DNA obscuro pode mudar nossas concepções sobre a evolução

A tecnologia de sequenciamento de DNA tem ajudado cientistas a desvendar questões que a humanidade vem perguntando há séculos. Ao mapear os genomas dos animais, agora temos uma melhor ideia de como a girafa desenvolveu um pescoço mais longo e por que as cobras são tão compridas. O sequenciamento do genoma nos permite comparar e contrastar o DNA de diferentes animais e descobrir como cada um deles evoluiu de maneira única e particular.

 Mas, em alguns casos, estamos diante de um mistério. Em parte dos genomas de animais parecem faltar certos genes, aqueles que aparecem em outras espécies similares e que devem estar presentes para que eles se mantenham vivos. Esses genes aparentemente desaparecidos foram apelidados de “DNA obscuro”. E a sua existência poderia mudar a forma como pensamos a evolução.

Adam Hargreaves, pesquisador de Pós-Doutorado na Universidade de Oxford, junto a seus colegas de equipe, descobriu esse fenômeno pela primeira vez ao sequenciar o genoma do rato de areia (Psammomys obesus), uma espécie de camundongo que vive nos desertos. Em particular, eles queriam estudar os genes do camundongo envolvidos na produção de insulina, para entender por que esse animal é particularmente suscetível à diabetes tipo 2.Mas quando eles buscaram por um gene chamado Pdx1, que controla a secreção de insulina, descobriram que ele estava ausente, assim como outros 87 genes envolvidos no processo. Alguns desses desaparecidos, incluindo o Pdx1, são essenciais e, sem eles, um animal não pode sobreviver. Sendo assim, onde estariam?

Pistas e evidências

A primeira pista encontrada sinalizou que, em vários tecidos corporais desses ratos desérticos, foram localizados os produtos químicos que os genes “desaparecidos” ou obscuros são capazes de criar. Isso só seria possível se os genes estivessem presentes em algum lugar do genoma, indicando não estarem realmente perdidos, mas apenas escondidos.As sequências de DNA desses genes são ricas em moléculas G e C, duas das quatro moléculas “base” que compõem o DNA.

 Sabe-se que as sequências ricas em GC causam problemas em certos procedimentos de sequenciamento de DNA. Isso faz com que seja mais provável que os genes perdidos sejam difíceis de detectar, e não que estejam perdidos ou ausentes. Por esse motivo, a equipe nomeou a sequência oculta como “DNA obscuro” em referência à matéria escura, o material que aparentemente compõe cerca de 25% do universo, mas que ainda não conseguimos detectar detectar.

Muitas mutações

Ao estudar o genoma desse camundongo com maior precisão e atenção, descobriu-se que uma parte dele, em particular, tem muito mais mutações do que se pode encontrar em outros genomas de roedores.

Todos os genes dentro desse ponto de acesso à mutação agora têm DNA muito rico em GC e mutaram a tal ponto que são difíceis de detectar por métodos tradicionais. A mutação excessiva geralmente impedirá que um gene funcione, mas de alguma forma os genes do camundongo ainda conseguem cumprir seus papéis, apesar das mudanças radicais no sequenciamento do seu DNA. Esta é uma tarefa muito difícil para a genética. É como ganhar contagem regressiva usando apenas vogais.

Resultado de imagem para imagens sobre dnaPesquisas anteriores

Esse tipo de DNA obscuro já foi localizado em aves. Os cientistas descobriram que 274 genes estão “perdidos” em genomas de aves atualmente sequenciados. Estes incluem o da leptina (um hormônio que regula o equilíbrio energético), que cientistas não conseguiram localizar por muitos anos.Mais uma vez, esses genes têm um teor de GC muito alto e seus produtos são encontrados nos tecidos ao longo do corpo dos pássaros, mesmo que os genes pareçam ausentes nas sequências do genoma.

Iluminando o DNA escuro

A maioria das definições e conceitos da evolução indica que ela ocorre em duas etapas: mutação seguida de seleção natural. A mutação de DNA é um processo comum e contínuo, e ocorre completamente ao acaso. A seleção natural, depois, age para determinar se as mutações serão mantidas e transmitidas ou não, conforme o sucesso reprodutivo de cada alternativa.

Em suma, a mutação cria a variação no DNA de um organismo, a seleção natural decide se ele fica ou se será descartado, e portanto influencia o direcionamento da evolução.

Mas haver pontos de alta mutação dentro de um genoma significa que, em certos locais, os genes têm uma maior chance de se modificar em relação aos demais. Isso significa que esses pontos fortes podem ser um mecanismo subestimado que também influenciam os destinos da evolução, o que significa que a seleção natural pode não ser a única força motriz.

Até agora, o DNA obscuro parece estar presente em dois tipos de animais muito diversos e distintos. Mas ainda não está claro o quão geral essa condição pode ser. Todos os genomas de animais podem conter DNA obscuro? Se não, o que torna os camundongos e as aves tão únicos?

O quebra-cabeça mais emocionante a ser resolvido será descobrir o efeito que o DNA obscuro exerceu sobre a evolução animal.No exemplo camundongo, o ponto de acesso da mutação pode ter tornado possível a adaptação do animal para a vida no deserto. Mas, por outro lado, a mutação pode ter ocorrido tão rapidamente que a seleção natural não foi capaz de agir de forma rápida o suficiente para remover qualquer elemento prejudicial ao DNA.

Se for verdade, isso significaria que as mutações prejudiciais poderiam impedir a sobrevivência do camundongo fora do ambiente desértico.

A descoberta de um fenômeno tão incomum certamente levanta questões sobre como os genomas evoluem e o que se pode ter perdido em projetos existentes para o sequenciamento genético. Talvez seja necessário voltar atrás e observar melhor.

Resultado de imagem para imagens sobre mutação geneticaVisão pessoal….

Segundo uma nova pesquisa, uma mutação genética, possivelmente ligada à resistência à malária, pode ter ajudado a impulsionar a evolução do gênero Homo, o ancestral dos humanos antigos.A mutação afetou um tipo de molécula de açúcar, Neu5Gc, produzida pelos hominídeos primitivos, os primeiros grandes símios (macacos).Cerca de 2 milhões ou 3 milhões de anos atrás, conforme nossos ancestrais Homo ergaster e Homo erectus surgiram na África, uma mutação genética interrompeu a produção dessa molécula, e o sistema imunológico pré-humano começou a reconhecê-la como uma ameaça.Como resultado, alguns hominídeos já não teriam sido capazes de acasalar e produzir descendentes com outras populações, potencialmente separando os primeiros seres humanos de outros primatas.“Com o tempo, esta incompatibilidade reduziria e eliminaria os indivíduos com Neu5Gc”, concluiu o pesquisador Pascal Gagneux da Universidade da Califórnia, EUA.As células se comunicam com outras células usando moléculas de açúcar que ligam as laterais de suas membranas. Um tipo de molécula de açúcar é o ácido siálico, que é encontrado em todas as células animais.Até cerca de 3 milhões de anos atrás, os ancestrais comuns de humanos e outros primatas compartilhavam Neu5Gc, um tipo de ácido siálico; então, algo mudou.Uma mutação genética parou a produção de Neu5Gc em ancestrais humanos, possivelmente porque esta mutação ajudou a evitar um tipo de malária que infecta os chimpanzés até hoje.Em vez disso, os ancestrais humanos com a mutação criaram uma versão diferente do ácido siálico, Neu5Ac.Aqui é onde o sistema imunológico entra em ação: o corpo do ancestral humano começou a ver o Neu5Gc como uma ameaça, e criou uma resposta imune contra ele. Essa resposta teria um grande efeito sobre a reprodução humana no passado.Os pesquisadores testaram a ideia expondo esperma de chimpanzé com Neu5Gc a anticorpos humanos para a molécula. Com certeza, os anticorpos mataram o esperma de chimpanzé.Em outras palavras, uma pequena mudança em uma pequena molécula poderia ter ajudado as populações antigas a se divergirem umas das outras, pois só ancestrais Neu5Ac positivo poderiam acasalar com outros Neu5Ac positivo , e os ancestrais humanos sem a mutação eram incapazes de produzir uma prole maior.

Inspiração….

MUTAÇÕES GÊNICAS E MUTAÇÕES CROMOSSÔMICAS

Mutação – UFSM

REVISÃO DA ESTRUTURA E FUNÇÃO DO DNA

DNA – Estrutura do Cromossomo – UENF

Monicavox

Recomendo….

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A METÁFORA DA LUZ-Ressonância Harmônica

Resultado de imagem para imagens de livros do helio coutoNormalmente, quando uma pessoa quer ter luz numa sala, não precisa fazer um curso de engenharia eletrônica, nem de engenharia elétrica para ter acesso à luz. Basta que vá até o interruptor e aperte um simples botão. E terá luz. Quando se compra um carro, ninguém discute a qualidade do aço do câmbio, nem faz curso de metalurgia ou engenharia automobilística para usá-lo. Mesmo quando há uma mudança gigantesca de paradigma, como aconteceu com o surgimento dos primeiros televisores (eu vivenciei isso), ninguém fez curso de eletrônica para assistir televisão. Por incrível que pareça, todo o planeta usa telefones celulares sem nenhuma pergunta sobre como ele funciona. Acontece que, no caso da Ressonância Harmônica, inúmeras pessoas questionam como pode funcionar. Para entenderem, seria necessário lerem e estudarem mecânica quântica até um ponto em que só faltaria freqüentar uma faculdade para tirar um diploma de físico; Isso mostra que existe algo muito especial na mecânica quântica. O acontece com ela não acontece com nenhum outro conhecimento. E isso prova que esse conhecimento é o mais poderoso que existe. Essa é a razão de tanta resistência. E prova mais uma vez até que ponto as pessoas se sabotam.

Engenharia da Informação Humana Acesso e Transferência de Informação

1-Tudo que existe tem fundamento atômico.

2-Tudo que existe tem um campo eletromagnético.

3-Todo campo eletromagnético tem uma In-formação intrínseca.  

4-Tudo que existe emana de Tudo que existe emana de um Campo Escalar.

5-Tudo que existe é uma onda. Quando os picos de duas ondas se chocam cria-se uma interferência construtiva.

6-Tudo que existe vibra em determinada freqüência.

7-Tudo é Energia e In-formação.

8-Toda In-formação existe para sempre.

9-Toda In-formação pode ser acessada independentemente da dimensão em que esteja não importa se a In-formação é Local ou Não-Local.

10-Toda In-formação pode ser transferida personalizadamente.

11-Toda In-formação pode ser transferida à distância.

12-Toda In-formação pode ser usada independentemente do Tempo. Existe uma Onda de Possibilidade. A Onda de Possibilidade transforma-se em Onda de Probabilidade. Existem Infinitas Possibilidades.

A primeira coisa que uma pessoa teria de aprender é que existe o átomo e como ele se comporta. A maioria dos seres humanos não sabe que existe o átomo. Ele é a substância da realidade. O fundamento de tudo o que existe. As leis que regem o átomo regem todo o resto. Sem entender isso, como entender todo o resto? Como responder as seguintes questões: Quem sou? Onde estou? O que estou fazendo aqui? De onde eu vim? Para onde vou? Por que sou assim? Como funciona o mundo? Quais minhas limitações?São realmente limitações? Podem ser mudadas? Onde posso chegar?

Para poder entender esse método é preciso ter uma visão quântica da realidade. Isto é, de como realmente é o Universo e de como ele funciona. Isso significa trocar o paradigma totalmente. Não é uma pequena alteração na visão de mundo. É uma mudança total, pois de uma visão de partícula, passamos para uma visão de partícula e onda ao mesmo tempo. Nós é que escolhemos com que lado da realidade vamos trabalhar. E isso traz consequências de toda ordem. Se escolhermos o lado partícula (massa ou matéria), limitamos extremamente nossas possibilidades. Ao contrário das infinitas possibilidades da Onda.

É o que a humanidade vem fazendo há milênios. Age como se só houvesse a partícula e usa a onda somente quando lhe interessa, como no caso da eletrônica e suas aplicações tecnológicas. No resto, todo o paradigma existente é voltado para a matéria, para a massa, para o materialismo enfim, onde tudo esta separado, e não existe uma unidade fundamental no Universo. Daí vem todos os problemas atuais, como os econômicos, sociais, políticos, educacionais, etc. Tudo está contaminado pela visão materialista de que tudo é partícula.

Age-se como se não houvesse a onda, mas usam celulares, televisões, rádios, bilhete único do metro, passe livre no pedágio, GPS, telescópios, mísseis e toda a parafernália eletrônica que aparece a cada dia. Usa-se tudo isso com a maior tranqüilidade, esquecendo-se qual é o fundamento que faz tudo isso funcionar. A Onda. Acontece que a Onda é o fundamento de tudo o que existe, a realidade última. A massa como conhecemos é, simplesmente, uma diminuição de frequência dessa onda, para que possamos tratá-la também como partícula. Dessa forma, um oceano primordial de energia infinita, como o Vácuo Quântico gera o que se convencionou chamar de massa ou matéria. Assim são criados os quarks, prótons, átomos, moléculas, células, órgãos e seres. 

Portanto, tudo é formado por uma Onda que vibra de diferentes formas. Além do mais, tudo isso é In-formação ao mesmo tempo em que é Energia. Toda Energia é Informação. E como nada é fixo, pois tudo vem desta Onda, dependendo de como ela vibra a massa é formada e todas as possibilidades de manifestação estão em aberto. Assim, podemos ter os Elementos da Tabela Periódica da Química, a Eletrônica e etc. Quando se começa a usar o estado de Onda? Nós daremos o primeiro passo aqui e vocês verão como as Infinitas Possibilidades estão em aberto.

ENERGIA/INFORMAÇÃO

Quando se fala em Infinitas Possibilidades em Mecânica Quântica, significa que se o Universo e a Realidade são formados puramente por energia/informação e esta energia se manifesta tanto como onda como partícula; é possível criar qualquer realidade material a partir de um “oceano de energia potencial infinita”. Isto é, o Vácuo Quântico, de onde tudo emerge. Emergir é só uma forma de expressão porque, na verdade, o Vácuo se organiza em múltiplos níveis, como sistemas dentro de sistemas. Como se fosse uma boneca russa, uma boneca menor dentro de outra, repetidas vezes. É daí que surge a primeira manifestação da matéria ou massa. Seja através do bóson de Higgs ou de Supercordas, de fato, o que importa é que uma onda de energia também pode ser tratada e manipulada como partículas, átomos, moléculas, células, órgãos, seres e assim por diante.

Esta realidade tem profundas implicações, porque tudo pode ser tratado como partícula ou como onda, ou seja, como massa ou como energia. Todos que já viram um filme mostrando uma explosão atômica, como a que aconteceu em Hiroshima em 1945, tem de acreditar que massa é energia, como prova a famosa fórmula de Einstein. Porém, também existe outra forma de usar uma das quatro forças fundamentais da natureza, o eletromagnetismo. (as outras três são a Força Forte, a Fraca e a Gravidade). Massa é energia e pode ser usada em qualquer destes dois estados. No entanto, quando se fala de eletromagnetismo estamos falando de energia e In-formação. Tudo é energia e In-formação. Portanto, podemos tratar toda partícula como onda ou como In-formação.

Existe uma In-formação intrínseca dentro da onda eletromagnética de qualquer coisa. Essa in-formação nunca é perdida e permanece para sempre. Devemos sempre lembrar que toda nossa percepção seja visual, auditiva, tátil ou olfativa envolve a captação e processamento de ondas eletromagnéticas. 

Isto significa que já usamos naturalmente a onda como In-formação também. Só que não em todo seu potencial. Tudo vibra em uma frequência que pode ser medida em Hertz. Podemos incorporar a in-formação de qualquer coisa através da interferência construtiva de duas ondas, a nossa e a da informação que nos chega. Desta maneira, assimilamos a Informação e o conhecimento. A melhor maneira de apreender um conhecimento é vivenciá-lo. Senão torna-se muito intelectual e abstrato. Quando usamos a In-formação temos certeza de que o Universo é dessa forma. Como consequência, todas as portas se abrem e as infinitas possibilidades tornam-se reais para nós.

Pois uma descoberta leva à outra e assim por diante. Nesse caminho, é preciso ir deixando de lado tudo que se mostra ultrapassado ou que não descreve mais a realidade.

Segundo o professor Hélio Couto;

“Foi assim que acabei descobrindo que tudo que existe é In-formação. Minha pesquisa prática de mais de quinze anos, testando todo tipo de frequências, me fez compreender como funciona o Universo e acessar as In-formações. Na Física encontrei as respostas de como é possível fazer tudo que se quer com In-formação. Durante esses quinze anos, isso foi feito dia e noite; todos os dias do ano, incessantemente. Pensando e testando. É assim que se descobre como funcionam as coisas. Ciência pura é algo que não tem limites de forma alguma. É preciso aceitar os fatos que vamos descobrindo e mudar as teorias que já não funcionam em relação aos novos dados. Quem deve decidir os rumos da pesquisa são os resultados alcançados. Devese querer saber a verdade, custe o que custar, ou não é  É preciso pagar o preço da descoberta, do aventurar-se no desconhecido, de rever e abandonar, às vezes, tudo que se acreditava. É preciso soltar a bagagem no meio do caminho e estar aberto a todas as infinitas possibilidades. Quando uma pessoa se apega a um determinado paradigma, sua pesquisa fica comprometida, porque é preciso aceitar os dados encontrados, não importa quanto eles estejam fora do paradigma existente. Por exemplo, no momento é muito difícil para alguns aceitar as outras dimensões da Teoria das Super Cordas. Alguns anos atrás, poucos aceitavam a Mecânica Quântica e hoje todos usam os produtos desenvolvidos a partir da sua descoberta. Portanto, em ciência, falar que é impossível é prematuro. Toda teoria é aprimorada sempre; todos os dias são descobertos dados que mudam a visão que era tida como certa até aquele momento. Em virtude disto, é preciso experimentar e vivenciar para saber se é possível ou não.”

ABRINDO AS PORTAS DA PERCEPÇÃO DA REALIDADE


Todos os seres biológicos estão limitados normalmente a só perceber um pequeno espectro eletromagnético da realidade. Nós, humanos, ouvimos numa faixa de 20 a 20 mil Hertz. Um cachorro ouve mais que isso. Existem animais que não vêem as cores que nós vemos e assim por diante. É um parâmetro. Uma limitação codificada no nosso DNA. Desta forma o cérebro atua como um filtro ou redutor das ondas e freqüências que nos chegam. Deixando-nos perceber apenas uma pequena fração da realidade que nos cerca. 

Isso cria uma série de problemas para a compreensão da realidade. Ficamos presos numa caixa de percepção e achamos que é só isso que existe. Quando temos acesso a outras In-formações da realidade esse véu naturalmente se esvai, pouco a pouco, e passamos a ter acesso a novas camadas ou dimensões da realidade. Essa é uma vantagem extrema em todos os sentidos. Porque, quanto maior a nossa visão do todo, mais eficientes, saudáveis, amorosos, conscientes e felizes somos. É por esta razão que quem usa a Ressonância expande sua visão de mundo sem cessar,até um ponto em que é feliz por si só.

 

O Universo e tudo o que existe tem um fundamento atômico.

Isto é, toda a realidade, nossos corpos, o ar que respiramos, as outras pessoas, o planeta, o sistema solar, a 18 galáxia, as outras dimensões, etc., tudo é formado por átomos. E diferentes formas de átomos, de moléculas, variando a distância entre os componentes do átomo e sua freqüência, composição, etc. Isso forma o tecido do continuum espaço/tempo e outras dimensões da realidade. O Espaço Calabi/Yau dá uma ideia de como é construído esse tecido. Também existe a Energia Escura e a Matéria Escura, mas não nos interessam no momento para estas aplicações. Uma excelente descrição do mundo atômico é encontrada no livro “A Dança do Cosmos”, de Felix Weber. O importante é a pessoa entender o conceito do átomo e a descrição feita pela física quântica.

Quando aprofundamos a observação sobre o organismo de uma pessoa, vemos os órgãos, as células, depois as moléculas, os átomos, depois as partículas quânticas, supercordas e, por último, o Hipercampo Escalar ou Vácuo Quântico ou Singularidade ou Campo de Torção ou Campo Unificado.

Para facilitar nosso entendimento devemos, por enquanto, ficar no nível dos átomos e subpartículas, como quarks e léptons. Os átomos são formados por prótons, nêutrons e elétrons, que se combinam de algumas formas específicas formando os Elementos Químicos, que estão listados na Tabela Periódica dos Elementos da Química. Manipulando-se os átomos temos todos os produtos químicos e manipulando-se o campo quântico temos toda a eletrônica.

DUALIDADE PARTÍCULA-ONDA

Uma coisa muito importante que devemos entender é a dualidade partícula-onda, já que a energia se comporta com onda e partícula ao mesmo tempo. Da mesma forma podemos escolher entre energia, matéria ou informação. Sobre vibração , o excelente livro de Itzhak Bentov “À Espreita do Pêndulo Cósmico”. O Universo é um sistema aberto porque, nele, tudo vibra; nada é estático. Desde as cordas até o Universo inteiro, tudo emite uma vibração numa determinada frequência.

Tudo está organizado em sistemas dentro de sistemas. Desde o nível mais fundamental, o que existe é uma energia que vibra. À medida que decresce a vibração, temos novos níveis de 19 organização; podemos utilizá-los e interagir com eles. Por exemplo: os prótons, nêutrons e elétrons são formados por outras subpartículas, tais como os quarks e léptons e muitas outras existem. Estas subpartículas também estão vibrando e se transformando o tempo todo. Desta forma podemos trabalhar com o nível dos átomos como faz a química e podemos trabalhar no nível quântico como faz a eletrônica. Unindo-se os átomos temos as moléculas e depois as células e depois os órgãos e depois os seres.

Manipulação e alteração do DNA

Trabalhando-se com as células temos a genética e a biologia e podemos manipular isso de inúmeras formas quando se entende o DNA, como aconteceu recentemente e começa-se a patentear formas de vida. Como o DNA é um código ele também é aberto e todas as formas de vida e suas características podem ser manipuladas e alteradas.

 Desta forma, a vida biológica também é um sistema aberto. Podemos perceber que não existem limites em nenhum sentido, nem no mundo micro nem no macro. Uma vez que podemos manipular as energias primordiais ou o microcosmo, podemos alterar ou criar qualquer coisa desde que entendamos as leis que regem isso tudo.

Até momento, a Física identificou quatro forças fundamentais: O Eletromagnetismo, A Força Nuclear Forte, A Força Nuclear Fraca e a Gravidade. Quando se entender a interação entre todas essas forças teremos dado um grande passo para entender tudo(veja o livro “A Face oculta da natureza”, de Anton Zeilinger).É um fato que ondas eletromagnéticas transportam energia e In-formação. Por exemplo, televisão, rádio, celulares, bilhete único do metrô, passe livre no pedágio, GPS, internet sem fio, etc. Portanto, tudo que existe no Universo é energia e In-formação.

Tudo está codificado e armazenado de uma forma ou de outra. Por exemplo: as ondas de propagação das transmissões de rádio feitas durante a Segunda Guerra Mundial ainda não ultrapassaram os limites do Sistema Solar. Uma transmissão de Marte para a Terra leva dez minutos. Isto nos leva a concluir que, para nós, a transmissão da Segunda Guerra é passado, mas para quem está exatamente no local da onda ,no momento, é o presente e para quem está fora do Sistema Solar é futuro. Tudo depende da Relatividade do Espaço/Tempo. É apenas uma questão de referência local/tempo. O que nos interessa, no momento, é o que se pode fazer com ondas eletromagnéticas e escalares. A aplicação prática dessas ondas é praticamente infinita e inicia um potencial infinito de progresso e evolução para qualquer pessoa. Isso está à disposição de todo mundo, porque o Universo é um sistema aberto que responde à nossa intenção.

O importante é entender certos conceitos para se obter os benefícios destas descobertas. Como esse assunto está na fronteira do conhecimento, é necessário um pouco de explicação, para que as pessoas percebam que é viável o que é explicado aqui. Da mesma maneira que um programa de televisão, de rádio ou celular é transmitido por ondas, isto é, as ondas portam a Informação que se codificou e se enviou através delas; é possível uma onda portar qualquer tipo de conteúdo, de conhecimento, de In-formação, em última instância. Uma excelente discussão sobre a informação está no livro “A Natureza do Espaço e do Tempo”, de Stephen Hawking e Roger Penrose.

Quando se entende isso inúmeras possibilidades se abrem. Um programa de televisão nada mais é que ondas eletromagnéticas transmitidas com uma informação codificada e que é decodificada pelo nosso televisor. Além disto, nós somos “banhados” o tempo todo pelas ondas da televisão, do rádio, celulares, GPS, etc. Estamos imersos num enorme oceano eletromagnético. Uma onda pode portar um curso de português, de matemática, de vendas, o Arquétipo de um jogador de futebol, de guitarrista, de cantor, de vendedor, um livro, um filme, um pensamento, uma emoção, uma consciência, um evento histórico, enfim de qualquer coisa, porque tudo é onda e informação.

Quando duas ondas se chocam em seus picos ocorre o que se chama de interferência construtiva; somam-se os efeitos ou amplitude de onda. A revista Scientific American trouxe recentemente uma matéria sobre os quatro espelhos dos telescópios da ESO no Chile. Quando se faz uma interferometria das quatro ondas dos espelhos de 10 metros cada um, tem-se um 21 resultado como se fosse um espelho de 200 metros. Isso é um exemplo de interferência construtiva. Podemos usar as ondas para transportar qualquer Informação que desejemos.

No nosso caso, usamos como ferramenta para a educação, negócios, esportes, música, etc. A Informação pode ser acessada e transferida personalizadamente. Essa é a grande vantagem. Que a informação pode ser transmitida à distância é algo que já está mais do que provado, tanto pelo uso diário das telecomunicações como pela mecânica quântica, com a comunicação entre duas partículas emaranhadas. Não importa a distância em que elas estejam, quando uma delas sofre uma alteração a outra imediatamente também se altera. E isso acontece de forma mais veloz que a luz. Portanto, existe uma comunicação não-local entre elas, como dizem os físicos e não-local é uma forma de dizer que não é deste Universo ou dimensão. É possível usar qualquer conhecimento e transmiti-lo porque tudo basicamente é eletromagnético e/ou escalar. Portanto, toda informação seja ela de que forma for, mental, emocional, espiritual, etc., pode ser transferida. Tudo que existe é pura energia. Se é energia, é informação. E não importa em que dimensão, brana ou tempo está. Cada informação que recebemos de um Arquétipo cria um novo Túnel de Realidade, que provoca um salto quântico em nosso eu e isso altera o mundo ao nosso redor. Nós mudamos a nossa realidade quando mudamos de Arquétipo(vejam uma descrição elaborada em “Psicologia Quântica”, de Robert Anton Wilson).

A prova da Transferência de Informação à Distância

A mudança que ocorre depois que recebemos as freqüências com as informações que pedimos prova, cabalmente, que a realidade se comporta como é descrita aqui. Não pode haver efeito sem causa. As transformações são profundas em todos os sentidos e áreas de atuação humana. Elas acontecem no mais profundo nível e de forma permanente. E isso pode ser repetido ad infinitum.

Repetindo: Tudo é In-formação. Tudo que existe, todos os sentimentos, todos os pensamentos, todas as coisas, todas as dimensões, todos os comportamentos, toda a consciência, enfim, tudo. Mudando-se a In-formação muda-se o resultado. Finalmente, a solução de todos os problemas está ao nosso alcance. Todas as portas estão abertas. E consegue-se isso tratando tudo como onda. O Universo inteiro é uma onda. Sem limites, sem fronteiras, sem tempo.

PESQUISAS E EXPERIMENTOS

Campos eletromagnéticos portadores de informação

Em 1908 o físico Joseph John Thompson, prêmio Nobel de Física de 1906, especulou num discurso perante assembléia da Sociedade Britânica para o Progresso da Ciência, sobre a possibilidade de que campos eletromagnéticos fossem portadores de In-formações entre pessoas.

Pressentimento

Um teste realizado com minhocas mostrou que elas tiveram um resultado consistente com os resultados humanos. Este teste foi realizado para testar a hipótese do anestesista Stuart Hameroff, da Universidade do Arizona e do matemático Sir Roger Penrose, da Universidade de Cambridge.

Mente Holográfica

Karl H. Pribam, professor emérito de psicologia e psiquiatria na Universidade de Stanford, desenvolveu um trabalho sobre a natureza holográfica da realidade. Desenhou um modelo de como as memórias ficam armazenadas no cérebro.

Emaranhamento quântico

Esse experimento mostra que quando se correlaciona duas partículas, os spin (momento angular) das duas ficam emaranhados mesmo quando são disparadas em direções opostas, não importa a distância entre elas. Elas continuam em comunicação entre si, pois quando se muda o spin de uma o outro se ajusta imediatamente, mais veloz que a velocidade da luz. Isso significa uma comunicação não-local, na terminologia dos físicos.

Superposição

Como o elétron está em todos os estados possíveis no experimento da dupla fenda; pois passa só por uma, pelas duas, retroage no tempo no experimento de tempo retardado (onde a fenda é aberta ou fechada depois que ele já passou e ele se comporta como se já soubesse o que iria acontecer), significa que há uma superposição do elétron, estando ele em todas as posições ao mesmo tempo.

Efeito Zenão-quântico

Testado em laboratório, esse efeito mostra que o ato de observar sem interrupção um átomo, faz com que ele fique nesse estado para sempre. Não há transições para outros estados. O observador congela a realidade e impede as transformações que poderiam ocorrer. E como emitimos uma determinada freqüência 27 se a mantivermos assim o resultado não mudará. Isso explica a questão de colocar o foco onde se quer resultados. Quando se deseja algo material, como casa, carro, apartamento, viagem, etc., deve-se apenas desejar e sentir que já se conseguiu a coisa(por ex; Acreditar que o carro já está na garagem, que o apartamento já foi adquirido). Depois solte, deixe que o Universo manifeste na forma de matéria ou massa, aquilo que você já criou na forma de onda. Não gere ou produza o efeito Zenão, senão você “congela” o que desejou e aquilo não acontece. 

