ATIVIDADE PARANORMAL-Mediunidade

Mediunidade é a faculdade humana pela qual se estabelecem as relações entre homens e espíritos. É uma faculdade natural, inerente a todo ser humano, por isso não é privilégio de ninguém. Em diferentes graus e tipos, todos a possuímos.

A mediunidade é, pois, a faculdade natural que permite sentir e transmitir a influência dos espíritos, estimulando o intercâmbio e a comunicação entre o mundo físico e o espiritual.

Trata-se de uma sintonia entre os encarnados (vivos) e os desencarnados (não físicos como conhecemos a parte física), permitindo uma percepção de pensamentos, vontades e sentimentos. Sua finalidade é, antes de tudo, ser uma oportunidade de servir que faculta manter o contato com a vida espiritual. Graças ao intercâmbio, podemos ter aqui não apenas a certeza da sobrevivência da vida após a morte física, mas também o equilíbrio para aprendermos o que não foi possível neste plano físico ou retificarmos as interpretações equivocadas e atos impensados que fugiram á Lei Maior.É graças à mediunidade que o homem tem a antevisão do seu futuro espiritual e, ao mesmo tempo, o relato daqueles que o precederam na viagem de volta , trazendo-lhe informes de segurança, diretrizes de equilíbrio e a oportunidade de refazer o caminho pelas lições que ele absorve do contato mantido com os desencarnados.

Assim, possui uma finalidade de alta importância, porque é graças á ela que o homem se conscientiza de suas responsabilidades de espírito imortal. Sendo inerente ao ser humano, a mediunidade pode aparecer em qualquer pessoa, independentemente da doutrina religiosa que ela abrace.

A história revela grandes médiuns em todas as épocas e em todos os credos. Além disso, a mediunidade não depende de lugar, idade, sexo ou condição social e moral. Allan Kardec ,pai do Espiritismo Ocidental diz na questão 459 de O Livro dos Espíritos: “Os espíritos influem sobre nossos pensamentos e ações? A este respeito, sua influência é maior do que podeis imaginar.”

A idéia da ação dos espíritos não nasceu com o Espiritismo, já que sempre existiu desde as épocas mais remotas da vida humana na Terra. Todas as religiões pregam sobre a ação dos espíritos de uma forma direta ou indireta, mas nenhuma nega completamente estas intervenções. Inclusive criaram dogmas e cerimônias relativas a elas, tais como promessas (pedir alguma forma de ajuda para um espírito em troca de um sacrifício) e exorcismos (cerimônia religiosa para afastar o “demônio” ou os espíritos maus).

AS SESSÕES MEDIÚNICAS

A ação mediúnica não está limitada às sessões mediúnicas. Vivemos mediúnicamente entre dois mundos e em relação permanente com entidades espirituais. Isto se dá porque os espíritos povoam os mesmos espaços em que vivemos, acompanham-nos em nossas atividades e ocupações, vão conosco aos lugares que freqüentamos, seguindo-nos ou evitando-nos conforme os atraímos ou repelimos. Estamos cercados por espíritos e sua influência oculta sobre os nossos pensamentos e atos se faz sentir pelo grau de afinidade que mantivermos com eles. Inúmeros espíritos benfeitores também se comunicam conosco, por via inspirativa ou intuitiva, todas as vezes em que nos dispomos a ser úteis aos nossos irmãos em nossa vida social. Quantas vezes um conselho sensato e oportuno que damos sob a intuição de um benfeitor espiritual consegue mudar o rumo de uma vida e até, em certos casos, salvar ou evitar que uma família inteira seja precipitada no abismo de uma desgraça?

O amor verdadeiro e desinteressado não requer lugar nem hora especial para ser praticado, pois o nosso mundo, com o sofrimento da humanidade torturada, é igualmente um vasto campo de serviço redentor. Entretanto, não julguemos que a mediunidade nos foi concedida para simples passatempo ou para satisfação de nossos caprichos. A mediunidade é coisa séria e com ela devemos suavizar os sofrimentos alheios. Ao desenvolvermos a mediunidade, lembremo-nos de que ela é dada como um arrimo para conseguirmos mais facilmente a perfeição, para liquidarmos mais suavemente os pesados débitos que contraímos em existências passadas e para servirmos de guia a irmãos que se encontram mais atrasados.

A MEDIUNIDADE AO LONGO DA HISTÓRIA HUMANA

Certas pessoas consideram, sem razão, a mediunidade um fenômeno peculiar aos tempos atuais, enquanto outras acreditam ter sido inventada pelo espiritismo. A fenomenologia mediúnica, entretanto, é de todos os tempos e de todos os países e religiões, pois desde as idades mais remotas existiram rela- ções entre a humanidade terrena e o mundo dos espíritos.

A faculdade mediúnica sempre existiu desde o surgimento do homem na face da Terra, pois se trata de uma faculdade inerente ao seu espírito. A humanidade tem sido guiada desde sua origem, por leis do mundo oculto já comprovadas na face do orbe, graças a essa faculdade mediúnica inata no primeiro espírito aqui encarnado.

Os fenômenos mediúnicos, no passado remoto, eram tidos como maravilhosos, sobrenaturais, sob a feição fantasiosa dos milagres que lhe eram atribuídos em razão do desconhecimento das leis que os regem. Aqueles que podiam manter intercâmbio com o mundo invisível eram considerados privilegiados.

A MEDIUNIDADE NA ÍNDIA

A relação entre os mundos material e espiritual tem sido registrada em todas as épocas da humanidade. Como exemplo, temos o Código dos Vedas, o mais antigo código religioso que se tem notícia, onde se encontra o registro da existência dos espíritos: “Os espíritos dos antepassados, no estado invisível, acompanham certos brâmanes, convidados para cerimônia em comemoração dos mortos, sob uma forma aérea; seguemnos e tomam lugar ao seu lado quando eles se assentam”. Desde tempos imemoriais, os sacerdotes brâmanes, iniciados nos mistérios sagrados, preparavam indivíduos chamados “faquires” para a obtenção dos mais notá- veis fenômenos mediúnicos, tais como a levitação, o estado sonambúlico até o nível de êxtase, a insensibilidade hipnótica à dor, entre outros, além do treino para a evocação dos Pitris (espíritos que vivem no espaço, depois da morte do corpo), cujos segredos eram reservados somente àqueles que “apresentassem 40 anos de noviciado e de obediência passiva”. A iniciação entre os brâmanes comportava três graus. No primeiro, eram formados para se encarregar do culto vulgar e explorar a credibilidade da multidão. Ensinava-se a eles comentar os três primeiros livros dos Vedas, dirigir as cerimônias e cumprir os sacrifícios.Os brâmanes do primeiro grau estavam em comunicação constante com o povo, eram seus diretores imediatos. O segundo grau era composto dos “exorcistas, adivinhos e profetas evocadores de espíritos”, que eram encarregados de atuar sobre a imaginação das massas, por meio de fenômenos sobrenaturais. No terceiro grau, os brâmanes não tinham mais relações diretas com a multidão e quando o faziam, era sempre por meio de fenômenos aterrorizantes e de longe.

A MEDIUNIDADE NO ANTIGO EGITO

No Egito antigo, os magos dos faraós evocavam os mortos e muitos comercializavam os dons de comunicabilidade com os mundos invisíveis para proveito próprio ou dos seus clientes, fato esse comprovado pela proibição de Moisés aos hebreus: “Que entre nós ninguém use de sortilégio e de encantamentos, nem interrogue os mortos para saber a verdade” (Deuterônimo). De forma idêntica às práticas religiosasda antiga Índia, as faculdades mediúnicas no Egito foram desenvolvidas e praticadas no silêncio dos templos sagrados, sob o mais profundo mistério e rigorosamente vedadas à população leiga. A iniciação nos templos egípcios era cercada de numerosos obstáculos e exigia-se o juramento de sigilo. A menor indiscrição era punida com a morte. Saídos de todas as classes sociais, mesmo das mais ínfimas, os sacerdotes eram os verdadeiros senhores do Egito. Os reis por eles escolhidos e iniciados só governavam a nação a título de mandatários. Todos os historiadores estão de acordo em atribuir aos sacerdotes do antigo Egito poderes que pareciam sobrenaturais e misteriosos. Os magos dos faraós realizavam todos esses prodigios que são referidos na Bíblia. É bem certo que eles evocavam os mortos, pois Moisés, seu discípulo, proibiu formalmente que os hebreus se entregassem a essas práticas. Os sacerdotes do antigo Egito eram tidos como pessoas sobrenaturais, em face dos poderes mediúnicos que eram misturados maliciosamente com práticas mágicas e de prestidigitação. A ciência dos sacerdotes do Egito antigo ultrapassava em muito a ciência atual, pois conheciam o magnetismo, o sonambulismo, curavam pelo sono provocado, praticavam largamente a sugestão, usavam a clarividência com fins terapêuticos e eram célebres pelas práticas de curas hipnóticas. No tempo em que Moisés libertou o povo hebreu do cativeiro egípcio, vamos encontrar o espírito daquele que um dia seria o codificador da doutrina espírita envergando a túnica sacerdotal e já detentor de sabedoria que o colocava como sacerdote preferido do faraó Ramsés II.

O sacerdote Amenophis era médium de efeitos físicos, inclusive existem relatos sobre as sessões de materialização que eram realizadas naquela época. A mediunidade na Suméria, Babilônia e Grécia antiga ,a medicina entre os sumerianos era um curioso misto de ervanaria e magia, cujo receituário consistia principalmente em feitiços para exorcizar os maus espíritos que acreditavam ser a causa das moléstias. Já os babilônios primitivos viviam cercados de superstições.

Acreditavam que hordas de espíritos malévolos se escondiam na escuridão e cruzavam os ares, espalhando em seu caminho o terror e a destruição, para os quais a única defesa eram os sacrifícios e os sortilégios mágicos. Se o antigo povo babilônio não inventou a feitiçaria, foi ao menos o primeiro a lhe dar um lugar de grande importância, a ponto do desenvolvimento da demonologia e da bruxaria terem exigido leis que prescreviam a pena de morte contra seus praticantes. Há provas de ter sido muito temido o poder dos feiticeiros. Na Grécia, a crença nas evocações era geral. Todos os templos possuíam as chamadas “pitonisas”, encarregadas de proferir oráculos evocando os deuses, mas às vezes o consultante queria ele próprio ver e falar com a “sombra” desejada e, como na Judéia, conseguia-se colocá-lo em comunicação com o ser ao qual desejava interrogar .

A MEDIUNIDADE ENTRE OS POVOS CELTAS E DRUIDAS

Os celtas, povo pré-histórico que se espalhou por grande parte da Europa entre os séculos XXI e I a.C., atingindo o maior poderio do século VI ao III a.C., possuíram grupos fechados de sacerdotes especializados em comunicações com o além, chamados de “druidas”. A escolha dos futuros sacerdotes era feita entre a classe aristocrática e, desde criança, já se submetiam à rigorosa disciplina e intenso aprendizado junto aos druidas mais velhos. A sabedoria druídica já admitia a reencarnação, a inexistência de penas eternas, o livre-arbítrio, a imortalidade da alma, a lei de causa e efeito e as esferas espirituais. Segundo o espírito de Zéfiro, aproximadamente no ano 100 a.C., Denizar Rivail foi um chefe druida. Marcou tanto essa etapa reencarnatória que o codificador decidiu assinar suas obras espíritas com o nome de Allan Kardec.

ORÁCULOS GREGOS E ROMANOS

Mediante a invocação de poderes sobrenaturais, o homem sempre recorreu a vários tipos de adivinhação. No mundo greco-romano, um dos meios mais difundidos foram os oráculos, que eram as respostas dadas pelos deuses a perguntas para eles formuladas, de acordo com determinados rituais executados por uma pessoa que atuava como médium ou pitonisa. Os oráculos eram núcleos de intercâmbio medianímico onde trabalhavam sibilas,pítons e pitonisas. Gente de todas as classes sociais, inclusive autoridades públicas, visitava estes lugares e recebia orientações das mais diversificadas. O termo refere-se também à própria divindade que respondia e a seu intérprete, bem como ao local onde eram dadas as respostas. Os templos ou grutas destinados aos oráculos eram numerosos e dedicados a diversos deuses. Os rituais variavam dos mais simples, como tirar a sorte, aos mais complexos. Antes da consulta, a pitonisa e o consulente banhavam-se na fonte Castália, depois ela bebia água da fonte sagrada de Cassótis e entrava no templo, onde o deus era invocado por meio de um ritual. Em seguida, sentada numa trípode, entre vapores sulfurosos (enxofre) e mascando folhas de louro (a árvore sagrada de Apolo), entrava em transe ou “delírio divino”, quando transmitia as palavras do deus. A mensagem era anotada e interpretada pelos sacerdotes, que a passavam ao consulente freqüentemente na forma de versos.

MEDIUNIDADE EM DESARMONIA

Os sinais mais comuns do aparecimento da mediunidade em desarmonia são: cérebro perturbado, sensação de peso na cabeça e ombros, nervosismo (ficamos irritados por motivos sem importância), desassossêgo, insônia, arrepios (como se percebêssemos passar alguma coisa fria), sensação de cansaço geral, calor (como se encostássemos em algo quente), falta de ânimo para o trabalho e profunda tristeza ou excessiva alegria sem saber a razão. Mas o que o médium deve fazer nestes momentos de alterações emocionais? Todo médium iniciante, a fim de evitar inconvenientes na prática mediúnica, primeiramente deve se dedicar ao indispensável estudo prévio da teoria e jamais se considerar dispensado de qualquer instrução, já que poderá ser vítima de mil ciladas que os espíritos mentirosos preparam para lhe explorar a presunção. Após o conhecimento teórico, deve procurar desdobrar a percepção psíquica sem qualquer receio. Na orientação do desenvolvimento mediúnico, é importante que procuremos as instruções espíritas, para evitarmos dissabores e percalços. É aconselhável o desenvolvimento mediúnico em grupos especialmente formados para isto, pois pessoas bem orientadas, que se reúnem com uma intenção comum, formam um ambiente coletivo favorável ao intercâmbio. É aconselhável ainda que o médium jamais abuse da mediunidade, empregando-a para a satisfação da curiosidade.

APRENDENDO A USAR A MEDIUNIDADE

Desenvolver a mediunidade é aprender a usá-la. Para que sejamos bem-sucedidos, devemos cultivar virtudes como a paciência, a perseverança, a boa vontade, a humildade e a sinceridade.

COMO DESENVOLVER A MEDIUNIDADE

A mediunidade não se desenvolve de um dia para o outro, por isso, devemos ter muita paciência. Sem perseverança nada se alcança, pois o desenvolvimento exige que sejamos persistentes. Ter boa vontade é comparecermos alegres e cheios de satisfação às sessões. A humildade é a virtude pela qual reconhecemos que tudo vem de Deus. E se faltarmos com a sinceridade no desempenho de nossas funções mediúnicas, mais cedo ou mais tarde sofreremos decepções. Ensinamentos é que não faltam em todas as circunstâncias de manifestações da vida. A faculdade mediúnica em harmonia pode fazer grandes coisas. A educação mediúnica pode começar no simples modo de falar aos outros, transmitindo brandura, alegria, amor e caridade em todos os atos da vida. A mediunidade se desenvolve naturalmente nas pessoas de maior sensibilidade para a captação mental e sensorial de coisas e fatos do mundo espiritual que nos cerca e nos afeta com as suas vibrações psíquicas e afetivas. Da mesma forma que a inteligência e as demais faculdades humanas, a mediunidade se desenvolve no processo de relação. Quando a mediunidade aflorar sem o preparo prévio do médium, é preciso orientá- lo para que os fenômenos se disciplinem e ele empregue acertadamente sua faculdade. Não se deve colocar em trabalho mediúnico quem apresente perturbações ou quem tenha desconhecimento sobre o assunto. Primeiro, é preciso ajudar a pessoa a se equilibrar psíquicamente, através de passes, vibrações e esclarecimentos doutrinários.

É fundamental que se cultive bons pensamentos, pois trazem as boas palavras e conduzem aos bons atos. O médium também precisa ser amigo do estudo e da boa leitura, além de moderado. Por fim, que cultive a meditação diária, pois ela é um poderoso fortificante espiritual e um benéfico exercício de higiene mental.

TIPOS DE MEDIUNIDADE

Existem muitas formas de mediunidade, no entanto algumas são mais conhecidas, como por exemplo, a clarividência. É a faculdade de enxergar extra-fisicamente, para isso, utilizando não a visão física, mas o olho da mente, conhecido como chacra frontal (terceiro olho).As pessoas que não enxergam dessa forma, já se avaliam e logo chegam à conclusão: “Eu não sou médium, não enxergo nada.”Mas não é tão limitado assim, existem tantas formas de captar, ou melhor, intermediar, os impulsos ou vibrações provenientes das dimensões mais sutis.

Nosso próprio corpo físico tem natureza mediúnica

Através dele, nosso espírito se faz presente para viver uma experiência, uma vida. Esse veículo carnal da consciência, nada mais é que um transmissor de impulsos e vibrações, em diferentes freqüências. Ocorre que na dimensão física, a densidade aumenta muito, o que o torna “grosseiro” perante a sutileza do espírito.Na prática, é como se alguém estivesse nos chamando à quinhentos metros de distância. A probabilidade de não ouvirmos nada é muito grande. 

Fazendo essa analogia, podemos dizer, que o corpo físico é uma parede de energia condensada (sólida) que se transpõe a passagem de certas ondas de vibrações características dos planos sutis.Se todos nós aprendêssemos a silenciar a mente, o coração, as emoções, os ruídos externos do meio ambiente em que vivemos, poderíamos com certeza ouvir o chamado, mesmo havendo quinhentos metros de distância. 

Sabendo da existência desse som, concentraríamos a atenção a tal modo, que facilmente conseguiríamos amplificar essa voz.É isso que o treino, que se traduz na busca espiritual constante e a reforma íntima produzem.

A MEDIUNIDADE É UM SENTIDO

Assim como a visão, o tato ou paladar. Só que não está associada ao corpo físico, é uma faculdade da mente superior, da consciência, não do cérebro. O que explica porque muitos cegos enxergam imagens, bem como surdos ouvem sons. Curioso? Simplesmente efeito da sensibilidade da alma, ou melhor, dos sentidos do espírito. Quando vivemos sem nenhuma consciência espiritual, o cérebro não pode conceber a idéia de tais faculdades extra-físicas, por isso cria um padrão limitado. O único raciocínio aceito é de que temos cinco sentidos essencialmente físicos. Mesmo porque quando se vive distante da consciência crística, jamais se pode conceber o fato de que a consciência é mortal.

MEDIUNIDADE E O ESPÍRITO

Portanto, se eu não aceito essa idéia, de um corpo espiritual ser a morada de minha consciência, ou o único responsável por animar um corpo físico, como poderei permitir que meu espírito exprima suas sensibilidades? Isso seria loucura pela ótica da comunidade cética e materialista, não é mesmo?Assim sendo, desenvolver a mediunidade é apenas permitir que sua experiência nesse planeta seja guiada pela sua parte superior, por sua própria consciência espiritual.Ignorar essa faculdade natural, por não conceber a idéia, ou mesmo por medo, comodismo ou insegurança, não vão fazer com que o universo mude seu mecanismo. 

MEDIUNIDADE É UM SENTIDO NATURAL

O universo olha para aquela pessoa na terra e diz: “Aquele ali não quer que eu aja naturalmente com ele, então vou deixá-lo para lá.”Não temos como impedir os ciclos naturais, não dá para trancar a evolução do universo. O normal de um gato é miar, de um cão é latir, da água ser molhada e do fogo ser quente. Quem pode mudar isso?E o mecanismo da mediunidade precisa ser entendido para que não haja rejeição, medo ou insegurança. Nosso livre arbítrio sempre é respeitado, melhor ainda, sempre nos é permitido recomeçar, refazer, consertar os erros. Isso que chamamos de” misericórdia divina” e tolerância também. 

TODOS SOMOS MÉDIUNS

Pela natureza essencial de cada alma existente aqui nesse plano. Todos nós temos missões a cumprir, ou ainda, estamos encarnados dentro de uma proposta de evolução constante, normalmente ignorada por mais de 90% das pessoas.

De uma hora para outra, a pessoa, totalmente distante e alienada dessa consciência, começa a sentir, ver ou perceber, impulsos nada convencionais para sua mente engessada na terceira dimensão. Capta pensamentos sem que sejam ditos verbalmente, tem sonhos reveladores, premonições, palpites muito fortes (leia-se como intuição para um leigo), sente presenças, vultos, ouve vozes. 

Típicos indícios da mediunidade se expressando, melhor ainda: o espírito querendo fluir, se sensibilizar no plano físico, dando sinais de que está na hora de ler nas entrelinhas da vida.E a pessoa, cheia de paradigmas nocivos, com sua mente bloqueada para a verdade divina, sofre e sofre muito. Isso porque ela quer reter uma enxurrada da natureza universal. Simplesmente impossível, sem que haja conseqüências sérias. É total negligência ignorar esse fato, dando-o muitas vezes o rótulo de uma doença mental ou síndrome, que com freqüência assumem nomes complicados e elaborados.O pior de tudo é que dá tanto trabalho e gera tanta dor, ignorar esse fluxo mediúnico, que é difícil entender o motivo que leva a pessoa a relutar tanto. Mas como sabemos, cada um está no seu estágio evolutivo e precisamos saber aceitar.

Alguns remédios faixa-preta são usados em larga escala pra tentar estancar tais manifestações (que pelo olhar da ciência ocidental, apresentam causas incertas), mas não o fazem porque apenas ensurdecem os sentidos físicos, anulando suas percepções. Só que elas continuarão por lá, povoando suas formas astrais e pairando sobre o corpo espiritual da pessoa, inegávelmente.

MEDIUNIDADE E ESPÍRITOS DESENCARNADOS

Se você caminha por uma rua muito movimentada, andando por uma calçada, junto com milhares de pessoas, necessita saber as horas e percebe que está sem relógio. Não enxerga nenhum relógio em painéis eletrônicos ou similares. Então em meio a milhares de pessoas, decide perguntar para alguém.
Quem, normalmente procuramos em meio a multidão?Alguém que visivelmente tenha um relógio, não é mesmo?Pois bem, a mediunidade aflorada, é como um relógio no pulso de alguém, à vista dos espíritos desencarnados. É uma sinalização que atrai a atenção de tantas vibrações diferentes.A comunicação acontece pelo simples fato de haver uma referência, ou seja, uma via de acesso fácil. Como a mediunidade de comunicação com os espíritos é uma das mais corriqueiras, acaba gerando muitos danos para quem não está preparado para lidar com tais situações.O que ocorre normalmente é que muitos desencarnados, que em vida na Terra, eram pessoas alienadas, quando desencarnam, sofrem, demoram em compreender.Quando começam a entender que não mais habitam um corpo físico, em desespero, procuram se comunicar. É normal que estejam com padrão vibratório baixo, gerado por seus apegos materiais, sentimentos mundanos e paixões animalizadas, ainda ancoradas em suas auras.

 

E com quem querem se comunicar ou pedir ajuda?

Òbviamente com todos que tenham um “relógio”, ou melhor, qualquer pessoa, (qualquer mesmo) que tenha a mediunidade aflorada, o que é fácilmente notado pelo espírito perdido, que assim reconhece ao visualizar o campo energético do indivíduo desavisado.Como a pessoa não concebe a idéia, não está educada, não se conhece (e ainda falamos tanto de auto-conhecimento) não sabe o que fazer quando começa a sentir verdadeiras perturbações em seus estados psíquicos, no seu humor e equilíbrio emocional.E isso acontece, porque o espírito desencarnado (sofredor), próximo ao médium inconsciente, acopla-se em seu campo áurico, alterando, desvitalizando e desequilibrando por completo o fluxo natural dos chacras, já que sua aura está em péssimo padrão vibratório.

MEDIUNIDADE: UMA MENSAGEM QUE VOCÊ NÃO PODE IGNORAR

Mesmo a pessoa rejeitando com todas as suas forças essa hipótese, ignorando a iminente necessidade da jornada evolutiva do espírito a se iniciar, nada resolverá seu influxo prânico (bloqueio do fluxo de energia vital) senão a busca de sua consciência espiritual. Nem remédios alopáticos, nem psicologia ou psiquiatria materialista, nada disso surtirá efeitos. Na realidade não causarão nem cócegas.O fato poderá ser ignorando o quanto quiser, mas é bom que se reitere que nada além da busca consciencial, da reforma íntima, do desenvolvimento das sensibilidades do espírito, servirão de remédio eficaz. Já algumas pessoas, conhecem superficialmente esses mecanismos, e o aceitam. Mesmo assim, consideram um fardo a mediunidade, de forma equivocada e negligente, a rejeitam. Grande erro, que ás vezes dói ;Dói em todos os sentidos, porque se é fome que uma pessoa tem, é comida que deve ingerir. Nada, por hora, poderá substituir a necessidade emergente de alimento que a pessoa tem.

TOME A ATITUDE CERTA COM A SUA MEDIUNIDADE

Abra seu coração para a consciência de sua missão aqui na Terra, ejete sua consciência das alienações do mundo materialista. Volte-se para a necessidade de evolução que você tem. Dedique tempo para nutrir sua alma, leia assuntos correlatos, participe de grupos afins, mantenha contato com a natureza e seus elementos, aprenda a meditar diariamente. Assuma e cumpra compromissos rotineiros com a sua espiritualidade. Foque no sentimento de amor existente nas pessoas. Não há segredo.Mas você pode não dar a mínima para isso tudo, está certo, livre arbítrio sempre. No entanto, lembre-se, o universo não vai cessar o fluxo dele em função da sua escolha. Nesse caso,busquemos um alinhamento na direção da vontade divina, (do universo) abandonando “um pouco” a vontade própria, baseada sómente nos interesses do ego e do eu inferior.

A base orgânica da mediunidade

A ORIGEM DA FACULDADE MEDIÚNICA

À semelhança de Charles Richet  que conceituou a mediunidade como o “sexto sentido”, Allan Kardec colocou-a em pé de igualdade com os outros atributos humanos, reconhecendo nela uma função orgânica, ordinária, natural, fisiológica, inerente a todos os seres humanos, embora em gradações muito diferentes.Qual a sua origem? Qual a sua relação com o processo evolutivo que atinge a todos os seres do globo? As opiniões não são convergentes. Ernesto Bozzano defendia a tese de que as faculdades supranormais não são e não podem ser levadas a cargo da evolução da espécie, sendo assim sentidos da personalidade humana que deverão aflorar após a desencarnação. Não teriam, então, uma função definida para a vida física, já que apenas no ambiente espiritual elas deveriam emergir.

Pesquisadores materialistas, como Amadou e Vassiliev, colocam-na à conta de uma função em extinção. As faculdades paranormais seriam resíduos de faculdades atávicas que se foram atrofiando por obra da seleção natural, visto se haverem tornado inúteis à ulterior evolução biológica da espécie. O pensamento, todavia, que vem ao encontro da posição assumida pelo benfeitor André Luiz foi expresso por J. B. Rhine. Acreditava o pai da parapsicologia que as faculdades paranormais representam outros tantos germes de sentidos novos destinados a evoluir nos séculos, até emergirem e se fixarem na espécie.

Ao examinar a questão, no livro “Evolução em Dois Mundos”, André Luiz informa-nos que a faculdade mediúnica vem sofrendo através dos milênios paciente desabrochar, acompanhando o Espírito eterno em seu processo evolutivo. É, portanto, uma função do Espírito que se projeta no corpo a cada nova existência, sendo continuamente aprimorada.

O sistema nervoso na mediunidade

O principal sistema responsável pela faculdade mediúnica é o nervoso, principalmente o cérebro.Dr. Nubor Facure, professor titular de Neurologia na Unicamp, examinando o papel do cérebro no fenômeno, esclarece: “O fenômeno mediúnico se processa no cérebro do médium e sempre com a participação deste. É um processo de automatismo complexo, realizado através do cérebro sob a atuação de entidades espirituais que sintonizam com o médium. Dispomos no nosso cérebro de centros de atividades automáticas para as diversas atividades motoras que nos permitem, por exemplo, falar fluentemente, escrever rapidamente, pintar ou dedilhar um instrumento musical. Essas áreas expressam suas atividades com pouca participação da consciência. Desde que o médium possa destacar seu foco de consciência, o Espírito comunicante pode se ocupar dos núcleos de atividade automática do cérebro do médium e fazer transcorrer por ali conceitos da sua mensagem.”

A Glândula Pineal;O papel dela na mediunidade

O papel da epífise ou glândula pineal passou a ser valorizado com os estudos do autor André Luiz.A epífise é uma glândula de forma piriforme, com as dimensões de uma ervilha mediana que repousa sobre o teto do mesencéfalo.A glândula pineal foi bastante conhecida dos antigos. A Escola de Alexandria participou ativamente dos estudos da pineal que se achavam ligados a questões religiosas. Os gregos conheciam-na como conarium, e os latinos como pinealis, semelhantes a uma pinha. Esses povos em suas dissertações localizavam na pineal o centro da vida.Mais tarde, os trabalhos sobre aglândula pineal se enriqueceram com os estudos de De Graff, Stenon e Descartes, que em 1677 fez uma minuciosa descrição da glândula, atribuindo-lhe papel relevante. Para ele, “a alma seria o misterioso hóspede da glândula pineal”.Em 1954 vários estudiosos publicaram um livro com o somatório crítico de toda a literatura existente sobre a glândula, chegando a algumas conclusões:

  • A glândula pineal deixou de ser o órgão sensorial e passou a ser uma glândula de secreção endócrina.
  • A glândula pineal teria influência sobre o amadurecimento das glândulas sexuais (ovários e testículos); quando atuante, a pineal inibiria o desenvolvimento dessas glândulas; quando inativa (após os 14 anos mais ou menos), permitiria o desenvolvimento dos ovários e testículos, ocorrendo assim o aflorar da sexualidade.
  • Seu hormônio (melatonina) favoreceria o sono, diminuiria crises convulsivas, sendo por isso conhecida como a glândula da tranqüilidade.
  • Atuaria ainda como reguladora das funções da tireóide, do pâncreas e das supra-renais.
  • Seria ainda uma reguladora global do sistema nervoso central.

O PONTO DE VISTA DA DOUTRINA ESPÍRITA

Em “Missionários da Luz”, cap. I e II, André Luiz, estudando um médium psicógrafo com o instrutor Alexandre, observa a epífise do médium a emitir intensa luminosidade azulada, ao que o instrutor esclarece:”No exercício mediúnico de qualquer modalidade, a pineal desempenha o papel mais importante.”

André Luiz observa:

“Reconheci que a glândula pineal do médium expelia luminosidade cada vez mais intensa… a glândula minúscula transformara-se em núcleo radiante e ao redor seus raios formavam um lótus de pétalas sublimes. Examinei atentamente os demais encarnados e observei que em todos a pineal apresentava notas de luminosidade, mas em nenhum brilhava como no médium em serviço. Alexandre esclarece: é na pineal que reside o sentido novo dos homens, entretanto, na grande maioria, a potência divina dorme embrionária.”

Em “Missionários da Luz”, André Luiz esclarece:

“Não se trata de um órgão morto segundo as velhas suposições, é a glândula da vida mental. Ela acorda no organismo do homem, na puberdade, as forças criadoras, e em seguida continua a funcionar como o mais avançado laboratório de elementos da criatura terrestre.Aos 14 anos aproximadamente, a glândula reajusta-se ao concerto orgânico e reabre seus maravilhosos mundos de sensações e impressões da esfera emocional. Entrega-se a criatura à recapitulação da sexualidade, examinando o inventário de suas paixões vividas em outras épocas, que reaparecem sob fortes impulsos. Ela preside aos fenômenos nervosos da emotividade, como órgão de elevada expressão no corpo etéreo. Desata de certo modo os laços divinos da Natureza, os quais ligam as existências umas às outras, na seqüência de lutas pelo aprimoramento da alma e deixa entrever a grandeza das faculdades criadoras de que a criatura se acha investida.”

