O design inteligente da mente humana

a mente humana“Hoje o último limite a ser transposto pelas ciências da vida é desvendar a mente —nessa tarefa a consciência é o mistério supremo a ser esclarecido.”

 António Damásio, da série Cientistas da Nova Era- autor de O ERRO DE DESCARTES

e O MISTÉRIO DA CONSCIÊNCIA

Grifos em Negrito;Mônicavox

 retorna à página de chamada - grade do projeto QG de operações da mente

(modelo aproximado em imagem plana)

Design da mente humana

Núcleo de operações da mente  ou teatro de sistema — constituído por:

faixas em espirais (aderência, confluência e inteligência),

3  zonas (conhecimento, processamento e armazenamento) e

12 áreas (unidades formadora de faixas e zonas).

As linhas entre dois compartimentos não são bem definidas, como sugere a imagem. Na verdade, esses limites são misturas de ‘cores’, em degradé, das duas regiões.

O núcleo de operações da mente é um QG bioeletrônico de sistema, onde operam, distribuídos por todo o ambiente, 33  bioprocessadores, fazendo o trabalho cognitivo na ‘colméia’, em atendimento ao universo de atividades de autogestão do vivente humano, conscientes ou não, na solução de problemas teóricamente aplicados na prática do cotidiano, coordenação do passo a passo de tarefas não condicionadas, absorção de aprendizados e implementação de imaginações.

QUESTIONAMENTOS
“É mais importante conhecer a si mesmo do que conhecer todas as maravilhas do universo”

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Você acredita que a mente seja, na constituição humana, um ‘território’  insondável?

E os intermináveis questionamentos sobre o EU? O EU é algo incompreensível?

A cultura, milenar, da mente humana ser um mistério, é, sem dúvida, suposição defensiva de sábios e estudiosos do passado, que não dispunham de ferramentas genéticas necessárias e nem das bases informativas suficientes para se envolverem na questão, no nível de problema, com a merecida profundidade; E nós, estudiosos deste século, que dispomos desses recursos cognitivos e tecnológicos, o que estamos fazendo? Será que vamos atravessar mais 100 anos sem conhecer o nosso instrumento de conhecer?

Nós afirmamos que a mente é um problema e não um mistério e a questão EU, depois de se conhecer a mente, é algo mais simples do que imaginamos – ela [mente] pode ser conhecida, aqui agora, na complexidade da sua ‘anatomia’, estrutura de formação, funcionamento e, nesse bojo de conhecimentos, a questão EU também será esclarecida na simplicidade que É, e a qual não imaginamos.

Resultado de imagem para imagens sobre a mente humana

Alguma questão existencial, sem resposta, o incomoda ou desperta o seu interesse, a sua curiosidade?

Aquelas do tipo:

l   quem sou,

l   de onde venho,

l   onde estou,

l   o que estou fazendo,

l   para onde vou,

l   o que vai acontecer comigo no pós-morte, ou

l   se alguma criatura tem continuidade após a morte.

O curioso é que, desde tempos remotos, praticamente todas as culturas humanasacreditam na sobrevivência após a morte.

Mas acreditar, convenhamos, é verdade suposta — acertar sem  ter certeza.

Caso você tenha algum problema dessa natureza, ainda que insignificante no seu juízo, antes de buscar socorro em uma religião ou procurar um profissional cognitivo que possa ajudá-lo, tente conhecer amente nas engrenagens internas e funcionalidade. É possível (quase certeza) que você consiga resolver a si mesmo (essas e outras pendências de ordem psico-mental) de uma forma bastante eficaz (a autoajuda consciente do que ocorre no seu mundo interior). Ela [mente] é o seu instrumento de autogestão e de mensurar o mundo — questionar, duvidar, conhecer, interpretar, pensar, decidir, etc. Conhecê-la é uma necessidade de sobrevivência na competição acirrada deste século XXI, da qual ninguém conseguirá escapar.

Em caso de simples curiosidade, quanto às atividades e funções internas da mente ou dos seus mecanismos de formação, também vale a pena conhecê-la. Aliás, nada é mais importante, na vida moderna, que conhecer a mente humana — isso vai abrir um enorme leque de possibilidades na sua vida e, no mínimo, livrá-lo de alguns surtos.

Reflexões

__________

A grande importância da mente na existência do homem está na ordem de que uma pessoa portadora de deficiência física, mesmo lhe faltando os 4 (quatro) membros, é capaz de desenvolver alguma atividade produtiva e gerir a própria existência no ambiente social em que vive; enquanto que uma pessoa com desequilíbrio nas funções psico-mentais, ainda que gozando de integridade formal e boa saúde física, é um ser tecnicamente incapaz.

O sucesso da criatura humana na existência deve-se, em qualquer análise racional, às habilidades cognitivas e aos conhecimentos acumulados através dos muitos milênios que se passaram – conhecer a mente, o instrumento de conhecer, é um saber deste aqui agora, requisito de base para o homem deste século XXI e está no mesmo nível de importância do que foi dominar a leitura e a escrita nos dois últimos séculos.

Segundo declaração do linguista americano, Noam Chomsky, “a nossa ignorância pode ser dividida em problemas e mistérios”–  “Quando estamos diante de um problema, podemos não saber a solução, mas temos insights, acumulamos um conhecimento crescente sobre ele e temos uma vaga ideia do que buscamos. Porém, quando defrontamos um mistério, ficamos entre maravilhados e perplexos, sem ao menos uma idéia de como seria a explicação;diante de um mistério: nós ficamos maravilhados, no primeiro instante, e logo mais passamos a ignorá-lo; quando o caso se torna ameaçador, evolui ao status de problema – parece que a mente humana e a consciência, nas academias, ainda não avançaram à categoria seguinte [de problema].

O suposto mistério que envolve a mente, na nossa cultura até este início de século XXI, será idéia ridícula amanhã; assim como tantas proposições do passado que se confirmaram, mais adiante, serem grandes equívocos, fruto da ignorância científica humana.

Antes da escrita ninguém era analfabeto, antes do computador ninguém era ignorante em informática.

A mente está na mesma ordem do saber.

Resultado de imagem para imagens sobre a mente humanaEstrutura sistêmica da mente

Todo ato mental (percepção de um objeto, enunciado verbal, resolução de um problema) é levado a cabo por um “sistema funcional complexo”  , também concebido como “rede neurofuncional”  , “representação distribuída em paralelo e em série”  e como “modelo de esboços múltiplos”  , que se constitui de um conjunto dinâmico e interconexo de componentes psicológicos (volitivos, afetivos, cognitivos) e de regiões cerebrais, cada uma delas contribuindo com operações básicas para o funcionamento do sistema ou ato como um todo. Seu caráter dinâmico deve-se ao fato de que sua estrutura psicológica e sua organização cerebral mudam a cada instante, na mesma medida em que mudam as tarefas em pauta.

Cada tarefa requer um conjunto diferente de operações psíquicas básicas adequadas aos seus objetivos, além dos componentes motivacionais e emocionais sempre presentes. De acordo com este conceito, apenas certas operações ou mecanismos básicos podem ser localizados em determinadas regiões cerebrais, não as próprias funções psíquicas superiores; e apenas os objetivos ou resultados finais da atividade permanecem constantes, devendo variar seus mecanismos ou operações básicas na medida em que mudam as condições em que se realizam.

A MENTE E A ESTRUTURA CEREBRAL

Os avanços das neurociências nas últimas décadas, especialmente com os estudos de neuroimagem funcional, têm confirmado estes conceitos, cuja pré-história data do século XIX, com a hipótese de Hughlings Jackson , de que as funções psíquicas têm estrutura psicológica organizada em diversas regiões cerebrais e diferentes níveis de complexidade e abstração (nível voluntário, consciente; e nível involuntário, inconsciente, automático). Um exemplo clássico é o do paciente que, após mostrar-se incapaz de dizer a palavra “não” numa tarefa metalingüística de repetição, pôde fazê-lo ao dizer “Doutor, não consigo”. Em qualquer atividade lingüística da vida real (por exemplo, ao produzir um enunciado numa conversação cotidiana), temos os níveis fonológico, sintático, semântico-lexical e pragmático, com suas interdependências e interações recíprocas. Outro exemplo é a percepção visual de um objeto (por exemplo, quando mostro uma lapiseira e pergunto “O que é isto?”). Aí temos diversos componentes: análise e síntese das informações visuais para a formação da imagem (nas regiões occipito-temporais mediais); busca ativa de novas informações e testagem de hipóteses, tais como “caneta?”, “lápis?”, “lapiseira?”, “apontador a laser?” (nas regiões pré-frontais em interação com as occipitais); codificação do objeto (percepto) no sistema semântico da linguagem (no neocórtex associativo terciário temporo-parietal e frontal postero-inferior, particularmente do hemisfério esquerdo); a permanência transitória do percepto na memória operacional, a curto prazo (nas regiões pré-frontais em interação com as occipito-temporais); e seu registro a longo prazo no córtex cerebral, facilitado por seu processamento inicial no sistema hipocampal.

Resultado de imagem para imagens sobre a mente humana•  A mente como representação e mediação

O caráter mediado da mente humana se deve a que o indivíduo se relaciona com as coisas e fenômenos externos, não de forma direta e imediata, mas indiretamente, com os sinais e signos que os representam. É evidente que as ações do homem sobre as coisas são diretas – ele é apenas um entre os vários seres ou forças materiais que participam de sua atividade – mas suas ações materiais são precedidas por ações mentais (representações simbólicas, projetos, programas)Durante o desenvolvimento psíquico, esses sinais e signos tornam-se cada vez mais generalizados e abstratos, e assim, segundo Rubinstein  , o indivíduo destaca-se cada vez mais da realidade, ao mesmo tempo em que se une a ela cada vez com mais força. A gênese e a natureza do fenômeno psíquico não podem ser encontradas nas profundezas do código genético nem nas alturas insondáveis do espírito, mas no processo interacional da vida, tal como admitia Bakhtin  há mais de 60 anos, ao analisar a consciência humana: “O psiquismo subjetivo localiza-se no limite do organismo e do mundo exterior….É nessa região limítrofe que se dá o encontro entre o organismo e o mundo exterior, mas esse encontro não é físico (direto): o organismo e o mundo encontram-se no signo. A atividade psíquica constitui a expressão semiótica do contato entre o organismo e o meio exterior”.

O homem é um ser consciente, ou seja, ele toma consciência de si e destaca-se de sua própria atividade (“espelha-se”), atividade que é o processo de transformação recíproca entre o sujeito e o objeto, em que o objeto vira sua forma subjetiva (imagem mental) e a atividade do sujeito transforma-se em seus resultados objetivos (produtos); ou,no processo de produção (trabalho social), o sujeito é objetivizado , e no sujeito, o objeto é subjetivizado; não existe a consciência (como “faculdade” mental isolada), mas sim o ser consciente ; e o ser dos homens é o seu processo da vida real. O ser é sua atividade, que se apresenta simultâneamente em três formas interdependentes e interconexas: objetal, mental e cerebral-organísmica.

Resultado de imagem para imagens sobre a mente humanaDiferentemente do que ocorre no restante do mundo animal, a atividade consciente é mediada por instrumentos de produção (ferramentas) e por instrumentos psicológicos (signos da linguagem), ambos produtos da evolução histórico-cultural; e assim a relação do indivíduo com a natureza é mediada pela relação entre ele e os outros indivíduos da sociedade. O instrumento de trabalho e o signo lingüístico objetivam a relação homem-natureza e homem-homem, sendo produtos sociais tanto pela sua origem quanto pelo seu uso. Com eles, a transmissão da experiência de uma geração a outra deixa de ser biológica (genética) e passa a ser sociocultural.A atividade consciente é altamente dependente do neocórtex de associação, principalmente o da região pré-frontal e da zona de superposição dos analisadores sensoriais (temporo-parieto-occipital). Aqui referimo-nos ao nível mais complexo de funcionamento da consciência, exclusivamente humano, que Damásio  chama de “consciência ampliada”, que fornece ao organismo um “eu autobiográfico”, com vivências passadas e futuras.

Resultado de imagem para IMAGENS SOBRE O MENTALVisão pessoal….

A atividade mental é uma parte do processo da vida real (ou do “ser dos homens”), em que as ações objetais, mentais e cerebrais (organísmicas) constituem uma unidade dialética de interações e influências recíprocas, mediante as quais são adquiridas as funções psíquicas superiores e seu substrato neural, as neoformações mais sofisticadas do córtex associativo. Fatores biológicos (genéticos) fornecem apenas a possibilidade desse desenvolvimento, o qual não ocorre sem a prática do indivíduo, sem sua experiência sensorial e social.A mente, nos seres em atividade, não está separada da energia nem do espírito, nem de ambos. A mente não é inerente à energia; a energia é receptiva e sensível à mente; a mente pode ser superposta à energia, mas a consciência não é inerente ao nível puramente material. Não é necessário que a mente seja acrescentada ao espírito puro, pois o espírito é inatamente consciente e capaz de identificação. O espírito é sempre inteligente, de algum modo é dotado de mente.Pode ser esta ou aquela mente, pode ser a pré-mente ou a supramente, ou mesmo a mente espiritual, mas o fato é que ela executa o equivalente a pensar, e saber. O discernimento do espírito transcende, sobrepõe-se e teóricamente precede à consciência da mente.A mente que é infinita ignora o tempo, a mente última transcende ao tempo, a mente cósmica é condicionada pelo tempo. E é, assim também, com o espaço: a Mente Infinita é independente do espaço, mas à medida que desce do nível do infinito até os níveis ajudantes da mente, o intelecto deve ter em conta, crescentemente, a existência e as limitações do espaço.A força cósmica reage à mente, assim como a mente cósmica reage ao espírito. O espírito é propósito divino, e a mente espiritual é propósito divino em ação. A energia é coisa; a mente é significado; o espírito é valor. Mesmo no tempo e no espaço, a mente estabelece aquelas relações relativas, entre a energia e o espírito, que são indicativas de semelhança mútua na eternidade.A mente transmuta os valores do espírito em significados do intelecto; a volição tem poder para frutificar os significados da mente, tanto no domínio material quanto no espiritual. A ascensão á Unidade envolve um crescimento relativo e diferencial em espírito, mente e energia e a personalidade é a unificadora desses componentes da individualidade experiencial.

Inspiração…

CENTROS DE ESTUDO E NÚCLEOS DA UNICAMP-SP

mciencia@unicamp.br

1. Vygotsky L. S. Mind in society: the development of higher psychological processes. M. Cole, V. John-Steiner, S. Scribner, & E. Souberman (Eds.). Cambridge, Harvard University Press, 1978.

2.Luria A. R. Higher -cortical functions in man (2 nd ed.). New York, Basic Books, 1966/1980.

3. Anokhin P. K. Problems of centre and periphery in the physiology of nervous activity. Gorki, Gozizdat, 1935.

4. Mesulam M-M. Large-scale neurocognitive networks and distributed processing for attention, language, and memory. Ann Neurol 1990; 28:597-613.

5. Rumelhart D. E., McClelland J. L. Parallel distributed processing. Cambridge, MA: The MIT Press, 1986.

6. Dennet D. C. Consciousness explained. Boston: Little, Brown & Co., 1991.

7. Jackson J. H. On the nature of the duality of the brain. In: Selected writings of John Hughlings Jackson, vol. 2, Hodder & Stoughton, 1874/1932.

8. Rubinstein S. L. Princípios de psicologia geral. Lisboa, Estampa, 1972.

9. Bakhtin M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo, Hucitec, 1988.

10. Marx K. & Engels F. Obras escogidas, vol. III. Moscú, Editorial Progresso, 1973.

11. Marx K. & Engels F. A ideologia alemã. Lisboa, Editorial Presença, 1846/1976.

12. Damásio A . O mistério da consciência. São Paulo, Companhia das Letras, 2000.

13. Piaget J. O nascimento da inteligência na criança (4 ª ed.). Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1966/1978.

14. Kuhl P. K. Language, mind, and brain: experience alters perception. In: M. S. Gazzaniga (ed.), The new cognitive neurosciences. Cambridge, The MIT Press, 2000:99-115.

15. Gesell A., Amatruda C. S. Developmental diagnosis: normal and abnormal child development (2 nd ed.). New York, Hoeber-Harper, 1954.

16. Leontiev N. A. Problems of the development of the mind. Moscou, Progresso, 1981b.

17. Galperin P. Y. Introducción a la psicología. Moscú: Universidad Estatal, 1976.

18. Luria A. R. Pensamento e linguagem – As últimas conferências. Porto Alegre, Artes Médicas, 1987.

19. Ducrot O. Princípios de semântica lingüística. São Paulo, Cultrix, 1976.

20. Ducrot O. O dizer e o dito. Campinas, Pontes, 1987.

21. Pêcheux M. Análise automática do discurso (AAD-69). In: F. Gadet & T. Hak (Orgs.), Por uma análise automática do discurso. Campinas, Editora da UNICAMP, 1969/1990.

22. Osakabe H. Argumentação e discurso político (2 a ed.). São Paulo, Martins Fontes, 1999.

23. Spitz R. A. Hospitalism: a follow-up report on investigation described in Volume 1, 1945. Psychoanal. Study Child 1946; 2:113-117.

24. Harlow HF. The nature of love. Am. Psychol. 1958; 13:673-685.

25. Kandel E. R., Jessel T. M., Sanes J. R. Sensory experience and the fine-tuning of synaptic connections. In: E. R. Kandel, J. H. Schwartz, & T. M. Jessel (Eds.), Principles of neural science (4 th ed.). New York, McGraw-Hill, 2000:1115-1130.

Monicavox

Recomendo…..

 

 

 

 

 

 

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O CÉREBRO CÓSMICO

Nosso cérebro é elétrico e cheio de células individuais e neurônios, conectados uns aos outros pelos dendritos e axônios.Toda vez que pensamos, nos movimentamos, sentimos ou nos lembramos de alguma coisa, nossos neurônios estão em operação.Essa operação é realizada por pequenos sinais elétricos que se movem rápidamente de neurônio para neurônio(Sinapses).Esses sinais são gerados por potenciais elétricos diferentes carregados pelos íons na membrana de cada neurônio.Todas as nossas percepções físicas são registradas em nosso cérebro físico.Entretanto, nosso cérebro físico é um componente do holograma de nossa realidade 3D.

Nossa mente, por outro lado, é o que nos conecta à nossa Mente Cósmica, que ressoa além do holograma 3D.Enquanto que nosso cérebro é um sistema operacional físico de nosso vaso terreno, nossa mente é a eletricidade que faz esse sistema operacional funcionar.Esta “eletricidade” é a nossa consciência.Nossa mente, que é na verdade nossa consciência, está nos assistindo ativamente na conexão com nossa Mente Cósmica.

A CONEXÃO COM A MENTE CÓSMICA

Nosso estado de consciência determina se nós somos ou não capazes de nos conectar com sucesso com nossa Mente Cósmica e operar a partir dela.Visto que estamos no processo de mudarmos de nosso sistema operacional tridimensional para nosso sistema operacional multidimensional, é vital que nós despertemos nossa consciência multidimensional.Nossa consciência multidimensional é bloqueada pelo medo e ativada pelo amor incondicional.O amor incondicional é isento de todo julgamento, e o julgamento é uma das formas-pensamento principais que baixa nossa consciência e o julgamento é uma forma-pensamento, um pensamento reunido a uma emoção, que sempre é baseada no medo.Sempre que julgamos alguma coisa, há um resíduo de medo, mesmo se ele estiver oculto em nossa mente subconsciente.Portanto, a liberação de todo julgamento é um componente vital para a ativação de nossa consciência multidimensional.

Nossa consciência física está sómente conectada aos nossos sentidos físicos.Assim, nós somente podemos perceber aquilo que ressoa dentro do holograma.Por outro lado, a emoção baseada no amor – que é o amor sem condições – permite que nossa mente se conecte com a nossa Mente Cósmica.Nossa mente, que é o estado de consciência que está conduzindo nosso cérebro, é direcionada ou para sobrevivência/medo ou para criação/amor.O amor condicional é uma forma de medo, enquanto que o amor incondicional é isento de todos os resquícios de medo.Nós passamos a maioria de nossas encarnações físicas conhecendo sómente o amor condicional.O amor condicional é baseado em “Eu amarei você se você…” ou “Se você não… eu não amarei você”.

O FATOR DOS SENTIMENTOS SOBRE A ATIVIDADE DA MENTE CÓSMICA

O amor normalmente era utilizado como uma recompensa.Se nós fôssemos bons (bom sendo determinado por uma fonte externa), nós recebíamos amor.Se nós fôssemos maus (novamente determinado por uma fonte externa), o amor nos era negado.Este amor condicional nos prendia ao holograma 3D, pois ele nos mantinha em um estado de medo.Este medo, não importa se pequeno ou inconsciente, baixava nossa consciência para a ressonância da terceira dimensão.Assim, nossas percepções eram limitadas aos cinco sentidos físicos de nossa forma física.Para ativarmos totalmente nossas percepções multidimensionais, nós precisamos sair do “jogo do bom o suficiente”.Este “jogo” é baseado numa fonte externa que julga se nós somos ou não bons o suficiente para receber amor.O único modo de sairmos desse jogo é amarmos o nosso eu incondicionalmente.Assim que nós nos lembramos de como amamos nosso eu incondicionalmente, as opiniões de fontes externas apenas são um componente do Jogo 3D, ao qual nós não estamos mais limitados.

Em outras palavras, nós podemos ainda estar escolhendo fazer este jogo, mas nós não estamos mais ligados ao resultado dele.Nós não mais buscamos encontrar reforço para nossos empenhos nessa realidade, pois nós sabemos que ainda estamos fazendo esse jogo porque escolhemos fazê-lo e não porque nós temos que fazê-lo.Assim que nossa mente nos conecta com nossa Mente Cósmica, nossa consciência é multidimensional e o Jogo 3D é apenas uma das inúmeras realidades de que participamos.É sensato permanecermos em contato constante com nossa Mente Cósmica, pois o Jogo 3D vicia muito.Este jogo vicia tanto porque ele ativa quaisquer medos ocultos de não sermos bons o suficiente.Se nós permitimos nossa consciência desligar-se do amor incondicional em que TODO feedback externo é uma ilusão, nosso subconsciente pode assumir o leme.Quando nosso subconsciente está no comando, nós somos governados por nossa criança/ego ferido.

Portanto, enquanto jogando no holograma 3D, é importante continuamente permanecermos cientes da constante necessidade que nossa mente subconsciente tem de amor incondicional.Em outras palavras, é vital nos mantermos como os mestres de nosso vaso 3D, que constantemente abastecemos com amor incondicional pelo nosso eu.Amar incondicionalmente nosso eu imediatamente nos liberta do Jogo 3D, pois a qualidade viciante desse jogo é que nós NÃO somos bons o suficiente.Portanto, se nós pudermos fazer, ser ou ter aquilo que o jogo dita em algum tempo determinado, nós seremos bons o suficiente – de acordo com algum julgamento externo.

O FATOR TEMPO

O tempo é outro gancho do Jogo 3D.Enquanto vivemos no AGORA, nosso passado não existe como uma fonte de julgamento e o futuro é a criação de nosso AGORA eterno.É quase impossível nosso cérebro viver no AGORA, exceto quando todo o nosso DNA 97% multidimensional estiver totalmente ativado.Cair de novo no tempo é um desafio constante enquanto esse DNA ainda está em ativação.Nosso cérebro tridimensional diz: “Se eu não FIZER ou SER ou TER o que essa fonte externa exige, eu não serei ‘bom o suficiente’”.Ser “bom o suficiente” é a principal qualidade viciante do Jogo 3D, pois ela nos mantém no nosso ego ferido que NÃO é bom o suficiente.Então, o fluxo constante de amor incondicional para o nosso eu é vital para nos proteger de nosso vício de julgamentos tridimensionais.E também, quando nossa mente cria uma ponte robusta para a nossa Mente Cósmica multidimensional, nós podemos manter uma conexão forte com nossas expressões superiores do EU que existem fora do holograma 3D.

Da perspectiva de nossa Mente Cósmica, nós podemos usar nossas percepções expandidas de clarividência (visão de frequência superior), clariaudiência (audição) e clarisenciência (sentidos) para perceber as dimensões superiores de nossa realidade que ressoam além dos limites da Matriz 3D.Visto que nossa ascensão para além da ilusão começou, nossas percepções superiores podem mais facilmente ser ativadas.Novamente, é o nosso vício ao Jogo 3D que limita nossa capacidade de mudarmos para as nossas percepções multidimensionais, as quais INCLUEM as percepções tridimensionais.Em outras palavras, nós não precisamos ignorar o mundo físico.Na verdade, enquanto estivermos usando um vaso 3D, nós não podemos ignorar essa frequência sem colocar em perigo esse corpo.Felizmente, com a prática, nós poderemos perceber as frequências superiores de realidade, que agora romperam a ilusão do Jogo 3D.Entretanto, as frequências superiores podem conscientemente perceber as frequências inferiores, mas as frequências inferiores não podem perceber as frequências superiores.Por exemplo, nosso vaso terreno pode perceber uma pedra, mas a pedra não pode nos perceber.Nossas percepções tridimensionais são semelhantes a essa pedra quanto a elas ancorarem nossas percepções multidimensionais em nosso planeta.

Felizmente, o planeta também é um ser multidimensional.Portanto, ele também tem frequências superiores de expressão, tal como nós temos.Então, quando expandimos nossas percepções para uma frequência mais alta de ressonância, há um planeta esperando nessa frequência, pronto para a nossa habitação.Toda a criação é multidimensional, mas nem toda a criação reduz sua ressonância para a frequência do reino físico.Assim que sentimos que concluímos nossa experiência de polaridade, densidade, limitação e separação, uma ponte energética torna-se perceptível para o nosso cérebro, mas se nossa mente (estado de consciência) puder ser expandida para se conectar com a Mente Cósmica multidimensional, nossas percepções começarão a incluir frequências de realidade que ressoam além do mundo físico.

