Ressignificação em Seis Passos

Resultado de imagem para imagens sobre ressignificarExiste um verbo muito bonito e comumente utilizado pelos profissionais da Psicologia chamado “ressignificar”. Aqui vai uma breve reflexão sobre o seu significado lá na raiz, na origem desta palavra, para que você utilize esse conhecimento com o propósito de se tornar um ser humano melhor.O mais comum de se pensar em relação a esse verbo é: “Dar um novo significado a algo…”. O que está correto; Ressignificar realmente é dar um novo significado a alguma experiência, pois o “re” significa “de novo” ou “novamente”.Porém, na raiz, essa palavra significa: “retirar AFETO de alguma coisa”. Vamos entender o que isso quer dizer.

O significado desse verbo é maravilhoso, pois ao ressignificar uma experiência, você está retirando o afeto que ela tem sobre você, ou seja, ela não lhe afeta mais, não retira suas melhores energias, ela não lhe angustia mais, nem lhe deixa nervoso, com raiva, com medo etc.

Para desfrutar das vantagens da Ressignificação em Seis Passos, sente-se em uma cadeira confortável e siga os passos indicados a seguir. É provável que você consiga resultados completos ao seguir este processo. Mesmo quando não chegam ao final, as pessoas sempre sentem os resultados benéficos dos passos que conseguem completar. Em geral, é mais fácil alcançar resultados com a ajuda de alguém que conheça o método.

Alguns dos passos do processo podem parecer um tanto estranhos. Todos achamos estranhos no início.Sempre dizemos: “A única razão para fazermos algo tão estranho é que alcançamos resultados — em geral, de maneira fácil e rápida”. O pior que pode acontecer é nada, e com frequência as pessoas obtêm novas opções para problemas que as incomodaram durante anos.

Passo nº 1. Escolha um comportamento ou sentimento de que não gosta.

Talvez você fume, coma demais, deixe tudo para a última hora ou sinta-se incapaz ou chateado, as vezes, ou ainda sofra de algum problema físico. Escolha algo específico (X) e depois pense “naquele seu lado que o faz fazer X”.

Passo nº 2. Inicie uma conversa com esse seu lado.

Primeiro, vá para dentro de si mesmo e peça desculpas a esse seu lado por não lhe ter dado a devida importância antigamente. Diga-lhe que agora percebe que ele deseja fazer algo importante e positivo por você, ao fazer X, mesmo que ainda não saiba exatamente qual seja esse propósito positivo. Quanto mais delicado e educado você for com esse seu lado, mais ele estará receptivo para se comunicar com você.

Agora, feche os olhos e faça em silêncio a seguinte pergunta: “Será que este meu lado que me faz fazer X estaria disposto a se comunicar agora comigo, de maneira consciente?” Após ter feito a pergunta, observe o que vê, ouve ou sente. Isso pode parecer estranho, mas não há problema; apenas observe o que acontece. Geralmente, recebemos vários sinais do nosso lado inconsciente: a imagem de uma pessoa ou de um animal que sacode a cabeça, uma cor ou uma forma, sons ou palavras. Muitas pessoas sentem uma sensação no corpo — um repuxamento na espinha, calor nas mãos ou no rosto, um aumento dos batimentos cardíacos, ou algo diferente.

Talvez você sinta algum aspecto da antiga reação em relação ao problema. Por exemplo, se estiver trabalhando com um lado que o faz sentir-se zangado, talvez sinta um ponto de tensão no estômago ou um aperto no coração. Alguns sinais são tão específicos e surpreendentes que sabemos imediatamente que há um outro lado nosso que está se comunicando conosco. Às vezes, o sinal pode se parecer com os nossos pensamentos e imagens normais. Assim que conseguir obter um sinal, pare para agradecer ao seu lado por estar se comunicando.

Resultado de imagem para imagens sobre ressignificarComo a remodelagem funciona com os lados “inconscientes” das pessoas, é muito importante que o sinal seja tal que não possa ser repetido através de um esforço consciente. Isso lhe dará a certeza de que não está enganando a si próprio. Tente imitar conscientemente o sinal que recebeu. Se não for possível, o sinal é válido, e você pode passar ao passo seguinte. Se for possível repetir o sinal, diga simplesmente ao seu lado interior: “Para que eu possa ter certeza de que estou me comunicando com você, preciso receber um sinal que esteja realmente fora do meu controle. Como consegui repetir o sinal que você acabou de me enviar, por favor escolha um outro que eu não consiga repetir”, e espere por uma nova resposta. A cada vez que o lado interior se comunicar, agradeça-lhe a resposta — mesmo que ainda não a compreenda bem.

O que quer que veja, ouça ou sinta como resposta à sua pergunta, é necessário saber o que significa o sinal — quando o lado que está se comunicando está dizendo “sim” ou “não”. Você deve ir para dentro de si mesmo e perguntar: “Para que eu possa saber exatamente o que você quer dizer, se isto é um sim, se está disposto a se comunicar comigo em nível consciente, por favor aumente o sinal” (luminosidade, volume ou intensidade). Se você quer dizer não, que não está disposto a se comunicar, por favor diminua o sinal” (l uminosidade, volume ou intensidade).

Normalmente, o sinal deve aumentar ou diminuir, e não importa qual seja a resposta. Se o seu lado interior mandar um sinal de que não deseja se comunicar, ainda assim é um tipo de comunicação. Quase sempre, esta mensagem quer simplesmente dizer que existe um tipo de informação que esse seu lado não quer comunicar, e nesse caso não há necessidade de comunicação.

Passo nº 3. Separar o comportamento da intenção positiva.

Este é o momento de distinguir entre o comportamento ou reação do lado interior e o seu objetivo ou intenção positiva. É importante lembrar que partimos do princípio de que, mesmo que o lado interior esteja fazendo algo de que não gostamos, ele o está fazendo com algum propósito positivo importante.

Vá para dentro de si mesmo e pergunte a esse seu lado: “Você está disposto a me informar o que há de positivo quando me faz fazer X?” Ele pode lhe responder com o mesmo sinal de sim ou não criado no passo nº 2.

Se seu lado interior disser que sim, agradeça-lhe e pergunte-lhe se deseja esclarecer o motivo. Se ele disser não, agradeça-lhe também e diga-lhe que você está partindo do princípio de que ele deve ter suas razões para não lhe esclarecer o motivo agora. Então, pode passar ao passo nº 4, mesmo que não saiba conscientemente qual a intenção positiva.

É muito importante não tentar “adivinhar” os motivos do lado interior, achando que sabe o que ele está querendo nos dizer. A ressignificação nos fornece um meio de obter a resposta diretamente do lado interior. Se não tiver certeza do que ele está dizendo ou mostrando, pode usar o sinal de sim ou não para saber. Por exemplo, pode-se dizer mentalmente: “Acho que sua intenção positiva é me ajudar a ser bem-sucedido. Por favor, dê um sinal de sim, se for verdade, ou de não, se eu estiver enganado”. Cada pessoa recebe mensagens que são válidas apenas para ela e que podem ser completamente diferente das mensagens recebidas por outras pessoas. A enxaqueca pode conter uma mensagem diferente para cada pessoa. (Pior ainda é tentar adivinhar o que querem dizer os lados interiores de outras pessoas e dizer o que achamos que pode ser propósito.)

Se receber um “propósito positivo” que não lhe agrade ou lhe pareça negativo, agradeça ao seu lado pela informação. Em seguida, pergunte: “O que quer fazer por mim de positivo com essa atitude?” Continue a fazer esta pergunta até obter um propósito positivo com o qual esteja de acordo.

Até aqui, chamamos o seu lado interior de “o lado que faz você fazer X”. Agora, passaremos a chamá-lo “o lado que quer Y”, pois estaremos reconhecendo e aceitando sua intenção positiva.

Imagem relacionadaPasso nº 4. Descobrir novos comportamentos ou reações.

Peça mentalmente ao seu lado que use o sinal de sim/não para responder à seguinte pergunta: “Se houvesse outras maneiras que você (o lado que quer Y) achasse positivas, gostaria de usá-las?” Se seu lado interior compreender o que você está dizendo, sua resposta será sempre sim. Você está lhe oferecendo melhores opções para conseguir o que deseja, sem eliminar a sua antiga maneira de agir. Se obtiver uma resposta negativa, isso significa apenas que o lado não entendeu o que você está lhe oferecendo. Neste caso, explique-lhe de maneira mais clara, para que ele possa entender e concordar.

Agora, pare um instante para perceber o seu lado criativo. Todos nós temos um lado criativo. É importante esclarecer que não estamos falando de criatividade artística. Trata-se apenas do nosso lado que descobre uma nova maneira de distribuir os móveis ou imagina uma maneira diferente de se divertir. Se preferir usar uma palavra diferente no lugar de criativo, perfeito. Qualquer que seja o nome que você lhe dê, esse seu lado vai gerar maneiras alternativas de satisfazer a intenção positiva.

Vá para dentro de si mesmo e peça ao seu lado que quer Y que “Entre em contato com o lado criativo e diga-lhe qual é sua intenção positiva, para que ele possa entender”. Depois, convide seu lado criativo a participar, da forma que esses lados mais gostam de fazer: “Assim que entender qual é a intenção positiva, por favor comece a criar outras possibilidades para atingir esse propósito e as comunique ao lado que deseja Y”. Algumas dessas possibilidades não vão funcionar, outras talvez funcionem em parte, enquanto outras funcionarão às mil maravilhas. A função do lado criativo é examinar rapidamente as possibilidades, de forma que o outro lado possa escolher a que julgar mais conveniente. “O lado que deseja Y poderá então selecionar novas maneiras tão boas ou melhores do que X para alcançar o seu propósito positivo. A cada vez que selecionar uma escolha melhor, ele me fará um sinal de sim, para que eu saiba.”

Quando tiver recebido três sinais positivos, pode passar ao passo seguinte. Agradeça tanto ao seu lado criativo quanto ao lado que deseja Y a ajuda que acaba de receber, mesmo não sabendo conscientemente quais são suas três novas opções.

Passo nº 5. Comprometimento e teste do processo.

Pergunte ao lado que deseja Y: “Você está realmente disposto a usar essas novas opções nas situações apropriadas, para descobrir como elas vão funcionar?” Peça ao lado que responda com o sinal de sim ou não. Se a resposta for sim, passe ao passo nº 6. Se for não, descubra qual é a objeção. Talvez tenha de voltar ao passo nº 5, para obter novas opções que satisfaçam à objeção.

Passo nº 6. Verificação da ecologia interna.

O lado que deseja Y está satisfeito, pois tem três novas opções. Agora, pergunte mentalmente aos seus outros lados: “Algum de vocês tem alguma objeção quanto às novas opções?” Se não receber nenhum sinal interior, o processo está completo. Se receber algum sinal — seja vendo, ouvindo ou sentindo algo dentro de você —, é preciso saber se é uma objeção real ou se simplesmente um lado seu está empolgado por ter novas opções. Diga: “Se tiver alguma objeção, por favor aumente o sinal de sim; se não tiver objeção, diminua-o, para que se torne um não.” Se houver um lado com objeção, você poderá retomar o processo de Ressignificação em Seis Passos com o novo lado e com o lado que deseja Y, para encontrar três novas opções que satisfaçam as intenções positivas de ambos os lados. Se receber vários sinais de objeção, volte ao passo nº 2 e peça a todos os seus lados que tenham objeções que formem uma “comissão” que irá identificar as intenções positivas de cada um dos lados e selecionar novas opções dentre as geradas pelo lado criativo. É importante ter certeza de que cada uma das novas opções satisfaça todos os lados em questão. Um consenso, ao invés de um voto por maioria, resultará numa mudança duradoura e tranqüila. A partir do momento em que todos os lados estejam de acordo, você irá automaticamente agir de maneiras novas e mais eficientes.

Resultado de imagem para imagens sobre ressignificarVisão pessoal…

Depois de usar a Ressignificação em Seis Passos inúmeras vezes pessoalmente,  vimos que este método oferece uma forma de nos amarmos. Não há dúvida de que, se olharmos apenas os comportamentos e sentimentos que nos desagradam, é fácil não gostarmos de nós mesmos e dos outros. A ressignificação nos mostra como sermos receptivos a cada um desses comportamentos e sentimentos, graças aos seus propósitos positivos. Se nos sentimos infelizes, culpados, zangados ou embaraçados, ao invés de nos criticarmos por termos esses sentimentos, podemos aceitá-los e descobrir qual o propósito positivo de cada um deles. À medida que descobrimos outras formas de atingir esses objetivos positivos, não mais precisaremos ter sentimentos desagradáveis ou comportamentos problemáticos.Em minha opinião, a melhor forma de ressignificar experiências doloridas e traumáticas se dá através de três palavras: PERDÃO, ACEITAÇÃONÃO RESISTÊNCIA.Das três, a mais importante, sem sombra de dúvidas, é o perdão. Quando você perdoa a si mesmo e aos outros, aquilo deixa de ter peso na sua vida. O perdão é uma forma de cura das nossas emoções e enfermidades. Na realidade, ele é, juntamente com a GRATIDÃO, compõe os dois maiores poderes que o ser humano possui. Portanto, se perdoe; Você só tem a ganhar com isso…Para complementar essa ideia da aceitação, compartilho também a sábia e profunda visão do místico Osho.

