As Crenças e a Mente Quântica

Resultado de imagem para imagens sobre a mente quanticaAs crenças que se encontram enraizadas no seu subconsciente influenciam a interpretação de tudo o que acontece com você, seja no seu exterior ou no seu interior. Por outro lado, muitas dessas crenças são errôneas e nos levam a ter pensamentos, emoções e comportamentos que constituem fontes de bloqueio e sofrimento. Pense que todos temos o poder de transformar a nossa realidade e até mesmo de escolher os sonhos que alimentamos. Mas para chegar a isso, primeiro você tem que compreender o que é a mente quântica.

Todos os seres vivos e tudo o que temos ao nosso redor (o que acreditamos que é a realidade) é formado por átomos. Átomos cujo interior é, em grande parte, vazio. Além disso, para entender este artigo, pense no seguinte: tudo o que é físico na sua vida não é composto de matéria, mas de campos energéticos ou de padrões de frequência de informação.

Nossa mente é uma mente quântica

A matéria é mais “nada” (energia) do que “algo” (partículas). Antigamente acreditava-se que os elétrons orbitavam em volta do núcleo, como os planetas orbitam em volta do sol. Atualmente, os cientistas nos dizem que o átomo é composto de 99,99999% de energia e cerca de 0,00001% de matéria. Em forma de proporção, isso não é quase nada.

Os físicos quânticos descobriram que a pessoa que está observando as partículas infinitesimais do átomo afeta a conduta da energia e da matéria. Os experimentos quânticos demonstraram que os elétrons existem como uma infinidade de possibilidades ou probabilidades em um campo visível de energia.

Mas apenas quando o observador se fixa em qualquer localização de um elétron é que esse elétron aparece. Em suma, uma partícula não pode se manifestar na realidade, ou seja, no espaço-tempo tal como nós o conhecemos, até que ela seja observada. Então, quando o observador “busca” um elétron, há um ponto concreto no espaço e no tempo em que todas as possibilidades do elétron colapsam em um acontecimento físico.

Com este descobrimento, mente e matéria já não podem continuar sendo consideradas de forma separada; elas estão intrinsecamente ligadas, porque a mente subjetiva exerce mudanças perceptíveis no mundo físico subjetivo: falamos de uma mente quântica. Pense que, se a nível subatômico a energia responde à sua atenção e se converte em matéria, como a sua vida iria mudar se você aprendesse a dirigir o efeito observador e a colapsar ondas infinitas de probabilidade na realidade que deseja? Você seria um melhor observador da vida que deseja viver?

Resultado de imagem para imagens sobre a mente quanticaO poder da nossa mente quântica: pensamentos e sentimentos

Por natureza, tudo o que existe no universo físico é feito de partículas subatômicas como os elétrons. Estas partículas estão em um estado de onda (energia, lembre-se de que é os 99,99999%), enquanto não são observadas. Potencialmente são “tudo” e “nada”, até que sejam observadas. Elas existem em todos os lugares e em lugar nenhum até que sejam observadas.

Portanto, tudo o que existe na nossa realidade física existe como puro potencial. Se as partículas subatômicas podem existir de forma simultânea em uma infinidade de lugares possíveis, somos potencialmente capazes de colapsar em uma infinidade de possíveis realidades. Ou seja, se você pode imaginar um acontecimento futuro na sua vida se baseando nesses seus desejos, esta realidade já existe como possibilidade no campo quântico esperando que você a observe. Se a sua mente quântica é capaz de influenciar o aparecimento de um elétron, em teoria também pode influenciar a aparição de qualquer possibilidade.

Nossos pensamentos e sentimentos não são uma exceção em tudo isso. Tanto os pensamentos quanto os sentimentos têm um sinal eletromagnético. Os nossos pensamentos enviam um sinal elétrico para o campo quântico. Assim, nossos sentimentos teriam o poder de “atrair magnéticamente” situações na vida. Ao unir isso, o que pensamos e o que sentimos produz um estado do ser que gera uma marca eletromagnética, que por sua vez influencia cada átomo do nosso mundo. Esse acontecimento faz com que nos perguntemos: o que eu estou transmitindo (de forma consciente e inconsciente) na vida cotidiana?

Imagem relacionadaVisão pessoal…

Há uma infinidade de possíveis marcas eletromagnéticas (de inteligência, riqueza, liberdade, saúde…) que já existem como um padrão de frequência de energia. Se ao mudar o seu jeito de ser (ou seja, mudar as suas crenças e, assim, mudar os seus pensamentos, emoções e comportamentos), você irá criar um novo campo eletromagnético que coincide com este potencial no campo quântico da informação, é possível que você tenha se deparado com essa situação ao ser atraído por ela ou que a situação encontrou você? Tudo indica que esta é uma hipótese muito provável em função dos conhecimentos de física com os quais contamos na atualidade.Mas para que isto ocorra, você tem que ter consciência sobre todas aquelas crenças que estão no subconsciente e que te provocam bloqueios. Por exemplo, você, conscientemente, quer ter dinheiro, mas sua mente consciente dá uma ordem contrária: desde pequeno você viu e ouviu que o dinheiro é muito difícil de conseguir e que as pessoas ricas são arrogantes. Este sinal é o que a sua mente subconsciente manda para o campo quântico, e por isso você não atrai dinheiro para a sua vida. Seria preciso desbloquear este tipo de crença, pois a mudança exige coerência.A coerência começa alinhando os pensamentos e os sentimentos. Quantas vezes você tentou criar algo, acreditando na sua mente quântica que você conseguiria, enquanto seu coração lhe dizia o contrário? Que resultado aquele sinal incoerente que você estava enviando produziu?As ondas de um sinal são muito mais potentes quando são coerentes, e o mesmo ocorre quando seus pensamentos estão alinhados com os seus sentimentos. Quando seus pensamentos claros e centrados no seu objetivo são acompanhados por uma forte implicação emocional, você transmite um sinal eletromagnético mais potente que atrai uma possível realidade que coincide com a que você deseja.Você pode querer abundância na sua vida, ter pensamentos de “ser rico”, mas se você se sente pobre e seguindo as hipóteses que estamos discutindo aqui, você não vai atrair a abundância para a sua vida. Por que não? Porque os pensamentos são a linguagem do cérebro, e os sentimentos são a linguagem do corpo. Você está pensando uma coisa e sentindo outra totalmente diferente. E quando não existe essa coerência, o corpo deixa de responder de forma coerente. Pense que em você há um enorme poder para criar a realidade na qual você habita……

Inspiração….

Física Quântica e o Poder do Pensamento .

a alma quântica – Brahma Kumaris

Consciência Quântica – Esalq

O Ser Quântico

A Física Quântica seria necessária – fflch – USP

Monicavox

 

Recomendo….

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Segundo Stephen Hawking, só temos cerca de 1.000 anos na Terra….

 

NOTA DO MONICAVOXBLOG

Entristecida a manhã desta quarta-feira com a notícia da morte de Stephen Hawking, as reações de luto e de homenagem à sua vida não tardaram. “A sua morte deixa um vácuo intelectual. Mas não está vazio. Pense-se nisso como uma espécie de energia em vácuo que permeia o tecido do espaço e do tempo”, escreveu o físico Neil deGrasse Tyson no Twitter, partilhando uma fotografia com Stephen Hawking.

E vamos á matéria de hoje…..

O físico Stephen Hawking disse que a humanidade provávelmente só tem mais cerca de mil anos na Terra, e a única coisa que poderia nos salvar da extinção é a criação de colônias em outras partes do sistema solar.

“Precisamos continuar no espaço para o futuro da humanidade”, disse Hawking em uma palestra na Universidade de Cambridge, esta semana. “Eu não acho que vamos sobreviver outros 1.000 anos sem escapar de nosso frágil planeta”.

Não aprendemos….

Recentemente, Hawking também advertiu que a inteligência artificial (IA) será “a melhor ou a pior coisa que jamais aconteceu à humanidade”.Dado que os seres humanos são propensos a cometer os mesmos erros repetidamente – mesmo que sejamos obcecados com nossa própria história, parece que não aprendemos com ela -, Hawking suspeita que “poderosas armas autônomas” poderiam ter sérias consequências para a sociedade.

O problema da IA

Sem sequer levar em conta os efeitos potencialmente devastadores da mudança climática, as pandemias globais provocadas pela resistência aos antibióticos e as capacidades nucleares das nações em guerra, só o desenvolvimento da IA já parece um problema grave suficiente para a humanidade.

No final do ano passado, Hawking, ao lado de mais de 20 mil outros pesquisadores e especialistas, incluindo Elon Musk, Steve Wozniak e Noam Chomsky, assinaram um documento pedindo a proibição do desenvolvimento de armas autônomas que possam disparar contra alvos sem intervenção humana. Inclusive, a nova iniciativa de pesquisa de Musk, OpenAI, é dedicada à ética da inteligência artificial.

Os sistemas de IA hoje têm capacidades impressionantes, mas estreitas. Não sabemos o que pode acontecer quando e se eles alcançarem o desempenho humano em praticamente todas as tarefas intelectuais.

Guerras alienígenas

Além dessas ameaças bastante prováveis à extinção da humanidade, Hawking também está cada vez mais convencido de que não estamos sózinhos no universo, e de que isso não é uma coisa necessáriamente boa.Nas próximas décadas, a Terra e a humanidade vão parecer presas fáceis. Estaremos lutando para mitigar os efeitos das mudanças climáticas, ficando sem terra para cultivar, nossas costas estarão desaparecendo e qualquer coisa comestível no mar provavelmente estará sendo cozida pelas temperaturas rápidamente crescentes.Se os alienígenas forem agressivos, eles verão um inimigo enfraquecido em um planeta habitável pronto para ser tomado. Mesmo que eles não sejam agressivos, nós, humanos, certamente somos, então provavelmente tentaremos lutar contra eles.

Hawking crê que, se os alienígenas nos encontrarem, “eles serão muito mais poderosos e talvez não nos vejam como mais valiosos do que nós vemos as bactérias”.

Esperança

É claro que precisamos de um plano de apôio, e é por isso que o prazo de 1.000 anos de Hawking vem com uma ressalva – poderemos sobreviver aos nossos erros se tivermos outro lugar no sistema solar para nos salvar de nós mesmos.Isso tudo pode soar muito terrível, mas Hawking diz que ainda temos motivo para nos sentirmos otimistas. Ele descreveu 2016 como um “tempo glorioso para se estar vivo e fazer pesquisas em física teórica” (embora, em outras áreas que não a ciência, as pessoas discordem que haja qualquer coisa de bom em 2016).

Na palestra da Universidade de Cambridge, Hawking afirmou que “por mais difícil que pareça a vida, sempre há algo que você pode fazer e ter sucesso. O que importa é que você não desista”.

Agressão humana

Se as nossas máquinas não ficarem superinteligentes e nos matarem, nós podemos acabar nos matando. Hawking acredita que a agressão humana pode aniquilar a civilização.Em resposta a Adaeze Uyanwah, um professor de 24 anos da Califórnia (EUA) que lhe perguntou qual defeito humano o físico mais gostaria de alterar, Hawking respondeu: “A falha humana que eu mais gostaria de corrigir é a agressão. Ela pode ter sido uma vantagem de sobrevivência nos dias dos homens das cavernas, para obter mais comida, território e parceiros com quem se reproduzir, mas agora ameaça destruir a todos nós”.Por exemplo, uma grande guerra nuclear provávelmente acabaria com a civilização e a raça humana. Nesse sentido, Hawking crê que a exploração do espaço é importante para garantir nossa sobrevivência. “Eu acredito que o futuro a longo prazo da raça humana deve ser o espaço, o que representa um seguro de vida importante, uma vez que poderia impedir o desaparecimento da humanidade por colonizar outros planetas”, disse.

No prefácio de seu novo livro, “Starmus”,  Stephen Hawking escreve que o bóson de Higgs, em níveis de energia muito altos, pode tornar-se instável e causar uma “decadência catastrófica do vácuo” que levaria ao colapso do tempo e do espaço.“O bóson de Higgs tem a característica preocupante de que pode tornar-se metaestável em energias acima de 100 bilhões de giga elétron-volts”, afirmou Hawking. “Isto pode significar que o universo pode sofrer deterioração catastrófica de vácuo, com uma bolha do verdadeiro vácuo se expandindo à velocidade da luz. Isso pode acontecer a qualquer momento e nós não podemos prever essa tragédia”.

No prefácio, Hawking salienta que a possibilidade da partícula se comportar de tal maneira é altamente improvável, e que a criação das condições para que isso ocorra é impossível, dado o estado atual do desenvolvimento tecnológico.

“Um acelerador de partículas que chegaria a 100 bilhões de GeV seria maior que a Terra, e é improvável que seja financiado no atual clima econômico”, brincou o físico.

Os comentários de Hawking foram em resposta a críticos na comunidade científica que se preocuparam que tais declarações assustadoras vindas de um cientista de sua eminência poderia dissuadir o público de financiar experimentos como o do Grande Colisor de Hádrons (GCH), responsável pela descoberta do bóson de Higgs, no futuro.

Inspiração…

RawStory, DailyMail, SundayTimes

KTH Royal Institute of Technology

Visão pessoal…

Stephen Hawking é o tipo de personalidade que dispensa apresentações. Mas ele é tão incrível que eu não posso perder a oportunidade de reforçar que ele é um dos astrofísicos mais famosos e respeitados do mundo. Ele é majoritáriamente conhecido por seu trabalho sobre buracos negros e singularidades gravitacionais.Suas conclusões não deixam de ser preocupantes e estamos presenciando situações que nos remetem á essas conclusões, sem sombra de dúvida;discutir é possível,porém ignorar o conteúdo de seus profundos estudos e de sua alta capacidade de enxergar através da sua inteligência, é impossível.Ninguém ao certo sabe o que acontecerá nas próximas décadas com o planeta, mas é certo que providências para evitar o que Stephen Hawking nos adverte, devem ser tomadas por nós mesmos.Hoje não existe tecnologia para chegar até um dos candidatos a nova Terra já descobertos. Mas isso não será impossível para as próximas gerações.Basta lembrar que a teoria da relatividade tem apenas cem anos. Daqui a alguns séculos, certamente, vamos encontrar um meio de fazer viagens interestelares: mas faremos isso por meio de uma ciência que ainda está por ser descoberta.Os cientistas acreditam(e eu particularmente também) que, antes de buscar outros planetas para viver, será mais provável que os homens aprendam a reciclar os recursos naturais existentes;Vamos aproveitar dejetos e outros materiais para criar um mundo de lixo praticamente zero, com tecnologias autossustentáveis. Nesse panorama, a agricultura será cada vez mais tecnológica e intensiva. Regredir a um mundo agrário, portanto, parece muito improvável;Na vida real, para estabelecer uma colônia em outro planeta, vários desafios precisariam ser vencidos. O primeiro: como escolher quem vai para o novo planeta? Em seguida: como sobreviver psicológicamente à viagem e a um mundo que, inicialmente, é de total solidão? Para decidir quem sairia da Terra e quem ficaria provávelmente haveria uma guerra tão grande que exterminaria a humanidade. Ou imaginaríamos uma nave capaz de transportar várias gerações de humanos;No entanto, de acordo com os cientistas( e eu também acredito nisso), não passaremos por uma situação tão extrema. A ciência já entendeu que o conhecimento trazido pela exploração da galáxia não precisa, necessáriamente, nos levar para longe: ele é fundamental para a compreensão e proteção de nosso mundo. Somos um planeta ao redor de uma estrela imersa em uma galáxia. Qualquer solução para a Terra virá do conhecimento de que vivemos no cosmo: o universo nos dará informações para a manutenção de nosso lar. Por isso, se chegarmos ao ponto de uma viagem interestelar, certamente teremos um mundo ambientalmente equilibrado e sem crises ecológicas.Parafraseando o filme “Interestelar”…

“Nós sempre nos definimos pela capacidade de superar o impossível.”

“Nossas maiores realizações não podem ficar para trás porque nosso destino está acima de nós.”

Monicavox

Recomendo..

 

Estudo revela evidência substancial para o universo holográfico….

Imagem relacionadaUm estudo realizado por pesquisadores do Reino Unido, Canadá e Itália conseguiu fornecer o que pode ser a primeira evidência de que nosso universo é um complexo e vasto holograma.

O princípio holográfico é uma das ideias cosmológicas mais surpreendentes que existem. Ele prevê que, matemáticamente, o Universo requer apenas duas dimensões, e só parece tridimensional para nós, pois ele age como um holograma gigante. Parece muito louco, mas ao longo das últimas duas décadas, o princípio tem ganhado força, e agora novos resultados sugerem que este princípio é válido para espaços planos como o nosso Universo, e poderá em breve ser testado.Isto significa que tudo o que vemos no nosso confortável mundo tridimensional é apenas a imagem de processos bidimensionais, sobrepostos em um enorme horizonte cósmico.