Observamos, então, que a pineal apresenta particularidades e funções que transcendem o posicionamento da ciência oficial.Ela domina o campo da sexualidade, estabelece relações com o mundo espiritual, via mediunidade, transformando energia mental em estímulo nervoso e mantém contato entre o Espírito e o corpo, através do centro coronário, além de presidir aos fenômenos da emotividade.

André Luiz acrescenta:

“Segregando delicadas energias psíquicas, ela conserva todo o sistema endócrino. Ligada à mente, através de princípios eletromagnéticos do campo vital, comanda as forças subconscientes sob a determinação direta da vontade. As redes nervosas constituem-lhe fios telegráficos para ordens imediatas a todos os departamentos celulares e sob sua direção efetuam-se os suprimentos de energia a todos os órgãos.”

 

 

DOUTOR E MÉDICO EM PSIQUIATRIA DEFENDE “TESE DE DOUTORADO” SOBRE “MÉDIUNS ESPÍRITAS”

        Alexander Moreira de Almeida é médico e doutor em psiquiatria pela USP – Universidade de São Paulo, coordenador do NEPER – Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e director técnico e clínico do HOJE – Hospital João Evangelista. O fato de registro, é que o doutor Alexander de Almeida defendeu sua Tese de Doutorado sobre “Fenomenologia das experiências mediúnicas, perfil e psicopatologia de médiuns_espíritas” recorrendo a dezenas de médiuns espíritas e a várias associações espíritas de São Paulo, onde concedeu uma entrevista exclusiva ao Jornal de Espiritismo;

(nota do Monicavoxblog;Estas informações disponibilizadas aqui  são as constatações de um médico estudioso e doutor na área, cujo currículo é bastante respeitado e foi bem examinado pela banca especialista que o acompanhou nesta tese, como está descrito abaixo.Cada um dos leitores pode tirar suas próprias conclusões e usar seu discernimento interior para aproveitar o que melhor se encaixar nas suas convicções)

  • Como médico psiquiatra, o que o levou a escolher tal Tese de trabalho, para o seu doutoramento: “Fenomenologia das experiências mediúnicas, perfil e psicopatologia de médiuns espíritas“?
    • Alexandre Moreira Almeida – A importância que as vivências mediúnicas tiveram e ainda têm nas diversas civilizações e, mesmo assim, serem praticamente inexploradas no meio acadêmico.
  • Como os seus examinadores e a própria Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, viram a sua Tese de Doutorado?
    • AMA – Muito bem. Sempre recebi todo o apoio do Departamento de Psiquiatria da USP, da FAPESP (Fundação de Amparo À Pesquisa do Estado de São Paulo), bem como a banca teve uma postura muito científica: – rigorosa, mas aberta.
  • E o orientador da Tese de Doutorado? Quem foi?
    • AMA – Francisco Lotufo Neto, professor livre-docente do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo..
  • Quem foram seus examinadores?
    • AMA –
      • Prof. Dr.. Paulo Dalgalarrondo, Doutor pela Universidade de Heildelberg (Alemanha), livre-docente em Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas);
      • Prof. Dr. Leonardo Caixeta, psiquiatra, doutor em Neurologia pela Universidade de São Paulo, professor da UFG (Universidade Federal de Goiás);
      • Prof. Homero Vallada, livre-docente, Professor de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP e da Universidade de Londres, maior especialista em genética psiquiátrica no Brasil e pelo
      • Prof. Dr. Paulo Rossi Menezes, psiquiatra e epidemiologista, doutor pela London Universisty, livre-docente da faculdade de Medicina da USP.
  • Existiu algum critério específico para a composição da Banca Examinadora?
    • AMA – Que fossem pesquisadores destacados e que estudassem áreas relacionadas ao tema da tese.
  • Durante seu estudo, verificou por certo o grau de escolaridade dos médiuns espíritas. São eles incultos e ignorantes como se diz?
    • AMA – 46,5% dos médiuns tinham escolaridade superior ou superior com pós-graduação. O Censo Brasileiro de 2000 mostrou que o Espiritismo é a única religião em que a proporção de adeptos aumenta quanto maior o nível educacional do segmento estudado.
  • Os médiuns espíritas sofrem de transtornos dissociativos, psicóticos ou transtornos de personalidade múltipla?
    • AMA – Eles também podem apresentar estes e outros transtornos mentais, como qualquer indivíduo, no entanto, a prevalência de problemas psiquiátricos entre os médiuns estudados foi menor que o encontrado na população geral. (Ver: Doença mental e Mediunidade)
  • Então os médiuns espíritas não são esquizofrênicos?
    • AMA – Não, eles são até mais saudáveis que a população geral. Isto, apesar de terem muitas vivências alucinatórias e de influência que normalmente são consideradas como sintomas clássicos de esquizofrenia.
  • Como a mediunidade é vista pela medicina?
    • A.M.A – Como a expressão de uma manifestação cultural, religiosa, que não necessariamente é patológica. Sobre a explicação de sua origem, habitualmente é considerada como um fenômeno dissociativo em que se manifestam conteudos do inconsciente do indivíduo. No entanto, estas ideias são baseadas em muitas opiniões e poucas pesquisas.
  • A mediunidade é causa de doenças mentais?
    • AMA – Apesar de, historicamente, nos últimos 150 anos ter se acreditado nisto, não há evidências a este respeito.
  • Quais os possíveis mecanismos neurofisiológicos da mediunidade?
    • AMA – Desconheço estudos a este respeito, tudo que eu dissesse seria meramente especulativo.
  • Alguns colegas defendem que a glândula_pineal é o órgão sensorial da mediunidade. Sabemos que essa hipótese não é nova. O espírito de André_Luizatravés do respeitado médium Francisco_Cândido_Xavier trouxe de novo a “lume”. Qual a sua opinião?
    • AMA – Há uma longa história de associação da pineal com o Espírito, isto vem desde Descartes. Do ponto de vista científico, desconheço qualquer estudo trazendo evidências da pineal se relacionar com mediunidade. Entretanto, sem dúvida é uma interessante hipótese a ser testada.
  • Sendo médico e doutor em psiquiatria, o que é a mediunidade?
    • AMA – Penso que a mediunidade é uma manifestação de uma habilidade humana que tem estado presente na maioria das civilizações ao longo da história. A origem destas vivências em muitos casos, acredito, podem estar realmente no inconsciente dos médiuns. Entretanto, há um considerável número de casos em que esta explicação é insuficiente, apontando para alguma fonte externa ao médium.
  • Como relaciona psiquiatria, espiritualidade e mediunidade?
    • AMA – A psiquiatria deve estar interessada numa visão abrangente e multifacetada do ser humano, assim a espiritualidade deve ser levada em conta, como todas as demais dimensões da existência humana. Por fim, a mediunidade é uma vivência que pode nos revelar muito sobre o funcionamento da mente e sua relação com o corpo. Muitos de nossos trabalhos na área podem ser acessados na página www.hojenet.org no item “teses & artigos”.
  • Como distingue em seus pacientes “mediunidade” com distúrbios meramente neuropsicológicos?
    • AMA – Esta pergunta não admite uma resposta simples. Faz-se necessária uma avaliação cuidadosa e ampla da pessoa, o que ela tem vivenciado, suas crenças e seu contexto social e cultural. Em linhas gerais, para uma certa vivência ser considerada indicativa de um transtorno mental, deve estar associada a sofrimento, falta de controle sobre sua ocorrência, gerar incapacitação, coexistir com outros sintomas de transtornos mentais e não ser aceita pelo grupo cultural ao qual pertence o indivíduo.
  • Ao receber um paciente portador de faculdade mediúnica, como conduz o caso?
    • AMA – Trato o transtorno mental existente além de recomendar que o paciente continue com suas práticas religiosas. No entanto, se ele estiver com desequilíbrios mais graves, inicio o tratamento farmacológico e psicoterápico e solicito o afastamento das atividades mediúnicas. No entanto, recomendo que continue participando das demais atividades religiosas (palestras, orações, cultos, passes…)
  • O seu estudo reuniu a maior amostra de médiuns espíritas alguma vez investigada na área médica no mundo. A sua tese já teve repercussões no meio médico ou em algum centro de investigação universitário? Quais?
    • AMA – Tenho apresentado os resultados da tese em congressos científicos no Brasil e nos EUA, como por exemplo o Congresso Brasileiro de Psiquiatria e International Conference on Mediumship promovido pela Parapsychology Foundation.
  • Nesses congressos científicos, como os investigadores brasileiros e norte-americanos reagiram à sua investigação?
    • AMA – Muito bem, demonstrando bastante interesse.
  • Como vê a doutrina espírita, codificada por Allan Kardec?
    • AMA – Como uma proposta bem fundamentada de se fazer uma investigação científica e com bases empíricas de fenômenos antes considerados metafísicos e fora do alcance da ciência.
  • O que é o NEPER – Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo?
    • AMA – É um grupo de estudos interdisciplinar das relações entre religiosidade saúde. É composto por psiquiatras, neurologistas, historiadores, psicólogos, antropólogos, filósofos. Não está vinculado a nenhuma religião, se prende apenas à rigorosa investigação científica nesta área.
  • Que mensagem gostaria de deixar aos médicos europeus?

 

Visão pessoal

A mediunidade é um fenômeno espiritual que ocorre com muito mais freqüência do que imaginamos. Como disse uma vez Francisco Cândido Xavier, o maior médium brasileiro e um dos maiores do mundo até hoje, estamos rodeados de espíritos. Por existirem em planos mais sutis, imponderáveis para a física mecânica, com leis ainda desconhecidas pela ciência, alguns céticos não acreditam em sua existência e por isso, tem dificuldade em perceber suas influências. Potencialmente, todos somos médiuns, independente de nossa crença pessoal, pois a mediunidade é algo inerente ao espírito (lembre-se de que somos um espírito, apenas estamos temporáriamente encarnados). Porém, as pessoas não possuem a mediunidade no mesmo grau. Alguns a possuem em estado bastante aflorado, de forma ostensiva; são pessoas muito sensíveis. Outras, a possuem apenas em estado latente e recebem do plano espiritual apenas uma vaga impressão. Costumamos chamar de médiuns ,aqueles que possuem esta faculdade de maneira  ostensiva, portanto, deste ponto de vista, poucos podem ser considerados médiuns. Mediunidade não significa, necessáriamente, que a pessoa que a possua seja um espírito evoluído. Existem aqueles que são bastante sensíveis, mediúnicamente, por viverem em um clima interior mais elevado, mais desapegado da matéria. É uma conquista do espírito. Mas a grande maioria dos médiuns recebe uma preparação em seu corpo espiritual (perispírito ou corpo astral) antes de reencarnar, para estarem em condições de exercer a mediunidade. É uma oportunidade de evolução e de repararem os equívocos cometidos em outras encarnações através da caridade, do auxílio ao próximo. Podemos receber as sugestões dos nossos benfeitores espirituais (que tem vários nomes em outra crenças) nos momentos que necessitarmos. Basta que elevemos nossos corações em prece e amor para que a Paz esteja entre nós. Mediunidade é equilibrio e responsabilidade.

Monicavox

 

Recomendo….

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A verdade sobre os alienígenas já é uma realidade entre nós-Pesquisas e depoimentos

Divulgadas imagens secretas de Vênus que mostram possível existência de vida no planeta

O Instituto de Pesquisa Espacial da Academia de Ciências publicou uma série de fotografias, tiradas pela sonda Venera, que mostram supostos organismos vivos em Vênus. Pelo menos foi isso o que explicou o doutor em ciências físicas e matemáticas Leonid Ksanfomaliti, do Instituto de Pesquisa Espacial. Segundo Ksanfomaliti, as imagens captadas há 30 anos revelam a movimentação de objetos estranhos sobre a superfície de Vênus. Para defender sua hipótese, Ksanfomaliti publicou as fotografias, as quais, supostamente, retratariam vários objetos que aparecem e desaparecem, por meio de uma sequência de fotogramas. Após a recente descoberta de vários exoplanetas com condições similares às de Vênus, o pesquisador decidiu voltar a estudar a possível existência de vida nesse planeta.

A Força Aérea dos EUA informa sobre Roswell-24/06/1997Em 24 de junho de 1997, oficiais da Força Aérea dos EUA publicaram um relatório de 231 páginas negando relatos de longa data sobre um acidente com uma nave espacial em Roswell, no Novo México, quase 50 anos antes.

O interesse público em objetos voadores não identificados, ou óvnis, começou a surgir nos anos 40, quando avanços em viagens espaciais e o início da era atômica fizeram com que muitos americanos voltassem suas atenções para os céus. A cidade de Roswell, localizada perto do rio Pecos, no sudeste do Novo México, virou um ímã para os que acreditavam em óvnis devido a estranhos eventos no início de julho de 1947, quando o fazendeiro W.W. Brazel encontrou um estranho e brilhante objeto espalhado em um trecho de sua terra. Ele, então, mostrou-o ao xerife, que, por sua vez, entregou-o às autoridades de uma base da Força Aérea nas proximidades. Em 8 de julho, oficiais da Força Aérea anunciaram que haviam recuperado restos de um “disco voador”. Um jornal local noticiou a história em suas manchetes e lançou Roswell ao centro das atenções do fascínio público por óvnis.

Mas logo a Força Aérea voltou atrás na sua história, dizendo que os destroços eram apenas de um balão meteorológico. À exceção dos fanáticos por óvnis ou ufologistas, o interesse público no chamado “Caso Roswell” foi desaparecendo até o final dos anos 70, quando surgiram alegações que os militares tinham inventado a história do balão meteorológico como um acobertamento. Apoiadores dessa teoria argumentavam que os oficiais, na verdade, haviam recuperado vários corpos alienígenas da nave acidentada, os quais estavam alojados na misteriosa Área 51, em Nevada. Para afastar essas suspeitas, a Força Aérea lançou um relatório de mil páginas em 1994, afirmando que o objeto acidentado era, na realidade, um balão meteorológico de grande altitude lançado de um local de teste de mísseis nas proximidades, como parte de um experimento confidencial que pretendia monitorar a atmosfera para detectar possíveis testes nucleares soviéticos.

Em 24 de julho de 1997, quase uma semana antes da comemoração exótica do 50º aniversário do incidente, a Força Aérea publicou outro relatório sobre o controverso assunto. Intitulado como “The Roswell Report, Case Closed” (O Relatório de Roswell, Caso Encerrado), o documento afirmava, em tom definitivo, que não havia nenhuma evidência no Pentágono(?) de que qualquer forma de vida havia sido encontrada na área de Roswell com relação a supostos avistamentos de óvnis, e que os “corpos” encontrados não eram alienígenas, porém manequins utilizados em testes de paraquedas realizados naquela região(???!!!);isso supostamente colocaria um fim à discussão sobre o acobertamento,que foram em vão, já que ufologistas furiosos correram para apontar as inconsistências do relatório. Com teorias de conspiração ainda vivas e sólidas na internet, Roswell continua sendo um assunto obrigatório quando flamos em Òvnis.

Esta é a pedra encontrada perto de Roswell com inscrições parecidas com a de um círculo inglês ou alguma mensagem intergaláctica-Pedra encontrada em Roswell pode ser de origem extraplanetária

Uma pedra com propriedades magnéticas incomuns, com marcas profundas que parecem ser as fases da Lua, um eclipse solar e a representação de uma supernova, foi descoberta nos arredores de Roswell, Novo México, assustando os investigadores, cientistas e todos que a examinaram. Se for provado que esta pedra é de origem extraterrestre, será a segunda vez em menos de um século que a área de Roswell se envolve com contatos do espaço. Sam D. LaGrone, prefeito de Roswell, e que de fato viu e tocou a pedra declarou: “É uma pedra muito estranha. Toquei nela, a senti e não identifiquei como poderia ter sido produzida”, completando que ela é mais um elemento que evidência o mistério que envolve a cidade, o Caso Roswell, mesmo 61 anos depois e que supostamente foi acobertado pelas autoridades militares. O objeto é colorido e tem uma cor avermelha bem intensa, mede menos de cinco centímetros e pesa aproximadamente 40 gramas. Ela foi encontrada em setembro de 2004, por Robert Ridge, enquanto caçava cervos na Cedar Hill, que fica 17 milhas do incidente ocorrido em 1947. “Vi algumas pegadas recentes no solo e as segui. Foi quando notei a pedra parcialmente exposta ao lado de um buraco na areia. Mas não a peguei porque pensava que havia cervos um pouco mais para cima da colina”, declarou Ridge alegando que depois voltou ao local só pegar a pedra. Depois de mostrar a pedra para a família e seus amigos, ele a guardou em uma caixa num depósito seguro até o ano passado, quando teve a curiosidade para descobrir sua verdadeira história.

 

Em julho do ano passado que Robert Ridge foi apresentado aos ufólogos Chuck Zukowski e Debbie Ziegelmeyer e mostrou o material. Ridge informou que os ufólogos ficaram bastante impressionados chegando até a mostrar a pedra a vários especialistas, incluindo os melhores antropólogos do Novo México e todos eles afirmaram que jamais viram algo parecido com isto. Segundo Zukowski não havia nenhum jeito desta pedra ter sido marcada ou perfurada sem equipamentos modernos e sofisticados e sem o uso de laser ou jatos d’água de alta velocidade para alimentarem as brocas. A imagem do artefato parece literalmente ter sido arrancada da superfície da pedra de minério ferroso e vermelho. Este objeto retém polaridades magnéticas capazes de fazer o ponteiro de uma bússola girar e registrar seu campo magnético há metros de distância. “A pedra oval também irá girar quando um imã for colocado em cima da superfície da imagem dependendo de sua posição” acrescentou Zukowski. Arqueólogos que viram a pedra querem submetê‐la a uma análise de laboratório, o que eles chamam de fase dois de suas investigações. Um antropólogo descreveu a pedra como sendo semelhante a um magneto. Os magnetos foram mencionados na literatura durante séculos como pedras possuindo propriedades mágicas e místicas. Existem lendas antigas onde as pessoas informam que quando seguravam os magnetos em suas mãos o seu corpo tremia e que este tipo de pedra já curou uma porção de doenças, inclusive picadas de cobra e dores de cabeça.

Enquanto isso, os ufólogos afirmam que o desenho contido na pedra é parecido com os círculos ingleses que apareceram em várias cidades da Inglaterra, indicando a possibilidade da pedra conter uma mensagem do espaço. Priscilla Woolf, de Tijeras, uma norte‐americana conhecida por ter poderes sobrenaturais, visitou o local onde a pedra foi encontrada e afirmou que sentiu uma vibração em suas mãos quando segurou a pedra e que percebeu que uma luz veio do céu quando a colocou no local onde foi encontrada. “Embora a pedra tenha sido encontrada parcialmente exposta na superfície, a área arenosa na qual esta foi achada é conhecida por sua erosão constante, o que possivelmente escondeu a pedra durante vários anos”, explicou Zukowski. “Depois que tive contato com esta pedra por alguns meses, comecei a pensar que ela poderia ser algum tipo de código, ou até mesmo uma mensagem”, finalizou Ridge.

FORMATO IMPRESSIONOU OS PESQUISADORES

Novas imagens apontam para autenticidade do agroglifo de Prudentópolis

A Ufologia Brasileira tem acompanhado com interesse crescente o fenômeno dos agroglifos nos últimos anos, desde seu surpreendente surgimento em Ipuaçu, Santa Catarina, a partir de 2008. Agora, pela primeira vez, esses enigmáticos desenhos surgem no Paraná. O agroglifo surgiu da noite de segunda‐feira (05) para terça‐ feira (06) na Chácara Santini, bem à beira da estrada que liga a BR‐277 a Prudentópolis, e a não mais do que 1 km da cidade, de onde pode ser visto com clareza. Pode‐se então chegar à primeira conclusão, seria impossível alguém ou um grupo de pessoas fazer a figura sem ser visto. Mas esta não é a única razão para a imagem ser dada como autêntica, como se verá. O agroglifo estava em uma plantação de trigo ainda verde e muito viçosa, nesta fase impropria para colheita. A figura foi descoberta na tarde de terça‐feira (06) e filmada naquela mesma noite, mas sem clareza. Na manhã seguinte, quarta‐feira (07), foi filmada novamente por Tito Santini, um dos proprietários da localidade, que enviou fotos e vídeos à Rede RPC, levando ao conhecimento do fato à Revista UFO. Ele próprio ficou impressionado em ter visto aquilo na chácara, que está com sua há décadas. Disse que ali nunca ocorreu nada de anormal. A Revista UFO recebeu as imagens às 13h00 de quarta‐feira (07) e às 14h00 seu editor, A. J. Gevaerd, já se dirigia para o local, onde chegou às 16h00. Lá foi constado que a figura tem exatamente os mesmos padrões de várias outras anteriormente analisadas, tanto no Brasil, em Santa Catarina, de 2008 a 2014, quanto na Inglaterra. Chamava a atenção o fato de seu formato não poder ser visto a partir do solo, por ser muito grande. Para as imagens aéreas contou‐se com a ajuda do drone pilotado por Cauê Quadros, contratado pela Novelo Filmes para um documentário sobre agroglifos para o History Channel para o qual a Revista UFO é parceira, e que sobrevoou detidamente a imensa figura. A partir de 150 metros de altura ficaram nítidos o impressionante formato e suas enormes medidas, que foram uma grande surpresa. O drone esteve ativo por mais de uma hora e registrou as imagens de vários ângulos. Enquanto o trabalho de filmagens e fotos do alto era realizado, deixando cada vez mais clara a autenticidade da figura, Gevaerd e o grupo de estudiosos Rama, de Guarapuava, faziam as medidas dos elementos da gigantesca figura. João Gabriel de Oliveira, um dos membros da equipe, providenciou um croqui inicial, que será usado como base para a elaboração do croqui oficial pelo perito criminal e conselheiro especial da Revista UFO, Inajar Antonio Kurowski. FORMATO IMPRESSIONOU OS PESQUISADORES A figura contém dois anéis de diferentes tamanhos, mas com cerca de 50 metros cada, que se interseccionam em cerca de 35% de sua área, dentro de qual há um círculo central de 20 metros de diâmetro. Tanto os anéis quanto o círculo têm as plantas dobradas, mas não quebradas, em sentido anti‐horário, o que se verifica também em 4 círculos menores, mas de tamanhos diferentes, encontrados a leste, na extremidade do além à direita. Seus tamanhos aumentam gradativamente. É importante destacar que havia chovido um pouco em dias anteriores, o que fez com que parte do trigo dobrado, pelo solo molhado, tendesse a voltar à posição normal, mas isso se verificou com a minoria das plantas. Não foi notado danos extensivos à lavoura e ao agroglifo por pisoteio de curiosos até o final da tarde de quarta‐feira (07). Entretanto é provável que isso ocorra, pois os interessados e curiosos já formavam uma pequena multidão no final da tarde de quarta‐feira.

Quaisquer vestígios de ação humana ou mesmo ferramentas esquecidas, já foram verificadas em tentativas de fraudes, e cuja ausência, assim verificada, igualmente contribui para a autenticidade da figura. Também deve ser notado que a plantação é entrecortada por rastros de pneus de trator usado para fumigação da lavoura. Isso é absolutamente comum em cenários de agroglifos. É muito importante o detalhe de que várias testemunhas relataram ter visto luzes sobre a propriedade tanto da noite de segunda-feira (05) para terça-feira (06), quanto por volta de 22h30 de terça-feira. Seus depoimentos estão nos arquivos da Revista UFO. Pessoas também relataram que faltou energia elétrica em toda a cidade no meio da madrugada que precedeu terça-feira. Não se sabe se estes fatos estão interligados ao agroglifo. A Revista UFO seguirá acompanhando o caso, e em breve, em sua edição impressa, apresentará a completa cobertura de mais uma ocorrência de agroglifos no sul do país, como vem se repetindo incessantemente desde 2008.

 

Em 1998, o engenheiro elétrico John J. Williams encontrou o que parecia um conector elétrico projetando-se do solo. Ele começou a cavar e descobriu que o conector de três pinos estava embebido numa pequena rocha.Segundo Williams, o artefato foi descoberto durante uma excursão realizada numa área rural na América do Norte, distante de assentamentos humanos, complexos industriais, aeroportos, fábricas ou instalações nucleares. Embora isso possa ferir a credibilidade de sua descoberta, Williams se recusa a revelar a localização exata do achado, por medo de que a revelação possa provocar a pilhagem de outras relíquias misteriosas no local.Conhecido como “Enigmalito”(uma combinação de das palavras ‘enigma’ e ‘monólito’) ou “Petradox”, o artefato apresenta a aparência indiscutível de um componente eletrônico embutido numa pequena pedra de granito natural sólido composta de quartzo e feldspato (incluindo uma pequeníssima porcentagem de mica).

O relativo sigilo sobre o local da descoberta e teorias de caráter ufológico sobre o objeto têm levado muitas pessoas da comunidade científica a categorizarem o achado como uma farsa produzida para trazer fama e fortuna a seu proprietário. Não obstante, Williams diz que o Petradox está à disposição de qualquer investigador que queira analisá-lo científicamente, mas cientistas têm ignorado a oferta.Segundo Williams, que consultou engenheiros e geólogos para verificar o espécime, o componente eletrônico embutido no granito não apresenta sinais de ter sido colocado ou soldado na pedra e, se isto ocorreu, certamente foi feito por algo ainda desconhecido pela ciência atual; na verdade, chegou-se à dedução de que o objeto já existia no momento em que a pedra se formou em torno dele. Análises geológicas posteriores da pedra, estimaram que a mesma tem cerca de 100 mil anos de existência, o que torna o objeto técnicamente impossível de existir se levarmos em conta a cronologia aceita atualmente.

MAS O QUE SERIA ESSE OBJETO?

O objeto embutido no Petradox tem sido comparado por alguns cientistas a um conector eletrônico tipo XLR ou algo similar. Ele apresenta um leve campo magnético e leituras de ohmímetro para verificar condução elétrica demonstram a presença de resistência próxima a que conhecemos hoje em circuitos abertos.Seus três “pinos” parecem ser compostos por algum tipo de metal e a matriz inserida na pedra foi identificada como cerâmica ou outro material parecido. Foi totalmente descartada a possibilidade desta peça de 8 mm de diâmetro ter sido feita de madeira, plástico, borracha, metal ou algum material semelhante.Embora Williams não permita que se quebre a rocha, análises com potentes raios-x (porque raios-x comuns não conseguiram penetrar a pedra) indicam que o componente matriz se prolonga numa estrutura interna opaca que inclui uma cavidade.

Apesar do ceticismo extremo, Williams está convencido de que a relíquia é genuína de uma tecnologia humana antiga ou alienígena e espera que cientistas possam autenticá-la, mas insiste que ele esteja presente durante as análises, que a rocha na seja danificada e que ele não tenha de pagar pela pesquisa.Alguns acreditam que cientistas se distanciem do artefato porque estão temerosos do que podem encontrar(?). Embora análises científicas possam vir a confirmar que esta seja uma elaborada farsa, isso também poderia mudar radicalmente nosso entendimento da história humana.Se o espécime for genuíno, pesquisadores teriam também de considerar seu design. Por que tal componente estaria embutido numa rocha? Que propósito teria esse objeto?Williams acredita que a localização do artefato oferece mais evidências de uma civilização perdida ou uma presença extraterrestre. Ele tem buscado uma equipe de cientistas de mente aberta para investigar o local.

Vistas do Petradox (Internet)

Oopart (Out Of Place ARTifact), ou “Artefatos Fora do Lugar”, é o termo aplicado a dezenas de objetos pré-históricos encontrados em vários lugares ao redor do mundo os quais possuem um nível tecnológico que está em completo desacordo com a idade do objeto determinada com base em características físicas, químicas e/ou geológicas. Ooparts frequentemente são frustrantes para os cientistas convencionais e atiçam os investigadores aventureiros e indivíduos interessados em teorias científicas alternativas.

PROGRAMA ESPACIAL MERCURY

O Programa Espacial Mercury tinha como objetivo colocar um único homem a bordo de uma cápsula espacial, dando poucas voltas ao redor da Terra. O primeiro astronauta norte-americano foi ao espaço através do Programa Mercury. Já na primeira missão tripulada houve registro de objetos luminosos no espaço

Em quase todas as missões espaciais houveram registros de naves alienígenas. Tais objetos foram fartamente registrados, documentados, filmados e fotografados. Foram criados termos específicos para serem utilizados pelos astronautas em suas missões, em caso de presença alienígena. Bogey (duende), Papai Noel, fogo, entre outras denominações. Desde as primeira missões tripuladas houveram avistamentos de OVNIs. O Projeto Mercury foi pioneiro, pois foi o programa que colocou o primeiro norte americano no espaço. Em cada missão da Mercury eram enviados ao espaço um astronauta, que dava poucas voltas ao redor da Terra.

Missão Mercury Atlas ­ 6

Um dos primeiros registros de avistamento de OVNI`s foi o do astronauta John Gleen Jr. John foi enviado ao espaço na missão Mercury Atlas ­ 6, no dia 20 de fevereiro de 1962. Ele foi o primeiro norte americano a ir ao espaço. Em órbita da Terra, o astronauta observou pequenas luzes voando no espaço próximo à sua capsula espacial. Não havia vazamentos ou pedaços da nave ou do foguete impulsor que pudessem ser confundido naquele momento. Ao reentrar na atmosfera terrestre, ele viu um globo luminoso. Ao retornar à Terra, o Dr. Roberto Boas, que foi responsável pelo treinamento psicológico do astronauta, afirmou que ele estava visivelmente surpreso com a experiência. Missão Mercury Atlas ­ 8 Nas missões posteriores, os avistamentos de OVNIs continuaram. Scott Carpenter foi ao espaço na missão Mercury Atlas 8, em 24 de maio de 1962. Sua missão era dar três voltas ao redor da Terra. Este astronauta observou durante o vôo orbital um OVNI, o qual fotografou. Este objeto era cilíndrico, e houve confirmação de um outro menor, de formato discoidal que saiu deste primeiro. Ao regressar para a Terra aconteceu algo estranho: A nave estava orientada perfeitamente, seguindo para o ponto previsto para aterrissagem. No entanto, a cápsula se desviou 400 quilômetros, o que é muito, visto que a missão foi extremamente planejada. O mistério que ainda não foi explicado pela NASA é como a cápsula se desviou de sua trajetória.

Missão Mercury Atlas ­ 9

Na missão seguinte foi a vez do astronauta major Gordon Cooper, que foi ao espaço 16 de maio de 1963, a bordo da cápsula espacial Mercury. No espaço, a cápsula passava sobre a estação Muchea, na Austrália, quando Cooper avistou um objeto luminoso, de coloração esverdeada vindo em sua direção. Na estação de Muchea, os radares captaram o objeto, o que confirma o acontecimento. Houveram aproximadamente 200 pessoas em Terra, que puderam observar a cápsula do astronauta e o outro objeto. Durante a quarta passagem do astronauta sobre o Havaí, no dia 15 de maio de 1963, as comunicações entre os controladores em Terra e a cápsula foram interrompidas por uma misteriosa linguagem. Esta interrupção causou espanto e irritação nos oficiais da NASA. As investigações posteriores não puderam identificar a natureza da linguagem. Gordon Cooper já tinha avistado OVNIs anos antes, quando voava a bordo de F­86 Sabrejet, sobre a Alemanha Ocidental. Os objetos observados na ocasião, eram metálicos e de formato discoidal. Em uma outra ocasião, Gordon Cooper discursou nas Nações Unidas, afirmando que: “Eu acredito que veículos extraterrestres e seus tripulantes estejam visitando nosso planeta … a maioria dos astronautas eram relutantes em discutir os UFO`s”.


