Nutrição Evolutiva;Voce tem fome de quê…..?

Resultado de imagem para imagens sobre DR GABRIEL COUSENS“O alimento é uma força dinâmica que interage com os seres humanos nos níveis corpóreo e físico, mental e emocional e ainda nos energéticos e espirituais”, explica o Dr. Gabriel Cousens

Você tem fome de quê? A pergunta se refere aos alimentos eleitos para aplacar a urgência do estômago, mas sobretudo aos ingredientes que guarnecem a mente e a alma. Sim, existe uma íntima relação entre alimentação e espiritualidade. Nas últimas três décadas, o assunto tem ocupado o médico americano Dr. Gabriel Cousens, especializado em homeopatia e medicina ayurvédica. “O que comemos afeta a qualidade do funcionamento da mente. Nesse sentido, nossas escolhas alimentares refletem o estado de harmonia de cada uma com o mundo e com o Divino”, ele afirma.

Se hoje o simples fato de atendermos a uma necessidade vital é capaz de gerar angústia para muita gente é porque há tempos tornamos esse gesto algo mecânico e superficial. “Com tantas novas descobertas na ciência da nutrição, perdemos a ligação instintiva com a qualidade da comida e com a Mãe Terra”, ele lamenta, e esclarece: “O alimento é uma força dinâmica que interage com os seres humanos nos níveis corpóreo e físico, mental e emocional e ainda nos energéticos e espirituais”.

Cousens defende a alimentação como uma alavanca para o despertar da consciência, primeiro passo da longa jornada de evolução empreendida por cada ser, para alento do planeta: “Quando nos alimentamos de forma harmônica e saudável, nossa habilidade para sintonizar e comungar com o sagrado é estimulada”.

Trânsito energético

Alimentos são fontes de energia e esse combustível que nos move está em circulação no universo e também no nosso organismo. Esse trânsito, contudo, pode fluir naturalmente ou virar um imenso congestionamento. Tudo vai depender das condições da estrada: se entupida de toxinas ou livre delas. Os detritos presentes nos agrotóxicos, nos produtos industrializados, encharcados de conservantes e corantes, bem como nos hormônios e antibióticos encontrados nas carnes, são capazes de interromper o fluxo natural de energia. Portanto, devemos reduzir sua ingestão, dando preferência aos alimentos crus e orgânicos para que ela volte a circular livremente.

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Para Cousens, alimentar-se é muito mais do que ingerir porções equilibradas de proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas e minerais, o que também é muito importante, claro. “Cada substância vegetal ou animal irradia de seu campo energético uma vibração sutil especial, específica da espécie”, ele afirma. Logo, quando o alimento é integral, orgânico e vivo (raízes não cozidas, folhas, frutas, castanhas e sementes, os quais apresentam as mais elevadas concentrações de nutrientes), agrega as características necessárias que garantem o bom funcionamento de nossas engrenagens orgânicas e energéticas sutis. “Quando nos nutrimos com alimentos vivos, temos a alimentação mais potente disponível no planeta para a manutenção da saúde e do bem-estar, e para ativar o espírito”, declara.

Já os alimentos ricos em toxinas, como as carnes vermelhas, principalmente, e os industrializados diminuem a concentração de prana (força vital) no organismo, o que, consequentemente, leva à degeneração dos comandos emitidos pelo DNA. Daí por diante, o corpo se torna vulnerável ao aparecimento de toda sorte de doenças.

A água também tem papel fundamental no processo de limpeza do corpo, tanto do ponto de vista orgânico quanto energético. Esse solvente universal participa ativamente da eliminação das toxinas presentes nas células, como também varre as impurezas dos campos sutis. Por isso, além de beber água pura, é importante ingerir alimentos ricos em líquidos. “As frutas e os vegetais cheios de água, por causa da elevada condutividade, estimulam a atividade energética sutil”, esclarece.

Resultado de imagem para imagens sobre gabriel cousensCaminho ascendente

Conheça quatro fundamentos da vida espiritual preconizados por Cousens

1. Nutrição: deve ser vista como algo sagrado, vegana (sem carne, laticínios e ovos), orgânica, viva, com pouco açúcar, individualizada e com ingestão moderada de alimento. Recomenda-se também o jejum espiritual de tempos em tempos. Segundo o autor, abster-se do que é tóxico é outra força poderosa na nutrição espiritual. Nessas situações, ocorre uma limpeza dos nadis e, dessa maneira, a energia passa a circular com mais eficiência.

2. Construção do prana (força vital): ocorre por meio de asanas (posturas) de ioga, pranayamas (exercícios de respiração), tai chi, reiki e outras práticas energéticas, além das danças sagradas.

3. Serviço e caridade: por meio do serviço e da caridade, somos capazes de encarar nosso apego às coisas, assim como de sentir nossa ligação com toda a humanidade. Isso ajuda a expandir a consciência por meio da experiência direta.

4. Silêncio: acessado durante a meditação, as orações e a repetição de mantras e cânticos. A fonte de toda a sabedoria espiritual emana do silêncio divino.

Resultado de imagem para imagens sobre DR GABRIEL COUSENSQUEM É O DR GABRIEL COUSENS?

Gabriel Cousens (nascido Kenneth Gabriel Cousens, 1943) é um médico americano, médico homeopata e escritor espiritual que pratica a medicina holística . Cousens defende a terapia de alimentos vivos , um regime nutricional  que ele diz que pode curar diabetes , [1] a depressão [2] [3] e outras doenças degenerativas crônicas . Ele é o fundador da “Ordem dos Essênios da Luz”, uma ramificação de uma religião New Age com base em interpretações modernas dos essênios , uma seita judaica antiga, os ensinamentos da judaica Cabala e a Torá , e crenças hindus. Ordem dos Essênios da Luz é ensinado por Cousens em “Tree of Life Foundation”, uma organização dirigida por Cousens e com sede na sua “Tree of Life Rejuvenation Center” em Patagonia, Arizona . [4] [5] Cousens tem escrito livros e viajado internacionalmente para promover suas idéias sobre alimentos e suas crenças espirituais. [6]

Início da vida e da educação

Cousens cresceu em Highland Park, Illinois . [7] Quando ele tinha nove anos ele teve visões de “antigos mantos brancos”, a quem ele mais tarde identificou como membros da Fraternidade Branca, que foram os Elders essênios ou Ordem de Melquisedeque . [4] [8] Ele se formou em Amherst College , em 1965, com um bacharelado em biologia, onde ele era um atacante de futebol (guarda). O time estava invicto em 1964, e naquele ano ele recebeu um National Football Foundation Scholar Award-Atleta Nacional. [9] Ele ganhou seu grau médico da Faculdade de Medicina de Columbia em 1969, e completou sua residência em psiquiatria em 1973. [7] [10]
Descrevendo a sua dieta antes, ele disse que “devorava hambúrgueres e batatas fritas” na faculdade. [11] Ele nunca conheceu um vegetariano , até que quando tinha 27 anos,  ele mudou para a dieta vegana  três anos depois. [7] Depois de adotar a dieta, ele começou a ensinar meditação e estudar o Caminho dos Essênios, com foco na Cabala, yoga e kundalini . Em 1974, ele foi para a Índia estudar com Swami Muktananda , acabando por ficar por sete anos.
Depois de experimentar a Kundalini despertar em 1975, Cousens procurou a dieta ideal para apoiar a sua experiência espiritual e consolidar o crescimento espiritual, concluindo que uma dieta live-food iria fazê-lo. Ele voltou para os Estados Unidos em 1981 e voltou para o estudo do Caminho dos Essênios.;tornando-se ordenado em 1988, ele também se tornou um mestre em Reiki. [4] Entre os consumidores e simpatizantes de medicina alternativa , Cousens adquiriu uma reputação como um perito em espiritualidade , [12] em jejum, [13] e nutrição com alimentos crus, tanto nos Estados Unidos [14] [15] e no exterior. [16] [17]
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Cousens fundou a Ordem dos Essênios da Luz em 1992, [4] e no ano seguinte, ele estabeleceu a  Fundação Árvore da Vida ,como uma organização  isenta de impostos federais que operam a partir do Centro de Rejuvenescimento Tree of Life em Patagonia, Arizona . [5] [ 18] As modalidades de cura oferecidas no centro incluem jejum e desintoxicação, nutrição, educação com alimentos crus, uma abordagem natural para o tratamento de diabetes chamado programa de alimentação consciente [7][19] . Cousens é um  rabino ordenado[20] e oferece oficinas sobre Judaísmo espiritual. [21] Seu mais recente livro, a Torá como um guia para a iluminação, publicado pela North Atlantic Books, é um comentário sobre a Torá de uma perspectiva  cabalista. Cousens fundou uma organização sem fins lucrativos chamada Ordem dos Essênios da Luz que ensina o”moderno essênio estilo de vida “. [22] [23] Ele descreveu a sua filosofia em seu livro Criando paz por ser a paz. [24]

Resultado de imagem para imagens sobre DR GABRIEL COUSENSTree of Life Foundation e do Centro de Rejuvenescimento

Cousens defende uma dieta de alimentos crus com base nutricional para bebês e crianças. [25] Ele instituiu um estudo da história médica de bebês e crianças e  é um dos defensores da educação em alimentos crus.  [26] Robert Kemp, professor de pediatria na SUNY Downstate Medical Center , em Brooklyn, critica e chama de dieta de um “precursor de atraso de desenvolvimento e um déficit de aprendizagem ao longo da vida”, dizendo que as crianças ficam propensas a sofrer de deficiência de ferro e desnutrição protéica se alimentados com a dieta . Joel Fuhrman , especialista em nutrição e autor que defende o consumo de alimentos mais crus,mas diz que uma dieta totalmente crua pode levar a deficiências de vitaminas e calóricas em crianças. Um estudo de 2005 na revista Archives of Internal Medicine não encontrou grandes deficiências na saúde óssea de adultos em dietas cruas.Enquanto o grupo de alimentos crus apresentaram pesos inferiores e massa óssea, que tinham níveis normais de vitamina D. [26]

Um documentário de 2009, Simplesmente Raw ,mostra  seis pessoas com diabetes que passam por um programa de trinta dias no Centro de Rejuvenescimento Tree of Life na tentativa de curar sua doença com uma dieta de alimentos crus e sem drogas. [31
OBRAS
  • Tachyon energia: um novo paradigma na cura holística, com David Wagner. North Atlantic Books , 1999 OCLC 45162219
  • Alimentação consciente . Livros do Atlântico Norte, 2000 OCLC 40311543
  • Depressão-livre para a vida:. Um plano totalmente natural, de cinco etapas para recuperar o seu entusiasmo pela vida, com Mark Mayell William Morrow & Co. , 2000 OCLC 46801470
  • Verde cozinha ao vivo-food do arco-íris. Livros do Atlântico Norte, 2003 OCLC 52377528
  • Nutrição espiritual: seis bases para a vida espiritual eo despertar da kundalini. Livros do Atlântico Norte, 2005.
  • Existe uma cura para o diabetes: a Árvore da Vida de 21 dias programa +, com David Rainoshek. Livros do Atlântico Norte, 2008 OCLC 173480482
  • Criação de paz por ser a paz: o sétuplo caminho essênio. Livros do Atlântico Norte, 2008 OCLC 192109603
  • Torah como um guia para a iluminação. Livros do Atlântico Norte, 2011 OCLC 687655506

Resultado de imagem para imagens sobre gabriel cousensVisão pessoal…

Este livro,Nutrição Evolutiva,que foi escrito pelo Dr. Gabriel Cousens ,é notável, especialmente a parte científica do livro. A primeira parte do livro é sobre a jornada espiritual do autor ,pois é baseada em crenças pessoais e descrita nas edições antigas do livro (Nutrição Espiritual); é fenomenal e pode mudar uma vida inteira.Gabriel Cousens acredita que a comida é capaz de alimentar também a alma e que a dieta de uma pessoa exerce algum impacto em sua espiritualidade. Neste livro, ele ensina os leitores a desenvolver programas alimentares adequados a uma prática espiritual. A partir de seus estudos da filosofia oriental e de sua experiência na clínica médica, procura esclarecer questões como alimentos crus versus alimentos cozidos, ingestão proteica; jejum e assimilação de nutrientes; equilíbrio alcalino-ácido; comportamento alimentar; nutrientes, energia e composição molecular. Entre os instrumentos para o desenvolvimento físico e espiritual, o Dr Cousens estabelece uma relação entre as cores dos alimentos e o sistema de chacras, a partir da qual criou a ‘dieta do arco-íris’, descrita nas páginas deste livro. E também recomenda a prática da meditação, da camaradagem e do amor para que se complete a verdadeira nutrição espiritual……

Inspiração…….

Nutrição Evolutiva (pdf) | por Gabriel Cousens |

A Cura do Diabetes pela Alimentação Viva PDF

Nutrição Espiritual E A Dieta Do Arco-Íris PDF Dr. Gabriel Cousens

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Pensando com Jiddu Krishnamurti…..

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A Vida é um Movimento sem Fim

Eu acho que é sempre importante fazer perguntas fundamentais, mas quando fazemos uma pergunta fundamental, a maioria de nós está a procurar uma resposta, e desta forma a resposta será invariavelmente superficial, porque não existe resposta “sim ou não” para a vida. A vida é um movimento, um movimento sem fim, e para investigar esta coisa extraordinária chamada vida, com todos os seus aspectos inumeráveis, devemos colocar perguntas fundamentais e nunca ficar satisfeito com as respostas, por mais satisfatórias que estas possam parecer, porque no momento em que obtiver uma resposta, a mente chega a uma conclusão, e uma conclusão não é vida – é meramente um estado estático. Assim o que é importante é fazer as perguntas fundamentais mas nunca ficar satisfeito com as respostas, por mais inteligentes e por mais lógicas que sejam, porque a verdade da questão reside para além da conclusão, para além da resposta, para além da expressão verbal. A mente que coloca uma questão e fica satisfeita com uma mera explicação, uma expressão verbal, permanece superficial. Apenas a mente que coloca uma questão fundamental e que é capaz de perseguir essa questão até ao fim – apenas uma mente desse tipo é que pode descobrir o que é a verdade.

Jiddu Krishnamurti, in ‘Talks and Dialogues’

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O Caminho da Verdade

Afirmo que a verdade é uma terra sem caminhos definidos, e que não a podemos abordar por qualquer caminho que seja, por nenhuma religião, por nenhum credo. Este é o meu ponto de vista, e adiro a este de forma absoluta e incondicional. A verdade, sendo ilimitada, incondicionada, inacessível por qualquer caminho que seja, não pode ser organizada; nem deve nenhuma organização ser formada para liderar ou coagir as pessoas para seguir um caminho em particular. Se entender isto, então compreenderá quanto impossível é organizar uma crença. Uma crença é uma questão puramente individual, e não é possível organizá-la. Se fizer isso, esta crença torna-se morta, cristaliza-se, tonar-se um credo, uma seita, uma religião, a ser imposta a outros.

Jiddu Krishnamurti, in ‘Krishnamurti: 100 Years’

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Entrevista com Jiddu-

O senhor nunca menciona Deus. Ele não tem lugar nos seus ensinamentos?

Krishnamurti: Você fala muito a respeito de Deus, não fala? Seus livros estão cheios Dele. Você constrói igrejas, templos, faz sacrifícios, pratica rituais, celebra cerimônias e tem uma porção de idéias a respeito de Deus, não tem? Você repete a palavra, mas seus atos não são divinos, são? Embora você venere aquilo que chama de Deus, seu comportamento, suas idéias, sua existência não são divinos, são? Embora você repita a palavra Deus, você explora os outros, não explora? Você tem seus deuses — hindus, maometanos, cristãos e todos os demais. Você constrói templos e quanto mais rico fica, mais templos constrói (risos). Não riam, vocês fariam o mesmo — só que ainda estão tentando ficar ricos — essa é a verdade.

De forma que você está familiarizado com Deus, pelo menos com a palavra Deus ou uma outra palavra qualquer, mas Deus não é a palavra que você usa. O fato de você usá-la não significa que você conheça Deus; você apenas conhece a palavra. Eu não uso essa palavra pela simples razão de que você a conhece. O que você conhece não é o real. E, além disso, para encontrar a realidade, todas as murmurações verbais da mente devem cessar, não devem? Você constrói imagens de Deus, mas essas imagens não são Deus, claro. Como você pode conhecer Deus???

Obviamente, não através de uma imagem, não através de um templo. Para hospedar Deus, o não-conhecido, a mente precisa ser o não-conhecido. Se você parte no encalço de Deus, então você já conhece Deus, você conhece o objetivo. Você sabe o que está perseguindo, não é mesmo? Se você busca a Deus, você deve saber o que é deus, do contrário não o estaria buscando, não é mesmo? Você o busca ou de acordo com seus livros, ou de acordo com seus sentimentos e seus sentimentos não passam de resposta da memória. Portanto, aquilo que você busca já está criado ou por intermédio da memória ou da tradição e aquilo que é criado não é eterno — é produto da mente.

Se não existissem livros, se não existissem gurus, se não existissem fórmulas para serem repetidas, você só conheceria a tristeza e a alegria, não é? — tristeza constante e raros momentos de alegria. E então você gostaria de saber por que sofre. Você não poderia se amparar em Deus — mas, provavelmente, enfrentaria outras formas de proteção, e logo inventaria deuses como uma saída. Mas se você quer realmente entender todo o processo do sofrimento, como um novo homem, como um outro homem, indagando e não fugindo, então você se libertará da tristeza, e então descobrirá o que é a realidade, o que é Deus. Porém, um homem infeliz não pode encontrar Deus ou a realidade; a realidade só pode ser encontrada quando cessa o sofrimento, quando reina a alegria, não como um contraste, não como um oposto, mas como um estado de existir no qual não existem opostos.

De forma que o não-conhecido, aquilo que não é criado pela mente, não pode ser formulado pela mente. O não-conhecido não pode ser pensado. A partir do momento que você pensa a respeito do não-conhecido, o não-conhecido já se transformou em conhecido. Claro que você não pode pensar a respeito do não-conhecido, pode? Você só pode pensar a respeito do conhecido. O pensamento se move do conhecido para o conhecido; e o conhecido não é a realidade, é?  Portanto, quando você pensa e medita, quando você se concentra e pensa em Deus, você somente pensa a respeito do que é conhecido e o que é conhecido faz parte do tempo; está emaranhado na rede do tempo e, por conseguinte, não é o real. A realidade só se concretiza quando a mente se liberta das malhas do tempo.

Quando a mente deixa de criar, nasce a criação. Isto é, a mente precisa estar absolutamente quieta, mas não devido a uma quietude induzida, hipnotizada, que representa apenas um resultado. Tentar chegar à quietude para experienciar a realidade é uma outra forma de fuga. Só existe silêncio quando cessam todos os problemas. Como é calmo o lago quando cessa a brisa, assim a mente se torna naturalmente quieta quando o agitador, o pensador para. Para acabar com o pensador, todos os pensamentos que ele arquiteta devem acabar. De nada adianta construir uma barreira, uma resistência contra o pensamento, porque os pensamentos é que devem acabar.

