A Cozinha de Monicavox-Porque viver sem glúten….com receitas

 Resultado de imagem para imagens de vida sem glutenManter a ordem, em vez de corrigir a desordem, é o princípio básico da sabedoria. Curar a doença depois que ela aparece é como cavar um poço quando se tem sede, ou, forjar armas com a guerra iniciada.

Nei Jing, século II a.C.

Alimentação é tão importante quanto o ar que respiramos. E, para ser saudável, este estado de condição, passa necessáriamente, pelo alimento que ingerimos e hábitos de vida.Acreditem, muitas doenças acontecem, porque somos displicentes, em não buscar conhecimento sobre o que estamos comendo.

Muito se ouve falar nesse tal de glúten. Mas, você sabe o que é, exatamente? O glúten é um composto de proteínas encontrado na farinha de trigo, na aveia, no centeio, na cevada e no malte.“Essas proteínas são chamadas prolamina e glutelina e elas aparecem combinadas com o amido no alimento. A gliadina e a glutenina (que são a prolamina e a glutelina do trigo) representam a grande maioria das proteínas do trigo. O glúten é responsável pela elasticidade das massas e é o que faz o pão crescer“, explica Bela Gil, chef e nutricionista formada pela Hunter College de Nova York.

A alimentação do passado longínquo

O que todos os especialistas apontam é que nunca se comeu tanto glúten como hoje e esses alimentos costumam ser bastante calóricos.No caso do trigo, por séculos, ele foi cultivado, sem nenhum problema que causasse danos à saúde.A base da alimentação dos nosso ancestrais, antes do surgimento da agricultura era, segundo o Dr. David Permute: 75% de gordura 20 % de proteína e 5% de carboidratos. Hoje: 20% de gordura 20% de proteínas e 60% carboidratos. Ele afirma que: nossas doenças crônicas contemporâneas, pela lente de um denominador comum é o processo inflamatório, alerta também que, umas das origens de problemas cerebrais, em muitos casos, é predominantemente alimentar.

Estamos tão condicionados nos alimentar com trigo, que só em pensar em tirá-los da nossa dieta, pode ser doloroso. Porém, a partir das informações e, da conta que pagamos, ficando doentes, é um incentivo buscar alternativas.

Os alimentos mais ricos em glúten são aqueles derivados e fabricados com trigo, aveia, cevada, centeio e malte, como bolos, pães, biscoitos, macarrão, tortas, cerveja, whisky, pizzas, molhos e temperos prontos.Ao diminuir o consumo desses alimentos, naturalmente se tira algumas muitas calorias a mais do cardápio.Enquanto isso, no grupo dos alimentos que não possuem glúten estão a tapioca, biscoito de polvilho, macarrão de arroz, pipoca, frutas, vegetais, legumes,arroz integral, feijão, amaranto, quinoa, fubá, mandioca, milho, linhaça, trigo sarraceno, cacau e creme de arroz.

Imagem relacionadaO PÃO NOSSO DE CADA DIA

O pão e outros alimentos, preparados com o trigo, sustentam os seres humanos a séculos. A partir da década de cinquenta, do século passado, começaram os experimentos em laboratório, ou seja, esse trigo de hoje, já não é nem sombra do original. É apaixonante e, ao mesmo tempo assustador, descobrir que, ao comermos um pãozinho, estamos envenenando nosso corpo.Questione-se sobre como você se alimenta, busque a informação, para seu bem-estar e da sua saúde.

Prestem atenção no que o Dr.Willian Daves, em seu livro Barriga de Trigo, diz: O trigo é um dos poucos alimentos que conseguem alterar o comportamento, provocar prazer e gerar a síndrome de abstinência ao ser eliminado da dieta. Foi preciso observar pacientes esquizofrênicos, para que aprendêssemos, alguma coisa sobre esses efeitos.

O trigo é o mais poderoso estimulador de apetite. Ele faz você querer cada vez mais biscoitos, cupcakes.balas, refrigerantes. Ele faz você querer, tanto alimentos que contenham trigo, quanto os que não contém. E, para algumas pessoas o trigo é uma droga, ou, pelo menos provoca efeitos neurológicos específicos, semelhantes aos produzidos por drogas. Porém, podem ser neutralizados com medicamentos usados para combater os efeitos narcóticos.

Ele continua: Efeitos peculiares do trigo nos seres humanos, já documentados, incluem a estimulação do apetite, a exposição do cérebro a exorfinas (equivalentes às endorfinas, produzidas internamente), picos exagerados de açúcar, no sangue, que acionam ciclos de saciedade alternados, com um aumento do apetite, a glicação, processo que está por trás de algumas doenças e do envelhecimento, inflamações e alterações de pH, que provocam o desgaste de cartilagens e prejudicam os ossos, e a ativação de distúrbios nas respostas imunológicas.

Imagem relacionadaDOENÇAS DO TRIGO

À medida que o apetite pela farinha tem aumentado, tem-se também vindo a comprovar a relação desta com as doenças relacionadas com a alimentação, como obesidade, doenças cardíacas e diabetes; Coincidência? Muitos especialistas em nutrição pensam que não. Quando analisam as evidências que relacionam as doenças com as escolhas alimentares, detectam por toda a parte as impressões digitais da farinha de trigo refinada.

“Agora que as gorduras trans estão em grande parte fora da cadeia alimentar” diz David Ludwig, diretor do New Balance Foundation Obesity Prevention Center no Children’s Hospital de Boston, “os hidratos de carbono refinados, incluindo os produtos de cereais refinados, são a influência mais nociva na atual dieta americana.

HISTÓRICAMENTE….

A farinha começou por ser uma descoberta genial para resolver um problema grave. As sementes eram abundantes, mas a casca era dura, tornando-as difíceis de mastigar e de digerir. No início, os humanos moíam-nas entre pedras, esmagando as camadas externas para conseguir obter o que estava por dentro. O resultado – um pó grosso – foi a primeira farinha de cereais integrais.

O inconveniente foi o desperdício. Ao esmagar os grãos, os seus óleos escorriam e, expostos ao ar, rapidamente ficavam rançosos. Com o aparecimento da moagem industrial, no século XIX, as máquinas começaram a filtrar o gérmen, transformando o restante endosperma num pó fino e branco que durava meses na despensa. E assim nasceu a farinha de trigo branca, juntamente com uma série de problemas para a saúde.

Sob a sua estrutura rígida, os grãos de cereal escondem uma matriz de vitaminas, minerais, fito-nutrientes e fibra. Mas quando as máquinas transformam os grãos em farinha, até mesmo farinha integral, o que resta é um pó de amido prejudicial para a saúde.A farinha, em oposição aos grãos de cereal, é fácil de consumir em excesso pois a maioria dos alimentos à base de farinha exigem pouca mastigação e engolem-se rápidamente. É muito mais fácil consumir qualquer alimento onde o trabalho de mastigação ou digestão já vem praticamente feito até nós.

AS PESQUISAS

“A diferença entre um grão de cereal inteiro e um processado resume-se ao índice glicémico, ou quão rapidamente o corpo transforma alimentos em combustível, ou glucose,” diz Gerard Mullin, diretor do Hospital Johns Hopkins, em Baltimore, Alimentos feitos com farinha de trigo são particularmente prejudiciais. Um hidrato de carbono chamado amilopectina é mais facilmente convertido em açúcar no sangue do que qualquer outro. Duas fatias de pão feito com farinha de trigo aumenta o açúcar no sangue em quantidade superior a seis colheres de chá de açúcar de mesa e superior a muitas barras de chocolate.

“Se fossemos cientistas maus e decidíssemos fazer o veneno perfeito, seria com trigo,” diz o cardiologista William Davis (Para mais informações sobre por que Davis desaconselha comer qualquer tipo de trigo — incluindo os grãos do trigo integral — leia no seu livro, Barriga de Trigo: Perca o trigo, perca peso e volte a encontrar o caminho para a saúde (Rodale, 2011).)

Resultado de imagem para imagens de vida sem glutenE NA COZINHA DE MONICAVOX….

BATATA DOCE COM TOFU E ERVAS

Ingredientes:

  • 4 batatas  doces grandes
  • 2 colheres de sopa de azeite de oliva para regar no final e óleo de côco para assar
  • 1 xícara de chá de tofu ralado
  • 2 colheres de sopa de salsinha crespa picada
  • 5 folhas de sálvia picadas
  • 2 colheres de sopa de endro fresco
  • 100g de azeitonas pretas bem pequenas
  • sal rosa a gosto

Modo de Preparo:

Lavar as batatas e escová-las, retirar os pontos escuros e furá-las com um garfo. Pincelar as batatas com o óleo de côco, embrulhar em papel-manteiga e colocar em uma assadeira. Levar ao forno médio por duas horas ou até as batatas ficarem macias. Retirar as batatas do forno, cortar ao meio, retirar parte da polpa com uma colher pequena e colocar em uma tigela. Amassar bem a polpa, juntar o tofu, as ervas e o sal e misturar até ficar homogêneo. Rechear as batatas com o creme de tofu e distribuir as azeitonas. Se preferir, salpicar um pouco mais de ervas e decorar com gomos de tomate-cereja. Regue com o azeite de oliva-Servir em seguida.

bacalhoada vegetariana sem gluten lactoseBACALHOADA VEGETARIANA

Ingredientes:

  • 6 Batatas médias
  • 200 ml de leite de coco
  • 2 cebolas em rodelas finas
  • ¼ de xícara de azeite de oliva
  • 1 folha de louro quebrada
  • 500 g de palmito pupunha fresco
  • 2 ovos cozidos em rodelas
  • ½ pimentão verde em rodelas
  • 1 pimentão vermelho em rodelas
  • Azeitonas pretas
  • 1 folha de alga nori picada
  • Coentro ou salsinha à gosto
  • Sal à gosto

Preparo:

Cozinhe as batatas com casca. Quando estiverem cozidas, descasque e corte em rodelas. Corte o palmito em julienne e refogue em um pouco de azeite e sal. Coloque em forma refratária camadas de batatas, palmito, cebola, pimentão, azeitonas, alga e ovo cozido. Misture o leite de côco com o molho de tomate e coloque sobre as camadas. Regue com azeite de oliva. Leve ao forno aquecido por cerca de 10 min. Salpique salsa ou coentro e sirva.

Resultado de imagem para imagens de bolo de maçaBOLO SIMPLES DE MAÇÃ

Ingredientes
  • 4 maçãs sem casca e picadas
  • 1/2 xícara óleo de côco
  • 1 xícara açúcar de côco
  • 4 ovos caipiras
  • 1/2 xícara leite vegetal (amêndoas,castanhas,caju ou pará)
  • 1 xícara de farinha de arroz
  • 1 xícara de fécula de batata
  • 1 colher de sopa fermento biológico
Instruções de preparação
  1. Bata todos os ingredientes no liquidificador, menos a farinha e o fermento e as maçãs picadas.
  2. Numa vasilha, adicione aos poucos a farinha e o fermento, misture delicadamente.
  3. Nesse momento acrescente as maçãs.
  4. Despejar em uma forma untada com óleo de côco e enfarinhada, leve ao forno médio, preaquecido, por 45 min ou até assar.
  5. Polvilhe açúcar de côco e canela, e sirva

BOLO DE TAPIOCA DELICIOSO

Ingredientes
  • 500 gr farinha de tapioca granulada
  • 500 ml leite de côco
  • 500 ml leite vegetal de arroz ou de amêndoas
  • 150 gr côco ralado sem açúcar
  • 1 e 1/2 xícara açúcar de côco
  • 1 pitada sal rosa
  • 2 colheres de sopa  de manteiga de côco(já tem em casas de produtos naturais)
  • 4 ovos caipiras
Instruções de preparação
  1. Numa tigela grande coloque os leites e a tapioca. Mexa e deixe de molho por cerca de 40 min.
  2. Depois acrescente todos os outros ingredientes e mexa com a mão (com a colher você não vai conseguir). Amasse e misture bem.
  3. Pré-aqueça o forno, coloque a massa num refratário de vidro untado e polvilhe canela em pó por cima. Leve para assar, por + – 55 min.