Mas vamos voltar as coisas um pouco, porque, enquanto tudo isso parece surreal, a ciência por trás realmente se sustenta. O princípio holográfico foi proposto pela primeira vez pelo físico Leonard Susskind na década de 1990.“Ele afirma que um volume de espaço pode ser considerado como codificado num limite a ele – tal como um horizonte gravitacional dependente do observador – e, portanto, precisa de uma menos dimensões do que parece precisar “.

Para que isso seja verdade, você precisa ser capaz de mapear os resultados de fenômenos gravitacionais – geralmente descritos com três dimensões espaciais – com os resultados do comportamento das partículas quânticas – descritas com apenas duas dimensões espaciais.Surpreendentemente, os físicos teóricos descobriram que este era realmente o caso, e, desde 1997, mais de 10 mil artigos foram publicados apoiando a idéia.Mas os pesquisadores só tinham estudado isso em espaços exóticos negativamente curvos, que são muito diferentes do nosso espaço-tempo plano.

O que os físicos querem dizer quando afirmam que o Universo é plano é que o espaço e o tempo não estão totalmente deformados, e por isso o nosso Universo pode se expandir infinitamente. Se o nosso Universo fosse negativo ou positivamente curvado, seria um sistema fechado, e qualquer coisa que você jogasse para o espaço acabaria por voltar.

Astrofísicos e físicos teóricos que investigavam irregularidades na radiação cósmica de fundo em micro-ondas – o “fóssil” da luz resultante de quando o universo era quente e denso, logo após o Big Bang – descobriram que há evidência substancial que fornece apoio à explicação de que o universo é um holograma.Estes pesquisadores são das universidades de Southampton (Reino Unido), Waterloo (Canadá), Salento (Itália), Lecce (Itália) e Instituto Perimeter (Canadá). Os resultados do trabalho foram publicados na revista Physical Review Letters.

Esta idéia foi sugerida pela primeira vez na década de 1990, e diz que toda a informação que cria a nossa realidade em 3D (mais o tempo) está contida em uma superfície 2D.

O professor de ciências matemáticas Kostas Skenderis, da Universidade de Southampton explica: “imagine que tudo o que você vê, sente e escuta em três dimensões (além da sua percepção de tempo) na verdade emana de um campo de duas dimensões. A idéia é semelhante à dos hologramas comuns, em que uma imagem 3D é codificada em uma superfície 2D, como naquele holograma que todo cartão de crédito tem. Porém, deste caso, é o universo inteiro que está codificado”.

Apesar de não ser um exemplo com propriedades holográficas, seria como ver um filme 3D em um cinema. Vemos as imagens como se tivessem largura, altura e profundidade, quando na verdade ela está contida em uma tela 2D. A diferença em nosso universo 3D é que podemos tocar os objetos e a projeção é real na nossa perspectiva.

Nos anos recentes os avanços em telescópios e sensores permitiram aos cientistas detectar uma enorme quantidade de informação escondida no “barulho branco” ou micro-ondas que restou do momento em que o universo foi criado. Usando esta informação, a equipe pôde fazer comparações complexas entre as redes de características de um dado e a teoria quântica de campos. Eles descobriram que algumas das teorias quânticas de campos podem explicar quase todas as observações cosmológicas do começo do universo.

“Holografia é um enorme passo adiante na forma que pensamos a estrutura e criação do universo. A teoria de Einstein de relatividade geral explica quase tudo em grande escala no universo, mas começa a se despedaçar quando examinamos suas origens e mecanismos em níveis quânticos”, defende Skenderis.

O professor diz que cientistas têm trabalhado por décadas para combinar a teoria de Einstein e a teoria quântica. “Alguns acreditam que o conceito de universo holográfico é o ponto de conciliação dos dois. Espero que nossa pesquisa nos leve a um passo adiante nisso”, diz ele.Agora os cientistas esperam que este trabalho abra portas para melhorar o entendimento do início do universo e explicar como espaço e tempo surgiram…..


Imagem relacionadaVisão pessoal…

Tudo o que você vê, ouve, toca ou cheira pode ser fruto das vibrações de cordas infinitamente finas que existem em um mundo de dez dimensões. Uma espécie de holograma – enquanto o mundo “real” seria um cosmo de uma dimensão e sem gravidade, ditado pelas leis da física quântica.Soa como loucura?A realidade objetiva não existe e, a despeito de sua aparente solidez, o universo está no coração de um holograma fantástico, gigantesco e extremamente detalhado.Um holograma é uma fotografia tridimensional feita com a ajuda de um laser. Mas a tridimensionalidade destas imagens não é a única característica importante dos hologramas. Se o holograma de uma rosa é cortado na metade e então iluminado por um laser, em cada metade ainda será encontrada uma imagem da rosa inteira. E mesmo que seja novamente dividida cada parte do filme sempre apresentará uma menor, mas ainda intacta, versão da imagem original ou seja, cada micro-parte de um holograma contém toda a informação possuída pelo todo.A natureza do “todo em cada parte” de um holograma, nos proporciona uma maneira inteiramente nova de entender a organização e a ordem universal.Complexo (especialmente para quem não é da área), esse modelo pode ajudar a resolver incoerências entre a física quântica e a teoria da relatividade de Einstein, facilitando o diálogo entre físicos e matemáticos.Por meio de simulações computacionais de alta precisão, os pesquisadores calcularam a energia interna de um buraco negro e a energia interna de um cosmo sem gravidade; Os dois cálculos batem.Isso traz evidências de que há coerência entre o modelo teórico e o nosso universo percebido, apesar das diferenças, e dá base para expandir teorias da física quântica;A física quântica estuda as coisas pequenas, muito pequenas – sistemas físicos cujas dimensões são próximas ou abaixo da escala atômica, ou seja, moléculas, átomos, elétrons, prótons e outras partículas subatômicas.A mecânica quântica, então, representa um conjunto de regras que governa o comportamento de partículas subatômicas. Essas partículas são minúsculas e podem viajar através das paredes, podem se comportar como ondas e podem permanecer conectadas através de grandes distâncias.Apesar da quântica ser um ramo da física que lida com tais coisas microscópicas, muitos cientistas acreditam que ela também pode descrever fenômenos macroscópicos, que é o caso dos universos,sistemas solares;Segundo os cientistas, um crescente conjunto de provas mostra que a mecânica quântica está envolvida em processos biológicos como a fotossíntese, a migração das aves, o sentido do olfato e possivelmente até mesmo a origem da vida. E, se toda a vida é feita de átomos, os átomos se comportam de forma quântica; Sendo assim, a biologia pode usar um pouco de quântica.A vida é um estado distinto da matéria, portanto, há cientistas que crêem que essa distinção seja quântica. Por outro lado, há os que pedem cuidado: nem tudo que é envolto em dúvida e mistério é sinônimo de física quântica. O que você acha?


Inspiração…

LiveScience, Física

ScienceAlert

O Efeito Isaías-Venha conhecer e se atualizar na Biologia do Futuro….

 

Resultado de imagem para imagens d elivros de gregg bradenDesenhista de sistemas de computação aeroespaciais e geólogo chefe da Phillips Petroleum, Gregg Braden é um cientista conhecido hoje por unir o mundo da ciência e o mundo espiritual, vale a pena ler o que ele diz….

O Código Isaías

Apesar de pouco conhecido ainda, a descoberta do Grande Código Isaías nas cavernas do Mar Morto, em 1946, revelou as chaves sobre o nosso papel na criação. Entre estas chaves encontram-se as instruções de um modelo “perdido” de oração, que a ciência quântica moderna sugere que tenha o poder de curar nossos corpos, trazer paz duradoura a nosso mundo e, talvez, prevenir as grandes tragédias que poderia enfrentar a humanidade.  “Com as palavras de seu tempo, os Essênios nos lembram que toda a oração já foi atendida por Deus.” Qualquer resultado que possamos imaginar e cada possibilidade que sejamos capazes de conceber, é um aspecto da criação que já foi criado e existe no presente como um estado “adormecido” de possibilidade. A física quântica já foi apelidada de Física das Possibilidades, por nos dizer que tudo o que imaginamos encontra-se disponível como uma das possibilidades que vamos assimilar em nossas vidas, só devemos “atrair” a que desejamos através do pensamento.

CRIAR, ATRAIR OU ACESSAR?

A partir desta perspectiva, nossa oração baseada nos sentimentos deixa de ser “algo por obter” e se converte em “acessar” o resultado desejado, que já está criado no mundo vibracional (quântico, atômico) das infinitas possibilidades. Ou seja, nada é impossível, quando temos um desejo sincero, este desejo torna-se parte das nossas possibilidades futuras no nível quântico e só precisamos sintonizá-lo. Então já sabemos que a ciência atual consegue provar através da teoria quântica que pensamento é energia, que toda energia tem uma vibração e que a vibração cria o mundo material, nossos corpos e todo o restante ao nosso redor foi e continua sendo criado através das nossas mentes coletivas. Também sabemos que a luz é uma fonte de energia, então…

A que estão conectadas as partículas de luz? Gregg Braden diz que estamos sendo levados a aceitar a possibilidade de que existe um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio deste campo.

EXPERIMENTO 1

Neste experimento foi recolhida uma amostra de leucócitos (glóbulos brancos) de vários doadores. Estas amostras foram colocadas em uma sala com um equipamento de medição das alterações elétricas. Neste experimento o doador era colocado em outra sala e submetido a “estímulos emocionais“ provocados por vídeos que lhe causavam emoções. O DNA era colocado em um lugar diferente do doador, mas no mesmo prédio. O doador e seu DNA eram monitorados e quando o doador mostrava alterações emocionais (medidas em ondas elétricas) o DNA visualizado através de microscópios MUITO potentes expressava RESPOSTAS IDÊNTICAS E SIMULTÂNEAS. Os altos e baixos do DNA COINCIDIRAM EXATAMENTE com os altos e baixos do doador.

O objetivo era saber a que distância poderiam estar separados o doador do seu DNA para que o efeito continuasse a ser observado. Pararam de fazer provas quando chegaram a uma distância de mais de 80 quilômetros entre o DNA e seu doador, e continuaram obtendo o MESMO resultado. Sem diferença e sem atraso de transmissão. O DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo. Mas o que isto significa? Gregg Braden diz que isto significa que as células vivas se reconhecem através de uma forma de energia não reconhecida com antecipação. Esta energia não é afetada nem pela distância nem pelo tempo. Não é uma forma de energia localizada, mas uma energia que existe em todas as partes e todo o tempo.

EXPERIMENTO 2

Outro experimento foi realizado pelo Instituto Heart Math e nele se observou o DNA da placenta humana (a forma mais antiga do DNA) que foi colocado em um recipiente, onde podiam ser medidas as suas alterações. Foram distribuídas 28 amostras em tubos de ensaio para um mesmo número de investigadores previamente treinados. Cada investigador foi treinado para gerar e EMITIR sentimentos, e cada um podia ter fortes emoções. O que se descobriu foi que o DNA mudou de forma de acordo com os sentimentos dos investigadores.

Resultado de imagem para imagens de livros de gregg bradenCONCLUSÕES

1. Quando os investigadores sentiram gratidão, amor e estima, o DNA respondeu RELAXANDO e seus filamentos se estirando. O DNA ficou mais longo.

2. Quando os investigadores SENTIRAM raiva, medo ou stress, o DNA respondeu SE ENCOLHENDO.  Tornou-se mais curto e muitos códigos se APAGARAM. Alguma vez você já se sentiu “carregado” por emoções negativas? Agora sabemos porque nossos corpos também se afetam.

Os códigos do DNA se conectaram de novo quando os investigadores tiveram sentimentos de amor, alegria, gratidão, harmonia e estima e em muitos casos houve a cura física de doenças.

Estas alterações emocionais provaram que eram capazes de ir além dos efeitos eletromagnéticos. Os indivíduos treinados para sentir amor profundo, foram capazes de modificar a forma de seu DNA. Gregg Braden disse que isto ilustra uma nova forma de energia, que conecta toda a criação. Esta energia parece ser uma REDE TECIDA de forma AJUSTADA, e que conecta toda a matéria. Essencialmente podemos influenciar essa rede de criação por meio da nossa VIBRAÇÃO.

QUESTÃO DE VIBRAÇÃO

Há mais de cinqüenta anos, em 1947, o Dr. Hans Jenny desenvolveu uma nova ciência para investigar a relação entre a vibração e a forma.’ Mediante seus estudos, o Dr. Jenny demonstrou que a vibração produzia até geometria. O Dr. Jenny produziu uma surpreendente variedade de desenhos geométricos, desde alguns muito complexos até outros bastante simples, em materiais como água, azeite, grafite e enxofre em pó. Cada desenho era simplesmente a forma visível de uma força invisível.

A importância destas experiências é que, com elas, o Dr. Jenny provou, sem espaço para dúvidas, que a vibração cria uma forma previsível na substância onde é projetada. Pensamento, sentimento e emoção são vibrações que criam um transtorno sobre a matéria em que são projetados, por esta razão precisamos tomar cuidado com o que pensamos e sentimos.

O SENTIDO DA PRECE/ORAÇÃO

A chave para obter um resultado entre os muitos possíveis (assimilar uma das infinitas possibilidades que nos cercam) reside em nossa habilidade para escolher nossas emoções e sentir que nossa escolha já está acontecendo. Vendo a oração deste modo, como “sentimento”, nos leva a encontrar a qualidade do pensamento e da emoção que produz esse sentimento: viver como se o fruto de nossa prece já estivesse a caminho. Se Pensamento, Sentimento e Emoção não estão alinhados não há União. Portanto: Se cada padrão se move em uma direção diferente o resultado é uma dispersão da energia e o resultado da sua oração não é “recebido” por você.Se, por outro lado, os padrões de nossa oração se centram na união, como pode o «material» da criação não responder a nossa prece?


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Visão pessoal…

Vamos bater na mesma tecla;sabemos que hoje a ciência já provou através da física quântica que somos energia e que estamos todos conectados através de nossa vibração; Deus é puro amor, é energia e por ser energia, não morre, não desaparece, é imortal e está em todos os lugares. E como somos a imagem e semelhança de Deus, sabemos que somos energia e hoje podemos provar isso. Somos seres espirituais e não seres feitos de matéria. Durante muito tempo achava-se que a menor partícula de uma célula, o átomo era feito de matéria. Depois descobriram que na verdade a maior parte de um átomo é vácuo, então achava-se que o núcleo que é muito pequeno seria material. Esta idéia caiu por terra quando através do uso de microscópios eletrônicos muito potentes verificou-se que o núcleo de um átomo é apenas uma energia condensada, não é matéria. Mas se tudo o que existe no mundo “material” é feito de um conjunto de células, estas são feitas de átomos e se um átomo de qualquer coisa não é material, então… No nível microscópio, nada é material, tudo é vibração, tudo é feito de energia condensada. Vivemos num universo de vibração e nossos corpos são feitos a partir da vibração da energia que emanamos constantemente.Muitas pessoas se exercitam, vão à academia, bebem muita água, comem alimentos saudáveis, mas vivem com raiva ou pessimismo, assistem sempre aos noticiários negativos, adoram filmes de guerra, drama e violência, conversam sobre doenças, crise financeira, guerras, estas pessoas geralmente não entendem por que ficam doentes e deprimidas… O alimento que ingerimos é importante, mas as emoções são o alimento da alma e este alimento (as emoções) influenciam a nossa saúde e o nosso destino completamente.Gregg diz que quanto maior o magnetismo, maior é o tempo para a manifestação no nosso mundo o que pensamos e sentimos. Por conseguinte, quanto menor o magnetismo, menor será o tempo para nos encontrarmos com a manifestação de nossos desejos, então levará menos tempo para nossos desejo se manifestarem. Isto pode ser algo maravilhoso, não? Ou… Menos tempo para a manifestação de nossos medos, caso mantenhamos pensamentos negativos. Tudo depende de você.Vimos que geneticamente nosso DNA muda com as freqüências que produzem nossos sentimentos, e como é que as freqüências energéticas mais altas, que são as do Amor, impactam no ambiente, de uma forma material, produzindo transformações não só em nosso DNA, mas no ambiente que nos cerca. Ou seja, você possui muito mais poder do que imaginava…Quanto mais Amor deixarmos fluir por nossos corpos, mais adaptados estaremos para enfrentar o que possa acontecer em em nossas vidas. E podemos conduzir TODO o nosso planeta, mediante nossos pensamentos positivos em conjunto, para o melhor futuro possível. O que você mais pensa?Que tal ser amigo da sua alma? Veja coisas engraçadas, divertidas, alegres, bonitas, românticas, interessantes, instrutivas, espiritualistas, otimistas… Deixe o noticiário violento e dramático de lado sem ficar alienado, as conversas negativas, os livros e filmes violentos e tristes, pois o que isso agrega de qualidade positiva em sua vida? NADA…. Negativamente: TUDO…Seja mais feliz, ame-se e cuide com o alimento da sua alma.