Quando a mente está quieta, a realidade, o indescritível, se concretiza. Você não pode convidá-la. Para convidá-la, você precisa conhecê-la e o conhecido não é o real. De forma que a mente precisa ser simples, livre de crenças, de ideações. E, quando há quietude, quando não existe nem desejo, nem ansiedade, quando a mente está absolutamente tranquila, dentro de uma tranquilidade que não é induzida, então, a realidade chega.  E essa verdade, essa realidade, é o único agente transformador; é o único fator que acarreta uma revolução radical, fundamental na existência, em nossa vida diária. E encontrar essa realidade não é procurá-la, mas entender os fatores que agitam a mente, que perturbam a própria mente. Então a mente se torna simples, quieta, tranquila. Nessa tranquilidade o não-conhecido, o incognoscível se concretiza. E, quando isso acontece, é uma benção.
Krishnamurti — Bombaim, 8/02/1948 — Collected Works of J. Krishnamurti

Resultado de imagem para imagens de jidduInterrogante: Fale-nos de Deus. 

Krishnamurti: Em vez de eu lhes dizer o que é Deus, vamos ver se vocês podem conceber esse estado maravilhoso, não no amanhã ou num futuro distante, mas agora, neste momento que estamos aqui tranquilamente reunidos. Claro que isso é muito mais importante. Mas, para descobrir deus, todas as crenças devem ser abolidas. A mente que poderia descobrir o que é a verdade, não pode acreditar na verdade, não pode formular teorias ou hipóteses a respeito de Deus. Por favor, prestem atenção. Vocês formulam hipóteses, vocês têm crenças, vocês têm dogmas, estão cheios de conjecturas. Pelo fato de terem lido este ou aquele livro a respeito do que é a verdade ou do que é Deus, suas mentes estão espantosamente inquietas. Uma mente cheia de conhecimentos é inquieta; é intranquila, está apenas sobrecarregada e carga pura e simples não é sinal de uma mente tranquila. Quando a mente está cheia de crenças, acreditando ou não se Deus existe, ela está sobrecarregada e uma mente sobrecarregada não pode jamais descobrir o que é a verdade. Para descobrir a verdade, a mente precisa estar livre, livre de rituais, de crenças, de dogmas, de conhecimento e de experiência. Somente então ela poderá compreender o que é a verdade. Pelo fato de tal mente estar quieta, ela não mais realiza o movimento de entrar ou o movimento de sair, que é o movimento do desejo. Ela não possui desejos reprimidos, o que é energia. pelo contrário, para que a mente esteja quieta é preciso haver uma grande quantidade de energia; mas não pode haver pleno desenvolvimento ou abundância de energia se existir qualquer forma de movimento para fora e, por conseguinte, de movimento para dentro. Quando tudo isso tiver serenado, a mente se aquietará.

Eu não estou tentando hipnotizá-los para que vocês fiquem quietos, para que vocês se calem. Vocês mesmo precisam reconhecer a importância de abandonar, de afastar sem esforço, sem resistência, todo o acúmulo de séculos, de supertições, de conhecimentos, de crenças; precisam reconhecer que qualquer forma de carga torna a mente inquieta, dissipa energia. Para a mente estar quieta é preciso haver energia em abundância, e essa energia precisa estar tranquila. E se vocês chegarem realmente a esse estado no qual não existe esforço, então constatarão que a energia, estando imóvel, possui seu próprio movimento, o qual não resulta das pressões ou compulsões sociais. Pelo fato de a mente possuir uma energia abundante, imóvel e silenciosa, a própria mente se transforma naquilo que é sublime. Não existe experimentador do sublime: não existe alguém que diga “eu experimentei a realidade”. Enquanto houver um experimentador, a realidade não pode existir, porque o experimentador equivale ao movimento de angariar experiência e de acabar com a experiência. De forma que é preciso que o experimentador deixe totalmente de existir.

Atentem simplesmente a isto. Não façam nenhum esforço, apenas compreendam que o experimentador tem de chegar ao fim. É preciso que ocorra a cessação total de todo esse movimento e isso demanda, não a supressão da energia, mas uma energia espantosa. Quando a mente estiver completamente quieta, calada, isto é, quando a energia não estiver sendo nem dissipada nem distorcida por obra da disciplina, essa energia se transformará em amor e o real não estará apartado da própria energia.

Krishnamurti — Bombaim, 27/02/1955 — Collected Works of J. Krishnamurti

Visão pessoal…

Através das idades veio o homem buscando uma certa coisa além de si próprio, além do bem-estar material — uma coisa que se pode chamar verdade, Deus ou realidade, um estado atemporal — algo que não possa ser perturbado pelas circunstâncias, pelo pensamento ou pela corrupção humana.O homem sempre indagou: Qual a finalidade de tudo isto? Tem a vida alguma significação? Vendo a enorme confusão reinante na vida, as brutalidades, as revoltas, as guerras, as intermináveis divisões dá religião, da ideologia, da nacionalidade, pergunta o homem, com um profundo sentimento de frustração, o que se deve fazer, o que é isso que se chama viver e se alguma coisa existe além de seus limites.E, não podendo encontrar essa coisa sem nome e de mil nomes que sempre buscou, o homem cultivou a fé — fé num salvador ou num ideal, a fé que invariavelmente gera a violência.Nesta batalha constante que chamamos “viver”, procuramos estabelecer um código de conduta, conforme a sociedade em que somos criados, quer seja uma sociedade comunista, quer uma pretensa sociedade livre; aceitamos um padrão de comportamento como parte de nossa tradição hinduísta, muçulmana, cristã ou outra. Esperamos que alguém nos diga o que é conduta justa ou injusta, pensamento correto ou incorreto e, pela observância desse padrão, nossa conduta e nosso pensar se tornam mecânicos, nossas reações, automáticas. Pode-se observar isso muito facilmente em nós mesmos.Durante séculos fomos amparados por nossos instrutores, nossas autoridades, nossos livros, nossos santos.e satisfazemo-nos com suas descrições, quer dizer, vivemos de palavras, e nossas vidas são superficiais e vazias. Não somos originais. Temos vivido das coisas que nos tem dito, ou guiados por nossas inclinações, nossas tendências, ou impelidos a aceitar pelas circunstâncias e o ambiente. Somos o resultado de toda espécie de influências e em nós nada existe de novo, nada descoberto por nós mesmos, nada original, inédito, claro;garantem-nos os guias religiosos que, se observarmos determinados rituais, recitarmos certas preces e versos sagrados, obedecermos a alguns padrões, refrearmos nossos desejos, controlarmos nossos pensamentos, sublimarmos nossas paixões, se nos abstivermos dos prazeres sexuais, então, após torturar suficientemente o corpo e o espírito, encontraremos uma certa coisa além desta vida desprezível. É isso o que tem feito, no decurso das idades, milhões de indivíduos ditos religiosos, quer pelo isolamento, nos desertos, nas montanhas, numa caverna, quer peregrinando de aldeia em aldeia a esmolar, quer em grupos, ingressando em mosteiros e forçando a mente a ajustar-se a padrões estabelecidos. Mas, a mente que foi torturada, subjugada, a mente que deseja fugir a toda agitação, que renunciou ao mundo exterior e se tornou embotada pela disciplina e o ajustamento — essa mente, por mais longamente que busque, o que achar será em conformidade com sua própria deformação.Assim, para descobrir se de fato existe ou não alguma coisa além desta existência ansiosa, culpada, temerosa, competidora, parece-me necessário tomarmos um caminho completamente diferente. O caminho tradicional parte da periferia para dentro, para, através do tempo, da prática e da renúncia, atingir gradualmente aquela flor interior, aquela íntima beleza e amor — enfim, tudo fazer para nos tornarmos estreitos, vulgares e falsos; retirar as camadas uma a uma; precisar do tempo: amanhã ou na próxima vida chegaremos — e quando, afinal, atingimos o centro, não encontramos nada, porque nossa mente se tornou incapaz, embotada, insensível.Após observar esse processo, perguntamos a nós mesmos se não haverá outro caminho totalmente diferente, isto é, se não teremos possibilidade de “explodir” do centro.O mundo aceita e segue o caminho tradicional. A causa primária da desordem em nós existente é estarmos buscando a realidade prometida por outrem; mecanicamente seguimos todo aquele que nos garante uma vida espiritual confortável. É um fato verdadeiramente singular esse, que, embora em maioria sejamos contrários à tirania política e à ditadura, interiormente aceitamos a autoridade, a tirania de outros, permitindo deformar a nossa mente e a nossa vida. Assim, se de todo rejeitarmos, não intelectual, porém realmente, a autoridade dita espiritual, as cerimônias, rituais e dogmas, isso significará que estamos sozinhos, em conflito com a sociedade; deixaremos de ser entes humanos respeitáveis. Ora, um ente humano respeitável nenhuma possibilidade tem de aproximar-se daquela infinita, imensurável realidade.A pergunta sobre se há Deus, verdade, ou realidade — ou como se queira chamá-lo — jamais será respondida pelos livros, pelos sacerdotes,  filósofos  ou salvadores. Ninguém e nada pode responder a essa pergunta, porém, somente nós mesmos, e essa é a razão por que devemos conhecer-nos. Só há falta de maturidade na total ignorância de si mesmo. A compreensão de si próprio é o começo da sabedoria….

Inspiração….

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Liberte-se do Passado, J. Krishnamurti

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OS FARDOS DO PASSADO – A MENTE TRANQÜILA – A COMUNICAÇÃO – A REALIZAÇÃO – DISCIPLINA – O SILÊNCIO – A VERDADE E A REALIDADE-por Jiddu Krishnamurti

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Na vida que em geral levamos há muito pouca solidão. Mesmo quando estamos sós, nossa vida está tão repleta de influências, de conhecimentos, de memórias e experiências, de ansiedade, aflição e conflito, que nossa mente se torna cada vez mais embotada e insensível, funcionando numa monótona rotina. Estamos sós, alguma vez? Ou estamos transportando conosco todas as cargas de ontem?

Conta-se uma história interessante de dois monges que, caminhando de uma aldeia para outra, encontraram uma jovem sentada à margem de um rio, a chorar. Um dos monges dirigiu-se a ela, dizendo: “Irmã, por que choras?” E ela respondeu: “Estás vendo aquela casa do outro lado do rio? Eu vim para este lado hoje de manhã cedo e não tive dificuldade em vadear o rio; mas, agora ele engrossou e não posso voltar; não há nenhum barco”. “Oh!” diz o monge, “isto não é problema” – e levantou nos braços a jovem e atravessou o rio, deixando-a na outra margem. E os dois monges prosseguem juntos a jornada. Passadas algumas horas, diz o outro monge: “Irmão, nós fizemos o voto de nunca tocar numa mulher. O que fizeste é um horrível pecado. Não sentiste prazer, uma sensação extraordinária, ao tocar uma mulher?” – E o outro monge responde: “Eu a deixei para trás há duas horas. Tu ainda a estás carregando, não é verdade?”

É isso o que fazemos. Carregamos nossos fardos a todas as horas; nunca morremos para eles, nunca os deixamos para trás. É só quando dispensamos a um problema toda a nossa atenção e o resolvemos imediatamente, sem o transportarmos para o dia seguinte, o minuto seguinte – é só então que há solidão. Então, ainda que estejamos numa casa cheia de gente, ou viajando num ônibus, temos solidão. E essa solidão denota uma mente nova, uma mente inocente.

Ter silêncio e espaço interiores é muito importante, porque implica liberdade para existir, mover-se, atuar, voar. Afinal de contas, a bondade só pode florescer onde há espaço, assim como a virtude só pode medrar quando há liberdade. Podemos ter liberdade política, mas, interiormente, não somos livres e, por conseguinte, não há espaço. Nenhuma virtude, nenhuma qualidade valiosa, pode funcionar ou medrar sem esse vasto espaço interior. E o espaço e o silêncio são necessários, pois apenas a mente que está só, livre de influências, de disciplinas, do controle de uma infinita variedade de experiências, é capaz de encontrar-se com algo totalmente novo.

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Cada um de nós pode verificar diretamente que só há possibilidade de clareza quando a mente se encontra em silêncio. No Oriente, a finalidade da meditação é produzir um estado mental capaz de controlar o pensamento, o que é a mesma coisa que recitar constantemente uma oração para quietar a mente, esperando-se que, nesse estado, se compreenderão os problemas do indivíduo. Mas, a menos que sejam lançadas as bases, ou seja que se esteja livre do medo, livre do sofrimento, da ansiedade e de todas as armadilhas que armamos para nós mesmos, não vejo possibilidade de a mente ficar realmente quieta. Esta é uma das coisas mais difíceis de transmitir.

A comunicação entre nós requer, não só que compreendais as palavras que estou empregando, mas também que ambas as partes, vós e eu, estejam tensas ao mesmo tempo, nem um momento mais cedo ou mais tarde, e sejam capazes de encontrar-se no mesmo nível. Essa comunicação não é possível quando estais interpretando o que estais lendo de acordo com vossos próprios conhecimentos, vosso prazer ou vossas opiniões, ou quando estais fazendo um tremendo esforço para compreender.

Um dos piores tropeços na vida – parece-me – é essa luta constante para alcançar, conseguir, adquirir. Desde a infância somos educados para adquirir e realizar; as próprias células cerebrais criam e exigem esse padrão de realização, a fim de terem segurança física, mas a segurança psicológica não se encontra no campo da realização. Exigimos segurança em todas as nossas relações, atitudes e atividades, mas, como já vimos, não existe realmente essa coisa chamada segurança. Se descobris, por vós mesmo, que não há nenhuma forma de segurança em qualquer espécie de relação – se percebeis que, psicologicamente, nada existe de permanente, esse percebimento vos proporciona uma maneira totalmente diferente de considerar a vida. É essencial, naturalmente, a segurança exterior – teto, roupa, comida – mas essa segurança exterior é destruída pela exigência de segurança psicológica.

Resultado de imagem para imagens de jidduO espaço e o silêncio são necessários para ultrapassarmos as limitações da consciência, mas, como pode ficar quieta uma mente que está perenemente ativa em seu próprio interesse? Podemos discipliná-la, controlá-la, moldá-la, mas essa tortura não torna a mente quieta; só a torna embotada. Evidentemente, o mero cultivo do ideal de ter uma mente quieta é sem valor, porque, quanto mais a forçamos, mais estreita e estagnada ela se torna. Qualquer forma de controle, tal como a repressão, só produz mais conflito. Assim, o controle e a disciplina exterior não constituem o caminho certo, e tampouco tem algum valor uma vida não disciplinada.

A vida de quase todos nós é exteriormente disciplinada pelas exigências da sociedade, pela família, por nosso próprio sofrimento, nossa própria experiência, pelo ajustamento a certos padrões ideológicos ou factuais, e essa forma de disciplina é a coisa mais maléfica que existe. A disciplina deve ser sem controle, sem repressão, sem nenhuma forma de medo. Como pode nascer essa disciplina? Não é – primeiro disciplina, depois liberdade; a liberdade está bem no começo, e não no fim. Compreender essa liberdade, que significa estar livre do ajustamento que a disciplina impõe, é disciplina. O próprio ato de aprender é disciplina (aliás, a própria raiz da palavra disciplina significa aprender), o próprio aprendizado transforma-se em clareza. A compreensão de toda a natureza e estrutura do controle, da repressão e da complacência, requer atenção. Não é necessário impor disciplina para estudar, pois já o ato de estudar cria sua própria disciplina, sem repressão de espécie alguma.

Para rejeitarmos a autoridade (referimo-nos à autoridade psicológica e não à autoridade da lei), rejeitarmos a autoridade de todas as organizações religiosas, de todas as tradições e da experiência, temos de ver por que, normalmente, obedecemos; temos, com efeito, de estudar isso. Esse estado exige que nos achemos livres da condenação, da justificação, da opinião, da aceitação. Ora, não podemos aceitar a autoridade, e estudá-la; isso é impossível. Para se estudar toda a estrutura psicológica da autoridade, cumpre exista liberdade dentro de nós mesmos. E quando a estamos estudando, estamos rejeitando toda a sua estrutura, e quando rejeitamos, essa própria rejeição é a luz da mente livre da autoridade. A negação de tudo o que tem sido considerado valioso – como a disciplina externa, a liderança, o idealismo – é estudá-lo; então, esse próprio ato de estudar não só é disciplina, mas a negação dela, e a própria negação é um ato positivo. Assim, estamos negando todas as coisas consideradas importantes para promover a quietação da mente.

Como vemos, não é o controle que leva à quietação. Tampouco está quieta a mente ao ter um objeto que de tal maneira a absorve que ela se perde nesse objeto. Isso é como dar a uma criança um brinquedo interessante; a criança se torna quieta, mas, tire-se-lhe o brinquedo e ela volta a fazer travessuras. Todos nós temos os nossos brinquedos que nos absorvem, e, por isso, pensamos que estamos muito quietos; mas, se um homem se dedica a uma certa forma de atividade, científica, literária ou qualquer outra, o brinquedo apenas o absorve e ele não está, em absoluto, totalmente quieto.

O único silêncio que conhecemos é o silêncio que vem quando cessa o barulho, o silêncio que vem quando o pensamento cessa; mas isso não é silêncio. O silêncio é coisa toda diferente, como a beleza, como o amor. Esse silêncio não é o, produto de uma mente quieta, não é o produto de células cerebrais que, tendo compreendido toda a estrutura, dizem: “Pelo amor de Deus, fica quieto!”; são, então, as próprias células cerebrais que produzem o silêncio, e isso não é silêncio. Tampouco é o silêncio produto da atenção em que o observador é o objeto observado; não há então atrito, mas isso não é silêncio.

Estais esperando que eu vos descreva o que é esse silêncio, a fim de poderdes compará-lo, interpretá-lo, levá-lo e enterrá-lo. Ele é indescritível. O que pode ser descrito é o conhecido, e o estado livre do conhecido só pode tornar-se existente quando há um morrer todos os dias para o conhecido, para os insultos, as lisonjas, para todas as imagens que tendes formado, para todas as vossas experiências: morrer todos os dias, para que as células cerebrais se tornem novas, juvenis, inocentes. Mas, essa inocência, esse frescor, essa “qualidade” de ternura e delicadeza não produz o amor; não é a “qualidade” da beleza ou do silêncio.

Resultado de imagem para imagens de jidduVisão pessoal….

Aquele silêncio, que não é o silêncio do fim do barulho, é só um modesto começo. Ê como passar por um túnel estreito para se chegar a um oceano imenso, vasto, extenso – a um estado imensurável, atemporal. Mas isso não se pode compreender verbalmente, a menos que se tenha compreendido toda a estrutura da consciência e o significado do prazer, do sofrimento e do desespero, e as próprias células cerebrais se tenham tornado quietas. Então, talvez alcancemos aquele mistério que ninguém pode revelar-nos e nada pode destruir. Uma mente viva é uma mente quieta, uma mente viva é uma mente que não tem centro algum e, por conseguinte, não tem espaço nem tempo. Essa mente é ilimitada, e esta é a única verdade, a única realidade…..

Inspiração….

 

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O efeito ilusório;Como uma mentira pode se tornar verdade….

Imagem relacionadaVocê só usa 10% do seu cérebro. Comer cenouras melhora a sua visão. Vitamina C cura resfriado.Nenhuma dessas coisas é verdadeira.Mas fatos pouco importam nestes casos: as pessoas repetem esses bordões tantas vezes que você acredita neles.Bem-vindo ao “efeito ilusório da verdade”, uma falha na psique humana que iguala repetição com verdade. Os comerciantes e os políticos são mestres em manipular este viés cognitivo.

O mestre Donald Trump

Recentemente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou três ordens executivas destinadas a parar o que ele descreve – repetidamente – como altos níveis de violência contra a aplicação da lei na América.Parece importante, certo? Mas esses crimes estão em suas taxas mais baixas em décadas, assim como a maioria dos crimes violentos nos EUA.