Imagem relacionadaVisão pessoal…

Todos nós deveríamos criar o hábito de não confiarmos 100% em nenhuma informação, deveríamos pesquisar o assunto em diversas fontes, para termos uma noção clara e imparcial sobre o assunto em questão, então, termos a nossa própria conclusão. O conhecimento no liberta do cárcere da ignorância, então, quando temos o conhecimento optamos de forma consciente e responsável. Assim, criamos mais possibilidades de vivermos prazerosamente, com o menor risco possível, de estarmos contribuindo para que fiquemos doentes.Uma complexa série de enfermidades resulta do consumo de trigo, desde a doença celíaca, devastadora enfermidade intestinal, desencadeada pela exposição ao glúten, até uma variedade de transtornos neurológicos, diabetes, doenças cardíacas, artrite, estranhas urticárias e os delírios incapacitantes da esquizofrenia.O livro “Barriga de Trigo”relata as experiências do Dr Davis com seus pacientes, com a retirada do trigo na alimentação dos mesmos. Inclusive, pessoas com sobrepeso emagrecem.Interessante, também, que ele traz toda a trajetória do trigo através dos séculos até hoje. Explica de forma didática, então, têm-se a percepção plena e contextual. Inclusive, analisa não só o glúten, mas tudo que envolve o trigo, desde a produção até o consumo humano.No livro, “A dieta da Mente”, o Dr David Perlmutter  foca os malefícios não só do trigo, mas de outros grãos, ao nosso cérebro. Ele afirma: uma dieta rica em gordura e pobre em carboidratos para atual, pobre em gordura e rica em carboidratos, basicamente constituída por grãos e outros carboidratos danosos — é a origem de boa parte das pragas modernas que assolam o cérebro, entre elas: dores de cabeça crônicas, insônia, ansiedade, depressão, epilepsia, transtornos motores, esquizofrenia, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e tantos outros episódios maiores que costumam ser o prenúncio de um sério declínio cognitivo e, de males cerebrais importantes, irreversíveis, intratáveis e incuráveis.O fato de que nosso cérebro é sensível àquilo que comemos, vem circulando silenciosamente em nossa literatura médica de mais prestígio. É uma informação precisa que precisa chegar ao conhecimento do público, cada vez mais enganado, por uma indústria, que vende alimentos considerados “nutritivos”, afirma Perlmutter.Ele afirma também que, não resta dúvida de que, um dos acontecimentos mais importantes e de maior impacto, no declínio generalizado da saúde cerebral, na sociedade moderna, foi a introdução do grão de trigo na dieta humana. Antes de chegar a conexão entre esses processos inflamatórios e o cérebro, proponho uma reflexão sobre aquilo que considero uma das mais monumentais descobertas de nosso tempo: a origem dos problemas cerebrais e, em muitos casos, predominantemente alimentar.A possibilidade de você estar em vias de ser diabético, já está comprometendo parte da funcionalidade do seu cérebro no futuro.O glúten ao chegar no intestino, segundo médicos, pesquisadores, transforma-se em uma espécie de cola, grudando nas paredes intestinais.Com o tempo transforma-se numa espécie de cola, que gruda nestas. Então, acontece a saturação do aparelho digestivo, aumento de gordura na região do abdome, dores articulares, alergias cutâneas e até depressão.Alguns cientistas confirmam que um intestino sem glúten, produz serotonina, gerando alegria.O celíaco tem intolerância ao glúten. Segundo, pesquisas, um em cada 300 brasileiros tem a doença.Como o assunto é muito amplo, é oportuno que o leitor pesquise.Enfim, conclua por você mesmo, não esqueça que, sua saúde depende muito do alimento que você põe na sua boca. Suas escolhas alimentares, em parte, definem o seu futuro. As decisões de hoje contribuirão ou, não, para termos uma vida, o mais agradável possível, sem doença…..

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Voce sabe se é emocionalmente inteligente….?

Resultado de imagem para imagens sobre inteligencia emocionalAtualmente sabemos que há pessoas emocionalmente inteligentes. Existem muitos tipos de inteligência: linguística, musical, lógico-matemática, espacial, corporal, etc. Ainda assim, tendemos a acreditar que a única que conta é a que tem a ver com o “quociente intelectual”, o que mede somente a capacidade de aprendizagem em algumas áreas específicas. Felizmente, isto está sendo reconsiderado e, hoje em dia, outros tipos de inteligência, como a emocional, estão ganhando terreno.

A inteligência emocional é definida como a capacidade de administrar e tramitar as nossas emoções com uma finalidade adaptativa. Ou seja, o fundamental neste tipo de inteligência consiste em saber gerir, identificar ou transmitir emoções de forma que os desafios, como tomar decisões ou manipular-nos a nível social, sejam mais simples.

A inteligência emocional não é determinada pela nossa genética. Pelo contrário, ela é sensível à experiência e é suscetível a modificações ao longo do tempo. Isto quer dizer que podemos aprender a ser mais inteligentes emocionalmente como uma ótima maneira de melhorar nossas vidas. Embora as características da inteligência emocional sejam muitas, aqui vamos nos concentrar em três que consideramos as mais relevantes.

Traços das pessoas emocionalmente inteligentes

Autoconhecimento

O autoconhecimento é a identificação dos desejos das aversões e daquilo que compõe o nosso mundo subjetivo. É um dos traços próprios das pessoas emocionalmente inteligentes e saudáveis mentalmente. Isto ocorre porque este conhecimento interior lhes confere uma grande vantagem na hora de, por exemplo, prever o seu próprio comportamento diante de determinadas situações.

Esta característica implica um processo profundo de reflexão sobre as nossas potencialidades e nossas limitações. Isso geralmente envolve diferentes ingredientes, tais como a introspecção, a auto-observação, a memória autobiográfica, a autopercepção, a autoaceitação e a exploração. Esta capacidade nos dá o conhecimento necessário para nos diferenciarmos dos demais indivíduos e do meio.

Uma pessoa age emocionalmente de forma inteligente quando é capaz de reconhecer seus pontos fortes e pontos fracos. Esta condição lhe permite se comportar de uma forma assertiva nas diferentes situações. Além disso, podemos dizer que é um atributo que é possível aperfeiçoar com o passar do tempo.

Estudos recentes demonstram que não é correto dizer que todas as capacidades mentais evoluem da mesma forma com o passar dos anos. A verdade é que ocorre uma queda na velocidade de processamento de informação. Mas, em compensação, outras funções são potencializadas e evoluem com o passar dos anos. É o caso da inteligência emocional: ela abranda com o passar do tempo, mas ao mesmo tempo se torna mais profunda e aguda.

Abertura à mudança

A inteligência emocional estimula a capacidade de enfrentar com a mente aberta tudo aquilo que significa uma melhora para a nossa vida na direção que desejamos. Tudo está em transformação permanente. A vida é como um catálogo de oportunidades.Por isso é importante identificar nossas necessidades, assumi-las e nos enriquecermos com a experiência. Uma pessoa emocionalmente inteligente sabe que mudar por mudar não faz muito sentido. Em vez disso, quando há razões de peso para mudar, ela muda, porque isto marca a diferença entre continuar igual e estar melhor.

As pessoas emocionalmente inteligentes não sentem medo da mudança. Elas têm consciência da importância de serem flexíveis diante da diversidade de situações que se apresentam no dia a dia e às quais devem se adaptar. Elas assimilam as mudanças e as veem como uma oportunidade para atingir os objetivos e serem mais felizes.

Um nível alto de inteligência emocional neste aspecto nos permite um melhor desempenho no campo profissional, pessoal e social. Ela nos torna mais fortes diante das críticas negativas e também mais capazes de tolerar eficazmente altas doses de estresse. Quando conseguimos dominar este aspecto, evoluímos significativamente.

Resultado de imagem para imagens sobre inteligencia emocionalVocabulário emocionalmente amplo

A vantagem desta competência é que quem a desenvolve conta com a capacidade para definir suas emoções com clareza e precisão. Isso impede que entremos em estados de confusão e estagnação que anulariam o nosso critério e seriam como obstáculos à nossa maneira de nos desenvolvermos. Muitos conflitos surgem por falta de precisão na hora de definir nossos sentimentos, algo que causa mal-entendidos.

Muitas pessoas definem seu estado emocional com um “me sinto mal”, o que acaba por ser muito ambíguo. Que tipo de mal-estar é esse? Quem aplica a inteligência emocional especifica a razão do seu mal-estar, inclusive com inúmeros sinônimos: me sinto aborrecido, ansioso, frustrado, irritado, cansado, etc.

As pessoas emocionalmente inteligentes não ocultam suas emoções, as reconhecem e têm a capacidade de compreender as dos outros. Elas diferenciam o significado de cada emoção e o contexto em que ela se produz. São capazes de controlar a magnitude de suas emoções e as expressam corretamente: não são escravos de suas emoções. Pelo contrário, elas usam a seu favor a energia que há nelas.

Resultado de imagem para imagens sobre inteligencia emocionalVisão pessoal….

Qual foi a sua desculpa para não mudar no dia de hoje?Um exemplo; Talvez você pense que é muito velho para aprender chinês ou que isso que você deseja pode esperar. Talvez você não tenha coragem de perseguir esse objetivo que você se propôs com tanto entusiasmo porque está começando a se cansar e a duvidar. Não é medo, não implica ter a capacidade ou não, também não se trata de segurança. Tudo isto é fruto das suas desculpas; de motivos que a sua mente inventa e nos quais você se apóia.A diferença entre aquelas pessoas que têm uma vida aceitável e aquelas que têm uma vida excelente não é a ausência de medo, mas sim a ausência de desculpas.Todos sentimos medo, já que é uma emoção natural. É verdade que muitas vezes ele nos bloqueia, nos paralisa e não nos deixa seguir em frente com o que desejamos. Contudo, não nos leva a jogar a toalha. Esta atitude vem de nós mesmos por vontade própria, nos escondendo por trás de diversas desculpas que não têm razão alguma de ser. O temor nos leva a elas, a insegurança também; assim redirecionamos nossas sensações para o extenso mundo das desculpas.Vamos supor, por exemplo, que você esteja tentando ser mais responsável ou está pensando em mudar de trabalho porque o que você tem agora não o satisfaz. Sem dúvida, você tem um objetivo claro, mas lhe falta alguma coisa. Talvez você tenha dúvidas e não saiba se será capaz de conseguir isto, ou você esteja começando a pensar que talvez não valha a pena. Sem perceber, você adia.Procrastinar/adiar, é deixar para amanhã o que você pode fazer hoje mesmo, mas que por diversas circunstâncias decide postergar. Isto significa que na verdade você não está tão comprometido quanto imagina. Quando a gente quer alguma coisa de verdade, procura que isso se arraste o menos possível no tempo. Não existe “mas”. Amanhã talvez você não tenha a oportunidade que o hoje lhe oferece. As coisas se conquistam movendo as fichas, e não olhando o tabuleiro de forma passiva.Suponha que você tem uma personalidade que lhe causa problemas nos seus relacionamentos interpessoais e inclusive no seu trabalho. Várias vezes você recebeu chamadas de atenção e respondeu com um “sim, preciso mudar meu jeito de tratar as pessoas que me rodeiam”. Você considera que os outros têm razão e você também não gosta muito de como age em certas ocasiões. Contudo, com o passar dos dias tudo continua igual. A grande pergunta é: por quê?Somente agindo, fazendo, mexendo as fichas, você conseguirá tornar realidade tudo aquilo que deseja.A resposta está no fato de que pela sua mente constantemente passa a palavra “amanhã”; contudo, quando chega o dia seguinte você já se esqueceu. Você não está comprometido de verdade com a mudança porque a preguiça ganha, talvez você considere no seu foro interior que já é muito velho para modificar certos aspectos seus. Contudo, isto é uma falácia. A idade pode ser um condicionante, mas o que nós mesmos pensamos tem um peso muito maior.O problema do ser humano é que às vezes ele engana a si mesmo para acreditar que está fazendo alguma coisa útil, quando na verdade não se mexe para conseguir o que deseja. Cada desculpa nos faz sentir melhor, vítimas de certas circunstâncias que nos impedem de alcançar o que desejamos. Contudo, isto é uma grande mentira. Pense: você quer conseguir o que diz ou fala da boca para fora?