O desafio maior é se nós não acreditarmos que uma frequência mais alta de realidade existe, ou se nós não acreditarmos que somos “bons o suficiente” para perceber ou visitar essa realidade superior, nosso cérebro limitará a consciência de nossa mente.Então nossa mente não será capaz de se conectar com nossa Mente Cósmica, e o mundo além da terceira dimensão permanecerá além do nosso campo perceptivo.Uma doutrinação principal do Jogo 3D era que se nós não podemos perceber alguma coisa com os nossos sentidos físicos, ela não é real.Entretanto, se um cego não consegue nos ver a determinada distância dele, isso nos torna não reais?

Se um surdo não ouve nossa voz, isso significa que nós não temos uma voz?De fato, os corajosos que escolheram o desafio de perder um de seus receptores físicos oferecem orientação para todos.Quando um receptor sensorial não funciona, a potência dos outros sentidos é amplificada.Da mesma maneira, nós podemos amplificar a nossa visão para clarividência, a nossa audição para clariaudiência e nosso tato/olfato/instintos para clarisenciência.Nós recuperamos o uso de nossas percepções expandidas por retornarmos à nossa consciência multidimensional.Para fazê-lo, nós precisaremos meditar ou fazer o que nos coloca em um estado superior de consciência.Uma vez num estado superior de consciência, nossa mente pode interagir com as frequências superiores de nossa Mente Cósmica para conectar nossas percepções superiores ao nosso cérebro tridimensional.

Assim que nosso cérebro 3D está conectado à nossa Mente Cósmica multidimensional, nós podemos começar a liberar nosso vício à terceira dimensão e substituir o nosso hábito de perceber SÓMENTE com os nossos cinco sentidos físicos.

Novamente, nós precisaremos acreditar que nossas percepções superiores são possíveis e que nós somos bons o suficiente para tê-las.Então, nós poderemos manter um link ativo entre nosso cérebro, nossa mente e nossa Mente Cósmica.Nós começamos esse processo por amarmos nosso eu incondicionalmente.Então, mesmo se não pudermos perceber com nossas percepções expandidas – ainda – nós AINDA amaremos nosso eu incondicionalmente.

E também, o amor incondicional gera perdão incondicional e aceitação incondicional.Portanto, se não podemos ainda perceber com nossas percepções superiores, nós perdoamos incondicionalmente nosso eu e aceitamos incondicionalmente que essas percepções se ativarão quando estivermos preparados.E nesse meio tempo, nós podemos nos focalizar em manter nossa consciência calibrada para os estados superiores de consciência.Enquanto estamos ressoando à consciência em onda beta, os desafios do mundo físico preenchem nosso cérebro.Existem “horas” em que essa consciência é importante.Enquanto estamos na consciência em onda alfa, sentimo-nos criativos em nosso mundo físico e experimentamos momentos intermitentes de conexão com nossa Mente.Felizmente, quando expandimos nossa mente para a consciência em onda teta, nós vivemos em nossa mente e conduzimos nosso cérebro a partir de uma perspectiva superior de vida.Quando estamos na consciência em onda delta e acima, nós vivemos dentro de nossa Mente Cósmica e conduzimos nossa mente e cérebro para as frequências superiores de realidade.

Viajar em Consciência

Viajar em consciência é como mudar as estações em um rádio ou televisão.Nosso EU MULTIDIMENSIONAL é a torre de transmissão, que transmite mensagens para nós através de muitas frequências diferentes.Nossa CONSCIÊNCIA é o rádio ou TV de banda larga, que recebe as mensagens de muitas frequências diferentes e nos permite escolher um canal;Nossas ONDAS CEREBRAIS são os canais que calibram o rádio ou TV para a frequência da estação desejada.Quando nós calibramos nossa consciência (rádio ou TV) para as ondas cerebrais (canais) diferentes, nós estabelecemos nossa expectativa para filtrar a entrada das percepções dentro do alcance de frequência dessa expectativa de filtragem.Então nós experimentamos a realidade que vibra a esse comprimento de onda/onda cerebral.
Quando nós sintonizamos o Canal de Onda Cerebral Beta, nós calibramos nossa consciência para filtrar e excluir as percepções que não pertencem ao nosso mundo tridimensional externo.Neste canal, nosso EU Multidimensional nos dá informação a respeito de nosso eu ego consciente em nosso mundo físico.
Nossa “realidade beta”, que é a nossa consciência individual, é cheia de inúmeros estímulos.
Ela é direcionada para a sobrevivência, pensamentos, decisões e ações.Nossa consciência individual direciona nossa atenção e, portanto, nossas percepções, para nossa avaliação individual da realidade.

Canal de Onda Cerebral Alfa

Quando nós sintonizamos o Canal de Onda Cerebral Alfa, nós calibramos nossa consciência para filtrar e excluir quaisquer percepções tridimensionais alheias que não pertencem à atividade criativa.
Neste canal, nosso EU Multidimensional nos dá informação sobre nosso mundo físico a partir da perspectiva de nosso eu tetradimensional superconsciente e também lembranças e estímulo esquecidos relativos ao nosso verdadeiro potencial, que nós anteriormente filtramos e excluímos.
Nossa “realidade alfa”, que é a nossa consciência coletiva, é uma realidade de criatividade, foco artístico, relaxamento e imaginação.Nossa consciência coletiva direciona nossa atenção e, portanto, nossas percepções, para uma avaliação da realidade baseada na consciência de toda a humanidade.

Canal de Onda Cerebral Teta

Quando nós sintonizamos o Canal de Onda Cerebral Teta, nós calibramos nossa consciência para filtrar e excluir todas as frequências tridimensionais, exceto a de manutenção de nosso corpo físico.Neste canal, nosso EU Multidimensional retransmite informação de nosso eu superconsciente relativa ao nosso mundo pentadimensional, nossas percepções extrassensoriais tetra e pentadimensionais, momentos de iluminação vindos do passado, e novas ideias relativas a atingir nossas metas presentes.Nós também podemos experimentar sensações eufóricas e momentos de iluminação neste canal.Nossa “realidade teta”, que é a nossa consciência planetária, é profundamente espiritual e introspectiva.Nossa consciência planetária direciona nossa atenção e, portanto, nossas percepções, para uma avaliação da realidade baseada na consciência multidimensional de todas as formas de vida do planeta.

Canal de Onda Cerebral Delta

Quando nós sintonizamos o Canal de Onda Cerebral Delta, nós calibramos nossa consciência para filtrar e excluir todas as frequências tridimensionais externas.Neste canal, nosso EU Multidimensional nos dá informação provinda de nossa mente superconsciente relativa ao nosso vaso terreno uni e bidimensional;Nossa “realidade delta”, que é a nossa consciência galáctica, é focalizada na nossa realidade celular e subatômica e no nosso eu interdimensional.Nossa consciência galáctica direciona nossa atenção, e, portanto nossas percepções para uma avaliação da realidade baseada na consciência multidimensional de nosso planeta, nosso sistema solar e nossa galáxia.

Canal de Onda Cerebral Gama

Quando nós sintonizamos o Canal de Onda Cerebral Gama, nós calibramos nossa consciência para filtrar e excluir os estímulos individuais e se mover para além de todo tempo, espaço e dimensão para integrar a informação que recebemos dos outros canais para que possamos estar conscientes de nosso processo.
Nossa “realidade gama” é verdadeiramente multidimensional, pois ela é TODO no TODO.
Essa consciência cósmica direciona nossa atenção e, portanto, nossas percepções para uma avaliação de realidade baseada na consciência multidimensional de nosso universo.Fisiologia – Ondas cerebraisMedicina TotalMedicina total

ONDAS CEREBRAIS E CONSCIÊNCIA

As ondas cerebrais, que são medidas por um eletroencefalógrafo (ou EEG), representam a linguagem do cérebro.Um EEG mede as ondas cerebrais de frequências diferentes no cérebro pela colocação de eletrodos em locais específicos no couro cabeludo para detectar e registrar os impulsos elétricos do cérebro.As ondas cerebrais, tal como todas as ondas, são medidas de duas formas.

1-A primeira é frequência ou número de vezes que uma onda se repete em um segundo.Então a frequência é medida em ciclos por segundo (cps, às vezes também chamado de HZ), variando de 5 a 38 cps.

2-A segunda medição é amplitude, que representa a potência dos impulsos elétricos gerados pelo cérebro.As principais categorias de ondas cerebrais são Gama, Beta, Alfa, Teta e Delta(ver acima).Quando estamos acessando nosso EU Multidimensional, nós somos capazes de utilizar uma combinação de todas as quatro ondas cerebrais.

Sons para Aumentar a Inteligencia: Ondas BETA

ONDAS CEREBRAIS BETA-As ondas predominantes
13 a 39 cps

Ondas Beta, em que nossas ondas cerebrais pulsam entre 13 e 39 cps, estão associadas com a nossa vigília do dia a dia.Essas ondas são as mais altas em frequência e as mais baixas em amplitude e também são mais dessincronizadas do que as outras ondas.Isto é, as ondas não são consistentes em seu padrão.
Essa ausência de sincronismo se deve à atividade mental diária de nossas muitas atividades e experiências cognitivas, sensoriais e motoras.E também, é durante a Consciência Beta que nosso foco é dessincronizado, pois nossa vida diária tem muitas distrações interiores e exteriores.As ondas Beta são vistas em ambos os lados do cérebro e são mais evidentes no lóbulo frontal onde decisões e expressões de nossa persona são iniciadas.

As ondas cerebrais Beta estimulam o pensamento racional e analítico e a consequente ação;Neste estado, nossa atenção está focalizada em nossas atividades externas, e nosso cérebro está acessando principalmente os pensamentos lógicos e sequenciais para processar, organizar e agir sobre os inúmeros estímulos que chegam através dos nossos cinco sentidos físicos.

Se toda essa informação não for colocada em algum tipo de ordem, nós ficaremos confusos e sobrecarregados.A voz de nosso eu interior ainda pode ser vagamente ouvida, mas tal como conversar com alguém num aeroporto lotado e barulhento, nós podemos ouvi-la, mas nem sempre podemos entender o que ela está falando.As ondas Beta são as ondas cerebrais predominantes na nossa vida cotidiana.Sem as Ondas Cerebrais Beta seria difícil operar eficazmente em nosso mundo diário.

 

ONDAS CEREBRAIS ALFA
8 a 12 cps

Ondas Alfa, que são entre 8 e 12 cps, são mais lentas em frequência, mais altas em amplitude e mais sincronizadas do que as ondas Beta.Quando nós reservamos um tempo em nosso dia atarefado para tirar uma soneca revigorante, refletir, ouvir música, ler um poema ou meditar, nós entramos na Consciência Alfa.Quando nos concentramos atentamente em um pensamento, emoção ou atividade, nós temos menos estímulo para processar e nosso cérebro pode entrar no foco intenso das ondas Alfa.
As ondas Alfa atingirão o pico por volta de 10 cps.O pensamento em onda Alfa promove a capacidade mental e ajuda em nossa habilidade de coordenar mentalmente o estímulo para que possamos rápida e eficazmente concluir a tarefa a ser realizada.

Quando Alfa predomina, a maioria das pessoas se sente calma e à vontade, o que serve para controlar o estresse e beneficiar nossa saúde.O imaginário vívido e ciência relaxada e afastada servem para criar links conscientes tanto para a nossa mente consciente como para a inconsciente.Alfa é o principal ritmo visto em adultos normais e calmos e está presente durante a maior parte da vida especialmente acima dos 13 anos.

As ondas Alfa são predominantes na massa encefálica branca, que é a parte do cérebro que conecta todas as outras partes entre si.Alfa é um estado comum para o cérebro e surge quando uma pessoa está alerta, mas não processando informação ativamente.

As ondas Alfa, mais fortes no lóbulo occipital (na parte de trás da cabeça), córtex e também córtex frontal (a testa), têm sido ligadas à extroversão, audição ativa e solução de problemas melhorada, e atividade mental criativa.

Enquanto que as ondas cerebrais Beta são predominantemente do pensamento lógico e sequencial, as ondas cerebrais Alfa incorporam a operação criativa e holística.Logo, quando na Consciência Alfa nós perdemos a noção de tempo e espaço.Uma hora parece um minuto e uma milha parece uns poucos blocos.Com o foco concentrado em uma tarefa criativa na Consciência Alfa, nós experimentamos menos distrações e ouvimos mais facilmente nossa própria voz interior.É neste estado de consciência que nós temos os nossos momentos de “A-há!”.Muitos intérpretes, artistas, cientistas e atletas consciente ou inconscientemente se colocam num estado Alfa para obter inspiração e atingir seu melhor desempenho.

ONDAS CEREBRAIS TETA
4 a 7 cps

As ondas Teta nos permitem acessar nossa criatividade inata, inspiração e conexão espiritual.As ondas Teta, de 4 a 7 cps, são até mais lentas que as ondas Beta e Alfa e são tipicamente de uma amplitude até maior.Quando restringimos nosso foco principalmente em nosso eu interior, nós podemos entrar nas ondas Teta, que normalmente estão associadas à meditação profunda ou sono.Neste estado é difícil manter contato consciente com o mundo exterior.Nossos corpos precisam estar em um local seguro quando acessamos a Consciência Teta, para manter esse estado, nossos corpos precisam estar parados e nossos olhos fechados.E mesmo nesse estado, o mero ato de abrir nossos olhos ou ouvir ao mundo exterior poderia captar estímulo demais e voltar nossa consciência para ondas cerebrais mais rápidas e nossas experiências de onda Teta se perdem.Para trazer nossas experiências no estado Teta para nossa mente consciente, nós precisamos ser capazes de comunicar essas experiências aos nossos centros de linguagem para que possamos “gravá-las” em nosso córtex cerebral.Tirar tempo para relaxar, escrever e/ou desenhar após o sono ou a meditação profunda nos ajudará na tradução de nossas experiências de onda Teta para nossos pensamentos de onda Alfa e Beta.Nesse caso, nossas experiências Teta normalmente são recuperadas pela linguagem imagética e simbólica de nosso cérebro direito e não pela área de linguagem sequencial de nosso cérebro esquerdo.Relaxar para o estado Alfa pode traduzir essas imagens em nossa área de linguagem onde podemos pensar sobre elas ou anotá-las.

Meditação p/ Visualização Criativa – Ondas Theta – Amparo Divino

O ESTADO TETA

As ondas Teta são anormais em adultos que estão acordados, mas são perfeitamente normais em crianças até 13 anos de idade.Elas são normais para todas as idades durante o sono.Acredita-se que o estado Teta reflete a atividade do sistema límbico e das regiões do hipocampo dentro do lóbulo temporal, que estão relacionados às emoções, conversão da memória de curto prazo em memória mais permanente e recordação de relacionamentos espaciais.A Consciência Teta promove comportamentos adaptativos e complexos tal como aprendizagem e memória.As ondas cerebrais Teta promovem a paz interior profunda, o “saber”, sentimento de unidade, verdades místicas, transformação das crenças limitantes inconscientemente mantidas, criando uma qualidade melhor de vida, cura física e emocional e descoberta de nosso propósito.A Consciência Teta proporciona o “pico” na experiência paroxística (peak experience).

ONDAS CEREBRAIS DELTA
0,5 a 4 cps

A ondas Delta, normalmente indo de ,5 a 4 cps, estão envolvidas com nossa empatia e também com nossa interação e conexão à nossa percepção multidimensional total.Essas ondas cerebrais estão envolvidas com nossa habilidade para integrar e deixar ir.As ondas Delta são da maior amplitude e da frequência mais lenta e é o ritmo dominante nos bebês até um ano de idade.As ondas Delta nunca descem até zero porque significaria que estaríamos mortos.As ondas Delta frequentemente são associadas com estar em coma.Neste estado de consciência, nossos corpos estão em um modo de hibernação.Iogues experientes podem atingir conscientemente esse estado.Enquanto na Consciência Delta, eles são capazes de regular a temperatura do seu corpo e o ritmo cardíaco.Eles podem até parecer estar mortos, mas eles são capazes de se reavivar.As ondas Delta são o nível mais profundo do sono sem sonhos em que nossos corpos desligam para completamente focalizar na cura e crescimento.Intérpretes máximos diminuem as ondas Delta quando alto foco e desempenho máximo são necessários.

Entretanto, a maioria dos indivíduos diagnosticados com Distúrbio do Déficit de Atenção (DDA) naturalmente aumenta ao invés de diminuir a atividade Delta quando tenta se focalizar.

A resposta Delta inadequada normalmente restringe severamente sua capacidade de focalizar e manter a atenção.É como se o cérebro se encontrasse em um estado sonolento perpétuo.Entrar na Consciência Delta é como dirigir um carro e engatar a primeira marcha.Não podemos andar muito rápido em primeira (Delta), mas nós temos controle máximo do carro.As ondas cerebrais Delta promovem a cura milagrosa, conhecimento divino, ser interior e crescimento pessoal, renascimento, recuperação de trauma, unidade com o universo, samadhi e experiências de quase morte.As ondas cerebrais Delta proporcionam a intuição profunda, sintonização empática e insight instintivo.

MUSICA BINAURAL sanar energias, ativar glândula pineal, estado alfa, lei de atração

Mudança das Ondas Cerebrais

Quando caímos no sono, nosso cérebro muda as marchas e nossas ondas cerebrais começam a desacelerar.Nós começamos em Beta e então passamos para Alfa, Teta e então Delta.Quando vamos acordar, nossas ondas cerebrais revertem a ordem de Delta, Teta, Alfa e finalmente Beta.Tal como nós inconscientemente mudamos nossas ondas cerebrais no sono, nós podemos aprender a mudar conscientemente nossas ondas cerebrais enquanto estamos acordados.Para manter nosso cérebro em um padrão eficaz de onda cerebral Beta, nós podemos determinar restringir nosso foco a umas poucas coisas por vez e escolher não nos permitirmos entregarmo-nos ao pensamento obsessivo ou de medo.Nós podemos separar um tempo para relaxar, contemplar nossas vidas e desfrutar nossa criatividade para induzir as ondas cerebrais Alfa; podemos meditar e/ou orar e colocar nosso foco total em nosso Eu interior numa base rítmica regular para induzir as ondas cerebrais Teta;podemos dormir muito, deixar ir e nos entregar à nossa Alma para induzir as ondas cerebrais Delta.É importante separarmos uma hora pelo menos três a cinco dias por semana para passarmos dentro de nosso EU.

Se pudermos separar essa hora especial, nós podemos aprender a obter mestria consciente sobre nossa consciência e perceber que nós escolhemos nossa consciência por escolher os pensamentos que nós permitimos que fixem residência em nossa mente e as emoções que permitimos que se demorem em nosso coração.Quando nos acostumarmos a manter estados superiores de consciência em nossa vida diária, nós nos lembraremos de viver num sentimento de amor incondicional por nosso eu e nosso mundo.Desta perspectiva, nós estaremos além de todo sentimento de medo.Assim, seremos capazes de manter uma conexão constante com a nossa Mente Cósmica multidimensional.Nossa Mente Cósmica silenciosa e continuamente orientará nossa mente para ensinar nosso cérebro a liberar nosso sistema operacional tridimensional e a aceitar nosso sistema operacional multidimensional.Felizmente a luz superior do Centro Galáctico está de forma consistente ativando nosso DNA 97%, o que acelerará nossa transição para nosso sistema operacional multidimensional até ele se tornar o sistema operacional dominante para o nosso cérebro.Então nosso cérebro, mente e Mente Cósmica se fundirão em UM.

PERCEPÇÃO-Funções cerebrais+Consciência expandida

Nós precisamos nos lembrar de amar nosso eu e permanecer pacientes.Nós usamos vasos físicos por inúmeras encarnações e temos um forte hábito/vício de perceber o plano físico como nossa realidade dominante.Entretanto, conforme mais e mais de nós mudamos para nossas percepções superiores, esta frequência de realidade tornar-se-á “normal”.Eventualmente, nossas percepções expandidas tornar-se-ão dominantes e nossas percepções 3D tornar-se-ão apenas a mais baixa frequência das nossas inúmeras escolhas perceptivas.

Visão pessoal….

Conhecemos muito, porém também ainda nos resta muito. O cérebro tem 80 bilhões de neurônios interconectados de forma extraordinariamente complexa. Conhecer todos os segredos funcionais de um órgão dessa natureza leva tempo, muito trabalho e o desenvolvimento de técnicas muito elaboradas. Ainda temos muito para aprender, porém já aprendemos muito desde o fim do século 19, quando Santiago Ramón y Cajal revelou que o cérebro está formado por células individuais, os neurônios. Pode ser que nem sequer estejamos capacitados para entender algumas coisas. É preciso não esquecer que é com nosso cérebro que estamos tentando entender o cérebro.Penso que talvez não estejamos capacitados para entender como pensamos porque só alguns de nós são capazes de elaborar uma hipótese.Porém, no caso do cérebro, como a subjetividade se torna possível, a imaginação, a consciência, o pensamento, é o que, a priori, não temos nem sequer idéia como é processado. Essa dificuldade faz imaginar que o cérebro não tem capacidade de entender-se a 100%. Há, porém, quem não concorde com essa idéia e acredite que é apenas questão de tempo ou técnicas.Então poderemos perguntar;A tecnologia que permeia nosso cotidiano está atrofiando nosso cérebro?Não é que ela o atrofia: ela o redireciona. Uma das vantagens modernas do processo evolutivo é que agora podemos condicionar o desenvolvimento do nosso cérebro. O que fizermos vai condicionar o cérebro do futuro, que capacidades ele terá, quais serão as melhorias, quais as desvantagens, que capacidades novas surgirão. Anteriormente ao desenvolvimento tecnológico industrial, nós não tínhamos tanta influência em nosso próprio desenvolvimento cerebral. Agora, conforme desenvolvemos tecnologias, cada vez mais podemos colocar meios que condicionem por onde vai evoluir o cérebro no futuro. Se desenvolvermos muito a visão nos computadores, a visão vai ser um sentido em evolução permanente. Se não desenvolvermos certos tipos de memória porque tudo o que precisamos saber está no celular ou no computador, perderemos certa capacidade de memória que tínhamos, porém ganharemos outros tipos de habilidades.Podemos perguntar;será que somos livres para tomar decisões?É um tema antigo que não está totalmente resolvido. Ninguém chegou a uma conclusão definitiva. A ciência se inclina bastante pelo fato de que nossa sensação de liberdade não é mais do que ignorância sobre o que acontece no nosso cérebro. Se fôssemos mais conscientes, perceberíamos que tudo está sendo preparado lá. Não se pode cometer o erro de pensar que você é diferente do seu cérebro. Meu cérebro toma decisões por mim antes de que eu as tome? Porém quem é você, a não ser o seu cérebro? O que resta se eu tiro o cérebro? Este é um problema maior. Tem-se a sensação de que o pensamento consciente é alguma coisa diferente do corpo, porém não é verdade.Na hora de tomar decisões, costuma-se dizer que a razão deve prevalecer sobre a emoção. Podemos dizer que é uma situação real? É errado acreditar que razão e emoção funcionam de formas independentes. Basta conhecer o cérebro por dentro para ver que os circuitos implicados nos sentimentos estão muito relacionados com os circuitos da razão. Na prática, quer dizer nossos sentimentos estão influenciados por nossa forma de pensar e raciocinar e vice-versa. O que devemos admitir é que não há emoção pura nem razão pura. Embora não percebamos, às vezes o que dizemos que é produto exclusivo da razão que está influenciado pelos sentimentos.Enfim, nesta série do blog sobre o cérebro, discutimos inúmeras possibilidades, aprendemos sua morfologia biológica, suas reações ás drogas,remédios,humor, sono,som,dor,alimentação, consciência,mente,sexo e Eu Superior.Podemos afirmar que é uma aventura incrível entrar no mundo do nosso cérebro, conhecê-lo,estudá-lo e senti-lo, porque nao? O futuro dirá o quanto ele é importante em nosso processo evolutivo e o quanto ele pode nos render em inteligência,memória, aprendizado,prazer e….espiritualidade.

Inspiração….

JEFFREY SATINOVER-WEBSITE
QUINTIUM ANALYTICS-DR JEFFREY SATINOVER

Monicavox

Recomendo….

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MANIPULAÇÃO E SUGESTIONABILIDADE-Porque somos tão dependentes da mídia?

O desejo de conquista da mente humana já se evidenciava na antiguidade. De lá pra cá, só tornaram-se mais requintados, os métodos utilizados para consegui-lo.Nunca a humanidade teve tanto acesso às informações sobre os mais variados assuntos. Viva a internet. Contudo, quanto mais informação chega até nós, maior deve ser o cuidado em analisá-las e verificá-las, pois aumentam as chances de encontrarmos muita informação incorreta e/ou manipulada.

Todo mundo está sujeito a ser manipulado, primeiramente pela mídia, mas também por governos, políticos, mercado financeiro, publicidade, religiões, etc.  O mundo dos “não despertos” está enlouquecido, há gente de todo o tipo querendo seguidores, por ganância (pastores de igrejas-empresas), por vaidade, por lucro financeiro, por votos em eleições, para vender mais jornais ou revistas, enfim por vários motivos.Sempre devemos lembrar que o ser humano é emocional na maior parte do tempo. Os interessados em manipular pessoas, sabem que devem explorar esta característica, usando o medo como fermento de suas idéias ou informações.

O medo sempre foi utilizado pelas religiões para garantir seus fiéis, o “medo do inferno, da danação eterna”. Também a culpa, que é outra emoção, é bem explorada pelas igrejas, assim como a tensão emocional. Por que os pregadores gritam tanto, são tão enfáticos? Porque assim criam tensão. Sob tensão, as pessoas perdem grande parte de sua capacidade de raciocínio e conforme a tensão aumenta, como em casos de tortura, o cérebro torna-se exausto e extremamente inibido, colapsando a capacidade de julgamento crítico. Daí acreditar em qualquer coisa é possível, visto que o cérebro – exausto, torna-se então sugestionável.A conquista de mentes pelas igrejas tem sido bem estudada.

