YANTRA

Resultado de imagem para IMAGENS DE YANTRASYANTRA literalmente significa “apôio” e “instrumento”.

Um yantra é um desenho geométrico atuando como uma ferramenta altamente eficiente para a concentração, contemplação e meditação. Yantras carregam um significado espiritual: há um significado específico que pertence a níveis superiores de consciência; Fornece um ponto focal é uma janela para que o Absoluto. Quando a mente está concentrada em um único objeto simples (Neste caso, um Yantra), a vibração da mente,cessa. Eventualmente, o objeto é descartado quando  a mente é esvaziada ,e podemos permanecer em silêncio e sem ajuda. Nas fases mais avançadas, é possível alcançar a união com Deus /Fonte através da visualização geométrica de um yantra.

O yantra é como uma imagem microcósmica do macrocosmo. É um ponto de foco e uma porta exterior e interior. Os yantras frequentemente estão focados em uma divindade (entenda-se que aqui cada divindade possui sua própria simbologia e significados e atributos e qualidades) específica, de modo que, sintonizando em Yantras diferentes pode-se tocar em divindades ou centros de força criativa do universo.

Normalmente Yantras são projetados para que o olhar se fixe no centro, e são muito simétricos, podendo ser desenhados em papel, madeira, metal, ou terra, ou eles podem ser tridimensionais.

O YANTRA mais célebre na Índia é o Sri Yantra de Tripura Sundari . É um símbolo de todo o cosmos que serve para lembrar o praticante que entre o sujeito e objeto, não há diferença

Resultado de imagem para IMAGENS DE YANTRASComo trabalhar com Yantras

A base de operação do yantra é uma coisa chamada “forma de energia” ou “energia forma”.A idéia é que cada forma emite uma freqüência muito específica e padrão de energia.Exemplos de antigas idéias de que yantras e mandalas são formas de energia são: a estrela de Davi, a estrela de cinco pontas (Pentágono), a cruz cristã, as pirâmides, o cubo de Metatron e assim por diante.

Alguns dos poderes são atribuídos às várias formas. Alguns têm as energias “más” ou negativas e algumas energias “boas” ou positivas, mas na Yoga Yantra ,apenas as energias benéficas e harmoniosas são usadas.Quando alguém se concentra em um yantra, a mente automáticamente fica sintonizada por ressonância na forma específica de energia do YANTRA.

O processo de ressonância é amplificado e depois mantida. O Yantra atua apenas como“sintonizar”um mecanismo ou uma porta. A Energia Sutil não vem (ou está) no YANTRA em si, mas no macrocosmo.Básicamente, yantras são as chaves secretas para estabelecer ressonância com as energias benéficas do macrocosmo. Muitas vezes, os Yantras podem nos colocar em contato com energias extremamente elevadas, sendo de inestimável ajuda no caminho espiritual.
Em primeiro lugar, Yantras não podem simplesmente ser inventados de imaginação. Cada modo específico e emoção tem uma forma específica de energia associada a uma forma (desenho) . Esta forma inequívoca determina a forma do yantra associado a esse estado de espírito. Os Yantras tradicionais foram descobertos, por meio da revelação, pela clarividência, não foram inventados simplesmente. É preciso ser um verdadeiro mestre espiritual, um guru tântrico, para ser capaz de revelar uma YANTRA novo para o mundo.

Daí que os Yantras devem ser conservados em sua forma original, não podendo ser colocados invertidos, da mesma forma que a cruz invertida significa outra coisa.

Dissecando os Yantras:

O poder de Yantras para induzir ressonância é baseada na forma suas especificidades de aparência.Tal diagrama um pode ser composto de um ou mais formas geométricas que se combinam em um modelo preciso representando e transfigurando na sua essência, ao nível do universo físico, a esfera sutil de força correspondente à divindade invocada.

Deste ponto de vista podemos argumentar que o YANTRA funciona de forma semelhante a um mantra (palavra sagrada). Por ressonância, uma certa energia do microcosmo do praticante vibra na mesma sintonia com a presente energia correspondente no infinito, no macrocosmo de energia, que é representada no plano físico pelo yantra.

O princípio da ressonância com qualquer divindade, energia cósmica, aspecto, fenômeno ou energia deve a sua aplicabilidade universal para a perfeita correspondência existente entre o ser humano (visto como um microcosmo verdade) e da Criação como um todo (macrocosmo).

Resultado de imagem para IMAGENS DE YANTRASContorno

Cada YANTRA é delimitado a partir do exterior por uma linha ou um grupo de linhas que formam o seu perímetro. Estas linhas marginais têm a função de manter, conter e evitar a perda das forças mágicas representados pela estrutura do núcleo do YANTRA, geralmenteponto central. Eles também têm a função de aumentar a sua força mágica e sutil.

O núcleo do YANTRA é composto de um ou várias formas geométricas simples: pontos, linhas, triângulos, quadrados, círculos e lótus que representam, em diferentes maneiras ,as energias sutis.

Resultado de imagem para IMAGENS DE ponto bindu YANTRASPonto – Bindu

Por exemplo, o ponto (Bindu) significa a energia focalizada e sua concentração intensa. Ele pode ser compreendido como uma espécie de depósito de energia, que pode, por sua vez,irradiar energia sob outras formas.O ponto geralmente é cercado por superfícies diferentes, quer um triângulo, um hexágono,um círculo, etc Estas formas dependem da característica da divindade ou aspecto representado pela YANTRA. Na iconografia tântrica, o ponto é chamado Bindu; no tantra Bindu é simbólicamente considerado Shiva, a fonte de toda a criação.

Imagem relacionadaTriângulo – Trikona

O triângulo (trikona) é o símbolo da Shakti, a energia feminina ou aspecto da Criação.O triângulo apontando para baixo representa a yoni, o órgão sexual feminino e o símbolo da fonte suprema do Universo, significa o elemento água que tende sempre a voar e ocupar a posição mais baixa possível. Este triângulo é conhecido como SHAKTI KONA.O triângulo está apontando para cima, significa aspiração espiritual intensa, a sublimação de sua natureza para os planos mais sutis e do elemento de fogo (AGNI tattva).O fogo é sempre orientada para cima, assim, a correlação com o triângulo para cima –SHIVA KONA.

A intersecção de duas formas geométricas (linhas, círculos, triângulos, etc) representa as forças que são ainda mais intensas do que aquelas geradas pelas formas simples. Tal interpenetração indica um alto nível na interação dinâmica das energias correspondentes.Os espaços vazios gerados por tais combinações são descritos como muito eficientes campos operacionais das forças que emanam do ponto central do YANTRA.É por isso que muitas vezes pode encontrar representações de mantras em tais espaços.YANTRA e MANTRA são aspectos complementares de Shiva e sua utilização em conjunto émuito mais eficiente do que o uso de uma só.

Imagem relacionadaA Estrela de 6 pontas – SHATKONA

A combinação típica freqüentemente encontrados na estrutura gráfica de um Yantra é a superposição de dois triângulos, um apontando para cima e outro para baixo, formando uma estrela com seis pontos (SHATKONA), também conhecido como Estrela de Davi. Esta forma simbólicamente representa a união de Purusha e Prakriti ou Shiva-Shakti, sem o qual não poderia haver Criação.

Resultado de imagem para IMAGENS DE ponto bindu YANTRASO Círculo – chakra

Outra forma geométrica simples, muitas vezes usado em Yantras é o círculo, que representa a rotação, um movimento intimamente ligada com a forma de espiral, que é fundamental na evolução Macrocósmica. Ao mesmo tempo, o círculo representa a perfeição, a felicidade plena e o vazio criativo.Na série dos cinco elementos fundamentais representa o ar – Vayu Tattva.

Imagem relacionadaO Quadrado – BHUPURA

Entre os elemetos geométricas simples que compõem Yantras há também a quadrado. Égeralmente o limite exterior do YANTRA e simbolicamente, representa o elemento terra –Prithivi tattva.Cada YANTRA começa a partir do centro, muitas vezes marcado por um ponto central (bindu) e termina com quadrado exterior. Isto representa o sentido da evolução universal, a partir do sutil e terminando com o grosseiro, a partir de “éter” e terminando com “Terra”.

A maior parte das vezes Yantras são compostos por estas formas geométricas simples, por vezes, encontramos outros elementos como pontas de flecha, tridentes, espadas, picos incluídos no projeto de um YANTRA com a finalidade de representar vetores e direções de ação.

Resultado de imagem para IMAGENS DE YANTRAS lotusO lótus (padma)

O símbolo de lótus (ou suas pétalas) é um símbolo da pureza e da variedade, cada pétala de lótus que representa um aspecto distinto. A inclusão de uma flor de lótus em um Yantra representa a liberdade de interferências múltiplas com o exterior (pureza) e expressa a força absoluta do Ser Supremo.

Resultado de imagem para IMAGENS DE livros sobre YANTRASVisão pessoal…

Em conclusão, um Yantra é um instrumento muito complexo espiritual na prática tântrica(sadhana). Ele pode acalmar e concentrar as atividades da mente, e por sua auto-sugestão positiva que tem um impacto benéfico sobre a saúde e bem-estar psíquico de uma pessoa.O Yantra sózinho não representa nada. Só quando é despertada pela concentração mental e meditação o processo de ressonância aparece e as energias benéficas do macrocosmo se manifestarão em microcosmo do praticante.Como mostramos acima, a chave secreta para uso Yantras na meditação é a ressonância.O processo de ressonância é estabelecido pela concentração mental sobre a imagem do Yantra.Enquanto a mente está em sintonia com o humor específico associado ao Yantra, os fluxos de energia fluem, mas quando a ressonância é interrompida, a energia desaparece.Uma sugestão para usar os Yantras é pendurá-lo sobre uma parede de frente para Norte ou Leste, colocando o centro dele ao nível dos seus olhos,adotar a postura que mais goste ou, se você quiser, sentar em uma cadeira mantendo a coluna reta;pode respirar pelo nariz e expirar pela boca, mas não force nada, apenas deixe o fluxo e respire normalmente;olhe para o centro do Yantra, tentando piscar o mais raramente possível, sem se preocupar em olhar os detalhes , basta manter a sua visão no centro e observá-lo todo de uma só vez;este exercício deve durar pelo menos 15-30 minutos todos os dias, a experiência será indescritível;com o tempo, depois de pelo menos sete dias de meditação com ele, você será capaz de aproveitar a energia mesmo sem um Yantra (no início você pode fixar sua visão em um ponto imaginário ou exterior ou evocar o Yantra com os olhos fechados);não se esqueça de consagrar os frutos desta prática para com Deus/Fonte (karma yoga) e aconselho a você não perseguir um objetivo ao fazer meditação com ele, apenas deixá-lo gradualmente orientá-lo para as energias sublimes do Macrocosmo;Ao executar estas técnicas, recomenda-se manter um estado de aspiração e intenso desejo de experimentar as energias beatíficas da consciência em fases superiores, já que o Yantra absorve a atenção total do praticante…. e ele já não pode dizer se o Yantra é dentro de si mesmo ou se ele está dentro do Yantra… este é o estado de não-dualidade.

Inspiração…..

Kundalini and Yantra PDF about mandalas and symbols

meditating with yantras: breathing exercises – Humanity Healing Netwo

Nadi Yantra – Scientific Research Publishing

Monicavox

Recomendo…

Resultado de imagem para IMAGENS DE livros sobre YANTRAS

Resultado de imagem para IMAGENS DE livros sobre YANTRAS

Resultado de imagem para IMAGENS DE livros sobre YANTRAS

 

 

Anúncios

O Antakarana e sua importância na Ascenção Cósmica do ser humano….

Resultado de imagem para imagens sobre livros antakaranaA construção do antakarana, ou ponte do arco-íris, é um assunto absolutamente fascinante. Chegará o dia em que a ciência do antakarana será ensinada em todas as escolas e salas de aula do mundo. Ela é a verdadeira ciência da mente, pois utiliza a substância mental para construir uma ponte entre a personalidade e a alma e, à medida que o ser evolui, entre a alma(Eu Superior, Cristo, Filho de Deus Pai e da Mãe Terra que veio a este planeta com o objetivo de revelar na natureza de Deus que é amor)), a Tríade Espiritual e a Mônada (Presença Eu Sou).A tríade espiritual é o veículo por meio do qual a mônada trabalha, do mesmo modo que a alma, na Terra, trabalha através da personalidade. A mônada trabalha através do tríplice veículo composto pela vontade espiritual, pela intuição e pela mente superior.

O antakarana é o fio, e mais tarde o cordão que o discípulo cria pela meditação e compreensão, pelas práticas espirituais e pelo trabalho espiritual específico e dirigido. Nesse processo, o discípulo recebe ajuda da alma e, mais tarde, da mônada; mas a primeira parte do trabalho tem que ser feita por ele.A mônada já tem um fio ou cordão de energia que se estende dela mesma até o chakra do coração do discípulo na Terra. Esse cordão de energia é chamado de sutratma, fio da vida, ou cordão de prata. A alma tem um fio ou cordão, chamado de cordão da consciência, que se estende dela mesma até a glândula pineal do discípulo. O conhecimento usa o cordão da consciência. A energia da sabedoria usa o antakarana, quando ele está construído.

Imagem relacionadaO antakarana é como um filamento de luz espiritual, construído do mesmo modo como a aranha tece sua teia. Esse fio é tecido pelo próprio discípulo, vida após vida, e ele só pode ser energizado por aquilo que contém vibração espiritual. O cordão da consciência tem as qualidades mentais da alma. O antakarana é construído unicamente com as qualidades mentais e espirituais da alma.

Resultado de imagem para imagens sobre livros antakaranaO sutratma e o cordão da consciência vem sendo construídos desde que o homem chegou ao mundo material. O antakarana se desenvolve muito lentamente, porque a pessoa precisa trilhar o caminho da experiência para que esse trabalho se inicie realmente.Tanto o sutratma quanto o cordão da consciência trabalham de cima para baixo. O antakarana, ao contrário, de baixo para cima.Nos estágios finais da construção desse cordão, na quinta iniciação e ascensão, esses três cordões se fundem, se integram e se dissolvem um no outro, exatamente como a personalidade, a alma e, mais tarde, a mônada se fundem.É pela criação do antakarana que todo esse processo se realiza. Criar o antakarana é como estender um cabo ou construir uma ponte entre três países, a personalidade, a alma e a mônada. A construção dessa ponte se faz em três etapas:

Na primeira etapa, temos a integração da personalidade com os quatro corpos.

Na segunda etapa é construída a ponte desde a personalidade integrada e os quatro corpos até a alma.

Na terceira etapa é feita a construção da ponte desde a alma até a tríade
espiritual e a mônada.

A construção do antakarana torna a consciência cerebral do discípulo receptiva à orientação intuitiva e às impressões oriundas dos reinos espirituais superiores e da mente de Deus. Ela permite que a alma, antes, e a mônada, depois, usem o discípulo, mais tarde iniciado, para o serviço que elas precisam realizar na Terra. A personalidade se torna um veículo confiável para o uso da alma em seus propósitos na Terra.

 Esse propósito chega ao final na quarta iniciação, quando o corpo da alma ou corpo causal, que armazena todas as virtudes e bom karma, é queimado. Então, o fogo da mônada derrama-se através do antakarana para a alma, mediadora entre a personalidade e a mônada, e a alma volta à mônada. A alma não é mais necessária e volta a dissolver-se na mônada.

Tudo o que resta então é a personalidade infusa de alma e a mônada, que agora é o guia.Até esse ponto, o iniciado construiu o antakarana até a tríade espiritual e a mônada.

Embora esse antakarana construído seja forte, ainda não se realizou uma fusão completa entre a mônada/tríade espiritual e a personalidade infusa de alma. É na quinta iniciação que esses dois aspectos se fundem na consciência. Na sexta iniciação, eles se fundem não somente na consciência, mas também, e completamente, nos quatro corpos(o físico, o emocional, o mental e o espiritual) e toda a personalidade infusa de mônada e os corpos transformam-se em Luz.O iniciado torna-se um Mestre Ascensionado nesta sexta iniciação. É o antakarana, que o discípulo construiu entre a personalidade, a alma e a tríade espiritual/mônada, que possibilitou a realização de todo esse processo. É também nesse ponto que o sutratma, o cordão da consciência, e o antakarana se fundem, exatamente como aconteceu com a mônada, com a alma e com a personalidade. O resultado dessa fusão é a imortalidade da forma física.

Assim como Deus, Cristo e o Espírito Santo são três mentes que funcionam como uma, do mesmo modo somos três mentes – mônada, alma e personalidade – que funcionam numa unidade.

O microcosmo é igual ao macrocosmo. O espírito e a matéria, o pai e a mãe, são uma coisa só.O antakarana é a ponte de Luz ou o caminho iluminado sobre o qual o discípulo passa para os mundos superiores. É por meio dessa ponte e caminho iluminado que ele alcança a libertação e a ascensão.Essa integração também ajuda a fazer a ligação entre a consciência de Shambala, a consciência hierárquica e a consciência humana.

A consciência de Shambala se relaciona com a mônada e com aspecto vontade.A consciência hierárquica se relaciona com a alma e com o aspecto amor.A consciência humana se relaciona com a personalidade e com aspecto inteligência.

O Mestre, ao realizar essa integração, também ajuda a construir o antakarana planetário, que é o antakarana para toda a Terra e para a humanidade.

As Etapas da Construção do Antakarana

Nas etapas iniciais da construção do antakarana, existem três fios autocriados menores que são criados inicialmente e que constituem o antakarana.O primeiro fio entre o corpo físico e o corpo etérico, e passa do coração para o baço.O segundo fio vai do corpo etérico ao corpo astral e passa do plexo solar ao coração e deste ao corpo astral.O terceiro fio vai do corpo astral ao corpo mental. Esse fio passa do chakra do terceiro olho para o chakra da cabeça, e daí para o corpo mental.Esses três fios menores auxiliam a extensão de alma a integrar o sistema de quatro corpos.
A segunda etapa trata da construção do antakarana desde a personalidade na Terra até a alma. Esse processo também pode ser descrito como a construção de uma mente inferior, a alma e a mente superior. Em outras palavras, podemos chamá-lo de ligação cérebro/mente/alma. Essa ponte é construída com a substância mental.O estágio de construção da ponte da alma a tríade espiritual e para a mônada usa a substância de Luz.
A ponte desde a personalidade até a alma cria uma iluminação completa da alma da personalidade na Terra. É nesse estágio que o discípulo se vê como uma alma. Em estágios superiores, o iniciado se vê como espírito ou como a própria mônada. Essa ponte possibilita à personalidade superar todo sentido de separatividade e de medo da morte.A construção do antakarana tem como objetivo a auto-realização e o serviço em benefício a humanidade.
Resultado de imagem para imagens sobre livros antakaranaSeis Passos Para Construção do Antakarana

Os seis passos para a construção do antakarana são: “intenção, visualização, projeção, invocação e evocação, estabilização e ressurreição”.

1- Intenção– O primeiro passo implica uma compreensão da tarefa a ser cumprida, uma decisão e determinação para cumpri-la e uma orientação correta para atingir o objetivo. Ele também exige que as forças e energias da pessoa converjam para o ponto mental/espiritual mais elevado que possa ser alcançado e que ali se mantenham. Isso nos lembra “manter a mente firme na Luz”.

2- Visualização- O segundo passo envolve o uso da imaginação e das capacidades de visualização para construir o cordão e a ponte de Luz.

3-Projeção– O terceiro passo envolve a utilização da vontade, ou poder da vontade, e o uso de uma palavra de poder para transmitir essa linha ou ponte de substância de Luz. A ação de enviar uma palavra de poder com o poder da vontade por meio do cordão visualizado, com a mais elevada intenção possível, estende osfilamentos do cordão de Luz em direção á tríade espiritual e a mônada.

4-Invocação e Evocação– Essa invocação feita pelo discípulo atrai agora uma resposta evocativa da tríade espiritual e da mônada. O Pai (mônada), operando através do fio criado pelo discípulo, põe-se em movimento para encontrar seu filho(extensão de alma). A mônada, ou Pai do Céu, emite uma projeção de substância de Luz que encontra a projeção criada pelo discípulo na Terra. A projeção inferior e a projeção superior se encontram e o antakarana é construído.

A tensão criada pelo discípulo evoca a atenção da mônada e da tríade espiritual. Com a prática, esse cordão recíproco, ou ponte de energia, torna-se cada vez mais resistente. É uma chama de Luz. Já não existe mais a sensação dos três países separados da personalidade, da alma e da mônada, mas um único ser atuando em todos os planos por esse caminho de Luz.

5-Estabilização- No início, o antakarana é muito fino e parecido com um fio. Com a prática, a meditação e uma vida espiritual adequada em todos os níveis de ser, formar-se-á um cordão impossível de se romper.

6- Ressurreição- Esse último passo relaciona-se com o fortalecimento do cordão antakarana, que então conduz a grande fusão e integração da triplicidade e que, na quarta iniciação, tornou-se dualidade. Essa dualidade, na quinta e, finalmente, na sexta iniciação ou ascensão, torna-se unidade, ou unificação total da personalidade infusa de alma e da mônada que esteve operando por meio da tríade espiritual. Esses dois estados de consciência se integram totalmente na quinta iniciação e se fundem plenamente com o sistema de quatro corpos na sexta iniciação, que é a ascensão ou ressurreição. Os quatro corpos(físico, astral, mental e espiritual) e a personalidade se dissolvem na Luz e se tornam imortais.

PALAVRAS DE PODER

A repetição dos nomes de Deus, de palavras de poder e de mantras é tão importante para o desenvolvimento espiritual e para a realização divina. As palavras de poder às quais a pessoa se sente atraída dependem do treinamento espiritual em vidas passadas, do tipo de raio da alma e da mônada dessa pessoa, da sua preferência individual, da intuição, do sentimento, do tempo de trabalho e da astrologia e numerologia, para citar alguns fatores.

Esses  mantras, outras palavras de poder que a pessoa já use, também dão resultado. O objetivo dessa meditação é visualizar um cordão de Luz que comece na personalidade, passe pela alma e suba até a mônada. A pessoa pode visualizar esse cordão com uma diâmetro equivalente à circunferência da sua própria cabeça ou, no início, se preferir, menor.O discípulo deve entrar em sintonia com esse antakarana, visualizá-lo no olho da mente, e, com intenção plena e o poder da vontade, repetir a palavra de poder, em voz alta, de três a sete vezes, ou durante quinze minutos, como se fosse uma espécie de meditação com mantra. Depois de entoar esse mantra, o discípulo senta; permanecendo em silêncio e em estado receptivo, apenas sentindo a resposta de sua alma ou de sua mônada, dependendo da etapa em que esteja trabalhando. Apesar de simples, essa meditação é extremamente poderosa.

O MANTRA DA ALMA OU MONÁDICO

Este mantra foi revelado ao mundo pelo Mestre Ascenso Djwhal Khul por meio dos escritos de Alice Bailey. Esse mantra ativa a alma e a estrela da alma para a realização do trabalho espiritual. As palavras do mantra da alma são:

EU SOU A ALMA,EU SOU A LUZ DIVINA,EU SOU O AMOR,EU SOU VONTADE,

EU SOU O PLANO ESTABELECIDO.

Talvez os discípulos da quarta iniciação em diante queiram substituir a primeira linha para “Eu Sou a Mônada”, mantendo o restante do mantra exatamente igual. A única linha desse mantra que as pessoas talvez não entendam é a última; ela se refere ao plano da alma para a encarnação atual. Segundo Djwhal Khul, esse mantra é o princípio de todas as técnicas ocultas.Mesmo que o discípulo esteja trabalhando com outro mantra, é bom começar uma meditação recitando o mantra monádico três vezes, e então meditar com o mantra habitual. Ele é como uma ferramenta de ativação que indica à alma e a mônada o momento de entrarem em ação para cumprir sua parte do programa como resposta à invocação.

O FIO TERRA

As pessoas que construíram o antakarana façam, não apenas subindo em direção à alma e à mônada, mas também, descendo em direção à base da espinha pelo chakra da coluna e daí à Terra. Alguns metafísicos dão a isso o nome de fio terra. Podemos visualizar esse fio descendo pelas pernas em direção ao centro da Terra ou, se estivermos sentados, como se passasse pela cadeira e entrasse no chão. Como o antakarana, que sobe pelo canal central, esse também deve ter pelo menos o diâmetro da circunferência da cabeça do discípulo.