“A mente sem aceitação não aceita nada. Mas, se conseguir aceitar a sua solidão, a sua depressão, a sua confusão, a sua tristeza, você já estará transcendendo. Aceitação é transcendência.” – Osho

Inspiração…

O processo de ressignificação de crenças e de mudança

A RESSIGNIFICAÇÃO DA VIDA COTIDIANA

a ressignificação na terapia cognitiva – Repositório Institucional UNESP

Técnica extraída do Livro: A Essência da Mente: Usando seu Poder Interior para Mudar. C. ANDREAS & STEVE ANDREAS – Editora Summus

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OS FARDOS DO PASSADO – A MENTE TRANQÜILA – A COMUNICAÇÃO – A REALIZAÇÃO – DISCIPLINA – O SILÊNCIO – A VERDADE E A REALIDADE-por Jiddu Krishnamurti

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Na vida que em geral levamos há muito pouca solidão. Mesmo quando estamos sós, nossa vida está tão repleta de influências, de conhecimentos, de memórias e experiências, de ansiedade, aflição e conflito, que nossa mente se torna cada vez mais embotada e insensível, funcionando numa monótona rotina. Estamos sós, alguma vez? Ou estamos transportando conosco todas as cargas de ontem?

Conta-se uma história interessante de dois monges que, caminhando de uma aldeia para outra, encontraram uma jovem sentada à margem de um rio, a chorar. Um dos monges dirigiu-se a ela, dizendo: “Irmã, por que choras?” E ela respondeu: “Estás vendo aquela casa do outro lado do rio? Eu vim para este lado hoje de manhã cedo e não tive dificuldade em vadear o rio; mas, agora ele engrossou e não posso voltar; não há nenhum barco”. “Oh!” diz o monge, “isto não é problema” – e levantou nos braços a jovem e atravessou o rio, deixando-a na outra margem. E os dois monges prosseguem juntos a jornada. Passadas algumas horas, diz o outro monge: “Irmão, nós fizemos o voto de nunca tocar numa mulher. O que fizeste é um horrível pecado. Não sentiste prazer, uma sensação extraordinária, ao tocar uma mulher?” – E o outro monge responde: “Eu a deixei para trás há duas horas. Tu ainda a estás carregando, não é verdade?”

É isso o que fazemos. Carregamos nossos fardos a todas as horas; nunca morremos para eles, nunca os deixamos para trás. É só quando dispensamos a um problema toda a nossa atenção e o resolvemos imediatamente, sem o transportarmos para o dia seguinte, o minuto seguinte – é só então que há solidão. Então, ainda que estejamos numa casa cheia de gente, ou viajando num ônibus, temos solidão. E essa solidão denota uma mente nova, uma mente inocente.

Ter silêncio e espaço interiores é muito importante, porque implica liberdade para existir, mover-se, atuar, voar. Afinal de contas, a bondade só pode florescer onde há espaço, assim como a virtude só pode medrar quando há liberdade. Podemos ter liberdade política, mas, interiormente, não somos livres e, por conseguinte, não há espaço. Nenhuma virtude, nenhuma qualidade valiosa, pode funcionar ou medrar sem esse vasto espaço interior. E o espaço e o silêncio são necessários, pois apenas a mente que está só, livre de influências, de disciplinas, do controle de uma infinita variedade de experiências, é capaz de encontrar-se com algo totalmente novo.

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Cada um de nós pode verificar diretamente que só há possibilidade de clareza quando a mente se encontra em silêncio. No Oriente, a finalidade da meditação é produzir um estado mental capaz de controlar o pensamento, o que é a mesma coisa que recitar constantemente uma oração para quietar a mente, esperando-se que, nesse estado, se compreenderão os problemas do indivíduo. Mas, a menos que sejam lançadas as bases, ou seja que se esteja livre do medo, livre do sofrimento, da ansiedade e de todas as armadilhas que armamos para nós mesmos, não vejo possibilidade de a mente ficar realmente quieta. Esta é uma das coisas mais difíceis de transmitir.

A comunicação entre nós requer, não só que compreendais as palavras que estou empregando, mas também que ambas as partes, vós e eu, estejam tensas ao mesmo tempo, nem um momento mais cedo ou mais tarde, e sejam capazes de encontrar-se no mesmo nível. Essa comunicação não é possível quando estais interpretando o que estais lendo de acordo com vossos próprios conhecimentos, vosso prazer ou vossas opiniões, ou quando estais fazendo um tremendo esforço para compreender.

Um dos piores tropeços na vida – parece-me – é essa luta constante para alcançar, conseguir, adquirir. Desde a infância somos educados para adquirir e realizar; as próprias células cerebrais criam e exigem esse padrão de realização, a fim de terem segurança física, mas a segurança psicológica não se encontra no campo da realização. Exigimos segurança em todas as nossas relações, atitudes e atividades, mas, como já vimos, não existe realmente essa coisa chamada segurança. Se descobris, por vós mesmo, que não há nenhuma forma de segurança em qualquer espécie de relação – se percebeis que, psicologicamente, nada existe de permanente, esse percebimento vos proporciona uma maneira totalmente diferente de considerar a vida. É essencial, naturalmente, a segurança exterior – teto, roupa, comida – mas essa segurança exterior é destruída pela exigência de segurança psicológica.

Resultado de imagem para imagens de jidduO espaço e o silêncio são necessários para ultrapassarmos as limitações da consciência, mas, como pode ficar quieta uma mente que está perenemente ativa em seu próprio interesse? Podemos discipliná-la, controlá-la, moldá-la, mas essa tortura não torna a mente quieta; só a torna embotada. Evidentemente, o mero cultivo do ideal de ter uma mente quieta é sem valor, porque, quanto mais a forçamos, mais estreita e estagnada ela se torna. Qualquer forma de controle, tal como a repressão, só produz mais conflito. Assim, o controle e a disciplina exterior não constituem o caminho certo, e tampouco tem algum valor uma vida não disciplinada.

A vida de quase todos nós é exteriormente disciplinada pelas exigências da sociedade, pela família, por nosso próprio sofrimento, nossa própria experiência, pelo ajustamento a certos padrões ideológicos ou factuais, e essa forma de disciplina é a coisa mais maléfica que existe. A disciplina deve ser sem controle, sem repressão, sem nenhuma forma de medo. Como pode nascer essa disciplina? Não é – primeiro disciplina, depois liberdade; a liberdade está bem no começo, e não no fim. Compreender essa liberdade, que significa estar livre do ajustamento que a disciplina impõe, é disciplina. O próprio ato de aprender é disciplina (aliás, a própria raiz da palavra disciplina significa aprender), o próprio aprendizado transforma-se em clareza. A compreensão de toda a natureza e estrutura do controle, da repressão e da complacência, requer atenção. Não é necessário impor disciplina para estudar, pois já o ato de estudar cria sua própria disciplina, sem repressão de espécie alguma.

Para rejeitarmos a autoridade (referimo-nos à autoridade psicológica e não à autoridade da lei), rejeitarmos a autoridade de todas as organizações religiosas, de todas as tradições e da experiência, temos de ver por que, normalmente, obedecemos; temos, com efeito, de estudar isso. Esse estado exige que nos achemos livres da condenação, da justificação, da opinião, da aceitação. Ora, não podemos aceitar a autoridade, e estudá-la; isso é impossível. Para se estudar toda a estrutura psicológica da autoridade, cumpre exista liberdade dentro de nós mesmos. E quando a estamos estudando, estamos rejeitando toda a sua estrutura, e quando rejeitamos, essa própria rejeição é a luz da mente livre da autoridade. A negação de tudo o que tem sido considerado valioso – como a disciplina externa, a liderança, o idealismo – é estudá-lo; então, esse próprio ato de estudar não só é disciplina, mas a negação dela, e a própria negação é um ato positivo. Assim, estamos negando todas as coisas consideradas importantes para promover a quietação da mente.

Como vemos, não é o controle que leva à quietação. Tampouco está quieta a mente ao ter um objeto que de tal maneira a absorve que ela se perde nesse objeto. Isso é como dar a uma criança um brinquedo interessante; a criança se torna quieta, mas, tire-se-lhe o brinquedo e ela volta a fazer travessuras. Todos nós temos os nossos brinquedos que nos absorvem, e, por isso, pensamos que estamos muito quietos; mas, se um homem se dedica a uma certa forma de atividade, científica, literária ou qualquer outra, o brinquedo apenas o absorve e ele não está, em absoluto, totalmente quieto.

O único silêncio que conhecemos é o silêncio que vem quando cessa o barulho, o silêncio que vem quando o pensamento cessa; mas isso não é silêncio. O silêncio é coisa toda diferente, como a beleza, como o amor. Esse silêncio não é o, produto de uma mente quieta, não é o produto de células cerebrais que, tendo compreendido toda a estrutura, dizem: “Pelo amor de Deus, fica quieto!”; são, então, as próprias células cerebrais que produzem o silêncio, e isso não é silêncio. Tampouco é o silêncio produto da atenção em que o observador é o objeto observado; não há então atrito, mas isso não é silêncio.

Estais esperando que eu vos descreva o que é esse silêncio, a fim de poderdes compará-lo, interpretá-lo, levá-lo e enterrá-lo. Ele é indescritível. O que pode ser descrito é o conhecido, e o estado livre do conhecido só pode tornar-se existente quando há um morrer todos os dias para o conhecido, para os insultos, as lisonjas, para todas as imagens que tendes formado, para todas as vossas experiências: morrer todos os dias, para que as células cerebrais se tornem novas, juvenis, inocentes. Mas, essa inocência, esse frescor, essa “qualidade” de ternura e delicadeza não produz o amor; não é a “qualidade” da beleza ou do silêncio.

Resultado de imagem para imagens de jidduVisão pessoal….

Aquele silêncio, que não é o silêncio do fim do barulho, é só um modesto começo. Ê como passar por um túnel estreito para se chegar a um oceano imenso, vasto, extenso – a um estado imensurável, atemporal. Mas isso não se pode compreender verbalmente, a menos que se tenha compreendido toda a estrutura da consciência e o significado do prazer, do sofrimento e do desespero, e as próprias células cerebrais se tenham tornado quietas. Então, talvez alcancemos aquele mistério que ninguém pode revelar-nos e nada pode destruir. Uma mente viva é uma mente quieta, uma mente viva é uma mente que não tem centro algum e, por conseguinte, não tem espaço nem tempo. Essa mente é ilimitada, e esta é a única verdade, a única realidade…..

Inspiração….

 

ICK Instituição Cultural Krishnamurti

Krishnamurti – A Arte de Viver.pdf

Liberte-se do Passado, J. Krishnamurti

Krishnamurti – O Despertar da Sensibilidade.pdf

Krishnamurti – O Homem e Seus Desejos Em Conflito.pdf

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Vidas passadas e suas relações cármicas….

Um dos elementos mais importantes para o processo de ascensão, está relacionado à lembrança das vidas passadas. Nem todos os discípulos da luz possuem lembranças, o que não os impede, entretanto, de trabalharem na vida presente com situações do passado, ou de reencontrarem pessoas importantes para a sua evolução. Tudo isto  acontece e é um fato – na verdade, todos nós convivemos hoje com familiares, parentes, amigos e pessoas mais próximas, que em algum momento do passado, também já estiveram conosco e portanto, possuímos alguma ligação com eles.

Podemos não saber, mas muitas destas pessoas que hoje nos são próximas, num passado recente ou distante, podem ter sido nossos inimigos. Algumas vezes, porém, são apenas espíritos amigos que decidiram, por uma questão de afinidade, fazer parte de nossa família ou então serem nossos pais, ou então simplesmente amigos.

Este caso se aplica especialmente quando uma alma vem ao mundo com pouco ou nenhum karma, visando apenas realizar um serviço altruísta para a humanidade. Um dos grandes entraves nesta questão, para os discípulos da luz, está na dificuldade de transpor e transcender os karmas, ligações que adquirimos com outras pessoas, devido a termos gerado algum tipo de desequilíbrio com elas.

Há conflitos que podem durar por muitas e muitas vidas, pois que ambos os lados envolvidos, não conseguem renunciar às suas próprias facetas negativas do ego humano, não conseguem desvencilhar-se de algum aspecto negativo de si mesmos, e acabam se aprisionando à interminável roda de reencarnações. Este é o maior perigo para todos aqueles que estão no caminho da ascensão. Todos os nossos relacionamentos devem ser encarados sempre pelos padrões, pensamentos e atitudes crísticas. Os ensinamentos de Jesus, entre outros, são alguns exemplos que merecem realmente ser seguidos, pois são elementos fundamentais para que a alma se liberte definitivamente da prisão do mundo carnal.

A Lei do Retorno é um fato – tudo aquilo que fazemos aos outros, retorna para nós mesmos. Enquanto não assumimos a responsabilidade pelas nossas próprias criações, por tudo aquilo que fizemos em outras vidas, continuaremos presos e condicionados às influências daquilo que geramos, e que por falta de consciência, insistimos em manter em nossas vidas. Quando, porém, existe o desejo sincero de libertação, precisamos ter a consciência de que existe um desafio para ser transcendido, mas que, se observarmos bem, não nos trará nenhum sofrimento, se soubermos avaliar a situação como um aprendizado.