O FENÔMENO ÓVNI NO MUNDO-COMO OS PAÍSES ENCARAM ESTA QUESTÃO

O Fenômeno OVNI manifesta-­se em todos os lugares do planeta Terra. Todos os países, desde aqueles localizados em regiões polares até os países localizados ao longo da linha do Equador são palco de ocorrências envolvendo estranhos objetos voadores cujas principais características são a alta tecnologia empregada na construção destes veículos e a presença de uma inteligência controlando suas evoluções. Por essa natureza insólita os mais diversos países ao redor do globo criaram comissões específicas com o objetivo de pesquisar as ocorrências ufológicas em seus territórios. Os Estados Unidos foram os mais envolvidos com a questão, não só registrando as ocorrências mas também criando unidades específicas com o objetivo de abater estes objetos para estudo. Em algumas oportunidades o Governo Estad­unidense teve êxito em resgatar estes objetos acidentados em território americano bem como barganhar estes objetos com governos de outras nações. Através da captura e posterior análise destes objetos foi possível desenvolver novas tecnologias empregadas em diversas áreas. Os norte-­americanos foram também pioneiros no acobertamento de fatos envolvendo o Fenômeno OVNI. Os outros países apenas seguiram as determinações ou adotaram o padrão americano. Entretanto, nos Estados Unidos este acobertamento foi muito mais intenso e atuante que em outros países. O Governo Americano utilizou diversos meios lícitos e alguns ilícitos com o objetivo de acobertar os casos e denegrir a imagem de pesquisadores. Existem indícios muito fortes de vários ufólogos foram silenciados por esta máquina governamental. Em outros países, felizmente, a situação foi menos delicada. Desde 1947, quando o Fenômeno OVNI passou a preocupar, vários países admitiram, em alguma ocasião, a realidade do Fenômeno ou ainda estiveram seriamente envolvidos com o estudo do tema.

O EXEMPLO FRANCÊS

A França, históricamente, foi o primeiro pais a criar uma lei específica destinada ao acesso à documentos do governo no ano de 1974. Na área ufológica também foi pioneira. O GEPAN, entidade criada com a finalidade de investigar fenômenos aeroespaciais anômalos, gerou uma grande quantidade de informações e documentação. Um dos documentos, o Relatório Cometa, repercutiu no mundo inteiro. Outros países seguiram o exemplo francês. Em fins de novembro de 2002, a Inglaterra liberou, por meio da Lei de Liberdade de Informação, mais de 200 páginas de documentação sobre OVNI`s. Atualmente são mais de 790 páginas de documentos oficiais sobre OVNIs, disponíveis no site do Ministério da Defesa da Inglaterra. O Brasil, também já realizou investigações sobre o fenômeno OVNI. Sempre de caráter confidencial, estas investigações foram confirmadas através de documentos ufológicos do governo brasileiro que “vazaram” e chegaram às mãos de ufólogos. Nos links abaixo, poderemos conhecer um pouco da relação entre governos mundiais e o Fenômeno OVNI. Procuraremos disponibilizar todos os documentos governamentais que já conseguimos acesso (mais de 10 mil páginas estarão à disposição em breve). Estes documentos são bem conhecidos da maioria dos ufólogos e provém de diversas instituições nacionais e internacionais.

Documentos Oficiais
Austrália
Brasil
Canadá
Chile
Dinamarca
Espanha
Estados Unidos
França
Reino Unido

ATUALIZAÇÕES

1-Os participantes do Instituto SETI fizeram uma declaração de “princípios” sobre como devemos nos comportar durante o contato com seres de outros planetas. Nela, constam os seguintes conselhos: certifique-se de que o sinal que você recebeu é realmente de origem alienígena antes de anunciar a descoberta; a confirmação deve ser espalhada imediatamente a toda a imprensa e canais científicos; antes de levar a notícia ao público, porém, recomenda-se avisar outros estudiosos do assunto; e, por último, deve-se fazer um estudo minucioso da mensagem antes de enviar qualquer resposta.

2-Circulou recentemente na internet um falso boato de que a ONU teria criado um órgão e até um embaixador para “assuntos extraterrestres”. O organismo seria a UNOOSA (Agência das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Exterior) e o embaixador (ou embaixatriz), a astrofísica malaia Mazlan Othman. Ela seria a responsável pela diplomacia no caso de um provável primeiro contato. Ocorre que a UNOOSA realmente existe e Othman é, de fato, sua responsável, mas a função do órgão é promover a cooperação internacional no uso pacífico do espaço e fortalecer o uso da ciência e tecnologias espaciais. Nada de embaixador para assuntos extraterrestres, portanto.

3-Os lugares do Sistema Solar mais propícios à vida extraterrestre são o planeta Marte,(já houve a divulgação oficial da existência de água pela NASA) além das luas Europa (do planeta Júpiter), Titã (do sistema da Saturno) e Tritão (de Netuno).Até agora foram descobertos em torno de mil planetas fora do Sistema Solar, mas os astrônomos suspeitam que esse número seja infinitamente maior. Alguns acreditam que a maior parte das estrelas possui planetas girando ao seu redor. Levando em conta que as galáxias menores possuem cerca de 100 bilhões de estrelas e as maiores, como a M87, trilhões de astros… quantos planetas você acha que existem no Universo? Um lembrete: existem outras 100 bilhões de galáxias no Universo visível.

VISÃO PESSOAL….

Estamos abordando aqui casos famosos ,depoimentos, artefatos,abduções, avistamentos e todo tipo de informação á respeito de vida e presença ET de que se tem notícia.Mas, cabe aqui na altura das informações já disponibilizadas,fazer uma pequena  recapitulaçao de algumas terminologias, que consideramos necessárias para que os leitores e interessados possam melhor se situarem no contexto extraterrestre.

1-OVNI é a sigla para Objeto Voador Não Identificado, também chamado de UFO (sigla de Unidentified Flying Object) em inglês.

2-A expressão disco voador (flying saucer) é usada para definir o OVNI como um objeto com características semelhantes a pires ou pratos voadores.

3-Além do formato disco voador, foram classificados outros dois tipos de OVNIs: o cigarrete (naves longas, normalmente em forma de charuto) e as esferas (naves no formato de esferas).

4-Ufologia é o estudo dos registros visuais, evidências físicas e relatos relacionados aos objetos voadores não identificados.

5-Contatos imediatos é uma expressão normalmente usada para se referir a contatos de seres humanos com supostas naves e seres alienígenas. Os contatos imediatos de zero grau são avistamentos de naves à longa distância. Contatos de primeiro grau é quando as testemunhas avistam detalhes da espaçonave. Contatos de segundo grau, é quando o possível OVNI pousa e deixa vestígios de sua passagem. De terceiro grau são as observações de tripulantes/ETs na nave. Os de quarto grau ocorrem quando há contato direto e comunicação com os tripulantes. Com os de quinto grau ocorrem viagens na nave e contatos normalmente chamados de abduções.

6-A abdução acontece quando a pessoa é levada por entidades não-humanas contra a vontade para o interior do OVNI, onde é submetida a experiências e exames clínicos.

7-SETI é um projeto que visa analisar sinais enviados por possíveis civilizações alienígenas. A sigla em inglês significa Search for Extra-Terrestrial Intelligence, que quer dizer Busca por Inteligência Extraterrestre. Os sinais são recebidos por radiotelescópios como o de Arecibo, em Porto Rico.

Com estes postulados bem explicados, alguns /fatos/testemunhos e estatísticas deixaremos registrados;

1-São José dos Campos, no interior de São Paulo, é a cidade com maior número de relatos de abduções do mundo.

2-Os países com o maior número de fenômenos OVNIs (contatos de zero a quinto grau) são os Estados Unidos, México, Peru, Brasil, Rússia e Chile.

3-Os ufólogos estimam que o número de ocorrências/contatos em todo o mundo esteja na casa dos 8 milhões desde 1 947.

4-Ninguém sabe o porquê(?!), mas mais de 60% dos casos de avistamento de OVNIs ocorrem nos Estados Unidos.

5-Pesquisas feitas no final da década de 1 990 revelaram que 12% dos norte-americanos acreditam que já viram UFOs e outros 48% acreditam nos relatos de quem afirma ter visto.

6-Segundo o Centro para Estudos Ufológicos de Chicago, a maior parte das aparições de OVNIs ocorrem por volta de 9h da noite ou 3h da madrugada.

7- Várias personalidades/autoridades que afirmaram categóricamente já terem avistado OVNIs:Uma delas,foi Jimmy Carter (ex-presidente dos Estados Unidos).

8–O fenômeno UFO mais conhecido do mundo (e o preferido dos ufólogos) é o caso Roswell, supostamente ocorrido na cidade de mesmo nome, no oeste dos Estados Unidos.

9-No Brasil, o caso que mais deu o que falar foi o do ET de Varginha, no interior de Minas Gerais. A história ganhou inúmeras versões, até se transformar em uma das principais e mais difundidas lendas(?) urbanas no país(abordaremos em breve,aqui no blog)

10-Outros casos de grande repercussão no Brasil foram a Noite Oficial dos UFOs e a Operação Prato. A Noite Oficial dos UFOs ocorreu em 1 986, quando radares detectaram cerca de 20 OVNIs nos céus de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. O incidente durou cerca de 3 horas e, segundo os ufólogos, a Força Aérea chegou a acionar diversos aviões de combate para seguir os objetos. No dia seguinte, ele foi confirmado pelo próprio ministro da Aeronáutica. Mais tarde, o governo justificou que pode ter havido uma falha nos radares. A Noite Oficial dos UFOs ainda intriga estudiosos do assunto no Brasil e no exterior(já abordamos em nossa série)

11-Operação Prato foi o nome dado à investigação de uma série de aparições de supostos OVNIs nos Estados do Pará e do Maranhão em 1 977. Brasília enviou diversos estudiosos para o local, que acabaram confirmando as aparições.

12- Área 51 é uma base secreta do estado norte-americano de Nevada onde, acredita-se, são realizadas pesquisas e feitos testes com tecnologia alienígena. Muitas pessoas já declararam ter visto objetos estranhos sobrevoando o local. O governo nega, mas o fato é que o local realmente serve de base para operações secretas das forças armadas dos Estados Unidos(Já abordada aqui no blog).

13-Outras cidades e locais que ganharam fama por supostas aparições de naves e OVNIs: Peruíbe (SP), Serra do Roncador (MT), Guarabira (PB) e Itaara (RS).

14-O Triângulo das Bermudas é uma área do Oceano Atlântico entre o estado norte-americano da Flórida, a ilha de Porto Rico e o arquipélago das Bermudas que ficou famosa pelos súbitos desaparecimentos de aviões, barcos e navios. Ocorreram mais de 50 eventos dessa natureza, a maioria entre 1 945 e 1 950. Muitas teorias foram criadas para explicar o fenômeno e um deles é justamente a ação de extraterrestres.(na pauta do blog para realizarmos a matéria)

Com tantas evidências e fatos comprovados,além de políticas oficiais e extra-oficiais sobre o assunto “vida extraterrestre”,pesquisas ouvindo a população e evidências materiais(Crop Circles e artefatos que “vazaram”,sem contar os ocultados em áreas militares),não estamos discutindo mais se há ou não vida extraterrestre,mesmo considerando sómente a existência de água e microorganismos;estamos ampliando o conceito de vida no Universo inteiro já que, até o incidente de Roswell, só tínhamos evidências arqueológicas,alegorias bíblicas,aparições consideradas milagrosas ,fotos de avistamentos ridicularizadas e consideradas forjadas e depoimentos considerados fantasiosos.Vamos prosseguindo com esse tema,pois temos inúmeros fatos e evidências ainda por esclarecer e informar,para que cada um de nós possa tirar suas próprias conclusões e ampliar seus conceitos deste tema tão apaixonante e necessário nesta Transição Planetária.

Inspiração…

Exopolitica
Paola Harris
 Biblioteca Documento UFO- A pedra de Roswell-O caso dos Agroglifos no Brasil
UFO Magazine
A Ameaça
David Jacobs-PhD
Human Encounters with alies-Abduction
 John Macks-PhD
 Acidente alienígena-
Jesse Marcel
 Segredo de Estado
Javier Serra
Recomendo….

Um Curso em Milagres

Resultado de imagem para imagens sobre Um curso em milagresUma das coisas mais interessantes a propósito de como Um Curso em Milagres chegou a ser escrito, é que o próprio processo da sua transcrição e a história em torno disso nos dão um exemplo perfeito do que são os princípios básicos do Curso. A mensagem central do Curso é que a salvação vem a qualquer momento que duas pessoas se unem para compartilhar um interesse comum, ou trabalhar para uma meta comum,uma das maiores premissas da Transição Planetária; Isso sempre envolverá algum aspecto do perdão, sobre o qual falaremos ao longo destas postagens.

Resultado de imagem para imagens sobre helen schucmanPRÓLOGO

As duas pessoas responsáveis por Um Curso em Milagres foram Helen Schucman, que morreu em fevereiro/1981  e William Thetford, o Bill, que morreu em julho/1981; Ambos eram psicólogos no Columbia Presbyterian Medical Center em New York City, USA. Bill tinha chegado primeiro, e era diretor do departamento de psicologia. Helen se uniu a ele poucos meses depois. Durante os primeiros sete anos de seu relacionamento eles tiveram muitas dificuldades um com o outro. Suas personalidades eram totalmente opostas. Ainda que trabalhassem bem juntos em certo nível, a nível pessoal havia muita tensão e ambivalência. Não só tinham dificuldades em sua relação pessoal como também com outros membros do departamento, com outros departamentos dentro do Medical Center e em seu trabalho com outras disciplinas em outros centros médicos. Essa era a atmosfera típica de uma grande universidade ou centro médico, e Columbia não era diferente de nenhum outro lugar. O ponto crucial aconteceu durante um dia de primavera em quando Helen e Bill tinham que atravessar a cidade para ir ao Corneil Medical Center onde assistiriam a uma reunião interdisciplinar da qual participavam regularmente. Em geral, essas eram reuniões desagradáveis, cheias de competitividade e rivalidade, ainda algo muito comum em meios universitários. Helen e Bill também participavam de tudo isso, sendo muito críticos e julgando outras pessoas. Mas nesse dia, exatamente antes de sair para a reunião, Bill, que era um homem calado e despretensioso, fez algo muito fora do normal para ele. Em um discurso passional ele disse a Helen que tinha que haver um jeito melhor de se lidar com essas reuniões e com os tipos de problemas que lá surgiam. Ele sentia que ambos deveriam ser mais capazes de aceitar e de amar em vez de estarem tão preocupados em competir e criticar. A resposta de Helen foi igualmente inesperada e fora do comum para ela. Não apenas concordou com ele como também se comprometeu a ajudá-lo a encontrar esse outro jeito. Esse acordo não condizia com a sua maneira de ser habitual, pois os dois tendiam a se criticar mutuamente e tinham dificuldade de aceitar as opiniões um do outro. Essa união de ambas as partes foi um exemplo do que o Curso chama de um “instante santo” e, como eu disse no início, o instante santo é o meio da salvação. Em certo nível do qual nenhum dos dois tinha consciência, aquele instante foi o sinal que abriu a porta para uma série de experiências que Helen começou a ter quando estava desperta e também em sonhos. Vou mencionar algumas que têm muita força tanto psíquicamente quanto em seus aspectos religiosos, pois a figura da Consciência Crística/ Jesus começa a aparecer de forma cada vez mais regular. O que torna isso inesperado é a postura que Helen tinha assumido a essa altura de sua vida. Ela estava vivendo a dezena dos cinqüenta e tinha adotado o papel de uma ateísta militante, disfarçando com astúcia o seu amargo ressentimento contra um Deus que, na sua opinião, não havia agido bem com ela.

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Assim sendo, ela era agressiva diante de qualquer tipo de pensamento que julgasse duvidoso, ambíguo, ou impossível de ser estudado, medido e avaliado. Ela era uma excelente psicóloga, fazia pesquisa e investigações e tinha uma mente lógica, analítica, e aguda, sem nenhuma tolerância para qualquer idéia que se desviasse disso. Desde pequena, Helen tinha uma certa capacidade psíquica de ver coisas que não estavam presentes. No entanto, ela nunca prestou muita atenção a isso, pensando que acontecia com todo mundo. Ela teve uma ou duas experiências místicas bastante impressionantes muito cedo, às quais também não deu atenção. De fato, ela praticamente nunca tinha mencionado essas coisas a ninguém até aquele momento. Assim, quando começou a ter essas experiências, foi tudo muito surpreendente. As experiências além disso também a assustavam, pois parte dela tinha medo de estar enlouquecendo. Essas não eram coisas normais em sua vida, e se Bill não tivesse estado lá, eu acredito que ela teria parado com todo o processo. É muito importante reconhecer o quanto a ajuda e a união constante com Bill foram essenciais. De outro modo, Um Curso em Milagres nunca teria sido transcrito. Portanto, vocês estão vendo um outro exemplo do princípio básico do Curso em si mesmo expressado uma e outra vez, de muitas formas diferentes: “A salvação é um empreendimento de colaboração” (T-VI.:), “Na arca da paz só entram dois a dois” (T- .IV.:), “Ninguém pode entrar no Céu por si mesmo” (L-pl.:).

Sem a união de Helen e Bill neste empreendimento, o Curso não existiria;Helen teve uma série de experiências durante o verão, quase como um seriado. Essas vieram a ela em segmentos diferentes quando estava acordada, não foram sonhos. A série começou com ela andando por uma praia deserta e achando um barco na areia. Ela compreendeu que deveria colocar o barco na água. Mas não havia possibilidade de conseguir fazer isso, já que o barco estava encalhado na areia. E eis que um estranho apareceu e ofereceu-se para ajudá-la. No fundo do barco Helen então notou um instrumento antigo projetado para dar e receber mensagens. Ela disse ao estranho: “Talvez isso nos ajude”. Mas ele lhe disse: “Você ainda não está pronta para isso. Deixe isso de lado”. Mas ele tirou o barco da areia e o colocou na água. Sempre que surgiam problemas e mares tempestuosos, este homem aparecia para ajudá-la. Depois de algum tempo, ela reconheceu que o homem era a personificação da Consciência Crística/Jesus , embora não se parecesse com a imagem que as pessoas usualmente associam a ele. Estava sempre ali para ajudá-la quando a coisa ficava feia. Finalmente, na ultima cena desta série, o barco chegou à sua destinação no que parecia ser um canal, onde tudo estava calmo, sereno, e cheio de paz. Havia uma vara de pesca no fundo do barco e no fim da linha, no fundo do mar, havia uma arca do tesouro. Helen viu a arca e ficou toda excitada, pois naquele momento da sua vida ela gostava muito de jóias e de todo tipo de coisas bonitas. Ela estava querendo muito descobrir o que havia na arca. Ergueu a arca, mas ficou muito desapontada quando a abriu e viu um velho livro preto. Isto era tudo o que havia na arca. Na lombada do livro estava escrito o nome Aesculapius, o deus da cura dos gregos. Naquele momento Helen não reconheceu o nome. Só muitos anos depois, quando o Curso já estava todo datilografado e colocado em um fichário preto, ela e Bill se deram conta de que parecia ser exatamente igual ao livro que ela tinha achado na arca. Ela viu a mesma arca outra vez, mas desta vez havia um colar de pérolas em volta dela. Alguns dias depois, ela teve um sonho no qual havia uma cegonha sobrevoando algumas cidadezinhas e no seu bico um livro preto com uma cruz dourada em cima. E uma voz lhe disse: “Este é o seu livro”. (Isso foi antes da vinda do Curso.); Helen teve uma outra experiência muito interessante na qual ela se viu entrando em uma gruta. Era uma gruta muito antiga e no chão havia algo que se parecia com um pergaminho da Torá com duas varas, em tomo das quais o pergaminho estava enrolado. (A Tora é a primeira parte do Antigo Testamento.) Era muito antigo. De fato, o pequeno barbante que o amarrava caiu e se desintegrou assim que Helen o apanhou. Ela olhou para o pergaminho e o desenrolou e no painel central estavam as palavras “DEUS É”. Ela pensou que aquilo era muito bonito. Então ela o desenrolou um pouco mais e havia um painel em branco à esquerda e outro painel em branco à direita. E essa voz lhe disse: “Se olhar para a esquerda, você será capaz de ler tudo o que jamais se passou no passado. E se olhar para a direita, será capaz de ler tudo o que se passará no futuro”. Mas ela disse: “Não, eu não estou interessada nisso. Tudo o que eu quero é o painel central”. Ela então enrolou de novo o pergaminho de forma que a única coisa visível eram as palavras: “DEUS É”. Neste momento a voz lhe disse: “Obrigado. Desta vez você conseguiu”.

Resultado de imagem para imagens sobre Um curso em milagresEla reconheceu então que havia tido sucesso em certo tipo de teste no qual obviamente tinha falhado antes. O que isso realmente exprimia era que ela tinha expressado o desejo de não usar equivocadamente a habilidade que possuía; em outras palavras, não usá-la para conquistar poder ou satisfazer a curiosidade. A única coisa que ela queria realmente era o presente, onde Deus é encontrado. Há uma lição no livro de exercícios que diz: “Dizemos:”Deus é” e então deixamos de falar”, porque não há nada mais a ser dito além dessas duas palavras (L-pI.l:).

O FOCO DO CURSO

O Curso enfatiza muito as idéias de que o passado não existe mais e de que não devemos nos preocupar com o futuro, que também não existe. Só devemos nos preocupar com o presente, já que este é o único lugar em que podemos conhecer a Deus.ISTO NADA MAIS É DO QUE  PREGA A FÍSICA QUÂNTICA;todo o curso tem nítidamente alusões a pensarmos de forma quântica e considerando que ele foi escrito há 50 anos,podemos intuir que é uma revelação de época.

Uma última estória: Helen e Bill estavam indo para a Mayo Clinic em Rochester, Minnesota, para passar um dia estudando como os psicólogos de lá faziam suas avaliações psicológicas. Na noite anterior, Helen viu em sua mente o retrato perfeito de uma igreja que identificou em primeiro lugar como católica e depois percebeu que era luterana. Ela a viu tão claramente que a desenhou. Como estava olhando para baixo em sua visão, Helen se convenceu de que ambos, Bill e ela, a veriam quando seu avião estivesse descendo em Rochester. Essa igreja, nesse momento, passou a ser um símbolo importante e indicativo da sua própria sanidade, já que nesse período ela tinha dúvidas disso e realmente não entendia todas essas experiências internas. Sentia que se pudesse ver essa igreja teria mais confiança em não ter enlouquecido. Quando aterrissaram, no entanto, eles não viram a igreja. Helen ficou muito assustada e Bill então alugou um táxi para levá-los a todas as igrejas em Rochester. Acho que havia vinte e seis igrejas na cidade, mas eles não encontraram a igreja de Helen. Helen estava muito aborrecida, mas não havia nada mais a fazer naquela noite. O dia seguinte foi muito ocupado e naquela noite eles voltavam para New York. Enquanto esperavam no aeroporto, Bill, que sempre tinha sido muito bom nesse tipo de coisa, comprou acidentalmente um livro sobre Rochester que ele imaginou que o marido de Helen, Louis, gostaria de ver. Esse livro incluía a história da Mayo Clinic e paginando-o ele viu uma foto exatamente igual à igreja que Helen tinha descrito. A igreja se situava no antigo terreno da Mayo Clinic, já que tinha sido demolida para a construção da clínica. Helen tinha olhado para baixo para vê-la porque ela já não se encontrava lá; ela estava olhando para baixo no tempo. Isso a fez sentir-se um pouco melhor, mas não foi o fim da estória. Helen e Bill tinham que mudar de avião em Chicago. Já era tarde da noite e eles estavam muito cansados. Estavam sentados no terminal e Helen viu uma mulher sentada do outro lado da sala de espera, sem perturbar ninguém. Helen sentiu que a mulher estava muito aborrecida, apesar de não existirem razões aparentes que demonstrassem isto. Ela se dirigiu à mulher, uma coisa que normalmente não era do feitio de Helen; no entanto ela se sentiu compelida a fazê-lo. Não havia dúvida, a mulher estava mesmo muito perturbada. Ela tinha acabado de fugir de seu marido e de seus filhos e estava indo para New York, onde jamais estivera. Só tinha trezentos dólares, que ia usar para ficar em um hotel em New York e, finalmente, estava apavorada pois nunca havia viajado de avião. Helen foi amiga e trouxe-a para perto de Bill e, juntos, ambos cuidaram dela no avião. Ela sentou-se entre os dois e num determinado momento disse a Helen que planejava ficar na igreja luterana, já que era luterana. Helen, então, ouviu uma voz interior dizendo: “E essa é a minha verdadeira igreja”. Helen entendeu que a Conciência Crística/ Jesus queria lhe dizer que uma igreja verdadeira não é um edifício, mas ser capaz de ajudar e se unir a uma outra pessoa. Quando chegaram a New York, Helen e Bill puseram sua nova amiga em um hotel e, de forma curiosa, encontraram-se com ela por acaso algumas vezes nos dias seguintes. Acho que Bill a encontrou uma vez no Bloomingdale’s, uma grande loja de departamentos em New York, e Helen convidou-a para jantar uma ou duas vezes. A mulher eventualmente acabou voltando para sua família, mas continuou a manter contato com Helen, enviando-lhe cartões de Natal, etc. Uma ocasião, ela telefonou ; Essa estória é importante para demonstrar que não é o fenômeno psíquico que conta e sim o propósito espiritual subjacente, nesse caso a meta de ajudar uma outra pessoa.

Resultado de imagem para imagens sobre Um curso em milagresUm dia em meado de outubro, Helen disse a Bill: “Acho que vou fazer algo muito inesperado”. Naquele momento, Bill lhe sugeriu que comprasse um caderno e anotasse todas as coisas que lhe viessem à cabeça, ou coisas que ouvisse, ou sonhos que tivesse. Helen começou a fazer isso. Ela conhecia taquigrafia e podia escrever com muita rapidez. Uma noite, umas duas semanas depois disso, ela ouviu essa voz lhe dizer: “Esse é um curso em milagres. Por favor, tome nota”. Ela foi tomada de tal pânico que ligou para Bill e lhe disse: “Essa voz não para de me dizer essas palavras. O que você acha que eu devo fazer?” Bill disse algo pelo qual as gerações futuras o chamarão de bem-aventurado. Ele disse: “Por que você não faz o que a voz lhe diz?” Helen fez. Ela começou a tomar nota do ditado e sete anos depois isso veio a constituir os três livros a que chamamos Um Curso em Milagres. A experiência de Helen com a voz foi como se ela tivesse um gravador interno. Podia ligar e desligar a voz quando quisesse. No entanto, não podia desligá-la por muito tempo ou ficava aborrecida. Podia anotar o que a voz lhe dizia apesar da rapidez da fala. Nisso, a sua taquigrafia lhe foi muito útil. E ela fazia aquilo totalmente consciente. Essa não era uma escrita automática; ela nunca entrava em transe ou coisa alguma desse tipo. Podia estar escrevendo e o telefone tocava; ela soltava a caneta, ia tomar conta do telefonema e depois voltava e acabava o que estava escrevendo Muitas vezes, era capaz de recomeçar de onde havia parado. O que passa a ser ainda mais impressionante quando se pensa que muito do Curso é escrito em verso (pentâmetros iâmbicos) e que Helen conseguia fazer esse tipo de coisa sem perder a métrica ou o sentido daquilo que a voz lhe dizia.

Talvez a coisa mais assustadora de todas para Helen nessa experiência era que essa voz se identificava como a Consciência Crística/ Jesus. Um boa parte do curso é escrita na primeira pessoa;O Curso, no entanto, diz que não é necessário que se acredite que essa é a” voz de Jesus” para que se consigam benefícios com o que Um Curso em Milagres diz. Eu acho que facilita quando se acredita, pois não é necessário fazer ginástica mental enquanto se lê o material. Mas não é necessário acreditar nisso para praticar os princípios do Curso. O próprio Curso diz isto. Há um capítulo sobre a Consciência Crística/ Jesus no manual que diz que não é preciso que o aceitemos em nossas vidas, mas que ele poderia nos ajudar muito mais se nós o permitíssemos. (E-:-). Não havia dúvida na mente de Helen de que essa fosse a “voz de Jesus”, e esse fato tornava tudo muito mais assustador. Não era uma experiência feliz para ela. Ela o fazia porque, de algum modo, acreditava que era isso o que tinha que fazer. Num dado momento, ela se queixou amargamente a Jesus: “Porque você me escolheu? Porque não escolheu uma boa freira ou alguém assim? Eu sou a última pessoa no mundo que deveria estar fazendo isso.” E ele respondeu: “Não sei porque você está dizendo isso, porque afinal de contas você está fazendo.” Ela não pôde discutir com ele, pois, de fato, já estava mesmo fazendo e obviamente era uma escolha perfeita.

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Ela anotava as palavras do Curso todos os dias no seu caderno de estenografia. No dia seguinte, sempre que havia tempo em suas agendas super ocupadas, ela ditava a Bill o que tinha sido ditado a ela e ele então o datilografava. Bill brincava dizendo que ele precisava ter um braço em volta de Helen para ampará-la, enquanto datilografava com o outro. Helen tinha mesmo grande dificuldade para ler o que havia escrito. Foi assim que Um Curso em Milagres veio a ser transcrito. Repetindo, o processo ocorreu por um período de sete anos. O Curso consiste em três livros, como a maioria de vocês sabe: um texto, um livro de exercícios para estudantes e um manual para professores. O texto, que é o mais difícil dos três para ser lido, contém a teoria básica do Curso. O livro de exercícios consiste em lições, uma para cada dia do ano, e é importante como uma aplicação prática dos princípios do texto. O manual de professores é um livro muito mais curto e é o mais fácil dos três livros para ser lido, pois contém respostas para algumas das perguntas mais comuns que uma pessoa possa ter. De fato, é um bom sumário de muitos dos princípios do Curso. Quase como um apêndice é o capítulo que trata do esclarecimento de termos, que foi feito alguns anos depois de Um Curso em Milagres ter sido terminado.