Inspiração……

Manual de inteligência emocional

Como exercitar sua Inteligência Emocional

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Recomendo…

 

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O efeito ilusório;Como uma mentira pode se tornar verdade….

Imagem relacionadaVocê só usa 10% do seu cérebro. Comer cenouras melhora a sua visão. Vitamina C cura resfriado.Nenhuma dessas coisas é verdadeira.Mas fatos pouco importam nestes casos: as pessoas repetem esses bordões tantas vezes que você acredita neles.Bem-vindo ao “efeito ilusório da verdade”, uma falha na psique humana que iguala repetição com verdade. Os comerciantes e os políticos são mestres em manipular este viés cognitivo.

O mestre Donald Trump

Recentemente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou três ordens executivas destinadas a parar o que ele descreve – repetidamente – como altos níveis de violência contra a aplicação da lei na América.Parece importante, certo? Mas esses crimes estão em suas taxas mais baixas em décadas, assim como a maioria dos crimes violentos nos EUA.

 “O Presidente Trump pretende construir forças-tarefa para investigar e parar tendências nacionais que não existem”, disse Jeffery Robinson, vice-diretor jurídico da American Civil Liberties Union.

Ele está certo de que as tendências não são reais, é claro. Mas algumas pessoas ainda acreditam nelas. Cada vez que o presidente escreve no Twitter ou diz algo falso, algumas boas almas correm verificar os fatos para apontar os erros – o que tem pouquíssimo efeito.Uma pesquisa da Pew Research no outono passado descobriu que 57% dos eleitores americanos acreditavam que o crime nos Estados Unidos havia piorado desde 2008, apesar dos dados do FBI mostrarem que ele havia caído em cerca de 20%.

Repetição = verdade

Então o que está acontecendo aqui?

“A repetição torna as coisas mais plausíveis”, explica Lynn Hasher, psicóloga da Universidade de Toronto, no Canadá, cuja equipe de pesquisa reconheceu o viés pela primeira vez na década de 1970. “E o efeito é provávelmente mais poderoso quando as pessoas estão cansadas ou distraídas por outras informações”.

A repetição é também o que faz notícias falsas serem acreditadas e compartilhadas, e é a arma secreta da propaganda política. Não é nada novo: Adolf Hitler usava essa técnica. “Os slogans devem ser persistentemente repetidos até que o último indivíduo tenha absorvido a ideia”, escreveu ele em “Mein Kampf”.

O efeito funciona porque as pessoas avaliam a verdade de uma afirmação se apoiando em duas coisas: se a informação se encaixa com a sua compreensão, e se parece familiar.

Resultado de imagem para imagens sobre neurociênciaCérebro folgado

A primeira condição é lógica: as pessoas comparam novas informações com o que já sabem que é verdadeiro, considerando a credibilidade de ambas as fontes.No entanto, os pesquisadores descobriram que a familiaridade pode superar a racionalidade – tanto que a repetição de um certo fato pode ter um efeito enorme.

“Quando você escuta a informação pela segunda vez é muito mais fácil de processá-la – você a entende mais fluentemente”, argumenta Lisa Fazio, psicóloga da Universidade de Vanderbilt, EUA. “Nosso cérebro interpreta essa fluência como um sinal de que algo é verdadeiro”.

Em outras palavras, a racionalidade exige trabalho de processamento. Seu cérebro ocupado se sente muitas vezes mais confortável em seguir uma simples intuição.

Como combater esse viés

Como com qualquer viés cognitivo, a melhor maneira de não cair nele é saber que ele existe.Logo, se você ler algo que parecer a coisa mais correta do mundo, mas você não sabe exatamente por quê, tome conhecimento desse sentimento. Analise o “fato”. Verifique os dados.Muito trabalhoso para você? Bem, lembre-se de que não é legal ser enganado.

As mentiras desvendadas pela Neurociência

De acordo com um estudo da Universidade College London, no Reino Unido, contar pequenas mentiras dessensibiliza nossos cérebros para as emoções negativas associadas ao ato, podendo encorajar-nos a mentir ainda mais no futuro.Um artigo sobre o estudo foi publicado na revista científica Nature Neuroscience.

Essa é a primeira evidência empírica de que mentiras contadas para benefício próprio podem, gradualmente, aumentar. Também é a primeira vez que é revelado como isso acontece no nosso cérebro.A equipe do estudo mapeou os cérebros dos voluntários enquanto eles realizavam tarefas onde podiam mentir para ganho pessoal.

Os cientistas descobriram que a amígdala, uma parte do cérebro associada com a emoção, foi mais ativa quando as pessoas mentiram para benefício próprio. A resposta da amígdala à mentira diminuiu com cada uma que foi contada, enquanto a magnitude das mentiras escalava.Fundamentalmente, os pesquisadores descobriram que quedas maiores na atividade da amígdala previam maiores mentiras no futuro.Quando mentimos para ganho pessoal, a nossa amígdala produz um sentimento negativo que limita a extensão em que estamos preparados para mentir”, explica um dos autores do estudo, Dr. Tali Sharot, ao portal Science Daily. No entanto, esta resposta diminui à medida que continuamos a mentir, e quanto mais cai, maior nossas mentiras tornam-se. Isso pode levar a uma ‘ladeira escorregadia’, onde pequenos atos de desonestidade transformam-se em mentiras mais significativas.

Isto está de acordo com as sugestões de que a amígdala sinaliza aversão aos atos que consideramos errados ou imorais. Nós só testamos desonestidade neste experimento, mas o mesmo princípio pode também se aplicar a escalonamentos em outras ações, tais como tomada de riscos ou comportamento violento”, argumenta o Dr. Garrett.

Porém, este é somente um primeiro olhar na resposta do cérebro aos atos repetidos e crescentes de desonestidade, e pesquisas futuras são necessárias para entendermos essa ligação de forma mais precisa, e para descobrirmos se outros tipos de comportamento teriam o mesmo efeito.

Resultado de imagem para imagens sobre neurociênciaVisão pessoal…

Desde os anos 1960, quando ainda predominava entre neurocientistas a idéia de que o cérebro seria um órgão estático, pré-moldado sob estrita ordenação genética,cientistas defendem hoje que é possível, ao longo de toda a vida, criar novos circuitos e conexões neuronais em resposta a estímulos e experiências, o que resultaria em mudanças funcionais.A esse processo contínuo chamamos de neuroplasticidade.Quando trabalhamos para aprimorar uma habilidade, ocorre uma mudança na “fiação cerebral” (nas sinapses ou conexões neuronais), ou seja, são selecionadas as conexões que dão suporte ao comportamento ou à habilidade que estamos desenvolvendo.Assim como quando exercito meu corpo obtenho uma série de benefícios e altero a regulação de uma série de processos bioquímicos, quando exercito meu cérebro altero todo o seu funcionamento, seu suprimento de sangue e de energia, bem como a força de suas operações.Portanto, não apenas melhoro uma habilidade em si, mas todo o maquinário cerebral. Quando jogo pingue-pongue pela primeira vez, sou muito desajeitada.Após um ano de prática intensa, fico muito habilidosa, consigo ver e acertar a bola com alta precisão.Por meio de mudanças físicas e químicas incrivelmente complexas, criou-se um cérebro com esse recurso.Nosso cérebro será diferente daqui a uma semana e muito mais diferente ainda daqui a uma década. Pode ser uma mudança para frente ou para trás, ganhando ou perdendo habilidades. Depende do uso.O limite da performance de qualquer operação mental complexa, como, por exemplo, a memória, será determinado pela claridade com que o cérebro representa a informação.Se estou tentando gravar uma informação, quanto mais fielmente ela for representada no cérebro, mais fácilmente eu consigo lembrar.O cérebro é uma máquina de fazer previsões. Ele acumula informações ao longo do tempo e, contínuamente, faz previsões do futuro e associações com o passado. Posso melhorar essa capacidade simplesmente aumentando a clareza das operações.Para isso, treinamos o cérebro a manipular informações. Para elevar o nível de suas operações, posso dar uma tarefa em que o cérebro precisa não apenas vir com uma resposta certa, mas com várias possibilidades de resposta em uma alta velocidade e de maneira fluente.Posso treinar o cérebro a rapidamente classificar informações, a rápidamente mudar as regras de suas operações quando as condições do meio exigirem isso…..Todas essas coisas são válidas de serem praticadas. O que comumente fazemos quando estamos avaliando indivíduos nesta área, é avaliar em cada indivíduo onde estão as falhas: no controle de atenção, na habilidade de gravar informação, na forma como ele representa informação em sequência ou como manipula e organiza cadeias complexas de informação. Todas essas coisas são passíveis de treinamento…..simples assim.

Inspiração….

viagem pelo cérebro – Sociedade Portuguesa de Neurociências

A neurociência abraça o mundo – USP

Neurologia e Neurociências – USCS

USP apresenta cérebro ao público

O inconsciente e a consciência: Da psicanálise à neurociência

ScienceDaily

Wired

Monicavox

Recomendo…

 

 

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As Crenças e a Mente Quântica

Resultado de imagem para imagens sobre a mente quanticaAs crenças que se encontram enraizadas no seu subconsciente influenciam a interpretação de tudo o que acontece com você, seja no seu exterior ou no seu interior. Por outro lado, muitas dessas crenças são errôneas e nos levam a ter pensamentos, emoções e comportamentos que constituem fontes de bloqueio e sofrimento. Pense que todos temos o poder de transformar a nossa realidade e até mesmo de escolher os sonhos que alimentamos. Mas para chegar a isso, primeiro você tem que compreender o que é a mente quântica.

Todos os seres vivos e tudo o que temos ao nosso redor (o que acreditamos que é a realidade) é formado por átomos. Átomos cujo interior é, em grande parte, vazio. Além disso, para entender este artigo, pense no seguinte: tudo o que é físico na sua vida não é composto de matéria, mas de campos energéticos ou de padrões de frequência de informação.

Nossa mente é uma mente quântica

A matéria é mais “nada” (energia) do que “algo” (partículas). Antigamente acreditava-se que os elétrons orbitavam em volta do núcleo, como os planetas orbitam em volta do sol. Atualmente, os cientistas nos dizem que o átomo é composto de 99,99999% de energia e cerca de 0,00001% de matéria. Em forma de proporção, isso não é quase nada.

Os físicos quânticos descobriram que a pessoa que está observando as partículas infinitesimais do átomo afeta a conduta da energia e da matéria. Os experimentos quânticos demonstraram que os elétrons existem como uma infinidade de possibilidades ou probabilidades em um campo visível de energia.

Mas apenas quando o observador se fixa em qualquer localização de um elétron é que esse elétron aparece. Em suma, uma partícula não pode se manifestar na realidade, ou seja, no espaço-tempo tal como nós o conhecemos, até que ela seja observada. Então, quando o observador “busca” um elétron, há um ponto concreto no espaço e no tempo em que todas as possibilidades do elétron colapsam em um acontecimento físico.

Com este descobrimento, mente e matéria já não podem continuar sendo consideradas de forma separada; elas estão intrinsecamente ligadas, porque a mente subjetiva exerce mudanças perceptíveis no mundo físico subjetivo: falamos de uma mente quântica. Pense que, se a nível subatômico a energia responde à sua atenção e se converte em matéria, como a sua vida iria mudar se você aprendesse a dirigir o efeito observador e a colapsar ondas infinitas de probabilidade na realidade que deseja? Você seria um melhor observador da vida que deseja viver?

Resultado de imagem para imagens sobre a mente quanticaO poder da nossa mente quântica: pensamentos e sentimentos

Por natureza, tudo o que existe no universo físico é feito de partículas subatômicas como os elétrons. Estas partículas estão em um estado de onda (energia, lembre-se de que é os 99,99999%), enquanto não são observadas. Potencialmente são “tudo” e “nada”, até que sejam observadas. Elas existem em todos os lugares e em lugar nenhum até que sejam observadas.