Têm maior probabilidade de conseguir êxito se puderem primeiro provocar certo grau de tensão nervosa ou despertar sentimentos de cólera ou ansiedade suficientes para assegurar a atenção inteira da pessoa e possívelmente aumentar sua sugestionabilidade. O efeito imediato de tal tratamento é, em geral, prejudicar o discernimento e aumentar a sugestionabilidade; e, embora a sugestionabilidade diminua quando a tensão é eliminada, as idéias implantadas enquanto ela dura podem permanecer.” 

A sugestionabilidade varia entre os indivíduos, mas dependendo das condições em que a sugestão é oferecida até os menos sugestionáveis acabarão cedendo. Está atrelada às emoções como medo, culpa, tensão, stress, etc.Na atualidade, os magos negros do marketing usam e abusam do poder da sugestão para plantar idéias em nossas cabeças – para atiçar nossos mais escondidos desejos – e criar as necessidades mais desnecessárias.

TESTE DE GUDJONHSSON PODE RESPONDER SE VOCE É FÁCILMENTE MANIPULADO

Sugestionável é um adjetivo usado para caracterizar pessoas que podemos sugestionar, influenciar. È aquela pessoa fácil de convencer e ser levada àquilo que os outros desejam, como atitudes, opiniões, etc.; É a tal da falta de pulso firme para manter decisões, idéias e até mesmo histórias. Pessoas sugestionáveis muitas vezes mudam de idéia sob pressão, até mesmo em situações crucialmente importantes, como interrogatórios policiais,por exemplo.A questão é: quanta pressão é necessária para fazer alguém mudar de idéia? A escala de sugestionabilidade do teste “Gudjonsson” nos ajuda a descobrir.

A HISTÓRIA DO TESTE

Gísli Hannes Gudjonsson foi professor de psicologia forense por um tempo e, durante esse período, ficou verdadeiramente fascinado com a idéia de memória, e quantas vezes memórias específicas podiam ser alteradas. E durante seu longo período de estudos e pesquisas sobre o assunto, ele descobriu que a memória é especialmente sugestionável em indivíduos com baixo nível intelectual, o que levou um grande número de pessoas com deficiência metal a confessar crimes que não cometeram.Sendo assim, como interrogadores policiais podem distinguir pessoas que cedem à pressão de um interrogatório e são realmente culpadas, das que cedem à mesma pressão por serem sugestionáveis, mas na verdade são inocentes? Para ajudar nesses casos, o professor Gudjonsson desenvolveu a escala Gudjonsson de sugestionabilidade.O teste mede dois fatores principais: “rendimento” e “mudança”. O “rendimento” é o grau em que uma pessoa vai simplesmente concordar com as principais perguntas; Se alguém pergunta: “você não acha que X é um pouco mandona demais para ter esse trabalho?”, é mais fácil apenas dizer “eu acho”, do que “não, eu não concordo”. Todo mundo faz isso de vez em sempre, seja para evitar algum desgaste no ambiente de trabalho ou evitar uma discussão desnecessária com um desconhecido na fila do mercado. O problema é que algumas pessoas fazem isso quando os riscos são maiores, como, por exemplo, em um interrogatório policial, como já mencionamos.

O fator “mudança” envolve pessoas que ligeiramente mudam suas respostas quando percebem, ou supõem, que o interrogador não está satisfeito com o que está ouvindo. Às vezes, basta repetir a pergunta várias vezes para perceber como a história vai se transformando. Crianças são especialmente suscetíveis a isso, principalmente porque aprendem que, se são convidadas a fazer alguma coisa de novo, é porque fizeram algo de errado. Mas quase qualquer um que sente que suas respostas não estão sendo bem recebidas irá tentar suavizá-las de alguma forma, seja respondendo com outras perguntas ou ressaltando possíveis limitações nas perguntas feitas.

A escala Gudjonsson não é totalmente incontroversa, mas tem resistido a vários testes. De qualquer forma, a resposta á esta pergunta é: depende. Mesmo supondo que o teste seja totalmente preciso, diferentes estados mentais – incluindo falta de sono, estresse, medo e até algum tipo de intoxicação – podem interferir no resultado de uma pessoa. Assim, ela pode acabar sendo considerada suscetível em um teste, mas não em outro.

E O QUE ISSO TEM A VER COM A MANIPULAÇÃO?

Estamos na reta final da grande batalha pela libertação da espécie humana: destronar o medo, que nos foi imposto por seres que se imaginam superiores; e que, mesmo sabendo que vão perder a batalha, não dão o braço a torcer, e continuam se achando; só porque muitos deles se encontram no poder em todos os patamares do controle da vida em 3D (política, justiça, informação, ciência, religião, militarismo, tecnologia e mídia, etc.).Milênio a milênio eles inseriram em nosso DNA o gene da dúvida, e da insegurança a respeito de quem somos nós e o que fazemos aqui, com o intuito de nos dominar através da sugestão – na maior parte das vezes; em outras inúmeras vezes, partem para a ignorância, e nos matam de medo, nos aterrorizam com ameaças de epidemias, guerras nucleares, morte em massa – inteligentes que são; usam e abusam no poder da sugestão e do terrorismo bélico, na política, na saúde. Pela sua eficiência em seres que pensam pouco, o método mais usado por eles, é o da indução, da sugestão que se infiltra em nossas idéias – traduzidas e fixadas em sistema de crenças.

 

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O QUE NOS TORNA SUGESTIONÁVEIS?

Além da preguiça de pensar, na atualidade, a ansiedade e o medo são os maiores inimigos da nossa paz – ás vezes, eles se juntam ao egoísmo, á vaidade e á ganância para fixar mais ainda o mortal processo do estresse crônico; que no pensamento “deles” será o Gran Finale para nos dominar.Para levantar apenas um pedacinho do véu em sua área de atuação, basta ver como na atualidade, os magos negros do marketing usam e abusam do poder da sugestão para plantar idéias em nossas cabeças – para atiçar nossos mais escondidos desejos – e criar as necessidades mais desnecessárias, pagas em carnês em prestações á perder de vista; tudo para potencializar sua última cartada: o estresse crônico, no qual eles ganham de todos os lados; tanto na construção da armadilha quanto na mentira da cura para desmanchá-la – mesmo que essas criaturas bem sucedidas na vida sejam seus filhos, pais, amores – eles, e seus interesses nem sempre confessáveis, representam perigo á “comunidade terráquea”=nós.

Na verdade, o problema real somos nós; pois, eles apenas usam nossas fraquezas e desejos – a decisão de por um fim nisso, depende de nós; Apenas de cada um e de uma pequena parcela de nós todos – pois, incontáveis seres cósmicos estão á espera de sinal verde para nos ajudar a nos libertarmos; mas, o primeiro passo, tem que ser nosso – mera questão de livre arbítrio; disso, a Fonte Criadora não abre mão; nem para seus” franqueados criadores de universos” nem tão perfeitos assim (caso contrário que graça teria; se o imponderável não andasse lado a lado com o ponderável?).

PORQUE SOMOS INDECISOS?

Herdamos a preguiça de pensar através da mentira que teimamos em chamar de educação (principal armadilha das mentes de desejos sombrios); que criou uma doença que nos coloca em “quarentena cósmica”: a alergia á responsabilidade.Essa antiga doença recebeu o nome de karma.Desde imemoriáveis tempos estamos nos submetendo ao medo usado como o artefato para nos sugestionar.Para atingir seus objetivos de deturpar a lei de Causa e Efeito, eles usam muitas ferramentas, entre elas o uso de “magnetizadores”,que são especialistas em indução no terreno da formação das idéias que vão construir nossa realidade. Esses “profissionais” estão posicionados em várias dimensões. Cá entre nós, na mídia, na ciência, na política, na religião(pastores ), na TV e, em todas as outras atividades chamadas de “profissões”, do lado de lá são mentores; obsessores; chefes de falanges; magos negros, etc.

Eles são “pesquisadores cósmicos pós-graduados em gerar energias de medo e assombração nos candidatos a humanos”. Conhecedores de nossas deficiências de caráter, eles usam muito a técnica dos resultados de pesquisas e tabulações para completar nosso desejo cultural de levar vantagem em tudo; isso fica patente nas pesquisas eleitorais, que usam o desejo cultural do povo de levar vantagem em tudo e votar nos vencedores antecipados e os elege para representar nossas mediocridades – e para isso, vale usar todos os recursos técnicos: jingles e lavagem cerebral, cores, etc.Mas, falta pouco para a grande batalha. Reparem nos sinais que já se apresentam á nós;sinais de que vão perder a luta para nossa vontade de nos tornarmos cidadãos cósmicos (nem todos claro):

1-As crianças de hoje são menos sugestionáveis – Enfrentam os pais, quando eles são pouco competentes. Pacientes mais conscientes se recusam a internações desnecessárias e a tomar medicamentos que o bom senso contra-indica.

2-Consumidores mais conscientes cobram das empresas mais idoneidade e transparência, questionando métodos, procedência,pesquisas, dados e rótulos.

3-Eleitores recusam-se a votar por obrigação e começam a desconfiar da publicidade e marketing em torno dos candidatos

4-Fiéis deixam de pagar dízimos e questionam tudo o que é dito e pregado nas igrejas em geral.

5-Mulheres espancadas denunciam os maridos ou companheiros e não admitem mais serem relegadas á subplanos no trabalho.

6-Pessoas cada vez mais conscientes não aceitam “propinas” e estão deixando de “se venderem”.

7-Funcionários da justiça á aplicam sem medo de serem perseguidos por seus pares.(acontecimentos recentíssimos em nosso país).

O MOMENTO É DE TRANSFORMAÇÃO

Em todas as áreas de atuação humana as pessoas, lentamente mas, cada vez mais rápidamente, com a ajuda da abertura de portais de energia que amplificam o “quantum energético” para despertar cada vez mais consciências, elas passam a enfrentar o medo gerado pelo lado negro da força; e começam a descobrir que somos imortais; que nossa mente, desejos e integridade não podem ser aprisionados.A palavra de ordem para cada um de nós é: LIBERDADE.Vamos nos libertar passo a passo de nossos medos, inseguranças, temores, sentimentos de menos valia.Basta que dez por cento de nós atinjam o mínimo de destemor contra o jugo do medo provocado pelas mentes sombrias para que as forças celestiais intervenham a favor de Gaia.

Façamos a nossa parte. Enfrentemos e nos libertemos de nossas mediocridades. Enfrentemos os que nos amedrontam.Temos medo do que? – De quem? Temos medo de não sermos amados? – Aceitos? Temos medo de sermos aprisionados? Espancados? Mortos? Executados? – Ser executado hoje é entrar para a lista negra do consumo?Sim, é.A palavra de ordem é para que façamos parte dos dez por cento que vão inserir a humanidade na comunidade estelar.

LIVRE ARBÍTRIO;UMA ESCOLHA OU ILUSÃO?

Conforme a ciência vai avançando, ela mergulha cada vez mais fundo em questões que geralmente eram abordadas pela filosofia e/ou religião. O livre-arbítrio é uma dessas questões.Nós, como seres humanos, gostamos muito da existência dessa força, dessa “ideia de liberdade”. Mas será que nós somos completamente autônomos, como pensamos ser?Infelizmente, ainda não podemos responder esse questionamento, porque ainda não há uma resposta absoluta. O que podemos fazer é pensar a respeito. Por exemplo: a natureza da consciência humana, o funcionamento interno do cérebro e as influências externas imensuráveis que todo ser humano recebe, todos estes fatores contribuem para a certeza de que o livre-arbítrio existe, sim. Afinal, eu, você e todo mundo escolhemos, por exemplo, ligar o computador todos os dias. Escolhemos entre chocolate branco ou ao leite. Escolhemos tomar café ou não.

Mas ao mudar ligeiramente a pergunta – podemos estar sempre 100% confiantes de nosso livre arbítrio, ou escolha? -, a resposta vira “quase com certeza não”.A ciência e a filosofia concordam que o universo é previsível e segue um conjunto determinado de regras. Cada coisa no universo que temos observado até agora, segue essas diretrizes específicas, e nada está isento da influência de forças externas. Então, por que nós – os produtos do universo – estaríamos isentos de influências do ambiente?O livre-arbítrio sugere que nós, como uma entidade, somos capazes de tomar decisões absolutamente livres de qualquer influência externa. Mas certamente forças externas desempenham algum papel na nossa tomada de decisões.Então, no final, a escolha depende de nós ou não?

A razão pela qual a intuição nos diz que temos um livre-arbítrio é, provávelmente, porque a nossa mente não consegue identificar todos os fatores que afetam a nossa escolha e, então, o procedimento padrão é concluir que ela veio de nós.Por exemplo: você está em uma confeitaria e lá têm duas opções de doces: bolo de chocolate e bolo de cenoura. Você tem que escolher entre um dos dois, de forma que (vamos supor) não exista a possibilidade de escolher nenhum, nem os dois. A escolha é simples: é um ou o outro. Ainda assim, devemos considerar as influências externas que estão em jogo aqui. Talvez você odeie chocolate, e nunca em sua vida tenha gostado do sabor do chocolate. Este fator é bem fora do seu controle – você não acorda um dia e decide “odeio chocolate”.

O mesmo vale para o bolo de cenoura. E se você escolher o de chocolate em vez de cenoura? Talvez seja porque ele tem uma cobertura mais apetitosa. Ou talvez tenha chovido naquele dia e o cheiro de chuva provoca – por uma razão qualquer – uma memória de chocolate. Talvez você esteja enjoado de bolo de cenoura, porque comeu bolo de cenoura de sobremesa todos os dias daquela semana; Ou talvez você escolha o oposto do que você normalmente escolhe, apenas para variar.Muitos, mas muitos fatores mesmo, entram em cena quando temos que tomar uma decisão. Até a mais simples das escolhas, conta com fatores que não podemos sequer pensar em questionar, mas são muito reais.Poderíamos dizer que uma célula individual tem o livre-arbítrio? E um micróbio, teria? Ou uma árvore? E uma formiga, um cão, ou um chimpanzé – será que eles têm livre-arbítrio? Em que ponto a “complexidade” dessa idéia de liberdade para escolher surge em nós?

A SOLUÇÃO PODE ESTAR NO ESTUDO DAS EMOÇÕES

Muita gente procura livrar-se de emoções difíceis como raiva, medo e mágoa, e buscam emoções mais agradáveis como alegria, felicidade e êxtase. As estratégias comuns para obter felicidade, envolvem tanto a repressão como a expressão das emoções negativas na esperança de serem tiradas de vista ou descartadas. Infelizmente, nenhuma dessas estratégias reflete a verdade do nosso Eu inerente, que é uma inabalável pureza de ser, que existe mais fundo do que qualquer emoção e permanece inalterada por qualquer emoção.Certamente há momentos em que é adequado reprimir ou expressar uma emoção. Mas há também uma outra possibilidade: nem reprimir nem expressar. Podemos chamar isso  de “vivência direta”.Vivenciar diretamente uma emoção não é negá-la nem nos afundar nela, e isso significa que pode não existir nenhuma história dela. Pode não existir um enredo sobre com quem ela está acontecendo, por que está acontecendo, por que não deveria estar acontecendo, quem é responsável ou a quem se deve culpar.

Em meio a qualquer emoção, supostamente “negativa” ou “positiva”, é impossível descobrir-se o que está no âmago. A verdade é que, quando você realmente vivencia uma emoção negativa, ela desaparece. E quando você verdadeiramente vivencia uma emoção positiva, ela cresce e é interminável. Portanto, relativamente, há emoções negativas e positivas, mas sob investigação, só há positivas: eis a positividade que é a consciência absoluta. Como na nossa cultura não há muito que confirme esta revelação espantosa, passamos nossas vidas em busca de emoções positivas e fugindo das emoções negativas.

Quando experimentamos completamente uma emoção negativa, sem história, ela cessa de existir instantâneamente. Se acharmos que estamos vivenciando completamente uma emoção negativa e ela continuar bastante intensa, então, reconheçamos que ainda há alguma história que se está contando sobre ela – como ela é grande, como enfim conseguiremos nos livrar dela, como ela sempre volta, como é perigoso vivenciá-la. Qualquer que seja a história do momento, são infinitas as possibilidades de adiamento da vivência direta.Por exemplo, quando  estamos irritados, a tendência comum é fazer algo para nos livrar da irritação ou colocar a culpa em nós mesmos, em alguém ou em alguma outra coisa, como causa da irritação. Então, começam a  desenvolver os roteiros da irritação. Na verdade, é possível  vivenciá-la diretamente. No momento em que surge a irritação, é possível simplesmente ficar completa, total e livremente irritado, sem expressá-la veementemente ou reprimi-la,camuflando-a.Geralmente, a vivência direta revela freqüentemente uma emoção mais profunda. A irritação  talvez seja até uma ondulação na superfície,mas no fundo do que é a irritação, pode estar a raiva ou o medo. Mais uma vez, o objetivo é não se livrar da raiva ou do medo, nem os analisar, mas vivenciá-los diretamente. Se sob a irritação se revelarem o medo ou a raiva, deixemos que a nossa consciência se aprofunde; deixemo-nos estar absoluta e completamente com raiva ou com medo, sem expressar nem reprimir.O medo freqüentemente é o maior desafio, porque ele é o que habitualmente a maioria das pessoas procura manter afastado. É claro, quanto mais tentam mantê-lo afastado, mais ele aumenta e assombra.

O que estamos sugerindo aqui é que  possamos nos abrir de verdade para as nossas emoções; possamos experimentar ficar com medo sem precisar sequer dizer que “estamos” com medo e sem seguirmos nenhum pensamento de “estarmos com medo”. Podemos simplesmente vivenciar o medo em si.Quando falamos em vivenciar diretamente o medo, não estamos falando do medo fisiológicamente adequado. A resposta ao perigo, à luta ou à fuga fisiológica é natural e própria do organismo humano. Está genéticamente programada no corpo para a nossa sobrevivência. Mas os medos que sugerimos aqui, sejam diretamente confrontados, por inteiro, do início ao fim, são os medos psicológicos, os medos que mantêm nossa energia desnecessáriamente atrelada à proteção e defesa, como o medo da dor emocional ou os medos da perda ou da morte. 

Sob o medo pode revelar-se uma profunda tristeza ou mágoa, isso também pode ser vivenciado direta e completamente sem necessidade de uma historinha. Se  estivermos dispostos a experimentar essas camadas emocionais até o fim, finalmente nos depararemos com o que parece um abismo profundo. Esse abismo é o que a mente percebe como o nada, o vazio, a vacuidade. Eis um momento importante, pois a vontade de ser absolutamente nada, é a vontade de ser livre. Todos esses outros estados emocionais são camadas de defesa contra esta vivência do nada – a morte de quem nós “achamos” que somos . Uma vez derrubadas as defesas, uma vez aberta a porta, pode-se acolher completamente este nada que foi temido. Esta acolhida é a revelação da verdadeira auto-investigação, que revela a verdade que esteve oculta no âmago do nosso próprio coração o tempo todo. O diamante descoberto somos nós mesmos.

Esta é uma descoberta imensa, mas  teremos de descobri-la por nós mesmos. Se estivermos dispostos a vivenciar profunda e completamente qualquer estado emocional, nós descobriremos no seu núcleo a mesma consciência imaculada que se encontra conosco mesmo, tanto como vivenciador quanto como vivenciado. Se pudermos descobrir esta verdade de primeira mão,  seremos libertados da fuga dos estados supostamente negativos e da busca dos supostamente positivos. Nos libertaremos tanto da rejeição como do apêgo ao que é intrínsecamente impermanente. Estaremos libertos para verdadeiramente encontrar-nos conosco mesmo e regozijar-nos nesse encontro.

Qualquer emoção que surja na consciência pode ser completamente acolhida pela consciência, sem precisar esconder-se em histórias ou análises. Na nossa disposição de não seguirmos os mecanismos da mente, mas de apenas ficarmos quietos e vivenciarmos qualquer emoção que surja,  veremos o que ela realmente significa, sem precisar interpretá-la. As emoções se mantêm compostas pelo pensamento, quer esse pensamento seja consciente ou inconsciente.

Nós temos o poder de parar simplesmente e dizer: “Medo, raiva, mágoa, desespero – tudo bem, venham”.  O medo, a raiva, a mágoa só existem quando vinculados a uma história. Sim, isso é incrível, é simples, porém uma descoberta profunda e enorme. Na verdade você pode reconhecer que aquilo de que você foge, em realidade, finalmente não existe, e aquilo que você procura já está sempre aqui.

Quando Colombo e outros exploradores descobriram o “Novo Mundo”, todos eles voltaram e disseram: “Há muito mais coisas lá fora do que sabemos, a terra não é plana”. Mas muita gente respondeu: “Ah não, eu não vou lá. Os demônios marinhos vão me pegar. Eu vou cair da terra”. É com esse mesmo primitivismo que enxergamos nossas emoções. Se você estiver disposto a cair da beira da terra, verá que você mesmo sustenta a terra e não pode “cair de” si mesmo; só pode se aprofundar mais em si mesmo. Particularmente na cultura espiritual ocidental, as pessoas estão bastante abertas á vivenciar suas emoções, porque isso lhes dá um sentido de profundidade e de liberdade. Definir-se como um ser emocional, talvez seja um passo mais profundo do que você se definir como um ser puramente mental, mas assim não se terá percorrido todo o caminho para casa.

Uma vez que tenha experimentado a emoção pura sem as definições , você sabe diretamente que quem você é não se pode definir por nenhum estado mental ou emocional, e este saber é liberdade.Quando você não se define por estados emocionais, as emoções são livres para surgirem, porque elas não significam nada sobre quem você é. Você sabe diretamente que todos os estados simplesmente passam pelo espaço puro que é a sua verdadeira natureza.

“Convido-o a percorrer todo o caminho até o coração do puro ser, não para se livrar de alguma emoção, não para dramatizar ou glorificar alguma emoção, mas para descobrir o que cada emoção exige.”(Gangaji)

Fonte de pesquisa;Gangaji Spiritual Teacher-https://www.gangaji.org/

Visão pessoal…

Detentores do poder sempre usam a indução como meio de sugestionar as pessoas, sejam eles o pessoal de marketing, os governos, os políticos ou os “ministros de Deus”. Na maior parte das vezes, essa indução passa despercebida.Que fique bem claro que sugestão, lavagem cerebral, indução podem ser aplicadas a qualquer pessoa, mesmo àquelas de bom nível educacional e inteligentes, pois independem desses quesitos. Como disse anteriormente, estão ligadas à emoção e não há ser humano destituído da mesma.Certamente que o exposto até agora não explica todos os casos de aceitação de algo que contradiz a lógica e o bom senso. O ser humano é altamente complexo e podemos incluir, em alguns casos, excesso de presunção e vaidade – “eu sei tudo, sou o dono da verdade …” A presunção é tão grande que embota o cérebro.Quem tem consciência mais desenvolvida terá sempre muito cuidado com quaisquer informações, irá analisá-las e verificá-las para não incorrer no risco de ser manipulado por alguém que tem sua mente na mira; viemos com mais este tema bastante atual e que consideramos de importância vital para o desbloqueio das mentes nesta Transição Planetária, fazer mais algumas considerações e as devidas observações sobre o tema manipulação midiática;sendo assim, um outro questionamento torna-se inevitável: ao relativizar a influência da mídia nas escolhas dos cidadãos comuns, podemos inferir que os conteúdos presentes nos grandes veículos de comunicação são neutros? Absolutamente, sem titubear, a resposta é negativa. Seria ingenuidade intelectual pensar o contrário. Não existe discurso despretensioso. Consequentemente, é quimérico exigir total imparcialidade para um jornalista, por exemplo. Um bom cidadão crítico deve considerar os jogos de poder e interesse que estão por trás dos grandes veículos da imprensa. A mídia influencia e também é influenciada por outros campos (política, economia, ciência, religião). Se, conforme o abordado anteriormente, podemos salientar que a mídia não manipula automáticamente o cidadão desperto, isso não nos impede de asseverar que os veículos de comunicação em larga escala podem nortear as conversações cotidianas, contribuir para criar modismos e tendências ou alterar a agenda política de uma nação. Basta ressaltar,por exemplo que para uma determinada causa /produto/idéia/comportamento ganhar visibilidade e ser do conhecimento de milhões de pessoas, deve passar, inevitávelmente, pelo prisma midiático.Em uma sociedade capitalista como a nossa, o conteúdo presente nos grandes meios de comunicação condiz aos interesses das classes dominantes. Sendo assim, a maior parte das mensagens transmitidas é idealizada pelas elites, mensagens estas que serão mais bem sucedidas, à medida que o cidadão não desperto, não se dê conta de seu caráter ideológico/comportamental/consumista. Em outros termos, esse tipo de  mediação atinge os fins , quando as pessoas não a percebem.Por outro lado, é importante salientar que as mudanças no âmbito dos meios de comunicação de massa, isoladamente, não alteram a realidade; a mídia não é uma infraestrutura que determina outras instâncias sociais.Não adianta pensar em uma melhor qualidade da programação midiática, por exemplo, sem fomentar uma organização social composta por cidadãos que tenham amplas possibilidades de desenvolver pensamentos críticos, que saibam escolher o que é melhor para si e para o planeta, que saibam diferenciar quando estão sendo conduzidos e quando querem obter algo deles através da manipulação mental  ou ainda,que não precisem se preocupar com questões básicas da existência. Portanto, levando-se em consideração que a mídia condiciona e é condicionada por outras áreas, não faz sentido algum falar em melhorias no sistema de comunicação em larga escala sem propor um projeto sólido de mudança global da sociedade e de todos nós, seres humanos planetários.

Inspiração

1-O despertar de uma nova consciência
Eckhart Tolle
2-Momento de despertar
Shakti Gawain
3-Psicologia da Alma
Dr Joshua David Stone
4-Freedom and Resolve
Gangaji
5-Ascenção Cósmica-roteiro para os reinos desconhecidos da luz
Dr Joshua David Stone
6-Sua missão ascencional-O seu papel no Plano Maior
Dr Joshua David Stone
7-Assuma o controle de sua vida
Carl Alasko
8- O processo da Iluminação Espiritual
Judith Blackstone
9-O Domínio de Si mesmo pela auto-sugestão consciente
 Èmile Coué
10-Porque voce não quer mais ir á Igreja?
Wayne Jacobsen
11-O Vício de agradar á todos
 Joyce Meyer
Monicavox
Recomendo….