Essa foi uma tentativa de definir algumas das palavras que são usadas. Helen e Bill não fizeram correções. Os livros como vocês os têm agora estão essencialmente tais quais foram transmitidos. As únicas mudanças que foram feitas ocorreram porque o texto veio inteiro e não estava dividido em partes ou capítulos. Não havia pontuação nem parágrafos. Helen e Bill fizeram o trabalho inicial de estruturar o texto e, quando eu apareci em, Helen e eu revisamos todo o manuscrito. Todos os capítulos e títulos, portanto, foram definidos por nós. O livro de exercícios não era problema porque veio com as lições e o manual de professores veio com as perguntas e respostas. Basicamente era só no texto que o problema existia, mas quase sempre o material foi ditado em seqüências lógicas, de forma que dividí-lo em partes e capítulos não foi difícil. Ao longo de todo o trabalho, sentimos que estávamos agindo de acordo com a orientação de Jesus de modo que tudo fosse como ele queria. Logo que o Curso começou, havia muita coisa pessoal para Helen e Bill, para ajudá-los a compreender o que estava acontecendo e como poderiam se ajudar mutuamente. Isso incluía muita coisa apenas para ajudá-los a aceitar o que lhes estava sendo dado. Já que Helen e Bill eram psicólogos, havia comentários sobre Freud e outras pessoas para ajudá- los a fazer uma ponte entre o que eles conheciam e o que o Curso estava lhes dizendo.A Consciência Crística/ Jesus instruiu Helen e Bill para retirarem esse material por razões óbvias, já que não era pertinente ao ensinamento básico do Curso.Também vale a pena mencionar que, logo no início, Helen estava tão assustada com o que estava acontecendo que apesar de ser capaz de escutar o significado do que lhe estava sendo dito, o estilo e o fraseado eram prejudicados freqüentemente. Bem no início, por exemplo, as palavras ‘Espírito Santo’ não foram usadas. Helen estava com tanto medo desse termo que a Consciência Crística/ Jesus usou uma expressão chamada o ‘Olho Espiritual’. Isso mais tarde foi substituído por o ‘Espírito Santo’ por instrução Dele. A palavra ‘Cristo’ também não foi usada no início pela mesma razão, mas foi ditada mais tarde. Contudo, depois de um ou dois meses Helen se sentia mais tranqüila, e a partir daí, o Curso está agora virtualmente como foi dado.Certas palavras, no entanto, Jesus insistiu para que o fossem a fim de ajudar na compreensão. Helen, que revisava muito bem e compulsivamente quando revisava material para publicações de pesquisa científica, era sempre tentada a mudar certas palavras para que se adequassem às suas preferências estilísticas. Mas sempre lhe era dito que não fizesse isso, e ela obedecia, o que exigia uma boa dose de força de vontade.

Resultado de imagem para imagens sobre Um curso em milagresEm algumas ocasiões, ela mudou certas palavras, contudo, Helen tinha uma memória prodigiosa e se lembrava perfeitamente do que tinha feito. Acabava descobrindo duzentas ou trezentas páginas mais tarde que a razão pela qual determinada palavra tinha sido escolhida era porque seria citada e servia como referência para algo posteriormente. Assim sendo, ela sempre voltava atrás e mudava a palavra que tinha mudado antes. Uma das coisas importantes a saber a respeito do Curso é que ele torna muito claro que esse não é o único caminho para o Céu. No início do manual de professores há uma passagem que diz que essa é apenas uma forma do curso universal, entre milhares de outras (M-l.: -). Um Curso em Milagres não é para todas as pessoas e seria um erro pensar o contrário. Nada serve para todas as pessoas. Eu penso que este é um caminho importante que foi introduzido no mundo, mas não é para todas as pessoas. Àqueles para quem este não é o caminho, o Espírito Santo dará uma outra coisa. Seria um erro uma pessoa batalhar com o Curso, se não se sente confortável com ele, e então vivenciar isso como um fracasso. Isso iria contra tudo o que o Curso diz. O propósito do Curso não é tomar as pessoas culpadas; É o contrário. Mas, para aquelas pessoas que sentem que este é o seu caminho, essa batalha através do Curso vale a pena.

PERGUNTAS E RESPOSTAS

P: Eu tinha entendido em determinado momento que existem muitas pessoas que começam, mas experimentam uma resistência tremenda.

R: Absolutamente certo. De fato, se alguém está fazendo o Curso sem nunca ter passado por um período no qual tenha jogado o Curso pela janela, ou em cima de alguém,  provavelmente não está fazendo o trabalho do Curso. As razões para isso serão mencionadas mais tarde com mais detalhes, mas em geral isso acontece porque Um Curso em Milagres vai contra tudo o que nós acreditamos. E não nos apegamos a nada com mais tenacidade do que ao nosso sistema de crenças, certo ou errado. Há uma frase no Curso que pergunta: “Preferes estar certo ou ser feliz?” (T-VII.i:). A maioria preferiria estar certa do que ser feliz. O Curso vai contra isso, e a sua descrição quanto o quão errado o ego realmente está é muito dolorosa. Como estamos muito identificados com o ego, lutaremos contra esse sistema. E mais uma vez, eu realmente estou falando sério quando digo que há algo errado se, em um momento ou outro, o estudante não experimentar resistência ou dificuldade com esse trabalho. No início da época em que o Curso foi transcrito, havia literalmente meia dúzia de pessoas a par do assunto, ou talvez nem tantas. Helen e Bill o tratavam como se fosse um segredo escuro, profundo e cheio de culpa. Quase ninguém entre os seus familiares, amigos, colegas de trabalho sabia nada a respeito. Como parte do ‘plano’, pouco tempo antes da vinda do Curso, foi dado a eles um conjunto de salas que era bastante isolado e privativo. Puderam, então, fazer com que todo esse material fosse escrito sem interferir com o seu trabalho habitual, apesar do fato de estarem extremamente ocupados naquele período. Contudo, ninguém sabia dessa atividade. Eles literalmente mantiveram isso escondido como um segredo muito bem guardado até a publicação em 1976.

A Fundação para a Paz Interior publicou e propagou Um Curso em Milagres. O Curso não é um movimento ou uma religião; não é mais uma igreja. Ao invés disso, é um sistema através do qual indivíduos podem encontrar o seu caminho para Deus e praticar os seus princípios. Como a maioria de vocês sabem, existem grupos de estudos em todo o país que nascem por si mesmos, e nós sempre sentimos que é muito importante que não exista uma organização que funcione como um órgão de autoridade. Nenhum de nós queria ser colocado na função de guru.

Helen era sempre clara a esse respeito. As pessoas vinham e quase literalmente sentavam aos seus pés e ela quase pisava nas suas cabeças. Ela realmente não queria de modo algum ser transformada na figura central do Curso. Ela sentia que a figura central do Curso era Jesus ou o Espírito Santo e assim devia ser. Isso era muito importante para ela. Fazer qualquer outra coisa teria sido construir uma estrutura semelhante a uma igreja, o que seria a última coisa no mundo que o autor do Curso gostaria que acontecesse.

P: Algo foi dito a propósito da época em que o Curso veio? Porque naquele momento?

R: Sim. No início do ditado Helen recebeu uma explicação sobre o que estava acontecendo. Foi dito a ela que havia uma “aceleração celestial”. O mundo não estava em boa forma, disse-lhe Jesus, o que era óbvio para qualquer um que olhasse em volta. Isso foi na metade dos anos 70, e o mundo parece estar ainda pior agora. As pessoas enfrentavam muitas dificuldades e alguns estavam sendo chamados a contribuir com as suas habilidades particulares para essa aceleração celestial, como uma forma de ajudar a melhorar as coisas no mundo. Helen e Bill eram apenas dois dos muitos que estavam contribuindo com as suas habilidades particulares para esse plano. Nos últimos anos houve uma proliferação de material literário que pretende ter sido inspirado. O propósito de tudo isso é ajudar as pessoas a mudar de idéia sobre a natureza do mundo. Mais uma vez, Um Curso em Milagres é apenas um dos muitos caminhos. Isso é importante. 

Resultado de imagem para imagens de um curso em milagresUm Curso em Milagres

A PERSPECTIVA DOS MESTRES ASCENCIONADOS NAS LIÇÕES BÁSICAS DE UM CURSO EM MILAGRES-por Dr Joshua David Stone

Entre os livros mais profundos que  estudei foi a coletânea intitulada Um Curso em Milagres. Trata-se de uma coletânea de livros canalizada do Mestre Jesus, que trata sobre a diferença entre a Consciência Crística e a consciência do ego negativo. A coletânea é composta pelo “Livro de Exercícios”, “Manual do Professor” e um “Livro-Texto”. Esses livros são os meus favoritos entre todos os que foram escritos; poderia recomendar sua aquisição. Penso que eles aparecem no topo dos três livros que eu li até hoje e eles marcaram, de modo inacreditável e profundo, a minha vida.

Baseado na minha experiência pessoal e na experiência da maioria de meus alunos e de pessoas com as quais tive contato, observei que as pessoas ficam presas quando os lêem e têm a tendência de colocá-los de volta em suas prateleiras por um longo período de tempo, mas sempre acabam voltando a eles. Na minha humilde opinião, isso ocorre porque sua leitura é um pouco difícil. Essa é apenas uma opinião, e não um julgamento, uma vez que já havia mencionado que eles estão no topo dos três livros que li mais importantes, até a presente data. Eles são um pouco difíceis e confusos para o leitor, pois foram escritos como o Ideal Divino e, se as pessoas não forem cuidadosas, podem perder um pouco o aterramento, caso os ensinamentos não estejam integrados adequadamente.

Eu fui conduzido pelo Espírito Santo e pela minha Poderosa Presença Eu Sou, através de meu conhecimento único na área de psicologia, de emprestar minha habilidade como Psicólogo Espiritual, Professor Espiritual e Canal Espiritual e oferecer um pouco de insight, condução, direção e alguns direcionamentos, para que as pessoas possam trabalhar mais fácilmente com Um Curso em Milagres. Isso não significa que o  Manual que fiz para ajudar na compreensão substitua Um curso em Milagres, mas que ele é um complemento ao livro. Assim, também você pode integrar esses conhecimentos mais profundamente. Quero dizer-lhes, no início dessas lições, que eu dei todo o crédito para os livros da coletânea de Um Curso em Milagres, pelas minhas humildes opiniões e insights, uma vez que eles são a fonte da minha inspiração. Um Curso em Milagres pode ser encontrado em qualquer livraria metafísica. A publicação, bem como os direitos autorais são de responsabilidade da Foundation For Inner Peace (Fundação pela Paz Interior). Recomendo usar minhas humildes opiniões como um complemento para um dos livros mais surpreendentes que existem. Também recomendo que, durante os trabalhos com Um Curso em Milagres, as lições sejam feitas de acordo com a instrução, ou seja, uma lição por dia, todos os dias, durante um ano inteiro. Se você saltar um dia, está tudo bem. É bom ler o livro antes de fazer todas as lições. Na realidade, penso que essa atitude fará com que você aprecie ainda mais as lições. Levei alguns anos estudando e ensinando este material e o Manual que fiz é o meu humilde presente para vocês, meus Amados Irmãos e Irmãs e Filhos e Filhas de DEUS.

Dr Joshua David Stone- Ph.D. em Psicologia transpessoal.

Dentre os seus ensinamentos, o ponto sustentado por ele é o de que todos nós temos um Eu Superior, ou uma ligação com Deus; No entanto, segundo ele, nos deixamos levar pelo eu inferior, ou o ego negativo, uma existencia não-real criada pela mente inferior, devido a superidentificação com a matéria, no meio do processo de “exploração” do Universo Material de Deus.

“Deus, minha mente subconsciente e meu poder pessoal são uma equipe imbatível”.(Dr Stone)

Um Curso em Milagres, Lição 1

“Transformação espiritual começa com a mudança das suas percepções físicas do que é real. Se você pensa que o que você vê e ouve é tudo o que é real, você será ditado pelos limites dos seus sentidos.Estenda sua percepção para além do que os seus sentidos registram… para o que o seu coração sabe que é a verdade. Esteja disposto a ter seus olhos abertos para o amor em qualquer situação, mesmo quando seus olhos físicos não podem ver.

Esse é o milagre começando.

Comece a mudar a sua percepção do que é real, com a Lição 1:

Nada que eu vejo nessa sala [nessa rua, nessa janela, nesse lugar] significa alguma coisa.

Agora olhe vagarosamente a sua volta e pratique aplicando essa ideia muito especificamente a qualquer coisa que você veja:

  • Essa mesa não significa nada.
  • Essa cadeira não significa nada.
  • Essa mão não significa nada.
  • Esse pé não significa nada.
  • Essa caneta não significa nada.

Então olhe mais além de onde você está e aplique essa idéia a uma área mais ampla:

  • Aquela porta não significa nada.
  • Aquele corpo não significa nada.
  • Aquela lâmpada não significa nada.
  • Aquele sinal não significa nada.
  • Aquela sombra não significa nada.

Note que essas sentenças não estão arranjadas em nenhuma ordem e não permitem fazer diferenças aos tipos de coisas às quais estão sendo aplicadas. Esse é o propósito do exercício. A sentença deve ser meramente aplicada a qualquer coisa que você vê. Conforme você pratica a idéia para o dia, use-a de maneira totalmente indiscriminada. Não tente aplicá-la a tudo que você vê, para que os exercícios não se tornem ritualísticos. Sómente tenha a certeza de que nada que você vê está especificamente excluído. Uma coisa é como a outra, quando falamos da aplicação da idéia apresentada.

Cada uma das 3 primeiras lições não deve ser feita mais do que duas vezes cada dia, de preferência de manhã e no final da tarde. Nem devem ser realizadas por mais de um minuto, pois isso trará um senso de pressa. Um sentimento confortável de lazer é essencial.”

 

Visão pessoal…

Seria surpreendente se lhe dissessem que tudo o que vê, nesta dimensão, pura e simplesmente não existe, não é real? Que o anel que usa no dedo, o seu corpo, a roupa que veste, a cadeira em que se senta, um familiar querido, a condição social, o sucesso ou insucesso, o mendigo, não existem ; Quando muito vibrações energéticas no vazio, mas são certamente projeções da mente.Este mundo, apesar das nossas invenções no tempo e no espaço, já terminou há muito tempo. Continuamos a povoar o nosso isolamento com imagens de dor, doença, morte, que são recorrentes projeções de velhas memórias numa peça de teatro que é a nossa suposta existência.Este corpo, que pensamos que habitamos, o continuum de espaço/tempo que ele ocupa é tão-sómente uma estrutura momentânea de padrões de pensamento acumulados e projetados (não há nada de constante no corpo: 98% dos átomos não estavam lá há um ano atrás, a pele é completamente nova a cada mês e o fígado a cada seis meses).Interessante que as sementes de Um Curso em Milagres são acontecimentos e situações  prosaicas: perdas, relacionamentos conflituosos, competitivos, valorização da posição social e profissional, bem como dos valores materiais em geral, a natureza ilusória do ego.Um Curso em Milagres surge como resultado de uma decisão repentina de duas pessoas se unirem numa meta comum, um rasgo de boa vontade mútua, uma abertura para encontrar “uma outra forma” de relacionamento, que era, até então, recheado de muita competição e hostilidade, entre dois colegas de trabalho. Eram tudo menos pessoas interessadas no espiritual, de relacionamento tenso e preocupadas com o status e com o nível de aceitação pessoal e profissional. Foi um momento decisivo, de cuja importância e profundidade seguramente os próprios não se aperceberam de imediato. Um  milagre, que permitiu que o Espírito Santo atuasse nas suas mentes. O curso preconiza a prática em vez da teoria, a experiência em vez da teologia, contrapõe conhecimento e percepção, verdade e ilusão – uma armadilha do ego, levando à cura pela compreensão da nossa verdadeira natureza.Mas, é só um início, ainda que poderoso, de um Caminho de Iluminação. A cada um só compete a escolha de quando começar esse despertar, porque na verdade tudo está já cumprido, tudo está completo e perfeito, a Essência permanece inalterada na eterna Unidade.Fica também um aviso. Se é poderoso é também complexo, não porque o seja em si mesmo mas, isso sim, porque são complexos os nossos esquemas mentais. Não deve se tentar a sua interpretação intelectualmente, mas simplesmente deixar que as suas palavras ressoem dentro de nós e cheguem, para lá do nosso cérebro, à nossa mente. E se, durante o estudo do Curso, sobrevier algum desânimo , não estranhe e não desista, é o ego esbravejando, acontece com quase todos nós que escolheram este caminho.Convém, ainda, frisar que se trata de um curso individual e um dos trilhos possíveis para a iluminação. O Manual diz que “Cristo assume muitas formas com nomes diferentes até a que Unidade possa ser reconhecida”.Um Curso em Milagres pode ser visto como: um ensino espiritual através de um ditado interno; um curso educacional que utiliza “ferramentas de aprendizagem” que enfrentam as nossas resistências, usando um sistema psicológico, teórico e terapêutico; um caminho de iluminação; um manual sobre cura de pessoas, relacionamentos e salvação do mundo.

Inspiração….

SITE OFICIAL DE UM CURSO EM MILAGRES

http://www.umcursoemmilagres.com.br/ucem_lhasa.html

UM_CURSO_EM_MILAGRES_COMPLETO.pdf

PDF_Um Curso em Milagres
Clique aqui para ver na íntegra.

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Os Canais Energéticos e o Sistema de Meridianos-

Em todas as culturas e tradições médicas antes de nós, a cura foi alcançada pela energia em movimento.” – Albert Szent-Gyorgyi, bioquímico e Prémio Nobel.

Durante séculos, os guardiões da sabedoria antiga e curandeiros de várias tradições tinham uma profunda compreensão do corpo energético. As tradições de cura da China, Índia, Japão e Tibete, assim como de outros países, todas falavam de canais energéticos, meridianos ou nadis ao longo do qual a energia vital fluia.A vida era considerada um fenómeno bio-eléctrico e de energia vibracional, e assim a saúde girava em torno do equilíbrio energético através dos vários processos. A vida existia por causa da força da vida e da energia que atravessa e anima o corpo, garantindo que ele se pode mover, respirar e digerir alimentos, pensar e até mesmo sentir.

Todas as tradições de cura falavam de canais energéticos, Sen, meridianos ou nadis.

Canais Energéticos

Esta força vital ou chi, é composta por dois tipos de forças, yin e yang, e os fluxos ao longo de uma sofisticada rede de vias energéticas, que formam um circuito no corpo. À mais de 2000 anos atrás as culturas antigas sabiam da existência desses canais energéticos. Eles eram chamados de “sen” na Tailândia, “nadis” na Índia, “meridianos”, “canais” ou “vasos” na China e no Japão, e “canais” no Tibete. Na Índia, onde muitas artes de cura orientais se desenvolveram, afirmava-se que existiam cerca de 72 000 nadis ou canais energéticos. As doenças acreditavam-se ser resultado de um bloqueio no fluxo energético nesses canais. Uma série de tradições de cura, incluindo a acupuntura, acupuntura por pressão, massagem e ioga, são alicerçadas no princípio da existência de canais energéticos ou vias, conhecidos como meridianos ou nadis, fluindo ao redor do corpo numa extensa rede.

Embora ainda possa parecer um conto de fadas para alguns considerar o corpo energético, enquanto nós temos carne e osso, na fonte nós somos uns campos energéticos, embutidos noutro campo de energia. Os nossos corpos são naturalmente eletromagnéticos e a ciência mediu estas frequências com máquinas avançadas, como ECG e ressonâncias magnéticas, durante muitos anos. Numerosos estudos demonstram que estas vias energéticas e pontos conduzem a electricidade mesmo quando as agulhas não estão a ser utilizadas. E provou-se que a técnica de massagem Shiatsu gera os mesmos efeitos energéticos. Da mesma forma demonstrou-se que o Qigong, o Tai Chi e as posturas do yoga, aumentam a condutância elétrica nos pontos de acupuntura, mas até agora a ciência convencional nunca tinha acreditado na existência dos meridianos.Uma série de tradições de cura, incluindo a da acupuntura, são alicerçadas no princípio da existência de canais ou vias energéticos.

A Pesquisa Científica

Recentemente cientistas da Universidade Nacional de Seul confirmaram a existência de meridianos, aos quais se referem como o “sistema primo-vascular.” Eles dizem que este sistema é uma parte crucial do sistema cardiovascular.

Anteriormente, o cientista norte-coreano Kim Bong-Han propôs a descoberta dos meridianos no início de 1960. O Dr. Kim Bong-Han mostrou à mais de 50 anos que as novas estruturas tubulares existiam dentro e fora dos vasos sanguíneos e vasos linfáticos, bem como sobre a superfície dos órgãos internos e sob a derme. Ele acreditava que eles eram os meridianos tradicionais. Os meridianos foram chamados de dutos ou canais Bonghan, após a sua pesquisa, mas agora a existência deste sistema em vários órgãos é corroborada por novas pesquisas.Os investigadores coreanos, atualmente, acreditam agora que o sistema primo-vascular é de facto o componente físico do Sistema de Meridianos da Acupuntura. E também tem sido sugerido que este sistema está envolvido na canalização do fluxo energético e da informação transmitida pelos biofotões (ondas electromagnéticas de luz) e pelo DNA.

Pode haver uma ligação entre os meridianos, energia e as informações transmitidas pelo DNA

Os cientistas coreanos que estudam a medicina oriental com os métodos biofísicos, injetando um corante coloração especial que coloriu os meridianos. Ao injetar o corante nos pontos de acupuntura, eles foram capazes de ver as finas linhas. Estas não apareceram em pontos que não eram de acupuntura, onde não haviam meridianos. Os pesquisadores descobriram que os meridianos não estão confinados à pele mas são, na realidade, um verdadeiro sistema de condutas através do qual o líquido flui, e que este líquido se agrega para formar as células-estaminais.Anteriormente, os cientistas usaram uma combinação de técnicas de imagem e tomografia computadorizada para observar pontos concentrados de estruturas microvasculares, que correspondem claramente ao mapa dos pontos de acupuntura criado pelos praticantes de medicina energética chineses na antiguidade. Num estudo publicado no Journal of Electron Spectroscopy and Related Phenomena, os pesquisadores usaram tomografia computadorizada por contraste com a radiação incidente em ambos os pontos, os de não-acupuntura e os pontos de acupuntura. As tomografias revelaram distinções claras entre os pontos de não-acupuntura e os pontos de acupuntura das estruturas anatômicas.

O sistema de meridianos

Existem 12 meridianos principais emparelhados e dois meio-meridianos individuais, seis yang e seisyin. Os meridianos yang percorrem o corpo de cima para baixo, e os meridianos yin fluem de baixo para cima. Cada meridiano também está relacionado com um elemento. Cada meridiano é mais cativo num determinado momento do dia ou da noite, e cada meridiano é influenciado por um elemento ou temporada.

A natureza dos meridianos, na sua estrutura elementar e como vasos para a força da vida, mostram a complexidade e profunda ligação do nosso corpo ao nível celular, com o universo. Estamos intimamente ligados pelos elementos, estrutura energética e fluxo de energia, para toda a vida, ao nível celular e físico. Sobre o nosso planeta também é dito que tem vias energéticas, as chamadas linhas de Ley, semelhantes aos meridianos.

O mapa dos pontos de acupuntura foi criado por praticantes de cura chineses à quase 2000 anos atrás

Como estão os meridianos relacionados com a saúde?

O nosso corpo precisa de equilíbrio. Um fluxo ou energia equilibrado, não demasiado ou muito pouco, é propício a uma boa saúde. É análogo à forma como vivemos as nossas vidas. O equilíbrio é fundamental. Comida e água suficientes e um estilo de vida saudável e equilibrado. Como o Buda disse: “o caminho do meio” ou da moderação em todas as coisas.

Podemos ver essa harmonia e equilíbrio na vida, como o equilíbrio entre as energias yin e yang – ou de forma mais simplista, o masculino e o feminino – as duas energias opostas e catalisadoras do universo.

Os nossos corpos precisam de equilíbrio, nem demais nem de menos.

A nossa saúde é vibrante se houver uma harmonia e equilíbrio entre essas duas forças no corpo. Se o equilíbrio for perturbado, o fluxo de uma destas forças torna-se maior do que o outro e, de seguida, a doença surge. Estas forças ou energias fluem através de canais muito definidos no corpo, ou meridianos, e estes são as vias energéticas de cura do corpo.Na medicina tradicional indiana o conceito de meridiano ainda mais alargado. Existem nadis dentro do corpo físico e esses nadiscompõem o sistema nervoso, circulatório, digestivo, respiratório, linfático, etc. Quaisquer bloqueios nestes nadis podem resultar em patologias de saúde física. Os nadis também podem ser encontrados no corpo subtil, onde eles transportam pensamentos, sentimentos e impulsos nervosos. 

Quando esses nadis estão bloqueados, perdemos a nossa capacidade de sentir, conectarmo-nos profundamente com os outros, com o ambiente e connosco próprios. Da mesma forma que as veias e artérias são importantes para o corpo para a função, osnadis tecer através dos nossos nervos físicos e da matriz da Consciência compõe os circuitos da mente e do Eu, apoiando a nossa expressão física a partir das dimensões noutros mundos da existência.

O Chi é composto de dois tipos de forças, o yin e o yang.

Quando o fluxo de energia está bloqueado, ocorre uma quebra de energia e surge a doença. Práticas como o ioga e o trabalho de meditação sobre esses canais de energia sutil, apoiam o fluxo energético através do corpo. De acordo com alguns antigos textos indianos existem 350.000 nadis ou canais energéticos no corpo. Na medicina tradicional indiana e na ciência espiritual as energias do corpo físico, do corpo subtil e do corpo causal diz-se fluir através do nadis. Neste contexto, os nadis conectam-se em pontos de especial intensidade chamados de nadichakras.

Os três nadis mais importantes são aqueles que funcionam ao longo da espinha: idapingalasushumna. O sushumna é o canal central de energia no corpo humano e que vai da base da coluna até o alto da cabeça e que transporta a energia kundalini, que é a força evolutiva primária. A kundalini é despertada através do yoga e da meditação, e diz-se estar adormecida na base da coluna vertebral. A activação da kundalini leva a estados de Consciência mais elevados. O objetivo do yoga é o de ampliar o sushumna e unir as vias. 

Purificar os três nadis leva à boa saúde e bem-estar geral do corpo e da mente, bem como ao crescimento espiritual. Várias técnicas de Pranayama ajudam a manter estes canais de nadi abertos.

Visão pessoal….

Os três nadis mais importantes são aqueles que funcionam ao longo da espinha: ida, pingala e sushunma.Se você é energeticamente sensível e efetuou alguma terapia energética como a acupuntura, poderá ter sentido fluxos de energia ou um fluxo de frio ou calor, por exemplo, a subir pelas pernas ou braços. Este é o sintoma da libertação energética dos meridianos, e do fluxo energético que é libertado quando um bloqueio é removido.Há muitas modalidades de cura maravilhosas com base no sistema de meridianos, que promovem a saúde. Ao melhorar o fluxo energético através do corpo, o equilíbrio e a saúde são alcançados ao entramos em contato com o nosso verdadeiro Eu. A acupuntura é uma modalidade terapêutica utilizada na China desde o final da Idade da Pedra. Foi usada para tratar todas as doenças que afetam as pessoas. A acupuntura não entrou na Consciência ocidental moderna até a década de 1970, quando a China terminou o período de isolamento e retomou os contatos políticos e culturais com o estrangeiro.A gama de aplicações para a acupuntura tem crescido lentamente no Ocidente, possivelmente por causa da crença de que não tem nenhuma base científica. Talvez agora, com a prova científica dos meridianos, a acupuntura vai tornar-se mais generalizada para o tratamento de todas as doenças assim como outras terapias energéticas, promovendo uma saúde mais vibrante e mais bem-estar entre as pessoas.

Inspiração…

perguntas-e-duvidas-frequentes-sobre-acupunturaAcupuntura para a saúdeyoga-e-respiracao/tecnica-de-respiracao-das-narinas-alternadas-nadi-shodhan-pranayama”Pranayama-Prof.Hermógeneshttp://pt.prepareforchange.net/2016/04/21/a-ciencia-finalmente-comprova-a-existencia-dos-meridianos/
http://upliftconnect.com/science-proves-meridians-exist/

http://www.curaeascesao.com.br

 

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Recomendo….

OS FARDOS DO PASSADO – A MENTE TRANQÜILA – A COMUNICAÇÃO – A REALIZAÇÃO – DISCIPLINA – O SILÊNCIO – A VERDADE E A REALIDADE-por Jiddu Krishnamurti

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Na vida que em geral levamos há muito pouca solidão. Mesmo quando estamos sós, nossa vida está tão repleta de influências, de conhecimentos, de memórias e experiências, de ansiedade, aflição e conflito, que nossa mente se torna cada vez mais embotada e insensível, funcionando numa monótona rotina. Estamos sós, alguma vez? Ou estamos transportando conosco todas as cargas de ontem?

Conta-se uma história interessante de dois monges que, caminhando de uma aldeia para outra, encontraram uma jovem sentada à margem de um rio, a chorar. Um dos monges dirigiu-se a ela, dizendo: “Irmã, por que choras?” E ela respondeu: “Estás vendo aquela casa do outro lado do rio? Eu vim para este lado hoje de manhã cedo e não tive dificuldade em vadear o rio; mas, agora ele engrossou e não posso voltar; não há nenhum barco”. “Oh!” diz o monge, “isto não é problema” – e levantou nos braços a jovem e atravessou o rio, deixando-a na outra margem. E os dois monges prosseguem juntos a jornada. Passadas algumas horas, diz o outro monge: “Irmão, nós fizemos o voto de nunca tocar numa mulher. O que fizeste é um horrível pecado. Não sentiste prazer, uma sensação extraordinária, ao tocar uma mulher?” – E o outro monge responde: “Eu a deixei para trás há duas horas. Tu ainda a estás carregando, não é verdade?”

É isso o que fazemos. Carregamos nossos fardos a todas as horas; nunca morremos para eles, nunca os deixamos para trás. É só quando dispensamos a um problema toda a nossa atenção e o resolvemos imediatamente, sem o transportarmos para o dia seguinte, o minuto seguinte – é só então que há solidão. Então, ainda que estejamos numa casa cheia de gente, ou viajando num ônibus, temos solidão. E essa solidão denota uma mente nova, uma mente inocente.

Ter silêncio e espaço interiores é muito importante, porque implica liberdade para existir, mover-se, atuar, voar. Afinal de contas, a bondade só pode florescer onde há espaço, assim como a virtude só pode medrar quando há liberdade. Podemos ter liberdade política, mas, interiormente, não somos livres e, por conseguinte, não há espaço. Nenhuma virtude, nenhuma qualidade valiosa, pode funcionar ou medrar sem esse vasto espaço interior. E o espaço e o silêncio são necessários, pois apenas a mente que está só, livre de influências, de disciplinas, do controle de uma infinita variedade de experiências, é capaz de encontrar-se com algo totalmente novo.

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Cada um de nós pode verificar diretamente que só há possibilidade de clareza quando a mente se encontra em silêncio. No Oriente, a finalidade da meditação é produzir um estado mental capaz de controlar o pensamento, o que é a mesma coisa que recitar constantemente uma oração para quietar a mente, esperando-se que, nesse estado, se compreenderão os problemas do indivíduo. Mas, a menos que sejam lançadas as bases, ou seja que se esteja livre do medo, livre do sofrimento, da ansiedade e de todas as armadilhas que armamos para nós mesmos, não vejo possibilidade de a mente ficar realmente quieta. Esta é uma das coisas mais difíceis de transmitir.

A comunicação entre nós requer, não só que compreendais as palavras que estou empregando, mas também que ambas as partes, vós e eu, estejam tensas ao mesmo tempo, nem um momento mais cedo ou mais tarde, e sejam capazes de encontrar-se no mesmo nível. Essa comunicação não é possível quando estais interpretando o que estais lendo de acordo com vossos próprios conhecimentos, vosso prazer ou vossas opiniões, ou quando estais fazendo um tremendo esforço para compreender.

Um dos piores tropeços na vida – parece-me – é essa luta constante para alcançar, conseguir, adquirir. Desde a infância somos educados para adquirir e realizar; as próprias células cerebrais criam e exigem esse padrão de realização, a fim de terem segurança física, mas a segurança psicológica não se encontra no campo da realização. Exigimos segurança em todas as nossas relações, atitudes e atividades, mas, como já vimos, não existe realmente essa coisa chamada segurança. Se descobris, por vós mesmo, que não há nenhuma forma de segurança em qualquer espécie de relação – se percebeis que, psicologicamente, nada existe de permanente, esse percebimento vos proporciona uma maneira totalmente diferente de considerar a vida. É essencial, naturalmente, a segurança exterior – teto, roupa, comida – mas essa segurança exterior é destruída pela exigência de segurança psicológica.

