ATIVIDADE PARANORMAL-Mediunidade

Mediunidade é a faculdade humana pela qual se estabelecem as relações entre homens e espíritos. É uma faculdade natural, inerente a todo ser humano, por isso não é privilégio de ninguém. Em diferentes graus e tipos, todos a possuímos.

A mediunidade é, pois, a faculdade natural que permite sentir e transmitir a influência dos espíritos, estimulando o intercâmbio e a comunicação entre o mundo físico e o espiritual.

Trata-se de uma sintonia entre os encarnados (vivos) e os desencarnados (não físicos como conhecemos a parte física), permitindo uma percepção de pensamentos, vontades e sentimentos. Sua finalidade é, antes de tudo, ser uma oportunidade de servir que faculta manter o contato com a vida espiritual. Graças ao intercâmbio, podemos ter aqui não apenas a certeza da sobrevivência da vida após a morte física, mas também o equilíbrio para aprendermos o que não foi possível neste plano físico ou retificarmos as interpretações equivocadas e atos impensados que fugiram á Lei Maior.É graças à mediunidade que o homem tem a antevisão do seu futuro espiritual e, ao mesmo tempo, o relato daqueles que o precederam na viagem de volta , trazendo-lhe informes de segurança, diretrizes de equilíbrio e a oportunidade de refazer o caminho pelas lições que ele absorve do contato mantido com os desencarnados.

Assim, possui uma finalidade de alta importância, porque é graças á ela que o homem se conscientiza de suas responsabilidades de espírito imortal. Sendo inerente ao ser humano, a mediunidade pode aparecer em qualquer pessoa, independentemente da doutrina religiosa que ela abrace.

A história revela grandes médiuns em todas as épocas e em todos os credos. Além disso, a mediunidade não depende de lugar, idade, sexo ou condição social e moral. Allan Kardec ,pai do Espiritismo Ocidental diz na questão 459 de O Livro dos Espíritos: “Os espíritos influem sobre nossos pensamentos e ações? A este respeito, sua influência é maior do que podeis imaginar.”

A idéia da ação dos espíritos não nasceu com o Espiritismo, já que sempre existiu desde as épocas mais remotas da vida humana na Terra. Todas as religiões pregam sobre a ação dos espíritos de uma forma direta ou indireta, mas nenhuma nega completamente estas intervenções. Inclusive criaram dogmas e cerimônias relativas a elas, tais como promessas (pedir alguma forma de ajuda para um espírito em troca de um sacrifício) e exorcismos (cerimônia religiosa para afastar o “demônio” ou os espíritos maus).

AS SESSÕES MEDIÚNICAS

A ação mediúnica não está limitada às sessões mediúnicas. Vivemos mediúnicamente entre dois mundos e em relação permanente com entidades espirituais. Isto se dá porque os espíritos povoam os mesmos espaços em que vivemos, acompanham-nos em nossas atividades e ocupações, vão conosco aos lugares que freqüentamos, seguindo-nos ou evitando-nos conforme os atraímos ou repelimos. Estamos cercados por espíritos e sua influência oculta sobre os nossos pensamentos e atos se faz sentir pelo grau de afinidade que mantivermos com eles. Inúmeros espíritos benfeitores também se comunicam conosco, por via inspirativa ou intuitiva, todas as vezes em que nos dispomos a ser úteis aos nossos irmãos em nossa vida social. Quantas vezes um conselho sensato e oportuno que damos sob a intuição de um benfeitor espiritual consegue mudar o rumo de uma vida e até, em certos casos, salvar ou evitar que uma família inteira seja precipitada no abismo de uma desgraça?

O amor verdadeiro e desinteressado não requer lugar nem hora especial para ser praticado, pois o nosso mundo, com o sofrimento da humanidade torturada, é igualmente um vasto campo de serviço redentor. Entretanto, não julguemos que a mediunidade nos foi concedida para simples passatempo ou para satisfação de nossos caprichos. A mediunidade é coisa séria e com ela devemos suavizar os sofrimentos alheios. Ao desenvolvermos a mediunidade, lembremo-nos de que ela é dada como um arrimo para conseguirmos mais facilmente a perfeição, para liquidarmos mais suavemente os pesados débitos que contraímos em existências passadas e para servirmos de guia a irmãos que se encontram mais atrasados.

A MEDIUNIDADE AO LONGO DA HISTÓRIA HUMANA

Certas pessoas consideram, sem razão, a mediunidade um fenômeno peculiar aos tempos atuais, enquanto outras acreditam ter sido inventada pelo espiritismo. A fenomenologia mediúnica, entretanto, é de todos os tempos e de todos os países e religiões, pois desde as idades mais remotas existiram rela- ções entre a humanidade terrena e o mundo dos espíritos.

A faculdade mediúnica sempre existiu desde o surgimento do homem na face da Terra, pois se trata de uma faculdade inerente ao seu espírito. A humanidade tem sido guiada desde sua origem, por leis do mundo oculto já comprovadas na face do orbe, graças a essa faculdade mediúnica inata no primeiro espírito aqui encarnado.

Os fenômenos mediúnicos, no passado remoto, eram tidos como maravilhosos, sobrenaturais, sob a feição fantasiosa dos milagres que lhe eram atribuídos em razão do desconhecimento das leis que os regem. Aqueles que podiam manter intercâmbio com o mundo invisível eram considerados privilegiados.

A MEDIUNIDADE NA ÍNDIA

A relação entre os mundos material e espiritual tem sido registrada em todas as épocas da humanidade. Como exemplo, temos o Código dos Vedas, o mais antigo código religioso que se tem notícia, onde se encontra o registro da existência dos espíritos: “Os espíritos dos antepassados, no estado invisível, acompanham certos brâmanes, convidados para cerimônia em comemoração dos mortos, sob uma forma aérea; seguemnos e tomam lugar ao seu lado quando eles se assentam”. Desde tempos imemoriais, os sacerdotes brâmanes, iniciados nos mistérios sagrados, preparavam indivíduos chamados “faquires” para a obtenção dos mais notá- veis fenômenos mediúnicos, tais como a levitação, o estado sonambúlico até o nível de êxtase, a insensibilidade hipnótica à dor, entre outros, além do treino para a evocação dos Pitris (espíritos que vivem no espaço, depois da morte do corpo), cujos segredos eram reservados somente àqueles que “apresentassem 40 anos de noviciado e de obediência passiva”. A iniciação entre os brâmanes comportava três graus. No primeiro, eram formados para se encarregar do culto vulgar e explorar a credibilidade da multidão. Ensinava-se a eles comentar os três primeiros livros dos Vedas, dirigir as cerimônias e cumprir os sacrifícios.Os brâmanes do primeiro grau estavam em comunicação constante com o povo, eram seus diretores imediatos. O segundo grau era composto dos “exorcistas, adivinhos e profetas evocadores de espíritos”, que eram encarregados de atuar sobre a imaginação das massas, por meio de fenômenos sobrenaturais. No terceiro grau, os brâmanes não tinham mais relações diretas com a multidão e quando o faziam, era sempre por meio de fenômenos aterrorizantes e de longe.

A MEDIUNIDADE NO ANTIGO EGITO

No Egito antigo, os magos dos faraós evocavam os mortos e muitos comercializavam os dons de comunicabilidade com os mundos invisíveis para proveito próprio ou dos seus clientes, fato esse comprovado pela proibição de Moisés aos hebreus: “Que entre nós ninguém use de sortilégio e de encantamentos, nem interrogue os mortos para saber a verdade” (Deuterônimo). De forma idêntica às práticas religiosasda antiga Índia, as faculdades mediúnicas no Egito foram desenvolvidas e praticadas no silêncio dos templos sagrados, sob o mais profundo mistério e rigorosamente vedadas à população leiga. A iniciação nos templos egípcios era cercada de numerosos obstáculos e exigia-se o juramento de sigilo. A menor indiscrição era punida com a morte. Saídos de todas as classes sociais, mesmo das mais ínfimas, os sacerdotes eram os verdadeiros senhores do Egito. Os reis por eles escolhidos e iniciados só governavam a nação a título de mandatários. Todos os historiadores estão de acordo em atribuir aos sacerdotes do antigo Egito poderes que pareciam sobrenaturais e misteriosos. Os magos dos faraós realizavam todos esses prodigios que são referidos na Bíblia. É bem certo que eles evocavam os mortos, pois Moisés, seu discípulo, proibiu formalmente que os hebreus se entregassem a essas práticas. Os sacerdotes do antigo Egito eram tidos como pessoas sobrenaturais, em face dos poderes mediúnicos que eram misturados maliciosamente com práticas mágicas e de prestidigitação. A ciência dos sacerdotes do Egito antigo ultrapassava em muito a ciência atual, pois conheciam o magnetismo, o sonambulismo, curavam pelo sono provocado, praticavam largamente a sugestão, usavam a clarividência com fins terapêuticos e eram célebres pelas práticas de curas hipnóticas. No tempo em que Moisés libertou o povo hebreu do cativeiro egípcio, vamos encontrar o espírito daquele que um dia seria o codificador da doutrina espírita envergando a túnica sacerdotal e já detentor de sabedoria que o colocava como sacerdote preferido do faraó Ramsés II.

O sacerdote Amenophis era médium de efeitos físicos, inclusive existem relatos sobre as sessões de materialização que eram realizadas naquela época. A mediunidade na Suméria, Babilônia e Grécia antiga ,a medicina entre os sumerianos era um curioso misto de ervanaria e magia, cujo receituário consistia principalmente em feitiços para exorcizar os maus espíritos que acreditavam ser a causa das moléstias. Já os babilônios primitivos viviam cercados de superstições.

Acreditavam que hordas de espíritos malévolos se escondiam na escuridão e cruzavam os ares, espalhando em seu caminho o terror e a destruição, para os quais a única defesa eram os sacrifícios e os sortilégios mágicos. Se o antigo povo babilônio não inventou a feitiçaria, foi ao menos o primeiro a lhe dar um lugar de grande importância, a ponto do desenvolvimento da demonologia e da bruxaria terem exigido leis que prescreviam a pena de morte contra seus praticantes. Há provas de ter sido muito temido o poder dos feiticeiros. Na Grécia, a crença nas evocações era geral. Todos os templos possuíam as chamadas “pitonisas”, encarregadas de proferir oráculos evocando os deuses, mas às vezes o consultante queria ele próprio ver e falar com a “sombra” desejada e, como na Judéia, conseguia-se colocá-lo em comunicação com o ser ao qual desejava interrogar .

A MEDIUNIDADE ENTRE OS POVOS CELTAS E DRUIDAS

Os celtas, povo pré-histórico que se espalhou por grande parte da Europa entre os séculos XXI e I a.C., atingindo o maior poderio do século VI ao III a.C., possuíram grupos fechados de sacerdotes especializados em comunicações com o além, chamados de “druidas”. A escolha dos futuros sacerdotes era feita entre a classe aristocrática e, desde criança, já se submetiam à rigorosa disciplina e intenso aprendizado junto aos druidas mais velhos. A sabedoria druídica já admitia a reencarnação, a inexistência de penas eternas, o livre-arbítrio, a imortalidade da alma, a lei de causa e efeito e as esferas espirituais. Segundo o espírito de Zéfiro, aproximadamente no ano 100 a.C., Denizar Rivail foi um chefe druida. Marcou tanto essa etapa reencarnatória que o codificador decidiu assinar suas obras espíritas com o nome de Allan Kardec.

ORÁCULOS GREGOS E ROMANOS

Mediante a invocação de poderes sobrenaturais, o homem sempre recorreu a vários tipos de adivinhação. No mundo greco-romano, um dos meios mais difundidos foram os oráculos, que eram as respostas dadas pelos deuses a perguntas para eles formuladas, de acordo com determinados rituais executados por uma pessoa que atuava como médium ou pitonisa. Os oráculos eram núcleos de intercâmbio medianímico onde trabalhavam sibilas,pítons e pitonisas. Gente de todas as classes sociais, inclusive autoridades públicas, visitava estes lugares e recebia orientações das mais diversificadas. O termo refere-se também à própria divindade que respondia e a seu intérprete, bem como ao local onde eram dadas as respostas. Os templos ou grutas destinados aos oráculos eram numerosos e dedicados a diversos deuses. Os rituais variavam dos mais simples, como tirar a sorte, aos mais complexos. Antes da consulta, a pitonisa e o consulente banhavam-se na fonte Castália, depois ela bebia água da fonte sagrada de Cassótis e entrava no templo, onde o deus era invocado por meio de um ritual. Em seguida, sentada numa trípode, entre vapores sulfurosos (enxofre) e mascando folhas de louro (a árvore sagrada de Apolo), entrava em transe ou “delírio divino”, quando transmitia as palavras do deus. A mensagem era anotada e interpretada pelos sacerdotes, que a passavam ao consulente freqüentemente na forma de versos.

MEDIUNIDADE EM DESARMONIA

Os sinais mais comuns do aparecimento da mediunidade em desarmonia são: cérebro perturbado, sensação de peso na cabeça e ombros, nervosismo (ficamos irritados por motivos sem importância), desassossêgo, insônia, arrepios (como se percebêssemos passar alguma coisa fria), sensação de cansaço geral, calor (como se encostássemos em algo quente), falta de ânimo para o trabalho e profunda tristeza ou excessiva alegria sem saber a razão. Mas o que o médium deve fazer nestes momentos de alterações emocionais? Todo médium iniciante, a fim de evitar inconvenientes na prática mediúnica, primeiramente deve se dedicar ao indispensável estudo prévio da teoria e jamais se considerar dispensado de qualquer instrução, já que poderá ser vítima de mil ciladas que os espíritos mentirosos preparam para lhe explorar a presunção. Após o conhecimento teórico, deve procurar desdobrar a percepção psíquica sem qualquer receio. Na orientação do desenvolvimento mediúnico, é importante que procuremos as instruções espíritas, para evitarmos dissabores e percalços. É aconselhável o desenvolvimento mediúnico em grupos especialmente formados para isto, pois pessoas bem orientadas, que se reúnem com uma intenção comum, formam um ambiente coletivo favorável ao intercâmbio. É aconselhável ainda que o médium jamais abuse da mediunidade, empregando-a para a satisfação da curiosidade.

APRENDENDO A USAR A MEDIUNIDADE

Desenvolver a mediunidade é aprender a usá-la. Para que sejamos bem-sucedidos, devemos cultivar virtudes como a paciência, a perseverança, a boa vontade, a humildade e a sinceridade.

COMO DESENVOLVER A MEDIUNIDADE

A mediunidade não se desenvolve de um dia para o outro, por isso, devemos ter muita paciência. Sem perseverança nada se alcança, pois o desenvolvimento exige que sejamos persistentes. Ter boa vontade é comparecermos alegres e cheios de satisfação às sessões. A humildade é a virtude pela qual reconhecemos que tudo vem de Deus. E se faltarmos com a sinceridade no desempenho de nossas funções mediúnicas, mais cedo ou mais tarde sofreremos decepções. Ensinamentos é que não faltam em todas as circunstâncias de manifestações da vida. A faculdade mediúnica em harmonia pode fazer grandes coisas. A educação mediúnica pode começar no simples modo de falar aos outros, transmitindo brandura, alegria, amor e caridade em todos os atos da vida. A mediunidade se desenvolve naturalmente nas pessoas de maior sensibilidade para a captação mental e sensorial de coisas e fatos do mundo espiritual que nos cerca e nos afeta com as suas vibrações psíquicas e afetivas. Da mesma forma que a inteligência e as demais faculdades humanas, a mediunidade se desenvolve no processo de relação. Quando a mediunidade aflorar sem o preparo prévio do médium, é preciso orientá- lo para que os fenômenos se disciplinem e ele empregue acertadamente sua faculdade. Não se deve colocar em trabalho mediúnico quem apresente perturbações ou quem tenha desconhecimento sobre o assunto. Primeiro, é preciso ajudar a pessoa a se equilibrar psíquicamente, através de passes, vibrações e esclarecimentos doutrinários.

É fundamental que se cultive bons pensamentos, pois trazem as boas palavras e conduzem aos bons atos. O médium também precisa ser amigo do estudo e da boa leitura, além de moderado. Por fim, que cultive a meditação diária, pois ela é um poderoso fortificante espiritual e um benéfico exercício de higiene mental.

TIPOS DE MEDIUNIDADE

Existem muitas formas de mediunidade, no entanto algumas são mais conhecidas, como por exemplo, a clarividência. É a faculdade de enxergar extra-fisicamente, para isso, utilizando não a visão física, mas o olho da mente, conhecido como chacra frontal (terceiro olho).As pessoas que não enxergam dessa forma, já se avaliam e logo chegam à conclusão: “Eu não sou médium, não enxergo nada.”Mas não é tão limitado assim, existem tantas formas de captar, ou melhor, intermediar, os impulsos ou vibrações provenientes das dimensões mais sutis.

Nosso próprio corpo físico tem natureza mediúnica

Através dele, nosso espírito se faz presente para viver uma experiência, uma vida. Esse veículo carnal da consciência, nada mais é que um transmissor de impulsos e vibrações, em diferentes freqüências. Ocorre que na dimensão física, a densidade aumenta muito, o que o torna “grosseiro” perante a sutileza do espírito.Na prática, é como se alguém estivesse nos chamando à quinhentos metros de distância. A probabilidade de não ouvirmos nada é muito grande. 

Fazendo essa analogia, podemos dizer, que o corpo físico é uma parede de energia condensada (sólida) que se transpõe a passagem de certas ondas de vibrações características dos planos sutis.Se todos nós aprendêssemos a silenciar a mente, o coração, as emoções, os ruídos externos do meio ambiente em que vivemos, poderíamos com certeza ouvir o chamado, mesmo havendo quinhentos metros de distância. 

Sabendo da existência desse som, concentraríamos a atenção a tal modo, que facilmente conseguiríamos amplificar essa voz.É isso que o treino, que se traduz na busca espiritual constante e a reforma íntima produzem.

A MEDIUNIDADE É UM SENTIDO

Assim como a visão, o tato ou paladar. Só que não está associada ao corpo físico, é uma faculdade da mente superior, da consciência, não do cérebro. O que explica porque muitos cegos enxergam imagens, bem como surdos ouvem sons. Curioso? Simplesmente efeito da sensibilidade da alma, ou melhor, dos sentidos do espírito. Quando vivemos sem nenhuma consciência espiritual, o cérebro não pode conceber a idéia de tais faculdades extra-físicas, por isso cria um padrão limitado. O único raciocínio aceito é de que temos cinco sentidos essencialmente físicos. Mesmo porque quando se vive distante da consciência crística, jamais se pode conceber o fato de que a consciência é mortal.

MEDIUNIDADE E O ESPÍRITO

Portanto, se eu não aceito essa idéia, de um corpo espiritual ser a morada de minha consciência, ou o único responsável por animar um corpo físico, como poderei permitir que meu espírito exprima suas sensibilidades? Isso seria loucura pela ótica da comunidade cética e materialista, não é mesmo?Assim sendo, desenvolver a mediunidade é apenas permitir que sua experiência nesse planeta seja guiada pela sua parte superior, por sua própria consciência espiritual.Ignorar essa faculdade natural, por não conceber a idéia, ou mesmo por medo, comodismo ou insegurança, não vão fazer com que o universo mude seu mecanismo. 

MEDIUNIDADE É UM SENTIDO NATURAL

O universo olha para aquela pessoa na terra e diz: “Aquele ali não quer que eu aja naturalmente com ele, então vou deixá-lo para lá.”Não temos como impedir os ciclos naturais, não dá para trancar a evolução do universo. O normal de um gato é miar, de um cão é latir, da água ser molhada e do fogo ser quente. Quem pode mudar isso?E o mecanismo da mediunidade precisa ser entendido para que não haja rejeição, medo ou insegurança. Nosso livre arbítrio sempre é respeitado, melhor ainda, sempre nos é permitido recomeçar, refazer, consertar os erros. Isso que chamamos de” misericórdia divina” e tolerância também. 

TODOS SOMOS MÉDIUNS

Pela natureza essencial de cada alma existente aqui nesse plano. Todos nós temos missões a cumprir, ou ainda, estamos encarnados dentro de uma proposta de evolução constante, normalmente ignorada por mais de 90% das pessoas.

De uma hora para outra, a pessoa, totalmente distante e alienada dessa consciência, começa a sentir, ver ou perceber, impulsos nada convencionais para sua mente engessada na terceira dimensão. Capta pensamentos sem que sejam ditos verbalmente, tem sonhos reveladores, premonições, palpites muito fortes (leia-se como intuição para um leigo), sente presenças, vultos, ouve vozes. 

Típicos indícios da mediunidade se expressando, melhor ainda: o espírito querendo fluir, se sensibilizar no plano físico, dando sinais de que está na hora de ler nas entrelinhas da vida.E a pessoa, cheia de paradigmas nocivos, com sua mente bloqueada para a verdade divina, sofre e sofre muito. Isso porque ela quer reter uma enxurrada da natureza universal. Simplesmente impossível, sem que haja conseqüências sérias. É total negligência ignorar esse fato, dando-o muitas vezes o rótulo de uma doença mental ou síndrome, que com freqüência assumem nomes complicados e elaborados.O pior de tudo é que dá tanto trabalho e gera tanta dor, ignorar esse fluxo mediúnico, que é difícil entender o motivo que leva a pessoa a relutar tanto. Mas como sabemos, cada um está no seu estágio evolutivo e precisamos saber aceitar.

Alguns remédios faixa-preta são usados em larga escala pra tentar estancar tais manifestações (que pelo olhar da ciência ocidental, apresentam causas incertas), mas não o fazem porque apenas ensurdecem os sentidos físicos, anulando suas percepções. Só que elas continuarão por lá, povoando suas formas astrais e pairando sobre o corpo espiritual da pessoa, inegávelmente.

MEDIUNIDADE E ESPÍRITOS DESENCARNADOS

Se você caminha por uma rua muito movimentada, andando por uma calçada, junto com milhares de pessoas, necessita saber as horas e percebe que está sem relógio. Não enxerga nenhum relógio em painéis eletrônicos ou similares. Então em meio a milhares de pessoas, decide perguntar para alguém.
Quem, normalmente procuramos em meio a multidão?Alguém que visivelmente tenha um relógio, não é mesmo?Pois bem, a mediunidade aflorada, é como um relógio no pulso de alguém, à vista dos espíritos desencarnados. É uma sinalização que atrai a atenção de tantas vibrações diferentes.A comunicação acontece pelo simples fato de haver uma referência, ou seja, uma via de acesso fácil. Como a mediunidade de comunicação com os espíritos é uma das mais corriqueiras, acaba gerando muitos danos para quem não está preparado para lidar com tais situações.O que ocorre normalmente é que muitos desencarnados, que em vida na Terra, eram pessoas alienadas, quando desencarnam, sofrem, demoram em compreender.Quando começam a entender que não mais habitam um corpo físico, em desespero, procuram se comunicar. É normal que estejam com padrão vibratório baixo, gerado por seus apegos materiais, sentimentos mundanos e paixões animalizadas, ainda ancoradas em suas auras.

 

E com quem querem se comunicar ou pedir ajuda?

Òbviamente com todos que tenham um “relógio”, ou melhor, qualquer pessoa, (qualquer mesmo) que tenha a mediunidade aflorada, o que é fácilmente notado pelo espírito perdido, que assim reconhece ao visualizar o campo energético do indivíduo desavisado.Como a pessoa não concebe a idéia, não está educada, não se conhece (e ainda falamos tanto de auto-conhecimento) não sabe o que fazer quando começa a sentir verdadeiras perturbações em seus estados psíquicos, no seu humor e equilíbrio emocional.E isso acontece, porque o espírito desencarnado (sofredor), próximo ao médium inconsciente, acopla-se em seu campo áurico, alterando, desvitalizando e desequilibrando por completo o fluxo natural dos chacras, já que sua aura está em péssimo padrão vibratório.

MEDIUNIDADE: UMA MENSAGEM QUE VOCÊ NÃO PODE IGNORAR

Mesmo a pessoa rejeitando com todas as suas forças essa hipótese, ignorando a iminente necessidade da jornada evolutiva do espírito a se iniciar, nada resolverá seu influxo prânico (bloqueio do fluxo de energia vital) senão a busca de sua consciência espiritual. Nem remédios alopáticos, nem psicologia ou psiquiatria materialista, nada disso surtirá efeitos. Na realidade não causarão nem cócegas.O fato poderá ser ignorando o quanto quiser, mas é bom que se reitere que nada além da busca consciencial, da reforma íntima, do desenvolvimento das sensibilidades do espírito, servirão de remédio eficaz. Já algumas pessoas, conhecem superficialmente esses mecanismos, e o aceitam. Mesmo assim, consideram um fardo a mediunidade, de forma equivocada e negligente, a rejeitam. Grande erro, que ás vezes dói ;Dói em todos os sentidos, porque se é fome que uma pessoa tem, é comida que deve ingerir. Nada, por hora, poderá substituir a necessidade emergente de alimento que a pessoa tem.

TOME A ATITUDE CERTA COM A SUA MEDIUNIDADE

Abra seu coração para a consciência de sua missão aqui na Terra, ejete sua consciência das alienações do mundo materialista. Volte-se para a necessidade de evolução que você tem. Dedique tempo para nutrir sua alma, leia assuntos correlatos, participe de grupos afins, mantenha contato com a natureza e seus elementos, aprenda a meditar diariamente. Assuma e cumpra compromissos rotineiros com a sua espiritualidade. Foque no sentimento de amor existente nas pessoas. Não há segredo.Mas você pode não dar a mínima para isso tudo, está certo, livre arbítrio sempre. No entanto, lembre-se, o universo não vai cessar o fluxo dele em função da sua escolha. Nesse caso,busquemos um alinhamento na direção da vontade divina, (do universo) abandonando “um pouco” a vontade própria, baseada sómente nos interesses do ego e do eu inferior.

A base orgânica da mediunidade

A ORIGEM DA FACULDADE MEDIÚNICA

À semelhança de Charles Richet  que conceituou a mediunidade como o “sexto sentido”, Allan Kardec colocou-a em pé de igualdade com os outros atributos humanos, reconhecendo nela uma função orgânica, ordinária, natural, fisiológica, inerente a todos os seres humanos, embora em gradações muito diferentes.Qual a sua origem? Qual a sua relação com o processo evolutivo que atinge a todos os seres do globo? As opiniões não são convergentes. Ernesto Bozzano defendia a tese de que as faculdades supranormais não são e não podem ser levadas a cargo da evolução da espécie, sendo assim sentidos da personalidade humana que deverão aflorar após a desencarnação. Não teriam, então, uma função definida para a vida física, já que apenas no ambiente espiritual elas deveriam emergir.

Pesquisadores materialistas, como Amadou e Vassiliev, colocam-na à conta de uma função em extinção. As faculdades paranormais seriam resíduos de faculdades atávicas que se foram atrofiando por obra da seleção natural, visto se haverem tornado inúteis à ulterior evolução biológica da espécie. O pensamento, todavia, que vem ao encontro da posição assumida pelo benfeitor André Luiz foi expresso por J. B. Rhine. Acreditava o pai da parapsicologia que as faculdades paranormais representam outros tantos germes de sentidos novos destinados a evoluir nos séculos, até emergirem e se fixarem na espécie.

Ao examinar a questão, no livro “Evolução em Dois Mundos”, André Luiz informa-nos que a faculdade mediúnica vem sofrendo através dos milênios paciente desabrochar, acompanhando o Espírito eterno em seu processo evolutivo. É, portanto, uma função do Espírito que se projeta no corpo a cada nova existência, sendo continuamente aprimorada.

O sistema nervoso na mediunidade

O principal sistema responsável pela faculdade mediúnica é o nervoso, principalmente o cérebro.Dr. Nubor Facure, professor titular de Neurologia na Unicamp, examinando o papel do cérebro no fenômeno, esclarece: “O fenômeno mediúnico se processa no cérebro do médium e sempre com a participação deste. É um processo de automatismo complexo, realizado através do cérebro sob a atuação de entidades espirituais que sintonizam com o médium. Dispomos no nosso cérebro de centros de atividades automáticas para as diversas atividades motoras que nos permitem, por exemplo, falar fluentemente, escrever rapidamente, pintar ou dedilhar um instrumento musical. Essas áreas expressam suas atividades com pouca participação da consciência. Desde que o médium possa destacar seu foco de consciência, o Espírito comunicante pode se ocupar dos núcleos de atividade automática do cérebro do médium e fazer transcorrer por ali conceitos da sua mensagem.”

A Glândula Pineal;O papel dela na mediunidade

O papel da epífise ou glândula pineal passou a ser valorizado com os estudos do autor André Luiz.A epífise é uma glândula de forma piriforme, com as dimensões de uma ervilha mediana que repousa sobre o teto do mesencéfalo.A glândula pineal foi bastante conhecida dos antigos. A Escola de Alexandria participou ativamente dos estudos da pineal que se achavam ligados a questões religiosas. Os gregos conheciam-na como conarium, e os latinos como pinealis, semelhantes a uma pinha. Esses povos em suas dissertações localizavam na pineal o centro da vida.Mais tarde, os trabalhos sobre aglândula pineal se enriqueceram com os estudos de De Graff, Stenon e Descartes, que em 1677 fez uma minuciosa descrição da glândula, atribuindo-lhe papel relevante. Para ele, “a alma seria o misterioso hóspede da glândula pineal”.Em 1954 vários estudiosos publicaram um livro com o somatório crítico de toda a literatura existente sobre a glândula, chegando a algumas conclusões:

  • A glândula pineal deixou de ser o órgão sensorial e passou a ser uma glândula de secreção endócrina.
  • A glândula pineal teria influência sobre o amadurecimento das glândulas sexuais (ovários e testículos); quando atuante, a pineal inibiria o desenvolvimento dessas glândulas; quando inativa (após os 14 anos mais ou menos), permitiria o desenvolvimento dos ovários e testículos, ocorrendo assim o aflorar da sexualidade.
  • Seu hormônio (melatonina) favoreceria o sono, diminuiria crises convulsivas, sendo por isso conhecida como a glândula da tranqüilidade.
  • Atuaria ainda como reguladora das funções da tireóide, do pâncreas e das supra-renais.
  • Seria ainda uma reguladora global do sistema nervoso central.

O PONTO DE VISTA DA DOUTRINA ESPÍRITA

Em “Missionários da Luz”, cap. I e II, André Luiz, estudando um médium psicógrafo com o instrutor Alexandre, observa a epífise do médium a emitir intensa luminosidade azulada, ao que o instrutor esclarece:”No exercício mediúnico de qualquer modalidade, a pineal desempenha o papel mais importante.”

André Luiz observa:

“Reconheci que a glândula pineal do médium expelia luminosidade cada vez mais intensa… a glândula minúscula transformara-se em núcleo radiante e ao redor seus raios formavam um lótus de pétalas sublimes. Examinei atentamente os demais encarnados e observei que em todos a pineal apresentava notas de luminosidade, mas em nenhum brilhava como no médium em serviço. Alexandre esclarece: é na pineal que reside o sentido novo dos homens, entretanto, na grande maioria, a potência divina dorme embrionária.”

Em “Missionários da Luz”, André Luiz esclarece:

“Não se trata de um órgão morto segundo as velhas suposições, é a glândula da vida mental. Ela acorda no organismo do homem, na puberdade, as forças criadoras, e em seguida continua a funcionar como o mais avançado laboratório de elementos da criatura terrestre.Aos 14 anos aproximadamente, a glândula reajusta-se ao concerto orgânico e reabre seus maravilhosos mundos de sensações e impressões da esfera emocional. Entrega-se a criatura à recapitulação da sexualidade, examinando o inventário de suas paixões vividas em outras épocas, que reaparecem sob fortes impulsos. Ela preside aos fenômenos nervosos da emotividade, como órgão de elevada expressão no corpo etéreo. Desata de certo modo os laços divinos da Natureza, os quais ligam as existências umas às outras, na seqüência de lutas pelo aprimoramento da alma e deixa entrever a grandeza das faculdades criadoras de que a criatura se acha investida.”

Observamos, então, que a pineal apresenta particularidades e funções que transcendem o posicionamento da ciência oficial.Ela domina o campo da sexualidade, estabelece relações com o mundo espiritual, via mediunidade, transformando energia mental em estímulo nervoso e mantém contato entre o Espírito e o corpo, através do centro coronário, além de presidir aos fenômenos da emotividade.

André Luiz acrescenta:

“Segregando delicadas energias psíquicas, ela conserva todo o sistema endócrino. Ligada à mente, através de princípios eletromagnéticos do campo vital, comanda as forças subconscientes sob a determinação direta da vontade. As redes nervosas constituem-lhe fios telegráficos para ordens imediatas a todos os departamentos celulares e sob sua direção efetuam-se os suprimentos de energia a todos os órgãos.”

