhado histórico da nossa compreensão dos conceitos de tempo e espaço, passando pela Física de Newton, de Einstein e pela Física Quântica antes de discutir os últimos avanços da Teoria de Supercordas. Greene abre o livro com uma discussão sobre O mito de Sísifo, ensaio filosófico de Albert Camus, estabelecendo um tom hu – manista que se sustenta até a última página. Este livro gerou um outro programa de TV no canal PBS, novamente contando com a apresentação e a narração de Greene. Na sua terceira obra literária de divulgação, Icarus at the Edge of Time, publicada em 2008 e ainda não traduzida para o português, Greene realiza uma engenhosa transpo – sição do mito clássico grego para a era moderna: no lugar de asas de cera e uma viagem próxima ao Sol, um garoto se aventura através do espaço cósmico e se depara com os desafios existentes nas proximidades de buracos negros. O livro, ricamente ilustrado com fotos coloridas do telescópio espacial Hubble, é destinado a um público infanto-juvenil mais aficionado por histórias de aventura. Seu quarto livro, The hidden reality: Parallel universes and the deep laws of the cosmos, publicado em 2011 e traduzido em 2012 para o português com o título A realidade oculta: universos paralelos e as leis profundas do cosmo, discute uma questão central da Física moderna e da Cosmologia: é o nosso universo único? O livro mostra que, com o advento da Teoria de Supercordas, a existência de múltiplos universos e outras entidades exóticas tornou -se bastante provável. A partir da teoria da Relatividade, do Big Bang e do nosso universo em expansão, o autor discorre sobre a multiplicidade de formas que esses universos paralelos poderiam tomar. Com um olhar lúcido e intrigante, Greene sustenta que a existência de universos paralelos, o multiverso, é a explicação mais razoável para diversos enigmas cosmológicos. Brian Greene nasceu em Nova York em 1963. Realizou sua graduação em Física na Universidade de Harvard e obteve seu doutorado na Universidade de Oxford, onde foi um Rhodes Scholar. Ele foi professor titular da Universidade de Cornell antes de se tornar professor de Física e Matemática da Universidade de Columbia. Além de várias aparições na mídia, o seu programa especial baseado no livro O universo elegante, e do já citado Prêmio Peabody, conquistou o Prêmio French Prix Jules Verne e recebeu três indicações para o Prêmio Emmy. Seu livro para o público infanto-juvenil, Icarus at the Edge of Time, foi adaptado para uma apresentação sinfônica, com trilha sonora original de Philip Glass, estreando no Lincoln Center Alice Tully Hall em 2010. Junto com a jornalista Tracy Day, vencedora do Prêmio Emmy, Brian Greene fundou o The World Science Festival. O festival, que estreou em Nova York em 2008 e já atraiu um público superior a 500 mil pessoas, foi saudado pelo New York Times como “uma nova instituição cultural”. Greene já ministrou palestras técnicas e de divulgação científica em mais de 25 países. Em 2012, teve seu talento como educador reconhecido ao receber o Prêmio Richtmyer Memorial Award, concedido anualmente pela Associação Americana de Professores de Física.

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Inspiração….

Teoria de Cordas e Supercordas
Henrique Boschi Filho-Instituto de Física-UFRJ-PDF-III Encontro de Ciências do Universo, Núcleo de Pesquisas em Ciências,-4 de Julho de 2015

Questões para Brian Greene- Entrevista para o jornal The New York Times em julho de 2010 (em inglês) http://is.gd/Greene3 (http://www.nytimes.com/2010/12/19/magazine/19FOB-Q4-t.html?_r=1&amp😉

David Letterman Entrevista concedida a David Letterman em março de 2005 (em inglês) http://is.gd/Greene4 (https://www.youtube.com/watch?v=9P3iymn1yzc)

O novo Carl Sagan Entrevista para a revista Época sobre” O universo elegante e a Teoria das Supercordas”, publicada em agosto de 2004

http://is.gd/Greene5 (http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT791042-1666,00.html)

Além do Cosmos- Vídeo da série produzida pela PBS e transmitida pela NatGeo (dublado) http://is.gd/Greene8 (https://www.youtube.com/watch?v=PNw2G60zIxQ&feature=youtu.be )

Icarus at the Edge of Time Amostra publicada no site da livraria Amazon da novela infanto-juvenil escrita por Greene (em inglês) http://is.gd/Greene9 (http://www.amazon.com/Icarus-Edge-Time-Brian-Greene/dp/B002U0KO2W/ref=sr _1_6?s=books&ie=UTF8&qid=1398045206&sr=1-6&keywords=brian+greene)