O Amor está no ar…

Muitas pessoas estão em transição se ajustando à maior frequência de amor sobre o planeta, a frequência da terra dobrou nos últimos 15 anos e as células do nosso corpo estão se ajustando para a vibração mais elevada.

O amor é a nova moeda para gerar saúde, abundância, bem-estar, bem como a criação de um ambiente de paz positiva para se viver, o caminho para o crescimento espiritual agora é aprender a viver em nossos corações ao invés de nossas mentes lidarem com situações da vida.

A investigação científica tem mostrado que nossas emoções abastecem nossos pensamentos que por sua vez afetam o nosso DNA, quando expressamos emoções positivas o nosso DNA é ativado que por sua vez melhora o nosso sistema imunológico, sentimentos de amor não só mudam nossa biologia e nos energizam como mudam a energia ao nosso redor, atualmente apenas cerca de um terço do nosso DNA está ativo, nós só vamos descobrir do que somos realmente capazes quando ele estiver completamente ativado através de emoções positivas.

O coração por meio de sua ação de bombeamento, cria um campo eletromagnético que se irradia ao redor do corpo por cerca de 8 metros na forma de um toro ou toroidal, sentimentos positivos alteram este campo e posteriormente contribuem para aumentar o campo de energia amorosa em que todos vivemos.

Uma pesquisa recente mostrou que o nosso corpo funciona com os mesmos princípios observados na física quântica, que diz que não estamos separados do nosso meio ambiente, mas estão em constante interação com o campo de energia que nos rodeia, isto nos diz que embora possamos nos sentir separados uns dos outros, nós não estamos, o físico Inglês bem conhecido Stephen Hawking, chama o campo de energia planetária de a mente de Deus, ele diz que ela liga tudo, portanto nos tornando TODOS UM e interligados, além disso os cientistas descobriram que um código numérico liga o nosso DNA aos alfabetos antigos como hebraico, árabe e sânscrito, a mensagem no nosso DNA diz que Deus é eterno e vive dentro de nós, por isso todos nós SOMOS UM com Deus.

Os físicos quânticos dizem que o campo da nossa consciência é como um holograma, onde cada parte representa o todo, a maneira como reagimos à vida afeta nosso campo de energia pessoal bem como afeta a consciência coletiva, ser centrada no coração e amar não só muda o nosso DNA, mas o campo de energia maior do planeta, criando assim um mundo mais pacífico melhor para vivermos, isso faz com que cada um de nós seja um poderoso criador e responsável pelo que nós contribuímos.

Podemos melhorar a nossa saúde e nos curar de doenças fatais através do amor, a pesquisa do Dr. Bruce Lipton provou que nossos pensamentos afetam instantaneamente as células do nosso corpo, os pensamentos positivos fazem uma cura, energizando enquanto afetam as causas negativas do estresse das doenças, também foi mostrado que os pensamentos positivos e orações dos outros podem nos ajudar e curar mais rapidamente, quanto mais pessoas gerarem um campo de amor ao nosso redor, mais poderosa e eficaz a nossa cura será, a pesquisa do Dr. Emoto provou que pensamentos positivos afetam a estrutura de água.

Em virtude do nosso corpo ser na sua maioria composto de água, ter pensamentos de amor e gratidão cada vez que você beber água irá melhorar a sua saúde, têm sido provado que as meditações em grupo trazem resultados imediatos na limpeza de água contaminada, trazendo a paz e a cura ao mudar o campo de energia, pensamentos e orações positivas não são apenas benéficos para a nossa saúde, eles trazer a paz ao planeta, podem diminuir a poluição e também podem afetar o clima, é por isso que a oração e pensamentos positivos são tão importantes.

A oração é um excelente meio para mudar a frequência do campo planetário, o mundo é um reflexo do que somos, por isso temos de incorporar a paz, o amor e a compaixão se quisermos ver um mundo mais pacífico e melhor, então viva a sua vida como uma oração viva, mudar o mundo exige que paremos de nos limitar ao que os outros nos dizem que é verdade e ouvirmos o que o nosso coração nos diz que é certo, curiosamente a energia não reconhece palavras, ela reconhece apenas emoções positivas, por isso não é o suficiente dizer que amamos isto ou aquilo, devemos sentir esse amor dentro de nossos corpos e responder a cada pessoa com amor.

Hoje existem muitos sites pedindo que as pessoas em todo o mundo se unam para orar pela paz e cura em um momento específico a nível mundial, quanto mais pessoas participarem, mais rápido o nosso planeta vai mudar, se você prefere rezar ou meditar dentro de um grupo ou sozinho, tudo bem, todas as orações são ouvidas e tem um impacto, então por favor, orem para que tenha alimentos suficientes, tenha abundância, tenha água limpa e boa saúde para todos os seres vivos do planeta.

Todos nós temos o poder de mudar o mundo em que vivemos porque estamos todos conectados ao campo de energia do planeta, as mudanças que vemos no planeta são as mesmos que ocorrem dentro de nossos corpos, o campo eletromagnético que temos dentro de nós reflete de volta ao planeta, também o campo de energia do planeta é um reflexo do campo de energia cósmica, por isso que muitas culturas antigas construíram pirâmides e outras estruturas para espelhar as constelações que viram no céu, a lei universal “Assim como é encima é embaixo” é absolutamente verdadeira.

O amor nos ensina que somos poderosos e todos têm algo a contribuir, não devemos nos permitir ser restringidos por nossas crenças ou pelo que os outros nos dizem que é possível, quando entendemos que criamos nossa realidade podemos mudar a consciência mundial apenas sendo amorosos, para trazer a mudança ao seu mundo imediatamente é necessário manter-se positivo o tempo todo, eu sei que isso pode parecer uma tarefa difícil, mas é possível e os resultados valem o esforço, posso garantir que o amor vai manifestar mudanças positivas em seus relacionamentos com os outros, vai capacitá-los, e geralmente vai transformar a sua vida para melhor, ele certamente mudou a minha.

Quando ouvimos com os nossos corações, desenvolvemos mais compaixão pelos outros e perdemos essa “mentalidade eles e nós”, responda com compaixão quando pedirem ajuda, lembre-se de que estamos todos conectados o tempo todo, quando negamos um pedido de ajuda a outra pessoa, negamos um grito de socorro dentro de nós mesmos, imagine como o nosso mundo seria se nós respondermos com os nossos corações e não com as nossas mentes.

Nós somos os arquitetos da nossa realidade, do nosso futuro e do nosso destino, através do amor temos o poder de mudar as nossas crenças de limitação para a aceitação e a compaixão, ser amoroso nos permite demonstrar o domínio sobre o nosso mundo físico, em vez de acreditarmos que somos incapazes de trazer a mudança, naturalmente isto requer que estejamos no coração o tempo todo.

A compreensão de como podemos contribuir não só nos fortalece, mas muda-nos de sermos meros observadores passivos para nos tornarmos criadores ativos, a nossa compreensão de como a energia pode mudar capacita cada um de nós a ser capaz de contribuir para tornar a nossa realidade imediata e do mundo em geral um lugar melhor, portanto, não viva no piloto automático ou siga o que os outros fazem, permitam que o amor flua através de você e veja o quão rapidamente ele muda a sua vida, preste atenção em como você escolhe reagir às situações, quando você está centrado no coração, vai rapidamente perceber que as provações da vida cotidiana não vão perturbar o seu equilíbrio, elas só vão fluir sobre você como a água, em vez de forçá-lo para fora.

Que sua vida seja sempre cheia de amor, paz e abundância.

Visão pessoal….

As escalas do Amor são infinitas, e cada mundo experimenta uma escala, sabendo que uma escala de Amor contém muitas notas;ainda há um grande caminho a percorrer para atingir o Amor da Fonte, mas cada vez que nós experimentamos e integramos uma nova faceta do Amor e que o oferecemos, subimos na escala do Amor e aproximamo-nos da Fonte.Na Terra, vivem o Amor adaptado à densidade, o Amor da terceira dimensão. No entanto os seres humanos (esperamos que seja o maior número possível) irão viver cada vez mais um Amor incomparável, um Amor sem limite que chamaremos “Amor do futuro” ou “Amor da quinta dimensão”.Assim é muito importante que se abram a essa energia de vida, de criação, esse Amor Energia que tranquiliza, que reestrutura, que permite crescer e compreender e que retira os véus.Esse amor que nós, humanos, iremos cada vez mais descobrir e integrar, permitir-nos-á reencontrar o nosso DNA inicial. Claro, não recuperaremos as nossas doze fitas de DNA nesta existência, mas recuperaremos várias se tivermos a consciência do que realmente é o Amor Energia, o Amor Vibração, e nesse momento a nossa vida mudará progressivamente.De qualquer modo, a vida de todos aqueles que caminham junto dos mestres interiores,mudam mesmo que não se dêem conta;A vida transforma-se, as consciências abrem-se.No entanto no plano da Terra, existem duas categorias de seres humanos: aqueles que se abrem ao Amor, à Luz, a uma nova consciência, e aqueles que se agarram verdadeiramente à matéria, à sua dominação, ao seu poder, ao seu prazer, diremos até ao seu gozo.
Todos aqueles que se iniciaram no caminho terão imensas alegrias, e aqueles que estiverem felizes por viver na matéria deste mundo de terceira dimensão e que se agarrarem nela irão viver para outro lugar, num mundo de terceira dimensão que será menos difícil que o mundo atual, mas que mesmo assim não será ainda um mundo de Amor, felicidade, harmonia, compreensão e Luz completa.A escolha está feita. Isto não quer dizer que não haverá muitas almas que despertarão, mas se despertarem é porque a sua escolha foi feita.Cada um de nós está presente aqui para ajudar ao despertar de todos aqueles que se vão transformar, despertar espiritualmente e crescer no Amor.No entanto muitas coisas cumprir-se-ão mesmo sem uma entreajuda humana importante, mas claro está, se nós humanos nos entre-ajudarmos para esse despertar de uma outra consciência, isso facilitará a nossa transformação no Amor e na Luz.

a verdade sem compaixão… adoece qualquer coração…

a verdade da compaixão… é o transparecer do são coração…

não basta saber… nem precisaMente…

é preciso saber amar… preciosaMente…

A N➐W AME N T E

Inspiração….
Monicavox
Recomendo….

As armadilhas e ciladas no caminho da ascenção

Nas viagens pela vida como ser espiritual, tomamos consciência de muitas das armadilhas e ciladas que se encontram no caminho espiritual. Uma observação cuidadosa á determinadas situações se faz necessário, após reflexões profundas. O  propósito ao partilhar estas situações é poupar, ao maior número de pessoas possível, sofrimento desnecessário, carma negativo e os atrasos no caminho da ascensão, provocados pelo desconhecimento e pela ignorância.O caminho espiritual é bastante fácil num plano e incrívelmente complicado em outro. O ego negativo e as forças das trevas espalham sedução e apegos, imensos complexos e ardilosos desafios em cada passo do Caminho.Cometer erros e cair nessas armadilhas é normal. A  preocupação neste texto é evitar que as pessoas que buscam o seu Caminho, fiquem enredadas nas ciladas por longos períodos, ou mesmo vidas inteiras.

Eis, então, as armadilhas e as ciladas mais comuns:

1. Abrir mão do seu poder pessoal, concedendo-o a outras pessoas, à mente subconsciente, ao ego negativo, aos cinco sentidos, ao corpo físico, ao corpo emocional, ao corpo mental, à criança interior, a um guru, aos mestres ascensionados, a Deus, a tudo o que for externo.

2. Amar os outros, mas não a si mesmo.

3. Não reconhecer o ego negativo como fonte de todos os problemas.

4. Concentrar-se em Deus, mas deixar de integrar e educar de modo correto, a sua criança interior.

5. Comer incorretamente e não fazer exercícios físicos suficientes, o que resulta em doença física e limitação nos outros níveis.

6. Mergulhar profundamente na vida espiritual mas não reconhecer o plano psicológico, que precisa ser compreendido e dominado.

7. Desejos, desejos e mais desejos materiais.

8. Exercer poder sobre os outros depois de alcançar o sucesso.

9. Desligar-se demais das coisas da Terra, o que prejudica o corpo físico.

10. Tentar escapar da Terra, em vez de criar o Céu na Terra.

11. Ver apenas as aparências, em vez de observar a verdadeira realidade que está por detrás de todas as aparências.

12. Tentar tornar-se Deus, em vez de perceber que você já é o Eu Eterno, como todas as outras pessoas o são.

13. Não perceber que você é a causa de tudo.

14. Servir os outros totalmente, antes de se tornar auto-realizado dentro de si mesmo.

15. Pensar que existe algo que se possa chamar de raiva justificada. A raiva é uma armadilha perigosa.

16. Tornar-se um extremista, e não ser moderado em todas as coisas.

17. Pensar que precisa ser asceta para tornar-se um ser espiritual.

18. Tornar-se sisudo demais, deixando de ter alegria, felicidade e diversão suficientes na vida. Não há ascensão sem alegria.

19. Ser indisciplinado e deixar de perseverar incessantemente nas suas práticas espirituais.

20. Abandonar as práticas e estudos espirituais quando se envolve num relacionamento.

21. Dar prioridade a um relacionamento, em detrimento do si e do seu processo interno. Essa é outra armadilha traiçoeira.

22. Deixar que a criança interior governe a sua vida.

23. Ser crítico demais e duro demais para consigo mesmo.

24. Deixar-se enredar pelo glamour e ilusão dos poderes psíquicos.

25. Tomar posse do seu poder pessoal, mas não aprender ao mesmo tempo a submeter-se ao seu Cristo interno.

26. Abrir mão do seu poder pessoal quando estiver fisicamente cansado.

27. Esperar que Deus e os mestres ascensionados resolvam todos os seus problemas.

28. Viver no piloto automático e relaxar a vigilância.

29. Entregar o seu poder a entidades que se possam comunicar consigo.

30. Ler demais e não meditar o bastante.

31. Deixar que a sexualidade o domine, em vez de dominá-la.

32. Identificar-se excessivamente com seu corpo mental ou emocional, sem atingir o equilíbrio.

33. Pensar que precisa ser um canal para outras vozes, ver ou experimentar toda a espécie de fenômenos mediúnicos a fim de se tornar espiritualizado ou ascender.

34. Forçar a elevação da sua kundalini.

35. Forçar a abertura dos seus chacras.

36. Pensar que o seu caminho espiritual é melhor que o dos outros.

37. Julgar as pessoas em função do nível de iniciação que alcançaram.

38. Partilhar o seu nível “avançado” de iniciação com outras pessoas.

39. Contar aos outros o seu “bom trabalho espiritual”, em vez de simplesmente centrar-se na sua humildade. “Não saiba a tua mão esquerda o que fez a tua mão direita”.

40. Pensar que as emoções negativas são algo imprescindível.

41. Isolar-se dos outros e achar que isso é ser espiritualista.

42. Considerar a Terra um lugar terrível.

43. Entregar o seu poder à astrologia ou à influência dos astros, como fatores externos e incontornáveis.

44. Apegar-se demais às coisas e às pessoas.

45. Viver desapegado demais com relação à vida; não se esforçar rumo ao desapego envolvido.

46. Viver preocupado demais com o eu; e não se dedicar o suficiente a servir os outros.

47. Enredar-se nas numerosas teorias equivocadas da psicologia tradicional, pois cada uma delas não passa de uma fina fatia da torta inteira.

48. Ser místico demais ou ocultista demais, e não se esforçar para integrar os dois lados.

49. Desistir no meio das grandes adversidades. Essa é uma das piores armadilhas. Nunca desista-Nunca, jamais deve desistir.

50. Achar que o sofrimento que o incomoda – seja em que nível for – não irá passar.

51. Concentrar-se demais no nível de iniciação que alcançou, ou aguardar com ansiedade exagerada o momento da ascensão, em vez de se preocupar com o trabalho que precisa ser feito.

52. Deixar-se enredar pelos poderes espirituais em vez de reconhecer que o amor é, de entre todos, o maior poder espiritual.

53. Denegrir outros grupos espiritualistas ou metafísicos, em vez de buscar o trabalho conjunto e a unificação, mesmo que esses grupos não estejam inteiramente sintonizados com todas as suas crenças.

54. Deixar-se enredar no dogma da religião tradicional, ou quaisquer outros dogmas.

55. Pensar que precisa de um sacerdote, que aja como intermediário entre si e Deus.

56. Usar as suas crenças espirituais para gerar divisão, elitismo ou uma condição especial indevida.

57. Tornar-se fanático demais pelas suas próprias crenças.

58. Achar que pode alcançar a iluminação por meio de drogas ou algum tipo de pílula mágica. Essa é uma das piores formas de ilusão.

59. Achar que outras pessoas não precisam trabalhar no seu caminho espiritual.

60. Sobrevalorizar o relacionamento com os filhos em detrimento das relações consigo mesmo e com o seu Cristo interno.

61. Enredar-se em todas as atrações deste mundo material, realmente fascinante.

62. Envolver-se demais no amor a uma só Pessoa, em vez de expandir seu amor para englobar muitas pessoas, e todos os outros, de forma incondicional.

63. Enredar-se na dualidade, em vez de buscar equilíbrio mental, paz interior e equidade em todos os momentos; se você não transcender a dualidade, continuará a sentir-se vítima da sua própria montanha-russa emocional, sacudindo-se de um lado para o outro entre os altos e baixos da vida. A alma e o espírito pensam com uma
consciência transcendente, que não tem ligação com essa lufa-lufa quotidiana.

64. Ser pai ou filho, mãe ou filha no relacionamento a dois, em vez de assumir a condição de adulto.

65. Pensar que precisa sofrer na vida. Isto é tremendamente falso.

66. Ser ou querer ser um mártir do caminho espiritual.

67. Precisar de controlar os outros.

68. Ter ambição espiritual.

69. Precisar de simpatia, amor ou aprovação.

70. Ter necessidade de ser um Mestre.

71. Ser hipersensível ou, no outro lado da moeda, duro demais.

72. Assumir responsabilidades no lugar dos outros.

73. Ser ou querer ser um salvador.

74. Servir por motivos egoístas e pensar que está a acumular mérito espiritual.

75. Pensar que é espiritualmente mais avançado do que realmente é; por outro lado, pensar que é menos avançado do que realmente é.

76. Ser famoso e cultivar a dependência da fama.

77. Dar importância indevida à busca da paixão ou da alma gêmea, e não perceber que a sua própria Alma – e a Mônada – são aquelas que, na verdade, o podem complementar e saciar interiormente.

78. Pensar que precisa de um relacionamento romântico para ser feliz.

79. Precisar ver-se no centro do palco; ou, no outro lado da moeda, preferir sempre esconder-se pelos cantos.

80. Trabalhar e esforçar-se demais, exaurindo-se fisicamente, ou, no outro lado da moeda, distrair-se demais e não se ocupar dos assuntos do Pai.

81. Buscar orientação em médiuns e não confiar na própria intuição.

82. Entregar-se, neste plano ou no plano interior, a mestres que não sejam ascensionados e que, logicamente, também têm uma compreensão e concepção limitadas da realidade.

83. Fazer do caminho espiritual um hobby, e não o “fogo devorador”.

84. Perder tempo demais em frente da TV, na Internet, com jogos de vídeo, ou lendo romances fúteis, e assistindo a filmes violentos.

85. Gastar quantidades imensas de tempo e energia por falta de organização e administração adequada do tempo.

86. Pensar que discutir com os outros é algo que lhe sirva a si, ou sirva a outras pessoas.

87. Tentar vencer ou estar certo, em vez de se esforçar por amar e compreender.

88. Enfatizar demais a intuição, o intelecto, o sentimento e o instinto, em vez de perceber que tudo isso precisa ser equilibrado e integrado, cada qual na sua devida proporção; a cilada, aqui, é identificar-se excessivamente com um deles.

89. Devotar-se a um guru que o diminui e o divide, em vez de se dedicar ao Eu espiritual que é você mesmo, e cultivar o seu próprio Cristo interno.

90. Tentar permanecer aberto todo o tempo, em vez de saber como abrir e fechar o seu campo energético, de acordo com as necessidades.

91. Não saber dizer não aos outros, à criança interior ou ao ego negativo.

92. Pensar que a violência ou qualquer tipo de agressão contra os outros lhe vai trazer aquilo que você deseja, ou que sirva a Deus de algum modo.

93. Culpar Deus ou irritar-se com Ele ou contra os mestres ascensionados por causa dos próprios problemas.

94. Quando suas orações não forem atendidas, pensar que Deus e os mestres ascensionados não estão respondendo às suas preces.

95. Comparar-se com outras pessoas, em vez de perceber que somos únicos, e que as potencialidades, as circunstâncias e as vivências do outro não são as suas.

96. Pensar que ser pobre é ser espiritualizado. Pensar que é preciso ser rico para ser feliz e espiritualizado.

97. Comparar-se e competir com os outros por causa dos níveis de iniciação e ascensão.

98. Assumir o papel de vítima diante de outras pessoas ou do seu próprio corpo físico, emocional ou mental, desejos, cinco sentidos, ego negativo, eu inferior.

99. Estudar demais e não manifestar os seus conhecimentos no mundo real.

100. Pensar que o seu mau humor é a verdadeira realidade de Deus.

101. Pensar que o valor reside em fazer e alcançar coisas.

102. Pensar que você não precisa de se proteger espiritual, psicológica e fisicamente.

103. Pensar que glamour, ilusão, ego negativo, medo e separação, são a verdadeira realidade.

104. Usar açúcar, café e refrigerantes e outros estimulantes artificiais para obter energia física.

105. Tentar fazer tudo sozinho e não pedir a ajuda a Deus; ou, no outro lado da moeda, pedir a ajuda de Deus e não se ajudar a si mesmo.

106. Deixar de amar as pessoas porque elas o estão a tratar mal ou dando um exemplo negativo de egoísmo; não distinguir a pessoa de seu comportamento.

107. Perder a fé na realidade viva da Alma, da Mônada, de Deus e dos Mestres Ascensionados, e na capacidade que eles têm de ajudá-lo.

108. Pensar que apenas as outras pessoas podem atingir a ascensão, ou ser Luz no mundo, ou pelo menos não nesta vida.

109. Tentar atingir a ascensão para fugir dos problemas quotidianos.

110. Pensar que a Terra é uma prisão, e não reconhecê-la como um Paraíso em evolução.

“Tudo o que existe no universo divino é governado por leis – físicas, emocionais, mentais e espirituais. Aprendendo a compreender essas leis e incorporando-as , você trilhará o caminho da ascensão.”

Visão pessoal…

Uma maneira segura de vivenciarmos essa rápida estadia nesse corpo e dimensão física, nessa personalidade passageira, com sucesso espiritual, é nos elevarmos consciencialmente, e isso é alcançado pela busca de mais conexão com a nossa Essência. Devemos, para tal, entendermos o verdadeiro papel do ser humano, sua origem, seus objetivos, entendermos a questão do real e do irreal de todas as coisas, sabermos quem realmente somos e quem são os nossos afins, conhecermos profundamente todas as manifestações das armadilhas terrenas e aprendermos a lidar e passarmos por elas, vencendo-­as, transformando-­as aos poucos e irmos dividindo, com nossos parceiros de jornada, os conhecimentos que vamos adquirindo. Ou seja, sabermos o que somos, o que estamos fazendo aqui e onde queremos chegar. Se considerarmos que a maior parte das pessoas ainda não sabe disso e angustia-­se tanto com essa dúvida, e sendo tudo tão claro, tão simples, ­ basta enxergar a verdade por trás das ilusões; pensar assim permitirá que dentro de algumas décadas, a raça humana atinja seu objetivo.

 

Inspiração….

Expansão da Consciência-Instituto de pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas

Monicavox

Recomendo…

O Biomagnetismo

O QUE É BIOMAGNETISMO?

Ao longo de sua história, adentrando no século XXI, a Humanidade se depara com crescente e acelerado progresso tecnológico em curto espaço de tempo, não estando consciente das consequências decorrente do mesmo. O homem moderno está ameaçado por sua tecnologia e sufocado pela pressão do capitalismo e em meio a este turbilhão de ofertas e produtos como processa o “viver bem”? Então, como aliviar o simples estresse e buscar uma vida digna com saúde equilibrada? No dia a dia do consultório nos deparamos cada vez mais com sintomas e psicossomatização, devido ao elevado grau de estresse e pouca qualidade de vida que o ser humano usufrui atualmente. Desta forma a psicoterapia bioenergética, associada a procedimentos terapêuticos que impulsionem o organismo ao processo de cura natural, estimulando a saúde na busca do livre fluxo de energia, resulta em rápido e eficaz equilíbrio bioenergético. A partir deste fato, buscou-se como objetivo a oportunidade de apresentar e divulgar esta pesquisa, sobre a aplicação prática do biomagnetismo, aos profissionais da área clínica, primordialmente aos psicoterapeutas bioenergéticos, que visam proporcionar a harmonia e equilíbrio entre corpo, mente e meio ambiente aos seus pacientes.

Considero a magnetoterapia, após contínuos anos de pesquisa e estudo, como excelente fonte e instrumento terapêutico, que pode vir a contribuir no enriquecimento profissional do terapeuta holístico, que busca o equilíbrio bio psico social do indivíduo. As condições da vida moderna, com seus prédios de aço e concreto, carros, trens, ônibus, aviões e metrôs, sem falar na tecnologia pessoal, celular e notebook, privam os seres humanos da exposição regular, necessária e benéfica ao campo eletromagnético da Terra.