 “O Presidente Trump pretende construir forças-tarefa para investigar e parar tendências nacionais que não existem”, disse Jeffery Robinson, vice-diretor jurídico da American Civil Liberties Union.

Ele está certo de que as tendências não são reais, é claro. Mas algumas pessoas ainda acreditam nelas. Cada vez que o presidente escreve no Twitter ou diz algo falso, algumas boas almas correm verificar os fatos para apontar os erros – o que tem pouquíssimo efeito.Uma pesquisa da Pew Research no outono passado descobriu que 57% dos eleitores americanos acreditavam que o crime nos Estados Unidos havia piorado desde 2008, apesar dos dados do FBI mostrarem que ele havia caído em cerca de 20%.

Repetição = verdade

Então o que está acontecendo aqui?

“A repetição torna as coisas mais plausíveis”, explica Lynn Hasher, psicóloga da Universidade de Toronto, no Canadá, cuja equipe de pesquisa reconheceu o viés pela primeira vez na década de 1970. “E o efeito é provávelmente mais poderoso quando as pessoas estão cansadas ou distraídas por outras informações”.

A repetição é também o que faz notícias falsas serem acreditadas e compartilhadas, e é a arma secreta da propaganda política. Não é nada novo: Adolf Hitler usava essa técnica. “Os slogans devem ser persistentemente repetidos até que o último indivíduo tenha absorvido a ideia”, escreveu ele em “Mein Kampf”.

O efeito funciona porque as pessoas avaliam a verdade de uma afirmação se apoiando em duas coisas: se a informação se encaixa com a sua compreensão, e se parece familiar.

Resultado de imagem para imagens sobre neurociênciaCérebro folgado

A primeira condição é lógica: as pessoas comparam novas informações com o que já sabem que é verdadeiro, considerando a credibilidade de ambas as fontes.No entanto, os pesquisadores descobriram que a familiaridade pode superar a racionalidade – tanto que a repetição de um certo fato pode ter um efeito enorme.

“Quando você escuta a informação pela segunda vez é muito mais fácil de processá-la – você a entende mais fluentemente”, argumenta Lisa Fazio, psicóloga da Universidade de Vanderbilt, EUA. “Nosso cérebro interpreta essa fluência como um sinal de que algo é verdadeiro”.

Em outras palavras, a racionalidade exige trabalho de processamento. Seu cérebro ocupado se sente muitas vezes mais confortável em seguir uma simples intuição.

Como combater esse viés

Como com qualquer viés cognitivo, a melhor maneira de não cair nele é saber que ele existe.Logo, se você ler algo que parecer a coisa mais correta do mundo, mas você não sabe exatamente por quê, tome conhecimento desse sentimento. Analise o “fato”. Verifique os dados.Muito trabalhoso para você? Bem, lembre-se de que não é legal ser enganado.

As mentiras desvendadas pela Neurociência

De acordo com um estudo da Universidade College London, no Reino Unido, contar pequenas mentiras dessensibiliza nossos cérebros para as emoções negativas associadas ao ato, podendo encorajar-nos a mentir ainda mais no futuro.Um artigo sobre o estudo foi publicado na revista científica Nature Neuroscience.

Essa é a primeira evidência empírica de que mentiras contadas para benefício próprio podem, gradualmente, aumentar. Também é a primeira vez que é revelado como isso acontece no nosso cérebro.A equipe do estudo mapeou os cérebros dos voluntários enquanto eles realizavam tarefas onde podiam mentir para ganho pessoal.

Os cientistas descobriram que a amígdala, uma parte do cérebro associada com a emoção, foi mais ativa quando as pessoas mentiram para benefício próprio. A resposta da amígdala à mentira diminuiu com cada uma que foi contada, enquanto a magnitude das mentiras escalava.Fundamentalmente, os pesquisadores descobriram que quedas maiores na atividade da amígdala previam maiores mentiras no futuro.Quando mentimos para ganho pessoal, a nossa amígdala produz um sentimento negativo que limita a extensão em que estamos preparados para mentir”, explica um dos autores do estudo, Dr. Tali Sharot, ao portal Science Daily. No entanto, esta resposta diminui à medida que continuamos a mentir, e quanto mais cai, maior nossas mentiras tornam-se. Isso pode levar a uma ‘ladeira escorregadia’, onde pequenos atos de desonestidade transformam-se em mentiras mais significativas.

Isto está de acordo com as sugestões de que a amígdala sinaliza aversão aos atos que consideramos errados ou imorais. Nós só testamos desonestidade neste experimento, mas o mesmo princípio pode também se aplicar a escalonamentos em outras ações, tais como tomada de riscos ou comportamento violento”, argumenta o Dr. Garrett.

Porém, este é somente um primeiro olhar na resposta do cérebro aos atos repetidos e crescentes de desonestidade, e pesquisas futuras são necessárias para entendermos essa ligação de forma mais precisa, e para descobrirmos se outros tipos de comportamento teriam o mesmo efeito.

Resultado de imagem para imagens sobre neurociênciaVisão pessoal…

Desde os anos 1960, quando ainda predominava entre neurocientistas a idéia de que o cérebro seria um órgão estático, pré-moldado sob estrita ordenação genética,cientistas defendem hoje que é possível, ao longo de toda a vida, criar novos circuitos e conexões neuronais em resposta a estímulos e experiências, o que resultaria em mudanças funcionais.A esse processo contínuo chamamos de neuroplasticidade.Quando trabalhamos para aprimorar uma habilidade, ocorre uma mudança na “fiação cerebral” (nas sinapses ou conexões neuronais), ou seja, são selecionadas as conexões que dão suporte ao comportamento ou à habilidade que estamos desenvolvendo.Assim como quando exercito meu corpo obtenho uma série de benefícios e altero a regulação de uma série de processos bioquímicos, quando exercito meu cérebro altero todo o seu funcionamento, seu suprimento de sangue e de energia, bem como a força de suas operações.Portanto, não apenas melhoro uma habilidade em si, mas todo o maquinário cerebral. Quando jogo pingue-pongue pela primeira vez, sou muito desajeitada.Após um ano de prática intensa, fico muito habilidosa, consigo ver e acertar a bola com alta precisão.Por meio de mudanças físicas e químicas incrivelmente complexas, criou-se um cérebro com esse recurso.Nosso cérebro será diferente daqui a uma semana e muito mais diferente ainda daqui a uma década. Pode ser uma mudança para frente ou para trás, ganhando ou perdendo habilidades. Depende do uso.O limite da performance de qualquer operação mental complexa, como, por exemplo, a memória, será determinado pela claridade com que o cérebro representa a informação.Se estou tentando gravar uma informação, quanto mais fielmente ela for representada no cérebro, mais fácilmente eu consigo lembrar.O cérebro é uma máquina de fazer previsões. Ele acumula informações ao longo do tempo e, contínuamente, faz previsões do futuro e associações com o passado. Posso melhorar essa capacidade simplesmente aumentando a clareza das operações.Para isso, treinamos o cérebro a manipular informações. Para elevar o nível de suas operações, posso dar uma tarefa em que o cérebro precisa não apenas vir com uma resposta certa, mas com várias possibilidades de resposta em uma alta velocidade e de maneira fluente.Posso treinar o cérebro a rapidamente classificar informações, a rápidamente mudar as regras de suas operações quando as condições do meio exigirem isso…..Todas essas coisas são válidas de serem praticadas. O que comumente fazemos quando estamos avaliando indivíduos nesta área, é avaliar em cada indivíduo onde estão as falhas: no controle de atenção, na habilidade de gravar informação, na forma como ele representa informação em sequência ou como manipula e organiza cadeias complexas de informação. Todas essas coisas são passíveis de treinamento…..simples assim.

Inspiração….

viagem pelo cérebro – Sociedade Portuguesa de Neurociências

A neurociência abraça o mundo – USP

Neurologia e Neurociências – USCS

USP apresenta cérebro ao público

O inconsciente e a consciência: Da psicanálise à neurociência

ScienceDaily

Wired

Monicavox

Recomendo…

 

 

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Segundo Stephen Hawking, só temos cerca de 1.000 anos na Terra….

 

NOTA DO MONICAVOXBLOG

Entristecida a manhã desta quarta-feira com a notícia da morte de Stephen Hawking, as reações de luto e de homenagem à sua vida não tardaram. “A sua morte deixa um vácuo intelectual. Mas não está vazio. Pense-se nisso como uma espécie de energia em vácuo que permeia o tecido do espaço e do tempo”, escreveu o físico Neil deGrasse Tyson no Twitter, partilhando uma fotografia com Stephen Hawking.

E vamos á matéria de hoje…..

O físico Stephen Hawking disse que a humanidade provávelmente só tem mais cerca de mil anos na Terra, e a única coisa que poderia nos salvar da extinção é a criação de colônias em outras partes do sistema solar.

“Precisamos continuar no espaço para o futuro da humanidade”, disse Hawking em uma palestra na Universidade de Cambridge, esta semana. “Eu não acho que vamos sobreviver outros 1.000 anos sem escapar de nosso frágil planeta”.

Não aprendemos….

Recentemente, Hawking também advertiu que a inteligência artificial (IA) será “a melhor ou a pior coisa que jamais aconteceu à humanidade”.Dado que os seres humanos são propensos a cometer os mesmos erros repetidamente – mesmo que sejamos obcecados com nossa própria história, parece que não aprendemos com ela -, Hawking suspeita que “poderosas armas autônomas” poderiam ter sérias consequências para a sociedade.

O problema da IA

Sem sequer levar em conta os efeitos potencialmente devastadores da mudança climática, as pandemias globais provocadas pela resistência aos antibióticos e as capacidades nucleares das nações em guerra, só o desenvolvimento da IA já parece um problema grave suficiente para a humanidade.

No final do ano passado, Hawking, ao lado de mais de 20 mil outros pesquisadores e especialistas, incluindo Elon Musk, Steve Wozniak e Noam Chomsky, assinaram um documento pedindo a proibição do desenvolvimento de armas autônomas que possam disparar contra alvos sem intervenção humana. Inclusive, a nova iniciativa de pesquisa de Musk, OpenAI, é dedicada à ética da inteligência artificial.

Os sistemas de IA hoje têm capacidades impressionantes, mas estreitas. Não sabemos o que pode acontecer quando e se eles alcançarem o desempenho humano em praticamente todas as tarefas intelectuais.

Guerras alienígenas

Além dessas ameaças bastante prováveis à extinção da humanidade, Hawking também está cada vez mais convencido de que não estamos sózinhos no universo, e de que isso não é uma coisa necessáriamente boa.Nas próximas décadas, a Terra e a humanidade vão parecer presas fáceis. Estaremos lutando para mitigar os efeitos das mudanças climáticas, ficando sem terra para cultivar, nossas costas estarão desaparecendo e qualquer coisa comestível no mar provavelmente estará sendo cozida pelas temperaturas rápidamente crescentes.Se os alienígenas forem agressivos, eles verão um inimigo enfraquecido em um planeta habitável pronto para ser tomado. Mesmo que eles não sejam agressivos, nós, humanos, certamente somos, então provavelmente tentaremos lutar contra eles.

Hawking crê que, se os alienígenas nos encontrarem, “eles serão muito mais poderosos e talvez não nos vejam como mais valiosos do que nós vemos as bactérias”.

Esperança

É claro que precisamos de um plano de apôio, e é por isso que o prazo de 1.000 anos de Hawking vem com uma ressalva – poderemos sobreviver aos nossos erros se tivermos outro lugar no sistema solar para nos salvar de nós mesmos.Isso tudo pode soar muito terrível, mas Hawking diz que ainda temos motivo para nos sentirmos otimistas. Ele descreveu 2016 como um “tempo glorioso para se estar vivo e fazer pesquisas em física teórica” (embora, em outras áreas que não a ciência, as pessoas discordem que haja qualquer coisa de bom em 2016).

Na palestra da Universidade de Cambridge, Hawking afirmou que “por mais difícil que pareça a vida, sempre há algo que você pode fazer e ter sucesso. O que importa é que você não desista”.

Agressão humana

Se as nossas máquinas não ficarem superinteligentes e nos matarem, nós podemos acabar nos matando. Hawking acredita que a agressão humana pode aniquilar a civilização.Em resposta a Adaeze Uyanwah, um professor de 24 anos da Califórnia (EUA) que lhe perguntou qual defeito humano o físico mais gostaria de alterar, Hawking respondeu: “A falha humana que eu mais gostaria de corrigir é a agressão. Ela pode ter sido uma vantagem de sobrevivência nos dias dos homens das cavernas, para obter mais comida, território e parceiros com quem se reproduzir, mas agora ameaça destruir a todos nós”.Por exemplo, uma grande guerra nuclear provávelmente acabaria com a civilização e a raça humana. Nesse sentido, Hawking crê que a exploração do espaço é importante para garantir nossa sobrevivência. “Eu acredito que o futuro a longo prazo da raça humana deve ser o espaço, o que representa um seguro de vida importante, uma vez que poderia impedir o desaparecimento da humanidade por colonizar outros planetas”, disse.

No prefácio de seu novo livro, “Starmus”,  Stephen Hawking escreve que o bóson de Higgs, em níveis de energia muito altos, pode tornar-se instável e causar uma “decadência catastrófica do vácuo” que levaria ao colapso do tempo e do espaço.“O bóson de Higgs tem a característica preocupante de que pode tornar-se metaestável em energias acima de 100 bilhões de giga elétron-volts”, afirmou Hawking. “Isto pode significar que o universo pode sofrer deterioração catastrófica de vácuo, com uma bolha do verdadeiro vácuo se expandindo à velocidade da luz. Isso pode acontecer a qualquer momento e nós não podemos prever essa tragédia”.

No prefácio, Hawking salienta que a possibilidade da partícula se comportar de tal maneira é altamente improvável, e que a criação das condições para que isso ocorra é impossível, dado o estado atual do desenvolvimento tecnológico.

“Um acelerador de partículas que chegaria a 100 bilhões de GeV seria maior que a Terra, e é improvável que seja financiado no atual clima econômico”, brincou o físico.

Os comentários de Hawking foram em resposta a críticos na comunidade científica que se preocuparam que tais declarações assustadoras vindas de um cientista de sua eminência poderia dissuadir o público de financiar experimentos como o do Grande Colisor de Hádrons (GCH), responsável pela descoberta do bóson de Higgs, no futuro.

Inspiração…

RawStory, DailyMail, SundayTimes

KTH Royal Institute of Technology

Visão pessoal…

Stephen Hawking é o tipo de personalidade que dispensa apresentações. Mas ele é tão incrível que eu não posso perder a oportunidade de reforçar que ele é um dos astrofísicos mais famosos e respeitados do mundo. Ele é majoritáriamente conhecido por seu trabalho sobre buracos negros e singularidades gravitacionais.Suas conclusões não deixam de ser preocupantes e estamos presenciando situações que nos remetem á essas conclusões, sem sombra de dúvida;discutir é possível,porém ignorar o conteúdo de seus profundos estudos e de sua alta capacidade de enxergar através da sua inteligência, é impossível.Ninguém ao certo sabe o que acontecerá nas próximas décadas com o planeta, mas é certo que providências para evitar o que Stephen Hawking nos adverte, devem ser tomadas por nós mesmos.Hoje não existe tecnologia para chegar até um dos candidatos a nova Terra já descobertos. Mas isso não será impossível para as próximas gerações.Basta lembrar que a teoria da relatividade tem apenas cem anos. Daqui a alguns séculos, certamente, vamos encontrar um meio de fazer viagens interestelares: mas faremos isso por meio de uma ciência que ainda está por ser descoberta.Os cientistas acreditam(e eu particularmente também) que, antes de buscar outros planetas para viver, será mais provável que os homens aprendam a reciclar os recursos naturais existentes;Vamos aproveitar dejetos e outros materiais para criar um mundo de lixo praticamente zero, com tecnologias autossustentáveis. Nesse panorama, a agricultura será cada vez mais tecnológica e intensiva. Regredir a um mundo agrário, portanto, parece muito improvável;Na vida real, para estabelecer uma colônia em outro planeta, vários desafios precisariam ser vencidos. O primeiro: como escolher quem vai para o novo planeta? Em seguida: como sobreviver psicológicamente à viagem e a um mundo que, inicialmente, é de total solidão? Para decidir quem sairia da Terra e quem ficaria provávelmente haveria uma guerra tão grande que exterminaria a humanidade. Ou imaginaríamos uma nave capaz de transportar várias gerações de humanos;No entanto, de acordo com os cientistas( e eu também acredito nisso), não passaremos por uma situação tão extrema. A ciência já entendeu que o conhecimento trazido pela exploração da galáxia não precisa, necessáriamente, nos levar para longe: ele é fundamental para a compreensão e proteção de nosso mundo. Somos um planeta ao redor de uma estrela imersa em uma galáxia. Qualquer solução para a Terra virá do conhecimento de que vivemos no cosmo: o universo nos dará informações para a manutenção de nosso lar. Por isso, se chegarmos ao ponto de uma viagem interestelar, certamente teremos um mundo ambientalmente equilibrado e sem crises ecológicas.Parafraseando o filme “Interestelar”…

“Nós sempre nos definimos pela capacidade de superar o impossível.”

“Nossas maiores realizações não podem ficar para trás porque nosso destino está acima de nós.”