Portanto, tudo o que existe na nossa realidade física existe como puro potencial. Se as partículas subatômicas podem existir de forma simultânea em uma infinidade de lugares possíveis, somos potencialmente capazes de colapsar em uma infinidade de possíveis realidades. Ou seja, se você pode imaginar um acontecimento futuro na sua vida se baseando nesses seus desejos, esta realidade já existe como possibilidade no campo quântico esperando que você a observe. Se a sua mente quântica é capaz de influenciar o aparecimento de um elétron, em teoria também pode influenciar a aparição de qualquer possibilidade.

Nossos pensamentos e sentimentos não são uma exceção em tudo isso. Tanto os pensamentos quanto os sentimentos têm um sinal eletromagnético. Os nossos pensamentos enviam um sinal elétrico para o campo quântico. Assim, nossos sentimentos teriam o poder de “atrair magnéticamente” situações na vida. Ao unir isso, o que pensamos e o que sentimos produz um estado do ser que gera uma marca eletromagnética, que por sua vez influencia cada átomo do nosso mundo. Esse acontecimento faz com que nos perguntemos: o que eu estou transmitindo (de forma consciente e inconsciente) na vida cotidiana?

Imagem relacionadaVisão pessoal…

Há uma infinidade de possíveis marcas eletromagnéticas (de inteligência, riqueza, liberdade, saúde…) que já existem como um padrão de frequência de energia. Se ao mudar o seu jeito de ser (ou seja, mudar as suas crenças e, assim, mudar os seus pensamentos, emoções e comportamentos), você irá criar um novo campo eletromagnético que coincide com este potencial no campo quântico da informação, é possível que você tenha se deparado com essa situação ao ser atraído por ela ou que a situação encontrou você? Tudo indica que esta é uma hipótese muito provável em função dos conhecimentos de física com os quais contamos na atualidade.Mas para que isto ocorra, você tem que ter consciência sobre todas aquelas crenças que estão no subconsciente e que te provocam bloqueios. Por exemplo, você, conscientemente, quer ter dinheiro, mas sua mente consciente dá uma ordem contrária: desde pequeno você viu e ouviu que o dinheiro é muito difícil de conseguir e que as pessoas ricas são arrogantes. Este sinal é o que a sua mente subconsciente manda para o campo quântico, e por isso você não atrai dinheiro para a sua vida. Seria preciso desbloquear este tipo de crença, pois a mudança exige coerência.A coerência começa alinhando os pensamentos e os sentimentos. Quantas vezes você tentou criar algo, acreditando na sua mente quântica que você conseguiria, enquanto seu coração lhe dizia o contrário? Que resultado aquele sinal incoerente que você estava enviando produziu?As ondas de um sinal são muito mais potentes quando são coerentes, e o mesmo ocorre quando seus pensamentos estão alinhados com os seus sentimentos. Quando seus pensamentos claros e centrados no seu objetivo são acompanhados por uma forte implicação emocional, você transmite um sinal eletromagnético mais potente que atrai uma possível realidade que coincide com a que você deseja.Você pode querer abundância na sua vida, ter pensamentos de “ser rico”, mas se você se sente pobre e seguindo as hipóteses que estamos discutindo aqui, você não vai atrair a abundância para a sua vida. Por que não? Porque os pensamentos são a linguagem do cérebro, e os sentimentos são a linguagem do corpo. Você está pensando uma coisa e sentindo outra totalmente diferente. E quando não existe essa coerência, o corpo deixa de responder de forma coerente. Pense que em você há um enorme poder para criar a realidade na qual você habita……

Inspiração….

Física Quântica e o Poder do Pensamento .

a alma quântica – Brahma Kumaris

Consciência Quântica – Esalq

O Ser Quântico

A Física Quântica seria necessária – fflch – USP

Monicavox

 

Recomendo….

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Nossos medos universais…

Resultado de imagem para imagens sobre medos universaisÈ bem possível que voce já tenha pensado sobre os relacionamentos que estabeleceu até hoje. Em suas considerações, sem dúvida já fez descobertas valiosas sobre quais pessoas desencadearam certas emoções em você e por quê. De fato, seu conhecimento de si mesmo deve ser tão bom que poderia até lhe permitir acertar respostas a quesitos propostos em um questionário médico sobre sua vida e seu passado, e suas conclusões provávelmente estariam certas para cada resposta, por mais variado que o teste pudesse ser. E com tudo isso, é bem possível que deixasse de perceber o mais importante e profundo padrão de procedimento de sua vida, aquele que tem lhe acompanhado desde o início de sua existência.

É exatamente por essa razão que é interessante fazer um questionário  para identificar as características que consideramos mais marcantes e “negativas” naqueles que tomaram conta de nós quando crianças. Perguntamos pelas características negativas, porque raramente vemos alguém atrapalhado com os padrões de procedimento positivo que encontraram na vida. Quase sempre, as situações que fazem as pessoas se sentirem paralisadas estão enraizadas no que se consideraram sentimentos negativos.

Essas são as emoções despertadas por nossas próprias experiências e pelo significado que elas têm para nós. Ainda que não se possa alterar o que já aconteceu, é possível entender a razão de nossos sentimentos e mudar o significado da história de nossa vida. Para muitos de nós, eram os pais naturais o problema, enquanto para outros, eram os pais adotivos/cuidadores; Para alguns eram os irmãos mais velhos, as irmãs, outros parentes ou amigos da família. Não importa quem fosse, a questão era identificar quem tinha cuidado de nós durante nossos anos de formação, isto é, até a puberdade.

Zangado; Indiferente; Inacessível; Crítico; Intolerante; Abusivo; Ciumento; Rigoroso; Controlador; Ausente; Medroso; Desonesto ;

Quantas pessoas com passados tão diferentes têm passado por uma experiência como essa? A resposta a esse mistério é o padrão que percorre os meandros profundos do tecido de nossa consciência coletiva, que pode ser descrito como nosso medo nuclear ou universal. Os padrões universais de medo podem ser tão sutis em sua manifestação, mas ao mesmo tempo tão dolorosos ao vir à mente que, habilidosamente, criamos máscaras para torná-los mais suportáveis.

De uma maneira semelhante ao modo como certas memórias familiares difíceis são raramente mencionadas, inconscientemente pactuamos disfarçar as feridas de nosso passado coletivo de maneira a fazê-lo mais aceitável socialmente. Somos tão bem-sucedidos em esconder nossos maiores medos que, para todos os fins e propósitos, as razões originais de nossas feridas são esquecidas e tudo o que resta é como elas se expressam, isto é, como extravasam.

Devido às estratégias que empregamos para mascarar nossos medos, jamais somos obrigados a falar sobre as feridas mais profundas de nossa existência. Mesmo assim, elas continuam nos fazendo companhia, com persistência e sem serem resolvidas, até que alguma coisa acontece e não podemos mais, simplesmente, olhar para outro lado. Quando nos permitimos aprofundar um pouco na análise desses momentos intensos e não-camuflados da vida, acabamos descobrindo que, por mais diferentes que nossos medos pareçam ser, eles terminam por convergir para apenas um dos três padrões básicos seguintes (ou uma combinação deles): o medo da separação ou do abandono, o medo do desmerecimento e o medo de se entregar e confiar.

Imagem relacionadaExploremos um por um esses medos…..

NOSSO PRIMEIRO MEDO UNIVERSAL: A SEPARAÇÃO OU ABANDONO

Praticamente sem exceções, existe um sentimento que toma conta de nós quando ficamos sózinhos. Dentro de cada pessoa e família há uma sensação não expressa verbalmente de que existimos separadamente de quem quer que seja responsável por nossa existência. Percebemos, nos nebulosos recônditos de nossa memória remota, que fomos trazidos até aqui e então abandonados, sem que fosse dada uma explicação ou razão. E por que deveríamos esperar que fosse diferente? Na presença da ciência que colocou um homem na Lua e traduz o código genético, realmente ainda não sabemos quem somos.

Também não sabemos como viemos parar aqui. Sentimos no íntimo nossa natureza espiritual, enquanto, ao mesmo tempo, procuramos validar nossos sentimentos. Da literatura, do cinema, da música e da cultura, fazemos a distinção entre os nossos lugares aqui na Terra e um distante céu em algum outro lugar. No Ocidente, estamos habituados a separar a criatura do Criador, como vemos ao examinar a tradução da oração da Bíblia que descreve justamente essa relação: o Pai-Nosso. Por exemplo, a tradução ocidental usual começa assim: “Pai nosso que estais no céu”, ou seja, reconhece que a separação existe.

Nessa interpretação nós estamos “aqui”, ao passo que Deus está em algum lugar muito distante. No entanto, os textos aramaicos originais oferecem uma visão diferente para nosso relacionamento com o Pai Celestial. Uma das traduções para a mesma frase diz o seguinte: “Uno Radiante, Vós que brilhais em nós e fora de nós — até mesmo a escuridão brilha — ao lembrarmo-nos de Vós”  , reforçando a idéia do Criador não estar distante e separado de nós. Em vez disso, a força criativa de nosso Pai — seja lá qual for o significado que nós lhe dermos — não sómente está conosco; somos nós e permeia tudo que conhecemos como sendo nosso mundo.

A descoberta em 2004 do Código de Deus e a mensagem vinda da tradução do DNA de todos os seres vivos nas letras do antigo hebraico e dos alfabetos árabes, aparentemente, apoiam essa tradução. Quando seguimos as indicações que nos foram deixadas no livro mítico do século I Sepher Yetzirah,por exemplo, descobrimos que cada um dos elementos que compõem nosso DNA corresponde a uma letra daqueles alfabetos. Ao fazermos as substituições, descobrimos que a primeira camada do DNA do nosso corpo, ao que tudo indica, apóia a admoestação que fala sobre a grande inteligência que está em toda parte, inclusive dentro de nós.

No DNA humano literalmente se lê: “Deus/eterno dentro do corpo”  . Nas ocasiões em que sentimos medo, mesmo sem estarmos conscientes do que precisamente ocorre, nosso corpo cria certa tendenciosidade emocional, experiência muitas vezes descrita como a de estarmos “carregados” ou “uma pilha de nervos”. Isso aparece para nós como as convicções firmes que temos quanto a estarmos “certos” ou “errados” a respeito de alguma coisa, ou sobre como determinada situação “deveria” se desenrolar. Nossas cargas emocionais e excitações nervosas nos prometem que criaremos os relacionamentos que nos mostrarão qual medo precisa desaparecer. Em outras palavras, essas cargas emocionais nos mostram nossos medos: quanto mais elevada for, maior o medo que nos assalta. E raramente essas emoções se enganam.

Assim, se conscientemente não lhe ocorrer a lembrança de seu medo de separação e abandono, existe boa possibilidade de que esse medo se revele mais tarde, da maneira mais inesperada e no momento mais inconveniente. Em suas experiências de romances, carreira e amizades, qual sua sensação? É a de ser aquele que “abandona” ou aquele que é “abandonado”? Você é do tipo que é o último a saber que um relacionamento terminou? Os casamentos, empregos e amizades “perfeitos” parecem desmoronar diante de seus olhos, sem aviso algum e aparentemente sem nenhum motivo? Você fica devastado quando esses relacionamentos se rompem e falham? Ou talvez com você aconteça o contrário. Seu hábito é o de abandonar relacionamentos, carreiras e amizades enquanto os laços estão fortes justamente para evitar ser ferido?

Algumas vezes você se surpreende dizendo: “Seria melhor que eu desistisse agora, enquanto as coisas estão boas, antes que alguma coisa aconteça e eu me machuque”. Se esse for o cenário que já aconteceu ou que está acontecendo agora na sua vida, há uma boa possibilidade de que esse seja seu modo, magistralmente criado e socialmente aceitável, de mascarar seus medos profundos do abandono e da separação. Pela repetição desses padrões de relacionamento, seu medo pode ser reduzido a um nível administrável. Pode até levá-lo por toda a vida. O outro lado da moeda é que o sofrimento tomou um desvio. Transformou-se no seu modo de não encarar o medo universal de que você foi separado da plenitude de seu Criador, abandonado e por fim esquecido. Como é que você espera encontrar o amor, a confiança e a proximidade tão ansiados se você está sempre partindo ou sendo deixado para trás, justamente quando você se aproxima?