Resultado de imagem para imagens sobre vidas passadasÉ preciso ter a consciência da aceitação, seja do bem ou do mal, pois somente assim haverá o perdão, e o perdão é uma das chaves para a libertação. Não existem fatalidades. Existe algo que precisa ser aprendido, e um sofrimento que em nada nos ajuda, que deve ser evitado. Precisamos ter a consciência de que um karma não é originalmente bom, mas se o adquirimos, podemos aprender através dele, ao invés de encararmos a lição através do sofrimento. Baseados no sofrimento, podemos criar complicações e até mesmo adquirir outros karmas – por isto é que precisamos encarar tudo, sem exceção, sempre pelo lado do aprendizado e da evolução.

A libertação da roda de reencarnações, quando acontece, é um fato que nos traz muita alegria, paz e leveza interior. Existe um determinado momento, em que as razões que nos prendiam à realidade física deixam de existir, consomem-se totalmente. Então, neste momento o espírito (mônada) assume a posição dominante sobre a vida do ser humano encarnado. Este é o evento que chamamos de ressurreição da alma, e acontece no início da sétima iniciação. Representa o renascimento da alma, da verdadeira identidade do ser espiritual para a realidade divina. Significa o retorno da alma para Deus, a transformação do Ser Humano no verdadeiro Cristo que habita o seu interior.

Quando o discípulo da luz se torna plenamente consciente do que realmente é, do seu poder pessoal, do seu poder de escolha, então ele está prestes a conquistar a sua libertação. Neste estágio nós morremos definitivamente para a realidade do mundo do livre-arbítrio, superamos a morte, e nos tornamos imortais. Somos agora a consciência de Deus encarnada no mundo, e não mais a consciência do mundo opondo-se a Deus.

Somos,  então, a consciência de Deus em toda a nossa plenitude. Somos a manifestação do amor vivo, puro e incondicional, em todo o potencial de nossas almas. Realmente, esta é a maior conquista que alguém pode atingir em sua vida. Chegar neste nível, sem dúvida, é aquilo que todos os discípulos da luz estão buscando neste momento. E todos hão de chegar, certamente.  A trilha da ascensão será encontrada por cada um de nós, invariávelmente. O caminho está no interior, em nosso coração. A intuição é sempre uma grande amiga, não podemos menosprezá-la. Todos temos um caminho que é único para nós na ascensão.

Não há dois seres humanos sobre a face do planeta que vivam experiências integralmente iguais. Nosso valor é único na criação, por isto, somos muito valiosos! Tenhamos sempre consciência disto. Tenhamos sempre a consciência de que nossa essência é amor, luz e paz infinitas. Dia virá, que cada ser humano constatará isto por si mesmo. Podemos adiantar este grande momento, uma vez que desejarmos profundamente alcançar este estado livre de consciência. Não há nada mais belo que a liberdade! Todos os seres humanos, haverão de conhecer este sentimento. Este sentimento, de sermos UM com o universo, com o universo infinito de Deus.


Resultado de imagem para imagens sobre robert lanzaVisão pessoal…

Desde que o mundo é mundo discutimos e tentamos descobrir o que existe além da morte. Desta vez a ciência quântica explica e comprova que existe sim vida (não física) após a morte de qualquer ser humano. Um livro intitulado “O biocentrismo: Como a vida e a consciência são as chaves para entender a natureza do Universo” “causou” , porque continha uma noção de que a vida não acaba quando o corpo morre e que pode durar para sempre.O autor desta publicação o cientista Dr. Robert Lanza, eleito o terceiro mais importante cientista vivo pelo NY Times, não tem dúvidas de que isso é possível. Além do tempo e do espaço Lanza é um especialista em medicina regenerativa e diretor científico da Advanced Cell Technology Company. No passado ficou conhecido por sua extensa pesquisa com células-tronco e também por várias experiências bem sucedidas sobre clonagem de espécies animais ameaçadas de extinção. Mas não há muito tempo, o cientista se envolveu com física, mecânica quântica e astrofísica. Esta mistura explosiva deu à luz a nova teoria do biocentrismo que vem pregando desde então. O biocentrismo ensina que a vida e a consciência são fundamentais para o universoÉ a consciência que cria o universo material e não o contrário.Lanza aponta para a estrutura do próprio universo e diz que as leis, forças e constantes variações do universo parecem ser afinadas para a vida, ou seja, a inteligência que existia antes importa muito. Ele também afirma que o espaço e o tempo não são objetos ou coisas mas sim ferramentas de nosso entendimento animal. Lanza diz que carregamos o espaço e o tempo em torno de nós “como tartarugas”, o que significa que quando a casca sai, espaço e tempo ainda existem. A teoria sugere que a morte da consciência simplesmente não existe. Ele só existe como um pensamento porque as pessoas se identificam com o seu corpo. Eles acreditam que o corpo vai morrer mais cedo ou mais tarde, pensando que a sua consciência vai desaparecer também. Se o corpo gera a consciência então a consciência morre quando o corpo morre. Mas se o corpo recebe a consciência da mesma forma que uma caixa de tv a cabo recebe sinais de satélite então é claro que a consciência não termina com a morte do veículo físico. Na verdade a consciência existe fora das restrições de tempo e espaço. Ela é capaz de estar em qualquer lugar: no corpo humano e no exterior de si mesma. Em outras palavras é não-local, no mesmo sentido que os objetos quânticos são não-local. Lanza também acredita que múltiplos universos podem existir simultaneamente. Em um universo o corpo pode estar morto e em outro continua a existir, absorvendo consciência que migraram para este universo. Isto significa que uma pessoa morta enquanto viaja através do mesmo túnel acaba não no inferno ou no céu, mas em um mundo semelhante a ele ou ela que foi habitado, mas desta vez vivo. E assim por diante, infinitamente, quase como um efeito cósmico vida após a morte. ….


Inspiração….

O Biocentrismo-Dr Robert Lanza

O Fim do Materialismo-Charles T. Tart

Memórias de vidas passadas-Richard Webster

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Voce sabe se é emocionalmente inteligente….?

Resultado de imagem para imagens sobre inteligencia emocionalAtualmente sabemos que há pessoas emocionalmente inteligentes. Existem muitos tipos de inteligência: linguística, musical, lógico-matemática, espacial, corporal, etc. Ainda assim, tendemos a acreditar que a única que conta é a que tem a ver com o “quociente intelectual”, o que mede somente a capacidade de aprendizagem em algumas áreas específicas. Felizmente, isto está sendo reconsiderado e, hoje em dia, outros tipos de inteligência, como a emocional, estão ganhando terreno.

A inteligência emocional é definida como a capacidade de administrar e tramitar as nossas emoções com uma finalidade adaptativa. Ou seja, o fundamental neste tipo de inteligência consiste em saber gerir, identificar ou transmitir emoções de forma que os desafios, como tomar decisões ou manipular-nos a nível social, sejam mais simples.

A inteligência emocional não é determinada pela nossa genética. Pelo contrário, ela é sensível à experiência e é suscetível a modificações ao longo do tempo. Isto quer dizer que podemos aprender a ser mais inteligentes emocionalmente como uma ótima maneira de melhorar nossas vidas. Embora as características da inteligência emocional sejam muitas, aqui vamos nos concentrar em três que consideramos as mais relevantes.

Traços das pessoas emocionalmente inteligentes

Autoconhecimento

O autoconhecimento é a identificação dos desejos das aversões e daquilo que compõe o nosso mundo subjetivo. É um dos traços próprios das pessoas emocionalmente inteligentes e saudáveis mentalmente. Isto ocorre porque este conhecimento interior lhes confere uma grande vantagem na hora de, por exemplo, prever o seu próprio comportamento diante de determinadas situações.

Esta característica implica um processo profundo de reflexão sobre as nossas potencialidades e nossas limitações. Isso geralmente envolve diferentes ingredientes, tais como a introspecção, a auto-observação, a memória autobiográfica, a autopercepção, a autoaceitação e a exploração. Esta capacidade nos dá o conhecimento necessário para nos diferenciarmos dos demais indivíduos e do meio.

Uma pessoa age emocionalmente de forma inteligente quando é capaz de reconhecer seus pontos fortes e pontos fracos. Esta condição lhe permite se comportar de uma forma assertiva nas diferentes situações. Além disso, podemos dizer que é um atributo que é possível aperfeiçoar com o passar do tempo.

Estudos recentes demonstram que não é correto dizer que todas as capacidades mentais evoluem da mesma forma com o passar dos anos. A verdade é que ocorre uma queda na velocidade de processamento de informação. Mas, em compensação, outras funções são potencializadas e evoluem com o passar dos anos. É o caso da inteligência emocional: ela abranda com o passar do tempo, mas ao mesmo tempo se torna mais profunda e aguda.

Abertura à mudança

A inteligência emocional estimula a capacidade de enfrentar com a mente aberta tudo aquilo que significa uma melhora para a nossa vida na direção que desejamos. Tudo está em transformação permanente. A vida é como um catálogo de oportunidades.Por isso é importante identificar nossas necessidades, assumi-las e nos enriquecermos com a experiência. Uma pessoa emocionalmente inteligente sabe que mudar por mudar não faz muito sentido. Em vez disso, quando há razões de peso para mudar, ela muda, porque isto marca a diferença entre continuar igual e estar melhor.

As pessoas emocionalmente inteligentes não sentem medo da mudança. Elas têm consciência da importância de serem flexíveis diante da diversidade de situações que se apresentam no dia a dia e às quais devem se adaptar. Elas assimilam as mudanças e as veem como uma oportunidade para atingir os objetivos e serem mais felizes.

Um nível alto de inteligência emocional neste aspecto nos permite um melhor desempenho no campo profissional, pessoal e social. Ela nos torna mais fortes diante das críticas negativas e também mais capazes de tolerar eficazmente altas doses de estresse. Quando conseguimos dominar este aspecto, evoluímos significativamente.

Resultado de imagem para imagens sobre inteligencia emocionalVocabulário emocionalmente amplo

A vantagem desta competência é que quem a desenvolve conta com a capacidade para definir suas emoções com clareza e precisão. Isso impede que entremos em estados de confusão e estagnação que anulariam o nosso critério e seriam como obstáculos à nossa maneira de nos desenvolvermos. Muitos conflitos surgem por falta de precisão na hora de definir nossos sentimentos, algo que causa mal-entendidos.

Muitas pessoas definem seu estado emocional com um “me sinto mal”, o que acaba por ser muito ambíguo. Que tipo de mal-estar é esse? Quem aplica a inteligência emocional especifica a razão do seu mal-estar, inclusive com inúmeros sinônimos: me sinto aborrecido, ansioso, frustrado, irritado, cansado, etc.

As pessoas emocionalmente inteligentes não ocultam suas emoções, as reconhecem e têm a capacidade de compreender as dos outros. Elas diferenciam o significado de cada emoção e o contexto em que ela se produz. São capazes de controlar a magnitude de suas emoções e as expressam corretamente: não são escravos de suas emoções. Pelo contrário, elas usam a seu favor a energia que há nelas.

Resultado de imagem para imagens sobre inteligencia emocionalVisão pessoal….

Qual foi a sua desculpa para não mudar no dia de hoje?Um exemplo; Talvez você pense que é muito velho para aprender chinês ou que isso que você deseja pode esperar. Talvez você não tenha coragem de perseguir esse objetivo que você se propôs com tanto entusiasmo porque está começando a se cansar e a duvidar. Não é medo, não implica ter a capacidade ou não, também não se trata de segurança. Tudo isto é fruto das suas desculpas; de motivos que a sua mente inventa e nos quais você se apóia.A diferença entre aquelas pessoas que têm uma vida aceitável e aquelas que têm uma vida excelente não é a ausência de medo, mas sim a ausência de desculpas.Todos sentimos medo, já que é uma emoção natural. É verdade que muitas vezes ele nos bloqueia, nos paralisa e não nos deixa seguir em frente com o que desejamos. Contudo, não nos leva a jogar a toalha. Esta atitude vem de nós mesmos por vontade própria, nos escondendo por trás de diversas desculpas que não têm razão alguma de ser. O temor nos leva a elas, a insegurança também; assim redirecionamos nossas sensações para o extenso mundo das desculpas.Vamos supor, por exemplo, que você esteja tentando ser mais responsável ou está pensando em mudar de trabalho porque o que você tem agora não o satisfaz. Sem dúvida, você tem um objetivo claro, mas lhe falta alguma coisa. Talvez você tenha dúvidas e não saiba se será capaz de conseguir isto, ou você esteja começando a pensar que talvez não valha a pena. Sem perceber, você adia.Procrastinar/adiar, é deixar para amanhã o que você pode fazer hoje mesmo, mas que por diversas circunstâncias decide postergar. Isto significa que na verdade você não está tão comprometido quanto imagina. Quando a gente quer alguma coisa de verdade, procura que isso se arraste o menos possível no tempo. Não existe “mas”. Amanhã talvez você não tenha a oportunidade que o hoje lhe oferece. As coisas se conquistam movendo as fichas, e não olhando o tabuleiro de forma passiva.Suponha que você tem uma personalidade que lhe causa problemas nos seus relacionamentos interpessoais e inclusive no seu trabalho. Várias vezes você recebeu chamadas de atenção e respondeu com um “sim, preciso mudar meu jeito de tratar as pessoas que me rodeiam”. Você considera que os outros têm razão e você também não gosta muito de como age em certas ocasiões. Contudo, com o passar dos dias tudo continua igual. A grande pergunta é: por quê?Somente agindo, fazendo, mexendo as fichas, você conseguirá tornar realidade tudo aquilo que deseja.A resposta está no fato de que pela sua mente constantemente passa a palavra “amanhã”; contudo, quando chega o dia seguinte você já se esqueceu. Você não está comprometido de verdade com a mudança porque a preguiça ganha, talvez você considere no seu foro interior que já é muito velho para modificar certos aspectos seus. Contudo, isto é uma falácia. A idade pode ser um condicionante, mas o que nós mesmos pensamos tem um peso muito maior.O problema do ser humano é que às vezes ele engana a si mesmo para acreditar que está fazendo alguma coisa útil, quando na verdade não se mexe para conseguir o que deseja. Cada desculpa nos faz sentir melhor, vítimas de certas circunstâncias que nos impedem de alcançar o que desejamos. Contudo, isto é uma grande mentira. Pense: você quer conseguir o que diz ou fala da boca para fora?