Monicavox

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Brian Greene- O Universo Elegante-A Realidade Oculta-O Mundo em Cordas-

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“Escrevi “O Universo Elegante”, com o objetivo de tornar acessível a uma ampla faixa de leitores, especialmente aos que não conhecem física e matemática, o notável fluxo de idéias que compõe a vanguarda da física atual. Nas conferências que tenho feito nos últimos anos sobre a teoria das supercordas, percebi no público um vivo desejo de conhecer o que dizem as pesquisas atuais sobre as leis fundamentais do universo, de como essas leis requerem um gigantesco esforço de reestruturação dos nossos conceitos a respeito do cosmos e dos desafios que terão de ser enfrentados na busca da teoria definitiva. Espero que os dois elementos que constituem este livro — a explicação das principais conquistas da física desde Einstein e Heisenberg e o relato de como as suas descobertas vieram a florescer com vigor nos avanços radicais da nossa época — venham a satisfazer e enriquecer essa curiosidade.”~Brian Greene

 Nasceu em Nova York, em 1963. Graduou-se em física na Universidade Harvard e obteve seu doutorado em Oxford com uma tese sobre a teoria das cordas. Foi professor da Universidade Cornell entre 1990 e 1996 e atualmente leciona na Universidade Columbia, onde é co-diretor do Institute for String, Cosmology and Astroparticle Physics (ISCAP).Brian Greene é um dos mais consagrados estudiosos da formação, evolução, estrutura e destino do cosmo. Em O tecido do cosmo, após familiarizar os leitores com os conceitos básicos sobre a estrutura e a evolução do universo, o jovem professor da Universidade Columbia descreve os últimos desenvolvimentos da cosmologia e as teorias mais avançadas sobre o assunto. Em linguagem clara e didática, sem recorrer a equações e fórmulas complicadas, o Dr Greene centraliza a sua análise na teoria das supercordas, na qual hoje se concentram as melhores esperanças de que cheguemos, ainda no transcurso de nossas vidas, a um entendimento verdadeiramente profundo da natureza dos componentes básicos do universo e de sua relação com o espaço e o tempo.
O seu primeiro livro, O universo elegante,  foi indicado ao prêmio Pulitzer e tornou-se um clássico da cosmologia moderna.O físico possui outras três publicações: O tecido do cosmo, a novela de ficção científica(vídeo abaixo-documentário imperdível legendado) Icarus at the Edge of Time e o livro A realidade oculta, que foi lançado no Brasil em 2012. Nesse livro mais recente, Greene descreve, com linguagem e enfoque que agradam leigos e especialistas, nove versões diferentes de universos paralelos que surgiram a partir de investigações matemáticas.
Sobre a obra, o jornal The New York Times destacou que o livro seria a melhor indicação no caso de extraterrestres que chegassem ao planeta e quisessem conhecer mais sobre a mente humana. Em entrevista à revista Veja, ele afirmou: “Se existe uma lição que a física nos ensinou no último século é não acreditar na intuição. Se os homens e mulheres que desenvolveram a mecânica quântica nos anos 1920 e 1930 tivessem seguido a intuição, não teriam saído do lugar”. O norte-americano é ainda cofundador e presidente do World Science Festival, um evento anual que reúne em média mais de 100 mil pessoas, com a intenção 8 9 de divulgar as novidades do mundo científico e engajar crianças e jovens. Frequentemente, Greene é convidado de programas de tevê nos Estados Unidos, como o do apresentador David Letterman. Também fez uma aparição especial na série The Big Bang Theory (episódio The herb garden contamination). Vegano, Greene mora numa antiga fazenda em Nova York, local que espera transformar em abrigo para animais abandonados.
4“Se formos de acordo com nossos sentidos, acreditaremos que o tempo é universal, que o relógio gira da mesma forma para todos. Sabemos que isso não é verdade. Cada um de nós tem seu relógio e este gira com uma taxa que é dependente do movimento e da gravidade de cada um. É grande a lista das coisas que nos levam a sermos enganados por nossos sentidos quando os usamos para compreender o mundo.” “O que aprendemos nos últimos 300 ou 400 anos, desde os tempos de Isaac Newton, quando seu foco era na física que você podia ver nos objetos em movimento, o movimento da lua em equações matemáticas que ainda carregam o nome dele, foi a física que podemos enxergar. Desde então, temos saltado daquele ponto de partida para descrever a física do que não conseguimos enxergar. É tudo parte da narrativa que vai além da experiência cotidiana e que tenta levantar o véu e reimaginar como o mundo funciona.” “Elas (as supercordas) surgiram como uma nova e fundamental entidade, a base para tudo o que existe no universo. Já faz algum tempo que conhecemos os átomos e também as partículas subatômicas, como os elétrons, que giram ao redor dos núcleos, e os prótons, que inte – gram o núcleo dos átomos. Conhecemos também algumas partículas subnucleares, como os quarks, que habitam os nêutrons e os prótons. Mas é aí que o conhecimento convencional empaca. A teoria das supercordas diz que existe algo menor e mais fundamental: dentro dos quarks, da mais ínfima partícula subatômica, existe um filamento de energia que vibra como as cordas de um violino. E são os diferentes padrões de vibração dessas cordas que determinam a natureza de diferentes tipos de subpartículas. Isso permitiria unificar a teoria geral da relatividade com a mecânica quântica.” “Há algum tempo, a palavra universo significava tudo o que existe. Contudo, descobrimos nas últimas décadas que o que pensávamos que era esse todo, na verdade, pode ser uma pequena parte de uma realidade maior, um cosmo maior. O reino que pensávamos ser ‘tudo’ seria apenas um de vários reinos, cada um deles podendo ser considerado um universo em si mesmo.Se existe uma lição que a física nos ensinou no último século é não acreditar na intuição. Se os homens e mulheres que desenvolveram a mecânica quântica nos anos 1920 e 1930 tivessem seguido a intuição, não teriam saído do lugar. Eles publicaram estudos dizendo claramente que os resultados alcançados eram ‘loucura’. Nossa experiência é baseada naquilo que conseguimos ver, tocar e sentir. Entender o funcionamento de elétrons ou investigar a existência de outros universos não nos dá vantagem de sobrevivência. É por isso que a nossa intuição não nos ajuda nesses casos.”-Dr Brian Greene.
-Alguns comentários sobre o trabalho do Dr Greene;

“Brian Greene é o novo Stephen Hawking.” – The Times

“A melhor explicação sobre os fundamentos do universo.” – Science

“Greene nos leva aos limites do espaço e do tempo.” – The Guardian

O Universo elegante: Supercordas, dimensões ocultas e a busca da teoria definitiva~ por Brian Greene

O movimento através do espaço é um conceito que aprendemos cedo na vida. Embora muitas vezes não pensemos nas coisas nestes termos, sabemos que nós, os nossos amigos e os nossos pertences também se movem através do tempo. Basta olhar para um relógio, mesmo que estejamos quietos vendo televisão, para verificar que a leitura do relógio muda constantemente, “movendo-se para a frente no tempo”. Nós, e tudo o que está à nossa volta, envelhecemos e passamos inevitávelmente de um momento do tempo para o seguinte. Com efeito, o matemático Hermann Minkowski, e em última análise o próprio Einstein, sustentaram que o tempo poderia ser visto como uma outra dimensão do universo — a quarta dimensão —, em alguns aspectos muito similar às três dimensões espaciais em que nos encontramos imersos. Ainda que pareça abstrata, a noção do tempo como dimensão é concreta. Quando marcamos um encontro com alguém, dizemos o lugar do “espaço” em que queremos nos encontrar — por exemplo, no nono andar do edifício que fica na esquina da rua 53 com a Sétima Avenida. Aqui há três informações (nono andar, rua 53 e Sétima Avenida) que se referem às três dimensões espaciais do universo. Igualmente importante é a especificação de quando esperamos que o encontro se realize — por exemplo, às três horas da tarde. Essa informação nos diz em que lugar “do tempo” o encontro ocorrerá.

A especificação dos eventos se dá, portanto, com quatro informações: três para o espaço e uma para o tempo. Diz-se que esses dados especificam a localização do evento no espaço e no tempo, ou, abreviadamente, no espaço-tempo. Nesse sentido, o tempo é uma dimensão. Se podemos dizer que o espaço e o tempo são simples exemplos de dimensões diferentes, será então possível falar da velocidade de um objeto no tempo, assim como falamos da velocidade no espaço? Sim, podemos.

Uma boa pista a esse respeito provém de uma informação que já temos. Quando um objeto se move através do espaço com relação a nós, o seu relógio anda devagar em comparação com o nosso. Ou seja, a velocidade do seu movimento através do espaço se reduz. Aqui está o salto: Einstein proclamou que todos os objetos do universo estão sempre viajando através do espaço-tempo a uma velocidade fixa — a velocidade da luz. Essa é uma idéia estranha; estamos acostumados à noção de que os objetos viajam a velocidades consideravelmente menores que a da luz.

6Repetidas vezes salientamos que essa é a razão por que os efeitos relativísticos são tão incomuns no dia-a-dia. Tudo isso é verdade. Aqui estamos falando da velocidade de um objeto combinada através das quatro dimensões — três espaciais e uma temporal —, e é a velocidade do objeto nesse sentido generalizado que é igual à da luz. Para facilitar a compreensão e ressaltar a importância desse ponto, notemos que, tal como no caso do carro de velocidade constante, que discutimos anteriormente, essa velocidade constante distribui-se entre as diferentes dimensões — ou seja, as diferentes dimensões do espaço e também a do tempo. 

Se um objeto está em repouso (com relação a nós) e conseqüentemente não se move através do espaço, então, tal como aconteceu nos primeiros testes realizados com o carro, a totalidade do seu movimento é usada para viajar através de uma única dimensão — nesse caso, a dimensão do tempo. Além disso, todos os objetos que estão em repouso com relação a nós e também com relação aos outros objetos movem-se através do tempo — envelhecem — exatamente no mesmo ritmo, ou à mesma velocidade.

Contudo, se um objeto se move através do espaço, isso significa que uma parte do seu movimento anterior através do tempo tem de ser redistribuída. Tal como o carro, que nos últimos testes viajava em uma linha inclinada, a repartição do movimento entre as diferentes dimensões implica que o objeto viajará mais devagar através do tempo do que os objetos estacionários, uma vez que uma parte do seu movimento está sendo usada na viagem através do espaço. Ou seja, o relógio desse objeto anda mais devagar se ele se move através do espaço. Isso é exatamente o que havíamos concluído antes. Vemos agora que o tempo passa mais devagar quando um objeto se move com relação a nós porque isso converte uma parte do seu movimento através do tempo em movimento através do espaço. 

Assim, a velocidade de um objeto através do espaço é simplesmente um reflexo da proporção em que esse movimento através do tempo é desviado.  Vemos também que esse esquema incorpora automaticamente o fato de que há um limite para a velocidade espacial de um objeto: a velocidade máxima através do espaço só pode ocorrer se a totalidade do movimento de um objeto através do tempo for convertida em movimento espacial. Isso ocorre quando a totalidade do movimento à velocidade da luz, que anteriormente se dava no tempo, converte-se em movimento à velocidade da luz no espaço. Se um objeto converter a totalidade do seu movimento à velocidade da luz através do tempo em movimento espacial, ele — e qualquer outro objeto — alcançará a máxima velocidade espacial possível. Isso é o que ocorreria, em termos das dimensões espaciais, se o nosso carro percorresse a pista exatamente no sentido Norte-Sul. Nesse caso, não lhe sobraria nenhuma velocidade para o movimento no sentido Leste-Oeste; do mesmo modo, um objeto que viaje à velocidade da luz através do espaço não terá nenhuma velocidade disponível para o movimento através do tempo. 

Portanto, a luz não envelhece; um fóton proveniente do big-bang tem hoje a mesma idade que tinha então. À velocidade da luz, o tempo não passa.

E QUANTO A E=MC2?

Embora Einstein não tenha defendido o nome de “relatividade” para a sua teoria (sugerindo, em vez disso, o nome de teoria da “invariância”, para refletir, entre outras coisas, o caráter imutável da velocidade da luz), o significado do termo ficou claro. A obra de Einstein mostrou que conceitos como os de espaço e tempo, que antes pareciam ser separados e absolutos, são, na verdade, entrelaçados e relativos. Surpreendentemente, Einstein mostrou também que outras propriedades físicas do mundo são também entrelaçadas.

A sua equação mais famosa constitui um dos exemplos mais importantes. Nela, Einstein afirmou que a energia (E) de um objeto e a sua massa (m) não são conceitos independentes; podemos determinar a energia se conhecermos a massa (multiplicando a massa duas vezes pela velocidade da luz, c2) e podemos determinar a massa se conhecermos a energia (dividindo a energia duas vezes pela velocidade da luz). 

Em outras palavras, a energia e a massa — como dólares e francos — são moedas passíveis de conversão. Ao contrário do que acontece com o dinheiro, no entanto, a taxa de câmbio, que é o quadrado da velocidade da luz, é fixa e eterna. Como essa taxa é tão grande (c2 é um número grande), uma pequena massa produz uma enorme quantidade de energia. O mundo conheceu o poder devastador resultante da conversão de menos de dez gramas de urânio em energia em Hiroshima; um dia, por meio de usinas de fusão, poderemos usar produtivamente a fórmula de Einstein para satisfazer a demanda mundial de energia com o nosso inesgotável suprimento de água do mar. Do ponto de vista dos conceitos ressaltados anteriormente, a equação de Einstein nos dá a explicação mais completa do fato crucial de que nada pode viajar mais rápido do que a luz. Você pode ter pensado, por exemplo, por que razão não se pode tomar um objeto, digamos um múon, que um acelerador de partículas tenha levado a 99,5 por cento da velocidade da luz e “empurrá-lo um pouquinho mais”, até 99,9 por cento da velocidade da luz, e então “empurrá-lo mais ainda”, impelindo-o a atravessar a barreira da velocidade da luz. A fórmula de Einstein explica por que esses esforços nunca terão êxito. Quanto mais rápidamente um objeto se mover, mais energia ele terá, e pela fórmula de Einstein vemos que quanto mais energia um objeto tiver, maior será a sua massa. Um múon que viaje a 99,9 por cento da velocidade da luz, por exemplo, pesa muito mais que outro estacionário. Com efeito, pesa cerca de 22 vezes mais — literalmente. (As massas apontadas na tabela 1.1 referem-se a partículas em repouso.) Mas quanto maior for a massa de um objeto, mais difícil será aumentar a sua energia. Empurrar uma criança em um carrinho de bebê é uma coisa e empurrar um caminhão de seis eixos é outra muito diferente. Assim, quanto mais depressa se mover o múon, mais difícil será aumentar ainda mais a sua velocidade. A 99,999 por cento da velocidade da luz a massa do múon estará multiplicada por 224; a 99,99999999 por cento da velocidade da luz, estará multiplicada por 70 mil. Como a massa do múon cresce sem limites à medida que a sua velocidade se aproxima da velocidade da luz, seria necessário um empurrão com uma quantidade infinita de energia para que ele alcançasse ou ultrapassasse a barreira da velocidade da luz. Isso, evidentemente, é impossível e, por conseguinte, absolutamente nada pode viajar a uma velocidade maior do que a da luz.

Como veremos adiante, essa conclusão planta a semente do segundo maior conflito que a física enfrentou no século passado e em última análise sela a sorte de outra teoria querida e venerada — a teoria da gravitação universal, de Newton.

1O PRINCIPIO DA RELATIVIDADE

O princípio da relatividade resulta de um fato simples: sempre que discutimos a velocidade e a direção do movimento de um objeto, temos de especificar com precisão quem está fazendo a medição. Pode-se compreender facilmente o significado e a importância dessa afirmação examinando a seguinte situação. Suponha que João, vestido com um traje espacial que tem um pisca-pisca de luz vermelha, está flutuando na escuridão absoluta do espaço completamente vazio, longe de qualquer planeta, estrela ou galáxia. De sua perspectiva, ele está completamente estacionário, circundado pela escuridão silenciosa e uniforme do cosmos. Bem ao longe, João percebe uma luzinha verde que pisca e que parece aproximar-se. Por fim, ela chega suficientemente perto para que ele veja que a luz provém de um traje espacial de uma outra astronauta, Maria, que flutua lentamente. Ao passar, ela lhe acena, João também acena, e pouco a pouco ela volta a desaparecer na distância. Essa história pode ser contada com a mesma validade da perspectiva de Maria. Começa do mesmo modo, com Maria completamente só na escuridão imensa e silenciosa do espaço exterior. A distância ela percebe uma luzinha vermelha que pisca e que parece aproximar-se. Por fim, chega suficientemente perto para que Maria veja que a luz provém de um traje espacial de um outro astronauta, João, que flutua lentamente. Ao passar, ele lhe acena, Maria também acena, e pouco a pouco ele volta a desaparecer na distância. As duas histórias descrevem a mesma situação de dois pontos de vista distintos, mas igualmente válidos. Cada um dos observadores sente-se estacionário e percebe o outro em movimento. Ambas as perspectivas são compreensíveis e justificáveis. Como há simetria entre os dois astronautas, é impossível dizer, e por razões bem fundamentais, que uma perspectiva esteja “certa” e a outra “errada”. Ambas têm o mesmo direito a se proclamar verdadeiras. Esse exemplo capta o significado do princípio da relatividade: o conceito de movimento é relativo. Só podemos falar do movimento de um objeto se o relacionarmos com outro objeto. Portanto, a afirmação “João está viajando a dez quilômetros por hora” não tem nenhum significado se não especificarmos um outro objeto para fazer a comparação. Já a afirmação “João está passando por Maria a dez quilômetros por hora” tem significado porque especificamos Maria como referência. Como o nosso exemplo ilustrou, essa última afirmação é inteiramente igual à de que “Maria está passando por João a dez quilômetros por hora (na direção oposta)”. Em outras palavras, não existe uma noção “absoluta” de movimento. O movimento é relativo. Um elemento-chave nessa história é que nem João nem Maria estão sendo puxados ou empurrados nem sofrem a ação de qualquer outra força ou influência capaz de interferir em seu sereno estado de movimento, livre de forças e a velocidade constante. Assim, podemos fazer a afirmação mais precisa de que o movimento livre de forças só tem significado em comparação com outros objetos. Esse é um esclarecimento importante porque, havendo o envolvimento de forças, ocorrem mudanças no movimento dos observadores — mudanças na velocidade e/ou na direção do movimento — e essas mudanças podem ser sentidas. Por exemplo, se João estivesse usando um jato às costas, ao acioná-lo ele experimentaria claramente a sensação de movimento. Essa sensação é intrínseca. Se o jato é acionado João sabe que está em movimento, mesmo com os olhos fechados, e por isso não pode fazer comparações com outros objetos. Mesmo sem essas comparações, ele já não poderia atribuir-se um estado estacionário enquanto “o resto do mundo passa à sua frente”.

LOUCURA QUÂNTICA~Por Brian Greene

Você já deve ter uma idéia de como o mundo é diferente quando visto com os olhos da mecânica quântica. Se ainda não caiu vítima da tontura sentenciada por Bohr, com a loucura quântica que vamos discutir agora, você vai ficar pelo menos um pouquinho delirante. É mais difícil aceitar intimamente a mecânica quântica — imaginar-se e pensar em si mesmo como uma minipessoa, nascida e criada no reino microscópico — do que as teorias da relatividade. Mas existe um aspecto da teoria que pode funcionar como guia para a sua intuição, um princípio cardeal, que distingue fundamentalmente a mecânica quântica do pensamento clássico. É o princípio da incerteza, descoberto pelo físico alemão Werner Heisenberg em 1927. O princípio decorre de uma objeção que já pode ter lhe ocorrido. Observamos que o ato de determinar a fenda pela qual passa cada elétron (a sua posição) afeta necessariamente o seu movimento subseqüente (a sua velocidade). Mas se é possível fazer contato com uma pessoa dando-lhe um expressivo tapa nas costas ou tocando-a suavemente, por que então não poderíamos determinar a posição do elétron com fontes de luz cada vez mais suaves, de modo a produzir conseqüências cada vez menores sobre o seu movimento? Do ponto de vista da física do século XIX, isso seria possível. Usando fontes de luz cada vez mais fracas (e detectores de luz cada vez mais sensíveis) podemos produzir um impacto mínimo sobre o movimento do elétron. Mas a própria mecânica quântica identifica um erro nesse raciocínio.

Ao reduzirmos a intensidade da fonte de luz, sabemos que estamos reduzindo o número de fótons que ela emite. Quando chegamos ao ponto em que os fótons estão sendo emitidos um a um, não podemos mais reduzir a intensidade da luz: teríamos de apagá-la. Existe um limite básico, imposto pela mecânica quântica, à “suavidade” da nossa intervenção. E portanto haverá sempre um efeito mínimo sobre a velocidade do elétron, causado pelo nosso ato de determinar a sua posição. Bem, é quase assim.

A lei de Planck diz que a energia de um fóton é proporcional à sua freqüência (e inversamente proporcional ao seu comprimento de onda). Utilizando luz de freqüências cada vez mais baixas (comprimentos de onda cada vez maiores), podemos produzir fótons cada vez mais suaves. Mas aqui está a questão.