Teoria Observacional

Essa teoria diz que o ato de observar um evento quântico altera o resultado probabilístico. Foi feito um teste gravando bits aleatórios por computador num arquivo magnético, sendo que 50% eram zeros e 50% eram uns. Depois que os bits já estavam registrados é que era feita a escolha retardada e foi um sucesso. A escolha após a gravação afetou a quantidade de zeros e uns gravados anteriormente. .

Experimento com hemácias

Esse experimento foi feito pelo Dr. William Braud, citado no livro “O coração da mente”, de Russel Targ. As células sanguíneas eram colocadas num ambiente hostil onde morreriam senão houvesse alguma intervenção. As pessoas deveriam focalizar sua atenção em algumas delas e procurar que vivessem o máximo possível. Os resultados mostraram que o fato de focalizar a atenção aumentou o tempo de vida das hemácias. 

Experimento com ratos anestesiados

Os pesquisadores Anita e Graham Watkins pesquisaram como a focalização da intenção de acordar os ratos poderia influir sobre os ratos anestesiados para acordarem mais cedo. Os resultados foram também significativos, mostrando que a intenção de acordar os ratos fez efeito sobre eles.

Informação não se perde

Segundo a Mecânica Quântica os estados quânticos evoluem de uma maneira que nenhuma informação poderia se perder. Em princípio, a informação permanece na espiral de fumaça de uma biblioteca ou livro queimado. Veja Scientific American de novembro de 2009, “Estrelas negras não buracos”.

O Universo como um gigantesco holograma

Os físicos Leonard Susskind e James Lindsay no livro “The Holographic Universe” propõem que ondas quânticas microscópicas poderiam conter toda a informação do Universo. Isso leva ao seguinte raciocínio: todos os pensamentos e sentimentos são ondas quânticas e já estão gravados para sempre; não importando o passado, presente ou futuro ou as diversas dimensões da realidade.Essas dimensões são constituídas de “grânulos” do tecido espaço/tempo. No espaço de Planck. São dodecaedros que formam o tecido e que podem variar de formato de inúmeras formas. Como cada forma emite uma freqüência podemos ter infinitas dimensões de acordo com o formato de cada “grânulo”.

O Todo e a Parte In-formada

O Todo tem o Potencial Infinito de In-formação e Possibilidades. Para que essas possibilidades possam se manifestar é preciso que as partes tenham livre-arbítrio relativo. Cada Parte tem uma parte da In-formação total. Quanto mais as Partes tiverem in-formação, mais elas estão perto do Todo. Até um ponto em que não há mais diferenciação entre Um e Outro. Neste ponto eles são Um. Eles compartem a mesma e toda In-formação. É por isso que evoluímos. Para acrescentar informação a nós e, gradativamente, entrarmos em fase com o Todo. A Ressonância Harmônica permite acelerar esse processo de maneira exponencial.

Microfone Quântico

A revista Scientific American de julho de 2010 trás uma matéria sobre um objeto visível a olho nu e com tanta “estranheza quântica” quanto um átomo. Esse objeto é formado por 10 trilhões de átomos e é um ressonador quântico. Ele permite captar a vibração de quanta individuais, como o que acontece com as moléculas durante uma reação química. O físico Wojciech Zurek, do Laboratório Nacional de Los Alamos, disse: ”Confirma aquilo em que muitos de nós acreditamos, mas alguns continuam a não aceitar – que nosso Universo é essencialmente quântico”.

Principio da Incerteza

Foi o físico Werner Heisenberg, ganhador do Nobel, que definiu esse princípio fundamental da mecânica quântica. Não podemos saber a posição e o momentum da partícula ao mesmo tempo. Ou sabemos um ou outro. Isto faz com que a Incerteza seja a natureza do Universo. Não-Localidade Alain Aspect executou um experimento que mostra a conexão entre dois objetos sem troca de sinal entre eles. Eles estão correlacionados não-localmente. Duas partículas correlacionadas mudam de estado simultaneamente, com troca de estado dos seus spins de maneira mais veloz que a velocidade da luz. (veja página 149 do livro “O Universo Autoconsciente”, de Amit Goswami). 

Condensado de Bose-Einstein

O Dr. Jeffrey Satinover, relata no seu livro “A verdade por trás do Código da Bíblia”, que dois átomos podem de fato coexistir no mesmo lugar. Cita um condensado de 16 milhões de átomos, grande o suficiente para ser visto a olho nu e fotografado.O Princípio da Inseparabilidade do Quantum, descrê a impossibilidade da separação do observador e o observado. Descrito pelo Dr. Nick Herbert.

Salto Quântico ou Tunelamento Quântico

É o que acontece quando um objeto quântico desaparece de um lugar e aparece simultaneamente em outro sem passar pelo espaço entre eles (Página 28 de “O Universo Autoconsciente”, 31 Amit Goswami e página 188 de “O Cérebro Quântico” de Jeffrey Satinover). Para citar como exemplo prático, isso é o que acontece com a energia que sai da tomada quem temos em nossa residência. Quando ligamos qualquer eletrodoméstico na tomada, a energia salta dela e aparece (entra) no plug do eletrodoméstico que está conectado.

Informação através de laser

Para ter uma idéia de como a In-formação pode ser usada para os mais diversos fins, já é possível recebê-la através de vários meios.  Apenas um laser passando por uma amostra da substância e a partir daí já está portando a Informação da substância, que, em seguida, atinge qualquer parte do nosso corpo. Um processo que terá larga aplicação no futuro.

Teleportação Quântica

Esse experimento foi realizado pela primeira vez em 1997 pelos físicos Anton Zeilinger e A. Francesco De Martini(veja descrição em “O tecido do cosmo” de Brian Greene, página 509). Quando duas partículas estão emaranhadas a mudança de spin em uma afeta o spin da outra instantaneamente; isto é, mais rápido que a velocidade da luz. Os físicos chamam isso de comunicação não-local. É assim que uma informação é transmitida instantaneamente para o Universo inteiro.

O efeito DNA-(esses experimentos foram relatados no livro “A Matriz Divina” de Gregg Braden-. Foram realizados por Vladimir Poponin e Peter Gariaev, na Rússia.)

Na presença de DNA humano os fótons se organizaram de maneira diferente do que quando estavam sem esse material. A presença do DNA afetou os fótons. Quando o DNA foi retirado do tubo os fótons continuaram ordenados. Mostrando que restou um campo atuando nos fótons. Em outro experimento uma amostra de DNA de uma pessoa foi retirada e colocada distante desta pessoa. O DNA foi medido eletricamente para saber se continuava conectado com a pessoa à distância. Quando a pessoa tinha emoções dezenas de metros distante da amostra, esta mostrava uma poderosa resposta elétrica. Significando que continuava ligada à pessoa. Outro experimento foi feito por Glen Rein e Rollin McCraty do Institute HeartMath. Usaram amostras de DNA distantes da pessoa que doou. As emoções destas pessoas afetaram as amostras dentro do tudo de ensaio. As moléculas de DNA se enrolaram e se desenrolaram; apenas com o despertar de emoções nas pessoas.

O futuro afeta o passado-(essa experiência foi citada no livro “O coração da mente” de Russel Targ e Dra. Jane Katra.)

Foi realizada por Helmut Schmidt no Mind Science Foundation no Texas. Uma pessoa pode afetar a perfuração de fita de papel feita no passado, com um gerador de números aleatórios, zeros e uns. Como ninguém viu o resultado antes, isto é, não foi observado; houve uma alteração no resultado que teria de ser de 50% para zeros e uns. A única explicação é que a pessoa voltou no passado na hora da perfuração da fita e a afetou na hora da perfuração. Até a taxa de respiração de uma pessoa antes registrada, mas não observada, foi alterada pela atividade mental de uma pessoa depois de ser registrada.

Resultado de imagem para imagens de livros do helio coutoVisão pessoal…

Existem inteligências dirigindo a evolução em todo o universo.Será que é tão difícil aceitar que no nível mais profundo da realidade existe uma única energia, da qual tudo emanou? E que esta energia é consciente, inteligente e amorosa?Nada pode surgir do nada. Isto é absolutamente lógico. Para existir um universo material como o que habitamos é preciso que os átomos surjam de alguma forma. E já foi descoberto de que forma eles se formam. E eles são energia condensada. Que percebemos como matéria ou massa. Essa energia primordial é que forma tudo o que existe. Não há nada de abstrato nesta explicação. É absolutamente concreto e lógico. E já explicado pela ciência. A questão é a Realidade Última. De onde vem tudo. O que é esta energia de onde tudo surge? Falando em outros termos essa energia “cria” tudo o que existe. Ela simplesmente transforma energia pura em massa (átomos). E faz isso de forma consciente, já que existe uma extrema organização no universo. Com leis matemáticas, físicas, químicas, etc. Leis físicas não surgem por acaso. E também tem as constantes cósmicas. São fruto de uma inteligência que administra tudo isso. E que mantém tudo isso funcionando o tempo todo. Exatamente agora se essa Inteligência parasse de manter o universo (colapso da função de onda), este desapareceria imediatamente.Tudo depende de alguém colapsar uma função de onda para algo passar a existir. Sem isso só existem infinitas possibilidades. Para que vire uma probabilidade alguém tem de colapsar. Exatamente como o carro que a pessoa quer que apareça na garagem da casa dela.Portanto, para fins didáticos damos o nome de O Todo para essa energia de onde tudo emergiu e emerge. Este é o Ser Perfeito que emana tudo.

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Estudo gigante descobriu algo impressionante sobre como devemos nos alimentar

Comer muito carboidrato é pior e mais gordura é melhor para você, diz enorme estudo publicado nesta terça-feira (29/08). Pesquisadores dizem que está na hora de repensar recomendações que agências governamentais, médicos e nutricionistas dão a pacientes.

“Nossas conclusões não dão suporte para a recomendação atual para limitar o consumo para menos de 30% da energia diária em forma de gordura total e menos de 10% de energia em gordura.saturada. Limitar o consumo total de gordura provavelmente não vai melhorar a saúde das populações”, diz a pesquisadora Mahshid Dehghan, da Universidade McMaster (Canadá).

Segundo ela, o que pode diminuir o risco de mortalidade total é diminuir o consumo de carboidratos. “Indivíduos com alto consumo de carboidrato, de mais de 60% da energia, pode se beneficiar com uma redução desse consumo e aumento da ingestão de gordura”, afirma.

O estudo analisou mais de 135 mil pessoas de todas as classes sociais em 18 países. Eles tinham idades entre 35 e 70 anos e eram de regiões como América do Norte, América do Sul, Oriente Médio, África, Sudeste Asiático, Leste Asiático e China.

Os dados dessas pessoas indicam que comer muito carboidrato está ligado à pioras na saúde. Cerca de 5,8 mil mortes e 4,8 mil problemas cardíacos foram registrados durante o estudo. Quem comia muito carboidrato teve 30% mais risco de mortalidade. Por outro lado, as pessoas que tinham alto consumo de gordura tinha 23% redução de risco de mortalidade e 18% menos chance de ter um derrame.

Todos os tipos de gordura estão associados com a significante queda no risco de mortalidade: 14% menos para gordura saturada, 19% menos para mono-insaturada e 20% menos para gordura poliinsaturada.

Os pesquisadores também analisaram os efeitos da gordura no lipídios do sangue. Eles observaram que apesar de o LDL (colesterol ruim) aumentar em pessoas que consomem mais gordura saturada, o HDL (colesterol bom) também aumenta nessas pessoas. Os cientistas constataram que o LDL é um sinal ruim para prever problemas cardíacos, mas que o ApoB/ApoA1 é mais eficaz.

“Focar apenas em um marcador de lipídio como o LDL não capta o impacto clínico de nutrientes no risco cardiovascular. Por décadas, as recomendações de dieta estão focando em reduzir o consumo de gordura total e o ácido gordo saturado (STA) com base na dedução de que substituir o STA por carboidrato e gorduras insaturadas vai baixar o LDL e reduzir problemas vasculares”, diz Dehghan.

Níveis altos do “bom” colesterol ligados à alto índice de mortalidade

Foi aceito por muitos anos que, quanto mais colesterol “bom” a pessoas tiverem em seu sangue, melhor. Mas o colesterol bom, também conhecido como HDL, pode não ser tão bom quanto pensamos.Os resultados de um novo estudo da Universidade de Copenhague contradizem seriamente o pressuposto de que níveis elevados de HDL no sangue são apenas uma coisa boa. Os pesquisadores mostraram que as pessoas com níveis extremamente elevados de colesterol bom apresentam maior taxa de mortalidade do que as pessoas com níveis normais. Para homens com níveis extremamente elevados, a taxa de mortalidade foi 106% maior do que para o grupo normal. Os homens do grupo com níveis muito altos também apresentaram uma taxa de mortalidade maior de 36%. Para as mulheres com níveis extremamente elevados, a taxa de mortalidade foi 68% maior.

“Esses resultados mudam radicalmente a maneira como entendemos o “bom” colesterol. Médicos como eu nos acostumamos a felicitar os pacientes que tinham um nível muito alto de HDL em seu sangue. Mas não devemos fazê-lo, pois esse estudo mostra um aumento dramático maior da taxa de mortalidade “, diz Børge Nordestgaard, professor do Departamento de Medicina Clínica e um dos autores do estudo.

Os pesquisadores analisaram dados de 116 mil indivíduos do Estudo do Coração da Cidade de Copenhague e do Estudo de População Geral de Copenhague, em combinação com dados de mortalidade do Sistema Dinamarquês de Registro Civil. Eles seguiram os sujeitos por uma média de 6 anos e basearam o estudo em pouco mais de 10.500 mortes.

Os pesquisadores conseguiram calcular a taxa de mortalidade com base nessas mortes e nas informações médicas sobre os participantes. 0,4% dos homens e 0,3% das mulheres abrangidas pelo estudo apresentaram um nível extremamente alto de HDL no sangue e 1,9% dos homens tiveram um nível muito alto.

O estudo também encontrou mortalidade excessiva para pessoas com níveis extremamente baixos de HDL no sangue. As pessoas com níveis médios de HDL no sangue tiveram a menor mortalidade. Para os homens, esse nível foi de 1,9 mmol / L. Para as mulheres, era de 2,4 mmol / L.

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Estudos anteriores dos EUA mostraram correlações semelhantes entre colesterol positivo e mortalidade excessiva entre grupos populacionais específicos, mas esta é a primeira vez que a mortalidade excessiva foi demonstrada na população em geral. O professor Børge Nordestgaard, que também trabalha como consultor médico no Departamento de Bioquímica Clínica do Hospital Herlev e Gentofte, espera que os resultados possam mudar nossa percepção sobre o HDL.

“Parece que precisamos remover o foco do HDL como um importante indicador de saúde na pesquisa, nos hospitais e na clínica geral. Eles são as menores lipoproteínas do sangue, e talvez devêssemos examinar algumas das maiores em vez disso. Por exemplo, observar os níveis sanguíneos de triglicerídeos e LDL, o colesterol “ruim”, provavelmente seja um indicador de saúde melhor”, observa.

Porém, o novo estudo examina apenas a correlação estatística entre a mortalidade e os níveis de HDL. Portanto, não é possível explicar por que as pessoas com níveis de HDL extremamente altos ou baixos têm maior mortalidade.

Visão pessoal…

Durante anos, a medicina convencional nos disse que os níveis elevados de colesterol contribuem para doenças cardíacas e, como resultado, os médicos têm instruído seus pacientes a manter esses níveis baixos a praticamente qualquer custo.Estudos recentes, no entanto, demonstraram que esta abordagem de tudo ou nada para o colesterol e doenças cardíacas é falha e pode resultar em algumas consequências adversas inesperadas.Colesterol é um sólido ceroso, o colesterol é um tanto um lípido (gordura), como um esterol (álcool esteroide a partir do qual são produzidos hormônios esteroides). Ele passa por toda a corrente sanguínea, ligado a triglicerídeos e fosfolipídios e, juntos, os três são conhecidos como uma lipoproteína.Existem dois tipos de lipoproteínas – lipoproteínas de alta densidade (HDL) e lipoproteínas de baixa densidade (LDL). As primeiras têm taxas de proteína superiores à proporção de gordura, enquanto o contrário acontece no segundo caso.As LDL transportam colesterol em todo o seu corpo para as células e tecidos que o requerem, enquanto as HDL coletam qualquer excesso de colesterol e o entregam para o fígado, que pode usá-lo para produzir bile, ou então reciclá-lo. Se houver excesso de gordura e colesterol no sistema, haverá muitas LDLs e, ao invés de entregar o colesterol necessário, elas vão começar a depositar colesterol extra nas artérias, o que pode causar aterosclerose, bloqueios e ataques cardíacos.Necessário para uma variedade de funções, quase todas as células do organismo podem produzir o seu próprio colesterol. Quando os níveis estão baixos, uma proteína sinaliza as células para produzirem duas outras proteínas – uma que faz o colesterol e outra que ajuda as LDLs a recuperar o colesterol. Embora as células possam criar colesterol, o fígado é o produtor principal do corpo, e faz o suficiente para partilhar com outras partes do corpo.Para fazer colesterol, o corpo precisa de carbono, o bloco de construção mais básico da vida, presente numa grande variedade de alimentos, incluindo gorduras, proteínas e carboidratos. Na verdade, você pode ter uma dieta completamente livre de colesterol, e seu corpo ainda vai fazer toneladas de colesterol.A fim de transformar a luz solar em vitamina D, necessária para um sistema imunológico saudável e ossos fortes, o corpo mantém uma forma de colesterol na sua pele que absorve a radiação do sol e a converte em uma substância na qual o fígado trabalha para transformar em hidroxivitamina D. Esta é, em seguida, enviada para os rins, que a convertem em vitamina D utilizável.Da mesma forma, os esteróis no colesterol (álcoois esteróides) são elementos essenciais para a criação de hormônios sexuais humanos (que são esteróides), incluindo estrogênio, progesterona e testosterona.Componente importante da membrana plasmática – o revestimento exterior de células -, a rigidez do colesterol ajuda a sustentar a estrutura da célula e pode afetar a sua fluidez, chegando a impedir que a membrana congele.O corpo converte o colesterol em sais biliares que são secretados na bile. A bile quebra as gorduras no trato digestivo, transformando-as em pequenos pedaços, adequados para interagir com enzimas digestivas, e também ajuda o intestino delgado a absorver gorduras.Pesquisas mostraram repetidamente uma ligação entre a proteína C-reativa (PCR), um “marcador de inflamação no corpo”, e doenças do coração. E, embora o debate ainda esteja aberto, muitos acreditam que a PCR pode ser um melhor indicador para o desenvolvimento de doenças cardíacas do que altos níveis de colesterol “ruim” (LDL).

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Colesterol e triglicerídeos – Unimed-Rio

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Alimentação, Colesterol e Triglicerídeo

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Usar Menos Xampu Pode Significar Menos Exposição a Produtos Químicos

Resultado de imagem para imagens  sobre os perigos do shampooSe você usa xampus comerciais comuns, você está ensaboando seu couro cabeludo com produtos químicos a cada lavagem. Vários anos atrás muitas pessoas ficaram chocadas ao saber que mesmo o xampu para bebês da Johnson & Johnson continha produtos químicos tóxicos, como formaldeído e 1,4-dioxano.

Em resposta à demanda do consumidor, em 2012, a Johnson & Johnson concordou em remover alguns dos produtos químicos tóxicos de seus produtos (e aparentemente a partir de 2015 teria reirado o formaldeído e o 1,4-dioxano de seus produtos de higiene pessoal). No entanto, muitos produtos químicos questionáveis ainda existem nos xampus populares.

Por exemplo, o xampu geralmente contém disruptores endócrinos, que são substâncias químicas conhecidas por interferir no desenvolvimento e na reprodução, e eles podem causar sérios efeitos sobre o sistema neurológico e imunológico.

O que mais pode estar escondido no seu xampu?

Lauril sulfato de sódio, um surfactante, detergente e emulsionante usado em milhares de produtos cosméticos, bem como em produtos de limpeza industriais.

Está presente em quase todos os xampus, tratamentos para o couro cabeludo, corantes e agentes de branqueamento, pastas de dentes, sabões corporais e produtos de limpeza, bases para a pele, sabões líquidos para as mãos, detergentes para a roupa e óleos de banho/sais de banho.

O problema real com SLES / SLS é que o processo de fabricação (etoxilação) resulta em SLES / SLS sendo contaminado com 1,4-dioxano, um subproduto cancerígeno.

Ftalatos são ingredientes plastificados que foram ligados a defeitos congênitos no sistema reprodutivo de meninos e menor motilidade espermática em homens adultos, entre outros problemas. Esteja ciente de que os ftalatos estão frequentemente ocultos nos rótulos de xampu sob o termo genérico “fragrância”.

Metilisotiazolinona (MIT), um produto químico usado no xampu para evitar que as bactérias se desenvolvam, o que pode ter efeitos prejudiciais no seu sistema nervoso.

Parabenos são produtos químicos encontrados no xampu, desodorantes e outros cosméticos, que mostraram imitar a ação do hormônio feminino estrogênio, que pode conduzir ao crescimento de tumores de mama humanos.

Um estudo publicado em 2012 sugeriu que os parabenos de antitranspirantes e outros cosméticos realmente parecem aumentar seu risco de ter câncer de mama.

A pesquisa analisou onde os tumores mamários estavam aparecendo e determinou que maiores concentrações de parabenos foram encontradas nos quadrantes superiores da mama e área axilar, onde os antitranspirantes são geralmente aplicados.

Resultado de imagem para imagens  sobre os perigos do shampooNão Está Pronto Para Desistir Completamente do Seu Xampu?

Se você quiser descobrir se o movimento no-‘poo é ideal para o seu cabelo, mas não está pronto para “parar da noite para o dia”, comece aumentando o intervalo entre as vezes que você usa xampus. Isso irá ajudá-lo a manter os óleos naturais nos seus cabelos e reduzir sua exposição a detergentes e outros produtos químicos.

Melhor ainda, quando você usar xampu no seu cabelo, procure usar um xampu natural em vez de apenas um com base de sabão. O pH dos produtos de limpeza à base de sabão é muito básico, cerca de 8 a 9, o que pode causar danos ao seu cabelo ao levantar as cutículas e causar reações, o que afeta as ligações de dissulfeto no seu cabelo.

Ingredientes como silicato de sódio e bórax são adicionados para ajudar a superar a formação da espuma e o efeito que tira o brilho em seu cabelo. Procure por um xampu natural sem substâncias químicas nocivas que também contenham extratos botânicos, como a camomila para o brilho e força adicional (para ajudar a evitar as pontas duplas e as rupturas).

Outros ingredientes benéficos incluem a proteína triticum vulgare (trigo), que é um óleo que ajuda seu cabelo a reter sua umidade e trevo vermelho, que pode estimular um cabelo com aparência mais saudável.

Algumas pessoas também tentam lavar seus cabelos com condicionador. Esta é outra opção que ajuda a evitar retirar os óleos naturais do seu cabelo, no entanto, você deve se certificar de que o condicionador que você escolheu não é tóxico. Outra opção é usar óleo de coco no seu cabelo.

Resultado de imagem para imagens  sobre oleo de coco e o cabeloO Óleo de Coco é um Excelente Tratamento Natural para o Cabelo

De acordo com um estudo que comparou o óleo mineral, o óleo de girassol e o óleo de coco como possíveis produtos para nutrir e condicionar o cabelo, o óleo de coco foi o único óleo que reduziu a perda de proteína tanto para os cabelos danificados quanto para os não danificados. Pesquisadores relataram no Journal of Cosmetic Science:

“O óleo de coco, sendo um triglicérido de ácido láurico (principal ácido graxo), possui uma alta afinidade pelas proteínas capilares e, por causa do baixo peso molecular e da cadeia linear, é capaz de penetrar dentro da haste do cabelo.”

Parte do motivo pelo qual o óleo de coco é tão benéfico para o seu cabelo é que ele é hidrofóbico, o que significa que ele repele a água.

Assim, quando aplicado como um condicionador de pré-lavagem, ele inibe a penetração de água em cada fio, o que, de outra forma, faria com que a cutícula ou a superfície da haste do seu cabelo se levantasse, tornando-o propenso a danos e a ficar quebradiço.

Além disso, quando aplicado como um tratamento de pré-lavagem, uma pequena quantidade de óleo de coco pode penetrar mais profundamente na haste do seu cabelo durante a lavagem, quando a fibra do seu cabelo aumenta ligeiramente.

Isso também pode explicar por que tantos falam bem sobre a capacidade do óleo de evitar que o cabelo fique frisado em clima úmido – esta é outra característica de sua atividade hidrofóbica.

Resultado de imagem para imagens  sobre os perigos do shampooSe Você Está Considerando o “No-Poo”, Considere se Lavar Menos

Uma crescente minoria de pessoas não está apenas deixando de usar xampu diariamente, mas também de tomar banho diariamente. Alguns podem até chamar de moda se lavar com menos frequência.Parte desse movimento tem a ver com a crescente percepção de que os micróbios, incluindo as bactérias, não são os inimigos e, de fato, devemos viver com eles em um equilíbrio adequado para sobreviver e prosperar.Outros citam preocupações ambientais como o motivo de se tomar menos banho, especialmente no que tange ao uso da água. Uma ducha de sete minutos usa mais água do que um banho em uma banheira, e espera-se que o uso de água para chuveiros cresça cinco vezes em 2021.

Ainda outras pessoas estão procurando reduzir seu uso de produtos para lavagem do corpo carregados de químicos (e xampus), e observam que sua pele, assim como seus cabelos, nunca pareceram melhores desde que eles reduziram o número de banhos tomados.

Mesmo os dermatologistas tendem a desaprovar os banhos diários, especialmente com água quente e com sabonetes agressivos, devido ao dano que isso pode causar à sua pele. De acordo com John Oxford, professor de Virologia da Faculdade de Medicina e Odontologia da Queen Mary:

“Um banho diário vigoroso perturbaria a flora natural da pele, bem como os óleos da pele… Enquanto as pessoas lavarem as mãos com bastante frequência e prestarem atenção à área do corpo que fica abaixo do cinto, tomar uma ducha ou banho em dias alternados não seria prejudicial

… Mesmo tomar banho duas vezes por semana não seria um problema se as pessoas usassem um bidê diariamente já que a maioria das bactérias infecciosas fica em torno de nossas partes inferiores… Nós devíamos nos lavar para deter infecções cruzadas, não por motivos de limpeza.”

Lembre-se, lavar-se diariamente (ou mais) é um fenômeno relativamente recente, e a ciência mostra claramente que o microbioma do seu corpo desempenha um papel importante não apenas na sua saúde, promovendo ou afastando doenças da pele, por exemplo; ele também pode alterar drasticamente coisas como o odor corporal.

Sendo assim, é realmente melhor você trabalhar junto ao seu microbioma, em vez de contra ele. Ironicamente, o sabonete tende a remover o sebo protetor cheio de gorduras benéficas que seu corpo usa para proteger sua pele.No entanto, muitas pessoas usam regularmente sabão para lavar toda a superfície da pele e remover esta cobertura protetora… e depois gastam dinheiro para aplicar loções para restaurar o que acabaram de remover.O mesmo vale para os cabelos. Lavamos os óleos naturais com xampu e, em seguida, aplicamos condicionadores químicos caros para reidratá-los. Como mencionado, você não precisa parar da noite para o dia quando parar de usar seu xampu.

Em vez disso, tente lavar apenas quando for necessário e use sabão (ou xampu natural) apenas nas áreas que realmente precisam ser lavadas, como as suas axilas e virilha ou, em relação a seu cabelo, apenas suas franjas, que tendem a ficar mais oleosas.

Resultado de imagem para imagens  sobre os perigos do shampooVisão pessoal….

A polêmica começou a partir de um estudo científico independente realizado em 2004, onde cientistas encontraram concentrações de parabenos em tecidos de tumores em 18 de 20 que estudaram, comprovando que tal substância estava envolvida com a doença. Os tumores eram mamários e de mulheres que usavam antitranspirante contendo os parabenos. Porém diversos pesquisadores não concordam com esta ligação entre os parabenos dos cosméticos e o câncer de mama. Criticaram a metodologia da pesquisa e outros fatores, mostrando que existem falhas no estudo. Mas isso já foi suficiente para iniciar uma discussão sobre a segurança desses conservantes, e associá-los a casos de câncer de mama.Os estudos continuaram desde então por outros grupos de pesquisas, mas com resultados diferentes. Algumas pesquisam mostram que os parabenos podem ser tóxico para as células e que em contato com pele são absorvidos, depois ele vai para as glândulas e logo após para a corrente sanguínea, sendo interpretado pelo nosso sistema endócrino como estrogênio, porque os parabenos no organismo se comportam da mesma forma que o estrogênio (hormônio feminino). O excesso de estrogênio no organismo pode gerar problemas como: depressão, ansiedade, baixa libido, inchaço devido à retenção de líquidos, falta de concentração, câncer de útero e de mama. Em gestantes, corre o risco de má formação do feto.Mas de acordo com o estudo publicado em 1998, alguns estudos afirmam que nem todos os parabenos possuem a mesma atividade estrogênica, por exemplo o metilparabeno que é um dos mais usados nas fórmulas;Outros estudos mostram, que o consumo de produtos que possuem parabenos pode causar alergias cutâneas e o envelhecimento precoce da pele.

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Um mundo «sem arredores»….

Resultado de imagem para imagens sobre a politica mundialTodas as explicações que se oferecem para clarificar o que significa a globalização se contém na metáfora de que o mundo ficou “sem arredores”, sem margens, sem lugares fora, arrebaldes. Global é o que não deixa nada fora de si mesmo, embarca tudo, vincula e integra de maneira que não fica nada solto, isolado, independente, perdido ou protegido, salvo ou condenado, em seu exterior. O “resto do mundo” é uma ficção, ou uma maneira de falar, quando não há nada que não forme de alguma maneira parte do nosso mundo comum. No fundo esta metáfora não faz outra coisa que dar força gráfica àquela idéia kantiana de que num mundo redondo todos acabamos nos encontrando.