O NOSSO SEGUNDO MEDO UNIVERSAL É A BAIXA AUTO-ESTIMA

Quase universalmente existe um sentimento em toda pessoa de todas as culturas e sociedades do mundo de que, de alguma maneira, não somos suficientemente bons. Sentimos que não merecemos reconhecimento pelas contribuições que damos à nossa família, comunidade e locais de trabalho. Sentimos que não valemos o bastante para sermos honrados e respeitados como seres humanos. Algumas vezes até nos surpreendemos com o sentimento de que não somos suficientemente bons para estarmos vivos. Conquanto o sentimento de baixa auto-estima nem sempre seja consciente, ele está continuamente presente e fundamentando a maneira de abordarmos a vida e os relacionamentos com outras pessoas.

Como mestres da sobrevivência emocional, freqüentemente nos encontramos criando cenários na vida real equivalentes aos valores imaginários que atribuímos a nós mesmos. Por exemplo, todos nós temos sonhos, esperanças e aspirações de realizar mais em nossa vida embora, freqüentemente, racionalizemos os porquês de não o fazermos.

O NOSSO TERCEIRO MEDO UNIVERSAL É O MEDO DE SE ENTREGAR E CONFIAR

Você alguma vez já experimentou um relacionamento de qualquer tipo em que o nível de sua confiança foi tão completo que se sentiu disposto a abrir mão da sua própria individualidade em troca do conhecimento de uma maior? Para ser mais específico quanto a isso, não estou sugerindo que alguém abra mão de si próprio e de toda energia individual em situação alguma. Pelo contrário, a experiência que sugiro fazer é uma em que o sentimento do próprio eu é tão fortalecido que a pessoa se permite abrir mão de crenças pessoais sobre quem é ou deveria ser, na expectativa de uma troca por vir a ser, potencialmente, muito mais. É quase universal a sensação que temos no nosso íntimo de que não é seguro optar por isso, não é seguro confiar a outras pessoas o saber de nosso corpo, ou a paz de nosso mundo.

E por que deveríamos pensar de outra maneira? Não precisamos procurar além das notícias do jornal diário para ter mais razões capazes de justificar nossos sentimentos. Todos os dias nos mostram exemplos de comportamentos que parecem justificar, e até mesmo perpetuar, a sensação de que vivemos em um mundo assustador e perigoso. Este planeta que chamamos de nossa casa tem cenas de terror, assassinatos e assaltos sem limites diariamente, além de violações de confiança, traições experimentadas pessoalmente e a miríade de preocupações com a saúde para as quais somos alertados todos os dias, de tal maneira que certamente acaba nos parecendo um lugar assustador.

Em última análise, nossa sensação de segurança no mundo deve vir da segurança que sentimos dentro de nós. Para experimentarmos isso, devemos confiar e perguntar se temos fé na inteligência do universo, manifesta em todas as situações e que surge ao longo da vida. Se respondermos não a essa pergunta deveremos nos perguntar: Por quê? Quem ou qual experiência nos ensinou que o mundo não é um local seguro e que não é certo confiar? Por exemplo, você crê no processo da vida? Quando descobre que o universo pregou uma peça em você, em um ente querido, em seu animalzinho de estimação, você logo atribui a culpa a alguém para se sentir protegido? Quando seus filhos saem para a escola de manhã você se preocupa, acha que eles não estarão seguros ou, ao contrário, sente que estarão em segurança e continua acreditando nisso até a hora em que eles voltam sozinhos da escola?

Ainda que todas as coisas assustadoras que nos cercam hoje sejam parte da realidade, o segredo para superarmos nossos medos é saber que elas não precisam necessáriamente ser parte da nossa realidade. Mesmo que isso soe como uma filosofia ingênua da Nova Era trata-se, na realidade, de uma crença bastante antiga que ultimamente vem sendo apoiada pelos mais avançados estágios da ciência. Sabemos que a Matriz Divina existe e que ela reflete nossos pensamentos, sentimentos, emoções e crenças em nossa vida, coração e mente. Temos conhecimento de que uma sutil mudança no modo de nos enxergarmos é tudo o que é precisamos para mudar nosso coração, desempenho profissional e relacionamentos. E é nesse ponto que a natureza perniciosa do círculo vicioso do medo se torna aparente.

A origem de nossas experiências “negativas” pode ser reduzida a um dos três medos universais (ou a uma combinação deles): abandono, baixa auto-estima e falta de confiança. Se quisermos que alguma coisa mude, temos que romper o círculo e dar à Matriz alguma coisa diferente para ela refletir. Parece simples, não é mesmo? Pode ser simples, mas podemos ficar decepcionados; não é fácil mudar o modo pelo qual nos vemos. Talvez seja uma das coisas mais difíceis da vida. Por causa de nossas crenças interiores, enfrentamos a grande batalha, o grande desafio de todo ser humano, ou seja, a luta cujo resultado irá definir quem acreditamos ser. Na presença de todas as razões que temos para não confiar, recebemos o pedido para encontrarmos uma saída da prisão na qual nosso medo nos trancou. Todos os dias as experiências da vida nos pedem para que demonstremos o quanto podemos confiar … não confiar cegamente sem uma razão válida, mas realmente sentir a segurança material e pessoal que nos pertencem neste mundo.

Resultado de imagem para imagens sobre matriz divina pdfVisão pessoal….

Como podemos ver , a emoção é uma linguagem em si mesma, e é a própria linguagem à qual a “Matriz Divina”-nosso DNA- é capaz de responder. Nas ocasiões em que nos sentimos como se não pudéssemos alcançar nossos maiores sonhos, a Matriz simplesmente nos devolve aquilo que estivemos usando diáriamente: atrasos, provocações e obstáculos. Ainda que possamos estar querendo alcançar grandes coisas, a dúvida que vem muito profundamente de dentro de nós, em última análise, provém de nossa baixa auto-estima. A pergunta que nos fazemos é: Sou suficientemente bom para ter essa alegria em minha vida? E por que deveríamos esperar que nos sentíssemos de outra forma? Na tradição ocidental judaico-cristã, o que nos dizem aqueles em quem confiamos e respeitamos é que, de certo modo, somos seres “de menor importância”. Não somos tão bons quanto os “anjos dos céus” ou quanto os “santos” que nos dão lições. Essa mesma tradição convenceu muitas pessoas de que, apenas pelo fato de estarmos neste mundo, precisamos nos redimir da vida propriamente dita por razões que nos dizem estar além de nossa compreensão. Há 2.000 anos somos comparados à memória editada, condensada e preferida da vida de Jesus, com a antiga história de um homem com quem jamais poderemos nos equiparar com esta consciência vingente. Algumas vezes a comparação é acompanhada de sérias admoestações, sugerindo que poderemos ser condenados a uma pós-vida bastante dura se não vivermos de determinado modo. Algumas vezes ouvimos algo mais leve, simplesmente nos lembrando de nossa inadequação por meio de perguntas tais como: “Quem você está pensando que é, Jesus Cristo?” ou então, “Como você vai chegar lá … andando sobre as águas?” Quantas vezes já ouvimos observações semelhantes, significando que por melhor que a gente faça durante a vida toda nunca seremos tão bons ou valeremos tanto quanto o Mestre do passado? Ainda que não levemos a sério tais comentários, lá bem no fundo eles nos lembram que de algum modo não merecemos ter as maiores alegrias nesta vida. Mesmo que sua auto-estima seja elevada, até um determinado ponto você pode ser levado a acreditar nessas sugestões. Finalmente, é provável que todos acreditem, pelo menos um pouco. E como resultado disso, expressamos nossas crenças por meio de expectativas de nossas conquistas, da alegria que nos permitimos ter e dos sucessos que esperamos dos nossos relacionamentos. Nosso medo de não ter bastante valor para ter amor, aceitação, saúde e longevidade promete que cada um de nossos relacionamentos refletirá o medo da baixa auto-estima. E acontece de maneiras que nós nunca poderíamos esperar nem em um milhão de anos. Se esses cenários ou outros semelhantes já se desenrolaram na sua vida é bem provável que eles sejam as máscaras criadas habilidosamente para você questionar seu próprio valor. Medite sobre seus relacionamentos pessoais e profissionais,e de suas crenças íntimas acerca de si próprio, crenças que pedem uma cura mais eficaz……..

Inspiração

A Matriz Divina-Gregg Braden

Auto-estima, autoconfiança e responsabilidade – ITCR

Medo Líquido – Zygmunt Bauman.pdf

Cultura do Medo PDF

Confiança e Modernidade: Uma abordagem sociológica – Emerj

Monicavox

Recomendo…

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A Cozinha de Monicavox-Culinária Evolutiva;entre para este time….com receitas…

 

Resultado de imagem para imagens sobre cultivo naturalO fundamento do paradigma holístico é: Nutrição é o que absorvemos em nosso corpo-mente-espírito dos diferentes níveis de densidade, que se precipitam da força cósmica.

Quando a energia cósmica é suficientemente condensada, ela chega ao prato como alimento. Para desenvolver um novo paradigma do processo de assimilação de alimentos no corpo humano, é necessário compreender a assimilação tanto no nível energético como físico. Podemos ver que a relação do alimento com o sistema humano é mais do que apenas adicionar calorias, vitaminas e minerais para que sejam materialmente acumulados como blocos de construção no organismo. Em geral, cada substância vegetal ou animal irradia do seu campo energético uma vibração sutil especial, específica da espécie. Quando essas substâncias são sólidas, integrais, orgânicas e vivas (alimento vivo), elas mantêm os seus campos energéticos organizados.

Alimentos vivos são preenchidos com o grau mais elevado de água estruturada, que mantém melhor a vibração de nossas bênçãos. Conforme comemos o alimento abençoado, comemos as nossas bênçãos num nível sutil. Interagimos com o alimento nos níveis sutis de energia, assim como no nível material da assimilação. O doutor Gerhard Schmidt destaca no livro The Dynamics of Nutrition [A dinâmica da nutrição] que a nutrição se relaciona com a assimilação de diferentes níveis de energia, que aumentam em quantidade conforme estejam mais próximos da energia luminosa ou do Sol.

O primeiro passo da Teoria da Assimilação começa com o Sol ativando a clorofila das células dos vegetais. A clorofila energizada, que contém a vibração holográfica de toda a planta, transfere a sua energia ressonante e informações para o campo eletromagnético do ferro, nas células dos glóbulos vermelhos. A clorofila e a hemoglobina se diferenciam apenas por um átomo: a clorofila tem magnésio em sua estrutura, a hemoglobina tem ferro.

A luz é a forma menos densa de prana no nosso universo. Ela transporta o estímulo do espectro completo do arco-íris para o nosso sistema à medida que é filtrada pelos corpos sutis e absorvida pelos receptores do sistema nervoso nos olhos e na pele. Os receptores nervosos nos olhos traduzem essa informação, de espectro total, em impulsos do nervo óptico, que a conduz aos vários centros cerebrais: pineal, pituitária e o resto do sistema endócrino. Através desses sistemas, elas indiretamente energiza e ativa todo o nosso organismo, e regula os ritmos e os ciclos do corpo.

Na união do poder criativo com a alimentação consciente descobrimos uma sintonia especial que faz tudo virar arte e reverberar muito além do que imaginamos….

A crise é clara;Uma ilusão que prejudica a saúde

E é muito mais do que econômica. Enquanto a vida escorre pelos dedos da Terra, “criamos um modelo que forma seguidores do sistema. Que prepara pessoas para serem seres humanos ordinários e medianos”.Valores morais, culturais e ecológicos duvidáveis desequilibram a massa e não trazem respostas nem sequer para quem vive a ilusão do consumo. Em contrapartida, um movimento acontece em favor da tomada de consciência e da mudança. Desde revoluções internas a pequenos hábitos cotidianos, todas as decisões exigem responsabilidade, amor e atitude. Também podem representar, mais do que uma saída, uma solução.

“A produção de alimentos é a base da nossa sociedade. A indústria alimentícia é uma das principais do mundo. Se a consciência muda, se nossa alimentação muda, a forma de consumo muda, e as grandes corporações precisam acompanhar essas mudanças.” 

Nesse cenário de positividade e despertar coletivo, cada um faz o que pode e oferece o que tem, respeitando sempre o tempo e limitações pessoais.O importante é ir além e dar o melhor de si, agindo a favor da desconstrução dos próprios privilégios e de uma distribuição mais igualitária e equilibrada dos meios de produção e consumo, sempre com compaixão e humanidade.