 

 

DOUTOR E MÉDICO EM PSIQUIATRIA DEFENDE “TESE DE DOUTORADO” SOBRE “MÉDIUNS ESPÍRITAS”

        Alexander Moreira de Almeida é médico e doutor em psiquiatria pela USP – Universidade de São Paulo, coordenador do NEPER – Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e director técnico e clínico do HOJE – Hospital João Evangelista. O fato de registro, é que o doutor Alexander de Almeida defendeu sua Tese de Doutorado sobre “Fenomenologia das experiências mediúnicas, perfil e psicopatologia de médiuns_espíritas” recorrendo a dezenas de médiuns espíritas e a várias associações espíritas de São Paulo, onde concedeu uma entrevista exclusiva ao Jornal de Espiritismo;

(nota do Monicavoxblog;Estas informações disponibilizadas aqui  são as constatações de um médico estudioso e doutor na área, cujo currículo é bastante respeitado e foi bem examinado pela banca especialista que o acompanhou nesta tese, como está descrito abaixo.Cada um dos leitores pode tirar suas próprias conclusões e usar seu discernimento interior para aproveitar o que melhor se encaixar nas suas convicções)

  • Como médico psiquiatra, o que o levou a escolher tal Tese de trabalho, para o seu doutoramento: “Fenomenologia das experiências mediúnicas, perfil e psicopatologia de médiuns espíritas“?
    • Alexandre Moreira Almeida – A importância que as vivências mediúnicas tiveram e ainda têm nas diversas civilizações e, mesmo assim, serem praticamente inexploradas no meio acadêmico.
  • Como os seus examinadores e a própria Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, viram a sua Tese de Doutorado?
    • AMA – Muito bem. Sempre recebi todo o apoio do Departamento de Psiquiatria da USP, da FAPESP (Fundação de Amparo À Pesquisa do Estado de São Paulo), bem como a banca teve uma postura muito científica: – rigorosa, mas aberta.
  • E o orientador da Tese de Doutorado? Quem foi?
    • AMA – Francisco Lotufo Neto, professor livre-docente do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo..
  • Quem foram seus examinadores?
    • AMA –
      • Prof. Dr.. Paulo Dalgalarrondo, Doutor pela Universidade de Heildelberg (Alemanha), livre-docente em Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas);
      • Prof. Dr. Leonardo Caixeta, psiquiatra, doutor em Neurologia pela Universidade de São Paulo, professor da UFG (Universidade Federal de Goiás);
      • Prof. Homero Vallada, livre-docente, Professor de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP e da Universidade de Londres, maior especialista em genética psiquiátrica no Brasil e pelo
      • Prof. Dr. Paulo Rossi Menezes, psiquiatra e epidemiologista, doutor pela London Universisty, livre-docente da faculdade de Medicina da USP.
  • Existiu algum critério específico para a composição da Banca Examinadora?
    • AMA – Que fossem pesquisadores destacados e que estudassem áreas relacionadas ao tema da tese.
  • Durante seu estudo, verificou por certo o grau de escolaridade dos médiuns espíritas. São eles incultos e ignorantes como se diz?
    • AMA – 46,5% dos médiuns tinham escolaridade superior ou superior com pós-graduação. O Censo Brasileiro de 2000 mostrou que o Espiritismo é a única religião em que a proporção de adeptos aumenta quanto maior o nível educacional do segmento estudado.
  • Os médiuns espíritas sofrem de transtornos dissociativos, psicóticos ou transtornos de personalidade múltipla?
    • AMA – Eles também podem apresentar estes e outros transtornos mentais, como qualquer indivíduo, no entanto, a prevalência de problemas psiquiátricos entre os médiuns estudados foi menor que o encontrado na população geral. (Ver: Doença mental e Mediunidade)
  • Então os médiuns espíritas não são esquizofrênicos?
    • AMA – Não, eles são até mais saudáveis que a população geral. Isto, apesar de terem muitas vivências alucinatórias e de influência que normalmente são consideradas como sintomas clássicos de esquizofrenia.
  • Como a mediunidade é vista pela medicina?
    • A.M.A – Como a expressão de uma manifestação cultural, religiosa, que não necessariamente é patológica. Sobre a explicação de sua origem, habitualmente é considerada como um fenômeno dissociativo em que se manifestam conteudos do inconsciente do indivíduo. No entanto, estas ideias são baseadas em muitas opiniões e poucas pesquisas.
  • A mediunidade é causa de doenças mentais?
    • AMA – Apesar de, historicamente, nos últimos 150 anos ter se acreditado nisto, não há evidências a este respeito.
  • Quais os possíveis mecanismos neurofisiológicos da mediunidade?
    • AMA – Desconheço estudos a este respeito, tudo que eu dissesse seria meramente especulativo.
  • Alguns colegas defendem que a glândula_pineal é o órgão sensorial da mediunidade. Sabemos que essa hipótese não é nova. O espírito de André_Luizatravés do respeitado médium Francisco_Cândido_Xavier trouxe de novo a “lume”. Qual a sua opinião?
    • AMA – Há uma longa história de associação da pineal com o Espírito, isto vem desde Descartes. Do ponto de vista científico, desconheço qualquer estudo trazendo evidências da pineal se relacionar com mediunidade. Entretanto, sem dúvida é uma interessante hipótese a ser testada.
  • Sendo médico e doutor em psiquiatria, o que é a mediunidade?
    • AMA – Penso que a mediunidade é uma manifestação de uma habilidade humana que tem estado presente na maioria das civilizações ao longo da história. A origem destas vivências em muitos casos, acredito, podem estar realmente no inconsciente dos médiuns. Entretanto, há um considerável número de casos em que esta explicação é insuficiente, apontando para alguma fonte externa ao médium.
  • Como relaciona psiquiatria, espiritualidade e mediunidade?
    • AMA – A psiquiatria deve estar interessada numa visão abrangente e multifacetada do ser humano, assim a espiritualidade deve ser levada em conta, como todas as demais dimensões da existência humana. Por fim, a mediunidade é uma vivência que pode nos revelar muito sobre o funcionamento da mente e sua relação com o corpo. Muitos de nossos trabalhos na área podem ser acessados na página www.hojenet.org no item “teses & artigos”.
  • Como distingue em seus pacientes “mediunidade” com distúrbios meramente neuropsicológicos?
    • AMA – Esta pergunta não admite uma resposta simples. Faz-se necessária uma avaliação cuidadosa e ampla da pessoa, o que ela tem vivenciado, suas crenças e seu contexto social e cultural. Em linhas gerais, para uma certa vivência ser considerada indicativa de um transtorno mental, deve estar associada a sofrimento, falta de controle sobre sua ocorrência, gerar incapacitação, coexistir com outros sintomas de transtornos mentais e não ser aceita pelo grupo cultural ao qual pertence o indivíduo.
  • Ao receber um paciente portador de faculdade mediúnica, como conduz o caso?
    • AMA – Trato o transtorno mental existente além de recomendar que o paciente continue com suas práticas religiosas. No entanto, se ele estiver com desequilíbrios mais graves, inicio o tratamento farmacológico e psicoterápico e solicito o afastamento das atividades mediúnicas. No entanto, recomendo que continue participando das demais atividades religiosas (palestras, orações, cultos, passes…)
  • O seu estudo reuniu a maior amostra de médiuns espíritas alguma vez investigada na área médica no mundo. A sua tese já teve repercussões no meio médico ou em algum centro de investigação universitário? Quais?
    • AMA – Tenho apresentado os resultados da tese em congressos científicos no Brasil e nos EUA, como por exemplo o Congresso Brasileiro de Psiquiatria e International Conference on Mediumship promovido pela Parapsychology Foundation.
  • Nesses congressos científicos, como os investigadores brasileiros e norte-americanos reagiram à sua investigação?
    • AMA – Muito bem, demonstrando bastante interesse.
  • Como vê a doutrina espírita, codificada por Allan Kardec?
    • AMA – Como uma proposta bem fundamentada de se fazer uma investigação científica e com bases empíricas de fenômenos antes considerados metafísicos e fora do alcance da ciência.
  • O que é o NEPER – Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo?
    • AMA – É um grupo de estudos interdisciplinar das relações entre religiosidade saúde. É composto por psiquiatras, neurologistas, historiadores, psicólogos, antropólogos, filósofos. Não está vinculado a nenhuma religião, se prende apenas à rigorosa investigação científica nesta área.
  • Que mensagem gostaria de deixar aos médicos europeus?

 

Visão pessoal

A mediunidade é um fenômeno espiritual que ocorre com muito mais freqüência do que imaginamos. Como disse uma vez Francisco Cândido Xavier, o maior médium brasileiro e um dos maiores do mundo até hoje, estamos rodeados de espíritos. Por existirem em planos mais sutis, imponderáveis para a física mecânica, com leis ainda desconhecidas pela ciência, alguns céticos não acreditam em sua existência e por isso, tem dificuldade em perceber suas influências. Potencialmente, todos somos médiuns, independente de nossa crença pessoal, pois a mediunidade é algo inerente ao espírito (lembre-se de que somos um espírito, apenas estamos temporáriamente encarnados). Porém, as pessoas não possuem a mediunidade no mesmo grau. Alguns a possuem em estado bastante aflorado, de forma ostensiva; são pessoas muito sensíveis. Outras, a possuem apenas em estado latente e recebem do plano espiritual apenas uma vaga impressão. Costumamos chamar de médiuns ,aqueles que possuem esta faculdade de maneira  ostensiva, portanto, deste ponto de vista, poucos podem ser considerados médiuns. Mediunidade não significa, necessáriamente, que a pessoa que a possua seja um espírito evoluído. Existem aqueles que são bastante sensíveis, mediúnicamente, por viverem em um clima interior mais elevado, mais desapegado da matéria. É uma conquista do espírito. Mas a grande maioria dos médiuns recebe uma preparação em seu corpo espiritual (perispírito ou corpo astral) antes de reencarnar, para estarem em condições de exercer a mediunidade. É uma oportunidade de evolução e de repararem os equívocos cometidos em outras encarnações através da caridade, do auxílio ao próximo. Podemos receber as sugestões dos nossos benfeitores espirituais (que tem vários nomes em outra crenças) nos momentos que necessitarmos. Basta que elevemos nossos corações em prece e amor para que a Paz esteja entre nós. Mediunidade é equilibrio e responsabilidade.

Monicavox

 

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OS FARDOS DO PASSADO – A MENTE TRANQÜILA – A COMUNICAÇÃO – A REALIZAÇÃO – DISCIPLINA – O SILÊNCIO – A VERDADE E A REALIDADE-por Jiddu Krishnamurti

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Na vida que em geral levamos há muito pouca solidão. Mesmo quando estamos sós, nossa vida está tão repleta de influências, de conhecimentos, de memórias e experiências, de ansiedade, aflição e conflito, que nossa mente se torna cada vez mais embotada e insensível, funcionando numa monótona rotina. Estamos sós, alguma vez? Ou estamos transportando conosco todas as cargas de ontem?

Conta-se uma história interessante de dois monges que, caminhando de uma aldeia para outra, encontraram uma jovem sentada à margem de um rio, a chorar. Um dos monges dirigiu-se a ela, dizendo: “Irmã, por que choras?” E ela respondeu: “Estás vendo aquela casa do outro lado do rio? Eu vim para este lado hoje de manhã cedo e não tive dificuldade em vadear o rio; mas, agora ele engrossou e não posso voltar; não há nenhum barco”. “Oh!” diz o monge, “isto não é problema” – e levantou nos braços a jovem e atravessou o rio, deixando-a na outra margem. E os dois monges prosseguem juntos a jornada. Passadas algumas horas, diz o outro monge: “Irmão, nós fizemos o voto de nunca tocar numa mulher. O que fizeste é um horrível pecado. Não sentiste prazer, uma sensação extraordinária, ao tocar uma mulher?” – E o outro monge responde: “Eu a deixei para trás há duas horas. Tu ainda a estás carregando, não é verdade?”

É isso o que fazemos. Carregamos nossos fardos a todas as horas; nunca morremos para eles, nunca os deixamos para trás. É só quando dispensamos a um problema toda a nossa atenção e o resolvemos imediatamente, sem o transportarmos para o dia seguinte, o minuto seguinte – é só então que há solidão. Então, ainda que estejamos numa casa cheia de gente, ou viajando num ônibus, temos solidão. E essa solidão denota uma mente nova, uma mente inocente.

Ter silêncio e espaço interiores é muito importante, porque implica liberdade para existir, mover-se, atuar, voar. Afinal de contas, a bondade só pode florescer onde há espaço, assim como a virtude só pode medrar quando há liberdade. Podemos ter liberdade política, mas, interiormente, não somos livres e, por conseguinte, não há espaço. Nenhuma virtude, nenhuma qualidade valiosa, pode funcionar ou medrar sem esse vasto espaço interior. E o espaço e o silêncio são necessários, pois apenas a mente que está só, livre de influências, de disciplinas, do controle de uma infinita variedade de experiências, é capaz de encontrar-se com algo totalmente novo.

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Cada um de nós pode verificar diretamente que só há possibilidade de clareza quando a mente se encontra em silêncio. No Oriente, a finalidade da meditação é produzir um estado mental capaz de controlar o pensamento, o que é a mesma coisa que recitar constantemente uma oração para quietar a mente, esperando-se que, nesse estado, se compreenderão os problemas do indivíduo. Mas, a menos que sejam lançadas as bases, ou seja que se esteja livre do medo, livre do sofrimento, da ansiedade e de todas as armadilhas que armamos para nós mesmos, não vejo possibilidade de a mente ficar realmente quieta. Esta é uma das coisas mais difíceis de transmitir.

A comunicação entre nós requer, não só que compreendais as palavras que estou empregando, mas também que ambas as partes, vós e eu, estejam tensas ao mesmo tempo, nem um momento mais cedo ou mais tarde, e sejam capazes de encontrar-se no mesmo nível. Essa comunicação não é possível quando estais interpretando o que estais lendo de acordo com vossos próprios conhecimentos, vosso prazer ou vossas opiniões, ou quando estais fazendo um tremendo esforço para compreender.

Um dos piores tropeços na vida – parece-me – é essa luta constante para alcançar, conseguir, adquirir. Desde a infância somos educados para adquirir e realizar; as próprias células cerebrais criam e exigem esse padrão de realização, a fim de terem segurança física, mas a segurança psicológica não se encontra no campo da realização. Exigimos segurança em todas as nossas relações, atitudes e atividades, mas, como já vimos, não existe realmente essa coisa chamada segurança. Se descobris, por vós mesmo, que não há nenhuma forma de segurança em qualquer espécie de relação – se percebeis que, psicologicamente, nada existe de permanente, esse percebimento vos proporciona uma maneira totalmente diferente de considerar a vida. É essencial, naturalmente, a segurança exterior – teto, roupa, comida – mas essa segurança exterior é destruída pela exigência de segurança psicológica.

Resultado de imagem para imagens de jidduO espaço e o silêncio são necessários para ultrapassarmos as limitações da consciência, mas, como pode ficar quieta uma mente que está perenemente ativa em seu próprio interesse? Podemos discipliná-la, controlá-la, moldá-la, mas essa tortura não torna a mente quieta; só a torna embotada. Evidentemente, o mero cultivo do ideal de ter uma mente quieta é sem valor, porque, quanto mais a forçamos, mais estreita e estagnada ela se torna. Qualquer forma de controle, tal como a repressão, só produz mais conflito. Assim, o controle e a disciplina exterior não constituem o caminho certo, e tampouco tem algum valor uma vida não disciplinada.

A vida de quase todos nós é exteriormente disciplinada pelas exigências da sociedade, pela família, por nosso próprio sofrimento, nossa própria experiência, pelo ajustamento a certos padrões ideológicos ou factuais, e essa forma de disciplina é a coisa mais maléfica que existe. A disciplina deve ser sem controle, sem repressão, sem nenhuma forma de medo. Como pode nascer essa disciplina? Não é – primeiro disciplina, depois liberdade; a liberdade está bem no começo, e não no fim. Compreender essa liberdade, que significa estar livre do ajustamento que a disciplina impõe, é disciplina. O próprio ato de aprender é disciplina (aliás, a própria raiz da palavra disciplina significa aprender), o próprio aprendizado transforma-se em clareza. A compreensão de toda a natureza e estrutura do controle, da repressão e da complacência, requer atenção. Não é necessário impor disciplina para estudar, pois já o ato de estudar cria sua própria disciplina, sem repressão de espécie alguma.

Para rejeitarmos a autoridade (referimo-nos à autoridade psicológica e não à autoridade da lei), rejeitarmos a autoridade de todas as organizações religiosas, de todas as tradições e da experiência, temos de ver por que, normalmente, obedecemos; temos, com efeito, de estudar isso. Esse estado exige que nos achemos livres da condenação, da justificação, da opinião, da aceitação. Ora, não podemos aceitar a autoridade, e estudá-la; isso é impossível. Para se estudar toda a estrutura psicológica da autoridade, cumpre exista liberdade dentro de nós mesmos. E quando a estamos estudando, estamos rejeitando toda a sua estrutura, e quando rejeitamos, essa própria rejeição é a luz da mente livre da autoridade. A negação de tudo o que tem sido considerado valioso – como a disciplina externa, a liderança, o idealismo – é estudá-lo; então, esse próprio ato de estudar não só é disciplina, mas a negação dela, e a própria negação é um ato positivo. Assim, estamos negando todas as coisas consideradas importantes para promover a quietação da mente.

Como vemos, não é o controle que leva à quietação. Tampouco está quieta a mente ao ter um objeto que de tal maneira a absorve que ela se perde nesse objeto. Isso é como dar a uma criança um brinquedo interessante; a criança se torna quieta, mas, tire-se-lhe o brinquedo e ela volta a fazer travessuras. Todos nós temos os nossos brinquedos que nos absorvem, e, por isso, pensamos que estamos muito quietos; mas, se um homem se dedica a uma certa forma de atividade, científica, literária ou qualquer outra, o brinquedo apenas o absorve e ele não está, em absoluto, totalmente quieto.

O único silêncio que conhecemos é o silêncio que vem quando cessa o barulho, o silêncio que vem quando o pensamento cessa; mas isso não é silêncio. O silêncio é coisa toda diferente, como a beleza, como o amor. Esse silêncio não é o, produto de uma mente quieta, não é o produto de células cerebrais que, tendo compreendido toda a estrutura, dizem: “Pelo amor de Deus, fica quieto!”; são, então, as próprias células cerebrais que produzem o silêncio, e isso não é silêncio. Tampouco é o silêncio produto da atenção em que o observador é o objeto observado; não há então atrito, mas isso não é silêncio.

Estais esperando que eu vos descreva o que é esse silêncio, a fim de poderdes compará-lo, interpretá-lo, levá-lo e enterrá-lo. Ele é indescritível. O que pode ser descrito é o conhecido, e o estado livre do conhecido só pode tornar-se existente quando há um morrer todos os dias para o conhecido, para os insultos, as lisonjas, para todas as imagens que tendes formado, para todas as vossas experiências: morrer todos os dias, para que as células cerebrais se tornem novas, juvenis, inocentes. Mas, essa inocência, esse frescor, essa “qualidade” de ternura e delicadeza não produz o amor; não é a “qualidade” da beleza ou do silêncio.

Resultado de imagem para imagens de jidduVisão pessoal….

Aquele silêncio, que não é o silêncio do fim do barulho, é só um modesto começo. Ê como passar por um túnel estreito para se chegar a um oceano imenso, vasto, extenso – a um estado imensurável, atemporal. Mas isso não se pode compreender verbalmente, a menos que se tenha compreendido toda a estrutura da consciência e o significado do prazer, do sofrimento e do desespero, e as próprias células cerebrais se tenham tornado quietas. Então, talvez alcancemos aquele mistério que ninguém pode revelar-nos e nada pode destruir. Uma mente viva é uma mente quieta, uma mente viva é uma mente que não tem centro algum e, por conseguinte, não tem espaço nem tempo. Essa mente é ilimitada, e esta é a única verdade, a única realidade…..

Inspiração….

 

ICK Instituição Cultural Krishnamurti

Krishnamurti – A Arte de Viver.pdf

Liberte-se do Passado, J. Krishnamurti

Krishnamurti – O Despertar da Sensibilidade.pdf

Krishnamurti – O Homem e Seus Desejos Em Conflito.pdf

Monicavox

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Conhecendo a Terapia dos Florais

Quem trabalha com a terapia floral descobre a beleza e a maravilha de ver seres humanos transformados, reencontrados e mais auto-conscientes. Terapeutas florais bem formados e experientes têm ciência da ação notável das essências florais em seres humanos, animais e até em plantas.Os resultados efetivos da terapia floral têm sido comprovados não só pelos especialistas da área, como por uma ampla gama de profissionais, como médicos, dentistas, pedagogos, psicólogos, entre outros. Mesmo veterinários e criadores de animais têm utilizado, com muito sucesso, a terapia floral no tratamento de animais domésticos e selvagens.A Organização Mundial da Saúde (OMS), que é uma importante agência da ONU, declarou em 1978, na Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, que “Cada remédio trata uma determinada pessoa e uma condição particular. O uso de todos estes remédios (as essências florais) está amplamente distribuído pelo mundo em uma pequena escala. Eles são excelentes para o auto cuidado, sendo totalmente sem efeitos colaterais e não oferecem perigo caso um remédio errado seja prescrito”.Desde a descoberta das essências florais e a sistematização da terapia floral feita pelo Dr. Bach, na década de 1930, milhões de pessoas foram beneficiadas pelo seu uso. A terapia floral é hoje reconhecidamente uma forma terapêutica e uma ciência bem fundamentada e sistematizada, que proporciona reequilíbrio emocional, mental e comportamental para as pessoas, de forma simples, precisa e suave.

O uso da terapia floral

A terapia floral é indicada para o tratamento de desequilíbrios emocionais, afetivos, psíquicos e comportamentais. Por isso, é utilizada no tratamento de medos, pânico, traumas, TOC, compulsões, carências emocionais, irritabilidade, depressão, insegurança, autoritarismo, apatia, desatenção, dificuldade de aprendizado, humor instável e outros.Normalmente, os resultados mais efetivos são obtidos através da orientação de um terapeuta floral ou de outro profissional da área da saúde igualmente bem treinado em terapia floral. Porém, qualquer pessoa pode recorrer às essências florais para o seu uso pessoal, desde que tenha um conhecimento razoável sobre si mesma e sobre o uso das essências florais.

Dr Edward Bach

Edward BachCarreira médica – primeiros anos

Edward Bach estudou medicina primeiro em Birmingham e mais tarde no University College Hospital de Londres, onde se tornou cirurgião residente. Tabalhou também em sua clínica privada de Harley Street. Em seu trabalho como bacteriologista, fisiologista e patologista, Dr. Bach foi pioneiro com suas pesquisas de vacinas em seu laboratório.Em 1917, Dr. Bach trabalhava nas tendas dos hospitais de campanha tratando os soldados que regressavam de França, da I Grande Guerra Mundial. Um dia, de repente ele desmaiou e foi levado de emergência para o bloco operatório, vítima de uma grave hemorragia. Um tumor lhe foi retirado por seus colegas porém, seu prognóstico era pouco promissor. Quando recuperou, foi-lhe dito que lhe restavam escassos três meses de vida.Desse modo, assim que se recuperou de seu período de convalescença, Bach regressou ao seu laboratório e retomou seu trabalho de investigação. Ele ansiava avançar tudo o possível em seu trabalho de pesquisa, no pouco tempo que aparentemente lhe sobrava. Mas com o passar do tempo, ele se sentia cada vez mais forte. Passados 3 meses, Dr. Bach se sentia mais forte do que nunca. Ele estava convencido que seu sentido de missão o salvara: tinha ainda muito trabalho por fazer.

Pesquisas homeopáticas

Sua investigação estava sendo bastante bem sucedida, porém Dr. Bach se sentia insatisfeito com o fato de a medicina esperar dos médicos e investigadores que se focassem nas doenças, ignorando as pessoas em sua totalidade. Ele sonhava com uma abordagem mais holística da medicina. Talvez isso explique porque, não sendo homeopata, ele aceitou a oferta de um cargo no Royal London Homeopathic Hospital.Uma vez nessa instituição, ele se deu rapidamente conta das semelhanças entre seu trabalho de pesquisa com as vacinas e os princípios da homeopatia. Ele adaptou suas vacinas no sentido de produzir sete nosódios homeopáticos. Este trabalho e sua posterior publicação lhe trouxe alguma fama dentro dos círculos homeopáticos.

Os remédios florais

Até então seu trabalho de pesquisa esteve relacionado com as bactérias, no entanto Dr. Bach pretendia descobrir remédios mais puros e que não dependessem diretamente de doenças. Ele começou a recoletar plantas, em particular flores, na esperança de substituir seus nosódios por uma série de remédios mais suaves.Em 1930, o entusiasmo pela direção que seu trabalho estava tomando fez com que Dr. Bach deixasse seu lucrativo negócio de Harlem Street e a cidade de Londres. Ele estava determinado a dedicar sua vida a este novo sistema médico que ele estava certo de poder encontrar em plena natureza. Como sua assistente, ele tomou uma radiografista chamada Nora Weeks.Tal como abandonou a casa, o consultório e o emprego, Dr. Bach começou também a abandonar o método científico e a lógica reducionista. Ele permitiu, em vez disso, que seus dons naturais aflorassem, deixando gradualmente a intuição se apoderar do processo e lhe guiar às plantas certas.Ao longo de anos de tentativa e erro, preparando e testando milhares de plantas, Dr. Bach encontrou um a um e todos os remédios que procurava. Cada planta tencionando tratar um estado mental ou emocional específico. Desse modo ele descobriu que, tratando a personalidade e os sentimentos de seus pacientes, sua infelicidade e tensão física se poderiam aliviar naturalmente, à medida que o potencial curativo de seus corpos se ia desbloqueando e permitindo seu correto funcionamento.Sua vida se regeu pelas estações do ano entre 1930 e 34, em um padrão sazonal: durante a Primavera e o Verão, Dr. Bach preparava e procurava remédios; de Outono e de inverno, ele prestava conselho e ajuda a quem o viesse procurar. Seus invernos se passavam na cidade costeira de Cromer, foi aí onde ele fez amizade com o terapeuta e construtor local Victor Bullen.

O Bach Centre

Em 1934, Dr. Bach e Nora Weeks se mudaram para Mount Vernon, na pequena aldeia de Brighwell-cum-Sotwell em Oxforshire. Em os campos e veredas da aldeia ele encontrou as plantas que necessárias para completar seu sistema. Nessa época, seu corpo e sua alma estavam tão sincronizados com seu trabalho que Bach chegava a sofrer dos mesmos estados emocionais para os quais estava procurando cura, e experimentava plantas e flores até encontrar aquela que o ajudaria, cessando o efeito nefasto de dita emoção. Desse modo, com grande esforço e sacrifício pessoal ele pode completar o trabalho de sua vida.Um ano após ter dado por terminada sua pesquisa e seu sistema floral por completo, Dr. Bach faleceu pacificamente na noite de 26 de Novembro de 1936. Ele tinha apenas 50 anos, porém tinha superado seu prognóstico de vida em mais de 20 anos. Nos deixou o equivalente a várias vidas de investigação e esforço e um sistema médico utilizado em todo o mundo.O trabalho do Dr. Bach foi por ele entregue em mãos de seus colegas e amigos Nora Weeks, Victor Bullen e Mary Tabor, expressando seu desejo de que estes lhe dessem continuidade e se mantivessem fiéis à essência de simplicidade que ele alcançara.

A herança do Bach Centre

O Dr. Bach ensinou seus assistentes Nora Weeks e Victor Bullen tudo que precisavam saber sobre as plantas por ele utilizadas, também lhes ensinou como preparar remédios. Nora e Victor, por sua vez, ensinaram John Ramsell e Nickie Murray. Quando Nickie se aposentou do Bach Centre, John ensinou a sua filha Judy Ramsell Howard a arte de preparar essências mãe.Judy é a atual Diretora do Centro. Em conjunto, ela e seu marido Keith têm cinquenta anos de experiência preparando remédios.O Centro sempre esteve envolvido na preparação de tinturas mãe.

Os mecanismos de ação das essências florais

O sucesso da terapia floral no tratamento das nossas deficiências e desequilíbrios psicológicos está ligado à singularidade das essências florais.As essências florais são extraídas, em geral, de plantas silvestres específicas. Cada planta tem a capacidade de reequilibrar e reordenar um estado psíquico humano particular. Então, uma planta trata do estado de medo, uma outra da tristeza, outra da impaciência, e assim por diante.Por exemplo, a flor da planta Gentiana amarella (cuja essência floral chama-se Gentian) tem o mesmo padrão de ondas bio-eletromagnéticas que a mente humana emite quando um indivíduo está num estado de otimismo, confiança e perseverança. Então a essência floral Gentian é utilizada para tratar os quadros de  desânimo, pessimismo e falta de confiança.

Como outro exemplo, temos a flor da planta Mimulus guttatus (cuja essência floral chama-se Mimulus). Ela possui as mesmas configurações energéticas das ondas bio-eletromagnéticas emitidas por uma pessoa que se encontra num estado de coragem, desembaraço e valentia. Por isso, essa essência é indicada para tratar pessoas que sentem-se tímidas, ou que são medrosas, ou mesmo para os momentos em que nos sentimos amedrontados frente a alguma circunstância.

O motivo que torna o uso dessas plantas compatível com a mente humana, foi a descoberta de que certas flores silvestres têm o mesmo padrão de ondas (forma e frequência) que são emitidas pela mente humana saudável. Porém, como a energia de certos vegetais pode ter uma ressonância com os estados da mente humana?Muitos seres vivos compartilham de estados psíquicos semelhantes. Humanos, cães, gatos e praticamente todos os animais conhecidos manifestam emoções como o medo, a coragem, a tristeza, a raiva, a agressividade, o ciúmes e tantos outros. Hoje, depois das pesquisas iniciadas pelo cientista Cleve Backster, a ciência reconhece que as plantas e os vegetais também manifestam estados psíquicos muito semelhantes aos nossos, como a ansiedade, a alegria, o medo, a empatia, etc.

Então, dentro de uma perspectiva materialista, as essências florais obtidas a partir de plantas que possuem determinados padrões de ondas positivos, estáveis e perfeitamente coerentes com os estados da mente humana saudável, podem reordenar os padrões psíquicos alterados de seres humanos. Assim, quando uma pessoa toma uma essência floral, ela recebe um padrão de onda bioenergético, organizado e natural, que ressoa nas estruturas do seu próprio sistema nervoso, remodelando-o, e assim influenciando toda a sua psique e suas condições emocionais.

Já a partir de um ponto de vista espiritual, as essências florais carregam em si padrões de consciência espiritual. Estes padrões são positivos e estão em perfeita ressonância com as estruturas de consciência harmônica que formam o universo. Assim, quando ingeridas, as essências florais alcançam os núcleos de consciência espiritual básica do indivíduo, fazendo com que ele recobre os padrões de consciência universalmente coerentes e humanamente corretos.

Como são feitos os remédios

Existem dois métodos utilizados para preparar os remédios. A maioria das flores delicadas é preparada através do método solar. Trata-se de manter as sumidades floridas flutuando em água pura e expostas diretamente ao sol durante três horas.As plantas mais lenhosas e aquelas que geralmente florescem quando o sol está menos forte são geralmente preparadas pelo método de fervura. Ou seja, colocam-se para ferver as inflorescências da planta em água durante meia hora.Em ambos os casos, após o calor ter transferido a energia das flores para a água, a água energizada é misturada com uma quantia igual de brandy. A mistura resultante se chama tintura mãe.As tinturas mãe são posteriormente diluídas em brandy (numa proporção de duas gotas de remédio para 30 ml de brandy), dando origem aos frascos de florais, conhecidos por remédios de estoque, que você encontra à venda nas lojas

A preparação de remédios florais hoje

Até 1991, o Bach Centre preparava, diluía e engarrafava seus próprios remédios em Mount Vernon e os enviava para as lojas de todo o mundo.Porém, à medida que a procura mundial cresceu, o Centro não conseguiu continuar dando resposta, por essa razão entre 1991 e 1993, decidimos vender nosso negócio de produção de remédios para a Nelsons, uma pequena empresa familiar. Isso deixou o Bach Centre livre para se concentrar no ensino e em seu trabalho com os BFRPs (terapeutas registradas).Hoje em dia há várias companhias produzindo os 38 remédios. Todo remédio convenientemente preparado funcionará tão bem como qualquer outro. Por isso, escolha a marca em que você sentir maior confiança.

Como tomar remédios florais

Os remédios florais podem ser tomados de diferentes formas. As indicações que se seguem foram desenhadas para ser fáceis de lembrar. Tomar doses maiores não tem um efeito mais intenso, porém, se você está passando por uma crise pode sempre tomar doses mais frequentes para o ajudar a superar esse momento de crise.

O método do ‘copo d’água’

No caso de estados de humor temporários ou problemas passageiros coloque duas gotas de cada floral selecionado em um copo d’água. Vá bebendo em pequenos goles até que se sinta aliviado. Se estiver utilizando a fórmula de emergência pré-preparada, coloque quatro gotas no copo de água em vez de duas.Esse método pode também ser utilizado para problemas mais prolongados. Nesse caso, o conteúdo do copo deve ser bebido em pequenos e espaçados goles ao longo do dia – pelo menos 4 vezes. Mantenha o copo na geladeira ou faça um novo preparado cada dia.

Frascos de tratamento

Para problemas mais crônicos recomendamos preparar frascos de tratamento, pois é o modo mais barato de utiliza-los e fará seu precioso kit de remédios de estoque durar mais tempo. Simplesmente:

  • Arranje um frasco conta-gotas de 30ml (procure, por exemplo, numa farmácia local)
  • Junte 2 gotas de cada remédio selecionado no frasco (e/ou quatro gotas da fórmula de emergência pré-preparada)
  • Encha o frasco conta-gotas com água engarrafada de nascente
  • Desse frasco tome 4 gotas, pelo menos 4 vezes ao dia

Os frascos de tratamento lhe durarão duas ou três semanas se você os guardar em um lugar fresco, na geladeira, por exemplo. Caso isso não seja possível, caso viva em um lugar quente ou ande levando no bolso o seu frasco de remédio, junte-lhe uma colher de chá de brandy antes de encher o frasco de água. Isso ajudará a água a se manter salubre. Se você não quiser usar brandy, utilize antes vinagre de cidra ou glicerina.

Uso direto na língua

Pode também usar os remédios puros, sem dilui-los. Esta é a forma mais cara de tomar os remédios e também aquela com um sabor mais intenso a brandy (a menos que você esteja usando um remédio de estoque em glicerina) por isso é a menos recomendada, contudo ela é igualmente efetiva.Para tornar mais fácil memorizar, tome sempre o mesmo número de gotas, quer esteja tomando o floral puro do frasco de remédio de estoque direto na língua, quer esteja misturando florais em um frasco conta-gotas, ou tomando os remédios num copo de água: sempre duas gotas.Se estiver tomando a fórmula de emergência pré-preparada, a dose é de quatro gotas, seja direto na língua, num copo de água ou num preparado em frasco conta-gotas.Em qualquer dos casos, repita se necessário – no que respeita os tratamentos a longo prazo – pelo menos quatro vezes ao dia.

Guia de remédios

Cada um dos 38 remédios descobertos pelo Dr. Bach representam e servem para equilibrar uma determinada característica ou estado emocional específico. Para selecionar os remédios que você necessita, pense que tipo de pessoa você é e de que forma se está sentindo.Para mais informação sobre cada um dos remédios nessa lista, selecione o link correspondente.Pode também lhe ser útil ler alguns casos de estudo antes, para entender como funcionam os remédios do sistema floral de Bach.

Agrimony – tortura mental detrás de um rosto alegre

Aspen – medo de coisas desconhecidas

Beech – intolerância

Centaury – dificuldade em dizer não

Cerato – falta de confiança nas suas próprias decisões

Cherry Plum – medo de perder o controle

Chestnut Bud – incapacidade de aprender com seus próprios erros

Chicory – egoísmo e possessividade

Clematis – sonhar com o futuro sem trabalhar no presente

Crab Apple – remédio para limpeza e para o sentimento de auto-rejeição por desagrado

Elm – sensação de sobrecarga por excesso de responsabilidade

Gentian – desanimado à primeira vista,depois de uma contrariedade

Gorse – desespero

Heather – excesso de preocupação por si mesmo, personalidade egoísta

Holly – ódio, inveja e ciúme

Honeysuckle – viver no passado

Hornbeam – sentimento de cansaço só de pensar em fazer algo

Impatiens – impaciência

Larch – falta de confiança

Mimulus – medo de coisas conhecidas e timidez

Mustard – tristeza profunda e sem motivo aparente

Oak – para a pessoa impassível e persistente que avança e aguenta além do limite das suas capacidades

Olive – exaustão após esforço mental ou físico

Pine – culpa

Red Chestnut – excesso de preocupação pelo bem estar de seus seres queridos

Rock Rose – terror e medo paralisante

Rock Water – auto negação e repressão por rigidez

Scleranthus – dificuldade de optar entre várias possibilidades

Star of Bethlehem – choque

Sweet Chestnut – angustia mental extrema, quando todas as hipóteses parecem esgotadas e a pessoa não vê luz ao fundo do túnel

Vervain – excesso de entusiasmo

Vine – excesso de autoridade, despotismo

Walnut – proteção de influências indesejadas e em caso de mudança

Water Violet – para equilibrar personalidades reservadas e distantes

White Chestnut – pensamentos indesejados e incontroláveis, conflitos mentais

Wild Oat – dúvidas sobre que direção tomar na vida

Wild Rose – sensação de andar à deriva, apático e resignado

Willow – auto comiseração e ressentimento

O sistema original também inclui um remédio de emergência. Outras combinações previamente misturadas são oferecidas por alguns produtores de florais. Porém, elas tendem a ser ineficientes uma vez que representam misturas generalizadas que não são preparadas individualmente.