VALE Á PENA ASSISTIR-UM BRASILEIRO ENSINA O QUE APRENDEU E CONTA AS EXPERIÊNCIAS EM UM ENCONTRO COM GREGG BRADEN

Da Célula a Alma: O Encontro com Gregg Braden e Outras Surpresas | Wallace Liimaa


Inspiração….

O Efeito Isaías-Gregg Braden

A Matriz Divina-Gregg Braden


Recomendo…

(Nota do Monicavoxblog-Todos os livros de Gregg Braden são obrigatórios para uma visão ampliada e atualizada do momento que estamos vivendo no planeta)

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Médicos e a Indústria Farmacêutica Vamos acordar…

Resultado de imagem para imagens sobre a industria farmaceuticaA parte da sabedoria milenar da medicina oriental, os médicos ocidentais  prescrevem grandes quantidades medicamentos que vão contra seus próprios objetivos de curar. Esses profissionais são regidos pelos princípios intelectuais de sua profissão e pelas corporações que os controlam. Funcionam como mediadores entre a indústria farmacêutica e os pacientes. Suas habilidades de cura têm como base uma educação arcaica newtoniana, que os ensina que o universo é constituído apenas de matéria física.

Felizmente essa teoria foi desbancada 75 anos atrás, quando os físicos adotaram oficialmente a mecânica quântica e reconheceram que o universo é constituído de energia. Mas, em seus cursos de graduação, pós-graduação e doutorado, os médicos continuam recebendo informações e instruções sobre os produtos farmacêuticos por intermédio dos representantes da indústria farmacêutica. A função desses profissionais é vender seus produtos e “atualizar” os médicos sobre a eficácia das novas drogas. Os “cursos” que recebem gratuitamente em suas empresas têm como objetivo persuadir os profissionais da área médica a “empurrar” os medicamentos.

E evidente que as quantidades desses produtos prescritos pelos médicos violam o juramento feito por eles mesmos de “jamais prejudicar um paciente”. Fomos programados pelas corporações farmacêuticas a nos tornarmos uma nação de viciados em drogas prescritas, e os resultados são muitas vezes trágicos. É preciso parar, repensar nossos conceitos e incor-porar as descobertas da física quântica à biomedicina para criar um sistema novo e mais saudável de cura que esteja de acordo com as leis da natureza.

Resultado de imagem para imagens sobre livros sobre medicina e industria farmaceuticaFÍSICA E MEDICINA: QUANTO ANTES MELHOR

Alguns ramos da ciência já incorporaram a física quântica, com excelentes resultados. Um dos primeiros sinais de que a humanidade estava despertando para a realidade do universo quântico ocorreu em 6 de agosto de 1945. A destruição causada pela bomba atómica em Hiroshima mostrou o poder da teoria quântica e abriu as portas da era atómica. Mas, pelo lado construtivo, a física quântica permitiu que se tornassem realidade alguns milagres eletrônicos que nos levaram à era da informação. As aplicações da mecânica quântica foram diretamente responsáveis pelo desenvolvimento dos televisores, dos computadores, da tomografia computadorizada, do laser, dos foguetes espaciais e do telefone celular. Mas o que a revolução quântica trouxe às ciências biomédicas em termos de avanços?

Vamos listá-las em ordem de importância. Devo lembrar que é uma lista bem pequena. Embora  enfatize a necessidade de aplicarmos os princípios da mecânica quântica à biociência, isso não quer dizer que a medicina deva simplesmente ignorar os princípios de Isaac Newton. As novas leis quânticas não contradizem ou refutam os princípios da física clássica. Os planetas ainda seguem as rotas descritas pela matemática de Newton. A diferença entre as duas concepções da física é que a mecânica quântica se aplica mais específicamente às esferas molecular e atômica enquanto as leis newtonianas exploram níveis mais altos de organização, como sistemas orgânicos, indivíduos e populações.

O surgimento de uma doença como o câncer, por exemplo, pode se manifestar em nível macro quando se pode ver e sentir um tumor. No entanto, o processo que deu início a esse câncer se iniciou em nível molecular dentro das células progenitoras. Na verdade, a maioria das disfunções biológicas (com exceção de ferimentos e trauma físico) começa em nível celular, nas moléculas e íons. Daí a necessidade de a biologia integrar os princípios newtonianos e os quânticos. Por sorte, alguns biólogos revolucionários já defendem essa união.

Há 40 anos, o renomado fisiologista Albert SzentGyörgyi, ganhador do Prémio Nobel, publicou um livro chamado Introduction to a submolecular biology (Szent-Gyõrgyi, 1960) -Introdução à biologia submolecular. O material demonstrava um esforço digno e nobre de educar a comunidade científica sobre a importância da física quântica nos sistemas biológicos. Mas, infelizmente, seus colegas consideraram o livro como um conjunto de fantasias de um homem senil e lamentaram a “perda” de um colega tão brilhante. A maioria dos biólogos ainda não reconheceu a importância do material de Gyõrgyi, mas as pesquisas sugerem que cedo ou tarde eles terão de aceitá-lo diante das evidências que surgem a todo momento, desbancando os antigos paradigmas materialistas. Lembra-se de que mencionei que os movimentos das proteínas são a base da vida?

Os cientistas tentaram prever esses movimentos usando os princípios da física newtoniana, mas não obtiveram sucesso. Você já deve imaginar o motivo: em 2000, um artigo de V. Pophristic e L. Goodman publicado no periódico Nature revelou que as leis da física quântica, e não as de Newton, controlam os movimentos moleculares que geram a vida (Pophristic e Goodman, 2001). Complementando esse estudo publicado no Nature, o biofísico F. Weinhold concluiu: “Quando os livros de química servirão para ajudar ao invés de se colocarem somente como barreiras para a perspectiva da mecânica quântica sobre o funcionamento das moléculas? Quais são as forças que fazem com que as moléculas se movimentem e adotem formatos tão complexos?

Não procure as respostas em um livro de química orgânica…. A química orgânica oferece base mecânica para a biomedicina; mas, como observa Weinhold, esse ramo da ciência está tão defasado que seus livros sequer mencionam a mecânica quântica.

Resultado de imagem para imagens sobre a industria farmaceuticaOs pesquisadores da medicina convencional não compreendem os mecanismos moleculares que são a base da vida. Centenas de estudos científicos realizados nos últimos 50 anos revelam que “forças invisíveis” do espectro eletromagnético têm grande impacto sobre o funcionamento da biologia. Essas energias englobam as microondas, as frequências de rádio, as cores visíveis, as baixas frequências, as frequências acústicas e até mesmo uma nova forma de força chamada energia escalar.

Frequências e padrões específicos de radiação eletromagnética regulam o DNA, o RNA, a síntese das proteínas, alteram a função e o formato das proteínas, controlam os genes, a divisão das células, sua diferenciação, a morfogênese (processo pelo qual as células se agrupam, formando órgãos e tecidos), a secreção hormonal, o crescimento e as funções nervosas. Cada uma dessas atividades celulares tem um comportamento específico que contribui para o desenvolvimento da vida. Embora esses estudos tenham sido publicados em alguns dos periódicos biomédicos mais respeitados, suas descobertas revolucionárias ainda não foram incorporadas ao currículo das escolas de medicina.

(Nota do Monicavoxblog-(Liboff, 2004; Goodman e Blank, 2002; Sivitz, 2000; Jin et al., 2000; Blackman et al., 1993; Rosen, 1992; Blank, 1992; Tsong, 1989; Yen-Patton et al., 1988).

Um importante estudo realizado há 40 anos pelo biofísico da Universidade de Oxford C. W. F. McClare ,calcula e compara a eficiência da transferência de informações entre sinais de energia e sinais químicos nos sistemas biológicos. Sua pesquisa, chamada “Repercussão na bioenergética”, publicada em Annals of the New York Academy of Science, revela que os mecanismos de sinalização energética como as frequências eletromagnéticas são centenas de vezes mais eficazes na transmissão de informações ambientais que os sinais físicos como hormônios, neurotransmissores, fatores de crescimento.

Mas não é de se surpreender que os sinais de energia sejam mais eficientes. Nas moléculas físicas, a informação a ser transportada é ligada diretamente à energia disponível de uma molécula. No entanto, a reação química empregada para transferir essa informação é acompanhada de uma grande perda de energia devido ao calor gerado pelo rompimento das ligações químicas. Como a ligação termoquímica desperdiça a maior parte da energia da molécula, a pequena quantidade que permanece limita o montante de informação que pode ser transferida como sinal. Sabemos que os organismos vivos precisam receber e interpretar os sinais do ambiente para se manter vivos.

Na verdade, a sobrevivência está diretamente vinculada à velocidade e à eficiência da transferência de sinais. A velocidade dos sinais de energia eletromagnética é de cerca de 300 quilómetros por segundo, enquanto a velocidade dos elementos químicos difusíveis é menor que 1 centímetro por segundo. Os sinais de energia são 100 vezes mais eficientes e infinitamente mais rápidos que os sinais químicos físicos. Que tipo de sinal você acha que seu corpo, uma comunidade de trilhões de células, prefere? Faça os cálculos…


Resultado de imagem para imagens sobre a industria farmaceuticaVisão pessoal…

Acredito que a principal razão para as pesquisas sobre a energia serem tão ignoradas é monetária. A indústria farmacêutica de trilhões de dólares só investe em pesquisas de fórmulas mágicas na forma de produtos químicos porque comprimidos significam dinheiro. Se a energia de cura pudesse ser vendida em drágeas, as indústrias se interessariam rápidamente. O que elas fazem é justamente o contrário. Pesquisam e identificam irregularidades na fisiologia e no comportamento baseadas em normas hipotéticas e informam ao público sobre o perigo que elas representam. Claro, a descrição simplificada dos sintomas utilizada pelas indústrias de medicamentos para a divulgação ao público acaba convencendo as pessoas de que elas sofrem de uma doença específica. “Você tem estado muito preocupado? A preocupação é um sintoma primário de uma “doença” chamada distúrbio de ansiedade. Deixe de se preocupar. Peça ao seu médico para lhe receitar Dependencina, a nova pílula mágica….. Além disso, a mídia evita o assunto e a divulgação do número de mortes por ingestão dos medicamentos receitados, chamando a atenção para os perigos das drogas ilícitas. Advertem a população que usar drogas para fugir dos problemas da vida não resolve. Engraçado… eu penso que a mesma frase se aplica quando se trata de uso excessivo de medicamentos “legais”. Eles são perigosos? Pergunte a quem morreu no ano passado. Usar medicamentos sob prescrição médica para silenciar os sintomas do corpo é a mesma coisa que evitar ter envolvimento pessoal com o problema. É como tirar férias da responsabilidade de cuidar do próprio corpo. E como mais da metade da população norte-americana se consulta com profissionais de medicina complementar, os médicos tradicionais não podem mais se esconder atrás de suas teorias ou simplesmente esperar que a medicina naturalista saia de moda. As empresas de planos de saúde já incorporaram algumas práticas de cura antes consideradas charlatanismo e alguns hospitais oferecem tratamentos alternativos. No entanto, mesmo nos dias de hoje, as instituições de medicina tradicional não aceitam totalmente a medicina complementar. Os hospitais que abrem exceções fazem isso somente por pressão do público e para acalmar os ativistas e os consumidores que gastam centenas de dólares com essas práticas ainda consideradas não-ortodoxas. Não há investimento real no estudo da medicina energética. O problema é que, sem fundos para pesquisas, ela ainda pode continuar a ser classificada como “não-científica” durante muito tempo…..vamos estudar nutrologia por conta própria, pois essa é a verdadeira cura.Aguardem postagem sobre isso….


Inspiração….

A Biologia da Crença-Dr Bruce Lipton PhD

Medicamentos mortais e crime organizado-Peter Gotszche

Biotecnologia Farmacêutica-Michele Vitolo

Monicavox


Recomendo…

 

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A Aceleração do Tempo

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O tempo está realmente andando mais rápido, porque a Terra está girando em torno de seu eixo imaginário com maior velocidade. As partículas subatômicas estão vibrando numa freqüência maior e o nosso planeta já está a meio caminho da quarta dimensão. Os diversos tipos de relógios foram feitos para medir o tempo; Existem relógios mecânicos, eletrônicos e atômicos. Os relógios mecânicos são os mais antigos e ainda são usados até hoje. Eles possuem um mecanismo de escape que dá a marcha certa do tempo. Este dispositivo é formado essencialmente por um balanço regulável. Nos relógios de pulso, este balanço tem uma forma de um volante de carro, preso num eixo e numa mola delicada chamada pelos relojoeiros de cabelo. O balanço gira para um lado e para outro emitindo o famoso ruído de tic-tac. Existe uma pequena alavanca para apertar ou afrouxar o cabelo, regulando a marcha do relógio. Também os relógios de parede possuem um pêndulo que pode ser regulado através de uma porca, alterando seu comprimento, assim permitindo modificar sua marcha. Tudo isto tem relação com a velocidade de rotação da Terra.

Nas proximidades do Equador a gravidade é menor, devido à velocidade linear ser maior, alterando a marcha dos relógios mecânicos. Do que foi exposto, podemos tirar a conclusão que se a Terra tiver sua velocidade de rotação alterada para mais, a gravidade diminuirá, reduzindo também o peso do referido balanço, acelerando sua marcha. Então, uma coisa vai compensar a outra. Deste modo, os relógios mecânicos não podem denunciar a alteração da velocidade da Terra. Por outro lado, tanto os relógios eletrônicos como os atômicos, são constituídos de materiais susceptíveis de alteração com a aceleração das partículas subatômicas. Os relógios eletrônicos possuem um cristal de quartzo (SiO2 – dióxido de silício) que pulsa numa freqüência exata dando-lhes a marcha adequada. Já os relógios atômicos têm uma pedra de césio que emite radioatividade constante. O fluxo regular desta radiação é que controla a marcha do relógio. Esta pedra de césio também sofre efeitos da aceleração das partículas subatômicas. Conclusão, os relógios estão nos dando uma informação que é relativamente correta, porém absolutamente falsa.

O motivo que faz as pessoas perceberem a mudança de tempo é o descompasso entre o tempo disponível e a velocidade de nossas atividades. Nesta início de milênio, ninguém consegue acelerar sua capacidade de trabalho a ponto de acompanhar a aceleração do tempo atual. De tudo que foi explicado, fica então demonstrado como a nossa lógica, própria e residente no lado esquerdo do nosso cérebro, é falha. Como é difícil para nós percebermos as realidades.

A única forma de aguçar esta percepção é aumentar nossa atenção com a intuição que é própria do lado direito do nosso cérebro e mais ainda aprimorar nossa análise no jogo de raciocínio que envolve diversos padrões e paradigmas. Na nossa vida prática é freqüente depararmos com o dilema de decidir entre a lógica e a intuição. Na maioria das vezes optamos pela lógica e só mais tarde percebemos que erramos por desprezar a intuição. Ela é o resultado conjuntural de nossas percepções extra sensoriais – é ela que nos mostra a mudança na velocidade do tempo.

A VIBRAÇÃO PLANETÁRIA E A VELOCIDADE DO TEMPO

A vibração planetária  é a média da consciência das pessoas deste planeta no pensar e no agir a cada dia somando o saldo positivo e negativo de todos. O tempo de vibração da terra é referente às pessoas e não ao planeta em si. Não é a vibração das moléculas do planeta e sim a vibração das pessoas, o nível mental, o nível de consciência. Por isso, temos que entrar em sincronia com a vibração da Terra, assim como com a do Centro da Galáxia, e com o Cosmo como um todo. As pessoas estão percebendo que o tempo não está sendo mais suficiente para terminar uma tarefa que antes podia ser feita num tempo menor, pois o tempo de vibração da Terra está diminuindo. Anos atrás era 48 segundos e hoje chegamos aos 14 segundos (que são ciclos vibratórios da terra). Como a freqüência está subindo (Ressonância Schumann), o tempo está abaixando. Quando o tempo baixa a vibração aumenta e vice-versa. O tempo mantém uma relação inversa com a freqüência (f = 1/T “f” em hertz e “T” em segundos), também chamado de período, quando um deles aumenta o outro diminui.