O ANTAKARANA DEPOIS DA ASCENSÃO

É importante compreender que o antakarana não para de fato na mônada. Na verdade, ele continua subindo em direção à divindade. O antakarana pode ser projetado na direção de Deus ainda antes da ascensão. O discípulo que medita obterá uma resposta de Deus, e Deus irá ao seu encontro com Seu dedo de fogo e/ou com o fio de substância de Luz. Assim, mesmo os Mestres Ascensionados continuam construindo seus antakaranas à medida que evoluem nos planos cósmicos de existência.

A ESTRELA DA ALMA

A aproximadamente quinze centímetros acima da cabeça, existe uma estrela etérica de Luz. Ela paira sobre a cabeça de cada habitante da Terra. O brilho dessa estrela depende muito do nível evolutivo da extensão de alma na Terra. A estrela da alma não é a alma, mas a sua extensão, um instrumento por meio do qual ela trabalha. Essa estrela é ativada quando recitamos o mantra da alma. É muito importante compreender a estrela da alma para se ter condições de realizar as demais meditações . No momento em que recitamos o mantra da alma, essa estrela se acende e passa a brilhar como uma estrela resplandecente, pronta para iniciar seu trabalho, desde que seja um trabalho a serviço da alma.Depois de entoar o mantra da alma, a estrela da alma obedecerá ao pensamento e a visualização criativa e poderá mover-se, expandir-se, contrair-se ou enviar raios de energia para a personalidade. A compreensão, a ajuda e o uso da estrela da alma serão absolutamente incalculáveis para a construção do antakarana e para todas as outras áreas de vida.

O CANAL CENTRAL

O canal central é um termo que se refere à coluna de energia que vai da base da espinha até o topo da cabeça. Às vezes chamado de chakra da coluna, ou sushumna, e é uma parte componente do sutratma (cordão de luz.)Uma das práticas mais importantes do caminho espiritual é a ampliação do canal central e a limpeza de todos os detritos psíquicos. Em termos ideais, o canal central pode ser ampliado até transformar-se numa coluna de luz com as dimensões da circunferência da cabeça do discípulo. O canal central da maioria das pessoas é um tubo muito estreito e entupido, como o encanamento de um banheiro que não funciona direito.

As três meditações a seguir, transmitidas por Djwhal Khul, tem por objetivo abrir e limpar o canal central e também construir o antakarana. É por meio do antakarana e do canal central que a alma e as energias espirituais podem fluir. Um antakarana e um canal central amplos, limpos e bem-estruturados permitem que a pessoa seja preenchida pela Luz do espírito no seu menor pedido. Depois de entoar o mantra da alma, é também muito interessante perceber que ela e a mônada executam metade do trabalho. A primeira meditação de Djwhal Khul é a meditação de triangulação.

MEDITAÇÃO DE TRIANGULAÇÃO

1- Recite o mantra da alma três vezes enquanto se concentra na estrela da alma como uma estrela ou um sol brilhante.

2- Depois de recitar o mantra da alma três vezes, com o poder da mente e da imaginação mova a estrela da alma diagonalmente até posicioná-la a uma distância de 30 centímetros à frente do terceiro olho. Em seguida, recue a estrela da alma em linha reta, até o centro da cabeça, fazendo-a entrar no canal central e no chakra da coluna. Pelo canal central , leve a estrela da alma para cima, parando 15 centímetros acima da cabeça, na posição em que ela estava inicialmente. Mova a estrela lenta e deliberadamente em seu deslocamento para cima. Enquanto se movimenta, a estrela da alma queima, literalmente, as formas-pensamentos ocultas e os detritos psíquicos.Esse trabalho é um esforço de cooperação entre a personalidade e a alma, que utiliza a estrela da alma como instrumento. A alma se enche de entusiasmo, quando tem oportunidade de trabalhar com você dessa forma.

3- Repita esse mesmo processo de criação do triângulo com o terceiro olho mais uma vez.

4- Repita o procedimento; agora, porém, crie um triângulo descendo até o chakra da garganta. Execute esse processo duas vezes para o chakra da garganta.

5- Faça a mesma coisa para os chakras do coração, do plexo solar, do sacro da raiz, dos joelhos, das solas dos pés e para a estrela da Terra que está a uns 30 centímetros abaixo da superfície da Terra.

Faça a triangulação duas vezes para cada centro. Pronto, a meditação está terminada.Essa meditação ajudará a limpar o canal central e a começar a construir seu antakarana. Terminada a meditação, e depois de trabalhar com ela durante algum tempo, sugiro que você dê mais um passo:

Forme um triângulo até a alma, que está acima da estrela da alma. Essa parte da meditação trabalha na construção do antakarana até a alma e da menos atenção ao canal central. Se julgar oportuno, você pode também construir um triângulo até a sua mônada ou até a Poderosa Presença Eu Sou. Sugiro que você faça cada triângulo três vezes e que, ao terminar, recite o seu mantra ou sua palavra de poder, ao mesmo tempo em que visualiza o antakarana e mantém a mente firme na Luz. Num certo sentido, ao fazer isso, você está fazendo a fusão da primeira meditação com essa segunda meditação de triangulação.

MEDITAÇÃO DO REDEMOINHO ESPIRITUAL

A aura da maioria das pessoas(corpos etérico, astral e mental) está cheia de detritos psíquicos, formas-pensamento negativas e energia estagnada. O objetivo da meditação a seguir é eliminar do seu campo áurico todo esse material indesejado. Além de provir de sua vida diária normal, parte desse material é sobra da meditação de triangulação, que você acabou de fazer.A meditação de triangulação retirou os detritos do seu canal central, mas provavelmente jogou certa quantidade deles em sua aura. Há um processo muito simples que a alma utiliza para limpar esse refugo psíquico; ele recebe o nome de meditação do redemoinho espiritual.

Essa meditação consiste em visualizar um vórtice espiritual ou um redemoinho descendo da alma. Visualize-o como um tornado, com a forma de um funil. Este redemoinho espiritual é formado pela substância energética mais refinada da alma. Embora você o visualize com a mente; esse vórtice espiritual é uma realidade psíquica viva da alma. Se você for clarividente, poderá vê-lo e observá-lo descendo da alma, se o tiver invocado. O tubo do seu funil e redemoinho espiritual está no antakarana, descendo ele recolhe as partículas mais pesadas dos detritos psíquicos. Deixe que a alma decida com que tamanho, cor e velocidade ela quer se deslocar. A idéia é fazer com que esse redemoinho desça pelo chakra da coroa e de uma oitava inferior e arrastando todo esse material para as profundezas do centro da Terra. Aí ele se livra do entulho, cessa seu movimento e se dissipa.

Crie um redemoinho espiritual bem amplo, de modo a abranger o corpo físico e todo o corpo áurico. Quando o redemoinho espiritual ganha força e poder, ele não precisa mais da direção da personalidade. Nesse ponto a alma e a estrela da alma estão fazendo o trabalho. Invoque um novo redemoinho espiritual sempre que você queira purificar-se. O redemoinho espiritual inicial perde sua energia quando entra na Terra e descarrega os restos psíquicos. Recomendo que você invoque de três a sete redemoinhos espirituais todas as vezes que praticar essa meditação.

Recomendo também praticá-lo no início do dia, depois do trabalho e antes de dormir, para manter-se purificado.Quero acrescentar que faz parte do trabalho da Terra promover a limpeza desse tipo de sujeira ou energia negativa. Não estamos de forma alguma poluindo a Terra por trabalhar com ela dessa forma. Ela fica muito feliz por poder servir desta maneira.

Para invocar seu redemoinho espiritual, basta seguir estes passos:

1- Repita três vezes o mantra da alma.

2- Visualize o redemoinho espiritual bem alto acima da cabeça, com a ponta do funil no antakarana, e diga: “Na sabedoria de minha alma, invoco meu vórtice espiritual”.

3- Apenas observe ou visualize o redemoinho descendo através do seu campo e, em seguida, para a Terra.

4- Chame e invoque tantos redemoinhos espirituais quantos você necessitar, até sentir-se desobstruído. Normalmente, três a cinco minutos são mais do que suficientes. Se você se sentir desnorteado ou se estiver passando por uma crise emocional ou psicológica, esse processo pode ser extremamente útil. Essas são técnicas simples pelas quais a alma e/ou o eu superior podem ajudá-lo.

MEDITAÇÃO DO SACA ROLHAS PARA AMPLIAR O CANAL CENTRAL

Nas duas primeiras meditações, purificamos o canal central e limpamos o campo áurico dos detritos psíquicos. O objetivo dessa última meditação é alargar o canal central, de modo que ele chegue às dimensões da circunferência da cabeça. O canal central da maioria das pessoas é um tubo muito estreito e fino, o que limita a quantidade de Luz e de energia que possa descer da alma e da mônada.Dispomos de uma meditação muito simples para dilatar o canal central. Ela se assemelha á meditação de triangulação, com a diferença de que usa apenas um triângulo em vez de vários. Depois de recitar o mantra da alma, crie um triângulo que desça até a estrela da Terra, sob os pés, como na meditação de triangulação.

Ao começar a mover a estrela da alma para cima, visualize-a como um saca-rolhas girando no sentido horário, subindo pelo canal central, e voltando à posição da estrela da alma, 15 centímetros acima da cabeça.Seu canal central deve medir pelo menos 2,5 centímetros, mas que é preferível que ele tenha a largura da cabeça.

No início, talvez você prefira uma medida intermediária entre essas duas enquanto trabalha para ampliá-lo o máximo possível. Nesse sentido, use o seu discernimento e intuição. Recomendo que pratique esta meditação duas vezes por dia, durante três semanas, tempo necessário para se criar um hábito. Uma vez ampliado o canal central, você está pronto definitivamente.

MEDITAÇÃO:

1- Recite o mantra da alma em voz alta.

2- Recite o mantra da unificação:

Os filhos dos homens são um, e eu sou um com eles.

Eu quero amar, não odiar.
Quero servir, não ser servido.
Quero curar, não ferir.
Que a dor traga a merecida recompensa de Luz e de amor.
Que a alma controle a forma externa da vida e tudo o que acontece. E
traga a Luz o amor que está na base de todos os eventos.
Que a visão e a intuição se manifestem.
Que o futuro se revele.
Que a união interior se evidencie e as divisões exteriores se
dissolvam.
Que o amor prevaleça.
Que todos os homens amem.

3- Construa um grande triângulo que desça até a estrela da Terra.

4- Faça a estrela da alma subir sob a forma de um saca-rolhas, movendo-se no sentido horário, ampliando seu canal central até a dimensão desejada.

5- Finalize a meditação, recitando a Grande Invocação:

Do ponto de Luz na mente de Deus,Flua Luz a mente dos homens.Que a Luz desça sobre a Terra.Do ponto de Amor no coração de Deus,Flua Amor ao coração dos homens.Que Cristo retorne à Terra.Do centro onde a Vontade de Deus é conhecida,Guie o propósito as pequenas vontades dos homens-O propósito que os Mestres conhecem e a que servem.Do centro que chamamos de raça dos homens,Realiza-se o Plano de Amor e Luz,E possa ele selar a porta onde habita o mal.Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam o Plano sobre a Terra.


Imagem relacionadaVisão pessoal…

Um ser de luz caminha sozinho no vasto universo; solitário, ele olha ao redor e vê somente escuridão; ele continua caminhando até encontrar uma região com vários pontos de luz como ele. Então, percebe que esses pontos estão todos conectados por um cordão dourado que os atravessa, como se fosse uma extensão de cada ser. Ele se chega e tímidamente pergunta que reino é este e ouve a resposta vinda de todos ao mesmo tempo: – nós somos a Unidade, a Luz, a União entre todos os seres, você nos vê como pontos separados, mas nada mais somos do que um único ponto de luz, ao qual você também pertence. O ser isolado, solitário ouve, mas não compreende; como ele pode pertencer a esse mundo de luz se o local de onde vem só possui escuridão? Cada dúvida que ele tem, mesmo que não pergunte, simplesmente ao pensar, ele ouve a resposta: – você vive num mundo de ilusão, que faz você achar que é todo escuro, mas na realidade, aqui onde você se encontra agora é seu mundo real, o outro é apenas um reflexo como o negativo de uma fotografia em preto e branco. O ser fica ainda mais confuso, acredita que está tendo um pesadelo e tenta acordar e então vê, ouve e sente uma grande explosão de luz, que vem de dentro dele e então, agora, ele pode reconhecer o quinhão de luz que ele é e o Universo iluminado com vários outros pontos de luz interligados, formando uma grande rede, onde todos se tornam UM, intimamente conectados, os raios de um ponto de luz atingem os outros pontos nesta vasta rede universal. Nesse momento o ser vê, sente, compreende a Unidade que ele é e sempre foi; simplesmente, sua visão estava limitada à esfera física e não podia perceber essa sutil nuance de uma freqüência de luz tão elevada. Com essa experiência, o ser volta ao seu lar de origem para contar o magnífico fato ocorrido. Mas, assim como ele, os outros não conseguem entender e acreditar em sua história, o que faz com que ele se sinta ainda mais solitário. O ser passa, então, a se sentir preso no Universo físico, limitado e desconectado de todos os outros seres, até que compreende que o reino da humanidade tem seu tempo de despertar. Cada qual tem um tempo diferente de se perceber como luz, de descobrir o reino da luz e da Unidade, da conexão com todos os outros seres, nascidos da mesma criação, a explosão da luz que cria cada vez mais pontos de luz interligados na mesma rede que sustenta a vida. A história de um ser é a mesma da humanidade. O tempo, na esfera do reino físico, aguarda que todos os seres humanos cheguem a esse tipo de despertar. Reconhecer a luz interior que cada um é; assumir e viver nessa qualidade vibratória; sentir e ver a conexão real com todos os outros seres de todo o Universo. A humanidade caminha de diferentes formas, por diferentes caminhos, de acordo com o livre arbítrio de cada um. A Lei da Vida protege todos, fazendo com que a direção seja sempre a Vida, a Luz, a Conexão, a Unidade. A mente humana limita a compreensão do Universo, portanto é preciso ampliar os horizontes, até onde a visão humana não alcança e então “ver” com o sexto sentido, que é a possibilidade de ver e viver o mundo energético, de luz e conexão. A intenção de ativar o terceiro olho, o chacra que fica entre as sobrancelhas, permite essa nova visão. Faça sua tentativa e observe os resultados. Você pode imaginar uma espiral de luz branca abrindo e ampliando esse chacra, em todas as direções. Você é convidado a sentir a rede de conexão com todos os seres e se tornar a Unidade, o ponto de luz no centro do Universo, enquanto ainda vive em sua forma humana…..


Inspiração……

Antahkarana Completo_.pdf – Libro Esoterico

Antahkarana Healing Symbol – The International Center for Reiki ..

Manual Completo de Ascensão – Joshua David Stone – Google Books

Monicavox


Recomendo….

Resultado de imagem para imagens sobre livros de alice bailey

 

 

Resultado de imagem para imagens sobre livros antakarana

 

As Crenças e a Mente Quântica

Resultado de imagem para imagens sobre a mente quanticaAs crenças que se encontram enraizadas no seu subconsciente influenciam a interpretação de tudo o que acontece com você, seja no seu exterior ou no seu interior. Por outro lado, muitas dessas crenças são errôneas e nos levam a ter pensamentos, emoções e comportamentos que constituem fontes de bloqueio e sofrimento. Pense que todos temos o poder de transformar a nossa realidade e até mesmo de escolher os sonhos que alimentamos. Mas para chegar a isso, primeiro você tem que compreender o que é a mente quântica.

Todos os seres vivos e tudo o que temos ao nosso redor (o que acreditamos que é a realidade) é formado por átomos. Átomos cujo interior é, em grande parte, vazio. Além disso, para entender este artigo, pense no seguinte: tudo o que é físico na sua vida não é composto de matéria, mas de campos energéticos ou de padrões de frequência de informação.

Nossa mente é uma mente quântica

A matéria é mais “nada” (energia) do que “algo” (partículas). Antigamente acreditava-se que os elétrons orbitavam em volta do núcleo, como os planetas orbitam em volta do sol. Atualmente, os cientistas nos dizem que o átomo é composto de 99,99999% de energia e cerca de 0,00001% de matéria. Em forma de proporção, isso não é quase nada.

Os físicos quânticos descobriram que a pessoa que está observando as partículas infinitesimais do átomo afeta a conduta da energia e da matéria. Os experimentos quânticos demonstraram que os elétrons existem como uma infinidade de possibilidades ou probabilidades em um campo visível de energia.

Mas apenas quando o observador se fixa em qualquer localização de um elétron é que esse elétron aparece. Em suma, uma partícula não pode se manifestar na realidade, ou seja, no espaço-tempo tal como nós o conhecemos, até que ela seja observada. Então, quando o observador “busca” um elétron, há um ponto concreto no espaço e no tempo em que todas as possibilidades do elétron colapsam em um acontecimento físico.

Com este descobrimento, mente e matéria já não podem continuar sendo consideradas de forma separada; elas estão intrinsecamente ligadas, porque a mente subjetiva exerce mudanças perceptíveis no mundo físico subjetivo: falamos de uma mente quântica. Pense que, se a nível subatômico a energia responde à sua atenção e se converte em matéria, como a sua vida iria mudar se você aprendesse a dirigir o efeito observador e a colapsar ondas infinitas de probabilidade na realidade que deseja? Você seria um melhor observador da vida que deseja viver?

Resultado de imagem para imagens sobre a mente quanticaO poder da nossa mente quântica: pensamentos e sentimentos

Por natureza, tudo o que existe no universo físico é feito de partículas subatômicas como os elétrons. Estas partículas estão em um estado de onda (energia, lembre-se de que é os 99,99999%), enquanto não são observadas. Potencialmente são “tudo” e “nada”, até que sejam observadas. Elas existem em todos os lugares e em lugar nenhum até que sejam observadas.

Portanto, tudo o que existe na nossa realidade física existe como puro potencial. Se as partículas subatômicas podem existir de forma simultânea em uma infinidade de lugares possíveis, somos potencialmente capazes de colapsar em uma infinidade de possíveis realidades. Ou seja, se você pode imaginar um acontecimento futuro na sua vida se baseando nesses seus desejos, esta realidade já existe como possibilidade no campo quântico esperando que você a observe. Se a sua mente quântica é capaz de influenciar o aparecimento de um elétron, em teoria também pode influenciar a aparição de qualquer possibilidade.

Nossos pensamentos e sentimentos não são uma exceção em tudo isso. Tanto os pensamentos quanto os sentimentos têm um sinal eletromagnético. Os nossos pensamentos enviam um sinal elétrico para o campo quântico. Assim, nossos sentimentos teriam o poder de “atrair magnéticamente” situações na vida. Ao unir isso, o que pensamos e o que sentimos produz um estado do ser que gera uma marca eletromagnética, que por sua vez influencia cada átomo do nosso mundo. Esse acontecimento faz com que nos perguntemos: o que eu estou transmitindo (de forma consciente e inconsciente) na vida cotidiana?

Imagem relacionadaVisão pessoal…

Há uma infinidade de possíveis marcas eletromagnéticas (de inteligência, riqueza, liberdade, saúde…) que já existem como um padrão de frequência de energia. Se ao mudar o seu jeito de ser (ou seja, mudar as suas crenças e, assim, mudar os seus pensamentos, emoções e comportamentos), você irá criar um novo campo eletromagnético que coincide com este potencial no campo quântico da informação, é possível que você tenha se deparado com essa situação ao ser atraído por ela ou que a situação encontrou você? Tudo indica que esta é uma hipótese muito provável em função dos conhecimentos de física com os quais contamos na atualidade.Mas para que isto ocorra, você tem que ter consciência sobre todas aquelas crenças que estão no subconsciente e que te provocam bloqueios. Por exemplo, você, conscientemente, quer ter dinheiro, mas sua mente consciente dá uma ordem contrária: desde pequeno você viu e ouviu que o dinheiro é muito difícil de conseguir e que as pessoas ricas são arrogantes. Este sinal é o que a sua mente subconsciente manda para o campo quântico, e por isso você não atrai dinheiro para a sua vida. Seria preciso desbloquear este tipo de crença, pois a mudança exige coerência.A coerência começa alinhando os pensamentos e os sentimentos. Quantas vezes você tentou criar algo, acreditando na sua mente quântica que você conseguiria, enquanto seu coração lhe dizia o contrário? Que resultado aquele sinal incoerente que você estava enviando produziu?As ondas de um sinal são muito mais potentes quando são coerentes, e o mesmo ocorre quando seus pensamentos estão alinhados com os seus sentimentos. Quando seus pensamentos claros e centrados no seu objetivo são acompanhados por uma forte implicação emocional, você transmite um sinal eletromagnético mais potente que atrai uma possível realidade que coincide com a que você deseja.Você pode querer abundância na sua vida, ter pensamentos de “ser rico”, mas se você se sente pobre e seguindo as hipóteses que estamos discutindo aqui, você não vai atrair a abundância para a sua vida. Por que não? Porque os pensamentos são a linguagem do cérebro, e os sentimentos são a linguagem do corpo. Você está pensando uma coisa e sentindo outra totalmente diferente. E quando não existe essa coerência, o corpo deixa de responder de forma coerente. Pense que em você há um enorme poder para criar a realidade na qual você habita……

Inspiração….

Física Quântica e o Poder do Pensamento .

a alma quântica – Brahma Kumaris

Consciência Quântica – Esalq

O Ser Quântico

A Física Quântica seria necessária – fflch – USP

Monicavox

 

Recomendo….

Resultado de imagem para imagens sobre livros sobre mente quantica

Resultado de imagem para imagens sobre livros sobre mente quantica

Resultado de imagem para imagens sobre livros sobre mente quantica

 

Nossos medos universais…

Resultado de imagem para imagens sobre medos universaisÈ bem possível que voce já tenha pensado sobre os relacionamentos que estabeleceu até hoje. Em suas considerações, sem dúvida já fez descobertas valiosas sobre quais pessoas desencadearam certas emoções em você e por quê. De fato, seu conhecimento de si mesmo deve ser tão bom que poderia até lhe permitir acertar respostas a quesitos propostos em um questionário médico sobre sua vida e seu passado, e suas conclusões provávelmente estariam certas para cada resposta, por mais variado que o teste pudesse ser. E com tudo isso, é bem possível que deixasse de perceber o mais importante e profundo padrão de procedimento de sua vida, aquele que tem lhe acompanhado desde o início de sua existência.

É exatamente por essa razão que é interessante fazer um questionário  para identificar as características que consideramos mais marcantes e “negativas” naqueles que tomaram conta de nós quando crianças. Perguntamos pelas características negativas, porque raramente vemos alguém atrapalhado com os padrões de procedimento positivo que encontraram na vida. Quase sempre, as situações que fazem as pessoas se sentirem paralisadas estão enraizadas no que se consideraram sentimentos negativos.

Essas são as emoções despertadas por nossas próprias experiências e pelo significado que elas têm para nós. Ainda que não se possa alterar o que já aconteceu, é possível entender a razão de nossos sentimentos e mudar o significado da história de nossa vida. Para muitos de nós, eram os pais naturais o problema, enquanto para outros, eram os pais adotivos/cuidadores; Para alguns eram os irmãos mais velhos, as irmãs, outros parentes ou amigos da família. Não importa quem fosse, a questão era identificar quem tinha cuidado de nós durante nossos anos de formação, isto é, até a puberdade.

Zangado; Indiferente; Inacessível; Crítico; Intolerante; Abusivo; Ciumento; Rigoroso; Controlador; Ausente; Medroso; Desonesto ;

Quantas pessoas com passados tão diferentes têm passado por uma experiência como essa? A resposta a esse mistério é o padrão que percorre os meandros profundos do tecido de nossa consciência coletiva, que pode ser descrito como nosso medo nuclear ou universal. Os padrões universais de medo podem ser tão sutis em sua manifestação, mas ao mesmo tempo tão dolorosos ao vir à mente que, habilidosamente, criamos máscaras para torná-los mais suportáveis.

De uma maneira semelhante ao modo como certas memórias familiares difíceis são raramente mencionadas, inconscientemente pactuamos disfarçar as feridas de nosso passado coletivo de maneira a fazê-lo mais aceitável socialmente. Somos tão bem-sucedidos em esconder nossos maiores medos que, para todos os fins e propósitos, as razões originais de nossas feridas são esquecidas e tudo o que resta é como elas se expressam, isto é, como extravasam.