Quando lançamos uma onda sobre um objeto, a informação que recebemos só nos permite determinar a posição do objeto dentro de uma margem de erro igual ao comprimento da onda lançada. Para uma percepção intuitiva desse fato importante, imagine que você esteja tentando determinar a localização de uma grande rocha ligeiramente submersa, observando a maneira como ela afeta as ondas do mar. Antes de chegar à pedra, as ondas compõem uma bela sucessão de ciclos ordenados. Ao passarem pela rocha, esses ciclos se distorcem — e com isso dão o sinal da presença da rocha submersa. Mas, assim como os traços de uma régua, os ciclos das ondas configuram a sua unidade de medida, marcando os intervalos do movimento das ondas, de modo que, concentrando-nos no exame da maneira como os ciclos se desorganizam, nós só conseguimos determinar a localização da rocha com uma margem de erro igual ao comprimento do ciclo das ondas, ou seja, o comprimento de onda das ondas, que, no caso, corresponde ao intervalo entre elas. No caso da luz, os fótons constituem, por assim dizer, os ciclos das ondas (sendo que a altura dos ciclos é determinada pelo número de fótons); o fóton, por conseguinte, só pode ser usado para indicar a localização de um objeto com uma margem de erro igual a um comprimento de onda.

Portanto, estamos diante de um número de equilibrismo da mecânica quântica. Se usarmos luz de freqüência alta (comprimento de onda curto), poderemos localizar um elétron com maior precisão. Mas os fótons de freqüência alta têm muita energia e por isso afetam fortemente a velocidade do elétron. Se usarmos luz de freqüência baixa (comprimento de onda longo), minimizaremos o impacto sobre o movimento do elétron, uma vez que os fótons têm energia comparativamente baixa, mas com isso sacrificaremos a precisão na determinação da posição do elétron. Heisenberg quantificou esse jogo e encontrou uma relação matemática entre a precisão com que se pode medir a posição do elétron e a precisão com que se pode medir a sua velocidade.

Ele verificou — em concordância com a nossa discussão — que uma é inversamente proporcional à outra: quanto maior for a precisão na determinação da posição, tanto maior será, necessariamente, a imprecisão na determinação da velocidade, e viceversa. E o que é mais importante: embora a nossa discussão tenha se relacionado com o caso particular da determinação do paradeiro de um elétron, Heisenberg demonstrou que esse intercâmbio entre a precisão da medida da posição e a de velocidade é um fato fundamental, que se mantém qualquer que seja o equipamento usado ou o procedimento empregado.

Ao contrário dos esquemas de Newton e mesmo de Einstein, em que se descreve o movimento de uma partícula pelo registro de sua posição e sua velocidade, a mecânica quântica mostra que no nível microscópico não se pode saber jamais ambas as coisas com precisão total. Além disso, quanto maior for a precisão com relação a uma, tanto maior será a imprecisão com relação à outra. E embora tenhamos exemplificado esse fato com elétrons, ele se aplica diretamente a todos os componentes da natureza.

A SINFONIA CÓSMICA- Pura música: a essência da teoria das supercordas~Por Brian Greene

Históricamente a música tem propiciado as melhores metáforas para quem quer entender as coisas cósmicas. Desde o tempo da “música das esferas”, de Pitágoras, até as “harmonias da natureza”, que orientam a pesquisa científica ao longo dos séculos, sempre nos sentimos coletivamente atraídos pela música da natureza e procuramos ouvi-la nos elegantes movimentos dos corpos celestes, assim como nas desenfreadas variações das partículas subatômicas. Com a descoberta da teoria das supercordas, as metáforas musicais assumem uma surpreendente realidade, uma vez que a teoria sugere que a paisagem microscópica está repleta de cordas mínimas, cujas vibrações orquestram a evolução do cosmos. Os ventos da mudança, de acordo com a teoria das supercordas, sopram através de um universo eólico. Em comparação, o modelo-padrão vê os componentes elementares do universo como pontos, destituídos de estrutura interna. Por mais positivo que seja esse enfoque (e já mencionamos que praticamente todas as previsões a respeito do microcosmos feitas pelo modelo-padrão foram verificadas até um bilionésimo de bilionésimo de metro, que é o limite da tecnologia atual), o modelo-padrão simplesmente não pode ser a teoria final e completa porque não inclui a gravidade. Além disso, as tentativas de incorporar a gravidade ao esquema da mecânica quântica fracassaram devido às flutuações violentas do tecido espacial que surgem nas escalas ultramicroscópicas — ou seja, a distâncias menores que a distância de PlanckEsse conflito não resolvido engendrou pesquisas que levaram a um entendimento ainda mais profundo da natureza.

Em 1984, os físicos Michael Green, então no Queen Mary College, John Schwartz, do Califórnia Institute of Technology, produziram os primeiros resultados convincentes de que a teoria das supercordas (ou mais simplesmente teoria das cordas) bem poderia propiciar esse entendimento. A teoria das cordas proporciona uma mudança profunda e renovadora na nossa maneira de sondar teoricamente as propriedades ultramicroscópicas do universo — mudança essa que, como aos poucos foi se vendo, altera a relatividade geral de Einstein de maneira tal que a torna integralmente compatível com as leis da mecânica quântica. De acordo com a teoria das cordas, os componentes elementares do universo não são partículas puntiformes. Em vez disso, são mínimos filamentos unidimensionais, como elásticos infinitamente finos, que vibram sem cessar. Mas não se deixe enganar pelo nome: ao contrário de uma corda comum, composta por moléculas e átomos, as cordas da teoria das cordas habitam o mais profundo do coração da matéria. A proposta da teoria é que as cordas são ingredientes ultramicroscópicos que formam as partículas que, por sua vez, compõem os átomos. As cordas da teoria das cordas são tão pequenas — elas têm em média o comprimento da distância de Planck — que parecem ser pontos, mesmo quando observadas com os nossos melhores instrumentos. Contudo, a substituição das partículas puntiformes por filamentos de corda como os componentes fundamentais de todas as coisas tem amplas conseqüências. Em primeiríssimo lugar, parece que a teoria das cordas é capaz de resolver o conflito entre a relatividade geral e a mecânica quântica. Como veremos, a extensão espacial da corda é o elemento novo e crucial que permite que um esquema harmônico único incorpore ambas as teorias. Em segundo lugar, a teoria das cordas oferece uma teoria verdadeiramente unificada, uma vez que propõe que toda a matéria e todas as forças provêm de um único componente básico: cordas oscilantes. Finalmente, como veremos nos próximos capítulos, além dessas conquistas notáveis, a teoria das cordas modifica, mais uma vez e de maneira radical, o nosso entendimento do espaço-tempo.

UMA BREVE HISTÓRIA DA TEORIA DAS CORDAS

Em 1968, um jovem físico teórico de nome Gabriele Veneziano estava empenhado em descobrir o sentido de algumas propriedades da força nuclear forte que haviam sido observadas experimentalmente. Veneziano, então um pesquisador no CERN, o laboratório do acelerador de partículas da Europa, localizado em Genebra, Suíça, já havia trabalhado em certos aspectos desse problema por alguns anos, até que um dia deparou com uma revelação notável. Para sua grande surpresa, ele viu que uma fórmula hermética imaginada duzentos anos antes pelo famoso matemático suíço Leonhard Euler com finalidades puramente matemáticas — a chamada função beta de Euler — parecia descrever de um só golpe numerosas propriedades das partículas que a força forte põe em interação. A observação de Veneziano pôs um potente instrumento matemático à disposição da análise de diversos aspectos da força forte e desencadeou um intenso fluxo de pesquisas que usavam a função beta de Euler e várias de suas generalizações para descrever a pletora de dados que os aceleradores de partículas estavam produzindo no mundo inteiro. Em um certo sentido, no entanto, a formulação de Veneziano era incompleta. A função beta era como as fórmulas memorizadas pêlos alunos que não conhecem nem o seu significado nem a sua justificativa: ninguém sabia por que ela funcionava. Era uma fórmula à procura de uma explicação. Isso mudou em 1970, quando os trabalhos de Yoichiro Nambu, da Universidade de Chicago, Holger Nielsen, do Instituto Nieis Bohr, e Leonard Sussekind, da Universidade de Stanford, revelaram a doutrina física que se ocultava sob a fórmula de Euler. Eles demonstraram que se as partículas elementares fossem concebidas como pequenas cordas vibrantes e unidimensionais, as suas interações nucleares poderiam ser descritas exatamente pela função de Euler. Se as cordas fossem suficientemente pequenas, disseram, elas continuariam a parecer partículas puntiformes e poderiam, assim, ser compatíveis com as observações experimentais. Apesar de fornecer uma teoria simples e agradável à intuição, a descrição da força forte em termos de cordas não tardou muito em apresentar falhas. Nos anos seguintes, experiências de alta energia, capazes de explorar o mundo subatômico em maior profundidade, mostraram que várias das previsões feitas pelo modelo não correspondiam aos fatos observados.

Ao mesmo tempo, desenvolvia-se a cromodinâmica quântica, a teoria quântica de campo das partículas puntiformes, e o seu enorme êxito em descrever a força forte levou ao abandono da teoria das cordas. Enquanto a maior parte dos físicos de partículas pensava que a teoria das cordas havia sido relegada à lata de lixo da ciência, alguns dedicados pesquisadores continuavam a ocupar-se dela. Schwarz, por exemplo, considerou que “a estrutura matemática da teoria das cordas era tão bonita e tinha tantas propriedades miraculosas que isso não podia deixar de indicar algo profundo”. Um dos problemas encontrados na teoria das cordas era o seu aparente excesso de riqueza. A teoria continha configurações de cordas vibrantes com propriedades semelhantes às dos glúons, o que justificava a sua pretensão inicial de ser uma teoria da força forte. Mas além disso ela continha outras partículas de tipo mensageiro, que não pareciam ter qualquer relevância para as observações experimentais da força forte. Em 1974, Schwarz e Joël Scherk, da Ecole Normale Supérieure, empreenderam um salto corajoso que transformou esse aparente vício em virtude. Ao estudar os intrigantes tipos de vibração das cordas que se associavam às partículas mensageiras, eles verificaram que as suas propriedades correspondiam perfeitamente às da hipotética partícula mensageira da força gravitacional — o gráviton. Embora esses “pacotes mínimos” da força gravitacional ainda não tenham sido vistos até hoje, os especialistas podem prever com confiança certas características básicas que eles teriam de possuir, e Scherk e Schwarz verificaram que essas propriedades correspondiam exatamente a certos modelos de vibração. Com base nisso, Scherk e Schwarz sugeriram que o fracasso inicial da teoria das cordas devera-se a que os cientistas haviam minimizado o seu alcance. A teoria das cordas não é apenas uma teoria da força forte, afirmaram; é uma teoria quântica que inclui também a gravidade.A comunidade física não chegou a receber o anúncio com grande entusiasmo. Com efeito, Schwarz recorda que “o nosso trabalho foi universalmente ignorado”.

3A estrada do progresso já estava cheia das carcaças de tentativas fracassadas de unir a gravidade e a mecânica quântica. A teoria das cordas mostrara-se equivocada em seu projeto inicial de descrever a força forte, de modo que para muitos não parecia fazer sentido tentar usá-la para algo ainda maior. Nos últimos anos da década de 70 e nos primeiros da década seguinte, novos estudos, ainda mais devastadores, revelaram que a teoria das cordas e a mecânica quântica não deixavam de ter os seus próprios conflitos sutis. Parecia que a força gravitacional resistia, mais uma vez, a incorporar-se à descrição microscópica do universo. Essa era a situação até 1984. Em um documento histórico que culminava mais de doze anos de pesquisa intensa e que fora praticamente ignorado e mesmo contestado pela maioria dos físicos, Green e Schwarz afirmaram que o sutil conflito quântico que afetava a teoria das cordas podia ser resolvido. Mais ainda, eles demonstraram que a teoria tinha fôlego suficiente para englobar todas as quatro forças e também toda a matéria. A medida que a notícia desse resultado difundiu-se pela comunidade científica mundial, centenas de físicos de partículas abandonaram os seus projetos de pesquisas e lançaram uma ofensiva geral sobre o que parecia ser o último campo de batalha teórico na velha luta por compreender os mecanismos mais profundos do funcionamento do universo.

Iniciei o meu curso de pós-graduação na Universidade de Oxford em outubro de 1984. Eu estava ansioso por aprender tudo sobre as teorias quânticas de campo, teorias de calibre e relatividade geral, mas notei que havia uma sensação dominante entre os estudantes mais antigos de que a física de partículas não tinha futuro. O modelo-padrão já havia sido articulado, e o seu êxito extraordinário na previsão de resultados experimentais indicava que a sua confirmação definitiva era apenas questão de tempo e de detalhes. Avançar além desses limites para incluir a gravidade ou para explicar os insumos de que o modelo dependia — os dezenove números que sintetizam os dados relativos às partículas elementares, suas massas e cargas de força e a intensidade relativa das forças são números que se conhecem a partir das experiências, mas para os quais não há uma explicação teórica — era uma tarefa tão gigantesca que nenhum físico, salvo os mais corajosos dentre todos, a aceitava como desafio. Seis meses depois, essa sensação havia se transformado no oposto. O êxito de Green e Schwarz finalmente se difundira e já envolvia até mesmo os que estavam apenas iniciando a pós-graduação. Passara a dominar entre nós um sentimento eletrizante de estar no centro de um movimento profundo na história da física. Muitos de nós trabalhávamos até altas horas da noite para compreender as vastas áreas da física teórica e da matemática abstrata necessárias ao conhecimento da teoria das cordas. O período de 1984 a 1986 ficou conhecido como a “primeira revolução das supercordas”. Nesses três anos publicaram-se mais de mil trabalhos de pesquisa sobre a teoria das cordas em todo o mundo. Tais estudos mostravam conclusivamente que numerosos aspectos do modelo-padrão — aspectos que haviam sido laboriosamente descobertos depois de décadas de pesquisas exaustivas — emergiam de maneira natural e simples da estrutura global da teoria das cordas. Nas palavras de Michael Green, “no momento em que se toma conhecimento da teoria das cordas e se vê que praticamente todos os avanços principais da física nos últimos cem anos emergem — e com tal elegância — a partir de um ponto de partida tão simples, intui-se que essa teoria, francamente irresistível, não tem paralelo”. Além disso, para muitos desses aspectos, como veremos, a teoria das cordas oferece explicações muito mais completas e satisfatórias do que as do modelo-padrão. Essa percepção convenceu muitos cientistas de que a teoria das cordas estava claramente a caminho de cumprir a promessa de ser a teoria unificada definitiva. Apesar de tudo, os pesquisadores da teoria das cordas encontraram repetidas vezes um obstáculo importante. Na pesquisa física teórica, freqüentemente se encontram equações que são demasiado difíceis para compreender e analisar. Normalmente os físicos não desistem, mas tentam resolver as equações por aproximação. Na teoria das cordas, essa situação é ainda mais difícil. Até a tarefa de determinar as próprias equações mostrou-se tão difícil que só se conseguiu deduzir até agora versões aproximadas da sua formulação. Os estudiosos da teoria das cordas têm se limitado, portanto, a buscar soluções aproximadas para equações aproximadas. Após os primeiros anos de progresso intenso, com a primeira revolução das supercordas, os cientistas verificaram que as aproximações então usadas não eram adequadas para dar resposta a diversas questões essenciais que impediam que se chegasse a novos avanços. Sem propostas concretas para avançar além dos métodos aproximativos, muitos físicos sentiram-se frustrados e abandonaram a teoria das cordas para retomar suas antigas linhas de trabalho. Para os que permaneceram, o final da década de 80 e o começo da seguinte foi um período de provações. A beleza e as promessas da teoria das cordas eram como um tesouro guardado em um cofre, que só podia ser visto através do buraco da fechadura, porque ninguém tinha a chave para liberar os seus poderes. Importantes descobertas alternavam-se com longos períodos de esterilidade, e todos os que conheciam a matéria sabiam que era preciso desenvolver novos métodos que permitissem superar as aproximações anteriores. Então, em uma palestra espetacular na conferência Cordas, 1995, realizada na University of Southern Califórnia — palestra que deixou boquiaberta uma platéia composta pêlos principais físicos do mundo e que superlotava o auditório —, Edward Witten anunciou um plano para os passos seguintes, com o que deu início à “segunda revolução das supercordas”. Até os dias de hoje, os pesquisadores da teoria das cordas trabalham vigorosamente para aguçar um conjunto de métodos novos que prometem superar os obstáculos teóricos encontrados anteriormente. As dificuldades que estão por vir porão à prova a competência técnica dos estudiosos da teoria das cordas, mas a luz no fim do túnel, embora ainda distante, pode finalmente estar ficando visível.

O Tecido do Cosmos: A Ilusão do Tempo | 

O Tecido do Cosmo, uma série de quatro horas baseado no livro do físico renomado e autor Brian Greene, leva-nos para as fronteiras da física para ver como os cientistas estão montando o quadro mais completo, sobre o tempo, espaço e o universo. A cada passo, o público vai descobrir que logo abaixo da superfície de nossa experiência cotidiana existe um mundo que nós dificilmente reconhecemos, um mundo surpreendente muito mais estranho e maravilhoso do que qualquer um esperava. Brian Greene vai deixá-lo em um segredo: Fomos todos enganados. Nossas percepções do tempo e do espaço nos levaram ao erro. Muito do que pensávamos que sabíamos sobre o nosso universo, que no passado já aconteceu e o futuro ainda está para ser, que o espaço é apenas um vazio, que o nosso universo é o único universo que existe – E que só podemos estar errado. Entrelaçamento, teorias provocativas, experiências e histórias. Explicações e metáforas criativas como as que definiram a série inovadora e altamente aclamada “O Universo Elegante”.

Brian Greene: O nosso universo é o único universo?legendado em portugues

VISÃO PESSOAL

Colaboração honrosa do Prof.Dr  EMERSON LUNA- Professor do Instituto de Física da UFRGS desde 2011. Realizou sua graduação em Física na Unicamp, obteve o seu mestrado e o seu doutorado no Instituto de Física Teórica (IFT) e na Unicamp, respectivamente. Possui doutorado-sanduíche pela Université de Montréal no Canadá e pós-doutorado pelo Institute for Particle Physics Phenomenology da Universidade de Durham na Inglaterra.