A vibração planetária começou a acelerar a partir do ano de 1971, processo que se intensificou muito nos últimos anos. O que isso significa? Que o dia, hoje, não tem a mesma duração de um dia anterior ao ano de 1971. Devido à aceleração geral, a jornada de 24 horas, na verdade, é somente de 16 horas. Portanto, a percepção de que tudo está passando rápido demais não é ilusória, mas teria base real no transtorno da ressonância Schumann.

Por repetidas vezes fala-se que temos que acelerar a nossa freqüência cerebral, a nossa vibração, é para manifestar (“plasmar”) nossos pensamentos positivos no físico. Qualquer mudança vibracional, muda a aceleração planetária, quer dizer, temporal. Nosso estado de consciência, o inconsciente coletivo, pode acelerar ou diminuir, porque reflete em todas as pessoas. Existem vários vórtices de energia em todo o planeta, só que tem uma concentração maior, uma vibração muito mais intensa que se dá entre 19 e 25 graus de latitude, acima ou abaixo do equador. Quando fazemos mentalização, quando pensamos coisas boas para nós e para o mundo, esse pensamento já está alterando o estado de consciência das outras pessoas, mesmo sem elas perceberem, estamos mudando a aura delas. O subconsciente capta nossa freqüência mental e trabalha a delas, também.

Nosso Sistema Solar está girando no sentido anti-horário, ao redor do Cinturão de Fótons. A Terra gira ao redor de si mesma no sentido horário (rotação) e ao redor do Sol no anti-horário (translação). Ou seja, o Planeta está no anti-horário em redor do Sol e também em torno do Cinturão de Fótons (negativo com negativo = positivo). Nosso Planeta está no negativo, porque gira no sentido horário em torno de si mesmo, portanto, estamos com a polaridade invertida. O Sistema Solar está em interação com o Cinturão de Fótons há mais de três anos, foi quando entramos na faixa dos Fótons. Muitas pessoas não irão agüentar as conseqüências, não estão preparadas para essas mudanças.

FREQÜÊNCIA CEREBRAL

Hoje, com a alteração vibracional do Planeta, as freqüências cerebrais também devem ser alteradas, não devemos baixá-las, mas sim, potencializá-las, acelerar nossas ondas cerebrais. Acelerando-as, as pessoas terão mais proteção, ampliarão seus campos energéticos, a capacidade de raciocínio, a percepção telepática, expandirão todos os seus sentidos e terão adquirido outras faculdades mentais adormecidas em seus subconscientes. Para potencializar essas ondas cerebrais, você precisa ter um autocontrole de pensamentos e desejos, conseguindo equilibrar, acelerar e manipular de maneira eficiente e rápida as suas ondas cerebrais. Nunca é demais ressaltar que devemos sempre manter as freqüências aceleradas: chorar, dormir, diminui o campo energético e a freqüência vibratória e a pessoa fica à mercê de energias negativas. Para que isso não aconteça existem exercícios de aceleração. A pessoa tem suas glândulas trabalhadas, seu metabolismo sendo adaptado, e irá passando a ser mais energia do que matéria. A presença do Cinturão de Fótons irá facilitar nossa ampliação, potencialização da capacidade mental, porque multiplica a nossa energia. Atualmente, não dominamos nem 10% do que pensamos ou desejamos. Esse pensamento e desejo devem ser acompanhados de vontade e segurança.

Sabemos que medo e insegurança geram negatividade que deve ser eliminada do nosso pensamento, para que a positividade impere. Devemos pensar: “eu quero, eu faço, eu realizo” num pensamento e desejo profundo, projetando no astral e passando para o mental. Por isso é que dizemos que se a pessoa tiver pensamentos negativos, previsões ou sonhos ruins, deve comentá-los o mais possível para que queimem no astral e não se realizem. Se não comentar e guardar para si, vai tomando forma e se intensificando, acaba passando para o mental e acontecendo. Ao contrário, pensamentos ou sonhos bons não devem ser comentados para que aconteçam.

A atuação do Cinturão de Fótons, em qualquer Sistema que passe, dura 4.000 anos. Pode trazer conseqüências positivas e negativas, vai depender do ser humano, a sua intensidade. Isso é cíclico. Aconteceu com civilizações extintas como a dos egípcios, dos maias, dos atlantes ; A verticalização da Terra também é outro fator que vai gerar grandes transformações. Cientificamente, já foi comprovado 0,25 % de verticalização do eixo terrestre, mas haverá um movimento maior e mais rápido. Isso causará grandes enchentes, degelo do pólo, o nível dos oceanos vai subir rápidamente. Através do Cinturão de Fótons e da radiação manásica, como veículos espirituais, nos é proporcionada a oportunidade de nos libertarmos da negatividade e voltarmos ao nosso ponto de origem, porém a livre-escolha permanece, será opção de cada um. Dessa forma, devemos nos preparar para a mudança que trará essa imersão no  Cinturão de Fótons e as transformações do Planeta. Prepararmo-nos para transmutar, para ascensionarmos através da aceleração das freqüências cerebrais, trabalhar a energia, ativar o DNA e as glândulas. Tudo o que estiver nesta vibração superará as conseqüências.

Visão Pessoal…

A ascensão será geral e está em curso,mas não temos datas precisas para as transformações tão esperadas pela humanidade,já que antes temos inúmeras questões cruciais para serem resolvidas e nenhuma energia será desperdiçada nessa empreitada-nada se perde e nada se cria, tudo se transforma-A grande Lei de Lavoisier;será á medida que todas as premissas anteriores se interiorizarem nos seres humanos e teremos que lutar muito ainda para que isso se torne realidade;A humanidade ainda precisa entender esse processo todo e colaborar espontâneamente com ele;por isso, o autoconhecimento e o conhecimento em si são cruciais nessa hora fatídica: Reiteramos que a transformação deverá ser de corpo e consciência,(hábitos ,quebra de dogmas e crenças e expansão de conhecimento/consciência) numa freqüência mais alta e mais intensa. Devemos também realinhar nossa atual consciência, reconhecermo-nos nas energias Crísticas entrantes, norteando-nos com equilíbrio, luz, amor e perdão.

Inspiração…

A Alquimia das 9 dimensões e Catástrofobia,ambos da escritora Barbara Hand Clow

Monicavox

Recomendo…

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10 possíveis próximos passos da evolução humana…..

Resultado de imagem para imagens sobre evolução humanaA evolução humana não é somente algo do passado. Embora tenhamos mesmo evoluído durantes todos esses milhões de anos, ainda não paramos de evoluir. Isso significa que ainda há muito espaço para melhoras, e, se a civilização continuar no mesmo caminho que trilha hoje, algumas grandes mudanças podem ser esperadas para os próximos 200.000 anos.

Confira dez delas

1 – Monoetnia

Multiculturalismo é a essência da sociedade moderna. Não deve ser surpresa, então, que os seres humanos evoluam para um único grupo étnico, se a mistura das culturas continuar. Conforme a miscigenação se tornar mais comum, os seres humanos perderão lentamente as características distintivas de sua etnia, e assumirão características de diversas partes do mundo. Uma pesquisa até indicou que todos se parecerão como os brasileiros (um povo bastante miscigenado) em “pouco” tempo. Há uma vantagem óbvia nisso: “raça” já não será mais um problema.

2 – Sistema imunológico fraco

Conforme os seres humanos tornam-se mais e mais dependentes de medicamentos para a sobrevivência, o sistema imunológico vai enfraquecendo lentamente. A melhor maneira de explicar isso é com um exemplo: o uso de hormônios. Imagine um futuro em que, com a ajuda de suplementos, você possa regular seus hormônios para maximizar o seu bem-estar. Com o tempo, seu corpo se tornaria dependente dos hormônios adicionais, ao ponto de parar de fazer por si mesmo o que os suplementos podem fazer em seu lugar. Os processos que criam hormônios se tornariam menos importantes para a sobrevivência, uma vez que o seu corpo sempre tem o suficiente, graças aos suplementos. Depois de dezenas de milhares de anos, é provável que os seres humanos evoluam ao ponto de hormônios não serem mais criados orgânicamente dentro de nosso corpo.Se ajuda externa fosse inteiramente responsável pela nossa sobrevivência, muitas de nossas funções internas poderiam se tornar obsoletas. Por que o seu corpo precisaria de um poderoso sistema imunológico se todos os patógenos pudessem ser curados com medicação? De fato, é uma desvantagem da utilização de medicamentos para combater doenças.

3 – Menos massa muscular

Há duas causas previsíveis para o enfraquecimento físico gradual da raça humana. A primeira é a nossa crescente dependência da tecnologia – e de máquinas, em particular – para fazer o nosso trabalho sujo. Quanto menos cada geração depender da força física, mais provável é que toda a espécie fique mais fraca.A segunda causa possível para a atrofia muscular é um pouco mais impressionante: envolve um cenário em que nós temos que mudar para o espaço. Em tal cenário, a força física é quase desnecessária para o dia-a-dia. Eventualmente, perderíamos a maioria de nossa massa muscular.

4 – Mais altura

A altura humana tem crescido rapidamente nos últimos dois séculos. Ao longo dos últimos 150 anos, a altura média da espécie aumentou 10 centímetros. Acredita-se que a principal força motriz por trás deste crescimento é a abundância de nutrição disponível para muitos de nós. Quanto mais a criança tem para comer, mais energia ele ou ela tem para crescer. Enquanto tivermos a capacidade de comer em excesso, a espécie vai continuar a crescer (e ficar mais alta). Se o céu é o limite, ou se a biologia vai nos parar em algum lugar, só o tempo – e a evolução – dirá.

5 – Menos pêlos

Já perdemos a maior parte do pelo do nosso corpo por uma série de razões. Seguindo esse caminho, é provável que os seres humanos se tornem ainda mais carecas ao longo do tempo. As mulheres, em particular, são frequentemente vistas como mais atraentes com menos pelo em várias partes de seus corpos. Como esse traço oferece vantagem a um indivíduo quando se trata de atratividade sexual, podemos postular que, ao longo do tempo, as mulheres evoluam para ter menos pelo. O mesmo pode ser dito para os homens, mas como há menos pressão social para que tenham pele lisa, a mudança permanente provavelmente ocorrerá mais lentamente.

6 – Mudanças cerebrais

A tecnologia já afetou a forma como a nossa memória funciona. O cérebro humano, sendo uma máquina em busca da máxima eficiência, tipicamente memoriza o ponto onde a informação é armazenada, em vez de a própria informação. É muito mais fácil de lembrar onde você colocou o livro com as informações do que recordar o conteúdo real do livro, não é mesmo? Na era da internet, essa peculiaridade mental tornou-se especialmente importante. Nós não tentamos mais decorar números de telefones, simplesmente os buscamos. Não tentamos lembrar de respostas, as pesquisamos na web,e assim por diante. Conforme a tecnologia se torna mais avançada, o nosso cérebro vai se adaptar a fim de maximizar sua eficiência, talvez em detrimento de nossa memória.

7 – Dentes menores

A mudança mais óbvia em nossos maxilares será o desaparecimento dos dentes do siso, que não tem mais utilidade aos seres humanos modernos. Muitos grupos étnicos já têm baixas taxas de ocorrência desse tipo de dente. Além disso, também podemos esperar que os nossos dentes fiquem menores. Ao longo da evolução do homem, tem havido uma tendência geral para dentes pequenos. Evidências mostram que nos últimos 100.000 anos, nossos dentes reduziram pela metade em tamanho. Nossos maxilares também encolheram. A tendência deve continuar, especialmente porque nossa comida é cada vez mais facilmente digerível.

8 – Menos dedos do pé

Antes dos humanos andarem eretos, nossos dedos eram usados para a luta, assim como nossas mãos. Conforme dependemos menos da escalada e mais de ficar de pé, nossos pés têm lentamente se reduziram ao seu tamanho atual. A evolução agora caminha para livrar-nos do nosso quinto dedo do pé, o menor. Em comparação com os dedos maiores que servem para nos dar equilíbrio e andar, os pequenos não servem de nada, e podemos sobreviver muito bem sem eles. Devido a isso, e por causa dos problemas que surgem a partir de sua existência desnecessária – como serem frequentemente esmagados em sapatos e em esbarrões com objetos -, podemos esperar que os humanos se tornem uma criatura de quatro dedos.

9 – Crânios menores ou maiores

Duas escolas de pensamento existem sobre a questão do volume do nosso crânio. Uma, que conta com o apoio de muitos cientistas, afirma que nosso crânio está no limite de seu tamanho. Qualquer pessoa que tenha dado à luz sabe que a cabeça de uma criança já é, para falar diplomaticamente, bastante grande. Por esta razão, muitos biólogos acreditam que uma cabeça maior tornaria o nascimento impossível – algo que o processo evolutivo eliminaria gradualmente rapidamente, sem dúvida. A grande cabeça no nascimento é também mais propensa a ferir ou matar a mãe. Assim, parece inevitável que o tamanho da nossa cabeça fique o mesmo, ou até menor.

No entanto, isso ignora o fato de que cesarianas são comuns e oferecem oportunidades para a sobrevivência de crianças com grandes cabeças. Na verdade, alguns acreditam que a cesárea acabará por ser mais segura do que o parto natural no futuro, o que leva à possibilidade de que as crianças com cabeças pequenas, naturalmente entregues, sobrevivam menos. Mas tal dependência seria perigosa para os seres humanos. Se humanos “cabeçudos” perdessem a capacidade de realizar cesarianas, poderíamos esperar uma extinção rápida.

10 – Autoevolução

Os seres humanos podem, eventualmente, chegar a um ponto no qual “forcem” a evolução em si mesmos através do uso da tecnologia. Seja através de órgãos biônicos, por exemplo, ou por meio de seleção genética, na qual futuros pais escolhem as características de seu filho antes do nascimento, a evolução humana deverá caminhar por essa estrada. A seleção genética, em particular, pode levar rapidamente a um boom de “bebês projetados”, nos quais todos os defeitos e traços indesejáveis podem ser removidos. Se isso se generalizar, poderia potencialmente forçar muitos traços humanos (negativos ou não) à extinção.

Visão pessoal…

Esqueletos encontrados em 2003 na Ilha de Flores, na Indonésia, foram chamados de “hobbits”. Cientistas não sabem se as pequenas ossadas encontradas pertencem a uma espécie humana extinta ou se são exemplos de Homo sapiens modificados, híbridos ou deformados(?). Outra dúvida é se eles são apenas uma espécie diferente da nossa ou se são tão diferentes de nós quanto os chimpanzés. Especialistas confiam que descobrir a resposta a essas questões poderia ajudar a lançar uma luz sobre os rumos da evolução humana.Evidências recentes sugerem que a humanidade não apenas ainda está evoluindo como também está evoluindo cada vez mais rapidamente. Muitos cientistas contestam a validade desta afirmação, dizendo que é muito difícil ter certeza se certos genes realmente ficaram mais proeminentes porque oferecem benefícios adaptativos. Ainda assim, se a evolução está acelerando, por que isso acontece? A alimentação e doenças modernas podem ser algumas das pressões que fizeram com que a nossa genética mudasse.Há aproximadamente 24 mil anos, a nossa espécie, Homo sapiens, não estava sózinha no mundo. Os nossos parentes mais próximos, os Neandertais, ainda estavam vivos. A ossada dos “hobbits” encontrada na Indonésia também poderia fazer parte do gênero Homo, e, de acordo com pesquisas, viveu  até 12 mil anos atrás. ……Por que estas espécies morreram e a nossa sobreviveu? Mudanças em seu ambiente ou infecções mataram estas espécies? A nossa espécie acabou com as outras? Evidências apontam para as duas possibilidades, mas não há certeza do motivo que levou à extinção destas espécies.Por exemplo,não há dúvidas que nossos cérebros grandes deram aos humanos uma vantagem enorme em relação aos outros animais. Ainda assim, o cérebro humano é um órgão extremamente custoso ao corpo: ele utiliza apenas 2% da massa corporal humana, mas utiliza quase um quinto da nossa energia. Há 2 milhões de anos, nenhum de nosso ancestrais tinha um cérebro maior que o dos primatas. Então o que causou este aumento?Muitas respostas para encontrar para perguntas que a ciência ainda não sabe explicar,mas que podemos suspeitar,se considerarmos nossa ancestralidade vinda das estrelas….

Inspiração….

Os estágios da evolução humana-C.Loring Brace

Grande história da Evolução-Richard Dawkins

Monicavox

 

Recomendo…

 

 

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Mente espiritual: Esse é seu cérebro durante uma experiência religiosa……

Resultado de imagem para imagens sobre religiãoUma experiência religiosa ou espiritual ativa os circuitos de recompensa do cérebro da mesma forma que experiências relacionadas ao amor, o sexo, as apostas, as drogas e a música.