Devido às estratégias que empregamos para mascarar nossos medos, jamais somos obrigados a falar sobre as feridas mais profundas de nossa existência. Mesmo assim, elas continuam nos fazendo companhia, com persistência e sem serem resolvidas, até que alguma coisa acontece e não podemos mais, simplesmente, olhar para outro lado. Quando nos permitimos aprofundar um pouco na análise desses momentos intensos e não-camuflados da vida, acabamos descobrindo que, por mais diferentes que nossos medos pareçam ser, eles terminam por convergir para apenas um dos três padrões básicos seguintes (ou uma combinação deles): o medo da separação ou do abandono, o medo do desmerecimento e o medo de se entregar e confiar.

Imagem relacionadaExploremos um por um esses medos…..

NOSSO PRIMEIRO MEDO UNIVERSAL: A SEPARAÇÃO OU ABANDONO

Praticamente sem exceções, existe um sentimento que toma conta de nós quando ficamos sózinhos. Dentro de cada pessoa e família há uma sensação não expressa verbalmente de que existimos separadamente de quem quer que seja responsável por nossa existência. Percebemos, nos nebulosos recônditos de nossa memória remota, que fomos trazidos até aqui e então abandonados, sem que fosse dada uma explicação ou razão. E por que deveríamos esperar que fosse diferente? Na presença da ciência que colocou um homem na Lua e traduz o código genético, realmente ainda não sabemos quem somos.

Também não sabemos como viemos parar aqui. Sentimos no íntimo nossa natureza espiritual, enquanto, ao mesmo tempo, procuramos validar nossos sentimentos. Da literatura, do cinema, da música e da cultura, fazemos a distinção entre os nossos lugares aqui na Terra e um distante céu em algum outro lugar. No Ocidente, estamos habituados a separar a criatura do Criador, como vemos ao examinar a tradução da oração da Bíblia que descreve justamente essa relação: o Pai-Nosso. Por exemplo, a tradução ocidental usual começa assim: “Pai nosso que estais no céu”, ou seja, reconhece que a separação existe.

Nessa interpretação nós estamos “aqui”, ao passo que Deus está em algum lugar muito distante. No entanto, os textos aramaicos originais oferecem uma visão diferente para nosso relacionamento com o Pai Celestial. Uma das traduções para a mesma frase diz o seguinte: “Uno Radiante, Vós que brilhais em nós e fora de nós — até mesmo a escuridão brilha — ao lembrarmo-nos de Vós”  , reforçando a idéia do Criador não estar distante e separado de nós. Em vez disso, a força criativa de nosso Pai — seja lá qual for o significado que nós lhe dermos — não sómente está conosco; somos nós e permeia tudo que conhecemos como sendo nosso mundo.

A descoberta em 2004 do Código de Deus e a mensagem vinda da tradução do DNA de todos os seres vivos nas letras do antigo hebraico e dos alfabetos árabes, aparentemente, apoiam essa tradução. Quando seguimos as indicações que nos foram deixadas no livro mítico do século I Sepher Yetzirah,por exemplo, descobrimos que cada um dos elementos que compõem nosso DNA corresponde a uma letra daqueles alfabetos. Ao fazermos as substituições, descobrimos que a primeira camada do DNA do nosso corpo, ao que tudo indica, apóia a admoestação que fala sobre a grande inteligência que está em toda parte, inclusive dentro de nós.

No DNA humano literalmente se lê: “Deus/eterno dentro do corpo”  . Nas ocasiões em que sentimos medo, mesmo sem estarmos conscientes do que precisamente ocorre, nosso corpo cria certa tendenciosidade emocional, experiência muitas vezes descrita como a de estarmos “carregados” ou “uma pilha de nervos”. Isso aparece para nós como as convicções firmes que temos quanto a estarmos “certos” ou “errados” a respeito de alguma coisa, ou sobre como determinada situação “deveria” se desenrolar. Nossas cargas emocionais e excitações nervosas nos prometem que criaremos os relacionamentos que nos mostrarão qual medo precisa desaparecer. Em outras palavras, essas cargas emocionais nos mostram nossos medos: quanto mais elevada for, maior o medo que nos assalta. E raramente essas emoções se enganam.

Assim, se conscientemente não lhe ocorrer a lembrança de seu medo de separação e abandono, existe boa possibilidade de que esse medo se revele mais tarde, da maneira mais inesperada e no momento mais inconveniente. Em suas experiências de romances, carreira e amizades, qual sua sensação? É a de ser aquele que “abandona” ou aquele que é “abandonado”? Você é do tipo que é o último a saber que um relacionamento terminou? Os casamentos, empregos e amizades “perfeitos” parecem desmoronar diante de seus olhos, sem aviso algum e aparentemente sem nenhum motivo? Você fica devastado quando esses relacionamentos se rompem e falham? Ou talvez com você aconteça o contrário. Seu hábito é o de abandonar relacionamentos, carreiras e amizades enquanto os laços estão fortes justamente para evitar ser ferido?

Algumas vezes você se surpreende dizendo: “Seria melhor que eu desistisse agora, enquanto as coisas estão boas, antes que alguma coisa aconteça e eu me machuque”. Se esse for o cenário que já aconteceu ou que está acontecendo agora na sua vida, há uma boa possibilidade de que esse seja seu modo, magistralmente criado e socialmente aceitável, de mascarar seus medos profundos do abandono e da separação. Pela repetição desses padrões de relacionamento, seu medo pode ser reduzido a um nível administrável. Pode até levá-lo por toda a vida. O outro lado da moeda é que o sofrimento tomou um desvio. Transformou-se no seu modo de não encarar o medo universal de que você foi separado da plenitude de seu Criador, abandonado e por fim esquecido. Como é que você espera encontrar o amor, a confiança e a proximidade tão ansiados se você está sempre partindo ou sendo deixado para trás, justamente quando você se aproxima?

O NOSSO SEGUNDO MEDO UNIVERSAL É A BAIXA AUTO-ESTIMA

Quase universalmente existe um sentimento em toda pessoa de todas as culturas e sociedades do mundo de que, de alguma maneira, não somos suficientemente bons. Sentimos que não merecemos reconhecimento pelas contribuições que damos à nossa família, comunidade e locais de trabalho. Sentimos que não valemos o bastante para sermos honrados e respeitados como seres humanos. Algumas vezes até nos surpreendemos com o sentimento de que não somos suficientemente bons para estarmos vivos. Conquanto o sentimento de baixa auto-estima nem sempre seja consciente, ele está continuamente presente e fundamentando a maneira de abordarmos a vida e os relacionamentos com outras pessoas.

Como mestres da sobrevivência emocional, freqüentemente nos encontramos criando cenários na vida real equivalentes aos valores imaginários que atribuímos a nós mesmos. Por exemplo, todos nós temos sonhos, esperanças e aspirações de realizar mais em nossa vida embora, freqüentemente, racionalizemos os porquês de não o fazermos.

O NOSSO TERCEIRO MEDO UNIVERSAL É O MEDO DE SE ENTREGAR E CONFIAR

Você alguma vez já experimentou um relacionamento de qualquer tipo em que o nível de sua confiança foi tão completo que se sentiu disposto a abrir mão da sua própria individualidade em troca do conhecimento de uma maior? Para ser mais específico quanto a isso, não estou sugerindo que alguém abra mão de si próprio e de toda energia individual em situação alguma. Pelo contrário, a experiência que sugiro fazer é uma em que o sentimento do próprio eu é tão fortalecido que a pessoa se permite abrir mão de crenças pessoais sobre quem é ou deveria ser, na expectativa de uma troca por vir a ser, potencialmente, muito mais. É quase universal a sensação que temos no nosso íntimo de que não é seguro optar por isso, não é seguro confiar a outras pessoas o saber de nosso corpo, ou a paz de nosso mundo.

E por que deveríamos pensar de outra maneira? Não precisamos procurar além das notícias do jornal diário para ter mais razões capazes de justificar nossos sentimentos. Todos os dias nos mostram exemplos de comportamentos que parecem justificar, e até mesmo perpetuar, a sensação de que vivemos em um mundo assustador e perigoso. Este planeta que chamamos de nossa casa tem cenas de terror, assassinatos e assaltos sem limites diariamente, além de violações de confiança, traições experimentadas pessoalmente e a miríade de preocupações com a saúde para as quais somos alertados todos os dias, de tal maneira que certamente acaba nos parecendo um lugar assustador.

Em última análise, nossa sensação de segurança no mundo deve vir da segurança que sentimos dentro de nós. Para experimentarmos isso, devemos confiar e perguntar se temos fé na inteligência do universo, manifesta em todas as situações e que surge ao longo da vida. Se respondermos não a essa pergunta deveremos nos perguntar: Por quê? Quem ou qual experiência nos ensinou que o mundo não é um local seguro e que não é certo confiar? Por exemplo, você crê no processo da vida? Quando descobre que o universo pregou uma peça em você, em um ente querido, em seu animalzinho de estimação, você logo atribui a culpa a alguém para se sentir protegido? Quando seus filhos saem para a escola de manhã você se preocupa, acha que eles não estarão seguros ou, ao contrário, sente que estarão em segurança e continua acreditando nisso até a hora em que eles voltam sozinhos da escola?

Ainda que todas as coisas assustadoras que nos cercam hoje sejam parte da realidade, o segredo para superarmos nossos medos é saber que elas não precisam necessáriamente ser parte da nossa realidade. Mesmo que isso soe como uma filosofia ingênua da Nova Era trata-se, na realidade, de uma crença bastante antiga que ultimamente vem sendo apoiada pelos mais avançados estágios da ciência. Sabemos que a Matriz Divina existe e que ela reflete nossos pensamentos, sentimentos, emoções e crenças em nossa vida, coração e mente. Temos conhecimento de que uma sutil mudança no modo de nos enxergarmos é tudo o que é precisamos para mudar nosso coração, desempenho profissional e relacionamentos. E é nesse ponto que a natureza perniciosa do círculo vicioso do medo se torna aparente.

A origem de nossas experiências “negativas” pode ser reduzida a um dos três medos universais (ou a uma combinação deles): abandono, baixa auto-estima e falta de confiança. Se quisermos que alguma coisa mude, temos que romper o círculo e dar à Matriz alguma coisa diferente para ela refletir. Parece simples, não é mesmo? Pode ser simples, mas podemos ficar decepcionados; não é fácil mudar o modo pelo qual nos vemos. Talvez seja uma das coisas mais difíceis da vida. Por causa de nossas crenças interiores, enfrentamos a grande batalha, o grande desafio de todo ser humano, ou seja, a luta cujo resultado irá definir quem acreditamos ser. Na presença de todas as razões que temos para não confiar, recebemos o pedido para encontrarmos uma saída da prisão na qual nosso medo nos trancou. Todos os dias as experiências da vida nos pedem para que demonstremos o quanto podemos confiar … não confiar cegamente sem uma razão válida, mas realmente sentir a segurança material e pessoal que nos pertencem neste mundo.

Resultado de imagem para imagens sobre matriz divina pdfVisão pessoal….

Como podemos ver , a emoção é uma linguagem em si mesma, e é a própria linguagem à qual a “Matriz Divina”-nosso DNA- é capaz de responder. Nas ocasiões em que nos sentimos como se não pudéssemos alcançar nossos maiores sonhos, a Matriz simplesmente nos devolve aquilo que estivemos usando diáriamente: atrasos, provocações e obstáculos. Ainda que possamos estar querendo alcançar grandes coisas, a dúvida que vem muito profundamente de dentro de nós, em última análise, provém de nossa baixa auto-estima. A pergunta que nos fazemos é: Sou suficientemente bom para ter essa alegria em minha vida? E por que deveríamos esperar que nos sentíssemos de outra forma? Na tradição ocidental judaico-cristã, o que nos dizem aqueles em quem confiamos e respeitamos é que, de certo modo, somos seres “de menor importância”. Não somos tão bons quanto os “anjos dos céus” ou quanto os “santos” que nos dão lições. Essa mesma tradição convenceu muitas pessoas de que, apenas pelo fato de estarmos neste mundo, precisamos nos redimir da vida propriamente dita por razões que nos dizem estar além de nossa compreensão. Há 2.000 anos somos comparados à memória editada, condensada e preferida da vida de Jesus, com a antiga história de um homem com quem jamais poderemos nos equiparar com esta consciência vingente. Algumas vezes a comparação é acompanhada de sérias admoestações, sugerindo que poderemos ser condenados a uma pós-vida bastante dura se não vivermos de determinado modo. Algumas vezes ouvimos algo mais leve, simplesmente nos lembrando de nossa inadequação por meio de perguntas tais como: “Quem você está pensando que é, Jesus Cristo?” ou então, “Como você vai chegar lá … andando sobre as águas?” Quantas vezes já ouvimos observações semelhantes, significando que por melhor que a gente faça durante a vida toda nunca seremos tão bons ou valeremos tanto quanto o Mestre do passado? Ainda que não levemos a sério tais comentários, lá bem no fundo eles nos lembram que de algum modo não merecemos ter as maiores alegrias nesta vida. Mesmo que sua auto-estima seja elevada, até um determinado ponto você pode ser levado a acreditar nessas sugestões. Finalmente, é provável que todos acreditem, pelo menos um pouco. E como resultado disso, expressamos nossas crenças por meio de expectativas de nossas conquistas, da alegria que nos permitimos ter e dos sucessos que esperamos dos nossos relacionamentos. Nosso medo de não ter bastante valor para ter amor, aceitação, saúde e longevidade promete que cada um de nossos relacionamentos refletirá o medo da baixa auto-estima. E acontece de maneiras que nós nunca poderíamos esperar nem em um milhão de anos. Se esses cenários ou outros semelhantes já se desenrolaram na sua vida é bem provável que eles sejam as máscaras criadas habilidosamente para você questionar seu próprio valor. Medite sobre seus relacionamentos pessoais e profissionais,e de suas crenças íntimas acerca de si próprio, crenças que pedem uma cura mais eficaz……..

Inspiração

A Matriz Divina-Gregg Braden

Auto-estima, autoconfiança e responsabilidade – ITCR

Medo Líquido – Zygmunt Bauman.pdf

Cultura do Medo PDF

Confiança e Modernidade: Uma abordagem sociológica – Emerj

Monicavox

Recomendo…

Resultado de imagem para imagens sobre matriz divina pdf

Resultado de imagem para imagens sobre matriz divina pdf

 

 

A arte do aprendizado do não julgamento…

Resultado de imagem para IMAGENS DE NÃO JULGAMENTOExiste uma tendência muito forte no Ser Humano de fazer determinados julgamentos, sem que ele possa sequer perceber que está fazendo isso. É preciso ter muito cuidado; Falar mal, não importa, de quem quer que seja, é julgamento e isso nós bem sabemos que não nos levará a lugar algum.

O julgamento da fé

A questão da fé, da crença, é algo realmente muito delicado. Toda e qualquer crença deve ser respeitada em todos os seus níveis, em todas as suas formas de compreensão. Isto porque o caminho que conduz a Fonte/Deus, é profundamente particular para cada um. Não há dois seres humanos sobre a face da Terra que sigam o mesmo caminho para a divindade, ainda que sigam a mesma religião, ainda que pensem de maneiras iguais, e até mesmo que vivam de maneiras iguais. E é justamente por causa dessa diferença mínima, que o livre-arbítrio deve ser respeitado em todos os momentos. Sabemos que enganações existem, sabemos que fraudadores existem.

Algumas pessoas, entretanto, nem sempre percebem quando estão sendo enganadas. E ainda assim, quando percebem, já estão completamente cegas para a realidade, suas mentes estão completamente condicionadas, manipuladas, subjugadas pela fascinação e a ilusão a que foram atraídas. A ciência já comprovou que jamais em toda a história, uma pessoa que tenha sofrido lavagem cerebral tivesse admitido este fato. É espantoso, mas é a realidade.

A verdade é que não existem vítimas nesta história toda. Toda e qualquer pessoa que está sendo enganada, em primeiro lugar, está enganando a si mesma. O fato de surgir em sua vida um “enganador externo”, é apenas uma conseqüência da ilusão que a pessoa já vive em seu interior. E as ilusões, bem sabemos, fazem parte da evolução, fazem parte do aprendizado. Estamos aqui neste mundo para aprender sobre a vida e adquirir discernimento espiritual. Principalmente o discernimento.

Não precisamos dar satisfações aos outros, a respeito de nossas escolhas. Assim como respeito a escolha de um ser humano de seguir determinado caminho, que para mim não é o correto, espero igualmente pelo respeito pela minha decisão de não seguir este caminho. A vida é feita de escolhas, e cada escolha deve ser respeitada sempre, não importa o que sabemos ou deixamos de saber. Mesmo que saibamos que determinada pessoa é enganadora, falsa, precisamos respeitar as escolhas daqueles que estão neste caminho supostamente errado. Talvez este caminho faça parte de suas evoluções.

Resultado de imagem para IMAGENS DE NÃO JULGAMENTOSe queremos abrir os olhos destas pessoas, podemos acabar tirando delas uma excelente oportunidade de evolução. Elas não crescerão mais de outra forma. Estão aqui na Terra para passar por experiências, mesmo que tais experiências não as conduzam diretamente á Fonte/ Deus. Indiretamente, elas acabarão por encontrar o seu caminho. Se há uma certeza que todos podem ter, é que mesmo as pessoas iludidas, cedo ou tarde, reencontrarão ao Plenum Cósmico/Deus  e despertarão de todas as suas ilusões.

Este tempo pode ser encurtado, algumas vezes, mas o tempo é relativo. O mais importante é o progresso, a evolução, a bagagem espiritual a ser adquirida. O mais importante é respeitar o livre-arbítrio em todos os momentos. Ao invés de direcionar as nossas energias no sentido de fazer críticas externas, precisamos nos concentrar em nossas próprias escolhas. O nosso julgamento quanto a pessoas, grupos, linhas de pensamento, existe e é um fato. É preciso, entretanto, saber como conduzir este julgamento.

Ele não deve ser exteriorizado. Esse julgamento deve ser mantido guardado em nosso interior, pois o mais importante não são as escolhas que os outros fazem, e sim as escolhas que nós fazemos. Ajudar a mostrar o caminho da luz, é algo que todos nós podemos fazer, uma vez que conhecemos a luz. Mas obrigar as pessoas a seguir o mesmo caminho que nós, implica em desrespeitar o livre-arbítrio das mesmas. Então, mesmo que as pessoas se percam, mesmo que se enganem, isto faz parte da evolução delas. Quem pode garantir que nós mesmos não estamos enganados, em relação a muitas coisas?

Por isso, a grande chave de tudo isso é seguir o nosso próprio caminho. Acreditando, desacreditando; iludindo-nos, desiludindo-nos. O importante é nos concentrarmos únicamente em nosso caminho, em nosso processo de ascensão. O julgamento é um dos maiores empecilhos para que uma pessoa possa atingir a sua realização pessoal. Que este julgamento, portanto, sirva  para que possamos perceber as nossas próprias falhas e assim nos aprimorarmos, crescendo e absorvendo cada vez mais a Presença do EU SOU O QUE SOU, a Presença Divina.

Resultado de imagem para IMAGENS DE NÃO JULGAMENTONÃO JULGUE

Dizem que Mulla Nasruddin chegava em casa e todo dia tinha confusão. Sua esposa suspeitava – e todas as esposas suspeitam… – de que ele estivesse tendo um caso com outra mulher, porque, ao sair de casa, ele parecia tão feliz e saía tão depressa… Ao voltar, ele parecia triste. Certamente, havia algo fora de casa que o atraía. Então, quando ela pendurava seu casaco no cabide, ela olhava no casaco, na camisa, para ver se descobria algum fio de cabelo ou qualquer coisa para provar que ele tinha estado com outra mulher.

Certo dia – durante sete dias ela esteve procurando e não pôde descobrir um único fio -, no sétimo dia, ela desatou a chorar e a berrar: “Isto é demais! Agora você deu para andar com carecas!”

Ora, é muito difícil descobrir uma mulher careca – quase impossível. Eu só vi uma única mulher que era meio careca, não careca. Mas… durante sete dias, nenhum cabelo…!? A conclusão era clara, que ele tinha caído tão baixo que agora estava saindo com carecas. “Não pode encontrar uma mulher com cabelo?”

Se um marido está sentado silenciosamente, então, a esposa fica com raiva. Se ele está lendo os jornais, a esposa fica com raiva – ela toma o jornal e diz: “Eu estou aqui e você está lendo o jornal como se eu não existisse.”

Todo mundo é tão infeliz que quer descobrir alguma razão em algum lugar para explicar a ele mesmo por que ele é infeliz, por que ela é infeliz. E a sociedade lhe deu uma boa estratégia: julgue.

Visão pessoal…..

É preciso nos tornarmos elos vivos de energia, luz e amor divino sobre o planeta, para que possamos resgatar a presença do Cristo Interno e de toda a hierarquia espiritual.  A ascensão é algo que está a disposição de todos os seres humanos. Todos aqueles que se dedicarem verdadeiramente ao caminho espiritual, ao ponto de se tornarem discípulos da luz, estarão, com certeza, trilhando o caminho da ascensão. Jamais podemos esquecer de que em todos os momentos de nossa vida, é preciso haver equilíbrio e harmonia, em todos os aspectos. É verdade que, algumas vezes, devido à necessidade de se trabalhar alguns karmas do passado, torna-se difícil estabelecer o equilíbrio. Tenhamos, porém, muita força de vontade e perseverança. Jamais abandonemos o plano divino, seja qual for a situação em que você nos encontremos. Algumas vezes, é bem provável que você não consigamos conciliar nossa vida no mundo material com a vida espiritual. Neste momento, então, podemos lembrar da lei do equilíbrio. Somente através do equilíbrio, conseguiremos vencer os desafios que surgirem no caminho. Do contrário, não venceremos, e as experiências retornarão em algum momento para que  possamos melhor trabalhá- las e lidar com as mesmas; Tentemos não fugir de nossas obrigações materiais e, por outro lado, procuremos nos dedicar o máximo possível para a nossa realização pessoal e espiritual;sómente o desejo genuíno de alcançar a nossa ascensão, é que nos levará de fato a conquistá-la. Tenhamos sempre muito cuidado com as atrações do ego. Nossa missão na Terra é justamente tentar modificar este paradigma. O princípio do mundo material está direcionado para o orgulho, para a vaidade, e todo tipo de mal que conhecemos. Mas o nosso papel é inverter este princípio.