Resultado de imagem para imagens de jidduO espaço e o silêncio são necessários para ultrapassarmos as limitações da consciência, mas, como pode ficar quieta uma mente que está perenemente ativa em seu próprio interesse? Podemos discipliná-la, controlá-la, moldá-la, mas essa tortura não torna a mente quieta; só a torna embotada. Evidentemente, o mero cultivo do ideal de ter uma mente quieta é sem valor, porque, quanto mais a forçamos, mais estreita e estagnada ela se torna. Qualquer forma de controle, tal como a repressão, só produz mais conflito. Assim, o controle e a disciplina exterior não constituem o caminho certo, e tampouco tem algum valor uma vida não disciplinada.

A vida de quase todos nós é exteriormente disciplinada pelas exigências da sociedade, pela família, por nosso próprio sofrimento, nossa própria experiência, pelo ajustamento a certos padrões ideológicos ou factuais, e essa forma de disciplina é a coisa mais maléfica que existe. A disciplina deve ser sem controle, sem repressão, sem nenhuma forma de medo. Como pode nascer essa disciplina? Não é – primeiro disciplina, depois liberdade; a liberdade está bem no começo, e não no fim. Compreender essa liberdade, que significa estar livre do ajustamento que a disciplina impõe, é disciplina. O próprio ato de aprender é disciplina (aliás, a própria raiz da palavra disciplina significa aprender), o próprio aprendizado transforma-se em clareza. A compreensão de toda a natureza e estrutura do controle, da repressão e da complacência, requer atenção. Não é necessário impor disciplina para estudar, pois já o ato de estudar cria sua própria disciplina, sem repressão de espécie alguma.

Para rejeitarmos a autoridade (referimo-nos à autoridade psicológica e não à autoridade da lei), rejeitarmos a autoridade de todas as organizações religiosas, de todas as tradições e da experiência, temos de ver por que, normalmente, obedecemos; temos, com efeito, de estudar isso. Esse estado exige que nos achemos livres da condenação, da justificação, da opinião, da aceitação. Ora, não podemos aceitar a autoridade, e estudá-la; isso é impossível. Para se estudar toda a estrutura psicológica da autoridade, cumpre exista liberdade dentro de nós mesmos. E quando a estamos estudando, estamos rejeitando toda a sua estrutura, e quando rejeitamos, essa própria rejeição é a luz da mente livre da autoridade. A negação de tudo o que tem sido considerado valioso – como a disciplina externa, a liderança, o idealismo – é estudá-lo; então, esse próprio ato de estudar não só é disciplina, mas a negação dela, e a própria negação é um ato positivo. Assim, estamos negando todas as coisas consideradas importantes para promover a quietação da mente.

Como vemos, não é o controle que leva à quietação. Tampouco está quieta a mente ao ter um objeto que de tal maneira a absorve que ela se perde nesse objeto. Isso é como dar a uma criança um brinquedo interessante; a criança se torna quieta, mas, tire-se-lhe o brinquedo e ela volta a fazer travessuras. Todos nós temos os nossos brinquedos que nos absorvem, e, por isso, pensamos que estamos muito quietos; mas, se um homem se dedica a uma certa forma de atividade, científica, literária ou qualquer outra, o brinquedo apenas o absorve e ele não está, em absoluto, totalmente quieto.

O único silêncio que conhecemos é o silêncio que vem quando cessa o barulho, o silêncio que vem quando o pensamento cessa; mas isso não é silêncio. O silêncio é coisa toda diferente, como a beleza, como o amor. Esse silêncio não é o, produto de uma mente quieta, não é o produto de células cerebrais que, tendo compreendido toda a estrutura, dizem: “Pelo amor de Deus, fica quieto!”; são, então, as próprias células cerebrais que produzem o silêncio, e isso não é silêncio. Tampouco é o silêncio produto da atenção em que o observador é o objeto observado; não há então atrito, mas isso não é silêncio.

Estais esperando que eu vos descreva o que é esse silêncio, a fim de poderdes compará-lo, interpretá-lo, levá-lo e enterrá-lo. Ele é indescritível. O que pode ser descrito é o conhecido, e o estado livre do conhecido só pode tornar-se existente quando há um morrer todos os dias para o conhecido, para os insultos, as lisonjas, para todas as imagens que tendes formado, para todas as vossas experiências: morrer todos os dias, para que as células cerebrais se tornem novas, juvenis, inocentes. Mas, essa inocência, esse frescor, essa “qualidade” de ternura e delicadeza não produz o amor; não é a “qualidade” da beleza ou do silêncio.

Resultado de imagem para imagens de jidduVisão pessoal….

Aquele silêncio, que não é o silêncio do fim do barulho, é só um modesto começo. Ê como passar por um túnel estreito para se chegar a um oceano imenso, vasto, extenso – a um estado imensurável, atemporal. Mas isso não se pode compreender verbalmente, a menos que se tenha compreendido toda a estrutura da consciência e o significado do prazer, do sofrimento e do desespero, e as próprias células cerebrais se tenham tornado quietas. Então, talvez alcancemos aquele mistério que ninguém pode revelar-nos e nada pode destruir. Uma mente viva é uma mente quieta, uma mente viva é uma mente que não tem centro algum e, por conseguinte, não tem espaço nem tempo. Essa mente é ilimitada, e esta é a única verdade, a única realidade…..

Inspiração….

 

ICK Instituição Cultural Krishnamurti

Krishnamurti – A Arte de Viver.pdf

Liberte-se do Passado, J. Krishnamurti

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Krishnamurti – O Homem e Seus Desejos Em Conflito.pdf

Monicavox

Recomendo…..

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O design inteligente da mente humana

a mente humana“Hoje o último limite a ser transposto pelas ciências da vida é desvendar a mente —nessa tarefa a consciência é o mistério supremo a ser esclarecido.”

 António Damásio, da série Cientistas da Nova Era- autor de O ERRO DE DESCARTES

e O MISTÉRIO DA CONSCIÊNCIA

Grifos em Negrito;Mônicavox

 retorna à página de chamada - grade do projeto QG de operações da mente

(modelo aproximado em imagem plana)

Design da mente humana

Núcleo de operações da mente  ou teatro de sistema — constituído por:

faixas em espirais (aderência, confluência e inteligência),

3  zonas (conhecimento, processamento e armazenamento) e

12 áreas (unidades formadora de faixas e zonas).

As linhas entre dois compartimentos não são bem definidas, como sugere a imagem. Na verdade, esses limites são misturas de ‘cores’, em degradé, das duas regiões.

O núcleo de operações da mente é um QG bioeletrônico de sistema, onde operam, distribuídos por todo o ambiente, 33  bioprocessadores, fazendo o trabalho cognitivo na ‘colméia’, em atendimento ao universo de atividades de autogestão do vivente humano, conscientes ou não, na solução de problemas teóricamente aplicados na prática do cotidiano, coordenação do passo a passo de tarefas não condicionadas, absorção de aprendizados e implementação de imaginações.

QUESTIONAMENTOS
“É mais importante conhecer a si mesmo do que conhecer todas as maravilhas do universo”

 página principal

Você acredita que a mente seja, na constituição humana, um ‘território’  insondável?

E os intermináveis questionamentos sobre o EU? O EU é algo incompreensível?

A cultura, milenar, da mente humana ser um mistério, é, sem dúvida, suposição defensiva de sábios e estudiosos do passado, que não dispunham de ferramentas genéticas necessárias e nem das bases informativas suficientes para se envolverem na questão, no nível de problema, com a merecida profundidade; E nós, estudiosos deste século, que dispomos desses recursos cognitivos e tecnológicos, o que estamos fazendo? Será que vamos atravessar mais 100 anos sem conhecer o nosso instrumento de conhecer?

Nós afirmamos que a mente é um problema e não um mistério e a questão EU, depois de se conhecer a mente, é algo mais simples do que imaginamos – ela [mente] pode ser conhecida, aqui agora, na complexidade da sua ‘anatomia’, estrutura de formação, funcionamento e, nesse bojo de conhecimentos, a questão EU também será esclarecida na simplicidade que É, e a qual não imaginamos.

Resultado de imagem para imagens sobre a mente humana

Alguma questão existencial, sem resposta, o incomoda ou desperta o seu interesse, a sua curiosidade?

Aquelas do tipo:

l   quem sou,

l   de onde venho,

l   onde estou,

l   o que estou fazendo,

l   para onde vou,

l   o que vai acontecer comigo no pós-morte, ou

l   se alguma criatura tem continuidade após a morte.

O curioso é que, desde tempos remotos, praticamente todas as culturas humanasacreditam na sobrevivência após a morte.

Mas acreditar, convenhamos, é verdade suposta — acertar sem  ter certeza.

Caso você tenha algum problema dessa natureza, ainda que insignificante no seu juízo, antes de buscar socorro em uma religião ou procurar um profissional cognitivo que possa ajudá-lo, tente conhecer amente nas engrenagens internas e funcionalidade. É possível (quase certeza) que você consiga resolver a si mesmo (essas e outras pendências de ordem psico-mental) de uma forma bastante eficaz (a autoajuda consciente do que ocorre no seu mundo interior). Ela [mente] é o seu instrumento de autogestão e de mensurar o mundo — questionar, duvidar, conhecer, interpretar, pensar, decidir, etc. Conhecê-la é uma necessidade de sobrevivência na competição acirrada deste século XXI, da qual ninguém conseguirá escapar.

Em caso de simples curiosidade, quanto às atividades e funções internas da mente ou dos seus mecanismos de formação, também vale a pena conhecê-la. Aliás, nada é mais importante, na vida moderna, que conhecer a mente humana — isso vai abrir um enorme leque de possibilidades na sua vida e, no mínimo, livrá-lo de alguns surtos.

Reflexões

__________

A grande importância da mente na existência do homem está na ordem de que uma pessoa portadora de deficiência física, mesmo lhe faltando os 4 (quatro) membros, é capaz de desenvolver alguma atividade produtiva e gerir a própria existência no ambiente social em que vive; enquanto que uma pessoa com desequilíbrio nas funções psico-mentais, ainda que gozando de integridade formal e boa saúde física, é um ser tecnicamente incapaz.

O sucesso da criatura humana na existência deve-se, em qualquer análise racional, às habilidades cognitivas e aos conhecimentos acumulados através dos muitos milênios que se passaram – conhecer a mente, o instrumento de conhecer, é um saber deste aqui agora, requisito de base para o homem deste século XXI e está no mesmo nível de importância do que foi dominar a leitura e a escrita nos dois últimos séculos.

Segundo declaração do linguista americano, Noam Chomsky, “a nossa ignorância pode ser dividida em problemas e mistérios”–  “Quando estamos diante de um problema, podemos não saber a solução, mas temos insights, acumulamos um conhecimento crescente sobre ele e temos uma vaga ideia do que buscamos. Porém, quando defrontamos um mistério, ficamos entre maravilhados e perplexos, sem ao menos uma idéia de como seria a explicação;diante de um mistério: nós ficamos maravilhados, no primeiro instante, e logo mais passamos a ignorá-lo; quando o caso se torna ameaçador, evolui ao status de problema – parece que a mente humana e a consciência, nas academias, ainda não avançaram à categoria seguinte [de problema].

O suposto mistério que envolve a mente, na nossa cultura até este início de século XXI, será idéia ridícula amanhã; assim como tantas proposições do passado que se confirmaram, mais adiante, serem grandes equívocos, fruto da ignorância científica humana.

Antes da escrita ninguém era analfabeto, antes do computador ninguém era ignorante em informática.

A mente está na mesma ordem do saber.

Resultado de imagem para imagens sobre a mente humanaEstrutura sistêmica da mente

Todo ato mental (percepção de um objeto, enunciado verbal, resolução de um problema) é levado a cabo por um “sistema funcional complexo”  , também concebido como “rede neurofuncional”  , “representação distribuída em paralelo e em série”  e como “modelo de esboços múltiplos”  , que se constitui de um conjunto dinâmico e interconexo de componentes psicológicos (volitivos, afetivos, cognitivos) e de regiões cerebrais, cada uma delas contribuindo com operações básicas para o funcionamento do sistema ou ato como um todo. Seu caráter dinâmico deve-se ao fato de que sua estrutura psicológica e sua organização cerebral mudam a cada instante, na mesma medida em que mudam as tarefas em pauta.

Cada tarefa requer um conjunto diferente de operações psíquicas básicas adequadas aos seus objetivos, além dos componentes motivacionais e emocionais sempre presentes. De acordo com este conceito, apenas certas operações ou mecanismos básicos podem ser localizados em determinadas regiões cerebrais, não as próprias funções psíquicas superiores; e apenas os objetivos ou resultados finais da atividade permanecem constantes, devendo variar seus mecanismos ou operações básicas na medida em que mudam as condições em que se realizam.

A MENTE E A ESTRUTURA CEREBRAL

Os avanços das neurociências nas últimas décadas, especialmente com os estudos de neuroimagem funcional, têm confirmado estes conceitos, cuja pré-história data do século XIX, com a hipótese de Hughlings Jackson , de que as funções psíquicas têm estrutura psicológica organizada em diversas regiões cerebrais e diferentes níveis de complexidade e abstração (nível voluntário, consciente; e nível involuntário, inconsciente, automático). Um exemplo clássico é o do paciente que, após mostrar-se incapaz de dizer a palavra “não” numa tarefa metalingüística de repetição, pôde fazê-lo ao dizer “Doutor, não consigo”. Em qualquer atividade lingüística da vida real (por exemplo, ao produzir um enunciado numa conversação cotidiana), temos os níveis fonológico, sintático, semântico-lexical e pragmático, com suas interdependências e interações recíprocas. Outro exemplo é a percepção visual de um objeto (por exemplo, quando mostro uma lapiseira e pergunto “O que é isto?”). Aí temos diversos componentes: análise e síntese das informações visuais para a formação da imagem (nas regiões occipito-temporais mediais); busca ativa de novas informações e testagem de hipóteses, tais como “caneta?”, “lápis?”, “lapiseira?”, “apontador a laser?” (nas regiões pré-frontais em interação com as occipitais); codificação do objeto (percepto) no sistema semântico da linguagem (no neocórtex associativo terciário temporo-parietal e frontal postero-inferior, particularmente do hemisfério esquerdo); a permanência transitória do percepto na memória operacional, a curto prazo (nas regiões pré-frontais em interação com as occipito-temporais); e seu registro a longo prazo no córtex cerebral, facilitado por seu processamento inicial no sistema hipocampal.

Resultado de imagem para imagens sobre a mente humana•  A mente como representação e mediação

O caráter mediado da mente humana se deve a que o indivíduo se relaciona com as coisas e fenômenos externos, não de forma direta e imediata, mas indiretamente, com os sinais e signos que os representam. É evidente que as ações do homem sobre as coisas são diretas – ele é apenas um entre os vários seres ou forças materiais que participam de sua atividade – mas suas ações materiais são precedidas por ações mentais (representações simbólicas, projetos, programas)Durante o desenvolvimento psíquico, esses sinais e signos tornam-se cada vez mais generalizados e abstratos, e assim, segundo Rubinstein  , o indivíduo destaca-se cada vez mais da realidade, ao mesmo tempo em que se une a ela cada vez com mais força. A gênese e a natureza do fenômeno psíquico não podem ser encontradas nas profundezas do código genético nem nas alturas insondáveis do espírito, mas no processo interacional da vida, tal como admitia Bakhtin  há mais de 60 anos, ao analisar a consciência humana: “O psiquismo subjetivo localiza-se no limite do organismo e do mundo exterior….É nessa região limítrofe que se dá o encontro entre o organismo e o mundo exterior, mas esse encontro não é físico (direto): o organismo e o mundo encontram-se no signo. A atividade psíquica constitui a expressão semiótica do contato entre o organismo e o meio exterior”.

O homem é um ser consciente, ou seja, ele toma consciência de si e destaca-se de sua própria atividade (“espelha-se”), atividade que é o processo de transformação recíproca entre o sujeito e o objeto, em que o objeto vira sua forma subjetiva (imagem mental) e a atividade do sujeito transforma-se em seus resultados objetivos (produtos); ou,no processo de produção (trabalho social), o sujeito é objetivizado , e no sujeito, o objeto é subjetivizado; não existe a consciência (como “faculdade” mental isolada), mas sim o ser consciente ; e o ser dos homens é o seu processo da vida real. O ser é sua atividade, que se apresenta simultâneamente em três formas interdependentes e interconexas: objetal, mental e cerebral-organísmica.

Resultado de imagem para imagens sobre a mente humanaDiferentemente do que ocorre no restante do mundo animal, a atividade consciente é mediada por instrumentos de produção (ferramentas) e por instrumentos psicológicos (signos da linguagem), ambos produtos da evolução histórico-cultural; e assim a relação do indivíduo com a natureza é mediada pela relação entre ele e os outros indivíduos da sociedade. O instrumento de trabalho e o signo lingüístico objetivam a relação homem-natureza e homem-homem, sendo produtos sociais tanto pela sua origem quanto pelo seu uso. Com eles, a transmissão da experiência de uma geração a outra deixa de ser biológica (genética) e passa a ser sociocultural.A atividade consciente é altamente dependente do neocórtex de associação, principalmente o da região pré-frontal e da zona de superposição dos analisadores sensoriais (temporo-parieto-occipital). Aqui referimo-nos ao nível mais complexo de funcionamento da consciência, exclusivamente humano, que Damásio  chama de “consciência ampliada”, que fornece ao organismo um “eu autobiográfico”, com vivências passadas e futuras.

Resultado de imagem para IMAGENS SOBRE O MENTALVisão pessoal….

A atividade mental é uma parte do processo da vida real (ou do “ser dos homens”), em que as ações objetais, mentais e cerebrais (organísmicas) constituem uma unidade dialética de interações e influências recíprocas, mediante as quais são adquiridas as funções psíquicas superiores e seu substrato neural, as neoformações mais sofisticadas do córtex associativo. Fatores biológicos (genéticos) fornecem apenas a possibilidade desse desenvolvimento, o qual não ocorre sem a prática do indivíduo, sem sua experiência sensorial e social.A mente, nos seres em atividade, não está separada da energia nem do espírito, nem de ambos. A mente não é inerente à energia; a energia é receptiva e sensível à mente; a mente pode ser superposta à energia, mas a consciência não é inerente ao nível puramente material. Não é necessário que a mente seja acrescentada ao espírito puro, pois o espírito é inatamente consciente e capaz de identificação. O espírito é sempre inteligente, de algum modo é dotado de mente.Pode ser esta ou aquela mente, pode ser a pré-mente ou a supramente, ou mesmo a mente espiritual, mas o fato é que ela executa o equivalente a pensar, e saber. O discernimento do espírito transcende, sobrepõe-se e teóricamente precede à consciência da mente.A mente que é infinita ignora o tempo, a mente última transcende ao tempo, a mente cósmica é condicionada pelo tempo. E é, assim também, com o espaço: a Mente Infinita é independente do espaço, mas à medida que desce do nível do infinito até os níveis ajudantes da mente, o intelecto deve ter em conta, crescentemente, a existência e as limitações do espaço.A força cósmica reage à mente, assim como a mente cósmica reage ao espírito. O espírito é propósito divino, e a mente espiritual é propósito divino em ação. A energia é coisa; a mente é significado; o espírito é valor. Mesmo no tempo e no espaço, a mente estabelece aquelas relações relativas, entre a energia e o espírito, que são indicativas de semelhança mútua na eternidade.A mente transmuta os valores do espírito em significados do intelecto; a volição tem poder para frutificar os significados da mente, tanto no domínio material quanto no espiritual. A ascensão á Unidade envolve um crescimento relativo e diferencial em espírito, mente e energia e a personalidade é a unificadora desses componentes da individualidade experiencial.

Inspiração…

CENTROS DE ESTUDO E NÚCLEOS DA UNICAMP-SP

mciencia@unicamp.br

1. Vygotsky L. S. Mind in society: the development of higher psychological processes. M. Cole, V. John-Steiner, S. Scribner, & E. Souberman (Eds.). Cambridge, Harvard University Press, 1978.

2.Luria A. R. Higher -cortical functions in man (2 nd ed.). New York, Basic Books, 1966/1980.

3. Anokhin P. K. Problems of centre and periphery in the physiology of nervous activity. Gorki, Gozizdat, 1935.

4. Mesulam M-M. Large-scale neurocognitive networks and distributed processing for attention, language, and memory. Ann Neurol 1990; 28:597-613.

5. Rumelhart D. E., McClelland J. L. Parallel distributed processing. Cambridge, MA: The MIT Press, 1986.

6. Dennet D. C. Consciousness explained. Boston: Little, Brown & Co., 1991.

7. Jackson J. H. On the nature of the duality of the brain. In: Selected writings of John Hughlings Jackson, vol. 2, Hodder & Stoughton, 1874/1932.

8. Rubinstein S. L. Princípios de psicologia geral. Lisboa, Estampa, 1972.

9. Bakhtin M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo, Hucitec, 1988.

10. Marx K. & Engels F. Obras escogidas, vol. III. Moscú, Editorial Progresso, 1973.

11. Marx K. & Engels F. A ideologia alemã. Lisboa, Editorial Presença, 1846/1976.

12. Damásio A . O mistério da consciência. São Paulo, Companhia das Letras, 2000.

13. Piaget J. O nascimento da inteligência na criança (4 ª ed.). Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1966/1978.

14. Kuhl P. K. Language, mind, and brain: experience alters perception. In: M. S. Gazzaniga (ed.), The new cognitive neurosciences. Cambridge, The MIT Press, 2000:99-115.

15. Gesell A., Amatruda C. S. Developmental diagnosis: normal and abnormal child development (2 nd ed.). New York, Hoeber-Harper, 1954.

16. Leontiev N. A. Problems of the development of the mind. Moscou, Progresso, 1981b.

17. Galperin P. Y. Introducción a la psicología. Moscú: Universidad Estatal, 1976.

18. Luria A. R. Pensamento e linguagem – As últimas conferências. Porto Alegre, Artes Médicas, 1987.

19. Ducrot O. Princípios de semântica lingüística. São Paulo, Cultrix, 1976.

20. Ducrot O. O dizer e o dito. Campinas, Pontes, 1987.

21. Pêcheux M. Análise automática do discurso (AAD-69). In: F. Gadet & T. Hak (Orgs.), Por uma análise automática do discurso. Campinas, Editora da UNICAMP, 1969/1990.

22. Osakabe H. Argumentação e discurso político (2 a ed.). São Paulo, Martins Fontes, 1999.

23. Spitz R. A. Hospitalism: a follow-up report on investigation described in Volume 1, 1945. Psychoanal. Study Child 1946; 2:113-117.

24. Harlow HF. The nature of love. Am. Psychol. 1958; 13:673-685.

25. Kandel E. R., Jessel T. M., Sanes J. R. Sensory experience and the fine-tuning of synaptic connections. In: E. R. Kandel, J. H. Schwartz, & T. M. Jessel (Eds.), Principles of neural science (4 th ed.). New York, McGraw-Hill, 2000:1115-1130.

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O CÉREBRO CÓSMICO

Nosso cérebro é elétrico e cheio de células individuais e neurônios, conectados uns aos outros pelos dendritos e axônios.Toda vez que pensamos, nos movimentamos, sentimos ou nos lembramos de alguma coisa, nossos neurônios estão em operação.Essa operação é realizada por pequenos sinais elétricos que se movem rápidamente de neurônio para neurônio(Sinapses).Esses sinais são gerados por potenciais elétricos diferentes carregados pelos íons na membrana de cada neurônio.Todas as nossas percepções físicas são registradas em nosso cérebro físico.Entretanto, nosso cérebro físico é um componente do holograma de nossa realidade 3D.

Nossa mente, por outro lado, é o que nos conecta à nossa Mente Cósmica, que ressoa além do holograma 3D.Enquanto que nosso cérebro é um sistema operacional físico de nosso vaso terreno, nossa mente é a eletricidade que faz esse sistema operacional funcionar.Esta “eletricidade” é a nossa consciência.Nossa mente, que é na verdade nossa consciência, está nos assistindo ativamente na conexão com nossa Mente Cósmica.

A CONEXÃO COM A MENTE CÓSMICA

Nosso estado de consciência determina se nós somos ou não capazes de nos conectar com sucesso com nossa Mente Cósmica e operar a partir dela.Visto que estamos no processo de mudarmos de nosso sistema operacional tridimensional para nosso sistema operacional multidimensional, é vital que nós despertemos nossa consciência multidimensional.Nossa consciência multidimensional é bloqueada pelo medo e ativada pelo amor incondicional.O amor incondicional é isento de todo julgamento, e o julgamento é uma das formas-pensamento principais que baixa nossa consciência e o julgamento é uma forma-pensamento, um pensamento reunido a uma emoção, que sempre é baseada no medo.Sempre que julgamos alguma coisa, há um resíduo de medo, mesmo se ele estiver oculto em nossa mente subconsciente.Portanto, a liberação de todo julgamento é um componente vital para a ativação de nossa consciência multidimensional.

Nossa consciência física está sómente conectada aos nossos sentidos físicos.Assim, nós somente podemos perceber aquilo que ressoa dentro do holograma.Por outro lado, a emoção baseada no amor – que é o amor sem condições – permite que nossa mente se conecte com a nossa Mente Cósmica.Nossa mente, que é o estado de consciência que está conduzindo nosso cérebro, é direcionada ou para sobrevivência/medo ou para criação/amor.O amor condicional é uma forma de medo, enquanto que o amor incondicional é isento de todos os resquícios de medo.Nós passamos a maioria de nossas encarnações físicas conhecendo sómente o amor condicional.O amor condicional é baseado em “Eu amarei você se você…” ou “Se você não… eu não amarei você”.

O FATOR DOS SENTIMENTOS SOBRE A ATIVIDADE DA MENTE CÓSMICA

O amor normalmente era utilizado como uma recompensa.Se nós fôssemos bons (bom sendo determinado por uma fonte externa), nós recebíamos amor.Se nós fôssemos maus (novamente determinado por uma fonte externa), o amor nos era negado.Este amor condicional nos prendia ao holograma 3D, pois ele nos mantinha em um estado de medo.Este medo, não importa se pequeno ou inconsciente, baixava nossa consciência para a ressonância da terceira dimensão.Assim, nossas percepções eram limitadas aos cinco sentidos físicos de nossa forma física.Para ativarmos totalmente nossas percepções multidimensionais, nós precisamos sair do “jogo do bom o suficiente”.Este “jogo” é baseado numa fonte externa que julga se nós somos ou não bons o suficiente para receber amor.O único modo de sairmos desse jogo é amarmos o nosso eu incondicionalmente.Assim que nós nos lembramos de como amamos nosso eu incondicionalmente, as opiniões de fontes externas apenas são um componente do Jogo 3D, ao qual nós não estamos mais limitados.

Em outras palavras, nós podemos ainda estar escolhendo fazer este jogo, mas nós não estamos mais ligados ao resultado dele.Nós não mais buscamos encontrar reforço para nossos empenhos nessa realidade, pois nós sabemos que ainda estamos fazendo esse jogo porque escolhemos fazê-lo e não porque nós temos que fazê-lo.Assim que nossa mente nos conecta com nossa Mente Cósmica, nossa consciência é multidimensional e o Jogo 3D é apenas uma das inúmeras realidades de que participamos.É sensato permanecermos em contato constante com nossa Mente Cósmica, pois o Jogo 3D vicia muito.Este jogo vicia tanto porque ele ativa quaisquer medos ocultos de não sermos bons o suficiente.Se nós permitimos nossa consciência desligar-se do amor incondicional em que TODO feedback externo é uma ilusão, nosso subconsciente pode assumir o leme.Quando nosso subconsciente está no comando, nós somos governados por nossa criança/ego ferido.

Portanto, enquanto jogando no holograma 3D, é importante continuamente permanecermos cientes da constante necessidade que nossa mente subconsciente tem de amor incondicional.Em outras palavras, é vital nos mantermos como os mestres de nosso vaso 3D, que constantemente abastecemos com amor incondicional pelo nosso eu.Amar incondicionalmente nosso eu imediatamente nos liberta do Jogo 3D, pois a qualidade viciante desse jogo é que nós NÃO somos bons o suficiente.Portanto, se nós pudermos fazer, ser ou ter aquilo que o jogo dita em algum tempo determinado, nós seremos bons o suficiente – de acordo com algum julgamento externo.

O FATOR TEMPO

O tempo é outro gancho do Jogo 3D.Enquanto vivemos no AGORA, nosso passado não existe como uma fonte de julgamento e o futuro é a criação de nosso AGORA eterno.É quase impossível nosso cérebro viver no AGORA, exceto quando todo o nosso DNA 97% multidimensional estiver totalmente ativado.Cair de novo no tempo é um desafio constante enquanto esse DNA ainda está em ativação.Nosso cérebro tridimensional diz: “Se eu não FIZER ou SER ou TER o que essa fonte externa exige, eu não serei ‘bom o suficiente’”.Ser “bom o suficiente” é a principal qualidade viciante do Jogo 3D, pois ela nos mantém no nosso ego ferido que NÃO é bom o suficiente.Então, o fluxo constante de amor incondicional para o nosso eu é vital para nos proteger de nosso vício de julgamentos tridimensionais.E também, quando nossa mente cria uma ponte robusta para a nossa Mente Cósmica multidimensional, nós podemos manter uma conexão forte com nossas expressões superiores do EU que existem fora do holograma 3D.

Da perspectiva de nossa Mente Cósmica, nós podemos usar nossas percepções expandidas de clarividência (visão de frequência superior), clariaudiência (audição) e clarisenciência (sentidos) para perceber as dimensões superiores de nossa realidade que ressoam além dos limites da Matriz 3D.Visto que nossa ascensão para além da ilusão começou, nossas percepções superiores podem mais facilmente ser ativadas.Novamente, é o nosso vício ao Jogo 3D que limita nossa capacidade de mudarmos para as nossas percepções multidimensionais, as quais INCLUEM as percepções tridimensionais.Em outras palavras, nós não precisamos ignorar o mundo físico.Na verdade, enquanto estivermos usando um vaso 3D, nós não podemos ignorar essa frequência sem colocar em perigo esse corpo.Felizmente, com a prática, nós poderemos perceber as frequências superiores de realidade, que agora romperam a ilusão do Jogo 3D.Entretanto, as frequências superiores podem conscientemente perceber as frequências inferiores, mas as frequências inferiores não podem perceber as frequências superiores.Por exemplo, nosso vaso terreno pode perceber uma pedra, mas a pedra não pode nos perceber.Nossas percepções tridimensionais são semelhantes a essa pedra quanto a elas ancorarem nossas percepções multidimensionais em nosso planeta.

Felizmente, o planeta também é um ser multidimensional.Portanto, ele também tem frequências superiores de expressão, tal como nós temos.Então, quando expandimos nossas percepções para uma frequência mais alta de ressonância, há um planeta esperando nessa frequência, pronto para a nossa habitação.Toda a criação é multidimensional, mas nem toda a criação reduz sua ressonância para a frequência do reino físico.Assim que sentimos que concluímos nossa experiência de polaridade, densidade, limitação e separação, uma ponte energética torna-se perceptível para o nosso cérebro, mas se nossa mente (estado de consciência) puder ser expandida para se conectar com a Mente Cósmica multidimensional, nossas percepções começarão a incluir frequências de realidade que ressoam além do mundo físico.