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O efeito ilusório;Como uma mentira pode se tornar verdade….

Imagem relacionadaVocê só usa 10% do seu cérebro. Comer cenouras melhora a sua visão. Vitamina C cura resfriado.Nenhuma dessas coisas é verdadeira.Mas fatos pouco importam nestes casos: as pessoas repetem esses bordões tantas vezes que você acredita neles.Bem-vindo ao “efeito ilusório da verdade”, uma falha na psique humana que iguala repetição com verdade. Os comerciantes e os políticos são mestres em manipular este viés cognitivo.

O mestre Donald Trump

Recentemente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou três ordens executivas destinadas a parar o que ele descreve – repetidamente – como altos níveis de violência contra a aplicação da lei na América.Parece importante, certo? Mas esses crimes estão em suas taxas mais baixas em décadas, assim como a maioria dos crimes violentos nos EUA.

 “O Presidente Trump pretende construir forças-tarefa para investigar e parar tendências nacionais que não existem”, disse Jeffery Robinson, vice-diretor jurídico da American Civil Liberties Union.

Ele está certo de que as tendências não são reais, é claro. Mas algumas pessoas ainda acreditam nelas. Cada vez que o presidente escreve no Twitter ou diz algo falso, algumas boas almas correm verificar os fatos para apontar os erros – o que tem pouquíssimo efeito.Uma pesquisa da Pew Research no outono passado descobriu que 57% dos eleitores americanos acreditavam que o crime nos Estados Unidos havia piorado desde 2008, apesar dos dados do FBI mostrarem que ele havia caído em cerca de 20%.

Repetição = verdade

Então o que está acontecendo aqui?

“A repetição torna as coisas mais plausíveis”, explica Lynn Hasher, psicóloga da Universidade de Toronto, no Canadá, cuja equipe de pesquisa reconheceu o viés pela primeira vez na década de 1970. “E o efeito é provávelmente mais poderoso quando as pessoas estão cansadas ou distraídas por outras informações”.

A repetição é também o que faz notícias falsas serem acreditadas e compartilhadas, e é a arma secreta da propaganda política. Não é nada novo: Adolf Hitler usava essa técnica. “Os slogans devem ser persistentemente repetidos até que o último indivíduo tenha absorvido a ideia”, escreveu ele em “Mein Kampf”.

O efeito funciona porque as pessoas avaliam a verdade de uma afirmação se apoiando em duas coisas: se a informação se encaixa com a sua compreensão, e se parece familiar.

Resultado de imagem para imagens sobre neurociênciaCérebro folgado

A primeira condição é lógica: as pessoas comparam novas informações com o que já sabem que é verdadeiro, considerando a credibilidade de ambas as fontes.No entanto, os pesquisadores descobriram que a familiaridade pode superar a racionalidade – tanto que a repetição de um certo fato pode ter um efeito enorme.

“Quando você escuta a informação pela segunda vez é muito mais fácil de processá-la – você a entende mais fluentemente”, argumenta Lisa Fazio, psicóloga da Universidade de Vanderbilt, EUA. “Nosso cérebro interpreta essa fluência como um sinal de que algo é verdadeiro”.

Em outras palavras, a racionalidade exige trabalho de processamento. Seu cérebro ocupado se sente muitas vezes mais confortável em seguir uma simples intuição.

Como combater esse viés

Como com qualquer viés cognitivo, a melhor maneira de não cair nele é saber que ele existe.Logo, se você ler algo que parecer a coisa mais correta do mundo, mas você não sabe exatamente por quê, tome conhecimento desse sentimento. Analise o “fato”. Verifique os dados.Muito trabalhoso para você? Bem, lembre-se de que não é legal ser enganado.

As mentiras desvendadas pela Neurociência

De acordo com um estudo da Universidade College London, no Reino Unido, contar pequenas mentiras dessensibiliza nossos cérebros para as emoções negativas associadas ao ato, podendo encorajar-nos a mentir ainda mais no futuro.Um artigo sobre o estudo foi publicado na revista científica Nature Neuroscience.

Essa é a primeira evidência empírica de que mentiras contadas para benefício próprio podem, gradualmente, aumentar. Também é a primeira vez que é revelado como isso acontece no nosso cérebro.A equipe do estudo mapeou os cérebros dos voluntários enquanto eles realizavam tarefas onde podiam mentir para ganho pessoal.

Os cientistas descobriram que a amígdala, uma parte do cérebro associada com a emoção, foi mais ativa quando as pessoas mentiram para benefício próprio. A resposta da amígdala à mentira diminuiu com cada uma que foi contada, enquanto a magnitude das mentiras escalava.Fundamentalmente, os pesquisadores descobriram que quedas maiores na atividade da amígdala previam maiores mentiras no futuro.Quando mentimos para ganho pessoal, a nossa amígdala produz um sentimento negativo que limita a extensão em que estamos preparados para mentir”, explica um dos autores do estudo, Dr. Tali Sharot, ao portal Science Daily. No entanto, esta resposta diminui à medida que continuamos a mentir, e quanto mais cai, maior nossas mentiras tornam-se. Isso pode levar a uma ‘ladeira escorregadia’, onde pequenos atos de desonestidade transformam-se em mentiras mais significativas.

Isto está de acordo com as sugestões de que a amígdala sinaliza aversão aos atos que consideramos errados ou imorais. Nós só testamos desonestidade neste experimento, mas o mesmo princípio pode também se aplicar a escalonamentos em outras ações, tais como tomada de riscos ou comportamento violento”, argumenta o Dr. Garrett.

Porém, este é somente um primeiro olhar na resposta do cérebro aos atos repetidos e crescentes de desonestidade, e pesquisas futuras são necessárias para entendermos essa ligação de forma mais precisa, e para descobrirmos se outros tipos de comportamento teriam o mesmo efeito.

Resultado de imagem para imagens sobre neurociênciaVisão pessoal…

Desde os anos 1960, quando ainda predominava entre neurocientistas a idéia de que o cérebro seria um órgão estático, pré-moldado sob estrita ordenação genética,cientistas defendem hoje que é possível, ao longo de toda a vida, criar novos circuitos e conexões neuronais em resposta a estímulos e experiências, o que resultaria em mudanças funcionais.A esse processo contínuo chamamos de neuroplasticidade.Quando trabalhamos para aprimorar uma habilidade, ocorre uma mudança na “fiação cerebral” (nas sinapses ou conexões neuronais), ou seja, são selecionadas as conexões que dão suporte ao comportamento ou à habilidade que estamos desenvolvendo.Assim como quando exercito meu corpo obtenho uma série de benefícios e altero a regulação de uma série de processos bioquímicos, quando exercito meu cérebro altero todo o seu funcionamento, seu suprimento de sangue e de energia, bem como a força de suas operações.Portanto, não apenas melhoro uma habilidade em si, mas todo o maquinário cerebral. Quando jogo pingue-pongue pela primeira vez, sou muito desajeitada.Após um ano de prática intensa, fico muito habilidosa, consigo ver e acertar a bola com alta precisão.Por meio de mudanças físicas e químicas incrivelmente complexas, criou-se um cérebro com esse recurso.Nosso cérebro será diferente daqui a uma semana e muito mais diferente ainda daqui a uma década. Pode ser uma mudança para frente ou para trás, ganhando ou perdendo habilidades. Depende do uso.O limite da performance de qualquer operação mental complexa, como, por exemplo, a memória, será determinado pela claridade com que o cérebro representa a informação.Se estou tentando gravar uma informação, quanto mais fielmente ela for representada no cérebro, mais fácilmente eu consigo lembrar.O cérebro é uma máquina de fazer previsões. Ele acumula informações ao longo do tempo e, contínuamente, faz previsões do futuro e associações com o passado. Posso melhorar essa capacidade simplesmente aumentando a clareza das operações.Para isso, treinamos o cérebro a manipular informações. Para elevar o nível de suas operações, posso dar uma tarefa em que o cérebro precisa não apenas vir com uma resposta certa, mas com várias possibilidades de resposta em uma alta velocidade e de maneira fluente.Posso treinar o cérebro a rapidamente classificar informações, a rápidamente mudar as regras de suas operações quando as condições do meio exigirem isso…..Todas essas coisas são válidas de serem praticadas. O que comumente fazemos quando estamos avaliando indivíduos nesta área, é avaliar em cada indivíduo onde estão as falhas: no controle de atenção, na habilidade de gravar informação, na forma como ele representa informação em sequência ou como manipula e organiza cadeias complexas de informação. Todas essas coisas são passíveis de treinamento…..simples assim.

Inspiração….

viagem pelo cérebro – Sociedade Portuguesa de Neurociências

A neurociência abraça o mundo – USP

Neurologia e Neurociências – USCS

USP apresenta cérebro ao público

O inconsciente e a consciência: Da psicanálise à neurociência

ScienceDaily

Wired

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As Crenças e a Mente Quântica

Resultado de imagem para imagens sobre a mente quanticaAs crenças que se encontram enraizadas no seu subconsciente influenciam a interpretação de tudo o que acontece com você, seja no seu exterior ou no seu interior. Por outro lado, muitas dessas crenças são errôneas e nos levam a ter pensamentos, emoções e comportamentos que constituem fontes de bloqueio e sofrimento. Pense que todos temos o poder de transformar a nossa realidade e até mesmo de escolher os sonhos que alimentamos. Mas para chegar a isso, primeiro você tem que compreender o que é a mente quântica.

Todos os seres vivos e tudo o que temos ao nosso redor (o que acreditamos que é a realidade) é formado por átomos. Átomos cujo interior é, em grande parte, vazio. Além disso, para entender este artigo, pense no seguinte: tudo o que é físico na sua vida não é composto de matéria, mas de campos energéticos ou de padrões de frequência de informação.

Nossa mente é uma mente quântica

A matéria é mais “nada” (energia) do que “algo” (partículas). Antigamente acreditava-se que os elétrons orbitavam em volta do núcleo, como os planetas orbitam em volta do sol. Atualmente, os cientistas nos dizem que o átomo é composto de 99,99999% de energia e cerca de 0,00001% de matéria. Em forma de proporção, isso não é quase nada.

Os físicos quânticos descobriram que a pessoa que está observando as partículas infinitesimais do átomo afeta a conduta da energia e da matéria. Os experimentos quânticos demonstraram que os elétrons existem como uma infinidade de possibilidades ou probabilidades em um campo visível de energia.

Mas apenas quando o observador se fixa em qualquer localização de um elétron é que esse elétron aparece. Em suma, uma partícula não pode se manifestar na realidade, ou seja, no espaço-tempo tal como nós o conhecemos, até que ela seja observada. Então, quando o observador “busca” um elétron, há um ponto concreto no espaço e no tempo em que todas as possibilidades do elétron colapsam em um acontecimento físico.

Com este descobrimento, mente e matéria já não podem continuar sendo consideradas de forma separada; elas estão intrinsecamente ligadas, porque a mente subjetiva exerce mudanças perceptíveis no mundo físico subjetivo: falamos de uma mente quântica. Pense que, se a nível subatômico a energia responde à sua atenção e se converte em matéria, como a sua vida iria mudar se você aprendesse a dirigir o efeito observador e a colapsar ondas infinitas de probabilidade na realidade que deseja? Você seria um melhor observador da vida que deseja viver?

Resultado de imagem para imagens sobre a mente quanticaO poder da nossa mente quântica: pensamentos e sentimentos

Por natureza, tudo o que existe no universo físico é feito de partículas subatômicas como os elétrons. Estas partículas estão em um estado de onda (energia, lembre-se de que é os 99,99999%), enquanto não são observadas. Potencialmente são “tudo” e “nada”, até que sejam observadas. Elas existem em todos os lugares e em lugar nenhum até que sejam observadas.