Como quase todas as coisas importantes, esta configuração do mundo não se deve a uma decisão consciente ou concordada, mas é o resultado de uns processos sociais involuntários e complexos. A maior parte dos problemas que temos se deve a esta circunstância, ou os experimentamos como tais porque não nos é possível subtrairmos deles, ou domesticá-los, fixando limites mais além dos quais externalizá-los: destruição do meio ambiente, mudança climática, riscos alimentícios, tempestades financeiras, imigrações, novo terrorismo… Trata-se de problemas que nos situam numa unidade cosmopolita de destino, que suscitam uma comunidade involuntária, de forma que ninguém fica fora dessa sorte comum.

Quando existiam os “arredores”, havia um conjunto de operações que permitia dispor desses espaços marginais. Era possível fugir, desentender-se, ignorar, proteger. Tinha algum sentido a exclusividade do próprio, a clientela particular, as razões de estado… E quase tudo se podia resolver com a simples operação de externalizar o problema, transpassá-lo a um “arredor”, fora do alcance da vista, num lugar alijado, ou a um outro tempo. Um “arredor” é precisamente um lugar onde depositar pacificamente os problemas não resolvidos, os desperdícios; um lixão.

O que tem em comum a extensão dos direitos individuais, que impede considerar a ninguém como um mero sujeito passivo que obedece às decisões dos outros, e a consciência ecológica, que dificulta enormemente depositar os resíduos em qualquer lugar? Ou que exige a reciclagem? Ambos os fenômenos são expressão de que se problematizou a externalização, que nada nem ninguém quer ser considerado como um “arredor”. Falar, por exemplo, de lixo espacial para referir-se aos desperdícios das naves espaciais que, segundo parece, giram em torno da terra, revela que o mesmo espaço deixou de ser considerado um mero exterior onde seria legítimo abandonar a sucata. Quando se começa preocupar pelo lixo é porque se introduziu em seu campo visual o que antes não via, ou não queria ver. A consciência do que significa o lixo, tomada também em sentido literal e metafórico, supõe uma ampliação do nosso mundo, do mundo que consideramos nosso.

Imagem relacionadaTalvez se possa formular com esta idéia da “supressão dos arredores” a cara mais benéfica do processo civilizador e a linha de avanço na construção dos espaços do mundo comum. Sem necessidade de que alguém o sancione expressamente, cada vez é mais difícil “passar o morto” a outros, a regiões distantes, às gerações futuras, a outros setores sociais. : “num mundo globalizado é impossível tentar não ver o que acontece olhando para outro lado, porque este não existe”. Pensemos, por exemplo, nas exigências de sensibilidade para os efeitos secundários que se colocam em âmbitos muito diversos, e especialmente na atividade das ciências e das técnicas; na ilegitimidade e cinismo com que julgamos o discurso dos “danos colaterais” quando se está falando de ações militares: na interiorização da natureza no mundo dos seres humanos que supõe a consciência ecológica, graças à qual a natureza deixou de ser considerada como algo exterior; no princípio de sustentabilidade que é algo assim como uma espécie de globalização temporal, um tomar em consideração o futuro, que deixa de ser mero “arredor”, os direitos das gerações futuras ou a viabilidade do meio ambiente, contra a ditadura do presente exercida à custa do futuro.

A transformação mais radical que realiza um mundo que anula tendencialmente seus “arredores” tem que ver com a dificuldade de traçar limites e organizar a partir deles qualquer estratégia (organizativa, militar, política, econômica…). Continuamente se misturam em qualquer atividade o interior e o exterior.

Resultado de imagem para imagens sobre a politica mundialUm dos campos em que esta confusão se tornou mais aguda é o da política, que por sua própria natureza tem sido sempre um governo dos limites. Agora se afirma como uma verdade indiscutida de que não há problema importante que possa ser resolvido localmente, que propriamente falando já não há “política interior”, nem “assuntos exteriores”, e tudo se converteu em política interior, colocando em questão até as denominações tradicionais desses ministérios. Tornaram-se extremadamente difusos os limites entre a política interior e a política exterior; fatores “externos”, como os “riscos globais”, as normas internacionais e os atores transnacionais se converteram em “variáveis internas”. Nossa maneira de conceber e realizar a política não estará à altura dos desafios que se colocam se não problematiza a distinção entre “dentro” e “fora”, como conceitos que são inadequados para governar em espaços limitados.

Outra das dificuldades que se coloca um mundo assim é a gestão da segurança. A delimitação dos âmbitos de decisão e responsabilidade se torna confusa. As ameaças à segurança já não emanam de um lugar ou de uma fonte determinada, mas que são tão difusa como os fluxos dos que se servem, de maneira que nos mantém a todos num estado de insegurança latente. Ao invés das frentes bélicas que separam o espaço da segurança do “arredor” ameaçador e o simbolizam numa fronteira, o que temos é uma insegurança que também é interior. Sem abandonar o jogo da ilustração metafórica podemos afirmar que o espaço global tomou o caráter de zona de fronteira, com tudo o que supõe a efeitos de compreensão e gestão da segurança.

E um dos temas em que se percebe até que ponto a globalização não é só uma ampliação quantitativa do espaço, mas uma nova compreensão do mundo, temos numa completa mudança de vocabulário em torno à questão social, que há tempo deixou de considerar a alienação (a excessiva interiorização) como o mal social absoluto, já que este agora ocupa a exclusão (a falta de interiorização). Significa isto que num “mundo sem arredores” a exclusão já não existe? O que um “mundo sem arredores” quer dizer é que os excluídos já não se encontram fora, que a exclusão se realiza no interior, com outras estratégias e de uma maneira menos visível que quando havia uns limites claros que nos separavam dos outros, aqui os de dentro e lá os de fora; agora os excluídos podem estar inclusive no centro da cidade, do mesmo modo que as ameaças não procedem de um lugar distante, mas do coração mesmo da civilização, como parece ser o caso do novo terrorismo.

As margens estão no interior, nos nossos “arredores interiores”.

Do mesmo modo em que a proteção da segurança se vê obrigada a desenvolver estratégias mais inteligentes num mundo que não está ameaçado “a partir dos arredores”, também tem que ser mais atenta à vigilância em torno aos nossos mecanismos de exclusão. Para estar à altura de um mundo ampliado (que poderia servir como referente substitutivo da idéia de progresso, substituindo assim o critério do tempo pelo do espaço), se deveria perguntar sempre pelas exclusões que pudessem estar originando nossas práticas sociais.O progressismo de antes que tratava de deter o curso do tempo é hoje um espacialismo que luta por manter a forma de “um mundo sem arredores”, quer dizer, sem lixeiros, sem pagãos, nem terceiros, nem ausentes.

Resultado de imagem para imagens sobre a politica mundialVisão pessoal….

Apesar da falta de consenso sobre o que é realmente ‘terrorismo’, os diversos conceitos apresentados por Estados e algumas organizações internacionais levam a alguns pontos comuns na maior parte deles: o uso ilegal ou ameaça do uso da violência; civis ou propriedades como alvos; propósitos políticos dirigidos a uma instituição (Estado, organização) de modo a compelir seus agentes a agir ou abster-se de agir de determinada forma; e provocação ou manutenção de um estado de terror em uma população ou um setor dela.Historicamente o termo mudou de significado para acomodar vernáculos políticos e diferentes discursos em diferentes contextos e épocas. Mas, desde o governo jacobino na França, no século XVIII, esteve associado ao ‘terrorismo de Estado’ ou a grupos organizados que deliberadamente e sistematicamente se utilizam de ‘atos terroristas’ para atingir um objetivo político.Esses grupos estiveram confinados em espaços políticos e geográficos específicos até que a Al-Qaeda ‘internacionalizou’ o terrorismo. Com isso, vários grupos no mundo se filiaram a ela, foram por ela criados ou passaram a praticar atentados em seu nome. Mas os atentados continuaram sendo planejados, treinados e executados por membros da organização recrutados, preparados e financiados especificamente para realizarem ataques como os ocorridos nas embaixadas dos Estados Unidos no Quênia e na Tanzânia, e o 11 de setembro de 2001, dentre outros.Com o Estado Islâmico (EI), surgiram duas novas e perigosas características. A primeira, a liberdade que os membros do grupo têm de realizar atentados, individualmente ou em pequenos grupos, contra alvos em qualquer lugar do mundo considerados ‘inimigos’ do mundo islâmico. Os atentados de Paris no ano passado e de Bruxelas neste ano foram praticados por indivíduos que estiveram combatendo como membros do Estado Islâmico. Com as ações militares na Síria e no Iraque, o enfraquecimento e a possível derrota do EI provavelmente resultará na ‘migração’ ou retorno de membros do grupo – popularmente chamados de ‘jihadistas’ – a diversos países do Ocidente, parte deles propensos a realizarem ataques. Em consequência, a incidência desse tipo de ato terrorista deve aumentar. A segunda, ainda mais difícil de ser prevenida e combatida, diz respeito a pessoas que nunca fizeram parte das organizações terroristas, mas que nutrem por elas uma simpatia tão forte que, quando conjugada com outros motivos, tornam esses indivíduos propensos a realizar atentados. Esse parece ter sido o caso do atentado na Califórnia, no início de dezembro de 2015, o de Orlando- EUA ,em Londres e agora em Barcelona.Essas novas características complicam ainda mais as ações preventivas e repressivas ao terrorismo. Antigamente, as agências procuravam identificar as organizações, suas estruturas, seus membros, rastrear seu financiamento, localizar suas bases para então realizar ações contraterrorismo. Posteriormente, passaram a trabalhar também com indivíduos que pudessem ter relação com essas organizações, um trabalho mais árduo, com enormes custos, mais demorado e com índices mais baixos de eficácia. Agora, têm que tentar identificar pessoas que podem se inspirar nesses grupos terroristas e, por conta de uma lealdade criada no seu imaginário, se tornar propensos a matar de modo generalizado em locais que nunca fizeram parte da lista de possíveis alvos, como a casa noturna, bares e restaurantes de Paris e a boate de Orlando ou em cidades turísticas como Barcelona.Lógicamente, essa propensão é criada, ou ajudada, pela propaganda que diversos grupos fazem por meio das mídias sociais, especialmente e com bastante sucesso pelo EI, e potencializada por outros fatores como sentimento de exclusão social, dificuldades financeiras, xenofobismo, homofobia (como parece ter sido o caso do atentado em Orlando), etc. Se essa nova tendência for confirmada, as ações de prevenção e repressão ao fenômeno se tornarão cada vez mais difíceis e as populações cada vez mais vulneráveis, impactando o sistema internacional e deixando-o ainda mais complexo, volátil e imprevisível.

Inspiração….

Estudos do Dr.Sérgio Luiz Cruz Aguilar -doutor em História com pós-doutorado em segurança internacional na Universidade de Oxford – Reino Unido. Professor da UNESP (Campus de Marília/SP)

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10 ¨Segredos¨ sobre o flúor na água que você bebe e muito mais sobre esse assunto tão importante que afeta nossa Pineal

Resultado de imagem para imagens sobre livros sobre o flúorEDITORIAL –

Como considerar inteligente uma raça que destrói o ambiente do qual DEPENDE para sobreviver?

Utilizamos água limpa como solução ¨inteligente¨ para o esgoto. Pense no quanto isso é ignorante. Não bastasse isso, também tratamos a água que bebemos de uma maneira altamente questionável.O que acontece é que, a partir do momento em que temos uma solução confortável e aparentemente eficaz a curto prazo, paramos de pensar no tanto que algumas das nossas soluções são idiotas a longo prazo. Nós simplesmente paramos de pensar e questionar algumas coisas.Só evoluímos quando uma solução se mostra idiota a curto prazo, depois do longo prazo ter se vencido. Uma atitude questionadora, um apreço pela verdade, e principalmente disposição para mudar, quando nossa postura, diante da verdade, torna-se idiota.

“O Flúor de Hitler”
Durante a Segunda Guerra Mundial o flúor foi testado pela primeira vez em humanos. Os cientistas nazistas de Hitler usavam altas dosagens nos Campos de concentração dos judeus para que os mesmos ficassem inertes a situação que estava ocorrendo ao redor. O efeito foi o desejado pelos nazistas e os testes “aprovados”. O flúor retardou mentalmente os judeus e hoje esta mesma prática está sendo espalhada mundo a fora, pois o sistema atual aplica esta substancia venenosa para controlar o raciocínio dos seres humanos. É certo que se não tivéssemos contato com esse veneno que nos mata aos poucos, não teríamos dificuldades de memorizar, nem de aprender.O plano da Nova Ordem Mundial é deixar a humanidade mais burra. Enquanto isso eles desfrutam dos mananciais de águas puras, sem contaminação alguma. 
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10 fatos ¨secretos¨ sobre a água fluoretada que você bebe:

1 – A maior parte dos países desenvolvidos não adiciona flúor à água. O Japão e 97% da Europa ocidental não bebe água com flúor. Segundo Uma declaração da república Checa, é eticamente questionável forçar qualquer tipo de medicação, principalmente uma tão controversa.

2 – Países que adicionam flúor não tem índices menores de caries do que países que adicionam flúor. Estudos modernos de grande escala não mostram diferença na quantidade de cáries.

3 – O flúor afeta diversos tecidos no seu corpo, dos seus dentes ao seu cérebro. 43 estudos em humanos encontraram relação entre o flúor, danos cerebrais e QI mais baixo em crianças. Várias doenças de artrite até problemas da tireoide podem estar ligadas ao flúor.

4 – A maioria das crianças excede hoje a ingestão de flúor apenas pelo uso de pasta de dente. cerca de 40% dos adolescentes nos EUA apresentam fluorose(manchas brancas nos dentes) causada pelo excesso de flúor.

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5 – O Flúor não é um nutriente essencial para o ser humano.4 – A maioria das crianças excede hoje a ingestão de flúor apenas pelo uso de pasta de dente. cerca de 40% dos adolescentes nos EUA apresentam fluorose(manchas brancas nos dentes) causada pelo excesso de flúor.

6 – O Flúor utilizado na água é ácido fluossilícico, não é o flúor que ocorre naturalmente em alguns mananciais.

7 – O flúor não faz nada pela água. Ele é utilizado apenas e com o único objetivo de evitar cárie em humanos.

8 – Beber o flúor não adianta, ele é apenas efetivo quando tópico, em contato com os dentes.

9 – O Flúor é mais tóxico do que o chumbo, menos tóxico que o arsênico.

10 – A União de cientistas do EPA (Agência de proteção ambiental dos EUA) é Abertamente e vocalmente oposta à fluoretação da água, segundo eles, uma ação irracional, desmedida e perigosa. E eles estão sólidamente embasados. O documento divulgado pela união tem uma série de estudos ligando a fluoretação a uma quantidade ENORME e séríssima de problemas de saúde.

Por que isso não é divulgado ou questionado abertamente?

lampadaEssa situação parece ter acontecido do mesmo jeito que a pirâmide alimentar, a demonização do ovo  e os diversos mitos prejudiciais relacionados com alimentação, saúde e emagrecimento.

Veio alguém e declarou aquilo apressadamente e dúbiamente como verdade e a maioria das pessoas só aceitou aquilo como verdade inquestionável.

A partir daí as pessoas passaram a divulgar apenas um lado da moeda, e não olhar para o outro de maneira imparcial, como deve ser feito.

Absolutamente tudo deve ser questionado.

A CALCIFICAÇÃO DA PINEAL PELO FLUORETO

A glândula pineal (também chamada de corpo pineal, epífise cerebral, epífise ou o “terceiro olho”) é uma pequena glândula endócrina no cérebro dos vertebrados e produz a melatonina, serotonina e também DMT (Dimetiltriptamina). A sua forma assemelha-se a uma pequena pinha (daí o seu nome), e está localizada perto do centro do cérebro, entre os dois hemisférios, escondida num sulco onde os dois corpos talâmicos arredondados se juntam. Esta pequena glândula é estudada há muito tempo e é considerada por muitos como a “sede da alma”. Para vocês entenderem melhor, os hindus a conhecem como “centro de força”, os ocultistas, como “olho de shiva” (por ser o responsável pela clarividência, a vidência Racional). É realmente o “olho” pelo qual o homem harmoniza o mundo interior e o exterior, o elo de ligação entre o macrocosmo e o microcosmo. Ao pé da letra, é responsável pela harmonia com si mesmo, pela espiritualidade, pela conexão com o divino. Há estudos, entretanto, que indicam que o fluoreto seja atraído magneticamente à glândula pineal, calcificando-a e depositando metais pesados em seu corpo, por consequência. É, na verdade, um assunto que dá continuidade ao post sobre o Flúor na água e claro, gostaria de alertar que é apenas uma informação sobre o tema, não se trata necessáriamente de uma opinião sómente.

No final dos anos 90, um cientista com o nome de Jennifer Luke realizou o primeiro estudo sobre os efeitos do fluoreto de sódio na glândula pineal. Ela determinou que a glândula pineal, localizada no meio do cérebro, foi alvo do fluoreto. A glândula pineal simplesmente absorveu mais flúor do que qualquer outra matéria física no corpo, até mais que os ossos. Como disse antes, a Glândula Pineal é como um ímã para o fluoreto de sódio. Este calcifica a glândula e faz com que seja menos eficaz em equilibrar os processos hormonais do corpo. Desde então que diversas investigações provaram que o Fluoreto de Sódio afeta a glândula mais importante do nosso cérebro! É a única coisa que ataca o centro mais importante da nossa glândula no cérebro. É predominante em alimentos, bebidas, no nosso banho e na água potável. Fluoreto de Sódio é colocado em 90% do abastecimento de água dos Estados Unidos, portanto a importância de filtros alcalinizadores e que retirem estas substâncias da água. Para continuar com as pesquisas, há uma da Universidade de Harvard que descobriu o efeito do Fluoreto em nosso QI.

A instituição publicou uma meta-análise, financiada pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), que concluiu que as crianças que vivem em áreas com água altamente fluoretada têm valores de QI “significativamente inferiores” do que aqueles que vivem em áreas de flúor baixo. Num relatório de 32 páginas (em que pode ser feito o download gratuitamente a partir do Environmental Health Perspectives) um dos pesquisadores disse: “Os resultados da nossa meta-análise de 27 estudos publicados ao longo de 22 anos sugerem uma associação inversa entre a alta exposição ao flúor e a inteligência das crianças (…). Os resultados sugerem que o flúor pode ser um neurotóxico que afeta o desenvolvimento do cérebro em exposições muito inferiores aos que podem causar toxicidade em adultos (…)”. Para quem pesquisa sobre o assunto, não é novidade. Uma forma eficaz é evitar esta exposição tóxica e entender mais sobre a glândula pineal, que é um assunto extremamente interessante e que poucos abordam!

Fonte;-(CRM 68874) Dr. Mohamad Barakat, formado pela FMABC-UNIFESP/EPM, Pós-Graduado em Endocrinologia e Metabologia pela IPEMED

Cisto de glândula pineal calcificada visualizada em CT. Fonte: HellerhoffFlúor pode afetar a pineal e gerar Alzheimer

Estudos científicos têm demonstrado que pacientes portadores de alzheimer possuem a glândula pineal calcificada

Estudos científicos têm demonstrado, através de tomografia computadorizada, que pacientes com alzheimer possuem uma significante quantidade de tecido da glândula pineal calcificado. Pessoas com outras enfermidades, tais como depressão e outros tipos de demência, apresentam uma quantidade bastante inferior de tecidos calcificados nesta região.Na década de 1990, uma cientista britânica, Jennifer Luke, descobriu que o flúor se acumula em níveis notavelmente altos na glândula pineal. A glândula pineal possui um tecido altamente passível de sofrer calcificações, que, sendo naturalmente exposto a um elevado volume de fluxo sanguíneo, torna-se o principal local  de acúmulo de flúor em humanos.

O flúor é um gás halógeno, extremamente volátil e altamente reativo. Ao ser ingerido é rapidamente absorvido pela mucosa do estômago e do intestino delgado. Sua via de eliminação são os rins, responsáveis por eliminarem 50% do flúor diariamente ingerido, e o que sobra tem que encontrar refúgio em alguma parte do corpo, que geralmente é junto ao cálcio de algum dos tecidos conjuntivos. Como os dentes e os ossos são os maiores reservatórios de cálcio, é para lá que o excesso de flúor tende a se dirigir, passando a deformá-los e a provocar o que cientificamente se conhece como fluorose.

Resultado de imagem para imagens sobre o flúoroseNo caso dos ossos, dentes e glândula pineal, acrescenta-se ainda a facilidade com que os íons de flúor (1,29Z) substituem os da hidroxila OH- (1,33Z) e se incorporam à estrutura dos cristais de apatita. Por isso, diante do excesso de flúor, esses tecidos perdem a flexibilidade e se tornam extremamente rígidos e quebradiços.

Logo, as partes calcificadas da glândula pineal (cristais de hidroxiapatita) contêm as maiores concentrações de flúor do organismo humano, até mesmo maiores do que em qualquer osso. A glândula pineal é como um ímã para o fluoreto de sódio. Este calcifica a glândula e faz com que ela não tenha mais eficácia no equilíbrio de todo o processo hormonal do corpo.

Pesquisadores descobriram que os depósitos calcificados presentes na pineal estão associados com a diminuição do número de pinealócitos (principais células da glândula responsáveis pela produção de melatonina), com o funcionamento e a produção de melatonina reduzida, bem como com deficiências no ciclo sono-vigília, além de potencialmente destruirem a função normal na puberdade. Desta forma, o ciclo circadiano,  período de aproximadamente 24 horas sobre o qual se baseia o ciclo biológico (responsável por regular todos os ritmos psicológicos, a digestão, o estado de sono-vigília, a renovação das células e o controle da temperatura do organismo), se torna desregulado.

Resultado de imagem para imagens sobre o flúor e a pinealA toxicidade do flúor

O debate sobre os perigos do flúor está em curso há mais de seis décadas, apesar de inúmeros estudos confirmarem que o fluoreto é um veneno perigoso, tóxico, e que se bio-acumula no organismo ao ser ingerido ao longo da vida. Então, o que exatamente o fluoreto causa ao seu cérebro além de calcificar a glândula pineal?

Em 2006, pesquisadores da Harvard School of Public Health e da Icahn School of Medicine at Mount Sinai fizeram uma revisão sistemática e identificaram cinco produtos químicos industriais como sendo neurotóxicos. Isto incluiu venenos inquestionáveis, como o chumbo, o metilmercúrio, bifenilas policloradas, arsênico e tolueno. Desde então, eles têm documentado seis neurotóxicos de desenvolvimento adicional, sendo agora 11 produtos químicos industriais conhecidos por prejudicarem o desenvolvimento do cérebro em fetos humanos e em bebes. Um dos neurotóxicos adicionados mais recentemente a essa lista é o fluoreto, o qual atravessa facilmente a barreira placentária. Um dos autores do estudo já havia afirmado:

“O flúor parece se ligar ao chumbo, mercúrio e outros venenos que causam desequilíbrio na química do cérebro… O efeito de cada substância tóxica pode parecer pequeno, mas o dano combinado em uma escala da população pode ser grave, especialmente porque o poder do cérebro da próxima geração é crucial para todos nós. “

Há 37 estudos em humanos que ligam exposições aos fluoretos com inteligência reduzida (9 desses estudos encontraram QI reduzido em pessoas que consumiam água com menos de 3 ppm de fluoreto) e 12 estudos em humanos que ligam o flúor com déficits neurocomportamentais. Há também 3 estudos em humanos que ligam a exposição ao flúor com desenvolvimento restrito do cérebro fetal, e cerca de 100 estudos com animais que ligam o flúor a danos cerebrais.

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Água fluoretada e prevenção de cáries

Prevenção de cáries é o motivo pelo qual a Organização Mundial de Saúde iniciou, desde 1930, o programa de inclusão artificial do flúor na água. Logo, acredita-se que a eficácia da água fluoretada em evitar cáries estaria provada e comprovada para além de qualquer dúvida razoável. Mas, uma nova pesquisa sugere que esta suposição é dramáticamente equivocada: o uso de dentifrícios fluoretados não tem sido provado como bom para a saúde oral; no entanto o consumo de água fluoretada pode não ter nenhum impacto positivo.

Cochrane é uma organização não-governamental constituida por médicos e pesquisadores, existente em mais de 130 países, conhecida por suas considerações competentes, sendo estas consideradas o ‘padrão-ouro’ do rigor científico em relação a avaliar a eficácia das políticas de saúde pública estabelecidas. Recentemente, eles realizaram uma pesquisa no intuito de descobrir se a fluoretação reduz as cáries. Revisaram todos os estudos feitos sobre a fluoretação que eles puderam encontrar e, em seguida, analisaram os resultados dos estudos e publicaram a sua conclusão em uma revisão no início de junho deste ano.

A revisão identificou apenas três estudos, desde 1975, com qualidade suficiente para serem utilizados, os quais abordaram a eficácia da fluoretação na prevenção da cárie dentária na população em geral. O co-autor da revisão, Anne-Marie Glenny, pesquisador de ciências da saúde da Universidade de Manchester, no Reino Unido, concluiu que esses estudos determinaram que a fluoretação não reduz cáries em um grau estatisticamente significante em dentes permanentes.

Os autores encontraram apenas dois estudos, desde 1975, que avaliaram a eficácia da redução de cáries nos dentes de bebês, e concluíram que a fluoretação não tem nenhum impacto positivo estatisticamente significativo. Os cientistas também concluiram que há insuficientes evidências de que a fluoretação reduz a cárie dentária em adultos. “A partir da avaliação, não podemos determinar se a fluoretação da água tem um impacto sobre os níveis de cárie em adultos”, diz Glenny.

Flúor banido em diversos países

Segundo o site worldlifeexpectancy.com, a Finlândia, o Canadá e os Estados Unidos são os países com o maior número de pessoas acometidas por Alzheimer. Atualmente, os Estados Unidos têm diminuido a quantidade de cidades que participam do programa de fluoretação e o número de cidades fora do programa tem crescido gradualmente. Curiosamente, a Finlândia, assim como diversos países europeus, como Alemanha, Japão, Suíssa e Suécia baniram a fluoretação da água. Países que aparecem no site como tendo índices extremamente baixos de Alzheimer, tais como Grécia, Camboja e Índia não possuem, coincidentemente, programa de fluoretação da água.

Fluoretação da água  no Brasil

A fluoretação da água foi adotada pela primeira vez no Brasil na cidade de Baixo Guandu, ES, em 1953. Uma lei federal entrou em vigor em 1974 exigindo que estações novas ou ampliadas de tratamento de água deveriam ter a fluoretação, e sua disponibilidade foi significativamente ampliada na década de 1980, com fluoretação fixada em níveis de 0,8 mg/L. Segundo o IBGE, a partir de 2008, 3.351 municípios (60,6%) haviam adotado a fluoretação.

Resultado de imagem para imagens sobre manjericão santoDescoberta planta que remove flúor da água

Após tantas evidências contra o flúor, a melhor opção seria removê-lo da água. Atualmente há filtros que removem ou diminuem a incidência do flúor. Mas, um método eficaz surgiu após a descoberta de uma fantástica planta. Uma planta chamada tulsi, ou manjericão santo (Ocimum tenuiflorum), que cresce por toda a Índia, pode ser apenas outra resposta para retirar o flúor da água em países pobres em todo o mundo. Cientistas da Universidade de Rajasthan descobriram que otulsi pode substituir algumas das alternativas mais caras para a remoção de flúor.

Os investigadores conduziram o experimento em uma aldeia de Narketpally, imergindo 75 mg de folhas de manjericão santo em 100ml de água que tinha mais de 7 partes de flúor por milhão de água. Após a imersão das folhas em água durante apenas 8 horas, o flúor foi reduzido para apenas 1,1 parte por milhão. A Organização Mundial de Saúde diz que os níveis “seguros” de flúor na água não devem ultrapassar mais do que uma parte por milhão.Com a recente admissão da Universidade de Harvard que o flúor é ruim para a saúde, e as notícias continuadamente apontam para o flúor sendo responsável por esgotar a capacidade do cérebro causando déficit de atenção, ou mesmo calcificando a glândula pineal, (que inibe importantes secreções hormonais como a melatonina e serotonina, e DMT), é uma notícia maravilhosa de que um remédio tão simples foi encontrado.

Visão pessoal….