A descoberta é de pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Utah, nos EUA. “Estamos apenas começando a entender como o cérebro participa de experiências que os fiéis interpretam como espirituais, divinas ou transcendentes”, diz o autor sênior e neuroradiologista Jeff Anderson. “Nos últimos anos, as tecnologias de imagem cerebral amadureceram de maneiras que nos permitem abordar questões que existem há milênios”.

Específicamente, os pesquisadores se propuseram a determinar quais redes cerebrais estão envolvidas na representação de sentimentos espirituais em um grupo, os devotos Mórmons,por ex., criando um ambiente que desencadeou nos participantes algo que eles chamam “sentir o Espírito”. Identificar esse sentimento de paz e proximidade com Deus em si mesmo e nos outros é uma parte críticamente importante da vida dos Mórmons – eles tomam decisões baseadas nesses sentimentos, os tratam como confirmação de princípios doutrinários, e os enxergam como um meio primário de comunicação com o divino.

Durante os exames de ressonância magnética, 19 jovens adultos membros da igreja – incluindo sete do sexo feminino e 12 do sexo masculino – realizaram quatro tarefas em resposta ao conteúdo destinado a evocar sentimentos espirituais. O exame de uma hora incluiu seis minutos de descanso, seis minutos de controle audiovisual (um vídeo detalhando as estatísticas de adesão de sua igreja), oito minutos de citações de Mórmon e líderes religiosos mundiais, oito minutos de leitura de passagens familiares do Livro de Mórmon, 12 minutos de estímulos audiovisuais (vídeo produzido pela igreja de cenas familiares e bíblicas, e outros conteúdos religiosamente evocativos), e mais oito minutos de citações.

 Durante a parte inicial das citações do exame, os participantes – cada um ex-missionário em tempo integral – viram uma série de citações, cada uma seguida pela pergunta “Você está sentindo o espírito?”. Os participantes responderam com respostas que vão desde “não sentir” até “sentir de forma muito forte”.

Os pesquisadores coletaram avaliações detalhadas dos sentimentos dos participantes, que, quase universalmente, relataram experimentar os tipos de sentimentos típicos de um culto intenso. Eles descreveram sentimentos de paz e sensações físicas de calor. Muitos estavam em lágrimas até o final do exame. Em um experimento, os participantes pressionaram um botão quando sentiram um pico de sentimento espiritual enquanto observavam estímulos produzidos pela igreja.

 

Resposta Física

“Quando nossos participantes do estudo foram instruídos a pensar sobre um salvador, sobre estar com suas famílias para a eternidade, sobre suas recompensas celestiais, seus cérebros e corpos responderam fisicamente”, diz o autor principal Michael Ferguson, que realizou o estudo como estudante de pós-graduação em bioengenharia na Universidade de Utah.

Com base nos exames, os pesquisadores descobriram que poderosos sentimentos espirituais foram reprodutivamente associados à ativação no núcleo accumbens, uma região crítica no processamento de recompensas do cérebro. A atividade de pico ocorreu cerca de 1 a 3 segundos antes de os participantes pressionarem o botão e foram replicadas em cada uma das quatro tarefas. Como os participantes estavam experimentando sentimentos de pico, seus corações batiam mais rápido e sua respiração ficava mais profunda.

Além dos circuitos de recompensa do cérebro, os pesquisadores descobriram que sentimentos espirituais estavam associados com o córtex pré-frontal mediano, que é uma região cerebral complexa, ativada por tarefas envolvendo avaliação, julgamento e raciocínio moral. Os sentimentos espirituais também ativaram regiões cerebrais associadas à atenção focalizada.

Veja o que acontece com o cérebro de quem acredita em uma religião

O mundo parece estar dividido entre pessoas religiosas e pessoas que acreditam na ciência. De acordo com um novo estudo, essa divisão não é acidental: o nosso cérebro se comporta de forma diferente quando vê o mundo através dos dois posicionamentos.Os pesquisadores da Universidade Case Western Reserve e da Faculdade Babson (EUA) chegaram à essa conclusão através de oito estudos independentes que envolviam questionários e experimentos. Cada um tinha entre 159 e 527 adultos e comparava os resultados daqueles com crenças em um deus ou em um espírito universal e aqueles sem religião.

Resultado de imagem para imagens sobre religiãoPensamento crítico x empático

A pesquisa indica que aqueles com crenças espirituais ou religiosas aparentam suprimir uma rede cerebral usada para o pensamento analítico. Assim, podem se engajar no pensamento empático. Igualmente, os não religiosos suprimem o pensamento empático para usar o analítico.

Tony Jack, o principal pesquisador desse trabalho, explica que deixar de lado o pensamento crítico para acreditar no sobrenatural faz sentido para nos ajudar a atingir a compreensão social e emocional.

Essas duas redes do cérebro se revezam para encarar as diferentes situações do nosso dia a dia. Apesar disso, os pesquisadores afirmam que nenhum dos dois tem o monopólio para trazer as grandes respostas da vida. A natureza humana permite que exploremos nossas experiências usando os dois padrões de pensamento.

“A religião não deve nos falar sobre a estrutura física do mundo; esse é o trabalho da ciência. A ciência deve informar nossa razão ética, mas não pode determinar o que é ético ou como devemos construir sentido e objetivo para nossas vidas”, acrescenta Jack.

Os pesquisadores também argumentam que a ciência e religião não devem ser sempre vistas como forças opostas. O estudo aponta que vários grandes cientistas tiveram crenças religiosas, incluindo 90% dos ganhadores do Prêmio Nobel. Entender a interação entre esses dois tipos de pensamento, porém, pode enriquecer os dois lados.

“Longe de estar sempre em conflito com a ciência, dentro das circunstâncias corretas as crenças religiosas podem promover a criatividade científica”, conclui o pesquisador

Imagem relacionadaApego a líderes e ideais religiosos

“A experiência religiosa é talvez a parte mais influente de como as pessoas tomam decisões que afetam a todos nós, para o bem e para o mal. Entender o que acontece no cérebro para contribuir com essas decisões é realmente importante”, diz Anderson. Ainda não sabemos se os fiéis de outras religiões responderiam da mesma maneira. Outras pesquisas sugerem que o cérebro responde de forma bastante diferente às práticas meditativas e contemplativas características de algumas religiões orientais, mas até agora pouco se sabe sobre a neurociência das práticas espirituais ocidentais.

“A associação de feedback positivo, música e recompensas sociais com crenças religiosas ou doutrinas pode fazer com que essas doutrinas tornem-se intrinsecamente gratificantes”, afirma Anderson. “Esses mesmos mecanismos podem ajudar a explicar o apego aos líderes e ideais religiosos. Pode ser que uma mulher luterana em Minnesota (EUA) e um seguidor do ISIS na Síria possam experimentar os mesmos sentimentos nas mesmas regiões do cérebro por sistemas de crenças completamente diferentes, com diferentes conseqüências sociais”, compara.

O estudo é a primeira iniciativa do Projeto Cérebro Religioso, lançado por um grupo de pesquisadores da Universidade de Utah em 2014, que visa compreender como o cérebro opera em pessoas com profundas crenças religiosas e espirituais. 

Visão pessoal…

Religião e guerra são dois temas que muitas vezes se cruzam.Desde as Cruzadas em 1095 até hoje em dia, vimos inúmeros conflitos travados em nome da fé.E enquanto muitos acreditam que as guerras explodiriam se não houvesse a religião e que a fé é, na realidade, uma grande promotora da paz, para outros a guerra e a religião não podem se separar.Desde muito tempo, a guerra e a religião se encontram em uma relação complicada e, muitas vezes, tensa.Mas será que a religião alguma vez é a causa principal de uma guerra? Ou simplesmente um veículo utilizado para incitar as tropas, dividir sociedades e saquear países?A causa original de qualquer guerra ou conflito é complexa e cheia de nuances, e há muitos fatores em jogo, como poder, ideologia, dinheiro,território,politica,etc.A origem da palavra religião, é religar, o ato de nos religarmos ao Pai-Mãe Criador, ou seja, se necessitamos nos religar, é porque já fomos ligados, ninguém se religa a alguma coisa, sem antes, no passado ter estado ligado, esta é a situação de nós seres humanos, éramos unos com o Criador, e de repente, caímos na roda das reencarnações, perdendo nosso vinculo com o cosmos.Mas como acontece sempre, o homem tem a necessidade de muletas, algum ou alguém que o sustente, que seja responsável ou responsabilizado, pelas graças e ou desgraças em sua vida, difícil nos reconhecer como únicos responsáveis pela felicidade ou desgraça alcançada; sempre,na nossa maneira de ver as coisas enquanto involuídos que estamos, teremos algum ou alguém como responsável ou co-responsável pelos nossos momentos.Muitas das religiões atuais, não irão sobreviver no futuro, mas apenas porque elas não irão se remodelar, terão de sofrer profundas mudanças positivas que tratarão o homem como o centro individual do universo e não mais a divindade como o salvador e/ou punidor.As religiões que continuarem a se tratarem como o único caminho, de modo exclusivistas e dogmáticos, estarão fadadas a extinção, pois  não trabalham o principal, o Amor a todos….. sem distinção.

Inspiração…

Trabalhos da Dra Elaine Howard Ecklund, diretora fundadora of Rice University’s Religion and Public Life Program

Trabalhos das universidades e pesquisadores referidos no texto

Monicavox

 

Recomendo…

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Como é possível haver múltiplas dimensões de espaço e tempo?

dimensoesA teoria das cordas é uma das mais complexas já debatidas na comunidade científica. Ela tem potencial para ser uma espécie de “Teoria de Tudo” – uma hipótese que explica tudo no universo.

Apesar de ser bastante polêmica, a matemática da teoria das cordas sugere que pode haver várias dimensões de tempo. Mas como?De acordo com o físico teórico Brian Greene, da Universidade de Columbia, nos EUA, quando estudamos as equações da teoria das cordas, se torna claro que o universo não pode ter apenas as três dimensões espaciais que já estamos acostumados. Dimensões adicionais são necessárias para que não existam inconsistências lógicas.

Essas dimensões extras podem estar ao nosso redor, esmagadas em tamanhos tão minúsculos que não conseguimos vê-las nem mesmo com nossos dispositivos mais avançados. Quem sabe, no futuro, possamos desenvolver telescópios poderosos a fim de visualizá-las.

Se existem outras dimensões de espaço… E quanto ao tempo?

Alguns teóricos das cordas já “brincaram” com essa possibilidade, e a matemática parece suportar a idéia de uma segunda dimensão temporal;Mas, se ela existir, como se distingue psicológicamente da dimensão do tempo em que vivemos?

Muitas questões permanecem estranhas mesmo para os mais inteligentes cientistas, como o fato de que uma pessoa pode estar adiantada para um compromisso de acordo com uma versão da dimensão temporal, mas atrasada de acordo com outra.Não sabemos se de fato existe uma segunda ou terceira dimensão temporal, mas a ideia é interessante o suficiente para merecer uma investigação mais profunda, uma vez que os números não negam essa possibilidade.

universo-05ef9fPor que vivemos em três dimensões?

Você já se perguntou por que, de todas as maneiras que a realidade pode ser, nós vivemos em três dimensões, em vez de duas, ou quatro, ou 1.800?

Estamos acostumados a nos mover para cima e para baixo, para esquerda e para a direita, ou ainda para frente e para trás, mas não somos capazes de realizar um movimento “hiper-para cima” ou “hiper-para baixo”. Por que isso (não) acontece? O que há de tão especial em nossas ordinárias três dimensões?

 A resposta mais fácil é a de que nós simplesmente evoluímos para viver em um universo tridimensional, de modo que este é o universo que nós percebemos. Se o universo tivesse apenas duas dimensões, nós também seríamos bidimensionais. E o mesmo aconteceria com quatro dimensões.

No entanto, devemos admitir que esta é uma explicação tosca. Afinal, ela básicamente diz que somos do jeito que somos porque nosso universo é assim e se nosso universo não fosse assim, ele seria diferente. Jura?Por sorte, há uma maneira mais inteligente de olhar para esta questão. Pode parecer que espaços de diferentes dimensões são praticamente iguais, mas existem diferenças essenciais entre eles – como por exemplo, o conceito de rotação.

Num ambiente 2D, você pode rotacionar um objeto apenas em sentido horário ou anti-horário. E se você pegar uma figura e virá-la um quarto de volta em sentido horário e, em seguida, meia volta em sentido anti-horário, você tem o mesmo resultado do que se você fizer o movimento na ordem inversa. Entretanto, no caso de um objeto tridimensional, as rotações feitas em ordem inversa resultam em posições diferentes.

Coisas bem importantes para nós, como a gravidade, se comportam de forma distinta em universos de diferentes dimensões. Por exemplo, no nosso ambiente 3D, a força da gravidade entre dois objetos depende da distância entre eles ao quadrado. Em duas dimensões, está ligada apenas à distância, enquanto em um universo 4D, a gravidade dependeria da distância elevada ao cubo.

Isso significa que, se o nosso universo fosse bidimensional, a gravidade como conhecemos seria demasiadamente forte para o surgimento de coisas como o sistema solar. Em uma realidade 4D, por outro lado, a gravidade seria fraca demais. Ou seja, é apenas em um universo tridimensional que a gravidade possui a força adequada para manter todos os planetas flutuando da maneira como fazem agora.

Neste momento, porém, nós mudamos a pergunta de “por que nosso universo é 3D?” para “por que apenas um universo 3D possui a gravidade perfeita para a nossa existência?”.

Na realidade, o fato de objetos 2D e 4D serem diferentes dos tridimensionais pode nos levar a uma reflexão mais profunda: o espaço talvez não seja o elemento mais importante do universo. Em vez disso, é capaz que nosso universo seja baseado em algum processo mais profundo, como as leis de matemática da física quântica.

Além disso, é perfeitamente possível que o espaço, na realidade, não exista. Ele seria apenas uma idéia que os humanos construíram para manter o controle das relações entre diferentes objetos. A verdade sobre o universo ainda está além de nossa compreensão.

Inspiração…

Todos os livros e trabalhos publicados em revistas científicas de Brian Greene 

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Visão pessoal

Esta compreensão ainda é um desafio, já que a comunicação dimensional superior, provinda de além do tempo e espaço, chega toda de uma vez em um único momento. Então se torna nosso desafio conectar-se com a Linguagem da Luz  e esses conhecimentos científicos e então traduzi-los para a nossa linguagem tridimensional.Esses conhecimentos estão nos proporcionando um mapa das muitas dimensões de realidade.Lembremos de que todos nós somos Seres Multidimensionais que simultâneamente existem em muitas frequências de experiência. Além disso, todas as muitas expressões do nosso EU existem dentro do AGORA do UM.