Portanto, tudo o que existe na nossa realidade física existe como puro potencial. Se as partículas subatômicas podem existir de forma simultânea em uma infinidade de lugares possíveis, somos potencialmente capazes de colapsar em uma infinidade de possíveis realidades. Ou seja, se você pode imaginar um acontecimento futuro na sua vida se baseando nesses seus desejos, esta realidade já existe como possibilidade no campo quântico esperando que você a observe. Se a sua mente quântica é capaz de influenciar o aparecimento de um elétron, em teoria também pode influenciar a aparição de qualquer possibilidade.

Nossos pensamentos e sentimentos não são uma exceção em tudo isso. Tanto os pensamentos quanto os sentimentos têm um sinal eletromagnético. Os nossos pensamentos enviam um sinal elétrico para o campo quântico. Assim, nossos sentimentos teriam o poder de “atrair magnéticamente” situações na vida. Ao unir isso, o que pensamos e o que sentimos produz um estado do ser que gera uma marca eletromagnética, que por sua vez influencia cada átomo do nosso mundo. Esse acontecimento faz com que nos perguntemos: o que eu estou transmitindo (de forma consciente e inconsciente) na vida cotidiana?

Imagem relacionadaVisão pessoal…

Há uma infinidade de possíveis marcas eletromagnéticas (de inteligência, riqueza, liberdade, saúde…) que já existem como um padrão de frequência de energia. Se ao mudar o seu jeito de ser (ou seja, mudar as suas crenças e, assim, mudar os seus pensamentos, emoções e comportamentos), você irá criar um novo campo eletromagnético que coincide com este potencial no campo quântico da informação, é possível que você tenha se deparado com essa situação ao ser atraído por ela ou que a situação encontrou você? Tudo indica que esta é uma hipótese muito provável em função dos conhecimentos de física com os quais contamos na atualidade.Mas para que isto ocorra, você tem que ter consciência sobre todas aquelas crenças que estão no subconsciente e que te provocam bloqueios. Por exemplo, você, conscientemente, quer ter dinheiro, mas sua mente consciente dá uma ordem contrária: desde pequeno você viu e ouviu que o dinheiro é muito difícil de conseguir e que as pessoas ricas são arrogantes. Este sinal é o que a sua mente subconsciente manda para o campo quântico, e por isso você não atrai dinheiro para a sua vida. Seria preciso desbloquear este tipo de crença, pois a mudança exige coerência.A coerência começa alinhando os pensamentos e os sentimentos. Quantas vezes você tentou criar algo, acreditando na sua mente quântica que você conseguiria, enquanto seu coração lhe dizia o contrário? Que resultado aquele sinal incoerente que você estava enviando produziu?As ondas de um sinal são muito mais potentes quando são coerentes, e o mesmo ocorre quando seus pensamentos estão alinhados com os seus sentimentos. Quando seus pensamentos claros e centrados no seu objetivo são acompanhados por uma forte implicação emocional, você transmite um sinal eletromagnético mais potente que atrai uma possível realidade que coincide com a que você deseja.Você pode querer abundância na sua vida, ter pensamentos de “ser rico”, mas se você se sente pobre e seguindo as hipóteses que estamos discutindo aqui, você não vai atrair a abundância para a sua vida. Por que não? Porque os pensamentos são a linguagem do cérebro, e os sentimentos são a linguagem do corpo. Você está pensando uma coisa e sentindo outra totalmente diferente. E quando não existe essa coerência, o corpo deixa de responder de forma coerente. Pense que em você há um enorme poder para criar a realidade na qual você habita……

Inspiração….

Física Quântica e o Poder do Pensamento .

a alma quântica – Brahma Kumaris

Consciência Quântica – Esalq

O Ser Quântico

A Física Quântica seria necessária – fflch – USP

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Nossos medos universais…

Resultado de imagem para imagens sobre medos universaisÈ bem possível que voce já tenha pensado sobre os relacionamentos que estabeleceu até hoje. Em suas considerações, sem dúvida já fez descobertas valiosas sobre quais pessoas desencadearam certas emoções em você e por quê. De fato, seu conhecimento de si mesmo deve ser tão bom que poderia até lhe permitir acertar respostas a quesitos propostos em um questionário médico sobre sua vida e seu passado, e suas conclusões provávelmente estariam certas para cada resposta, por mais variado que o teste pudesse ser. E com tudo isso, é bem possível que deixasse de perceber o mais importante e profundo padrão de procedimento de sua vida, aquele que tem lhe acompanhado desde o início de sua existência.

É exatamente por essa razão que é interessante fazer um questionário  para identificar as características que consideramos mais marcantes e “negativas” naqueles que tomaram conta de nós quando crianças. Perguntamos pelas características negativas, porque raramente vemos alguém atrapalhado com os padrões de procedimento positivo que encontraram na vida. Quase sempre, as situações que fazem as pessoas se sentirem paralisadas estão enraizadas no que se consideraram sentimentos negativos.

Essas são as emoções despertadas por nossas próprias experiências e pelo significado que elas têm para nós. Ainda que não se possa alterar o que já aconteceu, é possível entender a razão de nossos sentimentos e mudar o significado da história de nossa vida. Para muitos de nós, eram os pais naturais o problema, enquanto para outros, eram os pais adotivos/cuidadores; Para alguns eram os irmãos mais velhos, as irmãs, outros parentes ou amigos da família. Não importa quem fosse, a questão era identificar quem tinha cuidado de nós durante nossos anos de formação, isto é, até a puberdade.

Zangado; Indiferente; Inacessível; Crítico; Intolerante; Abusivo; Ciumento; Rigoroso; Controlador; Ausente; Medroso; Desonesto ;

Quantas pessoas com passados tão diferentes têm passado por uma experiência como essa? A resposta a esse mistério é o padrão que percorre os meandros profundos do tecido de nossa consciência coletiva, que pode ser descrito como nosso medo nuclear ou universal. Os padrões universais de medo podem ser tão sutis em sua manifestação, mas ao mesmo tempo tão dolorosos ao vir à mente que, habilidosamente, criamos máscaras para torná-los mais suportáveis.

De uma maneira semelhante ao modo como certas memórias familiares difíceis são raramente mencionadas, inconscientemente pactuamos disfarçar as feridas de nosso passado coletivo de maneira a fazê-lo mais aceitável socialmente. Somos tão bem-sucedidos em esconder nossos maiores medos que, para todos os fins e propósitos, as razões originais de nossas feridas são esquecidas e tudo o que resta é como elas se expressam, isto é, como extravasam.

Devido às estratégias que empregamos para mascarar nossos medos, jamais somos obrigados a falar sobre as feridas mais profundas de nossa existência. Mesmo assim, elas continuam nos fazendo companhia, com persistência e sem serem resolvidas, até que alguma coisa acontece e não podemos mais, simplesmente, olhar para outro lado. Quando nos permitimos aprofundar um pouco na análise desses momentos intensos e não-camuflados da vida, acabamos descobrindo que, por mais diferentes que nossos medos pareçam ser, eles terminam por convergir para apenas um dos três padrões básicos seguintes (ou uma combinação deles): o medo da separação ou do abandono, o medo do desmerecimento e o medo de se entregar e confiar.

Imagem relacionadaExploremos um por um esses medos…..

NOSSO PRIMEIRO MEDO UNIVERSAL: A SEPARAÇÃO OU ABANDONO

Praticamente sem exceções, existe um sentimento que toma conta de nós quando ficamos sózinhos. Dentro de cada pessoa e família há uma sensação não expressa verbalmente de que existimos separadamente de quem quer que seja responsável por nossa existência. Percebemos, nos nebulosos recônditos de nossa memória remota, que fomos trazidos até aqui e então abandonados, sem que fosse dada uma explicação ou razão. E por que deveríamos esperar que fosse diferente? Na presença da ciência que colocou um homem na Lua e traduz o código genético, realmente ainda não sabemos quem somos.

Também não sabemos como viemos parar aqui. Sentimos no íntimo nossa natureza espiritual, enquanto, ao mesmo tempo, procuramos validar nossos sentimentos. Da literatura, do cinema, da música e da cultura, fazemos a distinção entre os nossos lugares aqui na Terra e um distante céu em algum outro lugar. No Ocidente, estamos habituados a separar a criatura do Criador, como vemos ao examinar a tradução da oração da Bíblia que descreve justamente essa relação: o Pai-Nosso. Por exemplo, a tradução ocidental usual começa assim: “Pai nosso que estais no céu”, ou seja, reconhece que a separação existe.

Nessa interpretação nós estamos “aqui”, ao passo que Deus está em algum lugar muito distante. No entanto, os textos aramaicos originais oferecem uma visão diferente para nosso relacionamento com o Pai Celestial. Uma das traduções para a mesma frase diz o seguinte: “Uno Radiante, Vós que brilhais em nós e fora de nós — até mesmo a escuridão brilha — ao lembrarmo-nos de Vós”  , reforçando a idéia do Criador não estar distante e separado de nós. Em vez disso, a força criativa de nosso Pai — seja lá qual for o significado que nós lhe dermos — não sómente está conosco; somos nós e permeia tudo que conhecemos como sendo nosso mundo.

A descoberta em 2004 do Código de Deus e a mensagem vinda da tradução do DNA de todos os seres vivos nas letras do antigo hebraico e dos alfabetos árabes, aparentemente, apoiam essa tradução. Quando seguimos as indicações que nos foram deixadas no livro mítico do século I Sepher Yetzirah,por exemplo, descobrimos que cada um dos elementos que compõem nosso DNA corresponde a uma letra daqueles alfabetos. Ao fazermos as substituições, descobrimos que a primeira camada do DNA do nosso corpo, ao que tudo indica, apóia a admoestação que fala sobre a grande inteligência que está em toda parte, inclusive dentro de nós.

No DNA humano literalmente se lê: “Deus/eterno dentro do corpo”  . Nas ocasiões em que sentimos medo, mesmo sem estarmos conscientes do que precisamente ocorre, nosso corpo cria certa tendenciosidade emocional, experiência muitas vezes descrita como a de estarmos “carregados” ou “uma pilha de nervos”. Isso aparece para nós como as convicções firmes que temos quanto a estarmos “certos” ou “errados” a respeito de alguma coisa, ou sobre como determinada situação “deveria” se desenrolar. Nossas cargas emocionais e excitações nervosas nos prometem que criaremos os relacionamentos que nos mostrarão qual medo precisa desaparecer. Em outras palavras, essas cargas emocionais nos mostram nossos medos: quanto mais elevada for, maior o medo que nos assalta. E raramente essas emoções se enganam.

Assim, se conscientemente não lhe ocorrer a lembrança de seu medo de separação e abandono, existe boa possibilidade de que esse medo se revele mais tarde, da maneira mais inesperada e no momento mais inconveniente. Em suas experiências de romances, carreira e amizades, qual sua sensação? É a de ser aquele que “abandona” ou aquele que é “abandonado”? Você é do tipo que é o último a saber que um relacionamento terminou? Os casamentos, empregos e amizades “perfeitos” parecem desmoronar diante de seus olhos, sem aviso algum e aparentemente sem nenhum motivo? Você fica devastado quando esses relacionamentos se rompem e falham? Ou talvez com você aconteça o contrário. Seu hábito é o de abandonar relacionamentos, carreiras e amizades enquanto os laços estão fortes justamente para evitar ser ferido?

Algumas vezes você se surpreende dizendo: “Seria melhor que eu desistisse agora, enquanto as coisas estão boas, antes que alguma coisa aconteça e eu me machuque”. Se esse for o cenário que já aconteceu ou que está acontecendo agora na sua vida, há uma boa possibilidade de que esse seja seu modo, magistralmente criado e socialmente aceitável, de mascarar seus medos profundos do abandono e da separação. Pela repetição desses padrões de relacionamento, seu medo pode ser reduzido a um nível administrável. Pode até levá-lo por toda a vida. O outro lado da moeda é que o sofrimento tomou um desvio. Transformou-se no seu modo de não encarar o medo universal de que você foi separado da plenitude de seu Criador, abandonado e por fim esquecido. Como é que você espera encontrar o amor, a confiança e a proximidade tão ansiados se você está sempre partindo ou sendo deixado para trás, justamente quando você se aproxima?

O NOSSO SEGUNDO MEDO UNIVERSAL É A BAIXA AUTO-ESTIMA

Quase universalmente existe um sentimento em toda pessoa de todas as culturas e sociedades do mundo de que, de alguma maneira, não somos suficientemente bons. Sentimos que não merecemos reconhecimento pelas contribuições que damos à nossa família, comunidade e locais de trabalho. Sentimos que não valemos o bastante para sermos honrados e respeitados como seres humanos. Algumas vezes até nos surpreendemos com o sentimento de que não somos suficientemente bons para estarmos vivos. Conquanto o sentimento de baixa auto-estima nem sempre seja consciente, ele está continuamente presente e fundamentando a maneira de abordarmos a vida e os relacionamentos com outras pessoas.