Inspiração…

Ciência e Comportamento Humano – Skinner – teorias-e-sistemas-

Evolução do comportamento humano: Psicologia … – PUCPR

Monicavox

Recomendo…

Imagem relacionada

Resultado de imagem para IMAGENS DE livros de julgamento

 

Brian Greene- O Universo Elegante-A Realidade Oculta-O Mundo em Cordas-

1

“Escrevi “O Universo Elegante”, com o objetivo de tornar acessível a uma ampla faixa de leitores, especialmente aos que não conhecem física e matemática, o notável fluxo de idéias que compõe a vanguarda da física atual. Nas conferências que tenho feito nos últimos anos sobre a teoria das supercordas, percebi no público um vivo desejo de conhecer o que dizem as pesquisas atuais sobre as leis fundamentais do universo, de como essas leis requerem um gigantesco esforço de reestruturação dos nossos conceitos a respeito do cosmos e dos desafios que terão de ser enfrentados na busca da teoria definitiva. Espero que os dois elementos que constituem este livro — a explicação das principais conquistas da física desde Einstein e Heisenberg e o relato de como as suas descobertas vieram a florescer com vigor nos avanços radicais da nossa época — venham a satisfazer e enriquecer essa curiosidade.”~Brian Greene

 Nasceu em Nova York, em 1963. Graduou-se em física na Universidade Harvard e obteve seu doutorado em Oxford com uma tese sobre a teoria das cordas. Foi professor da Universidade Cornell entre 1990 e 1996 e atualmente leciona na Universidade Columbia, onde é co-diretor do Institute for String, Cosmology and Astroparticle Physics (ISCAP).Brian Greene é um dos mais consagrados estudiosos da formação, evolução, estrutura e destino do cosmo. Em O tecido do cosmo, após familiarizar os leitores com os conceitos básicos sobre a estrutura e a evolução do universo, o jovem professor da Universidade Columbia descreve os últimos desenvolvimentos da cosmologia e as teorias mais avançadas sobre o assunto. Em linguagem clara e didática, sem recorrer a equações e fórmulas complicadas, o Dr Greene centraliza a sua análise na teoria das supercordas, na qual hoje se concentram as melhores esperanças de que cheguemos, ainda no transcurso de nossas vidas, a um entendimento verdadeiramente profundo da natureza dos componentes básicos do universo e de sua relação com o espaço e o tempo.
O seu primeiro livro, O universo elegante,  foi indicado ao prêmio Pulitzer e tornou-se um clássico da cosmologia moderna.O físico possui outras três publicações: O tecido do cosmo, a novela de ficção científica(vídeo abaixo-documentário imperdível legendado) Icarus at the Edge of Time e o livro A realidade oculta, que foi lançado no Brasil em 2012. Nesse livro mais recente, Greene descreve, com linguagem e enfoque que agradam leigos e especialistas, nove versões diferentes de universos paralelos que surgiram a partir de investigações matemáticas.
Sobre a obra, o jornal The New York Times destacou que o livro seria a melhor indicação no caso de extraterrestres que chegassem ao planeta e quisessem conhecer mais sobre a mente humana. Em entrevista à revista Veja, ele afirmou: “Se existe uma lição que a física nos ensinou no último século é não acreditar na intuição. Se os homens e mulheres que desenvolveram a mecânica quântica nos anos 1920 e 1930 tivessem seguido a intuição, não teriam saído do lugar”. O norte-americano é ainda cofundador e presidente do World Science Festival, um evento anual que reúne em média mais de 100 mil pessoas, com a intenção 8 9 de divulgar as novidades do mundo científico e engajar crianças e jovens. Frequentemente, Greene é convidado de programas de tevê nos Estados Unidos, como o do apresentador David Letterman. Também fez uma aparição especial na série The Big Bang Theory (episódio The herb garden contamination). Vegano, Greene mora numa antiga fazenda em Nova York, local que espera transformar em abrigo para animais abandonados.
4“Se formos de acordo com nossos sentidos, acreditaremos que o tempo é universal, que o relógio gira da mesma forma para todos. Sabemos que isso não é verdade. Cada um de nós tem seu relógio e este gira com uma taxa que é dependente do movimento e da gravidade de cada um. É grande a lista das coisas que nos levam a sermos enganados por nossos sentidos quando os usamos para compreender o mundo.” “O que aprendemos nos últimos 300 ou 400 anos, desde os tempos de Isaac Newton, quando seu foco era na física que você podia ver nos objetos em movimento, o movimento da lua em equações matemáticas que ainda carregam o nome dele, foi a física que podemos enxergar. Desde então, temos saltado daquele ponto de partida para descrever a física do que não conseguimos enxergar. É tudo parte da narrativa que vai além da experiência cotidiana e que tenta levantar o véu e reimaginar como o mundo funciona.” “Elas (as supercordas) surgiram como uma nova e fundamental entidade, a base para tudo o que existe no universo. Já faz algum tempo que conhecemos os átomos e também as partículas subatômicas, como os elétrons, que giram ao redor dos núcleos, e os prótons, que inte – gram o núcleo dos átomos. Conhecemos também algumas partículas subnucleares, como os quarks, que habitam os nêutrons e os prótons. Mas é aí que o conhecimento convencional empaca. A teoria das supercordas diz que existe algo menor e mais fundamental: dentro dos quarks, da mais ínfima partícula subatômica, existe um filamento de energia que vibra como as cordas de um violino. E são os diferentes padrões de vibração dessas cordas que determinam a natureza de diferentes tipos de subpartículas. Isso permitiria unificar a teoria geral da relatividade com a mecânica quântica.” “Há algum tempo, a palavra universo significava tudo o que existe. Contudo, descobrimos nas últimas décadas que o que pensávamos que era esse todo, na verdade, pode ser uma pequena parte de uma realidade maior, um cosmo maior. O reino que pensávamos ser ‘tudo’ seria apenas um de vários reinos, cada um deles podendo ser considerado um universo em si mesmo.Se existe uma lição que a física nos ensinou no último século é não acreditar na intuição. Se os homens e mulheres que desenvolveram a mecânica quântica nos anos 1920 e 1930 tivessem seguido a intuição, não teriam saído do lugar. Eles publicaram estudos dizendo claramente que os resultados alcançados eram ‘loucura’. Nossa experiência é baseada naquilo que conseguimos ver, tocar e sentir. Entender o funcionamento de elétrons ou investigar a existência de outros universos não nos dá vantagem de sobrevivência. É por isso que a nossa intuição não nos ajuda nesses casos.”-Dr Brian Greene.
-Alguns comentários sobre o trabalho do Dr Greene;

“Brian Greene é o novo Stephen Hawking.” – The Times

“A melhor explicação sobre os fundamentos do universo.” – Science

“Greene nos leva aos limites do espaço e do tempo.” – The Guardian

O Universo elegante: Supercordas, dimensões ocultas e a busca da teoria definitiva~ por Brian Greene

O movimento através do espaço é um conceito que aprendemos cedo na vida. Embora muitas vezes não pensemos nas coisas nestes termos, sabemos que nós, os nossos amigos e os nossos pertences também se movem através do tempo. Basta olhar para um relógio, mesmo que estejamos quietos vendo televisão, para verificar que a leitura do relógio muda constantemente, “movendo-se para a frente no tempo”. Nós, e tudo o que está à nossa volta, envelhecemos e passamos inevitávelmente de um momento do tempo para o seguinte. Com efeito, o matemático Hermann Minkowski, e em última análise o próprio Einstein, sustentaram que o tempo poderia ser visto como uma outra dimensão do universo — a quarta dimensão —, em alguns aspectos muito similar às três dimensões espaciais em que nos encontramos imersos. Ainda que pareça abstrata, a noção do tempo como dimensão é concreta. Quando marcamos um encontro com alguém, dizemos o lugar do “espaço” em que queremos nos encontrar — por exemplo, no nono andar do edifício que fica na esquina da rua 53 com a Sétima Avenida. Aqui há três informações (nono andar, rua 53 e Sétima Avenida) que se referem às três dimensões espaciais do universo. Igualmente importante é a especificação de quando esperamos que o encontro se realize — por exemplo, às três horas da tarde. Essa informação nos diz em que lugar “do tempo” o encontro ocorrerá.

A especificação dos eventos se dá, portanto, com quatro informações: três para o espaço e uma para o tempo. Diz-se que esses dados especificam a localização do evento no espaço e no tempo, ou, abreviadamente, no espaço-tempo. Nesse sentido, o tempo é uma dimensão. Se podemos dizer que o espaço e o tempo são simples exemplos de dimensões diferentes, será então possível falar da velocidade de um objeto no tempo, assim como falamos da velocidade no espaço? Sim, podemos.

Uma boa pista a esse respeito provém de uma informação que já temos. Quando um objeto se move através do espaço com relação a nós, o seu relógio anda devagar em comparação com o nosso. Ou seja, a velocidade do seu movimento através do espaço se reduz. Aqui está o salto: Einstein proclamou que todos os objetos do universo estão sempre viajando através do espaço-tempo a uma velocidade fixa — a velocidade da luz. Essa é uma idéia estranha; estamos acostumados à noção de que os objetos viajam a velocidades consideravelmente menores que a da luz.

6Repetidas vezes salientamos que essa é a razão por que os efeitos relativísticos são tão incomuns no dia-a-dia. Tudo isso é verdade. Aqui estamos falando da velocidade de um objeto combinada através das quatro dimensões — três espaciais e uma temporal —, e é a velocidade do objeto nesse sentido generalizado que é igual à da luz. Para facilitar a compreensão e ressaltar a importância desse ponto, notemos que, tal como no caso do carro de velocidade constante, que discutimos anteriormente, essa velocidade constante distribui-se entre as diferentes dimensões — ou seja, as diferentes dimensões do espaço e também a do tempo. 

Se um objeto está em repouso (com relação a nós) e conseqüentemente não se move através do espaço, então, tal como aconteceu nos primeiros testes realizados com o carro, a totalidade do seu movimento é usada para viajar através de uma única dimensão — nesse caso, a dimensão do tempo. Além disso, todos os objetos que estão em repouso com relação a nós e também com relação aos outros objetos movem-se através do tempo — envelhecem — exatamente no mesmo ritmo, ou à mesma velocidade.

Contudo, se um objeto se move através do espaço, isso significa que uma parte do seu movimento anterior através do tempo tem de ser redistribuída. Tal como o carro, que nos últimos testes viajava em uma linha inclinada, a repartição do movimento entre as diferentes dimensões implica que o objeto viajará mais devagar através do tempo do que os objetos estacionários, uma vez que uma parte do seu movimento está sendo usada na viagem através do espaço. Ou seja, o relógio desse objeto anda mais devagar se ele se move através do espaço. Isso é exatamente o que havíamos concluído antes. Vemos agora que o tempo passa mais devagar quando um objeto se move com relação a nós porque isso converte uma parte do seu movimento através do tempo em movimento através do espaço. 

Assim, a velocidade de um objeto através do espaço é simplesmente um reflexo da proporção em que esse movimento através do tempo é desviado.  Vemos também que esse esquema incorpora automaticamente o fato de que há um limite para a velocidade espacial de um objeto: a velocidade máxima através do espaço só pode ocorrer se a totalidade do movimento de um objeto através do tempo for convertida em movimento espacial. Isso ocorre quando a totalidade do movimento à velocidade da luz, que anteriormente se dava no tempo, converte-se em movimento à velocidade da luz no espaço. Se um objeto converter a totalidade do seu movimento à velocidade da luz através do tempo em movimento espacial, ele — e qualquer outro objeto — alcançará a máxima velocidade espacial possível. Isso é o que ocorreria, em termos das dimensões espaciais, se o nosso carro percorresse a pista exatamente no sentido Norte-Sul. Nesse caso, não lhe sobraria nenhuma velocidade para o movimento no sentido Leste-Oeste; do mesmo modo, um objeto que viaje à velocidade da luz através do espaço não terá nenhuma velocidade disponível para o movimento através do tempo. 

Portanto, a luz não envelhece; um fóton proveniente do big-bang tem hoje a mesma idade que tinha então. À velocidade da luz, o tempo não passa.

E QUANTO A E=MC2?

Embora Einstein não tenha defendido o nome de “relatividade” para a sua teoria (sugerindo, em vez disso, o nome de teoria da “invariância”, para refletir, entre outras coisas, o caráter imutável da velocidade da luz), o significado do termo ficou claro. A obra de Einstein mostrou que conceitos como os de espaço e tempo, que antes pareciam ser separados e absolutos, são, na verdade, entrelaçados e relativos. Surpreendentemente, Einstein mostrou também que outras propriedades físicas do mundo são também entrelaçadas.

A sua equação mais famosa constitui um dos exemplos mais importantes. Nela, Einstein afirmou que a energia (E) de um objeto e a sua massa (m) não são conceitos independentes; podemos determinar a energia se conhecermos a massa (multiplicando a massa duas vezes pela velocidade da luz, c2) e podemos determinar a massa se conhecermos a energia (dividindo a energia duas vezes pela velocidade da luz). 

Em outras palavras, a energia e a massa — como dólares e francos — são moedas passíveis de conversão. Ao contrário do que acontece com o dinheiro, no entanto, a taxa de câmbio, que é o quadrado da velocidade da luz, é fixa e eterna. Como essa taxa é tão grande (c2 é um número grande), uma pequena massa produz uma enorme quantidade de energia. O mundo conheceu o poder devastador resultante da conversão de menos de dez gramas de urânio em energia em Hiroshima; um dia, por meio de usinas de fusão, poderemos usar produtivamente a fórmula de Einstein para satisfazer a demanda mundial de energia com o nosso inesgotável suprimento de água do mar. Do ponto de vista dos conceitos ressaltados anteriormente, a equação de Einstein nos dá a explicação mais completa do fato crucial de que nada pode viajar mais rápido do que a luz. Você pode ter pensado, por exemplo, por que razão não se pode tomar um objeto, digamos um múon, que um acelerador de partículas tenha levado a 99,5 por cento da velocidade da luz e “empurrá-lo um pouquinho mais”, até 99,9 por cento da velocidade da luz, e então “empurrá-lo mais ainda”, impelindo-o a atravessar a barreira da velocidade da luz. A fórmula de Einstein explica por que esses esforços nunca terão êxito. Quanto mais rápidamente um objeto se mover, mais energia ele terá, e pela fórmula de Einstein vemos que quanto mais energia um objeto tiver, maior será a sua massa. Um múon que viaje a 99,9 por cento da velocidade da luz, por exemplo, pesa muito mais que outro estacionário. Com efeito, pesa cerca de 22 vezes mais — literalmente. (As massas apontadas na tabela 1.1 referem-se a partículas em repouso.) Mas quanto maior for a massa de um objeto, mais difícil será aumentar a sua energia. Empurrar uma criança em um carrinho de bebê é uma coisa e empurrar um caminhão de seis eixos é outra muito diferente. Assim, quanto mais depressa se mover o múon, mais difícil será aumentar ainda mais a sua velocidade. A 99,999 por cento da velocidade da luz a massa do múon estará multiplicada por 224; a 99,99999999 por cento da velocidade da luz, estará multiplicada por 70 mil. Como a massa do múon cresce sem limites à medida que a sua velocidade se aproxima da velocidade da luz, seria necessário um empurrão com uma quantidade infinita de energia para que ele alcançasse ou ultrapassasse a barreira da velocidade da luz. Isso, evidentemente, é impossível e, por conseguinte, absolutamente nada pode viajar a uma velocidade maior do que a da luz.

Como veremos adiante, essa conclusão planta a semente do segundo maior conflito que a física enfrentou no século passado e em última análise sela a sorte de outra teoria querida e venerada — a teoria da gravitação universal, de Newton.

1O PRINCIPIO DA RELATIVIDADE

O princípio da relatividade resulta de um fato simples: sempre que discutimos a velocidade e a direção do movimento de um objeto, temos de especificar com precisão quem está fazendo a medição. Pode-se compreender facilmente o significado e a importância dessa afirmação examinando a seguinte situação. Suponha que João, vestido com um traje espacial que tem um pisca-pisca de luz vermelha, está flutuando na escuridão absoluta do espaço completamente vazio, longe de qualquer planeta, estrela ou galáxia. De sua perspectiva, ele está completamente estacionário, circundado pela escuridão silenciosa e uniforme do cosmos. Bem ao longe, João percebe uma luzinha verde que pisca e que parece aproximar-se. Por fim, ela chega suficientemente perto para que ele veja que a luz provém de um traje espacial de uma outra astronauta, Maria, que flutua lentamente. Ao passar, ela lhe acena, João também acena, e pouco a pouco ela volta a desaparecer na distância. Essa história pode ser contada com a mesma validade da perspectiva de Maria. Começa do mesmo modo, com Maria completamente só na escuridão imensa e silenciosa do espaço exterior. A distância ela percebe uma luzinha vermelha que pisca e que parece aproximar-se. Por fim, chega suficientemente perto para que Maria veja que a luz provém de um traje espacial de um outro astronauta, João, que flutua lentamente. Ao passar, ele lhe acena, Maria também acena, e pouco a pouco ele volta a desaparecer na distância. As duas histórias descrevem a mesma situação de dois pontos de vista distintos, mas igualmente válidos. Cada um dos observadores sente-se estacionário e percebe o outro em movimento. Ambas as perspectivas são compreensíveis e justificáveis. Como há simetria entre os dois astronautas, é impossível dizer, e por razões bem fundamentais, que uma perspectiva esteja “certa” e a outra “errada”. Ambas têm o mesmo direito a se proclamar verdadeiras. Esse exemplo capta o significado do princípio da relatividade: o conceito de movimento é relativo. Só podemos falar do movimento de um objeto se o relacionarmos com outro objeto. Portanto, a afirmação “João está viajando a dez quilômetros por hora” não tem nenhum significado se não especificarmos um outro objeto para fazer a comparação. Já a afirmação “João está passando por Maria a dez quilômetros por hora” tem significado porque especificamos Maria como referência. Como o nosso exemplo ilustrou, essa última afirmação é inteiramente igual à de que “Maria está passando por João a dez quilômetros por hora (na direção oposta)”. Em outras palavras, não existe uma noção “absoluta” de movimento. O movimento é relativo. Um elemento-chave nessa história é que nem João nem Maria estão sendo puxados ou empurrados nem sofrem a ação de qualquer outra força ou influência capaz de interferir em seu sereno estado de movimento, livre de forças e a velocidade constante. Assim, podemos fazer a afirmação mais precisa de que o movimento livre de forças só tem significado em comparação com outros objetos. Esse é um esclarecimento importante porque, havendo o envolvimento de forças, ocorrem mudanças no movimento dos observadores — mudanças na velocidade e/ou na direção do movimento — e essas mudanças podem ser sentidas. Por exemplo, se João estivesse usando um jato às costas, ao acioná-lo ele experimentaria claramente a sensação de movimento. Essa sensação é intrínseca. Se o jato é acionado João sabe que está em movimento, mesmo com os olhos fechados, e por isso não pode fazer comparações com outros objetos. Mesmo sem essas comparações, ele já não poderia atribuir-se um estado estacionário enquanto “o resto do mundo passa à sua frente”.

LOUCURA QUÂNTICA~Por Brian Greene

Você já deve ter uma idéia de como o mundo é diferente quando visto com os olhos da mecânica quântica. Se ainda não caiu vítima da tontura sentenciada por Bohr, com a loucura quântica que vamos discutir agora, você vai ficar pelo menos um pouquinho delirante. É mais difícil aceitar intimamente a mecânica quântica — imaginar-se e pensar em si mesmo como uma minipessoa, nascida e criada no reino microscópico — do que as teorias da relatividade. Mas existe um aspecto da teoria que pode funcionar como guia para a sua intuição, um princípio cardeal, que distingue fundamentalmente a mecânica quântica do pensamento clássico. É o princípio da incerteza, descoberto pelo físico alemão Werner Heisenberg em 1927. O princípio decorre de uma objeção que já pode ter lhe ocorrido. Observamos que o ato de determinar a fenda pela qual passa cada elétron (a sua posição) afeta necessariamente o seu movimento subseqüente (a sua velocidade). Mas se é possível fazer contato com uma pessoa dando-lhe um expressivo tapa nas costas ou tocando-a suavemente, por que então não poderíamos determinar a posição do elétron com fontes de luz cada vez mais suaves, de modo a produzir conseqüências cada vez menores sobre o seu movimento? Do ponto de vista da física do século XIX, isso seria possível. Usando fontes de luz cada vez mais fracas (e detectores de luz cada vez mais sensíveis) podemos produzir um impacto mínimo sobre o movimento do elétron. Mas a própria mecânica quântica identifica um erro nesse raciocínio.

Ao reduzirmos a intensidade da fonte de luz, sabemos que estamos reduzindo o número de fótons que ela emite. Quando chegamos ao ponto em que os fótons estão sendo emitidos um a um, não podemos mais reduzir a intensidade da luz: teríamos de apagá-la. Existe um limite básico, imposto pela mecânica quântica, à “suavidade” da nossa intervenção. E portanto haverá sempre um efeito mínimo sobre a velocidade do elétron, causado pelo nosso ato de determinar a sua posição. Bem, é quase assim.

A lei de Planck diz que a energia de um fóton é proporcional à sua freqüência (e inversamente proporcional ao seu comprimento de onda). Utilizando luz de freqüências cada vez mais baixas (comprimentos de onda cada vez maiores), podemos produzir fótons cada vez mais suaves. Mas aqui está a questão.

Quando lançamos uma onda sobre um objeto, a informação que recebemos só nos permite determinar a posição do objeto dentro de uma margem de erro igual ao comprimento da onda lançada. Para uma percepção intuitiva desse fato importante, imagine que você esteja tentando determinar a localização de uma grande rocha ligeiramente submersa, observando a maneira como ela afeta as ondas do mar. Antes de chegar à pedra, as ondas compõem uma bela sucessão de ciclos ordenados. Ao passarem pela rocha, esses ciclos se distorcem — e com isso dão o sinal da presença da rocha submersa. Mas, assim como os traços de uma régua, os ciclos das ondas configuram a sua unidade de medida, marcando os intervalos do movimento das ondas, de modo que, concentrando-nos no exame da maneira como os ciclos se desorganizam, nós só conseguimos determinar a localização da rocha com uma margem de erro igual ao comprimento do ciclo das ondas, ou seja, o comprimento de onda das ondas, que, no caso, corresponde ao intervalo entre elas. No caso da luz, os fótons constituem, por assim dizer, os ciclos das ondas (sendo que a altura dos ciclos é determinada pelo número de fótons); o fóton, por conseguinte, só pode ser usado para indicar a localização de um objeto com uma margem de erro igual a um comprimento de onda.

Portanto, estamos diante de um número de equilibrismo da mecânica quântica. Se usarmos luz de freqüência alta (comprimento de onda curto), poderemos localizar um elétron com maior precisão. Mas os fótons de freqüência alta têm muita energia e por isso afetam fortemente a velocidade do elétron. Se usarmos luz de freqüência baixa (comprimento de onda longo), minimizaremos o impacto sobre o movimento do elétron, uma vez que os fótons têm energia comparativamente baixa, mas com isso sacrificaremos a precisão na determinação da posição do elétron. Heisenberg quantificou esse jogo e encontrou uma relação matemática entre a precisão com que se pode medir a posição do elétron e a precisão com que se pode medir a sua velocidade.

Ele verificou — em concordância com a nossa discussão — que uma é inversamente proporcional à outra: quanto maior for a precisão na determinação da posição, tanto maior será, necessariamente, a imprecisão na determinação da velocidade, e viceversa. E o que é mais importante: embora a nossa discussão tenha se relacionado com o caso particular da determinação do paradeiro de um elétron, Heisenberg demonstrou que esse intercâmbio entre a precisão da medida da posição e a de velocidade é um fato fundamental, que se mantém qualquer que seja o equipamento usado ou o procedimento empregado.

Ao contrário dos esquemas de Newton e mesmo de Einstein, em que se descreve o movimento de uma partícula pelo registro de sua posição e sua velocidade, a mecânica quântica mostra que no nível microscópico não se pode saber jamais ambas as coisas com precisão total. Além disso, quanto maior for a precisão com relação a uma, tanto maior será a imprecisão com relação à outra. E embora tenhamos exemplificado esse fato com elétrons, ele se aplica diretamente a todos os componentes da natureza.

A SINFONIA CÓSMICA- Pura música: a essência da teoria das supercordas~Por Brian Greene

Históricamente a música tem propiciado as melhores metáforas para quem quer entender as coisas cósmicas. Desde o tempo da “música das esferas”, de Pitágoras, até as “harmonias da natureza”, que orientam a pesquisa científica ao longo dos séculos, sempre nos sentimos coletivamente atraídos pela música da natureza e procuramos ouvi-la nos elegantes movimentos dos corpos celestes, assim como nas desenfreadas variações das partículas subatômicas. Com a descoberta da teoria das supercordas, as metáforas musicais assumem uma surpreendente realidade, uma vez que a teoria sugere que a paisagem microscópica está repleta de cordas mínimas, cujas vibrações orquestram a evolução do cosmos. Os ventos da mudança, de acordo com a teoria das supercordas, sopram através de um universo eólico. Em comparação, o modelo-padrão vê os componentes elementares do universo como pontos, destituídos de estrutura interna. Por mais positivo que seja esse enfoque (e já mencionamos que praticamente todas as previsões a respeito do microcosmos feitas pelo modelo-padrão foram verificadas até um bilionésimo de bilionésimo de metro, que é o limite da tecnologia atual), o modelo-padrão simplesmente não pode ser a teoria final e completa porque não inclui a gravidade. Além disso, as tentativas de incorporar a gravidade ao esquema da mecânica quântica fracassaram devido às flutuações violentas do tecido espacial que surgem nas escalas ultramicroscópicas — ou seja, a distâncias menores que a distância de PlanckEsse conflito não resolvido engendrou pesquisas que levaram a um entendimento ainda mais profundo da natureza.