SUSTENTABILIDADE

A excessiva criação de gado com destino para indústria alimentícia resulta em impactos graves e irreversíveis para o planeta. Sem ter que apelar pra cenas tristes, o documentário Cowspiracy se baseia em pesquisas, gráficos e números impressionantes, para comprovar a relação direta que há entre o consumo de carnes e o desmatamento, perdas de habitats naturais, extinção de espécies de plantas e animais, desperdício de água, poluição, zonas oceânicas mortas, erosão e agravamento do efeito estufa.

Na produção de 1 litro de leite são usados 1000 litros de água;

Na produção de 1 hambúrguer é utilizada a água correspondente a 2 meses de banho de uma pessoa (114 gramas = 2500 litros);

82% das crianças afetadas pela fome no mundo vivem em países nos quais os alimentos são dados aos animais na pecuária (que, por sua vez, são mortos e servidos de alimento a pessoas com dinheiro em outros países).

É a coisa mais poderosa que alguém pode fazer para o mundo. Nenhuma outra opção tem maior alcance e impacto mais profundamente positivo em toda a vida na Terra do que parar de consumir animais. Repõe-se valores como compaixão, integridade e bondade. Quando isso começa a progredir, ajuda as pessoas a refletirem que a vida não é apenas sobre sustentabilidade, é sobre a capacidade de prosperar.

Resultado de imagem para imagens sobre pão de queijo vegetarianoE na Cozinha de Monicavox…


Quem não inclui lacticínios na dieta certamente sente falta de um pãozinho de queijo; Mas essa receita resolve o problema… Sem lactose, sem nenhum derivado animal, sem nenhum aditivo químico.

Você vai precisar de:recipiente;fôrma;forno.

 Ingredientes:1 1/2 xícara de batata baroa cozida e amassada;3/4 xícara de polvilho azedo;3/4 xícara de polvilho doce;1/4 xícara de azeite;1/4 xícara de água;sal e temperos a gosto.
Modo de preparo:misture os ingredientes até formar uma massa com consistência elástica que não grude nos dedos;modele a massa em bolinhas do tamanho que preferir;distribua na fôrma untada e leve ao forno 180º;espere em média 45 minutos, conferindo o ponto;servir.

Resultado de imagem para imagens sobre leite da terraVoce conhece o Leite da Terra?

O leite da terra tem a aparência de um suco, mas nele adiciona-se outros ingredientes além de frutas, como tubérculos, sementes germinadas e/ou brotos. Não há adição de água mineral – o líquido extraído é 100% orgânico, vindo direta e exclusivamente dos alimentos, sendo altamente nutritivo.

Você vai precisar de:liquidificador,voal,recipiente.

 Ingredientes:
2 maçãs;1 pepino pequeno;1/2 copo de sementes germinadas (utilizamos a de girassol sem casca – 8 horas de molho na água e está pronta para consumo);1 inhame pequeno cru e descascado;3 folhas verdes (couve, rúcula, agrião, alface, repolho, acelga).
Modo de preparo:
Bata com cuidado primeiro os ingredientes com maior teor de água (maçãs, pepino, beterraba, folhas e sementes nessa ordem). Utilize uma cenoura ou o próprio pepino como biosocador para ajudar a prensar e liquidificar;despeje em um voal dentro de um recipiente;esprema bem até sair todo o líquido;beba assim que servir para preservar as propriedades e absorver o máximo dos benefícios para a saúde.
Imagem relacionadaA grande mudança na alimentação dos seres humanos-A Consciência Alimentar~ pelos Pleiadianos
 “Haverá uma grande mudança na consciência alimentar. O que está acontecendo agora é que os alimentos oferecidos são extremamente tóxicos. É por isso que muitos de vocês voltarão a viver da terra, ou pelo menos, plantarão o que necessitam para crescer em conjunto com a Terra. Vocês passarão longe de fungicidas, pesticidas, fertilizantes e todas essas coisas porque vão perceber que isso tem sido simplesmente uma farsa.”

“Foi dito a vós que esta era a melhor forma de produção. Você não precisa dessas coisas. Você fala com a terra, e você diz à Terra o que você quer. Fale com os insetos e as criaturas, e plante um pouco para os animais para que eles tenham seu próprio jardim e deixem a Terra fornecer para vocês. Quando você está em sintonia com a Terra, a Terra lhe dá exatamente o que você precisa.”

“Vocês, como espécie, deixaram de comer a comida que alimenta vocês. Estão comendo alimentos mortos. Você não só está comendo alimentos mortos, mas você está comendo alimentos que, como dissemos, estão cheio de toxinas. Você pode transmutar com seu pensamento qualquer coisa dentro de seu corpo. Seu corpo é perfeitamente capaz de transmutar o mais áspero dos venenos, porém é preciso uma grande quantidade de energia para fazê-lo, e se você for gastar toda a sua energia para transmutar uma dieta desleixada você vai deixar de usar sua energia para muitas outras coisas.”

“Chegarão novos alimentos a seu planeta. Haverá também substâncias que sairão do Himalaia e da Ucrânia que têm sido utilizadas pelas pessoas para manter a longevidade e a saúde há milhares e milhares de anos. “

“Você acredita que deve ingerir certa quantidade de comida para se sentir alimentado e cheio, quando na realidade, você vai notar que seus hábitos alimentares irão mudar drasticamente. A dieta do ‘alto espectro ‘ é o que você vai comer, a fim de elevar-se a um espectro maior de luz. Muitos de vocês não podem ingerir mais produtos de carne. Além disso, há mais venenos no peixe que talvez haja nos frangos que estão nos armazéns. Tem sido escondido isso de você.”

“Então, se você for comer essas coisas, coma em pequenas quantidades, abençoe os alimentos, abençoe o caminho que a criatura fez para chegar ao seu paladar, e tenha a clara intenção que seu corpo é capaz de assimilar. Pode chegar um tempo, e isso ocorrerá a cada um de vocês em um momento diferente, que certos alimentos o farão ficar muito doentes. Sentirão como se tivessem ingerido veneno. Se isso ocorrer, abençoe e olhe para isso como um sinal de que você está pronto, nesse momento, para alterar suas práticas alimentares.”

“É muito ruim, mas toda a sua cadeia alimentar está bastante poluída. Mesmo os produtos da horta são irradiados e preenchidos com todos os tipos de coisas, por isso é difícil encontrar algo que seja nutritivo. Então, parte da dieta de que vocês serão levados a adotar voltará para a terra, onde vocês plantarão seu próprio alimento e comerão de forma muito simples.”

“Você vai descobrir que quando você começa a preparar seus próprios alimentos e quando você prepara-os com amor e compartilha com amor o alimento que você plantou, você vai perceber uma vibração diferente que preenche o seu ser. Você não terá que passar fome, porque você não vai precisar de muito alimento. Quanto mais perto estiver da Luz, menos a comida será necessária. Não que você irá parar de comer, apesar disso poder vir a ser eventualmente, mas não morrerá de fome. Você descobrirá que pode se sustentar com pouco, porque ao obter o tipo adequado de alimentos o Corpo de Luz pode sustentar-se por longos períodos de tempo. Chegará um momento em que a comida não será mais necessária.”

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Sabemos como é difícil o acesso a uma alimentação de qualidade vivendo na cidade grande. Não só por conta de impostos caríssimos, poluição, agrotóxicos e rotulagem manipulada, mas também por falta de informações de como minimizar todos esses aspectos.Mudanças de hábito na prática demandam tempo e energia. A idéia é viabilizar e fortalecer esse processo através da arte, do conhecimento e da ação. Dar voz ao sentimento de insatisfação de maneira produtiva, desintoxicando corpos e mentes do parasitismo mecânico e impensado que só consome o planeta e fortalece o sistema.Um plano eficiente de reeducação alimentar começa ao desligar o piloto automático e instalar a atenção plena. Devemos prestar atenção à potência da nossa fome, à quais alimentos nos caem melhor, qual é a quantidade de alimento que nos satisfaz e qual o sabor que mais nos agrada. Também convém sermos ser gratos por cada refeição que se apresenta, mesmo que ela não seja “tecnicamente ideal”.O estilo de vida atual “exige” que a nossa atenção seja dividida simultâneamente entre diversos assuntos, o telefone, o computador, etc. Comemos automáticamente os alimentos mais práticos (alimentos requentados, encaixados, enlatados, reprocessados, e por aí vai…) e freqüentemente pulamos refeições ou as trocamos por um shake ou uma barra de cereais. A nossa mente está em qualquer lugar, menos à mesa. Estamos assistindo TV, ou numa reunião de negócios ou acessando os e-mails. Ou seja, a conexão entre a língua – esse poderoso órgão dos sentidos – e o cérebro está “fora do ar”.Ao dedicar alguns segundos para praticar a atenção plena e manifestar gratidão pelo alimento, estaremos nos conectando com as sensações riquíssimas captadas pelo paladar, olfato, visão, tato e audição e também enviando vibrações positivas para toda a cadeia alimentar (o solo, o sol, a chuva, quem planta, quem colhe, transporta, vende, prepara…). Essa energia positiva influenciará a qualidade dessa refeição e nos permitirá fazer escolhas tecnicamente adequadas em relação à quantidade e combinação de grupos alimentares.Estou com fome? Por que estou comendo? O que estou comendo? Estou feliz? Triste e ansioso?A consciência alimentar é o caminho para quem quer perder ou ganhar uns poucos quilos, e também é o caminho para quem precisa perder 35 quilos. A caminhada começa com o primeiro passo e não importa quanto tempo será necessário para alcançar o objetivo final – o fundamental é que a direção esteja correta e que o caminho seja prazeroso e rico em experiências;Quando perdemos a concentração ou comemos demais, apenas começamos novamente. Cada garfada, cada refeição, é uma chance para recomeçar……


Inspiração…

Manual de Alimentação Saudável

PRÁTICAS E REFLEXÕES SOBRE EDUCAÇÃO ALIMENTAR

Mudanças dos hábitos alimentares provocados pela industrialização …

Alimentos orgânicos – Iapar

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As faces da autoestima: como estão as suas?

Resultado de imagem para imagens sobre autoestimaAutoestima. Esta palavra que nos acompanha durante a vida toda como a amiga invisível que tanto deseja nos amar e que, às vezes, desprezamos. Ali está. E, se você a olhar com carinho, irá pegá-lo pela mão e ajudá-lo a caminhar.

Essa amiga que nunca vai embora – mesmo que às vezes lhe demos as costas – e espera pacientemente até que lhe devolvamos o afeto. Você não a enxerga mas a sente, como sente a autoestima das pessoas que o rodeiam.

“A felicidade não é exuberante nem causa alvoroço, como o prazer ou a alegria. É silenciosa, tranquila, suave, é um estado interior de satisfação que começa por amar a si mesmo.”
-Isabel Allende-

 Não só isso, é um conceito que tira o melhor e o pior de nós mesmos: seus diferentes rostos completam um círculo que diz muito do que somos, do que fazemos e do que não, da nossa atitude e, especialmente, da confiança que temos em nós mesmos.

As quatro faces da autoestima

Nas palavras de Stephen R. Covey, cuidar da autoestima significa “preservar e realizar o maior bem que você possui” e, para isso, é preciso levar em consideração suas quatro dimensões. O que significa isto? Que a nossa própria autoestima pode se quebrar em sua natureza física, espiritual, mental e social/emocional. Vejamos isto com mais calma.

  • Face física: implica cuidar do próprio corpo colocando atenção na alimentação, no descanso e no exercício rotineiro. Trata-se de ser proativo e confiar na nossa própria saúde física mediante uma rotina que nos dê bem-estar.

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  • Face espiritual: tem a ver com o sistema de valores que tivermos e se fortalece dedicando tempo à meditação pessoal. Parar alguns segundos no dia para refletir sobre o que vivemos e o que esperamos nos dá energia.
  • Face mental: é a parte da autoestima que se identifica com a exploração e a aquisição de novos conhecimentos, com a educação que nos oferece a escola da vida e a cultura. É a capacidade de crítica positiva e amadurecimento que, por exemplo, nos permite ampliar a perspectiva do mundo.
  • Face social/emocional: são duas dimensões ligadas entre si, porque a vida emocional não pode ser entendida de forma plena se não levarmos em consideração as relações pessoais. A segurança pessoal, o equilíbrio com nossos próprios princípios e a confiança no que somos por dentro. É a face da independência, mas também da empatia para com os outros.