As características do tratamento com a terapia floral

Existem inúmeras essências florais sistematizadas e isso permite que, através da terapia floral, seja possível sanar muitos distúrbios emocionais, afetivos e psicológicos que se apresentam nos seres humanos.Uma vez que a pessoa entende que está com dificuldades emocionais ou psicológicas, ou quando uma mãe percebe comportamentos improdutivos ou nocivos em seu filho, ou quando alguém está passando por momentos difíceis ou está com uma doença grave, ou quando um animal demonstra medo, agressividade ou outras tendências negativas, o terapeuta floral ou outro profissional treinado em terapia floral pode ser procurado.O terapeuta floral ou o profissional habilitado em terapia floral vai escutar, observar, sentir e trocar informações com o seu paciente. Vai estabelecer um contato humano com ele, e, depois de ouvir suas queixas, observar suas reações, dificuldades e comportamentos, e compreender quais os estados mentais e emocionais que estão lhe afetando, prescreverá a essência ou a fórmula composta de essências florais para o seu tratamento.

Depois de tomar o composto floral por algum tempo, o paciente pode retornar e a reavaliação de sua condição inicial será feita pelo profissional. Se o tratamento ainda não alcançou a mudança de estado correta, ou seja, se a pessoa ainda não alcançou o padrão psicológico correto para lidar com seu problema ou com seus conflitos, então o tratamento continuará por um tempo até que uma mudança real e efetiva ocorra na pessoa, e esta seja capaz de lidar com a situação de forma equilibrada. E se o tratamento for bem feito, o padrão de consciência da pessoa mudará fundamentalmente, e ela terá amadurecido este seu aspecto emocional de forma duradoura.É preciso que se saiba que a terapia floral não trata de problemas físicos ou de doenças orgânicas. Não existe algo como uma essência floral para combater a gastrite, a obesidade, a dor de cabeça, o câncer, etc. O que é verdadeiro nesse aspecto, é que é possível tratar das causas emocionais ou psicológicas das doenças com a terapia floral. Então, se uma pessoa tem enxaquecas ou uma alergia de origem emocional, ou uma dor de estômago devido ao medo, à ansiedade ou à raiva, pode-se tratar a origem psicológica do distúrbio, e, em alguns casos, isso resultará na própria remissão dos sintomas e na cura efetiva do distúrbio, já que a origem psicológica do distúrbio foi sanada.

A terapia floral é compatível com qualquer tratamento, e pode ser utilizada em praticamente quaisquer circunstâncias da vida de uma pessoa. Além disso, não tem efeitos colaterais, toxicidade ou contraindicações, e pode ser usada durante a gravidez, a amamentação, em bebês, idosos, em casos de doenças severas ou terminais, em pacientes psiquiátricos, etc.

Essências mais usadas

O Rescue Remedy é o floral mais usado em todo o mundo. Mas outras essências podem ser indicadas de acordo com o tipo depersonalidade, bem como as emoções vivenciadas em determinado momento da vida. Para isso, elas são divididas emsete grupos, destacando-se entre eles os seguintes florais:

Red Chestnut: para os que sentem medo ou preocupação de que algo ruim possa acontecer com seus entes queridos.

Wild Oat: para aqueles que se sentem perdidos incertos quanto à própria direção da vida.

Mustard: para a tristeza profunda, sem causa conhecida.

Heather: para os que sofrem com a solidão, se sentem incompreendidos e, por isso, gostam de ser o centro das atenções.

Holly: para sentimentos de ódioinvejaciúmes vingativo revolta.

Larch: falta de confiança nas próprias capacidades.

Chicory: para quem vivencia possessividadeciúmesapego, faz tudo pelos outros, mas espera reciprocidade.

Visão pessoal…

Vamos ás 5 razões para tomar os florais

1. Embora não seja único, é o principal instrumento utilizado para o equilíbrio das emoções e doscomportamentos mentais. Pode ser usado de maneira complementar, integrando-se perfeitamente em todo tipo de tratamento (nutricional, homeopático etc.).

2. Não possuem contraindicações nem efeitos colaterais, pois não são remédios. Até mesmo mulheres grávidas podem usá-los. Indicados sem limite de idade e por tempo indeterminado.

3. Estimulam sentimentos como o amor, a fé, a esperança, a alegria, coragem e paz, além de outras qualidades necessárias para que cada pessoa possa enfrentar a vida e as doenças de forma mais equilibrada.

4. Despertam o potencial de autocura que toda pessoa possui. Também melhoram a fluência de energia física, mental e emocional.

5. São indicados para aqueles que não podem se tratar sozinhos, porque dependem dos cuidados de outras pessoas, como portadores de alguma necessidade especial ou doenças degenerativas como o Alzheimer. Por fim, possuem custo acessível.

Inspiração….

http://www.institutobach.com.br/site/

http://www.syntonia.com/textos/textossaude/textosflorais/manualdeleonardo.htm

http://www.floraisbach.com.br/sistema-florais/

Florais de Bach: uma medicina natural na
prática

http://www.ufjf.br/proplamed/files/2014/04/artigo-4.pdf

 

Monicavox

Recomendo….

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Visualizando áudio-frequências

O QUE A GEOMETRIA PRESENTE NA NATUREZA, NA MÚSICA E NO CORPO HUMANO QUER NOS DIZER

Somos vibração. Tudo é vibração, e tudo é impermanente, pois tudo está o tempo todo em movimento. Nossa mente também é movimento, e movimento precisa de harmonia para criar eficiência. Harmonia é ritmo. Assim, afinamos nossa mente como afinamos um instrumento musical, até que ela funcione em harmonia e emita um “som afinado”.A natureza destes fenômenos nos leva a indagar sobre as possíveis forças vibratórias que agem na estruturação dos processos e formas da natureza. Somos levados, por analogias, a visualizar o mundo como um grande entretecer de vibrações e harmonias, consonantes e dissonantes, estruturando e dissolvendo a substância em ciclos de caos e ordem, regidos por uma vontade e matemática invisíveis.Nossa mente trabalha com as mais diversas faixas vibratórias (freqüências), até porque nosso corpo foi criado para captar e processar todas essas energias.

Uma onda é uma perturbação oscilante de alguma grandeza física no espaço e periódica no tempo. A propagação das perturbações no ambiente formam as ondas, que possuem algumas características que lhe identificam, como a frequência e a amplitude (energia).A frequência das ondas é a quantidade de oscilações que aconteceram num determinado intervalo de tempo. As oscilações que ocorrem dentro do intervalo de tempo de um segundo são medidas em Hertz (nome do cientista que estudou o fenômeno). Portanto, para 20 oscilações por segundo, diz-se 20 Hertz ou, abreviadamente, 20 Hz.A amplitude da oscilação revela a quantidade de energia que a onda transporta. Quando maior a perturbação, maior a amplitude da onda.
O melhor exemplo e o mais comum é o fenômeno que se produz quando jogamos uma pedra na água, gerando uma perturbação. A propagação desta perturbação forma ondas, normalmente concêntricas, que se espalham pela superfície da água até dissipar energia e não ser mais percebida.

Em 1787, o jurista, músico e físico Ernst Chladni publicou “Entdeckungen über die Theorie des Klangesor”,ou seja, ” As descobertas sobre a Teoria da Música”.Neste e em outros trabalhos pioneiros, Chladni lançou as bases para  a disciplina dentro da física que veio a ser chamado de acústica, a ciência do som.Entre as idéias de  Chladni, uma delas era encontrar uma maneira de tornar visível o que gerava as ondas sonoras. Com a ajuda de um arco de violino que ele colocou perpendicularmente ao longo da borda de placas planas cobertas com areia, ele produziu esses padrões e formas . Chladni demonstrou de uma vez por todas, que o som  realmente afeta a matéria física e que tem a propriedade de criar  padrões geométricos.

Em 1967, o falecido Hans Jenny, um médico suíço, artista e pesquisador, publicou o livro bilíngüe “Kymatik-Wellen und mit ihrer Struktur und Schwingungen Dynamik ‘/’ Cymatics – a estrutura e dinâmica de ondas e vibrações. Neste livro, Jenny, como Chladni duzentos anos antes, mostrou o que acontece quando se leva diversos materiais como areia, esporos, limalha de ferro, água e substâncias viscosas, e coloca-os em placas de metal vibrando, com membranas. O que então aparece, são as formas e padrões de movimento que variam entre os quase perfeitamente ordenados e estacionários objetos, e para aqueles que estão em movimento.
Quando Jenny experimentou com vários tipos de fluidos, ele produziu movimentos das ondas, espirais e padrões de onda em circulação contínua. Em sua pesquisa com esporos de plantas, ele encontrou uma enorme variedade e complexidade, mas mesmo assim, havia uma unidade na forma e evolução dinâmica que surgiu conforme a pesquisa avançava. Com a ajuda de limalha de ferro, mercúrio, líquidos viscosos, plástico- ou com substâncias e gases, que ele  investigou os aspectos tridimensionais dos efeitos da vibração.

O termo Cymatics  foi inventado pelo Dr. Hans Jenny, que é derivado da palavra grega “Kyma ‘significa’ onda ‘ou’ ta kymatica”, significando ” questões relacionadas com as ondas. 

Um fenômeno interessante apareceu quando ele usou uma placa vibratória coberta com líquido e inclinou-a. O líquido não cedeu à influência gravitacional e fugiu da placa vibratória, mas permaneceu na placa e passou a construir novas formas, como se nada tivesse acontecido. Se, no entanto, a oscilação fosse  desligada, o líquido começaria a cair. Segundo Jenny, este foi um exemplo de um efeito anti-gravitacional criado por vibrações.O que Hans Jenny quis ressaltar  é a semelhança entre as formas e padrões que vemos ao nosso redor, na realidade física e as formas e padrões que ele gerou em suas investigações. Jenny estava convencido de que a evolução biológica foi o resultado de vibrações, e que a sua natureza determinou o resultado final. Ele especulou que cada célula tinha a sua própria frequência e que um número de células com a mesma freqüência criou uma nova freqüência que estava em harmonia com a original, que por sua vez, possívelmente, formou um órgão que também criou uma nova frequência em harmonia com os dois anteriores.

A RESSONÂNCIA DO CORPO HUMANO

As células do nosso corpo ressoam automáticamente com as vibrações sonoras recebidas.As diversas partes do nosso corpo apresentam freqüências diversas e cada um dos seus órgãos tem o seu próprio tom de freqüência. 

O nosso corpo vibra. Cada vez que o nosso coração bate esta batida faz tremer o nosso corpo. Se colocarmos um pequeno sismógrafo ele detectará este fato. Quando o sangue é lançado no ventrículo esquerdo gera um pico neste gráfico, as porções entre estes picos são recortadas e irregulares. A razão desta ocorrência é a vibração de todo o corpo relacionada à ação do sangue na aorta, a sua maior artéria.Se pararmos de respirar, o gráfico até então irregular torna-se liso e regular, semelhante à uma onda senoidal. Qual foi o milagre? A transformação do sistema da aorta em sistema ressoante: e o comprimento da aorta formando meio comprimento de onda desse sistema. Uma das características: exigência de quantidade mínima de energia para ser mantido.

Todos nós mantemos uma certa freqüência vibracional, para não mencionar nos nossos corpos são estimados cerca de 70% de água … então podemos provávelmente esperar que as freqüências musicais podem alterar nosso próprio estado vibracional. Alguns podem chamar isso de “pseudociência”, no entanto, a ciência e os padrões acima não mentem. Toda expressão através do som, emoção ou pensamento tem uma freqüência específica que influencia tudo ao seu redor, muito parecido com o que uma única gota de água pode criar um efeito cascata maior em uma grande massa de água.

 Com esse conceito em mente, vamos trazer a nossa atenção para a frequência da música que ouvimos. A maioria das músicas em todo o mundo foi ajustada para A = 440 Hz desde a International Standards Organization (ISO) promoveu em 1953. No entanto, estudos sobre a natureza vibratória do universo indicam que este passo é desarmônico com a ressonância natural da natureza e pode gerar efeitos negativos sobre o comportamento humano e da consciência. Certas teorias sugerem mesmo que o regime nazista foi a favor da adoção deste passo como padrão, após a realização de pesquisas científicas para determinar qual faixa de freqüências melhores provocam o medo e a agressão. Então, a conspiração é factual, e estudos interessantes e observações apontam para os benefícios da música para afinação A = 432 Hz em seu lugar.

Quando os nossos átomos e DNA começam a ressoar em harmonia com o padrão espiral da natureza, o nosso senso de conexão com a natureza é ampliada. O número 432 também se reflete em índices do Sol, a Terra e a Lua, bem como a precessão dos equinócios, a Grande Pirâmide do Egito, Stonehenge, o Sri Yantra entre muitos outros locais sagrados.
“De minhas próprias observações, alguns dos parciais harmônicos de 12T5 A = 432hz aparecem para alinhar a padrões naturais e também a ressonância de Sólitons. Sólitons precisam de um intervalo específico para formar o reino da densidade e extensão do micro ao macro cosmos. Sólitons não só são encontrados em mecânica de água, mas também na respiração íon-acústica entre elétrons e prótons.O ouvido interno do ser humano é construído em C = 128 hz – Por esta razão, sugiro que cada um de nós façamos a nossa própria pesquisa sobre o assunto com uma mente aberta e ainda mais exigente, pois estamos procurando validação científica. No entanto, todos nós possuímos a intuição e a capacidade de observar sem julgamento-o que pode ser tão valioso (se não mais) como preencher nossas mentes com dados externos e até mesmo conceitos científicos. Assim, cabe a nós atenuar o impulso de saltar para conclusões e em vez de experimentar a diferença entre A = 440 Hz e A = 432 Hz. Para isso, é preciso ouvir com todo o nosso corpo e uma consciência neutra ao invés de com as nossas ideias mentais, julgamentos e preconceitos.

AS PALAVRAS E A VIBRAÇÃO DO SOM QUE EXPRESSAMOS Á TODO MOMENTO 

As palavras que pensamos em nossa mente, que dizemos em voz alta ou entoamos, têm uma vibração que pulsa como uma onda através do nosso corpo físico e em todos os nossos corpos energéticos. Estas palavras que são expressas têm uma influência poderosa em nosso ser.Nosso corpo e os corpos energéticos estão vibrando constantemente, e enquanto a luz entra em nós, a vibração do nosso corpo e dos corpos energéticos se acelera, tornando-se uma vibração mais pura, mais alinhada com  a Fonte/Criador. Se  produzimos palavras negativas em nossa mente, ou em voz alta, isto pode ter um efeito redutor em nossa vibração energética. Como trabalhadores da luz, podemos estar nos concentrando em nossa própria cura, ancorando mais luz e invocando a assistência divina para servir á nossa ascensão; mas,  expressamos palavras com uma vibração menos elevada, estaremos sempre encorajando uma vibração energética instável que não irá apoiar o nosso crescimento espiritual.

Nossas palavras têm uma influência poderosa em nosso ser, porque este aspecto do nosso ser está conectado à nossa habilidade de criar e de co-criar com  a Fonte/ Criador. As palavras têm a habilidade de moldar a nossa realidade e até o nosso corpo físico.A fim de adquirir uma vibração segura e constantemente intensificada, há uma necessidade de observar as palavras que  escolhemos usar em voz alta e em nossa mente momento á momento,diáriamente; não sómente as palavras, mas o tom e a maneira com que as expressamos com os outros.Estamos no momento de desintoxicar os nossos pensamentos e o nosso vocabulário, de modo que possamos trazer maiores volumes de luz e de amor ao nosso Ser, através do processo de pensar e de se expressar. É importante que cada expressão de qualquer forma do nosso Ser, seja profundamente amorosa para nós mesmos e para os outros.Vamos nos permitir  pensar em padrões de amor e a nos expressar não sómente com o imenso amor que flui do nosso coração, mas que cada palavra seja cuidadosamente escolhida por nós, para que seja da vibração/sintonia/ressonância de amor mais elevada.Assim, aquele que sabe manipular a vibração pode transformar as coisas ao seu redor. Toda oração é invocação ou chamado. Toda palavra/som, primeiramente influi no corpo de quem o emite, e só depois alcança seu objetivo externo. É por isso que tudo que desejamos (e pela palavra cristalizamos) para o próximo, á nós mesmos estamos desejando. De toda palavra inútil teremos que prestar contas. Nossa palavra é nossa lei e as palavras são pensamentos manifestados. Entretanto, palavras não manifestadas também carregam uma ressonância e nós as chamamos de “pensamentos.” Quando pensamos sobre alguma coisa, um tipo particular de vibração nos rodeia.

A TERAPIA DE CURA PELO SOM

O “arrastamento” é muito importante como princípio, para a compreensão de como o corpo humano reage aos sons. Há 300 anos um cientista holandês,Christian Huygens, notou o “arrastamento” pela primeira vez. A sua experiência foi a seguinte: colocou dois relógios de pêndulo pendurados juntos e em ritmo combinado. Observou que os dois pêndulos mantinham este ritmo combinado, com exatidão. Pareciam, segundo o cientista, manterem uma simpatia entre eles e o desejo de marcarem o tempo juntos: isto se chama hoje de ARRASTAMENTO. Técnicamente, é a combinação da fase mútua de dois osciladores. O arrastamento é um fenômeno universal. 
Os organismos vivos são osciladores e quando vibram aproximadamente na mesma freqüência, tendem a entrar num ritmo único , então, o relax pode ser definido como estar em harmonia consigo mesmo e com o mundo.

O Dr. Steven Halpern compôs uma música chamada SPECTRUM SUITE, um verdadeiro “banho de saúde”. Fácil e automáticamente, todo o corpo responde á ela, no mesmo  nível celular.A “Spectrum Suíte” foi testada por uma equipe da Califórnia e foi observada a mudança espetacular nas medidas do RCG e na imagem Kirlian nos indivíduos testados. Foram feitos outros testes: eletro-acupuntura, cinesiologia e cinesiosonia e a música mostrou-se eficiente corroborando os outros resultados

(Nota do Monicavoxblog;Quando quisermos relaxar ,e deveríamos fazê-lo diáriamente, usemos música tranqüilizadora. A música indiana, New Age,Celta,Chinesa são excelentes para o relax. Concentrar-se na música não é processo crítico ou analítico quando queremos relaxar: é um processo imaginativo. Pense que os sons se transformam em um regato refrescante que corre sobre o seu corpo. Ou que as ondas sonoras massageiam os seus músculos tensos ou doloridos, ombros tensos, têmporas latejantes; Que a música está respirando por você, que você está boiando em um mar de sons relaxantes, enfim USE A SUA IMAGINAÇÃO.Todos pensam que qualquer uma das músicas clássicas são um excelente relaxante: pode não ser… você pensa que está ficando calmo, mas a sua mente “mente” para você. E o seu corpo, o que ele lhe diz? No relax é ideal a união do corpo e da mente.)

O Spectrum Suíte favorece a saúde automática e fácilmente, sejam os ouvintes jovens, velhos, homens e mulheres. Seus corpos respondem afirmativamente e seu estímulo musical é apreendido e assimilado a nível celular.Há também outro fator importante na cura de uma pessoa: sua MENTE. É necessário o estudo do que o som da música provoca nas faculdades emocionais, intelectuais, imaginativas e associativas da mente humana. Neste caso entra a música clássica, que pode provocar reações psicológicas benéficas, muito úteis, no sentido da cura. Uma abordagem (a física) não exclui a outra (a mental). Ambas podem chegar a cumprir a sua finalidade agindo através de motivação diversa.Nosso meio ambiental não se adapta a nós. Precisamos aprender a nos adaptarmos á ele, ou mudá-lo. Está na hora de nós nos sintonizarmos em nós mesmos.

A MEDICINA DO FUTURO

Recentemente, algumas pessoas inteligentes e sensíveis insatisfeitas com os SISTEMAS VIGENTES na medicina, começaram a dar um brado de alerta:Afinal, o corpo humano é também um SISTEMA ELETROMAGNÉTICO, um sistema oscilador de vibrações. Neste sistema é que entra o SOM.A evidência de que campos elétricos aplicados a fraturas ósseas com recuperação lenta podem intensificar a cura e que a regeneração parcial de membros dos mamíferos é possível com a aplicação de campos elétricos ao coto do braço ou da perna amputados.

Gideon A. Fodan, Lizabeth Baurret e Louis Norton, da Faculdade de Medicina da Universidade de Connecticut – Farmington, fizeram o relato de que “campos elétricos oscilatórios provocaram a síntese do DNA em células cartilaginosas”. Eles usaram um campo elétrico externo de corrente direta pulsante, oscilando a 5 hertz e conseguiram estimular a incorporação da timidina na molécula do DNA.Este fato constatado é de importância capital na terapêutica, pois sugere que “a comunicação normal entre as células não é feita com a mediação das membranas celulares sómente, mas envolve também o fluxo de íons. Modulando o fluxo de íons através de certas freqüências elétricas oscilatórias pode-se, ao que parece, afetar a “informação” para as células e influenciar sua aparência.

O corpo humano é também um sistema oscilatório.Esta perspectiva é importante para a pesquisa da cura e da manutenção da saúde, quando são usados campos vibratórios como a luz, a eletricidade, o magnetismo, cor e som. Alguns pesquisadores já exploram essas possibilidades com pleno sucesso.Uma pessoa saudável emite uma radiação de 6.500 unidades angstrom. Os que fumam, ingerem álcool e grandes quantidades de carne, têm a sua radiação mais baixa.O sonho  é que a medicina do futuro utilize fones de ouvido para diagnosticar,sintonizando nas freqüências emitidas pelos órgãos fragilizados e então curar transmitindo vibrações mais saudáveis para esses órgãos.“O próximo grande salto no tratamento da saúde será dado quando as pessoas aprenderem a tomar conta de si mesmas”. Dr. John Knowles. Para este fim desejável, nada melhor do que seguir a “dieta saudável do som” do Dr. Steven Halpern e do Dr. Louis Savary.A principal molécula organizadora dos sistemas vivos, é a melanina (a que traz pigmento à pele, também).  A melanina e suas conexões compreendem os olhos da mente, mantém o controle de toda a atividade fisiológica e psicológica: “É feita de neurotransmissores capazes de converter energia luminosa em energia sonora e vice-versa. Dr. F. Barr.A melanina é um semicondutor elétrico e evidencia-se também como um supercondutor da temperatura ambiente. Como une e liberta outras moléculas essenciais, parece ser capaz de auto-síntese.A melanina converte energia de luz em som e vice-versa, oferece uma razão científica poderosa para curas e terapias que dependam da luz, cor, som, biofeedback, acupuntura, visualização e semelhantes, muito mais do que os medicamentos e a cirurgia.

O SOM E A GEOMETRIA DOS CROP CIRCLES

Fazendo uma breve retrospectiva,nas formações de agroglifos genuínas, as hastes das plantas não são quebradas, mas sim dobradas, normalmente á alguns centímetros do solo, próximo ao primeiro nódulo da planta.  Em casos especiais, as hastes são dobradas a 15 centímetros da “cabeça” da planta, onde estão as sementes.  Tais características derrotam os argumentos de que sejam ações humanas, já que uma tábua, ou um rolo de jardim, que seriam usados para achatar as plantas até o solo, resultaria em danos às mesmas.As plantas parecem estar sujeitas a uma curta, mas intensa explosão de calor, a qual amolece as hastes, deitando-as logo acima do solo a 90°, onde elas enrijecem novamente para sua nova e permanente posição, sem dano causado.  Biólogos estão intrigados por esta característica, e este é o único e melhor método de se identificar um fenômeno real.

Pesquisas e testes de laboratório sugerem que um infra-som (som abaixo de 20 Hz) é capaz de produzir tal efeito: Infra-som de alta pressão é capaz de ferver a água dentro das hastes das plantas em um nanosegundo, expandindo a água e deixando minúsculos buracos nos nódulos das plantas. 

 A pressão aplicada também causa a vaporização da água, e fazendeiros têm relatado que quando encontram um novo agroglifo, eles vêem vapor subindo de dentro dos mesmos.  Este processo torra a superfície ao longo das hastes.Uma grande aplicação de calor local é também responsável pela alteração da água no solo, já que milhões de litros de água da superfície e do subsolo é evaporada.Com o calor, associado às frequências eletromagnéticas aplicadas, foi científicamente documentado que as amostras do solo tiradas de dentro dos agroglifos mostram mudanças em suas características cristalinas e composição mineral.

Os agroglifos também mostram a existência de ultra-som (som acima da capacidade de audição humana) e tais frequências são encontradas em locais antigos, como círculos de pedra, túmulos pré-históricos, dólmens and menires. 

E como todo o local sagrado, templos e lugares de adoração, tais como catedrais góticas, os agroglifos aparecem em pontos de intercessão das rotas de energia magnética da Terra.  Assim, o tamanho e a forma de um agroglifo é típicamente determinada pela área desses pontos na hora de sua aparição.

Esta energia elétrica e magnética pode interagir com os padrões de ondas cerebrais, e devido ao fato do corpo humano ser eletromagnético, os agroglifos podem afetar os ritmos biofísicos das pessoas.

Nas formações genuínas há também a reorganização da estrutura cristalina da planta Outra evidência dos agroglifos, mostra como as plantas são colocadas em um redemoinho dentro de proporções matemáticas relativas ao vórtice fundamental usado pela natureza para criar organismos, tais como conchas, girassóis, galáxias e até mesmo a relação espacial dos ossos na mão humana.  O tapete formado em um agroglifo pode ter até cinco camadas entrelaçadas, todas contrárias umas às outras, com cada cabeça de semente intacta e colocada uma ao lado da outra, como se fossem organizadam em uma vitrina de museu.

Agroglifos genuínos não são círculo perfeitos, mas levemente elípticos (um agroglifo forjado, o qual requer uma corda fixada em um ponto central, não pode duplicar isso de forma adequada).

As arestas dos agroglifos genuínos são super definidas, como se fossem desenhadas com um compasso, mostrando uma precisão cirúrgica(geometria sagrada). Os forjados, como comparação, se parecem com tufos de cabelo engraxado e despenteado e, é claro, suas plantas são achatadas, quebradas e machucadas.

Fonte;Crop Circles secrets

O músico neozelandês Nigel Stanford lançou uma canção chamada “Cymatics”, nomeada em homenagem ao estudo das ondas, como vibrações sonoras (em português, “Cimática”).O videoclipe é uma verdadeira aula de ciência. Não só exibe a arte da visualização do som, como outros conceitos científicos.O videoclipe é uma verdadeira aula de ciência. Não só exibe a arte da visualização do som, como outros conceitos científicos, por exemplo ferrofluido, placas de Chladni, bobinas de Tesla e um tubo de Rubens.

ASSISTAM AO INCRÍVEL VÍDEO E OBSERVEM COM ATENÇÃO AS GEOMETRIAS E IMAGENS DO SOM-IMPERDÍVEL

http://nigelstanford.com/Cymatics/

Filmado em 4K com o uso de vários experimentos que mostram os efeitos do som na matéria, no fogo, no ar, na água e até mesmo na eletricidade (ou o contrário) o videoclipe Cymatics vai agradar tanto pela qualidade musical e visual como pelo aspecto científico ao reunir vários experimentos reais (sim, sem truques aqui) que devem inspirar muito acadêmico descolado por aí.Os making-of´s dos experimentos são explicados em detalhes, incluindo uma coleção de vídeos, e podem ser acessados aqui (em inglês).Está tudo lá: a placa de Chladni, água, fluido férrico,  bola de plasma, tubo de ruben, e a Bobina de Tesla . O grande diferencial desse videoclipe foi realizar todos esses experimentos associando à uma música e ainda registrar com uma cuidadosa produção.A cimática é quase uma ferramenta mágica. É como um espelho para um mundo escondido. E, através das inúmeras formas de aplicar a cimática, podemos de fato começar a desvelar a essência daquilo que não vemos. Aparelhos como “cimascópio”, tem sido usados científicamente para observar desenhos cimáticos. E a lista de aplicações científicas cresce a cada dia.Em oceanografia, por exemplo, está sendo criado um glossário da linguagem dos golfinhos básicamente pela visualização das ondas sonoras que os golfinhos emitem. E espera-se que no futuro sejamos capazes de entender mais profundamente como eles se comunicam. Também podemos utilizar a cimática para tratamentos e para a educação. Também podemos usar a cimática como uma linda forma de arte natural.

A FREQUÊNCIA DA CURA

A maior parte da música mundial é afinada em 440Hz, desde que a International Standards Organization (ISO) aprovou em 1953. As descobertas recentes da vibração – oscilação natural do universo, indica que essa afinação contemporânea pode gerar um efeito prejudicial à saúde ou um comportamento antissocial na consciência dos seres humanos.Não se trata de um protesto quanto ao estilo musical, seja heavy metal ou sertanejo. Esta afinação vale para todos os estilos que ouvimos atualmente. Até um Mozart ou um Verdi.Hoje, práticamente todos os instrumentos e todas as músicas que escutamos estão afinadas na frequência 440 Hz (vibrações por segundo – afinal, som é uma vibração). Mas não foi sempre assim. Na época de Mozart, Verdi e todos os outros compositores até o início do século XX, a frequência usada para afinação na música era de 432 Hz.

A escala musical de 432Hz vibra sobre os princípios do número Áureo PHI  e unifica as propriedades da luz, tempo, espaço, matéria, gravidade e magnetismo com a biologia, o código do DNA e da consciênciaEssa frequência de 432 Hz, está por trás de toda a criação. A sintonia natural de 432 Hz tem efeitos profundos sobre a consciência e também no nível celular de nossos corpos. É a frequência dos batimentos cardíacos. Estimula a produção de serotonina e o lado direito do cérebro.Essa é a frequência de afinação dos violinos Stradivarius que, não por acaso, soam muito melhor do que os violinos convencionais.Está de acordo com padrões matemáticos perfeitos. E, como convenção, utiliza-se o Lá como base de afinação, sendo que a afinação das outras notas são uma consequência.Há uma teoria que diz que a mudança de 432Hz para 440Hz foi ditada pelo ministro de propaganda nazista,Joseph Goebbels . Ele usou-a para fazer com que as pessoas pensassem e sentissem de uma certa maneira, e para fazê-los prisioneiros de uma certa consciência. Então, por volta de 1940, os Estados Unidos introduziram mundialmente o 440Hz, e finalmente em 1953, tornou-se o padrão pela ISO.440Hz é o padrão antinatural de afinação, removido da simetria das vibrações sagradas e harmônicos que tem declarado guerra ao subconsciente do homem do ocidental. E, por estar de acordo com o universo e suas leis, a frequência 432 Hz inspira paz, lógica, harmonia, perfeição e universalidade.

Em um manuscrito intitulado “Musical Cult Control” (Controle de culto musical),Dr. Leonard Horowitz  escreveu: “A indústria da música tem essa frequência imposta que conduz populações para uma maior agressividade, agitação psicossocial e sofrimento emocional que predispõe a doenças físicas”.

Os poderes da Elites estão, com sucesso, reduzindo as vibrações, não só das jovens gerações, mas também de todos nós também. Estas frequências destrutivas arrastam os pensamentos para a interrupção, desarmonia e desunião. Além disso, elas também estimulam o órgão controlador do corpo – o cérebro – para a ressonância desarmônica, que em última análise cria a doença e a guerra.Frequência e vibração detêm um poder extremamente importante, ainda escondido que afeta as nossas vidas, nossa saúde, nossa sociedade e nosso mundo. A ciência da Cymatics prova que frequência e vibração são as chaves mestras e fundação organizacional para a criação de toda a matéria e da vida neste planeta.Quando as ondas sonoras se movem através de um meio físico (areia, água, ar, etc), a frequência das ondas tem um efeito direto sobre as estruturas que são criadas pelas ondas sonoras que passam por esse meio particular.A música tem um poder oculto para afetar nossas mentes, nossos corpos, nossos pensamentos e nossa sociedade. Quando a música é baseada em um padrão de afinação propositadamente retirados dos harmônicos naturais encontrados na natureza, o resultado final só pode ser a intoxicação psíquica da mente em massa da humanidade.

Todos nós somos “transformadores vibratórios”. Os nossos corpos são bio-osciladores vivos, quase iguais aos conjuntos de cristais de recepção que captam os sons de rádio do ambiente.A terra possui e emana correntes vibratórias elétricas que nós todos compartilhamos. Todos nós temos também, uma relação harmônica semelhante com todo o universo, as bases destas relações são os “padrões genéticos vibratórios programados e codificados na nossa estrutura molecular.Bioquímicos, astrofísicos e antigos yogues concordam que, ao nível de realidade molecular, nossos corpos são sistemas de partículas atômicas vibratórias“.

Hoje em dia, há diversos músicos e institutos lançando movimentos para se voltar ao padrão de afinação de 432 Hz.
A nossa Biblioteca Virtual dispõem de programas para baixar e alterar a frequência de suas músicas.