Em 1984, os físicos Michael Green, então no Queen Mary College, John Schwartz, do Califórnia Institute of Technology, produziram os primeiros resultados convincentes de que a teoria das supercordas (ou mais simplesmente teoria das cordas) bem poderia propiciar esse entendimento. A teoria das cordas proporciona uma mudança profunda e renovadora na nossa maneira de sondar teoricamente as propriedades ultramicroscópicas do universo — mudança essa que, como aos poucos foi se vendo, altera a relatividade geral de Einstein de maneira tal que a torna integralmente compatível com as leis da mecânica quântica. De acordo com a teoria das cordas, os componentes elementares do universo não são partículas puntiformes. Em vez disso, são mínimos filamentos unidimensionais, como elásticos infinitamente finos, que vibram sem cessar. Mas não se deixe enganar pelo nome: ao contrário de uma corda comum, composta por moléculas e átomos, as cordas da teoria das cordas habitam o mais profundo do coração da matéria. A proposta da teoria é que as cordas são ingredientes ultramicroscópicos que formam as partículas que, por sua vez, compõem os átomos. As cordas da teoria das cordas são tão pequenas — elas têm em média o comprimento da distância de Planck — que parecem ser pontos, mesmo quando observadas com os nossos melhores instrumentos. Contudo, a substituição das partículas puntiformes por filamentos de corda como os componentes fundamentais de todas as coisas tem amplas conseqüências. Em primeiríssimo lugar, parece que a teoria das cordas é capaz de resolver o conflito entre a relatividade geral e a mecânica quântica. Como veremos, a extensão espacial da corda é o elemento novo e crucial que permite que um esquema harmônico único incorpore ambas as teorias. Em segundo lugar, a teoria das cordas oferece uma teoria verdadeiramente unificada, uma vez que propõe que toda a matéria e todas as forças provêm de um único componente básico: cordas oscilantes. Finalmente, como veremos nos próximos capítulos, além dessas conquistas notáveis, a teoria das cordas modifica, mais uma vez e de maneira radical, o nosso entendimento do espaço-tempo.

UMA BREVE HISTÓRIA DA TEORIA DAS CORDAS

Em 1968, um jovem físico teórico de nome Gabriele Veneziano estava empenhado em descobrir o sentido de algumas propriedades da força nuclear forte que haviam sido observadas experimentalmente. Veneziano, então um pesquisador no CERN, o laboratório do acelerador de partículas da Europa, localizado em Genebra, Suíça, já havia trabalhado em certos aspectos desse problema por alguns anos, até que um dia deparou com uma revelação notável. Para sua grande surpresa, ele viu que uma fórmula hermética imaginada duzentos anos antes pelo famoso matemático suíço Leonhard Euler com finalidades puramente matemáticas — a chamada função beta de Euler — parecia descrever de um só golpe numerosas propriedades das partículas que a força forte põe em interação. A observação de Veneziano pôs um potente instrumento matemático à disposição da análise de diversos aspectos da força forte e desencadeou um intenso fluxo de pesquisas que usavam a função beta de Euler e várias de suas generalizações para descrever a pletora de dados que os aceleradores de partículas estavam produzindo no mundo inteiro. Em um certo sentido, no entanto, a formulação de Veneziano era incompleta. A função beta era como as fórmulas memorizadas pêlos alunos que não conhecem nem o seu significado nem a sua justificativa: ninguém sabia por que ela funcionava. Era uma fórmula à procura de uma explicação. Isso mudou em 1970, quando os trabalhos de Yoichiro Nambu, da Universidade de Chicago, Holger Nielsen, do Instituto Nieis Bohr, e Leonard Sussekind, da Universidade de Stanford, revelaram a doutrina física que se ocultava sob a fórmula de Euler. Eles demonstraram que se as partículas elementares fossem concebidas como pequenas cordas vibrantes e unidimensionais, as suas interações nucleares poderiam ser descritas exatamente pela função de Euler. Se as cordas fossem suficientemente pequenas, disseram, elas continuariam a parecer partículas puntiformes e poderiam, assim, ser compatíveis com as observações experimentais. Apesar de fornecer uma teoria simples e agradável à intuição, a descrição da força forte em termos de cordas não tardou muito em apresentar falhas. Nos anos seguintes, experiências de alta energia, capazes de explorar o mundo subatômico em maior profundidade, mostraram que várias das previsões feitas pelo modelo não correspondiam aos fatos observados.

Ao mesmo tempo, desenvolvia-se a cromodinâmica quântica, a teoria quântica de campo das partículas puntiformes, e o seu enorme êxito em descrever a força forte levou ao abandono da teoria das cordas. Enquanto a maior parte dos físicos de partículas pensava que a teoria das cordas havia sido relegada à lata de lixo da ciência, alguns dedicados pesquisadores continuavam a ocupar-se dela. Schwarz, por exemplo, considerou que “a estrutura matemática da teoria das cordas era tão bonita e tinha tantas propriedades miraculosas que isso não podia deixar de indicar algo profundo”. Um dos problemas encontrados na teoria das cordas era o seu aparente excesso de riqueza. A teoria continha configurações de cordas vibrantes com propriedades semelhantes às dos glúons, o que justificava a sua pretensão inicial de ser uma teoria da força forte. Mas além disso ela continha outras partículas de tipo mensageiro, que não pareciam ter qualquer relevância para as observações experimentais da força forte. Em 1974, Schwarz e Joël Scherk, da Ecole Normale Supérieure, empreenderam um salto corajoso que transformou esse aparente vício em virtude. Ao estudar os intrigantes tipos de vibração das cordas que se associavam às partículas mensageiras, eles verificaram que as suas propriedades correspondiam perfeitamente às da hipotética partícula mensageira da força gravitacional — o gráviton. Embora esses “pacotes mínimos” da força gravitacional ainda não tenham sido vistos até hoje, os especialistas podem prever com confiança certas características básicas que eles teriam de possuir, e Scherk e Schwarz verificaram que essas propriedades correspondiam exatamente a certos modelos de vibração. Com base nisso, Scherk e Schwarz sugeriram que o fracasso inicial da teoria das cordas devera-se a que os cientistas haviam minimizado o seu alcance. A teoria das cordas não é apenas uma teoria da força forte, afirmaram; é uma teoria quântica que inclui também a gravidade.A comunidade física não chegou a receber o anúncio com grande entusiasmo. Com efeito, Schwarz recorda que “o nosso trabalho foi universalmente ignorado”.

3A estrada do progresso já estava cheia das carcaças de tentativas fracassadas de unir a gravidade e a mecânica quântica. A teoria das cordas mostrara-se equivocada em seu projeto inicial de descrever a força forte, de modo que para muitos não parecia fazer sentido tentar usá-la para algo ainda maior. Nos últimos anos da década de 70 e nos primeiros da década seguinte, novos estudos, ainda mais devastadores, revelaram que a teoria das cordas e a mecânica quântica não deixavam de ter os seus próprios conflitos sutis. Parecia que a força gravitacional resistia, mais uma vez, a incorporar-se à descrição microscópica do universo. Essa era a situação até 1984. Em um documento histórico que culminava mais de doze anos de pesquisa intensa e que fora praticamente ignorado e mesmo contestado pela maioria dos físicos, Green e Schwarz afirmaram que o sutil conflito quântico que afetava a teoria das cordas podia ser resolvido. Mais ainda, eles demonstraram que a teoria tinha fôlego suficiente para englobar todas as quatro forças e também toda a matéria. A medida que a notícia desse resultado difundiu-se pela comunidade científica mundial, centenas de físicos de partículas abandonaram os seus projetos de pesquisas e lançaram uma ofensiva geral sobre o que parecia ser o último campo de batalha teórico na velha luta por compreender os mecanismos mais profundos do funcionamento do universo.

Iniciei o meu curso de pós-graduação na Universidade de Oxford em outubro de 1984. Eu estava ansioso por aprender tudo sobre as teorias quânticas de campo, teorias de calibre e relatividade geral, mas notei que havia uma sensação dominante entre os estudantes mais antigos de que a física de partículas não tinha futuro. O modelo-padrão já havia sido articulado, e o seu êxito extraordinário na previsão de resultados experimentais indicava que a sua confirmação definitiva era apenas questão de tempo e de detalhes. Avançar além desses limites para incluir a gravidade ou para explicar os insumos de que o modelo dependia — os dezenove números que sintetizam os dados relativos às partículas elementares, suas massas e cargas de força e a intensidade relativa das forças são números que se conhecem a partir das experiências, mas para os quais não há uma explicação teórica — era uma tarefa tão gigantesca que nenhum físico, salvo os mais corajosos dentre todos, a aceitava como desafio. Seis meses depois, essa sensação havia se transformado no oposto. O êxito de Green e Schwarz finalmente se difundira e já envolvia até mesmo os que estavam apenas iniciando a pós-graduação. Passara a dominar entre nós um sentimento eletrizante de estar no centro de um movimento profundo na história da física. Muitos de nós trabalhávamos até altas horas da noite para compreender as vastas áreas da física teórica e da matemática abstrata necessárias ao conhecimento da teoria das cordas. O período de 1984 a 1986 ficou conhecido como a “primeira revolução das supercordas”. Nesses três anos publicaram-se mais de mil trabalhos de pesquisa sobre a teoria das cordas em todo o mundo. Tais estudos mostravam conclusivamente que numerosos aspectos do modelo-padrão — aspectos que haviam sido laboriosamente descobertos depois de décadas de pesquisas exaustivas — emergiam de maneira natural e simples da estrutura global da teoria das cordas. Nas palavras de Michael Green, “no momento em que se toma conhecimento da teoria das cordas e se vê que praticamente todos os avanços principais da física nos últimos cem anos emergem — e com tal elegância — a partir de um ponto de partida tão simples, intui-se que essa teoria, francamente irresistível, não tem paralelo”. Além disso, para muitos desses aspectos, como veremos, a teoria das cordas oferece explicações muito mais completas e satisfatórias do que as do modelo-padrão. Essa percepção convenceu muitos cientistas de que a teoria das cordas estava claramente a caminho de cumprir a promessa de ser a teoria unificada definitiva. Apesar de tudo, os pesquisadores da teoria das cordas encontraram repetidas vezes um obstáculo importante. Na pesquisa física teórica, freqüentemente se encontram equações que são demasiado difíceis para compreender e analisar. Normalmente os físicos não desistem, mas tentam resolver as equações por aproximação. Na teoria das cordas, essa situação é ainda mais difícil. Até a tarefa de determinar as próprias equações mostrou-se tão difícil que só se conseguiu deduzir até agora versões aproximadas da sua formulação. Os estudiosos da teoria das cordas têm se limitado, portanto, a buscar soluções aproximadas para equações aproximadas. Após os primeiros anos de progresso intenso, com a primeira revolução das supercordas, os cientistas verificaram que as aproximações então usadas não eram adequadas para dar resposta a diversas questões essenciais que impediam que se chegasse a novos avanços. Sem propostas concretas para avançar além dos métodos aproximativos, muitos físicos sentiram-se frustrados e abandonaram a teoria das cordas para retomar suas antigas linhas de trabalho. Para os que permaneceram, o final da década de 80 e o começo da seguinte foi um período de provações. A beleza e as promessas da teoria das cordas eram como um tesouro guardado em um cofre, que só podia ser visto através do buraco da fechadura, porque ninguém tinha a chave para liberar os seus poderes. Importantes descobertas alternavam-se com longos períodos de esterilidade, e todos os que conheciam a matéria sabiam que era preciso desenvolver novos métodos que permitissem superar as aproximações anteriores. Então, em uma palestra espetacular na conferência Cordas, 1995, realizada na University of Southern Califórnia — palestra que deixou boquiaberta uma platéia composta pêlos principais físicos do mundo e que superlotava o auditório —, Edward Witten anunciou um plano para os passos seguintes, com o que deu início à “segunda revolução das supercordas”. Até os dias de hoje, os pesquisadores da teoria das cordas trabalham vigorosamente para aguçar um conjunto de métodos novos que prometem superar os obstáculos teóricos encontrados anteriormente. As dificuldades que estão por vir porão à prova a competência técnica dos estudiosos da teoria das cordas, mas a luz no fim do túnel, embora ainda distante, pode finalmente estar ficando visível.

O Tecido do Cosmos: A Ilusão do Tempo | 

O Tecido do Cosmo, uma série de quatro horas baseado no livro do físico renomado e autor Brian Greene, leva-nos para as fronteiras da física para ver como os cientistas estão montando o quadro mais completo, sobre o tempo, espaço e o universo. A cada passo, o público vai descobrir que logo abaixo da superfície de nossa experiência cotidiana existe um mundo que nós dificilmente reconhecemos, um mundo surpreendente muito mais estranho e maravilhoso do que qualquer um esperava. Brian Greene vai deixá-lo em um segredo: Fomos todos enganados. Nossas percepções do tempo e do espaço nos levaram ao erro. Muito do que pensávamos que sabíamos sobre o nosso universo, que no passado já aconteceu e o futuro ainda está para ser, que o espaço é apenas um vazio, que o nosso universo é o único universo que existe – E que só podemos estar errado. Entrelaçamento, teorias provocativas, experiências e histórias. Explicações e metáforas criativas como as que definiram a série inovadora e altamente aclamada “O Universo Elegante”.

Brian Greene: O nosso universo é o único universo?legendado em portugues

VISÃO PESSOAL

Colaboração honrosa do Prof.Dr  EMERSON LUNA- Professor do Instituto de Física da UFRGS desde 2011. Realizou sua graduação em Física na Unicamp, obteve o seu mestrado e o seu doutorado no Instituto de Física Teórica (IFT) e na Unicamp, respectivamente. Possui doutorado-sanduíche pela Université de Montréal no Canadá e pós-doutorado pelo Institute for Particle Physics Phenomenology da Universidade de Durham na Inglaterra.

O sonho de uma teoria final, completa e consistente em sua ilimitada validade, encontra um lugar natural na Física moderna. A ideia de que seja possível a formulação de uma teoria especial, contendo de forma unificada todas as leis fundamentais e propiciando o completo entendimento do universo em toda a sua complexidade, encontra raízes na corrente de pensamento filosófica denominada reducionismo. Essa corrente sugere que todos os processos e sistemas podem ser compreendidos em termos de seus constituintes mais fundamentais. Quando aplicada à Física, ela indica que o caminho para o entendimento de um determinado fenômeno segue uma orientação que sempre aponta para a camada mais profunda da realidade, de forma que, em princípio, tudo possa ser entendido em termos dos constituintes mais elementares da matéria. A filosofia reducionista nos mostra, portanto, que, se uma teoria final desses constituintes puder ser formulada, ela será necessariamente uma teoria de tudo. Certamente, ainda não temos uma teoria de tudo, e nem sequer sabemos se o reducionismo na Física pode ser sustentado de forma tão radical, mas é exatamente dentro desse contexto que alguns cientistas trabalham incessantemente na busca da teoria final. Nos últimos anos, uma nova candidata à teoria de tudo tem cativado a imaginação de vários desses cientistas: a Teoria de Supercordas. Essa teoria, cujo postulado central é o de que o mundo que nos cerca seja constituído por pequenas cordas, propõe uma descrição unificada de todas as forças da natureza e de todas as partículas fundamentais da matéria. A Teoria de Supercordas combina a Teoria de Cordas com uma estrutura matemática chamada supersimetria, uma simetria geométrica abstrata que descreve de forma unificada bósons e férmions, as duas classes em que todas as partículas fundamentais da natureza podem ser agrupadas. A Teoria de Supercordas é baseada em ideias matemáticas elegantes com consequências que têm provado serem consistentes com o mundo real. A beleza e o potencial do seu formalismo físico-matemático tem atraído a atenção de muitos físicos, tornando o estudo das propriedades das cordas uma das áreas de pesquisa mais ativas na Física teórica. Entre os principais entusiastas da Teoria de Supercordas está o físico teórico Brian Greene. Para ele e outros praticantes deste formalismo a teoria esboça de forma plausível o caminho para a formulação de uma teoria quântica da gravitação, etapa essencial na construção de uma visão unificada de todas as forças. A Teoria de Supercordas seria a candidata natural para a solução do paradoxo central da Física contemporânea das partículas elementares, que se resume na aparente incompatibilidade de suas duas principais fundações teóricas. A primeira fundação é a teoria da Relatividade Geral de Einstein, que relaciona a força da gravidade à estrutura do espaço e do tempo. É uma “generalização” da teoria de gravitação de Newton consistente com os princípios, válidos para fenômenos que ocorram com velocidades próximas à da luz, ditados pela Teoria da Relatividade Especial. A Relatividade Geral trata de fenômenos em escalas cósmicas e forma a base do nosso atual entendimento da evolução do universo. A segunda fundação é a Mecânica Quântica, a teoria que rege os fenômenos em escalas microscópicas. Teorias quânticas relativísticas, que combinam elementos da Mecânica Quântica e da Relatividade Especial, existem para três das quatro forças fundamentais da natureza, mais precisamente para as interações forte, fraca e eletromagnética. Entretanto, no caso da quarta força fundamental conhecida, a interação gravitacional, até o momento não há uma teoria que una satisfatoriamente aspectos comuns à Mecânica Quântica e à teoria de Einstein para a gravitação. A dificuldade está no fato de tal unificação exigir uma formulação radical – mente nova das leis da Física do mundo microscópico. Porém, como apontam os teóricos de supercordas, essa visão nova e radical do tempo e do espaço já está presente de forma intrínseca na teoria, uma vez que nela as partí – culas elementares passam a ser pensadas como cordas, e não mais como pontos.Uma característica essencial da Teoria de Supercordas é que ela requer que o universo possua mais do que três dimensões espaciais. A pesquisa de Brian Greene está focada no estudo das implicações físicas dessas dimensões extras. Seus estudos têm contribuído de forma original para o entendimento das propriedades das dimensões extras e colaborado de forma decisiva para o desenvolvimento das bases da chamada geometria quântica, onde aspectos topológicos são essenciais (topologia é um ramo da Matemática que estuda a maneira como linhas, curvas, superfícies etc. se conectam entre si; dizemos que dois objetos são topológicamente distintos quando não podem ser deformados um no outro sem que “rasguemos” um deles). A geometria quântica difere em aspectos substanciais da geometria clássica inerente à Relatividade Geral, sendo a geometria exigida para a descrição acurada de processos físicos que ocorram em escalas ultrami – croscópicas, ou seja, em escalas onde efeitos quânticos tornam-se relevantes. Brian Greene é também pioneiro em estudos dedicados à interface entre a Teoria de Supercordas e a Cosmologia, área da Física dedicada ao estudo da origem e evolução do universo. Ele foi um dos fundadores, sendo atualmente um dos diretores, de um novo instituto na Universidade de Columbia, o ISCAP – Institute for Strings, Cosmology, and Astroparticle Physics (Instituto de Cordas, Cosmologia e Astropartículas). Um dos principais objetivos desse instituto é a identificação de possíveis manifestações da Teoria de Supercordas em dados cosmológicos de alta precisão que serão coletados por vários experimentos na próxima década. Com um importante e intenso trabalho de popularização da ciência, Brian Greene tornou-se um autor conhecido fora dos círculos acadêmicos. Seu primeiro livro de divulgação científica, The elegant universe: Superstrings, hidden dimensions and the quest for the ultimate theory, publicado em 1999 e traduzido em 2001 para o português com o título O universo elegante: Supercordas, dimensões ocultas e a busca da teoria definitiva, é uma bem-sucedida obra de popularização da Teoria de Supercordas e da Teoria-M, a teoria que unifica as primeiras Teorias de Supercordas dentro de uma estrutura única de 11 dimensões espaço-temporais. Neste livro, Greene utiliza de forma hábil uma série de analogias criativas para compor em detalhes aspectos físicos e matemáticos da Teoria de Supercordas e suas implicações. O livro foi finalista do Prêmio Pulitzer e vencedor do The Aventis Prizes for Science Books em 2000, e também gerou um programa especial de tevê no canal norte-americano PBS, apresentado e narrado pelo próprio autor. O programa televisivo venceu em 2003 o Prêmio Peabody. The fabric of the cosmos: Space, time and the texture of reality, seu segundo livro, publicado em 2005 e traduzido no mesmo ano para o português com o título O tecido do cosmo: O espaço, o tempo e a textura da realidade, tem por objetivo familiarizar o leitor, sempre a partir de analogias extraídas do nosso senso comum, com alguns conceitos matemáticos não intuitivos que permeiam vários conceitos e teorias físicas, como, por exemplo, a Teoria de Supercordas, o princípio da incerteza de Heisenberg e a cosmologia inflacionária. Neste livro, Greene faz um apanhado histórico da nossa compreensão dos conceitos de tempo e espaço, passando pela Física de Newton, de Einstein e pela Física Quântica antes de discutir os últimos avanços da Teoria de Supercordas. Greene abre o livro com uma discussão sobre O mito de Sísifo, ensaio filosófico de Albert Camus, estabelecendo um tom hu – manista que se sustenta até a última página. Este livro gerou um outro programa de TV no canal PBS, novamente contando com a apresentação e a narração de Greene. Na sua terceira obra literária de divulgação, Icarus at the Edge of Time, publicada em 2008 e ainda não traduzida para o português, Greene realiza uma engenhosa transpo – sição do mito clássico grego para a era moderna: no lugar de asas de cera e uma viagem próxima ao Sol, um garoto se aventura através do espaço cósmico e se depara com os desafios existentes nas proximidades de buracos negros. O livro, ricamente ilustrado com fotos coloridas do telescópio espacial Hubble, é destinado a um público infanto-juvenil mais aficionado por histórias de aventura. Seu quarto livro, The hidden reality: Parallel universes and the deep laws of the cosmos, publicado em 2011 e traduzido em 2012 para o português com o título A realidade oculta: universos paralelos e as leis profundas do cosmo, discute uma questão central da Física moderna e da Cosmologia: é o nosso universo único? O livro mostra que, com o advento da Teoria de Supercordas, a existência de múltiplos universos e outras entidades exóticas tornou -se bastante provável. A partir da teoria da Relatividade, do Big Bang e do nosso universo em expansão, o autor discorre sobre a multiplicidade de formas que esses universos paralelos poderiam tomar. Com um olhar lúcido e intrigante, Greene sustenta que a existência de universos paralelos, o multiverso, é a explicação mais razoável para diversos enigmas cosmológicos. Brian Greene nasceu em Nova York em 1963. Realizou sua graduação em Física na Universidade de Harvard e obteve seu doutorado na Universidade de Oxford, onde foi um Rhodes Scholar. Ele foi professor titular da Universidade de Cornell antes de se tornar professor de Física e Matemática da Universidade de Columbia. Além de várias aparições na mídia, o seu programa especial baseado no livro O universo elegante, e do já citado Prêmio Peabody, conquistou o Prêmio French Prix Jules Verne e recebeu três indicações para o Prêmio Emmy. Seu livro para o público infanto-juvenil, Icarus at the Edge of Time, foi adaptado para uma apresentação sinfônica, com trilha sonora original de Philip Glass, estreando no Lincoln Center Alice Tully Hall em 2010. Junto com a jornalista Tracy Day, vencedora do Prêmio Emmy, Brian Greene fundou o The World Science Festival. O festival, que estreou em Nova York em 2008 e já atraiu um público superior a 500 mil pessoas, foi saudado pelo New York Times como “uma nova instituição cultural”. Greene já ministrou palestras técnicas e de divulgação científica em mais de 25 países. Em 2012, teve seu talento como educador reconhecido ao receber o Prêmio Richtmyer Memorial Award, concedido anualmente pela Associação Americana de Professores de Física.

Resultado de imagem para imagens sobre o filme star wars

Inspiração….

Teoria de Cordas e Supercordas
Henrique Boschi Filho-Instituto de Física-UFRJ-PDF-III Encontro de Ciências do Universo, Núcleo de Pesquisas em Ciências,-4 de Julho de 2015

Questões para Brian Greene- Entrevista para o jornal The New York Times em julho de 2010 (em inglês) http://is.gd/Greene3 (http://www.nytimes.com/2010/12/19/magazine/19FOB-Q4-t.html?_r=1&amp😉

David Letterman Entrevista concedida a David Letterman em março de 2005 (em inglês) http://is.gd/Greene4 (https://www.youtube.com/watch?v=9P3iymn1yzc)

O novo Carl Sagan Entrevista para a revista Época sobre” O universo elegante e a Teoria das Supercordas”, publicada em agosto de 2004

http://is.gd/Greene5 (http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT791042-1666,00.html)

Além do Cosmos- Vídeo da série produzida pela PBS e transmitida pela NatGeo (dublado) http://is.gd/Greene8 (https://www.youtube.com/watch?v=PNw2G60zIxQ&feature=youtu.be )

Icarus at the Edge of Time Amostra publicada no site da livraria Amazon da novela infanto-juvenil escrita por Greene (em inglês) http://is.gd/Greene9 (http://www.amazon.com/Icarus-Edge-Time-Brian-Greene/dp/B002U0KO2W/ref=sr _1_6?s=books&ie=UTF8&qid=1398045206&sr=1-6&keywords=brian+greene)

Icarus at the Edge of Time- II Trailer do filme produzido a partir do livro de Brian Greene (em inglês) http://is.gd/Greene10(http://worldsciencefestival.com/videos/trailer_icarus_at_the_edge_of_time)

O tecido do cosmo Site da PBS sobre a série The fabric of cosmos (em inglês) http://is.gd/Greene11 (http://www.pbs.org/wgbh/nova/physics/fabric-of-cosmos.html)

O universo elegante Site da PBS sobre a série The elegant universe (em inglês) http://is.gd/Greene12 (http://www.pbs.org/wgbh/nova/physics/elegant-universe.html)

TED Talks Palestras de Brian Greene (em inglês) http://is.gd/Greene6(https://www.ted.com/speakers/brian_greene)

Brian Greene e a Teoria das Cordas Vídeo de Brian Greene no TED Talks (legendado) http://is.gd/Greene7 (https://www.youtube.com/watch?v=oWXtyJqwdEw)

WSC Vídeos de Brian Greene no World Science Festival (em inglês) http://is.gd/Greene13(http://worldsciencefestival.com/participants/videos/brian_greene)

The herb garden contamination Participação de Brian Greene na série The Big Bang Theory (em inglês) http://is.gd/Greene14 (https://www.youtube.com/watch?v=w5VVEw4ZSRI)

Monicavox

Recomendo….