Como mestres da sobrevivência emocional, freqüentemente nos encontramos criando cenários na vida real equivalentes aos valores imaginários que atribuímos a nós mesmos. Por exemplo, todos nós temos sonhos, esperanças e aspirações de realizar mais em nossa vida embora, freqüentemente, racionalizemos os porquês de não o fazermos.

O NOSSO TERCEIRO MEDO UNIVERSAL É O MEDO DE SE ENTREGAR E CONFIAR

Você alguma vez já experimentou um relacionamento de qualquer tipo em que o nível de sua confiança foi tão completo que se sentiu disposto a abrir mão da sua própria individualidade em troca do conhecimento de uma maior? Para ser mais específico quanto a isso, não estou sugerindo que alguém abra mão de si próprio e de toda energia individual em situação alguma. Pelo contrário, a experiência que sugiro fazer é uma em que o sentimento do próprio eu é tão fortalecido que a pessoa se permite abrir mão de crenças pessoais sobre quem é ou deveria ser, na expectativa de uma troca por vir a ser, potencialmente, muito mais. É quase universal a sensação que temos no nosso íntimo de que não é seguro optar por isso, não é seguro confiar a outras pessoas o saber de nosso corpo, ou a paz de nosso mundo.

E por que deveríamos pensar de outra maneira? Não precisamos procurar além das notícias do jornal diário para ter mais razões capazes de justificar nossos sentimentos. Todos os dias nos mostram exemplos de comportamentos que parecem justificar, e até mesmo perpetuar, a sensação de que vivemos em um mundo assustador e perigoso. Este planeta que chamamos de nossa casa tem cenas de terror, assassinatos e assaltos sem limites diariamente, além de violações de confiança, traições experimentadas pessoalmente e a miríade de preocupações com a saúde para as quais somos alertados todos os dias, de tal maneira que certamente acaba nos parecendo um lugar assustador.

Em última análise, nossa sensação de segurança no mundo deve vir da segurança que sentimos dentro de nós. Para experimentarmos isso, devemos confiar e perguntar se temos fé na inteligência do universo, manifesta em todas as situações e que surge ao longo da vida. Se respondermos não a essa pergunta deveremos nos perguntar: Por quê? Quem ou qual experiência nos ensinou que o mundo não é um local seguro e que não é certo confiar? Por exemplo, você crê no processo da vida? Quando descobre que o universo pregou uma peça em você, em um ente querido, em seu animalzinho de estimação, você logo atribui a culpa a alguém para se sentir protegido? Quando seus filhos saem para a escola de manhã você se preocupa, acha que eles não estarão seguros ou, ao contrário, sente que estarão em segurança e continua acreditando nisso até a hora em que eles voltam sozinhos da escola?

Ainda que todas as coisas assustadoras que nos cercam hoje sejam parte da realidade, o segredo para superarmos nossos medos é saber que elas não precisam necessáriamente ser parte da nossa realidade. Mesmo que isso soe como uma filosofia ingênua da Nova Era trata-se, na realidade, de uma crença bastante antiga que ultimamente vem sendo apoiada pelos mais avançados estágios da ciência. Sabemos que a Matriz Divina existe e que ela reflete nossos pensamentos, sentimentos, emoções e crenças em nossa vida, coração e mente. Temos conhecimento de que uma sutil mudança no modo de nos enxergarmos é tudo o que é precisamos para mudar nosso coração, desempenho profissional e relacionamentos. E é nesse ponto que a natureza perniciosa do círculo vicioso do medo se torna aparente.

A origem de nossas experiências “negativas” pode ser reduzida a um dos três medos universais (ou a uma combinação deles): abandono, baixa auto-estima e falta de confiança. Se quisermos que alguma coisa mude, temos que romper o círculo e dar à Matriz alguma coisa diferente para ela refletir. Parece simples, não é mesmo? Pode ser simples, mas podemos ficar decepcionados; não é fácil mudar o modo pelo qual nos vemos. Talvez seja uma das coisas mais difíceis da vida. Por causa de nossas crenças interiores, enfrentamos a grande batalha, o grande desafio de todo ser humano, ou seja, a luta cujo resultado irá definir quem acreditamos ser. Na presença de todas as razões que temos para não confiar, recebemos o pedido para encontrarmos uma saída da prisão na qual nosso medo nos trancou. Todos os dias as experiências da vida nos pedem para que demonstremos o quanto podemos confiar … não confiar cegamente sem uma razão válida, mas realmente sentir a segurança material e pessoal que nos pertencem neste mundo.

Resultado de imagem para imagens sobre matriz divina pdfVisão pessoal….

Como podemos ver , a emoção é uma linguagem em si mesma, e é a própria linguagem à qual a “Matriz Divina”-nosso DNA- é capaz de responder. Nas ocasiões em que nos sentimos como se não pudéssemos alcançar nossos maiores sonhos, a Matriz simplesmente nos devolve aquilo que estivemos usando diáriamente: atrasos, provocações e obstáculos. Ainda que possamos estar querendo alcançar grandes coisas, a dúvida que vem muito profundamente de dentro de nós, em última análise, provém de nossa baixa auto-estima. A pergunta que nos fazemos é: Sou suficientemente bom para ter essa alegria em minha vida? E por que deveríamos esperar que nos sentíssemos de outra forma? Na tradição ocidental judaico-cristã, o que nos dizem aqueles em quem confiamos e respeitamos é que, de certo modo, somos seres “de menor importância”. Não somos tão bons quanto os “anjos dos céus” ou quanto os “santos” que nos dão lições. Essa mesma tradição convenceu muitas pessoas de que, apenas pelo fato de estarmos neste mundo, precisamos nos redimir da vida propriamente dita por razões que nos dizem estar além de nossa compreensão. Há 2.000 anos somos comparados à memória editada, condensada e preferida da vida de Jesus, com a antiga história de um homem com quem jamais poderemos nos equiparar com esta consciência vingente. Algumas vezes a comparação é acompanhada de sérias admoestações, sugerindo que poderemos ser condenados a uma pós-vida bastante dura se não vivermos de determinado modo. Algumas vezes ouvimos algo mais leve, simplesmente nos lembrando de nossa inadequação por meio de perguntas tais como: “Quem você está pensando que é, Jesus Cristo?” ou então, “Como você vai chegar lá … andando sobre as águas?” Quantas vezes já ouvimos observações semelhantes, significando que por melhor que a gente faça durante a vida toda nunca seremos tão bons ou valeremos tanto quanto o Mestre do passado? Ainda que não levemos a sério tais comentários, lá bem no fundo eles nos lembram que de algum modo não merecemos ter as maiores alegrias nesta vida. Mesmo que sua auto-estima seja elevada, até um determinado ponto você pode ser levado a acreditar nessas sugestões. Finalmente, é provável que todos acreditem, pelo menos um pouco. E como resultado disso, expressamos nossas crenças por meio de expectativas de nossas conquistas, da alegria que nos permitimos ter e dos sucessos que esperamos dos nossos relacionamentos. Nosso medo de não ter bastante valor para ter amor, aceitação, saúde e longevidade promete que cada um de nossos relacionamentos refletirá o medo da baixa auto-estima. E acontece de maneiras que nós nunca poderíamos esperar nem em um milhão de anos. Se esses cenários ou outros semelhantes já se desenrolaram na sua vida é bem provável que eles sejam as máscaras criadas habilidosamente para você questionar seu próprio valor. Medite sobre seus relacionamentos pessoais e profissionais,e de suas crenças íntimas acerca de si próprio, crenças que pedem uma cura mais eficaz……..

Inspiração

A Matriz Divina-Gregg Braden

Auto-estima, autoconfiança e responsabilidade – ITCR

Medo Líquido – Zygmunt Bauman.pdf

Cultura do Medo PDF

Confiança e Modernidade: Uma abordagem sociológica – Emerj

Monicavox

Recomendo…

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A arte do aprendizado do não julgamento…

Resultado de imagem para IMAGENS DE NÃO JULGAMENTOExiste uma tendência muito forte no Ser Humano de fazer determinados julgamentos, sem que ele possa sequer perceber que está fazendo isso. É preciso ter muito cuidado; Falar mal, não importa, de quem quer que seja, é julgamento e isso nós bem sabemos que não nos levará a lugar algum.

O julgamento da fé

A questão da fé, da crença, é algo realmente muito delicado. Toda e qualquer crença deve ser respeitada em todos os seus níveis, em todas as suas formas de compreensão. Isto porque o caminho que conduz a Fonte/Deus, é profundamente particular para cada um. Não há dois seres humanos sobre a face da Terra que sigam o mesmo caminho para a divindade, ainda que sigam a mesma religião, ainda que pensem de maneiras iguais, e até mesmo que vivam de maneiras iguais. E é justamente por causa dessa diferença mínima, que o livre-arbítrio deve ser respeitado em todos os momentos. Sabemos que enganações existem, sabemos que fraudadores existem.

Algumas pessoas, entretanto, nem sempre percebem quando estão sendo enganadas. E ainda assim, quando percebem, já estão completamente cegas para a realidade, suas mentes estão completamente condicionadas, manipuladas, subjugadas pela fascinação e a ilusão a que foram atraídas. A ciência já comprovou que jamais em toda a história, uma pessoa que tenha sofrido lavagem cerebral tivesse admitido este fato. É espantoso, mas é a realidade.

A verdade é que não existem vítimas nesta história toda. Toda e qualquer pessoa que está sendo enganada, em primeiro lugar, está enganando a si mesma. O fato de surgir em sua vida um “enganador externo”, é apenas uma conseqüência da ilusão que a pessoa já vive em seu interior. E as ilusões, bem sabemos, fazem parte da evolução, fazem parte do aprendizado. Estamos aqui neste mundo para aprender sobre a vida e adquirir discernimento espiritual. Principalmente o discernimento.

Não precisamos dar satisfações aos outros, a respeito de nossas escolhas. Assim como respeito a escolha de um ser humano de seguir determinado caminho, que para mim não é o correto, espero igualmente pelo respeito pela minha decisão de não seguir este caminho. A vida é feita de escolhas, e cada escolha deve ser respeitada sempre, não importa o que sabemos ou deixamos de saber. Mesmo que saibamos que determinada pessoa é enganadora, falsa, precisamos respeitar as escolhas daqueles que estão neste caminho supostamente errado. Talvez este caminho faça parte de suas evoluções.

Resultado de imagem para IMAGENS DE NÃO JULGAMENTOSe queremos abrir os olhos destas pessoas, podemos acabar tirando delas uma excelente oportunidade de evolução. Elas não crescerão mais de outra forma. Estão aqui na Terra para passar por experiências, mesmo que tais experiências não as conduzam diretamente á Fonte/ Deus. Indiretamente, elas acabarão por encontrar o seu caminho. Se há uma certeza que todos podem ter, é que mesmo as pessoas iludidas, cedo ou tarde, reencontrarão ao Plenum Cósmico/Deus  e despertarão de todas as suas ilusões.

Este tempo pode ser encurtado, algumas vezes, mas o tempo é relativo. O mais importante é o progresso, a evolução, a bagagem espiritual a ser adquirida. O mais importante é respeitar o livre-arbítrio em todos os momentos. Ao invés de direcionar as nossas energias no sentido de fazer críticas externas, precisamos nos concentrar em nossas próprias escolhas. O nosso julgamento quanto a pessoas, grupos, linhas de pensamento, existe e é um fato. É preciso, entretanto, saber como conduzir este julgamento.

Ele não deve ser exteriorizado. Esse julgamento deve ser mantido guardado em nosso interior, pois o mais importante não são as escolhas que os outros fazem, e sim as escolhas que nós fazemos. Ajudar a mostrar o caminho da luz, é algo que todos nós podemos fazer, uma vez que conhecemos a luz. Mas obrigar as pessoas a seguir o mesmo caminho que nós, implica em desrespeitar o livre-arbítrio das mesmas. Então, mesmo que as pessoas se percam, mesmo que se enganem, isto faz parte da evolução delas. Quem pode garantir que nós mesmos não estamos enganados, em relação a muitas coisas?

Por isso, a grande chave de tudo isso é seguir o nosso próprio caminho. Acreditando, desacreditando; iludindo-nos, desiludindo-nos. O importante é nos concentrarmos únicamente em nosso caminho, em nosso processo de ascensão. O julgamento é um dos maiores empecilhos para que uma pessoa possa atingir a sua realização pessoal. Que este julgamento, portanto, sirva  para que possamos perceber as nossas próprias falhas e assim nos aprimorarmos, crescendo e absorvendo cada vez mais a Presença do EU SOU O QUE SOU, a Presença Divina.

Resultado de imagem para IMAGENS DE NÃO JULGAMENTONÃO JULGUE

Dizem que Mulla Nasruddin chegava em casa e todo dia tinha confusão. Sua esposa suspeitava – e todas as esposas suspeitam… – de que ele estivesse tendo um caso com outra mulher, porque, ao sair de casa, ele parecia tão feliz e saía tão depressa… Ao voltar, ele parecia triste. Certamente, havia algo fora de casa que o atraía. Então, quando ela pendurava seu casaco no cabide, ela olhava no casaco, na camisa, para ver se descobria algum fio de cabelo ou qualquer coisa para provar que ele tinha estado com outra mulher.