Visão pessoal…

Uma das principais portas da percepção humana sem dúvida são os sentidos. Sentidos estes que nos permitem descobrir e perceber o mundo que esta á nossa volta. No entanto, mesmo sem nos darmos conta, eles acabam por vezes nos levando a vivenciar coisas que estão muito além da nossa compreensão.Podemos afirmar que possuímos ao todo cinco sentidos (para alguns cientistas seriam seis, com a intuição), e todos são de extrema importância, porem dentre eles temos um bastante essencial para a evolução e a sobrevivência: a audição e este é o sentido pelo qual percebemos o som.Então o que tudo isso significa? Considere por um momento que o som tenha forma. E já vimos que ele pode afetar a matéria e criar novas formas; então vamos dar um salto e pensar sobre a formação do universo. Pensemos sobre o enorme som da formação do universo e se pensarmos nisso,  a cimática tenha exercido influência sobre a formação do universo.A ciência está apenas agora começando a descobrir essas inter-relações do som e da matéria. O Dr. Masaru Emoto provou repetidas vezes, através de fotografar cristais de água, que existe uma correspondência entre o pensamento geométrico e as emoções humanas e a forma muito da matéria que nos rodeia.   Emoto demonstrou nas águas “tratadas” com o amor ou uma bela música, como sofrem mudança molecular em bonitas e harmoniosas formas geométricas. E o mesmo acontece no sentido inverso: o caótico ou “pensamento” negativo e emoção negativa causam alteração nos cristais de água, que tornam-se informes e desagradáveis.Essas idéias são reflexos dos princípios modernos intemporais conhecidos de todas as culturas antigas e indígenas.Como Yellow Billy, um xamã de medicina Navajo, resume: “Nossa tarefa é absorver e aprender o canto do mundo, cantar a beleza. O mundo é um reflexo do nosso canto.”A força oculta do som é exatamente o que tanto os cientistas quanto os metafísicos estão pesquisando atualmente. Descobrindo o real potencial do som, e principalmente da ressonância, poderemos transformar o mundo em torno de nós.Penetrar nas vibrações do som sob esses padrões, é uma chave para dar forma ao nosso mundo exterior. Uma vez feito isso, poderemos formar de novo o mundo, a partir de dentro.

Inspiração…

Mais dois vídeos para completar as informações

David Helpling – Sticks and Stones in 440 hzhttp://www.youtube.com/watch?v=PewsS9Y9pVo&feature=youtu.be

 David Helpling – Sticks and Stones in 432 hz:: http://www.youtube.com/watch?v=w8KEVikJMck&feature=youtu.be
1-Cymatics
 Hans Jenny
2-A cura pelo som
 Olivea Dewhurst Maddock
3-Taças Tibetanas- a cura pelo som
 Ingrid Ortelbach
4-Geometria Sagrada
 Stephen Skinner
5-Theta Healing
 Vianna Estibal
6-Frequência Vibracional
 Penney Pierce
7-Cura Esotérica
Alan Hopking
8-Cura Energética
Sílvio Camargo
9-Crop Circles
 Michael Glickman
Monicavox
Recomendo….

O Amor está no ar…

Muitas pessoas estão em transição se ajustando à maior frequência de amor sobre o planeta, a frequência da terra dobrou nos últimos 15 anos e as células do nosso corpo estão se ajustando para a vibração mais elevada.

O amor é a nova moeda para gerar saúde, abundância, bem-estar, bem como a criação de um ambiente de paz positiva para se viver, o caminho para o crescimento espiritual agora é aprender a viver em nossos corações ao invés de nossas mentes lidarem com situações da vida.

A investigação científica tem mostrado que nossas emoções abastecem nossos pensamentos que por sua vez afetam o nosso DNA, quando expressamos emoções positivas o nosso DNA é ativado que por sua vez melhora o nosso sistema imunológico, sentimentos de amor não só mudam nossa biologia e nos energizam como mudam a energia ao nosso redor, atualmente apenas cerca de um terço do nosso DNA está ativo, nós só vamos descobrir do que somos realmente capazes quando ele estiver completamente ativado através de emoções positivas.

O coração por meio de sua ação de bombeamento, cria um campo eletromagnético que se irradia ao redor do corpo por cerca de 8 metros na forma de um toro ou toroidal, sentimentos positivos alteram este campo e posteriormente contribuem para aumentar o campo de energia amorosa em que todos vivemos.

Uma pesquisa recente mostrou que o nosso corpo funciona com os mesmos princípios observados na física quântica, que diz que não estamos separados do nosso meio ambiente, mas estão em constante interação com o campo de energia que nos rodeia, isto nos diz que embora possamos nos sentir separados uns dos outros, nós não estamos, o físico Inglês bem conhecido Stephen Hawking, chama o campo de energia planetária de a mente de Deus, ele diz que ela liga tudo, portanto nos tornando TODOS UM e interligados, além disso os cientistas descobriram que um código numérico liga o nosso DNA aos alfabetos antigos como hebraico, árabe e sânscrito, a mensagem no nosso DNA diz que Deus é eterno e vive dentro de nós, por isso todos nós SOMOS UM com Deus.

Os físicos quânticos dizem que o campo da nossa consciência é como um holograma, onde cada parte representa o todo, a maneira como reagimos à vida afeta nosso campo de energia pessoal bem como afeta a consciência coletiva, ser centrada no coração e amar não só muda o nosso DNA, mas o campo de energia maior do planeta, criando assim um mundo mais pacífico melhor para vivermos, isso faz com que cada um de nós seja um poderoso criador e responsável pelo que nós contribuímos.

Podemos melhorar a nossa saúde e nos curar de doenças fatais através do amor, a pesquisa do Dr. Bruce Lipton provou que nossos pensamentos afetam instantaneamente as células do nosso corpo, os pensamentos positivos fazem uma cura, energizando enquanto afetam as causas negativas do estresse das doenças, também foi mostrado que os pensamentos positivos e orações dos outros podem nos ajudar e curar mais rapidamente, quanto mais pessoas gerarem um campo de amor ao nosso redor, mais poderosa e eficaz a nossa cura será, a pesquisa do Dr. Emoto provou que pensamentos positivos afetam a estrutura de água.

Em virtude do nosso corpo ser na sua maioria composto de água, ter pensamentos de amor e gratidão cada vez que você beber água irá melhorar a sua saúde, têm sido provado que as meditações em grupo trazem resultados imediatos na limpeza de água contaminada, trazendo a paz e a cura ao mudar o campo de energia, pensamentos e orações positivas não são apenas benéficos para a nossa saúde, eles trazer a paz ao planeta, podem diminuir a poluição e também podem afetar o clima, é por isso que a oração e pensamentos positivos são tão importantes.

A oração é um excelente meio para mudar a frequência do campo planetário, o mundo é um reflexo do que somos, por isso temos de incorporar a paz, o amor e a compaixão se quisermos ver um mundo mais pacífico e melhor, então viva a sua vida como uma oração viva, mudar o mundo exige que paremos de nos limitar ao que os outros nos dizem que é verdade e ouvirmos o que o nosso coração nos diz que é certo, curiosamente a energia não reconhece palavras, ela reconhece apenas emoções positivas, por isso não é o suficiente dizer que amamos isto ou aquilo, devemos sentir esse amor dentro de nossos corpos e responder a cada pessoa com amor.

Hoje existem muitos sites pedindo que as pessoas em todo o mundo se unam para orar pela paz e cura em um momento específico a nível mundial, quanto mais pessoas participarem, mais rápido o nosso planeta vai mudar, se você prefere rezar ou meditar dentro de um grupo ou sozinho, tudo bem, todas as orações são ouvidas e tem um impacto, então por favor, orem para que tenha alimentos suficientes, tenha abundância, tenha água limpa e boa saúde para todos os seres vivos do planeta.

Todos nós temos o poder de mudar o mundo em que vivemos porque estamos todos conectados ao campo de energia do planeta, as mudanças que vemos no planeta são as mesmos que ocorrem dentro de nossos corpos, o campo eletromagnético que temos dentro de nós reflete de volta ao planeta, também o campo de energia do planeta é um reflexo do campo de energia cósmica, por isso que muitas culturas antigas construíram pirâmides e outras estruturas para espelhar as constelações que viram no céu, a lei universal “Assim como é encima é embaixo” é absolutamente verdadeira.

O amor nos ensina que somos poderosos e todos têm algo a contribuir, não devemos nos permitir ser restringidos por nossas crenças ou pelo que os outros nos dizem que é possível, quando entendemos que criamos nossa realidade podemos mudar a consciência mundial apenas sendo amorosos, para trazer a mudança ao seu mundo imediatamente é necessário manter-se positivo o tempo todo, eu sei que isso pode parecer uma tarefa difícil, mas é possível e os resultados valem o esforço, posso garantir que o amor vai manifestar mudanças positivas em seus relacionamentos com os outros, vai capacitá-los, e geralmente vai transformar a sua vida para melhor, ele certamente mudou a minha.

Quando ouvimos com os nossos corações, desenvolvemos mais compaixão pelos outros e perdemos essa “mentalidade eles e nós”, responda com compaixão quando pedirem ajuda, lembre-se de que estamos todos conectados o tempo todo, quando negamos um pedido de ajuda a outra pessoa, negamos um grito de socorro dentro de nós mesmos, imagine como o nosso mundo seria se nós respondermos com os nossos corações e não com as nossas mentes.

Nós somos os arquitetos da nossa realidade, do nosso futuro e do nosso destino, através do amor temos o poder de mudar as nossas crenças de limitação para a aceitação e a compaixão, ser amoroso nos permite demonstrar o domínio sobre o nosso mundo físico, em vez de acreditarmos que somos incapazes de trazer a mudança, naturalmente isto requer que estejamos no coração o tempo todo.

A compreensão de como podemos contribuir não só nos fortalece, mas muda-nos de sermos meros observadores passivos para nos tornarmos criadores ativos, a nossa compreensão de como a energia pode mudar capacita cada um de nós a ser capaz de contribuir para tornar a nossa realidade imediata e do mundo em geral um lugar melhor, portanto, não viva no piloto automático ou siga o que os outros fazem, permitam que o amor flua através de você e veja o quão rapidamente ele muda a sua vida, preste atenção em como você escolhe reagir às situações, quando você está centrado no coração, vai rapidamente perceber que as provações da vida cotidiana não vão perturbar o seu equilíbrio, elas só vão fluir sobre você como a água, em vez de forçá-lo para fora.

Que sua vida seja sempre cheia de amor, paz e abundância.

Visão pessoal….

As escalas do Amor são infinitas, e cada mundo experimenta uma escala, sabendo que uma escala de Amor contém muitas notas;ainda há um grande caminho a percorrer para atingir o Amor da Fonte, mas cada vez que nós experimentamos e integramos uma nova faceta do Amor e que o oferecemos, subimos na escala do Amor e aproximamo-nos da Fonte.Na Terra, vivem o Amor adaptado à densidade, o Amor da terceira dimensão. No entanto os seres humanos (esperamos que seja o maior número possível) irão viver cada vez mais um Amor incomparável, um Amor sem limite que chamaremos “Amor do futuro” ou “Amor da quinta dimensão”.Assim é muito importante que se abram a essa energia de vida, de criação, esse Amor Energia que tranquiliza, que reestrutura, que permite crescer e compreender e que retira os véus.Esse amor que nós, humanos, iremos cada vez mais descobrir e integrar, permitir-nos-á reencontrar o nosso DNA inicial. Claro, não recuperaremos as nossas doze fitas de DNA nesta existência, mas recuperaremos várias se tivermos a consciência do que realmente é o Amor Energia, o Amor Vibração, e nesse momento a nossa vida mudará progressivamente.De qualquer modo, a vida de todos aqueles que caminham junto dos mestres interiores,mudam mesmo que não se dêem conta;A vida transforma-se, as consciências abrem-se.No entanto no plano da Terra, existem duas categorias de seres humanos: aqueles que se abrem ao Amor, à Luz, a uma nova consciência, e aqueles que se agarram verdadeiramente à matéria, à sua dominação, ao seu poder, ao seu prazer, diremos até ao seu gozo.
Todos aqueles que se iniciaram no caminho terão imensas alegrias, e aqueles que estiverem felizes por viver na matéria deste mundo de terceira dimensão e que se agarrarem nela irão viver para outro lugar, num mundo de terceira dimensão que será menos difícil que o mundo atual, mas que mesmo assim não será ainda um mundo de Amor, felicidade, harmonia, compreensão e Luz completa.A escolha está feita. Isto não quer dizer que não haverá muitas almas que despertarão, mas se despertarem é porque a sua escolha foi feita.Cada um de nós está presente aqui para ajudar ao despertar de todos aqueles que se vão transformar, despertar espiritualmente e crescer no Amor.No entanto muitas coisas cumprir-se-ão mesmo sem uma entreajuda humana importante, mas claro está, se nós humanos nos entre-ajudarmos para esse despertar de uma outra consciência, isso facilitará a nossa transformação no Amor e na Luz.

a verdade sem compaixão… adoece qualquer coração…

a verdade da compaixão… é o transparecer do são coração…

não basta saber… nem precisaMente…

é preciso saber amar… preciosaMente…

A N➐W AME N T E

Inspiração….
Monicavox
Recomendo….

Como podemos nos curar -A capacidade do corpo humano de auto-cura

No mundo atual, quase toda a humanidade precisa de algum tipo de cura. Seja física, emocional,  mental ou do espírito, cura que passa pela busca de saber quem somos e quais os nossos limites ou recursos  ainda não atingidos. A ciência, a medicina, as terapias alternativas variadas muito nos ajudam.

A cada dia descobrem formas naturais  e mais  sutis  de cura que sempre estiveram ai,  mas  que não conhecíamos, percebíamos ou acreditávamos nelas. O uso e efeitos dos sons e das cores são pequenas amostras de como estamos nos abrindo, cada vez de maneira mais científica e bem ao gosto ocidental, porque comprovados com técnicas visíveis, a novos tratamentos. Entretanto, acima e além de tudo isso está a realidade da vida onipresente, que nos forma e nos transforma quanto mais dela tomamos conhecimento e percebemos sua ação em microscópios,  telescópios,  aparelhos  de ressonância magnética etc.  Órgãos, células,  sangue,  neurônios, vibração sobre emoções, nada é mais segredo. A vida, vinda da fonte única, em seu ritmo e seu tom de harmonia e de beleza e a tudo interpenetra.Mistérios que ainda não se manifestaram em plenitude em nossas  vidas,  porque ainda não colocamos nela toda a nossa consciência, respeitando seu fluir e seu vibrar originais para nós. Dentro de toda a harmonia cósmica somos uma individualização com livre­arbítrio que nos permite marchar fora do compasso e da cadência natural do amor onipresente, que nos atrai para o seu comando e nos  transforma, sempre que perdemos o movimento do bem e da beleza dentro da qual  estamos  inseridos  e somos  devedores  para externá­los.  No  processo evolutivo do planeta,  estamos  incumbidos de encontrar o Cristo,  luz  do mundo, como essência  do próprio  ser.  Não precisamos  dar tratamento ao mundo de Deus,  já  integralmente bem planejado,  mas devemos apenas manifestá-­lo, como filhos, pois quando Ele criou o mundo viu que tudo estava bem.

Assim a onipresença de Deus em nós é o único tratamento de que precisamos tomar conhecimento, louvar e manifestar. É no seu fluir e refluir, no seu clarear e sombrear, que Ele vai se manifestando até que nos unamos a Ele de alma e coração.

O poder das mãos e o despertar da consciência na cura do Ser-~ por Renato Moro Giannico-Terapeuta holístico-

Hoje, muito se fala sobre evolução espiritual, transição planetária, mudanças climáticas, milagres tecnológicos, dilúvios econômicos. Esta cada vez mais nítido que o planeta esta passando por um momento de transição muito intenso; estas que nos colocam diante da necessidade de quebras de paradigmas e da busca por novos padrões de conduta, uma sede de enxergar o invisível e buscar a qualquer custa o antídoto das nossas chagas.Por outrora, esta busca esta ficando cada vez mais palpável. Tudo vem para a superfície para ser trabalhado e resolvido. Pois neste momento de transição, tudo vem para a superfície para ser trabalhado e resolvido. Na Nova Era, nada ficará obscuro, sem receber a luz da verdade, o Sol do despertar. E um exemplo deste movimento de “despertar da consciência” é a Globalização das terapias alternativas, graças à tecnologia e o novo olhar que a humanidade vem adquirindo.Terapias estas que são muito eficazes, por trazerem nas análises a visão do todo, observando o corpo, mente e espírito, adquirindo assim uma visão Holística da situação.Atualmente estamos em contato com diversas terapias que seguem esta filosofia, mundialmente conhecidas pelo nome de Terapias Holísticas. Como por exemplo, o Reiki, que é um sistema de cura através da imposição das mãos criado no Japão, que também pode ser comparado com o passe (aplicado nos centros espíritas) o Seichim (conhecido como Reiki egípcio) a cura prânica (criada na Índia) e por ai vai. Mesmo com diversos nomes, o objetivo principal é o mesmo: equilibrar-nos, trazendo de volta ao eixo a nossa Trindade (Corpo – Mente – Espírito).

Lembrando que a mão é a extensão do coração.

Podemos comparar o Reiki com uma massagem energética. A energia atua em todos os nossos corpos (densos e sutis) regulando desde as nossas glândulas, até os nossos chakras (vórtices energéticos, responsáveis pela troca de energia entre nós e o meio-ambiente). É indicado especialmente nos casos de depressão, pânico, estafa mental e física. Auxiliando também no processo evolutivo de cada um.
Então, despertemo-nos para esta transição que toda a humanidade passa. Façamos raiar o nosso Sol interior. O Sol que nasce e queima todos os nossos excessos, que queima todas as nossas capas que usamos para nos esconder de nós mesmos, o Sol que clareia o escuro do medo, colocando-nos na unidade com o todo. E quando confiarmos e nos entregarmos, este Sol despertara no centro do nosso peito. Pois o poder da cura e da transformação está dentro de nós, só precisamos despertá-lo, assim como dizia Mahatma Gandhi:

“A única revolução possível é dentro de nós”.

Reiki, Magnetoterapia, Terapia Vibracional, Florais, Toque Quântico, Frequência de Brilho, Constelações, Cura Prânica, Cromoterapia: Todas usam a mesma energia~por Raquel Khoury

Minha experiência: Sou muito procurada para meus cursos de Formação Profissional nestas técnicas. Minha agenda de atendimentos, seja em consultório ou à distância, está sempre lotada… Por quê? Oras, porque esquecendo um pouco de Física Quântica, o que mais manda é o “boca a boca”, segundo os RESULTADOS de cada um que recebe estas energias e se curam logo nas primeiras sessões. Há muitos anos, optei por trabalhar somente com as chamadas TERAPIAS BREVES, que visam ensinar e libertar o paciente ao invés de aprisioná-lo a centenas de sessões, pois o paciente acaba confundindo o terapeuta com um guru ou uma muleta, onde só anda com seu apoio. Isto é errado. Para tanto, dentro do meu programa PTCA® (Programa Terapêutico de Cura da Alma), utilizo várias destas técnicas (que pontuei no subtítulo do texto), visando a rapidez do tratamento. No entanto, todas as técnicas utilizadas são movidas pela mesma energia: Energia Quântica.Oras, o paciente quer constelar, ok, vamos lá… O paciente quer receber um toque quântico ou Reiki para aliviar e curar seus sintomas, ok, vamos lá… Porém, tudo é movido pela mesma energia, que nada mais é que adequada a cada método de cura energética que existe no “Mercado”.

Os mais renomados Físicos Quânticos, Canalizadores de Energias, Cientistas, Médicos Espiritualistas e Filósofos da nossa história, cada qual com seu método, utilizam-se todos da mesma energia. Porém, como cientista, filósofa e parapsicóloga, algo me incomoda nesta história a ponto de compartilhar com vocês.Cada um destes cientistas nomeiam sua metodologia, somente acrescentando ou tirando uma nova visão sobre outra teoria já existente. Isso não é feito por maldade e sim porque é o meio que cada um encontra para o avanço da própria ciência, explicando e ensinando seus “novos métodos” a partir de seus experimentos e resultados.Porém, este “balaio de gato” acaba confundindo cada vez mais as pessoas, que correm de um profissional para o outro “À espera de um milagre”.

O milagre e a cura está dentro de cada um de nós e não no terapeuta.

Aprender como usar essa energia não será somente útil para sua autocura, mas também para equilibrar o campo vibracional da sua família, da sua casa, do seu trabalho, dos seus pacientes e assim por diante. Estando em vibração harmoniosa, as células se comunicam e em pouquíssimo tempo as que já estão curadas, transmitem as ondas saudáveis às células doentes e assim acontece o processo de cura. Da mesma forma, conseguimos “contagiar” um ambiente e pessoas que estão ao nosso lado, neutralizando, harmonizando e restaurando a vibração delas positivamente. Daí a expressão:

“Quando você muda, tudo muda ao seu redor.”

Cada um destes filósofos, físicos e cientistas, a partir de suas próprias crenças, fizeram seus experimentos e hoje estão no mercado (eles e/ou seus seguidores), ensinando pessoas e formando profissionais segundo seus próprios métodos. Um exemplo: Muitos deles dizem ter canalizado estas informações por mestres ascensionados, outros por determinada raça que não a humana, outros dizem ter intuído e outros que receberam as instruções a partir de aparições de santos, mas enfim, em que acreditar?  Esta é a nossa proposta: A física quântica estuda e comprova os resultados sem analisar se seu autor é espiritualista, cético, foi abduzido, etc…

Então o propósito deste texto é:

Não se apegue a nenhuma teoria, aprenda a usar esta energia e, a partir dos seus experimentos e resultados, crie sua própria técnica, de acordo com sua crença e os resultados obtidos por você. A melhor história durante um curso ou palestra é a HISTÓRIA DA SUA VIDA.

Claro que desenvolver os dons, aprender novas técnicas e ter sensibilidade fazem toda a diferença, porém, tudo isso pode ser desenvolvido e aprendido, pois está disponível no Universo para todos aqueles que estiverem abertos para receber.

Preocupada com tantos resultados positivos, provenientes de relatos de cura através das mais variadas formas de Cura Energética, a ciência sentiu-se obrigada a investigar. Afinal, tudo poderia ser apenas um “efeito placebo”, mas não era! E assim, a Física Quântica vem comprovando a existência destas energias, pois independentemente do método, os resultados chamam a atenção. O comprovado é que esta Energia Quântica é capaz de recuperar as células do nosso corpo a partir do equilíbrio vibracional delas. Quântica era antigamente um termo científico, mas que vem se tornando comum na atualidade. Porém, sabermos que estas energias existem e que todos podemos ter acesso, e isso não significa tentar entender o que é Física Quântica, pois ela é extremamente complexa, mas os resultados obtidos a partir de uma técnica de acesso a ela, são extremamente simples.

A Cura do Ser Humano: uma questão de justiça ~por  Carina G Greco Freitas

A Saúde Perfeita é intrínseca ao Ser Humano. Tudo aquilo que desvirtue a mesma está fora da natureza da Criação e como conseqüência de uma proposta divina. Se usássemos a nossa lógica, entenderíamos que se uma Força Superior, Ser ou Consciência Divina é responsável pela formatação dos arquétipos criativos de uma alma e espírito, obviamente NÃO cometeria equívocos ao ponto de desvirtuar sua Criação e fazer com que a mesma entre em processos de sofrimento e dor os quais retardariam a sua evolução no reconhecimento e conquista da própria Divindade. Não é a minha intenção escrever a respeito da origem da criação humana, só gostaria de colocar que para abordar este assunto tão complexo e polêmico deveríamos entrar no campo da ciência e também da espiritualidade. Tanto uma como a outra são fundamentais para uma “sutil” compreensão deste Mistério. Trabalhemos com a hipótese que Essa Consciência Divina ou Força Criativa moldou nossos espíritos e almas numa estrutura perfeita que iria permitir o encaixe nos Mundos da Criação assim como o experienciar de todas as nuances da Mesma. Se os nossos corpos chamados de “inferiores” onde incluímos o corpo físico, emocional e mental são a projeção das nossas Almas e Espíritos: Então! Por que os seres humanos manifestam tantos desequilíbrios sérios e doenças graves em todos esses corpos? Respostas é o que não falta!Vejamos;

• Religiões nos falam em “castigo” divino!

• Dogmas e filosofias em “resgate cármicos”.

• Ciência em “somatização”.

• Espiritualistas em “pensamentos e sentimentos deturpados e negativos”.

Mas quais são as forças responsáveis por toda dor e sofrimento humano? Quem acoplou ao “programa humano” e sua natureza o conceito de doença? Quem deturpou os pensamentos puros e ingênuos dos primeiros Neanderthais? Por que destruímos átomos e células com nossos pensamentos e sentimentos negativados? Por que estamos acabando com o planeta se é o nosso Lar? De quem aprendemos a arte da destruição, da guerra, da mentira, da agressão, da morte sem piedade, do fanatismo, da ganância? Ou será que a força Criadora fez questão de que desenvolvêssemos esses atributos negativos? Quem incutiu na humanidade esse tipo de energia que nos levou tantas vezes a destruição, morte, dor e sofrimento? A Lei Maior da Criação? Ou talvez A Fonte Cósmica chamada Amor? Nós mesmos? Para “aprender”? NÃO! Por que sempre foi escondido e pisoteado nosso poder, nossa luz e divindade? O que existe por trás disso? Poderes e Forças Escuras!!!Interesses de Seres Humanos e não Humanos!!! Controle!!!! Dominação!!! A nossa CURA é uma questão de JUSTIÇA! De recuperar aquilo que por Natureza é Nosso: A SAUDE PERFEITA!

Para isso devemos acabar definitivamente com a nossa infantilidade de acreditar que Entidades, Mestres, Santos ou Deuses vão nos curar, vão resolver todos os nossos problemas! Infantilidade e ingenuidade da humanidade alimentada por ordens religiosas que compactuam com doenças inventadas em laboratórios que só querem poder de dominação e ganho; que estimulam o consumo de medicamentos que matam as pessoas; que se alimentam com produtos manipulados por poderes negativos para que fiquemos cada vez mais vulneráveis e doentes! A doença foi inventada para dominar a raça humana! Ela não existe nos padrões Divinos da Criação!  Ninguém precisa adoecer para aprender alguma coisa! Ninguém precisa adoecer para pagar uma divida kármica!! Ninguém tem culpa de nada! A cura é uma questão de justiça e de verdade! Uma questão de assumir que somos nós humanos que temos o poder de curar­nos e também de curar nossos irmãos.

Vejam só:

• No corpo biológico ou físico existem todos os programas que garantem a reprodução, regeneração, equilíbrio, restauração, etc.

• O nosso pensamento somado a nossa emoção é capaz de criar, de movimentar forças e energias.

• Somos produtores de energia atômica que quando direcionada equilibradamente a mesma “cura”.

• Possuímos informação e conhecimento científico.

• Temos um Reino Mineral e Vegetal maravilhoso que fornecem todas as substâncias naturais para o tratamento de desequilíbrios.

•  Assumamos, então, as nossas responsabilidades!

Estendamos a Mão para aqueles que precisam se libertar da dor e do sofrimento, independentemente de quais foram seus atos cometidos. A cura não é uma questão de FÉ em forças ou seres!! Pois “Deus” “Criação” “Amor” está presente e É em Nós! Em cada célula átomo e partícula de nossos corpos, alma e espírito! A Verdadeira Cura é uma questão de CONSCIÊNCIA!!! De assumir o nosso papel perante o Universo! De poder manifestar nosso Amor e Poder Divino! A cura também pode ser alcançada pelo CONHECIMENTO da natureza e das Leis da Criação!! Pelo reconhecimento da nossa divindade e perfeição!!! A Cura é uma questão de Justiça, de Liberdade amparada pelo amor e Verdade!

Medicina Quântica e a Física-A Linguagem do corpo-A Cura pelo Amor-~por Cristina Cairo

Ao estudar apenas algumas páginas sobre os pensamentos de Einstein, me identifiquei plenamente, pelo menos a princípio, com suas teorias. Quando encontrei a sua famosa equação E=MC2 , pela qual ele comprova que toda energia transforma-se em matéria e toda matéria transforma-se em energia, comecei a ficar agitada para estudar Física. Digo agitada, porque não consigo sossegar enquanto não encontro provas científicas sobre tudo o que vejo e sinto em meu coração quanto à linguagem do corpo. Passei a estudar mais um pouco e encontrei um dos pensamentos de Platão que diz que tudo é divisível, não apenas o átomo, mas o próton, o elétron e até o quark (subpartícula nuclear), num processo infinito e que tem de ser algo tão mínimo que não ocupe lugar no espaço. Existem muitos conflitos de opinião entre os próprios físicos, porque lidar com o invisível primordial que deu início a tudo realmente não é fácil. Linguagem do Corpo 3 – a cura pelo Amor 29 Se mantiver o raciocínio fixo e preso a cálculos infalíveis, não se chegará a lugar algum. Os estudiosos da Física sabem que tudo está em constante movimento e que é impossível deter qualquer movimento atômico em laboratório. O que se consegue estudar é momentos que se tornam passado a cada segundo. A partir da teoria quântica ou mecânica quântica, como também é chamada, (teoria de que tudo no Universo está interligado e que não existe tempo nem espaço e, portanto, qualquer ponto do Universo pode se comunicar com o passado, o presente e o futuro, devido à energia quântica, que torna esse Universo um jogo de espelhos) formulada em meados do século passado pelos físicos Albert Einstein, Paul Dirac, Max Planck, Niels Bohr, Louis de Broglie, W. Heisenber, W. Pauli e E. Schroedinger, muitos conflitos surgiram entre essa nova teoria e a teoria da Física tradicional. Os próprios físicos que desenvolveram a teoria quântica sofreram o preconceito da sociedade e de outros físicos, deixando por escrito seus sentimentos a respeito. Einstein, por exemplo, disse: “Todas as minhas tentativas para adaptar os fundamentos teóricos da Física a esse novo tipo de conhecimento fracassaram completamente” e “Era como se o chão tivesse sido retirado debaixo de meus pés, e não houvesse em qualquer outro lugar uma base sólida sobre a qual pudesse construir algo”. (in Medicina Quântica, Dr. Victor Mattos).

Veja que a partir do momento em que perceberam que o Universo é interligado e não mais um espaço repleto de objetos separados, tornou-se difícil a sua aceitação para as mentes mais concretas. Para essas mentes é difícil entender que somos uma projeção cósmica, ou seja, somos a imagem e semelhança do Cosmo, ou do Universo, ou de Deus. Essa nova teoria de que o Universo é um modelo de um processo Cósmico, já era conhecida há milhares de anos pelos astrólogos egípcios e babilônios. Eles observavam o movimento das estrelas de tempos em tempos e percebiam que a personalidade das estrelas e dos planetas correspondia à personalidade das pessoas que nasciam no momento em que esses astros estavam em trânsito. O medo de que suas teorias e descobertas se tornem vulgarmente místicas faz com que muitos cientistas retardem aceitações do óbvio que o Universo está lhes mostrando. As partículas que existem por todo esse espaço, não visíveis ainda para muitos, é o que faz a ponte entre o Macro e o Microcosmo, ou seja, o que os psicólogos junguianos chamam de inconsciente coletivo, os parapsicólogos 30 Cristina Cairo chamam de telepatia, os astrólogos chamam de influências planetárias e até o que Jesus disse: Tudo quanto pedirdes, orando, crede que o recebereis e o obtereis. (Mc. 11,24), faz parte do processo quântico. As religiões brigam entre si e muitas repudiam conhecimentos holísticos, mas não percebem que estão praticando a telepatia e a psicologia com seu Deus. Parte da medicina convencional também nega a existência da força quântica da mente sobre o corpo e não se permite aceitar que, se tratasse seus pacientes, de uma maneira que os torne autônomos de sua própria energia, a cura seria mais rápida e integral.

Muitos médicos esqueceram o que estudaram sobre receptores do organismo e não percebem que eles estão sendo ativados em seus pacientes, positiva ou negativamente, cada vez que os desenganam ou os incentivam à vida. Os médicos conhecem os pontos receptores comuns do coração e do cérebro e que, a cada emoção, o cérebro reage sobre o corpo, mas ignoram esse fato diante da emergência de socorrer centenas de doentes suplicando uma cura imediata e milagrosa. Logo, os conhecimentos técnicos e químicos tomam a frente para sanar dores, mal-estares, hemorragias etc., esquecendo-se de tratar o emocional dessas pessoas. Dr. Deepak Chopra, médico e filósofo, radicado nos EUA, de reputação internacional, diz em seu livro A Cura quântica: “O cérebro e o coração têm muitos pontos receptores em comum; e, o que é mais importante, compartilham o mesmo DNA, o que significa que a célula do coração pode se comportar como uma célula cerebral, uma célula do fígado ou qualquer outra do organismo. “Após cirurgias cardíacas em que é feito o corte do tórax, é comum pacientes sofrerem crises psicóticas e começarem a ter alucinações. A explica- ção para isso é que eles, subitamente, começam a ver homenzinhos verdes passeando pelo lençol, porque ficam deitados de costas no vazio estéril da unidade de tratamento intensivo, embriagados pela falta de oxigênio no cérebro. Mas, por acaso, não seria possível responsabilizar o coração por essas alucinações? Simplesmente, o trauma da cirurgia poderia fazer o coração pensar que a realidade enlouqueceu, comunicando tal notícia ao cérebro.” A medicina quântica, por sua vez, também vê o homem como um todo, ou seja, de uma forma holística e não mais como uma peça que o tempo destruirá. Vê que o ser humano possui as mesmas partículas do planeta e do Universo e que tem as mesmas possibilidades de mudanças. O Dr. Sérgio Felipe de Oliveira neurologista e médico holístico da clínica Pineal Mind, do bairro da Aclimação em São Paulo,muito bem conceituado no meio médico, afirma que através da nossa glândula pineal, os contatos com outras frequências dimensionais são realizados. Ele explica que temos bolas de cristal no centro da cabeça, ou seja, dentro da glândula pineal, que tem o tamanho de uma ervilha. E que a formação desses cristais ocorre nas mitocôndrias, que o quarto estado da matéria é o plasma de baixa energia que circula nas mitocôndrias; é o ectoplasma que dá energia ao indivíduo. O sistema nervoso controla a pineal e forças sutis realizam um “link” mitocôndrias e pineal, que dá energia ao corpo. Essas forças sutis são vistas e provadas pelas fotos eletromagnéticas do Dr. Kirlian e Dr. Korotkov, ambos russos. Eu mesma fiz diversas experiências em meu corpo com essas fotos, utilizando cristais antes e depois da experiência, e posso garantir que a formação molecular do cristal interfere integralmente em nosso campo vibracional ou eletromagnético, ou aura.

Com isso, podemos entender como a glândula pineal faz de nós transmissores e captadores de energias em potencial. No orelha desta obra vocês podem ver uma das fotos eletromagnéticas que experimentei. Quanto à medicina ayurvédica, por exemplo, quando ela promove em seu paciente o estímulo para a meditação, é para que ele alcance o estado da bem-aventurança. Neste estado, ele está trabalhando a energia da glândula pineal e renovando as energias corporais, pois o sistema nervoso equilibrado permite nosso contato com o quarto estado da matéria, no qual resgatamos a energia. O Dr. Victor Mattos  , doutor em fisiologia pela universidade de Sorbonne, bioengenheiro e neuropsicólogo da faculdade de medicina da Universidade do Brasil, hoje UFRJ, criador e principal divulgador dos conceitos de medicina quântica integral, diz em seu livro Medicina Quântica que “Não passamos de um conglomerado de fenômenos atômicos, cuja proximidade e densidade aparentes nos fazem percebê-los como objetos. Se nos fosse possível entrar no âmago da matéria, constataríamos que, na verdade, esta é constituída de moléculas e átomos livres ou combinados, situados a grandes distâncias uns dos outros. Concluindo: em termos de Física, nós não existimos”. E “O que vemos são reflexos e reemissões. A sensação táctil proporcionada pelo contato com o que chamamos de objetos tem como causa a diferença de frequências oscilacionais dos átomos que os compõem. A luz, seja qual for a sua cor (frequência) é absolutamente invisível, pois dela só vemos o reflexo, ou seja, vemos os fótons (a menor partícula da luz)refletidos pelos objetos sobre os quais incide. Assim e por esta razão, a realidade como se nos apresenta é um produto da nossa mente.