Sua autoestima está em ordem?

Como vimos, as quatro faces da autoestima recaem sobre o pilar da autoconfiança e a forma de potencializá-la é se cuidando. Cuidar-se a nível físico, espiritual, mental e sócio/emocional. Na hora em que uma destas faces cambaleia um pouco, a nossa autoestima diminui e a consideração para conosco se debilita.

Portanto, por que não dedicar parte do nosso tempo para colocar em ordem cada uma destas dimensões? Se físicamente você não está em seu melhor momento, procure de forma consciente hábitos que lhe tragam energia e que façam você se sentir mais forte. Você precisa parar e relaxar? Existem exercícios que ajudarão a conseguir isto. Socialmente você se sente inseguro? Você está sofrendo? É hora de se curar e apostar em você.

“A pessoa mais influenciável com a qual você fala o dia todo é você mesmo.Tenha cuidado, portanto, com o que você diz a si mesmo.”-Zig Ziglar-

Você, antes de qualquer um, precisa pensar que a sua vida existe para ser vivida, e não simplesmente para sobreviver. E vivê-la passa por aceitar nossos próprios desejos e ir atrás deles, reconhecer que podemos errar, criar, mudar, nos superarmos, realizar-nos. A autoestima é um sinal de realização e de equilíbrio pessoal.

Escolha bem quem está ao seu redor

Falamos que uma das faces da autoestima é a social/emocional e que ambas estão especialmente unidas porque não podemos separar emoções de relacionamentos pessoais. Ninguém pode preencher mais a nossa parte emocional do quem deseja fazê-lo sinceramente: quem nos dá felicidade porque deseja fazê-lo e, consequentemente, nos torna melhores.

Este é um ponto importante: temos direito a um círculo social agradável, que nos respeite e nos trate com afeto. Desta forma, é importante escolher bem as pessoas que queremos que nos cerquem. Elimine do seu lado as pessoas erradas, tóxicas, que não lhe permitem construir uma autoestima saudável.


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Você se enxerga como realmente é ou como os outros querem que seja? Isso pode parecer uma pergunta sem importância, mas na verdade é ideal para refletir sobre as diferenças na forma como nos vemos e como os outros nos veem.Assim que resolvemos pensar nisso, nos damos conta de que talvez as demais pessoas não nos vejam da mesma forma como nós nos vemos. Por exemplo, como você se comporta, o que demonstra para elas, fará com que uma imagem sua seja formada, e talvez você não concorde com ela.Tudo isso pode influenciar de maneira positiva ou de maneira negativa a nossa autoimagem. Imagine, por exemplo, quando você se vê com alguns quilos a mais e os outros dizem que você está bem. É um exemplo simples de que a sua perspectiva não é a mesma do resto das pessoas, e isto pode ter uma grande influência.Muitos de nós estamos cheios de complexos que nos impedem de desfrutar de nós mesmos. Tudo isso se origina do fato de mostrarmos uma imagem da qual gostamos para o resto da pessoas.Estamos contínuamente pensando em qual imagem mostrar aos demais, em como os outros irão nos ver… O que não sabemos é que muitas vezes as pessoas não nos veem como nós pensamos ou como queremos que nos vejam.Sabe o que seria excelente? Começar a interagir com as pessoas que estão ao nosso redor e perguntar diretamente como nos enxergam. Isso pode nos ajudar a compreender como nosso ponto de vista não é único.Se você fizer isso, descobrirá coisas que certamente nem pensava sobre você. Tudo o que lhe disserem ajudará a formar uma imagem real do que você projeta para o resto das pessoas. O que será que você descobrirá sobre si mesmo?Às vezes nos deixamos influenciar demais pelo que acreditamos que é esperado de nós. Como os outros querem que sejamos? Isso pode formar uma imagem externa de nós com a qual não nos sentimos identificados.Se estivermos com pessoas manipuladoras ou agressivas que nos julgam, podemos acabar mostrando uma imagem que em nada corresponde com a realidade. Por que nosso orgulho fica abandonado? Você está se tornando o que os demais querem que você seja? Não permita que isso aconteça.A forma como você se vê influenciará a maneira como os outros o enxergam. Se você tem complexos, eles se manifestarão e as pessoas notarão e saberão.Qualquer coisa,tipo: querer ser quem não é, tentar agradar a todos, ser você mesmo, não deixar que nada o influencie, ter personalidade, tudo é notado; O que devemos levar em consideração quando refletimos sobre nossa imagem? Dois fatores muito importantes na minha opinião:Aquilo que você pensa sobre si mesmo se converte em realidade, você querendo ou não. Tudo que passa pela sua mente se manifestará de alguma forma, por isso pense positivo e deixe o negativo em um lugar afastado. Pensar positivamente sobre si mesmo será muito benéfico;A beleza é criada no interior. Todas as coisas boas, tudo que é positivo, tem que sair de você, não de outra pessoa. Por que se esconder? Manifeste seu Eu verdadeiro, pois às vezes queremos ser quem não somos. Aceite-se, aceite sua beleza e manifeste-a….

“Não vemos as coisas como são, e sim como somos.”
-Jiddu Krishnamurti-

Inspiração…

Como usar o poder da mente para desenvolver a autoconfiança e a auto estima-Dr Joseph Murphy

Auto estima-Nossa força interior-Luis Rojas Marcos

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Como se proteger de pessoas tóxicas

Resultado de imagem para imagens de pessoas negativasExistem muitos tipos de pessoas tóxicas: invejosas, ciumentas, possessivas, pessimistas, autoritárias, manipuladoras, etc. com as quais temos que conviver todos os dias no trabalho, no grupo de amigos ou na família. O segredo para que essas pessoas não nos influenciem negativamente está em nós, na nossa atitude e em saber a forma de lidar com elas. Deixar que invadam o nosso pensamento, que não nos deixem respirar ou que nos incomodem é algo que, se quisermos, podemos evitar. Aprenda a se proteger das pessoas tóxicas.

Como gerenciar a nossa energia….Mindfulness

Querer é poder, diz o ditado.Ah, se fosse simples assim…

O dia passa, não conseguimos dar conta de tudo que havia para fazer, chegamos em casa exaustos e no dia seguinte começa tudo de novo. A semana voa, deixamos pendências para a seguinte, o stress bate forte, ainda bem que chegou sexta-feira. O mês passa, temos uma gripe, falta muito para as férias? O ano acaba, mas o próximo vai ser diferente. Será?

Se bastasse querer para poder, por que nem sempre atingimos nossos objetivos apesar dos esforços? Ou, quando atingimos, por que pagamos um preço cada vez mais alto?Talvez não estejamos percebendo quão pouca energia efetivamente canalizamos para a realização do que desejamos.

De repente estamos assumindo mais compromissos do que somos capazes de dar conta, ou porque queremos controlar tudo, ou porque não sabemos dizer não, ou porque não nos permitimos pedir ajuda. Dia após dia, nossa lista de pendências só aumenta, o que gera stress, sentimentos de culpa, frustração e autodesvalorização.De repente não estamos com a atenção voltada para o momento presente. Enquanto fazemos uma coisa, pensamos em dez outras – nas que ainda temos de fazer, nas que não fizemos, nas que os outros fizeram ou deixaram de fazer, nas que podem acontecer… Os pensamentos vagam sem controle e tiram a atenção do presente, causando distrações, esquecimentos ou erros naquilo que estamos fazendo.

É uma bola de neve. Quanto mais nos esforçamos para realizar o que desejamos, mais compromissos assumimos, mais enchemos nossa cabeça de pensamentos e preocupações, mais estressados ficamos, mais frustrados, tensos e irritados nos sentimos. É aí que se esvai nossa energia, em sentimentos negativos e uma agitação mental que nós mesmos criamos e sustentamos. Quem paga a conta é o corpo, que fica fatigado, tenso, vulnerável às viroses da temporada, destinado a uma doença crônica nos anos futuros.

Mas não precisa ser assim, se aprendermos a gerenciar mais efetivamente a forma como utilizamos nossa energia nos aspectos mental, emocional e físico. Um bom começo é despertar a consciência para o modo como a estamos utilizando. Então pergunte-se:

Estou assumindo mais compromissos do que sou capaz de cumprir? Se sim, por quê? Com o que posso realmente me comprometer?

– Quais são as pendências que me incomodam e preocupam? O que posso fazer para resolvê-las e tirá-las de uma vez do meu campo mental?

– Que pensamentos me passam pela cabeça enquanto faço uma tarefa mecânica? Que benefícios esses pensamentos me trazem? E prejuízos?

– Que sentimentos negativos têm consumido minha energia ultimamente? Quais são suas causas? O que eu posso fazer a respeito disso?

– Do que o meu corpo está reclamando ultimamente? O que ele está pedindo? Descanso, mais sono, atividade física, uma ida ao médico, uma dieta?

 – O que posso fazer para gerenciar meu stress?

Esse turbilhão mental tem vários efeitos colaterais. A alternância de pensamentos dificulta a concentração nas atividades, e aí acontecem as interrupções, distrações, esquecimentos e erros que atrasam a finalização da tarefa ou comprometem sua qualidade. Adicionalmente, boa parte dos nossos pensamentos são de preocupação com o que temos de fazer, o que gera ansiedade. A ansiedade provoca a liberação dos hormônios do stress, cujo acúmulo no organismo nos deixa mais impacientes, reativos e irritáveis. Os dias terminam e estamos esgotados – afinal, pensar em tanta coisa consome muita energia.

É o caso de a gente se questionar: ocupar a mente dessa forma vale a pena? Realmente nos faz mais produtivos e eficientes? Qual é custo para o nosso equilíbrio e saúde? Como lidar com isso?

É aqui que entra o mindfulness, uma variedade de práticas que consiste em manter a consciência naquilo que fazemos e evitar os pensamentos intrusos. Sua origem está em antigas tradições do hinduísmo e budismo, resgatadas no século 20 pelas ciências do comportamento e utilizadas, sob determinadas condições, até em terapias.

O legal dos exercícios de mindfulness é que podem ser praticados em vários momentos do cotidiano, nos afazeres que tornamos automáticos e nos quais a mente mais viaja. Por exemplo, ao escovar os dentes, mantenha a atenção em seus movimentos e sensações: Faça cada movimento com consciência das ações e  sensações ; É claro que pensamentos intrusos surgirão na mente, e você apenas vai reconhecê-los, deixá-los ir embora e retomar a atenção plena na escovação. Eles vão surgir de novo, você os reconhecerá e os deixará ir embora, e assim sucessivamente. Simples.

Tomar banho, preparar e tomar o café, lavar a louça, fazer compras, vestir-se, arrumar a cama, fazer academia, caminhar pela rua. São inúmeros os momentos em que você pode praticar a consciência plena. Se quiser ir um pouco além, experimente meditar por 15, 20 minutos ao dia. Basta sentar-se confortávelmente em um lugar tranquilo, onde possa ficar sózinho e não seja interrompido, fechar os olhos e prestar atenção à sua respiração. Os pensamentos virão, você os reconhecerá…

Experenciando o Mindfulness

Convido você a fazer uma experiência. Agora mesmo, esteja onde estiver, feche os olhos e coloque a atenção em seu pé direito por um ou dois minutos.  Observe as sensações que estão presentes ali: se estiver usando um sapato, por exemplo, você talvez perceba o pé envolvido pelo calçado. Você pode observar também a sensação de contato do pé com a superfície em que ele está apoiado neste momento. Explore o calcanhar, a região dos dedos, o peito e a planta do pé. A intenção será perceber as sensações, e não pensar sobre elas….

Essa experiência é uma amostra da prática que em mindfulness  se chama bodyscan, ou varredura corporal. Além de ser uma ótima âncora para a atenção plena, o exercício da varredura fortalece a conexão mente-corpo e amplia a consciência corporal.