Certo dia – durante sete dias ela esteve procurando e não pôde descobrir um único fio -, no sétimo dia, ela desatou a chorar e a berrar: “Isto é demais! Agora você deu para andar com carecas!”

Ora, é muito difícil descobrir uma mulher careca – quase impossível. Eu só vi uma única mulher que era meio careca, não careca. Mas… durante sete dias, nenhum cabelo…!? A conclusão era clara, que ele tinha caído tão baixo que agora estava saindo com carecas. “Não pode encontrar uma mulher com cabelo?”

Se um marido está sentado silenciosamente, então, a esposa fica com raiva. Se ele está lendo os jornais, a esposa fica com raiva – ela toma o jornal e diz: “Eu estou aqui e você está lendo o jornal como se eu não existisse.”

Todo mundo é tão infeliz que quer descobrir alguma razão em algum lugar para explicar a ele mesmo por que ele é infeliz, por que ela é infeliz. E a sociedade lhe deu uma boa estratégia: julgue.

Visão pessoal…..

É preciso nos tornarmos elos vivos de energia, luz e amor divino sobre o planeta, para que possamos resgatar a presença do Cristo Interno e de toda a hierarquia espiritual.  A ascensão é algo que está a disposição de todos os seres humanos. Todos aqueles que se dedicarem verdadeiramente ao caminho espiritual, ao ponto de se tornarem discípulos da luz, estarão, com certeza, trilhando o caminho da ascensão. Jamais podemos esquecer de que em todos os momentos de nossa vida, é preciso haver equilíbrio e harmonia, em todos os aspectos. É verdade que, algumas vezes, devido à necessidade de se trabalhar alguns karmas do passado, torna-se difícil estabelecer o equilíbrio. Tenhamos, porém, muita força de vontade e perseverança. Jamais abandonemos o plano divino, seja qual for a situação em que você nos encontremos. Algumas vezes, é bem provável que você não consigamos conciliar nossa vida no mundo material com a vida espiritual. Neste momento, então, podemos lembrar da lei do equilíbrio. Somente através do equilíbrio, conseguiremos vencer os desafios que surgirem no caminho. Do contrário, não venceremos, e as experiências retornarão em algum momento para que  possamos melhor trabalhá- las e lidar com as mesmas; Tentemos não fugir de nossas obrigações materiais e, por outro lado, procuremos nos dedicar o máximo possível para a nossa realização pessoal e espiritual;sómente o desejo genuíno de alcançar a nossa ascensão, é que nos levará de fato a conquistá-la. Tenhamos sempre muito cuidado com as atrações do ego. Nossa missão na Terra é justamente tentar modificar este paradigma. O princípio do mundo material está direcionado para o orgulho, para a vaidade, e todo tipo de mal que conhecemos. Mas o nosso papel é inverter este princípio.

Inspiração…

Ciência e Comportamento Humano – Skinner – teorias-e-sistemas-

Evolução do comportamento humano: Psicologia … – PUCPR

Monicavox

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A Cozinha de Monicavox-Culinária Evolutiva;entre para este time….com receitas…

 

Resultado de imagem para imagens sobre cultivo naturalO fundamento do paradigma holístico é: Nutrição é o que absorvemos em nosso corpo-mente-espírito dos diferentes níveis de densidade, que se precipitam da força cósmica.

Quando a energia cósmica é suficientemente condensada, ela chega ao prato como alimento. Para desenvolver um novo paradigma do processo de assimilação de alimentos no corpo humano, é necessário compreender a assimilação tanto no nível energético como físico. Podemos ver que a relação do alimento com o sistema humano é mais do que apenas adicionar calorias, vitaminas e minerais para que sejam materialmente acumulados como blocos de construção no organismo. Em geral, cada substância vegetal ou animal irradia do seu campo energético uma vibração sutil especial, específica da espécie. Quando essas substâncias são sólidas, integrais, orgânicas e vivas (alimento vivo), elas mantêm os seus campos energéticos organizados.

Alimentos vivos são preenchidos com o grau mais elevado de água estruturada, que mantém melhor a vibração de nossas bênçãos. Conforme comemos o alimento abençoado, comemos as nossas bênçãos num nível sutil. Interagimos com o alimento nos níveis sutis de energia, assim como no nível material da assimilação. O doutor Gerhard Schmidt destaca no livro The Dynamics of Nutrition [A dinâmica da nutrição] que a nutrição se relaciona com a assimilação de diferentes níveis de energia, que aumentam em quantidade conforme estejam mais próximos da energia luminosa ou do Sol.

O primeiro passo da Teoria da Assimilação começa com o Sol ativando a clorofila das células dos vegetais. A clorofila energizada, que contém a vibração holográfica de toda a planta, transfere a sua energia ressonante e informações para o campo eletromagnético do ferro, nas células dos glóbulos vermelhos. A clorofila e a hemoglobina se diferenciam apenas por um átomo: a clorofila tem magnésio em sua estrutura, a hemoglobina tem ferro.

A luz é a forma menos densa de prana no nosso universo. Ela transporta o estímulo do espectro completo do arco-íris para o nosso sistema à medida que é filtrada pelos corpos sutis e absorvida pelos receptores do sistema nervoso nos olhos e na pele. Os receptores nervosos nos olhos traduzem essa informação, de espectro total, em impulsos do nervo óptico, que a conduz aos vários centros cerebrais: pineal, pituitária e o resto do sistema endócrino. Através desses sistemas, elas indiretamente energiza e ativa todo o nosso organismo, e regula os ritmos e os ciclos do corpo.

Na união do poder criativo com a alimentação consciente descobrimos uma sintonia especial que faz tudo virar arte e reverberar muito além do que imaginamos….

A crise é clara;Uma ilusão que prejudica a saúde

E é muito mais do que econômica. Enquanto a vida escorre pelos dedos da Terra, “criamos um modelo que forma seguidores do sistema. Que prepara pessoas para serem seres humanos ordinários e medianos”.Valores morais, culturais e ecológicos duvidáveis desequilibram a massa e não trazem respostas nem sequer para quem vive a ilusão do consumo. Em contrapartida, um movimento acontece em favor da tomada de consciência e da mudança. Desde revoluções internas a pequenos hábitos cotidianos, todas as decisões exigem responsabilidade, amor e atitude. Também podem representar, mais do que uma saída, uma solução.

“A produção de alimentos é a base da nossa sociedade. A indústria alimentícia é uma das principais do mundo. Se a consciência muda, se nossa alimentação muda, a forma de consumo muda, e as grandes corporações precisam acompanhar essas mudanças.” 

Nesse cenário de positividade e despertar coletivo, cada um faz o que pode e oferece o que tem, respeitando sempre o tempo e limitações pessoais.O importante é ir além e dar o melhor de si, agindo a favor da desconstrução dos próprios privilégios e de uma distribuição mais igualitária e equilibrada dos meios de produção e consumo, sempre com compaixão e humanidade.

SUSTENTABILIDADE

A excessiva criação de gado com destino para indústria alimentícia resulta em impactos graves e irreversíveis para o planeta. Sem ter que apelar pra cenas tristes, o documentário Cowspiracy se baseia em pesquisas, gráficos e números impressionantes, para comprovar a relação direta que há entre o consumo de carnes e o desmatamento, perdas de habitats naturais, extinção de espécies de plantas e animais, desperdício de água, poluição, zonas oceânicas mortas, erosão e agravamento do efeito estufa.

Na produção de 1 litro de leite são usados 1000 litros de água;

Na produção de 1 hambúrguer é utilizada a água correspondente a 2 meses de banho de uma pessoa (114 gramas = 2500 litros);

82% das crianças afetadas pela fome no mundo vivem em países nos quais os alimentos são dados aos animais na pecuária (que, por sua vez, são mortos e servidos de alimento a pessoas com dinheiro em outros países).

É a coisa mais poderosa que alguém pode fazer para o mundo. Nenhuma outra opção tem maior alcance e impacto mais profundamente positivo em toda a vida na Terra do que parar de consumir animais. Repõe-se valores como compaixão, integridade e bondade. Quando isso começa a progredir, ajuda as pessoas a refletirem que a vida não é apenas sobre sustentabilidade, é sobre a capacidade de prosperar.

Resultado de imagem para imagens sobre pão de queijo vegetarianoE na Cozinha de Monicavox…


Quem não inclui lacticínios na dieta certamente sente falta de um pãozinho de queijo; Mas essa receita resolve o problema… Sem lactose, sem nenhum derivado animal, sem nenhum aditivo químico.

Você vai precisar de:recipiente;fôrma;forno.

 Ingredientes:1 1/2 xícara de batata baroa cozida e amassada;3/4 xícara de polvilho azedo;3/4 xícara de polvilho doce;1/4 xícara de azeite;1/4 xícara de água;sal e temperos a gosto.
Modo de preparo:misture os ingredientes até formar uma massa com consistência elástica que não grude nos dedos;modele a massa em bolinhas do tamanho que preferir;distribua na fôrma untada e leve ao forno 180º;espere em média 45 minutos, conferindo o ponto;servir.

Resultado de imagem para imagens sobre leite da terraVoce conhece o Leite da Terra?

O leite da terra tem a aparência de um suco, mas nele adiciona-se outros ingredientes além de frutas, como tubérculos, sementes germinadas e/ou brotos. Não há adição de água mineral – o líquido extraído é 100% orgânico, vindo direta e exclusivamente dos alimentos, sendo altamente nutritivo.

Você vai precisar de:liquidificador,voal,recipiente.

 Ingredientes:
2 maçãs;1 pepino pequeno;1/2 copo de sementes germinadas (utilizamos a de girassol sem casca – 8 horas de molho na água e está pronta para consumo);1 inhame pequeno cru e descascado;3 folhas verdes (couve, rúcula, agrião, alface, repolho, acelga).
Modo de preparo:
Bata com cuidado primeiro os ingredientes com maior teor de água (maçãs, pepino, beterraba, folhas e sementes nessa ordem). Utilize uma cenoura ou o próprio pepino como biosocador para ajudar a prensar e liquidificar;despeje em um voal dentro de um recipiente;esprema bem até sair todo o líquido;beba assim que servir para preservar as propriedades e absorver o máximo dos benefícios para a saúde.
Imagem relacionadaA grande mudança na alimentação dos seres humanos-A Consciência Alimentar~ pelos Pleiadianos
 “Haverá uma grande mudança na consciência alimentar. O que está acontecendo agora é que os alimentos oferecidos são extremamente tóxicos. É por isso que muitos de vocês voltarão a viver da terra, ou pelo menos, plantarão o que necessitam para crescer em conjunto com a Terra. Vocês passarão longe de fungicidas, pesticidas, fertilizantes e todas essas coisas porque vão perceber que isso tem sido simplesmente uma farsa.”

“Foi dito a vós que esta era a melhor forma de produção. Você não precisa dessas coisas. Você fala com a terra, e você diz à Terra o que você quer. Fale com os insetos e as criaturas, e plante um pouco para os animais para que eles tenham seu próprio jardim e deixem a Terra fornecer para vocês. Quando você está em sintonia com a Terra, a Terra lhe dá exatamente o que você precisa.”

“Vocês, como espécie, deixaram de comer a comida que alimenta vocês. Estão comendo alimentos mortos. Você não só está comendo alimentos mortos, mas você está comendo alimentos que, como dissemos, estão cheio de toxinas. Você pode transmutar com seu pensamento qualquer coisa dentro de seu corpo. Seu corpo é perfeitamente capaz de transmutar o mais áspero dos venenos, porém é preciso uma grande quantidade de energia para fazê-lo, e se você for gastar toda a sua energia para transmutar uma dieta desleixada você vai deixar de usar sua energia para muitas outras coisas.”

“Chegarão novos alimentos a seu planeta. Haverá também substâncias que sairão do Himalaia e da Ucrânia que têm sido utilizadas pelas pessoas para manter a longevidade e a saúde há milhares e milhares de anos. “

“Você acredita que deve ingerir certa quantidade de comida para se sentir alimentado e cheio, quando na realidade, você vai notar que seus hábitos alimentares irão mudar drasticamente. A dieta do ‘alto espectro ‘ é o que você vai comer, a fim de elevar-se a um espectro maior de luz. Muitos de vocês não podem ingerir mais produtos de carne. Além disso, há mais venenos no peixe que talvez haja nos frangos que estão nos armazéns. Tem sido escondido isso de você.”

“Então, se você for comer essas coisas, coma em pequenas quantidades, abençoe os alimentos, abençoe o caminho que a criatura fez para chegar ao seu paladar, e tenha a clara intenção que seu corpo é capaz de assimilar. Pode chegar um tempo, e isso ocorrerá a cada um de vocês em um momento diferente, que certos alimentos o farão ficar muito doentes. Sentirão como se tivessem ingerido veneno. Se isso ocorrer, abençoe e olhe para isso como um sinal de que você está pronto, nesse momento, para alterar suas práticas alimentares.”

“É muito ruim, mas toda a sua cadeia alimentar está bastante poluída. Mesmo os produtos da horta são irradiados e preenchidos com todos os tipos de coisas, por isso é difícil encontrar algo que seja nutritivo. Então, parte da dieta de que vocês serão levados a adotar voltará para a terra, onde vocês plantarão seu próprio alimento e comerão de forma muito simples.”