O Universo é mental.

” Vemos então, que toda filosofia oriental possui o conhecimento empírico da ciência dos homens, pois há milhares de anos prega que somos aquilo que pensamos ser e que tudo é projeção da mente. Procurei transcrever citações simples de alguns médicos e cientistas, pois a linguagem da física quântica é bastante complexa. Mas posso afirmar que não é necessário conhecer os complexos cálculos matemáticos da física quântica para entendermos que o Universo se move quando pensamos e que nos transformamos quando o Universo pensa, pois somos Um no Universo; transcreverei uma breve explanação sobre o Instituto Brasileiro de Metodologia Quântica (IBMQ), de seu fundador Dr. Victor Mattos “… representa um avanço conceitual e um aumento considerável do nível de exatidão diagnóstica e terapêutica.” “A MQI (medicina quântica integral) incorpora os conhecimentos de bioquímica e biofísica moleculares, conceitos fundamentais de oligoterapia catalítica, homeopatia e homotoxicologia, além de conceitos relativos à nutrição ortomolecular e terapias bioxidativas. Propõe uma atuação em vários níveis de interferência, tais como atômico, molecular e intracelular. Está voltada para novos paradigmas, que simplificam enormemente a abordagem dos quadros clínicos, principalmente os crônicos nos quais a atuação terapêutica convencional é nitidamente limitada ou insuficiente.” Espero que, com este apanhado de informações, você tenha percebido que o trabalho quântico é um movimento total do ser e que todas as formas invisíveis da vida influenciam o mundo material e vice versa. Portanto, é importante frisar que a mente é responsável por todos os acontecimentos no seu corpo e no seu ambiente, pois é através dos pensamentos e das emoções que permitimos a ruptura de nosso campo vital e de conexões com seres vivíveis e invisíveis para o nosso bem ou para o nosso mal.

Acredito que somos regidos por várias formas de energias e que elas, muitas vezes, dominam nossa razão, mas também acredito que, com a nossa evolução espiritual ou expansão da nossa consciência, a energia do AMOR será o nosso escudo para a saúde e para a paz, pois o domínio da mente consiste em mantermos firmes pensamentos de alegria, perdão e otimismo, para que nosso cérebro envie mensagens elevadas a todas as nossas células do corpo e também ao nosso corpo etérico. A paz e a saúde dependem de quanto elevamos as nossas frequências vibratórias, e a única forma que temos para alcançar essa evolução é pela força de vontade para pensar somente em coisas boas e afastar, convictamente, qualquer pensamento de tristeza, indignação, ira, medo, críticas, controle sobre a vida das pessoas, ciúme, inveja, vingança e apego a posses. Esses são os grandes desafios que o ser humano encontra em seu caminho e que muitos já venceram. Portanto, lance esse desafio para você mesmo e conheça a sua grande força interna para transmutar. Exercícios de visualização transformam o nosso corpo e nosso ambiente A visualização, ou seja, criar um pensamento ou uma história na mente produz no corpo e no ambiente aquilo que foi pensado. Mesmo que você não se dê conta dos pensamentos passageiros do dia a dia, eles estão interferindo no seu destino ou carma.

Por vezes, até mesmo pessoas espiritualizadas, que acreditam nas leis do Universo, ficam confusas ou incrédulas devido a acontecimentos em suas vidas, que dizem nunca terem pensado, portanto não poderiam ter criado tal situação. Acredito que para as pessoas mais concretas em seus pensamentos seja absurda a afirmação de que o que se pensa acontece em nossa vida. Por isso é que precisamos conversar mais detalhadamente sobre a mente humana e mostrar que nem tudo o que se pensou pode ser lembrado. Somente através de hipnose, terapia de regressão à infância ou meditação é que se pode afirmar se a pessoa pensou ou não em tal situação. Os hindus sabem o que você pensou no passado olhando para seu corpo no presente, pois seus pensamentos estão registrados no formato e na qualidade de seu corpo. Deepak Chopra afirma: “Se quiser saber como será seu corpo no futuro, veja seus pensamentos de hoje”, e que: “… nosso corpo é a imagem física, em 3D, do que estamos pensando. Esse fato notável escapa de nossa observação por vários motivos. Um deles é que o contorno físico de nosso corpo não muda tão drasticamente a cada pensamento. Mesmo assim, é evidente que o corpo projeta os pensamentos. Literalmente, podemos ler a mente de outras pessoas pela mudança constante de suas expressões faciais; quanto a nós mesmos, ainda que sem notar, também registramos os milhares de gestos da linguagem do corpo como sinal de nosso estado de espírito e das intenções das pessoas para conosco. Em segundo lugar, não vemos nossos corpos como pensamentos projetados, porque muitas mudanças físicas que eles causam são imperceptíveis. Elas envolvem alterações mínimas da química celular, da temperatura do corpo, da carga elétrica, da pressão sanguínea e assim por diante. 

Nosso corpo é suficientemente fluido para espelhar qualquer evento mental. Nada se move sem movimentar o todo. “As últimas descobertas da neurobiologia reforçaram ainda mais a idéia dos universos paralelos da mente e do corpo.

Quando os pesquisadores prosseguiram além do sistema nervoso e do imunológico, começaram a descobrir os mesmos neuropeptídios (células transmissoras dos neurônios) e seus receptores em outros órgãos, como os intestinos, rins, estômago e coração ; isso significa que nossos rins podem ‘pensar’, no sentido de que podem produzir neuropeptídios idênticos aos encontrados no cérebro.” O pensamento, a personalidade e o temperamento de uma pessoa podem mudar até os efeitos de um remédio, como os nutrientes de um alimento. Portanto, pessoas que sofrem do estômago, por exemplo, deveriam relaxar mais e deixar de se preocupar exageradamente com situações que podem ser divididas com outras pessoas ou até serem colocadas em segundo plano. Quando você diz ou pensa em felicidade, suas células também pensam como você, devido aos neuropeptídios semelhantes. Pessoas que sofrem de doenças do sangue, por exemplo, é porque se sentem muito tristes e infelizes com a vida que estão levando. As células de seu sangue sentem a mesma tristeza e não conseguem metabolizar corretamente a glicose para transformá-la em energia corporal. Cada doença tem uma correspondência direta com um pensamento e, consequentemente, com uma emoção. Portanto, para termos saúde, devemos aprender a pensar e a sentir. Nossas emoções foram aprendidas desde a infância, no contacto que tivemos com as primeiras pessoas de nossa vida.

 Daí todas as nossas reações perante os problemas, medos, perdas, traições e etc., são frutos de crenças que estão instaladas em nosso inconsciente, até mesmo de um passado mais longínquo que guardamos em nossas células. O passado de nossos pais também está impresso em nossos genes e esta afirmação é científica;Mas isso não significa que somos escravos de um destino imutável.

Visão Pessoal…

Estamos nesta vida para evoluirmos e aprendermos a reorganização de nossa alma e nossas crenças que foram deturpadas pelas épocas de baixa vibração do nosso planeta. Persista num pensamento saudável, sem medo, sem julgamento e sem ansiedade e você comprovará em sua vida que seus pensamentos possuem ligações com os pensamentos de outras pessoas, que trarão até você o que você visualizou. O inconsciente coletivo, comprovado pela psicologia junguiana, permanece vinte e quatro horas no ar e você deve aprender a navegar pela sincronicidade desse universo mental, para conquistar uma nova situação em seu cotidiano. O tempo traz até nós tudo o que tememos e tudo o que desejamos de bom e, se muitas vezes acontece de coisas boas não chegarem até você, é porque seus pensamentos diários ainda não estão em completa harmonia e serenidade com as energias sutis. Será que o que você anda querendo não faz parte apenas de sua vontade rígida? Vamos aos poucos,  eliminando as pedrinhas de suas crenças inflexíveis, até você poder caminhar em direção do que é realmente essencial para sua jornada. O Universo atende aos bons e também aos maus porque, para o Cosmo, todo pensamento é força criadora.

Então, cuidado com as formas pensamentos, que você tem criado por hábito.

Inspiração….

1-Aromaterapia

2-Cromoterapia

3-Cristaloterapia

4-Terapia Floral

5-Homeopatia

6-Radiestesia

7-Acupuntura

MEDICINA ALTERNATIVAS-OPÇÕES DE CURA

 CENTRO DE REIKI E TERAPIAS ALTERNATIVAS

Monicavox

Recomendo…

 

Poder da manifestação-Consciência e Espiritualidade-O propósito de vida-Vivendo a Sabedoria do Tao-

Se ainda não conseguiu criar o que deseja é porque crê numa ideia errada. O seu passado é uma ilusão. É o trilho que fica para trás e que não o leva a lado nenhum, independentemente daquilo em que possa acreditar. Só lhe resta o agora e nunca tentou nada. Simplesmente ainda não o fez. Já pode extrair esse raciocínio do seu mundo interior”~Dr Wayne Dyer

 Dr. Wayne W. Dyer é carinhosamente chamado de “pai da motivação” por seus fãs, e foi um dos mais respeitados no campo da auto-capacitação.Ele nasceu em 10 de março, 1940, em Detroit, Michigan. Sua infância foi passada em orfanatos e lares adotivos, e superou muitos obstáculos para tornar seus sonhos em realidade.Passou muito do seu tempo mostrando aos outros como fazer o mesmo.Dyer foi psicoterapeuta e tinha um doutorado em psicologia na Wayne State University e da Universidade de Michigan e  ensinou em muitos níveis, do ensino médio para a faculdade. Ele foi co-autor de três livros, colaborou com vários jornais e palestras em todo o mundo.Sua inspiração foi o ramo da chamada psicologia humanista, em particular, Abraham Maslow. Isto foi planejado para ser o quarto paradigma, após a psicanálise, a psicologia comportamental e psicologia cognitiva. Em seus livros anteriores, esta influência mostra a sua crença nas possibilidades de desenvolvimento da pessoa além do “normal” para começar a desenvolver todo o nosso potencial como sere humano (pessoa “ilimitada”), ao invés de focar no tratamento da doença ou distúrbio a ser colocado no estado normal, tal como as outras teorias psicológicas.
Seus livros “Destino Manifesto” e “Suas Zonas Errôneas” têm sido bestsellers  sendo lidos até hoje. Dyer ensinou  também  e através da Universidade de Cornell, e foi um professor de aconselhamento psicologia da Universidade de Nova York.
Em 2009 ele anunciou que tinha leucemia linfocítica crônica./ LLC –  um câncer das células brancas do sangue. Não há cura para este tipo de câncer e seu tratamento não é recomendado para as fases iniciais, que básicamente consistem de um “esperar para ver”.Dr Dyer faleceu em 30 /08/2015,vítima da doença. Com “Seus pontos fracos”, sua obra de estreia lançada em 1976, o escritor vendeu mais de 35 milhões de cópias em todo o mundo, figurando entre os 50 livros mais vendidos da história. Constam em sua bibliografia cerca de 30 títulos, entre obras de auto-ajuda para adultos e crianças — 19 deles traduzidos para português“Wayne deixou ser corpo, vindo a morrer durante a noite. Ele sempre disse que não podia esperar pelo começo desta próxima aventura e não tinha medo de morrer. Nossos corações estão quebrados, mas sorrimos ao pensar o quanto ele vai apreciar o outro lado”, diz um comunicado assinado pela família de Dyer em sua página no Facebook.

COMO WAYNE DYER REAGIU QUANDO SOUBE DA DOENÇA

Depois do choque inicial, ele tratou isso como todos os outros contra-tempos em sua vida. Acredita-se que todo grande avanço espiritual na vida é precedido por uma espécie de dificuldade que nos fornece energia e uma nova perspectiva para impulsionar-nos para um lugar mais alto. É essa crença fundamental  que o ajudou a se mover rápidamente para um estado de aceitação, livre da reação normal de raiva, frustração e questionamento – “Por que isso está acontecendo comigo?
Dr. Dyer dizia que nunca usava palavras como luta ou ataque porque a luta nos enfraquece.Ele aceitava que em algum nível, o câncer é uma resposta de” cura do corpo”.Explicando, em alguns casos, o corpo pode ser necessário para curar um nível mais profundo emocional ou energético.No seu caso, ele dizia que a cura estava relacionada a um trauma psicológico profundo experimentado como resultado do sentimento de que falhou em lidar com relacionamentos na sua vida.
Ele  admitia ter experimentado muitos relacionamentos difíceis em sua vida, com sua mãe e seu pai o abandonou e suas três ex-esposas; que ele estava em uma frequência semelhante à de sua vibração câncer, e suspeito que essas experiências difíceis pode ter tido alguma influência sobre ele. Felizmente, a nossa freqüência de energia está em constante mudança, com base na forma como pensamos, sentimos e agimos. Além disso, à medida que avançamos para níveis mais elevados de consciência e experiência da nossa verdadeira essência,nosso estado vibracional pode mudar.
 OS MANTRAS DO DR DYER
“Eu estou bem.” Eu estou em perfeita saúde. “
A parte da prática diária do Dr. Dyer é a repetição desses dois mantras. Mantras podem se tornar ferramentas poderosas de cura, mas nós temos que realmente acreditar nelas e levar os sentimentos ao fim desejado, mesmo antes de se materializar. Para ele, estas palavras são baseadas em uma crença profundamente arraigada de que o corpo tem sabedoria perfeita, o corpo sabe o que fazer. Seu conselho é confiar e acreditar no poder de cura invisível e infinito do corpo.Fundamentalmente, devemos mudar nosso conceito de nós mesmos. Isso envolve  afastar-se de qualquer tipo de diálogo interno, como,por ex;” eu estou deprimido, eu me sinto fraco, eu estou doente” e substituí-lo com o estado saudável queremos manifestar.
A IMPORTÂNCIA DO MANTRA PESSOAL
O Mantra  afeta nossos sentimentos, nossa energia e nossas ações.
Ele  ensinou a arte da manifestação para os anos que ele acredita que os mesmos princípios usados ​​para ajudar as pessoas a curá-lo.A premissa geral é colocar os holofotes sobre o que criar e viver a partir daí. Vivemos a partir daí, não só intelectualmente, mas mais importante ao nível dos sentimentos.Temos de agir com sentimentos de querer nos tornar uma realidade em nosso campo de energia. Isso ajuda a mudar a energia ou freqüência vibracional e, posteriormente, facilita a cicatrização do nível corpo físico.A boa notícia é que não é necessário compreender como funciona para que ele funcione!Ao mesmo tempo que nos convida a lembrar que não somos o nosso corpo físico. No nosso âmago, somos puro amor. Para curar verdadeiramente, temos de reconhecer nossa própria magnificência e viver a partir desse lugar de poder infinito.Uma das mudanças mais importantes que o Dr. Dyer falava com respeito á quem tem tido câncer é … o despertar do desejo de servir, ser mais amoroso e generoso, precisa ser agradecido ou apreciado. Ele a descreve como “crescer o Divino dentro de você.”

Mude seus pensamentos, mude sua vida: Dr. Wayne Dyer (legendado em portugues-BR)

A MANEIRA COMO ENCARAMOS A PROVA, DEFINE O QUANTO ESTAMOS EVOLUÍDOS
Viver com Câncer para os meios de viver de um lugar de puro, amor incondicional e gratidão. Essa nova perspectiva é, em grande parte para o que o Dr. Dyer acredita que seu câncer tenha tomado e que agora pode compartilhar com o mundo. O amor puro é provavelmente a ferramenta mais poderosa de curae ele diz que é e, mais importante, sentir-se melhor do que o habitual.
“Temos muitas possibilidades e tudo que você tem a fazer é se lembrar.”
 
FRASES DO DR DYER
1-“Você pode olhar para si mesmo com novos olhos e abrir-se a novas experiências que nunca chegou a pensar que poderia ser dentro do seu meio como um ser humano, ou você pode continuar fazendo as mesmas coisas da mesma maneira, para enterrá-lo.”
 
2-“Se você acredita em si mesmo completamente, não há nada que esteja além de seus meios.”
 
3-“Há uma grande mentira, e isso é que estamos limitados. Os únicos limites que temos são os limites que acreditamos.”
 
4-“O momento é tudo o que existe, eo futuro é apenas mais um presente para ser vivida quando chega a hora”

5-“O último terno que você veste, não têm bolsos”

6-“A mais elevada forma de ignorância é quando você rejeita algo que você não sabe nada”

 The Shift – Ambition to Meaning – Wayne Dyer (Legendado – Portugues-br)

COMO VIVER NO TAO~por Dr Wayne Dyer

Neste livro eu mostro como temos a oportunidade de internalizar e diretamente experimentar a grande sabedoria do Tao Te Ching, uma coleção de versos de autoria do profeta chinês Lao-tzu.As palavras Tao Te Ching traduzem como viver e aplicar o Grande Caminho. Embora sejam apenas 81 versos curtos, o Tao incentiva você a mudar a sua vida, literalmente, mudando a maneira como você pensa. Através da leitura através dos versos apresentados aqui (que eu tenho reunido depois de analisar centenas de traduções) -acompanhado com a afirmação correspondente eu criei para cada verso,  você pode embarcar em um caminho que engloba as idéias profundas que Lao- tzu pretendia transmitir. 
O Tao Te Ching oferece orientação Divina em praticamente todas as áreas da existência humana. É uma nova maneira de pensar, em um mundo que precisa recuperar seus antigos ensinamentos.Trabalhe com os versos e afirmações regularmente e você vai saber a verdade por trás da antiga observação do Tao:Quando você mudar a maneira como você olha as coisas, as coisas você olha a mudança.

ALGUNS VERSOS ANALISADOS PELO DR DYER

1-Viver em contentamento

O terceiro verso do Tao Te Ching aconselha a que se reordenem as prioridades para garantir o contentamento. Se nos concentrarmos na obten‑ ção de mais objetos de desejo, seremos controlados por fatores que nos são externos. A procura de estatuto, seja ele monetário ou baseado numa posição de poder, cega-nos na nossa relação com o Tao eterno e impede‑nos de ver a vida de contentamento que está disponível para nós vivermos. A necessidade de dar maior valor ao que possuímos e ao que conseguimos obter provém da fixação do nosso ego na necessidade de ter mais — riqueza, objetos, estatuto, poder, etc. O Tao recomenda que sejamos contidos perante esta espécie de modo de vida que tem por base um descontentamento e que conduz ao roubo, ao conflito e à confusão. Em oposição à tentativa de ter sempre mais, a prática da gratidão do Tao é que nos conduz à vida em contentamento. Devemos substituir os desejos pessoais pela questão, centrada no Tao, que é esta: Como posso servir? Se nos limitarmos a mudar este tipo de pensamentos, começaremos a ver as grandes mudanças que começarão a ter lugar nas nossas vidas. O conselho para praticar o «não fazer», e confiar em que tudo ocupará o lugar perfeito que lhe está destinado, pode ser interpretado como uma receita que conduz à preguiça e a uma sociedade falhada, mas não me parece que seja isso que Lao Tzu neste caso nos oferece. Lao Tzu não diz para sermos preguiçosos ou inativos; pelo contrário, sugere que confiar no Tao é a maneira de podermos ser conduzidos pela Origem da nossa criação e de sermos guiados por um princípio mais elevado do que aquilo que são os desejos orientados pelo nosso ego. Estes desejos podem tornar‑se obstáculos à essência divina, pelo que devemos fazer com que o ego saia da nossa frente e seja guiado pelo Tao em tudo aquilo que fizermos. O leitor sente‑se muito agitado? Confie no Tao. Dê ouvidos àquilo que o faz seguir em frente, livre da dominação do ego, e sentir‑se‑á, paradoxalmente, mais produtivo. Deixe sair de dentro de si o que lá se encontra, suspendendo a determinação mundana que o tolhe. Deste modo, já não será só o leitor a conduzir a orquestração a que chama a sua vida.

2-Viver infinitamente

O Tao é a Origem de toda a vida e, no entanto, é vazio e ilimitado e não pode ser retido, quantificado ou medido. Esta energia criativa gera‑ dora de vida dá origem a uma Origem de alegria, cheia de significado, que está sempre acessível. Se vivermos numa perspetiva infinita, iremos renunciar à idéia de que a nossa única identidade é o corpo físico em que progredimos, desde o nascimento até à morte. Na nossa totalidade, somos um ser infinito, disfarçado como uma pessoa que existe no mundo de “gumes afiados” e de “nós apertados” a que este verso se refere. Fundindo‑se dentro de nós e à nossa volta, em todos os momentos, está a força invisível, geradora de vida, do Tao. É inesgotável. É insondável. E não pode ser esvaziado. O 4. o verso do Tao convida‑nos a considerar a reordenação dos nossos pensamentos relativamente a quem somos. Este verso diz que cultivar a consciência do nosso aspecto infinito, é a forma de nos ligarmos à Origem ilimitada da energia criativa que flui através de nós. Voce pode, por exemplo, querer ajudar pessoas menos afortunadas a melhorarem a sua existência quotidiana, sem acreditar que tenha tempo ou energia para o fazer, por causa daquilo que é e do que faz, neste momento. Se atenuar a maneira como se agarra à idéia que tem de si no trabalho que está  desenvolvendo, ou na sua vida, e tentar familiarizar‑se com a energia criativa ilimitada que faz parte de si, o tempo e a energia de que necessita hão de aparecer. Imagine‑se a ajudar os outros, guiado pelo seu próprio aspecto infinito, a gerar o comportamento e as ações que complementem a sua visão por meio do “antepassado comum” do Tao. Irá, no final, cultivar um conhecimento absoluto de que a assistência de que pode nescessitar está mesmo aqui, e neste preciso momento — diante, atrás, por cima e por debaixo de si. É vazia mas está muito presente. É, como recorda Lao Tzu, “inesgotável, insondável, e é o antepassado de tudo”.

Ter noção da omnipresença do Tao significa que os pensamentos de que falta alguma coisa ou de necessita alguma coisa já não são dominantes. Deixam de ser sustentadas convicções como “Isto nunca poderá acontecer”, “É o meu destino” ou “Com a sorte que tenho, as coisas nunca darão resultado”. Em vez delas, começará a ter a esperança de que aquilo que imagina para si já não está só a caminho mas já chegou! Este novo auto-retrato, baseado na presença colaborante do Tao invisível, eleva‑o a uma vida inspirada — isto é, uma vida em que está “no espírito” ou em contacto interminável com o Tao. Ao viver infinitamente, as recompensas que obtém estão na sensação de alegria pacífica porque sabe que tudo está em ordem. É isto que acredito que significarão as palavras de Lao Tzu aplicadas aos nossos dias: Veja pela perspectiva do Tao eterno todas as coisas que parecem ser um problema. Acreditar que há uma escassez de prosperidade é um sinal de que devemos pensar em termos da Origem inesgotável: o Tao. Como quase tudo o resto que existe no nosso planeta, o dinheiro está disponível em quantidades ilimitadas. Tenha a noção disto e ligue‑se a esta ideia de recursos sem limites. Faça‑o, primeiro, nos seus pensamentos: “Tudo aquilo de que nescessito está aqui.

” Os pensamentos de prosperidade são instruções cheias de energia que permitem o acesso à sua identidade infinita e, por isso, as ações irão segui‑los. Parta desta mesma abordagem — estar em harmonia com o Tao — para encarar todos os seus problemas, porque existe um fornecimento de bem‑estar que tudo abrange com que nos devemos identificar. 

Por isso, em vez de dar energia à ideia de doença e ao que pensa serem infortúnios, fique com o Tao. Fique com aquilo que nunca pode ser esgotado. Fique com aquilo que é o pai de todas as coisas, a Origem que tudo cria. Ela trabalhará consigo e para si, tal como a terá nos seus pensamentos, depois nos seus sentimentos e, finalmente, nas suas ações.

Seja um observador infinito. Quando vista como um sinal de mudança, a preocupação é transitória — faz, apenas, parte do mundo do que muda. Se encarar a sua vida do ponto de vista de um observador infinito, as preocupações, as ansiedades e os conflitos misturam‑se numa mescla eterna. Desta perspectiva intemporal, imagine como poderão ser importantes, dentro de cem, mil, um milhão ou um número incontável de anos, as coisas que o fazem sentir deprimido neste momento

.Lembre‑se de que faz parte de uma realidade eterna, como o Tao infinito de que é oriundo.  Reorganize os seus pensamentos de modo a raciocinar em harmonia com o Tao. Com a assistência do Tao eterno, todos os gumes afiados da vida fica‑ rão macios, os nós soltar‑se‑ão e a poeira assentará. Tente! ‑ Pratique o Tao agora; escolha uma situação hoje (seja ela qual for) e, em vez de reagir verbalmente, mantenha‑se em silêncio e dê ouvidos aos seus pensamentos. Numa reunião social ou de negócios, por exemplo, opte por procurar o vazio que se encontra no silêncio para poder ter consciência do seu eu infinito. Convide‑o a dizer‑lhe quando deve responder ou, mesmo, se deve responder. Se vir que o seu ego mundano está a interpretar ou a julgar, observe apenas o que está a passar‑se mas sem criticar ou mudar o que quer que seja. Começará, com isto, a descobrir um número maior de situações onde encontrar a paz e a alegria na ausência de uma reação, deixando‑se permanecer na infinidade oculta, mas sempre presente. E talvez queira reproduzir este conselho do meu professor Nisargadatta Maharaj e expô‑lo em local bem visível, para o poder ler todos os dias: O conhecimento é saber que nada sou, o amor é saber que tudo sou, e, entre os dois, flui a minha vida. Assim, enquanto vive, mantenha‑se tão perto do amor quanto possível.

3-Viver o mistério

Neste verso que abre o Tao Te Ching, Lao Tzu diz‑nos que “o Tao tem nome e não tem, ao mesmo tempo”. Para o nosso intelecto ocidental, uma afirmação destas pode parecer um paradoxo… e é um paradoxo! O pensamento paradoxal faz parte de conceitos orientais como as dualidades yin e o yang ou masculino e feminino, onde as coisas são, confortávelmente, descritas como sendo, ao mesmo tempo, isto e aquilo. Nós, no Ocidente, pelo contrário, tendemos a ver os opostos como conceitos incompatíveis que se contradizem. No entanto, este livro pede‑nos que mudemos a nossa maneira já tão entranhada de pensar e que, em consequência, vejamos a nossa vida mudar. O Tao é um domínio incognoscível e que não se pode ver, onde tudo tem origem. E, ao mesmo tempo, o Tao está dentro de tudo, invisível. Quando desejamos ver essa invisibilidade (mistério), tentamos defini‑la em termos do nosso mundo exterior onde predomina a forma — aquilo a que Lao Tzu chama “as 10 mil coisas”. Lao Tzu diz‑nos que desistirmos de tentar ver o mistério nos permitirá, na realidade, vê‑lo. Ou seja, como gosto de pensar, “afastamo‑nos e deixamos que Deus se aproxime”. Mas como podemos nós fazê‑lo? Uma maneira é permitir‑nos praticar mais o pensamento paradoxal, reconhecendo que desejar (querer) e ter a ausência de desejo (permitir) são diferentes e não são… como se fossem os extremos misteriosos de um contínuo. Desejar é a expressão física da criação das condições que nos permitem sermos receptivos; ou seja, é a preparação, no mundo real, para recebermos. Segundo Lao Tzu, querer conhecer, ou ver, o mistério do Tao revelará as provas de que o Tao existe, por meio de diversas manifestações, mas não o próprio mistério.Isto não é, no entanto, um beco sem saída! É a partir deste estado de desejo que floresce o misterioso Tao. É como se o querer se trans‑ formasse, sem esforço, no ato de permitir. Quando desejamos, vemos as manifestações; se não desejamos, podemos ver o próprio mistério. Quando nos sintonizamos com o que nos diz Lao Tzu, torna‑se fácil ver que o nosso mundo produz exemplos abundantes deste processo paradoxal. Pense o leitor na atividade de jardinagem e no desejo que tem dos suculentos .

Novos Pensamentos para uma Nova Vida

Tomates caseiros ou dos narcisos da primavera: o que acontece, quando faz jardinagem, é que lhes permite crescerem. Agora, pense nas coisas da vida que envolvem o ato de querer e como elas diferem do ato de permitir: querer ir dormir, por exemplo, mais do que ir dormir; querer fazer dieta, mais do que, efetivamente, fazer dieta. Querer amar, mais do que amar. Nesta referência ao Tao, a ausência de desejo significa confiar, permitir e deixar acontecer. O desejo é, ao mesmo tempo, o começo e o fundamento da ausência de desejo tal como o querer é, ao mesmo tempo, o começo e o fundamento do ato de permitir. São a mesma coisa e, no entanto, são diferentes. Tome atenção aos momentos em que, no seu corpo, sente que se encontra no contínuo entre o desejar e o permitir (ou entre o tentar e o fazer). Tentar tocar piano, guiar o carro ou andar de bicicleta é a mesma coisa, embora seja diferente, de tocar piano, guiar o carro ou andar de bicicleta, na realidade. Quando estas atividades do mundo exterior são desejadas e as aprendemos, chega uma altura em que aquilo que fazemos é permitir. A questão, aqui, é reconhecer, no corpo, a diferença entre tentar e permitir e ter, então, consciência da sensação, que não requer esforço, desta última ação. Esta prática irá conduzirá a uma muito maior consciência do mistério invisível e das 10 mil coisas, que são os fenómenos visíveis do nosso mundo.

As 10 mil coisas a que Lao Tzu se refere representam os objetos terrestres que estão classificados e divididos em categorias e que têm um nome científico, o que nos ajuda a comunicar e a identificar aquilo de que estamos  falando e em que estamos  pensando.

No entanto, apesar de toda a nossa sabedoria tecnológica e da categorização científica, nunca conseguimos criar, verdadeiramente, um olho ou um fígado humanos ou mesmo um grão de cereal. Cada uma destas coisas — juntamente com a recordação que engloba o mundo conhecido ou que tem nome — emerge do mistério que é o Tao eterno.

Mas, tal como o mundo não é feito apenas dos elementos com nome que o integram, nós também não somos, exclusivamente, a pele, o osso e os fluídos de que so‑ mos feitos, em termos físicos. Nós somos, também, o Tao eterno, animando, de forma invisível, a nossa língua para podermos falar, os ouvidos para poder‑ mos ouvir e os olhos para podermos ver e experimentarmos, assim, o que se manifesta e o próprio mistério. Permitir, de forma consciente, que se manifeste este mistério sem nome é a forma definitiva de praticar o Tao. Isto faz‑nos correr algum risco? Claro que não. Significa confiar no mistério no momento em que somos assaltados ou maltratados? Provávelmente, não. Significa que nunca tentaremos mudar as coisas? Não. Significa cultivar uma prática: estar dentro do mistério e deixar que este flua através de nós.

Viver o Mistério sem qualquer impedimento

Significa permitir o paradoxo de estarmos, materialmente, no momento em que permitimos que o mistério se desenrole. Pratique o Tao e descubra a sua maneira de viver no mistério. Como diz Lao Tzu neste seu primeiro verso: “E o próprio mistério é a porta aberta a toda a compreensão”. Eis os meus conselhos para traduzir este excerto para a prática diária do século XXI:

Em primeiro lugar, e acima de tudo, desfrute do mistério! Deixe que tudo se desenrole à sua volta sem estar sempre  tentando compreendê‑lo. Deixe, por exemplo, que as relações existam, porque tudo se desenvolverá segundo a ordem divina.

 Não tente, tão esforçadamente, fazer com que alguma coisa aconteça — limite‑se só a deixar que aconteça. Não se esforce sempre por tentar compreender a pessoa com quem partilha a sua vida, os seus filhos, os seus pais e o seu chefe, ou seja quem for, porque o Tao está sempre em ação. Quando as suas expetativas se desmoronarem, pratique o tentar aceitar que assim seja.

Descontraia‑se, não se preocupe, permita que as coisas aconteçam e reconheça que alguns dos seus desejos são sobre o que pensa como deve ser o seu mundo e não sobre aquilo que ele, de fato, é, nesse momentoTorne‑se um observador astuto: julgue menos e ouça mais. Utilize algum tempo para deixar a mente abrir‑se ao mistério e à incerteza, que são tão fascinantes e que todos nós experienciamos. Pratique o abandono relativamente à necessidade de estar sempre dando nome e  etiquetando as coisas.

Estudamos árduamente para sermos capazes de definir corretamente as coisas e obter aquilo a que chamávamos «notas altas». A maioria das instituições de ensino insistiu em identificar tudo, o que levou a que pudéssemos ser classificados como diplomados, tendo o conhecimento de certas categorias específicas. Porém, sabemos, sem que ninguém nos diga, que não existe título, grau académico ou etiqueta específica que, verdadeira‑ mente, nos defina. Do mesmo modo que a água não é a palavra água — tal como não é water, Wasser ou H2O —, nada no Universo é aquilo que é o seu nome. Apesar da interminável categorização que fazemos, nenhum animal, flor, mineral ou ser humano pode ser descrito com verdade. Do mesmo “18 Novos Pensamentos para uma Nova Vida” , o Tao diz‑nos que “o nome que pode ser pronunciado não é o nome eterno”.

 Devemos rejubilar na magnificência do que é visto e apreciado pelos nossos sentidos, em vez de estarmos sempre a memorizar e a categorizar. ‑ Pratique o Tao agora em um dado momento do dia de hoje, tome nota do episódio de aborrecimento ou de irritação que tenha tido com outra pessoa ou perante uma dada situação. Decida praticar o Tao (ou o Caminho) nesse momento, voltando‑se para dentro com a curiosidade de saber em que ponto está, no contínuo entre o desejar e o permitir.

Permita‑se o paradoxo de querer que desapareça o que o ir‑ rita e de permitir que ele exista. Procure‑o dentro de si, nos seus pensamentos, e permita‑se senti‑lo, qualquer que seja o ponto do seu corpo em que ele se encontra e seja qual for a forma como se move. Concentre toda a atenção na abertura do seu espírito, aceitando a sua capa‑ cidade de receber de braços abertos o mistério que existe dentro de si. Note como essa sensação se manifesta: provocando‑lhe, talvez, contrações no estômago, rigidez no esqueleto, batidas aceleradas do coração ou um nó na garganta. Seja onde for que a sensação se faça sentir, aceite‑a como a um mensageiro enigmático que está dentro de si e conceda‑lhe uma atenção isenta de qualquer juízo de valor. Repare no desejo que existe de que essa sen‑ sação desapareça e deixe‑o ser monitorizado compassivamente por si. Aceite o que aparece. Vá ao encontro desse mistério interior, sem o etiquetar, expli‑ car ou defender. É uma distinção sutil, de início, cuja identificação é da sua responsabilidade. Só o leitor é que pode preparar o terreno, que é o seu próprio ser, para a experiência de viver o mistério.