O desafio maior é se nós não acreditarmos que uma frequência mais alta de realidade existe, ou se nós não acreditarmos que somos “bons o suficiente” para perceber ou visitar essa realidade superior, nosso cérebro limitará a consciência de nossa mente.Então nossa mente não será capaz de se conectar com nossa Mente Cósmica, e o mundo além da terceira dimensão permanecerá além do nosso campo perceptivo.Uma doutrinação principal do Jogo 3D era que se nós não podemos perceber alguma coisa com os nossos sentidos físicos, ela não é real.Entretanto, se um cego não consegue nos ver a determinada distância dele, isso nos torna não reais?

Se um surdo não ouve nossa voz, isso significa que nós não temos uma voz?De fato, os corajosos que escolheram o desafio de perder um de seus receptores físicos oferecem orientação para todos.Quando um receptor sensorial não funciona, a potência dos outros sentidos é amplificada.Da mesma maneira, nós podemos amplificar a nossa visão para clarividência, a nossa audição para clariaudiência e nosso tato/olfato/instintos para clarisenciência.Nós recuperamos o uso de nossas percepções expandidas por retornarmos à nossa consciência multidimensional.Para fazê-lo, nós precisaremos meditar ou fazer o que nos coloca em um estado superior de consciência.Uma vez num estado superior de consciência, nossa mente pode interagir com as frequências superiores de nossa Mente Cósmica para conectar nossas percepções superiores ao nosso cérebro tridimensional.

Assim que nosso cérebro 3D está conectado à nossa Mente Cósmica multidimensional, nós podemos começar a liberar nosso vício à terceira dimensão e substituir o nosso hábito de perceber SÓMENTE com os nossos cinco sentidos físicos.

Novamente, nós precisaremos acreditar que nossas percepções superiores são possíveis e que nós somos bons o suficiente para tê-las.Então, nós poderemos manter um link ativo entre nosso cérebro, nossa mente e nossa Mente Cósmica.Nós começamos esse processo por amarmos nosso eu incondicionalmente.Então, mesmo se não pudermos perceber com nossas percepções expandidas – ainda – nós AINDA amaremos nosso eu incondicionalmente.

E também, o amor incondicional gera perdão incondicional e aceitação incondicional.Portanto, se não podemos ainda perceber com nossas percepções superiores, nós perdoamos incondicionalmente nosso eu e aceitamos incondicionalmente que essas percepções se ativarão quando estivermos preparados.E nesse meio tempo, nós podemos nos focalizar em manter nossa consciência calibrada para os estados superiores de consciência.Enquanto estamos ressoando à consciência em onda beta, os desafios do mundo físico preenchem nosso cérebro.Existem “horas” em que essa consciência é importante.Enquanto estamos na consciência em onda alfa, sentimo-nos criativos em nosso mundo físico e experimentamos momentos intermitentes de conexão com nossa Mente.Felizmente, quando expandimos nossa mente para a consciência em onda teta, nós vivemos em nossa mente e conduzimos nosso cérebro a partir de uma perspectiva superior de vida.Quando estamos na consciência em onda delta e acima, nós vivemos dentro de nossa Mente Cósmica e conduzimos nossa mente e cérebro para as frequências superiores de realidade.

Viajar em Consciência

Viajar em consciência é como mudar as estações em um rádio ou televisão.Nosso EU MULTIDIMENSIONAL é a torre de transmissão, que transmite mensagens para nós através de muitas frequências diferentes.Nossa CONSCIÊNCIA é o rádio ou TV de banda larga, que recebe as mensagens de muitas frequências diferentes e nos permite escolher um canal;Nossas ONDAS CEREBRAIS são os canais que calibram o rádio ou TV para a frequência da estação desejada.Quando nós calibramos nossa consciência (rádio ou TV) para as ondas cerebrais (canais) diferentes, nós estabelecemos nossa expectativa para filtrar a entrada das percepções dentro do alcance de frequência dessa expectativa de filtragem.Então nós experimentamos a realidade que vibra a esse comprimento de onda/onda cerebral.
Quando nós sintonizamos o Canal de Onda Cerebral Beta, nós calibramos nossa consciência para filtrar e excluir as percepções que não pertencem ao nosso mundo tridimensional externo.Neste canal, nosso EU Multidimensional nos dá informação a respeito de nosso eu ego consciente em nosso mundo físico.
Nossa “realidade beta”, que é a nossa consciência individual, é cheia de inúmeros estímulos.
Ela é direcionada para a sobrevivência, pensamentos, decisões e ações.Nossa consciência individual direciona nossa atenção e, portanto, nossas percepções, para nossa avaliação individual da realidade.

Canal de Onda Cerebral Alfa

Quando nós sintonizamos o Canal de Onda Cerebral Alfa, nós calibramos nossa consciência para filtrar e excluir quaisquer percepções tridimensionais alheias que não pertencem à atividade criativa.
Neste canal, nosso EU Multidimensional nos dá informação sobre nosso mundo físico a partir da perspectiva de nosso eu tetradimensional superconsciente e também lembranças e estímulo esquecidos relativos ao nosso verdadeiro potencial, que nós anteriormente filtramos e excluímos.
Nossa “realidade alfa”, que é a nossa consciência coletiva, é uma realidade de criatividade, foco artístico, relaxamento e imaginação.Nossa consciência coletiva direciona nossa atenção e, portanto, nossas percepções, para uma avaliação da realidade baseada na consciência de toda a humanidade.

Canal de Onda Cerebral Teta

Quando nós sintonizamos o Canal de Onda Cerebral Teta, nós calibramos nossa consciência para filtrar e excluir todas as frequências tridimensionais, exceto a de manutenção de nosso corpo físico.Neste canal, nosso EU Multidimensional retransmite informação de nosso eu superconsciente relativa ao nosso mundo pentadimensional, nossas percepções extrassensoriais tetra e pentadimensionais, momentos de iluminação vindos do passado, e novas ideias relativas a atingir nossas metas presentes.Nós também podemos experimentar sensações eufóricas e momentos de iluminação neste canal.Nossa “realidade teta”, que é a nossa consciência planetária, é profundamente espiritual e introspectiva.Nossa consciência planetária direciona nossa atenção e, portanto, nossas percepções, para uma avaliação da realidade baseada na consciência multidimensional de todas as formas de vida do planeta.

Canal de Onda Cerebral Delta

Quando nós sintonizamos o Canal de Onda Cerebral Delta, nós calibramos nossa consciência para filtrar e excluir todas as frequências tridimensionais externas.Neste canal, nosso EU Multidimensional nos dá informação provinda de nossa mente superconsciente relativa ao nosso vaso terreno uni e bidimensional;Nossa “realidade delta”, que é a nossa consciência galáctica, é focalizada na nossa realidade celular e subatômica e no nosso eu interdimensional.Nossa consciência galáctica direciona nossa atenção, e, portanto nossas percepções para uma avaliação da realidade baseada na consciência multidimensional de nosso planeta, nosso sistema solar e nossa galáxia.

Canal de Onda Cerebral Gama

Quando nós sintonizamos o Canal de Onda Cerebral Gama, nós calibramos nossa consciência para filtrar e excluir os estímulos individuais e se mover para além de todo tempo, espaço e dimensão para integrar a informação que recebemos dos outros canais para que possamos estar conscientes de nosso processo.
Nossa “realidade gama” é verdadeiramente multidimensional, pois ela é TODO no TODO.
Essa consciência cósmica direciona nossa atenção e, portanto, nossas percepções para uma avaliação de realidade baseada na consciência multidimensional de nosso universo.Fisiologia – Ondas cerebraisMedicina TotalMedicina total

ONDAS CEREBRAIS E CONSCIÊNCIA

As ondas cerebrais, que são medidas por um eletroencefalógrafo (ou EEG), representam a linguagem do cérebro.Um EEG mede as ondas cerebrais de frequências diferentes no cérebro pela colocação de eletrodos em locais específicos no couro cabeludo para detectar e registrar os impulsos elétricos do cérebro.As ondas cerebrais, tal como todas as ondas, são medidas de duas formas.

1-A primeira é frequência ou número de vezes que uma onda se repete em um segundo.Então a frequência é medida em ciclos por segundo (cps, às vezes também chamado de HZ), variando de 5 a 38 cps.

2-A segunda medição é amplitude, que representa a potência dos impulsos elétricos gerados pelo cérebro.As principais categorias de ondas cerebrais são Gama, Beta, Alfa, Teta e Delta(ver acima).Quando estamos acessando nosso EU Multidimensional, nós somos capazes de utilizar uma combinação de todas as quatro ondas cerebrais.

Sons para Aumentar a Inteligencia: Ondas BETA

ONDAS CEREBRAIS BETA-As ondas predominantes
13 a 39 cps

Ondas Beta, em que nossas ondas cerebrais pulsam entre 13 e 39 cps, estão associadas com a nossa vigília do dia a dia.Essas ondas são as mais altas em frequência e as mais baixas em amplitude e também são mais dessincronizadas do que as outras ondas.Isto é, as ondas não são consistentes em seu padrão.
Essa ausência de sincronismo se deve à atividade mental diária de nossas muitas atividades e experiências cognitivas, sensoriais e motoras.E também, é durante a Consciência Beta que nosso foco é dessincronizado, pois nossa vida diária tem muitas distrações interiores e exteriores.As ondas Beta são vistas em ambos os lados do cérebro e são mais evidentes no lóbulo frontal onde decisões e expressões de nossa persona são iniciadas.

As ondas cerebrais Beta estimulam o pensamento racional e analítico e a consequente ação;Neste estado, nossa atenção está focalizada em nossas atividades externas, e nosso cérebro está acessando principalmente os pensamentos lógicos e sequenciais para processar, organizar e agir sobre os inúmeros estímulos que chegam através dos nossos cinco sentidos físicos.

Se toda essa informação não for colocada em algum tipo de ordem, nós ficaremos confusos e sobrecarregados.A voz de nosso eu interior ainda pode ser vagamente ouvida, mas tal como conversar com alguém num aeroporto lotado e barulhento, nós podemos ouvi-la, mas nem sempre podemos entender o que ela está falando.As ondas Beta são as ondas cerebrais predominantes na nossa vida cotidiana.Sem as Ondas Cerebrais Beta seria difícil operar eficazmente em nosso mundo diário.

 

ONDAS CEREBRAIS ALFA
8 a 12 cps

Ondas Alfa, que são entre 8 e 12 cps, são mais lentas em frequência, mais altas em amplitude e mais sincronizadas do que as ondas Beta.Quando nós reservamos um tempo em nosso dia atarefado para tirar uma soneca revigorante, refletir, ouvir música, ler um poema ou meditar, nós entramos na Consciência Alfa.Quando nos concentramos atentamente em um pensamento, emoção ou atividade, nós temos menos estímulo para processar e nosso cérebro pode entrar no foco intenso das ondas Alfa.
As ondas Alfa atingirão o pico por volta de 10 cps.O pensamento em onda Alfa promove a capacidade mental e ajuda em nossa habilidade de coordenar mentalmente o estímulo para que possamos rápida e eficazmente concluir a tarefa a ser realizada.

Quando Alfa predomina, a maioria das pessoas se sente calma e à vontade, o que serve para controlar o estresse e beneficiar nossa saúde.O imaginário vívido e ciência relaxada e afastada servem para criar links conscientes tanto para a nossa mente consciente como para a inconsciente.Alfa é o principal ritmo visto em adultos normais e calmos e está presente durante a maior parte da vida especialmente acima dos 13 anos.

As ondas Alfa são predominantes na massa encefálica branca, que é a parte do cérebro que conecta todas as outras partes entre si.Alfa é um estado comum para o cérebro e surge quando uma pessoa está alerta, mas não processando informação ativamente.

As ondas Alfa, mais fortes no lóbulo occipital (na parte de trás da cabeça), córtex e também córtex frontal (a testa), têm sido ligadas à extroversão, audição ativa e solução de problemas melhorada, e atividade mental criativa.

Enquanto que as ondas cerebrais Beta são predominantemente do pensamento lógico e sequencial, as ondas cerebrais Alfa incorporam a operação criativa e holística.Logo, quando na Consciência Alfa nós perdemos a noção de tempo e espaço.Uma hora parece um minuto e uma milha parece uns poucos blocos.Com o foco concentrado em uma tarefa criativa na Consciência Alfa, nós experimentamos menos distrações e ouvimos mais facilmente nossa própria voz interior.É neste estado de consciência que nós temos os nossos momentos de “A-há!”.Muitos intérpretes, artistas, cientistas e atletas consciente ou inconscientemente se colocam num estado Alfa para obter inspiração e atingir seu melhor desempenho.

ONDAS CEREBRAIS TETA
4 a 7 cps

As ondas Teta nos permitem acessar nossa criatividade inata, inspiração e conexão espiritual.As ondas Teta, de 4 a 7 cps, são até mais lentas que as ondas Beta e Alfa e são tipicamente de uma amplitude até maior.Quando restringimos nosso foco principalmente em nosso eu interior, nós podemos entrar nas ondas Teta, que normalmente estão associadas à meditação profunda ou sono.Neste estado é difícil manter contato consciente com o mundo exterior.Nossos corpos precisam estar em um local seguro quando acessamos a Consciência Teta, para manter esse estado, nossos corpos precisam estar parados e nossos olhos fechados.E mesmo nesse estado, o mero ato de abrir nossos olhos ou ouvir ao mundo exterior poderia captar estímulo demais e voltar nossa consciência para ondas cerebrais mais rápidas e nossas experiências de onda Teta se perdem.Para trazer nossas experiências no estado Teta para nossa mente consciente, nós precisamos ser capazes de comunicar essas experiências aos nossos centros de linguagem para que possamos “gravá-las” em nosso córtex cerebral.Tirar tempo para relaxar, escrever e/ou desenhar após o sono ou a meditação profunda nos ajudará na tradução de nossas experiências de onda Teta para nossos pensamentos de onda Alfa e Beta.Nesse caso, nossas experiências Teta normalmente são recuperadas pela linguagem imagética e simbólica de nosso cérebro direito e não pela área de linguagem sequencial de nosso cérebro esquerdo.Relaxar para o estado Alfa pode traduzir essas imagens em nossa área de linguagem onde podemos pensar sobre elas ou anotá-las.

Meditação p/ Visualização Criativa – Ondas Theta – Amparo Divino

O ESTADO TETA

As ondas Teta são anormais em adultos que estão acordados, mas são perfeitamente normais em crianças até 13 anos de idade.Elas são normais para todas as idades durante o sono.Acredita-se que o estado Teta reflete a atividade do sistema límbico e das regiões do hipocampo dentro do lóbulo temporal, que estão relacionados às emoções, conversão da memória de curto prazo em memória mais permanente e recordação de relacionamentos espaciais.A Consciência Teta promove comportamentos adaptativos e complexos tal como aprendizagem e memória.As ondas cerebrais Teta promovem a paz interior profunda, o “saber”, sentimento de unidade, verdades místicas, transformação das crenças limitantes inconscientemente mantidas, criando uma qualidade melhor de vida, cura física e emocional e descoberta de nosso propósito.A Consciência Teta proporciona o “pico” na experiência paroxística (peak experience).

ONDAS CEREBRAIS DELTA
0,5 a 4 cps

A ondas Delta, normalmente indo de ,5 a 4 cps, estão envolvidas com nossa empatia e também com nossa interação e conexão à nossa percepção multidimensional total.Essas ondas cerebrais estão envolvidas com nossa habilidade para integrar e deixar ir.As ondas Delta são da maior amplitude e da frequência mais lenta e é o ritmo dominante nos bebês até um ano de idade.As ondas Delta nunca descem até zero porque significaria que estaríamos mortos.As ondas Delta frequentemente são associadas com estar em coma.Neste estado de consciência, nossos corpos estão em um modo de hibernação.Iogues experientes podem atingir conscientemente esse estado.Enquanto na Consciência Delta, eles são capazes de regular a temperatura do seu corpo e o ritmo cardíaco.Eles podem até parecer estar mortos, mas eles são capazes de se reavivar.As ondas Delta são o nível mais profundo do sono sem sonhos em que nossos corpos desligam para completamente focalizar na cura e crescimento.Intérpretes máximos diminuem as ondas Delta quando alto foco e desempenho máximo são necessários.

Entretanto, a maioria dos indivíduos diagnosticados com Distúrbio do Déficit de Atenção (DDA) naturalmente aumenta ao invés de diminuir a atividade Delta quando tenta se focalizar.

A resposta Delta inadequada normalmente restringe severamente sua capacidade de focalizar e manter a atenção.É como se o cérebro se encontrasse em um estado sonolento perpétuo.Entrar na Consciência Delta é como dirigir um carro e engatar a primeira marcha.Não podemos andar muito rápido em primeira (Delta), mas nós temos controle máximo do carro.As ondas cerebrais Delta promovem a cura milagrosa, conhecimento divino, ser interior e crescimento pessoal, renascimento, recuperação de trauma, unidade com o universo, samadhi e experiências de quase morte.As ondas cerebrais Delta proporcionam a intuição profunda, sintonização empática e insight instintivo.

MUSICA BINAURAL sanar energias, ativar glândula pineal, estado alfa, lei de atração

Mudança das Ondas Cerebrais

Quando caímos no sono, nosso cérebro muda as marchas e nossas ondas cerebrais começam a desacelerar.Nós começamos em Beta e então passamos para Alfa, Teta e então Delta.Quando vamos acordar, nossas ondas cerebrais revertem a ordem de Delta, Teta, Alfa e finalmente Beta.Tal como nós inconscientemente mudamos nossas ondas cerebrais no sono, nós podemos aprender a mudar conscientemente nossas ondas cerebrais enquanto estamos acordados.Para manter nosso cérebro em um padrão eficaz de onda cerebral Beta, nós podemos determinar restringir nosso foco a umas poucas coisas por vez e escolher não nos permitirmos entregarmo-nos ao pensamento obsessivo ou de medo.Nós podemos separar um tempo para relaxar, contemplar nossas vidas e desfrutar nossa criatividade para induzir as ondas cerebrais Alfa; podemos meditar e/ou orar e colocar nosso foco total em nosso Eu interior numa base rítmica regular para induzir as ondas cerebrais Teta;podemos dormir muito, deixar ir e nos entregar à nossa Alma para induzir as ondas cerebrais Delta.É importante separarmos uma hora pelo menos três a cinco dias por semana para passarmos dentro de nosso EU.

Se pudermos separar essa hora especial, nós podemos aprender a obter mestria consciente sobre nossa consciência e perceber que nós escolhemos nossa consciência por escolher os pensamentos que nós permitimos que fixem residência em nossa mente e as emoções que permitimos que se demorem em nosso coração.Quando nos acostumarmos a manter estados superiores de consciência em nossa vida diária, nós nos lembraremos de viver num sentimento de amor incondicional por nosso eu e nosso mundo.Desta perspectiva, nós estaremos além de todo sentimento de medo.Assim, seremos capazes de manter uma conexão constante com a nossa Mente Cósmica multidimensional.Nossa Mente Cósmica silenciosa e continuamente orientará nossa mente para ensinar nosso cérebro a liberar nosso sistema operacional tridimensional e a aceitar nosso sistema operacional multidimensional.Felizmente a luz superior do Centro Galáctico está de forma consistente ativando nosso DNA 97%, o que acelerará nossa transição para nosso sistema operacional multidimensional até ele se tornar o sistema operacional dominante para o nosso cérebro.Então nosso cérebro, mente e Mente Cósmica se fundirão em UM.

PERCEPÇÃO-Funções cerebrais+Consciência expandida

Nós precisamos nos lembrar de amar nosso eu e permanecer pacientes.Nós usamos vasos físicos por inúmeras encarnações e temos um forte hábito/vício de perceber o plano físico como nossa realidade dominante.Entretanto, conforme mais e mais de nós mudamos para nossas percepções superiores, esta frequência de realidade tornar-se-á “normal”.Eventualmente, nossas percepções expandidas tornar-se-ão dominantes e nossas percepções 3D tornar-se-ão apenas a mais baixa frequência das nossas inúmeras escolhas perceptivas.

Visão pessoal….

Conhecemos muito, porém também ainda nos resta muito. O cérebro tem 80 bilhões de neurônios interconectados de forma extraordinariamente complexa. Conhecer todos os segredos funcionais de um órgão dessa natureza leva tempo, muito trabalho e o desenvolvimento de técnicas muito elaboradas. Ainda temos muito para aprender, porém já aprendemos muito desde o fim do século 19, quando Santiago Ramón y Cajal revelou que o cérebro está formado por células individuais, os neurônios. Pode ser que nem sequer estejamos capacitados para entender algumas coisas. É preciso não esquecer que é com nosso cérebro que estamos tentando entender o cérebro.Penso que talvez não estejamos capacitados para entender como pensamos porque só alguns de nós são capazes de elaborar uma hipótese.Porém, no caso do cérebro, como a subjetividade se torna possível, a imaginação, a consciência, o pensamento, é o que, a priori, não temos nem sequer idéia como é processado. Essa dificuldade faz imaginar que o cérebro não tem capacidade de entender-se a 100%. Há, porém, quem não concorde com essa idéia e acredite que é apenas questão de tempo ou técnicas.Então poderemos perguntar;A tecnologia que permeia nosso cotidiano está atrofiando nosso cérebro?Não é que ela o atrofia: ela o redireciona. Uma das vantagens modernas do processo evolutivo é que agora podemos condicionar o desenvolvimento do nosso cérebro. O que fizermos vai condicionar o cérebro do futuro, que capacidades ele terá, quais serão as melhorias, quais as desvantagens, que capacidades novas surgirão. Anteriormente ao desenvolvimento tecnológico industrial, nós não tínhamos tanta influência em nosso próprio desenvolvimento cerebral. Agora, conforme desenvolvemos tecnologias, cada vez mais podemos colocar meios que condicionem por onde vai evoluir o cérebro no futuro. Se desenvolvermos muito a visão nos computadores, a visão vai ser um sentido em evolução permanente. Se não desenvolvermos certos tipos de memória porque tudo o que precisamos saber está no celular ou no computador, perderemos certa capacidade de memória que tínhamos, porém ganharemos outros tipos de habilidades.Podemos perguntar;será que somos livres para tomar decisões?É um tema antigo que não está totalmente resolvido. Ninguém chegou a uma conclusão definitiva. A ciência se inclina bastante pelo fato de que nossa sensação de liberdade não é mais do que ignorância sobre o que acontece no nosso cérebro. Se fôssemos mais conscientes, perceberíamos que tudo está sendo preparado lá. Não se pode cometer o erro de pensar que você é diferente do seu cérebro. Meu cérebro toma decisões por mim antes de que eu as tome? Porém quem é você, a não ser o seu cérebro? O que resta se eu tiro o cérebro? Este é um problema maior. Tem-se a sensação de que o pensamento consciente é alguma coisa diferente do corpo, porém não é verdade.Na hora de tomar decisões, costuma-se dizer que a razão deve prevalecer sobre a emoção. Podemos dizer que é uma situação real? É errado acreditar que razão e emoção funcionam de formas independentes. Basta conhecer o cérebro por dentro para ver que os circuitos implicados nos sentimentos estão muito relacionados com os circuitos da razão. Na prática, quer dizer nossos sentimentos estão influenciados por nossa forma de pensar e raciocinar e vice-versa. O que devemos admitir é que não há emoção pura nem razão pura. Embora não percebamos, às vezes o que dizemos que é produto exclusivo da razão que está influenciado pelos sentimentos.Enfim, nesta série do blog sobre o cérebro, discutimos inúmeras possibilidades, aprendemos sua morfologia biológica, suas reações ás drogas,remédios,humor, sono,som,dor,alimentação, consciência,mente,sexo e Eu Superior.Podemos afirmar que é uma aventura incrível entrar no mundo do nosso cérebro, conhecê-lo,estudá-lo e senti-lo, porque nao? O futuro dirá o quanto ele é importante em nosso processo evolutivo e o quanto ele pode nos render em inteligência,memória, aprendizado,prazer e….espiritualidade.

Inspiração….

JEFFREY SATINOVER-WEBSITE
QUINTIUM ANALYTICS-DR JEFFREY SATINOVER

Monicavox

Recomendo….

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Visualizando áudio-frequências

O QUE A GEOMETRIA PRESENTE NA NATUREZA, NA MÚSICA E NO CORPO HUMANO QUER NOS DIZER

Somos vibração. Tudo é vibração, e tudo é impermanente, pois tudo está o tempo todo em movimento. Nossa mente também é movimento, e movimento precisa de harmonia para criar eficiência. Harmonia é ritmo. Assim, afinamos nossa mente como afinamos um instrumento musical, até que ela funcione em harmonia e emita um “som afinado”.A natureza destes fenômenos nos leva a indagar sobre as possíveis forças vibratórias que agem na estruturação dos processos e formas da natureza. Somos levados, por analogias, a visualizar o mundo como um grande entretecer de vibrações e harmonias, consonantes e dissonantes, estruturando e dissolvendo a substância em ciclos de caos e ordem, regidos por uma vontade e matemática invisíveis.Nossa mente trabalha com as mais diversas faixas vibratórias (freqüências), até porque nosso corpo foi criado para captar e processar todas essas energias.

Uma onda é uma perturbação oscilante de alguma grandeza física no espaço e periódica no tempo. A propagação das perturbações no ambiente formam as ondas, que possuem algumas características que lhe identificam, como a frequência e a amplitude (energia).A frequência das ondas é a quantidade de oscilações que aconteceram num determinado intervalo de tempo. As oscilações que ocorrem dentro do intervalo de tempo de um segundo são medidas em Hertz (nome do cientista que estudou o fenômeno). Portanto, para 20 oscilações por segundo, diz-se 20 Hertz ou, abreviadamente, 20 Hz.A amplitude da oscilação revela a quantidade de energia que a onda transporta. Quando maior a perturbação, maior a amplitude da onda.
O melhor exemplo e o mais comum é o fenômeno que se produz quando jogamos uma pedra na água, gerando uma perturbação. A propagação desta perturbação forma ondas, normalmente concêntricas, que se espalham pela superfície da água até dissipar energia e não ser mais percebida.

Em 1787, o jurista, músico e físico Ernst Chladni publicou “Entdeckungen über die Theorie des Klangesor”,ou seja, ” As descobertas sobre a Teoria da Música”.Neste e em outros trabalhos pioneiros, Chladni lançou as bases para  a disciplina dentro da física que veio a ser chamado de acústica, a ciência do som.Entre as idéias de  Chladni, uma delas era encontrar uma maneira de tornar visível o que gerava as ondas sonoras. Com a ajuda de um arco de violino que ele colocou perpendicularmente ao longo da borda de placas planas cobertas com areia, ele produziu esses padrões e formas . Chladni demonstrou de uma vez por todas, que o som  realmente afeta a matéria física e que tem a propriedade de criar  padrões geométricos.

Em 1967, o falecido Hans Jenny, um médico suíço, artista e pesquisador, publicou o livro bilíngüe “Kymatik-Wellen und mit ihrer Struktur und Schwingungen Dynamik ‘/’ Cymatics – a estrutura e dinâmica de ondas e vibrações. Neste livro, Jenny, como Chladni duzentos anos antes, mostrou o que acontece quando se leva diversos materiais como areia, esporos, limalha de ferro, água e substâncias viscosas, e coloca-os em placas de metal vibrando, com membranas. O que então aparece, são as formas e padrões de movimento que variam entre os quase perfeitamente ordenados e estacionários objetos, e para aqueles que estão em movimento.
Quando Jenny experimentou com vários tipos de fluidos, ele produziu movimentos das ondas, espirais e padrões de onda em circulação contínua. Em sua pesquisa com esporos de plantas, ele encontrou uma enorme variedade e complexidade, mas mesmo assim, havia uma unidade na forma e evolução dinâmica que surgiu conforme a pesquisa avançava. Com a ajuda de limalha de ferro, mercúrio, líquidos viscosos, plástico- ou com substâncias e gases, que ele  investigou os aspectos tridimensionais dos efeitos da vibração.

O termo Cymatics  foi inventado pelo Dr. Hans Jenny, que é derivado da palavra grega “Kyma ‘significa’ onda ‘ou’ ta kymatica”, significando ” questões relacionadas com as ondas. 

Um fenômeno interessante apareceu quando ele usou uma placa vibratória coberta com líquido e inclinou-a. O líquido não cedeu à influência gravitacional e fugiu da placa vibratória, mas permaneceu na placa e passou a construir novas formas, como se nada tivesse acontecido. Se, no entanto, a oscilação fosse  desligada, o líquido começaria a cair. Segundo Jenny, este foi um exemplo de um efeito anti-gravitacional criado por vibrações.O que Hans Jenny quis ressaltar  é a semelhança entre as formas e padrões que vemos ao nosso redor, na realidade física e as formas e padrões que ele gerou em suas investigações. Jenny estava convencido de que a evolução biológica foi o resultado de vibrações, e que a sua natureza determinou o resultado final. Ele especulou que cada célula tinha a sua própria frequência e que um número de células com a mesma freqüência criou uma nova freqüência que estava em harmonia com a original, que por sua vez, possívelmente, formou um órgão que também criou uma nova frequência em harmonia com os dois anteriores.

A RESSONÂNCIA DO CORPO HUMANO

As células do nosso corpo ressoam automáticamente com as vibrações sonoras recebidas.As diversas partes do nosso corpo apresentam freqüências diversas e cada um dos seus órgãos tem o seu próprio tom de freqüência. 

O nosso corpo vibra. Cada vez que o nosso coração bate esta batida faz tremer o nosso corpo. Se colocarmos um pequeno sismógrafo ele detectará este fato. Quando o sangue é lançado no ventrículo esquerdo gera um pico neste gráfico, as porções entre estes picos são recortadas e irregulares. A razão desta ocorrência é a vibração de todo o corpo relacionada à ação do sangue na aorta, a sua maior artéria.Se pararmos de respirar, o gráfico até então irregular torna-se liso e regular, semelhante à uma onda senoidal. Qual foi o milagre? A transformação do sistema da aorta em sistema ressoante: e o comprimento da aorta formando meio comprimento de onda desse sistema. Uma das características: exigência de quantidade mínima de energia para ser mantido.

Todos nós mantemos uma certa freqüência vibracional, para não mencionar nos nossos corpos são estimados cerca de 70% de água … então podemos provávelmente esperar que as freqüências musicais podem alterar nosso próprio estado vibracional. Alguns podem chamar isso de “pseudociência”, no entanto, a ciência e os padrões acima não mentem. Toda expressão através do som, emoção ou pensamento tem uma freqüência específica que influencia tudo ao seu redor, muito parecido com o que uma única gota de água pode criar um efeito cascata maior em uma grande massa de água.

 Com esse conceito em mente, vamos trazer a nossa atenção para a frequência da música que ouvimos. A maioria das músicas em todo o mundo foi ajustada para A = 440 Hz desde a International Standards Organization (ISO) promoveu em 1953. No entanto, estudos sobre a natureza vibratória do universo indicam que este passo é desarmônico com a ressonância natural da natureza e pode gerar efeitos negativos sobre o comportamento humano e da consciência. Certas teorias sugerem mesmo que o regime nazista foi a favor da adoção deste passo como padrão, após a realização de pesquisas científicas para determinar qual faixa de freqüências melhores provocam o medo e a agressão. Então, a conspiração é factual, e estudos interessantes e observações apontam para os benefícios da música para afinação A = 432 Hz em seu lugar.