Monicavox

Brian Greene- O Universo Elegante-A Realidade Oculta-O Mundo em Cordas-

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“Escrevi “O Universo Elegante”, com o objetivo de tornar acessível a uma ampla faixa de leitores, especialmente aos que não conhecem física e matemática, o notável fluxo de idéias que compõe a vanguarda da física atual. Nas conferências que tenho feito nos últimos anos sobre a teoria das supercordas, percebi no público um vivo desejo de conhecer o que dizem as pesquisas atuais sobre as leis fundamentais do universo, de como essas leis requerem um gigantesco esforço de reestruturação dos nossos conceitos a respeito do cosmos e dos desafios que terão de ser enfrentados na busca da teoria definitiva. Espero que os dois elementos que constituem este livro — a explicação das principais conquistas da física desde Einstein e Heisenberg e o relato de como as suas descobertas vieram a florescer com vigor nos avanços radicais da nossa época — venham a satisfazer e enriquecer essa curiosidade.”~Brian Greene

 Nasceu em Nova York, em 1963. Graduou-se em física na Universidade Harvard e obteve seu doutorado em Oxford com uma tese sobre a teoria das cordas. Foi professor da Universidade Cornell entre 1990 e 1996 e atualmente leciona na Universidade Columbia, onde é co-diretor do Institute for String, Cosmology and Astroparticle Physics (ISCAP).Brian Greene é um dos mais consagrados estudiosos da formação, evolução, estrutura e destino do cosmo. Em O tecido do cosmo, após familiarizar os leitores com os conceitos básicos sobre a estrutura e a evolução do universo, o jovem professor da Universidade Columbia descreve os últimos desenvolvimentos da cosmologia e as teorias mais avançadas sobre o assunto. Em linguagem clara e didática, sem recorrer a equações e fórmulas complicadas, o Dr Greene centraliza a sua análise na teoria das supercordas, na qual hoje se concentram as melhores esperanças de que cheguemos, ainda no transcurso de nossas vidas, a um entendimento verdadeiramente profundo da natureza dos componentes básicos do universo e de sua relação com o espaço e o tempo.
O seu primeiro livro, O universo elegante,  foi indicado ao prêmio Pulitzer e tornou-se um clássico da cosmologia moderna.O físico possui outras três publicações: O tecido do cosmo, a novela de ficção científica(vídeo abaixo-documentário imperdível legendado) Icarus at the Edge of Time e o livro A realidade oculta, que foi lançado no Brasil em 2012. Nesse livro mais recente, Greene descreve, com linguagem e enfoque que agradam leigos e especialistas, nove versões diferentes de universos paralelos que surgiram a partir de investigações matemáticas.
Sobre a obra, o jornal The New York Times destacou que o livro seria a melhor indicação no caso de extraterrestres que chegassem ao planeta e quisessem conhecer mais sobre a mente humana. Em entrevista à revista Veja, ele afirmou: “Se existe uma lição que a física nos ensinou no último século é não acreditar na intuição. Se os homens e mulheres que desenvolveram a mecânica quântica nos anos 1920 e 1930 tivessem seguido a intuição, não teriam saído do lugar”. O norte-americano é ainda cofundador e presidente do World Science Festival, um evento anual que reúne em média mais de 100 mil pessoas, com a intenção 8 9 de divulgar as novidades do mundo científico e engajar crianças e jovens. Frequentemente, Greene é convidado de programas de tevê nos Estados Unidos, como o do apresentador David Letterman. Também fez uma aparição especial na série The Big Bang Theory (episódio The herb garden contamination). Vegano, Greene mora numa antiga fazenda em Nova York, local que espera transformar em abrigo para animais abandonados.
4“Se formos de acordo com nossos sentidos, acreditaremos que o tempo é universal, que o relógio gira da mesma forma para todos. Sabemos que isso não é verdade. Cada um de nós tem seu relógio e este gira com uma taxa que é dependente do movimento e da gravidade de cada um. É grande a lista das coisas que nos levam a sermos enganados por nossos sentidos quando os usamos para compreender o mundo.” “O que aprendemos nos últimos 300 ou 400 anos, desde os tempos de Isaac Newton, quando seu foco era na física que você podia ver nos objetos em movimento, o movimento da lua em equações matemáticas que ainda carregam o nome dele, foi a física que podemos enxergar. Desde então, temos saltado daquele ponto de partida para descrever a física do que não conseguimos enxergar. É tudo parte da narrativa que vai além da experiência cotidiana e que tenta levantar o véu e reimaginar como o mundo funciona.” “Elas (as supercordas) surgiram como uma nova e fundamental entidade, a base para tudo o que existe no universo. Já faz algum tempo que conhecemos os átomos e também as partículas subatômicas, como os elétrons, que giram ao redor dos núcleos, e os prótons, que inte – gram o núcleo dos átomos. Conhecemos também algumas partículas subnucleares, como os quarks, que habitam os nêutrons e os prótons. Mas é aí que o conhecimento convencional empaca. A teoria das supercordas diz que existe algo menor e mais fundamental: dentro dos quarks, da mais ínfima partícula subatômica, existe um filamento de energia que vibra como as cordas de um violino. E são os diferentes padrões de vibração dessas cordas que determinam a natureza de diferentes tipos de subpartículas. Isso permitiria unificar a teoria geral da relatividade com a mecânica quântica.” “Há algum tempo, a palavra universo significava tudo o que existe. Contudo, descobrimos nas últimas décadas que o que pensávamos que era esse todo, na verdade, pode ser uma pequena parte de uma realidade maior, um cosmo maior. O reino que pensávamos ser ‘tudo’ seria apenas um de vários reinos, cada um deles podendo ser considerado um universo em si mesmo.Se existe uma lição que a física nos ensinou no último século é não acreditar na intuição. Se os homens e mulheres que desenvolveram a mecânica quântica nos anos 1920 e 1930 tivessem seguido a intuição, não teriam saído do lugar. Eles publicaram estudos dizendo claramente que os resultados alcançados eram ‘loucura’. Nossa experiência é baseada naquilo que conseguimos ver, tocar e sentir. Entender o funcionamento de elétrons ou investigar a existência de outros universos não nos dá vantagem de sobrevivência. É por isso que a nossa intuição não nos ajuda nesses casos.”-Dr Brian Greene.
-Alguns comentários sobre o trabalho do Dr Greene;

“Brian Greene é o novo Stephen Hawking.” – The Times

“A melhor explicação sobre os fundamentos do universo.” – Science

“Greene nos leva aos limites do espaço e do tempo.” – The Guardian

O Universo elegante: Supercordas, dimensões ocultas e a busca da teoria definitiva~ por Brian Greene

O movimento através do espaço é um conceito que aprendemos cedo na vida. Embora muitas vezes não pensemos nas coisas nestes termos, sabemos que nós, os nossos amigos e os nossos pertences também se movem através do tempo. Basta olhar para um relógio, mesmo que estejamos quietos vendo televisão, para verificar que a leitura do relógio muda constantemente, “movendo-se para a frente no tempo”. Nós, e tudo o que está à nossa volta, envelhecemos e passamos inevitávelmente de um momento do tempo para o seguinte. Com efeito, o matemático Hermann Minkowski, e em última análise o próprio Einstein, sustentaram que o tempo poderia ser visto como uma outra dimensão do universo — a quarta dimensão —, em alguns aspectos muito similar às três dimensões espaciais em que nos encontramos imersos. Ainda que pareça abstrata, a noção do tempo como dimensão é concreta. Quando marcamos um encontro com alguém, dizemos o lugar do “espaço” em que queremos nos encontrar — por exemplo, no nono andar do edifício que fica na esquina da rua 53 com a Sétima Avenida. Aqui há três informações (nono andar, rua 53 e Sétima Avenida) que se referem às três dimensões espaciais do universo. Igualmente importante é a especificação de quando esperamos que o encontro se realize — por exemplo, às três horas da tarde. Essa informação nos diz em que lugar “do tempo” o encontro ocorrerá.

A especificação dos eventos se dá, portanto, com quatro informações: três para o espaço e uma para o tempo. Diz-se que esses dados especificam a localização do evento no espaço e no tempo, ou, abreviadamente, no espaço-tempo. Nesse sentido, o tempo é uma dimensão. Se podemos dizer que o espaço e o tempo são simples exemplos de dimensões diferentes, será então possível falar da velocidade de um objeto no tempo, assim como falamos da velocidade no espaço? Sim, podemos.

Uma boa pista a esse respeito provém de uma informação que já temos. Quando um objeto se move através do espaço com relação a nós, o seu relógio anda devagar em comparação com o nosso. Ou seja, a velocidade do seu movimento através do espaço se reduz. Aqui está o salto: Einstein proclamou que todos os objetos do universo estão sempre viajando através do espaço-tempo a uma velocidade fixa — a velocidade da luz. Essa é uma idéia estranha; estamos acostumados à noção de que os objetos viajam a velocidades consideravelmente menores que a da luz.

6Repetidas vezes salientamos que essa é a razão por que os efeitos relativísticos são tão incomuns no dia-a-dia. Tudo isso é verdade. Aqui estamos falando da velocidade de um objeto combinada através das quatro dimensões — três espaciais e uma temporal —, e é a velocidade do objeto nesse sentido generalizado que é igual à da luz. Para facilitar a compreensão e ressaltar a importância desse ponto, notemos que, tal como no caso do carro de velocidade constante, que discutimos anteriormente, essa velocidade constante distribui-se entre as diferentes dimensões — ou seja, as diferentes dimensões do espaço e também a do tempo. 

Se um objeto está em repouso (com relação a nós) e conseqüentemente não se move através do espaço, então, tal como aconteceu nos primeiros testes realizados com o carro, a totalidade do seu movimento é usada para viajar através de uma única dimensão — nesse caso, a dimensão do tempo. Além disso, todos os objetos que estão em repouso com relação a nós e também com relação aos outros objetos movem-se através do tempo — envelhecem — exatamente no mesmo ritmo, ou à mesma velocidade.

Contudo, se um objeto se move através do espaço, isso significa que uma parte do seu movimento anterior através do tempo tem de ser redistribuída. Tal como o carro, que nos últimos testes viajava em uma linha inclinada, a repartição do movimento entre as diferentes dimensões implica que o objeto viajará mais devagar através do tempo do que os objetos estacionários, uma vez que uma parte do seu movimento está sendo usada na viagem através do espaço. Ou seja, o relógio desse objeto anda mais devagar se ele se move através do espaço. Isso é exatamente o que havíamos concluído antes. Vemos agora que o tempo passa mais devagar quando um objeto se move com relação a nós porque isso converte uma parte do seu movimento através do tempo em movimento através do espaço. 

Assim, a velocidade de um objeto através do espaço é simplesmente um reflexo da proporção em que esse movimento através do tempo é desviado.  Vemos também que esse esquema incorpora automaticamente o fato de que há um limite para a velocidade espacial de um objeto: a velocidade máxima através do espaço só pode ocorrer se a totalidade do movimento de um objeto através do tempo for convertida em movimento espacial. Isso ocorre quando a totalidade do movimento à velocidade da luz, que anteriormente se dava no tempo, converte-se em movimento à velocidade da luz no espaço. Se um objeto converter a totalidade do seu movimento à velocidade da luz através do tempo em movimento espacial, ele — e qualquer outro objeto — alcançará a máxima velocidade espacial possível. Isso é o que ocorreria, em termos das dimensões espaciais, se o nosso carro percorresse a pista exatamente no sentido Norte-Sul. Nesse caso, não lhe sobraria nenhuma velocidade para o movimento no sentido Leste-Oeste; do mesmo modo, um objeto que viaje à velocidade da luz através do espaço não terá nenhuma velocidade disponível para o movimento através do tempo. 

Portanto, a luz não envelhece; um fóton proveniente do big-bang tem hoje a mesma idade que tinha então. À velocidade da luz, o tempo não passa.

E QUANTO A E=MC2?

Embora Einstein não tenha defendido o nome de “relatividade” para a sua teoria (sugerindo, em vez disso, o nome de teoria da “invariância”, para refletir, entre outras coisas, o caráter imutável da velocidade da luz), o significado do termo ficou claro. A obra de Einstein mostrou que conceitos como os de espaço e tempo, que antes pareciam ser separados e absolutos, são, na verdade, entrelaçados e relativos. Surpreendentemente, Einstein mostrou também que outras propriedades físicas do mundo são também entrelaçadas.

A sua equação mais famosa constitui um dos exemplos mais importantes. Nela, Einstein afirmou que a energia (E) de um objeto e a sua massa (m) não são conceitos independentes; podemos determinar a energia se conhecermos a massa (multiplicando a massa duas vezes pela velocidade da luz, c2) e podemos determinar a massa se conhecermos a energia (dividindo a energia duas vezes pela velocidade da luz). 

Em outras palavras, a energia e a massa — como dólares e francos — são moedas passíveis de conversão. Ao contrário do que acontece com o dinheiro, no entanto, a taxa de câmbio, que é o quadrado da velocidade da luz, é fixa e eterna. Como essa taxa é tão grande (c2 é um número grande), uma pequena massa produz uma enorme quantidade de energia. O mundo conheceu o poder devastador resultante da conversão de menos de dez gramas de urânio em energia em Hiroshima; um dia, por meio de usinas de fusão, poderemos usar produtivamente a fórmula de Einstein para satisfazer a demanda mundial de energia com o nosso inesgotável suprimento de água do mar. Do ponto de vista dos conceitos ressaltados anteriormente, a equação de Einstein nos dá a explicação mais completa do fato crucial de que nada pode viajar mais rápido do que a luz. Você pode ter pensado, por exemplo, por que razão não se pode tomar um objeto, digamos um múon, que um acelerador de partículas tenha levado a 99,5 por cento da velocidade da luz e “empurrá-lo um pouquinho mais”, até 99,9 por cento da velocidade da luz, e então “empurrá-lo mais ainda”, impelindo-o a atravessar a barreira da velocidade da luz. A fórmula de Einstein explica por que esses esforços nunca terão êxito. Quanto mais rápidamente um objeto se mover, mais energia ele terá, e pela fórmula de Einstein vemos que quanto mais energia um objeto tiver, maior será a sua massa. Um múon que viaje a 99,9 por cento da velocidade da luz, por exemplo, pesa muito mais que outro estacionário. Com efeito, pesa cerca de 22 vezes mais — literalmente. (As massas apontadas na tabela 1.1 referem-se a partículas em repouso.) Mas quanto maior for a massa de um objeto, mais difícil será aumentar a sua energia. Empurrar uma criança em um carrinho de bebê é uma coisa e empurrar um caminhão de seis eixos é outra muito diferente. Assim, quanto mais depressa se mover o múon, mais difícil será aumentar ainda mais a sua velocidade. A 99,999 por cento da velocidade da luz a massa do múon estará multiplicada por 224; a 99,99999999 por cento da velocidade da luz, estará multiplicada por 70 mil. Como a massa do múon cresce sem limites à medida que a sua velocidade se aproxima da velocidade da luz, seria necessário um empurrão com uma quantidade infinita de energia para que ele alcançasse ou ultrapassasse a barreira da velocidade da luz. Isso, evidentemente, é impossível e, por conseguinte, absolutamente nada pode viajar a uma velocidade maior do que a da luz.

Como veremos adiante, essa conclusão planta a semente do segundo maior conflito que a física enfrentou no século passado e em última análise sela a sorte de outra teoria querida e venerada — a teoria da gravitação universal, de Newton.

1O PRINCIPIO DA RELATIVIDADE

O princípio da relatividade resulta de um fato simples: sempre que discutimos a velocidade e a direção do movimento de um objeto, temos de especificar com precisão quem está fazendo a medição. Pode-se compreender facilmente o significado e a importância dessa afirmação examinando a seguinte situação. Suponha que João, vestido com um traje espacial que tem um pisca-pisca de luz vermelha, está flutuando na escuridão absoluta do espaço completamente vazio, longe de qualquer planeta, estrela ou galáxia. De sua perspectiva, ele está completamente estacionário, circundado pela escuridão silenciosa e uniforme do cosmos. Bem ao longe, João percebe uma luzinha verde que pisca e que parece aproximar-se. Por fim, ela chega suficientemente perto para que ele veja que a luz provém de um traje espacial de uma outra astronauta, Maria, que flutua lentamente. Ao passar, ela lhe acena, João também acena, e pouco a pouco ela volta a desaparecer na distância. Essa história pode ser contada com a mesma validade da perspectiva de Maria. Começa do mesmo modo, com Maria completamente só na escuridão imensa e silenciosa do espaço exterior. A distância ela percebe uma luzinha vermelha que pisca e que parece aproximar-se. Por fim, chega suficientemente perto para que Maria veja que a luz provém de um traje espacial de um outro astronauta, João, que flutua lentamente. Ao passar, ele lhe acena, Maria também acena, e pouco a pouco ele volta a desaparecer na distância. As duas histórias descrevem a mesma situação de dois pontos de vista distintos, mas igualmente válidos. Cada um dos observadores sente-se estacionário e percebe o outro em movimento. Ambas as perspectivas são compreensíveis e justificáveis. Como há simetria entre os dois astronautas, é impossível dizer, e por razões bem fundamentais, que uma perspectiva esteja “certa” e a outra “errada”. Ambas têm o mesmo direito a se proclamar verdadeiras. Esse exemplo capta o significado do princípio da relatividade: o conceito de movimento é relativo. Só podemos falar do movimento de um objeto se o relacionarmos com outro objeto. Portanto, a afirmação “João está viajando a dez quilômetros por hora” não tem nenhum significado se não especificarmos um outro objeto para fazer a comparação. Já a afirmação “João está passando por Maria a dez quilômetros por hora” tem significado porque especificamos Maria como referência. Como o nosso exemplo ilustrou, essa última afirmação é inteiramente igual à de que “Maria está passando por João a dez quilômetros por hora (na direção oposta)”. Em outras palavras, não existe uma noção “absoluta” de movimento. O movimento é relativo. Um elemento-chave nessa história é que nem João nem Maria estão sendo puxados ou empurrados nem sofrem a ação de qualquer outra força ou influência capaz de interferir em seu sereno estado de movimento, livre de forças e a velocidade constante. Assim, podemos fazer a afirmação mais precisa de que o movimento livre de forças só tem significado em comparação com outros objetos. Esse é um esclarecimento importante porque, havendo o envolvimento de forças, ocorrem mudanças no movimento dos observadores — mudanças na velocidade e/ou na direção do movimento — e essas mudanças podem ser sentidas. Por exemplo, se João estivesse usando um jato às costas, ao acioná-lo ele experimentaria claramente a sensação de movimento. Essa sensação é intrínseca. Se o jato é acionado João sabe que está em movimento, mesmo com os olhos fechados, e por isso não pode fazer comparações com outros objetos. Mesmo sem essas comparações, ele já não poderia atribuir-se um estado estacionário enquanto “o resto do mundo passa à sua frente”.