O olho da mente, cientificamente conhecido como a glândula pineal, é considerado a porta de entrada para os níveis mais elevados de consciência, no caso de você não estar ciente a glândula pineal é uma glândula endócrina em forma de uma pequena pinha no cérebro que produz e secreta o hormônio melatonina, acredita-se também que a glândula pineal seja responsável pela liberação de Dimetiltriptamina (DMT), a glândula pineal é o “princípio da sede da alma”, segundo Descartes, como você pode ver esta glândula tem muitas funções tanto física como metafisicamente, assim mantê-la funcionando em todo o seu potencial deve ser uma prioridade de todos os que procuram uma mente saudável.À medida que envelhecemos a glândula pineal começa a se calcificar e tornar-se lenta, esta taxa varia consideravelmente por pessoa e estilo de vida, mas o consumo de quantidades excessivas de flúor é considerado um fator de risco, isto é em parte porque o fluoreto se acumula em quantidades extremamente altas na glândula pineal causando sua calcificação mais rapidamente, o flúor também pode diminuir a produção de melatonina, duas coisas que certamente não queremos que aconteça, a pesquisa mostrou que esta calcificação da glândula pineal tem uma forte correlação no desenvolvimento da doença de Alzheimer (Mercola 2011), uma dieta pobre carregada de conservantes, açúcar branco, refrigerantes, GMO, produtos químicos e pesticidas é um importante fator de risco para a calcificação e seu envelhecimento precoce também.O que podemos fazer para combater o processo de envelhecimento e calcificação da glândula pineal ?Devemos comer uma dieta livre de conservante / química , que seja rica em gorduras saudáveis​​, deve ser um acéfalo (trocadilho intencional), mas o que mais podemos fazer ?Enquanto você não cortá-lo completamente você pode reduzir drasticamente os níveis de flúor que consome, para fazer isso deve filtrar adequadamente à água da torneira antes de beber uma vez que muitas comunidades têm abastecimento de água que é adicionado flúor, para conseguir isso você precisa usar um filtro que retire o flúor (cuidado com o filtro por osmose reversa ele também retira todos os minerais da água “matando-a”), ou comprando água engarrafada que indica a não adição de flúor de água de nascentes, você também pode mudar para um creme dental sem flúor, muitos tipos de pasta dentais naturais podem ajudar na prevenção da cárie dentária, além de não intoxicá-lo com flúor.Tome vinagre e maçã,que é rico em ácido málico tornando-se um grande tônico para desintoxicar o corpo todo incluindo a glândula pineal, o vinagre de maçã tem uma longa lista de benefícios e pode ajudar a tornar o corpo mais alcalino (isso é uma coisa muito boa), tente tomar uma colher de sopa 3 vezes ao dia ou experimente adicioná-lo no suco de limão com mel, sente-se, saboreie e colha os benefícios;Coma alimentos ricos em iodo como algas marinhas, outros alimentos como cranberry, feijão verde, couve, brócolis, folhas verdes escuras, banana, camarão e lagosta também são ricos em iodo, esta é uma lista muito curta, incompleta, você pode ajustá-la para atender às suas necessidades e estilo de vida, não só a função de apoio do iodo para a tireoide, mas também é importante para a glândula pineal, o iodo ajuda a remover o flúor do corpo que como discutido acima é muito tóxico, o iodo pode ser prejudicial em níveis super altos por isso se você optar por usar em forma de suplemento considere o uso de uma forma solúvel em água como Iosol, para evitar o risco de excesso ao consumi-lo;outra coia é o Cacau cru orgânico,que é rico em antioxidantes que combatem os radicais livres e mantêm o nosso cérebro saudável, isso também pode ajudar a estimular o olho da mente(pineal) ajudando a desintoxicá-la, além disso quem não gosta de chocolate ?Mais uma estrela;O óleo de coco(extra virgem prensado a frio) nutre todo o corpo até mesmo a pele e o cabelo, mas a sua maior vantagem é que ele nutre o cérebro e desintoxica a glândula pineal, o óleo de coco é rico em triglicérides de cadeia média que são convertidos em cetonas no fígado, foi comprovado que as cetonas restauram os neurônios e a função dos nervos no cérebro (Mercola 2013), esta é uma grande notícia para reverter os danos no cérebro e pode até mesmo fornecer um avanço na pesquisa da doença de Alzheimer, os Triglicerídeos de cadeia média (TCM), o principal tipo de gordura encontrada no óleo de coco aumenta o desempenho cognitivo em adultos mais velhos que sofrem de distúrbios de memória tão graves como a doença de Alzheimer e não é depois de meses ou até mesmo dias de tratamento, mas após uma única dose de 40 ml (3 colheres de sopa); brotos de alfafa e de Salsa ajudam a energizar a glândula pineal, todas estas ervas (e muitas outras) ajudam a estimular e desintoxicar a glândula pineal, tente adicionar o broto de a salsa e de alfafa generosamente quando cozinhar para um impulso extra do cérebro;Outra coisa é parar de usar óculos de sol;Será que isso chamou a sua atenção ? Bem deixe-me explicar, a luz refletida pela retina estimula a glândula pineal, nossos olhos precisam ser expostos à luz solar indireta diariamente (a qualquer uma célula ganglionar fotossensível), se você for usar óculos de sol certifique-se de tirá-los pelo menos por um curto intervalo de tempo diariamente, isso também nos fornece vitamina D que é muito importante para a saúde e equilibra o cérebro ajudando a combater a depressão.Claro que existem várias outras maneiras maravilhosas para promover a saúde dos olhos da mente, como foi dito, isso não é de forma alguma uma lista completa, é sempre bom verificar com um médico fitoterapeuta, especialmente se você tiver algum problema de saúde se for tomar suplementos, agora vá em frente nutrir o olho da sua mente 

Inspiração…….

• Mistério do flúor: Cientistas estudam o controverso aditivo

Toxicidade do flúor – Portal FOP-Unicamp

Controvérsias sobre o flúor | Scientific American Brasil 

Universidade de São Paulo Faculdade de Saúde Pública Uso do flúor .

Monicavoxblog

Recomendo….

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Reflexões sobre os tempos que estão por vir…..(?)

Resultado de imagem para imagens sobre o caos planetarioRecebo muitos e-mails perguntando se agora é o fim dos tempos e o que isso realmente significa para todos nós.Morreremos todos? O mar vai subir? O planeta vai acabar? E as guerras? Será que algum ditador vai tomar o planeta por completo? E a água potável, vai mesmo acabar? Há alguma chance deste planeta ser destruído completamente?Muitas são as previsões catastróficas e muitas são também as más interpretações sobre elas. Não nos cabe ficar meditando sobre qual destas previsões estão corretas ou não. Isto só fará com que elas fiquem mais fortes, o que aumenta a chance de ocorrerem.

O que realmente pode mudar este quadro horroroso previsto para a Terra, é o seguinte:

1 – Estamos vivendo a” Batalha do Armagedon” no aqui e no agora. Não espere algo deste tipo no futuro.

2 – O Armagedon se tornou muito mais físico, desde 11 de setembro de 2001. Não pela guerra em si, mas pela consciência mundial, que mostrou que todos os níveis e camadas sociais do mundo estão vulneráveis a esta guerra.O mundo inteiro acordou para uma guerra entre o bem e o mal, e mesmo sem tomar partidos, seja você quem for, Armagedon é uma guerra entre os filhos da luz e os filhos das trevas.

Não pensem que é uma guerra entre o Céu e a Terra, ou entre “Deus e os demônios” . Entendam que os filhos da luz podem vencer se chamarem os “exércitos do Céu” para lutar a batalha, mas esta é uma guerra de quem vive nos quatro planos inferiores da matéria.

Esta guerra realiza-se totalmente nos quatro corpos inferiores da Terra e nada tem a ver com o etéreo. Ela é, e está, na memória, no mental, no emocional e no físico, por isto ninguém sabe com certeza, se este ou aquele é bom ou ruim, pois tudo se trava em um mar de ilusões( “maya”).

A certeza é uma só. Os nossos aliados, aqueles que podem nos ajudar a vencer esta guerra, não estão na Terra, na Água (astral), no fogo ou no Ar. Os nossos aliados,(que não são salvadores) são os que vêm do Éter (fogo de altíssima vibração), o quinto elemento( Plenum Cósmico/Deus e seus anjos de Luz, Os Mestres Ascensos e seres de alta estirpe sideral)

Os enviados da luz etérea vêm para a batalha, quando são chamados pelos despertos e espiritualizados, e eles sempre vem em corpos sutis,diferentes desses corpos de terceira dimensão e podem aparecer nas mais diversas circunstâncias, basta o ser humano estar vibrando naquela frequência deste Ser.

3 – Podemos fazer a diferença nesta guerra. Mas para que isto se realize, é preciso:

a) – Buscar o contato com a Presença do EU SOU diáriamente e entregar-se, submeter-se a esta Presença de Luz. Isto é – Amar incondicioanlmente tudo e todos, acima de todas as coisas.

b) – Invocar a Chama Violeta  para consumir com o carma planetário, aliviando as energias negativas que estão sobre nosso planeta.

c) – Buscar elevar a nossa consciência estudando os ensinamentos das escolas de mistério, do Cristo Cósmico na Terra e buscando contato constante com o nosso  Eu Superior ,o Cristo Pessoal.

d) – Fazer jejum um ou dois dias por semana e /ou se alimentar de vegetais, frutas, castanhas, legumes e cereais integrais, deixando de comer as carnes de animais, aves e peixes e produtos industrializados/transgênicos/contaminados por agrotóxicos e químicas.

e) – Pedir intercessão divina em todos os lugares que acharmos necessário, sem qualquer crítica, condenação ou julgamento. Confiar e entregar ao Plenum Cósmico / Deus/Criador, implorando sua intercessão imediata onde quer que haja desordem e tumulto, desarmonias e impurezas, dor e sofrimento, ódio e maldade.

f) – Buscar a elevação da consciência através a oração espontânea,sincera, contínua.

g) – Invocar a ação harmonizada da Mãe Divina /Gaia/aspecto feminino do Criador, pedindo a purificação para si e para todo o planeta Terra.

h) – Pedir ao Criador que liberte os elementais do fogo, do ar, da água e da terra de toda e qualquer submissão ao mal. Os cataclismos naturais são conseqüência do carma coletivo do planeta e se libertarmos os elementais, poderemos amenizar muito este sofrimento.

I) – Manter em mente que a Palavra é Sagrada. A palavra é a manifestação da energia divina e precisa ser respeitada e sempre utilizada para falar positivamente, até mesmo na formação das frases mais comuns de nosso cotidiano.

J) – A Palavra precisa ser utilizada todos os dias para falar com o Plenum Cósmico/ Deus e seus anjos de luz, com os Elohim e os Mestres Ascensos, com os elementais de luz e com a nossa Mãe Divina.

K) – Manter sempre a mente e o coração com a esperança positiva de que todo o mal que nos aflige nesta “Batalha do Armagedon,” pode ser e será, eliminado da Terra. O medo atrai a destruição e fortalece o mal que nos aflige.

L) Buscar a comunhão com Espírito Santo, pedindo a sua intercessão na união dos filhos da Luz.

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4 – É a Vontade de nosso Pai Celestial, que este planeta Terra seja a moradia da Nova Era Aquário.Esta nova Era de Aquário é regida por mudanças e profundas transformações de todas as ordens;Os nossos mentores espirituais, as Equipes da Luz,carregam a chama do amor do Espírito Santo, a chama da liberdade e da justiça. No momento vivemos as dores do nascimento do parto da era de aquário. A Era de Aquário será uma era de amor e iluminação, justiça e liberdade.

5 – Sabendo que a Era de Aquário é a Era da liberdade e do Amor divino, podemos ter certeza de que triunfaremos sobre o mal. A Justiça será feita com a elevação de nossas consciências, o que elevará o planeta como um todo.

6 – Nosso lema é: “Seja feita a evolução que já estava prevista,que seja realizada – Assim será na  Terra,já que é assim no Céu -” 

7 – Os seres das trevas tentarão levar o maior número de filhos da luz com eles para a “segunda morte”, mas na realidade, eles é quem estão morrendo de medo de” morrer”. Eles sabem que é chegada a hora deles. Eles querem que todos acreditem que o fim do mundo é agora, e para todos, mas a verdade é que agora é o fim do mundinho deles. O pequeno mundo dos que não acreditam e não seguem ás Leis do Universo ,inexoráveis ,do bem, da justiça, da Luz .

8-A Remissão está no aqui e no agora, onde todos estão tendo a oportunidade de seguir a luz e libertar-se das garras do mal.O que existe de real e verdadeiro na falsa hierarquia do mal e seus seguidores? Nada. Nada é a resposta! Assim, quanto mais ilusões físicas existirem na Terra, quanto maior será a destruição desta ilusão materializada.

9- – A Vinda do Cristo Cósmico será diferente da vinda de Jesus. O Cristo, agora, se manifestará através de muitos de nós, mundo a fora. Veremos o Cristo Interno atuando em todos os cantos deste mundo, oriundos de todas as oito grandes religiões do planeta e de todas as raças – Judaísmo, Budismo, Cristianismo, Hinduísmo, Confucionismo, Islamismo, Taoísmo, e Zoroastrismo.

10 – Como em toda batalha, sim, muitos filhos da luz, aqueles que acreditarem nas mentiras da falsa hierarquia,cairão e serão tomados e derrubados e perderão a maravilhosa oportunidade que agora se abre de vivermos lado a lado com os Mestres de luz na nova Era que surge.

11 – A união faz a força. O lema dos Mestres Ascensos é: “Um por todos e todos por Um” Precisamos orar para que os nossos irmãos na Luz do Plenum Cósmico/ Deus que é Invencível que sempre vence, sempre venceu e sempre vencerá, sejam libertados das garras do mal e da ilusão, e levados para os ensinamentos da Luz divina e esclarecedora.

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Só o conhecimento da verdade liberta; À Vitória, Sempre com a Verdade

A libertação dos Filhos da Luz, para que eles possam se juntar a nós nesta batalha, ajudando-nos a invocar o poder de transmutação do fogo do éter divino, é o que pode fazer a diferença, é a coisa mais importante do momento. São Miguel e as Legiões da Luz, Consciência Crística, Maitreya, Gautama Buda, Sanat Kumara, São Miguel e todos os seres cósmicos que os seguem nesta grande luta pela verdade da libertação da humanidade, viajam pelo cosmos livremente e na velocidade da luz,não confundi-los com nossos irmãos extraterrestres,que também estão evoluindo na Senda do Pai.

Os impostores da luz, a “Matrix do Bem”,  atuam única e exclusivamente nos corpos inferiores, nada tendo de real no plano do éter divino. Estes falsos ensinamentos dizem para que os despertos invoquem falsos nomes e atentem para falsos ensinamentos com ares de bondade e “conformismo do bem” , ao invés de nos orientar para a ação e reação necessária para a mudança definitiva.

12 – Os cataclismos naturais, não são obra da natureza. Nossa Mãe divina jamais nos enviaria tal destruição. Estes cataclismos são o retorno da Lei de Causa e Efeito, inexorável ,nossas ações coletivas irresponsáveis. Não existe fuga no sentido de subir uma montanha, sair da costa do mar para viver no interior, entre outras idéias milagreiras.

Resultado de imagem para imagens sobre profeciasPREVISÕES

Nós sabemos que elas são o assunto preferido de todos vocês. Nós também sabemos que elas estão sendo usadas para elevar as esperanças da humanidade desta vez; sabemos que nessa categoria caem também “avisos terríveis”. E esses são usados exatamente para o efeito oposto.

Algumas das previsões mais fantásticas que parecem positivas, na realidade, são usadas porque aqueles que começam a imaginá-las, serão levados a um grande desapontamento E ISSO JÁ ESTÁ ACONTECENDO. Vamos discutir tudo isso.

Primeiro vamos definir o que pode ser uma previsão real. De uma perspectiva, uma previsão real sómente pode ser uma extensão para o futuro dos possíveis efeitos das causas atuais. Por exemplo, se se vê uma pessoa estudando diligentemente, seria razoável prever que em algum ponto essa pessoa pode encontrar o sucesso. Se se vê uma pessoa participando de uma atividade que a sociedade considera indesejável seria razoável assumir que a sociedade poderia escolher puni-la.

O que estamos escolhendo discutir hoje são os mesmos fenômenos estendidos ao reino dos efeitos das causas que seriam tão grandes, tão generalizados e tão afastados da manifestação imediata que o efeito em si pareceria desconectado e, portanto, imperceptível no presente.E também incluiria causas tão generalizadas que mal se poderia ver nosso próprio papel nelas. Também incluiria a incrívelmente grande quantidade de causas que um ser individual acumula durante as muitas vidas, o que nós chamamos retrógradamente de karma. Normalmente  sómente pensamos nisso como uma coisa negativa. Os despertos ficariam surpresos ao ver a imensa quantidade de “karma positivo” que muitos de nós acumulamos

E agora pensem em uma quantidade ainda mais fantástica de causas positivas que têm sido depositadas no “cofrinho da humanidade” por todos nós. E tudo isso está apenas aguardando para ser liberado por alguma chave mágica.Bem, essa é exatamente a situação em que nosso mundo está agora. E a pergunta em nossas mentes é: “O que é a chave? ”. A resposta será bastante surpreendente; Nós somos a chave.

Agora, nós começamos por dizer que uma previsão dependia das causas delas não mudarem. E a causa de manifestarmos o mundo que nós desejamos tão ardentemente é a nossa própria elevação para uma consciência vibracionalmente superior;nós nos imaginamos depois de todo esse período e depois de toda dor e do esforço que nós colocamos mudando a trajetória de nossas vidas? Claro que não. Então, qual é a nossa previsão para o futuro?

Atualmente há profetas de plantão pessimistas entre nós. É isso que  achamos que a humanidade criou? Se alguém quiser isso, ele pode ter. Se ele escolhe acreditar, ele terá de alguma forma.Felizmente também está aumentando o número de pessoas que imaginam um mundo muito melhor do que qualquer um de nós não temos  qualquer lembrança de experimentar. Um número cada vez maior se empenha em viver essa esperança diáriamente. Repito;É isso que  achamos que a humanidade criou? Se escolhermos acreditar,  teremos de alguma forma.NÓS CRIAMOS A NOSSA REALIDADE;entendem como funciona? Todos nós somos co-criadores das realidades que  fazemos e que iremos ver.

Não faz muito tempo que essa parecia uma declaração ridícula de se fazer. Mas hoje ela não causará espanto em muitos dos lugares. Podemos ver  como já fomos longe.E então, de volta ao assunto de previsões. Nós sentimos que as previsões que nós fazemos honestamente, sinceramente e pelo bem de todas as pessoas, no fundo de nossos corações, agora começarão a se manifestar sériamente. A espiral descendente de nosso mundo está sendo parada. E a espiral ascendente agora está definitivamente em progresso. Liguemos os nossos  motores da convicção. Façamos isso.

Um conselho;

Amem. Esperem. Perdoem. Façam todas as coisas que vocês aprenderam a fazer e que levarão para a mudança. Sejam o que vocês desejam. O tempo de ser contra já passou. Prevejam o futuro em seus corações. É aí onde ele será criado.

Resultado de imagem para imagens sobre doutrina espiritaUMA ANÁLISE ESPÍRITA PROFUNDA SOBRE PREVISÕES E PROFECIAS-pelos seres de luz

Canal: Ron Head 

Fonte: http://oraclesandhealers.wordpress.com/

“A fé necessita de uma base, e essa base é a perfeita compreensão daquilo em que se deve crer. Para crer, não basta ver, é necessário compreender.” (Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 19, item 7).

verdadeira convicção só se adquire pelo estudo, pela reflexão e por uma observação contínua” (Discurso na Sociedade Parisiense 5/4/1861)

Fé inabalável é somente aquela que pode encarar de frente a razão, em todas as épocas da humanidade” (Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 19, item 7).

“Nada examinando, a fé cega aceita, sem verificação, assim o verdadeiro como o falso, e a cada passo se choca com a evidência e a razão. Levada ao excesso, produz o fanatismo” (Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 19, item 7).

Toda a experiência espiritual ou mediúnica é, sem dúvida, uma experiência de fé, de emoções e sentimentos que permitem à pessoa que vivencia tal experiência uma conexão com algo que transcende a matéria. Entretanto, o nobre codificador esclareceu que não basta apenas vivenciar tal experiência de fé espiritual, juntamente com o emocional ou sentimental; ele esclareceu que é necessário refletir, observar, examinar, comparar e acima de tudo passar pelo crivo da razão tal experiência para assim concluir se tal experiência foi fruto da imaginação, se foi obra de espíritos zombeteiros ou mal intencionados ou se realmente foi um contato com alguma entidade de elevado valor moral.

Resultado de imagem para imagens sobre doutrina espiritaKardec ensinou o método para realizar tal análise, em minúcias, no O Livro dos Médiuns, como por exemplo, os mecanismos para identificar se o espírito manifestante é realmente um espírito bom ou se apenas se manifesta com disfarces ou máscaras. Ensinou como analisar uma comunicação mediúnica, identificado indícios da presença, ou não, de espíritos mal intencionados.

O ano de 2012, em especial, foi recheado de médiuns e canalizadores que não observaram esses preceitos elementares do nobre codificador. Algumas mensagens que qualquer aluno aplicado de uma escola mediúnica identificaria como obra de espíritos gozadores se multiplicaram na internet; mensagens ignorando os mais elementares postulados da física e da astronomia da mesma forma ganharam a grande rede, em parte pela invigilância de quem não analisou o que escreveu ou “recebeu” espiritualmente, em parte pela invigilância de quem leu e aceitou sem passar pelo crivo da razão e da comparação.

CUIDADO COM A MATRIX DO BEM

A experiência espiritual, seja de quem vivencia ou de quem lê ou estuda, deve ser fruto do equilíbrio entre a razão e a emoçãoNão basta apenas sentir que algo “parece” bom, iluminado ou do bem, é preciso comparar, auscultar, observar se existe lógica em determinado relato.

No capítulo 24 do Livro dos Médiuns, itens 260 e 261 esclarece que existem espíritos tão especializados em embustes, que conseguem não apenas falsificar assinaturas em mensagens como ainda imitar com perfeição o jeito, o modo de falar e os tiques de determinado espírito de quilate elevado que seja conhecido do grande público. Kardec assim esclarece:

“Pode-se também colocar entre as provas de identidade a semelhança de caligrafia e de assinatura. Mas além de não ser dado a todos os médiuns obter esse resultado, ele nem sempre representa uma garantia suficiente. Há falsários no mundo dos Espíritos, como no nosso. Certamente se dirá que se um Espírito pode imitar uma assinatura, pode também imitar a linguagem. É verdade. Temos visto os que tomam a o nome da Consciência Crística e para melhor enganar imitam o” estilo evangélico” excedendo-se nas expressões mais conhecidas:” Em verdade vos digo.”

Portanto não basta apenas se emocionar com o que se vê ou o que parece ser, é preciso analisar também o que é dito, relatado, escrito e assim comparar todas as informações para que se observe se existe lógica nas mesmas.

Um nobre espírito desencarnado conhecido, por exemplo, diria em uma comunicação mediúnica algo totalmente diferente daquilo que disse quando em vida? Certamente que não. Portanto, é preciso que a fé, a experiência emocional, sentimental e espiritual passe sempre pelo crivo da razão, da comparação, da análise minuciosa antes que seja admitida como uma experiência fidedigna.

O próprio Kardec levou esse método ao extremo na elaboração da Codificação. Ao juntar as comunicações recebidas através de diversos médiuns que atuaram no processo de elaboração dos cinco livros da Codificação, ele simplesmente descartou 90% das comunicações mediúnicas, foram aproveitados apenas 10%. Já naquela época, Kardec sabia que não bastava uma mensagem que falasse muito de amor, mas que em algumas linhas no meio de belas palavras apresentasse argumentos ou teorias estranhas, ele também sabia que muitos espíritos se apresentavam com aparência boa, doce e nobre, mas com más intenções por trás de uma boa aparência ou de uma aparente boa retórica.

Uma mensagem, uma palestra, um livro,  devem ser analisados como um todo, linha por linha, palavra por palavra, pois muitas vezes pequenos sofismas são propositalmente colocados no meio de belos e nobres ensinamentos e o médium, se não estiver suficientemente vigilante, certamente será presa fácil de espíritos especialistas nesse tipo de fascinação.

Os mecanismos de obsessão atualmente também evoluíram; o preocupante não é o espírito grosseiro ou raivoso que se manifesta , mas sim o ardiloso que se esconde numa voz mansa, suave e procura utilizar muitas frases sobre amor e evolução e coloca no meio destas, de forma consciente, certas idéias estranhas ou até mesmo mensagens subliminares através de pequenos “comandos” escritos ou falado que muitas pessoas sequer percebem.

Nos itens 261 e 267 do mesmo capítulo do Livro dos Médiuns, Kardec resume de forma brilhante como identificar um espírito embusteiro. Seguem alguns trechos:

“Deve persuadir-se de que os Espíritos perversos são capazes de todas as trapaças e de que, quanto mais elevado for o nome usado, mais desconfiança deve provocar. Quantos médiuns têm recebido comunicações apócrifas assinadas por Jesus, Maria ou algum santo venerado!” (item 261)

“A bondade e a afabilidade são também atributos essenciais dos Espíritos depurados. Eles não alimentam ódio nem para com os homens nem para com os demais Espíritos. Lamentam as fraquezas e criticam os erros, mas sempre com moderação, sem amarguras nem animosidades.” (item 264)

Imagem relacionada“Por mais legítima confiança que vos inspirem os Espíritos dirigentes de vossos trabalhos, há uma recomendação que nunca seria demais repetir e que deveis ter sempre em mente aos vos entregar aos estudos: a de pensar e analisar, submetendo ao mais rigoroso controle da razão todas as comunicações que receberdes; a de não negligenciar, desde que algo vos pareça suspeito, duvidoso ou obscuro, de pedir as explicações necessárias para formar a vossa opinião”.(item 266)

“Não devemos julgar os Espíritos pelo aspecto formal e a correção do seu estilo, mas sondar-lhes o íntimo, analisar suas palavras, pesá-las friamente, maduramente e sem prevenção. Toda falta de lógica, de razão e de prudência não pode deixar dúvida quanto à sua origem, qualquer que seja o nome de que o Espírito se enfeite.” (item 267)

Toda heresia científica notória, todo princípio que choque o bom senso revela a fraude” (item 267, subitem 7)

Os Espíritos bons podem fazer-nos pressentir as coisas futuras, quando esse conhecimento for útil, mas jamais precisam as datas. Todo anúncio de acontecimento para uma época certa é indício de mistificação.” (item 267)

Comentário: Quantos espíritos se manifestaram para canalizadores e médiuns nos últimos 2, 3 anos falando em grandes mudanças para breve e nada aconteceu, nem apocalipse, nem mudança de Era realmente significativa, nem ascensão para outra dimensão ou plano. É importante citar esse item, pois existe uma data provável circulando por aí  para o auge dos eventos da transição planetária: 24 de abril de 2036, mas essa data parece que é fruto de uma comparação de diversas profecias(?), de profetas que já mostraram o seu valor(?) ao acertar predições de eventos, ou seja, é fruto de um estudo comparativo e metódico que chegou a um ponto específico,esta é a alegação, um foco comum que representa esta data e não simplesmente uma mensagem ou canalização(?) citando uma data qualquer no futuro sem sustentar-lhe em qualquer base comparativa ou racional.

NOTA DO MONICAVOXBLOG:-Uma coisa é um espírito se manifestar, “soltar” uma data para o apocalipse, nova era ou qualquer outro mega evento sem qualquer base lógica e racional, outra coisa é encontrar uma data, baseada em um método comparativo que cria um foco comum para as profecias dos profetas mais confiáveis do mundo.

Kardec inclusive, no próprio O Livros dos Médiuns, item 289, sub-item 8 mostra que é possível receber informações sobre acontecimentos futuros (algo perfeitamente plausível, visto que a própria Consciência Crística/ Jesus falou sobre o futuro, em detalhes, no sermão profético, vaticinando enormes eventos naturais):

“Às vezes, entretanto, alguns acontecimentos futuros não são anunciados espontaneamente pelos Espíritos de maneira verídica”

Pode acontecer que o Espírito preveja coisas que considera conveniente dar a conhecer ou que tenha por missão revelar-vos. Mas é nesses casos que mais devemos temer entre os espíritos mistificadores, que se divertem fazendo predições. É somente pelo conjunto das circunstâncias que podemos julgar o grau de confiança que elas merecem

Comentário: Ou seja, qualquer profecia que não possua uma base lógica e racional, que não esteja em sintonia com profecias de profetas que já acertaram outros vaticínios deve ser simplesmente descartada. Alguém profetizar algo ou acreditar em alguma profecia apenas baseado em um calendário ou em uma heresia científica, renegando todas as profecias mais confiáveis do mundo, inclusive as do Mestre Jesus, certamente é alguém que estará incorrendo em grande equívoco no estudo das profecias.

É também importante analisar com ampla reflexão os próprios relatos proféticos de Kardec, sobretudo na Gênese, sobre como ocorreria a mudança de Era. Infelizmente ainda existem espíritas que acreditam que as mudanças serão suaves, sem enormes cataclismos apocalípticos, como se os vaticínios do Rabi da Galiléia fossem meras lendas.

Resultado de imagem para imagens sobre o apocalipseA GÊNESE , KARDEC E O APOCALIPSE

“A Terra, no dizer dos Espíritos, não terá de transformar-se por meio de um cataclismo que aniquile de súbito uma geração. A atual desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas.” (A Gênese” de Allan Kardec, capítulo 18, item 27)

Essa é uma passagem paradoxal  muito utilizada por alguns “doutores da lei” espíritas para argumentar que não teremos as grandes mudanças vaticinadas no Apocalipse. Mas  se o cidadão é espírita e tem como maior exemplo a seguir ,segundo a doutrina, a Consciência Crística/ Jesus, justamente por ser espírita, como que ele vai desacreditar os relatos que foram trazidos pelo próprio Messias, no sermão profético?? Será que estes espíritas não sabem que no sermão profético, contido nos 4 evangelhos amplamente estudados pela Codificação, está justamente o relato de intensas mudanças de ordem natural?Científicamente já temos a resposta, haja visto o aquecimento global, as mudanças dos pólos e o derretimento da calota polar,sem contar o desmatamento e a poluição ambiental desmedida.

Estudo da obra “A Gênese”

Para começarmos a entender a questão, é preciso compreender que a obra “A Gênese” possui uma diferença com relação às demais obras básicas do Espiritismo: em muitos dos seus textos existem teorias ainda hipotéticas, fruto da opinião pessoal do codificador e não da doutrina espírita, sendo que muitas dessas idéias foram esboçadas na Revista Espírita na época de Kardec. O nobre codificador esclarece isso logo na introdução da obra:

“Os mesmos escrúpulos havendo presidido à redação das nossas outras obras, pudemos, com toda verdade, dizê-las: segundo o Espiritismo, porque estávamos certo da conformidade delas com o ensino geral dos Espíritos. O mesmo sucede com esta, que podemos, por motivos semelhantes, apresentar como complemento das que a precederam, com exceção, todavia, de algumas teorias ainda hipotéticas, que tivemos o cuidado de indicar como tais e que devem ser consideradas simples opiniões pessoais, enquanto não forem confirmadas ou contraditadas, a fim de que não pese sobre a doutrina a responsabilidade delas.”

Aliás, os leitores assíduos da Revue hão tido ensejo de notar, sem dúvida, em forma de esboços, a maioria das idéias desenvolvidas aqui nesta obra; A Revue, muita vez, representa para nós um terreno de ensaio, destinado a sondar a opinião dos homens e dos Espíritos sobre alguns princípios, antes de os admitir como partes constitutivas da doutrina.” ; Nota da EditoraAo leitor cabe, pois, durante a leitura desta obra, distinguir a parte apresentada como complementar da Doutrina, daquela que o próprio Autor considera hipotética e pessoalmente dele.Portanto, para início de análise, já partimos do pressuposto de que nem tudo que foi dito no livro “A Gênese” pertence à Doutrina Espírita, mas sim a algumas opiniões pessoais do  codificador como ele próprio esclareceu na introdução da obra.