Site oficial: http://briangreene.org/

 

A queda das velhas estruturas está presente

Nos próximos meses haverá uma mudança na consciência, do tipo que os seres humanos nunca experimentaram antes, isto tem a ver com o retorno dos Sóismas também está acontecendo no interior da Terra.
Nos últimos anos ,determinadas redes de energias da Terra que tem estado adormecidas por milhões de anos, agora estão sendo reativadas e vindo à tona.À medida que nos tornarmos mais e mais conscientes do que esta sendo reativado e liberado, mais nós entenderemos como isso vai mudar a humanidade para uma forma muito mais elevada de vida e de viver.Elevação maciça de terras e outras mudanças na Terra que estão sobre nós, não devem ser temidas, mas sim acolhidas, pois é a Nova Terra verdadeira vindo à tona.A nova não pode subir com a velha ainda em vigor e, portanto, a velha está preparando o caminho para a nova. 

Toda a vida faz parte da espiral de dança da vida, onde para uma nova vida subir, a velha precisa se desintegrar, se dissolver, permitindo que a nova seja formada sobre a destruição da velha.Não podemos passar por esta mudança massiva sem também experimentar uma mudança interior.
 

 O velho Adão precisa morrer, para o novo Adão emergir das cinzas do velho, em outras palavras, o velho Adam Kadmon (protótipo) do corpo de base carbono deve dar lugar a um novo corpo com uma frequência muito maior, de natureza cristalina, e portanto, com capacidade de manter as faixas de frequências de vibração mais elevadas da Nova Terra.

Uma das razões porque tantas pessoas tiveram uma desintegração total de suas antigas vidas e o proverbial tapete está sendo puxado de debaixo delas tem a ver com esta mudança total de paradigma, assim como eu,elas sentiram a antiga vida se desintegrar totalmente e ainda está em formação, de muitas maneiras.
Com a crescente vinda à tona da velha bagagem emocional, o trauma, a dor, as cicatrizes, devem ser liberadas para seguirmos pelo novo e mais elevado caminho de vida. Portanto, vamos ser abertos até o âmago de modo que todo o antigo possa ser liberado, de modo que as antigas formas de agir, viver e ser,possam se desintegrar, ser liberadas para que nos tornemos luz de corpo, mente e espírito, fazendo esta mudança para não sermos sobrecarregados com o excesso de bagagem emocional.
Assim como nossas vidas pessoais estão se desintegrando em tantos níveis, também as relações sociais e as estruturas de governo, de fato tudo na vida e na maneira como interagimos com os outros vai começar a se desintegrar em muitos níveis.

As velhas estruturas também não servem mais ao nosso crescimentoelevado de alma, na verdade eles não servem mais ao coletivo, a consciência coletiva está agora avançando para oitavas superior de ser e por isso as velhas estruturas têm de ser reinventadas. 
É como reinventar a roda, mas as rodas cósmicas da vidanão as terrenas, pois estamos assumindo a nossa cidadania cósmica.
Temos sido repetidamente preparados para isto desde a segunda guerra mundial e se olharmos para trás, apenas nestes últimos anos vamos perceber que nos mudamos para uma sociedade tecnologicamente mais avançada, com ferramentas maravilhosas, como computador, Internet,etc. 

E mais ainda está sendo desenvolvido e retornando para o planeta, então imagine o quanto nossa vida vai mudar nos próximos anos ?
As novas crianças têm o gênio inerente em sua programação para elevar verdadeiramente a humanidade para as oitavas superiores de consciência e Ser, elas vão realmente trazer uma revolução em tecnologia e consciência, o que fará esta grande mudança que estamos atualmente atravessando, ser vista como brincadeira de criança.
Deixamos de lado o velho estilo fútil de vida, na medida em que estamos dispostos a nos permitir ser transformados, ser guiados, ser renovados e rejuvenescidos, na medida em que somos capazes de fazê-lo através desta imensa mudança com todas as ferramentas nos auxiliando e nos elevando de todas as maneiras.
No entanto, temos de deixar de lado os velhos caminhos.
Temos de deixar ir tudo o que não serve mais ao nosso crescimento superior de alma e do coletivo.Não podemos nos mover para a Nova Terra que está sendo criada com todas as velhas maneiras de pensar, de agir e de ser.O melhor é fazer essa purificação e limpeza diária e estar aberto à mudança.
 

 Não se agarrando no que está se desintegrando e acolhendo as mudanças.Quando a nossa mentalidade e coração mudarem em conjunto profundamente no nosso interior, vamos nos concentrar em realmente estarmos prontos para mudar com as marés maciças de energias que estão entrando, vamos achar que estamos sendo levantados por esta força poderosa e vamos seguir praticamente sem esforço.

No entanto, se nós resistirmos em algum nível, haverá dor e grandes sentimentos de perda intensa, de estar perdido em um vazio.O melhor é lembrar que nenhuma mudança pode ocorrer sem alguma coisa, que de alguma forma venha criar um vácuo.

Quando o vácuo é criado, as energias superiores podem se mover.E esta onda de mudança está sobre nós agora.2018 realmente é o ano da mudanças do paradigma da consciência, ainda que só vá abrir caminho para mudanças cada vez mais intensas que estarão vindo nos próximos 50 a 100 anos.
Daqui a mil anos, um viajante do espaço dificilmente reconheceria este planeta de tão grande que terá sido a renovação maciça, a reforma e a reinvenção do planeta e da espécie humana.
“Uma consciência da Verdade se manifestará
 conforme modos superiores e melhores de
 ser, fazer e viver… mudam”. 
 Visão pessoal….

É sempre o medo que mantém na velha energia tridimensional – medo(normalmente imaginado) de como a mudança afetará pessoalmente. O medo normalmente se manifesta como uma censura a qualquer ideia nova que poderia servir a muitos, mas pode perturbar a zona pessoal de conforto. É o medo de que mudar as crenças testadas e verdadeiras que serviram no passado acabará em algum resultado de carência e limitação para eles pessoalmente (dualidade e separação). Os temerosos erroneamente crêem que qualquer coisa que não se encaixa ao seu sistema de crença pessoal e atual deve ser incorreto. A mudança seria aceitar que os ensinamentos que até este ponto podem estar incorretos – os egos das religiões mais estruturadas não aceitarão admitir que eles podem estar incorretos. Entendam que muitos, a partir de um medo de qualquer coisa nova ou diferente, escolhem permanecer exatamente onde estão, não importa o quanto difícil ou doloroso esse local possa ser. O medo é baseado na aceitação de falsos conceitos e crenças ensinados e aceitos pelos séculos de muitas vidas. As superstições foram aceitas como verdade, e os ensinamentos falsos passados para as massas não instruídas tornaram-se a lei da terra. Crenças relacionadas a Deus, casamento, doença e até de um demônio,etc. tornaram-se universais, exceto para os evoluídos o bastante para reconhecer a irrealidade impessoal delas. Agora a humanidade evoluiu o suficiente para relegar muitos desses disparates para a lixeira, tal como quando se acreditava que se nós  ficassemos no vento, ficariamos doentes. ..

Inspiração….

https://www.judithkusel.com/

Exibindo DSC_0154.jpgMonicavox

Recomendo….

 

 

REIKI-O PODER ESPIRITUAL DAS MÃOS-Como obter a cura usando a Energia Vital Universal

“Rompi as cordas que me amarravam na escuridão, parti em busca da minha liberdade, percorro os caminhos Universais sem pressas á procura da luz, contemplo a beleza das coisas simples, livre dos preconceitos do homem, escuto as palavras do Universo na esperança de que um dia o meu ser um dia ascenda totalmente ao Amor Eterno.”

UMA BREVE BIOGRAFIA DO CRIADOR DO REIKI

Mikao Usui nasceu em 15 de agosto de 1865 no povoado de Taniai, distrito de Yamagata, pertencente à província de Gifu, no Japão. Por ter estudado e viajado muito, acredita-se ter pertencido a uma rica família japonesa, o que era usual no Japão.Até 1850, o Japão estava fechado para o mundo ocidental, pois até então, o era uma sociedade fechada.O Japão entrou em um período de rápida industrialização, transformando-se em uma nação industrializada habilitada a competir com o restante do mundo em um período de 30 a 40 anos. Esta mudança criou um verdadeiro clima de necessidade em manter a cultura tradicional e a necessidade de reacender e manter velhas tradições. Usui cresceu durante este período.Presume-se que, durante sua juventude, aprendeu Kiko no templo budista Tendai, situado no sagrado monte Kurama, ao norte de Kioto.7

Kiko é a variante japonesa do Qi Gong, uma série de exercícios cujo objetivo é melhorar a saúde através da meditação, das técnicas respiratórias e dos movimentos lentos. No método curativo Kiko é possível armazenar, através de exercícios correspondentes, uma provisão de energia que será utilizada no processo de curar. Se não se usa este método, acaba-se extenuado, já que o Kiko nutre também a própria energia pessoal. Este ponto foi importante para o Dr. Usui e cresceu como uma semente em seu pensamento.

Como tinha certos conhecimentos sobre o budismo, decidiu converter-se num monge budista.Concentrou-se nessa prática e regressou ao monte Kurama, onde havia estudado ainda rapaz.Usui estava buscando a iluminação (Anjin Ryumei). Qual o propósito da vida? Como estar em estado permanente de Paz?Usui ficou em um mosteiro Zen por três anos, tentando alcançar esta meta trabalhando árduamente em serviços comuns para que houvesse a libertação do ego. Finalmente, procurou um mestre Zen para aconselhá-lo em como alcançar a iluminação e a orientação desse Mestre, foi de que a única maneira de se alcançar a iluminação após esses 3 anos de serviços no mosteiro, seria através da experiência da morte.Decidiu então fazer um retiro por 21 dias, jejuando, cantando, rezando e meditando. Usui foi ao Monte Kurama para morrer.Em março de 1922, ao fim do seu período de recolhimento, sentiu penetrar em sua cabeça uma poderosa Luz espiritual, experimentando, assim, o Anjin  Ryumei, uma  vivência reveladora. Esta Luz era o Reiki, que chegou sob forma de sintonização. Pelo ocorrido, sua consciência começou a expandir-se mais e mais e ele concluiu que estava possuído por uma força poderosa, porque podia curar as pessoas sem precisar usar sua própria energia para isto.O Monte Kurama, onde Usui passou por seu “Anjin Ryumei” (estado permanente de Paz) é uma montanha sagrada. Fica perto de Kyoto e é o coração espiritual do Japão, um lugar com vários templos representando uma enorme variedade de divindades. Dizem ser o lugar onde os espíritos da montanha deram os segredos da luta aos samurais.Em abril de 1922 viajou a Tókio, onde criou a Usui Reiki Ryoho Gakkai . Abriu uma clínica em Jarajuku nas imediações do belo Meiji Jingu (santuário Meiji) no centro de Tókio e ali começou a fazer conferências e a praticar Reiki.Usui sensei primeiramente começou a praticar Reiki consigo mesmo, mais tarde com os membros da sua família.O sistema era sobre dar cura às pessoas, ensiná-las como se curar, prover exercícios e ensinamentos energéticos. A maneira com que Usui fez tais coisas parece um pouco indefinida, baseada em compromisso progressivo de sessões semanais de treinamento, um tanto quanto da maneira como as artes marciais são ensinadas.

Desenvolveu seis níveis de Reiki ou graus de formação. Numerou estes seis níveis na ordem inversa da usada no Ocidente. O primeiro nível era o de número seis e o nível superior o de número um. Os primeiros quatro níveis, do seis ao três, correspondem ao que Hawayo Takata ensinava como Reiki I. O correspondente ao Reiki II subdividia-se em duas partes e o último nível, o número um, correspondia ao Reiki III (Mestre), ou grau de Professor (Shihan).

Reiki é uma técnica curativa gentil e poderosa que pode ser passada como presente de uma pessoa para outra, e não é baseada na idéia de gurus ou grande mestre a quem alguém teria que prestar homenagem.Dr. Usui ensinou a mais de 2000 alunos e formou 20 professores de Reiki. Faleceu em 9 de março de 1926, aos 60 anos;Foi enterrado ao lado do Templo Saioji, em Suginami-Ku, Tókio. Seus alunos colocaram junto à sua tumba um memorial de pedra, onde está descrita sua vida e obra com o Reiki.De acordo com sua pedra memorial, Usui foi um “curador” bem conhecido e popular, e ensinou um grande número de pessoas por todo o Japão.

LEIA MAIS; 

 O Simbolismo das mãos

As mãos curam, abençoam, evocam,louvam, defendem, se comunicam e molestam. Assim as várias crenças as vêem.

As interpretações esotéricas dos gestos que aparecem em imagens cristãs, onde geralmente os dedos mínimo e anular estão abaixados para a palma da mão, nos dizem que são pelos outros dedos, o polegar, o indicador e o médio, que fluem as potências mais superiores do homem, sendo então, estes os escolhidos para o uso das bênçãos. Os sacerdotes de várias religiões  estão investidos (?) do poder de as transmitirem embora algumas linhas espiritualistas ampliem estas transmissões(Espiritismo com o passe energético, Messiânicos com o Jhorei e outros). Baseadas num princípio possível da troca energética entre todos os seres, uma pessoa que evoca forças divinas e positivas, poderá igualmente abençoar outrem e até curá-lo, difundindo tais forças pelo simples poder de suas próprias mãos.Em sua conotação de comunicadoras , as mãos encontram o seu intercâmbio simbólico mais importante na linguagem usada pelos surdos –mudos. Numa linguagem gestual, estes encontram a oportunidade de prescindirem da comunicação verbal por meio de sinais que substituem com perfeição os sinais fonéticos.Seja um Yoga a levantar as mãos numa saudação ao sol, sejas  um sacerdote a abençoar,  unindo-as em formato de lótus para orar, ou movimentando-as graciosamente numa dança ritual , se as estendemos á alguém em sinal de amizade, sempre nossas mãos estarão usando um simbolismo revelador do nosso estado psicológico ou espiritual.

QUE PODER TEM AS MÃOS PARA CURAR?

Desde os tempos primordiais, há evidências do poder de cura das mãos.
No Antigo Egito, a cura pelas mãos era praticada desde os primórdios, sendo de domínio dos sacerdotes, e foi extensivamente praticada nos templos de Osíris, Ísis e Hórus.Na Inglaterra e na França medieval, a cura pelas mãos foi muito conhecida.
No Tibet, há registros de cura pelas mãos com mais de oito mil anos.Muitas das culturas religiosas usam o poder de imposição das mãos para abençoar e curar. Enfim, grandes mestres da humanidade usaram e usam as mãos para curar(Consciência Crística, na figura humana de Jesus).O poder das mãos está ligado ao cérebro – pensamento/intenção -, e ao coração – sentimento/amor. Portanto, as mãos podem sim, abençoar e curar.Naturalmente que a intenção de nossos pensamentos e sentimentos é que modera as vibrações que são irradiadas através da imposição das mãos, sobre nós mesmos ou sobre os outros.
Sabemos que a base do Universo é sustentada pelas polaridades: Yin e Yang.As mãos são antenas vivas, sendo ativadas pelas polaridades.A palma da mão direita é Yang, estimulando e promovendo a força e o encorajamento. A palma da mão esquerda é Yin e tem a capacidade de acalmar as dores. E ambas as mãos produzem esses efeitos combinados sobre uma pessoa ou em nós mesmos.Quando pensamos, temos um sentimento e quem sente é o coração. Portanto, as mãos estão ligadas ao coração, que, através dos condutos enérgicos dos braços, projeta energias pelos chacras das palmas das mãos e os mini-chacras das pontas dos dedos – as quais, ao serem irradiadas sobre um corpo humano, produzem a cura natural.

 

Nos primórdios do planeta Terra, as crianças da civilização hoje conhecida como Mu recebiam treinamento em Reiki I no começo da escola primária, em Reiki II  no colegial e em Reiki III, o treinamento de Mestre/Instrutor, era exigido dos educadores e estava disponível a todos os que quisessem recebê-lo. Quando as pessoas da cultura raiz deixaram a terra de Mu para colonizar o que hoje é a Índia e o Tibet, o Reiki continuou com elas, embora Mu, posteriormente, tenha-se perdido. As mudanças na Terra, que primeiramente destruíram Mu e, mais tarde, a Atlântida, produziram vários conflitos culturais, obrigando que o sistema de cura fosse conhecido somente por alguns eleitos. Quando no século XIX, um japonês buscou a origem do método de cura de Buda e Jesus, ele a encontrou entre os vestígios antigos da cultura primeva de Shiva, nos ensinamentos esotéricos da Índia.Movidos pela curiosidade e confusos com tantas teorias, alguns mestres Ocidentais foram ao Japão constatar se aquilo que se dizia sobre o Reiki era verdadeiramente real acendendo luzes muito interessantes, muitas das quais baseadas em fatos concretos, seja através de documentos escritos, sejam através de entrevistas com familiares de Mikao Usui ou mesmo da pedra memorial erguida ao criador do sistema Reiki.O cruzamento do Reiki de origem japonesa com as práticas tibetanas, prova que é possível o convívio entre sistemas diferentes, sendo que ambos se beneficiam com isso. Se houvesse esta abertura em relação á tudo, o Mundo seria, com certeza, um lugar melhor.Independentemente das adaptações que se tiveram que fazer à história do Reiki, o importante é que, hoje em dia, milhões de pessoas praticam Reiki e que os seus efeitos se comprovam.No contexto atual, a Ciência está mais evoluída que nunca, mas continua a não ter resposta para muitos problemas. O Reiki como terapia complementar pode ser um aliado importante, inofensivo e simples que está ao alcance de todos.

Pesquisa UNIFESP – Reiki estimula resposta imunológica.

A reportagem é da Revista Época, os benefícios do REIKI continuam  sendo estudados pela a comunidade científica (UNIFESP e USP) e ajuda a endossar o valor desta terapia:

REIKI ESTIMULA RESPOSTA IMUNOLÓGICA

Entrevista com Ricardo Monezi, biólogo pesquisador da UNIFESP

O Reiki – técnica de imposição de mãos descoberta no final do século XIX pelo teólogo japonês Mikao Usui – pode ser uma ferramenta auxiliar no tratamento de doenças?Muitos garantem, sem pestanejar, que pode. Mas a confirmação científica dessa possibilidade começa a se consolidar agora, a partir de pesquisas como a do biólogo Ricardo Monezi, da Universidade Federal de São Paulo, que indica interferência favorável da técnica no tratamento de animais de laboratório com câncer.Segundo Monezi, o Reiki age positivamente na redução do nível de estresse, uma das possíveis causas do surgimento, agravamento e até comprometimento do tratamento de doenças crônicas como o diabetes.Durante cinco anos, Monezi conduziu uma pesquisa com camundongos para saber se o Reiki interferiria positivamente no tratamento contra o câncer. Ele montou três grupos de camundongos. O primeiro não recebeu tratamento; o segundo recebeu tratamento falso – a imposição de mãos foi feita com a colocação de luvas presas a duas hastes de madeira; e o terceiro foi tratado com Reiki .

Monezi analisou o comportamento dos linfócitos – que são os responsáveis pela defesa imunológica do organismo – frente a um tumor e concluiu que os ratos submetidos ao Reiki mostraram aumento da capacidade de enfrentar a doença. O mesmo padrão foi observado com tumores mais agressivos.

Os animais foram submetidos ao Reiki durante quatro dias, em sessões de 15 minutos.Segundo o biólogo, esses resultados afastam a hipótese de que o sucesso do tratamento seja resultado de sugestão psicológica. A próxima etapa de sua pesquisa será observar o uso do Reiki em seres humanos. A intenção é verificar se o Reiki pode colaborar para reduzir o estresse e melhorar a imunidade de pacientes idosos, que muitas vezes sofrem baixa em sua resistência.A palavra Reiki significa Energia Vital Universal. Seus criadores basearam-se na crença de que a energia liberada por um praticante de Reiki envolve o paciente, atuando sobre seu corpo físico.Do ponto de vista físico, explica o pesquisador, o ser humano é constituído por energia – o que pode ser observado, por exemplo, no eletrocardiograma, que mede a função elétrica do coração. Desde a década de 80, diversas correntes de pesquisa têm buscado embasamento científico para a teoria que fundamenta o Reiki e outras técnicas de imposição de mãos.Todas têm constatado como efeitos, sensação de bem-estar, diminuição de sintomas relacionados ao estresse e sensação de relaxamento.Há trabalhos que indicam a técnica no tratamento de ansiedade, depressão e fobias como a síndrome do pânico. Monezi fala em indicação terapêutica complementar. Isto é, uma terapia de apoio ao tratamento convencional.

ASSISTA O VÍDEO DO MESTRE DE REIKI JOHNNY De  CARLI-

A CURA PELO REIKI

Pode ser uma verdadeira surpresa,mas Reiki é usado para curar todos os tipos de condições e males instalados no seu corpo físico, emocional e/ou espiritual.Muitos pacientes experimentam uma aceleração do seu processo de Cura quando combinam o Reiki com a medicina tradicional ou outras terapias.Reiki vem do Universo;Vem de uma inteligência Superior que gere toda a vida no Nosso Planeta; o Reiki funciona através das necessidades específicas e individuais de cada paciente, a qual resulta sempre em cura, mas nem sempre ocorre na forma de cura desejada pelo paciente. A sintonia entre o paciente, o terapeuta e o Universo é de uma grande valia, assim como a receptividade do paciente durante o tratamento.Acontece muitas vezes que o paciente andou desviado do seu caminho, isso causou demasiados desequilíbrios no seu organismo e muitas vezes não estamos conscientes destes processos; uma vez ultrapassadas algumas questões que são clarificadas com a terapia Reiki, ocorrem surpresas muito boas;o paciente encontra um estado de alívio e de cura desejada para o seu processo.O Reiki permite aos pacientes um estado de profundo relaxamento e Paz e está provado que o Reiki tem sido decisivo e responsável pelos processos de Cura de muitos pacientes pelo mundo fora.

O REIKI E A CIÊNCIA

Muitos cientistas concordam que uma força inteligente e superior existe, que um espiríto divino/universal continua a suportar e a criar constantemente no Universo.Eles assumem ainda que é um Campo da mais Pura Energia e que é ela que comanda tudo que vemos e não vemos no nosso Planeta e Universo.Afirmam ainda que Nós Somos Energia, assim como tudo o que existe, é constituído por energia, está provado também que o nosso corpo tem pontos de energia mais fortes sendo uma delas ,as nossas mãos.

 

OS BENEFÍCIOS DA TÉCNICA REIKIANA

No momento da aplicação da técnica, o reikiano (profissional que aplica o Reiki) mentaliza símbolos específicos e os desenha de forma imaginária com as mãos, além de repetir o nome de cada um.A função desses símbolos é ajudar o profissional a se conectar com o Reiki e concentrar energia nos campos energético, emocional, mental e físico de quem recebe a aplicação da técnica. Isso causa uma série de benefícios nas pessoas que se submetem à terapia, como relaxamento, sensação de paz, aumento de energia, maior clareza mental e alívio de dores e desequilíbrios físicos. Também equilibra e harmoniza, fazendo com que cada um compreenda sua verdade interna.Cada símbolo possui um nome, uma forma específica de ser traçado, um campo de atuação e uma função diferente. E vale reforçar que a pessoa que recebe o Reiki não precisa conhecer os símbolos para sentir os efeitos da técnica. Apenas quem o aplica – ou seja, o reikiano – é que necessita ter um conhecimento profundo dos símbolos, para utilizá-los como auxiliares no processo de canalização de energia. Sómente depois do curso de iniciação da técnica o estudante se torna apto para aplicar o Reiki em outras pessoas, animais, plantas ou ambientes.