LOUCURA QUÂNTICA~Por Brian Greene

Você já deve ter uma idéia de como o mundo é diferente quando visto com os olhos da mecânica quântica. Se ainda não caiu vítima da tontura sentenciada por Bohr, com a loucura quântica que vamos discutir agora, você vai ficar pelo menos um pouquinho delirante. É mais difícil aceitar intimamente a mecânica quântica — imaginar-se e pensar em si mesmo como uma minipessoa, nascida e criada no reino microscópico — do que as teorias da relatividade. Mas existe um aspecto da teoria que pode funcionar como guia para a sua intuição, um princípio cardeal, que distingue fundamentalmente a mecânica quântica do pensamento clássico. É o princípio da incerteza, descoberto pelo físico alemão Werner Heisenberg em 1927. O princípio decorre de uma objeção que já pode ter lhe ocorrido. Observamos que o ato de determinar a fenda pela qual passa cada elétron (a sua posição) afeta necessariamente o seu movimento subseqüente (a sua velocidade). Mas se é possível fazer contato com uma pessoa dando-lhe um expressivo tapa nas costas ou tocando-a suavemente, por que então não poderíamos determinar a posição do elétron com fontes de luz cada vez mais suaves, de modo a produzir conseqüências cada vez menores sobre o seu movimento? Do ponto de vista da física do século XIX, isso seria possível. Usando fontes de luz cada vez mais fracas (e detectores de luz cada vez mais sensíveis) podemos produzir um impacto mínimo sobre o movimento do elétron. Mas a própria mecânica quântica identifica um erro nesse raciocínio.

Ao reduzirmos a intensidade da fonte de luz, sabemos que estamos reduzindo o número de fótons que ela emite. Quando chegamos ao ponto em que os fótons estão sendo emitidos um a um, não podemos mais reduzir a intensidade da luz: teríamos de apagá-la. Existe um limite básico, imposto pela mecânica quântica, à “suavidade” da nossa intervenção. E portanto haverá sempre um efeito mínimo sobre a velocidade do elétron, causado pelo nosso ato de determinar a sua posição. Bem, é quase assim.

A lei de Planck diz que a energia de um fóton é proporcional à sua freqüência (e inversamente proporcional ao seu comprimento de onda). Utilizando luz de freqüências cada vez mais baixas (comprimentos de onda cada vez maiores), podemos produzir fótons cada vez mais suaves. Mas aqui está a questão.

Quando lançamos uma onda sobre um objeto, a informação que recebemos só nos permite determinar a posição do objeto dentro de uma margem de erro igual ao comprimento da onda lançada. Para uma percepção intuitiva desse fato importante, imagine que você esteja tentando determinar a localização de uma grande rocha ligeiramente submersa, observando a maneira como ela afeta as ondas do mar. Antes de chegar à pedra, as ondas compõem uma bela sucessão de ciclos ordenados. Ao passarem pela rocha, esses ciclos se distorcem — e com isso dão o sinal da presença da rocha submersa. Mas, assim como os traços de uma régua, os ciclos das ondas configuram a sua unidade de medida, marcando os intervalos do movimento das ondas, de modo que, concentrando-nos no exame da maneira como os ciclos se desorganizam, nós só conseguimos determinar a localização da rocha com uma margem de erro igual ao comprimento do ciclo das ondas, ou seja, o comprimento de onda das ondas, que, no caso, corresponde ao intervalo entre elas. No caso da luz, os fótons constituem, por assim dizer, os ciclos das ondas (sendo que a altura dos ciclos é determinada pelo número de fótons); o fóton, por conseguinte, só pode ser usado para indicar a localização de um objeto com uma margem de erro igual a um comprimento de onda.

Portanto, estamos diante de um número de equilibrismo da mecânica quântica. Se usarmos luz de freqüência alta (comprimento de onda curto), poderemos localizar um elétron com maior precisão. Mas os fótons de freqüência alta têm muita energia e por isso afetam fortemente a velocidade do elétron. Se usarmos luz de freqüência baixa (comprimento de onda longo), minimizaremos o impacto sobre o movimento do elétron, uma vez que os fótons têm energia comparativamente baixa, mas com isso sacrificaremos a precisão na determinação da posição do elétron. Heisenberg quantificou esse jogo e encontrou uma relação matemática entre a precisão com que se pode medir a posição do elétron e a precisão com que se pode medir a sua velocidade.

Ele verificou — em concordância com a nossa discussão — que uma é inversamente proporcional à outra: quanto maior for a precisão na determinação da posição, tanto maior será, necessariamente, a imprecisão na determinação da velocidade, e viceversa. E o que é mais importante: embora a nossa discussão tenha se relacionado com o caso particular da determinação do paradeiro de um elétron, Heisenberg demonstrou que esse intercâmbio entre a precisão da medida da posição e a de velocidade é um fato fundamental, que se mantém qualquer que seja o equipamento usado ou o procedimento empregado.

Ao contrário dos esquemas de Newton e mesmo de Einstein, em que se descreve o movimento de uma partícula pelo registro de sua posição e sua velocidade, a mecânica quântica mostra que no nível microscópico não se pode saber jamais ambas as coisas com precisão total. Além disso, quanto maior for a precisão com relação a uma, tanto maior será a imprecisão com relação à outra. E embora tenhamos exemplificado esse fato com elétrons, ele se aplica diretamente a todos os componentes da natureza.

A SINFONIA CÓSMICA- Pura música: a essência da teoria das supercordas~Por Brian Greene

Históricamente a música tem propiciado as melhores metáforas para quem quer entender as coisas cósmicas. Desde o tempo da “música das esferas”, de Pitágoras, até as “harmonias da natureza”, que orientam a pesquisa científica ao longo dos séculos, sempre nos sentimos coletivamente atraídos pela música da natureza e procuramos ouvi-la nos elegantes movimentos dos corpos celestes, assim como nas desenfreadas variações das partículas subatômicas. Com a descoberta da teoria das supercordas, as metáforas musicais assumem uma surpreendente realidade, uma vez que a teoria sugere que a paisagem microscópica está repleta de cordas mínimas, cujas vibrações orquestram a evolução do cosmos. Os ventos da mudança, de acordo com a teoria das supercordas, sopram através de um universo eólico. Em comparação, o modelo-padrão vê os componentes elementares do universo como pontos, destituídos de estrutura interna. Por mais positivo que seja esse enfoque (e já mencionamos que praticamente todas as previsões a respeito do microcosmos feitas pelo modelo-padrão foram verificadas até um bilionésimo de bilionésimo de metro, que é o limite da tecnologia atual), o modelo-padrão simplesmente não pode ser a teoria final e completa porque não inclui a gravidade. Além disso, as tentativas de incorporar a gravidade ao esquema da mecânica quântica fracassaram devido às flutuações violentas do tecido espacial que surgem nas escalas ultramicroscópicas — ou seja, a distâncias menores que a distância de PlanckEsse conflito não resolvido engendrou pesquisas que levaram a um entendimento ainda mais profundo da natureza.

Em 1984, os físicos Michael Green, então no Queen Mary College, John Schwartz, do Califórnia Institute of Technology, produziram os primeiros resultados convincentes de que a teoria das supercordas (ou mais simplesmente teoria das cordas) bem poderia propiciar esse entendimento. A teoria das cordas proporciona uma mudança profunda e renovadora na nossa maneira de sondar teoricamente as propriedades ultramicroscópicas do universo — mudança essa que, como aos poucos foi se vendo, altera a relatividade geral de Einstein de maneira tal que a torna integralmente compatível com as leis da mecânica quântica. De acordo com a teoria das cordas, os componentes elementares do universo não são partículas puntiformes. Em vez disso, são mínimos filamentos unidimensionais, como elásticos infinitamente finos, que vibram sem cessar. Mas não se deixe enganar pelo nome: ao contrário de uma corda comum, composta por moléculas e átomos, as cordas da teoria das cordas habitam o mais profundo do coração da matéria. A proposta da teoria é que as cordas são ingredientes ultramicroscópicos que formam as partículas que, por sua vez, compõem os átomos. As cordas da teoria das cordas são tão pequenas — elas têm em média o comprimento da distância de Planck — que parecem ser pontos, mesmo quando observadas com os nossos melhores instrumentos. Contudo, a substituição das partículas puntiformes por filamentos de corda como os componentes fundamentais de todas as coisas tem amplas conseqüências. Em primeiríssimo lugar, parece que a teoria das cordas é capaz de resolver o conflito entre a relatividade geral e a mecânica quântica. Como veremos, a extensão espacial da corda é o elemento novo e crucial que permite que um esquema harmônico único incorpore ambas as teorias. Em segundo lugar, a teoria das cordas oferece uma teoria verdadeiramente unificada, uma vez que propõe que toda a matéria e todas as forças provêm de um único componente básico: cordas oscilantes. Finalmente, como veremos nos próximos capítulos, além dessas conquistas notáveis, a teoria das cordas modifica, mais uma vez e de maneira radical, o nosso entendimento do espaço-tempo.

UMA BREVE HISTÓRIA DA TEORIA DAS CORDAS

Em 1968, um jovem físico teórico de nome Gabriele Veneziano estava empenhado em descobrir o sentido de algumas propriedades da força nuclear forte que haviam sido observadas experimentalmente. Veneziano, então um pesquisador no CERN, o laboratório do acelerador de partículas da Europa, localizado em Genebra, Suíça, já havia trabalhado em certos aspectos desse problema por alguns anos, até que um dia deparou com uma revelação notável. Para sua grande surpresa, ele viu que uma fórmula hermética imaginada duzentos anos antes pelo famoso matemático suíço Leonhard Euler com finalidades puramente matemáticas — a chamada função beta de Euler — parecia descrever de um só golpe numerosas propriedades das partículas que a força forte põe em interação. A observação de Veneziano pôs um potente instrumento matemático à disposição da análise de diversos aspectos da força forte e desencadeou um intenso fluxo de pesquisas que usavam a função beta de Euler e várias de suas generalizações para descrever a pletora de dados que os aceleradores de partículas estavam produzindo no mundo inteiro. Em um certo sentido, no entanto, a formulação de Veneziano era incompleta. A função beta era como as fórmulas memorizadas pêlos alunos que não conhecem nem o seu significado nem a sua justificativa: ninguém sabia por que ela funcionava. Era uma fórmula à procura de uma explicação. Isso mudou em 1970, quando os trabalhos de Yoichiro Nambu, da Universidade de Chicago, Holger Nielsen, do Instituto Nieis Bohr, e Leonard Sussekind, da Universidade de Stanford, revelaram a doutrina física que se ocultava sob a fórmula de Euler. Eles demonstraram que se as partículas elementares fossem concebidas como pequenas cordas vibrantes e unidimensionais, as suas interações nucleares poderiam ser descritas exatamente pela função de Euler. Se as cordas fossem suficientemente pequenas, disseram, elas continuariam a parecer partículas puntiformes e poderiam, assim, ser compatíveis com as observações experimentais. Apesar de fornecer uma teoria simples e agradável à intuição, a descrição da força forte em termos de cordas não tardou muito em apresentar falhas. Nos anos seguintes, experiências de alta energia, capazes de explorar o mundo subatômico em maior profundidade, mostraram que várias das previsões feitas pelo modelo não correspondiam aos fatos observados.

Ao mesmo tempo, desenvolvia-se a cromodinâmica quântica, a teoria quântica de campo das partículas puntiformes, e o seu enorme êxito em descrever a força forte levou ao abandono da teoria das cordas. Enquanto a maior parte dos físicos de partículas pensava que a teoria das cordas havia sido relegada à lata de lixo da ciência, alguns dedicados pesquisadores continuavam a ocupar-se dela. Schwarz, por exemplo, considerou que “a estrutura matemática da teoria das cordas era tão bonita e tinha tantas propriedades miraculosas que isso não podia deixar de indicar algo profundo”. Um dos problemas encontrados na teoria das cordas era o seu aparente excesso de riqueza. A teoria continha configurações de cordas vibrantes com propriedades semelhantes às dos glúons, o que justificava a sua pretensão inicial de ser uma teoria da força forte. Mas além disso ela continha outras partículas de tipo mensageiro, que não pareciam ter qualquer relevância para as observações experimentais da força forte. Em 1974, Schwarz e Joël Scherk, da Ecole Normale Supérieure, empreenderam um salto corajoso que transformou esse aparente vício em virtude. Ao estudar os intrigantes tipos de vibração das cordas que se associavam às partículas mensageiras, eles verificaram que as suas propriedades correspondiam perfeitamente às da hipotética partícula mensageira da força gravitacional — o gráviton. Embora esses “pacotes mínimos” da força gravitacional ainda não tenham sido vistos até hoje, os especialistas podem prever com confiança certas características básicas que eles teriam de possuir, e Scherk e Schwarz verificaram que essas propriedades correspondiam exatamente a certos modelos de vibração. Com base nisso, Scherk e Schwarz sugeriram que o fracasso inicial da teoria das cordas devera-se a que os cientistas haviam minimizado o seu alcance. A teoria das cordas não é apenas uma teoria da força forte, afirmaram; é uma teoria quântica que inclui também a gravidade.A comunidade física não chegou a receber o anúncio com grande entusiasmo. Com efeito, Schwarz recorda que “o nosso trabalho foi universalmente ignorado”.

3A estrada do progresso já estava cheia das carcaças de tentativas fracassadas de unir a gravidade e a mecânica quântica. A teoria das cordas mostrara-se equivocada em seu projeto inicial de descrever a força forte, de modo que para muitos não parecia fazer sentido tentar usá-la para algo ainda maior. Nos últimos anos da década de 70 e nos primeiros da década seguinte, novos estudos, ainda mais devastadores, revelaram que a teoria das cordas e a mecânica quântica não deixavam de ter os seus próprios conflitos sutis. Parecia que a força gravitacional resistia, mais uma vez, a incorporar-se à descrição microscópica do universo. Essa era a situação até 1984. Em um documento histórico que culminava mais de doze anos de pesquisa intensa e que fora praticamente ignorado e mesmo contestado pela maioria dos físicos, Green e Schwarz afirmaram que o sutil conflito quântico que afetava a teoria das cordas podia ser resolvido. Mais ainda, eles demonstraram que a teoria tinha fôlego suficiente para englobar todas as quatro forças e também toda a matéria. A medida que a notícia desse resultado difundiu-se pela comunidade científica mundial, centenas de físicos de partículas abandonaram os seus projetos de pesquisas e lançaram uma ofensiva geral sobre o que parecia ser o último campo de batalha teórico na velha luta por compreender os mecanismos mais profundos do funcionamento do universo.