CRIE O SEU PRÓPRIO DESTINO

Quantas vezes se pensa que não se consegue escapar ao seu próprio destino? Sente com frequência que a vida tem um rumo próprio e que não consegue controlar aquilo que lhe acontece? Gostaria de mudar tudo, mas não sabe como fazê-lo? “Crie o seu próprio destino” é um dos grandes bestsellers de Wayne W. Dyer e abrange toda a linha de pensamento que o autor tem vindo a desenvolver ao longo do seu trabalho. De acordo com a sua obra, somos sempre aquilo em que acreditamos. Detemos a autoria das nossas vidas e a responsabilidade pelo rumo que oferecemos ao nosso destino.Realize os seus sonhos, leve em frente projetos fundamentais, obtenha aquilo que é realmente importante, seja no domínio do trabalho, da saúde ou em relação a questões pessoais. O conhecimento que permite a cada um ser o autor da sua vida, o grande construtor do seu próprio destino, assenta apenas em nove princípios fundamentais:

    • Ganhe consciência do seu Eu superior
    • Confie em si e na sabedoria que criou
    • Integre-se no seu ambiente
    • Atraia aquilo que deseja para si
    • Honre o mérito de receber
    • Entre em contacto com a fonte divina munido de amor incondicional
    • Medite ao som da criação
    • Desligue-se pacientemente de alguns resultados
    • Receba aquilo que construiu com gratidão e generosidade
  • Todos temos em nós a divina capacidade para criarmos e atrairmos tudo o que precisamos ou desejamos. Tamanho é o poder desta afirmação que deve relê-la e saboreá-la antes de começar esta viagem. Quase tudo o que nos é ensinado sobre a nossa realidade contradiz esta asserção. Sei, contudo, que ela é muito verdadeira e valiosa. Aconselho-o a deixar-se de hesitações e a permitir que esse pensamento penetre na sua consciência: tenho a divina capacidade para criar e atrair o que preciso ou desejo! Não será através do esforço físico que vai ganhar consci- ência do seu Eu superior. Também não encontrará nenhuma técnica sobrenatural, como por exemplo invocar os anjos, que faça esse trabalho celestial por si. É essencial que o leitor perceba que é um corpo físico num mundo material e, ao mesmo tempo, um ser não físico com acesso a um nível superior. Um nível superior que se encontra no seu interior e ao qual pode ter acesso passando por todas as etapas do desenvolvimento adulto. Vários escritores exploraram as etapas do desenvolvimento desde o nascimento até à adolescência, mas poucos escreveram sobre as etapas da idade adulta. Aparentemente, todos os adultos passam por quatro etapas. Todas representam mentalidades, mas não estão necessáriamente associadas à idade ou à experiência. Alguns atravessam-nas rápidamente, aprendendo bastante cedo que somos um ser físico e, ao mesmo tempo, um ser superior. Há quem nunca passe das primeiras etapas. Na obra, O homem à Descoberta da sua Alma, Carl Jung faz uma análise crítica das tarefas do desenvolvimento do adulto. Na sua opinião, uma dessas tarefas era ganhar consciência do eu superior. Escrevo acerca dessas etapas com um certo grau de conhecimento, porque passei muitos anos em cada uma delas. Foram os degraus que conduziram à consciência do meu Eu superior. Todas implicaram experiências que me permitiram avançar em termos de mentalidade e de consciência. O culminar deu- se neste nível, em que posso utilizar os nove princípios para co-criar a minha vida. Ou seja, para criar o meu próprio destino. Ao ler esses princípios, analise as etapas pessoais e únicas do seu desenvolvimento como adulto, contrastando-as com os arquétipos de Jung. O seu objetivo é ganhar consciência do seu Eu superior como dimensão do seu ser que transcende as limitações do mundo físico.
  • AS QUATRO ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO ADULTO-O ATLETA
  • O termo «atleta» não serve para denegrir os atletas ou o comportamento de atleta. Tem como intuito descrever o período de tempo nas nossas vidas adultas em que a identificação principal assenta no corpo físico e no seu funcionamento no mundo quotidiano. É nesta fase que medimos o nosso valor e a nossa felicidade pelas nossas capacidades e aparência física. São inúmeras essas capacidades absolutamente pessoais e únicas. Podem ser coisas como a velocidade a que corremos, a distância a que lançamos uma bola, a altura a que saltamos e o volume dos nossos músculos. Julgamos o valor da nossa aparência física por um padrão de poder de atração que se baseia na forma, no tamanho e na textura das partes corporais, do cabelo e da pele. Numa cultura consumista como a nossa, esse julgamento chega mesmo a abarcar a aparência dos nossos carros, casas e roupa. Essas são as preocupações que uma pessoa tem quando se encontra na fase mais precoce do desenvolvimento adulto. Nessa altura, a vida parece-nos ser impossível sem um espelho e uma dose constante de aprovação para nos sentirmos seguros. A etapa do atleta é a etapa do nosso desenvolvimento adulto em que nos identificamos totalmente com o nosso desempenho, o nosso poder de atração e os nossos feitos. Muitas pessoas ultrapassam essa etapa do atleta e passam a ter considerações mais significativas. Dependendo das suas circunstâncias pessoais, algumas pessoas entram e saem vá- rias vezes desta etapa. Há quem nunca a deixe. Para perceber se ultrapassámos a etapa do atleta, temos de perceber até que ponto nos identificamos sobretudo pelo nosso corpo. É evidente que devemos cuidar do corpo, tratando-o bem, exercitando-o e alimentando-o o melhor que pudermos. Ter orgulho na sua aparência física e apreciar os elogios que lhe dirigem não implica que tenha uma fixação pelo  seu corpo. Se, no entanto, as suas atividades físicas diárias girarem em torno de padrões predeterminados de desempenho e aparência, isso significa que o leitor se encontra na etapa a que chamo “o atleta”. Nessa etapa, não pode praticar a arte da criação. Para conseguir conhecer e utilizar a sua energia divina interior terá de deixar de se identificar exclusivamente como um corpo físico.
  • O GUERREIRO
  • Quando deixamos para trás a etapa do atleta tendemos a entrar na fase do guerreiro. Nessa altura, o ego domina a nossa vida e faz-nos sentir necessidade de demonstrar a nossa superioridade, compelindo-nos a conquistar o mundo. Para mim, o ego é a ideia que temos de nós próprios como sendo importantes e diferentes de todas as outras pessoas.  O objetivo do guerreiro movido pelo ego é subjugar e derrotar os outros, numa corrida pelo primeiro lugar. Nesta etapa, só pensamos em concretizar objetivos e feitos numa competição com os outros. Orientados pelo ego, sentimos muita ansiedade e estamos permanentemente a comparar os nossos êxitos. Os nossos feitos são registados por troféus, galardões, títulos e acumulação de objetos materiais. O guerreiro preocupa-se muitíssimo com o futuro e com quem o possa travar ou interferir no seu estatuto. A motivação dele são frases de ordem como: “Se não sabe para onde vai, como há de saber quando lá chegar?”; “O tempo é dinheiro e o dinheiro é tudo”; “Ganhar não é tudo — é a única coisa”; “A vida é uma luta constante”; “Se não o fizer, outra pessoa o fará”. O guerreiro é obcecado pelo estatuto e pela posição na vida. O tema deste período da existência comandado pelo ego e centrado nos outros é convencê-los acerca da sua superioridade. É nesta etapa que tentamos fazer o que fazem os guerreiros: conquistar e reclamar a propriedade dos espólios das batalhas que travamos. Para saber se já ultrapassou esta etapa, tente perceber qual é a força motriz da sua vida. Se for a conquista, a derrota, a aquisição, a comparação e a vitória a todo o custo, é evidente que ainda está na etapa do guerreiro. Talvez entre e saia regularmente dela, para melhor funcionar no mercado. Só o leitor poderá determinar a intensidade com que esta atitude domina e rege a sua vida. Se vive sobretudo a esse nível, não poderá criar, no sentido que aqui descrevo.
  • O ESTADISTA
  • Na etapa de vida do estadista já dominámos o ego e mudamos a nossa consciência. Passamos a querer saber o que prezam os outros. Em vez de estarmos obcecados com o que temos, sentimo-nos realmente interessados no que têm os outros. Começamos a perceber que o nosso principal objetivo é dar e não receber. O estadista ainda é um vencedor e, em geral, um atleta. A diferença é que a sua motivação interna é servir os outros. Só se pode sentir verdadeiramente livre quando aprender a dominar o ego e deixar de pensar apenas em si próprio. Se der por si transtornado, ansioso e fora da sua rota, digamos assim, tente perceber até que ponto permite que o seu estado emocional dependa da forma como julga que o tratam e consideram. Encontrará a liberdade quando deixar de dar peso à opinião que os outros têm de si e conseguir passar algum tempo sem pensar na sua pessoa. A experiência de sair da etapa do guerreiro e entrar na etapa do estadista foi extremamente libertadora para mim. Antes de o fazer, tinha de satisfazer todas as necessidades do meu ego, quando dava conferências em público, o que significava que era atormentado por receios sobre o modo como seria recebido e aceite, ou se iria perder o meu lugar e sentir embaraço. Foi então que, sem fazer qualquer esforço concertado, comecei a meditar antes das conferências. Nessas meditações, recitava silenciosamente um mantra, em busca da melhor forma de servir. Depois de me ter destacado do ego, o meu discurso melhorou significativamente e entrei na etapa do estadista.
  • A etapa do estadista no desenvolvimento do adulto assenta no serviço e na gratidão por tudo o que nos aparece na vida. Neste nível, aproximamo-nos muito do nosso Eu superior. A força primordial na sua vida deixa de ser o desejo de ser o mais poderoso ou o mais atraente, ou de dominar e conquistar.

  •  O leitor penetra num domínio de paz interior. É sempre ao serviço dos outros, independentemente do que fizer ou de quais forem os seus interesses, que encontra a tão almejada beatitude. Uma das histórias mais comoventes que alguma vez ouvi foi a da Madre Teresa que, já octogenária, ainda cuidava dos mais desfavorecidos das ruas de Calcutá. Uma amiga minha de Phoenix entrevistou-a para uma rádio. Enquanto conversavam antes de irem para o ar, Pat perguntou-lhe: “Posso fazer alguma coisa para a ajudar na sua causa, Madre Teresa? Acha que posso ajudar, angariando fundos ou fazendo publicidade?” Madre Teresa respondeu-lhe: “Não, Pat, não precisa de fazer nada. A minha causa não tem que ver com publicidade ou dinheiro. Tem que ver com algo de muito superior.” Pat insistiu: “Não há nada que possa fazer por si? Sinto- -me tão impotente.”E Madre Teresa retorquiu: “Se realmente quer fazer alguma coisa, Pat, amanhã de manhã levante-se às quatro e percorra as ruas de Phoenix. Descubra uma pessoa que se sinta sózinha e convença-a de que não está sózinha. É isso que pode fazer.” Eis uma verdadeira estadista a dar de si própria todos os dias. Ao ajudarmos os outros a perceberem que não estão sozinhos, que também eles têm um espírito divino, independentemente das circunstâncias das suas vidas, avançamos para um eu superior que nos proporciona uma sensação de paz e propósito inacessível ao atleta e ao guerreiro. É nesta fase que nos poderemos lembrar das palavras da Madre Teresa: “Vejo Jesus Cristo todos os dias, em todos os seus perturbadores disfarces.”
  • Há uma etapa ainda mais elevada do que a do estadista. É para a quarta etapa que o conduzo cuidadosamente, nesta viagem de desenvolvimento da consciência.  Tenha a idade que tiver e ocupe a posição que ocupar é nesta etapa da vida ,voce reconhece a sua verdadeira essência e o Eu superior. Conhecer o seu Eu superior é o primeiro passo no caminho para se tornar co-criador de todo o seu mundo, aprendendo a gerir as circunstâncias da sua vida e participando com segurança no ato da criação. Voce torna- se, literalmente, um criador. A etapa do espírito carateriza-se pela consciência de que este local chamado Terra não é o seu lar. Voce sabe que não é um atleta, um guerreiro, nem talvez um estadista e sim uma energia eterna universal, imortal, ilimitada e infinita a residir num corpo. Sabe que nada morre e que tudo é energia em constante mutação. Enquanto alma com um corpo, sente-se apaixonadamente atraído pelo seu mundo interior. Deixa os receios para trás e começa a sentir uma espécie de desapego em relação a este plano físico. Torna-se observador do seu mundo e tem acesso a outras dimensões da consciência. Essa energia interior infinita não se encontra apenas em si, mas está presente em todas as coisas e todas as pessoas que estão e estiveram vivas. Começa a saber tudo isso intimamente. Para evoluir para além do plano terreno, tem de aprender a deixá-lo quando lhe apetecer, descobrindo a fonte dessa energia infinita responsável pela entrada de ar nos seus pulmões, pelas suas batidas cardíacas, pelo crescimento do seu cabelo e pela capacidade para ler as palavras deste livro. Não é o seu eu físico que lhe faz crescer o cabelo; é a natureza.
  • A energia em que voce consiste trata de tudo. Esse espírito que voce é não está, de modo algum, contido no domínio físico. Não tem fronteiras, forma ou limites exteriores. Tem consciência da verdadeira fonte da sua vida, apesar de voce ter sido condicionado para não acreditar em nada disso. Quando alcança este nível, entra no espaço que considero ser o de estar neste mundo, sem ser deste mundo. Essa energia que você é, chame-lhe o que quiser — o espírito ou a alma —, nunca morre e nunca morreu. A maioria das pessoas entende o mundo espiritual como uma ocorrência futura a conhecer após a morte. Em geral, ensinaram-nos que nos é impossível conhecer o eu superior enquanto estivermos encerrados num corpo neste planeta. Mas o espírito é o agora. É voce, neste momento, e a energia não é uma coisa que virá a conhecer e sim aquilo que é, aqui e agora. A energia invisível que outrora esteve presente em Shakespeare, Picasso, Galileu ou em qualquer forma humana também nos é acessível a todos, porque a energia do espírito nunca morre — apenas muda de forma. Muito embora a nossa mente racional do lado esquerdo do cérebro tenha sido ensinada a crer que, quando uma pessoa morre, o espírito desaparece, a verdade é que não podemos destruir energia. O seu Eu superior é o espírito que tem presentemente em si. A energia que foi Picasso não era o corpo dele, tal como a energia que foi Shakespeare não era o corpo dele. Eram os sentimentos interiores e o génio criativo que assumiram a forma de corpo e de criação na tela ou no papel. Isso nunca morreu. Não pode, porque não tem fronteiras, fim ou caraterísticas físicas a que possamos chamar forma. Essa energia existe em si, leitor. Se quiser conhecê-la, pode sintonizar-se com ela. Ao fazê-lo, deixará as limitações  deste plano terrestre e entrará numa dimensão de infinidade que lhe permitirá criar e atrair tudo o que quer ou precisa nesta viagem. Neste nível, consegue um maior desapego emocionalmente em relação ao que considera ser a sua realidade. A esse desapego segue-se o conhecimento de que o observador em si que repara em tudo o que o rodeia e em todos os seus pensamentos ,não passa da fonte do seu mundo físico. É com essa consciência e vontade de entrar nesse domínio, que começa a aprender a atrair tudo o que deseja e precisa, enquanto estiver aqui, num corpo físico. Até agora, não terá provavelmente conseguido desapegar- -se do mundo material. Talvez lhe pareça que não existe outro mundo. Se assim for, é porque abandonou a sua capacidade divina, sendo essa a causa do mundo sensorial que tanto abraça. Ganhar consciência do seu Eu superior universal e eterno permite-lhe mais facilmente ter acesso a esse mundo e participar no ato de manifestar todos os seus desejos.

O VISÍVEL E O INVISÍVEL

Pare um pouco e pondere acerca do mundo das formas que vê ao seu redor, incluindo o seu corpo. Qual é a causa de tudo o que observa? Pense quem é que observa e repara em todas as coisas. Quem é esse Eu invisível dentro de todos os ossos, veias, artérias e pele que lhe constituem a forma física? Para se conhecer efetivamente, deve compreender que tudo o que observa à sua volta foi e é causado por qualquer coisa no mundo invisível. Essa qualquer coisa é o mundo do espírito.  Quando vir um carvalho gigante, pergunte-se o que levou essa árvore a tornar-se o que é. Começou de uma pequena bolota, um rebento que se desenvolveu numa árvore imponente.

A sua mente racional e lógica diz que essa bolota deve ter qualquer coisa parecida com arboreza. Mas, se abrir a bolota, não encontrará nela nada que se pareça com uma árvore. Apenas uma massa castanha e poeirenta. Se analisar melhor essa coisa castanha que compõe a bolota, descobrirá pedaços mais pequenos de coisa castanha e, por fim, moléculas distintas. Depois, encontrará átomos, elétrons e partículas subatômicas, por esta ordem, até chegar ao mais ínfimo, na magnitude máxima do microscópio. Então verá, não as partículas, mas sim ondas de energia que vão e vêm misteriosamente. Chegará à conclusão de que a bolota e a própria árvore têm um criador invisível, incomensurável e a que as pessoas com necessidade de classificar tais coisas chamam espírito ou alma.

A fonte de tudo é, portanto, uma não-coisa, porque não se encontra na dimensão do comensurável. Esse mundo invisível, fonte do mundo visível, também está na sua origem. Observe-se cientificamente e descobrirá que não é criação sua. Se o leitor não se criou a si próprio, o que o criou? 

Podemos regressar à concepção e explicar a criação como a colisão entre duas gotas de protoplasma humano que resulta na sua aparência, na forma de um diminuto ponto que se desenvolveu no corpo que o leitor é hoje. Se, porém, analisar melhor essas gotas de protoplasma humano e ajustar o microscópio para aumentar ao máximo, e fizer o mesmo com o pontinho que constituiu a sua primeira experiênciade forma, descobrirá a mesma verdade que descrevia a bolota.

No princípio está a energia — energia sem dimensões e que não se encontra no mundo visível. É o nosso eu original. É uma potencialidade e não um objeto. Um ímpeto futuro, se quiser, que é o potencial para se tornar mais qualquer coisa e não-coisa. O conceito genérico de alma ou espírito é que os possu- ímos, mas não precisamos muito deles no nosso dia-a-dia. Talvez se tornem importantes depois de o corpo morrer.

Assumo aqui outra posição no cerne deste primeiro princí- pio da criação. É o que o conduz ao eu superior e, daí, a uma vida milagrosa de cocriação com Deus do estado de ser ideal. Para além disso, este espírito é permanente e incapaz de se perder ou eliminar.

O seu destino é tornar-se co-criador com Deus e prezar a santidade de tudo o que chega a este mundo das formas a que chamamos lar, mas que não passam de um ponto de paragem transitório. A sua capacidade criativa tem origem na mente invisível. Começa no mundo invisível das ondas e da energia. Tal como os planetas, as estrelas, as flores, os animais, as pedras, o leitor, as suas posses e as suas criações — tudo, sem exceção. Analise tudo e mais alguma coisa e verá que, no fundo, não existem formas, mas apenas uma qualidade invisível que as traz do mundo invisível para o mundo observável. É o mundo invisível que gostaria que tomasse em consideração ao ler esta obra. Imagine que existiam dois mundos em que coexistíamos em simultâneo. Olhe agora mesmo à sua volta, para o mundo das formas. Em seguida, volte-se para dentro e perceba que esse mundo das formas começou  na dimensão invisível que nem de longe conseguimos compreender. Então, dê o grande passo no sentido de ganhar consciência de que o leitor é esses dois mundos em simultâneo. Não se destaca do mundo invisível, da mesma maneira que não se destaca do mundo visível. É uma combinação de ambos, em todos os momentos da sua vida, até mesmo se passar a crer que reside exclusivamente no mundo visível e que nada tem que ver com o invisível. 

O problema que a maioria de nós encontra no percurso para a criação e para aprender a gerir as circunstâncias da vida é ter perdido a capacidade para oscilar entre o mundo das formas e o mundo invisível.

Imagine que existe uma linha a marcar o meio da sala em que se encontra neste momento. Faça de conta de que tudo à direita da linha representa o mundo visível. Tudo o que se encontra à esquerda da linha é a causa de tudo o que está do lado direito. O mundo invisível fica à esquerda e o mundo visível à direita. Agora, reflita sobre a crença que tem de que a sua pessoa (integralmente) não pode entrar no mundo à esquerda da linha imaginária. Se atravessasse ocasionalmente essa linha, entraria no mundo do criador. Não lhe ensinaram que o criador é algo que existe fora de si? Nesse caso, o seu mundo interior (o mundo invisível) está cheio de noções que o impedem de participar no processo criativo. Segundo alguns dogmas, a participação no processo criativo é blasfêmica, loucura ou significa que nos atribuímos demasiada importância. Mas recue à primeira frase deste  primeiro princípio e releia-a as vezes que forem necessárias para que faça ressonância consigo:

Tem dentro de si a divina capacidade para criar e atrair tudo o que precisa ou deseja. Está mais do que dentro de si. É a sua própria pessoa e são os seus condicionalismos que tem de superar para poder ter acesso a esse mundo. Atravesse essa linha que separa o eu físico do eu igualmente real mas invisível. Assim que ultrapassar os obstáculos da sua mente que o impedem de transpor a linha, o seu eu invisível abrir-lhe-á as portas para a criação da sua vida.

Visão pessoal…

Carinhosamente chamado de “pai da motivação” por seus fãs, Dr. Wayne W. Dyer era um autor de renome internacional, palestrante e pioneiro no campo do auto-desenvolvimento. Ao longo das quatro décadas de sua carreira, ele escreveu mais de 40 livros (21 dos quais se tornaram best-sellers do New York Times), criado inúmeros programas de áudio e vídeos, e apareceu em milhares de programas de televisão e de rádio.Nos seus livros; Manifestar seu destino e Sabedoria das Eras, há uma solução espiritual para todos os problemas, e os best-sellers do New York Times; “10 Segredos para o Sucesso e Paz Interior, O poder da intenção, Inspiração, Mude seus pensamentos-Mudar Sua Vida, Excuses Begone !, desejos atendidos, e Eu posso ver claramente agora “foram todos apresentados como especiais  na National Television Public.Entrar em contato com esses ensinamentos e conhecimentos do Dr Dyer, é como reencontrar um velho amigo, um irmão, uma pessoa íntegra, sensível, positiva, coerente, aberta e profundamente humilde em toda sua sabedoria. È interessante perceber o quanto ele evoluiu desde seus primeiros livros, em permanente transformação, tendo finalmente encontrado A Fonte, passando a viver uma vida realmente nova, que fizesse mais e mais sentido, conseguindo se livrar das limitações do ego e do controle externo que ainda o levavam a competir com outros autores, balizado pela cobiça dos editores e pelos números das vendas de seus livros que o viam cada vez mais em evidência na lista dos Best­sellers . De repente, num momento de iluminação, Wayne inicia sua viagem espiritual, afastando-­se de vez dos valores distorcidos do ego, de todos os tipos de apego e dogmas passados pela família, pela sociedade, pelas religiões, que visam principalmente o sucesso que está ligado à fama, ao realizar, ao competir, ao lutar por mais coisas, a conquistar mais notoriedade, a acumular mais dinheiro, a exercer sempre o controle total das situações. A ser o número um em tudo. Enfim, o salto quântico acontece e ele, insatisfeito em seu íntimo, finalmente pronto para a grande mudança, procura com perseverança encontrar e realizar sua missão de vida, buscando inspiração na Natureza, integrando-se ao Todo, sentindo-­se parte ativa da Criação, tornando­-se um ser gentil, suave, flexível, leve, simples, vivendo da melhor forma o presente, sem expectativas ou planejamentos, inspirado únicamente pela voz interior a viver o Agora em toda sua plenitude,sentindo-­se guiado por algo superior, livre de medos e com renovado entusiasmo; a magia de fato acontecendo;ele iniciava, deste modo, uma jornada que não admitia desistências ou recuos,cheia de momentos inesquecíveis, de bem ­aventurança, de novas sensações, aromas, imagens e muita Luz, onde tudo o que é preciso virá até nós, bastando apenas que estejamos disponíveis, abertos, conectados. Wayne Dyer toca direto na alma e muitos também sentirão algo especial, indescritível, principalmente se já se encontrarem  maduros e vacinados contra as ilusões do mundo, mas em busca de algo que possa fornecer um propósito para nossa existência, um chamado para mudar, transformar, dar um sentido a cada um de nossos dias, doando-­se e servindo à Luz, finalmente vibrando a Unidade e não mais a separação  do Todo. Somos A Fonte, seres divinos com propósito divino e podemos confiar Nela sabendo que tudo quanto é necessário ao nosso desenvolvimento acontecerá no devido tempo, desde que estejamos abertos, sem que tenhamos de lutar, de sofrer para conseguir. O silêncio, a introspecção nos conectam com a Fonte, com a inspiração, sentindo ou recuperando a confiança, a certeza de que tudo, tudo mesmo, tem seu propósito e que vem para melhorar, ainda que pareça ser algo que não merecíamos ou que consideremos improvável de acontecer. Tudo, absolutamente tudo, está sempre em divina ordem; E isso é retratado na obra de forma magistral, sutil, cativante e alegre. Várias histórias paralelas ­todas com final feliz­, formam um fio condutor que agrada, entretém e mostra exemplos bem focados de mudanças possíveis e de como o Universo conspira para que nossa caminhada seja pontuada pela magia, o amor incondicional, a paz, a felicidade e o perdão. Vamos fazer nossa vida valer a pena; Fazer dela uma obra de arte;Tudo sempre começa com um primeiro passo;E, de um dia para outro, acontece o grande salto;Merecemos vivenciá-­lo Agora, já. A Fonte nos encoraja, apóia, sustenta e deseja que logo celebremos e compartilhemos juntos.

Inspiração….

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Website: www.DrWayneDyer.com

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A APARIÇÃO EM FÁTIMA-PORTUGAL-CONTATO IMEDIATO DE TERCEIRO GRAU?

As supostas manifestações da virgem a três pastorzinhos em uma vila portuguesa em 1917, são um fato aceito pela Igreja Católica. No entanto, desde a década de 60, investigadores e estudiosos de fenômenos anômalos tem advertido que algumas características das aparições de Fátima são típicas de encontros com OVNIs. Parece não haver dúvida de que algo aconteceu em Fátima em 1917. Ao escutar o nome de tal localidade portuguesa, todos lembramos as aparições da virgem Maria a três humildes pastorzinhos e é por isso que hoje esse local é famoso e recebe anualmente milhares de peregrinos de todo o mundo. “E o que têm que ver as aparições de Fátima com os Objetos Voadores Não Identificados?“, perguntaremos. Mas o certo é que, se examinarmos esse caso e o compararmos com algumas características dos avistamentos modernos de OVNIS, as semelhanças são notáveis. Aqui é preciso esclarecer que quando falamos de “OVNI” não nos referimos a “veículo extraterrestre”, que é o conceito com  que a maioria das pessoas relaciona essa sigla, mas a um fenômeno real que parece estar guiado por algum tipo de inteligência ou forma de consciência cuja origem – seja esta qual seja – ainda nos é desconhecida. A nossa  intenção aqui é analisar com  mais dados científicos/ufológicos sérios, afim de fazermos uma avaliação  das crenças limitantes que poderia lançar algumas luzes sobre aquilo que chamamos “o divino”.

A Senhora de Fátima tal como nos relata o historiador, investigador e jornalista alemão Michael Hesemann em seu livro “The Fatima Secret” , no domingo 13 de maio de 1917, cedinho, Lúcia dos Santos e seus primos Francisco e Jacinta Marto foram à missa, como faziam sempre, após o qual levaram suas ovelhas para pastar, coisa que faziam diariamente. Lúcia tinha dez anos, Francisco estava a ponto de completar nove e sua irmã Jacinta tinha apenas sete. Os três pertenciam á famílias camponesas e viviam no pequeno povoado de Aljustrel, que forma parte da vila de Fátima, e, igual à grande parte da população rural portuguesa de 1917, eram analfabetos e fervorosamente católicos. Naquele dia levaram as ovelhas que estavam sob seu cuidado para pastar num lugar chamado Cova da Iria (literalmente, “a Gruta de Irene”, uma antiga santa local), uma depressão coberta de pasto de 450 metros de diâmetro, rodeada de montanhas e localizada a 3,2 quilômetros de Fátima. Pouco depois de haver terminado seu lanche do meio ­dia, os pastorzinhos foram surpreendidos por um súbito relâmpago(?).

Apesar do céu limpo, as crianças acharam que o clima poderia mudar repentinamente, o que fez Lúcia pensar que seria melhor retornar. Francisco e Jacinta estavam prontos para segui-­la, mas apenas se viraram para começar seu caminho de regresso e outro relâmpago rasgou o céu. Então, as crianças olharam para a direção de onde havia partido o raio e ficaram pasmos com o que viam. Ali, a apenas um metro e meio de distância, sobre um pequeno arbusto de azinheira, flutuava uma “senhora” vestida completamente de branco, “mais resplandecente que o Sol”, como a descreveu Lúcia. Segundo relataram posteriormente as crianças, a senhora aparentava uns 18 anos, media ao redor de um metro e 20 cm de altura e tinha olhos escuros. Suas roupas consistiam em um comprido vestido branco e uma capa com capuz que lhe cobria a cabeça. Suas mãos estavam juntas, como em oração, e sustentavam um rosário de brilhantes contas brancas, terminado numa cruz de prata.

Usava um colar comprido que lhe chegava até a cintura e do qual pendia um objeto redondo. – “Não tenham medo. Não lhes vou fazer mal“, lhes disse a aparição, em português. – “De onde sois?“, lhe perguntou Lúcia. – “Sou do Céu“, respondeu a Senhora. – “E que estais fazendo neste mundo?“, voltou a perguntar a menina. – “Estou aqui para pedir que venham a este lugar no décimo ­terceiro dia de cada mês durante os próximos seis meses, a esta mesma hora. Então lhes direi quem sou e o que quero. Depois disso, virei uma vez mais, por uma sétima vez“, foi a resposta da senhora.(nota pessoal;o “divino” especificando data/ hora e impondo condições,sem nenhuma explicação plausível) Em seguida houve um breve diálogo no qual Lúcia perguntou se ela e seus pequenos priminhos iriam ao céu, ao que a senhora respondeu afirmativamente, e também perguntou se a guerra continuaria por muito tempo mais (recordemos que a Primeira Guerra Mundial estava em curso), ao que a aparição contestou que “não poderia dizê-­lo agora, assim como tampouco posso dizer  o que quero“.(nota pessoal;o “divino” mais uma vez não tem como fazer previsões de nada,pois não seria da alçada deste “divino” e também faz mistério em dizer a que veio).

Então, a entidade perguntou aos pastorzinhos se estavam dispostos a oferecer-­se a Deus e a aceitar os sofrimentos que Ele lhes enviaria para ajudar a ressarcir os pecados do mundo, ao que Lúcia respondeu afirmativamente, por ela e por seus companheiros.(nota pessoal;o “divino” que usa crenças limitantes baseadas no medo do sofrimento e levando em conta a religião fortemente enraizada nestas crianças,juntando com a culpa pelos tais “pecados do mundo”, jogados nas costas destas mesmas crianças analfabetas e inocentes-) Finalmente, a Senhora lhes pediu que rezassem o rosário todos os dias “para a guerra terminar e trazer a paz ao mundo“. Então começou a elevar-­se lentamente e se dirigiu para leste, depois  desapareceu quando estava muito distante. “Quando a visão começou a desaparecer, (as crianças) escutaram uma detonação surda, ‘como um foguete explodindo à distância’ ou como uma espécie de trovão subterrâneo que vinha do arbusto de encina… Ficaram petrificados, olhando para o lugar até onde havia ido a Senhora.(nota pessoal;fica claro que esse “divino” tenha vindo em algum transporte com alguma espécie de propulsão)

“Levou algum tempo para eles voltarem a tomar consciência do mundo real“, escreve Hesemann . Lúcia foi a única dos três que conversou com a senhora. Jacinta havia escutado o diálogo, mas seu irmão Francisco só havia visto os lábios da senhora movendo-­se, sem escutar nada do que ela ou Lúcia diziam.(nota pessoal;o “divino” provávelmente se comunica utilizando-se da capacidade parapsicológica de cada um, ou seja, Lúcia seria a mais desenvolvida, pois conversava-entendia, comunicava-se e ouvia-, Já Francisco não conseguiu ouvir,pois só teve a visão dos lábios movendo-se e Jacinta só escutava-) Todo o episódio durou ao redor de dez minutos.

SEGUNDA E TERCEIRA VISITAS

Jacinta, a mais nova dos videntes, não pode manter silêncio e relatou o sucedido á sua mãe. Ela duvidou da história da filha, apesar desta ser corroborada por Francisco. Em pouco tempo o rumor começou a espalhar-se pelo povoado e em 13 de junho cerca de 50 vizinhos acompanharam as crianças até a Cova da Íria em seu segundo encontro com a senhora. Ela apareceu igual à ocasião anterior, flutuando sobre a mesma encina depois  que um relâmpago assinalou sua chegada. Naquela oportunidade, a entidade voltou a pedir às crianças que rezassem o rosário diáriamente e lhes pediu também que aprendessem a ler e a escrever. Também profetizou a prematura morte de Francisco e Jacinta. Testemunhas deste encontro disseram haver escutado a voz de Lúcia e um “murmúrio misterioso” como resposta. Maria dos Santos Carreira, uma moradora local, descreveu este barulho “como se escutasse uma voz à distância, algo como o zumbido de uma abelha“(nota pessoal;o “divino” só era compreendido pelas crianças em português, mas , neste caso do testemunho da moradora, ela só podia entender uma espécie de zumbido de abelha, o que poderia ser a linguagem da entidade;quanto ás previsões da morte das crianças-Jacinta e Francisco- ficam as especulações….eles foram acometidos pela gripe espanhola, que dizimou a Europa naquela época…. seria  uma visão do futuro, baseada no espaço-tempo linear, já que essas criaturas poderiam viajar no tempo, vindo de outra dimensão?Pensemos) , mas não pôde distinguir palavras .