Icarus at the Edge of Time- II Trailer do filme produzido a partir do livro de Brian Greene (em inglês) http://is.gd/Greene10(http://worldsciencefestival.com/videos/trailer_icarus_at_the_edge_of_time)

O tecido do cosmo Site da PBS sobre a série The fabric of cosmos (em inglês) http://is.gd/Greene11 (http://www.pbs.org/wgbh/nova/physics/fabric-of-cosmos.html)

O universo elegante Site da PBS sobre a série The elegant universe (em inglês) http://is.gd/Greene12 (http://www.pbs.org/wgbh/nova/physics/elegant-universe.html)

TED Talks Palestras de Brian Greene (em inglês) http://is.gd/Greene6(https://www.ted.com/speakers/brian_greene)

Brian Greene e a Teoria das Cordas Vídeo de Brian Greene no TED Talks (legendado) http://is.gd/Greene7 (https://www.youtube.com/watch?v=oWXtyJqwdEw)

WSC Vídeos de Brian Greene no World Science Festival (em inglês) http://is.gd/Greene13(http://worldsciencefestival.com/participants/videos/brian_greene)

The herb garden contamination Participação de Brian Greene na série The Big Bang Theory (em inglês) http://is.gd/Greene14 (https://www.youtube.com/watch?v=w5VVEw4ZSRI)

Monicavox

Recomendo….

Site oficial: http://briangreene.org/

 

Editorial de Natal

É lugar-comum conservador criticar a época do Natal como desprovida de seu sentido espiritual original, tendo sido reduzida a mera festividade egoísta e materialista, celebração vazia do comércio e do consumismo exacerbado.

Sou a primeira a deplorar o exército de Papais Noéis que dominam a cidade em dezembro, impondo em terras brasileiras o império da cafonice americana  e que hoje começaram a bater em retirada. Mas não é verdade a afirmação de que, se o Natal não é religioso, ele é egoísta, materialista, ou o que o valha.

O Natal continua a ser uma celebração, ao menos em intenção, do amor entre os homens; de um amor benevolente, generoso, que quer espalhar esperança e alegria a todos. Os dois rituais do Natal laico o ilustram bem: a troca de presentes e a ceia.

Tomem a troca de presentes. Ela não é, de forma alguma, uma mostra de egoísmo e ganância. O que egoístas fariam? Comprariam presentes para si, e não para os outros. Do ponto de vista material, o Natal é uma grande perda econômica. Faça o cálculo com você mesmo: calcule o montante que você gastou com presentes este ano. Suponha que este montante de dinheiro equivalha precisamente ao valor monetário dos presentes que você recebeu. Agora pegue todos esses presentes recebidos (os calções de banho, as meias, etc.), olhe-os com calma e reflita honestamente: valem o que custaram? Não valem. Se o dinheiro tivesse sido dado em sua mão, você poderia fazer um uso muito melhor dele. Quem melhor sabe o que você quer é você mesmo; não seu tio-avô.

O valor da troca de presentes está em ser troca; em pensarmos nos nossos familiares e amigos e dar-lhes algo de que gostem. Fora um ou outro presente ideal – categoria mítica que designa o presente tão bom que supera o que a própria pessoa poderia comprar para si – o benefício dos presentes está nos laços de amor que unem os participantes da troca, que são com ela fortalecidos. A ceia também não vale pelo peru e pela farofa, mas pela união familiar que celebra e efetua. Para muitas famílias, é a grande reunião do ano; e, em geral, uma reunião alegre. Assim, a festa de Natal laica, a festa de Dickens, de Frank Capra e do Papai Noel, não é a festa do egoísmo, mas do amor entre os homens.

Não foi Dickens, contudo, quem inventou o Natal. Ele sempre foi uma ocasião festiva no Ocidente, com banquetes, cantigas, peças dramáticas religiosas, trocas de presentes (dados seja pelas muitas versões locais do Papai Noel, oriundos de S. Nicolau, ou pelo Menino Jesus em pessoa) e celebrações várias. A árvore de Natal existe desde pelo menos o século XVI na Europa central. A cantiga “Noite Feliz”, criada por um padre austríaco e até hoje uma expressão clara da ternura e alegria do espírito natalino, data de 1818, ou seja, é anterior ao conto de Dickens. O Natal antes dele nem passava batido e nem era uma bacanália camponesa.