Devido à ausência de contato com a natureza decorrem doenças causadas pela “anergia”, isto é, a perda do potencial de força curativa natural dos organismos. O que vem sendo comprovado pela “Síndrome da Deficiência do Campo Magnético” (SDCM), com os sintomas de rigidez nos ombros, costas e pescoço, dor no peito e insônia de causa desconhecida, cefaléia, tontura, desequilíbrio do sistema nervoso central e fadiga generalizada, entre outros, enunciado por Nakagawa. (SOUZA, 2005, p.74)

A MTC vem conquistando grande número de adeptos por tratar o indivíduo de forma holística e integrativa, considerando a energia “Qi” como a essência substancial e orgânica do viver, volta-se a distribuir a energia através dos meridianos do corpo, evitando a estagnação do “Qi”. A Bioenergética, psicoterapia corporal, que leva o indivíduo a reencontrar-se com seu corpo liberando couraças e área de tensões musculares na busca do desbloqueio de energia compartilha dos mesmos objetivos em relação ao livre fluxo de vitalidade no organismo.

Por outro lado o Biomagnetismo por restabelecer a coerência de informações nos campos corporais elétricos vitaliza as células estimulando o potencial natural de eletromagnetismo no organismo, além de proporcionar profunda sensação de bem estar, devido ao aumento de circulação dos fluídos corpóreos, extingue a estagnação que causa adoecimento e dor. Tais considerações associadas à visão da Medicina Tradicional Chinesa nortearam a pesquisa para a utilização dos ímãs terapêuticos aplicados aos acupontos. Despretensiosamente surge uma proposta terapêutica, que impulsiona a energia vital otimizando os sistemas neurofisiológicos e suas funções, confirmando o conceito de ser humano multidimensional.

Portanto pode-se mencionar que tanto o biomagnetismo, como a acupuntura, enquadram-se no ocidente como terapias complementares ou energéticas, sendo compatível e especialmente recomendável se alternadas com técnicas terapêuticas que melhorem a área emocional e possam ajudar a potencializar o sistema imunológico, na visão de CÓRDOVA (2006), explanada na revista chilena “Mundo Nuevo”.O Campo Magnético e o Equilíbrio da Saúde A energia magnética natural da Terra, ou geomagnetismo, apresenta ainda hoje uma origem desconhecida. Segundo Birla e Hemlin (2002), alguns físicos propõem que há um gigantesco magneto no centro da Terra, massa magnética ou corrente elétrica responsável pelo campo magnético. Mas, outros defendem que a origem está a uma grande distância do planeta. E terceiros sugerem que esse campo magnético é criado pela ionização das camadas de ar que envolve a Terra. Os autores consideram provável que todas as hipóteses sejam parcialmente verdadeiras.

Os geofísicos acreditam que parte do campo magnético é gerada no interior da Terra a partir do ferro existente no centro do planeta. Após esta explanação Birla e Hemlin (2002) complementam citando: “o campo magnético mensurável na superfície da Terra é de cerca de 0,5 Gauss e estende-se até 64.000 quilômetros a partir da superfície do planeta, formando a zona conhecida como magnosfera”. (BIRLA e HEMLIN, 2002, p.36) Gerber (2002), alerta sobre variedades do campo magnético, em relação ao local e hora do dia. Sempre é mais forte do lado escuro do planeta, isto porque durante o dia a magnosfera interage com os ventos solares magnéticos, os quais a comprimem enfraquecendo a intensidade do campo magnético. As últimas considerações sobre o campo magnético e sua pulsação com “freqüência máxima de oscilação de cerca de 7,8 ciclos por segundo, também é conhecido como ressonância da atividade geomagnética de Schumann”.

Quanto ao metabolismo de energia do referido campo, parece ser do tipo lento, visto que aumenta e diminui de intensidade em ciclos de 500 mil anos. Avaliações atuais revelaram a redução de 90 por cento na força do campo, que diminuiu de 4 Gauss para cerca de 0,4 a 0,5 Gauss. (GERBER, 2002, p. 295) Córdova (2006) salienta que a enfermidade se produz quando se estabelece uma distorção ou desequilíbrio entre as cargas positivas ou negativas, chegando a envolver órgãos completos, mas explica que: O Biomagnetismo pode corrigir estas distorções eliminando o excesso de cargas negativas com o pólo negativo do ímã, as quais são neutralizadas pelo excesso de cargas positivas, que saem pelo pólo positivo do magneto, até alcançar o ponto de equilíbrio saudável para o corpo humano”. (CÓRDOVA, 2006); A atuação do magnetismo sobre a saúde é compreendida pelo autor a partir da definição de que: 

O Biomagnetismo é um método terapêutico que utiliza ímãs comuns de média intensidade, para restabelecer o equilíbrio bioenergético do organismo e assim recuperar a saúde.

Colocando ímãs em pontos específicos do corpo, se consegue corrigir disfunções energéticas e exterminar em breve tempo, vírus, bactérias, fungos e parasitas”. (CÓRDOVA, 2006)

Princípios básicos do Magnetismo

Da mesma forma que a Terra, considerada um imenso magneto, possui dois pólos magnéticos, Birla e Hemlin (2002) conceituam que “todo magneto tem dois pólos, identificados como norte e sul”. Denominou-se como “norte” o pólo por onde as linhas de força entram e “Sul” o pólo por onde elas saem. Informam ainda que: “o pólo sul é associado com uma carga positiva e o pólo norte com uma carga negativa”. (BIRLA e HEMLIN, 2005, p. 62) Os tipos de ímãs utilizados para fins terapêuticos, especificados por Mortari (2007) são os artificiais, com poder de atração que pode durar até mais de dez anos, já que os naturais possuem um magnetismo mais fraco, sendo classificados em função de sua potência em grandes (3.000 Gauss), médios (1.500 Gauss) e pequenos (250 Gauss).

Síndrome da Deficiência do Campo Magnético (SDCM)

Ao considerar que os seres vivos necessitam de uma exposição diária ao campo geomagnético, já diminuído, qualquer fator que bloqueie ou cause enfraquecimento adicional do magnetismo terrestre pode vir a causar os efeitos deletérios sobre a saúde humana. De forma inversa, qualquer coisa que possa ajudar ou manter um nível apropriado de exposição ao campo geomagnético da Terra deve ser vantajoso para os seres humanos. (GERBER, 2002, p. 295) Quanto aos sintomas da SDCM a pesquisa de Kyoichi Nakagawa, publicada em 1976 no “Japan Medical Journal” com o título de “Síndrome da Deficiência do Campo Magnético”(SDCM) identificou os sintomas de: rigidez nos ombros, costas e pescoço; lumbago difuso; dor no peito de causa desconhecida; dor de cabeça freqüente e cabeça ‘pesada’; tontura; insônia de causa desconhecida; prisão de ventre constante; desequilíbrio do sistema nervoso central, ou ataxia, e fadiga generalizada. (BIRLA e HEMLIN, 2002, p. 81).

Como é uma síndrome, só pode ser diagnosticada se os sintomas persistirem após o tratamento da doença. Portanto, o paciente terá de responder a um tratamento baseado no magnetismo para que a SDCM possa ser diagnosticada com certeza. (BIRLA e HEMLIN, 2002, p. 81). A princípio, ao se eleger a patologia a ser pesquisada não havia o foco na SDCM, porém como o biomagnetismo volta-se a estes sintomas, foi impossível deixar de perceber a existência dos mesmos nos quadros de DTM. Disfunção Temporomandibular (DTM); Optou-se pela patologia de DTM por envolver além do comprometimento orgânico funcional, os aspectos emocionais de estresse e ansiedade. Neste estudo o termo DTM vem a designar as condições dolorosas de origem músculo-esquelético mandibulares, principalmente de natureza crônica. As dores craniofaciais de origem odontológica são decorrentes de disfunção do sistema estomatognático. As DTMs abrangem várias condições que acometem a articulação temporomandibular (ATM), a musculatura mastigatória e estruturas associadas. Constatou-se que são de natureza diversa, portanto, a etiologia das DTMs é multifatorial e ainda não está bem esclarecida. Convém ressaltar Stohler (1995) que pesquisou “a existência de condições psicológicas predisponentes de dor muscular mastigatória”. Porém não se tornou evidente um perfil psicológico de doentes com DTM. O que ocorre diante da dor crônica é uma alteração de humor e quadros ansiosos. Outros estudos alertaram que as oscilações de humor são conseqüência e não a causa da dor crônica, da mesma forma que a alteração emocional não é proporcional à gravidade da doença.

Terapêuta-João Carlos Magalhães-Biomagnetismo-Terapeuta e Professor Registrado

 

 

 

 

Biomagnetismo-Contextualização Histórica

As primeiras medições do campo bioelétrico associadas ao corpo humano datam de 1887, quando o primeiro eletrocardiograma (ECG) foi registrado,as quais foram seguidas, na década de 1920, pelas medições das atividades elétricas dos músculos do estômago, as quais controlam os movimentos de contração e relaxamento, cuja técnica é denominada de eletrogastrograma (EGG) . Ainda, no fim desta mesma década, aparecem os primeiros relatos de detecção da atividade elétrica do cérebro – eletroencefalograma (EEG) . Por outro lado as medições de campo magnético associadas ao corpo humano surgiriam apenas algumas décadas depois. Esse fato decorre tanto da maior complexidade tecnológica demandada para detecção dos campos magnéticos associados aos seres vivos (os quais são de intensidades muito baixas) , quanto do descrédito da comunidade científica, advindo de práticas de charlatanismo por parte de médicos – ou falsos médicos – que alegavam curar seus pacientes usando técnicas quase esotéricas associadas ao magnetismo . Datam do século XVIII as primeiras idéias relacionadas a campos magnéticos produzidos pelo corpo humano. O médico Franz Anton Mesmer  (1734-1815), nascido numa aldeia próxima ao lago de Constança, na Suábia, região que atualmente pertence à Alemanha, foi o primeiro a propor que o corpo humano fosse composto por uma espécie de “fluido magnético” . Ele se dizia capaz de curar as mais variadas doenças ao posicionar imãs em determinados pontos do corpo. Não levou muito tempo para que Mesmer fosse acusado de charlatanismo . O que Mesmer não sabia é que a geração e propagação de campo magnético em tecidos biológicos, como os presentes nos diversos órgãos do corpo humano, seria científicamente comprovada, mais de um século após sua morte .

Mais precisamente, as primeiras medições datam da década de 1960. A medição de campos magnéticos associados a seres vivos deu origem ao chamado biomagnetismo, o qual é um campo interdisciplinar que envolve física, biologia, medicina, engenharia, metrologia, entre outras áreas da ciência. Através dessas medições é possível, p. ex., obter informações sobre sistemas biofísicos, realizar diagnósticos clínicos e desenvolver novas terapias . Considerando as características de não-invasividade, não-necessidade de contato com o paciente e inocuidade, associadas à possibilidade de obtenção da distribuição temporal e espacial do campo magnético e localização de suas fontes bioelétricas; a técnica de medição do campo biomagnético apresenta importantes vantagens em sua aplicação clínica. Um aspecto importante da técnica consiste na possibilidade de acesso a informações sobre as correntes primárias de ativação elétrica tecidual (correntes primárias) de forma não-invasiva, sem influência significativa das não-homogeneidades do volume condutor ao redor dos tecidos, o que não é possível utilizando-se a técnica convencional de medição da atividade biolétrica por meio de ECG ou EEG, dado o fato de que estes se baseiam sómente nas correntes secundárias, geradas no volume condutor .

O Cardiomagnetismo

Refere-se à detecção, análise e interpretação dos campos magnéticos gerados pela atividade elétrica do coração. Há cerca de 46 anos atrás, Baule e McFee realizaram a primeira medição de um magnetocardiograma (MCG) utilizando um conjunto de bobinas de cobre em um campo aberto – afastado do ruído magnético urbano . Como parte de seus vastos estudos teóricos e experimentais, eles também propuseram diferentes métodos de medição e analisaram diversas geometrias inovadoras de bobinas para a correta predição de muitos parâmetros do MCG. Em 1967,Safonov et al. e Cohen relataram, pela primeira vez, medições de sinais de MCG dentro de um ambiente laboratorial, com o paciente e as bobinas de medição colocados dentro de uma câmara magneticamente blindada . Contudo, o grande avanço no estado da técnica ocorreu com o desenvolvimento do SQUID (Superconducting Quantum Interference Device), no final da década de 60 , o mais sensível transdutor de campo magnético em tensão elétrica. Datam de 1970 as primeiras medições de magnetocardiogramas utilizando SQUIDs em câmaras magneticamente blindadas . Durante a década de 1970 e no início dos anos 1980 foram realizados estudos comparando o MCG com os eletrocardiogramas padrão (ECGs). Essas medições combinadas foram utilizadas para gerar mapas de campo magnético (MFM – Magnetic Field Map) e correlacioná-los a patologias cardíacas .

Pode-se dizer que, no contexto internacional, o principal evento de biomagnetismo é a série de conferências BIOMAG – International Conference on Biomagnetism, a qual teve seu início em 1976, na cidade de Cambridge, em Massachussetts, nos Estados Unidos da América. Nessa primeira edição o número de participantes foi de apenas 23 . Atualmente, a BIOMAG constitui uma série de conferências bianuais que já passou por diversos países incluindo: Estados Unidos, Japão, Alemanha, Áustria, Finlândia, Canadá, entre outros. Ao contrário do pequeno número de participantes do primeiro evento, a BIOMAG2004 (Boston, USA) contou com a participação de mais de 600 representantes provenientes de mais de 15 países , e mais recentemente, a 17ª edição realizada em 2010 na cidade de Dubrovnik, na Croácia, contou com a contribuição de 416 autores provenientes de 22 países .

AS POSSÍVEIS APLICAÇÕES

As pesquisas nessa área têm explorado diversos métodos não-invasivos de medição dos campos biomagnéticos, que podem vir a ser usados para diagnósticos mais precisos, auxílio a tratamentos e identificação (pré- cirúrgica) de áreas afetadas em diferentes órgãos do corpo. Outras técnicas já conseguem, em grande parte, esses resultados, mas são em geral invasivas. Assim, o biomagnetismo poderá ser uma alternativa prática, rápida e segura e, em alguns casos, menos custosa. As áreas de pesquisa nas quais é maior o potencial para futuras aplicações são o neuromagnetismo, o cardiomagnetismo, o gastromagnetismo, o pneumomagnetismo e a biossusceptibilidade magnética. No neuromagnetismo, os dados obtidos sobre os campos magnéticos cerebrais, com os métodos já disponíveis, permitem várias aplicações, como na pesquisa sobre o funcionamento do órgão.

Os campos podem ajudar a ‘mapear’ o processamento (feito através de impulsos elétricos) das informações no cérebro. Saber onde e quando certas informações são processadas é importante para a neurociência, e os dados também podem ajudar a entender certas patologias e a formular novas terapias. O alto custo ainda limita o uso clínico da magnetoencefalografia (MEG) o registro dos campos magnéticos cerebrais. No entanto, a rapidez na obtenção de dados, a não-invasividade e a excelente resolução temporal a tornam uma técnica de grande potencial. Sua aplicação é crescente na determinação pré-cirúrgica de áreas afetadas do cérebro, no mapeamento de regiões de atividade cerebral e na localização de atividade ligada à epilepsia.

Vários grupos pesquisam métodos mais acessíveis para localizar regiões cerebrais através de campos magnéticos e caracterizar suas anormalidades, em geral ligadas a doenças. O estudo das atividades magnéticas cerebrais é realizado básicamente de duas maneiras: pelo registro de sinais espontâneos do cérebro (como a onda alfa) e pelo registro de respostas a estímulos externos (campos evocados). Em ambas, o registro precisa ser feito em diversos pontos para que a fonte seja localizada. Os estímulos externos, porém, podem ser alterados de modo controlado, obtendo-se a informação de interesse por um processo de média dos sinais magnéticos vindos de regiões ativas . Recentemente, esse tipo de imagem tem sido combinada às obtidas por ressonância magnética nuclear, o que gera as chamadas ‘imagens multimodais’. Dentro das aplicações do biomagnetismo, o coração é o segundo órgão mais importante, em função da grande incidência das doenças cardíacas e das chances de intervenção. A magnetocardiografia (MCG) tem o mesmo potencial de diagnóstico da eletrocardiografia (ECG) e acredita-se que poderá localizar fontes de atividade elétrica anormal no coração sem a fixação de dispositivos na pele do paciente ou no órgão.

PULMÕES E ESTÔMAGO

A concentração de partículas ferromagnéticas nos pulmões (pneumomagnetismo) é obtida medindo-se a magnetização remanente (a que resta após a aplicação do campo). No caso do acúmulo de partículas paramagnéticas em outros órgãos (como o fígado) ou tecidos, mede-se a susceptibilidade magnética . Nessa técnica (biossusceptometria), a medição é feita durante a aplicação de um campo pouco intenso. O campo aplicado é alterado pelo magnetismo induzido nas partículas paramagnéticas presentes no órgão avaliado, e o campo resultante é proporcional à concentração das partículas. A medida do campo magnético gerado pela atividade elétrica do estômago é chamado de magnetogastrografia. Essa técnica tem sido desenvolvida para avaliar a freqüência dessa atividade, sua velocidade de propagação e seu comportamento sob diferentes condições alimentares (e no caso de ingestão de drogas).

Perguntas Frequentes

1) Como funciona o Biomagnetismo Médico ?
Atua sobre as células do corpo, proporcionando o equilíbrio energético e o PH ( potencial de hidrogênio ) para eliminar o vírus, bactérias, fungos, parasitas e disfunção de órgãos, em qualquer ser humano.

2) Tem algum efeito colateral o Biomagnetismo Medico ?
O Biomagnetismo Médico não causa nenhum efeito colateral, uma vez que os ímãs são colocados sobre o corpo do paciente sem máquinas e sem procedimentos invasivos.

3) O Biomagnetismo Médico pode ser alternado com outros tratamentos ?
O Biomagnetismo Médico não é contra indicado a qualquer tratamento, pode levar simultaneamente com a medicina alopática ou qualquer outro ramo da medicina alternativa.

4) É doloroso o tratamento com o Biomagnetismo Médico?
Os magnetos usados no tratamento do Biomagnetismo Médico são de alta potência, mas não estão ligados a qualquer máquina, portanto o paciente não sente nenhuma dor durante a aplicação.

5) Se eu tiver uma prótese de metal, posso receber tratamento?
Regularmente próteses são feitas de aço cirúrgico ou titânio e não conduzem o magnetismo, assim, pode ser tratado com Biomagnetismo Médico, apesar da prótese.

6) Crianças podem ser tratadas com o Biomagnetismo Médico?
O Biomagnetismo Médico pode ser aplicado em pacientes de todas as idades , desde bebês até idosos. Na verdade, as crianças respondem mais rapidamente ao tratamento. O único detalhe é a criança ficar sem mover-se durante o rastreio.

7) Quanto tempo dura o tratamento com o Biomagnetismo Medico?
Cada sessão dura cerca de uma hora, onde se faz um rastreio e logo o tratamento com os ímãs que são colocados por 15-20 minutos.

8 )Em quantas sessões eu posso ver os resultados?
Nenhum paciente é igual ao outro, no entanto, os resultados começam a ser visto a partir da primeira semana de tratamento.

9) É um tratamento caro?
O tratamento com o Biomagnetismo Médico tem um custo semelhante de qualquer visita a um especialista em medicina alopática ou alternativa, o custo é reduzido pelo fato de que o terapeuta biomagnético fornece a solução a padecimentos sem o uso de fármacos.

10) Em que casos não se pode aplicar este tratamento ?
O Biomagnetismo Médico não pode ser utilizado em paciente que:
– Receberam quimioterapia ou radioterapia.
– Pacientes com marca-passo.
– Gravidas.

Biomagnetismo Médico e sua comprovação científica

Visão pessoal…

Os resultados dos estudos mostram a verdadeira eficácia da terapia Biomagnetismo numa vasta lista de patologias. Muitas pessoas provávelmente vão preferir ignorar os resultados positivos, até que estes sejam “abençoados” por parte das autoridades oficiais de saúde. O problema é que essas autoridades reagem muito lentamente por causa da burocracia e da pressão de indústrias poderosas. Essas grandes corporações vêem o seu negócio ameaçado por soluções médicas mais baratas, naturais, limpas e eficazes. E nesse tempo de impasse, milhões de pessoas em todo o mundo ainda morrem de doenças que podem ser curadas hoje a baixo custo e de forma simples. Mas, mesmo que uma minoria com poder e dinheiro possam tentar acabar com este progresso, o Biomagnetismo já é um fenômeno inevitável em todo o mundo e cada vez mais e mais pessoas comprovam a evidência dos fatos. Já existem 15 mil terapeutas de Biomagnetismo no mundo hoje em dia, especialmente na América Latina, e este número continua a crescer exponencialmente, porque este sistema de diagnóstico e cura é também simples e rápido de aprender e aplicar, e não requer estudos de medicina anteriores. Além disso, não tem efeitos secundários e não pode causar qualquer dano, se mal aplicadas. Os sucessos de cura esmagadora do Biomagnético é a razão para que cada vez mais médicos e terapeutas incorporem esta técnica em suas consultas diárias. E é por isso que alguns países já incorporaram em seus sistemas de saúde pública e em seus departamentos universitários esta terapia.

Inspiração….

Dr. Hailson Fábio

 http://biomagnetismomedico9.webnode.com/tratamentos/

Terapêuta-João Carlos Magalhães-Biomagnetismo-

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Recomendo….

 

O TEMPO CIRCULAR DOS MAIAS-TZOLK’IN E HAAB

COMPREENDENDO O TEMPO PELO OLHAR DOS MAIAS

Os Maias possuíam um conceito de tempo diferente do nosso, para nossa sociedade o tempo é linear, ou seja, as coisas começaram a acontecer em um determinado marco e vão dando sequência a partir deste episódio caminhando em linha reta para o futuro. Os Maias viam o tempo como algo cíclico, semelhante à natureza e ás estações que se repetem á todo ano; O calendário maia obedecia a um ciclo de 52 anos e ao completar este trajeto retornava a seu ponto de partida recomeçando o ciclo.
Esta análise nos faz refletir o quanto esta civilização era sábia ao analisar  o tempo de uma forma tão complexa, pois os acontecimentos que presenciamos no decorrer de nossas vidas e os que as futuras gerações  presenciarão, estão todos interligados e obedecem a  ciclos biológicos e temporais evolutivos. Biológico, porque a estimativa de vida de um Maia era de cerca de 80 anos, sendo assim, um ciclo de 52 anos era algo presencial  por ele naquela sociedade, pois dentro deste ciclo estavam os acontecimentos de sua vida em conjunto dos que pertenciam à mesma geração. Logo, os feitos realizados neste ciclo dariam sequência aos feitos daqueles que estavam por nascer, gerando  um ciclo temporal evolutivo, pois caminha ciclicamente junto ao desenvolvimento do mundo, passando de geração em geração.
Deste modo entendemos que assim como a vida se repete e obedece uma continuidade biológica, nascer, crescer e morrer,  semelhantemente, o tempo também o faz. De acordo com os Maias, os ciclos são como “engrenagens” que movem o tempo,e essas engrenagens estão em constante rotação e regem o calendário; este registra o transcorrer  destas mudanças que ocorrem em nosso mundo.
Esta ideia possibilita entender qual o sentido de um tempo cíclico para os Maias, que não era por essência repetitivo, de forma que não caminhasse para evolução e apenas gira-se entorno de si mesmo rumo a lugar algum(como nós contamos o tempo, através do calendário gregoriano), mas pelo  contrário, o tempo caminha para uma evolução regida por um ciclo que é repetitivo devido a todo ser humano estar submetido a condições biológicas semelhantes, mas, nós somos  agentes transformadores do tempo e dentro de nosso ciclo de vida atuamos como uma pequena engrenagem que gira junto a uma maior, dando movimento ao tempo.

O LUGAR ONDE HOMENS SE TORNAM DEUSES

Teotihuacán é uma cidade situada a mais ou menos 20 milhas de distância da Cidade do México, fundada por volta do ano II A.C. Dentro da cultura deles, acreditava-se que foi lá que Quetzacoatlvoltaria para a Terra dos homens.Sua Pirâmide da Lua era como a entrada para os mortos. Em 1998 uma equipe internacional de pesquisadores escavaram túneis e encontraram vários corpos enterrados vivos, vitimas de sacrifícios e animais sepultados vivos.Esta cidade era importante, pois, segundo eles, era lá que nasceria o quinto Sol, ou ciclo. Os outros haveriam sido destruídos por desastres naturais e catástrofes. Suas pirâmides eram construídas pela mesma base aproximada de 200 metros.

Os avançados conhecimentos que os maias possuíam sobre astronomia, como eclipses solares e movimentos dos planetas, e sobre matemática, lhes permitiram criar um calendário cíclico de notável precisão. Na realidade são dois calendários sobrepostos: o tzolk’in, de 260 dias, e o haab de 365 dias. O haab era dividido em dezoito meses de vinte dias, mais cinco dias livres. Para datar os acontecimentos utilizavam a “conta curta”, de 256 anos, ou então a “conta longa”, que principiava no início da era maia. Eles determinaram com exatidão incrível o ano lunar, a trajetória de Vênus e o ano solar (365 dias, 5 horas, 48 minutos e 45 segundos) e inventaram um sistema de numeração com base 20 e tinham noção do número zero, ao qual atribuíram um símbolo.

Os maias utilizavam uma escrita hieroglífica que ainda não foi totalmente decifrada. Os cientistas, estudiosos da civilização maia, comprovaram que os antigos fizeram muitas observações do Sol, durante sua passagem pelo zênite, na praça cerimonial de Copán. Esta descoberta reafirma que os maias foram grandes astrônomos e que viveram seu período de esplendor entre os anos 250 a 900 d.C.. Durante os solstícios e os equinócios, a posição do Sol gera alinhamentos especiais entre os vários monumentos, altares e outras estruturas da principal praça do sítio arqueológico maia de Copán.Hoje, o vale de Copán, como outros sítios arqueológicos, é declarado Patrimônio da Humanidade, resguardando o centro dos cerimoniais da civilização maia, que floresceu na América Central no primeiro milênio da Era Cristã.