Assim passou outro mês, durante o qual, a história das aparições se propagou ainda mais e os pequenos videntes tiveram que enfrentar tanto o interesse de curiosos como os ataques de céticos. Em 13 de julho de 1917, as três crianças foram acompanhados por uma platéia de cerca de quatro mil e quinhentas pessoas . Alguém havia colocado um arco de madeira com uma cruz para marcar o local das aparições.Os pastorzinhos chegaram ao lugar e começaram a rezar o rosário. Pouco tempo depois, Lúcia anunciou a chegada da senhora. Manuel Pedro Marto, o padre de Francisco e Jacinta, recordou haver visto só uma pequena nuvenzinha cinza sobre a azinheira, mas ao mesmo tempo notou que “o calor havia diminuído e soprava uma suave brisa, algo incomum em pleno verão” e posteriormente escutou “um zumbido, mas não pode distinguir palavras” . Lúcia ficou olhando em êxtase para a senhora, em silêncio, a tal ponto que Jacinta se impacientou e lhe disse “Lúcia, diz algo! Não vês que a senhora está aqui e quer te falar?“. Então Lúcia se dirigiu à aparição com a mesma frase com que começava suas peculiares entrevistas com a entidade: “O que vossa graça deseja de mim?“A senhora voltou a solicitar-lhes que voltasse no dia 13 de cada mês e que continuassem rezando o rosário para trazer paz ao mundo e o fim da guerra. Lúcia recordou que alguns peregrinos lhe haviam pedido que rogasse à mãe de Deus por ajuda e cura. “Gostaria de lhe pedir que nos diga quem és e que realize um milagre para que todos acreditem que aparece a nós“, lhe disse a menina. “Sigam vindo todos os meses. Em outubro lhes direi quem sou e o que quero e também realizarei um milagre, de modo que todos que o vejam, acreditem“, respondeu a senhora. Depois de prometer o milagre para outubro, foram revelados às crianças (ao que parece, só a Lúcia e Jacinta) os que chegaram a ser conhecidos como os Os Tres segredos de Fátima.

Este é um tema que por si só daria para escrever um extenso texto/post.Resumindo, o primeiro segredo foi uma visão do inferno e o segundo, a revelação de que a guerra terminaria, mas que “se as pessoas não deixassem de ofender a Deus, outra guerra mais terrível ainda começará “durante o reinado de Pio XI  e que para impedir que isso acontecesse, ela vinha solicitar a consagração da Rússia á seu imaculado coração, porque, de outro modo, “a Rússia propagará seus erros pelo mundo, começando guerras e perseguindo a Igreja” (nota pessoal;o “divino” ameaça todos com a visão do inferno já que todos eram católicos fervorosos,afim de causar o medo e o pânico , caso houvesse alguma dúvida ou desobediência;depois, mais uma vez outra crença, desta vez citando o Papado(outra crença limitante ligada á religião, já que o Papa era o sumo pontífice e chefe da Igreja);e por fim, o avanço do comunismo na Rússia com a Revolução Bolchevique, que eliminou a religião do regime e ameaçou a soberania da Igreja no mundo.Podemos perguntar se o “divino” estava aqui para alguma mensagem de fé e esperança ou para mais doutrinação, medo e manipulação de interesses?).

O TERCEIRO SEGREDO DE FÁTIMA

Terceiro Segredo de Fátima esteve envolto em mistério durante décadas porque foi uma das informações mais zelosamente guardadas pelo Vaticano. Muitas lendas alarmistas circularam em torno dele, mas finalmente a Santa Sé entregou uma versão em 2000, que falava do assassinato de um “bispo vestido de branco” e de outros dignatários da Igreja. Lúcia e os membros do clero com os que compartilhou o segredo acreditavam que o “bispo vestido de branco” era o Papa João Paulo II, que ficou  “convencido” de que a virgem de Fátima lhe salvou a vida durante o atentado que sofreu numa quarta-feira 13 de maio de 1981 (quando se completavam exatamente 64 anos desde a primeira aparição da senhora) na praça de São Pedro, em Roma, e que desse modo mudou seu destino(??) Mas voltando aos eventos de 13 de julho, depois de confiar as três profecias, a senhora se retirou. Nesse momento “escutamos um forte trovão e o pequeno arco de madeira, do qual pendiam duas lanternas, tremeu como se houvesse se produzido um terremoto. Lúcia, que ainda estava de joelhos, apontou até o céu e gritou ‘Lá vai! Lá vai!’“, relatou posteriormente Manuel Marto .

O SEQUESTRO DOS VIDENTES

Os incidentes em Cova da Íria começaram a ser publicados nos jornais de Portugal, chamando a atenção de mais fiéis e curiosos, mas também de céticos. Um dos principais inimigos das aparições foi Arturo d’Oliveira Santos, maçom, editor de um jornal republicano local e alcaide (cargo semelhante à prefeito) de Vila Nova da Ourém, a cujo distrito pertence Fátima. Três dias antes da quarta aparição, Santos se reuniu com os pais dos videntes e com Lúcia, sem conseguir que a menina lhe revelasse o terceiro segredo. Na manhã de 13 de agosto, compareceu ao lugar das aparições – onde haviam se congregado umas 18 mil pessoas e, depois enganar as crianças, os levou a Ourém. Foi por isso que as crianças faltaram a seu encontro de agosto. Enquanto os pastorzinhos estavam em Ourém, um trovão, seguido por um relâmpago, marcou a chegada da senhora na Cova da Íria. Os que estavam mais perto da azinheira(arbusto típico do lugar) das aparições se afastaram um pouco, assustados, e algumas testemunhas disseram haver visto uma pequena nuvem, muito branca e delicada, que posou sobre o arbusto por um momento, para depois elevar-­se e desaparecer. “Quando miramos ao redor, todos vimos o mesmo, que voltou a suceder durante os meses vindouros. Nossos rostos refletiam as cores do arco-­íris: rosa, vermelho e azul. Os arbustos pareciam ter brotos em vez de folhas, como se cada folha se houvesse transformado em uma flor. A terra brilhou com todos as cores, à semelhança das nuvens…“, escreveu posteriormente María Carreira(testemunha).

Segundo Jacques Vallée, astrônomo, doutor em ciências de computação e um dos ufólogos mais influentes e respeitados, durante uma investigação canônica sobre a aparição, Manuel Pedro Marto declarou sob juramento haver visto um “globo luminoso girando nas nuvens“. “As testemunhas também presenciaram a ‘queda de flores’, o famoso fenômeno dos ‘cabelos de anjo’ tantas vezes reportado depois da passagem de um OVNI e interpretado às vezes como um efeito de ionização“, agrega Vallée . Enquanto isso, os videntes ainda se encontravam sequestrados em Ourém. Quando se deu conta de que eles não lhe confiariam seu segredo, Santos os levou de volta a Fátima em 15 de agosto. Quatro dias depois, enquanto pastoriavam suas ovelhas em um campo conhecido como “Valinhos”, perto de Aljustrel, ali pelas quatro horas da tarde, a entidade se apresentou a eles de novo, reiterando que não deixassem de rezar o rosário e confirmando que um “grande milagre” teria lugar durante sua última aparição. Segundo se supôs depois, ao mesmo tempo que as crianças tinham seu quarto encontro com a senhora em Valinhos, em Aljustrel, se registrou um fenômeno atmosférico peculiar, muito parecido com o visto em Cova da Íria em 13 de agosto. Algumas testemunhas – entre as quais se encontravam Theresa dos Santos, irmã de Lúcia, e seu marido – asseguraram que a temperatura diminuiu notavelmente e que o Sol se tornou de várias cores, refletindo-­as em objetos próximos e nas roupas dos que presenciaram o fenômeno.

O ENCONTRO DE SETEMBRO

A aparição de 13 de setembro foi uma das mais memoráveis. Cerca de 30 mil pessoas  lotaram os caminhos rurais que levavam a Fátima para comparecer na Cova da Íria nesse dia Entre eles ,se encontravam dois sacerdotes que haviam vindo, com uma grande quota de ceticismo, para comprovar em primeira mão o que estava acontecendo no lugar. Hesemann identifica  um deles como “um alto dignatário de a Igreja, monsenhor João Quaresma”. Até o meio-dia reinava um silêncio que só era interrompido pelos murmúrios das orações. Mas repentinamente, se levantaram vozes de alegria e elegias à virgem, enquanto muitos apontavam até certo ponto do céu claro, sem nenhuma nuvem. “De súbito, para minha grande surpresa, vi claramente uma esfera brilhante se movendo majestosamente nos céus, movendo-­se de leste para oeste. Meu amigo (o sacerdote que o acompanhava) também teve a boa sorte de ver esta maravilhosa e inesperada aparição”Repentinamente, a esfera desapareceu e só restou uma luz muito incomum“, disse monsenhor Quaresma, segundo Hesemann(nota pessoal;pelo modo de deslocamento e o tipo de luz, podemos afirmar que poderia sim, se tratar de um OVNI).

Posteriormente, a testemunha notou que uma menina que estava perto dele ainda via a esfera e disse que ela estava descendo. Durante o encontro, os pastorzinhos voltaram a ver  a senhora no centro do globo de luz, que lhes reiterou que continuassem rezando o rosário, disse que Deus estava compadecido com seus sacrifícios e, ante uma nova petição de Lúcia para que curasse aos enfermos, assegurou que sanaria só a alguns.(nota pessoal; o “divino” reitera suas instruções/ordens,por meio do mesmo medo, e demonstrando bondade em nome de “deus”,resolve curar só alguns, como demonstração de piedade ;convenhamos, típico comportamento altamente arbitrário, que não condiz com a divindade).

Antes de retirar-­se, voltou a anunciar um milagre para outubro e depois, de acordo com o relato de monsenhor Quaresma citado por Hesemann, outro menor apontou o céu, gritando que a esfera estava se retirando. “As crianças haviam visto a mesma mãe de Deus, enquanto que a nós só nos foi permitido ver o veículo que a trouxe do céu“, agrega o prelado . Tanto Vallée como Hesemann assinalam que muitos dos presentes foram testemunhas da queda de “pétalas de rosa”,que desapareciam quando apenas chegavam ao solo.

A DANÇA DO SOL

A manhã de 13 de outubro de 1917 não parecia muito promissora. Mas apesar do chuvisqueiro e das nuvens negras que cobriam o firmamento, entre 50 mil a 70 mil peregrinos chegaram a Fátima para presenciar o milagre prometido. À duras penas, um grupo de crentes locais abriu passagem para que as crianças chegassem até a azinheira das aparições. Em muitos havia aumentado a incredulidade porque já tinha passado do meio­ dia e ainda não acontecera nada, quando Lúcia assegurou que havia visto o relâmpago e que a senhora viria.Ante a maravilhosa visão, as três crianças se ajoelharam e Lúcia perguntou pela por última vez: “O que vossa graça deseja de mim?“. A entidade disse que queria que se construísse uma capela naquele lugar em sua honra, depois do qual se identificou como “a Senhora do Rosário“. A seguir voltou a pedir aos pastorzinhos que seguissem rezando o rosário todos os dias e adicionou que a guerra terminaria e que os soldados voltariam logo á suas casas. Pouco depois, a aparição se elevou lentamente e se perdeu na direção do Sol. E foi então quando ocorreu o fenômeno mais recordado dos eventos de Fátima: a “dança do Sol”, termo cunhado pelo sacerdote Joseph Pelletier, autor, precisamente, do livro “O Sol Dançou em Fátima” – um dos os textos mais completos sobre os fatos acontecidos na Cova da Íria – no qual se basearam Vallée e Hesemann

Sacerdotes, laicos, analfabetos, homens de ciência, crentes e céticos viram e descreveram o Sol abrindo passagem entre as nuvens, realizando fantásticas evoluções, mudando de cor e assustando aos peregrinos. A maioria dos textos sobre o milagre de Fátima incluem o testemunho “autorizado” de um cientista, o professor Almeida Garrett, catedrático da Universidade de Coimbra,que declarou que pouco depois das 13:30 horas escutou “gritos provenientes de milhares de pessoas” e viu que “os olhos da multidão se haviam retirado do local da azinheira e agora todos olhavam na direção oposto, até o céu“.

“O Sol, que havia estado escondido detrás das nuvens escuras, saiu e brilhou. Olhei na mesma direção e vi o Sol, claramente definido e radiante, mas não me ofuscou os olhos. Não estou de acordo com a descrição, que escutei bastante em Fátima, de que o Sol parecia um disco de cor prateado escuro. Sua cor era mais intensa, mais clara e mais brilhante. Não se parecia em nada à Lua em uma noite clara. Não era esférico como a Lua e não tinha a mesma cor. Parecia uma roda resplandecente feita de madrepérola. Tive a impressão de que se tratava de um ser vivo“, relata. “Descrições de ‘opaco’, ‘difuso’ ou ‘velado’ não se aplicam a este disco.O fenômeno irradiava luz e calor e tinha contornos claramente definidos…

O Sol não ficou em seu lugar, mas começou a dar voltas a grande velocidade. Logo, gritos de terror se elevaram da multidão. Parecia como se o Sol, girando de forma selvagem, se houvesse desprendido do céu e se dirigisse para a terra, como se fosse nos abrasar com seu fogo. Estes foram momentos terrificantes. Durante este fenômeno solar, as cores da atmosfera foram mudando“, agrega o doutor Almeida Garrett, depois do qual descreve como os objetos e pessoas ao seu redor adquiram tonalidades vermelhas, púrpuras, azuis e amarelas, antes das coisas voltarem à normalidade .Milhares de pessoas gritaram e choraram. Outros se ajoelhavam, confessando seus pecados em voz alta. Muitos não crentes se converteram. Ao cabo de cerca de dez minutos tudo havia terminado. Ainda incrédulos ante o que haviam visto, centenas de pessoas notaram que o solo e suas roupas, até só um momento atrás empapados pela chuva, agora estavam secos. Dessa forma, a senhora cumpriu com o milagre que havia prometido.

AS PROFECIAS SE CUMPREM

Também se cumpriram suas outras profecias. A Primeira Guerra Mundial terminou no ano seguinte, mas outra pior começou em 1939, no mesmo ano em que morreu o Papa Pio XI. Mas as profecias também se cumpriram para os pequenos videntes. Entre outubro e dezembro de 1918, Francisco e Jacinta contraíram a influenza (gripe espanhola). Em 4 de abril de 1919, Francisco faleceu com a idade de dez anos, como consequência de uma pneumonia severa. Jacinta morreu em 20 de fevereiro de 1920, sem haver conseguido completar dez anos. Em 12 de setembro de 1934 os restos de Francisco e Jacinta foram enterrados juntos. Se disse que quando exumaram o corpo de Jacinta para realizar esta operação, se comprovou que este se encontrava incorrupto. Ambas as crianças foram beatificados pelo Papa João Paulo II em 2000.

Lúcia elegeu a vida contemplativa. Em 17 de junho de 1921 entrou para o colégio da Ordem de Santa Dorotea, congregação em que foi aceita em 24 de outubro de 1925. Em 13 de maio de 1948 se uniu à ordem das monjas Carmelitas e viveu enclausurada em um convento de Coimbra, ao norte de Portugal, toda sua vida, até sua morte. Em raras ocasiões recebeu os altos dignatários da Igreja e em duas ou três oportunidades saiu do claustro para reunir­-se com o Papa durante visitas que distintos pontífices realizaram ao santuário de Fátima. A irmã Maria Lúcia do Imaculado Coração, que foi o nome que adotou ao entrar na ordem das monjas Carmelitas , morreu em 13 de fevereiro de 2005 no convento carmelita em Coimbra, aos 97 anos. O Papa João Paulo II, nesta ocasião, rezou por Irmã Lúcia e enviou o Cardeal Tarcisio Bertone para o representar no funeral. Em 19 de Fevereiro de 2006 o seu corpo foi trasladado de Coimbra para o Santuário de Fátima onde foi sepultada junto dos seus primos.

FÁTIMA SOB A LUPA UFOLÓGICA

Para os primeiros ufólogos, os anos 50 e 60 foram décadas movimentadas, pois durante aqueles anos estiveram muito atarefados reunindo antecedentes sobre avistamentos de objetos voadores de origem desconhecida – e os esporádicos informes sobre aterrissagem dos mesmos – que estavam fazendo das suas, principalmente na Europa e Américas do Norte e do Sul. Mas as aparições de Fátima os inquietaram. Havia algo suspeitosamente familiar nos testemunhos mais detalhados das testemunhas de 1917. Desse modo, ao final dos 60, o escritor Paul Misraki anunciou a possibilidade de que a “dança do Sol” de Fátima tivesse sido obra de um “disco voador”. A idéia não parece tão absurda se levar em conta a seguinte declaração emitida pela Igreja em outubro de 1930, depois de 13 anos de laboriosa investigação sobre o acontecido em Fátima: “O fenômeno solar de 13 de outubro de 1917, descrito na imprensa da época, foi maravilhoso e causou uma grande impressão naqueles que tiveram a felicidade de presenciá-­lo… Este fenômeno, que não foi registrado por nenhum observatório astronômico e que portanto não foi natural, foi visto por pessoas de todas as categorias e classes sociais, crentes e não crentes, jornalistas dos principais periódicos portugueses e inclusive por pessoas a algumas milhas de distância. Fatos que descartam qualquer explicação baseada em uma ilusão coletiva” . Ou seja, a “dança do Sol” foi um fenômeno local, observado só desde Cova da Íria e locais vizinhos. Aquele dia o astro rei não se moveu de seu lugar no espaço. Ao final dos anos 70, a doutora Fina d’Armada e o historiador Joaquim Fernandes, investigadores portugueses, começaram a indagar sobre o assunto e incluíram suas conclusões em um livro que intitularam “Intervenção Extraterrestre em Fátima”, se definindo por uma interpretação “extraterrestre” para explicar os eventos de Cova da Íria. O desaparecido escritor catalão Antonio Ribera comenta em seu livro “Encontros com Humanóides” que o principal aporte de Fina d’Armada ao estudo das aparições de Fátima, é que ela investigou “de primeira mão” e teve acesso aos “Arquivos Formigão”, deixados pelo canônico doutor Manuel Formigão, um dos poucos que conseguiu ganhar a confiança dos videntes e que em 27 de setembro de 1917 os interrogou detalhadamente sobre suas visões.

A partir dessa fonte, Fina D’Armada construiu um “retrato-­falado” da entidade, que não se parece muito a a imagem “oficial” da Senhora de Fátima, a qual, segundo Ribera, “é obra do imaginário de J. Thedim, que se inspirou em uma imagem de Nossa Senhora da Lapa e não nas descrições de Lúcia” (“Entre os acontecimentos de Fátima se contam esferas luminosas, luzes de cores estranhas, uma sensação de ‘ondas de calor’, todas elas características físicas que comumente se associam com os OVNIS. Entre elas se inclui até o típico movimento de ‘queda de folha’” do disco que zigzagueia no ar. Além disso, também abarcam curas e profecias e a perda da consciência normal por parte das testemunhas… que é o que temos chamado de componente psíquico dos avistamentos de OVNIS”, afirma Vallée em sua análise de caso ). O doutor Vallée também nos recorda que, ainda que o encontro de 13 de maio de 1917 tenha sido o primeiro entre os videntes e a senhora, suas visões sobrenaturais começaram vários meses antes, especialmente no caso de Lúcia. “Em abril de 1915, quando Lúcia tinha oito anos, se encontrava recitando o rosário perto de Fátima quando viu uma nuvem branca transparente e uma forma humana. Esse episódio teve lugar mais uma vez durante esse ano e se repetiu uma terceira vez em outubro. Porém no ano seguinte, em 1916, Lúcia foi visitada três vezes pelo anjo“, escreve Vallée, que por segunda vez aborda as aparições de Fátima em seu livro “Dimensões” , o primeiro de uma trilogia excepcional na qual o cientista resume suas investigações e conclusões obtidas depois de décadas de estudo do fenômeno OVNI.

A primeira visão de 1916 teve lugar durante o primeiro trimestre. Lúcia se abrigava da chuva junto a dois de seus primos  em una gruta do monte Loca do Cabeso. Depois de comer seu almoço, a chuva havia cessado e as crianças brincavam na entrada da gruta, quando escutaram o rumor de um vento poderoso ­ outra constante no comportamento dos OVNIS, adverte Vallée,­ e viram uma luz branca que se deslocava pelo vale, sobre a copa das árvores. Dentro da luz havia um jovem que aparentava uns 14 ou 15 anos, de admirável beleza, que se aproximou deles e lhes disse: “No temam. Sou o anjo da paz. Orem comigo“. Depois, ele lhes ensinou uma oração que as crianças repetiram uma vez após outra, como em transe, até ficarem exaustos. O segundo encontro com o anjo ocorreu ao meio ­dia de um quente dia de verão, em 1916. A entidade apareceu a eles de súbito, chamando-­lhes a atenção e exortando-­os a rezar muito e a fazer sacrifícios em suas vidas diárias. “As crianças ficaram paralisadas. Só perto do crepúsculo recuperaram seus sentidos e começaram a brincar de novo. Como no caso anterior, as testemunhas não quiseram discutir o sucedido, nem sequer entre elas“, revela Vallée . Este efeito de paralisia é um dos elementos mais característicos – ainda que não necessáriamente imprescindível – dos encontros imediatos com OVNIS. O anjo apareceu às crianças uma vez mais durante o terceiro trimestre de 1916. Nessa ocasião lhes deu a comunhão. Bem… Temos evoluções de um globo de luz, fortes estrondos, zumbidos misteriosos, entidades luminosas, encontros prévios com um “anjo” e a queda dos “fios da virgem” ou “pétalas de rosa” vistos em Fátima, todas características associadas com os avistamentos modernos de OVNIS, como já foi dito. Porém para traçar um paralelo, revisaremos dois casos em que choveram filamentos brancos… porém não durante uma aparição da Virgem Maria, mas depois da passagem de formações de OVNIS.

PARADAS AÉREAS

Em seu livro “The truth about flying saucers”, o já falecido engenheiro acústico, matemático e escritor científico francês Aimé Michel, um verdadeiro pioneiro no estudo de informes sobre avistamentos de OVNIS, relata duas aparições de objetos desconhecidos no sudoeste da França, que deixaram à sua passagem “fios da virgem” ou “teias de aranha”, como ele as chama. O primeiro destes avistamentos teve lugar em 17 de outubro de 1952 na cidade de Oloron, às 12:50 horas. Michel cita o testemunho de senhor Yves Prigent, inspetor geral do colégio de Oloron, que junto à sua família pode observar o fenômeno da janela de seu apartamento quando se preparavam para almoçar. Os Prigent disseram haver observado um cilindro estreito, aparentemente inclinado em 45 graus, movendo-­se lentamente até o sudoeste, a uma altura estimada de dois a três quilômetros. “O objeto era branco, opaco e muito definido. Uma espécie de nuvem de fumaça branca escapava de sua extremidade superior.À frente do cilindro, a certa distancia, cerca de outros 30 objetos seguiam a mesma trajetória. A olho nu, pareciam bolas de fumaça, porém ao observar com pequenos binóculos pode distinguir uma esfera vermelha central, rodeada de uma espécie de anel amarelo inclinado em cada um deles… Estes ‘discos se moviam aos pares, seguindo uma trajetória quebrada, que se caracterizava no geral por rápidos e curtos zigzagues. Quando dois disvos se afastavam um do outro, se produzia um raio branco entre eles, como um arco elétrico“, relata Prigent, citado por Michel . “Todos estes estranhas objetos deixaram uma abundante esteira, que começou a cair no solo em a medida em que se ia dispersando. Durante várias horas, montes desse material estiveram pendurados nas árvores, fios elétricos e sobre os tetos das casas“, agrega a testemunha. Diferente de Fátima, em que as “pétalas de rosa” desapareciam ao chegar no solo, neste caso as testemunhas puderam examinar punhados de material. Segundo Michel, as fibras se assemelhavam à lã e ao nylon. Quando se convertia as fibras em uma bola, se tornavam gelatinosas rapidamente, depois do qual se evaporavam no ar e desapareciam. Outras testemunhas citadas por Michel disseram que colocar no fogo, as fibras se queimavam como o papel celofane.

Perto das 17:00 horas de 27 de outubro de 1952, o fenômeno tornou a repetir-­se sobre os céus de Gaillac. A essa hora, a senhora Daures foi até o seu galinheiro, alertada pelo ruidoso alvoroço que estavam fazendo suas galinhas. Ao levantar a vista para o céu viu o mesmo que haviam observado os habitantes de Oloron dez dias antes. Imediatamente, a senhora Daures chamou a seu filho e a três vizinhos. Segundo Michel, outros habitantes de Gaillac também haviam se apercebido do fenômeno, que foi observado por “cerca de 100 testemunhas conhecidas” . As descrições eram quase idênticas ao visto em Oloron: um cilindro do qual escapava uma nuvem de fumaça, inclinado em 45 graus, viajando lentamente até o sudeste em meio de uma vintena de “discos” que reluziam ao sol e voavam de dois em dois em rápidos movimentos em zigzag. “A única diferença (com o visto em Oloron) é que neste caso alguns pares de pratos ocasionalmente desciam bastante baixo, a uma altura estimada pelas testemunhas em uns 300 ou 400 metros. O espetáculo durou cerca de 20 minutos, até que o cilindro e seus discos desapareceram no horizonte“, precisa Michel. Depois da passagem dos objetos, montes de fios brancos caíram sobre Gaillac, e esse material exibiu as mesmas propriedades que o recolhido dias antes em Oloron. Finalmente, Michel dá conta de outros dois casos muito similares, porém nos Estados Unidos. O primeiro ocorreu em 22 de outubro de 1954 em Jerome, Ohio, onde um objeto com forma de cigarro emitiu um jato de “cabelos de anjo” enquanto sobrevoava a zona, eo segundo teve lugar em 27 de outubro de 1955 em Whitsett, Carolina de Norte, onde várias testemunhas observaram grandes quantidades de “cabelos de anjo” caindo ao mesmo tempo que uns dez objetos, que pareciam “resplandecentes bolas de aço“, sobrevoavam a área.

Existe um caso chileno que, por suas circunstâncias e características, tem uma certa semelhança com as manifestações de Fátima. Ocorreu no domingo, 9 de novembro de 1968, no bairro de El Salto (Santiago do Chile) e seus protagonistas foram as irmãs Afrodit y Eugenia Lovazzano ElFar, de 12 e 9 anos, respectivamente. Segundo o publicado pelo jornal “El Mercúrio” , dois dias depois do acontecido, às 23:30 horas do domingo em questão, quando se encontravam brincando na porta de sua casa, as meninas viram subitamente “uma grande bola de fogo que vinha dos morros e que chegava até a frente da porta de sua casa“. A primeira a notar o fenômeno foi Afrodit, que avisou a sua irmã. “Estava na porta de casa, com a bicicleta, quando uma luz vermelha despontou no morro. Era como uma estrela incandescente que brilhava com grande intensidade. Era uma luz gelatinosa que de vermelho  mudou para verde claro. Dentro da bola havia uma mulherzinha que tinha uma grande boca, que se movia muito… Não tinha senão essa boca que nos chamava e umas orelhas pontiagudas, como as dos duendes“, relatou Afrodit a “El Mercúrio”Recordemos que durante a aparição de 13 de setembro de 1917, a Senhora da Cova da Íria também se apresentou em um “globo” ou “esfera de luz”, que foi vista por várias testemunhas, e notem que, ao menos durante os primeiros encontros, Francisco só via mover-­se os lábios da entidade, sem escutar suas palavras, como parece haver ocorrido também no caso de El Salto.Posteriormente, Afrodit e Eugenia afirmaram que “a mulherzinha” se aproximou de Afrodit e que, quando a menina quis fugir, foi sujeitada “por uma espécie de força ou ventania” que lhe levantou a blusa e a sustentou no ar. As meninas adicionaram que “a força” as soltou quando chegaram na porta da cozinha, porém Afrodit ficou com dor de ouvidos e na cintura, onde sofreu arranhões, além de perda de voz que ainda a acometia quando conversou com “El Mercúrio”. O jornal logrou determinar que outra menina de 12 anos, Mônica Patricia Lagos, também viu a aparição, que descreveu como “uma bola de fogo, como ‘uma bolha iluminada’, que se movia para todos lados e que depois, desapareceu como se houvesse explodido“.

OUTRAS APARIÇÕES ANTERIORES ÁS DE FÁTIMA;SERIAM TAMBÉM OVNIS?

A primeira vez, foi em 19 de Setembro de 1846, em La Salette (nos Alpes franceses) perto de Grenoble, quando a Entidade surgiu a duas crianças de 12 anos de idade (Melanie Calvat e Maximin Giraud) que também viram surgir sobre um rochedo uma bela senhora que brilhava como uma luz e lhes sorria amávelmente, tendo em seus braços um ramo de rosas e uma grinalda na cabeça, tendo falado com as crianças para transmitir a seguinte Mensagem:(PROFECIA?)

“O TEMPO CADA VEZ MAIS SE APROXIMA, O ABISMO ABRE-SE. DESGRAÇADOS SERÃO OS HABITANTES DA TERRA QUANDO A ÉPOCA DO CASTIGO CHEGAR. SATANÁS OBSCURECEU A INTUIÇÃO DOS HOMENS E EM ESPECIAL DOS SUPERIORES DA IGREJA, E, COMO SENHOR DAS TREVAS, FICOU DOMINANDO ENTRE ELES. ASSIM QUE CHEGAR A HORA DA PUNIÇÃO, A PAZ FICTÍCIA SERÁ DESTRUÍDA, O CULTO FALSO EXTERMINADO, E OS POUCOS QUE SE LIBERTAREM SERVIRÃO UNICAMENTE A DEUS TODO PODEROSO. GUERRAS SANGRENTAS, FOME E GRANDES TRAGÉDIAS VIRÃO, CIDADES INTEIRAS DESAPARECERÃO, MONTANHAS RUIRÃO E O FOGO E A ÁGUA SERÃO OS ELEMENTOS PURIFICADORES DA TERRA… TODOS SOFRERÃO SE NÃO SE MODIFICAREM… “

A Igreja, porém, modificou as coisas e tomou conta da situação, dizendo apenas que a “Virgem Maria foi vista em La Salette e chorou lágrimas amargas pelos pecados da Humanidade”… pouco mais restando da mensagem original que a maioria das pessoas desconhece. Seis anos depois foi erigido no local um Santuário ou Basílica que levou 13(?) anos para  ser construído.

A segunda vez, foi em 11 de Fevereiro de 1858, quando a Entidade Luminosa apareceu em Lourdes, velha cidade dos Pirinêus na ­ França, e falou com uma criança de 14 anos de idade, Maria Bernarda Soubirous (mais conhecida por Bernardette), dizendo algo semelhante à primeira mensagem. Durante 15 dias a jovem deslocava­-se à gruta de Massabielle, onde surgiu a luminosa aparição que a fazia sentir­se muito feliz. Porém, a jovem sofreu imensamente quando transmitiu a mensagem que lhe fora revelada, dizendo que o próprio Clero não estava servindo o céu e sim o inferno. Por causa disso, Bernardette foi acusada de ser uma farsante e “amotinadora”. Foi preciso um milagre para que o povo acreditasse nela e isso aconteceu com uma nascente de água cristalina que brotou da rocha, com propriedades curativas no local onde se deu a Aparição. Lourdes tornou-­se assim um lugar visitado hoje por muita gente (crente e não crente) que vai ali na esperança de encontrar a cura de seus males…

Visão pessoal…

Faz quase 100 anos que ocorreu algo extraordinário em Fátima,considerado sobrenatural(??), interpretado em termos religiosos. Os casos OVNIS que cito neste post são só uma amostra de dezenas de eventos similares que tem ocorrido em todos as partes do mundo e em todas as épocas, que compartilham muitas das características do fato sucedido na Cova da Íria, porém que não necessariamente tem sido interpretados através de um prisma religioso. Ao mesmo tempo, este post é um chamado para investigarmos este tipo de fenômenos com uma mentalidade aberta, sem juízos preconcebidos, para tentar chegar a compreender a escorregadia inteligência que parece estar por detrás de muitas destas manifestações.A expressão “disco solar como uma lua de prata” dispensa interpretação. Localizou-se testemunhas em cidades vizinhas que viram um estranho objeto fazendo movimentos oscilatórios irregulares, descendo e subindo. A súbita secagem das roupas demonstra uma forte irradiação térmica ou de micro-ondas, numa descarga controlada em todo o ambiente circundante. E assim se explica o chamado Milagre de Fátima: nada mais, nada menos do que uma manifestação ufológica.Decidi disponibilizar este material , afim de trazer mais esclarecimentos e dados para uma questão de crença limitante a ser analisada á luz da Ciência e Ufologia sérias, já que estamos na Transição Planetária e todas essas conclusões do passado devem ser questionadas por todos.Portanto, julgamos que o “milagre”foi na verdade, um fenômeno local restrito à pequena Fátima. Mas, é um chamado à verdade, aos ensinamentos puros que desde sempre têm sido oferecidos por seres superiores que já passaram por este planeta, sem dogmas, mistificações, medo e coação.  Isso nos impele a repensar nos excessos cometidos pelas religiões.

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Um homem que está livre da religião tem uma oportunidade melhor de viver uma vida mais normal e completa.

Sigmund Freud

Quando pratico o bem, sinto-me bem; quando pratico o mal, sinto-me mal. Eis a minha religião.

Abraham Lincoln

 

Inspiração…

“The Fátima Secret”
Michael Hesemann
“El Colegio Invisible”
Jacques Vallée
“Encuentros con Humanoides”
Antonio Ribera
“The Truth about Flying Saucers”
Aimé Michel
“Dimensions”
Jacques Vallée
“Fátima-nos bastidores do segredo”
Joaquim Fernandes-Fina d’Armada
Intervenção Extraterrestre em Fátima
Joaquim Fernandes-Fina d’Armada
Heavenly Lights-UFO in Fátima
Joaquim Fernandes-Fina d’Armada
 
Through Alien Eyes
Wesley Bateman
Os tres segredos de Fátima
Ian Higgins
O segredo de Fátima
Irmã Lúcia
Monicavox
Recomendo….

AS RELAÇÕES – O CONFLITO – A SOCIEDADE – A POBREZA – AS DROGAS – A DEPENDÊNCIA – A COMPARAÇÃO – O DESEJO – OS IDEAIS – A HIPOCRISIA-por Jiddu Krishnamurti

Resultado de imagem para imagens de jidduA cessação da violência, que acabamos de considerar, não implica necessariamente um estado em que a mente fica em paz consigo mesma e, por conseguinte, em todas as suas relações.

As relações entre os seres humanos se baseiam no mecanismo defensivo, formador de imagens. Em todas as relações cada um de nós forma uma imagem a respeito de outrem e as duas imagens ficam em relação e não os próprios entes humanos. A esposa tem uma imagem do marido – talvez inconsciente, contudo existente – e o marido tem uma imagem da esposa. Temos uma imagem a respeito de nosso país e a respeito de nós mesmos e estamos constantemente a fortalecer essas imagens, acrescentando-lhes sempre alguma coisa. A relação existente é entre essas imagens. A verdadeira relação entre dois ou vários seres humanos cessa completamente, quando há a formação de imagens.