Quando os nossos átomos e DNA começam a ressoar em harmonia com o padrão espiral da natureza, o nosso senso de conexão com a natureza é ampliada. O número 432 também se reflete em índices do Sol, a Terra e a Lua, bem como a precessão dos equinócios, a Grande Pirâmide do Egito, Stonehenge, o Sri Yantra entre muitos outros locais sagrados.
“De minhas próprias observações, alguns dos parciais harmônicos de 12T5 A = 432hz aparecem para alinhar a padrões naturais e também a ressonância de Sólitons. Sólitons precisam de um intervalo específico para formar o reino da densidade e extensão do micro ao macro cosmos. Sólitons não só são encontrados em mecânica de água, mas também na respiração íon-acústica entre elétrons e prótons.O ouvido interno do ser humano é construído em C = 128 hz – Por esta razão, sugiro que cada um de nós façamos a nossa própria pesquisa sobre o assunto com uma mente aberta e ainda mais exigente, pois estamos procurando validação científica. No entanto, todos nós possuímos a intuição e a capacidade de observar sem julgamento-o que pode ser tão valioso (se não mais) como preencher nossas mentes com dados externos e até mesmo conceitos científicos. Assim, cabe a nós atenuar o impulso de saltar para conclusões e em vez de experimentar a diferença entre A = 440 Hz e A = 432 Hz. Para isso, é preciso ouvir com todo o nosso corpo e uma consciência neutra ao invés de com as nossas ideias mentais, julgamentos e preconceitos.

AS PALAVRAS E A VIBRAÇÃO DO SOM QUE EXPRESSAMOS Á TODO MOMENTO 

As palavras que pensamos em nossa mente, que dizemos em voz alta ou entoamos, têm uma vibração que pulsa como uma onda através do nosso corpo físico e em todos os nossos corpos energéticos. Estas palavras que são expressas têm uma influência poderosa em nosso ser.Nosso corpo e os corpos energéticos estão vibrando constantemente, e enquanto a luz entra em nós, a vibração do nosso corpo e dos corpos energéticos se acelera, tornando-se uma vibração mais pura, mais alinhada com  a Fonte/Criador. Se  produzimos palavras negativas em nossa mente, ou em voz alta, isto pode ter um efeito redutor em nossa vibração energética. Como trabalhadores da luz, podemos estar nos concentrando em nossa própria cura, ancorando mais luz e invocando a assistência divina para servir á nossa ascensão; mas,  expressamos palavras com uma vibração menos elevada, estaremos sempre encorajando uma vibração energética instável que não irá apoiar o nosso crescimento espiritual.

Nossas palavras têm uma influência poderosa em nosso ser, porque este aspecto do nosso ser está conectado à nossa habilidade de criar e de co-criar com  a Fonte/ Criador. As palavras têm a habilidade de moldar a nossa realidade e até o nosso corpo físico.A fim de adquirir uma vibração segura e constantemente intensificada, há uma necessidade de observar as palavras que  escolhemos usar em voz alta e em nossa mente momento á momento,diáriamente; não sómente as palavras, mas o tom e a maneira com que as expressamos com os outros.Estamos no momento de desintoxicar os nossos pensamentos e o nosso vocabulário, de modo que possamos trazer maiores volumes de luz e de amor ao nosso Ser, através do processo de pensar e de se expressar. É importante que cada expressão de qualquer forma do nosso Ser, seja profundamente amorosa para nós mesmos e para os outros.Vamos nos permitir  pensar em padrões de amor e a nos expressar não sómente com o imenso amor que flui do nosso coração, mas que cada palavra seja cuidadosamente escolhida por nós, para que seja da vibração/sintonia/ressonância de amor mais elevada.Assim, aquele que sabe manipular a vibração pode transformar as coisas ao seu redor. Toda oração é invocação ou chamado. Toda palavra/som, primeiramente influi no corpo de quem o emite, e só depois alcança seu objetivo externo. É por isso que tudo que desejamos (e pela palavra cristalizamos) para o próximo, á nós mesmos estamos desejando. De toda palavra inútil teremos que prestar contas. Nossa palavra é nossa lei e as palavras são pensamentos manifestados. Entretanto, palavras não manifestadas também carregam uma ressonância e nós as chamamos de “pensamentos.” Quando pensamos sobre alguma coisa, um tipo particular de vibração nos rodeia.

A TERAPIA DE CURA PELO SOM

O “arrastamento” é muito importante como princípio, para a compreensão de como o corpo humano reage aos sons. Há 300 anos um cientista holandês,Christian Huygens, notou o “arrastamento” pela primeira vez. A sua experiência foi a seguinte: colocou dois relógios de pêndulo pendurados juntos e em ritmo combinado. Observou que os dois pêndulos mantinham este ritmo combinado, com exatidão. Pareciam, segundo o cientista, manterem uma simpatia entre eles e o desejo de marcarem o tempo juntos: isto se chama hoje de ARRASTAMENTO. Técnicamente, é a combinação da fase mútua de dois osciladores. O arrastamento é um fenômeno universal. 
Os organismos vivos são osciladores e quando vibram aproximadamente na mesma freqüência, tendem a entrar num ritmo único , então, o relax pode ser definido como estar em harmonia consigo mesmo e com o mundo.

O Dr. Steven Halpern compôs uma música chamada SPECTRUM SUITE, um verdadeiro “banho de saúde”. Fácil e automáticamente, todo o corpo responde á ela, no mesmo  nível celular.A “Spectrum Suíte” foi testada por uma equipe da Califórnia e foi observada a mudança espetacular nas medidas do RCG e na imagem Kirlian nos indivíduos testados. Foram feitos outros testes: eletro-acupuntura, cinesiologia e cinesiosonia e a música mostrou-se eficiente corroborando os outros resultados

(Nota do Monicavoxblog;Quando quisermos relaxar ,e deveríamos fazê-lo diáriamente, usemos música tranqüilizadora. A música indiana, New Age,Celta,Chinesa são excelentes para o relax. Concentrar-se na música não é processo crítico ou analítico quando queremos relaxar: é um processo imaginativo. Pense que os sons se transformam em um regato refrescante que corre sobre o seu corpo. Ou que as ondas sonoras massageiam os seus músculos tensos ou doloridos, ombros tensos, têmporas latejantes; Que a música está respirando por você, que você está boiando em um mar de sons relaxantes, enfim USE A SUA IMAGINAÇÃO.Todos pensam que qualquer uma das músicas clássicas são um excelente relaxante: pode não ser… você pensa que está ficando calmo, mas a sua mente “mente” para você. E o seu corpo, o que ele lhe diz? No relax é ideal a união do corpo e da mente.)

O Spectrum Suíte favorece a saúde automática e fácilmente, sejam os ouvintes jovens, velhos, homens e mulheres. Seus corpos respondem afirmativamente e seu estímulo musical é apreendido e assimilado a nível celular.Há também outro fator importante na cura de uma pessoa: sua MENTE. É necessário o estudo do que o som da música provoca nas faculdades emocionais, intelectuais, imaginativas e associativas da mente humana. Neste caso entra a música clássica, que pode provocar reações psicológicas benéficas, muito úteis, no sentido da cura. Uma abordagem (a física) não exclui a outra (a mental). Ambas podem chegar a cumprir a sua finalidade agindo através de motivação diversa.Nosso meio ambiental não se adapta a nós. Precisamos aprender a nos adaptarmos á ele, ou mudá-lo. Está na hora de nós nos sintonizarmos em nós mesmos.

A MEDICINA DO FUTURO

Recentemente, algumas pessoas inteligentes e sensíveis insatisfeitas com os SISTEMAS VIGENTES na medicina, começaram a dar um brado de alerta:Afinal, o corpo humano é também um SISTEMA ELETROMAGNÉTICO, um sistema oscilador de vibrações. Neste sistema é que entra o SOM.A evidência de que campos elétricos aplicados a fraturas ósseas com recuperação lenta podem intensificar a cura e que a regeneração parcial de membros dos mamíferos é possível com a aplicação de campos elétricos ao coto do braço ou da perna amputados.

Gideon A. Fodan, Lizabeth Baurret e Louis Norton, da Faculdade de Medicina da Universidade de Connecticut – Farmington, fizeram o relato de que “campos elétricos oscilatórios provocaram a síntese do DNA em células cartilaginosas”. Eles usaram um campo elétrico externo de corrente direta pulsante, oscilando a 5 hertz e conseguiram estimular a incorporação da timidina na molécula do DNA.Este fato constatado é de importância capital na terapêutica, pois sugere que “a comunicação normal entre as células não é feita com a mediação das membranas celulares sómente, mas envolve também o fluxo de íons. Modulando o fluxo de íons através de certas freqüências elétricas oscilatórias pode-se, ao que parece, afetar a “informação” para as células e influenciar sua aparência.

O corpo humano é também um sistema oscilatório.Esta perspectiva é importante para a pesquisa da cura e da manutenção da saúde, quando são usados campos vibratórios como a luz, a eletricidade, o magnetismo, cor e som. Alguns pesquisadores já exploram essas possibilidades com pleno sucesso.Uma pessoa saudável emite uma radiação de 6.500 unidades angstrom. Os que fumam, ingerem álcool e grandes quantidades de carne, têm a sua radiação mais baixa.O sonho  é que a medicina do futuro utilize fones de ouvido para diagnosticar,sintonizando nas freqüências emitidas pelos órgãos fragilizados e então curar transmitindo vibrações mais saudáveis para esses órgãos.“O próximo grande salto no tratamento da saúde será dado quando as pessoas aprenderem a tomar conta de si mesmas”. Dr. John Knowles. Para este fim desejável, nada melhor do que seguir a “dieta saudável do som” do Dr. Steven Halpern e do Dr. Louis Savary.A principal molécula organizadora dos sistemas vivos, é a melanina (a que traz pigmento à pele, também).  A melanina e suas conexões compreendem os olhos da mente, mantém o controle de toda a atividade fisiológica e psicológica: “É feita de neurotransmissores capazes de converter energia luminosa em energia sonora e vice-versa. Dr. F. Barr.A melanina é um semicondutor elétrico e evidencia-se também como um supercondutor da temperatura ambiente. Como une e liberta outras moléculas essenciais, parece ser capaz de auto-síntese.A melanina converte energia de luz em som e vice-versa, oferece uma razão científica poderosa para curas e terapias que dependam da luz, cor, som, biofeedback, acupuntura, visualização e semelhantes, muito mais do que os medicamentos e a cirurgia.

O SOM E A GEOMETRIA DOS CROP CIRCLES

Fazendo uma breve retrospectiva,nas formações de agroglifos genuínas, as hastes das plantas não são quebradas, mas sim dobradas, normalmente á alguns centímetros do solo, próximo ao primeiro nódulo da planta.  Em casos especiais, as hastes são dobradas a 15 centímetros da “cabeça” da planta, onde estão as sementes.  Tais características derrotam os argumentos de que sejam ações humanas, já que uma tábua, ou um rolo de jardim, que seriam usados para achatar as plantas até o solo, resultaria em danos às mesmas.As plantas parecem estar sujeitas a uma curta, mas intensa explosão de calor, a qual amolece as hastes, deitando-as logo acima do solo a 90°, onde elas enrijecem novamente para sua nova e permanente posição, sem dano causado.  Biólogos estão intrigados por esta característica, e este é o único e melhor método de se identificar um fenômeno real.

Pesquisas e testes de laboratório sugerem que um infra-som (som abaixo de 20 Hz) é capaz de produzir tal efeito: Infra-som de alta pressão é capaz de ferver a água dentro das hastes das plantas em um nanosegundo, expandindo a água e deixando minúsculos buracos nos nódulos das plantas. 

 A pressão aplicada também causa a vaporização da água, e fazendeiros têm relatado que quando encontram um novo agroglifo, eles vêem vapor subindo de dentro dos mesmos.  Este processo torra a superfície ao longo das hastes.Uma grande aplicação de calor local é também responsável pela alteração da água no solo, já que milhões de litros de água da superfície e do subsolo é evaporada.Com o calor, associado às frequências eletromagnéticas aplicadas, foi científicamente documentado que as amostras do solo tiradas de dentro dos agroglifos mostram mudanças em suas características cristalinas e composição mineral.

Os agroglifos também mostram a existência de ultra-som (som acima da capacidade de audição humana) e tais frequências são encontradas em locais antigos, como círculos de pedra, túmulos pré-históricos, dólmens and menires. 

E como todo o local sagrado, templos e lugares de adoração, tais como catedrais góticas, os agroglifos aparecem em pontos de intercessão das rotas de energia magnética da Terra.  Assim, o tamanho e a forma de um agroglifo é típicamente determinada pela área desses pontos na hora de sua aparição.

Esta energia elétrica e magnética pode interagir com os padrões de ondas cerebrais, e devido ao fato do corpo humano ser eletromagnético, os agroglifos podem afetar os ritmos biofísicos das pessoas.

Nas formações genuínas há também a reorganização da estrutura cristalina da planta Outra evidência dos agroglifos, mostra como as plantas são colocadas em um redemoinho dentro de proporções matemáticas relativas ao vórtice fundamental usado pela natureza para criar organismos, tais como conchas, girassóis, galáxias e até mesmo a relação espacial dos ossos na mão humana.  O tapete formado em um agroglifo pode ter até cinco camadas entrelaçadas, todas contrárias umas às outras, com cada cabeça de semente intacta e colocada uma ao lado da outra, como se fossem organizadam em uma vitrina de museu.

Agroglifos genuínos não são círculo perfeitos, mas levemente elípticos (um agroglifo forjado, o qual requer uma corda fixada em um ponto central, não pode duplicar isso de forma adequada).

As arestas dos agroglifos genuínos são super definidas, como se fossem desenhadas com um compasso, mostrando uma precisão cirúrgica(geometria sagrada). Os forjados, como comparação, se parecem com tufos de cabelo engraxado e despenteado e, é claro, suas plantas são achatadas, quebradas e machucadas.

Fonte;Crop Circles secrets

O músico neozelandês Nigel Stanford lançou uma canção chamada “Cymatics”, nomeada em homenagem ao estudo das ondas, como vibrações sonoras (em português, “Cimática”).O videoclipe é uma verdadeira aula de ciência. Não só exibe a arte da visualização do som, como outros conceitos científicos.O videoclipe é uma verdadeira aula de ciência. Não só exibe a arte da visualização do som, como outros conceitos científicos, por exemplo ferrofluido, placas de Chladni, bobinas de Tesla e um tubo de Rubens.

ASSISTAM AO INCRÍVEL VÍDEO E OBSERVEM COM ATENÇÃO AS GEOMETRIAS E IMAGENS DO SOM-IMPERDÍVEL

http://nigelstanford.com/Cymatics/

Filmado em 4K com o uso de vários experimentos que mostram os efeitos do som na matéria, no fogo, no ar, na água e até mesmo na eletricidade (ou o contrário) o videoclipe Cymatics vai agradar tanto pela qualidade musical e visual como pelo aspecto científico ao reunir vários experimentos reais (sim, sem truques aqui) que devem inspirar muito acadêmico descolado por aí.Os making-of´s dos experimentos são explicados em detalhes, incluindo uma coleção de vídeos, e podem ser acessados aqui (em inglês).Está tudo lá: a placa de Chladni, água, fluido férrico,  bola de plasma, tubo de ruben, e a Bobina de Tesla . O grande diferencial desse videoclipe foi realizar todos esses experimentos associando à uma música e ainda registrar com uma cuidadosa produção.A cimática é quase uma ferramenta mágica. É como um espelho para um mundo escondido. E, através das inúmeras formas de aplicar a cimática, podemos de fato começar a desvelar a essência daquilo que não vemos. Aparelhos como “cimascópio”, tem sido usados científicamente para observar desenhos cimáticos. E a lista de aplicações científicas cresce a cada dia.Em oceanografia, por exemplo, está sendo criado um glossário da linguagem dos golfinhos básicamente pela visualização das ondas sonoras que os golfinhos emitem. E espera-se que no futuro sejamos capazes de entender mais profundamente como eles se comunicam. Também podemos utilizar a cimática para tratamentos e para a educação. Também podemos usar a cimática como uma linda forma de arte natural.

A FREQUÊNCIA DA CURA

A maior parte da música mundial é afinada em 440Hz, desde que a International Standards Organization (ISO) aprovou em 1953. As descobertas recentes da vibração – oscilação natural do universo, indica que essa afinação contemporânea pode gerar um efeito prejudicial à saúde ou um comportamento antissocial na consciência dos seres humanos.Não se trata de um protesto quanto ao estilo musical, seja heavy metal ou sertanejo. Esta afinação vale para todos os estilos que ouvimos atualmente. Até um Mozart ou um Verdi.Hoje, práticamente todos os instrumentos e todas as músicas que escutamos estão afinadas na frequência 440 Hz (vibrações por segundo – afinal, som é uma vibração). Mas não foi sempre assim. Na época de Mozart, Verdi e todos os outros compositores até o início do século XX, a frequência usada para afinação na música era de 432 Hz.

A escala musical de 432Hz vibra sobre os princípios do número Áureo PHI  e unifica as propriedades da luz, tempo, espaço, matéria, gravidade e magnetismo com a biologia, o código do DNA e da consciênciaEssa frequência de 432 Hz, está por trás de toda a criação. A sintonia natural de 432 Hz tem efeitos profundos sobre a consciência e também no nível celular de nossos corpos. É a frequência dos batimentos cardíacos. Estimula a produção de serotonina e o lado direito do cérebro.Essa é a frequência de afinação dos violinos Stradivarius que, não por acaso, soam muito melhor do que os violinos convencionais.Está de acordo com padrões matemáticos perfeitos. E, como convenção, utiliza-se o Lá como base de afinação, sendo que a afinação das outras notas são uma consequência.Há uma teoria que diz que a mudança de 432Hz para 440Hz foi ditada pelo ministro de propaganda nazista,Joseph Goebbels . Ele usou-a para fazer com que as pessoas pensassem e sentissem de uma certa maneira, e para fazê-los prisioneiros de uma certa consciência. Então, por volta de 1940, os Estados Unidos introduziram mundialmente o 440Hz, e finalmente em 1953, tornou-se o padrão pela ISO.440Hz é o padrão antinatural de afinação, removido da simetria das vibrações sagradas e harmônicos que tem declarado guerra ao subconsciente do homem do ocidental. E, por estar de acordo com o universo e suas leis, a frequência 432 Hz inspira paz, lógica, harmonia, perfeição e universalidade.

Em um manuscrito intitulado “Musical Cult Control” (Controle de culto musical),Dr. Leonard Horowitz  escreveu: “A indústria da música tem essa frequência imposta que conduz populações para uma maior agressividade, agitação psicossocial e sofrimento emocional que predispõe a doenças físicas”.

Os poderes da Elites estão, com sucesso, reduzindo as vibrações, não só das jovens gerações, mas também de todos nós também. Estas frequências destrutivas arrastam os pensamentos para a interrupção, desarmonia e desunião. Além disso, elas também estimulam o órgão controlador do corpo – o cérebro – para a ressonância desarmônica, que em última análise cria a doença e a guerra.Frequência e vibração detêm um poder extremamente importante, ainda escondido que afeta as nossas vidas, nossa saúde, nossa sociedade e nosso mundo. A ciência da Cymatics prova que frequência e vibração são as chaves mestras e fundação organizacional para a criação de toda a matéria e da vida neste planeta.Quando as ondas sonoras se movem através de um meio físico (areia, água, ar, etc), a frequência das ondas tem um efeito direto sobre as estruturas que são criadas pelas ondas sonoras que passam por esse meio particular.A música tem um poder oculto para afetar nossas mentes, nossos corpos, nossos pensamentos e nossa sociedade. Quando a música é baseada em um padrão de afinação propositadamente retirados dos harmônicos naturais encontrados na natureza, o resultado final só pode ser a intoxicação psíquica da mente em massa da humanidade.

Todos nós somos “transformadores vibratórios”. Os nossos corpos são bio-osciladores vivos, quase iguais aos conjuntos de cristais de recepção que captam os sons de rádio do ambiente.A terra possui e emana correntes vibratórias elétricas que nós todos compartilhamos. Todos nós temos também, uma relação harmônica semelhante com todo o universo, as bases destas relações são os “padrões genéticos vibratórios programados e codificados na nossa estrutura molecular.Bioquímicos, astrofísicos e antigos yogues concordam que, ao nível de realidade molecular, nossos corpos são sistemas de partículas atômicas vibratórias“.

Hoje em dia, há diversos músicos e institutos lançando movimentos para se voltar ao padrão de afinação de 432 Hz.
A nossa Biblioteca Virtual dispõem de programas para baixar e alterar a frequência de suas músicas.

Visão pessoal…

Uma das principais portas da percepção humana sem dúvida são os sentidos. Sentidos estes que nos permitem descobrir e perceber o mundo que esta á nossa volta. No entanto, mesmo sem nos darmos conta, eles acabam por vezes nos levando a vivenciar coisas que estão muito além da nossa compreensão.Podemos afirmar que possuímos ao todo cinco sentidos (para alguns cientistas seriam seis, com a intuição), e todos são de extrema importância, porem dentre eles temos um bastante essencial para a evolução e a sobrevivência: a audição e este é o sentido pelo qual percebemos o som.Então o que tudo isso significa? Considere por um momento que o som tenha forma. E já vimos que ele pode afetar a matéria e criar novas formas; então vamos dar um salto e pensar sobre a formação do universo. Pensemos sobre o enorme som da formação do universo e se pensarmos nisso,  a cimática tenha exercido influência sobre a formação do universo.A ciência está apenas agora começando a descobrir essas inter-relações do som e da matéria. O Dr. Masaru Emoto provou repetidas vezes, através de fotografar cristais de água, que existe uma correspondência entre o pensamento geométrico e as emoções humanas e a forma muito da matéria que nos rodeia.   Emoto demonstrou nas águas “tratadas” com o amor ou uma bela música, como sofrem mudança molecular em bonitas e harmoniosas formas geométricas. E o mesmo acontece no sentido inverso: o caótico ou “pensamento” negativo e emoção negativa causam alteração nos cristais de água, que tornam-se informes e desagradáveis.Essas idéias são reflexos dos princípios modernos intemporais conhecidos de todas as culturas antigas e indígenas.Como Yellow Billy, um xamã de medicina Navajo, resume: “Nossa tarefa é absorver e aprender o canto do mundo, cantar a beleza. O mundo é um reflexo do nosso canto.”A força oculta do som é exatamente o que tanto os cientistas quanto os metafísicos estão pesquisando atualmente. Descobrindo o real potencial do som, e principalmente da ressonância, poderemos transformar o mundo em torno de nós.Penetrar nas vibrações do som sob esses padrões, é uma chave para dar forma ao nosso mundo exterior. Uma vez feito isso, poderemos formar de novo o mundo, a partir de dentro.

Inspiração…

Mais dois vídeos para completar as informações

David Helpling – Sticks and Stones in 440 hzhttp://www.youtube.com/watch?v=PewsS9Y9pVo&feature=youtu.be

 David Helpling – Sticks and Stones in 432 hz:: http://www.youtube.com/watch?v=w8KEVikJMck&feature=youtu.be
1-Cymatics
 Hans Jenny
2-A cura pelo som
 Olivea Dewhurst Maddock
3-Taças Tibetanas- a cura pelo som
 Ingrid Ortelbach
4-Geometria Sagrada
 Stephen Skinner
5-Theta Healing
 Vianna Estibal
6-Frequência Vibracional
 Penney Pierce
7-Cura Esotérica
Alan Hopking
8-Cura Energética
Sílvio Camargo
9-Crop Circles
 Michael Glickman
Monicavox
Recomendo….

MANIPULAÇÃO E SUGESTIONABILIDADE-Porque somos tão dependentes da mídia?

O desejo de conquista da mente humana já se evidenciava na antiguidade. De lá pra cá, só tornaram-se mais requintados, os métodos utilizados para consegui-lo.Nunca a humanidade teve tanto acesso às informações sobre os mais variados assuntos. Viva a internet. Contudo, quanto mais informação chega até nós, maior deve ser o cuidado em analisá-las e verificá-las, pois aumentam as chances de encontrarmos muita informação incorreta e/ou manipulada.

Todo mundo está sujeito a ser manipulado, primeiramente pela mídia, mas também por governos, políticos, mercado financeiro, publicidade, religiões, etc.  O mundo dos “não despertos” está enlouquecido, há gente de todo o tipo querendo seguidores, por ganância (pastores de igrejas-empresas), por vaidade, por lucro financeiro, por votos em eleições, para vender mais jornais ou revistas, enfim por vários motivos.Sempre devemos lembrar que o ser humano é emocional na maior parte do tempo. Os interessados em manipular pessoas, sabem que devem explorar esta característica, usando o medo como fermento de suas idéias ou informações.

O medo sempre foi utilizado pelas religiões para garantir seus fiéis, o “medo do inferno, da danação eterna”. Também a culpa, que é outra emoção, é bem explorada pelas igrejas, assim como a tensão emocional. Por que os pregadores gritam tanto, são tão enfáticos? Porque assim criam tensão. Sob tensão, as pessoas perdem grande parte de sua capacidade de raciocínio e conforme a tensão aumenta, como em casos de tortura, o cérebro torna-se exausto e extremamente inibido, colapsando a capacidade de julgamento crítico. Daí acreditar em qualquer coisa é possível, visto que o cérebro – exausto, torna-se então sugestionável.A conquista de mentes pelas igrejas tem sido bem estudada.

Têm maior probabilidade de conseguir êxito se puderem primeiro provocar certo grau de tensão nervosa ou despertar sentimentos de cólera ou ansiedade suficientes para assegurar a atenção inteira da pessoa e possívelmente aumentar sua sugestionabilidade. O efeito imediato de tal tratamento é, em geral, prejudicar o discernimento e aumentar a sugestionabilidade; e, embora a sugestionabilidade diminua quando a tensão é eliminada, as idéias implantadas enquanto ela dura podem permanecer.” 

A sugestionabilidade varia entre os indivíduos, mas dependendo das condições em que a sugestão é oferecida até os menos sugestionáveis acabarão cedendo. Está atrelada às emoções como medo, culpa, tensão, stress, etc.Na atualidade, os magos negros do marketing usam e abusam do poder da sugestão para plantar idéias em nossas cabeças – para atiçar nossos mais escondidos desejos – e criar as necessidades mais desnecessárias.

TESTE DE GUDJONHSSON PODE RESPONDER SE VOCE É FÁCILMENTE MANIPULADO

Sugestionável é um adjetivo usado para caracterizar pessoas que podemos sugestionar, influenciar. È aquela pessoa fácil de convencer e ser levada àquilo que os outros desejam, como atitudes, opiniões, etc.; É a tal da falta de pulso firme para manter decisões, idéias e até mesmo histórias. Pessoas sugestionáveis muitas vezes mudam de idéia sob pressão, até mesmo em situações crucialmente importantes, como interrogatórios policiais,por exemplo.A questão é: quanta pressão é necessária para fazer alguém mudar de idéia? A escala de sugestionabilidade do teste “Gudjonsson” nos ajuda a descobrir.

A HISTÓRIA DO TESTE

Gísli Hannes Gudjonsson foi professor de psicologia forense por um tempo e, durante esse período, ficou verdadeiramente fascinado com a idéia de memória, e quantas vezes memórias específicas podiam ser alteradas. E durante seu longo período de estudos e pesquisas sobre o assunto, ele descobriu que a memória é especialmente sugestionável em indivíduos com baixo nível intelectual, o que levou um grande número de pessoas com deficiência metal a confessar crimes que não cometeram.Sendo assim, como interrogadores policiais podem distinguir pessoas que cedem à pressão de um interrogatório e são realmente culpadas, das que cedem à mesma pressão por serem sugestionáveis, mas na verdade são inocentes? Para ajudar nesses casos, o professor Gudjonsson desenvolveu a escala Gudjonsson de sugestionabilidade.O teste mede dois fatores principais: “rendimento” e “mudança”. O “rendimento” é o grau em que uma pessoa vai simplesmente concordar com as principais perguntas; Se alguém pergunta: “você não acha que X é um pouco mandona demais para ter esse trabalho?”, é mais fácil apenas dizer “eu acho”, do que “não, eu não concordo”. Todo mundo faz isso de vez em sempre, seja para evitar algum desgaste no ambiente de trabalho ou evitar uma discussão desnecessária com um desconhecido na fila do mercado. O problema é que algumas pessoas fazem isso quando os riscos são maiores, como, por exemplo, em um interrogatório policial, como já mencionamos.

O fator “mudança” envolve pessoas que ligeiramente mudam suas respostas quando percebem, ou supõem, que o interrogador não está satisfeito com o que está ouvindo. Às vezes, basta repetir a pergunta várias vezes para perceber como a história vai se transformando. Crianças são especialmente suscetíveis a isso, principalmente porque aprendem que, se são convidadas a fazer alguma coisa de novo, é porque fizeram algo de errado. Mas quase qualquer um que sente que suas respostas não estão sendo bem recebidas irá tentar suavizá-las de alguma forma, seja respondendo com outras perguntas ou ressaltando possíveis limitações nas perguntas feitas.

A escala Gudjonsson não é totalmente incontroversa, mas tem resistido a vários testes. De qualquer forma, a resposta á esta pergunta é: depende. Mesmo supondo que o teste seja totalmente preciso, diferentes estados mentais – incluindo falta de sono, estresse, medo e até algum tipo de intoxicação – podem interferir no resultado de uma pessoa. Assim, ela pode acabar sendo considerada suscetível em um teste, mas não em outro.

E O QUE ISSO TEM A VER COM A MANIPULAÇÃO?

Estamos na reta final da grande batalha pela libertação da espécie humana: destronar o medo, que nos foi imposto por seres que se imaginam superiores; e que, mesmo sabendo que vão perder a batalha, não dão o braço a torcer, e continuam se achando; só porque muitos deles se encontram no poder em todos os patamares do controle da vida em 3D (política, justiça, informação, ciência, religião, militarismo, tecnologia e mídia, etc.).Milênio a milênio eles inseriram em nosso DNA o gene da dúvida, e da insegurança a respeito de quem somos nós e o que fazemos aqui, com o intuito de nos dominar através da sugestão – na maior parte das vezes; em outras inúmeras vezes, partem para a ignorância, e nos matam de medo, nos aterrorizam com ameaças de epidemias, guerras nucleares, morte em massa – inteligentes que são; usam e abusam no poder da sugestão e do terrorismo bélico, na política, na saúde. Pela sua eficiência em seres que pensam pouco, o método mais usado por eles, é o da indução, da sugestão que se infiltra em nossas idéias – traduzidas e fixadas em sistema de crenças.

 

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O QUE NOS TORNA SUGESTIONÁVEIS?

Além da preguiça de pensar, na atualidade, a ansiedade e o medo são os maiores inimigos da nossa paz – ás vezes, eles se juntam ao egoísmo, á vaidade e á ganância para fixar mais ainda o mortal processo do estresse crônico; que no pensamento “deles” será o Gran Finale para nos dominar.Para levantar apenas um pedacinho do véu em sua área de atuação, basta ver como na atualidade, os magos negros do marketing usam e abusam do poder da sugestão para plantar idéias em nossas cabeças – para atiçar nossos mais escondidos desejos – e criar as necessidades mais desnecessárias, pagas em carnês em prestações á perder de vista; tudo para potencializar sua última cartada: o estresse crônico, no qual eles ganham de todos os lados; tanto na construção da armadilha quanto na mentira da cura para desmanchá-la – mesmo que essas criaturas bem sucedidas na vida sejam seus filhos, pais, amores – eles, e seus interesses nem sempre confessáveis, representam perigo á “comunidade terráquea”=nós.

Na verdade, o problema real somos nós; pois, eles apenas usam nossas fraquezas e desejos – a decisão de por um fim nisso, depende de nós; Apenas de cada um e de uma pequena parcela de nós todos – pois, incontáveis seres cósmicos estão á espera de sinal verde para nos ajudar a nos libertarmos; mas, o primeiro passo, tem que ser nosso – mera questão de livre arbítrio; disso, a Fonte Criadora não abre mão; nem para seus” franqueados criadores de universos” nem tão perfeitos assim (caso contrário que graça teria; se o imponderável não andasse lado a lado com o ponderável?).