Resultado de imagem para imagens sobre o apocalipseA MUDANÇA DE ERA

Chegando ao capítulo 18 onde se encontra a famosa frase utilizada por muitos defensores de uma mudança de Era sem grandes eventos cataclísmicos, o próprio codificador esclarece ao final do item 10:

“Anunciando a época de renovação que se havia de abrir para a Humanidade e determinar o fim do velho mundo, a Jesus, pois, foi lícito dizer que ela se assinalaria por fenômenos extraordinários, tremores de terra, flagelos diversos, sinais no céu, que mais não são do que meteoros, sem abrogação das leis naturais.”

Ou seja, está claro e evidente que “A Gênese” acha lícita as profecias da Consciência Crística/ Jesus, falando inclusive sobre meteoros . Então, como que no mesmo capítulo, poucos itens depois, é dito que as mudanças serão sem cataclismos? Podemos apenas supor, utilizando-nos da razão, que a opinião do item 27 seja uma opinião pessoal de Kardec e não da doutrina, pois a Doutrina Espírita, como exposto no item 10, concorda com as predições da Consciência Crística/ Jesus sobre cataclismos para a mudança de Era.

Mas vamos analisar as palavras do nobre codificador, que ao que parece são opiniões pessoais que ele manifestou na obra, pelo menos na segunda frase abaixo:

“A Terra, no dizer dos Espíritos, não terá de transformar-se por meio de um cataclismo que aniquile de súbito uma geração.”

Concordo com essa opinião, pois “aniquilar súbitamente uma geração” seria destruir por inteiro (eis o significado de aniquilar) toda a coletividade humana, ou reduzi-la a níveis ínfimos, algo que Jesus também deixou claro que não irá acontecer, segundo consta no sermão profético do evangelho de Mateus, capitulo 24, quando ele fala que metade da população mundial irá desencarnar no auge dos eventos, algo bem distante de uma aniquilação, pois ainda sobreviverão bilhões de pessoas encarnadas.

A atual desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas.”

A Gênese foi escrita antes de 1900, ou seja, a mais de 120 anos e a frase acima diz respeito à geração daquela época, sem que obviamente devesse haver qualquer mudança radical na ordem natural das coisas, até porque o auge do Apocalipse foi previsto(?) pela Consciência Crística/ Jesus para bem depois daquela geração, ao citar a profecia dos 70 períodos de Daniel no sermão profético, profecia essa que se iniciou em 1967 e termina em 2036.

A frase está plenamente correta, pois não se refere à geração que vivenciará o auge do Apocalipse (em boa parte a atual), mas sim a geração que vivenciou a época de Kardec.

Esses erros de interpretação infelizmente ainda são muito comuns entre alguns  espíritas, da mesma forma que a famosa passagem de Mateus 24:36 é utilizada por muitos cristãos para dizer que é impossível que o dia e a hora exatos do auge dos eventos sejam descobertos, pois repetem a frase dita pela Consciência Crística/ Jesus nesse versículo:

“O dia e a hora ninguém sabe, só o Pai que está nos céus”.

Ora, a Consciência Cristica/Jesus  falou a verdade, só que ele disse isso há quase dois mil anos no sermão profético, em momento algum ele disse que no futuro alguém não poderia saber;ele usou o verbo no presente (ninguém sabe) mas não disse que no futuro ninguém viria a saber, tanto que ele próprio, após proferir essas palavras e depois desencarnar, voltou para trazer a revelação (apocalipse) à João, a revelação exata do dia e hora dos eventos.(segundo os Evangelhos)

Portanto, é importante que os amigos espíritas, católicos, protestantes e neopentecostais e todas as linhas cristãs e usam os Evangelhos como base, se atenham a uma interpretação mais ampla dos textos, pois é uma simples questão elementar de interpretação de texto, independente da crença ou fé de cada um, até porque a lógica interpretativa independe da fé da pessoa, depende apenas do seu bom senso em seguir as normas elementares da Língua.Novamente fica o lembrete, a espíritas e espiritualistas: estudem com mais cuidado, com maior comparação e com relação aos temas proféticos.

Resultado de imagem para imagens sobre uma nova eraVisão pessoal…

Nessas palavras do texto, está o cronograma de todas as mudanças até que se inicie uma Nova Era, após 2036, palavras que devem servir sempre de base comparativa em relação a mensagens de médiuns e canalizadores, sobretudo àqueles que defenderam o auge do Apocalipse ou início de uma nova era ao final de 2012 .Uma coisa é um espírito se manifestar, “soltar” uma data para o apocalipse, nova era ou qualquer outro mega evento sem qualquer base lógica e racional, outra coisa é encontrar uma data, baseada em um método comparativo que cria um foco comum para as profecias dos profetas mais confiáveis do mundo.Kardec inclusive, no próprio O Livros dos Médiuns, item 289, subitem 8 mostra que é possível receber informações sobre acontecimentos futuros (algo perfeitamente plausível, visto que a própria Consciência Crística/ Jesus falou sobre o futuro, em detalhes, no sermão profético, vaticinando enormes eventos naturais):“Às vezes, entretanto, alguns acontecimentos futuros não são anunciados espontâneamente pelos Espíritos de maneira verídica?Pode acontecer que o Espírito preveja coisas que considera conveniente dar a conhecer ou que tenha por missão revelar-vos. Mas é nesses casos que mais devemos temer os espíritos mistificadores, que se divertem fazendo predições. É somente pelo conjunto das circunstâncias que podemos julgar o grau de confiança que elas merecem”.

Inspiração….

A Nova Era e a Revolução Cultural

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Conheça os Livros da Nova Era, com informações sobre a Ascensão.

Monicavox

Recomendo….

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As armadilhas da Ascenção

Nas viagens pela vida como ser espiritual, tomamos consciência de muitas das armadilhas e ciladas que se encontram no caminho espiritual. Uma observação cuidadosa á determinadas situações se faz necessário, após reflexões profundas. O  propósito ao partilhar estas situações é poupar, ao maior número de pessoas possível, sofrimento desnecessário, carma negativo e os atrasos no caminho da ascensão, provocados pelo desconhecimento e pela ignorância.O caminho espiritual é bastante fácil num plano e incrívelmente complicado em outro. O ego negativo e as forças das trevas espalham sedução e apegos, imensos complexos e ardilosos desafios em cada passo do Caminho.Cometer erros e cair nessas armadilhas é normal. A  preocupação neste texto é evitar que as pessoas que buscam o seu Caminho, fiquem enredadas nas ciladas por longos períodos, ou mesmo vidas inteiras.

Eis, então, as armadilhas e as ciladas mais comuns:

1. Abrir mão do seu poder pessoal, concedendo-o a outras pessoas, à mente subconsciente, ao ego negativo, aos cinco sentidos, ao corpo físico, ao corpo emocional, ao corpo mental, à criança interior, a um guru, aos mestres ascensionados, a Deus, a tudo o que for externo.

2. Amar os outros, mas não a si mesmo.

3. Não reconhecer o ego negativo como fonte de todos os problemas.

4. Concentrar-se em Deus, mas deixar de integrar e educar de modo correto, a sua criança interior.

5. Comer incorretamente e não fazer exercícios físicos suficientes, o que resulta em doença física e limitação nos outros níveis.

6. Mergulhar profundamente na vida espiritual mas não reconhecer o plano psicológico, que precisa ser compreendido e dominado.

7. Desejos, desejos e mais desejos materiais.

8. Exercer poder sobre os outros depois de alcançar o sucesso.

9. Desligar-se demais das coisas da Terra, o que prejudica o corpo físico.

10. Tentar escapar da Terra, em vez de criar o Céu na Terra.

11. Ver apenas as aparências, em vez de observar a verdadeira realidade que está por detrás de todas as aparências.

12. Tentar tornar-se Deus, em vez de perceber que você já é o Eu Eterno, como todas as outras pessoas o são.

13. Não perceber que você é a causa de tudo.

14. Servir os outros totalmente, antes de se tornar auto-realizado dentro de si mesmo.

15. Pensar que existe algo que se possa chamar de raiva justificada. A raiva é uma armadilha perigosa.

16. Tornar-se um extremista, e não ser moderado em todas as coisas.

17. Pensar que precisa ser asceta para tornar-se um ser espiritual.

18. Tornar-se sisudo demais, deixando de ter alegria, felicidade e diversão suficientes na vida. Não há ascensão sem alegria.

19. Ser indisciplinado e deixar de perseverar incessantemente nas suas práticas espirituais.

20. Abandonar as práticas e estudos espirituais quando se envolve num relacionamento.

21. Dar prioridade a um relacionamento, em detrimento do si e do seu processo interno. Essa é outra armadilha traiçoeira.

22. Deixar que a criança interior governe a sua vida.

23. Ser crítico demais e duro demais para consigo mesmo.

24. Deixar-se enredar pelo glamour e ilusão dos poderes psíquicos.

25. Tomar posse do seu poder pessoal, mas não aprender ao mesmo tempo a submeter-se ao seu Cristo interno.

26. Abrir mão do seu poder pessoal quando estiver fisicamente cansado.

27. Esperar que Deus e os mestres ascensionados resolvam todos os seus problemas.

28. Viver no piloto automático e relaxar a vigilância.

29. Entregar o seu poder a entidades que se possam comunicar consigo.

30. Ler demais e não meditar o bastante.

31. Deixar que a sexualidade o domine, em vez de dominá-la.

32. Identificar-se excessivamente com seu corpo mental ou emocional, sem atingir o equilíbrio.

33. Pensar que precisa ser um canal para outras vozes, ver ou experimentar toda a espécie de fenômenos mediúnicos a fim de se tornar espiritualizado ou ascender.

34. Forçar a elevação da sua kundalini.

35. Forçar a abertura dos seus chacras.

36. Pensar que o seu caminho espiritual é melhor que o dos outros.

37. Julgar as pessoas em função do nível de iniciação que alcançaram.

38. Partilhar o seu nível “avançado” de iniciação com outras pessoas.

39. Contar aos outros o seu “bom trabalho espiritual”, em vez de simplesmente centrar-se na sua humildade. “Não saiba a tua mão esquerda o que fez a tua mão direita”.

40. Pensar que as emoções negativas são algo imprescindível.

41. Isolar-se dos outros e achar que isso é ser espiritualista.

42. Considerar a Terra um lugar terrível.

43. Entregar o seu poder à astrologia ou à influência dos astros, como fatores externos e incontornáveis.

44. Apegar-se demais às coisas e às pessoas.

45. Viver desapegado demais com relação à vida; não se esforçar rumo ao desapego envolvido.

46. Viver preocupado demais com o eu; e não se dedicar o suficiente a servir os outros.

47. Enredar-se nas numerosas teorias equivocadas da psicologia tradicional, pois cada uma delas não passa de uma fina fatia da torta inteira.

48. Ser místico demais ou ocultista demais, e não se esforçar para integrar os dois lados.

49. Desistir no meio das grandes adversidades. Essa é uma das piores armadilhas. Nunca desista-Nunca, jamais deve desistir.

50. Achar que o sofrimento que o incomoda – seja em que nível for – não irá passar.

51. Concentrar-se demais no nível de iniciação que alcançou, ou aguardar com ansiedade exagerada o momento da ascensão, em vez de se preocupar com o trabalho que precisa ser feito.

52. Deixar-se enredar pelos poderes espirituais em vez de reconhecer que o amor é, de entre todos, o maior poder espiritual.

53. Denegrir outros grupos espiritualistas ou metafísicos, em vez de buscar o trabalho conjunto e a unificação, mesmo que esses grupos não estejam inteiramente sintonizados com todas as suas crenças.

54. Deixar-se enredar no dogma da religião tradicional, ou quaisquer outros dogmas.

55. Pensar que precisa de um sacerdote, que aja como intermediário entre si e Deus.

56. Usar as suas crenças espirituais para gerar divisão, elitismo ou uma condição especial indevida.

57. Tornar-se fanático demais pelas suas próprias crenças.

58. Achar que pode alcançar a iluminação por meio de drogas ou algum tipo de pílula mágica. Essa é uma das piores formas de ilusão.

59. Achar que outras pessoas não precisam trabalhar no seu caminho espiritual.

60. Sobrevalorizar o relacionamento com os filhos em detrimento das relações consigo mesmo e com o seu Cristo interno.

61. Enredar-se em todas as atrações deste mundo material, realmente fascinante.

62. Envolver-se demais no amor a uma só Pessoa, em vez de expandir seu amor para englobar muitas pessoas, e todos os outros, de forma incondicional.

63. Enredar-se na dualidade, em vez de buscar equilíbrio mental, paz interior e equidade em todos os momentos; se você não transcender a dualidade, continuará a sentir-se vítima da sua própria montanha-russa emocional, sacudindo-se de um lado para o outro entre os altos e baixos da vida. A alma e o espírito pensam com uma
consciência transcendente, que não tem ligação com essa lufa-lufa quotidiana.

64. Ser pai ou filho, mãe ou filha no relacionamento a dois, em vez de assumir a condição de adulto.

65. Pensar que precisa sofrer na vida. Isto é tremendamente falso.

66. Ser ou querer ser um mártir do caminho espiritual.

67. Precisar de controlar os outros.

68. Ter ambição espiritual.

69. Precisar de simpatia, amor ou aprovação.

70. Ter necessidade de ser um Mestre.

71. Ser hipersensível ou, no outro lado da moeda, duro demais.

72. Assumir responsabilidades no lugar dos outros.

73. Ser ou querer ser um salvador.

74. Servir por motivos egoístas e pensar que está a acumular mérito espiritual.

75. Pensar que é espiritualmente mais avançado do que realmente é; por outro lado, pensar que é menos avançado do que realmente é.

76. Ser famoso e cultivar a dependência da fama.

77. Dar importância indevida à busca da paixão ou da alma gêmea, e não perceber que a sua própria Alma – e a Mônada – são aquelas que, na verdade, o podem complementar e saciar interiormente.

78. Pensar que precisa de um relacionamento romântico para ser feliz.

79. Precisar ver-se no centro do palco; ou, no outro lado da moeda, preferir sempre esconder-se pelos cantos.

80. Trabalhar e esforçar-se demais, exaurindo-se fisicamente, ou, no outro lado da moeda, distrair-se demais e não se ocupar dos assuntos do Pai.

81. Buscar orientação em médiuns e não confiar na própria intuição.

82. Entregar-se, neste plano ou no plano interior, a mestres que não sejam ascensionados e que, logicamente, também têm uma compreensão e concepção limitadas da realidade.

83. Fazer do caminho espiritual um hobby, e não o “fogo devorador”.

84. Perder tempo demais em frente da TV, na Internet, com jogos de vídeo, ou lendo romances fúteis, e assistindo a filmes violentos.

85. Gastar quantidades imensas de tempo e energia por falta de organização e administração adequada do tempo.

86. Pensar que discutir com os outros é algo que lhe sirva a si, ou sirva a outras pessoas.

87. Tentar vencer ou estar certo, em vez de se esforçar por amar e compreender.

88. Enfatizar demais a intuição, o intelecto, o sentimento e o instinto, em vez de perceber que tudo isso precisa ser equilibrado e integrado, cada qual na sua devida proporção; a cilada, aqui, é identificar-se excessivamente com um deles.

89. Devotar-se a um guru que o diminui e o divide, em vez de se dedicar ao Eu espiritual que é você mesmo, e cultivar o seu próprio Cristo interno.

90. Tentar permanecer aberto todo o tempo, em vez de saber como abrir e fechar o seu campo energético, de acordo com as necessidades.

91. Não saber dizer não aos outros, à criança interior ou ao ego negativo.

92. Pensar que a violência ou qualquer tipo de agressão contra os outros lhe vai trazer aquilo que você deseja, ou que sirva a Deus de algum modo.

93. Culpar Deus ou irritar-se com Ele ou contra os mestres ascensionados por causa dos próprios problemas.

94. Quando suas orações não forem atendidas, pensar que Deus e os mestres ascensionados não estão respondendo às suas preces.

95. Comparar-se com outras pessoas, em vez de perceber que somos únicos, e que as potencialidades, as circunstâncias e as vivências do outro não são as suas.

96. Pensar que ser pobre é ser espiritualizado. Pensar que é preciso ser rico para ser feliz e espiritualizado.

97. Comparar-se e competir com os outros por causa dos níveis de iniciação e ascensão.

98. Assumir o papel de vítima diante de outras pessoas ou do seu próprio corpo físico, emocional ou mental, desejos, cinco sentidos, ego negativo, eu inferior.

99. Estudar demais e não manifestar os seus conhecimentos no mundo real.

100. Pensar que o seu mau humor é a verdadeira realidade de Deus.

101. Pensar que o valor reside em fazer e alcançar coisas.

102. Pensar que você não precisa de se proteger espiritual, psicológica e fisicamente.

103. Pensar que glamour, ilusão, ego negativo, medo e separação, são a verdadeira realidade.

104. Usar açúcar, café e refrigerantes e outros estimulantes artificiais para obter energia física.

105. Tentar fazer tudo sozinho e não pedir a ajuda a Deus; ou, no outro lado da moeda, pedir a ajuda de Deus e não se ajudar a si mesmo.

106. Deixar de amar as pessoas porque elas o estão a tratar mal ou dando um exemplo negativo de egoísmo; não distinguir a pessoa de seu comportamento.

107. Perder a fé na realidade viva da Alma, da Mônada, de Deus e dos Mestres Ascensionados, e na capacidade que eles têm de ajudá-lo.

108. Pensar que apenas as outras pessoas podem atingir a ascensão, ou ser Luz no mundo, ou pelo menos não nesta vida.

109. Tentar atingir a ascensão para fugir dos problemas quotidianos.

110. Pensar que a Terra é uma prisão, e não reconhecê-la como um Paraíso em evolução.

“Tudo o que existe no universo divino é governado por leis – físicas, emocionais, mentais e espirituais. Aprendendo a compreender essas leis e incorporando-as , você trilhará o caminho da ascensão.”

 

Visão pessoal…

Uma maneira segura de vivenciarmos essa rápida estadia nesse corpo e dimensão física, nessa personalidade passageira, com sucesso espiritual, é nos elevarmos consciencialmente, e isso é alcançado pela busca de mais conexão com a nossa Essência. Devemos, para tal, entendermos o verdadeiro papel do ser humano, sua origem, seus objetivos, entendermos a questão do real e do irreal de todas as coisas, sabermos quem realmente somos e quem são os nossos afins, conhecermos profundamente todas as manifestações das armadilhas terrenas e aprendermos a lidar e passarmos por elas, vencendo-­as, transformando-­as aos poucos e irmos dividindo, com nossos parceiros de jornada, os conhecimentos que vamos adquirindo. Ou seja, sabermos o que somos, o que estamos fazendo aqui e onde queremos chegar. Se considerarmos que a maior parte das pessoas ainda não sabe disso e angustia-­se tanto com essa dúvida, e sendo tudo tão claro, tão simples, ­ basta enxergar a verdade por trás das ilusões; pensar assim permitirá que dentro de algumas décadas, a raça humana atinja seu objetivo.

Inspiração

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O desenvolvimento sustentável seria insustentável?

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No próximo Milênio, a importância da consciência ecológica para transformar a forma como entendemos o crescimento econômico; entrevista  com o físico e ativista ambiental Fritjof Capra,para a  Globo News.

“Uma verdadeira ciência da consciência ocupar-se-á mais com qualidades do que com quantidades, e basear-se-á mais na experiência compartilhada do que nas medições verificáveis. Os tipos de experiência que constituem os dados de tal ciência não podem ser quantificados ou analisados em seus elementos fundamentais, sendo sempre subjetivos, em graus variáveis”~A TEIA DA VIDA-Fritjof Capra

UMA BREVE BIOGRAFIA DE FRITJOF CAPRA

Doutor em Física, cientista, ambientalista, educador e ativista: este é Fritjof Capra, austríaco que escreveu O Tao da Física, O Ponto de Mutação, A Teia da Vida, As Conexões Ocultas, dentre outros livros que abordam temas relacionados à ecologia e sustentabilidade, reconhecendo esta última como sendo a conseqüência de um padrão complexo que envolve a interdependência, reciclagem, parceria, flexibilidade e diversidade.

Capra defende que as sociedades urbanas, assim como os ecossistemas – ambos sistemas vivos que contém os mesmos princípios de organização – podem alcançar a sustentabilidade. Ele pontua que em qualquer sistema vivo há relações de interdependência entre seus componentes, de cooperação generalizada, de reciclagem da matéria, tendendo sempre ao equilíbrio, mas que, no entanto, nossa economia e nosso sistema industrial são lineares. Assim, para reverter este quadro, ele acredita que deve haver uma mudança de paradigmas, concebendo o mundo como um todo integrado, um conjunto de sistemas interconectados, e não como uma coleção de partes dissociadas.Capra defende a agricultura orgânica; o uso de partículas de hidrogênio como combustível, em detrimento dos de origem fóssil; o eco-design; a mudança do nosso sistema de impostos, fazendo com que estes sejam proporcionais ao gasto de energia e matéria prima; a educação de qualidade; e o uso da internet como ponte para mobilização e informação.Sobre nosso país, Capra diz que precisamos investir na energia solar e desenvolver técnicas agrícolas que respeitem a saúde do solo, como as rotações de cultura e agroecologia. Para ele, estas últimas medidas, empregando muitas pessoas em pequenas propriedades, resolveriam problemas relacionados ao êxodo rural.

No último século, ocorreu uma aproximação gradual do capitalismo com a profunda dependência de combustíveis fósseis, com uma noção de crescimento linear e com mercados financeiros desregulados e afastados de qualquer noção de ética. A resposta a isso veio em várias frentes. Nos últimos 40 anos, o Relatório Bruntland da ONU lançou as bases do conceito de desenvolvimento sustentável e a Conferência sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento da ONU, em 1992, aprofundou a busca por uma relação mais saudável com o planeta que habitamos. Outras iniciativas aconteceram, mas Fritjof Capra ressalta que “a corrupção é tão sistêmica que, por meio de contribuições financeiras, a indústria dos combustíveis fósseis corta toda a discussão sobre uma política climática.”Capra lançou o livro o Tao da Física em 1975 e, desde então, virou um dos gurus do ativismo ambiental. Criou, em 1994, uma organização para educação ambiental das crianças. Ensina a importância da consciência ecológica e promove o contato dos jovens com a natureza. Voz ativa na busca por uma mudança em nossa relação com o planeta, critica o desenvolvimento sustentável por ser uma contradição.

Não podemos pensar em crescimento no sentido econômico – infinito e linear – em um mundo de recursos finitos. A solução seria um desenvolvimento qualitativo que respeitasse a vida e a não-linearidade dos processos na natureza. Segundo ele, “o que é sustentável em uma sociedade sustentável não é o crescimento econômico ou fatias de mercado, mas é a rede da vida, da qual a nossa vida depende.”

O TAO DA FÍSICA -Uma exploração dos paralelos entre a física moderna e o misticismo oriental~Por Fritjof Capra

A física moderna nos conduz a uma visão do mundo similar às sustentadas pelos místicos de todos os tempos e tradições. As tradições místicas estão presentes em todas as religiões, tal como os elementos místicos se podem encontrar em muitas escolas da filosofia ocidental.Os paralelos com a física moderna aparecem não só nos Vedas do hinduísmo,nos I Ching ou nos Sutras budistas, mas também nos fragmentos de Heráclito, no Sofismo de Ibn Arabi, ou nas lições do mágico de Yaqui, Don Juan. A diferença entre o misticismo oriental e ocidental é que as escolas místicas sempre tiveram um papel marginal no Ocidente, considerando que constituem o veículo principal do pensamento filosófico e religioso oriental. Se a física nos conduz actualmente a uma visão do mundo essencialmente mística, retrocede, de certo modo, aos seus primórdios de há 2500 anos.É interessante seguir a evolução da ciência ocidental ao longo do seu caminho em espiral, desde as filosofias místicas do dealbar grego, progredindo e cimentando um impressivo desenvolvimento do pensamento intelectual, sucessivamente desligado das suas origens místicas para desenvolver uma visão do mundo em nítido contraste com a do Extremo Oriente. Nos seus mais recentes desenvolvimentos a ciência ocidental ultrapassou finalmente esta visão, e retomou os antigos gregos e a filosofia oriental. Este retomo não é, no entanto, intuitivo, mas baseado em experiências sofisticadas e de grande precisão, e num rigoroso e consistente formalismo matemático.

A GRÉCIA ANTIGA E A FÍSICA

O termo «físico» provém deste mundo grego e significava, portanto, originariamente, a tentativa de ver a essência das coisas.Este é, óbviamente, o objetivo central de todos os místicos, e a filosofia da escola de Tales de Mileto teve, de fato, um acentuado “perfume místico”. Os milésios eram apelidos pelos gregos posteriore de hilozoístas,(ou aqueles que concebem na matéria dotada de vida), porque não distínguiam entre animado e inanimado/espírito.Com efeito, nem sequer concebiam um mundo de matéria,já que encaravam todas as formas de existência como manifestações da «física», dotada de vida e espiritualidade. Deste modo, declarou Tales estarem todas as coisas animadas por deuses, e Anaximandro viu o universo como uma espécie de organismo sustentado pela respiração cósmica, do mesmo modo que o corpo humano é sustentado pelo ar.A visão monística e orgânica dos milésios era muito aproximada à da antiga filosofia indiana e chinesa, e os paralelos com o pensamento oriental são
ainda mais fortes na filosofia de Heráclito de Éfeso. Heráclito acreditava num mundo de contínua mudança, de eterno devir. Para ele, todo o ser estático se fundava na decepção, e o seu princípio fundamental era o fogo, um símbolo do contínuo fluir e mudança de todas as coisas. Heraclito ensinou que todas as mudanças no mundo provêm da conjugação dinâmica e cíclica dos opostos, e concebia qualquer par de opostos como uma unidade, (á esta unidade, que contém e transcende todas
as forças opostas, chamava o Cogos. )A ruptura desta unidade começou com a escola de Eleia, que sustentou um Princípio Divino estável acima dos deuses e dos homens. Este princípio foi inicialmente identificado com a unidade do universo, mas foi encarado como”um Deus inteligente e personalizado, que permanece acima do mundo  e que comanda”.Assim começou uma tendência de pensamento de que resultou na separação entre espírito e matéria, e o dualismo que se tomou característica da filosofia ocidental.

Consolidada a idéia da visão entre espírito e matéria, os filósofos concentraram a sua atenção no mundo espiritual, mais que no material, na alma humana e nos problemas éticos. Estas questões ocupariam o pensamento ocidental durante mais de dois mil anos depois do apogeu da ciência e cultura grega nos
séculos V e IV a.C. O conhecimento científico da antiguidade foi sistematizado e organizado por Aristóteles, criador do esquema que se tomou a base da visão ocidental do universo por dois mil anos.

Mas mesmo Aristóteles acreditava que as questões concernentes à alma humana e à contemplação da perfeição divina eram sinais importantes que as investigações do mundo material. A razão pela qual o
modelo aristotélico do universo permaneceu inalterado durante tanto tempo foi precisamente esta falta de interesse no mundo material, bem como o forte apoio da Igreja Cristã que sustentou, na Idade Média, as teses de Aristóteles. Novos desenvolvimentos da ciência ocidental teriam de esperar até o
Renascimento, quando os homens se começaram a libertar da influência de Aristóteles e da Igreja, bem como a mostrar um renovado interesse na natureza.

No  fim do século XV, o estudo da natureza foi, pela primeira vez, procurado num verdadeiro espírito científico, e foram efetuadas experiências para testar as idéias teóricas. Por ser este desenvolvimento paralelo a um interesse crescente na matemática, conduziu por fim à formulação de teorias científicas corretas,baseadas na experiência e expressas em linguagem matemática. Galileu foi o primeiro a combinar conhecimento empírico com matemática, e é portanto considerado o pai da ciência moderna.

1O nascimento da ciência moderna foi precedido e acompanhado por um desenvolvimento do pensamento filosófico que conduziu a uma formulação extrema do dualismo espírito-matéria. Esta formulação apareceu no século XVI na filosofia de René Descartes, que fundava a sua visão da natureza numa divisão fundamental em dois domínios separados e independentes: o da mente (res cogitans)
e o da matéria (ires extensa).A divisão «cartesiana» permitiu aos cientistas tratar a matéria como morta, e completamente separada de si próprios, e ver o mundo material como uma multiplicidade de objetos diferentes, reunidos numa máquina imensa. Esta visão mecanicista do mundo foi sustentada por Isaac Newton que construiu a sua mecânica naquela base e a tomou o alicerce da física clássica. Da segunda metade do século XVII ao final do século XIX, o modelo mecanicista newtoniano do universo dominou todo o pensamento científico. Foi comparado à imagem de um deus monárquico que regulava o mundo de cima,impondo nele as suas regras divinas. As leis fundamentais da natureza procuradas pelos cientistas eram então como leis de Deus, invariáveis e eternas, às quais o mundo estava submetido.A filosofia de Descartes foi não só importante para o desenvolvimento da física clássica como teve, também, uma tremenda influência na maneira ocidental, em geral, de pensar, até aos nossos dias.

A famosa afirmação cartesiana;«Cagito ergo sum» — «Penso, logo existo» — levou os ocidentais a equivaler sua identidade com a sua mente, em lugar de com todo o seu organismo.Como consequência da divisão cartesiana, muitos indivíduos concebem-se como«egos» isolados existindo «dentro» dos seus corpos. A mente tem sido separada do corpo e caracterizada pela fútil tarefa de o controlar, assim se causando um conflito aparente entre a vontade consciente e os instintos involuntários.Cada indivíduo tem sido cada vez mais considerados como um grande número de compartimentos separados,de acordo com as suas atividades, talentos, sentimentos,crenças, etc.,gerando intermináveis e contínuas confusões e frustrações.