Enfim, se Dickens não criou a festa, podemos dizer que seu conto manifesta, com maior força, o espírito do Natal laico; espírito cuja gênese histórica está no Natal religioso mas que busca se afirmar como realidade autônoma, aberta e atrativa a todos, não apenas aos cristãos. É esse o Natal público de nossos dias, naquilo que ele tem de melhor, e seu representante é o Papai Noel, figura que só alguém inacreditavelmente ranzinza iria querer destruir…..

Essa festa laica, contudo, corre o risco de se esvaziar. Quando a compra dos presentes vira uma obrigação custosa e estressante e a escrita dos cartões um processo burocrático; quando a ceia familiar é um ritual tedioso e do qual se quer escapar; quando as decorações de Natal, cujo objetivo é transmitir alegria, tornam-se objetos de competição e vaidade. Então, a “good will to all men” sai gradativamente de cena, deixando em seu lugar enfeites e embalagens coloridos que escondem um espírito cinza, um espírito que com o tempo convencerá a todos que a festa custa mais do que vale. Esse terceiro espírito, o do puro egoísmo materialista, terá vencido quando, e se, o mundo não mais celebrar o Natal e não mais trocar presentes.

Pode ser que o espírito laico do Natal, universalmente acessível e valorizado, se descolado do espírito religioso que o originou, degenere irremediavelmente no espírito materialista que o nega. E se esse for o caso, não se ofendam os ateus com presépios e manjedouras. Permitam, tolerem; ou melhor, abracem, encorajem e até participem das cantigas, Missas e rezas, pois o império do Papai Noel pode levar à morte do Papai Noel. Sem esperança de ressurreição.

Um feliz Natal a todos!

 

MONICAVOX

 

Tarô: carta da Papisa rege 2018 com paixão e fortes emoções-Planeta regente 2018 – O ano de Júpiter

A Papisa

 

Você sabia que um planeta diferente nos rege pelo período de 36 anos? Essa regência é dada pela seguinte ordem: Saturno, Vênus, Júpiter, Mercúrio, Marte, Lua e Sol. Mas também existe o ciclo que altera de ano em ano seguindo a sequência de: Saturno, Júpiter, Marte, Sol, Vênus, Mercúrio e Lua. Como 2017 foi o ano de Saturno, é certo que o Planeta regente de 2018 é Júpiter. Mas o que será que isso significa? 

Sabe aquele ciclo que se inicia de 36 em 36 anos? Teve início ano passado, sendo assim, ainda somos regidos por Saturno. Mas em relação ao planeta anual, como em 2017 também foi o ano de Saturno, seguindo a ordem, conclui-se que o Planeta regente de 2018 é Júpiter. Em 2019 será Marte e assim sucessivamente. Sabia que os signos mais favorecidos desse momento são: câncer, escorpião, peixes e sagitário?! Mas o que isso quer dizer?

É o ano da fertilidade em todas a áreas da vida: crescimento na carreira, negócios, finanças, metas, empreendimentos e oportunidades. Só que você deve ficar de boca calada sobre seus sonhos e metas. Ninguém precisa saber de nada. A Papisa é puro segredo, silêncio, quietude em tudo que pensa e planeja. Logo, cale a boca.A Papisa é uma sacerdotisa. A busca pela espiritualidade, por Deus, pela religiosidade e o misticismo estarão fortes em seu coração. Confie mais na sua intuição.

Palavras-chave da Sacerdotisa:

 Sigilo, paixões ocultas, pressentimentos, forças enigmáticas, domínio feminino, inconsciência, recordações, confiança, instinto, premonição, necessidade de divulgar segredos. A carta da Papisa também diz respeito ao binário, ao princípio feminino, a tudo o que é receptivo e materno. Mistério. Intuição. Piedade. Paciência, influência saturnina passiva. Reserva, discrição, silêncio, meditação, fé, confiança atenta. Paciência, sentimento religioso, resignação. Maternidade, Gravidez, Fertilidade, Crescimento, Busca do Deus, Busca de Espiritualidade, Intuição a Flor da Pele, Sensibilidade, Mediunidade Aflorada, Manter Segredo, Manter Silencio, Ocultar Planos e Sonhos, Traições, Decepções, Descobrir Segredos, Revelações Inesperadas, Amores secretos, Paixões Avassaladoras.

regente de 2018Planeta regente 2018 – Como será o ano de Júpiter?