SÍMBOLOS DO REIKI SÃO SAGRADOS

Os símbolos do Reiki não diferem de qualquer outro símbolo e até bem pouco tempo atrás eram considerados secretos. Porém, com a globalização de toda e qualquer informação, os conhecimentos e os símbolos vieram a público e estão disponíveis para todos. No entanto, eles continuam sagrados e dignos do nosso imenso respeito e gratidão. Por isso, devem ser usados com todo o amor, pela sua força e ação no universo.De acordo com os conceitos da psicologia junguiana, o inconsciente se expressa primariamente através de símbolos. Além dos símbolos (pessoais) encontrados em sonhos ou fantasias de uma pessoa, há também símbolos coletivos importantes, que são geralmente encontrados nas imagens religiosas e culturais, como por exemplo: a cruz, a estrela de seis pontas, a espiral e o círculo. Os símbolos representam conceitos que não podemos definir com clareza ou compreender plenamente, pois abrangem conteúdos maiores que as palavras conseguem explicar.

Como usar os símbolos do Reiki

Existem diferentes formas de Reiki e, ao longo do tempo, alguns mestres foram incorporando novos símbolos em suas iniciações. Mas no Reiki “tradicional” há três símbolos que são passados em uma iniciação de nível 2: o símbolo do poder (CHO-KU-REI), o símbolo mental/emocional (SEI-HEI-KI) e o símbolo da distância (HON-SHA-ZE-SHO-NEN).

CHO-KU-REI

CHO-KU-REI

Este símbolo traz ou libera energia criando equilíbrio. Representa o aumento do poder. É o “botão” ligado ao corpo físico e, além de ser um maravilhoso símbolo de proteção, é usado para incutir ou reforçar a energia.

Cho-Ku-Rei significa “Ponha todo o poder do universo aqui”.

SEI-HEI-KI

SEI-HEI-KI

Sei-Hei-Ki é o símbolo da cura das emoções e da transformação de sentimentos negativos em positivos, é o símbolo da harmonia e da proteção e representa o processo alquímico de purificação e limpeza.

Sei-Hei-Ki significa “chave do Universo” ou “homem e Deus tornam-se um só”.

HON-SHA-ZE-SHO-NEN

HON-SHA-ZE-SHO-NEN

Este é o símbolo da cura à distância, traz cura para os traumas do passado e para o presente. É o “botão” ligado ao corpo mental. As vidas passadas e o karma são libertados através do Hon-Sha-Ze-Sho-Nen. A libertação é permanente e desaparece a necessidade de reencarnação.

Hon-Sha-Ze-Sho-Nen significa “O Buddha em mim alcança o Buddha em ti para promover luz e paz”.

ASSISTA O VÍDEO E RELAXE COM OS MANTRAS DO REIKI E MEDITE COM SEUS SÍMBOLOS

Toque terapêutico baseado no reiki: cura pelas mãos ajuda no tratamento de doenças graves;A imposição das mãos alivia a dor e reconhece energia dos pacientes

Uma alternativa já está sendo usada em 80 países para o complemento no tratamento de doenças graves: o toque terapêutico. Ele consiste na imposição das mãos sobre o paciente, sentindo todo o campo energético, e é capaz até de auxiliar na cura das enfermidades. Veja como ele surgiu e está sendo aplicado pelo mundo:a técnica apareceu nos EUA, em 1972, pelas mãos da enfermeira Dolores Krieger e da terapeuta Dora Kunz. Elas desenvolveram a idéia de que a energia produzida pelo nosso corpo é concentrada em nossas mãos, pode ajudar a curar;

– os historiadores acreditam que os egípcios usavam a técnica para curar doenças desconhecidas ou até mesmo aquela famosa dorzinha muscular, que todo mundo conhece;

– o toque terapêutico reikiano ajuda no relaxamento muscular, no processo de cicatrização e no combate às infecções;

– para os especialistas, a técnica é um tratamento complementar, ou seja, apesar de ser usado em várias doenças, o toque terapêutico não pode e não deve substituir os medicamentos;

– o terapêuta coloca as mãos próximas ao corpo do paciente e faz uma avaliação do campo energético da pessoa;

– depois é feito um diagnóstico e começa a recuperação dessa energia;

– o campo energético deve estar lisinho, morninho, palpável. Onde estiver alterado, deve ser trabalhado para que ele fique harmônico;

– os movimentos básicos são de alisamento. Às vezes, quando uma pessoa tem dor de cabeça, só com o alisamento você consegue harmonizar;

– o fluxo final é sempre interessante. Aquecimento tem muito a ver com processos inflamatórios, ausência e esfriamento tem a ver com edema, inchaço e também com lesões musculares e contraturas;

– as pessoas que passam pelo tratamento relatam que sentem alívio no corpo, como se o terapeuta estivesse descascando uma cebola sobre a pele.

BENEFÍCIOS E APLICAÇÕES DO REIKI

Reiki é uma terapia que trabalha a nível emocional, mental e espiritual e pode mudar muita coisa na sua vida, aqui estão exemplos práticos dessas mudanças:

1- Reiki acalma, reduz o stress e provoca no organismo uma sensação de profundo relaxamento, conforto e Paz.

2- Reiki pode trazer-lhe uma clareza espiritual que antes não sentia.

3- Reiki oferece-lhe uma sensação de alívio emocional durante o tratamento e até prolongando-se após a aplicação. O Reiki ajuda no processo de libertação das emoções.

4-Reiki limpa e clarifica o seu campo energético.

5- Reiki alivia a dor.

6- Reiki consegue aumentar o nivel e a qualidade do sangue que circula no nosso organismo, conseguindo mesmo fazer parar pequenas hemorragias.

7-Reiki consegue “limpar” os nossos órgãos como o fígado, rins, as artérias e outros.

8-Reiki é seguro no tratamento de doenças crónicas e agudas, doenças relacionadas com stress e desordens, como nos casos de sinusite, rinite, menopausa, cistite, asma, fadiga crónica, artrite, ciática, insónia, depressão, apenas para mencionar algumas delas.

9- Reiki acelera o processo de recuperação em caso de cirurgia ou doença de longo termo. Reiki tem ainda a capacidade de reduzido os efeitos secundários e ajustar a ajuda aos tratamentos tradicionais do paciente. Por exemplo um paciente sujeito a quimioterapia que receba Reiki durante o mesmo processo nota uma redução significativa dos efeitos secundários do tratamento.

10- Reiki pode ser aplicado às plantas, animais, comida, água, dirigido ao Nosso Planeta Terra.

11- Reiki purifica os ambientes e remove as “más” energias ou espíritos, seja do seu escritório, da sua casa, carro, jardim ou divisão da casa, onde quer que seja o local, você pode canalizar energia e purificar o ambiente.

12- Reiki ajuda atletas a recuperar mais rápidamente das suas lesões e entrar mais rapidamente na sua actividade.

13- Reiki é para todos, ele cura adultos, idosos, crianças e bebês, os seus animais, as suas plantas e até mesmo o Planeta Terra, se assim o desejar, tudo está dentro do pensamento e amor que emite na prática do mesmo.

14- Reiki é para animais, é claro que sim, eles ajudam-nos a recuperar de doenças, situações de stress, separações e ansiedades, traumas. Os animais devem sempre ser tratados como membros da nossa familia, mas atenção o Reiki não substitui os cuidados médicos que os mesmos possam necessitar.

15- Reiki é energia positiva, nunca pode causar qualquer mal a nada e nem a ninguém. A Energia do Reiki é amor no estado puro, todo o Terapeuta ao aplicar Reiki a si ou ao próximo deverá estar num estado de Amor Incondicional e perfeita União com Deus e o Universo.

LEIA MAIS; CENTRO DE REIKI E TERAPIAS ALTERNATIVAS

APLICANDO O REIKI AOS ALIMENTOS

O Reiki pode ajudar-nos a alcançar uma vida mais saudável, e uma das formas é através da aplicação de Reiki em tudo aquilo que bebemos e comemos. Ao aplicar Reiki nos alimentos intensificamos o valor nutricional da comida e também diminuímos os efeitos nefastos de aditivos, conservantes ou outros químicos que ela possa conter. No entanto, é sempre bom ingerir alimentos saudáveis, biológicos e de qualidade.Pode fazer Reiki à sua comida em qualquer altura: nos sacos das compras, quando cozinha ou quando se prepara para comer. Para isso basta colocar as mãos por 1 a 3 minutos sobre um prato de comida, em cada lado do saco das compras, numa fruta, e concentrar-se na ideia de que o Reiki deve fluir em direção aos alimentos.Se possuir o segundo nível de Reiki pode desenhar o símbolo Cho Ku Rei (símbolo do Poder) sobre o prato de comida ou copo de bebida, principalmente, se estiver a comer num restaurante.Também podemos tratar um copo de água com Reiki e, a cada manhã, bebê-lo antes de iniciar as atividades diárias. Os alimentos tratados dessa forma, armazenam a energia Reiki que limpa e energiza todo o nosso corpo.A água energizada com Reiki também pode ser usada para ajudar alguém que se encontra num estado depressivo, ou sem energia. Muitos reikianos também tratam a água que dão aos seus animais e plantas.Aplicar Reiki desta maneira é uma forma de demonstrar Amor por nós próprios, pela nossa família e amigos. Devemos sempre agradecer aquilo que comemos e bebemos, pois tudo aquilo que ingerimos já teve vida e deixaram de ter para nos proporcionar energia para viver.Abençoar e vitalizar a nossa comida e bebida com Reiki é, sem dúvida,  fabuloso.

A reikiana e terapeuta holística Simone Kobayashi explica que o processo é muito simples: ao conectar-se com a energia do Reiki, a pessoa passará essa energia por meio de suas mãos para bebidas, legumes, frutas, verduras e outros. Qualquer reikiano pode fazer uso da técnica, mas para os que não conhecem o Reiki de forma profunda, Simone indica que o símbolo usado seja o Cho-Ku-Rei, que significa “paz”. No momento do uso da técnica, quem for fazê-la deve posicionar ambas as mãos sobre o alimento ou prato pronto e vibrar um sentimento de amor incondicional, para que a energia flua com maior rapidez e eficácia.A hora em que a técnica será aplicada fica ao gosto do reikiano e isso pode ser feito tanto antes do preparo quanto durante e após a refeição ficar pronta. “Eu prefiro aplicar o Reiki no meu próprio prato pronto, por exemplo, mas essa decisão é livre e não tem nenhuma recomendação a ser seguida”, explica Simone.Todos os tipos de alimentos estão liberados para receber a energia do Reiki, mas a especialista aconselha que a técnica não seja usada como justificativa para ingerir uma comida que não é aconselhada ou que cause algum mal estar, já que o intuito da aplicação não é este. Quanto ao tempo que a aplicação do Reiki deve demorar, Simone é flexível: mesmo que o ideal seja em torno de três minutos, uma pessoa muito atarefada, que não dispõe de muito tempo para preparar suas refeições devidamente, pode fazer a canalização de energia o quanto puder, nem que seja ao menos durante um minuto.

REIKI PODE MELHORAR A QUALIDADE ENERGÉTICA DOS ALIMENTOS

Tendo como base o experimento com águas feito pelo Dr. Masaru Emoto, em que é visto que as moléculas d´água se apresentam de formas diferentes conforme o pensamento e o sentimento humanos associado a elas, Simone afirma que a aplicação do Reiki na comida pode melhorar a qualidade energética de seus componentes, equilibrando-os e tornando a comida menos nociva – porém, é bom atentar que isso não se refere ao valor calórico do prato.”Como a vibração enérgica do Reiki é de uma frequência alta, as energias que a comida ou a bebida recebem tendem a serem sutis, limpando impurezas do campo energético. É um alimento mais harmonizado, que entra em sintonia com todo o corpo”, pontua a terapeuta.

Alimentação e Reiki – compreender as necessidades

“Que o vosso alimento seja o vosso primeiro medicamento” ~ Hipócrates

Devemos seguir a sabedoria do nosso corpo e compreender o que ele precisa. Também as profissões que temos e as exigências de vida podem afetar as nossas escolhas alimentares.Ao praticar Reiki, podemos descobrir que se tivermos ingerido muita comida não conseguiremos ser canais tão eficientes nesse momento. Podemos constatar que a carne nos torna mais pesados e que as bebidas alcoólicas podem ter um efeito mais amplificado em nós. O nosso canal energético foi amplificado, mudado e, naturalmente, sentiremos as coisas de uma maneira diferente.Pensem sempre no que realmente precisam e na quantidade que precisam. Consultem um nutricionista ou naturopata para auxiliar nesse processo. Se por exemplo tiverem um atividade exigente e depois ainda fizerem sessões de Reiki, possívelmente terão necessidades diferentes do caso de apenas viverem de fazer sessões de Reiki.  Dependerá de pessoa para pessoa mas, nada como ter a devida atenção.Algo que será indispensável é a atenção à água – a hidratação é muito importante para nós, não só porque a passagem de energia desidrata a maior parte dos praticantes e receptores, como também porque é excelente para eliminar toxinas, regular a temperatura do corpo, entre muitas outras vantagens.Algumas considerações a saber;Muitas vezes se pergunta qual o efeito do álcool na prática de Reiki. Naturalmente se se vai praticar Reiki não se deve consumir álcool mas experimentem o seguinte. Após beber um copo de vinho, o que acontece se aplicarem Reiki em vocês mesmos?Esta experiência deve ser apenas aplicada no próprio e serve para mostrar as contra-indicações de ingerir qualquer tipo de substância tóxica, inebriante, que possa alterar o estado de consciência. Nuns casos, o efeito do álcool passa mais rápidamente, noutros os seus efeitos são ampliados – tontura, cabeça no ar, sonolência, vômito.Experimentem sentir a energia dos alimentos e perguntar ao vosso corpo – “como vou me sentir se comer isto?”. Irão aprender bastante sobre vocês mesmos e sobre o que realmente precisam comer (e porquê).

Respeito por nós, pelos outros, pela energia

“Reiki é causa e efeito… Remova a causa e não haverá mais efeito” ~ Takata

Leia mais; Reiki

Podemos comer com consciência, podemos sempre agradecer por tudo. Não precisamos viver para comer mas precisamos comer para viver. De uma forma consciente e ponderada, conseguimos fazer parte do grande ciclo da vida, mantendo o equilíbrio da biosfera. A gratidão, o respeito pela vida, ajuda-nos a ter uma outra postura perante a comida. Se precisamos de mudar, podemos fazê-lo no tempo que for necessário, de forma equilibrada.

ALGUNS EXEMPLOS DE TERAPIAS ALTERNATIVAS  Á MEDICINA CONVENCIONAL,PARA ESTUDO E CONSULTA

1-Aromaterapia

2-Cromoterapia

3-Cristaloterapia

4-Terapia Floral

5-Homeopatia

6-Radiestesia

7-Acupuntura

LEIA MAIS SOBRE ESTAS E OUTRAS TERAPIAS;MEDICINA ALTERNATIVAS-OPÇÕES DE CURA

  • A sabedoria nada tem a ver com governar os outros, é uma questão de ordenar a si mesmo.
  • A nobreza nada tem a ver com poder e posição social, é uma questão de auto-realização.
  • A felicidade nada tem a ver com riqueza e posição social, é uma questão de harmonia.
  • As pessoas verdadeiras sabem de que modo considerar o ser interior como grande e o mundo como pequeno.
  • Endireite o seu corpo, unifique a sua visão, e a harmonia do céu chegará.
  • Aqueles que seguem o céu viajam com o Caminho, aqueles que seguem os humanos se misturam com o que é vulgar.
  • Quando as pessoas perdem sua natureza essencial por seguir desejos, as suas ações nunca são corretas.
  • A vastidão do uno é evidente em todo o céu e em toda a terra.
  • Contentamento e raiva são desvios do Caminho, ansiedade e lamento são perdas de virtude, preferências e aversões são excessos da mente, desejos habituais são pesos para a vida.
  • Aqueles que alcançam o Caminho são fracos em ambição mas fortes no trabalho, as suas mentes são abertas e suas respostas adequadas.
  • A flexibilidade e a tolerância são os administradores da vida, a dureza e a força são os soldados da morte.
  • Seguir significa combinar os elementos dos acontecimentos de modo que eles se harmonizem com o momento.
  • – Eleve os pensamentos a Deus;
    – Sinta a luz divina descer sobre o topo de sua cabeça, espalhando-se por dentro e por fora de seu corpo;
    – Agora volte sua atenção para seu coração; perceba-o todo iluminado, como um sol;
    – Imagine que raios de luz saem de seu coração-sol, irradiando-se pelos braços e mãos;
    – Fique assim, por algum tempo, deixando que a luz divina faça a cura em você;
    – Você também pode, nesse estado de Ser, espalmar suas mãos e enviar luz-amor para o Planeta Terra e sua humanidade.
    Que as bênçãos de Deus caiam sobre você como uma chuva de luz dourada, para todo o sempre

 

Visão pessoal….

O ser humano busca seu bem-estar desde as épocas mais remotas e, para isso, desenvolveu inúmeras formas de cura.A saúde é caracterizada pelo bem-estar, e antes do aparecimento da doença em si, o corpo começa a dar sinais de mal-estar, informando que não está tudo bem; A maioria das pessoas está acostumada com a medicina tradicional moderna, que é a ensinada em universidades e considerada oficial na maioria dos países ocidentais. Entretanto, existem outros tipos de terapias, algumas milenares, que ainda seduzem muita gente, mas que também geram debates dentro do meio científico e médico, e por isso são consideradas alternativas.Alternativas ou complementares? O debate começa já na definição. Algumas linhas de discussão afirmam que essas terapias não substituem os métodos convencionais. Outros afirmam que elas devem complementar o tratamento alopático, isto é, o tratamento convencional. Essa queda-de-braço já não é assunto novo;Acreditamos que deve haver fundamento científico e, principalmente, dados estatísticos que comprovem que a terapia funciona, como no caso da Acupuntura,Reiki, Homeopatia,Fitoterapia entre outras.A Organização Mundial de Saúde (OMS) define de forma abstrata as medicinas alternativas: as medicinas não convencionais abrangem todas as terapias que não são utilizadas pela medicina convencional.É cada vez mais frequente, e comum, a busca por terapias alternativas ou complementares para tratar diferentes tipos de doenças da mente, corpo ou espírito. O mundo está cada vez mais “alternativo”. Medicamentos ou técnicas naturais são muito úteis quando aplicados por terapêutas experientes e capacitados .A tendência nos últimos anos tem sido a de uma maior responsabilidade assumida pelas pessoas, em relação à sua própria saúde.Atualmente, a procura por terapias não convencionais está também relacionada com a preocupação dos efeitos secundários prejudiciais de alguns medicamentos prescritos, muitas vezes em excesso, levando as pessoas a procurar terapias alternativas ou complementares sempre que possível.Homeopatia, Acupuntura, Fitoterapia, Quiropraxia, Reiki, Terapia Floral, são exemplos de métodos que eram tratados como alternativos, e hoje, são reconhecidos pela medicina como técnicas terapêuticas de grande eficácia nos mais diversos tratamentos.A diferença entre os termos alternativa e complementar é simples: Quando se utiliza a terapêutica alternativa, como por exemplo um tratamento feito sob a técnica da ortomolecular, dizemos que a pessoa está  fazendo um tratamento alternativo em detrimento da medicina convencional ou ortodoxa. Se o paciente com problemas de stress que esteja sendo acompanhado pelo seu médico e este indicar sessões de meditação e relaxamento dizemos que este paciente está recorrendo á um tratamento complementar ao seu tratamento convencional.O importante é recorrer á terapêutas alternativos conscientes, experientes e idôneos, quando decidirmos por tratamento não convencional.Concluindo, seria conveniente e muito benéfico à humanidade, observar quais são as crenças sobre a saúde e o bem-estar, e, de modo inverso, sobre a doença. Observar o que é, o que cria a doença, ou a falta de bem-estar, e de alguma maneira, mudar isto de dentro para fora, no reconhecimento de que tudo, de certa maneira, é co-dependente, interativo e que não está separado. Que quando nós re-criamos o equilíbrio – e, algumas vezes, isto requer um pouco de tempo na nossa realidade – de modo que, ao invés de procurar simplesmente um “comprimido, uma poção ou uma técnica terapêutica” para criar a mudança instantânea, observar uma mudança mais profunda, de modo que o verdadeiro equilíbrio possa ser restaurado. E observar qual foi o “presente “neste espaço chamado de doença/saúde, desequilíbrio, doença.Então, podemos nos perguntar; Como podemos avançar para esta nova transformação? Para nós aqui da Equipe, é sendo AUTO-OBSERVADOR. Ao estar consciente de quando nós começamos a acreditar que não somos suficientemente bons de alguma maneira, devemos observar isto e decidir se é isto o que nós realmente queremos acreditar ou se nós queremos fortalecer uma nova crença,;que Eu Sou Amor, Sou Uno e estou conectado com o Plenum Cósmico/ Deus e com Tudo O Que É.

Inspiração….

1-Reiki para todos
Roberto King
2-O Grande livro dos símbolos do Reiki
Walter Lubeck
3-The book on karuna Reiki
William Lee Rand
4-The Heart of Reiki
Susan Downning
5-Women and Reiki
Judith Macpherson
6-Reiki para iniciantes
David Vennells
7-Reiki Healer
Lawrence Eliyar
8-Reiki-Cura e Harmonia através das mãos
 Tanmaya Honervogt
Exibindo Foto de Mônica F.De JardinMonicavox
Recomendo…..

A Energia Vrill Atlante

Falar da Atlântida , é como descrever a Criação Divina através da limitada linguagem humana. Sua cultura era muito avançada, sendo que em muitos pontos ultrapassava os povos atuais com facilidade. As nações, na realidade, são apenas berços para a reencarnação de grupos espirituais e na  Atlântida reencarnavam, há séculos, somente espíritos com graduação semelhante ao estágio que a humanidade atual irá atingir a partir do segundo século do terceiro milênio.O grande fator de diferenciação do povo atlante em relação à humanidade atual era a sua visão liberta de paradigmas. Os atlantes enxergavam o plano invisível e não eram escravos do materialismo como os povos atuais, motivo pelo qual os habitantes da ilha de Posseidon desenvolveram de forma admirável as faculdades paranormais, o que permitia-lhes uma ligação direta com outras realidades dimensionais como, por exemplo, com a do mundo dos espíritos — a Pátria Maior. Essa visão abrangente permitiu ao povo atlante desenvolver uma tecnologia energética que ficou conhecida pelo nome de “Vrill”. Essa energia era desencadeada através dos elementos invisíveis da natureza e permitia um grande avanço nos meios de produção, proporcionando ao povo conforto e um elevado padrão de vida.
COMO FUNCIONAVA A ENERGIA VRILL ATLANTE

Uma de suas formas mais comuns de manifestação era através da “in­versão do eixo gravi­tacional” de elemen­tos materiais. A partir de uma indução energética era possível erguer pesados blocos de rocha como se fossem monólitos de algodão, tecnologia que permitia a construção de grandes edifícios sem a utilização de máquinas pesadas. Era necessário apenas conduzir as pedras colossais aos locais apropriados depois de serem lapidadas através de avançada tecnologia.Os primeiros egípcios, que ainda dominavam parcialmente o “Vrill”, construíram as pirâmides e a esfinge de Gizé utilizando-se dessa tecnologia. Somente o “Vrill” poderia erguer monólitos com duas toneladas de peso sem a utilização de roldanas e guindastes. Outros povos descendentes dos atlantes, como os habitantes da ilha de Páscoa e os Sumérios, também utilizaram-se dessa energia para erguer suas fantásticas construções e seus monumentos.O povo egípcio, os maias, os astecas e outros povos da Antiguidade receberam a influência direta dos atlantes após a submersão da “Gran­de Ilha”. Diversas embarcações abandonaram a Atlântida antes do Grande Juízo Final, levando a bordo habitantes que foram viver em outras terras e caldearam sua cultura à dos povos primitivos do resto do globo.