O PADRÃO QUE UNE~Por Fritjof Capra

O tao da física foi publicado no final de 1975, sendo recebido com grande entusiasmo na Inglaterra e nos Estados Unidos e gerando um enorme interesse pela “nova física” entre as mais variadas pessoas. Uma decorrência desse enorme interesse foi o fato de que passei a viajar constantemente, proferindo palestras para platéias leigas e especializadas, e discutindo com homens e mulheres de todos os ramos e profissões os conceitos da física moderna e suas implicações. Nessas palestras, pessoas das mais variadas disciplinas com freqüência me diziam que uma mudança na visão de mundo, à semelhança do que ocorria na física, também vinha se processando em seus campos e que muitos dos problemas que deparavam em suas disciplinas estavam, de alguma forma, ligados às limitações da visão de mundo mecanicista. Essas discussões me levaram a examinar mais de perto a influência do paradigma newtoniano sobre vários campos do conhecimento, e no início de 1977 eu pretendia escrever um livro sobre o assunto com o título provisório de Beyond the mechanistic world view (“Além da visão mecanicista de mundo”). Só mais tarde vim a compreender o papel primordial de Descartes no desenvolvimento da visão mecanicista de mundo, adotando então o termo “paradigma cartesiano”. A idéia básica desse livro seria a de que todas as nossas ciências — as ciências naturais e também as humanas e sociais — estariam fundamentadas na visão de mundo mecanicista da física newtoniana; que as graves limitações dessa visão de mundo estavam agora tornando-se evidentes; e que cientistas de diversas disciplinas seriam, portanto, forçados a ir além da visão mecanicista, como ocorrera conosco na física.

Na realidade, eu concebia a nova física — a estrutura conceitual abrangendo a teoria quântica, a teoria da relatividade e especialmente a física bootstrap — como o modelo ideal para os novos conceitos e as novas abordagens das outras disciplinas. Esse raciocínio continha uma grave falha, que só fui percebendo aos poucos e que levei muito tempo para superar. Ao apresentar a nova física como modelo para uma nova medicina, uma nova psicologia ou uma nova ciência social, caíra na mesma armadilha cartesiana que gostaria que os cientistas evitassem. Descartes, como eu viria a aprender mais tarde, usou a metáfora de uma árvore para representar o conhecimento humano; suas raízes eram a metafísica, o tronco, a física, e os ramos e galhos, todas as outras ciências. Sem saber, eu adotara essa metáfora cartesiana como o princípio norteador de minha investigação. O tronco de minha árvore não era mais a física newtoniana, porém eu ainda via a física como o modelo para as outras ciências e, portanto, supunha que os fenômenos físicos fossem de alguma forma a realidade primordial e a base para todo o resto. Não que eu acreditasse nisso explicitamente, mas essas idéias estavam implícitas quando propus a nova física como modelo para as outras ciências. Com o passar dos anos, meus pensamentos e percepções sobre esse assunto sofreram uma profunda transformação, e no livro que por fim escrevi, O ponto de mutação, não mais apresentei a nova física como modelo para as outras ciências, e sim como um importante caso especial de uma estrutura muito mais geral, a estrutura da teoria dos sistemas. A importante passagem de meu pensamento do “raciocínio físico” para o “raciocínio sistêmico” ocorreu gradualmente, e resultou de muitas influências. Mais que tudo, porém, foi a influência de uma só pessoa, Gregory Bateson, que modificou minhas perspectivas. Pouco depois de nos conhecermos, Bateson comentou brincando com um amigo comum: “Capra? Esse cara é maluco! Pensa que somos todos elétrons”. Esse comentário foi a sacudidela inicial, e meus encontros subseqüentes com Bateson nos dois anos seguintes modificaram profundamente meu pensamento, fornecendo-me os elementos-chave para uma visão radicalmente nova da natureza, que vim a chamar de “visão sistêmica da vida”. Gregory Bateson será considerado um dos pensadores mais influentes de nossa época por historiadores futuros. A singularidade de seu pensamento decorre de sua amplitude e generalidade. Numa época caracterizada pela fragmentação e pela sua especialização, Bateson desafiou os pressupostos básicos e os métodos das várias ciências ao buscar os padrões que se articulam por trás dos padrões e os processos subjacentes às estruturas. Ele declarou que a relação deveria ser a base para toda definição, e sua meta principal seria a de descobrir os princípios de organização em todos os fenômenos que observava, “o padrão que une”, como ele diria.

PARALELOS ENTRE A FÍSICA E O MISTICISMO~Por Fritjof Capra

Ao travar meu primeiro contato com as tradições do Oriente, descobri paralelos entre a física moderna e o misticismo oriental quase que imediatamente. Lembro-me de haver lido em Paris um livro francês sobre o zen-budismo, por meio do qual fiquei conhecendo pela primeira vez o importante papel do paradoxo nas tradições místicas.

Aprendi que os mestres espirituais do Oriente não raro recorrem, com grande habilidade, a enigmas paradoxais para fazer seus estudantes perceberem as limitações da lógica e do uso da razão. A tradição zen, em particular, desenvolveu um sistema de instruções não-verbais que utiliza enigmas à primeira vista sem sentido, chamados “koans”, que não podem ser resolvidos pelo raciocínio. Eles visam precisamente interromper o processo de pensamento, preparando assim o estudante para uma experiência não-verbal da realidade.

Li que todos os koans têm soluções mais ou menos peculiares que um mestre competente logo reconhece. Uma vez encontrada a solução, o koan deixa de ser paradoxal e torna-se uma asserção muito significativa, feita a partir do estado de consciência que ele próprio ajudou a despertar. Quando li pela primeira vez a respeito do método dos koans no treinamento zen, senti algo estranhamente familiar. Eu passara muitos anos estudando outro tipo de paradoxo que parecia desempenhar papel semelhante no treinamento dos físicos. Havia diferenças, é claro. A minha própria formação como físico com certeza não tinha a mesma intensidade de um treinamento zen. Lembrei-me do relato de Heisenberg sobre o modo como os físicos dos anos 20 vivenciaram os paradoxos quânticos, esforçando-se para compreender uma situação onde o único mestre era a natureza. O paralelo mostrou-se óbvio e fascinante, e posteriormente, quando já havia aprendido mais sobre o zen-budismo, verifiquei que era de fato muito significativo. Como no zen, as soluções dos problemas dos físicos permaneciam ocultas em paradoxos que não podiam ser resolvidos pelo raciocínio lógico, mas apenas entendidos em termos de uma nova capacidade perceptiva que incorporasse a realidade atômica. Os físicos só tinham a natureza para lhes ensinar. E ela, como os mestres do zen-budismo, não afirmava nada; apenas apresentava os enigmas.

A similaridade entre as experiência dos físicos quânticos e dos zen-budistas marcou-me profundamente. Todas as descrições do método koan enfatizam que a resolução de tal enigma exige um esforço supremo de concentração e de envolvimento da parte do estudante.

O koan, diz-se, toma conta do coração e da mente do aluno, criando um verdadeiro impasse mental, um estado de tensão constante em que o universo inteiro se torna uma enorme massa de dúvidas e indagações.

Quando comparei essa descrição com aquela passagem do livro de Heisenberg, de que eu me lembrava tão bem, tive a nítida sensação de que os fundadores da teoria quântica vivenciaram exatamente a mesma situação: “Lembro-me de discussões com Bohr que se prolongavam por muitas horas, até alta madrugada, e terminavam num estado que beirava o desespero. E quando, ao final de uma discussão, eu saía sozinho para passear num parque das redondezas, ficava me perguntando sem parar:

‘Pode a natureza ser assim tão absurda quanto nos parece em nossos experimentos atômicos?’“ Tempos depois, eu também vim a compreender por que os físicos quânticos e os místicos orientais depararam com problemas semelhantes e passaram por experiências semelhantes. Sempre que a natureza essencial das coisas é analisada pelo intelecto, ela parecerá absurda ou paradoxal. Isso foi sempre reconhecido pelos místicos, mas só muito recentemente tornou-se um problema para a ciência. 

Durante séculos, os fenômenos estudados pela ciência faziam parte do mundo cotidiano dos cientistas e, portanto, pertenciam ao domínio da sua experiência sensorial. Como as imagens e conceitos da linguagem que usavam provinham exatamente dessa experiência dos sentidos, eles eram suficientes e adequados para descrever os fenômenos naturais. No século XX, contudo, os físicos penetraram a fundo no mundo submicroscópico, em regiões da natureza muito afastadas do mundo macroscópico em que vivemos. O nosso conhecimento da matéria nesse nível já não provém da experiência sensorial direta; em conseqüência, a linguagem comum já não é mais adequada para descrever os fenômenos observados. Os físicos nucleares proporcionaram aos cientistas os primeiros vislumbres da natureza essencial das coisas.

Como os místicos, os físicos passaram a lidar com experiências não-sensoriais da realidade e, também como eles, tiveram de enfrentar os aspectos paradoxais dessas experiências. A partir desse momento, os modelos e as imagens da física moderna tornaram-se vinculados aos da filosofia oriental. A descoberta do paralelismo entre os koans do zen e os paradoxos da física quântica, que eu mais tarde chamaria de “koans quânticos”, estimularam muito meu interesse pelo misticismo oriental, aguçando minha atenção.

Entrevista exclusiva com o físico e ambientalista Fritjof Capra, considerado um dos mais renomados-legendado em português

Autor de “O Tao da Física” e” A Teia da Vida”, Capra é também um dos fundadores do Centro de Eco-Alfabetização, na Califórnia, Estados Unidos, onde promove a divulgação do pensamento ecológico nas redes de ensino.TV Cultura

Nos anos seguintes, à medida que me envolvia mais na espiritualidade oriental, deparava repetidas vezes com conceitos que me eram relativamente familiares em virtude de minha formação em física atômica e subatômica. A princípio, a descoberta dessas similaridades não foi muito mais que um exercício intelectual, ainda que muito emocionante. Mas ao entardecer de um dia de verão de 1969, vivi uma poderosa experiência que me fez levar os paralelos entre a física e o misticismo muito mais a sério. A melhor descrição dessa experiência é a que está na página inicial de O tao da física: “Eu estava sentado na praia, ao cair de uma tarde de verão, e observava o movimento das ondas, sentindo ao mesmo tempo o ritmo da respiração. Nesse momento, de súbito, me apercebi intensamente do ambiente que me cercava: este se me afigurava como se participasse de uma gigantesca dança cósmica. Como físico, eu sabia que a areia, as rochas, a água e o ar a meu redor eram feitos de moléculas e átomos em vibração, e que tais moléculas e átomos, por seu turno, consistiam em partículas que interagiam entre si por meio da criação e da destruição de outras partículas. Sabia do mesmo modo que a atmosfera da Terra era permanentemente bombardeada por chuvas de ‘raios cósmicos’, partículas de alta energia que sofriam múltiplas colisões à medida que penetravam na atmosfera. Tudo isso me era familiar em razão de minha pesquisa em física de alta energia; até aquele momento, porém, tudo isso me chegara apenas por intermédio de gráficos, diagramas e teorias matemáticas.

Sentado na praia, senti que minhas experiências anteriores adquiriam vida. Assim, ‘vi’ cascatas de energia cósmica, provenientes do espaço exterior, cascatas em que, com pulsações rítmicas, partículas eram criadas e destruídas. ‘Vi’ os átomos dos elementos — bem como aqueles pertencentes a meu próprio corpo — participarem dessa dança cósmica de energia. Senti o seu ritmo e ‘ouvi’ o seu som. Nesse momento compreendi que se tratava da Dança de Xiva, o deus dos dançarinos, adorado pelos hindus”.

O ENCONTRO COM O TAO

Nos anos 60, eu experimentara diversas técnicas de meditação e lera vários livros sobre o misticismo oriental sem de fato me dispor a seguir qualquer um de seus caminhos. Mas agora, estudando as tradições do Oriente com mais cuidado, senti-me particularmente atraído pelo taoísmo. Dentre as grandes tradições espirituais, o taoísmo oferece, a meu ver, as mais belas e profundas expressões de uma sabedoria ecológica, enfatizando a unicidade fundamental de todos os fenômenos e a imersão de todas as pessoas e sociedades nos processos cíclicos da natureza.

Diz Chuang-Tzu: “Na transformação e crescimento de todas as coisas, cada broto e cada atributo têm sua forma própria. Nisso temos a sua maturação e corrupção graduais, o constante fluir da transformação e da mudança”. E Huai-Nan-Tzu: “Aqueles que seguem a ordem natural fluem na corrente do tao”. Os sábios taoístas concentravam toda a atenção na observação da natureza, a fim de discernir os “atributos do tao”.

Assim, desenvolveram uma atitude que é em essência científica apenas sua profunda desconfiança acerca do método analítico de raciocionar,o que impediu-os de formular teorias científicas propriamente ditas. Não obstante, sua meticulosa observação da natureza, associada a uma forte intuição mística, levou-os a percepções profundas que são hoje confirmadas pelas teorias científicas modernas.

A profunda sabedoria ecológica, a abordagem empírica e o tom especial do taoísmo — que eu talvez pudesse descrever melhor como “êxtase sereno” — eram-me tremendamente atraentes, de modo que o taoísmo, de forma bastante natural, tornou-se para mim o caminho a ser seguido.

Resultado de imagem para IMAGENS DE CASTANEDACastañeda também exerceu forte influência sobre mim naqueles anos, e seus livros mostraram-me mais uma maneira de abordar os ensinamentos espirituais do Oriente. Constatei que os ensinamentos das tradições Índias americanas, expressos pelo lendário brujo yaqui Don Juan, estão muito próximos aos da tradição taoísta transmitidos pelos lendários sábios Lao-Tse e Chuang-Tzu. O saber-se imerso no fluir natural das coisas e a habilidade de agir em harmonia com isso são fundamentais em ambas as tradições. Enquanto o sábio taoísta flui na corrente do Tao, o “homem de sabedoria” yaqui tem de ser leve e fluido para “enxergar” a natureza essencial das coisas. O taoísmo e o budismo sao tradições que lidam com a própria essência da espiritualidade, que não é restrita a nenhuma cultura em particular. O budismo, em especial, tem mostrado em toda a sua história ser adaptável a diversas situações culturais; Ele se originou com o Buda na Índia, espalhou-se pela China e sudoeste da Ásia, chegou ao Japão e, muitos séculos depois, atravessou o Pacífico, desembarcando na Califórnia. A influência mais forte da tradição budista sobre o meu pensamento foi sua ênfase no papel vital da compaixão para se obter sabedoria. De acordo com o pensamento budista, não pode haver sabedoria sem compaixão, o que para mim significa que a ciência não tem valor se não for acompanhada de preocupação social.

O PONTO DE MUTAÇÃO~Fritjof Capra

Como o nosso atual estado de desequilíbrio é, em grande parte, uma conseqüência do crescimento indiferenciado, a questão de escala desempenhará um papel central na reorganização de nossas estruturas econômicas e sociais. O critério de escala tem que ser a comparação com as dimensões humanas. O que é vasto, rápido ou congestionado demais, em comparação com as dimensões humanas, é grande demais. As pessoas que têm de lidar com estruturas, organizações ou empresas de dimensões tão inumanas sentir-se-ão invariavelmente ameaçadas, alienadas, oprimidas, despojadas de sua individualidade, e isso afetará de modo muito significativo a qualidade de sua vida. A importância da escala está ficando cada vez mais evidente, até de um ponto de vista estritamente econômico, na medida em que um número cada vez maior de grandes empresas é prejudicado por uma excessiva centralização e por vulnerabilidade de tecnologias complexas, interligadas.

No processo de descentralização, muitas das grandes companhias norteamericanas, obsoletas, consumidoras vorazes de recursos, terão forçosamente que passar por transformações profundas e, em alguns casos, fechar as portas. Em todas essas considerações, a tarefa mais importante será atingir o equilíbrio. Nem tudo precisa ser descentralizado. Alguns grandes sistemas, como a telefonia e outros sistemas de comunicação, devem ser mantidos; outros, como o transporte de massa, precisam crescer. Mas todo esse crescimento deve ser limitado, mantendo-se um equilíbrio dinâmico entre crescimento e declínio, para que o sistema como um todo permaneça flexível e aberto a mudanças.

Entre os muitos exemplos de crescimento excessivo, a expansão das cidades é  uma das maiores ameaças ao equilíbrio social e ecológico; a desurbanização será, portanto, um aspecto crucial do retorno a uma escala mais humana. Numerosas pesquisas de opinião mostraram que apenas uma pequena minoria de habitantes citadinos vive na metrópole porque gosta. A maioria esmagadora prefere as pequenas cidades do interior, as áreas residenciais suburbanas ou as fazendas, mas não dispõe de meios para isso. O que precisamos fazer, portanto, é refrear o crescimento das cidades, criar incentivos econômicos adequados, tecnologias e programas de assistência que permitam às pessoas que assim o desejem passar da vida urbana para a rural.

Considerações análogas são aplicáveis à descentralização do poder político.

Durante a segunda metade do século passado, tornou-se cada vez mais evidente que a nação-Estado já não é viável como unidade eficaz de governo. É grande demais para os problemas de suas populações locais e, ao mesmo tempo, confinada por conceitos excessivamente estreitos para os problemas de interdependência global.

Os governos nacionais altamente centralizados de hoje não são capazes de atuar localmente nem de pensar globalmente. Assim, a descentralização política e o desenvolvimento regional tornaram-se necessidades urgentes de todos os grandes países. Essa descentralização do poder econômico e político terá de incluir a redistribuição da produção e da riqueza, para que haja um equilíbrio entre alimentos e populações dentro dos países e entre as nações industriais e o Terceiro Mundo. Finalmente, no nível planetário, o reconhecimento de que não podemos “gerir” o planeta, mas temos que nos integrar harmoniosamente em seus múltiplos sistemas auto-organizadores, exige uma nova ética planetária e novas formas de organização política.

UM RETORNO AO PASSADO?

Regressar a uma escala mais humana não significará um retorno ao passado, mas exigirá, pelo contrário, o desenvolvimento de novas e engenhosas formas de tecnologia e organização social. Grande parte de nossa tecnologia convencional, consumidora intensiva de recursos e altamente centralizada, é hoje obsoleta. Energia nuclear, carros de alto consumo de gasolina, agricultura subsidiada pelo petróleo, instrumentos computadorizados de diagnóstico e muitos outros empreendimentos de alta tecnologia são antiecológicos, inflacionários e perniciosos para a saúde.

Embora essas tecnologias envolvam freqüentemente as mais recentes descobertas na eletrônica, na química e outros campos da ciência moderna, o contexto em que são desenvolvidas e aplicadas é o da concepção cartesiana da realidade. Elas devem ser substituídas por  novas formas de tecnologia, que incorporem princípios ecológicos e sejam compatíveis com o novo sistema de valores. Muitas dessas tecnologias alternativas já estão sendo desenvolvidas. Tendem a ser descentralizadas e a operar em pequena escala, a ser sensíveis às condições locais e planejadas para aumentar a auto-suficiência, propiciando, assim, um grau máximo de flexibilidade. São freqüentemente qualificadas de tecnologias brandas, porque seu impacto sobre o meio ambiente é substancialmente reduzido pelo uso de recursos renováveis e por uma constante reciclagem de materiais. 

Coletores de energia solar, geradores eólicos, lavoura orgânica, produção e processamento regional e local de alimentos, e reciclagem de produtos residuais, são exemplos de tais tecnologias brandas. Em vez de se basearem nos princípios e valores da ciência cartesiana, elas incorporam os princípios observados nos ecossistemas naturais; refletem, pois, a sabedoria sistêmica.

TECNOLOGIA X HUMANIDADE

Tal redirecionamento da tecnologia oferece enormes oportunidades para a criatividade, o espírito empreendedor e a iniciativa da humanidade. As novas tecnologias não são, em absoluto, menos sofisticadas do que as antigas, mas seu refinamento é de uma espécie diferente. Aumentar a complexidade deixando simplesmente que tudo cresça não é difícil, mas recuperar elegância e flexibilidade requer sabedoria e visão criativa. À medida que os nossos recursos físicos se tornam mais escassos, também se evidencia que devemos investir mais nas pessoas — o único recurso que possuímos em abundância. Com efeito, a consciência ecológica torna óbvio que temos de conservar nossos recursos físicos e desenvolver nossos recursos humanos. Em outras palavras, o equilíbrio ecológico requer o pleno emprego. É isso, precisamente, o que novas tecnologias facilitam. Operando em pequena escala e sendo descentralizadas, elas tendem a se tornar consumidoras intensivas de mão-de-obra, ajudando, portanto, a estabelecer um sistema econômico não-inflacionário e ambientalmente benigno. A mudança de tecnologias pesadas para brandas é mais urgentemente necessária nas áreas relacionadas com a produção de energia. Como foi enfatizado num capítulo anterior22, as raízes mais profundas de nossa atual crise energética situam-se nos modelos de produção e consumo perdulário que se tornaram característicos de nossa sociedade. Para resolver a crise não necessitamos de mais energia, o que apenas agravaria nossos problemas, mas de profundas mudanças em nossos valores, atitudes e estilos de vida. Entretanto, ao mesmo tempo em que perseguimos essa meta a longo prazo, também precisamos mudar nossa produção de energia dos recursos não-renováveis para os renováveis, e das tecnologias pesadas para as brandas, a fim de alcançarmos o equilíbrio ecológico.

A política energética da maioria dos países industrializados reflete o que Amory Lovins, físico e consultor energético de numerosas organizações, chamou o “caminho da energia pesada” (hard energy path), em que a energia é produzida a partir de recursos não-renováveis — petróleo, gás natural, carvão e urânio — por meio de tecnologias altamente centralizadas, que são rigidamente programadas, antieconômicas e nocivas à saúde.A energia nuclear é, de longe, o componente mais perigoso do caminho da energia pesada . Ao mesmo tempo, está se convertendo rapidamente na mais ineficaz e antieconômica fonte energética. Um eminente técnico em investimentos em empresas de serviços públicos concluiu uma investigação minuciosa da indústria nuclear com a seguinte e arrasadora declaração: “A conclusão a que podemos chegar é que, de um ponto de vista estritamente econômico, confiar na fissão nuclear como fonte primária de nossos suprimentos de energia estável constituirá uma loucura econômica em escala sem paralelo em toda a história” .

À medida que a opção nuclear está ficando cada vez mais irrealista e a maciça dependência dos países industrializados em relação ao petróleo aumenta o risco de confrontações militares, governos e representantes da indústria energética estão procurando ansiosamente numerosas alternativas. Assim fazendo, entretanto, eles ainda se apegam cegamente aos princípios obsoletos do caminho da energia pesada. A produção de combustíveis sintéticos a partir do carvão e do xisto betuminoso, que tem sido vigorosamente incentivada nestes últimos tempos, envolve ainda uma outra tecnologia que consome um excesso de recursos, é extremamente antieconômica e causa perturbações ambientais em grande escala. Fala-se com freqüência na fusão nuclear, mas ela é por demais incerta para ser uma solução aceitável. Além disso, parece estar na mira da indústria nuclear principalmente com o propósito de produzir plutônio, que seria depois usado em reatores de fissão . Todas essas formas de produção energética requerem maciços investimentos de capital e usinas centralizadas com tecnologias complexas. São ineficientes e altamente inflacionárias e não criam um número significativo de empregos. As medidas de conservação e a energia solar poderiam gerar um número de empregos muitas vezes superior àquele oferecido pela indústria nuclear, enquanto cada nova usina de eletricidade elimina cerca de 4 000 empregos líquidos’.

A única saída para a crise energética é adotar um “caminho de energia branda”  (soft energy path), o que tem três componentes principais: conservação de energia através de um consumo mais racional, utilização inteligente das atuais fontes de energia não-renovável como “combustíveis de ponte” durante o período de transição, e rápido desenvolvimento de tecnologias brandas para a produção energética a partir de fontes renováveis. Essa tríplice abordagem, além de ambientalmente benigna e ecológicamente equilibrada, seria também a política energética mais eficiente e mais barata.

Um estudo recente da Harvard Business School afirmou categóricamente que uma melhoria na eficiência de consumo e tecnologias brandas são as mais econômicas de todas as fontes de energia disponíveis, além de fornecerem mais e melhores empregos do que qualquer uma das outras opções . O caminho da energia branda deve ser adotado sem mais demora. Como o papel dos combustíveis fósseis como ponte para as novas fontes energéticas renováveis é um elemento vital da transição necessária, será crucial iniciar o processo de transição enquanto ainda dispomos de suficientes combustíveis fósseis para assegurar uma passagem sem tropeços.

A longo prazo, a maior conservação de energia será conseguida com o abandono de nossos atuais modelos nocivos e antieconômicos de produção e consumo, em favor de um modo de vida ecologicamente harmonioso. Mas enquanto tem lugar essa profunda mudança, enormes poupanças energéticas podem ser obtidas melhorando-se a eficiência do consumo de energia em toda a economia. Isso pode ser feito desde já, por meio das tecnologias existentes, ao mesmo tempo em que se mantêm os níveis atuais de atividade econômica.

De fato, a conservação é nossa melhor fonte de energia a curto prazo, superando todos os combustíveis convencionais combinados. Isso foi espetacularmente confirmado pela observação de que, no período de 1973-1978, 95 % de todos os novos suprimentos de energia na Europa provieram de um consumo mais eficiente. Assim, milhões de medidas de conservação individual adicionaram ao suprimento quase vinte vezes mais energia do que todas as outras novas fontes combinadas, incluindo todo o programa nuclear europeu.

Uma importante parte do consumo mais eficiente de energia consiste em utilizar o tipo apropriado para cada tarefa, o que significa aplicar o tipo de energia que permite a execução dessa tarefa do modo mais barato e eficaz. Não é de mais eletricidade que precisamos, mas de uma maior variedade de fontes energéticas que possam harmonizar-se mais adequadamente com nossas necessidades. Uma vez que usamos mais da metade de nosso suprimento energético para aquecimento ou resfriamento, as maiores economias podem ser conseguidas mediante o isolamento térmico mais eficiente de nossos edifícios.

É hoje técnicamente possível e altamente efetivo, no tocante aos custos, construir edifícios tão bem calafetados por exemplo, que virtualmente dispensem o aquecimento de seu interior, mesmo em climas frios; e pode-se dizer que muitos edifícios existentes estão bem perto desse padrão. Um outro importante meio de aumentar a eficiência do consumo energético é a chamada co-geração de calor e eletricidade úteis.

Um co-gerador é um dispositivo que aproveita o calor produzido na geração de eletricidade, em vez de o lançar perdulariamente no meio ambiente. Qualquer máquina que produza movimento queimando um combustível também pode ser usada como um co-gerador. Instalado num edifício, pode operar eficientemente os sistemas de aquecimento e refrigeração e, ao mesmo tempo, fazer funcionar seus aparelhos elétricos. Desse modo, a energia contida no combustível pode se tornar útil com até 90 por cento de eficiência, ao passo que a geração convencional de eletricidade usaria, no máximo, apenas 30 ou 40 por cento da energia do combustível.

Numerosos estudos recentes apuraram que o efeito combinado da co-geração e do isolamento aperfeiçoado, a par de uma maior eficiência em carros e máquinas, resultaria numa economia de energia de 30 ou 40 por cento sem quaisquer mudanças em nossos padrões de vida e atividades econômicas . A longo prazo, necessitamos de uma fonte energética que seja renovável, econômicamente eficiente e ambientalmente benigna. A energia solar é a única espécie de energia que satisfaz a todos esses requisitos. O Sol tem sido a principal fonte de energia do planeta há bilhões de anos, e a vida, em sua miríade de formas, tornou-se primorosamente adaptada à energia solar durante o longo curso da evolução planetária.

Toda a energia que usamos, exceto a nuclear, representa alguma forma de energia solar armazenada. Quer queimemos madeira, carvão, petróleo ou gás, usamos energia originalmente irradiada para a Terra a partir do Sol e convertida químicamente através da fotossíntese. O vento que impele os barcos a vela e impulsiona os moinhos de vento é um fluxo de ar causado pelo movimento ascendente de outras massas de ar aquecidas pelo Sol. A queda-d’água que aciona nossas turbinas é parte do ciclo contínuo de água sustentado por radiação solar. Assim, virtualmente todas as nossas fontes energéticas fornecem-nos energia solar sob uma ou outra forma. Entretanto, nem todas essas formas de energia são renováveis.

No atual debate energético, a expressão “energia solar” é usada mais especificamente em referência às formas de energia que provém de fontes inexauríveis ou renováveis. A energia solar, nesse sentido, está acessível em formas tão variadas quanto o próprio planeta ³³. Em áreas florestais está presente como combustível sólido (madeira); em áreas agrícolas, como combustível líquido ou gasoso (álcool ou metano derivados de plantas); em regiões montanhosas, como energia hidrelétrica, e em lugares onde venta muito, como energia gerada pelo vento; em áreas ensolaradas, pode ser transformada em eletricidade por células fotovoltaicas. e em quase toda parte pode ser captada como calor direto. A maioria dessas formas de energia solar foram exploradas por sociedades humanas ao longo dos tempos por meio de tecnologias que o próprio tempo consagrou. O Departamento de Energia dos Estados Unidos adora chamar a energia solar de uma “exótica” nova fonte energética, mas, de fato, a transição solar não requer quaisquer inovações tecnológicas de vulto. Ela envolve simplesmente a integração judiciosa de processos agrícolas e tecnológicos usados já há muito tempo em muitos setores de atividade de uma sociedade moderna. Contrariamente a uma concepção errônea muito divulgada, o problema do armazenamento de energia dessas fontes renováveis já foi resolvido, e numerosos estudos mostraram que as tecnologias brandas existentes são suficientes para satisfazer todas as nossas necessidades energéticas a longo prazo. De fato, muitas delas já estão sendo usadas com êxito por comunidades conscientes do poder solar. A característica mais evidente dessas tecnologias é sua natureza descentralizada. Como a energia irradiada do Sol se difunde por todo o planeta, usinas centralizadas de energia solar não teriam sentido algum, por serem inerentemente antieconômicas .