No que dependesse apenas de nossa natureza, seríamos capazes de perceber sensações muito sutis em nosso corpo. Perceberíamos o sono chegando de mansinho antes do primeiro bocejo ou um músculo que reclama da má postura e nos avisa para corrigi-la antes que ele começe a doer. Perceberíamos melhor as sensações prazerosas e desfrutaríamos mais delas.

Mas o que normalmente acontece conosco é bem diferente disso. Nos habituamos a estar com a mente em uma coisa enquanto o corpo faz outra. Enquanto o corpo come, a mente vê televisão. Enquanto o corpo toma banho, a mente resolve problemas de trabalho, e assim passamos o dia. A falta de conexão entre mente e corpo diminui nossa autoconsciência corporal, e só nos damos conta daquilo que se passa conosco quando já não dá mais para ignorar. Não é à toa que tanta gente descubra doenças quando já começam a ficar graves, ou só perceba que está sob stress quando se sente mal.

Quanto mais autoconsciência corporal temos, também mais fácilmente percebemos nossos estados emocionais. Afinal, as emoções se expressam por meio do corpo– autoconsciência emocional.

Então, fica o convite:  experimente praticar a atenção plena nas sensações corporais. Você pode praticar por alguns minutos diários sentado ou deitado de costas, com os braços e pernas paralelos, a cabeça no mesmo plano do corpo. Para algumas pessoas, o exercício da varredura corporal tem efeito relaxante e facilita o sono.

Visão pessoal….

Mindfulness requer persistência e vigilância constante, e o resultado é compensador. A gente começa praticando consciência plena nas coisas mecânicas, e de repente está mais concentrado nas tarefas intelectuais também. Me pego evitando distrações e mais focada no trabalho. A produtividade melhora. O dia termina e não me sinto em dívida comigo mesma. O mindfulness organiza o campo mental e diminui o gasto de energia. Mantemos a ansiedade sob controle, pois não ficamos pensando e nos preocupando no que há para fazer. E se não há ansiedade, eliminamos pelo menos um dos fatores que causam stress.Mas como deixar de pensar na situação que nos aflige? Fazer isso é impossível;Bem, não se trata de deixar de pensar, mas sim de não alimentar o pensamento, colocando a atenção em algo que acontece no aqui-agora: sua respiração, a sensação em determinada parte do corpo ou uma atividade que você estiver executando.A lógica por trás disso é a seguinte: ao focalizar a atenção em algo que acontece no aqui-agora, ativamos o modo neurológico da experiência direta. E quando a mente está nesse modo, não está em seu oposto – o modo narrativo ou divagatório, em que viaja ao passado, ao futuro ou a outro lugar. O modo divagatório é essencial para a nossa vida, pois nos permite planejar, refletir, criar cenários etc. Mas é também a fonte dos pensamentos de preocupação que disparam os sintomas de ansiedade…..o caminho do equilíbrio é sempre o melhor.

Inspiração…

Mindfulness-Atenção Plena-Dr Mark Willians

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Preocupação….inútil…?

Resultado de imagem para imagens sobre preocupaçãoO seu dia a dia está cheio de preocupações. A sua cabeça não para de dar voltas pensando em tudo que aconteceu ao longo do dia. Você procura encontrar soluções para situações que já estão no passado e que não podem ser modificadas. “E se eu tivesse feito isso ou aquilo…” Ou se não for por isso, você está preocupado com o que vem a seguir. Você não para de pensar no que precisa fazer …..

No que vai acontecer depois de você acabar de comer. E no que vai acontecer amanhã e depois de amanhã e depois… E daqui a um mês; A questão é que você passa o dia revirando a sua cabeça, vendo ameaças no seu passado e no seu futuro, procurando soluções para riscos que talvez nem existam… O que podemos fazer para parar de nos preocupar? A terapia cognitivo-comportamental nos dá algumas idéias a respeito…

“A preocupação não elimina a dor do amanhã, mas elimina a força de hoje.”
 -Corrie ten Boom-

O que é a ansiedade generalizada?

A ansiedade generalizada é caracterizada pela pessoa que está constantemente inquieta ou preocupada com áreas da vida cotidiana. Isto é, se antecipa constantemente e o faz pensando que no transcurso do dia alguma coisa vai virar. Pode pensar, sem motivos reais para isso, que vai ter dificuldades financeiras, que vai ser mandada embora do trabalho ou que seus filhos irão ficar de recuperação.

Mas não é só isso. Os afazeres cotidianos, como a limpeza ou os consertos da casa ou o carro, geram ansiedade, exigências e preocupação. Além disso, podem remoer na sua cabeça temores e erros do passado. Assim, a pessoa entra em um ciclo de pensamentos negativos e procura soluções constantemente para os problemas, mas sem colocar nenhuma delas em funcionamento.

ansiedade-generalizada

Quando a pessoa sofre de ansiedade generalizada, pode aparecer a inquietude ou a impaciência, assim como a tensão muscular. Também é característica a dificuldade de manter a concentração ou deixar a mente em branco. Aparecem distúrbios do sono, seja para pegar no sono, para mantê-lo ou para que seja reparador. Também ficam mais cansadas e irritadas.

Como você pode imaginar, para essas pessoas é difícil relaxar e elas temem aquelas situações onde acreditam que a sua ansiedade vai aumentar. Então o que fazem? As evitam, de modo que seus nervos se acalmam momentaneamente. O ruim disso é que ao longo do tempo, vão tolerando cada vez menos a ansiedade e evitando situações ruins, de modo que a sua vida fica mais alterada.

O que acontece com o meu diálogo interno na ansiedade generalizada?

A questão é que estas pessoas percebem a maioria das situações como perigosas. Interpretam a realidade de forma prejudicial constantemente, tirando conclusões negativas mesmo que não existam evidências de que alguma coisa será mesmo ruim.

As tendências cognitivas, as crenças irracionais e os pensamentos automáticos têm um papel importante em todo este processo. Estas pessoas costumam seguir estímulos negativos, interpretam a informação de modo negativo para elas e analisam as situações atuais com base em outras passadas que foram ruins.

“Você não pode apagar as angústias gravadas no cérebro e, com um doce antídoto de esquecimento, arrancar do seu seio oprimido as perigosas matérias que pesam sobre o coração?”
-William Shakespeare-

Além disso, existe uma série de crenças sobre como o mundo deveria funcionar que não se adequa à realidade. Mas não é só isso: aparece uma série de pensamentos diante das situações sobre os quais não nos questionamos e não são funcionais para nós.

Por isso, é necessário aprender a identificá-los. Uma vez que tivermos feito isso, poderemos nos perguntar que evidências temos a favor e contra eles. Isto é, procurar a informação que seja coerente ou incoerente com os mesmos. Assim, poderemos procurar interpretações mais realistas da realidade, de forma a afastar a tentação de pensar de forma catastrófica.

Aprenda a relaxar e a tomar decisões

A verdade é que aprender a localizar e modificar nossos pensamentos é um tanto complexo e requer a ajuda de um bom psicólogo para que possa ser realizado de forma eficaz. Mas não basta trabalhar nossos próprios pensamentos; é necessário controlar a ansiedade com outras abordagens.

“A capacidade de suportar a ansiedade é importante para a realização própria do indivíduo e para a sua conquista do entorno. A realização própria só se alcança avançando apesar dos choques emocionais. Isso aponta qual é o uso construtivo da ansiedade.”
-Kurt Goldstein-

mulher-feliz

Também sugiro que você aprenda a relaxar, para conseguir que a tensão muscular e a ativação fisiológica diminuam. Um bom jeito de fazer isto é praticar a respiração abdominal, que podemos utilizar em qualquer situação uma vez que tivermos adquirido a habilidade. Outra técnica que pode ser interessante é o relaxamento muscular progressivo.

Além disso,  estas pessoas se dedicam a procurar possíveis soluções na sua cabeça mas não chegam a executar nenhuma. Portanto, também será bom que aprendam a tomar decisões e implementem as soluções que tiverem pensado, mesmo que não sejam as mais adequadas, e sem se punir por isso. A questão é experimentar até encontrar a correta… Errar é humano.

Como já dissemos, evitar aquelas situações não é a estratégia que mais nos beneficia. Por isso, é importante parar de fugir disso. Se ficarmos nervosos, podemos colocar em prática as estratégias de relaxamento adquiridas. A mudança para superar este mal-estar não é fácil, mas com ajuda de um profissional qualificado poderemos recuperar a nossa qualidade de vida… Vamos atrás disso.

Resultado de imagem para imagens sobre preocupaçãoVisão pessoal…

Desde 2007, a antropóloga e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro Mirian Goldenberg iniciou uma pesquisa com homens e mulheres acima de 60 anos e percebeu que eles buscam, cada vez mais, viver com simplicidade – justamente negando os excessos.  Mais de 1700 entrevistados depois, e ainda contando, ela percebeu que eles buscam tomar conta de sua vida – amorosa, profissional, cotidiana – se livrando de coisas que atrapalhem a felicidade essencial. Muitos deles não têm carro, não têm empregada. Eles preferem abdicar disso tudo em busca de uma vida mais simples, mais prática. Quando você se enche de coisas, você também se enche de problemas; Ela acredita que essa percepção envolve um entendimento cada vez maior do quanto escolhemos o que tem valor e faz parte da nossa verdade – a ideia central da essência. Quanto mais coisas você tira da sua vida, mais percebe que não precisa colocá-las de volta: elas não te fazem falta. A sensação do ‘eu posso ter, mas não quero’ é libertadora a partir do momento que você se dá conta de que pode – e deve – escolher só o que tem sentido pra você.Vivemos hoje, uma sensação de impotência na sociedade moderna justamente por não termos percebido isso. Somos imbuídos a ter mais, a querer mais. No entanto, quanto mais consomem, mais infelizes as pessoas ficam. Quanto mais se exibem, mais inúteis elas se sentem. Dá trabalho viver no excesso: ter dezenas de namorados, ler 300 jornais, ter uma opinião sobre tudo – não é fácil. Até porque nada disso parece ter um significado real na vida delas. O significado vem do que você faz, das suas relações amorosas, da sua introspecção: ter, por fim, um projeto de vida. Esse projeto está conectado à nossa vontade, é interior. Não veio de ninguém; Eu não quero fazer tudo: entender todas as áreas do meu trabalho, ver todas as séries do momento, encontrar um milhão de amigos. Eu quero entender o que tem significado para minha vida, me conectar o tempo todo com isso e nisso me concentrar.Algo que todos, afinal, queremos. Mas nem sempre é fácil identificar o que tem significado na nossa existência – muitos dos entrevistados de Mirian viveram anos para conseguir. E, mais do que isso, saber abdicar dos excessos para nos concentrarmos no estritamente primordial. Limitar nossas escolhas resulta em muitas renúncias. Ter uma vida simples não é tarefa fácil ;Nos tempos atuais, requer mais que vontade: é necessário ter disciplina. Algo que o consultor e palestrante Greg McKeown chama de seguir o “caminho do essencialista”. Ele cunhou o termo “essencialismo” para explicar o comportamento – cada vez mais comum – de pessoas em busca de identificar o que lhes é vital, importante – essencial, por fim. Esse tipo de gente é aquele que sabe identificar e focar em fazer somente o que é importante. Ele afirma que a proposta de valor básica do essencialismo só surge quando nos permitimos parar de tentar fazer tudo e deixar de dizer sim a todos. Só dessa forma é que conseguimos oferecer nossa contribuição máxima àquilo que realmente importa. Sobra, como resultado, somente aquilo que realmente importa, nada mais. O preceito do “menos, mas melhor” é algo que McKeown tratou de aplicar na vida cotidiana: o essencialista é aquele que busca essa filosofia de forma incansável. Ele não concorda com esse princípio só de vez em quando, mas o adota de maneira disciplinada o tempo todo; Seja no seu trabalho, seja nas suas relações pessoais. Isso não significa somente incluir entre as resoluções de dizer “não” mais vezes, limpar a caixa de entrada de e-mails uma vez por semana ou tentar dominar alguma estratégia de administração de tempo. É necessário parar constantemente para se perguntar: “Estou investindo nas atividades certas?’”
Inspiração…

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