Esse fato proporcionou um grande impulso para o desenvolvimento tecnológico, que até hoje impressiona os historiadores. Os egípcios são um grande exemplo. Até a quinta dinastia, eles possuíam um avanço considerável. Ao contrário da ordem natural da evolução dos povos, eles nasceram “gran­des” para depois entrarem em franca decadência. Inclusive os primeiros egípcios eram monoteístas e com o passar dos séculos declinaram à crença em vários deuses.

Notamos aí o perfil dos capelinos que promoveram a crença pagã entres os gregos, os egípcios e, posteriormente, os romanos. Outro exemplo da presença atlante no resto do mundo é a construção de pirâmides por quase todos os povos antigos do planeta. No Egito, tivemos as mais impressionantes demonstrações dessa cultura. A Atlântida era um continente repleto desses “catalisadores energéticos”que eram construídos com as mais belas pedras, desde o granito até o basalto negro. Na capital, Posseidon, existia a “Grande Pirâmide” que possuía um tamanho quatro vezes maior que a pirâmide de Kéops, no Egito, e era composta de blocos de cristal branco, que posteriormente foram fusionados, tornando-se uma única peça. Essa grande pirâmide, hoje submersa nas profundezas do oceano, está localizada exatamente na região conhecida como “Triângulo das Bermudas”(quinta parte da série), gerando uma espécie de energia magneto- espiritual que desencadeia os fenômenos já conhecidos e a rotineira alteração da leitura dos instrumentos de navegação. Os atlantes dominavam também a tecnologia da informação através de cristais de quartzo manipulados pela energia “Vrill”.

EXPLICANDO A ENERGIA VRILL

A quantidade disponível de energia Vrill contida em um miligrama de cristal é incomensurável, por isto não se pode conceber a razão pela qual a ciência atual não tenha tentado  o estabelecimento dessa fonte energética.Na realidade, a humanidade não necessita de tamanho volume de energia quanto a que um ínfimo fragmento de cristal pode conter e liberar. Por maior que seja um trabalho ao nível da terra, a energia Vrill liberada diretamente é excessiva. Sómente em se tratando de mobilizar sistemas estelares, modificar o posicionamento de sistemas planetários e coisas desse porte, é que seria preciso tamanho manancial de energia, mas isto ainda não cabe ao homem fazê-lo. Sendo assim, o Vrill deve ser mantido longe do uso da humanidade ainda em sua maioria egocêntrica e irresponsável. De certa forma poderíamos dizer que isto faz parte das ciências dos “deuses”. Por maior que seja o dispêndio de energia, por maior que seja o consumo de energia no planeta, agora e no próximo milênio, de forma alguma é preciso fazer uso da liberação do Vrill represado em determinados cristais.

Por maior que seja a necessidade de energia que a terra venha precisar no próximo milênio evidentemente os cristais serão a base, porém, não por desagregação ao nível de Vrill e sim, por captação.Há outros meios de permutar a energia a partir de níveis que são chamados de hiper-físicos. Há outros planos, além deste plano físico existente dentro de lacunas de faixas de vibração.São de tais mundos que é possível transferir energia e também de mundos de outras dimensões. Até no fenômeno parapsicológico denominado de “Poltergeist” a energia é trazida por sintonia mental de um outro plano para o ambiente físico.

Na realidade, existe um incomensurável manancial de energia no universo. Os antigos chamam de energia cósmica, mas na essência trata-se da energia Vrill que a tudo permeia. É possível capturá-la e canalizá-la de forma perene e suave e isto pode ser feito a partir de dispositivo à base de cristais.A energia Vrill inunda tudo quanto há e os cristais dão a possibilidade de canalização, de mobilização desta energia para um ponto a outro tal como, por analogia, podemos dizer ser semelhante ao que acontece com relação à energia Chi que, por alguns processos especiais como a acupuntura, pode ser intensificada, diminuída, desviada ou mesmo acumulada.

Não  tentemos  liberar o Vrill contido na matéria, especialmente nos cristais, pois a desproporção é tremenda; uma mínima quantidade de matéria encerra uma carga de Vrill de tão ampla magnitude que nenhuma força, nenhuma tecnologia existente ,é capaz de controlá-la. Querer liberar o Vrill existente numa fração de matéria é como querer tirar a carga de um imenso e inconcebível acumulador de energia de uma só vez, quando na realidade pode-se retirá-la progressivamente de conformidade com as necessidades usuais na Terra. Mas, em se tratando do Vrill não é absolutamente preciso, o homem graças aos cristais pode canalizar o quanto necessitar de energia, de forma suave á partir não sómente  do Vrill livre ,mas também de outras naturezas existente no meio ambiente e dos mundos hiper-físicos que nos permeiam.

O Vrill é um nível de energia, por assim dizer, reservado às grandes transformações siderais, cósmicas, e não restrito á um simples planeta. Querer usar o Vrill na Terra é como querer, por exemplo, aquecer uma xícara de água através da explosão de uma bomba de hidrogênio. Ele destina-se, pois, aos imensos processos construtivos e transformadores dos incomensuráveis sistemas siderais que requerem um volume inconcebível de energia. Os atlantes sabiam como usar os cristais afim de canalizarem o quanto de energia precisavam para suas atividades habituais. Tinham uma fonte perene e inesgotável de energia; de forma alguma eles careciam de mais energia para o consumo comum. Por isto é que alguns estudiosos dizem que, ao tentarem a liberação do Vrill contido na matéria, eles sentiam-se ameaçados de que tal ameaça poderia destruir toda uma civilização.

Existiram dois planetas que foram destruídos por essa energia, tratando-se do planeta Erg e Morg que haviam existido entre Marte e Júpiter, e cujos fragmentos formaram um anel de asteroides, que ainda hoje gravitam em orbita entre Júpiter e Marte, sem contar um volume ainda maior de destroços que se abateram sobre os demais corpos constitutivos do Sistema Solar formando milhões de crateras.A destruição do mencionado planeta teria sido uma ocorrência bem anterior à destruição da Atlântida, sendo  fruto de uma guerra entre essas duas raças.Na verdade, sabemos que nem tudo o que diz respeito à história da humanidade por milhões de anos não tem sido revelada. Podemos dizer que há registro de tudo o que até hoje aconteceu, mas que sómente uma mínima parte tem sido dado ao homem saber, uma outra parte um tanto maior tem sido levada ao conhecimento dos despertos e seres espirituais encarnados propositalmente. Mas, mesmo os referidos conhecimentos são como um iceberg em que sómente uma parte mínima torna-se visível.

A IMPORTÂNCIA DOS CRISTAIS NA MANIFESTAÇÃO DA ENERGIA VRIL

 Na realidade os cristais têm imensa importância nas transferências de energia, o raio laser é um exemplo disso. No passado existiu uma tecnologia que permitia ao homem captar energia dos mundos hiper-físicos através dos cristais, ou melhor, de dispositivos à base de cristais. A energia usada na construção das pirâmides e de todos as obras megalíticas, foram usadas energias de cristais. Era liberação por sintonia, por captação controlada e não por meio de uma explosão com liberação do acumulo de Vrill. A energia veiculada não representava desagregação da matéria para liberação de Vrill e sim como sintonizadores, como antenas captadores. Os obeliscos, e as pirâmides tinham essa finalidade, mas não são sómente eles, existiam outros dispositivos com a mesma finalidade. Mas, somente os iniciados nas Escolas Iniciáticas tinham acesso a isso , em consequência do que já havia ocorrido tantas vezes. O poder dado e colocado em mãos impróprias pode se tornar algo devastador.

Como sintonizador de energia cósmica, os cristais atuavam de uma forma similar à esta como eles são usados atualmente nos sistemas de comunicação. Os cristais atuam nos receptores como instrumentos de sintonia de ondas e nisto se baseia o rádio, a televisão, o radar, etc. Mas a ciência atual ainda não redescobriu(?) meios de utilizar além do simples nível de sintonia de energia no nível do mundo físico. Na verdade, eles podem estabelecer a sintonia entre físico e os mundos hiper-físicos . Isto era uma das funções das pirâmides, trazer energia de uma outra “dimensão” para esta. Na verdade, sómente há algumas décadas foi que o homem redescobriu o poder inerente às formas geométricas, especialmente à piramidal, e isto foi usados pelos descendentes dos atlantes, mediante o uso de obeliscos e pirâmides;A captação de energia por sintonia através de cristais com formas geométricas, não envolve grandes perigos. Mesmo que o uso inadequado de pirâmides e de obeliscos possa levar à algum tipo de perigo, mesmo assim, jamais ele será de forma tão catastrófica quanto a liberação da energia Vrill contida num cristal.

A ENERGIA VRIL ,NAZISMO E O SOL NEGRO

Vrill é a suposta energia ou magia à qual a Sociedade Thule ocultista ansiava alcançar.O nome é o mesmo da energia cristalina dos atlantes, mas o sentido empregado e a origem da energia, é outra. O mais notório membro desta seita terá sido Adolf Hitler.

A energia Vrill era eminentemente telúrica, oferecendo capacidades aos seus seguidores; a capacidade de curar ou ferir pessoas, levantar objetos e por fim a elevação dos próprios para outra dimensão de nível superior.Esta energia Vrill era alcançada através da meditação, orgias sexuais, e até sacrifício de crianças. Consideravam-se Seres superiores capazes de feitos inimagináveis e tudo acontecia em subterrâneos.Quando os Nazistas se aperceberam deste suposto poder, apoderaram-se do conceito da seita e exuberaram com as suas práticas.

Eckhart tinha um poder hipnótico conhecido por alma negra, Cofundador do partido Nazista facilmente chamou a si Adolf Hitler. Todas as altas patentes do partido nazista eram membros da Sociedade Vrill. A Ariosofia servir-se-ia da energia Vrill a qual os faria voar até o infinito e tornarem-se deuses, o que facilitaria ou garantiria o sucesso em alcançar o poder absoluto e metafísico para governar o mundo. Chegaram a medir os crânios dos Tibetanos, convencidos que eles eram os ancestrais dos Arianos.Hitler era fascinado pelo oculto e investiu parte dos seus recursos em investigar lendas e artefatos místicos. Entre eles estava o domínio da energia Vrill. Dizem que Hitler conseguiu encontrar a entrada para Shambhalla, no Tibet e que aprendeu como dominar a energia. Devido a isso, teria escapado praticamente ileso de 42 tentativas de assassinato, inclusive do atentado de 20 de julho de 1944, onde uma bomba explodiu à menos de 2 metros da sua posição. Hitler saiu ileso do atentado. Apesar disso, segundo a História oficial, Hitler se suicidou em 1945, embora nenhuma prova concreta foi apresentada.

BLAVATSKY E A ENERGIA VRILL

Informações sobre a energia Vrill começaram a se popularizar nos anos de 1870, devido aos estudos ocultistas que eram a febre na época, principalmente, na Rússia. Tanto que neste período surgiu a Teosofia, pelas mãos de Helena Blavatsky, que realizou pesquisas sobre esta poderosa energia atlante que, posteriormente, manteve-se relativamente viva entre os monges tibetanos. Chamamos de relativamente viva, porque estes monges não realizavam um centésimo do que os sacerdotes do Vrill da Atlântida realizavam. Por este motivo, Adolf Hitler enviou emissários ao Tibete, durante a segunda guerra mundial, para tentar obter informações sobre como dominar o poderoso Vrill e assim ganhar a guerra.Claro que algo tão fantástico e misterioso como o Vrill se tornaria, nos séculos futuros, fruto da imaginação e cobiça da humanidade, assim como ocorreu com a “pedra filosofal”, que existe mas os homens comuns não conseguem percebê-la. O Vrill também está acessível a todos os homens, hoje mesmo, entretanto, poucos conseguem controlá-lo em todo o seu potencial.

ESPIRITISMO E A ENERGIA VRIL

A energia Vrill nada mais é que do que o “fluído cósmico universal” definido por Allan Kardec no livro dos Espíritos, ou seja, a matéria em seu estado mais elementar; nada mais que energia livre e que pode ser amplamente manipulada, tanto por espíritos desencarnados, como por encarnados. A diferença está no grau de manipulação dessa energia que era realizado pelos sacerdotes do Vrill da extinta Atlântida.  O que os sábios indianos chamam de “Prana” ou os chineses de “Chi” ou “Ki” também é uma boa definição para o Vrill, apesar de ser uma definição limitada e incompleta.


Visão pessoal…
Como vimos acima e em posts anteriores da série,sabemos já que o VRILL é uma fonte de energia que foi amplamente utilizada na Atlântida e que irá ,no futuro,substituir as atuais fontes de energia, primitivas e poluentes, que impactam diretamente no aquecimento global.No livro Os Exilados de Capela ,afirma-se que os atlantes precisaram salvaguardar a energia vril dos capelinos , que tinham o interesse de utilizar seu potencial para Magia Negra. O objetivo da energia Vrill é fazer progredir os meios de produção de forma a permitir à humanidade desenvolver seus aspectos sociais, morais e tecnológicos pelo bem-estar. Pela inversão do eixo gravitacional dos materiais seria possível desprender do solo e transportar grandes blocos de rochas por levitação. É nessa tese que se embasam muitos cientistas e egiptólogos,para explicar a construção das grandes pirâmides e outros monumentos que ainda hoje desafiam a engenharia. Segundo as afirmações anteriores, os nazistas estavam em busca dela, mas, talvez felizmente, pelos possíveis propósitos, não lograram êxito. Se essa energia voltará a ser conhecida pelos habitantes desse planeta e se será utilizada para fins pacíficos, para um novo ciclo de progresso, sómente o tempo dirá.

Inspiração…

1-O Código de Atlântida
Charles Brokaw
2-Herdeiros de Atlântida-Vol 1 e 2
Eduardo Spohr
3-Crônicas de Atlântida
Antonio Luíz M.C.Costa
4-Atlântida
Roseliss Von Sass
5-Ecos da Atlântida
Loty Ger
6-O Enigma da Atlântida
Alexandre Braghine
7-Em busca da Atlântida
Andy Mcdermott
8-A Doutrina Secreta
Helena Blavatsky
9-O Sol Negro
M.C.Pereda
10-O Mistério de Atlântida
Charles Berlitz
11-Atlântida-No reino da Luz-Vol 1
Roger Bottini Paranhos
12-Os Exilados de Capela
 Edgard Armond
13-Vrill-The Power of the coming race
 Edward Bulwer
Monicavox
Recomendo…

HISTÓRIA CÓSMICA E A NOOSFERA

A História Cósmica é o centro do Campo Universal da Inteligência.A premissa da História Cósmica é que esse Campo Universal da Inteligência não vem sendo conhecido com exatidão neste tempo presente.Por esta razão tem de haver uma reformulação da construção do conhecimento no mundo. Estamos tratando de um caminho oniabrangente e de fato, poderíamos dizer, na íntegra, que a forma como se apresenta no mundo cotidiano ao ser humano deste Planeta,por meio dos seus sentidos, é inadequada, errônea e incorreta.

Naturalmente que é difícil para alguém que só tem conhecido este inadequado sistema, entender que possa existir algo mais além disto,ou ainda, que poderia haver algo errado nesta construção em particular.A História Còsmica é, realmente , um padrão ou uma cobertura superior de um entendimento compreensivo, que tem por objetivo substituir toda a construção de mundo, que existe ainda hoje.

Quando falamos da prevalecente estrutura dominante do mundo, estamos falando da estrutura de informação e inteligência que permeia e domina o que chamamos de nações “industrializadas”.As nações são responsáveis pela elaboração do que chamamos de TECNOSFERA OU INVÓLUCRO ARTIFICIAL, baseado na consciência da máquina e na pesquisa de marketing.

Quando pensamos á respeito da Tecnosfera e do ponto de vista mundial dominante, que distorce o tempo e a consciência, temos de entender que há uma só ordem mental imensa que fala a si mesma constantemente. Em outras palavras,quando vemos TV, ou lemos jornais, é a mente falando á si mesma, porque, quem está lendo ou vendo, senão a mente que os criou?

Quando vemos a quem e de que forma se apresenta esta visão do mundo atual, percebemos que há premissas básicas que são completamente errôneas.A primeira premissa é que só há unidades individuais de consciência,portanto não há uma consciência ou entendimento da NOOSFERA.

A Noosfera é a envoltura mental da Terra,ou a “capa pensante”dela.Pode ser entendida como uma unidade de armazenamento da soma das interações mentais de toda a vida,tanto no reino fenomênico como no reino imaginário.A carência de conhecimento da Noosfera, juntamente com o BANCO PSI(que pode ser entendido como o painel de controle da Noosfera, o sistema nervoso, o mecanismo regulador dela)é a primeira falha da prevalecente estrutura dominante que governa as percepções do mundo de hoje.Isto se deve ao fato de que toda a BIOSFERA( a esfera da vida e todo o seu sistema de suporte) é realmente dirigida e operada pela Noosfera.

Localizado entre os dois cinturões de radiação de Van Allen, os componentes principais do campo eletromagnético da Terra, o BANCO PSI é instrumentado pelo fator tempo quadridimensional do qual os MAIAS eram totalmente conscientes.Este fator de tempo quadridimensional regula o DNA, que inclui todas as etapas da evolução dos processos de mutação da vida na Terra.Desta  forma, o BANCO PSI serve de arquivo, onde são depositados os registros do tempo quadridimensional.

Até agora,  TODA A BIOSFERA TEM SIDO GOVERNADA INCONSCIENTEMENTE PELA NOOSFERA.È importante entender que a mente que está falando á si mesma é, realmente, a Noosfera, a esfera mental de inteligência no Planeta. Porém, ela(a mente) não sabe que é a Noosfera que está falando, por causa de uma forma restrita e provinciana, operando com um sistema de crenças limitado e um conjunto aceito de pontos de referência. A premissa mais fundamental deste sistema de crença limitado é a de que o materialismo é bom e é a única forma de realidade.Este ponto de vista sustenta a noção de que o mundo é uma construção puramente física e, portanto, nós, seres humanos, somos também construções puramente físicas.

Neste ponto de vista “físico” do mundo, o propósito da vida é fazer a acomodação material desta construção fenomênica, tão confortável quanto possível.

Qualquer coisa que vá contra esse conforto e crie desconformidade deve ser evitada e qualquer coisa que fomente este conforto, deve ser estimulada.Esta é uma premissa fundamental, inconsciente, não expressada de tudo o que ocorre como informação na construção atual do conhecimento do mundo, que pode ser visto como um circuito fechado de retroalimentação de informação, com a mente falando á si mesma.

O que a mente está fazendo continuamente, é sustentar o seu próprio sistema de crenças, que é absolutamente materialista, não questionado, não expressado, na natureza física da realidade do SER.Nesta construção do mundo, a religião ou ideias religiosas, ás quais nos referimos, são meramente ideias, que são avaliadas, novamente de acordo com o grau em que elas fomentem a comodidade ou criem desconforto físico.È isto o que prevalece atualmente.

Dentro da construção dominante que poderíamos chamar de” Mente do Ser Humano Planetário”, que fala á si mesma, há subconstruções bem diferentes. E todas elas são apenas formas de justificativas para fomentar uma dominação específica do mundo.Isso que estamos descrevendo é a MATRIX,  que mantém toda a ordem mundial atual em seu lugar. Aonde quer que vamos e seja com quem falamos, todos estão aprisionados em um ou outro grau, por esta construção do mundo.

Essa Matrix materialista é, em muito, a maior força e o maior fator que tem mantido a mente humana num estado de consciência cada vez mais reduzido.Em outras palavras, os parâmetros sensoriais da mente cuidam de se reduzirem a um mero modo de sobrevivência física.

Este tipo de pensamento é alimentado pela indústria de entretenimento,que cria um tipo de ambiente imaginário.Quando olhamos por detrás das imagens,personificações e arquétipos deste reino imaginário,vemos que toda esta indústria de diversão está baseada em uma série de comodidades;porém, juntas, incitam -nos  o medo de perdê-las.Logo, é o elemento de entretenimento imaginário que provoca um certo tipo de desesperança,ou desespero espiritual relativamente limitado na esfera real de influência global.

Estamos esboçando aqui, uma imagem geral do presente estado do campo mental humano, que é uma sombra primitiva da Noosfera.È só uma construção mental que, através da Tecnosfera, envolve o mundo e é fomentada pelos meios globais de informação do Planeta.Este sistema é transmitido incessantemente ao nosso redor e do Planeta, através destes meios tecnosféricos de comunicação. Isto é o que faz este sistema de pensamento parecer como uma sombra rudimentar, porque não é a verdadeira Noosfera agindo, e sim, uma Noosfera inconsciente de si mesma.

Deve-se entender que a atual construção da Matrix é uma espécie de “Guarda- Chuva”completo que abrange o Planeta.Á partir do ponto de vista da Lei do Tempo, ele cria uma falsa percepção fundamental de não somente”o que e quem somos”, mas o que é a Terra e o que estamos fazendo nela.Investigando-se até a raiz desta falsa percepção, acima e mais além do que está fomentado pela frequência de tempo mecanicista, encontramos a pergunta;

TEMOS OU NÃO UMA CRENÇA NO ESPÍRITO?
Se cremos no Espírito, cremos no fato de que a memória do Plenum Cósmico está inscrita nele.Essa é a raiz absoluta da verdadeira percepção de quem e o que nós somos!Se há uma crença na memória do Plenum  inscrita no Espírito, então, o único propósito da vida é RECORDAR o Plenum e regressar nele, esse lugar puro, onde podemos ler as palavras inscritas pelo Plenum Cósmico , nos nossos corações.

Se pudermos perseguir isso, então estaremos atrás de uma VIDA NO PLENUM CÓSMICO.Esta é uma discrepância fundamental á partir do ponto de vista materialista. Esta crença esta na raiz do que se chama hoje de ” Fundamentalismo”; entretanto, a maioria dos fundamentalismos se tornam sistemas fechados e se opõe ao dominante sistema de crenças materialistas, criando assim, os muitos conflitos que hoje existem no mundo.

Podemos perguntar:”Porque se converteu a memória do Plenum em um tipo de Fundamentalismo?Isso novamente tem a ver com uma raíz mais profunda e denominamos de “falta de conhecimento da Noosfera”. Na atual construção do mundo, estamos tratando com sistemas de crenças onde há uma multiplicidade de capas ou níveis, que poderíamos chamar de pensamento errôneo ou inadequado, que é o mesmo que incorreto. Novamente, o maior problema do nosso Planeta é o desconhecimento da Noosfera, que é um problema EVOLUTIVO.

Visão pessoal….

Até agora, a Noosfera não pôde se realizar plenamente, de modo que, inclusive os melhores sistemas espirituais de crenças , são, de alguma forma provincianos, porque desenvolveram sua crença através dos erros do pensamento humano, que se desenvolveu antes de se haver completado o conhecimento do Todo Planetário, ou seja, a Consciência do mundo como um sistema inteiro.O conhecimento da Noosfera só pode se dar,como resultado de que o ser humano se converta em um Humano Planetário.Quando isto ocorre, o ser humano se dá conta de que a Terra é realmente um tipo de esfera no espaço e tem uma construção real do conhecimento desse espaço em relação ao Centro Galáctico e á Ordem Galáctica.Esta maneira de evolução do conhecimento humano tem criado, até este momento, todos os diferentes problemas do mundo de hoje, ainda que isto não justifique nenhum destes sistemas de crenças inadequados.Agora, todos os sistemas de crenças devem ser avaliados ou reavaliados e, só podem reavaliar-se dentro do contexto da História Cósmica, incluindo o conhecimento da Noosfera e o Banco Psi.Quando falamos da História Cósmica, estamos falando á respeito da estampa do Campo Universal da Inteligência, como uma ordem inteira dentro da Noosfera, informando as placas do Banco Psi. Somente neste ponto no tempo, podemos realmente chegar á História Cósmica. E vemos que a História Cósmica é, também, um ponto de realização evolutiva. Chegamos a um certo lugar na evolução do conhecimento da Terra, que requer um salto para o conhecimento expandido.

Esse conhecimento expandido, é a HISTÓRIA CÓSMICA.

Você precisa entender, a maioria destas pessoas não está preparada para despertar. E muitas delas estão tão inertes, tão desesperadamente dependentes do sistema, que irão lutar para protegê-lo.

Morpheus-( do filme MATRIX)

Inspiração….

O Código da Matrix

Pablo Arellano

The Divine Matrix

Gregg Braden

Philosophers Explore The Matrix

Chirstopher Grau

O Tempo e a Tecnosfera

José Arguelles

Monicavox

Recomendo….