O sonho de uma teoria final, completa e consistente em sua ilimitada validade, encontra um lugar natural na Física moderna. A ideia de que seja possível a formulação de uma teoria especial, contendo de forma unificada todas as leis fundamentais e propiciando o completo entendimento do universo em toda a sua complexidade, encontra raízes na corrente de pensamento filosófica denominada reducionismo. Essa corrente sugere que todos os processos e sistemas podem ser compreendidos em termos de seus constituintes mais fundamentais. Quando aplicada à Física, ela indica que o caminho para o entendimento de um determinado fenômeno segue uma orientação que sempre aponta para a camada mais profunda da realidade, de forma que, em princípio, tudo possa ser entendido em termos dos constituintes mais elementares da matéria. A filosofia reducionista nos mostra, portanto, que, se uma teoria final desses constituintes puder ser formulada, ela será necessariamente uma teoria de tudo. Certamente, ainda não temos uma teoria de tudo, e nem sequer sabemos se o reducionismo na Física pode ser sustentado de forma tão radical, mas é exatamente dentro desse contexto que alguns cientistas trabalham incessantemente na busca da teoria final. Nos últimos anos, uma nova candidata à teoria de tudo tem cativado a imaginação de vários desses cientistas: a Teoria de Supercordas. Essa teoria, cujo postulado central é o de que o mundo que nos cerca seja constituído por pequenas cordas, propõe uma descrição unificada de todas as forças da natureza e de todas as partículas fundamentais da matéria. A Teoria de Supercordas combina a Teoria de Cordas com uma estrutura matemática chamada supersimetria, uma simetria geométrica abstrata que descreve de forma unificada bósons e férmions, as duas classes em que todas as partículas fundamentais da natureza podem ser agrupadas. A Teoria de Supercordas é baseada em ideias matemáticas elegantes com consequências que têm provado serem consistentes com o mundo real. A beleza e o potencial do seu formalismo físico-matemático tem atraído a atenção de muitos físicos, tornando o estudo das propriedades das cordas uma das áreas de pesquisa mais ativas na Física teórica. Entre os principais entusiastas da Teoria de Supercordas está o físico teórico Brian Greene. Para ele e outros praticantes deste formalismo a teoria esboça de forma plausível o caminho para a formulação de uma teoria quântica da gravitação, etapa essencial na construção de uma visão unificada de todas as forças. A Teoria de Supercordas seria a candidata natural para a solução do paradoxo central da Física contemporânea das partículas elementares, que se resume na aparente incompatibilidade de suas duas principais fundações teóricas. A primeira fundação é a teoria da Relatividade Geral de Einstein, que relaciona a força da gravidade à estrutura do espaço e do tempo. É uma “generalização” da teoria de gravitação de Newton consistente com os princípios, válidos para fenômenos que ocorram com velocidades próximas à da luz, ditados pela Teoria da Relatividade Especial. A Relatividade Geral trata de fenômenos em escalas cósmicas e forma a base do nosso atual entendimento da evolução do universo. A segunda fundação é a Mecânica Quântica, a teoria que rege os fenômenos em escalas microscópicas. Teorias quânticas relativísticas, que combinam elementos da Mecânica Quântica e da Relatividade Especial, existem para três das quatro forças fundamentais da natureza, mais precisamente para as interações forte, fraca e eletromagnética. Entretanto, no caso da quarta força fundamental conhecida, a interação gravitacional, até o momento não há uma teoria que una satisfatoriamente aspectos comuns à Mecânica Quântica e à teoria de Einstein para a gravitação. A dificuldade está no fato de tal unificação exigir uma formulação radical – mente nova das leis da Física do mundo microscópico. Porém, como apontam os teóricos de supercordas, essa visão nova e radical do tempo e do espaço já está presente de forma intrínseca na teoria, uma vez que nela as partí – culas elementares passam a ser pensadas como cordas, e não mais como pontos.Uma característica essencial da Teoria de Supercordas é que ela requer que o universo possua mais do que três dimensões espaciais. A pesquisa de Brian Greene está focada no estudo das implicações físicas dessas dimensões extras. Seus estudos têm contribuído de forma original para o entendimento das propriedades das dimensões extras e colaborado de forma decisiva para o desenvolvimento das bases da chamada geometria quântica, onde aspectos topológicos são essenciais (topologia é um ramo da Matemática que estuda a maneira como linhas, curvas, superfícies etc. se conectam entre si; dizemos que dois objetos são topológicamente distintos quando não podem ser deformados um no outro sem que “rasguemos” um deles). A geometria quântica difere em aspectos substanciais da geometria clássica inerente à Relatividade Geral, sendo a geometria exigida para a descrição acurada de processos físicos que ocorram em escalas ultrami – croscópicas, ou seja, em escalas onde efeitos quânticos tornam-se relevantes. Brian Greene é também pioneiro em estudos dedicados à interface entre a Teoria de Supercordas e a Cosmologia, área da Física dedicada ao estudo da origem e evolução do universo. Ele foi um dos fundadores, sendo atualmente um dos diretores, de um novo instituto na Universidade de Columbia, o ISCAP – Institute for Strings, Cosmology, and Astroparticle Physics (Instituto de Cordas, Cosmologia e Astropartículas). Um dos principais objetivos desse instituto é a identificação de possíveis manifestações da Teoria de Supercordas em dados cosmológicos de alta precisão que serão coletados por vários experimentos na próxima década. Com um importante e intenso trabalho de popularização da ciência, Brian Greene tornou-se um autor conhecido fora dos círculos acadêmicos. Seu primeiro livro de divulgação científica, The elegant universe: Superstrings, hidden dimensions and the quest for the ultimate theory, publicado em 1999 e traduzido em 2001 para o português com o título O universo elegante: Supercordas, dimensões ocultas e a busca da teoria definitiva, é uma bem-sucedida obra de popularização da Teoria de Supercordas e da Teoria-M, a teoria que unifica as primeiras Teorias de Supercordas dentro de uma estrutura única de 11 dimensões espaço-temporais. Neste livro, Greene utiliza de forma hábil uma série de analogias criativas para compor em detalhes aspectos físicos e matemáticos da Teoria de Supercordas e suas implicações. O livro foi finalista do Prêmio Pulitzer e vencedor do The Aventis Prizes for Science Books em 2000, e também gerou um programa especial de tevê no canal norte-americano PBS, apresentado e narrado pelo próprio autor. O programa televisivo venceu em 2003 o Prêmio Peabody. The fabric of the cosmos: Space, time and the texture of reality, seu segundo livro, publicado em 2005 e traduzido no mesmo ano para o português com o título O tecido do cosmo: O espaço, o tempo e a textura da realidade, tem por objetivo familiarizar o leitor, sempre a partir de analogias extraídas do nosso senso comum, com alguns conceitos matemáticos não intuitivos que permeiam vários conceitos e teorias físicas, como, por exemplo, a Teoria de Supercordas, o princípio da incerteza de Heisenberg e a cosmologia inflacionária. Neste livro, Greene faz um apanhado histórico da nossa compreensão dos conceitos de tempo e espaço, passando pela Física de Newton, de Einstein e pela Física Quântica antes de discutir os últimos avanços da Teoria de Supercordas. Greene abre o livro com uma discussão sobre O mito de Sísifo, ensaio filosófico de Albert Camus, estabelecendo um tom hu – manista que se sustenta até a última página. Este livro gerou um outro programa de TV no canal PBS, novamente contando com a apresentação e a narração de Greene. Na sua terceira obra literária de divulgação, Icarus at the Edge of Time, publicada em 2008 e ainda não traduzida para o português, Greene realiza uma engenhosa transpo – sição do mito clássico grego para a era moderna: no lugar de asas de cera e uma viagem próxima ao Sol, um garoto se aventura através do espaço cósmico e se depara com os desafios existentes nas proximidades de buracos negros. O livro, ricamente ilustrado com fotos coloridas do telescópio espacial Hubble, é destinado a um público infanto-juvenil mais aficionado por histórias de aventura. Seu quarto livro, The hidden reality: Parallel universes and the deep laws of the cosmos, publicado em 2011 e traduzido em 2012 para o português com o título A realidade oculta: universos paralelos e as leis profundas do cosmo, discute uma questão central da Física moderna e da Cosmologia: é o nosso universo único? O livro mostra que, com o advento da Teoria de Supercordas, a existência de múltiplos universos e outras entidades exóticas tornou -se bastante provável. A partir da teoria da Relatividade, do Big Bang e do nosso universo em expansão, o autor discorre sobre a multiplicidade de formas que esses universos paralelos poderiam tomar. Com um olhar lúcido e intrigante, Greene sustenta que a existência de universos paralelos, o multiverso, é a explicação mais razoável para diversos enigmas cosmológicos. Brian Greene nasceu em Nova York em 1963. Realizou sua graduação em Física na Universidade de Harvard e obteve seu doutorado na Universidade de Oxford, onde foi um Rhodes Scholar. Ele foi professor titular da Universidade de Cornell antes de se tornar professor de Física e Matemática da Universidade de Columbia. Além de várias aparições na mídia, o seu programa especial baseado no livro O universo elegante, e do já citado Prêmio Peabody, conquistou o Prêmio French Prix Jules Verne e recebeu três indicações para o Prêmio Emmy. Seu livro para o público infanto-juvenil, Icarus at the Edge of Time, foi adaptado para uma apresentação sinfônica, com trilha sonora original de Philip Glass, estreando no Lincoln Center Alice Tully Hall em 2010. Junto com a jornalista Tracy Day, vencedora do Prêmio Emmy, Brian Greene fundou o The World Science Festival. O festival, que estreou em Nova York em 2008 e já atraiu um público superior a 500 mil pessoas, foi saudado pelo New York Times como “uma nova instituição cultural”. Greene já ministrou palestras técnicas e de divulgação científica em mais de 25 países. Em 2012, teve seu talento como educador reconhecido ao receber o Prêmio Richtmyer Memorial Award, concedido anualmente pela Associação Americana de Professores de Física.

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Inspiração….

Teoria de Cordas e Supercordas
Henrique Boschi Filho-Instituto de Física-UFRJ-PDF-III Encontro de Ciências do Universo, Núcleo de Pesquisas em Ciências,-4 de Julho de 2015

Questões para Brian Greene- Entrevista para o jornal The New York Times em julho de 2010 (em inglês) http://is.gd/Greene3 (http://www.nytimes.com/2010/12/19/magazine/19FOB-Q4-t.html?_r=1&amp😉

David Letterman Entrevista concedida a David Letterman em março de 2005 (em inglês) http://is.gd/Greene4 (https://www.youtube.com/watch?v=9P3iymn1yzc)

O novo Carl Sagan Entrevista para a revista Época sobre” O universo elegante e a Teoria das Supercordas”, publicada em agosto de 2004

http://is.gd/Greene5 (http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT791042-1666,00.html)

Além do Cosmos- Vídeo da série produzida pela PBS e transmitida pela NatGeo (dublado) http://is.gd/Greene8 (https://www.youtube.com/watch?v=PNw2G60zIxQ&feature=youtu.be )

Icarus at the Edge of Time Amostra publicada no site da livraria Amazon da novela infanto-juvenil escrita por Greene (em inglês) http://is.gd/Greene9 (http://www.amazon.com/Icarus-Edge-Time-Brian-Greene/dp/B002U0KO2W/ref=sr _1_6?s=books&ie=UTF8&qid=1398045206&sr=1-6&keywords=brian+greene)

Icarus at the Edge of Time- II Trailer do filme produzido a partir do livro de Brian Greene (em inglês) http://is.gd/Greene10(http://worldsciencefestival.com/videos/trailer_icarus_at_the_edge_of_time)

O tecido do cosmo Site da PBS sobre a série The fabric of cosmos (em inglês) http://is.gd/Greene11 (http://www.pbs.org/wgbh/nova/physics/fabric-of-cosmos.html)

O universo elegante Site da PBS sobre a série The elegant universe (em inglês) http://is.gd/Greene12 (http://www.pbs.org/wgbh/nova/physics/elegant-universe.html)

TED Talks Palestras de Brian Greene (em inglês) http://is.gd/Greene6(https://www.ted.com/speakers/brian_greene)

Brian Greene e a Teoria das Cordas Vídeo de Brian Greene no TED Talks (legendado) http://is.gd/Greene7 (https://www.youtube.com/watch?v=oWXtyJqwdEw)

WSC Vídeos de Brian Greene no World Science Festival (em inglês) http://is.gd/Greene13(http://worldsciencefestival.com/participants/videos/brian_greene)

The herb garden contamination Participação de Brian Greene na série The Big Bang Theory (em inglês) http://is.gd/Greene14 (https://www.youtube.com/watch?v=w5VVEw4ZSRI)

Monicavox

Recomendo….

Site oficial: http://briangreene.org/

 

REIKI-O PODER ESPIRITUAL DAS MÃOS-Como obter a cura usando a Energia Vital Universal

“Rompi as cordas que me amarravam na escuridão, parti em busca da minha liberdade, percorro os caminhos Universais sem pressas á procura da luz, contemplo a beleza das coisas simples, livre dos preconceitos do homem, escuto as palavras do Universo na esperança de que um dia o meu ser um dia ascenda totalmente ao Amor Eterno.”

UMA BREVE BIOGRAFIA DO CRIADOR DO REIKI

Mikao Usui nasceu em 15 de agosto de 1865 no povoado de Taniai, distrito de Yamagata, pertencente à província de Gifu, no Japão. Por ter estudado e viajado muito, acredita-se ter pertencido a uma rica família japonesa, o que era usual no Japão.Até 1850, o Japão estava fechado para o mundo ocidental, pois até então, o era uma sociedade fechada.O Japão entrou em um período de rápida industrialização, transformando-se em uma nação industrializada habilitada a competir com o restante do mundo em um período de 30 a 40 anos. Esta mudança criou um verdadeiro clima de necessidade em manter a cultura tradicional e a necessidade de reacender e manter velhas tradições. Usui cresceu durante este período.Presume-se que, durante sua juventude, aprendeu Kiko no templo budista Tendai, situado no sagrado monte Kurama, ao norte de Kioto.7

Kiko é a variante japonesa do Qi Gong, uma série de exercícios cujo objetivo é melhorar a saúde através da meditação, das técnicas respiratórias e dos movimentos lentos. No método curativo Kiko é possível armazenar, através de exercícios correspondentes, uma provisão de energia que será utilizada no processo de curar. Se não se usa este método, acaba-se extenuado, já que o Kiko nutre também a própria energia pessoal. Este ponto foi importante para o Dr. Usui e cresceu como uma semente em seu pensamento.

Como tinha certos conhecimentos sobre o budismo, decidiu converter-se num monge budista.Concentrou-se nessa prática e regressou ao monte Kurama, onde havia estudado ainda rapaz.Usui estava buscando a iluminação (Anjin Ryumei). Qual o propósito da vida? Como estar em estado permanente de Paz?Usui ficou em um mosteiro Zen por três anos, tentando alcançar esta meta trabalhando árduamente em serviços comuns para que houvesse a libertação do ego. Finalmente, procurou um mestre Zen para aconselhá-lo em como alcançar a iluminação e a orientação desse Mestre, foi de que a única maneira de se alcançar a iluminação após esses 3 anos de serviços no mosteiro, seria através da experiência da morte.Decidiu então fazer um retiro por 21 dias, jejuando, cantando, rezando e meditando. Usui foi ao Monte Kurama para morrer.Em março de 1922, ao fim do seu período de recolhimento, sentiu penetrar em sua cabeça uma poderosa Luz espiritual, experimentando, assim, o Anjin  Ryumei, uma  vivência reveladora. Esta Luz era o Reiki, que chegou sob forma de sintonização. Pelo ocorrido, sua consciência começou a expandir-se mais e mais e ele concluiu que estava possuído por uma força poderosa, porque podia curar as pessoas sem precisar usar sua própria energia para isto.O Monte Kurama, onde Usui passou por seu “Anjin Ryumei” (estado permanente de Paz) é uma montanha sagrada. Fica perto de Kyoto e é o coração espiritual do Japão, um lugar com vários templos representando uma enorme variedade de divindades. Dizem ser o lugar onde os espíritos da montanha deram os segredos da luta aos samurais.Em abril de 1922 viajou a Tókio, onde criou a Usui Reiki Ryoho Gakkai . Abriu uma clínica em Jarajuku nas imediações do belo Meiji Jingu (santuário Meiji) no centro de Tókio e ali começou a fazer conferências e a praticar Reiki.Usui sensei primeiramente começou a praticar Reiki consigo mesmo, mais tarde com os membros da sua família.O sistema era sobre dar cura às pessoas, ensiná-las como se curar, prover exercícios e ensinamentos energéticos. A maneira com que Usui fez tais coisas parece um pouco indefinida, baseada em compromisso progressivo de sessões semanais de treinamento, um tanto quanto da maneira como as artes marciais são ensinadas.

Desenvolveu seis níveis de Reiki ou graus de formação. Numerou estes seis níveis na ordem inversa da usada no Ocidente. O primeiro nível era o de número seis e o nível superior o de número um. Os primeiros quatro níveis, do seis ao três, correspondem ao que Hawayo Takata ensinava como Reiki I. O correspondente ao Reiki II subdividia-se em duas partes e o último nível, o número um, correspondia ao Reiki III (Mestre), ou grau de Professor (Shihan).

Reiki é uma técnica curativa gentil e poderosa que pode ser passada como presente de uma pessoa para outra, e não é baseada na idéia de gurus ou grande mestre a quem alguém teria que prestar homenagem.Dr. Usui ensinou a mais de 2000 alunos e formou 20 professores de Reiki. Faleceu em 9 de março de 1926, aos 60 anos;Foi enterrado ao lado do Templo Saioji, em Suginami-Ku, Tókio. Seus alunos colocaram junto à sua tumba um memorial de pedra, onde está descrita sua vida e obra com o Reiki.De acordo com sua pedra memorial, Usui foi um “curador” bem conhecido e popular, e ensinou um grande número de pessoas por todo o Japão.

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 O Simbolismo das mãos

As mãos curam, abençoam, evocam,louvam, defendem, se comunicam e molestam. Assim as várias crenças as vêem.

As interpretações esotéricas dos gestos que aparecem em imagens cristãs, onde geralmente os dedos mínimo e anular estão abaixados para a palma da mão, nos dizem que são pelos outros dedos, o polegar, o indicador e o médio, que fluem as potências mais superiores do homem, sendo então, estes os escolhidos para o uso das bênçãos. Os sacerdotes de várias religiões  estão investidos (?) do poder de as transmitirem embora algumas linhas espiritualistas ampliem estas transmissões(Espiritismo com o passe energético, Messiânicos com o Jhorei e outros). Baseadas num princípio possível da troca energética entre todos os seres, uma pessoa que evoca forças divinas e positivas, poderá igualmente abençoar outrem e até curá-lo, difundindo tais forças pelo simples poder de suas próprias mãos.Em sua conotação de comunicadoras , as mãos encontram o seu intercâmbio simbólico mais importante na linguagem usada pelos surdos –mudos. Numa linguagem gestual, estes encontram a oportunidade de prescindirem da comunicação verbal por meio de sinais que substituem com perfeição os sinais fonéticos.Seja um Yoga a levantar as mãos numa saudação ao sol, sejas  um sacerdote a abençoar,  unindo-as em formato de lótus para orar, ou movimentando-as graciosamente numa dança ritual , se as estendemos á alguém em sinal de amizade, sempre nossas mãos estarão usando um simbolismo revelador do nosso estado psicológico ou espiritual.

QUE PODER TEM AS MÃOS PARA CURAR?

Desde os tempos primordiais, há evidências do poder de cura das mãos.
No Antigo Egito, a cura pelas mãos era praticada desde os primórdios, sendo de domínio dos sacerdotes, e foi extensivamente praticada nos templos de Osíris, Ísis e Hórus.Na Inglaterra e na França medieval, a cura pelas mãos foi muito conhecida.
No Tibet, há registros de cura pelas mãos com mais de oito mil anos.Muitas das culturas religiosas usam o poder de imposição das mãos para abençoar e curar. Enfim, grandes mestres da humanidade usaram e usam as mãos para curar(Consciência Crística, na figura humana de Jesus).O poder das mãos está ligado ao cérebro – pensamento/intenção -, e ao coração – sentimento/amor. Portanto, as mãos podem sim, abençoar e curar.Naturalmente que a intenção de nossos pensamentos e sentimentos é que modera as vibrações que são irradiadas através da imposição das mãos, sobre nós mesmos ou sobre os outros.
Sabemos que a base do Universo é sustentada pelas polaridades: Yin e Yang.As mãos são antenas vivas, sendo ativadas pelas polaridades.A palma da mão direita é Yang, estimulando e promovendo a força e o encorajamento. A palma da mão esquerda é Yin e tem a capacidade de acalmar as dores. E ambas as mãos produzem esses efeitos combinados sobre uma pessoa ou em nós mesmos.Quando pensamos, temos um sentimento e quem sente é o coração. Portanto, as mãos estão ligadas ao coração, que, através dos condutos enérgicos dos braços, projeta energias pelos chacras das palmas das mãos e os mini-chacras das pontas dos dedos – as quais, ao serem irradiadas sobre um corpo humano, produzem a cura natural.