As mais eficientes tecnologias de aproveitamento da energia solar envolvem dispositivos em pequena escala, a serem usados por comunidades locais, o que gera uma grande variedade de empregos e só apresenta efeitos benignos.

Certas formas de energia solar já são competitivas; outras podem sê-lo em poucos anos. Isso pode ser comprovado até mesmo sem que se questione a estreita noção de competitividade econômica, que despreza a maioria dos custos sociais gerados pela produção de energia convencional. Uma forma de energia solar que já pode ser utilizada com grande vantagem é o aquecimento solar. Tanto pode ser “passiva”, quando o próprio edifício capta e armazena o calor, quanto “ativa”, quando são usados coletores solares especiais.

A energia proveniente do Sol também pode ser empregada para refrigerar edifícios durante o verão. Os sistemas de aquecimento e refrigeração solar foram desenvolvidos intensamente nos últimos anos, e representam hoje uma indústria vibrante e em rápida expansão, conforme documentado no relatório da Harvard Business School:

“Muitas pessoas ainda supõem que a energia solar seja algo para o futuro, à espera de um decisivo avanço tecnológico. Essa suposição representa um grande equívoco, pois o aquecimento solar ativo e passivo é uma alternativa aqui-e-agora para fontes energéticas convencionais” . Uma outra tecnologia solar com grande potencial é a produção local de eletricidade por meio de células fotovoltaicas Uma célula fotovoltaica  é um dispositivo silencioso e imóvel que converte a luz solar em eletricidade. A principal matéria-prima usada na sua construção é o silício, que está presente em abundância na areia comum, sendo os processos de manufatura semelhantes aos usados pela indústria de semicondutores para construir transistores e circuitos integrados (“chips”). No momento, as células fotovoltaicas ainda são demasiado caras para uso residencial, mas o mesmo ocorria com os transistores, no início. De fato, a indústria fotovoltaica está passando agora pelos mesmos estágios da indústria de semicondutores duas décadas atrás. Quando os programas espaciais e militares americanos precisaram de equipamento eletrônico leve, investimentos federais maciços acarretaram uma grande redução dos custos de produção. Foi esse o começo da indústria que está agora produzindo milhões de rádios transistorizados, calculadoras de bolso e relógios digitais de baixo custo.

O termo “fotovoltaico” refere-se à geração de uma voltagem elétrica, o que ocorre quando a luz incide sobre a célula.  Do mesmo modo, as células fotovoltaicas foram usadas primeiramente para fornecer eletricidade aos satélites espaciais em órbita, e eram muito caras nessa época. Outras estimativas semelhantes mostraram que a geração de eletricidade pelo vento poderia ser iniciada quase imediatamente, a custos economicamente competitivos, se fossem investidas verbas suficientes na tecnologia eólica. Essas conquistas ocasionariam mudanças estruturais fundamentais na indústria de serviços de utilidade pública, uma vez que os geradores fotovoltaicos e eólicos, tal como o aquecimento solar, são usados com a máxima eficiência in loco, sem a necessidade de usinas centralizadas.

O poder político das companhias de serviços públicos, relutantes em renunciar ao monopólio na produção de eletricidade, é hoje o principal obstáculo ao rápido desenvolvimento das novas tecnologias solares. 

Qualquer programa realista de energia solar terá de produzir combustível líquido suficiente para abastecer aviões e, pelo menos, parte de nosso transporte terrestre, e combustível líquido ou gasoso para ser usado em co-geradores onde o suprimento local de energia solar for inadequado. 

A tecnologia solar de mais fácil acesso para a obtenção  desses combustíveis é também a mais antiga — a produção de energia a partir da biomassa. O termo “biomassa” refere-se à matéria orgânica produzida por plantas verdes, que representam energia solar armazenada. Essa energia não só pode ser recuperada sob a forma de calor, queimando-se o material, como pode também ser convertida em combustíveis líquidos ou gasosos, destilando-se álcool de cereais ou frutos fermentados, ou captando-se o metano que as bactérias geram a partir de estéreo, lixo ou esgotos. Esses dois combustíveis podem ser usados para acionar motores de combustão interna sem provocar qualquer poluição, e por métodos bem conhecidos e relativamente simples.

O BRASIL E A BIOMASSA

O maior centro de produção de álcool a partir da biomassa é o Brasil, onde toda a gasolina contém até 20 por cento de álcool; e geradores simples de metano, produzindo combustível a partir de estéreo e esgotos, têm sido construídos aos milhões na Índia e na China. De todas as tecnologias solares, a produção de metano — um componente importante do gás natural — com a ajuda da atividade bacteriana parece ser a que mais se aproxima dos princípios observados em ecossistemas naturais. Envolve a cooperação de outros organismos — um aspecto característico de toda a vida — e pode ser usada com muita eficácia para reciclar lixos, esgotos e lodo subaquático, que constituem alguns dos nossos maiores poluentes. O resíduo orgânico da produção de metano é um excelente fertilizante, perfeitamente adequado para substituir pelo menos parte de nossos fertilizantes sintéticos, consumidores de recursos e poluidores. Tal como outras formas de energia solar, a biomassa está largamente dispersa, sendo portanto apropriada para a produção local, em pequena escala, de combustível. Neste ponto, cumpre ter em mente que a produção de combustíveis líquidos a partir de produtos agrícolas não alimentará nosso sistema de transportes em seu nível atual. Para tanto, seria imprescindível uma produção maciça de álcool a partir da agricultura, o que significaria o uso irresponsável do solo, pois isso causaria sua rápida erosão, como argumentou Wes Jackson de forma convincente 43. Embora a biomassa seja um recurso renovável, o solo. onde ela cresce não o é. Certamente podemos esperar uma significativa produção de álcool a partir da biomassa, incluindo o cultivo de plantas para esse fim, mas um programa maciço de álcool para alimentar as necessidades atuais de combustível líquido esgotaria nossos solos no mesmo ritmo em que estamos hoje exaurindo o carvão, o petróleo e outros recursos naturais. A saída para esse dilema será um completo replanejamento de nosso sistema de transportes, especialmente nos Estados Unidos, em conjunto com muitos outros aspectos de nosso estilo de vida 384 perdulário e dilapidador de recursos. Isso não significará reduzir nossos padrões de vida. Pelo contrário, melhorará a qualidade de nossas vidas. Os competentes estudos de nossas opções energéticas acima citadas mostram que está aberto o caminho para um futuro solar. Embora significativos avanços tecnológicos sejam esperados em muitas áreas, não temos que esperar por quaisquer progressos tecnológicos decisivos para dar início a essa transição histórica. O que mais necessitamos é de uma acurada informação pública acerca do potencial da energia solar, a par de uma correspondente política social e econômica que facilite a passagem para a era solar.  Qualquer um desses dois caminhos, que terão quase certamente que ser trilhados, encurtaria e facilitaria de maneira significativa o período de transição.

SABEDORIA INCOMUN-DIÁLOGOS NOTÁVEIS-Meu encontro com J. Krishnamurti-~por Fritjof Capra

Um dos primeiros contatos diretos que tive com a espiritualidade do Oriente foi meu encontro com J. Krishnamurti no final de 1968. Quando ele proferiu uma série de palestras na UC de Santa Cruz, estava com setenta e três anos e a sua aparência era absolutamente estonteante. Seus traços indianos bem marcados, o contraste entre a pele escura e os cabelos brancos impecávelmente penteados, a elegância dos trajes europeus, a dignidade do semblante, o inglês medido e perfeito, e — acima de tudo — a intensidade da concentração e da presença dele deixaram-me encantado e perplexo. Os ensinamentos de Don Juan, de Carlos Castañeda, acabara de ser publicado, e ao ver Krishnamurti não pude deixar de comparar sua aparência com a da figura mítica do sábio yaqui. O impacto do carisma e da aparência física de Krishnamurti foi intensificado e aprofundado pelas coisas que disse. Pensador muito original, rejeitava toda autoridade espiritual e todas as tradições espirituais. Seus ensinamentos eram muito semelhantes aos do budismo, mas ele jamais empregava algum termo budista ou de qualquer outro ramo de pensamento tradicional do Oriente. A tarefa a que se propusera (usar a língua e o raciocínio racional para levar seus ouvintes além da linguagem e do uso da razão) era extremamente difícil, mas o modo como ele se desincumbia dela era impressionante.

Krishnamurti escolhia algum problema existencial bem conhecido — medo, desejo, morte, tempo — como tópico de uma palestra, e principiava a falar usando palavras parecidas com estas: “Entremos nisso juntos. Não vou lhes dizer nada; não possuo autoridade alguma; vamos explorar essa questão juntos”. Em seguida, mostrava a futilidade de todos os modos convencionais para se eliminar, por exemplo, o medo, e perguntava, lenta e intensamente, com um senso acurado do impacto dramático de suas palavras: “É possível que vocês, neste exato momento, aqui neste lugar, possam se livrar do medo? Não suprimi-lo, não negá-lo, nem opor resistência a ele, mas sim eliminá-lo de uma vez por todas? Esta será a nossa tarefa hoje à noite: eliminarmos o medo por completo, de uma vez por todas. Se não conseguirmos isso, minha palestra terá sido em vão”.

1A cena já estava armada; a platéia, arrebatada, dominada pelo enlevo, e absolutamente atenta. “Examinemos então a questão”, prosseguia Knshnamurti, “sem julgarmos, sem condenarmos, sem justificarmos. O que é o medo? Examinemos isso juntos, vocês e eu. Vejamos se conseguimos realmente nos comunicar, estar no mesmo plano, na mesma intensidade, no mesmo momento. Usando-me como espelho, será que vocês conseguirão encontrar a resposta a esta pergunta extraordinariamente importante: o que é o medo?” E Krishnamurti passava então a tecer uma teia imaculada de conceitos. Mostrava que, para compreendermos o medo, temos de compreender o desejo; que para compreendermos o desejo, temos de compreender o pensamento; e, consecutivamente com o tempo, o conhecimento, o ser, e assim por diante.

Apresentava uma análise brilhante de como tais problemas existenciais básicos estão interrelacionados — não na teoria, mas na prática. Krishnamurti não só confrontava cada membro da platéia com os resultados da sua análise, como também instava e convencia cada um a se envolver no processo de análise. No final, ficava uma sensação nítida e forte de que o único meio para se resolver qualquer um de nossos problemas existenciais é ir além do pensamento, além da linguagem, além do tempo — é “libertar-se do conhecido”, como diz no título de um de seus melhores livros, Freedom from the known. Lembro-me de que fiquei fascinado, mas também profundamente perturbado, com as palestras de Krishnamurti. Após cada uma delas, Jacqueline e eu permanecíamos acordados durante várias horas, sentados junto à nossa lareira, discutindo o que Krishnamurti dissera.

Esse foi meu primeiro encontro direto com um mestre espiritual radical, e logo me vi em face de um grave problema. Eu mal iniciara uma promissora carreira científica, com que estava bastante envolvido emocionalmente, e então vinha Krishnamurti, com todo o seu carisma e persuasão, dizendo para eu parar de pensar, para eu me libertar de todo o conhecimento, para eu deixar o raciocínio lógico para trás. O que isso significava no meu caso? Deveria desistir da carreira científica nesse estágio inicial, ou deveria continuá-la, abandonando toda esperança de alcançar a auto-realização espiritual? Eu ansiava por me aconselhar com Krishnamurti, porém ele não permitia nenhuma pergunta em suas palestras e recusava-se a receber quem quer que fosse depois delas. Fizemos diversas tentativas para vê-lo, mas foi-nos dito, com firmeza, que Krishnamurti não queria ser perturbado. Foi uma feliz coincidência — ou não? — que finalmente nos propiciou um encontro com ele. Krishnamurti tinha um secretário francês e, após a última palestra, Jacqueline, que nasceu em Paris, conseguiu estabelecer um diálogo com esse homem. Eles se entenderam bem e, como resultado, terminamos por nos encontrar com Krishnamurti em seu apartamento na manhã seguinte. Senti-me um tanto intimidado quando finalmente vi o mestre cara a cara, mas não quis perder tempo.

Eu sabia por que estava ali. “Como posso ser um cientista”, perguntei-lhe, “e ainda assim seguir seu conselho para interromper o pensamento e libertar-me do conhecido?” Krishnamurti não hesitou sequer um instante. Ele respondeu a minha pergunta em dez segundos, e de um modo que resolveu completamente o meu problema. “Primeiro você é um ser humano”, disse ele, “e depois um cientista. Antes você tem de se tornar livre, e essa liberdade não pode ser atingida por meio do pensamento. Ela é atingida pela meditação — a compreensão da totalidade da vida, em que cessam todas as formas de fragmentação.” 

Uma vez que eu alcançar tal compreensão da vida como um todo, explicou, poderia me especializar e trabalhar como cientista sem problema algum. E evidentemente nem se cogitava na abolição da ciência. Passando para o francês, Krishnamurti acrescentou: “J’adore la science. C’est merveilleux!” Após esse rápido mas decisivo encontro, só vi Krishnamurti de novo seis anos depois, ao ser convidado, juntamente com vários outros cientistas, a participar de uma semana de discussões com ele em seu centro educacional no Brockwood Park, ao sul de Londres. Sua aparência ainda era extremamente marcante, embora houvesse perdido um pouco da intensidade. No decorrer daquela semana fiquei conhecendo Krishnamurti muito melhor, inclusive alguns de seus defeitos. Quando falava, ele ainda era muito poderoso e carismático, mas fiquei desapontado pelo fato de jamais podermos realmente incluí-lo numa discussão. Ele falaria, mas não se disporia a ouvir. Por outro lado, mantive muitas discussões excitantes com meus colegas cientistas — David Böhm, Karl Pribram e George Sudarshan, entre outros. Depois disso praticamente perdi contato com Krishnamurti.

Nunca deixei de reconhecer sua influência decisiva sobre mim, e com freqüência ouvia falar dele por meio de várias pessoas; porém, não compareci a nenhuma outra palestra sua, nem li qualquer um de seus outros livros. Então, em janeiro de 1983, me vi em Madrasta, no sul da Índia, participando de uma conferência da Sociedade Teosófica Mundial, que ficava em frente à propriedade de Krishnamurti. Como ele estava lá e ia dar uma palestra naquela noite, resolvi aparecer para apresentar-lhe meus cumprimentos.

O belíssimo parque, com suas gigantescas árvores seculares, estava repleto de gente, quase todos indianos, sentados em silêncio no chão, aguardando o início de um ritual de que a maioria já participara muitas vezes antes. Às oito horas Krishnamurti apareceu, vestido com trajes indianos, e caminhou lentamente mas com enorme segurança até uma plataforma que fora erguida. Foi maravilhoso vê-lo, aos oitenta e oito anos de idade, fazendo sua entrada como durante mais de meio século, subindo as escadas da plataforma sem ajuda de ninguém, sentando-se numa almofada, e unindo as mãos no tradicional cumprimento indiano para iniciar sua palestra. Krishnamurti falou durante setenta e cinco minutos sem nenhuma hesitação, e quase com a mesma intensidade que eu presenciara quinze anos antes.

O tópico dessa noite era o desejo, e ele teceu sua teia com a clareza e habilidade de sempre. Foi uma oportunidade única para eu avaliar a evolução de meu próprio entendimento desde a época em que o conhecera, e senti pela primeira vez que eu realmente compreendia seu método e sua personalidade. A sua análise do desejo foi bela e cristalina.

A percepção causa uma reação sensorial, disse ele; o pensamento então intervém — “Eu quero…“, “Eu não quero…“, “Eu desejo…“ —, e assim é gerado o desejo. O desejo não é causado pelo objeto de desejo, mas persistirá com diversos objetos enquanto intervier o pensamento. Portanto, não nos libertaremos do desejo suprimindo ou evitando a experiência sensorial (o modo do asceta). O único meio para nos libertarmos do desejo é libertando-nos do pensar.

O que Krishnamurti não disse é como podemos nos libertar do pensamento. Como Buda, ele ofereceu uma análise brilhante do problema, mas, à diferença dele, não mostrou um caminho claro para a libertação. Talvez, pensei, o próprio Krishnamurti não houvesse avançado o suficiente por esse caminho… Talvez não houvesse se libertado o suficiente de todo o condicionamento para poder levar seus discípulos à plena auto-realização.Depois da palestra, fui convidado para jantar com Krishnamurti e várias outras pessoas. Compreensivelmente ele estava bastante exausto devido a seu esforço e sem ânimo para qualquer discussão. Nem eu pretendia algo assim. Fora ali apenas para mostrar-lhe a minha gratidão, sendo ricamente recompensado. Contei a Krishnamurti a história de nosso primeiro encontro, e agradeci-lhe mais uma vez por sua influência e ajuda decisivas, estando consciente de que esse talvez fosse o nosso último encontro, como de fato acabou sendo.

O problema que Krishnamurti resolvera para mim, à maneira zen, de um só golpe, é o problema com que a maioria dos físicos se deparam quando confrontados com as idéias das tradições místicas — como é possível transcender o pensamento sem abandonar um compromisso com a ciência? Esse é, acredito, o motivo pelo qual tantos de meus colegas sentiram-se ameaçados por minhas comparações entre a física e o misticismo. Talvez lhes seja proveitoso saber que eu também já senti a mesma ameaça. E a senti com todo o meu ser. No entanto, isso foi no início de minha carreira, e tive uma enorme felicidade: a mesma pessoa que me fez perceber a ameaça foi também a que me ajudou a transcendê-la. 

Discussão Online – Fritjof Capra – Português

O físico austríaco Dr. Fritjof Capra, autor de best-sellers como “O Ponto de Mutação” e “A Teia da Vida”, conversou com os professores participantes do concurso cultural “Santander Práticas de Educação para Sustentabilidade”

Visão pessoal….

Fritjof Capra é um dos mais recentes pensadores que emergiu juntamente com o pensamento científico, social e filosófico, abordando por isso em suas obras,perspectivas que incluem como ponto chave a ciência aliada á sustentabilidade.Sua obra propõe uma nova compreensão científica em todos os níveis dos sistemas vivos, sejam organismos, sistemas sociais e ecossistemas, baseando-se em uma nova percepção da realidade. A Ecologia Profunda,tema extensivamente abordado em seus livros e palestras acerca da crise de percepção pela qual passa a ciência e a sociedade aponta soluções, as quais precisam estar atreladas a uma profunda mudança radical na percepção, no pensamento e nos valores, em uma dimensão política, cultural, social e científica. Segundo o autor, os problemas da época não podem ser compreendidos isoladamente como foi e ainda é proposto por muitos, pois são sistêmicos e estão interligados, sendo interdependentes. Propondo, então, uma mudança de paradigma, a qual, como esperado, não é facilmente aceita, por se tratar de uma visão estranha e inesperada da realidade.  Uma mudança do paradigma mecanicista preconizado por Newton e Descartes por uma nova forma de pensar a ciência, a filosofia e mesmo as leis que regem a vida em toda sua complexidade, um novo paradigma. O novo paradigma proposto pelo autor permeia uma visão de mundo holística, a qual concebe o mundo como um todo integrado, e não como uma coleção de partes dissociadas, podendo ainda ser definido e entendido como uma visão ecológica, a qual reconhece a interdependência fundamental de todos os fenômenos e na qual indivíduos e sociedades encaixam-se nos processos cíclicos da natureza e dependem desses processos. Por conseguinte, a mudança de paradigmas requer uma expansão não apenas de nossas percepções e maneira de pensar, mas também de mudanças nos valores.A visão emergente do pensamento holístico no sentido de ecologia profunda enfatiza que a vida se encontra em sua própria essência, o que é particularmente importante para a ciência, pois no velho paradigma, a física (baseada no paradigma mecanicista) foi o modelo e fonte metafórica para todas as ciências, a física, aos poucos perdeu o seu papel como a ciência que fornece a descrição mais fundamental da realidade. Na atualidade, a mudança de paradigma na ciência implica em uma mudança da física para as ciências da vida.No século XX, a perspectiva holística passa a ser conhecida como “sistêmica” e a principal característica do pensamento sistêmico esteve presente em várias disciplinas de modo simultâneo, sendo os biólogos os pioneiros a abordar esse pensamento, enfatizando a concepção dos organismos vivos como totalidades integradas, sendo posteriormente enriquecida pela nova ciência da Ecologia. São os ecologistas como Capra, no seu livro “A Teia da Vida”, que introduzem a concepção de sistemas vivos como redes, fornecendo uma nova perspectiva sobre as chamadas hierarquias da natureza. A saber, essa nova perspectiva, vem explicar que na natureza não há hierarquias, não há “acima” ou “abaixo”. Há somente redes alinhadas dentro de outras redes. Essa concepção de rede representou avanços na compreensão científica não apenas dos ecossistemas, mas também da própria natureza da vida.A essência da obra de Capra mostra de uma forma bastante coerente que não é pela fragmentação das ciências, da filosofia, da sociedade e da natureza que se tem uma compreensão geral das mesmas, não é por partes que a vida e toda a complexidade que esta palavra carrega em seu significado, devem ser analisadas, mas pelo todo que faz compreender a essência. O ser humano tomado como um ser complexo em relação aos demais organismos vivos, não pode ser visto como um ser controlador obrigatório da natureza e superior às demais distintas formas de vida, pois não se trata de um ser externo à natureza, ele faz parte dela, é a natureza. Não há partes isoladas que funcionam independentemente nesse complexo sistema que é a vida, vista aqui não apenas em sua forma biológica, mas social, política, cultural e científica, essa é uma teia, da qual o ser humano é apenas um fio.
Inspiração….
Monicavox

Recomendo….

Entenda a situação de países de onde saem milhares de imigrantes à Europa

 

Resultado de imagem para imagens sobre imigraçãoSíria, Afeganistão, Iraque e Eritreia estão entre países de origem.Pobreza e guerra fazem multidões arriscarem a vida para emigrar.

Migrantes são vistos andando da fronteira entre Alemanha e Áustria para o primeiro ponto de registro no território alemão perto da vila de Wegscheid nesta segunda-feira (12) (Foto: Christof Stache/AFP)Migrantes são vistos andando da fronteira entre Alemanha e Áustria para o primeiro ponto de registro no território alemão perto da vila de Wegscheid (Foto: Christof Stache/AFP)
Comentários do Monicavoxblog;-CM
Precisamos debater sériamente a questão da migração, mas buscando argumentos verdadeiros e buscando especialmente entender os sentimentos não apenas dos europeus, mas dos imigrantes de todo o mundo. Porque migram? Quais são seus sonhos? Querem mesmo migrar ou são levados pela impossibilidade de viver em sua terra? O que podemos e devemos fazer para tornar o seu mundo mais justo nesta época da Transição Planetária onde há promessas de união, fraternidade,justiça social e igualdade de gêneros em todos os sentidos?

A Europa vive uma crise migratória de enormes proporções. Guerras, pobreza, repressão política e religiosa são alguns dos motivos que fazem milhares de pessoas saírem de seus países em busca de uma vida melhor no continente europeu.(CM-A primeira coisa que precisamos entender sobre os imigrantes que tentam chegar da África e Oriente Médio à Europa, em muitos casos morrendo pelo caminho, abandonados, afogados, queimados, em total desespero, é que não se tratam nem de pobres coitados, e nem de não-humanos ou “coisas”.Estas são as duas posições majoritárias na maioria dos debates. Eles são apenas humanos, diferentes entre si, com histórias únicas, com passados e futuros distintos. São como nós).

De acordo com um relatório da ONU, somente neste ano, quase 750 mil migrantes chegaram à Europa pelo Mediterrâneo. Os principais destinos dos imigrantes são Alemanha, Suécia, França e Inglaterra.A travessia clandestina é arriscada: centenas já morreram tentando chegar à Europa. Traficantes de pessoas chegam a cobrarmais de R$ 10 mil por indíviduo para realizar a viagem pelo mar, em condições precárias.Os naufrágios são frequentes: quase 3 mil pessoas morreram na tentativa de chegar pelo mar ao continente europeu. As imagens de um menino sírio morto em uma praia da Turquia viraram símbolo da crise migratória.(CM-Existe uma invasão, mas longe de uma “invasão bárbara”, trata-se da chegada de um número insustentável de pessoas com línguas diferentes, culturas diferentes, realidades e situações diferentes que causam prejuízo tanto à nação hospedeira quando à nação que deixaram. Não estou dizendo que migração seja um fenômeno ruim, até porque é apenas um fenômeno natural e que carrega consigo muitos pontos positivos e mesmo necessários para a sobrevivência da espécie humana, mas sim que em excesso, causa problemas.)

Mesmo em solo europeu, a viagem não termina para os imigrantes, que tentam seguir para a Grã-Bretanha pelo Eurotúnel,ou ficam retidos nos países por falta de documentação, correndo risco de deportação. Países da chamada Rota dos Balcãs, como a Sérvia, a Hungria, a Croácia e a Eslovênia, tentam controlar a entrada de migrantes em suas fronteiras.A União Europeia aprovou a distribuição de 160 mil refugiados sírios, iraquianos e eritreus entre os Estados membros bloco em dois anos, apesar da oposição dos países do Leste a este mecanismo que instaura quotas por país.A agência de controle europeu das fronteiras Frontex, no entanto, registrou em 2015 cerca de 800 mil “entradas ilegais” de migrantes na União Europeia. O Acnur calcula 752.066 chegadas por mar este ano, incluindo 608.970 na Grécia e 140.200 na Itália.(CM-Não há um número “ideal” de imigrantes que um país possa/deva receber, o fato é que migração é uma realidade, mesmo uma necessidade. A questão é: Qual o limite? E não falo apenas em termos quantitativos, mas qualitativos. Para ambos os lados. Cérebros/mentes/mestres/doutores de países africanos ou do Oriente Médio migram para a Europa por mil razões, deixando seu país natal órfão de para facilitar seu crescimento, construção ou reconstrução. Fogem de guerra, de baixos salários, de violência, insegurança ou apenas porque não são valorizados.)

Além da crise de imigração, alguns países europeus também enfrentam uma crise econômica, como é o caso da Grécia que, sózinha, já recebeu em 2015 mais de 600 mil imigrantes.Se a situação econômica na Europa não é das mais favoráveis, por que milhares de pessoas abandonam seus lugares de origem, pondo em risco a própria vida, para atravessar as fronteiras?(CM-Há uma crise migratória e uma crise humanitária – ou mesmo colapso – porque é fato que o fluxo migratório para a Europa não é de migrantes que vão por vontade, mas porque são empurrados em sua maioria – ao menos no que tange a migração que vem da Síria, da Líbia, de regiões africanas e do Oriente Médio em meio a conflitos sangrentos, fome, miséria. A questão é, cabe à Europa (e EUA) criar as condições para que a migração seja fato natural e não “invasão”, ou seja, parar de manipular política e econômicamente países mais pobres para que funcionem sob seu controle e vontade.)

Veja abaixo o contexto atual de alguns dos países com maiores registros de emigração para a Europa:

Um refugiado sírio reza após chegar a ilha grega de Kos em um barco bote que atravessou o Mar Egeu da Turquia para a Grécia. Centenas de imigrantes, principalmente sírios e afegãos, desembarcaram em Kos, no Mar Egeu do Sudeste (Foto: Yannis Behrakis/Reuters)Um refugiado sírio reza após chegar a ilha grega de Kos em um barco bote que atravessou o Mar Egeu da Turquia para a Grécia. (Foto: Yannis Behrakis/Reuters)

Síria

Mais de 250 mil pessoas morreram na Síria desde 2011, ano em que estourou uma guerra civil no país, e, dentro desse número, estão mais de 12,5 mil crianças. Em 2015, a guerra completou quatro anos de conflitos entre tropas leais ao regime, vários grupos rebeldes, forças curdas e organizações jihadistas, entre elas, o Estado Islâmico.Estimativas da ONU apontam que mais de 7,5 milhões de sírios abandonaram suas residências dentro do país e quase 60% da população vive na pobreza. Os trágicos números refletem na alta taxa de emigração do país – seriam 4 milhões de refugiados sírios, a maior população de refugiados do mundo.O principal destino dos sírios são a Turquia, que já recebeu mais de 1,8 milhão de refugiados desde o início da guerra civil na Síria, Iraque, Jordânia, Egito e Líbano. Um relatório da ONU aponta que, até o início de novembro, mais de 390 mil pessoas saíram da Síria com destino à costa européia.

Refugiados curdos da Síria passam atravessam a fronteira com a Turquia, perto da cidade de Kobani (Foto: UNHCR / I. Prickett)Refugiados curdos da Síria passam atravessam a fronteira com a Turquia, perto da cidade de Kobani, em foto de junho de 2015 (Foto: UNHCR / I. Prickett)
Afeganistão

O país foi invadido em 2001 pelos Estados Unidos, logo após o ataque às Torres Gemêas em 11 de setembro daquele ano. Osama bin Laden, líder da rede Al-Qaeda, assumiu a autoria dos atentados e se refugiava no país. Mas, antes disso, o Afeganistão já estava dominado pelo Talibã, grupo militante radical. Expulso do poder, o Talibã lutou constantemente ao longo dos anos contra as tropas americanas. Desde 2001, mais de 150 mil pessoas morreram no Afeganistão e no Paquistão.Dados da ONU, indicam que, juntamente com a Síria e a Somália, o Afeganistão somou 7,6 milhões dos refugiados de 2014.Os refugiados afegãos estão presentes em mais de 80 países, mas um relatório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) aponta que somente dois deles concentram 96% dessa população: Irã e Paquistão.