PORQUE SOMOS INDECISOS?

Herdamos a preguiça de pensar através da mentira que teimamos em chamar de educação (principal armadilha das mentes de desejos sombrios); que criou uma doença que nos coloca em “quarentena cósmica”: a alergia á responsabilidade.Essa antiga doença recebeu o nome de karma.Desde imemoriáveis tempos estamos nos submetendo ao medo usado como o artefato para nos sugestionar.Para atingir seus objetivos de deturpar a lei de Causa e Efeito, eles usam muitas ferramentas, entre elas o uso de “magnetizadores”,que são especialistas em indução no terreno da formação das idéias que vão construir nossa realidade. Esses “profissionais” estão posicionados em várias dimensões. Cá entre nós, na mídia, na ciência, na política, na religião(pastores ), na TV e, em todas as outras atividades chamadas de “profissões”, do lado de lá são mentores; obsessores; chefes de falanges; magos negros, etc.

Eles são “pesquisadores cósmicos pós-graduados em gerar energias de medo e assombração nos candidatos a humanos”. Conhecedores de nossas deficiências de caráter, eles usam muito a técnica dos resultados de pesquisas e tabulações para completar nosso desejo cultural de levar vantagem em tudo; isso fica patente nas pesquisas eleitorais, que usam o desejo cultural do povo de levar vantagem em tudo e votar nos vencedores antecipados e os elege para representar nossas mediocridades – e para isso, vale usar todos os recursos técnicos: jingles e lavagem cerebral, cores, etc.Mas, falta pouco para a grande batalha. Reparem nos sinais que já se apresentam á nós;sinais de que vão perder a luta para nossa vontade de nos tornarmos cidadãos cósmicos (nem todos claro):

1-As crianças de hoje são menos sugestionáveis – Enfrentam os pais, quando eles são pouco competentes. Pacientes mais conscientes se recusam a internações desnecessárias e a tomar medicamentos que o bom senso contra-indica.

2-Consumidores mais conscientes cobram das empresas mais idoneidade e transparência, questionando métodos, procedência,pesquisas, dados e rótulos.

3-Eleitores recusam-se a votar por obrigação e começam a desconfiar da publicidade e marketing em torno dos candidatos

4-Fiéis deixam de pagar dízimos e questionam tudo o que é dito e pregado nas igrejas em geral.

5-Mulheres espancadas denunciam os maridos ou companheiros e não admitem mais serem relegadas á subplanos no trabalho.

6-Pessoas cada vez mais conscientes não aceitam “propinas” e estão deixando de “se venderem”.

7-Funcionários da justiça á aplicam sem medo de serem perseguidos por seus pares.(acontecimentos recentíssimos em nosso país).

O MOMENTO É DE TRANSFORMAÇÃO

Em todas as áreas de atuação humana as pessoas, lentamente mas, cada vez mais rápidamente, com a ajuda da abertura de portais de energia que amplificam o “quantum energético” para despertar cada vez mais consciências, elas passam a enfrentar o medo gerado pelo lado negro da força; e começam a descobrir que somos imortais; que nossa mente, desejos e integridade não podem ser aprisionados.A palavra de ordem para cada um de nós é: LIBERDADE.Vamos nos libertar passo a passo de nossos medos, inseguranças, temores, sentimentos de menos valia.Basta que dez por cento de nós atinjam o mínimo de destemor contra o jugo do medo provocado pelas mentes sombrias para que as forças celestiais intervenham a favor de Gaia.

Façamos a nossa parte. Enfrentemos e nos libertemos de nossas mediocridades. Enfrentemos os que nos amedrontam.Temos medo do que? – De quem? Temos medo de não sermos amados? – Aceitos? Temos medo de sermos aprisionados? Espancados? Mortos? Executados? – Ser executado hoje é entrar para a lista negra do consumo?Sim, é.A palavra de ordem é para que façamos parte dos dez por cento que vão inserir a humanidade na comunidade estelar.

LIVRE ARBÍTRIO;UMA ESCOLHA OU ILUSÃO?

Conforme a ciência vai avançando, ela mergulha cada vez mais fundo em questões que geralmente eram abordadas pela filosofia e/ou religião. O livre-arbítrio é uma dessas questões.Nós, como seres humanos, gostamos muito da existência dessa força, dessa “ideia de liberdade”. Mas será que nós somos completamente autônomos, como pensamos ser?Infelizmente, ainda não podemos responder esse questionamento, porque ainda não há uma resposta absoluta. O que podemos fazer é pensar a respeito. Por exemplo: a natureza da consciência humana, o funcionamento interno do cérebro e as influências externas imensuráveis que todo ser humano recebe, todos estes fatores contribuem para a certeza de que o livre-arbítrio existe, sim. Afinal, eu, você e todo mundo escolhemos, por exemplo, ligar o computador todos os dias. Escolhemos entre chocolate branco ou ao leite. Escolhemos tomar café ou não.

Mas ao mudar ligeiramente a pergunta – podemos estar sempre 100% confiantes de nosso livre arbítrio, ou escolha? -, a resposta vira “quase com certeza não”.A ciência e a filosofia concordam que o universo é previsível e segue um conjunto determinado de regras. Cada coisa no universo que temos observado até agora, segue essas diretrizes específicas, e nada está isento da influência de forças externas. Então, por que nós – os produtos do universo – estaríamos isentos de influências do ambiente?O livre-arbítrio sugere que nós, como uma entidade, somos capazes de tomar decisões absolutamente livres de qualquer influência externa. Mas certamente forças externas desempenham algum papel na nossa tomada de decisões.Então, no final, a escolha depende de nós ou não?

A razão pela qual a intuição nos diz que temos um livre-arbítrio é, provávelmente, porque a nossa mente não consegue identificar todos os fatores que afetam a nossa escolha e, então, o procedimento padrão é concluir que ela veio de nós.Por exemplo: você está em uma confeitaria e lá têm duas opções de doces: bolo de chocolate e bolo de cenoura. Você tem que escolher entre um dos dois, de forma que (vamos supor) não exista a possibilidade de escolher nenhum, nem os dois. A escolha é simples: é um ou o outro. Ainda assim, devemos considerar as influências externas que estão em jogo aqui. Talvez você odeie chocolate, e nunca em sua vida tenha gostado do sabor do chocolate. Este fator é bem fora do seu controle – você não acorda um dia e decide “odeio chocolate”.

O mesmo vale para o bolo de cenoura. E se você escolher o de chocolate em vez de cenoura? Talvez seja porque ele tem uma cobertura mais apetitosa. Ou talvez tenha chovido naquele dia e o cheiro de chuva provoca – por uma razão qualquer – uma memória de chocolate. Talvez você esteja enjoado de bolo de cenoura, porque comeu bolo de cenoura de sobremesa todos os dias daquela semana; Ou talvez você escolha o oposto do que você normalmente escolhe, apenas para variar.Muitos, mas muitos fatores mesmo, entram em cena quando temos que tomar uma decisão. Até a mais simples das escolhas, conta com fatores que não podemos sequer pensar em questionar, mas são muito reais.Poderíamos dizer que uma célula individual tem o livre-arbítrio? E um micróbio, teria? Ou uma árvore? E uma formiga, um cão, ou um chimpanzé – será que eles têm livre-arbítrio? Em que ponto a “complexidade” dessa idéia de liberdade para escolher surge em nós?

A SOLUÇÃO PODE ESTAR NO ESTUDO DAS EMOÇÕES

Muita gente procura livrar-se de emoções difíceis como raiva, medo e mágoa, e buscam emoções mais agradáveis como alegria, felicidade e êxtase. As estratégias comuns para obter felicidade, envolvem tanto a repressão como a expressão das emoções negativas na esperança de serem tiradas de vista ou descartadas. Infelizmente, nenhuma dessas estratégias reflete a verdade do nosso Eu inerente, que é uma inabalável pureza de ser, que existe mais fundo do que qualquer emoção e permanece inalterada por qualquer emoção.Certamente há momentos em que é adequado reprimir ou expressar uma emoção. Mas há também uma outra possibilidade: nem reprimir nem expressar. Podemos chamar isso  de “vivência direta”.Vivenciar diretamente uma emoção não é negá-la nem nos afundar nela, e isso significa que pode não existir nenhuma história dela. Pode não existir um enredo sobre com quem ela está acontecendo, por que está acontecendo, por que não deveria estar acontecendo, quem é responsável ou a quem se deve culpar.

Em meio a qualquer emoção, supostamente “negativa” ou “positiva”, é impossível descobrir-se o que está no âmago. A verdade é que, quando você realmente vivencia uma emoção negativa, ela desaparece. E quando você verdadeiramente vivencia uma emoção positiva, ela cresce e é interminável. Portanto, relativamente, há emoções negativas e positivas, mas sob investigação, só há positivas: eis a positividade que é a consciência absoluta. Como na nossa cultura não há muito que confirme esta revelação espantosa, passamos nossas vidas em busca de emoções positivas e fugindo das emoções negativas.

Quando experimentamos completamente uma emoção negativa, sem história, ela cessa de existir instantâneamente. Se acharmos que estamos vivenciando completamente uma emoção negativa e ela continuar bastante intensa, então, reconheçamos que ainda há alguma história que se está contando sobre ela – como ela é grande, como enfim conseguiremos nos livrar dela, como ela sempre volta, como é perigoso vivenciá-la. Qualquer que seja a história do momento, são infinitas as possibilidades de adiamento da vivência direta.Por exemplo, quando  estamos irritados, a tendência comum é fazer algo para nos livrar da irritação ou colocar a culpa em nós mesmos, em alguém ou em alguma outra coisa, como causa da irritação. Então, começam a  desenvolver os roteiros da irritação. Na verdade, é possível  vivenciá-la diretamente. No momento em que surge a irritação, é possível simplesmente ficar completa, total e livremente irritado, sem expressá-la veementemente ou reprimi-la,camuflando-a.Geralmente, a vivência direta revela freqüentemente uma emoção mais profunda. A irritação  talvez seja até uma ondulação na superfície,mas no fundo do que é a irritação, pode estar a raiva ou o medo. Mais uma vez, o objetivo é não se livrar da raiva ou do medo, nem os analisar, mas vivenciá-los diretamente. Se sob a irritação se revelarem o medo ou a raiva, deixemos que a nossa consciência se aprofunde; deixemo-nos estar absoluta e completamente com raiva ou com medo, sem expressar nem reprimir.O medo freqüentemente é o maior desafio, porque ele é o que habitualmente a maioria das pessoas procura manter afastado. É claro, quanto mais tentam mantê-lo afastado, mais ele aumenta e assombra.

O que estamos sugerindo aqui é que  possamos nos abrir de verdade para as nossas emoções; possamos experimentar ficar com medo sem precisar sequer dizer que “estamos” com medo e sem seguirmos nenhum pensamento de “estarmos com medo”. Podemos simplesmente vivenciar o medo em si.Quando falamos em vivenciar diretamente o medo, não estamos falando do medo fisiológicamente adequado. A resposta ao perigo, à luta ou à fuga fisiológica é natural e própria do organismo humano. Está genéticamente programada no corpo para a nossa sobrevivência. Mas os medos que sugerimos aqui, sejam diretamente confrontados, por inteiro, do início ao fim, são os medos psicológicos, os medos que mantêm nossa energia desnecessáriamente atrelada à proteção e defesa, como o medo da dor emocional ou os medos da perda ou da morte. 

Sob o medo pode revelar-se uma profunda tristeza ou mágoa, isso também pode ser vivenciado direta e completamente sem necessidade de uma historinha. Se  estivermos dispostos a experimentar essas camadas emocionais até o fim, finalmente nos depararemos com o que parece um abismo profundo. Esse abismo é o que a mente percebe como o nada, o vazio, a vacuidade. Eis um momento importante, pois a vontade de ser absolutamente nada, é a vontade de ser livre. Todos esses outros estados emocionais são camadas de defesa contra esta vivência do nada – a morte de quem nós “achamos” que somos . Uma vez derrubadas as defesas, uma vez aberta a porta, pode-se acolher completamente este nada que foi temido. Esta acolhida é a revelação da verdadeira auto-investigação, que revela a verdade que esteve oculta no âmago do nosso próprio coração o tempo todo. O diamante descoberto somos nós mesmos.

Esta é uma descoberta imensa, mas  teremos de descobri-la por nós mesmos. Se estivermos dispostos a vivenciar profunda e completamente qualquer estado emocional, nós descobriremos no seu núcleo a mesma consciência imaculada que se encontra conosco mesmo, tanto como vivenciador quanto como vivenciado. Se pudermos descobrir esta verdade de primeira mão,  seremos libertados da fuga dos estados supostamente negativos e da busca dos supostamente positivos. Nos libertaremos tanto da rejeição como do apêgo ao que é intrínsecamente impermanente. Estaremos libertos para verdadeiramente encontrar-nos conosco mesmo e regozijar-nos nesse encontro.

Qualquer emoção que surja na consciência pode ser completamente acolhida pela consciência, sem precisar esconder-se em histórias ou análises. Na nossa disposição de não seguirmos os mecanismos da mente, mas de apenas ficarmos quietos e vivenciarmos qualquer emoção que surja,  veremos o que ela realmente significa, sem precisar interpretá-la. As emoções se mantêm compostas pelo pensamento, quer esse pensamento seja consciente ou inconsciente.

Nós temos o poder de parar simplesmente e dizer: “Medo, raiva, mágoa, desespero – tudo bem, venham”.  O medo, a raiva, a mágoa só existem quando vinculados a uma história. Sim, isso é incrível, é simples, porém uma descoberta profunda e enorme. Na verdade você pode reconhecer que aquilo de que você foge, em realidade, finalmente não existe, e aquilo que você procura já está sempre aqui.

Quando Colombo e outros exploradores descobriram o “Novo Mundo”, todos eles voltaram e disseram: “Há muito mais coisas lá fora do que sabemos, a terra não é plana”. Mas muita gente respondeu: “Ah não, eu não vou lá. Os demônios marinhos vão me pegar. Eu vou cair da terra”. É com esse mesmo primitivismo que enxergamos nossas emoções. Se você estiver disposto a cair da beira da terra, verá que você mesmo sustenta a terra e não pode “cair de” si mesmo; só pode se aprofundar mais em si mesmo. Particularmente na cultura espiritual ocidental, as pessoas estão bastante abertas á vivenciar suas emoções, porque isso lhes dá um sentido de profundidade e de liberdade. Definir-se como um ser emocional, talvez seja um passo mais profundo do que você se definir como um ser puramente mental, mas assim não se terá percorrido todo o caminho para casa.

Uma vez que tenha experimentado a emoção pura sem as definições , você sabe diretamente que quem você é não se pode definir por nenhum estado mental ou emocional, e este saber é liberdade.Quando você não se define por estados emocionais, as emoções são livres para surgirem, porque elas não significam nada sobre quem você é. Você sabe diretamente que todos os estados simplesmente passam pelo espaço puro que é a sua verdadeira natureza.

“Convido-o a percorrer todo o caminho até o coração do puro ser, não para se livrar de alguma emoção, não para dramatizar ou glorificar alguma emoção, mas para descobrir o que cada emoção exige.”(Gangaji)

Fonte de pesquisa;Gangaji Spiritual Teacher-https://www.gangaji.org/

Visão pessoal…

Detentores do poder sempre usam a indução como meio de sugestionar as pessoas, sejam eles o pessoal de marketing, os governos, os políticos ou os “ministros de Deus”. Na maior parte das vezes, essa indução passa despercebida.Que fique bem claro que sugestão, lavagem cerebral, indução podem ser aplicadas a qualquer pessoa, mesmo àquelas de bom nível educacional e inteligentes, pois independem desses quesitos. Como disse anteriormente, estão ligadas à emoção e não há ser humano destituído da mesma.Certamente que o exposto até agora não explica todos os casos de aceitação de algo que contradiz a lógica e o bom senso. O ser humano é altamente complexo e podemos incluir, em alguns casos, excesso de presunção e vaidade – “eu sei tudo, sou o dono da verdade …” A presunção é tão grande que embota o cérebro.Quem tem consciência mais desenvolvida terá sempre muito cuidado com quaisquer informações, irá analisá-las e verificá-las para não incorrer no risco de ser manipulado por alguém que tem sua mente na mira; viemos com mais este tema bastante atual e que consideramos de importância vital para o desbloqueio das mentes nesta Transição Planetária, fazer mais algumas considerações e as devidas observações sobre o tema manipulação midiática;sendo assim, um outro questionamento torna-se inevitável: ao relativizar a influência da mídia nas escolhas dos cidadãos comuns, podemos inferir que os conteúdos presentes nos grandes veículos de comunicação são neutros? Absolutamente, sem titubear, a resposta é negativa. Seria ingenuidade intelectual pensar o contrário. Não existe discurso despretensioso. Consequentemente, é quimérico exigir total imparcialidade para um jornalista, por exemplo. Um bom cidadão crítico deve considerar os jogos de poder e interesse que estão por trás dos grandes veículos da imprensa. A mídia influencia e também é influenciada por outros campos (política, economia, ciência, religião). Se, conforme o abordado anteriormente, podemos salientar que a mídia não manipula automáticamente o cidadão desperto, isso não nos impede de asseverar que os veículos de comunicação em larga escala podem nortear as conversações cotidianas, contribuir para criar modismos e tendências ou alterar a agenda política de uma nação. Basta ressaltar,por exemplo que para uma determinada causa /produto/idéia/comportamento ganhar visibilidade e ser do conhecimento de milhões de pessoas, deve passar, inevitávelmente, pelo prisma midiático.Em uma sociedade capitalista como a nossa, o conteúdo presente nos grandes meios de comunicação condiz aos interesses das classes dominantes. Sendo assim, a maior parte das mensagens transmitidas é idealizada pelas elites, mensagens estas que serão mais bem sucedidas, à medida que o cidadão não desperto, não se dê conta de seu caráter ideológico/comportamental/consumista. Em outros termos, esse tipo de  mediação atinge os fins , quando as pessoas não a percebem.Por outro lado, é importante salientar que as mudanças no âmbito dos meios de comunicação de massa, isoladamente, não alteram a realidade; a mídia não é uma infraestrutura que determina outras instâncias sociais.Não adianta pensar em uma melhor qualidade da programação midiática, por exemplo, sem fomentar uma organização social composta por cidadãos que tenham amplas possibilidades de desenvolver pensamentos críticos, que saibam escolher o que é melhor para si e para o planeta, que saibam diferenciar quando estão sendo conduzidos e quando querem obter algo deles através da manipulação mental  ou ainda,que não precisem se preocupar com questões básicas da existência. Portanto, levando-se em consideração que a mídia condiciona e é condicionada por outras áreas, não faz sentido algum falar em melhorias no sistema de comunicação em larga escala sem propor um projeto sólido de mudança global da sociedade e de todos nós, seres humanos planetários.

Inspiração

1-O despertar de uma nova consciência
Eckhart Tolle
2-Momento de despertar
Shakti Gawain
3-Psicologia da Alma
Dr Joshua David Stone
4-Freedom and Resolve
Gangaji
5-Ascenção Cósmica-roteiro para os reinos desconhecidos da luz
Dr Joshua David Stone
6-Sua missão ascencional-O seu papel no Plano Maior
Dr Joshua David Stone
7-Assuma o controle de sua vida
Carl Alasko
8- O processo da Iluminação Espiritual
Judith Blackstone
9-O Domínio de Si mesmo pela auto-sugestão consciente
 Èmile Coué
10-Porque voce não quer mais ir á Igreja?
Wayne Jacobsen
11-O Vício de agradar á todos
 Joyce Meyer
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Até que ponto, a mente humana é resultado das nossas vivências ou da influência do nosso cérebro?

a mente humana

Os filósofos gregos e pensadores ocuparam papéis importantíssimos no estudo da psicologia, tentando entender a mente humana. Sócrates com sua teoria do questionamento lógico, Platão discípulo de Sócrates procurava uma explicação racional do mundo. Aristóteles aluno de Platão acreditava que as idéias e a alma eram imortais.

A percepção definida no estruturalismo e desenvolvida pela mente humana é de grande relevância, pois explica a capacidade de selecionar, organizar, e interpretar todas as sensações sentidas e levadas ao cérebro. A mesma é o que faz o ser humano na condição de animal ser mais medroso que os outros, por sua capacidade de prever quais serão as conseqüências no futuro daquilo que eles temem, e pelo fato da parte emocional falar mais rápidamente do que a parte racional. Enquanto os outros animais só adquirem medo naquele dado instante, pois eles não possuem a capacidade de antecipação.Nos últimos mil anos, a humanidade apresentou mais evoluções do que se comparada a outros períodos históricos maiores. A cada dia que passa, novas descobertas fazem com que o ser humano explore ainda mais os limites da memória, da inteligência e da atenção.

Entretanto, o que talvez não tenhamos percebido, é que os limites impostos pela mente humana podem ser uma espécie de mecanismo de defesa para o nosso organismo. Assim, estimular contínuamente o cérebro até um ponto acima do esperado pode fazer com que, em algum momento, a humanidade encontre um limite fatal.

Essa é a tese defendida por um novo trabalho publicado no Current Directions in Psychological Science, jornal da Association for Psychological Science. Os autores são Thomas Hills, da Universidade de Warwick, e Ralph Hertwig, da Universidade de Basel.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram o desenvolvimento do ser humano ao longo dos anos. Se seguíssemos uma escala progressiva contínua, em tese já deveríamos estar mais avançados em muitos outros campos do conhecimento e no desenvolvimento de nossas habilidades.Contudo, é possível que talvez nunca cheguemos a atingir a capacidade plena do cérebro justamente porque isso seria prejudicial ao nosso sistema nervoso. A dupla toma como exemplo o funcionamento do cérebro de algumas pessoas superdotadas. Índices elevadíssimos de QI podem estar ligados a doenças no sistema nervoso.“Além disso, o uso de drogas estimulantes, como cafeína e Ritalina, pode trazer consequências nocivas para organismo”, explica Hills. Como resultado desse processo, problemas como insônia, stress e hiperatividade passam a ser muito mais prováveis.

Resultado de imagem para imagens sobre a mente humanaA mente humana é um dos maiores desafios para as ciências e para o pensamento filosófico da nossa época. Já deveríamos saber tudo o que há para saber sobre esse assunto pela simples razão de que somos esse assunto. Porém, parece que nunca sabemos o suficiente sobre o que nos faz sentir e pensar. Como todos os grandes desafios do conhecimento, convém passar por alto o fato desencorajador de  grandes nomes do passado já  terem se ocupado deste tema. No que diz respeito à compreensão do papel da mente humana no universo, somos todos aprendizes. É necessário, pois, olhar com otimismo para esta área do mundo e da vida.

A idéia deste tema surgiu do fato de muitas pessoas não saberem o que é a mente e/ou pensarem que ela é o mesmo que o cérebro. A verdade é que cérebro e mente são duas realidades distintas. O cérebro é, sem dúvida, algo verdadeiramente importante em todos os seres vivos que o possuem. Então, e a mente? Qual é o seu papel? A verdade é que, comparado com o que se sabe sobre o cérebro, o conhecimento da mente é ainda muito reduzido. Muitas vezes, aplicamos a palavra “mente” sem nos apercebermos disso. Será que estamos  utilizando-a corretamente? Se não, afinal o que é a mente? Como se relaciona com o cérebro? Será a mente o resultado do nosso cérebro?

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“Embora sejamos todos feitos a partir de um padrão estabelecido, somos completamente diferentes uns dos outros. Há centenas de coisas que te fazem ser diferente de todas as outras pessoas, desde o seu gosto musical e o seu sentido de humor ao som da sua voz e à forma do seu rosto. E como voce se  torna único? Uma parte da resposta está nos seus genes. Os seus pais teriam de ter mais 1 000 000 000 000 000 de bebês para terem a hipótese de ter outro filho com os mesmos genes que voce. Outra parte da resposta está nas experiências que moldam a sua personalidade enquanto voce cresce.”(Robert Winston, 2004)

Cada ser humano é único. Somos todos diferentes. Podemos até ser parecidos fisiológicamente ou psicológicamente com alguém, mas somos totalmente diferentes.Cada um passa por situações únicas, cada um interpreta à sua maneira as suas vivências. Não somos e não podemos ser iguais a outra pessoa. A nossa biologia não nos permite ser iguais a outra pessoa, pois nós, seres humanos, não nascemos humanos.

Genética e cérebro preparam o Homem para funções mentais e comportamentos superiores. Contudo, esta disponibilidade inata não é mais do que uma potencialidade para tornar-se humano. Isto significa que nascer Homem não é condição única e suficiente para nos tornarmos humanos. O que nos torna reconhecidamente humanos depende de muito mais do que dessa herança genética e biológica.

É fundamental ter em conta as dimensões social e cultural para que possamos compreender os seres humanos e a forma como se comportam. O ser humano distingue-se dos outros animais pela sua capacidade de se adaptar ao meio, transformando-o e reinventando-o através da cultura.

Resultado de imagem para imagens sobre a mente humanaSe analisarmos casos de crianças selvagens constatamos que a ausência de interações com outros seres humanos impediu o desenvolvimento das competências linguísticas, cognitivas, afetivas, sociais e culturais. As suas características mostram-nos como dependemos de outros, do contacto físico e socio-cultural com eles, para nos tornarmos os seres humanos que somos, pois quando nascemos só possuímos uma probabilidade de desenvolvermos as características humanas, o que só acontece se tivermos contato com um meio social e cultural humanizado.

A hereditariedade e o meio ambiente controlam o desenvolvimento mental.

O desenvolvimento mental ocorre através de uma interação complexa entre aptidões herdadas e influências externas. Os nossos genes regulam as células nervosas do cérebro para criar milhões de ligações. Mas, as nossas influências externas também influenciam essas ligações.No entanto, não se pode, ou pelo menos ainda não, afirmar com toda a certeza de que a mente seja resultado mais de uma coisa ou de outra.

Ainda pouco se sabe acerca da mente e do cérebro, comparado com a sua complexidade, o que dificulta muito o estabelecimento de conclusões que não se pode garantir como certas, porque todos os dias são descobertas novas informações e todos os dias são revistas e reformuladas teorias e conhecimentos.

Será que algum dia vamos saber tudo sobre o cérebro e sobre a mente?

Esta é uma questão que nos assola muitas vezes, mas nós pensamos que será muito difícil acontecer isso alguma vez. Se calhar nunca iremos saber tudo acerca do cérebro e da mente, porque a nossa capacidade de investigação é ínfima comparada com a infinitude de pormenores e potencialidades que ambos têm.

Cérebro e Mente não são a mesma coisa, no entanto, apresentam uma relação de interdependência.

Cérebro e Mente são duas realidades distintas, enquanto o cérebro é condição da mente, a mente não é necessáriamente condição do cérebro.O cérebro é uma estrutura física, é o suporte material da mente. A mente é algo imaterial, não se vê, é um sistema integrador de processos interdependentes e dinâmicos, processos cognitivos, emocionais e conativos.

A mente e o cérebro condicionam-se mútuamente.

A mente deve a sua existência ao cérebro. É o cérebro que nós temos, o tipo de cérebro, que vai influenciar aquilo que a nossa mente é.A forma como o cérebro  vai se desenvolvendo ao longo da nossa vida é influenciada pelo meio em que estamos inseridos, pelas experiências que experimentamos, mas também pelo fato de exercermos a nossa mente.

Cérebro e mente estão assim inter-relacionados, um influencia o outro de forma mútua.

Apesar da grande importância que o cérebro tem para a construção da nossa mente, ele não pode ser visto como o único construtor da mente. Como em todas as construções é necessário haver vários intervenientes, que especializados cada um em sua área, dão origem no final a uma única e coesa construção. A mente é assim construída não só pelo cérebro e por fatores biológicos, como também, como já referimos inúmeras vezes, por fatores extrínsecos a nós. A mente também é resultado das nossas vivências, da nossa experiência diária com o mundo que nos envolve e nos absorve cada vez mais com as tendências do hoje e não do ontem, com as “modas” que criam padrões estabelecidos como normas da sociedade, com o materialismo que tira o lugar ao essencial da vida, à espiritualidade que escapa todos os dias, olhando só para nós e não para os outros.

Resultado de imagem para imagens sobre a mente humanaPorém, a sociedade de hoje em dia, as mudanças comportamentais que foram ocorrendo ao longo dos anos, são resultado também da mente.A mente é um sistema de construção do mundo, pois é a mente que nos faz pensar e nos dá a nossa identidade.É necessário termos presente que é imprescindível estabelecermos uma relação estreita entre processos mentais (privados), comportamento (sua manifestação pública) e estruturas neurais (suporte material).

PictureO poder desta triangulação é soberbo e evidente, pois não podemos dissociar nenhum dos componentes dos outros, está tudo inter-relacionado.Ao longo da história , houve vários investigadores que deram mais ênfase ao componente biológico do ser humano e outros que sobrevalorizaram a dimensão social, cultural. Atualmente, resiste-se a qualquer atitude redutora que relegue a mente para qualquer um dos campos.

Resultado de imagem para imagens sobre a mente humanaVisão pessoal….

A mente humana não é uma “faculdade” isolada , mas uma “atividade” complexa, caracterizada por sua estrutura sistêmica, natureza mediada e origem histórico-social. Sua estrutura sistêmica constitui-se de um conjunto dinâmico de componentes psicológicos (volitivos, cognitivos, afetivos) e regiões cerebrais interconexas, cada uma contribuindo com operações básicas para a realização da atividade como um todo. Seu caráter mediado (semântico) decorre do fato de que as ações materiais do homem são precedidas e acompanhadas por ações mentais, ou seja, por representações simbólicas das coisas, projetos e programas. E em sua origem, a atividade mental é uma reconstrução interna (“virtual”) de operações externas com as coisas e com as pessoas, mediadas por instrumentos e signos, principalmente os da linguagem. Do uso argumentativo destes últimos nasce a capacidade de reflexão e julgamento. Por tudo o que acabamos de expôr,somos forçados a dizer que não podemos atribuir uma maior importância á um dos fatores de construção da mente humana. “Até que ponto, a mente humana é resultado das nossas vivências ou da influência do nosso cérebro?” Essa é uma questão que provávelmente continuará a suscitar dúvidas durante muitos anos ou então a nossa mente é mesmo um resultado equivalente quer de componentes biológicos, quer de componentes sociais e não há mais nada a saber em relação a isso.Vamos investigar nesta série que começamos para descortinar os mistérios e as dúvidas que envolvem esse assunto tão fundamental e fascinante.

 

Inspiração….

1. Vygotsky L. S. Mind in society: the development of higher psychological processes. M. Cole, V. John-Steiner, S. Scribner, & E. Souberman (Eds.). Cambridge, Harvard University Press, 1978. Luria A. R. Higher cortical functions in man (2 nd ed.). New York, Basic Books, 1966/1980.

3. Anokhin P. K. Problems of centre and periphery in the physiology of nervous activity. Gorki, Gozizdat, 1935.

4. Mesulam M-M. Large-scale neurocognitive networks and distributed processing for attention, language, and memory. Ann Neurol 1990; 28:597-613.

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6. Dennet D. C. Consciousness explained. Boston: Little, Brown & Co., 1991.

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8. Rubinstein S. L. Princípios de psicologia geral. Lisboa, Estampa, 1972.

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11. Marx K. & Engels F. A ideologia alemã. Lisboa, Editorial Presença, 1846/1976.

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