“Você vai descobrir que quando você começa a preparar seus próprios alimentos e quando você prepara-os com amor e compartilha com amor o alimento que você plantou, você vai perceber uma vibração diferente que preenche o seu ser. Você não terá que passar fome, porque você não vai precisar de muito alimento. Quanto mais perto estiver da Luz, menos a comida será necessária. Não que você irá parar de comer, apesar disso poder vir a ser eventualmente, mas não morrerá de fome. Você descobrirá que pode se sustentar com pouco, porque ao obter o tipo adequado de alimentos o Corpo de Luz pode sustentar-se por longos períodos de tempo. Chegará um momento em que a comida não será mais necessária.”

Resultado de imagem para imagens sobre vegetarianismoVisão pessoal…


Sabemos como é difícil o acesso a uma alimentação de qualidade vivendo na cidade grande. Não só por conta de impostos caríssimos, poluição, agrotóxicos e rotulagem manipulada, mas também por falta de informações de como minimizar todos esses aspectos.Mudanças de hábito na prática demandam tempo e energia. A idéia é viabilizar e fortalecer esse processo através da arte, do conhecimento e da ação. Dar voz ao sentimento de insatisfação de maneira produtiva, desintoxicando corpos e mentes do parasitismo mecânico e impensado que só consome o planeta e fortalece o sistema.Um plano eficiente de reeducação alimentar começa ao desligar o piloto automático e instalar a atenção plena. Devemos prestar atenção à potência da nossa fome, à quais alimentos nos caem melhor, qual é a quantidade de alimento que nos satisfaz e qual o sabor que mais nos agrada. Também convém sermos ser gratos por cada refeição que se apresenta, mesmo que ela não seja “tecnicamente ideal”.O estilo de vida atual “exige” que a nossa atenção seja dividida simultâneamente entre diversos assuntos, o telefone, o computador, etc. Comemos automáticamente os alimentos mais práticos (alimentos requentados, encaixados, enlatados, reprocessados, e por aí vai…) e freqüentemente pulamos refeições ou as trocamos por um shake ou uma barra de cereais. A nossa mente está em qualquer lugar, menos à mesa. Estamos assistindo TV, ou numa reunião de negócios ou acessando os e-mails. Ou seja, a conexão entre a língua – esse poderoso órgão dos sentidos – e o cérebro está “fora do ar”.Ao dedicar alguns segundos para praticar a atenção plena e manifestar gratidão pelo alimento, estaremos nos conectando com as sensações riquíssimas captadas pelo paladar, olfato, visão, tato e audição e também enviando vibrações positivas para toda a cadeia alimentar (o solo, o sol, a chuva, quem planta, quem colhe, transporta, vende, prepara…). Essa energia positiva influenciará a qualidade dessa refeição e nos permitirá fazer escolhas tecnicamente adequadas em relação à quantidade e combinação de grupos alimentares.Estou com fome? Por que estou comendo? O que estou comendo? Estou feliz? Triste e ansioso?A consciência alimentar é o caminho para quem quer perder ou ganhar uns poucos quilos, e também é o caminho para quem precisa perder 35 quilos. A caminhada começa com o primeiro passo e não importa quanto tempo será necessário para alcançar o objetivo final – o fundamental é que a direção esteja correta e que o caminho seja prazeroso e rico em experiências;Quando perdemos a concentração ou comemos demais, apenas começamos novamente. Cada garfada, cada refeição, é uma chance para recomeçar……


Inspiração…

Manual de Alimentação Saudável

PRÁTICAS E REFLEXÕES SOBRE EDUCAÇÃO ALIMENTAR

Mudanças dos hábitos alimentares provocados pela industrialização …

Alimentos orgânicos – Iapar

Monicavox


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Segundo Stephen Hawking, só temos cerca de 1.000 anos na Terra….

 

NOTA DO MONICAVOXBLOG

Entristecida a manhã desta quarta-feira com a notícia da morte de Stephen Hawking, as reações de luto e de homenagem à sua vida não tardaram. “A sua morte deixa um vácuo intelectual. Mas não está vazio. Pense-se nisso como uma espécie de energia em vácuo que permeia o tecido do espaço e do tempo”, escreveu o físico Neil deGrasse Tyson no Twitter, partilhando uma fotografia com Stephen Hawking.

E vamos á matéria de hoje…..

O físico Stephen Hawking disse que a humanidade provávelmente só tem mais cerca de mil anos na Terra, e a única coisa que poderia nos salvar da extinção é a criação de colônias em outras partes do sistema solar.

“Precisamos continuar no espaço para o futuro da humanidade”, disse Hawking em uma palestra na Universidade de Cambridge, esta semana. “Eu não acho que vamos sobreviver outros 1.000 anos sem escapar de nosso frágil planeta”.

Não aprendemos….

Recentemente, Hawking também advertiu que a inteligência artificial (IA) será “a melhor ou a pior coisa que jamais aconteceu à humanidade”.Dado que os seres humanos são propensos a cometer os mesmos erros repetidamente – mesmo que sejamos obcecados com nossa própria história, parece que não aprendemos com ela -, Hawking suspeita que “poderosas armas autônomas” poderiam ter sérias consequências para a sociedade.

O problema da IA

Sem sequer levar em conta os efeitos potencialmente devastadores da mudança climática, as pandemias globais provocadas pela resistência aos antibióticos e as capacidades nucleares das nações em guerra, só o desenvolvimento da IA já parece um problema grave suficiente para a humanidade.

No final do ano passado, Hawking, ao lado de mais de 20 mil outros pesquisadores e especialistas, incluindo Elon Musk, Steve Wozniak e Noam Chomsky, assinaram um documento pedindo a proibição do desenvolvimento de armas autônomas que possam disparar contra alvos sem intervenção humana. Inclusive, a nova iniciativa de pesquisa de Musk, OpenAI, é dedicada à ética da inteligência artificial.

Os sistemas de IA hoje têm capacidades impressionantes, mas estreitas. Não sabemos o que pode acontecer quando e se eles alcançarem o desempenho humano em praticamente todas as tarefas intelectuais.

Guerras alienígenas

Além dessas ameaças bastante prováveis à extinção da humanidade, Hawking também está cada vez mais convencido de que não estamos sózinhos no universo, e de que isso não é uma coisa necessáriamente boa.Nas próximas décadas, a Terra e a humanidade vão parecer presas fáceis. Estaremos lutando para mitigar os efeitos das mudanças climáticas, ficando sem terra para cultivar, nossas costas estarão desaparecendo e qualquer coisa comestível no mar provavelmente estará sendo cozida pelas temperaturas rápidamente crescentes.Se os alienígenas forem agressivos, eles verão um inimigo enfraquecido em um planeta habitável pronto para ser tomado. Mesmo que eles não sejam agressivos, nós, humanos, certamente somos, então provavelmente tentaremos lutar contra eles.

Hawking crê que, se os alienígenas nos encontrarem, “eles serão muito mais poderosos e talvez não nos vejam como mais valiosos do que nós vemos as bactérias”.

Esperança

É claro que precisamos de um plano de apôio, e é por isso que o prazo de 1.000 anos de Hawking vem com uma ressalva – poderemos sobreviver aos nossos erros se tivermos outro lugar no sistema solar para nos salvar de nós mesmos.Isso tudo pode soar muito terrível, mas Hawking diz que ainda temos motivo para nos sentirmos otimistas. Ele descreveu 2016 como um “tempo glorioso para se estar vivo e fazer pesquisas em física teórica” (embora, em outras áreas que não a ciência, as pessoas discordem que haja qualquer coisa de bom em 2016).

Na palestra da Universidade de Cambridge, Hawking afirmou que “por mais difícil que pareça a vida, sempre há algo que você pode fazer e ter sucesso. O que importa é que você não desista”.

Agressão humana

Se as nossas máquinas não ficarem superinteligentes e nos matarem, nós podemos acabar nos matando. Hawking acredita que a agressão humana pode aniquilar a civilização.Em resposta a Adaeze Uyanwah, um professor de 24 anos da Califórnia (EUA) que lhe perguntou qual defeito humano o físico mais gostaria de alterar, Hawking respondeu: “A falha humana que eu mais gostaria de corrigir é a agressão. Ela pode ter sido uma vantagem de sobrevivência nos dias dos homens das cavernas, para obter mais comida, território e parceiros com quem se reproduzir, mas agora ameaça destruir a todos nós”.Por exemplo, uma grande guerra nuclear provávelmente acabaria com a civilização e a raça humana. Nesse sentido, Hawking crê que a exploração do espaço é importante para garantir nossa sobrevivência. “Eu acredito que o futuro a longo prazo da raça humana deve ser o espaço, o que representa um seguro de vida importante, uma vez que poderia impedir o desaparecimento da humanidade por colonizar outros planetas”, disse.

No prefácio de seu novo livro, “Starmus”,  Stephen Hawking escreve que o bóson de Higgs, em níveis de energia muito altos, pode tornar-se instável e causar uma “decadência catastrófica do vácuo” que levaria ao colapso do tempo e do espaço.“O bóson de Higgs tem a característica preocupante de que pode tornar-se metaestável em energias acima de 100 bilhões de giga elétron-volts”, afirmou Hawking. “Isto pode significar que o universo pode sofrer deterioração catastrófica de vácuo, com uma bolha do verdadeiro vácuo se expandindo à velocidade da luz. Isso pode acontecer a qualquer momento e nós não podemos prever essa tragédia”.

No prefácio, Hawking salienta que a possibilidade da partícula se comportar de tal maneira é altamente improvável, e que a criação das condições para que isso ocorra é impossível, dado o estado atual do desenvolvimento tecnológico.

“Um acelerador de partículas que chegaria a 100 bilhões de GeV seria maior que a Terra, e é improvável que seja financiado no atual clima econômico”, brincou o físico.

Os comentários de Hawking foram em resposta a críticos na comunidade científica que se preocuparam que tais declarações assustadoras vindas de um cientista de sua eminência poderia dissuadir o público de financiar experimentos como o do Grande Colisor de Hádrons (GCH), responsável pela descoberta do bóson de Higgs, no futuro.

Inspiração…

RawStory, DailyMail, SundayTimes

KTH Royal Institute of Technology

Visão pessoal…

Stephen Hawking é o tipo de personalidade que dispensa apresentações. Mas ele é tão incrível que eu não posso perder a oportunidade de reforçar que ele é um dos astrofísicos mais famosos e respeitados do mundo. Ele é majoritáriamente conhecido por seu trabalho sobre buracos negros e singularidades gravitacionais.Suas conclusões não deixam de ser preocupantes e estamos presenciando situações que nos remetem á essas conclusões, sem sombra de dúvida;discutir é possível,porém ignorar o conteúdo de seus profundos estudos e de sua alta capacidade de enxergar através da sua inteligência, é impossível.Ninguém ao certo sabe o que acontecerá nas próximas décadas com o planeta, mas é certo que providências para evitar o que Stephen Hawking nos adverte, devem ser tomadas por nós mesmos.Hoje não existe tecnologia para chegar até um dos candidatos a nova Terra já descobertos. Mas isso não será impossível para as próximas gerações.Basta lembrar que a teoria da relatividade tem apenas cem anos. Daqui a alguns séculos, certamente, vamos encontrar um meio de fazer viagens interestelares: mas faremos isso por meio de uma ciência que ainda está por ser descoberta.Os cientistas acreditam(e eu particularmente também) que, antes de buscar outros planetas para viver, será mais provável que os homens aprendam a reciclar os recursos naturais existentes;Vamos aproveitar dejetos e outros materiais para criar um mundo de lixo praticamente zero, com tecnologias autossustentáveis. Nesse panorama, a agricultura será cada vez mais tecnológica e intensiva. Regredir a um mundo agrário, portanto, parece muito improvável;Na vida real, para estabelecer uma colônia em outro planeta, vários desafios precisariam ser vencidos. O primeiro: como escolher quem vai para o novo planeta? Em seguida: como sobreviver psicológicamente à viagem e a um mundo que, inicialmente, é de total solidão? Para decidir quem sairia da Terra e quem ficaria provávelmente haveria uma guerra tão grande que exterminaria a humanidade. Ou imaginaríamos uma nave capaz de transportar várias gerações de humanos;No entanto, de acordo com os cientistas( e eu também acredito nisso), não passaremos por uma situação tão extrema. A ciência já entendeu que o conhecimento trazido pela exploração da galáxia não precisa, necessáriamente, nos levar para longe: ele é fundamental para a compreensão e proteção de nosso mundo. Somos um planeta ao redor de uma estrela imersa em uma galáxia. Qualquer solução para a Terra virá do conhecimento de que vivemos no cosmo: o universo nos dará informações para a manutenção de nosso lar. Por isso, se chegarmos ao ponto de uma viagem interestelar, certamente teremos um mundo ambientalmente equilibrado e sem crises ecológicas.Parafraseando o filme “Interestelar”…

“Nós sempre nos definimos pela capacidade de superar o impossível.”

“Nossas maiores realizações não podem ficar para trás porque nosso destino está acima de nós.”

Monicavox

Recomendo..