COMO OS MAIAS ENXERGAVAM O TEMPO

Os Maias, filosoficamente, pensavam e viviam sob a perspectiva circular e não retilínea; a questão do tempo era fundamental para essa civilização. Pensar o tempo, era buscar a consciência da vida e da morte, principalmente buscar a constante superação humana em relação ao fatalismo da matéria imposta pela vida cotidiana. A sociedade Maia possuía vários calendários lineares e circulares, sempre constituídos para atender necessidades sociais, políticas e principalmente religiosas. É importante ressaltar que os Maias se constituíram como uma civilização ritual, sendo assim é fundamental afirmar que o universo religioso era determinante em seu cotidiano; a vida para os Maias era a busca constante pelo Sagrado, através da matemática, astronomia, filosofia e seus ritos que iam ao encontro de sua Cosmogonia. Outra questão a ser registrada, é o fato de que o conceito de “mundo” para os Maias significava “ciclo”, portanto, o final do “mundo” significava “final de ciclo” e dentro da perspectiva de circularidade do tempo, todo ciclo ou mundo significava objetivamente final e início de um novo tempo. Desta forma podemos afirmar que 2012 foi o final de um ciclo e início de novo tempo.

Pensando desse modo, podemos analisar algumas questões de suma importância no contexto de 2012. Sabemos que os Maias enquanto civilização, colapsaram por volta do ano 900 de nossa era. Assim temos que avaliar alguns dos possíveis causadores desse fato:

1- Crises ambientais e climáticas;2- Superpopulação; 3- Crise na agricultura; 4- Guerras entre cidades estado; 5- Doenças e pestes; 6-Crise e ruptura de fé nas instituições religiosas.

(nota pessoal;Observemos que os possíveis eventos causadores do colapso da civilização são extremamente contemporâneos, nos levam a uma profunda reflexão sobre o momento que a nossa humanidade está vivendo, talvez um dos alertas que os Maias nos deixaram foi exatamente a necessidade de perceber para onde estamos caminhando com nossa civilização, e principalmente como estamos tratando o nosso planeta e os seres humanos).

Outra polêmica quanto às profecias, entre os especialistas, é o fato de que elas tenham uma referência direta aos eventos que desencadearam o colapso da civilização no final do período clássico, portanto, 900 de nossa era, e não á profecias que remetem ao nosso tempo ou especificamente pós 2012. Todas as teorias que hoje são discutidas quanto à estrutura física e mecânica de nosso planeta e sistema solar(segundo a ciência moderna) passam ainda por profundas divergências científicas, não nos dando subsídios concretos e consistentes que determinem uma visão apocalíptica de nosso planeta.(nota pessoal: Hoje, através de documentos, pesquisas, monumentos e a fabulosa escrita Maia, não foi encontrada nenhuma citação clara quanto ao fato dos Maias terem afirmado que o mundo acabaria em 2012, muito menos nos calendários cíclicos desse povo.)

O TZOLK’IN E O HAAB

Os maias possuíam dois tipos de calendários em forma de roda (engrenagem): O Tzolk’in era um calendário ritualístico, que tinha a função de organizar o  cotidiano religioso dos maias e  o Haab calendário terrestre (solar), tinha por característica a observação dos fenômenos físicos do Planeta, como por exemplo, a utilização da agricultura, o estudo das estações do ano e suas interações, bem como os fenômenos meteorológicos, ambos totalizando 18.980 dias, formando um ciclo de 52 anos.
O calendário possuía ciclos diferentes sendo caracterizado da seguinte forma; o Tzolk’in com sua engrenagem menor possuía um ciclo de 13 meses de 20 dias, completando um ano sagrado de 260 dias e o Haab possuía um ciclo que era dividido em 18 meses de 20 dias, mais um período de 5 dias, dando um total de 365 dias formando o ano civil. Por conseguinte, no prazo de 52 anos, a engrenagem Haab perfaz somente 52 revoluções enquanto o Tzolk’in necessita 73 revoluções. No entanto, dentro de 52 anos, ambas as engrenagens (calendário) completam os ciclos de 18.980 dias onde é acrescido no final de cada ciclo 13 dias para compensar os anos bissextos, pois a órbita da Terra ao redor do Sol não é exata exigindo uma correção no calendário.
Mediante essas informações percebemos o grande conhecimento matemático, físico e astronômico da Civilização Maia, nos levando a uma profunda reflexão sobre o passado histórico do Continente Americano.

Para uma melhor compreensão dessa contagem de tempo, seguem os principais ciclos que normatizavam toda a sociedade Maia:

Calendário Tsolk’in e Haab; Calendários Circulares 

Tzolk’in (sagrado): 13 meses x 20 dias
= 260 dias
Haab-18 meses x 20 dias = 360 + 5 dias
= 365 dias.
 Convergência dos Dois Ciclos 52 anos x 365 dias
=18.980 dias – ciclo de 52 anos
Tzolk’in necessita 73 revoluções/Haab perfaz sómente 52 revoluções
as duas engrenagens  completam clicos de =18.980 dias – ciclo de 52 anos+ 13 dias para cada final de ciclo para compensar os anos bissextos

ALGUNS CALENDÁRIOS PARA REFERÊNCIA

-Calendário Juliano (até 1582)                          365,250000 dias
-Calendário gregoriano (desde 1582)              365,242500 dias
-Calendário Maia                                                  365,242129 dias
-Calendário Astronômico Absoluto                    365,242198 dias

Diante disso afirmo, que a maior parte dos pesquisadores aceita o fato de que o calendário de longa duração , iniciou seu último ciclo em agosto de 3113 a.C para terminar 5125 anos e 132 dias depois, no solstício de inverno de 21 de dezembro de 2012, que compõe a data mais polêmica do tempo Maia, pois partindo dessa data, teríamos o início de um novo ciclo, tendo como o último katum (unidade de tempo que compõem 7200 dias), o período de maiores transformações para o Planeta. Essa data ocorreu do ano de 1992 até dezembro de 2012. Claro que se observamos a nossa civilização de 1992 para o momento atual, vamos encontrar vários subsídios quanto às problemáticas sociais, ambientais, políticas e humanas, que vivenciamos e experimentamos em nosso mundo globalizado;(nota pessoal:  Pensemos no que foi o século XX, definitivamente os 100 anos mais extremos que a humanidade passou(época que conhecemos a história, pois sabemos que o Planeta já passou por inúmeras fases críticas,inclusive com presenças alienígenas de todo o Orbe, vivenciando guerras, revoluções, golpes,quedas de civilizações, crises sociais, econômicas, políticas e ambientais, sem contar as grandes mudanças de paradigmas que estavam cristalizados há séculos). .

O SINCRONÁRIO DA PAZ

Esta ferramenta foi desenhada pelos sábios Maias com o objetivo de sincronizar o ser humano em sua verdadeira frequência das 13 luas de 28 dias. Conhecida como frequência 13:20 ( 13 tons galácticos e vinte tribos solares), esta vibração permite que o ser humano perceba a Noosfera, a rede do pensamento que une todas as consciências em um nível planetário de manifestação.Os conhecimentos dos ciclos da criação permitem que analisemos as energias do dia de acordo com o movimento do Sol e da Lua, criando o Tzolk’in, o tear sagrado dos maias, compostos de 260 unidades conhecidas como kins planetários. Cada kin é uma combinação da energia de uma das vinte tribos solares sincronizado com um dos treze tons galácticos da criação. Este tear 13:20 é a rede da vida, a conexão que existe entre todos os seres que habitam nosso amado planeta.

Calcule seu kin e veja sua assinatura galáctica aqui

As ondas encantadas são unidades do tempo que permitem que possamos identificar e potencializar nossos propósitos de vida, descobrir nossos desafios, ativar nosso serviço e definir a melhor forma de agirmos. Conhecer maneiras de utilizar este conhecimento é uma importante chave do autoconhecimento, com traços especiais que facilitam a rememoração da programação existencial.( nota pessoal;Este calendário é uma ferramenta cósmica para que possamos transcender a matriz tridimensional do ego que nos aprisiona a este plano físico. Através da dissolução desta energia tridimensional, entramos no formato do cubo consciencial, que transcende a matriz quadridimensional do tempo, quebrando as limitações do universo físico. Esta vivência do cubo da vida faz com que experimentemos o passado, presente e futuro simultaneamente, uma forma não linear de tempo e espaço. Neste estágio de expansão, o não tempo, nos tornamos totalmente despertos para a realidade da quinta dimensão).

Esta ferramenta evolutiva, engenhosamente desenhada pela Hierarquia da estação intermediária de Archturus, provê o conhecimento das modificações geofísicas, astrofísicas e espirituais que afetam o planeta durante as modificações evolutivas quânticas. Este ensinamento foi trazido diretamente aos seres humanos através das pirâmides das Américas que são formadas de calendários cronológicos sincrônicos. Estes conhecimentos promovem uma expansão da consciência humana que pode interagir com inteligências desde a quinta até a nona dimensão consciencial, e posteriormente estendidas à outras dimensões conscienciais. É através deste calendário que surgiram diversas teorias sobre o dia 21 de dezembro de 2012, quando  houve um alinhamento cósmico entre nosso sistema solar e o centro da galáxia. Neste calendário de longa contagem, nos sincronizamos com a contagem do tempo das Plêiades, que funcionam como uma chave para acessarmos as dimensões mais expandidas da percepção consciencial.

MANIFESTO DO SINCRONÁRIO DA PAZ PARA A MUDANÇA DO CALENDÁRIO

A quebra da ordem natural, ocasionada pela adoção de um calendário que não respeita os ciclos naturais, lunares/solares – o calendário gregoriano de 12 meses – imposto pelo Papa Gregório XIII em 16 de outubro de 1582, trouxe, como consequência, a separação do homem da informação natural, criando enfermidade mental e a perda de sua ressonância natural, precipitando-o para a dependência total e cega do materialismo. Essas consequências estamos vivendo atualmente e são causadas pela filosofia do calendário de 12 meses que diz que “tempo é dinheiro”. O calendário gregoriano de 12 meses distribui o décimo terceiro mês (a lunação) nos onze dos doze meses, escondendo entre eles uma lua.

É urgente que a humanidade volte a conectar-se com o entorno natural, para restabelecer-se a si mesma e restabelecer a ordem natural alterada. Culturas primitivas como a cultura Maia, nos legaram sistemas de calendários que seguem o ritmo cíclico natural e orientam o homem para que ele possa recuperar a sua ressonância. A vivência da comunhão com a ordem cíclica natural, nos leva a recuperar as faculdades perdidas, a viver em paz e harmonia interior, em saúde e crescimento, de acordo com o plano da inteligência universal.

Contrariando sistematicamente a sua própria natureza, o homem se submerge em um estado de incerteza e de violência interior que se projeta em seu ambiente externo. O medo, a insegurança, o temor, as preocupações de sobrevivência e o egoísmo se apoderam da sua psique. Aparece a guerra como a única alternativa de paz. Produz armas cada vez mais sofisticadas e poderosas. Faz-se necessário decretar um basta a tudo isto, para dar um espaço ao diálogo de paz.

O problema da ordem econômica que afeta a todos nós, tem a sua origem indiscutível na imposição do sistema Gregoriano: ninguém tem tempo nem dinheiro suficiente para viver. O calendário gregoriano de 12 meses, esconde em seu interior, um ciclo completo de 28 dias.Por outro lado, a legitimidade e urgência da mudança do calendário gregoriano, firma-se no descobrimento da LEI DO TEMPO. O tempo e o espaço são duas coisas diferentes. A matemática do espaço não pode ser usada para medir o tempo; só a matemática do tempo pode cumprir esta função.

Todos os sistemas atuais para calcular o tempo, estão baseados na proporção 12:60 (um ano de 12 meses e uma hora de 60 minutos). Esta proporção foi tomada dos 360° do círculo e não da rotação da Terra ao redor do Sol, já que um ano terrestre é composto por 13 meses (ou luas) de 28 dias, que são os que se sucedem durante o ano solar.

Regidos por um calendário mecânico, vivemos então numa frequência artificial. Isto nos tem levado a um desequilíbrio cada vez maior em relação à natureza e a um processo de destruição paulatina da biosfera. O objetivo principal do Movimento Mundial de Paz e de Mudança Para o Calendário de 13 Luas é redirecionar a humanidade para a frequência de tempo natural que é a frequência 13:20, a qual é representada por 13 luas de 28 dias e 20 frequências solares.

“O Sincronário de 13 luas, baseado no calendário Maia, é composto por 13 meses (ou luas) de 28 dias, o que dá um total de 364 dias por ano, mais um “dia fora do tempo”. Conserva a semana de 7 dias, com um total de 52 semanas por ano. Este calendário, é um calendário biológico, sincronizado com o Sol e em ressonância com a biosfera. E o mais importante é que está em ressonância com a frequência que unifica a ordem galáctica, a frequência da 4ª dimensão, que por sua vez, é a dimensão do tempo.”

O descobrimento da Lei do Tempo afeta cada pessoa no planeta, de três formas: 
1- Expõem o erro na percepção humana que tem sido institucionalizado em uma estrutura de civilização global. 
2- Apresenta um novo standard científico do tempo, o calendário de 13 luas, para substituir o atual calendário gregoriano de 12 meses. 
3- Estabelece as bases para uma nova ciência e uma nova etapa da civilização humana, a Ciência do Tempo e o advento de uma genuína Cultura de Paz sobre a Terra.

MUDE A SUA MENTE, MUDE O SEU CALENDÁRIO!

O seu apoio neste processo de reforma é de grande importância. Você é um agente de mudanças e pode ajudar muito. Informe-se mais sobre o tema dos Calendários e a importância do Tempo (como afeta a sua vida, a sociedade, etc). Realize qualquer ação criativa e pacífica para o restabelecimento do calendário natural. A mudança do calendário é o instrumento da liberação universal!Com muito amor, devemos aprender a utilizar estes conhecimentos ancestrais e assim estarmos sincronizados com a harmonia e plenitude da Mãe /Gaia, expressa nas criações e revoluções de nosso universo físico. Salve a harmonia da mente e da natureza. A cultura galáctica vem em paz.

MANIFESTO PELA NOOSFERA-CONCLUSÃO

“A Terra e Eu Somos uma Só Mente”. O Planeta fala….

“Durante mais de 5 mil de minhas órbitas ao redor do Sol, os humanos têm estado alterando a minha paisagem. Alguns deles maravilhosos, como as terras de cultivo de arroz na Distante Ásia Oriental ou do plantio de milho nos Andes da América do Sul. Canais, irrigação, diques para desviar água, pirâmides e templos, grandes muralhas sinuosas, e logo as cidades com seus sistemas de conexão de estradas, e ao longo da costa, grandes portos marítimos e barcos com velas ondulando em busca de novas terras a conquistar, novas mercadorias para comercializar e, sempre aqui e ali, grandes exércitos em guerra devastando a Terra. Estes eram os mais inteligentes, os ansiosos por riquezas e poder. Os inteligentes me traçaram com mapas e fizeram globos terrestres para imitar-me; elegeram viver no seu próprio tempo e deixaram de viver de acordo com os grandes ciclos que regem a ordem universal. Pelo dinheiro, dividiram seu tempo e dividiram a Terra. Já não se consideravam parte da Terra, senão que Eu, a Terra, me converti em sua escrava. Criaram todo tipo de máquinas e para suas máquinas necessitaram tudo o que puderam tirar da Terra: Destruíram meus bosques, desgarraram minhas montanhas, e escavaram a Terra e o Mar, profundamente, atrás do combustível que faz funcionar as máquinas. E vi que entre os inteligentes havia videntes e sonhadores, profetas e mensageiros, poetas e artistas que viram outro mundo, que lhes advertiram, que trataram de dominar sua ambição e sua luxúria para benefício de suas almas. E vi aqueles que optaram por não construir e edificar, aqueles que decidiram não alterar minha paisagem, aqueles que se contentaram com pequenas moradias de couro e pele, barro e adobe, os que pintaram na areia e desenharam nas rochas e nas paredes das cavernas, aqueles que seguiram os animais selvagens em suas trilhas e caminhos silvestres, aqueles que oravam com a lua, as estrelas e o sol, aqueles que cantaram o sonho da noite cósmica. Entre eles também estavam os videntes, a gente da medicina, os sábios, e são eles que falaram por mim:

“Eu sou um com a Terra. A Terra e eu somos uma só menteVocês não estão separados de mim, ainda que possam pensar que estão. Vocês são um comigo. Sua mente e a minha, a mente de Terra, são uma e a mesma mente. E esta mente única se chama Noosfera – a mente da Terra que envolve a totalidade de meu corpo como um manto invisível, penetrando em cada ser vivo, dotando a cada um, de um raio do espectro da consciência de vida que se estende desde o centro da galáxia, ao nosso sol, a mim e a todos os que habitam em minha superfícieNão são senão um só organismo planetário. Toda a vida é uma, assim como eu sou um todo indivisível.”

“Para àqueles com olhos para ver e ouvidos para ouvir e corações que conhecem desde dentro, chegou o momento para que possam escutar meu manifesto pela Noosfera. Escute de novo e recite comigo: Eu sou um com a Terra. A Terra e eu somos uma só mente. Olhem nossos mares cobertos de lixo e com petróleo ardendo. Olhem nossos vizinhos sem lar e que fogem em busca de refúgio. Olhem as nossas crianças empilhadas nas sarjetas mendigando e buscando alimento. Olhem os comerciantes e donos das máquinas e dos bancos, escondendo-se atrás das portas blindadas e dos guardas de segurança. Olhem os anciões sentados na margem do que alguma vez foi um bosque, chorando pela perda de uma antiga realidade. Eu sou a Terra. Eu sou a mente de todos vocês. Agora falo através de todos vocês. Escutem: Em um momento de meu tempo, tudo mudará. Eu me levantarei da terra do sonho e converterei a vestimenta da consciência envolta em torno da perfeição de minha forma giratória. O tempo do dinheiro e da máquina vai terminar e um novo tempo começará e vocês conhecerão de novo o que haviam esquecido. E, a partir desse momento se estabelecerão os novos códigos do ser e da realidade, os códigos da Noosfera. Não haverá mais nações nem mais dinheiro, nem mais verdades escondidas, nem mais pobreza, nem mais drogas, nem mais armas, nem mais bombas, senão um novo mundo de telepatia universal. Todos entenderão, como Um e, ao mesmo tempo, que só existe um tempo para a Terra, uma simultaneidade de dia e noite, uma sincronicidade contínua. Sua mente começará a transformar tudo o que se há posto a perder em uma obra de arte viva, a Terra inteira convertida em uma obra mestra, rodeada por um arco-íris de polo a polo – uma única forma de pensamento tornado visível. Cidadãos da Terra, vamos sentir uma presença galáctica, a Noosfera, nossa central telepática. Um desenho do destino escrito em um plano divino, seguindo uma medida comum de tempo universal que nos unifica em uma só mente. Aceitaremos os visitantes de outros mundos; receberemos qualquer conhecimento que nos chegue dos Anciãos das Estrelas que têm estado esperando que nós amadureçamos na Noosfera, convertendo-se em uma nova hierarquia da civilização cósmica. Nada nos impedirá de seguir o caminho infinito – durante três milênios realizaremos a forma de vida da Terra como uma obra de arte. Só assim vamos ampliar a Noosfera no panorama da mente cósmica, irradiando desde os centros de nosso cérebro, o novo órgão, que considera o inteiro universal como um círculo girando incessantemente, mas que jamais abandona a Terra, nosso lar cósmico.”

Visão pessoal…
Esta matéria veio trazer outra visão sobre o tempo e como ele influencia a mente humana e toda esta Matrix na qual estamos inseridos.A reforma do calendário é o ato final da história, e o primeiro passo, para a Regeneração da Terra no berço da cultura galáctica. Mudar o calendário agora é mudar o curso da história e revolucionar, completamente, o futuro da civilização na Terra.  Nós também devemos entender que o ajuste desta reforma do calendário é de natureza vital e representa uma oportunidade evolutiva para a humanidade, a qual não pode ser desperdiçada. O assunto sobre calendários e a reforma do calendário não é popular por uma simples razão;é que o calendário em uso, funciona como um dogma e, assim, pouco se questiona. A maioria das pessoas não tem a menor ideia de onde veio o calendário atual. Pessoas que vivem em sociedades, principalmente não ocidentais, trabalham com o que é chamado de calendário lunar, tanto quanto com o atual calendário Gregoriano. Os calendários lunares também dogmatizam o sentido do tempo.Deve ser compreendido, sem equívocos, que um padrão irregular de medida tem um efeito profundo na mente, especialmente um padrão irregular de medida de tempo. Isto é devido ao tempo ser um fenômeno mentalmente percebido, diferente do espaço que é percebido pelos sentidos. Um padrão de medida que é irregular e desigual é inerentemente problemático. Nosso sentido de tempo é uma percepção fundamental. Se o padrão de medida de tempo que usamos é irregular, então, temos que considerar profundamente e compreender o que isto provoca em nossa mente, pelo uso prolongado durante séculos.

Inspiração

1-PDF-A Lei do Tempo e a Reformulação da Mente Humana
2-A civilização Maia
Paul Gendrop
3-Calendário Maia
Diane de Assis
4-2012-Profecias Reveladas
Drunvalo Melchisedek
5-A Profecia Maia
David Douglas
6-La Profecia del fin del calendario Maya
David Gallon
7-2012-Las Profecias del fin del mundo
Laura Castellanos
8-Gaia- Alerta Final
James Lovelock
9-Sincronário da Paz 2015
10-Sonda de Arcturus
José Arguelles
11- Fator Maia-O guia definitivo
José Arguelles
12-Manifesto por la Noosfera
José Arguelles
13-The Time and the Tecnosphere
José Arguelles
14-The Maia Calendar
 José Arguelles
Monicavox
Recomendo….

A Neurodinâmica da depressão

Em termos cerebrais, a depressão é um trabalho em equipe de 3 grandes módulos:
• Os elementos superiores: hemisférios esquerdo e direito, e o córtex
• Os elementos de base: o hipocampo e a amídala
• O intermediário: córtex cingulado anterior (CCA)

Módulo superior:

hemisfério esquerdo gosta do que é positivo, é mais analítico,  procura a ação e sabe falar, porque é uma sede importante da linguagem. Já o hemisfério direito tem uma queda natural para o que é negativo, apreende a realidade de uma forma mais global, e está muito envolvido nos comportamentos de recusas/não enfrentamento das coisas;.Num episódio depressivo, os dois hemisférios ficam em desequilíbrio: o lado direito fica mais ativo e o esquerdo retrai-se.Desta forma, as pessoas evitam o contato social (talvez mesmo por também terem dificuldades em explicar o que se passa com elas, porque a área da fala fica com menor capacidade) e evitam atividades que até teriam o potencial de as fazer gradualmente sentirem-se melhores. E ficam dominadas pelo negativo, sem grande capacidade para absorver o positivo, pela menor atividade do hemisfério esquerdo.

Módulo de base:

O hipocampo e a amígdala, duas pequeninas estruturas cerebrais, trabalham em conjunto. O hipocampo ajuda a criar novas memórias a partir da experiência, ajuda-nos a encontrar novos caminhos para o nosso destino, e dá-nos a localização espaço-temporal. A amígdala é o nosso botão de pânico cerebral, capaz de disparar os alarmes em frações de segundo, e é também a responsável por gravarmos aquelas primeiras impressões sobre os outros que são tão importantes para nos orientarmos socialmente, sabermos o que sentimos por eles, o que eles sentem por nós e, mesmo, descodificarmos as suas intenções em relação a nós.Quer o hipocampo, quer a amígdala diminuem de tamanho quando sujeitos a stress crónico, sempre presente numa depressão, o que debilita a sua atuação (não se preocupe; esse processo é revertido quando as situações de stress são levantadas). O hipocampo chega a ter uma redução de 10% a 20% de tamanho em pessoas que estejam crônicamente deprimidas.Quando estamos deprimidos, o hipocampo torna-se menos ativo, prendendo-nos na incapacidade de sairmos de um modo letárgico. Já a amígdala fica mais ativa, o que faz com que o medo e a ansiedade se tornem presentes em maiores doses, com a amígdala  enviando um fluxo contínuo de mensagens emocionais negativas para os elementos superiores, dizendo ao córtex que  devia  se preocupar

O intermediário:

Como um gestor intermédio, o CCA recebe e gere informações “de cima e de baixo”. Num episódio depressivo não temos medida, tentando criar algum equilíbrio interno, mas sem grande sucesso. Uma das coisas que faz habitualmente é monitorizar o nosso funcionamento, procurando erros e ativando-se quando encontra um. Quando se instala uma depressão, as memórias que nos surgem são apenas as negativas, porque a memória é um processo dependente do estado emocional – se estamos contentes, lembramo-nos de coisas boas, mas, se estamos tristes só nos conseguimos lembrar do que foi também triste. Por isso, o ACC encontra uma imensidade de coisas que correram mal e fica hiper-ativado.Além disso, como também tem um papel importante a selecionar e a codificar as experiências que passam ou não para a memória de longo prazo, quando fica muito ativado, e os seus parceiros de baixo estão de mãos cheias com o stress e literalmente a encolherem, torna-se-lhe mais difícil prestar atenção ao que de novo se passa na vida, ficando a braços apenas com as memórias difíceis, mesmo que na realidade (lá fora) se estejam a passar coisas boas. Ficamos com tudo o que foi amargo e surdos ao que é bom.

E agora?

Bem, em psicoterapia, com ajuda das intervenções eficazes – e há várias abordagens demonstradas como muito eficazes em depressão – são criadas as condições, com técnicas criteriosamente escolhidas, para quebrar o ciclo vicioso de negativismo e inacção que mantém o cérebro neste modo e que, de outra forma, nos prenderia numa espiral descendente de negativismo. Algumas situações requerem intervenção psicofarmacológica, de acordo com critérios que começam  estar objetivados, pelo que já é possível o profissional de saúde dizer com alguma certeza se deve “tomar comprimidos” ou não, em conjunto com a intervenção psicoterapêutica.O que é fundamental reter: a depressão é muito comum e é uma doença séria que exige tratamento, tão rápido quanto possível. O tratamento é eficaz e existem diversas intervenções capazes de conseguirem resultados e fazê-lo sair de um estado que degrada a qualidade total de vida.