 

Nos primórdios do planeta Terra, as crianças da civilização hoje conhecida como Mu recebiam treinamento em Reiki I no começo da escola primária, em Reiki II  no colegial e em Reiki III, o treinamento de Mestre/Instrutor, era exigido dos educadores e estava disponível a todos os que quisessem recebê-lo. Quando as pessoas da cultura raiz deixaram a terra de Mu para colonizar o que hoje é a Índia e o Tibet, o Reiki continuou com elas, embora Mu, posteriormente, tenha-se perdido. As mudanças na Terra, que primeiramente destruíram Mu e, mais tarde, a Atlântida, produziram vários conflitos culturais, obrigando que o sistema de cura fosse conhecido somente por alguns eleitos. Quando no século XIX, um japonês buscou a origem do método de cura de Buda e Jesus, ele a encontrou entre os vestígios antigos da cultura primeva de Shiva, nos ensinamentos esotéricos da Índia.Movidos pela curiosidade e confusos com tantas teorias, alguns mestres Ocidentais foram ao Japão constatar se aquilo que se dizia sobre o Reiki era verdadeiramente real acendendo luzes muito interessantes, muitas das quais baseadas em fatos concretos, seja através de documentos escritos, sejam através de entrevistas com familiares de Mikao Usui ou mesmo da pedra memorial erguida ao criador do sistema Reiki.O cruzamento do Reiki de origem japonesa com as práticas tibetanas, prova que é possível o convívio entre sistemas diferentes, sendo que ambos se beneficiam com isso. Se houvesse esta abertura em relação á tudo, o Mundo seria, com certeza, um lugar melhor.Independentemente das adaptações que se tiveram que fazer à história do Reiki, o importante é que, hoje em dia, milhões de pessoas praticam Reiki e que os seus efeitos se comprovam.No contexto atual, a Ciência está mais evoluída que nunca, mas continua a não ter resposta para muitos problemas. O Reiki como terapia complementar pode ser um aliado importante, inofensivo e simples que está ao alcance de todos.

Pesquisa UNIFESP – Reiki estimula resposta imunológica.

A reportagem é da Revista Época, os benefícios do REIKI continuam  sendo estudados pela a comunidade científica (UNIFESP e USP) e ajuda a endossar o valor desta terapia:

REIKI ESTIMULA RESPOSTA IMUNOLÓGICA

Entrevista com Ricardo Monezi, biólogo pesquisador da UNIFESP

O Reiki – técnica de imposição de mãos descoberta no final do século XIX pelo teólogo japonês Mikao Usui – pode ser uma ferramenta auxiliar no tratamento de doenças?Muitos garantem, sem pestanejar, que pode. Mas a confirmação científica dessa possibilidade começa a se consolidar agora, a partir de pesquisas como a do biólogo Ricardo Monezi, da Universidade Federal de São Paulo, que indica interferência favorável da técnica no tratamento de animais de laboratório com câncer.Segundo Monezi, o Reiki age positivamente na redução do nível de estresse, uma das possíveis causas do surgimento, agravamento e até comprometimento do tratamento de doenças crônicas como o diabetes.Durante cinco anos, Monezi conduziu uma pesquisa com camundongos para saber se o Reiki interferiria positivamente no tratamento contra o câncer. Ele montou três grupos de camundongos. O primeiro não recebeu tratamento; o segundo recebeu tratamento falso – a imposição de mãos foi feita com a colocação de luvas presas a duas hastes de madeira; e o terceiro foi tratado com Reiki .

Monezi analisou o comportamento dos linfócitos – que são os responsáveis pela defesa imunológica do organismo – frente a um tumor e concluiu que os ratos submetidos ao Reiki mostraram aumento da capacidade de enfrentar a doença. O mesmo padrão foi observado com tumores mais agressivos.

Os animais foram submetidos ao Reiki durante quatro dias, em sessões de 15 minutos.Segundo o biólogo, esses resultados afastam a hipótese de que o sucesso do tratamento seja resultado de sugestão psicológica. A próxima etapa de sua pesquisa será observar o uso do Reiki em seres humanos. A intenção é verificar se o Reiki pode colaborar para reduzir o estresse e melhorar a imunidade de pacientes idosos, que muitas vezes sofrem baixa em sua resistência.A palavra Reiki significa Energia Vital Universal. Seus criadores basearam-se na crença de que a energia liberada por um praticante de Reiki envolve o paciente, atuando sobre seu corpo físico.Do ponto de vista físico, explica o pesquisador, o ser humano é constituído por energia – o que pode ser observado, por exemplo, no eletrocardiograma, que mede a função elétrica do coração. Desde a década de 80, diversas correntes de pesquisa têm buscado embasamento científico para a teoria que fundamenta o Reiki e outras técnicas de imposição de mãos.Todas têm constatado como efeitos, sensação de bem-estar, diminuição de sintomas relacionados ao estresse e sensação de relaxamento.Há trabalhos que indicam a técnica no tratamento de ansiedade, depressão e fobias como a síndrome do pânico. Monezi fala em indicação terapêutica complementar. Isto é, uma terapia de apoio ao tratamento convencional.

ASSISTA O VÍDEO DO MESTRE DE REIKI JOHNNY De  CARLI-

A CURA PELO REIKI

Pode ser uma verdadeira surpresa,mas Reiki é usado para curar todos os tipos de condições e males instalados no seu corpo físico, emocional e/ou espiritual.Muitos pacientes experimentam uma aceleração do seu processo de Cura quando combinam o Reiki com a medicina tradicional ou outras terapias.Reiki vem do Universo;Vem de uma inteligência Superior que gere toda a vida no Nosso Planeta; o Reiki funciona através das necessidades específicas e individuais de cada paciente, a qual resulta sempre em cura, mas nem sempre ocorre na forma de cura desejada pelo paciente. A sintonia entre o paciente, o terapeuta e o Universo é de uma grande valia, assim como a receptividade do paciente durante o tratamento.Acontece muitas vezes que o paciente andou desviado do seu caminho, isso causou demasiados desequilíbrios no seu organismo e muitas vezes não estamos conscientes destes processos; uma vez ultrapassadas algumas questões que são clarificadas com a terapia Reiki, ocorrem surpresas muito boas;o paciente encontra um estado de alívio e de cura desejada para o seu processo.O Reiki permite aos pacientes um estado de profundo relaxamento e Paz e está provado que o Reiki tem sido decisivo e responsável pelos processos de Cura de muitos pacientes pelo mundo fora.

O REIKI E A CIÊNCIA

Muitos cientistas concordam que uma força inteligente e superior existe, que um espiríto divino/universal continua a suportar e a criar constantemente no Universo.Eles assumem ainda que é um Campo da mais Pura Energia e que é ela que comanda tudo que vemos e não vemos no nosso Planeta e Universo.Afirmam ainda que Nós Somos Energia, assim como tudo o que existe, é constituído por energia, está provado também que o nosso corpo tem pontos de energia mais fortes sendo uma delas ,as nossas mãos.

 

OS BENEFÍCIOS DA TÉCNICA REIKIANA

No momento da aplicação da técnica, o reikiano (profissional que aplica o Reiki) mentaliza símbolos específicos e os desenha de forma imaginária com as mãos, além de repetir o nome de cada um.A função desses símbolos é ajudar o profissional a se conectar com o Reiki e concentrar energia nos campos energético, emocional, mental e físico de quem recebe a aplicação da técnica. Isso causa uma série de benefícios nas pessoas que se submetem à terapia, como relaxamento, sensação de paz, aumento de energia, maior clareza mental e alívio de dores e desequilíbrios físicos. Também equilibra e harmoniza, fazendo com que cada um compreenda sua verdade interna.Cada símbolo possui um nome, uma forma específica de ser traçado, um campo de atuação e uma função diferente. E vale reforçar que a pessoa que recebe o Reiki não precisa conhecer os símbolos para sentir os efeitos da técnica. Apenas quem o aplica – ou seja, o reikiano – é que necessita ter um conhecimento profundo dos símbolos, para utilizá-los como auxiliares no processo de canalização de energia. Sómente depois do curso de iniciação da técnica o estudante se torna apto para aplicar o Reiki em outras pessoas, animais, plantas ou ambientes.

SÍMBOLOS DO REIKI SÃO SAGRADOS

Os símbolos do Reiki não diferem de qualquer outro símbolo e até bem pouco tempo atrás eram considerados secretos. Porém, com a globalização de toda e qualquer informação, os conhecimentos e os símbolos vieram a público e estão disponíveis para todos. No entanto, eles continuam sagrados e dignos do nosso imenso respeito e gratidão. Por isso, devem ser usados com todo o amor, pela sua força e ação no universo.De acordo com os conceitos da psicologia junguiana, o inconsciente se expressa primariamente através de símbolos. Além dos símbolos (pessoais) encontrados em sonhos ou fantasias de uma pessoa, há também símbolos coletivos importantes, que são geralmente encontrados nas imagens religiosas e culturais, como por exemplo: a cruz, a estrela de seis pontas, a espiral e o círculo. Os símbolos representam conceitos que não podemos definir com clareza ou compreender plenamente, pois abrangem conteúdos maiores que as palavras conseguem explicar.

Como usar os símbolos do Reiki

Existem diferentes formas de Reiki e, ao longo do tempo, alguns mestres foram incorporando novos símbolos em suas iniciações. Mas no Reiki “tradicional” há três símbolos que são passados em uma iniciação de nível 2: o símbolo do poder (CHO-KU-REI), o símbolo mental/emocional (SEI-HEI-KI) e o símbolo da distância (HON-SHA-ZE-SHO-NEN).

CHO-KU-REI

CHO-KU-REI

Este símbolo traz ou libera energia criando equilíbrio. Representa o aumento do poder. É o “botão” ligado ao corpo físico e, além de ser um maravilhoso símbolo de proteção, é usado para incutir ou reforçar a energia.

Cho-Ku-Rei significa “Ponha todo o poder do universo aqui”.

SEI-HEI-KI

SEI-HEI-KI

Sei-Hei-Ki é o símbolo da cura das emoções e da transformação de sentimentos negativos em positivos, é o símbolo da harmonia e da proteção e representa o processo alquímico de purificação e limpeza.

Sei-Hei-Ki significa “chave do Universo” ou “homem e Deus tornam-se um só”.

HON-SHA-ZE-SHO-NEN

HON-SHA-ZE-SHO-NEN

Este é o símbolo da cura à distância, traz cura para os traumas do passado e para o presente. É o “botão” ligado ao corpo mental. As vidas passadas e o karma são libertados através do Hon-Sha-Ze-Sho-Nen. A libertação é permanente e desaparece a necessidade de reencarnação.

Hon-Sha-Ze-Sho-Nen significa “O Buddha em mim alcança o Buddha em ti para promover luz e paz”.

ASSISTA O VÍDEO E RELAXE COM OS MANTRAS DO REIKI E MEDITE COM SEUS SÍMBOLOS

Toque terapêutico baseado no reiki: cura pelas mãos ajuda no tratamento de doenças graves;A imposição das mãos alivia a dor e reconhece energia dos pacientes

Uma alternativa já está sendo usada em 80 países para o complemento no tratamento de doenças graves: o toque terapêutico. Ele consiste na imposição das mãos sobre o paciente, sentindo todo o campo energético, e é capaz até de auxiliar na cura das enfermidades. Veja como ele surgiu e está sendo aplicado pelo mundo:a técnica apareceu nos EUA, em 1972, pelas mãos da enfermeira Dolores Krieger e da terapeuta Dora Kunz. Elas desenvolveram a idéia de que a energia produzida pelo nosso corpo é concentrada em nossas mãos, pode ajudar a curar;

– os historiadores acreditam que os egípcios usavam a técnica para curar doenças desconhecidas ou até mesmo aquela famosa dorzinha muscular, que todo mundo conhece;

– o toque terapêutico reikiano ajuda no relaxamento muscular, no processo de cicatrização e no combate às infecções;

– para os especialistas, a técnica é um tratamento complementar, ou seja, apesar de ser usado em várias doenças, o toque terapêutico não pode e não deve substituir os medicamentos;

– o terapêuta coloca as mãos próximas ao corpo do paciente e faz uma avaliação do campo energético da pessoa;

– depois é feito um diagnóstico e começa a recuperação dessa energia;

– o campo energético deve estar lisinho, morninho, palpável. Onde estiver alterado, deve ser trabalhado para que ele fique harmônico;

– os movimentos básicos são de alisamento. Às vezes, quando uma pessoa tem dor de cabeça, só com o alisamento você consegue harmonizar;

– o fluxo final é sempre interessante. Aquecimento tem muito a ver com processos inflamatórios, ausência e esfriamento tem a ver com edema, inchaço e também com lesões musculares e contraturas;

– as pessoas que passam pelo tratamento relatam que sentem alívio no corpo, como se o terapeuta estivesse descascando uma cebola sobre a pele.

BENEFÍCIOS E APLICAÇÕES DO REIKI

Reiki é uma terapia que trabalha a nível emocional, mental e espiritual e pode mudar muita coisa na sua vida, aqui estão exemplos práticos dessas mudanças:

1- Reiki acalma, reduz o stress e provoca no organismo uma sensação de profundo relaxamento, conforto e Paz.

2- Reiki pode trazer-lhe uma clareza espiritual que antes não sentia.

3- Reiki oferece-lhe uma sensação de alívio emocional durante o tratamento e até prolongando-se após a aplicação. O Reiki ajuda no processo de libertação das emoções.

4-Reiki limpa e clarifica o seu campo energético.

5- Reiki alivia a dor.

6- Reiki consegue aumentar o nivel e a qualidade do sangue que circula no nosso organismo, conseguindo mesmo fazer parar pequenas hemorragias.

7-Reiki consegue “limpar” os nossos órgãos como o fígado, rins, as artérias e outros.

8-Reiki é seguro no tratamento de doenças crónicas e agudas, doenças relacionadas com stress e desordens, como nos casos de sinusite, rinite, menopausa, cistite, asma, fadiga crónica, artrite, ciática, insónia, depressão, apenas para mencionar algumas delas.

9- Reiki acelera o processo de recuperação em caso de cirurgia ou doença de longo termo. Reiki tem ainda a capacidade de reduzido os efeitos secundários e ajustar a ajuda aos tratamentos tradicionais do paciente. Por exemplo um paciente sujeito a quimioterapia que receba Reiki durante o mesmo processo nota uma redução significativa dos efeitos secundários do tratamento.

10- Reiki pode ser aplicado às plantas, animais, comida, água, dirigido ao Nosso Planeta Terra.

11- Reiki purifica os ambientes e remove as “más” energias ou espíritos, seja do seu escritório, da sua casa, carro, jardim ou divisão da casa, onde quer que seja o local, você pode canalizar energia e purificar o ambiente.

12- Reiki ajuda atletas a recuperar mais rápidamente das suas lesões e entrar mais rapidamente na sua actividade.

13- Reiki é para todos, ele cura adultos, idosos, crianças e bebês, os seus animais, as suas plantas e até mesmo o Planeta Terra, se assim o desejar, tudo está dentro do pensamento e amor que emite na prática do mesmo.

14- Reiki é para animais, é claro que sim, eles ajudam-nos a recuperar de doenças, situações de stress, separações e ansiedades, traumas. Os animais devem sempre ser tratados como membros da nossa familia, mas atenção o Reiki não substitui os cuidados médicos que os mesmos possam necessitar.

15- Reiki é energia positiva, nunca pode causar qualquer mal a nada e nem a ninguém. A Energia do Reiki é amor no estado puro, todo o Terapeuta ao aplicar Reiki a si ou ao próximo deverá estar num estado de Amor Incondicional e perfeita União com Deus e o Universo.

LEIA MAIS; CENTRO DE REIKI E TERAPIAS ALTERNATIVAS

APLICANDO O REIKI AOS ALIMENTOS

O Reiki pode ajudar-nos a alcançar uma vida mais saudável, e uma das formas é através da aplicação de Reiki em tudo aquilo que bebemos e comemos. Ao aplicar Reiki nos alimentos intensificamos o valor nutricional da comida e também diminuímos os efeitos nefastos de aditivos, conservantes ou outros químicos que ela possa conter. No entanto, é sempre bom ingerir alimentos saudáveis, biológicos e de qualidade.Pode fazer Reiki à sua comida em qualquer altura: nos sacos das compras, quando cozinha ou quando se prepara para comer. Para isso basta colocar as mãos por 1 a 3 minutos sobre um prato de comida, em cada lado do saco das compras, numa fruta, e concentrar-se na ideia de que o Reiki deve fluir em direção aos alimentos.Se possuir o segundo nível de Reiki pode desenhar o símbolo Cho Ku Rei (símbolo do Poder) sobre o prato de comida ou copo de bebida, principalmente, se estiver a comer num restaurante.Também podemos tratar um copo de água com Reiki e, a cada manhã, bebê-lo antes de iniciar as atividades diárias. Os alimentos tratados dessa forma, armazenam a energia Reiki que limpa e energiza todo o nosso corpo.A água energizada com Reiki também pode ser usada para ajudar alguém que se encontra num estado depressivo, ou sem energia. Muitos reikianos também tratam a água que dão aos seus animais e plantas.Aplicar Reiki desta maneira é uma forma de demonstrar Amor por nós próprios, pela nossa família e amigos. Devemos sempre agradecer aquilo que comemos e bebemos, pois tudo aquilo que ingerimos já teve vida e deixaram de ter para nos proporcionar energia para viver.Abençoar e vitalizar a nossa comida e bebida com Reiki é, sem dúvida,  fabuloso.

A reikiana e terapeuta holística Simone Kobayashi explica que o processo é muito simples: ao conectar-se com a energia do Reiki, a pessoa passará essa energia por meio de suas mãos para bebidas, legumes, frutas, verduras e outros. Qualquer reikiano pode fazer uso da técnica, mas para os que não conhecem o Reiki de forma profunda, Simone indica que o símbolo usado seja o Cho-Ku-Rei, que significa “paz”. No momento do uso da técnica, quem for fazê-la deve posicionar ambas as mãos sobre o alimento ou prato pronto e vibrar um sentimento de amor incondicional, para que a energia flua com maior rapidez e eficácia.A hora em que a técnica será aplicada fica ao gosto do reikiano e isso pode ser feito tanto antes do preparo quanto durante e após a refeição ficar pronta. “Eu prefiro aplicar o Reiki no meu próprio prato pronto, por exemplo, mas essa decisão é livre e não tem nenhuma recomendação a ser seguida”, explica Simone.Todos os tipos de alimentos estão liberados para receber a energia do Reiki, mas a especialista aconselha que a técnica não seja usada como justificativa para ingerir uma comida que não é aconselhada ou que cause algum mal estar, já que o intuito da aplicação não é este. Quanto ao tempo que a aplicação do Reiki deve demorar, Simone é flexível: mesmo que o ideal seja em torno de três minutos, uma pessoa muito atarefada, que não dispõe de muito tempo para preparar suas refeições devidamente, pode fazer a canalização de energia o quanto puder, nem que seja ao menos durante um minuto.