Quais as características de um ano regido pelo maior planeta do sistema solar? Esse período tende a ser recheado de conquistas e mudanças, em todos os requisitos. Como assim? Desde a política até assuntos religiosos serão impactados pela regência de Júpiter. É o ano de expansão de projetos, mudanças de leis e fanatismo.

As vibrações serão mais marcantes nas atividades diplomáticas e políticas. Ou seja, a perspectiva para crescimento do país é enorme, uma vez que, o comércio exterior está propenso a evoluir cada vez mais. E não é só isso, a evolução pessoal relacionada ao empreendedorismo também é favorecida nesse período. Ótimo momento para assuntos ligados a educação e busca pelo desenvolvimento intelectual. 2018 é a hora ideal de fazer aquele curso que você sempre quis.

Como o Planeta regente 2018 influenciará no trabalho e no amor?

É um ano com muita prosperidade a aqueles que trabalham na áreas artísticas. Mas, não é atoa que Júpiter, o maior dos planetas do sistema solar, é relacionado à riqueza, crescimento dos negócios, estudos, esportes, leis e religião. Então, se você não é do meio artístico, não se preocupe, não está desfavorecido de forma alguma. É preciso ter foco e correr atrás dos objetivos, pois, se depender da regência de 2018 será um ano de muito sucesso e abundância.A Planeta regente 2018 possibilita uma boa oportunidade para viajar, aprender novas línguas, fazer negócios ou ter experiências com países estrangeiros, pois as relações estarão mais fáceis esse ano. Júpiter amplia nossos limites, e por conta disso deve-se ficar atento a possível ganho de peso.

Dicas para o ano do Planeta regente Júpiter

Como tudo nessa vida a regência de uma determinado Planeta também possui os dois lados da moeda. O que isso quer dizer? O Planeta regente 2018 tem por característica aumentar tudo, e isso não é só aquilo que queremos, isso inclui sobrepeso, excesso de trabalho e estresse. Então, não se esqueça, faça de tudo para manter sua saúde em bom estado, seja mental ou física.

A dica é: fique ligada em relação as excesso para não fazer nada que vá se arrepender posteriormente. A tendência é de fazer tudo “muito”, comer demais, beber, fumar, gastar além da conta. E nós sabemos que isso pode ter consequências negativas no futuro, não é mesmo? Então, tente usar as influências do Planeta regente 2018 a seu favor.

Outro conselho de ouro é: ande na linha…. Isso mesmo, nem pense em tentar dar uma de espertinha. Pois, este Planeta rege a justiça, então caso tente burlar a lei, terá problemas.

E lembrando que Saturno continua regendo o ciclo maior, por 36 anos, então, junto ao movimento de expansão e crescimento de Júpiter, precisamos sempre exercitar a cautela, a responsabilidade, o senso prático e a noção de limites saturninos.

Curiosidade:

  • Planeta regente 2019 é Marte
  • Planeta regente 2020 é o Sol
  • Planeta regente 2021 é Vênus

Visão pessoal…

As dificuldades que vivemos não são perdidas se forem positivamente compreendidas. Mesmo que seja doloroso aceitar as mudanças radicais, elas servem como lições para que depois com muita reflexão, todos  consigam entender que isso faz parte de uma evolução e por isso as transformações mesmo que caóticas são necessárias.Esse planeta regente é símbolo tanto do exagero, como da potencialização. Então é importante preparar-se, pois tanto as boas energias como as ruins serão fortalecidas. Prepare agora a estrada da sua vida para colher bons frutos com esse regente de 2018.Aproveite o momento para fechar os olhos e se concentrar em tudo que aconteceu em 2017. Faça uma revisão e um autojulgamento de tudo que você achou bom e momentos que não foram tão bons assim.Mas principalmente mesmo em meio as dificuldades agradeça, em pensamentos…..

“Eu por minha vontade e consciência: perdoo quem me feriu ou me magoou, renuncio todo o vínculo que me geram atraso e sofrimento, deixo sair os sentimentos de raiva, mágoa ou vingança e amplio minha consciência estando aberto para novos padrões vibracionais.”

Inspiração….

http://astrothontransitos.blogspot.com.br/2015/02/transitos-planetarios.html

https://astrologiavedicajyotish.blogspot.com.br/2016/07/previsoes-e-transitos-planetarios-pela.html

Monicavox

Recomendo….