“A depressão ainda é um dos maiores segredos do cérebro humano”

Neurocientista aponta que o problema não tem origem apenas psicológica, mas também orgânica

Mesmo com todos os avanços da ciência, um problema tão antigo quanto comum permanece sendo um dos maiores desafios da ciência: a depressão. Desvendar esse complexo mistério é um dos trabalhos de Gitte Moos Knudsen, neurologista dinamarquesa e pesquisadora-chefe da Unidade de Pesquisa em Neurobiologia do Hospital da Universidade de Copenhagen (Dinamarca). . Gitte alcançou destaque ao identificar padrões de atividade cerebral que apontam funcionamentos cognitivos relacionados à depressão. Veja o que mais ela fala sobre o assunto.

Quais são os principais desafios da neurociência hoje, e como os especialistas no assunto vem tentando superá-los?

Penso que o maior desafio é entender como o cérebro humano funciona. Quanto as questões clínicas, as doenças que mais incomodam são a depressão, a doença de Alzheimer e outros danos que afetam uma grande quantidade de pessoas. É importante entender que essas doenças chamadas mentais são, na verdade, cerebrais.

O cérebro humano ainda é um órgão misterioso, cheio de segredos?

O cérebro humano ainda esconde diversos segredos, e a razão para isso é o fato dele ser um órgão extremamente complexo. Entender seu funcionamento é mais complexo ainda. Nossos cérebros possuem bilhões de neurônios que atuam em conjunto de uma forma dinâmica para modular nossas respostas às demandas do ambiente. Também existem diversos neurotransmissores e hormônios. A interação ente o genoma e os fatores epigenéticos, que pode ser definida de maneira simplificada como a maneira pela qual o ambiente modela o nosso sistema nervoso, é uma questão extremamente complexa e desafiadora. Portanto, existem diversas questões ainda a serem descobertas, mas penso que já avançamos consideravelmente rumo ao entendimento de como o cérebro humano funciona.

Quais as principais ameaças que nós humanos oferecemos a nosso cérebros?

As maiores ameaças se relacionam às drogas e lesões traumáticas, mesmo aquelas aparentemente leves. Essa questão tem sido cada vez mais debatida. As lesões que os jogadores de futebol americano sofrem são um exemplo, mas existem diversos outros tipo de concussões e contusões repetidas que passam despercebidas. A adoção de um estilo de vida pouco saudável, o estresse crônico e a presença de doenças clínicas não tratadas, como a hipertensão e o diabetes, também constituem em ameaças relevantes. Estamos progressivamente mais conscientes desses riscos e necessitamos ensinar à população em geral como evitá-los.

E que drogas são as mais danosas ao sistema nervoso?

Essa é uma questão complexa, já que devemos considerar fatores como os efeitos agudos e crônicos das drogas e o quão difundida é sua utilização. Se analisarmos quais drogas causam dano a um número maior de pessoas, no topo dessa lista de efeitos estão o álcool e o hábito de fumar. Não apenas por seus efeitos diretos sobre o cérebro e o corpo, mas também por sua utilização amplamente difundida. As legislações não abordam os perigos potenciais e a toxicidade dessas chamadas “drogas lícitas”. Talvez seja a hora de repensarmos nossa posição sobre isso não apenas como indivíduos, mas também como sociedade.

A depressão é uma doença do cérebro? Não é apenas uma doença psicológica, mas também orgânica?

A depressão é uma doença cerebral, que pode ser tratada de diversas maneiras. O fato da psicoterapia ser uma dessas maneiras não significa que a depressão seja um fenômeno de origem psicológica. Essa forma equivocada de pensar leva algumas pessoas a considerar que poderia ser possível aos pacientes superar a doença apenas com a vontade de mudar, e esse definitivamente não é o caso. Essas pessoas possuem uma doença cerebral e simplesmente não podem fazê-la desaparecer.

Essa reação pode ser descrita como o surgimento de padrões de atividade cerebral relacionados a um predomínio, em termos de valorização, dos aspectos negativos das experiências derivadas da exposição ao ambiente. Isso leva a uma sobrevalorização das emoções negativas, que acabam por anular as emoções positivas. Dessa forma, uma visão negativa prevalece sobre a visão neutra ou positiva dos fatos. Esse é o problema cognitivo básico relacionado à depressão.

Os antidepressivos tem sido prescritos de maneira exagerada? Eles são ruins para o cérebro?

Estou convencida de que os antidepressivos podem ser prescritos de forma exagerada em certas circunstâncias, e esse fato talvez esteja relacionado ao surgimento de uma percepção negativa desses medicamentos em certos meios. Como qualquer tratamento médico, os antidepressivos devem ser utilizados de forma cautelosa, e somente quando prescritos por médicos qualificados. Da mesma forma, também estou certa de que esses medicamentos são um dos melhores recursos que podemos utilizar para ajudar as pessoas que sofrem de condições incapacitantes como a depressão e algumas outras doenças mentais.

A depressão é uma doença crônica, ou seja, uma vez alvo do problema, a chance dele voltar é sempre maior?

O estudo dos fatores de risco ao cérebro humano pode nos levar a identificar alguns dos mecanismos básicos da depressão. A análise desses fatores pode nos proporcionar uma compreensão da doença sem fatores geradores de confusão que possam enviesar nossa percepção. É o que acontece, por exemplo, quando observamos o cérebro de uma pessoa deprimida que possua graves problemas sentimentais associados à depressão. Nesses casos, a doença é também mais difícil de ser tratada. É verdade que a depressão é um problema que tem uma tendência a reaparecer ao longo da vida, mas eu não a classificaria como uma doença crônica. Episódios depressivos não são uma condição crônica, e talvez seja mais adequado considerar a depressão como uma doença caracterizada por exacerbações, cujas crises podem ser desencadeadas pela exposição a fatores ambientais, embora também ocorram na ausência de qualquer fator desencadeante identificado

Depressão destrói partes do cérebro, afirma estudo-

A depressão persistente é causadora de danos cerebrais ao invés de ser um fator predisponente para isso, concluíram pesquisadores após décadas de hipóteses não confirmadas.(Fonte-Ciência online)

Umestudo publicado  na revista Molecular Psychiatry provou de uma vez por todas que a depressão recorrente encolhe o hipocampo – uma região do cérebro responsável pela formação de novas memórias – levando a uma perda da função emocional e comportamental.O encolhimento do hipocampo tem sido associado à depressão, mas estudos anteriores não foram conclusivos. Amostras de pequenas dimensões, variando os tipos de níveis de depressão e de tratamento, assim como a variação nos métodos de recolha e interpretação dos resultados, em conjunto conduziram a resultados inconsistentes e muitas vezes conflitantes.

Agora, através de uma análise global e transversal de imagens cerebrais de 9.000 pessoas, os cientistas foram capazes de conclusivamente associar os danos cerebrais à depressão. O encolhimento do hipocampo surge naqueles em que a depressão começa cedo (antes da idade de 21), assim como em pessoas que têm episódios recorrentes de depressão.Os pesquisadores notaram que era essa persistência que produzia o dano. De fato, aqueles que têm apenas um episódio de depressão não têm um hipocampo menor, por isso o tamanho do hipocampo não é um fator predisponente, mas uma conseqüência do estado da doença. Isso coloca a ênfase na identificação precoce dos casos persistentes ou recorrentes mais graves.É importante ressaltar que, em sistemas de identificação precoces, os cientistas devem dar atenção áqueles em que a depressão persiste ou é recorrente, porque eles são os únicos que vão ser mais prejudicados do ponto de vista do dano cérebro.Os pesquisadores utilizaram dados de scans de ressonância magnética (MRI) do cérebro e dados clínicos de 1.728 pessoas com depressão major e 7.199 indivíduos saudáveis, combinando 15 conjuntos de dados da Europa, EUA e Austrália. As amostras foram obtidas a partir da base de dados de grupo Enigma – um consórcio internacional que investiga perturbações psiquiátricas.

Este estudo confirma – numa amostra muito grande – uma descoberta que tem sido relatado em algumas ocasiões. É interessante que nenhuma das outras áreas subcorticais do cérebro sofram um efeito tão nefasto de forma tão consistente. Por esse movito, também se confirma que o hipocampo é particularmente vulnerável à depressão.

O hipocampo faz parte do sistema límbico do cérebro, ou do que é conhecido como o seu centro emocional. O sistema também contém a amígdala, uma outra parte do cérebro que parece também ser afectada pela depressão, mas em menor escala. O hipocampo desempenha um papel importante na consolidação e formação de novas memórias.Ainda assim, e apesar dos resultados do estudo serem importantes, eles não são susceptíveis de afectar imediatamente o tratamento clínico dos pacientes com depressão. Tal não acontecerá do dia para a noite, mas a investigação não deixa de ter implicações para o desenvolvimento de melhores tratamentos para a depressão.Assim, os investigadores devem no futuro medir os volumes das regiões individuais dentro do hipocampo, que são responsáveis ​​por diferentes funções cognitivas. Ter uma melhor compreensão de como são as diferenças de volume regionais proporcionará uma maior capacidade para tirar conclusões que visem o tratamento.Os cientistas esperam agora confirmar os danos do hipocampo na depressão através de estudos empíricos dirigidos precisamente a verificar esse facto. É importante notar, contudo, que os efeitos da depressão sobre o cérebro são reversíveis com o tratamento certo para o indivíduo, até porque o hipocampo é uma das áreas mais importantes de regeneração do cérebro, concluem os pesquisadores.

ESTRESSE E DEPRESSÃO LIGADO ÁS EMOÇÕES-~pelo Dr Drauzio Varella

Na depressão, o existir é um fardo insuportável. “A tristeza é tanta que acordo pela manhã e não encontro razão para levantar; só saio da cama porque permanecer deitada pode ser pior”, queixou-se uma senhora depois do terceiro episódio da doença. “Na depressão, a vida fica por um triz”, observou ela.

Depressão é a tristeza quando não tem fim, quadro muito diferente do entristecer passageiro ligado aos fatos da vida. É uma doença potencialmente grave que interfere com o sono, com a vontade de comer, com a vida sexual, com o trabalho, e que está associada a altos índices de mortalidade por complicações clínicas ou suicídio .É a mais comum de todas as enfermidades psiquiátricas, acomete mais as mulheres e apresenta caráter recidivante: depois do primeiro episódio, a probabilidade de ocorrer outro é de 50%; depois do segundo, sobe para 75%; e, depois do terceiro, para pelo menos 90%.

Se é uma doença psiquiátrica, que alterações acontecem no cérebro das pessoas deprimidas?Há 40 anos a explicação mais aceita tem sido a de que no cérebro dos deprimidos haveria diminuição da produção de certos neurotransmissores (substâncias que agem na transmissão de sinais entre os neurônios), entre os quais a serotonina provávelmente exerceria papel preponderante.A idéia de que baixos níveis de serotonina em certas áreas do cérebro seriam a causa da depressão, foi reforçada pela demonstração de que o aparecimento de medicamentos capazes de aumentar as concentrações cerebrais desse neurotransmissor (das quais as mais populares são a fluoxetina e a sertralina)beneficiou grande número de pacientes.Nos últimos dez anos, no entanto, a hipótese dos níveis inadequados de serotonina passou a ser cada vez mais contestada. O principal argumento contrário a ela foi o de que, embora concentrações diminuídas desse neurotransmissor tenham sido detectadas no sistema nervoso central de vítimas de tentativas violentas de suicídio, nunca foi possível demonstrar deficiência de serotonina no cérebro de pacientes deprimidos.

Em edição especial, a revista “Science” traz uma discussão sobre o conjunto de idéias mais aceito atualmente para explicar a depressão: a hipótese do estresse.Segundo essa hipótese, em resposta aos estímulos agressivos do ambiente, o hipotálamo produz um hormônio (CRF) para convencer a hipófise a mandar ordem para as suprarrenais produzirem cortisol e outros derivados da cortisona.Diversos trabalhos experimentais mostraram que esses hormônios do estresse (CRF, cortisol e outros) prejudicam a saúde dos neurônios, porque modificam a composição química do meio em que essas células exercem suas funções.

A persistência do estresse altera de tal forma a arquitetura dos circuitos neuronais que chega a modificar a própria anatomia cerebral. Por exemplo, provoca redução das dimensões do hipocampo, estrutura envolvida na memória, e área fundamental para a ação das drogas antidepressivas.

Pesquisadores da Universidade de Emery, em Atlanta, demonstraram a existência de períodos críticos na infância em que sofrer violência física, abuso sexual, ausência de cuidados maternos e outros tipos de estresse emocional podem conduzir à hipersecreção de CFR no hipotálamo, com consequente liberação de cortisol pelas suprarrenais, alterações associadas à depressão na vida adulta. Os pesquisadores concluíram que “muitas das alterações neurobioquímicas encontradas na depressão do adulto podem ser explicadas pelo estresse ocorrido em fases precoces da infância”.De fato, no estudo clínico conduzido em Atlanta, 45% dos adultos com quadros depressivos de pelos menos dois anos de duração haviam sido abusados, negligenciados ou sofrido perda dos pais na infância.Outro achado importante para definir o papel dos hormônios do estresse foi a demonstração recente de que a injeção de CRF diretamente no cérebro de animais de laboratório induz o aparecimento de quadros típicos de depressão e de distúrbios de ansiedade, sugerindo que depressão e ansiedade tenham mecanismos comuns e possam ser induzidas por fatores semelhantes. Talvez seja essa a justificativa para a maioria das pessoas com depressão na vida adulta referir personalidade hiper-ansiosa na infância e adolescência.

O ESTRESSE E A DEPRESSÃO

Até meados do século 20 acreditava-se que o número de neurônios era fixado no nascimento e permanecia estático durante toda a vida, entretanto, graças às pesquisas na área psiconeurológica sabe-se hoje que novos neurônios continuam sendo gerados no cérebro adulto de diversos animais, inclusive no ser humano. E o mais impressionante é que diversos fatores ambientais, entre eles o estresse, influenciam na reprodução dessas células nervosas.Durante décadas a ciência discutiu, sem chegar a conclusão alguma, a importância do ambiente e/ou da constituição na causa dos transtornos emocionais. Havia partidários da tendência psicodinâmica, atribuindo prioritÁriamente às vivências o desenvolvimento dos transtornos psíquicos e, por outro lado, havia partidários da corrente organicista, os quais arrastavam para o orgânico a responsabilidade quase exclusiva das alterações emocionais. O bom senso recomendava uma visão organodinâmica para esta questão, uma síntese das duas anteriores.

As pesquisas sobre as influências do ambiente na reprodução de novos neurônios e na estrutura cerebral (plasticidade) podem representar uma luz no fim do túnel; vivências traumáticas são capazes de inibir a reprodução neuronal e alterar a forma e tamanho de estruturas cerebrais, principalmente do hipocampo. Isso significa que nossas vivências influenciam na estrutura e na função de nosso cérebro.

Mas qual a importância dessa reprodução de neurônios? Entre outras coisas conhecidas e muitas desconhecidas, sabe-se hoje que a depressão é marcantemente influenciada pela renovação de neurônios, ou neurogênese, como é chamada.

Pesquisas mostram como as vivências e fatores ambientais acabam interferindo na microanatomia, na estrutura e na função cerebral. Resumindo, isso quer dizer que o estresse prolongado, as tensões crônicas, momentos repetitivos de raiva, de ansiedade, podem modificar a estrutura do cérebro.Não obstante e por outro lado, imagens do cérebro de pacientes deprimidas mostram uma diminuição de uma estrutura cerebral, o hipocampo. Estamos longe ainda de descobrir se foi o ovo ou a galinha que veio primeiro; se a depressão determina alterações no hipocampo ou se são estas que determinam a depressão. Os novos conhecimentos são cada vez mais impressionantes.

É certo que a exposição ao estresse tem um papel importante no desenvolvimento da depressão, no entanto, os mecanismos envolvidos nesta relação ainda são pouco conhecidos. Neurológicamente há evidências sobre a participação do hipocampo no desenvolvimento da depressão, e o estresse parece ser um importante fator na a diminuição da neurogênese. Conseqüentemente, o estresse e a inibição da neurogênese são importantes fatores no desenvolvimento da depressão.

Neurocientistas proeminentes defendem a teoria de que o mecanismo através do qual o estresse induziria depressão estaria ligado ao hipocampo: os hormônios do estresse suprimiriam o nascimento de novos neurônios nessa estrutura crucial para o processamento da memória. Tal suspeita ganhou ímpeto especialmente depois da publicação, meses atrás, de uma descoberta inesperada: depois de duas ou três semanas de tratamento com drogas antidepressivas começam a nascer novos neurônios no hipocampo (neurogênese). Esse achado explicaria também por que, apesar de os antidepressivos elevarem imediatamente os níveis cerebrais de serotonina, sua ação benéfica só se manifesta semanas mais tarde.

O conhecimento da arquitetura dos circuitos cerebrais envolvidos na depressão adquirido nos últimos dez anos provocou uma explosão de ensaios terapêuticos com drogas dotadas de mecanismos de ação muito diferentes das atuais. Estamos no limiar de descobertas que revolucionarão o tratamento dessa enfermidade tão debilitante.O hipocampo  era tradicionalmente relacionado à memória e aprendizagem, mas, pesquisas mais recente associam essa estrutura cerebral às respostas ao estresse e à neurogênese. Dentro desta linha de pesquisa se constata que o estresse pode causar alterações plásticas no hipocampo, as quais incluem alteração nos dendritos dos neurônios e inibição da neurogênese. Fechando hipóteses, sabe-se também que a depressão e os efeitos dos antidepressivos também têm sido associados à inibição e estimulação da neurogênese respectivamente.

Para facilitar o entendimento, é bom ter em mente que a função cerebral sadia precisa da neurogênese. Voltando ao hipocampo, muitos trabalhos mostram associação entre depressão e alterações cerebrais estruturais, notadamente no hipocampo. Segundo estudo bem elaborado por Lupien e col., a atrofia do hipocampo observada na depressão seria decorrente dos níveis elevados do cortisol, produzido pelas supra-renais durante o estresse. Coerentemente, está cada vez mais evidente que os antidepressivos podem prevenir a atrofia do hipocampo, bem como aumentar a neurogênese, principalmente se seu uso for crônico.Estudos de Sheline e colaboradores sobre a imagem cerebral também mostraram haver uma diminuição do volume do hipocampo em mulheres idosas com depressão, comparado com mulheres sem depressão e da mesma idade. Novamente constata-se que a perda de neurônios e a diminuição ou inibição da neurogênese deve-se a uma neurotoxicidade causada pela liberação excessiva do cortisol  pelas glândulas supra-renais durante o estresse. Esse aumento na liberação cortisol está fortemente relacionado aos episódios de depressão recorrentes.Três anos mais tarde, completando essa linha de pensamento, o mesmo grupo de pesquisadores relatou que a atrofia hipocampal presente nos pacientes com depressão se relaciona mais com a duração da doença do que com a idade dos pacientes (van Riedel, 2003).Em relação aos antidepressivos, também se estuda os efeitos desses medicamentos sobre o fenômeno da neurogênese. Em 2000, Malberg e colaboradoresmostraram que o tratamento com antidepressivo aumentou a neurogênese na região do hipocampo de ratos. O mesmo efeito não se observa com o uso de antipsicóticos. No ano seguinte esses resultados foram corroborados por Czeh e colaboradores. Nesse sentido, há fortes evidências de que os antidepressivos são capazes de aumentar a maturidade dos neurônios, assim como também a proliferação e sobrevida dos mesmos.Até o momento, os resultados das pesquisas são sugestivos de forte associação entre a diminuição de neurogênese e a depressão. Pode-se ainda cogitar sobre a diminuição da neurogênese preceder a depressão, aumentando a vulnerabilidade da pessoa às vivências estressoras ou mesmo modificando a capacidade adaptativa da pessoa ao ambiente (Scorza e colab., 2005). Por outro lado, esses estudos sobre neurogênese não invalidam outros fatores envolvidos na depressão, como por exemplo, a genética, os neurotransmissores, hormônios, estressores psicossociais e outros.

FONTE;Ballone GJ – Estresse e Alterações Cerebrais – in. PsiqWeb, www.psiqweb.med.br

O lítio é o mineral que inibe no cérebro a produção de PLA 2 e, com isso, promove a regulação dos receptores, fazendo com que os do tipo 1 da serotonina aumente e os tipos 2 de serotonina e da dopamina diminuam, além de aumentar a produção desse receptor. Trata-se de um átomo muito pequeno, que é liberado nos neurônios junto com o oxigênio, pelas hemácias do sangue.Atualmente utiliza-se muito o carbonato de lítio no combate à depressão, mas essa prática vem sendo questionada pela psiquiatria ortossistêmica em função do baixo poder de penetração desse composto nas células. Para produzir resultados nos pacientes, o carbonato de lítio acaba sendo administrado em doses altas e, por isso, é comum provocar problemas, como distúrbios na glândula tireóide.Para piorar o quadro, convencionou-se dosar a quantidade de lítio no plasma sanguíneo, o que é um equívoco. O ideal é fazer a dosagem do lítio nas hemácias, o que é menos simples, mas que de fato pode verificar o teor intracelular do mineral. O lítio das hemácias deve estar sempre mais alto que o plasmático, para garantir que o organismo tenha condições de sair da depressão.

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AS RELAÇÕES – O CONFLITO – A SOCIEDADE – A POBREZA – AS DROGAS – A DEPENDÊNCIA – A COMPARAÇÃO – O DESEJO – OS IDEAIS – A HIPOCRISIA-por Jiddu Krishnamurti

Resultado de imagem para imagens de jidduA cessação da violência, que acabamos de considerar, não implica necessariamente um estado em que a mente fica em paz consigo mesma e, por conseguinte, em todas as suas relações.

As relações entre os seres humanos se baseiam no mecanismo defensivo, formador de imagens. Em todas as relações cada um de nós forma uma imagem a respeito de outrem e as duas imagens ficam em relação e não os próprios entes humanos. A esposa tem uma imagem do marido – talvez inconsciente, contudo existente – e o marido tem uma imagem da esposa. Temos uma imagem a respeito de nosso país e a respeito de nós mesmos e estamos constantemente a fortalecer essas imagens, acrescentando-lhes sempre alguma coisa. A relação existente é entre essas imagens. A verdadeira relação entre dois ou vários seres humanos cessa completamente, quando há a formação de imagens.

A relação baseada em tais imagens jamais produzirá a paz, porquanto as imagens são fictícias, e não se pode viver abstratamente. Entretanto, é isto o que todos fazemos: vivemos entre idéias, teorias, símbolos, imagens que criamos a respeito de nós mesmos e de outros e que, em absoluto, não são realidades. Todas as nossas relações, sejam com a propriedade, sejam com idéias ou pessoas, se baseiam essencialmente nessa formação de imagens e, por essa razão, existe sempre conflito.

Como é então possível estarmos completamente em paz em nosso interior e em todas as nossas relações com outros? A vida é um movimento de relações, pois de outro modo não há vida; e se essa vida está baseada numa abstração, numa idéia, numa suposição especulativa, então esse viver abstrato produzirá inevitavelmente relações que se tornam um campo de batalha. Ora, será possível ao homem viver uma vida interior de perfeita ordem, sem compulsão, imitação, repressão ou sublimação, em nenhuma forma? Pode o homem estabelecer, em si mesmo, uma ordem que seja uma qualidade viva, não aprisionada na estrutura das idéias – uma tranqüilidade interior que não conheça perturbação em momento algum – não num mundo abstrato, fantástico, mítico, porém na vida de cada dia, no lar e no emprego?

Devemos examinar esta questão muito cuidadosamente, porquanto não há um só ponto em nossa consciência não contaminado pelo conflito. Em todas as nossas relações, sejam com a pessoa mais íntima, sejam com nosso vizinho ou a sociedade, esse conflito existe – o conflito é uma contradição, um estado de divisão, de separação, de dualidade. Observando-nos e observando nossas relações com a sociedade, notamos que em todos os níveis de nossa existência há conflito, de menor ou maior importância, o qual provoca ou reações muito superficiais ou conseqüências devastadoras.

Resultado de imagem para imagens de jidduO homem aceitou o conflito como parte da existência diária, porque aceitou a competição, o ciúme, a avidez, a ganância e a agressão como norma natural da vida. Quando aceitamos tal norma de vida, estamos aceitando a estrutura social tal qual é e vivendo segundo o padrão da respeitabilidade. E é nessa rede que está aprisionada a maioria, visto que quase todos aspiram a ser respeitáveis. Examinando nossa mente e coração, nossa maneira de pensar, nossa maneira de sentir e de agir na vida diária, observamos que, enquanto estamos a ajustar-nos ao padrão da sociedade, a vida tem de ser um campo de batalha. Se não a aceitamos – pois uma pessoa religiosa não pode de modo nenhum aceitar uma tal sociedade – estaremos então completamente livres da estrutura psicológica da sociedade.

A maioria de nós é rica das coisas da sociedade. O que a sociedade criou em nós e, também, o que criamos em nós mesmos, é avidez, inveja, cólera, ódio, ciúme, ansiedade – de tudo isso somos muito ricos. As religiões, em todo o mundo, sempre pregaram a pobreza. O monge toma um hábito, muda de nome, rapa a cabeça, entra numa cela e faz voto de pobreza e de castidade; no Oriente eles trajam uma tanga, um manto e só tomam uma refeição por dia. Todos nós respeitamos essa espécie de pobreza. Mas, os homens que vestiram o manto da pobreza continuam, interiormente, psicologicamente, ricos das coisas da sociedade, porquanto estão ainda em busca de posição e de prestígio; pertencem a esta ou àquela ordem, a esta ou àquela religião; continuam a viver nas divisões próprias de uma dada cultura ou tradição. Isso não é pobreza. Pobreza é estar completamente livre da sociedade, mesmo possuindo algumas roupas e tomando mais refeições – meu Deus! Que importa isso? Mas, infelizmente, na maioria das pessoas existe esse impulso para o exibicionismo.