Iniciei o meu curso de pós-graduação na Universidade de Oxford em outubro de 1984. Eu estava ansioso por aprender tudo sobre as teorias quânticas de campo, teorias de calibre e relatividade geral, mas notei que havia uma sensação dominante entre os estudantes mais antigos de que a física de partículas não tinha futuro. O modelo-padrão já havia sido articulado, e o seu êxito extraordinário na previsão de resultados experimentais indicava que a sua confirmação definitiva era apenas questão de tempo e de detalhes. Avançar além desses limites para incluir a gravidade ou para explicar os insumos de que o modelo dependia — os dezenove números que sintetizam os dados relativos às partículas elementares, suas massas e cargas de força e a intensidade relativa das forças são números que se conhecem a partir das experiências, mas para os quais não há uma explicação teórica — era uma tarefa tão gigantesca que nenhum físico, salvo os mais corajosos dentre todos, a aceitava como desafio. Seis meses depois, essa sensação havia se transformado no oposto. O êxito de Green e Schwarz finalmente se difundira e já envolvia até mesmo os que estavam apenas iniciando a pós-graduação. Passara a dominar entre nós um sentimento eletrizante de estar no centro de um movimento profundo na história da física. Muitos de nós trabalhávamos até altas horas da noite para compreender as vastas áreas da física teórica e da matemática abstrata necessárias ao conhecimento da teoria das cordas. O período de 1984 a 1986 ficou conhecido como a “primeira revolução das supercordas”. Nesses três anos publicaram-se mais de mil trabalhos de pesquisa sobre a teoria das cordas em todo o mundo. Tais estudos mostravam conclusivamente que numerosos aspectos do modelo-padrão — aspectos que haviam sido laboriosamente descobertos depois de décadas de pesquisas exaustivas — emergiam de maneira natural e simples da estrutura global da teoria das cordas. Nas palavras de Michael Green, “no momento em que se toma conhecimento da teoria das cordas e se vê que praticamente todos os avanços principais da física nos últimos cem anos emergem — e com tal elegância — a partir de um ponto de partida tão simples, intui-se que essa teoria, francamente irresistível, não tem paralelo”. Além disso, para muitos desses aspectos, como veremos, a teoria das cordas oferece explicações muito mais completas e satisfatórias do que as do modelo-padrão. Essa percepção convenceu muitos cientistas de que a teoria das cordas estava claramente a caminho de cumprir a promessa de ser a teoria unificada definitiva. Apesar de tudo, os pesquisadores da teoria das cordas encontraram repetidas vezes um obstáculo importante. Na pesquisa física teórica, freqüentemente se encontram equações que são demasiado difíceis para compreender e analisar. Normalmente os físicos não desistem, mas tentam resolver as equações por aproximação. Na teoria das cordas, essa situação é ainda mais difícil. Até a tarefa de determinar as próprias equações mostrou-se tão difícil que só se conseguiu deduzir até agora versões aproximadas da sua formulação. Os estudiosos da teoria das cordas têm se limitado, portanto, a buscar soluções aproximadas para equações aproximadas. Após os primeiros anos de progresso intenso, com a primeira revolução das supercordas, os cientistas verificaram que as aproximações então usadas não eram adequadas para dar resposta a diversas questões essenciais que impediam que se chegasse a novos avanços. Sem propostas concretas para avançar além dos métodos aproximativos, muitos físicos sentiram-se frustrados e abandonaram a teoria das cordas para retomar suas antigas linhas de trabalho. Para os que permaneceram, o final da década de 80 e o começo da seguinte foi um período de provações. A beleza e as promessas da teoria das cordas eram como um tesouro guardado em um cofre, que só podia ser visto através do buraco da fechadura, porque ninguém tinha a chave para liberar os seus poderes. Importantes descobertas alternavam-se com longos períodos de esterilidade, e todos os que conheciam a matéria sabiam que era preciso desenvolver novos métodos que permitissem superar as aproximações anteriores. Então, em uma palestra espetacular na conferência Cordas, 1995, realizada na University of Southern Califórnia — palestra que deixou boquiaberta uma platéia composta pêlos principais físicos do mundo e que superlotava o auditório —, Edward Witten anunciou um plano para os passos seguintes, com o que deu início à “segunda revolução das supercordas”. Até os dias de hoje, os pesquisadores da teoria das cordas trabalham vigorosamente para aguçar um conjunto de métodos novos que prometem superar os obstáculos teóricos encontrados anteriormente. As dificuldades que estão por vir porão à prova a competência técnica dos estudiosos da teoria das cordas, mas a luz no fim do túnel, embora ainda distante, pode finalmente estar ficando visível.

O Tecido do Cosmos: A Ilusão do Tempo | 

O Tecido do Cosmo, uma série de quatro horas baseado no livro do físico renomado e autor Brian Greene, leva-nos para as fronteiras da física para ver como os cientistas estão montando o quadro mais completo, sobre o tempo, espaço e o universo. A cada passo, o público vai descobrir que logo abaixo da superfície de nossa experiência cotidiana existe um mundo que nós dificilmente reconhecemos, um mundo surpreendente muito mais estranho e maravilhoso do que qualquer um esperava. Brian Greene vai deixá-lo em um segredo: Fomos todos enganados. Nossas percepções do tempo e do espaço nos levaram ao erro. Muito do que pensávamos que sabíamos sobre o nosso universo, que no passado já aconteceu e o futuro ainda está para ser, que o espaço é apenas um vazio, que o nosso universo é o único universo que existe – E que só podemos estar errado. Entrelaçamento, teorias provocativas, experiências e histórias. Explicações e metáforas criativas como as que definiram a série inovadora e altamente aclamada “O Universo Elegante”.

Brian Greene: O nosso universo é o único universo?legendado em portugues

VISÃO PESSOAL

Colaboração honrosa do Prof.Dr  EMERSON LUNA- Professor do Instituto de Física da UFRGS desde 2011. Realizou sua graduação em Física na Unicamp, obteve o seu mestrado e o seu doutorado no Instituto de Física Teórica (IFT) e na Unicamp, respectivamente. Possui doutorado-sanduíche pela Université de Montréal no Canadá e pós-doutorado pelo Institute for Particle Physics Phenomenology da Universidade de Durham na Inglaterra.

O sonho de uma teoria final, completa e consistente em sua ilimitada validade, encontra um lugar natural na Física moderna. A ideia de que seja possível a formulação de uma teoria especial, contendo de forma unificada todas as leis fundamentais e propiciando o completo entendimento do universo em toda a sua complexidade, encontra raízes na corrente de pensamento filosófica denominada reducionismo. Essa corrente sugere que todos os processos e sistemas podem ser compreendidos em termos de seus constituintes mais fundamentais. Quando aplicada à Física, ela indica que o caminho para o entendimento de um determinado fenômeno segue uma orientação que sempre aponta para a camada mais profunda da realidade, de forma que, em princípio, tudo possa ser entendido em termos dos constituintes mais elementares da matéria. A filosofia reducionista nos mostra, portanto, que, se uma teoria final desses constituintes puder ser formulada, ela será necessariamente uma teoria de tudo. Certamente, ainda não temos uma teoria de tudo, e nem sequer sabemos se o reducionismo na Física pode ser sustentado de forma tão radical, mas é exatamente dentro desse contexto que alguns cientistas trabalham incessantemente na busca da teoria final. Nos últimos anos, uma nova candidata à teoria de tudo tem cativado a imaginação de vários desses cientistas: a Teoria de Supercordas. Essa teoria, cujo postulado central é o de que o mundo que nos cerca seja constituído por pequenas cordas, propõe uma descrição unificada de todas as forças da natureza e de todas as partículas fundamentais da matéria. A Teoria de Supercordas combina a Teoria de Cordas com uma estrutura matemática chamada supersimetria, uma simetria geométrica abstrata que descreve de forma unificada bósons e férmions, as duas classes em que todas as partículas fundamentais da natureza podem ser agrupadas. A Teoria de Supercordas é baseada em ideias matemáticas elegantes com consequências que têm provado serem consistentes com o mundo real. A beleza e o potencial do seu formalismo físico-matemático tem atraído a atenção de muitos físicos, tornando o estudo das propriedades das cordas uma das áreas de pesquisa mais ativas na Física teórica. Entre os principais entusiastas da Teoria de Supercordas está o físico teórico Brian Greene. Para ele e outros praticantes deste formalismo a teoria esboça de forma plausível o caminho para a formulação de uma teoria quântica da gravitação, etapa essencial na construção de uma visão unificada de todas as forças. A Teoria de Supercordas seria a candidata natural para a solução do paradoxo central da Física contemporânea das partículas elementares, que se resume na aparente incompatibilidade de suas duas principais fundações teóricas. A primeira fundação é a teoria da Relatividade Geral de Einstein, que relaciona a força da gravidade à estrutura do espaço e do tempo. É uma “generalização” da teoria de gravitação de Newton consistente com os princípios, válidos para fenômenos que ocorram com velocidades próximas à da luz, ditados pela Teoria da Relatividade Especial. A Relatividade Geral trata de fenômenos em escalas cósmicas e forma a base do nosso atual entendimento da evolução do universo. A segunda fundação é a Mecânica Quântica, a teoria que rege os fenômenos em escalas microscópicas. Teorias quânticas relativísticas, que combinam elementos da Mecânica Quântica e da Relatividade Especial, existem para três das quatro forças fundamentais da natureza, mais precisamente para as interações forte, fraca e eletromagnética. Entretanto, no caso da quarta força fundamental conhecida, a interação gravitacional, até o momento não há uma teoria que una satisfatoriamente aspectos comuns à Mecânica Quântica e à teoria de Einstein para a gravitação. A dificuldade está no fato de tal unificação exigir uma formulação radical – mente nova das leis da Física do mundo microscópico. Porém, como apontam os teóricos de supercordas, essa visão nova e radical do tempo e do espaço já está presente de forma intrínseca na teoria, uma vez que nela as partí – culas elementares passam a ser pensadas como cordas, e não mais como pontos.Uma característica essencial da Teoria de Supercordas é que ela requer que o universo possua mais do que três dimensões espaciais. A pesquisa de Brian Greene está focada no estudo das implicações físicas dessas dimensões extras. Seus estudos têm contribuído de forma original para o entendimento das propriedades das dimensões extras e colaborado de forma decisiva para o desenvolvimento das bases da chamada geometria quântica, onde aspectos topológicos são essenciais (topologia é um ramo da Matemática que estuda a maneira como linhas, curvas, superfícies etc. se conectam entre si; dizemos que dois objetos são topológicamente distintos quando não podem ser deformados um no outro sem que “rasguemos” um deles). A geometria quântica difere em aspectos substanciais da geometria clássica inerente à Relatividade Geral, sendo a geometria exigida para a descrição acurada de processos físicos que ocorram em escalas ultrami – croscópicas, ou seja, em escalas onde efeitos quânticos tornam-se relevantes. Brian Greene é também pioneiro em estudos dedicados à interface entre a Teoria de Supercordas e a Cosmologia, área da Física dedicada ao estudo da origem e evolução do universo. Ele foi um dos fundadores, sendo atualmente um dos diretores, de um novo instituto na Universidade de Columbia, o ISCAP – Institute for Strings, Cosmology, and Astroparticle Physics (Instituto de Cordas, Cosmologia e Astropartículas). Um dos principais objetivos desse instituto é a identificação de possíveis manifestações da Teoria de Supercordas em dados cosmológicos de alta precisão que serão coletados por vários experimentos na próxima década. Com um importante e intenso trabalho de popularização da ciência, Brian Greene tornou-se um autor conhecido fora dos círculos acadêmicos. Seu primeiro livro de divulgação científica, The elegant universe: Superstrings, hidden dimensions and the quest for the ultimate theory, publicado em 1999 e traduzido em 2001 para o português com o título O universo elegante: Supercordas, dimensões ocultas e a busca da teoria definitiva, é uma bem-sucedida obra de popularização da Teoria de Supercordas e da Teoria-M, a teoria que unifica as primeiras Teorias de Supercordas dentro de uma estrutura única de 11 dimensões espaço-temporais. Neste livro, Greene utiliza de forma hábil uma série de analogias criativas para compor em detalhes aspectos físicos e matemáticos da Teoria de Supercordas e suas implicações. O livro foi finalista do Prêmio Pulitzer e vencedor do The Aventis Prizes for Science Books em 2000, e também gerou um programa especial de tevê no canal norte-americano PBS, apresentado e narrado pelo próprio autor. O programa televisivo venceu em 2003 o Prêmio Peabody. The fabric of the cosmos: Space, time and the texture of reality, seu segundo livro, publicado em 2005 e traduzido no mesmo ano para o português com o título O tecido do cosmo: O espaço, o tempo e a textura da realidade, tem por objetivo familiarizar o leitor, sempre a partir de analogias extraídas do nosso senso comum, com alguns conceitos matemáticos não intuitivos que permeiam vários conceitos e teorias físicas, como, por exemplo, a Teoria de Supercordas, o princípio da incerteza de Heisenberg e a cosmologia inflacionária. Neste livro, Greene faz um apanhado histórico da nossa compreensão dos conceitos de tempo e espaço, passando pela Física de Newton, de Einstein e pela Física Quântica antes de discutir os últimos avanços da Teoria de Supercordas. Greene abre o livro com uma discussão sobre O mito de Sísifo, ensaio filosófico de Albert Camus, estabelecendo um tom hu – manista que se sustenta até a última página. Este livro gerou um outro programa de TV no canal PBS, novamente contando com a apresentação e a narração de Greene. Na sua terceira obra literária de divulgação, Icarus at the Edge of Time, publicada em 2008 e ainda não traduzida para o português, Greene realiza uma engenhosa transpo – sição do mito clássico grego para a era moderna: no lugar de asas de cera e uma viagem próxima ao Sol, um garoto se aventura através do espaço cósmico e se depara com os desafios existentes nas proximidades de buracos negros. O livro, ricamente ilustrado com fotos coloridas do telescópio espacial Hubble, é destinado a um público infanto-juvenil mais aficionado por histórias de aventura. Seu quarto livro, The hidden reality: Parallel universes and the deep laws of the cosmos, publicado em 2011 e traduzido em 2012 para o português com o título A realidade oculta: universos paralelos e as leis profundas do cosmo, discute uma questão central da Física moderna e da Cosmologia: é o nosso universo único? O livro mostra que, com o advento da Teoria de Supercordas, a existência de múltiplos universos e outras entidades exóticas tornou -se bastante provável. A partir da teoria da Relatividade, do Big Bang e do nosso universo em expansão, o autor discorre sobre a multiplicidade de formas que esses universos paralelos poderiam tomar. Com um olhar lúcido e intrigante, Greene sustenta que a existência de universos paralelos, o multiverso, é a explicação mais razoável para diversos enigmas cosmológicos. Brian Greene nasceu em Nova York em 1963. Realizou sua graduação em Física na Universidade de Harvard e obteve seu doutorado na Universidade de Oxford, onde foi um Rhodes Scholar. Ele foi professor titular da Universidade de Cornell antes de se tornar professor de Física e Matemática da Universidade de Columbia. Além de várias aparições na mídia, o seu programa especial baseado no livro O universo elegante, e do já citado Prêmio Peabody, conquistou o Prêmio French Prix Jules Verne e recebeu três indicações para o Prêmio Emmy. Seu livro para o público infanto-juvenil, Icarus at the Edge of Time, foi adaptado para uma apresentação sinfônica, com trilha sonora original de Philip Glass, estreando no Lincoln Center Alice Tully Hall em 2010. Junto com a jornalista Tracy Day, vencedora do Prêmio Emmy, Brian Greene fundou o The World Science Festival. O festival, que estreou em Nova York em 2008 e já atraiu um público superior a 500 mil pessoas, foi saudado pelo New York Times como “uma nova instituição cultural”. Greene já ministrou palestras técnicas e de divulgação científica em mais de 25 países. Em 2012, teve seu talento como educador reconhecido ao receber o Prêmio Richtmyer Memorial Award, concedido anualmente pela Associação Americana de Professores de Física.

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Inspiração….

Teoria de Cordas e Supercordas
Henrique Boschi Filho-Instituto de Física-UFRJ-PDF-III Encontro de Ciências do Universo, Núcleo de Pesquisas em Ciências,-4 de Julho de 2015

Questões para Brian Greene- Entrevista para o jornal The New York Times em julho de 2010 (em inglês) http://is.gd/Greene3 (http://www.nytimes.com/2010/12/19/magazine/19FOB-Q4-t.html?_r=1&amp😉

David Letterman Entrevista concedida a David Letterman em março de 2005 (em inglês) http://is.gd/Greene4 (https://www.youtube.com/watch?v=9P3iymn1yzc)

O novo Carl Sagan Entrevista para a revista Época sobre” O universo elegante e a Teoria das Supercordas”, publicada em agosto de 2004

http://is.gd/Greene5 (http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT791042-1666,00.html)

Além do Cosmos- Vídeo da série produzida pela PBS e transmitida pela NatGeo (dublado) http://is.gd/Greene8 (https://www.youtube.com/watch?v=PNw2G60zIxQ&feature=youtu.be )

Icarus at the Edge of Time Amostra publicada no site da livraria Amazon da novela infanto-juvenil escrita por Greene (em inglês) http://is.gd/Greene9 (http://www.amazon.com/Icarus-Edge-Time-Brian-Greene/dp/B002U0KO2W/ref=sr _1_6?s=books&ie=UTF8&qid=1398045206&sr=1-6&keywords=brian+greene)

Icarus at the Edge of Time- II Trailer do filme produzido a partir do livro de Brian Greene (em inglês) http://is.gd/Greene10(http://worldsciencefestival.com/videos/trailer_icarus_at_the_edge_of_time)

O tecido do cosmo Site da PBS sobre a série The fabric of cosmos (em inglês) http://is.gd/Greene11 (http://www.pbs.org/wgbh/nova/physics/fabric-of-cosmos.html)

O universo elegante Site da PBS sobre a série The elegant universe (em inglês) http://is.gd/Greene12 (http://www.pbs.org/wgbh/nova/physics/elegant-universe.html)

TED Talks Palestras de Brian Greene (em inglês) http://is.gd/Greene6(https://www.ted.com/speakers/brian_greene)

Brian Greene e a Teoria das Cordas Vídeo de Brian Greene no TED Talks (legendado) http://is.gd/Greene7 (https://www.youtube.com/watch?v=oWXtyJqwdEw)

WSC Vídeos de Brian Greene no World Science Festival (em inglês) http://is.gd/Greene13(http://worldsciencefestival.com/participants/videos/brian_greene)

The herb garden contamination Participação de Brian Greene na série The Big Bang Theory (em inglês) http://is.gd/Greene14 (https://www.youtube.com/watch?v=w5VVEw4ZSRI)

Monicavox

Recomendo….

Site oficial: http://briangreene.org/