Migrantes sírios passam por barreira de arame farpado tentando adentrar o território húngaro na fronteira Sérvia-Hungria, enquanto policiais húngaros observam ao fundo, perto de Roszke, Hungria. O país iniciou a construção de uma cerca de 175 km na região (Foto: Laszlo Balogh/Reuters)Migrantes sírios passam por barreira de arame farpado para entrar em território húngaro na fronteira com a Sérvia (Foto: Laszlo Balogh/Reuters)
Iraque
Os Estados Unidos invadiram o Iraque e tiraram Saddam Hussein do poder em 2003, sob o argumento de que o país possuía armas de destruição em massa. Com a saída de Hussein, se instalou um governo controlado pelos xiitas. Insatisfeitos, os sunitas começaram a protestar pacíficamente em 2012, mas poucas concessões foram feitas, porque os xiitas acreditavam que se tratavam não de pedidos de reforma, mas de uma busca por retomar o poder.A marginalização fez com que parte dos  sunitas iraquianos começassem a se aproximar do Estado Islâmico. Após a retirada das tropas americanas do Iraque em 2011, o grupo jihadista, que ganhou força na sua atuação no conflito da Síria e conquistou territórios por lá, passou a avançar sobre o norte iraquiano.A violência da atuação do grupo extremista no Iraque pode ser colocada em números: somente em 2014, o Iraque registrou 10 mil mortes – quase um terço de todos os mortos no mundo em atentados terroristas. Outras milhares de pessoas se refugiam em países europeus, sendo a Turquia um dos principais destinos para os iraquianos.
Imigrantes aguardam resgate em um bote de borracha a cerca de 32 km da costa da Líbia. Cerca de 118 imigrantes foram resgatados na manhã desta segunda-feira (3) pelo navio MV Phoenix, o primeiro de financiamento privado a operar no Mediterrâneo (Foto: Darrin Zammit Lupi/Reuters)Imigrantes aguardam resgate em um bote de borracha a cerca de 32 km da costa da Líbia.  (Foto: Darrin Zammit Lupi/Reuters)
Líbia

Em 2011, o levante popular conhecido como “Primavera Árabe” depôs o ditador Muammar Kadhafi, que estava no controle do governo líbio há 42 anos. Desde então, o país vive uma crise política, com dois Parlamentos e dois governos rivais. O governo reconhecido pela comunidade internacional tem sede em Tobruk, no leste do país.Aproveitando-se da instabilidade na Líbia, o Estado Islâmico, que se apoderou de vastos territórios na Síria e no Iraque, posicionou-se ano passado na Líbia, onde controla sobretudo trechos da região de Syrte, a leste de Trípoli. O grupo extremista já assumiu autoria em uma série de ataques e abusos, incluindo a decapitação de cristãos e um atentado contra um hotel na capital Trípoli.Refugiados dos conflitos cruzam o Mar Mediterrâneo em direção à Itália, usando o país como uma ponte para chegar a outros destinos da Europa. O governo italiano já resgatou centenas de imigrantes do norte da África neste ano.

Eritreia

Dos imigrantes que cruzam o Mediterrâneo em direção ao sul da Itália, boa parte vêm da Eritreia. Segundo a BBC, um dos motivos para cidadãos desse país no Chifre da África decidirem emigrar é o serviço militar obrigatório — comparável a um regime de escravidão.  Grupos de defesa dos direitos humanos também afirmam que o país vive forte repressão política.(CM-A primeira globalização se deu com a descoberta e domínio de novos continentes. A segunda com a mercantilização mundial e atualmente vivemos a terceira globalização, que em virtude das ferramentas virtuais disponibilizadas ao cidadão, acelerou todo o procedimento transcultural.)

 (CM-Aqui está o nível de consciência humana atualmente, onde, depois de derrubarmos um muro em Berlin, construiremos outros novamente para o mesmo fim)

GLOBALIZAÇÃO- E o surgimento de uma identidade transcultural.

Resultado de imagem para imagens sobre a imigração europeiaOs fluxos migratórios internacionais são caracterizados pela mobilidade e deslocamento de grupos humanos e dizem respeito a desejos e aspirações por mudanças que impulsionam as pessoas para fora do seu lugar. São efetivadas por estes agentes estratégias de deslocamento que vão se construindo desde a partida da terra natal, da travessia das fronteiras, da chegada e da tentativa de permanência em um lugar estranho. Uma consideração importante acerca do migrante é que ele é antes de qualquer coisa uma “construção social”.Já por Emigrante, entende ser aquele que sai de um país com direção a outro intencionando temporáriamente ou permanentemente fixar residência e ou encontrar trabalho. Na verdade este fenômeno funciona como um mecanismo regulador de trabalhadores.

Estas distâncias que mantém pessoas longe de sua terra natal, sua história promove alterações de personalidade por diversos motivos.( CM-Estar longe de casa e em adaptação a uma nova sociedade é tarefa difícil e requer muita habilidade; esta distância é apenas imaginária, coisa da criação da mente humana, mas que de fato cria um abismo em sua identidade, provocando o surgimento de alguém diferente, uma nova pessoa.)

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“ A globalização está na ordem do dia: uma palavra da moda que se transforma rapidamente em um lema, uma encantação mágica, uma senha capaz de abrir as portas de todos os mistérios presentes e futuros. Para alguns, globalização é o que devemos fazer se quisermos ser felizes: para outros é a causa da nossa infelicidade. Para todos porém globalização é o destino irremediável do mundo, um processo irreversível; é também um processo que nos afeta a todos na mesma medida e da mesma maneira. Estamos todos sendo globalizados…”(Bauman,1999.p.7)

Este processo apresenta consequências sociais que às vezes causa uma união de povos, em outras ocasiões uma divisão; a história da globalização coincide com a era da exploração e da conquista européia e com a formação dos mercados capitalistas mundiais.(CM-A identidade cultural é fixada no nascimento, seja parte da natureza, impressa através de parentesco e da linhagem dos genes, seja constituída de nosso Eu mais interior. É impermeável a algo tão mundano secular e superficial quanto a uma mudança temporária de nosso local de residência. A pobreza, o subdesenvolvimento, a falta de oportunidades – os legados do império em toda parte- podem forçar as pessoas a migrar, o que causa o espalhamento – a dispersão, mas cada disseminação carrega consigo a promessa do retorno redentor)

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A globalização tem causado extensos efeitos diferenciadores no interior das sociedades ou entre as mesmas. Sob essa perspectiva, a globalização não é um processo natural e inevitável, cujos imperativos, como o destino, só podem ser obedecidos e jamais submetidos á variação. Ao contrário, é um processo homogeneizante;É estruturado em dominância, mas não pode controlar ou estruturar tudo dentro de sua órbita. De fato, entre seus efeitos inesperados estão as formações subalternas e as tendências emergentes que escapam ao seu controle(CM-A implicação deste transculturalismo está em todas as relações humanas diretas e indiretas, haja visto que o homem é aquilo que pensa e acredita. Neste sentido, advindo de cultura diversa e assumindo ou tentando assumir cultura nova, fica ainda mais difícil encontrar o meio termo onde realmente residirá esta nova interpretação/consciência do mundo em que se vive e sua real colocação nesta sociedade/Nova Terra- pós Transição).

Estes encontros culturais representam uma nova configuração cultural, formando comunidades cosmopolitas via processos de transculturação. (CM-Estas ondas de interconexão causam uma transformação social que atingem o globo como um todo.As comunidades que outrora eram isoladas têm sofrido influência direta deste alcance entre as culturas. À medida em que os povos se interagem parte daquela identidade primária e local é tomada por novos modos de vida que aos poucos vão alterando criando a sociedade cosmopolita.Isto pode ser um avanço para a união dos povos, que é tão falado na Transição Planetária ou pode ser mais um divisor de águas?Tudo depende da consciência de coletividade e de forma individual, com a colaboração/doação de cada um;pergunta;Com essa fobia segregacionista,poderemos contar com que tipo de consciência para levar adiante a Transição para uma Nova Terra?)

Resultado de imagem para imagens sobre a imigração europeiaEntão o sujeito pós moderno está com uma configuração diversa sob todos os aspectos, uma vez que sua identidade é fragmentada e sofre influência de comunidades com costumes diversos. Este assunto se torna muito pertinente, pois as relações humanas a partir daí ficam expostas a uma necessária forma diversa de resolução de dilemas;as experiências podem não mais ser a solução, forçando a uma adequação imediata da situação.(CM-A implicação deste transculturalismo está em todas as relações humanas diretas e indiretas, haja vista que o homem é aquilo que pensa e acredita. Neste sentido, advindo de cultura diversa e assumindo ou tentando assumir cultura nova, fica ainda mais difícil encontrar o meio termo onde realmente residirá esta nova interpretação do mundo em que vive e sua real colocação nesta sociedade;mais uma vez, a consciência de cada um dará o tom).

2. IDENTIDADE CULTURAL

As identidades nacionais estão se desintegrando, em virtude do resultado da homogeneização cultural da pós modernidade. Com isso as identidades locais estão fragilizadas cedendo lugar às comunidades com identidades híbridas;(CM-Uma vez tendo a cultura alterada, a comunidade assume uma diversa forma de vida cotidiana, pois a cultura é a soma das descrições disponíveis pelos quais as sociedades dão sentido e refletem as suas experiências comuns; testemunhamos hoje um processo de reestruturação mundial, no qual se constrói uma nova hierarquia sociocultural em escala planetária;isso pode influenciar grandemente a Transição para uma Nova Terra, tanto para concretizá-la como para atrasá-la;Percebemos então que a globalização e a interação de povos estão diretamente ligadas, sendo uma causa da outra).

Resultado de imagem para imagens sobre imigraçãoA CONSCIÊNCIA DA HUMANIZAÇÃO DO FENÔMENO IMIGRATÓRIO

(CM-De um lado temos a direita que desumaniza o imigrante – se for negro “melhor” ainda -, que o trata como uma coisa, que mantém firme o discurso de “defesa” frente à “invasão” de imigrantes, em geral fugindo da fome, da guerra, em busca de melhores condições de vida;Do outro lado temos setores da esquerda – e muitos comentaristas da web – que se limitam a considerar o imigrante um pobre coitado desesperado com direito a viver na Europa e ser recebido de braços abertos. Tratar como “pobre coitado” é, também, uma forma de desumanização.A verdade é que imigração não é uma crise temporária, mas uma crise permanente em que nós escolhemos não mais resgatar essas pessoas, logo, mais irão morrer. Como acabamos nesse vácuo moral em que perdemos qualquer senso de conexão com outros seres humanos? É muito simples: Pessoas que não são seres humanos não precisam de direitos, ou qualquer simpatia, então nós as desumanizamos através de linguagens políticas e pessoais. Nós falamos deles como doenças, como contágio, como vírus. Eles não são nós. Eles não podem se tornar nós.)

Um debate sério

Muitas vezes não são valorizados também no país hospedeiro, são vistos como pragas, como “ladrões de emprego”, mesmo que muitas vezes só consigam sub-empregos ou aqueles empregos que o nativo não quer. A visão do imigrante, em geral, tem se tornado negativa. Não importa mais se qualificado ou não, se necessitando escapar ou não. A idéia é a de que mesmo hoje num sub-emprego, amanhã seu filho terá condições de disputar com o nativo, tomando seu “lugar de direito”. Desperdiçamos desta maneira o imigrante e o imigrante passa a ele próprio se sentir desperdiçado.(CM-Engana-se quem pensa que emigrar é algo simples, uma decisão que se tome sem pensar num estalo e que não tem consequências. Há consequências, muitas, especialmente para quem migra, como já descreveram Edward Said,Julia Kristeva e tantos outros estudiosos do assunto. Ser diáspora não é, enfim, fácil ou simples).

Crise e choque

Não podemos desprezar o fator do choque cultural, que existe. Mulheres de burka nas ruas de uma cidade européia, pequenas cidades onde por vezes ouve-se mais um ou vários idiomas estrangeiros que o local e até algo mais perigoso, como movimentos de fanáticos que querem impor a sharia em países como a Bélgica.Este é um lado, existe outro, óbviamente, como esta campanha, “I am immigrant” ou “eu sou imigrante” demonstra com perfeição;(CM-Precisamos pular do discurso vergonhoso do imigrante como inimigo e do discurso fácil apenas de direitos, sem a exigência também de responsabilidades e contrapartidas.Isso é o despertar de uma consciência humana e coletiva que visa a fraternidade e a irmandade de uma sociedade que está em uma Transição Planetária-que bem poucos, e nenhum desses, sabe que está acontecendo)

Resultado de imagem para imagens sobre imigraçãoA RESPONSABILIDADE DAS NAÇÕES MAIS DESENVOLVIDAS

Cada vez que os EUA ou a Europa derrubam ou sustentam um ditador, um governo, mais a imigração de pessoas desesperadas cresce. Fome, pobreza, falta de oportunidade, o mundo seria muito melhor não se todos estes que fogem desses problemas entrassem na Europa, mas se estes tivessem condições para alterar essa realidade em seus países.(CM-Mas é bom ter em mente que o problema não é apenas na Europa (pese a mídia ter um foco eurocêntrico), mas na África do Sul, por exemplo, há uma crise clara em que sul-africanos adotam políticas ou ações xenófobas contra imigrantes de outros países africanos. É uma crise ou colapso global. Estamos falando da migração em massa e sem qualquer controle (pese não sem precedentes) de populações fugindo de conflitos e situações que, em muitos casos, são reflexo ainda dos processos de colonização e pressões/atuação européia/americana constante.Precisamos colocar isso em termos de Transição Planetária e o que isso implica nas atitudes que todos tem de tomar para que haja inclusão sem invasão e adaptação sem coerção;mas temos consciência suficiente expandida para tal ato em tão curto espaço de tempo?)

O problema é mais que óbvio

A grande questão aqui é a da crise do capitalismo (crescimento canceroso), de uma crise sistêmica que impõe guerras em troco de reconstrução e, com isso, gira as engrenagens de diversas indústrias. O “dano colateral” – para além do óbvio – é a migração.(CM-Enquanto diversos lados buscam tentar resolver o problema na ponta final da cadeia, poucos efetivamente observam que o problema está no começo da cadeia, na própria idéia de se fazer guerra para solucionar conflitos anteriores, de acirrar ânimos étnicos/ideológicos para fabricar conflitos, de sustentar parte considerável das economias do chamado primeiro mundo com guerra no terceiro mundo (via exportação de armas, por exemplo).

Resultado de imagem para imagens sobre imigraçãoO escritor Anders Lustgarten escreveu um artigo muito interessante para o The Guardian abordando exatamente a questão;

“Em toda a raiva sobre a migração, uma coisa nunca é discutida: o que fazemos para causá-la. Um relatório publicado esta semana pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos revela que o Banco Mundial deslocou um impressionante número de 3,4 milhões de pessoas nos últimos cinco anos. Ao financiar privatizações, grilagem de terras e barragens, por apoiar empresas e governos acusados de estupro, assassinato e tortura, e por colocar 50 bilhões de dólares em projetos classificados como de grande risco de impactos sociais “irreversíveis e sem precedentes”, o Banco Mundial contribuiu enormemente para o fluxo de pessoas pobres/empobrecidas em todo o mundo. A única coisa mais importante que podemos fazer para impedir a migração é abolir a máfia do desenvolvimento: o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, Banco Europeu de Investimento e do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento. Um segundo muito próximo é parar a bombardear o Oriente Médio. O oeste destruiu a infra-estrutura da Líbia, sem qualquer pista sobre o que iria substituí-la. O que sobra é um estado de vácuo comandado por senhores da guerra que estão agora no centro do contrabando de pessoas no Mediterrâneo. Estamos justo por trás do regime de Sisi no Egito que está erradicando a primavera árabe, reprimindo os muçulmanos e privatizando infra-estrutura a uma velocidade alarmante, tudo isso empurra um número enorme de pessoas para os barcos. Nosso trabalho passado na Somália, Síria e Iraque significa que essas nacionalidades estão no topo da lista de migrante”

(CM-Recentemente a chanceler sueca Margot Wallstrom deu declarações que desagradaram à Arábia Saudita, para além de todo o debate específico sobre suas declarações – e hipocrisias -, sobra uma questão: E o comércio bilionário da indústria sueca de armas com não apenas a Arábia Saudita, mas com outros Estados francamente terroristas e ditatoriais?A hipocrisia que reina nos governos de todo o mundo não dão esperança de que surja uma consciência expandida entre eles;os interesses não são humanitários e sim mercantilistas e escravizadores;isso continua, apesar das denúncias que vão surgindo, o desmascaramento  e a falta de informação para as pessoas que vivem essas condições sub-humanas;onde teremos conscientização e o que fazer para colocar os ideais da Transição Planetária em vigor?esperar por algo milagroso ou alguém que tome o poder da Terra e venha em socorro de todos nós?Claro que não;precisamos estudar uma estratégia que possa surtir efeito sobre isso e seja abrangente para estas questões;mas, por onde começar?Uma coisa sabemos;-não são coisas que se resolverão á curto prazo, ao menos que hajam catástrofes que façam os governos caírem….com consequências inimagináveis para a população mundial)

Resultado de imagem para imagens sobre imigraçãoE O PROBLEMA PERMANECE 

Sem dúvida precisamos lidar com o problema que impõe a migração em massa hoje, mas de nada adianta apenas tentar enxugar o oceano com um pano, é preciso tratar das causas que levam à migração e, em especial, a migração em massa.De nada adianta apenas deslegitimar como “fascismo” – embora haja muito disso – a percepção de parte da população européia de que estão sendo invadidos. São, de fato, milhares e milhares de imigrantes que chegam todos os dias à Europa que, de quebra, enfrenta uma crise sem precedentes.Nada justifica receber mal estes imigrantes ou usá-los como bodes expiatórios para mascarar as políticas criadas pelos próprios governos europeus, mas tampouco soluciona o problema apenas gritar que um lado é intolerante e, como acontece, dizer que os imigrantes tem que continuar vindo porque a “Europa merece por tudo que fez quando colonizou o mundo”.

(CM-Sim, a Europa fez muito (mal), o colonialismo deixa marcas até hoje, se reproduz, mas não podemos acirrar ânimos ou mesmo pregar uma versão estranha de vingança como solução.A esquerda não é capaz de debater os medos da população que, em boa parte, acredita estar sendo “islamizada” e invadida, um sentimento que não é totalmente deslocado. A esquerda também não foi capaz de demonstrar para esta população que em grande parte o crescimento do fundamentalismo e da imigração ilegal vem das ações de seus próprios Estados contra a África e o Oriente Médio. Ora, recentemente o presidente de Burkina Fasso foi deposto pela população e, ao invés de ser preso e julgado, fugiu do país com ajuda da França. Ou seja, o antigo colonizador continua a ajudar aqueles líderes que fazem seu trabalho sujo e mantém países em situação de miséria e controle ferrenho.)

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Da redação BBC~-Londres

No dia 20 de abril ministros de interior e exterior europeus se reuniram e firmaram um programa de 10 pontos para lidar com a imigração e as crises humanitárias relacionadas. Alguns pontos interessantes, mas em geral nada que altere a realidade. Devolver imigrantes ilegais? Para onde? Para serem mortos pela ISIS, por exemplo? Combater contrabandistas? Isto vai realmente resolver o problema? Ao que parece o interesse da Europa é dificultar a chegada de imigrantes ilegais, mas sem combater as causas da imigração (em massa). (CM-Uma nota que seria cômica, não fosse trágica é a da declaração do primeiro ministro inglês David Cameron à BBC de que a marinha inglesa estava pronta para ajudar no resgate de refugiados, mas nem pensar receber estes refugiados no Reino Unido.Sem dúvida estamos diante de um homem de coração imenso. Imenso e podre.Não é uma surpresa que a Anistia Internacional tenha considerado o plano como “totalmente inadequado” e “quase além das palavras”)

É importante a adoção de medidas para evitar a alta mortandade de imigrantes que tentam cruzar o mediterrâneo, assim como medidas para integrar e recebê-los, porém não pode ficar só nisso. A Europa irá continuar a receber milhares de imigrantes em situação desesperadora que acabarão nas ruas e periferias, sem emprego e sem esperanças e ponto? Sim, a Europa precisa assumir sua responsabilidade e mesmo receber o máximo de imigrantes que puder comportar, mas sem tratar das causas, os remédios adotados terão sempre prazo de validade curto e efeitos colaterais terríveis.

A DIMENSÃO DA SEGURANÇA

A experiência tem demonstrado que os refugiados e outras pessoas deslocadas podem trazer benefícios às regiões onde se instalam. Podem atrair a assistência internacional para uma região que tenha, até aí, sido privada de ajuda ao desenvolvimento. Por vezes, têm conseguido introduzir novas técnicas agrícolas e capacidades empresariais na comunidade de acolhimento, contribuindo desta forma para o desenvolvimento da economia. Em muitas situações, os refugiados têm fornecido uma mão-de-obra barata e motivada, utilizada pelos empregadores locais para aumentar a produção e expandir a oferta de serviços.Ao mesmo tempo, contudo, movimentos maciços da população podem, potencialmente, infligir graves danos ao ambiente e às infra-estruturas das regiões que os recebem, reduzindo desta forma o seu potencial de desenvolvimento. Quando um grande número de pessoas deslocadas e carentes se instala num local, para sobreviver são frequentemente obrigadas a colher grandes quantidades de lenha, ocupar grandes extensões de terra, sobrecarregando as infra-estruturas coletivas, nomeadamente poços, sistemas de abastecimento de água, escolas e centros de saúde.

Esforços locais e internacionais de assistência humanitária podem querer apoiar as condições de vida dos que chegam, querem mesmo trazer algum auxílio à população residente. Contudo, ao mesmo tempo, programas de assistência de grandes dimensões podem exercer uma forte pressão sobre estradas, pontes e infra-estruturas de armazenamento locais, obrigando os governos a desviar a sua atenção das atividades de desenvolvimento para as necessidades da assistência.Nessas circunstâncias, podem facilmente surgir tensões e conflitos entre os novos migrantes e a população residente, sobretudo quando não partilham a mesma origem étnica nem a mesma língua. Em algumas situações, um influxo de refugiados ou de pessoas deslocadas pode alterar o equilíbrio demográfico de toda uma região, o que pode ser fácilmente ser explorado por políticos e líderes locais. Em outros casos, são as próprias populações de refugiados que podem encontrar-se divididas em grupos ou facções opostos, transportando as suas rivalidades e conflitos para dentro da comunidade de acolhimento.De acordo com o direito internacional, entende-se que quando um Estado concede asilo a uma população de refugiados, o faz por razões puramente humanitárias, não devendo esta atitude ser interpretada como um sinal de hostilidade para com o país de origem. Na prática, porém, movimentos transfronteiriços de populações têm sido uma quase inevitável fonte de atritos entre os países em questão.

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Visão pessoal….

A organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) alerta sobre as vergonhosas consequências acerca da não consideração de seus deveres humanitários e pede que os líderes da União Europeia (UE) repensem radicalmente suas políticas para oferecer alternativas seguras e legais para que as pessoas possam buscar refúgio e asilo na Europa; MSF pede específicamente aos líderes da UE que enviem recursos adequados imediatamente, permitindo que a Grécia e a Itália garantam efetivamente proteção adequada e uma recepção em condições humanas nos pontos de chegada. Os governos da Itália e da Grécia também precisam demonstrar comprometimento mais claro com a melhora das condições para imigrantes e requerentes de asilo que chegam às suas fronteiras.A situação em deterioração não se justifica pelo número inadministrável de imigrantes e refugiados. É resultado direto da escassez crônica de políticas na União Européia para lidar com a chegada de pessoas. Os países-membros desperdiçam tempo discutindo o fechamento das fronteiras, a construção de cercas e disparando ultimatos ameaçadores uns aos outros. Isso não vai fazer com que as pessoas deixem de vir e vai apenas dificultar quaisquer esforços colaborativos para assistir pessoas em necessidade.Ainda mais vergonhoso, diante do sofrimento extremo, é o posicionamento mais duro adotado por Estados-membros: França e Áustria reforçaram o controle nas fronteiras; a Itália ameaçou impedir que barcos estrangeiros desembarquem imigrantes; e a Hungria anunciou um muro na fronteira com a Sérvia.Após a morte de 1.800 pessoas este ano, o financiamento para atividades de busca e resgate no mar, finalmente, triplicou no último mês. No entanto, muito pouco é feito para oferecer assistência e condições de recepção adequadas às pessoas;Em vez de argumentar acerca da solidariedade entre Estados-membros, é tempo da UE agir de forma concreta para ajudar as pessoas que fogem de terríveis crises humanitárias e acordarem políticas que sejam efetivas, humanas e fundamentadas na compaixão pelas pessoas, em substituição ao discurso hostil de rejeição institucional.Embora não o admita – principalmente os países que participaram diretamente dessa sangrenta imbecilidade –, a Europa de hoje, nunca antes sitiada por tantos estrangeiros, desde pelo menos os tempos da queda de Roma e das invasões bárbaras, não está colhendo mais do que plantou, ao secundar a política norte-americana de intervenção, no Oriente Médio e no Norte da África.Os Estados Unidos, os maiores responsáveis pela situação, sequer cogitam receber – e nisso deveriam estar sendo cobrados pelos europeus – parte das centenas de milhares de refugiados que criaram, com sua desastrada e estúpida doutrina de “guerra ao terror”, de substituir, paradoxalmente, governos estáveis por terroristas, inaugurada pelo “pequeno” Bush, depois do controvertido atentado às Torres Gêmeas.”A maior nação do mundo” tem a maior falta de Consciência Planetária de todas e o menor índice de que as coisas vão mudar no mundo e é difícil acreditar que uma nova Europa homogênea, solidária, universal e próspera, emergirá no futuro de tudo isso, quando os novos imigrantes chegam em momento de grande ascensão da extrema-direita e do fascismo, e neonazistas cercam e incendeiam, latindo urros hitleristas.Por enquanto,os imigrantes continuarão chegando à suas fronteiras, desembarcando em suas praias, invadindo seus trens, escalando suas montanhas, todas as semanas, milhares de pessoas, que, cavando buracos e enfrentando jatos de água, cassetetes e gás lacrimogêneo, não tendo mais bagagem que o seu sangue e o seu futuro reunidos nos corpos de seus filhos, irão cobrar seu quinhão de esperança e de destino, e a sua parte da primavera de um continente privilegiado, que para chegar aonde chegou, fartou-se de explorar as mais variadas regiões do mundo.Os refugiados apelam claramente à consciência humanitária(?). São por definição pessoas que necessitam de proteção; Alguns são vítimas do terror político, perseguidos devido à sua raça, origem étnica, religião ou à suas convicções;(Onde está a tão proclamada consciência que virá para criarmos uma Nova Terra?Sim, os tempos maravilhosos virão, mas teremos de resolver inúmeros problemas de todas as ordens humanas, antes de podermos gozar essa Nova Terra,humana,solidária,fraterna-que não virá enquanto não tomarmos atitudes que justifiquem sermos merecedores dela) ;Outros fogem porque a sua vida ou liberdade se encontram ameaçadas pela guerra, por conflitos internos ou pela violência social.Os indivíduos, famílias e comunidades que decidem sair do seu próprio país e procurar refúgio em outro lugar, fazem-no normalmente por sentirem que não têm outra alternativa. Para alguns, tornar-se refugiado representa o último ato de um longo período de incerteza, uma decisão angustiante tomada apenas após terem falhado todas as restantes estratégias de sobrevivência. Em outros casos, trata-se de uma reação instintiva á circunstâncias imediatas que põem a sua vida em risco.Essa situação toda coloca em pauta a época em que vivemos, de grandes transformações;mas, não basta apenas estarmos em uma época onde temos ondas cósmicas derramando energias, portais se abrindo,canalizações cada vez mais contundentes de que a hora da libertação está próxima;isso é uma catástrofe real, não imaginária,up to date, que põe na pauta do dia a atitude humanitária da humanidade como um todo, além de colocar á prova o nível de consciência em que a humanidade como um todo, está;Isso é inquestionável.Temos uma massa crítica pouco significativa em termos mundiais/planetários, que pode fazer muito pouco para tentar equilibrar o enorme desequilíbrio/falta da consciência planetária necessária para uma verdadeira mudança de paradigma.

 

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Inspiração….

DW-WORLD.de. Comissão Européia quer programa comum de acolhimento de refugiados. Disponível em:<http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4712059,00.html>

POOLE, Hilary, et.al. Direitos Humanos: referências essenciais. Traduzido por Fábio Larsson. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo: Núcleo de Estudos da Violência, 2007. 488 p. (Série Direitos Humanos; 3).

GOTAZÁR ROTAECHE, Cristina J. Derecho de asilo y “no rechazo” del refugiado. Madrid. Universidad Pontifícia Comillas, DIKINSON, 1997.

IG São Paulo. Líder francês pede sanções enquanto refugiados deixam a Líbia. Disponível em:<http://ultimosegundo.ig.com.br/revoltamundoarabe/lider+frances+pede+sancoes+enquanto+refugiados+deixam+a+libia/n1238103708910.html>

JUBILUT, Liliana Lyra e APOLINARIO, Silvia Menicucci. O. S.. A necessidade de proteção internacional no âmbito da migração. Rev. direito GV [online]. 2010, vol.6, n.1, pp. 275-294. ISSN 1808-2432.

MILESI, Rosita. Refugiados: realidade e perspectivas. Brasília: CSEM/IMDH; Edições Loyola, 2003. Série Migrações, 8.

Portal IG. França é o primeiro país europeu e do ocidente a romper as relações com o governo de Kadafi. Disponível em:<http://ultimosegundo.ig.com.br/revoltamundoarabe/libia+suspende+relacoes+diplomaticas+com+a+franca/n1238152379005.html>

UNHCR.org. UNHCR calls for action to alleviate humanitarian situation on Lampedusa. Briefing Notes. Disponível em:<http://www.unhcr.org/4

UNICRIO.org. Sobe para 10 mil o número de Tunisinos que chegaram à Itália em 2011. Disponível em: http://unicrio.org.br/sobe-para-10-mil-o-numero-de-tunisinos-que-chegaram-a-italia-em-2011/.

VEJA.com. Cruz Vermelha se prepara ‘para o pior’ no confronto líbio. Disponível em:http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/cruz-vermelha-se-prepara-para-o-pior-no-confronto-libio.

VEJA.com. Imigrantes e Refugiados na Europa. Disponivel em:<http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/imigrantes-refugiados/index.html>


Em matéria divulgada pelo DW WORLD em 29/11/2010, um dos principais temas da terceira cúpula entre a UE e a União Africana foi o fluxo de imigrantes ilegais entre os dois continentes. Disponível em:< http://www.dw-world.de/dw/article/0,,6275447,00.html>

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