A pobreza se torna uma coisa maravilhosa e bela, quando a mente está livre da sociedade. Temos de ser pobres interiormente, porque então não há mais buscar, nem indagar, nem desejar, nem – nada! Só essa pobreza interior pode ver a verdade existente numa vida completamente sem conflito. Tal vida é uma bênção não encontrável em nenhuma igreja ou templo.

Mas, como será possível nos libertarmos da estrutura psicológica da sociedade, o que equivale a “libertar-nos da essência do conflito? Não é difícil aparar ou podar certos ramos do conflito; mas estamos perguntando a nós mesmos se é possível vivermos em completa tranqüilidade interior e, por conseguinte, exterior. Isso não significará vegetar ou estagnar. Ao contrário, tornar-nos-emos dinâmicos, cheios de vitalidade e de energia.

Resultado de imagem para imagens de jidduPara compreendermos e nos libertarmos de um problema, necessitamos de abundante energia, apaixonada, persistente, não só energia física e intelectual, mas também uma energia independente de qualquer motivo, de qualquer estímulo psicológico ou droga. Se dependemos de algum estímulo, esse próprio estímulo tornará a mente embotada e insensível. Tomando uma certa droga, podemos encontrar, temporariamente, energia suficiente para vermos as coisas muito mais claramente, mas temos de voltar ao estado anterior e, por conseguinte, nos tornarmos cada vez mais dependentes dessa droga. Assim, todo estímulo, seja da igreja, seja do álcool ou das drogas, da palavra escrita ou falada, acarretará inevitavelmente a dependência – e essa dependência nos impede de ver claramente, por nós mesmos, e, por conseguinte, de ter a energia vital.

Infelizmente, todos nós dependemos de alguma coisa. Por que dependemos? Por que existe esse impulso a depender? Estamos viajando juntos; não estais à espera de que eu vos mostre as causas de vossa dependência. Se investigarmos juntos, nós as descobriremos, e tal descobrimento será então vosso e, por conseguinte, sendo vosso, vos dará vitalidade.

Descubro por mim mesmo que dependo de uma certa coisa, de um auditório, por exemplo, para ser estimulado. Desse auditório, do falar a uma grande reunião de pessoas, me vem uma certa espécie de energia. Conseqüentemente, dependo desses ouvintes, dessas pessoas, quer concordem, quer não concordem comigo. Quanto mais discordarem de mim, tanto mais vitalidade me darão. Se concordam, o que lhes digo se torna uma coisa muito superficial, vazia. Assim, descubro que necessito de ouvintes, porque é uma coisa muito estimulante dirigir a palavra a muitas pessoas. Ora, por quê? Por que tenho essa dependência? Porque interiormente nada tenho, interiormente não existe em mim uma fonte sempre cheia, abundante de vida e de movimento. Por isso, eu dependo. Descobri a causa.

Mas o descobrimento da causa me livrará de ser dependente? O descobrimento da causa é puramente intelectual e, portanto, evidentemente, não pode libertar a mente de sua dependência. A mera aceitação intelectual de uma idéia ou a aquiescência emocional a uma ideologia, não pode libertar a mente da dependência daquilo que lhe dá estímulo. O que liberta a mente da dependência é o percebimento da inteira estrutura e natureza do estímulo e da dependência e de como essa dependência torna a mente estúpida, embotada e inerte. Só o percebimento dessa totalidade liberta a mente.

Resultado de imagem para imagens de jidduCumpre, pois, investigar o que significa ver totalmente. Enquanto eu estiver vendo a vida de um certo ponto de vista, de uma dada experiência ou conhecimento que acumulei e que constitui o meu fundo, meu “eu”, não posso ver totalmente.

Descobri intelectualmente, verbalmente, pela análise, a causa de minha dependência, mas tudo o que o pensamento investiga só pode ser fragmentário e, portanto, só posso ver a totalidade de uma coisa quando o pensamento não interfere.

Percebo então o fato – minha dependência. Percebo realmente o que é. Vejo-o sem agrado nem desagrado, e não desejo libertar-me dessa dependência ou de sua causa. Observo-a e com essa qualidade de observação percebo o quadro inteiro; e quando a mente percebe o quadro inteiro, dá-se a libertação. Ora, descobri que há uma dissipação de energia quando há fragmentação. Descobri a própria fonte da dissipação da energia.

Podeis pensar que não há desperdício de energia se imitais, se aceitais a autoridade, se dependeis do sacerdote, do ritual, do dogma, do partido, ou de uma certa ideologia, mas o aceitar e seguir uma ideologia, boa ou má, sagrada ou profana, é uma atividade fragmentária e, portanto, uma causa de conflito; e o conflito surge inevitavelmente quando há separação entre o que “deveria ser” e “o que é”, e todo conflito é dissipação de energia.

Se fazeis a vós mesmo a pergunta: “Como posso libertar–me do conflito?” – estais criando outro problema e, por conseguinte, aumentando o conflito, ao passo que, se o perceberdes simplesmente como um fato – o virdes como veríeis um objeto concreto – clara e diretamente – compreendereis então a essência, a verdade de uma vida inteira isenta de conflito.

Em outras palavras: Estamos sempre a comparar o que somos com o que deveríamos ser. O “deveria ser” é uma projeção do que pensamos que deveríamos ser. A contradição existe quando há comparação, não só com alguma coisa ou pessoa, mas também com o que ontem éramos, e, por conseguinte, há conflito entre o que foi e o que ê. Só existe O que ê quando não há comparação de espécie alguma, e viver com o que é, é viver em paz. Podeis aplicar então toda a vossa atenção, sem distinção alguma, ao que existe dentro de vós mesmo – desespero, malevolência, brutalidade, medo, ansiedade, solidão – e viver com isso, completamente; não há então contradição e, por conseguinte, não há conflito.

Mas, estamos continuamente a comparar-nos – com os que são mais inteligentes ou mais ricos, mais intelectuais, mais afetuosos, mais famosos, mais isto e mais aquilo. O “mais” tem um importantíssimo papel em nossas vidas; essa medição de nós mesmos com alguma coisa ou pessoa é uma das principais causas do conflito.

Ora, por que é que existe comparação? Por que vos comparais com outrem? Essa comparação vos foi ensinada desde a infância. Em toda escola, A é comparado com B, e A destrói a si próprio, a fim de igualar-se a B. Quando não se faz comparação alguma, quando não há ideal, nem oposto, nem fator de dualidade, quando não mais lutais para serdes diferente do que sois – que aconteceu à vossa mente? Vossa mente deixou de criar o oposto e se tornou altamente inteligente e sensível, capaz de extraordinária percepção, porquanto todo esforço é dissipação de paixão – a paixão que é energia vital – e nada se pode fazer sem paixão.

Se não vos comparais com outra pessoa, sois o que sois. Pela comparação esperais evolver, tornar-vos mais inteligente, mais belo. Mas, consegui-lo-eis? O fato é o que sois, e quando o comparais, estais fragmentando o fato – o que é desperdício de energia. O verdes o que na realidade sois, sem comparação, vos dá uma tremenda energia para olhar. Quando vos podeis olhar sem comparação, já transcendestes a comparação, e isso não significa que a mente se estagna no contentamento. Vemos, pois, em essência, como a mente desperdiça a energia que é tão necessária para se compreender a totalidade da vida.

Não desejo saber com quem estou em conflito; não desejo conhecer os conflitos periféricos de minha existência; o que desejo saber é por que razão existe o conflito. Ao fazer a mim mesmo essa pergunta, percebo uma questão fundamental que nada tem em comum com os conflitos periféricos e suas soluções. Estou interessado no problema central e vejo – talvez vós também o vejais – que a própria natureza do desejo, se não for devidamente compreendida, levará inevitavelmente ao conflito.

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Visão pessoal…

O desejo está sempre em contradição. Desejo coisas contraditórias. Não estou dizendo que devo destruir, reprimir, controlar ou sublimar o desejo: estou vendo, simplesmente., que o desejo em si é contraditório. Não é o objeto do desejo, mas a sua verdadeira natureza que é contraditória. Tenho de compreender a natureza do desejo, antes de poder compreender o conflito. Em nós mesmos, vemo-nos num estado de contradição, e este estado de contradição é criado pelo desejo – sendo o desejo a busca do prazer e o evitar a dor que já conhecemos. Assim, vemos o desejo como a raiz de toda contradição – desejando uma coisa e ao mesmo tempo não a desejando: uma atividade dual. Quando fazemos uma coisa agradável não há esforço algum, há? Mas o prazer traz a dor e vem em seguida a luta para evitar a dor: mais uma maneira de dissipar energia. Por que é que existe dualidade? Há, decerto, dualidade na natureza – homem e mulher, luz e sombra, noite e dia; mas, interiormente, psicologicamente, por que temos a dualidade? Pensemos nisso de maneira completa; Por que temos essa dualidade psicológica? É por que fomos educados para comparar sempre “o que é” com o que “deveria ser?” Fomos condicionados para discriminar o que é certo e o que é errado, o que é bom e o que é mau, o que é moral e o que é imoral. Terá surgido esta dualidade porque acreditamos que se pensarmos no oposto da violência, no oposto da inveja, do ciúme, da mediocridade, isso nos ajudará a libertar-nos dessas coisas? Servimo-nos do oposto como de uma alavanca para nos livrarmos de “o que é”? Ou trata-se de uma fuga à realidade?Será que nos servimos do oposto como meio de evitar “o que é”, por não sabermos o que fazer com ele? Ou fomos ensinado, por milhares de anos de propaganda, que deveríamos ter um ideal – o oposto de “o que é” – para poder enfrentar o presente? Quando temos um ideal, cremos que ele nos ajudará a libertar-nos de “o que é”, o que, entretanto, nunca acontece.Podemos pregar a não-violência até o fim de nossa vida, e em todo esse tempo estar semeando os germes da violência.Temos um conceito do que deveria ser e de como devemos agir, e o fato é que estamos sempre atuando de maneira completamente diferente. Vê-se, pois, que os princípios levam inevitavelmente à hipocrisia e a uma vida desonesta. É o ideal que cria o oposto de “o que é”; assim, se souberdmos ficar com “o que é”, o oposto se tornará desnecessário.O procurarmos tornar-nos igual a outrem ou igual ao nosso ideal,isso é uma das principais causas de contradição, de confusão e de conflito. A mente que está confusa, não importa o que faça, em qualquer nível que deseja, permanecerá confusa. Vejo isso muito claramente; vejo-o com tanta clareza como vejo um perigo físico imediato. Que acontece, pois? Deixo de agir em termos de confusão. Por conseguinte, a inação e ação se completa.

Inspiração….

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O “Inferno de Dante”

A religião é uma instituição financeira tanto quanto” se propõe “a ser  espiritual. Sem as compulsórias doações dos fiéis, as religiões como organizações sociais não sobreviveriam.Não é surpreendente que as maiores religiões do mundo – Judaísmo, Cristianismo( as mais enfáticas em tais práticas), Islamismo, Budismo e Hinduísmo(que também são religiões institucionalizadas) – promovam a acumulação de riquezas através de seus sistemas de crenças, o que contribui para a prosperidade econômica.Incentivos espirituais como a danação e a salvação são motivadores eficientes. Por isso, religiões que dão ênfase à crença no inferno são mais propensas a contribuírem para a prosperidade econômica do que as que enfatizam a crença no paraíso.Tudo isso por causa do MEDO que causam nos mais incautos e desinformados, já que a estrutura organizacional, assim como o sistema de crenças de uma religião, afeta diretamente sua habilidade de arrecadar fundos dos fiéis.

Vejamos a Etimologia da palavra;

Inferno é um termo usado por diferentes religiões, mitologias e filosofias, representando a morada dos mortos, ou lugar de grande sofrimento e de condenação. A origem do termo é latina: infernum, que significa “as profundezas” ou o “mundo inferior”.

A palavra inferno, que hoje conhecemos, origina-se da palavra latina pré-cristã inferus “lugares baixos”, infernus.Na Bíblia latina, a palavra é usada para representar o termo hebraico Seol e os termos gregos Hades e Geena, sem distinção. A maioria das versões em idioma Português seguem o latim, e eles não fazem distinção do original hebraico ou grego.

A Enciclopédia Americana diz: Muita confusão e muitos mal-entendidos foram causados pelo fato de os primitivos tradutores da Bíblia terem traduzido persistentemente o hebraico Seol e o grego Hades e Geena pela palavra inferno. A simples transliteração destas palavras por parte dos tradutores das edições revistas da Bíblia não bastou para eliminar apreciávelmente esta confusão e equívoco.

O significado atribuído à palavra inferno atualmente é o representado em A Divina Comédia de Dante, e no Paraíso Perdido de Milton, significado este completamente alheio à definição original da palavra. A ideia dum inferno de tormento ardente, porém, remonta a uma época muito anterior á eles.

Considerando que a fusão entre paixão, desejo, pecado e condenação envolvida na imagem do Inferno, permitiram ao imaginário contemporâneo imaginar antes lugar de prazer e de servidão ao prazer do que propriamente de sofrimento ou purificação. O fenômeno é bem observado na cultura cristã que, no seguimento dos esforços aplicados às ideias de purificação do monoteísmo, condenou as divindades mais materiais da fertilidade, das paixões e da energia sexual, o que literalmente as transformou em demônios. Assim, os arquétipos da paixão e do prazer ficaram associados ao do inferno, com a consequente mudança de sentido e de atração sobre a imaginação.Outras correntes de pensamento atuais, curiosamente também com base na cultura católica-cristã, demonstram a sua opinião de inferno não como um local físico, mas antes como um estado de espírito, indo ao encontro da ideia preconizada por diversas correntes filosófico-religiosas partidárias da reencarnação.

SOBRE LÚCIFER-DEFINIÇÃO ETIMOLÓGICA

Lúcifer é uma palavra latina que significa PORTADOR DA LUZ,a  ou aquele que traz a luz onde ela se faz necessária. Por isso mesmo foi associado ao planeta Vênus, a “estrela matutina” que aparece ao horizonte antes do nascer do Sol.A confusão começou quando fizeram a versão popular da Bíblia, a chamada Vulgata Romana. Foi feita a mando do Papa por Jerônimo, por volta de 400 d.C, para fazer uma versão simplificada, vulgar e em latim para o povo poder ler. Pela própria definição, não é a bíblia original.Lúcifer foi o nome usado na tradução da palavra hebraica hêlîl (como era chamado o planeta Vênus). Daí para associar Lúcifer aos anjos caídos foi um passo. Ele também foi associado a Samael(o anjo da morte, adversário de Michael), marido de Lilith e líder dos anjos que foram banidos.

A Igreja Católica Apostólica Romana  fez um grande esforço para espalhar pelo mundo esta ideia de inferno, divulgando com toda força pinturas e histórias trevosas, causando medo e espalhando o terror por todos os lugares onde conseguissem chegar . A divulgação do inferno e da idéia do castigo eterno foram muito mais divulgados do que qualquer outro conceito adotado por ela. Quem não obedecesse sem questionar TODAS as ordens da igreja, seria condenado em vida a morrer de alguma forma chocante (para servir como exemplo) e condenado em morte a passar o resto da eternidade queimando nos quintos dos infernos. Fizeram um ótimo trabalho de propaganda e divulgação e até hoje este lugar provoca calafrios em quem acredita.

Quando estudamos as Egrégoras, criações de formas-pensamento á respeito do inferno, podem ser construídas e até mesmo cristalizadas. Partindo deste princípio, algumas tradições acreditam que lugares parecidos com este conceito de inferno se cristalizaram no planos astrais mais próximos à crosta da Terra. Supondo que uma só pessoa já é o suficiente para construir um templo astral e imaginando o número de pessoas que vem durante séculos pensando, temendo e visualizando o inferno, podemos ter uma ideia do quanto a coisa pode ter sido cristalizada. De acordo com essas tradições, algumas egrégoras formaram vários” infernos”, e todos são habitados principalmente por humanos “desencarnados”; no Espiritismo,por exemplo, estes lugares são conhecidos como Umbral. Esses lugares de vibrações mais densas variam muito, pois nada mais são do que NÍVEIS CONSCIENCIAIS, então, seguindo a Lei de Causa e Efeito, cada um tem o inferno que merece.

Uma pessoa que passou a vida “temendo ou adorando o demônio” e acreditando mesmo na existência de um” Paraíso e de um Inferno”, após desencarnar não se julgando merecedora do paraíso, acaba indo parar nestas zonas mais baixas, junto a outras pessoas com mesmas afinidades vibracionais e de pensamentos. Ser merecedor de determinado inferno tem mais a ver com a sintonia vibracional do que com pecados, culpas e definições humanas do que é certo ou errado;Pela Lei de Causa e Efeito, naturalmente uma pessoa que passou a vida causando problemas ás vidas de outrem, irá parar num lugar com vibrações semelhantes as que ele emanava e atraía.

O inferno é uma criação humana, sempre houve e sempre haverá um arquétipo que nos remeta a este lugar. Diversas tradições do mundo trazem histórias e crenças a respeito de lugares que se assemelham ao inferno. Os Demônios, diabos e Cia, também são criações humanas e todas essas coisas são figuras alegóricas que constelam nosso inconsciente coletivo, auxiliando a  involução da humanidade ao longo das eras. A Igreja fez o favor de demonizar tudo o que fizesse parte das outras religiões, Baal, Baco, Belzebu, Cernunnos, Exú, Kali, Loki, Lúcifer, Tupã e tantos outros associando suas características e imagens à figuras do mal personificado. Automáticamente, todos os que adoravam os deuses pagãos, adoravam o Demônio. E por conta disso muita gente foi assassinada em nome de um “Deus cheio de amor e misericórdia”. O trabalho foi tão bem feito que isso continua até nos dias atuais.

Resumindo,o inferno é visto tanto em certas tradições gnósticas, como nas mais ancestrais teologias hebraicas, como o «mundo espiritual», e não como o «inferno» que os padres Católico -Romanos “venderam” ao povo durante a Idade Média, apenas para o amedrontar e assim manter sob sua alçada, guiado pelo grilhões do medo. Esta noção que a igreja católico – romana criou de um Inferno punitivo, assim como a criação imaginária de um «purgatório», serviram apenas para vender «bulas papais» e «perdões celestiais» ás classes mais altas da sociedade, enriquecendo assim os cofres do Vaticano de tal forma, que assim se edificou uma das mais invejáveis fortunas do mundo que ainda hoje existe.

A troco da salvação de uma alma, (para que ela não acabasse no inferno, ou para que ela saísse rapidamente do purgatório e fosse para o céu), a igreja católica vendia perdões papais que «limpavam» todos os pecados de uma alma. Claro, fazia-o em troca de elevadas quantias de dinheiro, ou grandes doações de patrimônio. Assim, se construiu a fortuna do Vaticano, sob a idéia da existência de um «inferno» punitivo que tanto assustou as pessoas e tanto dinheiro gerou aos cofres da igreja. Esta noção de «inferno», foi a maior fonte de receitas financeiras da igreja, motivo pelo qual o Vaticano acumulou fortunas ao longo de séculos e séculos, tornando-se assim no mais rico estado do mundo. No entanto, por muito lucrativa que essa noção de «inferno» seja para o catolicismo, a verdade é que não existe, é apenas uma invenção criada a partir do conceito hebraico de «sheol», que significa: túmulo, cova, sepultura, ou seja: apenas «mundo dos espíritos».

Segundo as noções místicas hebraicas mais ancestrais, o «sheol», é o lugar para onde as almas humanas, após a morte do corpo, ingressam; ou seja, não existe uma noção de «inferno» punitivo neste conceito, mas antes a mera noção do «mundos dos mortos», ou o «mundo dos espíritos», onde aí vivem em espírito todos aqueles que “deixaram o corpo físico” e na verdade, não se trata de nenhum «inferno».

O INFERNO QUE NÓS CRIAMOS PARA NÓS MESMOS;NOSSOS MAUS HÁBITOS

A mudança em relação à Transição Planetária segue a lei da correspondência, fazendo com que as transformações sejam em todos os corpos. O interno e o externo mudam. Quem acha que está mudando mas não teve alteração alguma no corpo físico, de fato não está mudando. Os corpos superiores de algumas pessoas estão mudando e precisarão de corpos inferiores que acompanhem esta mudança. Na prática, isto se reflete na diminuição do consumo de álcool e o banimento do consumo de carne, pois a vibração do novo mundo e do novo homem não terá lugar para essas baixas vibrações . O Eu Interior do homem, mais consciente, bem sabe disto e está preparando os corpos materiais para que passem a se nutrir de outra forma, mais saudável. As pessoas que se preparam para a evolução estão mais atentas ao seu Eu Interior, que vai naturalmente rejeitar o que não lhe faz bem.A evolução da alma manifesta-se com a evolução do corpo físico e é uma via de mão dupla. Assim como o consumo de álcool e de carne vem sendo diminuído progressivamente, para findar-se na completa eliminação ou sendo eliminado, há outros elementos materiais objetivos que refletem a preparação individual para o novo mundo.

As pessoas que habitam a Terra possuem vários níveis de evolução espiritual. Todavia, dentre tantos níveis, tudo está sendo dividido bruscamente em dois níveis distintos: de um lado as pessoas que estão se preparando e já estão prontas para um novo mundo e do outro as pessoas que não estão se preparando, não estão prontas, não querem se preparar e insistem em não evoluir. A Terra, dotada de uma consciência inteligente e de Vontade própria, deseja evoluir e seguindo a lei da afinidade, as pessoas que não quiserem se preparar e se adaptar á este novo mundo não encarnarão mais na Terra e passarão a encarnar em planetas que seguem o seu padrão vibratório, o da matéria densa e da densidade.

No que tange aos dois extremos dos níveis de evolução das pessoas na Terra, pode-se colocar em um ponto o materialismo e no outro extremo a espiritualidade. O materialismo não é apenas o desejo de consumo, mas a afinidade excessiva com as coisas da matéria e da mente. São as pessoas cujo objetivo de vida e que tudo que fazem, é voltado à matéria e ao Eu Exterior(aqui está o inferno criado por elas mesmas). Estes dois pontos estão ficando cada vez mais distantes. As pessoas voltadas à matéria e à mente estão cada vez mais voltadas à matéria e à mente e as pessoas voltadas à espiritualidade e à consciência, cada vez mais voltadas à espiritualidade e à consciência, já que tudo é uma questão de escolha individual. Assim será cada vez mais, mostrando que há duas humanidades na Terra. Duas humanidades dispostas a seguir caminhos diferentes e que naturalmente deverão habitar planetas diferentes, já que apenas uma poderá continuar na Terra, aquela que acompanhar a vibração do próprio planeta, através do processo de evolução do orbe terrestre ,estará no  caminho da consciência, da conexão com o Eu Interior.

O novo mundo é para as pessoas que vivem para a evolução e para a conexão. Esta é uma forma de consciência que foi trabalhada por séculos, por várias vidas; as quais representam o tempo que foi dado para que todos evoluíssem e que está acabando. Existem compreensões acerca da espiritualidade que já passaram da hora de ser compreendidas(céu, inferno, purgatório, dogma, religião institucionalizada,mitos e lendas para encobrir verdades,manipulações plantadas através dos séculos para controle,etc) e que não representam a preparação para o novo mundo. Ninguém é “espiritualizado” por acreditar em Deus,temer o inferno e o purgatório, acreditar em “penitências e punições divinas” e em tantos outros conhecimentos primitivos da espiritualidade. Isso a humanidade teve milênios pra aprender e se quem ainda está neste nível de evolução não está preparado para o “algo a mais do Novo Mundo”, que será de abertura para evoluções e conexões do planeta Terra e da humanidade, muito menos está quem não alcançou estes conhecimentos primários.

Como são as pessoas que fazem o lugar que habitam( Céu e Inferno particulares) e não existe mágica para transformar o interior de ninguém, não haveria evolução da humanidade e da Terra, se as mesmas pessoas, com os mesmos defeitos e a mesma insistência em não evoluir e em viver em razão da matéria continuassem a habitar o mesmo local e é por isso que nem todos vão acompanhar a Terra e a humanidade na Transição Planetária.

Visão pessoal…

O Inferno jamais é um local e, sim, a forma como o ser humano atua com sua mente e com as suas definições. Nós criamos o nosso estado de inferno com a maneira pela qual encaramos as nossas dificuldades que, efetivamente, foram criadas por nós.Transformar o inferno, um estado de consciência, como se fosse um local, é apenas para criar medo nas pessoas e quem tem medo está sob controle. Se nós nos punirmos, castigar-­nos para conseguir alcançar um objetivo, nós estaremos criando o nosso inferno… Não precisamos agir assim. Assim, o inferno faz parte de nós e de como nos colocamos com relação ao momento, ao eventual problema e ao meio em que vivemos. Sair dele depende também de nós, de nossa reação positiva. Não é verdadeiro pensar que exista um comandante de nosso inferno, que não sejamos nós mesmos. Quanto mais adestrada foi a pessoa, no seu processo de educação, mais fácil será para ela se encontrar no estado de inferno. O adestrado é um medroso e quem tem este sentimento é uma presa fácil dos aproveitadores.

Inspiração…

1-La Science de la Religion

Max Müller
2-Cânon e História Social
Frank Crusemann
3-Do Inferno
Allan More
4-Cristianismo e Paganismo-A conversão da Europa Ocidental
Jucelyn Nigel Hellgarth
5-Inferno
Dante Alighieri
6-Histoire Philosophique du Genre Humain
Fabre d’ Olivet
7-O Céu e o Inferno
Allan Kardec
8-Desvendando Inferno
Michael Hagg
9-Vestigés des Principaux Dogmes Chrétiéns
R.P. De Premare
10-Introduction de L’histoire des Religions
Theodore Robinson
Monicavox
Recomendo….
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