A relação baseada em tais imagens jamais produzirá a paz, porquanto as imagens são fictícias, e não se pode viver abstratamente. Entretanto, é isto o que todos fazemos: vivemos entre idéias, teorias, símbolos, imagens que criamos a respeito de nós mesmos e de outros e que, em absoluto, não são realidades. Todas as nossas relações, sejam com a propriedade, sejam com idéias ou pessoas, se baseiam essencialmente nessa formação de imagens e, por essa razão, existe sempre conflito.

Como é então possível estarmos completamente em paz em nosso interior e em todas as nossas relações com outros? A vida é um movimento de relações, pois de outro modo não há vida; e se essa vida está baseada numa abstração, numa idéia, numa suposição especulativa, então esse viver abstrato produzirá inevitavelmente relações que se tornam um campo de batalha. Ora, será possível ao homem viver uma vida interior de perfeita ordem, sem compulsão, imitação, repressão ou sublimação, em nenhuma forma? Pode o homem estabelecer, em si mesmo, uma ordem que seja uma qualidade viva, não aprisionada na estrutura das idéias – uma tranqüilidade interior que não conheça perturbação em momento algum – não num mundo abstrato, fantástico, mítico, porém na vida de cada dia, no lar e no emprego?

Devemos examinar esta questão muito cuidadosamente, porquanto não há um só ponto em nossa consciência não contaminado pelo conflito. Em todas as nossas relações, sejam com a pessoa mais íntima, sejam com nosso vizinho ou a sociedade, esse conflito existe – o conflito é uma contradição, um estado de divisão, de separação, de dualidade. Observando-nos e observando nossas relações com a sociedade, notamos que em todos os níveis de nossa existência há conflito, de menor ou maior importância, o qual provoca ou reações muito superficiais ou conseqüências devastadoras.

Resultado de imagem para imagens de jidduO homem aceitou o conflito como parte da existência diária, porque aceitou a competição, o ciúme, a avidez, a ganância e a agressão como norma natural da vida. Quando aceitamos tal norma de vida, estamos aceitando a estrutura social tal qual é e vivendo segundo o padrão da respeitabilidade. E é nessa rede que está aprisionada a maioria, visto que quase todos aspiram a ser respeitáveis. Examinando nossa mente e coração, nossa maneira de pensar, nossa maneira de sentir e de agir na vida diária, observamos que, enquanto estamos a ajustar-nos ao padrão da sociedade, a vida tem de ser um campo de batalha. Se não a aceitamos – pois uma pessoa religiosa não pode de modo nenhum aceitar uma tal sociedade – estaremos então completamente livres da estrutura psicológica da sociedade.

A maioria de nós é rica das coisas da sociedade. O que a sociedade criou em nós e, também, o que criamos em nós mesmos, é avidez, inveja, cólera, ódio, ciúme, ansiedade – de tudo isso somos muito ricos. As religiões, em todo o mundo, sempre pregaram a pobreza. O monge toma um hábito, muda de nome, rapa a cabeça, entra numa cela e faz voto de pobreza e de castidade; no Oriente eles trajam uma tanga, um manto e só tomam uma refeição por dia. Todos nós respeitamos essa espécie de pobreza. Mas, os homens que vestiram o manto da pobreza continuam, interiormente, psicologicamente, ricos das coisas da sociedade, porquanto estão ainda em busca de posição e de prestígio; pertencem a esta ou àquela ordem, a esta ou àquela religião; continuam a viver nas divisões próprias de uma dada cultura ou tradição. Isso não é pobreza. Pobreza é estar completamente livre da sociedade, mesmo possuindo algumas roupas e tomando mais refeições – meu Deus! Que importa isso? Mas, infelizmente, na maioria das pessoas existe esse impulso para o exibicionismo.

A pobreza se torna uma coisa maravilhosa e bela, quando a mente está livre da sociedade. Temos de ser pobres interiormente, porque então não há mais buscar, nem indagar, nem desejar, nem – nada! Só essa pobreza interior pode ver a verdade existente numa vida completamente sem conflito. Tal vida é uma bênção não encontrável em nenhuma igreja ou templo.

Mas, como será possível nos libertarmos da estrutura psicológica da sociedade, o que equivale a “libertar-nos da essência do conflito? Não é difícil aparar ou podar certos ramos do conflito; mas estamos perguntando a nós mesmos se é possível vivermos em completa tranqüilidade interior e, por conseguinte, exterior. Isso não significará vegetar ou estagnar. Ao contrário, tornar-nos-emos dinâmicos, cheios de vitalidade e de energia.

Resultado de imagem para imagens de jidduPara compreendermos e nos libertarmos de um problema, necessitamos de abundante energia, apaixonada, persistente, não só energia física e intelectual, mas também uma energia independente de qualquer motivo, de qualquer estímulo psicológico ou droga. Se dependemos de algum estímulo, esse próprio estímulo tornará a mente embotada e insensível. Tomando uma certa droga, podemos encontrar, temporariamente, energia suficiente para vermos as coisas muito mais claramente, mas temos de voltar ao estado anterior e, por conseguinte, nos tornarmos cada vez mais dependentes dessa droga. Assim, todo estímulo, seja da igreja, seja do álcool ou das drogas, da palavra escrita ou falada, acarretará inevitavelmente a dependência – e essa dependência nos impede de ver claramente, por nós mesmos, e, por conseguinte, de ter a energia vital.

Infelizmente, todos nós dependemos de alguma coisa. Por que dependemos? Por que existe esse impulso a depender? Estamos viajando juntos; não estais à espera de que eu vos mostre as causas de vossa dependência. Se investigarmos juntos, nós as descobriremos, e tal descobrimento será então vosso e, por conseguinte, sendo vosso, vos dará vitalidade.

Descubro por mim mesmo que dependo de uma certa coisa, de um auditório, por exemplo, para ser estimulado. Desse auditório, do falar a uma grande reunião de pessoas, me vem uma certa espécie de energia. Conseqüentemente, dependo desses ouvintes, dessas pessoas, quer concordem, quer não concordem comigo. Quanto mais discordarem de mim, tanto mais vitalidade me darão. Se concordam, o que lhes digo se torna uma coisa muito superficial, vazia. Assim, descubro que necessito de ouvintes, porque é uma coisa muito estimulante dirigir a palavra a muitas pessoas. Ora, por quê? Por que tenho essa dependência? Porque interiormente nada tenho, interiormente não existe em mim uma fonte sempre cheia, abundante de vida e de movimento. Por isso, eu dependo. Descobri a causa.

Mas o descobrimento da causa me livrará de ser dependente? O descobrimento da causa é puramente intelectual e, portanto, evidentemente, não pode libertar a mente de sua dependência. A mera aceitação intelectual de uma idéia ou a aquiescência emocional a uma ideologia, não pode libertar a mente da dependência daquilo que lhe dá estímulo. O que liberta a mente da dependência é o percebimento da inteira estrutura e natureza do estímulo e da dependência e de como essa dependência torna a mente estúpida, embotada e inerte. Só o percebimento dessa totalidade liberta a mente.

Resultado de imagem para imagens de jidduCumpre, pois, investigar o que significa ver totalmente. Enquanto eu estiver vendo a vida de um certo ponto de vista, de uma dada experiência ou conhecimento que acumulei e que constitui o meu fundo, meu “eu”, não posso ver totalmente.

Descobri intelectualmente, verbalmente, pela análise, a causa de minha dependência, mas tudo o que o pensamento investiga só pode ser fragmentário e, portanto, só posso ver a totalidade de uma coisa quando o pensamento não interfere.

Percebo então o fato – minha dependência. Percebo realmente o que é. Vejo-o sem agrado nem desagrado, e não desejo libertar-me dessa dependência ou de sua causa. Observo-a e com essa qualidade de observação percebo o quadro inteiro; e quando a mente percebe o quadro inteiro, dá-se a libertação. Ora, descobri que há uma dissipação de energia quando há fragmentação. Descobri a própria fonte da dissipação da energia.

Podeis pensar que não há desperdício de energia se imitais, se aceitais a autoridade, se dependeis do sacerdote, do ritual, do dogma, do partido, ou de uma certa ideologia, mas o aceitar e seguir uma ideologia, boa ou má, sagrada ou profana, é uma atividade fragmentária e, portanto, uma causa de conflito; e o conflito surge inevitavelmente quando há separação entre o que “deveria ser” e “o que é”, e todo conflito é dissipação de energia.

Se fazeis a vós mesmo a pergunta: “Como posso libertar–me do conflito?” – estais criando outro problema e, por conseguinte, aumentando o conflito, ao passo que, se o perceberdes simplesmente como um fato – o virdes como veríeis um objeto concreto – clara e diretamente – compreendereis então a essência, a verdade de uma vida inteira isenta de conflito.

Em outras palavras: Estamos sempre a comparar o que somos com o que deveríamos ser. O “deveria ser” é uma projeção do que pensamos que deveríamos ser. A contradição existe quando há comparação, não só com alguma coisa ou pessoa, mas também com o que ontem éramos, e, por conseguinte, há conflito entre o que foi e o que ê. Só existe O que ê quando não há comparação de espécie alguma, e viver com o que é, é viver em paz. Podeis aplicar então toda a vossa atenção, sem distinção alguma, ao que existe dentro de vós mesmo – desespero, malevolência, brutalidade, medo, ansiedade, solidão – e viver com isso, completamente; não há então contradição e, por conseguinte, não há conflito.

Mas, estamos continuamente a comparar-nos – com os que são mais inteligentes ou mais ricos, mais intelectuais, mais afetuosos, mais famosos, mais isto e mais aquilo. O “mais” tem um importantíssimo papel em nossas vidas; essa medição de nós mesmos com alguma coisa ou pessoa é uma das principais causas do conflito.

Ora, por que é que existe comparação? Por que vos comparais com outrem? Essa comparação vos foi ensinada desde a infância. Em toda escola, A é comparado com B, e A destrói a si próprio, a fim de igualar-se a B. Quando não se faz comparação alguma, quando não há ideal, nem oposto, nem fator de dualidade, quando não mais lutais para serdes diferente do que sois – que aconteceu à vossa mente? Vossa mente deixou de criar o oposto e se tornou altamente inteligente e sensível, capaz de extraordinária percepção, porquanto todo esforço é dissipação de paixão – a paixão que é energia vital – e nada se pode fazer sem paixão.

Se não vos comparais com outra pessoa, sois o que sois. Pela comparação esperais evolver, tornar-vos mais inteligente, mais belo. Mas, consegui-lo-eis? O fato é o que sois, e quando o comparais, estais fragmentando o fato – o que é desperdício de energia. O verdes o que na realidade sois, sem comparação, vos dá uma tremenda energia para olhar. Quando vos podeis olhar sem comparação, já transcendestes a comparação, e isso não significa que a mente se estagna no contentamento. Vemos, pois, em essência, como a mente desperdiça a energia que é tão necessária para se compreender a totalidade da vida.

Não desejo saber com quem estou em conflito; não desejo conhecer os conflitos periféricos de minha existência; o que desejo saber é por que razão existe o conflito. Ao fazer a mim mesmo essa pergunta, percebo uma questão fundamental que nada tem em comum com os conflitos periféricos e suas soluções. Estou interessado no problema central e vejo – talvez vós também o vejais – que a própria natureza do desejo, se não for devidamente compreendida, levará inevitavelmente ao conflito.

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Visão pessoal…

O desejo está sempre em contradição. Desejo coisas contraditórias. Não estou dizendo que devo destruir, reprimir, controlar ou sublimar o desejo: estou vendo, simplesmente., que o desejo em si é contraditório. Não é o objeto do desejo, mas a sua verdadeira natureza que é contraditória. Tenho de compreender a natureza do desejo, antes de poder compreender o conflito. Em nós mesmos, vemo-nos num estado de contradição, e este estado de contradição é criado pelo desejo – sendo o desejo a busca do prazer e o evitar a dor que já conhecemos. Assim, vemos o desejo como a raiz de toda contradição – desejando uma coisa e ao mesmo tempo não a desejando: uma atividade dual. Quando fazemos uma coisa agradável não há esforço algum, há? Mas o prazer traz a dor e vem em seguida a luta para evitar a dor: mais uma maneira de dissipar energia. Por que é que existe dualidade? Há, decerto, dualidade na natureza – homem e mulher, luz e sombra, noite e dia; mas, interiormente, psicologicamente, por que temos a dualidade? Pensemos nisso de maneira completa; Por que temos essa dualidade psicológica? É por que fomos educados para comparar sempre “o que é” com o que “deveria ser?” Fomos condicionados para discriminar o que é certo e o que é errado, o que é bom e o que é mau, o que é moral e o que é imoral. Terá surgido esta dualidade porque acreditamos que se pensarmos no oposto da violência, no oposto da inveja, do ciúme, da mediocridade, isso nos ajudará a libertar-nos dessas coisas? Servimo-nos do oposto como de uma alavanca para nos livrarmos de “o que é”? Ou trata-se de uma fuga à realidade?Será que nos servimos do oposto como meio de evitar “o que é”, por não sabermos o que fazer com ele? Ou fomos ensinado, por milhares de anos de propaganda, que deveríamos ter um ideal – o oposto de “o que é” – para poder enfrentar o presente? Quando temos um ideal, cremos que ele nos ajudará a libertar-nos de “o que é”, o que, entretanto, nunca acontece.Podemos pregar a não-violência até o fim de nossa vida, e em todo esse tempo estar semeando os germes da violência.Temos um conceito do que deveria ser e de como devemos agir, e o fato é que estamos sempre atuando de maneira completamente diferente. Vê-se, pois, que os princípios levam inevitavelmente à hipocrisia e a uma vida desonesta. É o ideal que cria o oposto de “o que é”; assim, se souberdmos ficar com “o que é”, o oposto se tornará desnecessário.O procurarmos tornar-nos igual a outrem ou igual ao nosso ideal,isso é uma das principais causas de contradição, de confusão e de conflito. A mente que está confusa, não importa o que faça, em qualquer nível que deseja, permanecerá confusa. Vejo isso muito claramente; vejo-o com tanta clareza como vejo um perigo físico imediato. Que acontece, pois? Deixo de agir em termos de confusão. Por conseguinte, a inação e ação se completa.

Inspiração….

Livros dos Ensinamentos de Jiddu Krishnamurt

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A CRENÇA CEGA NAS ALEGORIAS BÍBLICAS E A PROVA DE CONTATOS EXTRATERRESTRES

Aert de Gelder, Batismo de Jesus, 1971“Ele olhou e viu , e eis que a sarça ardia no fogo mas não era devorada.”  (Êxodo 3, 2)  Bíblia

Que fogo intenso era este, que Moisés viu sobre tal arbusto (sarça) mantendo-se sem arder? Que poderosas energias seriam essas, emanadas em tamanha luz e dimensão? Poder de Deus e luz de Deus ou, o que se reconhece hoje, de uma magnitude superior em tecnologia e propagação de evocação estelar?Textos antigos revelam que a Arca de Noé foi construída com ajuda de extraterrestres e que de fato era um submarino feito especialmente para ajudar as pessoas e animais a sobreviverem da grande inundação, dizem os peritos.O autor desta afirmação é o estudioso da antiguidade, dos textos sumérios e outras atribuições geniais,inclusive estudioso  bíblico Zecharia Sitchin ,que chegou a esta conclusão analisando a versão original em hebreu do velho testamento e outras escrituras antigas. De acordo com esses textos,Noé  foi aconselhado a construir um barco com a cobertura e a parte de baixo lacrados herméticamente, disse Sitchin. Não deveria haver nenhuma cobertura, nenhuma brecha, em que o sol pudesse entrar.

O barco deveria ser uma embarcação que poderia virar e submergir. O único tipo de barco que se ajusta a esta descrição, disse Sitchin, sem dúvida é um submarino.Ele ainda acrescenta que o termo bíblico para arca se origina da palavra “afundado” do antigo hebreu. Somente um submarino poderia ter resistido os 40 dias e noites de uma tão furiosa inundação.Nenhuma embarcação comum de superfície poderia ter sobrevivido às ondas tumultuosas sem ter afundado. Sitchin também estudou textos antigos dos sumerianos, que hoje é parte do Iraque. Em uma passagem de um desses textos, disse ele, Noé explica que sobreviveu à inundação graças a ajuda de seres superiores de outro planeta, que o teriam orientado e o ajudado a construir a arca. Como um submarino moderno, a arca teve tanques de lastro que permitiram a Noé submergir e emergir, disse Sitchin. Antes do dilúvio, Noé levou uma provisão de oxigênio e depois apareceu para conseguir mais ar.

Brad Steiger, renomado investigador do fenômeno OVNI, concorda que a Arca de Noé realmente era um submarino e que nenhum homem naquela época conhecia a tecnologia para construir tal barco e que certamente precisou da ajuda de extraterrestres. Alguém deve ter aconselhado e orientado Noé a construir uma embarcação que permitisse a sobrevivência dele, disse Steiger. Hayden Hewes, diretor da Internacional UFO Bureu,concorda e diz que não existe a menor dúvida que a Arca de Noé era um submarino,construído por Noé com orientação extraterrestre.

A Bíblia é rica em passagens que demonstram a presença diária de extraterrenos, que desde aquela época tentavam transmitir ao homem da Terra ensinamentos preciosos. Os profetas que escreveram os textos da Bíblia tiveram contato com ETs. Estes profetas os descreviam como carruagens de fogo, nuvens ardentes e a voz de Deus. Alguns profetas,como Enoque, viajaram em discos voadores e descreveram suas viagens da maneira como sabiam, pois não entendiam o que era uma nave espacial. A relação da Bíblia como Fenômeno UFO é tão evidente, que o livro de Enoque foi considerado apócrifo pela Igreja, por conter revelações que feriam os dogmas religiosos, existindo ainda a possibilidade desta obra ter sido escrita a partir de um contato do profeta com extraterrestres, e não com divindades.No capitulo 7, versículos 1 e 2, o profeta Enoque revela que “200 anjos desceram e tiveram relações amorosas com as filhas da Terra (as mulheres terrenas) que deram nascimento á gigantes”. Nos últimos anos, tivemos a confirmação desse fato quando várias ossadas fósseis de seres de altura gigantesca foram encontradas em Território Indiano . Já no oitavo capítulo, existem citações curiosas pertinentes aos ensinamentos transmitidos pelos anjos aos homens. No livro do profeta Enoque está escrito “O anjo Barayal ensina a arte de observar estrelas, Tamiel ensina a astronomia e Asaradel ensina os movimentos da Lua”. Esses fatos estão em um livro milenar que falava em movimentos da Lua e que por séculos integrou a Bíblia.

Devemos nos lembrar de que, em fevereiro de 1600,Giordano Bruno  morreu queimado na fogueira inquisitória por ter afirmado que existiam” …milhares de sóis e de terras girando em torno de seus sóis, como os sete planetas giram em torno do nosso Sol, com seres vivos habitando esses mundos”. Aqueles que mataram muita gente no passado julgavam, com tais atitudes, defender idéias, pensamentos e fundamentos religiosos legados pela Bíblia. Esse pensamento não poderia ser mais contraditório, pois o livro sagrado não só revela a existência de outros mundos habitados, como também a presença de extraterrestres em nosso planeta. No capítulo 13, Enoque descreve uma jornada em direção à morada dos anjos, empreendida no interior de uma nuvem. Essa mesma imagem apareceu no ano de 1974, ao norte de Sagunto, na Espanha, quando um UFO criou uma nuvem à sua volta e sobrevoou lentamente a cidade.

Toda a Bíblia, inclusive o Genesis , encontra-se repleta de narrações dos encontros entre os homens da Terra e as divindades. Essas criaturas que mistificaram nossos antepassados, estavam longe de ser divindades. Eram seres de avançada tecnologia e possuidores de dotes parapsíquicos, que tentavam passar aos seus irmãos terráqueos,conhecimento tecnológico e leis morais, como a igualdade e a fraternidade.

A VISÃO DE EZEQUIEL; UM CONTATO EXTRATERRESTRE DE TERCEIRO GRAU?

O relato mais impressionante de um contato de 3° grau narrado na Bíblia foi, no entanto, o legado pelo Profeta Ezequiel. Podemos ler em seu livro detalhes dessa narração:

“Aconteceu no trigésimo ano, no quinto dia do quarto mês que, estando eu no meio dos exilados, junto ao rio Quebar, se abriram os céus, e eu tive visões de Deus (…) Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, e uma grande nuvem, com fogo a revolver-se; e esplendor ao redor dela, e no meio disto uma coisa como metal brilhante que saía do meio do fogo”. Teria o profeta tido um contato com algo ligado ao mundo divino? O relato é muito claro, e segue um padrão lógico. Inicialmente, Ezequiel situa a época em que o fato aconteceu para, em seguida, situar o local da ocorrência e depois detalhar o acontecimento.Sua descrição é muito clara, sendo suficiente para descartarmos a possibilidade de ter mantido contato com algum fenômeno meteorológico ou mesmo astronômico. O profeta faz referência inclusive a uma onda de choque, que ele define como vento tempestuoso,provocada pela aproximação de um objeto voador. Nos versículos seguintes, o profeta revela seu contato com uma criatura de aspecto humano que, para ele, seria Jeová, a divindade maior. Esta criatura acaba por se comunicar fazendo uma série de previsões sobre o futuro do povo israelita. É evidente que nossa interpretação ufológica para este acontecimento poderia ser questionada, mas neste caso específicamente existe um estudo detalhado a favor da idéia de um contato com uma nave extraterrestre.

Deve-se entender que segundo os ufólogos, todas as civilizações tiveram algum tipo de interferência extraterrestre que ocasionou tais escritos.Como uma visitação de aeronaves extraterrestres poderia ser relatada por observadores primitivos? Os registros dos profetas são aclamados como provas dessas visitações. O exemplo mais utilizado pela ufologia encontra-se no Livro Bíblico de Ezequiel. O profeta foi detalhista no relato de sua visão e expressou minuciosamente a glória de Deus.Contudo, teríamos neste livro indícios de alguma visitação alienígena? Seriam as manifestações de Deus apenas visitações extraterrestres?Apesar dos mentores da ufologia procurarem nas Escrituras evidências de manifestações extraterrestres, uma das dificuldades que encontram é a inconsistência da mensagem bíblica que é incoerente desde Gênesis até Apocalipse, já que foi alterada inúmeras vezes.

Visto que  pretensiosamente a Bíblia se propõe a abranger  toda a história humana e foi escrita e modificada durante um período de cerca de 1500 anos, tendo cerca de 40 escritores inspirados, tem portanto demonstrado que muitas narrativas são inconsistentes  no conteúdo de sua mensagem. Contudo, esforçam-se os ufólogos em fazer interpretações que indicam algumas passagens como visitações. Vejamos um exemplo dessa associação, observemos o livro de Ezequiel

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Visões Celestiais Interpretadas como Visitações Extraterrestres

Um exemplo popular da associação de visitações extraterrestres às visões celestiais é comentada no livro Eram os deuses astronautas. Citando a visão de Ezequiel,procuram simular uma visitação de astronautas .Perguntas: Quem falou com Ezequiel?Que espécie de seres eram? “Deuses”, segundo a concepção tradicional, certamente não eram, pois esses provávelmente não necessitavam de um veículo para ir de um local a outro. A nós, essa espécie de movimentação nos parece incomparável com a concepção de um Deus Todo-poderoso. Sobre o motivo da visita dos astronautas, afirmam: Os“deuses” falaram com Ezequiel e pediram para que doravante restaurasse a lei e a ordem na Terra.As Escrituras têm um padrão moral e espiritual que objetiva restaurar o homem á uma relação aprovada diante de Deus. Também ensinam as Escrituras, que isso sómente é possível mediante Jesus Cristo(mais manipulação). Por outro lado, alguns ufólogos dizem que determinadas decisões governamentais são fruto de interferências alienígenas. Isto é, os extraterrestres visitavam a Terra periódicamente e comunicavam alguma orientação aos povos. Isso, afirmam, foi feito aos diversos povos espalhados pelo mundo. Em outras palavras, veríamos traços alienígenas em todas civilizações. Semelhantemente, afirmam que as intervenções divinas na nação de Israel seriam” intervenções alienígenas” e não do “Deus Vivo”.

O engenheiro aeroespacial Josef F. Blumrich , que foi chefe do Departamento de Projeção e Construção da NASA, estudou de maneira detalhada todo o relato do profeta. Blumrich acreditava que poderia provar técnicamente que Eric Von Däniken (supostamente o primeiro a defender a tese de uma nave extraterrestre para o caso de Ezequiel) estava errado. Porém, após seus estudos e análises, acabou por comprovar justamente o oposto. A essência de suas conclusões mostrou uma espaçonave técnicamente concebível e muito bem projetada para as necessidades exigidas em suas missões.Segundo o engenheiro, tratava-se de um aparelho voador lançado provávelmente de uma estação espacial que estava na órbita terrestre na época – há 2500 anos atrás!

Blumrich chegou inclusive a recalcular detalhes do processo propulsivo utilizado na espaçonave.Mas não é só no Antigo Testamento que existem referências aos UFOs. Também no Novo Testamento encontramos muitas revelações. E uma das passagens mais interessantes é, sem dúvida, a relacionada à Estrela de Belém. Segundo o texto bíblico,este objeto inicialmente foi observado em movimento, para em seguida ficar pairando sobre o ponto onde Jesus havia acabado de nascer. No segundo capítulo de Mateus,versículo 9, podemos ver essa narrativa: “Depois de ouvirem o rei, partiram e eis que a estrela que viram no ocidente os precedia, até que chegando parou sobre onde estava o menino”. Os anjos bíblicos, na interpretação dos ufólogos, ora são vistos como mensageiros, ora como os próprios extraterrestres em processo de colonização da Terra.

A abdução do Profeta Elias.

Uma outra passagem bíblica, que aos olhos de nossa civilização atual revela sua possível realidade tecnológica, é aquela referente à ascensão do Profeta Elias ao céu. Como podemos ler no segundo livro dos Reis, o profeta foi levado para o céu no interior de um carro de fogo, que provocou uma espécie de redemoinho. Conforme o relato bíblico,houve uma testemunha ocular do fato, Profeta Eliseu, que tomou o lugar do próprio Elias na condução do povo israelita. Muitos não acreditaram que Elias não estivesse mais na Terra, e se lançaram na busca do mesmo, sem, entretanto conseguirem encontrar qualquer vestígio do abduzido.

ERAM OS DEUSES ASTRONAUTAS?

Seriam extraterrestres as aparições bíblicas?Em 1859, quando Charles Darwin publicou seu livro “A Origem das Espécies”, a teoria da evolução iniciou uma jornada que levaria tal teoria ao status de única explicação acerca das nossas origens. Muitas fraudes e equívocos acompanharam a teoria da evolução, na mesma época, muitas vozes criacionistas se levantaram em favor da criação.Semelhantemente, em 1968 foi lançado um livro que suscitaria ilusões sobre a origem e o desenvolvimento da humanidade. Erich von Däniken, escreveu o livro: Erinnerungen anDie Zukunft, (Recordações do Futuro), ou conforme o título em português: “Eram os deuses astronautas?” Este livro trouxe aplausos dos céticos e a revolta no meio evangélico.Estariam os seres humanos sozinhos no universo? Existiriam outros seres com uma tecnologia avançada que manipulava a história humana? Seriam os Escritos Sagrados,normas morais desenvolvidas pelos alienígenas? As visões dos profetas e seu cumprimento foram interferências de extraterrestres? Depoimentos de “raptos”, visitações,contatos imediatos de primeiro, segundo e terceiro grau; merecem crédito?

Däniken sugeriu que o desenvolvimento da humanidade ocorreu devido a constantes visitações de astronautas (extraterrestres) ao nosso planeta. Desde as primeiras civilizações até ocasiões de delicados relacionamentos diplomáticos, astronautas visitavam a terra e cooperavam no desenvolvimento da civilização humana. Até mesmo no aspecto genético, afirmam que houve influência de elementos extraterrestres, outros conjecturam que a humanidade seria uma experiência genética ou cobaia de outros mundos, apostam alguns ufólogos.Essas visitações eram excitantes para os humanos, e então lhes imputavam uma posição de deuses. Como observadores que desconheciam qualquer tecnologia poderiam expressar as visitações de astronautas? Os estrondos, aspectos cintilantes e as roupas espaciais teriam um esplendor magnífico que forneceriam as visões registradas nos livros sagrados .

Visão pessoal 

Ao longo de toda a Bíblia, há vários eventos misteriosos pelos ares, por isso, muitos acreditam que é o poder de Deus, mas os cientistas relatam que pode ser contato com Òvnis e seus tripulantes. Temos que levar em conta, que na época em que os textos sagrados foram escritos, os autores não tinham noção do que seria um foguete, aviões, ou qualquer outra forma de tecnologia presente nos dias atuais.Por isso acreditavam que essa tecnologia era divina e vinha de Deus, passavam a julgar todos os fenômenos naturais como intervenção divina. Mas a verdade pode ser outra.Sintetizando;

1-No livro de Elias, narra que ele teve contato com um carro de fogo, a que talvez tenha sido um OVNI, e não um carro de fogo. Elias sabia que sua vida estava em perigo e por isso pediu a Deus para ajudá-lo, quando de repente, foi cercado por carros de fogo ao redor como cavalos, e um deles o sequestrou e foi para o céu. Essa história é muito parecida com supostos sequestros envolvendo OVNI nos dias atuais.

2-Com Moisés, no Êxodo, o Faraó permitiu a Moisés que levassem todos os israelitas, mas depois se arrepende e decide ir atrás deles. A Bíblia nos diz que a água do Mar Vermelho foi aberta e Moisés atravessou com os israelitas, e depois com a ajuda de Deus o mar foi fechado, matando todo o exército do Faraó. Agora os ufólogos acreditam que poderia ser um OVNI voando sobre a água, e, assim, o mar foi aberto. Isso explica a grande nuvem que os seguiu durante a travessia(?). Moisés e seu povo vagaram por 40 anos no deserto e sempre ele mencionava que uma grande nuvem no céu os guiou e os protegeu. Por que será que Deus se esconderia atrás de uma nuvem(?). Essa mesma nuvem que os seguiu, mandava alimentos e água para o povo de Moisés, e de noite, os iluminavam(iluminar no deserto á noite?). Uma noite, Deus disse a Moisés para acordar cedo e ir até ao Monte Sinai. Deus disse que todas as pessoas deviam ficar longe, exceto Moisés, que subiu ao monte. Estando lá, se encheu de fumaça e penetrou na nuvem.E se não fosse uma nuvem? e se fosse realmente uma nave extraterrestre(? )talvez quiseram mostrar algo a Moisés. Quando a nave baixou, Moisés trouxe os 10 mandamentos.(!)

3-A Estrela de Belém, cuja aparência é tão intimamente ligada ao evento do nascimento de Jesus , como pode ser vista nos Evangelhos.De acordo com relatos bíblicos, os Magos do Oriente (também conhecidos como os Reis Magos) viram a estrela no leste e a  seguiram, presumívelmente enquanto se movia para o oeste. Agora, isto é mais ou menos normal, se tivessem seguido a sua progressão no céu por dias ou semanas … mas então o objeto celestial misterioso fez algo incomum, parou supostamente no mesmo local onde nascera o “Messias esperado”. Então, o objeto enigmático parou em sua progressão no céu, de modo que o Magos do Oriente descobriram onde estava o menino. O que esta “estrela” era? Além de parar,  Mateus detalhou e destacou também  outros atributos extraterrestres. O misterioso objeto era extraordináriamente brilhante e colorido , chamando a atenção dos Magos do Oriente. Mas pesquisas recentes indicam que os Reis Magos eram grandes astrólogos persas. Então essa suposta estrela, o que poderia ter sido muito normal na aparência, tinha algum significado astrológico para eles(uma conjunção astrológica entre Vênus e Jùpiter?Talvez o sinal dos Magos veio da constelação de Leão.Para os antigos israelitas, essa constelação era considerada significativa e sagrada. Uma conjunção muito próxima entre Vênus e Júpiter teria sido visível no céu do Oriente Médio em 12 de agosto do ano três a.C.Mas isso não explica como é possível parar no céu exatamente em cima do lugar do nascimento do “Messias Bíblico”).Uma “estrela” que se move e tem também o poder de parar(?).Se fosse mesmo uma estrela ou um fenômeno astrológico como uma conjunção planetária, não seria inteligentemente controlada.

4-A Bíblia diz que Ezequiel foi sequestrado por um corpo celeste: “quando olhei havia uma tempestade de vento norte se aproximando, e uma grande nuvem com um brilho em torno de um fogo constante sobre o fogo como o bronze mais brilhante” O que Ezequiel viu? Ele acha que teve um encontro com Deus. Mas especialistas agora acreditam que poderia ser um OVNI que Ezequiel efetivamente observou,e que, depois de muito estudo , acredita-se que seja uma nave alienígena.

5- Sobre Sodoma e Gomorra, a Bíblia diz que essas cidades eram” pecadoras” , não teriam mais salvação, e deveriam ser exterminadas. Diz-se que começou a chover fogo sobre as cidades que pôs fim a esses lugares e todos os que lá viviam. Alguns cientistas acreditam que seja verdade sobre Sodoma e Gomorra, e mais, encontraram os supostos locais a sudeste do Mar Morto onde seriam o local dessas cidades. Mas o que caiu do céu? A evidência mais lógica é de um ataque nuclear, pois, no suposto local em que essas cidades se localizavam, encontraram vestígios de energia nuclear.Poderia ser uma guerra intergaláctica acontecendo naquele momento e as cidades é que “pagaram o pato?”

Estamos irrevogavelmente em um caminho que nos levará às estrelas. A não ser que, por uma monstruosa capitulação ao egoísmo e à estupidez, acabemos nos destruindo.

Carl Sagan

Inspiração…

1-La Science de la Religion
Max Müller
2-Eram os Deuses Astronautas?
Eric Von Daniken
3-Obra completa de Zecharia Sitchin-vários
Biblioteca Virtual
4-A Bíblia e os Discos Voadores
Fernando C.N. Pereira
5-Os Anjos que caíram do céu
Kenner Roger Cazotto Terra
6-Os Profetas Maiores
Antonio Renato Gusso
7-Moisés-O Príncipe e o Profeta
Levi Meier
8- Os Profetas-Interpretações
João de Jesus Moutinho
9-Vestigés des Principaux Dogmes Chrétiéns
R.P. De Premare
10-Introduction de L’histoire des Religions
Theodore Robinson
11-Elias e os grandes profetas
Joy Melissa Jensen
12-Ararat-Em busca da Arca de Noé
Edouard Cortes
13-A Bíblia-versão não autorizada
Adam Grzibowsk
14- Sodoma e Gomorra-
Marcel Proust
15-Through Aliens Eyes
Wesley H. Bateman
16-A História políticamente incorreta da Bíblia
Robert J. Hutchinson
17-DVD Chariots of God
Harald Reinl
18-Eles estão entre nós-Não há mais como negar esta realidade
-C.R.P. Wells
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