REIKI PODE MELHORAR A QUALIDADE ENERGÉTICA DOS ALIMENTOS

Tendo como base o experimento com águas feito pelo Dr. Masaru Emoto, em que é visto que as moléculas d´água se apresentam de formas diferentes conforme o pensamento e o sentimento humanos associado a elas, Simone afirma que a aplicação do Reiki na comida pode melhorar a qualidade energética de seus componentes, equilibrando-os e tornando a comida menos nociva – porém, é bom atentar que isso não se refere ao valor calórico do prato.”Como a vibração enérgica do Reiki é de uma frequência alta, as energias que a comida ou a bebida recebem tendem a serem sutis, limpando impurezas do campo energético. É um alimento mais harmonizado, que entra em sintonia com todo o corpo”, pontua a terapeuta.

Alimentação e Reiki – compreender as necessidades

“Que o vosso alimento seja o vosso primeiro medicamento” ~ Hipócrates

Devemos seguir a sabedoria do nosso corpo e compreender o que ele precisa. Também as profissões que temos e as exigências de vida podem afetar as nossas escolhas alimentares.Ao praticar Reiki, podemos descobrir que se tivermos ingerido muita comida não conseguiremos ser canais tão eficientes nesse momento. Podemos constatar que a carne nos torna mais pesados e que as bebidas alcoólicas podem ter um efeito mais amplificado em nós. O nosso canal energético foi amplificado, mudado e, naturalmente, sentiremos as coisas de uma maneira diferente.Pensem sempre no que realmente precisam e na quantidade que precisam. Consultem um nutricionista ou naturopata para auxiliar nesse processo. Se por exemplo tiverem um atividade exigente e depois ainda fizerem sessões de Reiki, possívelmente terão necessidades diferentes do caso de apenas viverem de fazer sessões de Reiki.  Dependerá de pessoa para pessoa mas, nada como ter a devida atenção.Algo que será indispensável é a atenção à água – a hidratação é muito importante para nós, não só porque a passagem de energia desidrata a maior parte dos praticantes e receptores, como também porque é excelente para eliminar toxinas, regular a temperatura do corpo, entre muitas outras vantagens.Algumas considerações a saber;Muitas vezes se pergunta qual o efeito do álcool na prática de Reiki. Naturalmente se se vai praticar Reiki não se deve consumir álcool mas experimentem o seguinte. Após beber um copo de vinho, o que acontece se aplicarem Reiki em vocês mesmos?Esta experiência deve ser apenas aplicada no próprio e serve para mostrar as contra-indicações de ingerir qualquer tipo de substância tóxica, inebriante, que possa alterar o estado de consciência. Nuns casos, o efeito do álcool passa mais rápidamente, noutros os seus efeitos são ampliados – tontura, cabeça no ar, sonolência, vômito.Experimentem sentir a energia dos alimentos e perguntar ao vosso corpo – “como vou me sentir se comer isto?”. Irão aprender bastante sobre vocês mesmos e sobre o que realmente precisam comer (e porquê).

Respeito por nós, pelos outros, pela energia

“Reiki é causa e efeito… Remova a causa e não haverá mais efeito” ~ Takata

Leia mais; Reiki

Podemos comer com consciência, podemos sempre agradecer por tudo. Não precisamos viver para comer mas precisamos comer para viver. De uma forma consciente e ponderada, conseguimos fazer parte do grande ciclo da vida, mantendo o equilíbrio da biosfera. A gratidão, o respeito pela vida, ajuda-nos a ter uma outra postura perante a comida. Se precisamos de mudar, podemos fazê-lo no tempo que for necessário, de forma equilibrada.

ALGUNS EXEMPLOS DE TERAPIAS ALTERNATIVAS  Á MEDICINA CONVENCIONAL,PARA ESTUDO E CONSULTA

1-Aromaterapia

2-Cromoterapia

3-Cristaloterapia

4-Terapia Floral

5-Homeopatia

6-Radiestesia

7-Acupuntura

LEIA MAIS SOBRE ESTAS E OUTRAS TERAPIAS;MEDICINA ALTERNATIVAS-OPÇÕES DE CURA

  • A sabedoria nada tem a ver com governar os outros, é uma questão de ordenar a si mesmo.
  • A nobreza nada tem a ver com poder e posição social, é uma questão de auto-realização.
  • A felicidade nada tem a ver com riqueza e posição social, é uma questão de harmonia.
  • As pessoas verdadeiras sabem de que modo considerar o ser interior como grande e o mundo como pequeno.
  • Endireite o seu corpo, unifique a sua visão, e a harmonia do céu chegará.
  • Aqueles que seguem o céu viajam com o Caminho, aqueles que seguem os humanos se misturam com o que é vulgar.
  • Quando as pessoas perdem sua natureza essencial por seguir desejos, as suas ações nunca são corretas.
  • A vastidão do uno é evidente em todo o céu e em toda a terra.
  • Contentamento e raiva são desvios do Caminho, ansiedade e lamento são perdas de virtude, preferências e aversões são excessos da mente, desejos habituais são pesos para a vida.
  • Aqueles que alcançam o Caminho são fracos em ambição mas fortes no trabalho, as suas mentes são abertas e suas respostas adequadas.
  • A flexibilidade e a tolerância são os administradores da vida, a dureza e a força são os soldados da morte.
  • Seguir significa combinar os elementos dos acontecimentos de modo que eles se harmonizem com o momento.
  • – Eleve os pensamentos a Deus;
    – Sinta a luz divina descer sobre o topo de sua cabeça, espalhando-se por dentro e por fora de seu corpo;
    – Agora volte sua atenção para seu coração; perceba-o todo iluminado, como um sol;
    – Imagine que raios de luz saem de seu coração-sol, irradiando-se pelos braços e mãos;
    – Fique assim, por algum tempo, deixando que a luz divina faça a cura em você;
    – Você também pode, nesse estado de Ser, espalmar suas mãos e enviar luz-amor para o Planeta Terra e sua humanidade.
    Que as bênçãos de Deus caiam sobre você como uma chuva de luz dourada, para todo o sempre

 

Visão pessoal….

O ser humano busca seu bem-estar desde as épocas mais remotas e, para isso, desenvolveu inúmeras formas de cura.A saúde é caracterizada pelo bem-estar, e antes do aparecimento da doença em si, o corpo começa a dar sinais de mal-estar, informando que não está tudo bem; A maioria das pessoas está acostumada com a medicina tradicional moderna, que é a ensinada em universidades e considerada oficial na maioria dos países ocidentais. Entretanto, existem outros tipos de terapias, algumas milenares, que ainda seduzem muita gente, mas que também geram debates dentro do meio científico e médico, e por isso são consideradas alternativas.Alternativas ou complementares? O debate começa já na definição. Algumas linhas de discussão afirmam que essas terapias não substituem os métodos convencionais. Outros afirmam que elas devem complementar o tratamento alopático, isto é, o tratamento convencional. Essa queda-de-braço já não é assunto novo;Acreditamos que deve haver fundamento científico e, principalmente, dados estatísticos que comprovem que a terapia funciona, como no caso da Acupuntura,Reiki, Homeopatia,Fitoterapia entre outras.A Organização Mundial de Saúde (OMS) define de forma abstrata as medicinas alternativas: as medicinas não convencionais abrangem todas as terapias que não são utilizadas pela medicina convencional.É cada vez mais frequente, e comum, a busca por terapias alternativas ou complementares para tratar diferentes tipos de doenças da mente, corpo ou espírito. O mundo está cada vez mais “alternativo”. Medicamentos ou técnicas naturais são muito úteis quando aplicados por terapêutas experientes e capacitados .A tendência nos últimos anos tem sido a de uma maior responsabilidade assumida pelas pessoas, em relação à sua própria saúde.Atualmente, a procura por terapias não convencionais está também relacionada com a preocupação dos efeitos secundários prejudiciais de alguns medicamentos prescritos, muitas vezes em excesso, levando as pessoas a procurar terapias alternativas ou complementares sempre que possível.Homeopatia, Acupuntura, Fitoterapia, Quiropraxia, Reiki, Terapia Floral, são exemplos de métodos que eram tratados como alternativos, e hoje, são reconhecidos pela medicina como técnicas terapêuticas de grande eficácia nos mais diversos tratamentos.A diferença entre os termos alternativa e complementar é simples: Quando se utiliza a terapêutica alternativa, como por exemplo um tratamento feito sob a técnica da ortomolecular, dizemos que a pessoa está  fazendo um tratamento alternativo em detrimento da medicina convencional ou ortodoxa. Se o paciente com problemas de stress que esteja sendo acompanhado pelo seu médico e este indicar sessões de meditação e relaxamento dizemos que este paciente está recorrendo á um tratamento complementar ao seu tratamento convencional.O importante é recorrer á terapêutas alternativos conscientes, experientes e idôneos, quando decidirmos por tratamento não convencional.Concluindo, seria conveniente e muito benéfico à humanidade, observar quais são as crenças sobre a saúde e o bem-estar, e, de modo inverso, sobre a doença. Observar o que é, o que cria a doença, ou a falta de bem-estar, e de alguma maneira, mudar isto de dentro para fora, no reconhecimento de que tudo, de certa maneira, é co-dependente, interativo e que não está separado. Que quando nós re-criamos o equilíbrio – e, algumas vezes, isto requer um pouco de tempo na nossa realidade – de modo que, ao invés de procurar simplesmente um “comprimido, uma poção ou uma técnica terapêutica” para criar a mudança instantânea, observar uma mudança mais profunda, de modo que o verdadeiro equilíbrio possa ser restaurado. E observar qual foi o “presente “neste espaço chamado de doença/saúde, desequilíbrio, doença.Então, podemos nos perguntar; Como podemos avançar para esta nova transformação? Para nós aqui da Equipe, é sendo AUTO-OBSERVADOR. Ao estar consciente de quando nós começamos a acreditar que não somos suficientemente bons de alguma maneira, devemos observar isto e decidir se é isto o que nós realmente queremos acreditar ou se nós queremos fortalecer uma nova crença,;que Eu Sou Amor, Sou Uno e estou conectado com o Plenum Cósmico/ Deus e com Tudo O Que É.

Inspiração….

1-Reiki para todos
Roberto King
2-O Grande livro dos símbolos do Reiki
Walter Lubeck
3-The book on karuna Reiki
William Lee Rand
4-The Heart of Reiki
Susan Downning
5-Women and Reiki
Judith Macpherson
6-Reiki para iniciantes
David Vennells
7-Reiki Healer
Lawrence Eliyar
8-Reiki-Cura e Harmonia através das mãos
 Tanmaya Honervogt
Exibindo Foto de Mônica F.De JardinMonicavox
Recomendo…..

OS CRÂNIOS DE CRISTAL-COMPUTADORES QUÂNTICOS

Ao longo de todos os tempos,os homens têm sido atraídos pelos cristais.  Atualmente eles são muito populares para aqueles que estão em seu caminho espiritual.  Há muitos livros, idéias e treinamentos que nos dão quantidades incríveis de informação.Os Cristais podem ser vistos como a forma mais pura em que a consciência pode manifestar-se nesta realidade.  Isto significa que elas são as melhores ferramentas existentes para despertar, ativar e estimular a nossa Consciência.  Consciente, ser consciente, é de primordial importância para a nossa evolução pessoal.Os Cristais podem nos ajudar a evoluir e ajudar a transformar tudo o que nos impede de aumentar o nosso nível de Consciência.

O assunto dos Crânios de Cristal, vem movimentando a opinião pública de estudiosos e da comunidade científica do mundo todo, desde que começaram a serem descobertos , em datas diferentes, ao longo da história da Humanidade.Segundo os estudiosos e livros sobre o assunto, que nos propõe uma nova história para o nosso Planeta Terra, eles tem a ver com a ativação de nossa memória ancestral Lemuriana. O fim da civilização lemuriana ocorreu pouco a pouco, antes da civilização atlante. Mas apesar de que aquela civilização desapareceu há dezenas de milhares de anos, a consciência lemuriana está sempre presente. Ela foi conservada viva na Terra. Todos os povos pertencentes às nações ameríndias são portadores dessa informação; ela está codificada em nossos genes(DNA), mas permanece selada, presa neles, no interior de nossa memória celular, cuja frequência é idêntica àquela do Cristal Mestre  dos arquivos subterrâneos.

Próximo do fim da civilização lemuriana, seres físicos habitavam aquilo que hoje se tornou a região de Four Corners, ao sul dos Estados Unidos, que era, então, um arquipélago e que se pode considerar como o centro geográfico da antiga Lemúria. Eles tinham consciência de que uma gigantesca perturbação tectônica estava prestes a acontecer e que o equilíbrio das massas continentais seria profundamente afetado por ela. Eles tomaram a decisão então, de guardar seu Conhecimento num local onde pudesse ser ele preservado para uso por futuras gerações. Cerca de trezentos anos antes do cataclismo que pos fim à sua civilização, os lemurianos começaram a armazenar os registros de informações que estavam em sua posse em cristais em forma de crânios que espalharam em todo o planeta. Esses crânios de cristal, que têm a propriedade de gravar a informação, foram religados a um Cristal-­Mestre concebido como um tipo de matriz que os permite ativar sua memória. Alguns desses cristais foram reencontrados por ocasião de pesquisas arqueológicas, mas a matriz, da qual depende a ativação do conjunto, permanece enterrada nas profundidades da Terra.

COMO FUNCIONAM AS ENERGIAS DENTRO DO CRÂNIO DE CRISTAL

O que é verdade para os cristais é  igualmente verdade para os Crânios de Cristal.  No entanto, Crânios de Cristal oferecem ainda mais. Essas energias criam um campo único, que até certo ponto pode ser comparado com a Consciência Coletiva da Humanidade.  Este campo de energia, o campo coletivo do Crânio de Cristal, tem suas próprias características únicas. Então,porque a forma do crânio? Os Crânios de Cristal  não tem nada a ver com um símbolo de morte.  Eles representam a forma da nossa cabeça.  O crânio contém o cérebro, o órgão através do qual nos expressamos conscientemente nessa realidade.  O cérebro também é o receptor da informação / energia.  Os Crânios de Cristal são vistos como depósitos de informações.  Acredita-se que os crânios antigos estão repletos com muitas  informações antigas.  No entanto, até agora apenas uma quantidade limitada desta informação foi acessada.Outro aspecto interessante de caveiras de cristal é que são altamente reflexivas.  Isso significa que eles podem refletir de volta para nós como um espelho,o que nós somos – tanto a nossa essência como o que nos impede de manifestar plenamente essa essência.  Eles também ajudam a expandir a  consciência e nos conectar com outros reinos.  Resumindo, eles ajudam a “nos ver ” em todos os aspectos.

Os chamados “Crânios de Cristal” alimentam e, ao mesmo tempo, fornecem codificações de dados frequenciais para a transição á ideologias expandidas, de tal modo que nós não precisamos esperar pela passagem do tempo do calendário para proclamarmos a chegada da anunciada “Ascensão” , incorporando e assumindo a Verdade Ascensionada.

Nos Crânios de Cristal ,existe uma vasta biblioteca de informações pertinentes às intensas mudanças que estão ocorrendo na Terra, e elas são essenciais à humanidade, no micro e no macro. Os Crânios de Cristal contêm códigos vibracionais que são emanados das suas estruturas, até agora não identificadas, que são inteligentemente enriquecidas – além da nossa imaginação – pela variedade e diversidade técnica e sagrada. Os crânios são o “Paradigma da Ascensão” e o “Protótipo do Ser Humano Aperfeiçoado”. Este novo paradigma que está surgindo, promove uma melhor qualidade de vida e reforça a capacidade de escolher novas perspectivas virtuais, enquanto encoraja a liberação de crenças obsoletas que não nos servem mais. 

Então, pode-se dizer que os Crânios de Cristal abrangem uma transição que é uma mudança “Virtual”. Por “virtual” queremos dizer que é um programa etérico mental, trabalhando na sua Divindade e que precede a mudança externa. Isto permite uma expressão diferente do ser dentro do status quo ou no ambiente não modificado da Terra tridimensional. A chave é fazer as mudanças internas desejadas que já estão em curso, e incorporá-las totalmente, como se o seu futuro dependesse delas.

UMA BREVE HISTÓRIA DO PORQUÊ ARMAZENAR CONHECIMENTO EM PEDRAS E OSSOS

Muitas das estruturas construídas neste planeta, especialmente em antigos locais sagrados, contêm informações armazenadas dentro de pedras. De maneira análoga, NÓS, SERES HUMANOS TEMOS INFORMAÇÕES ARMAZENADAS DENTRO DOS NOSSOS OSSOS,NO NOSSO DNA E NAS NOSSAS CÉLULAS.Quando trabalhamos com o  som por exemplo , ele “destranca a porta de entrada” e deixa as informações inundarem o nosso corpo. Ele também penetra no solo, afetando as vibrações da Terra e permitindo que ocorra o realinhamento molecular das informações. As pessoas que usam o som no trabalho corporal provocam o realinhamento da estrutura molecular, criando uma abertura para a inundação de informações. Este tipo de trabalho vai se tornar cada vez mais profundo com a Transição Planetária que está nos permeando cada vez mais intensamente.

No Tibete por exemplo, quando um Mestre Lama capaz de transcender realidades fazia sua “passagem”, o corpo era mantido e deixava-­se que deteriorasse naturalmente porque o esqueleto era sensível às frequências, já que eles sabiam que as informações estão armazenadas nos ossos e nas pedras. Em alguns locais do Tibete, onde as linhagens de determinadas congregações religiosas podem ser traçadas por milhares e milhares de anos, os monges guardam o CRÂNIO de seus mestres.Por estas afirmações/constatações, podemos imaginar porque os Crânios de Cristal foram projetados; Estruturas Cristalinas assemelham-­se a computadores holográficos: podem transmitir para o ser humano evoluído, ou conectado, uma tremenda quantidade de informação. São projetados como crânios para atuarem como um código para compreender o nosso próprio crânio e perceber que os ossos do nosso corpo são muito valiosos.

COMO E ONDE FOI DESCOBERTO O PRIMEIRO CRÂNIO DE CRISTAL

O crânio de cristal mais famoso é o “Skull of Doom” (“Crânio do Juízo Final”)

Em 1924, Anna Le Guillon Mitchell – Hedges, então aos 17 anos de idade, encontrou-se na Honduras Britânica (rebatizada como Belize, após a descolonização) com seu pai, que era antropólogo de renome. Juntos, eles descobriram uma estranha escultura em cristal de rocha, em forma de crânio feminino nas ruínas de uma antiga cidade maia, no sítio de Lubaantun. Certas propriedades desse crânio, confirmadas mais tarde por peritos em cristalografia do mais avançado laboratório de cristalografia do mundo – o da Hewlett Packard, na Califórnia, EUA – que chegou à conclusão, de que os crânios possuem um mecanismo interno de lentes e prismas que o homem moderno só começou a dominar há bem pouco tempo. As conclusões são verdadeiramente surpreendentes:

1-Constitui-­se de um quartzo natural extremamente puro e raro: do dióxido de silício piezo­elétrico anisotrópico. ­

2-As duas partes que o compõem provêm do mesmo bloco de quartzo.

3-Ele não apresenta traço algum de usinagem nem de instrumento algum, mesmo no âmbito microscópico. É, portanto, impossível datá-­lo, já que o cristal não envelhece.

4-Quando iluminado por baixo, a luz flui através de suas órbitas. ­ Quando iluminado por trás pelos raios do Sol, um feixe luminoso intenso, suscetível de incendiar a vegetação, flui das órbitas, do nariz e da boca

Ninguém descobriu o motivo e a função dessa característica dos crânios, mas alguns cientistas “opinam”, dizendo que pode ser um tipo de código gravado em sua estrutura de cristal, como existem hoje nos microchips de computadores, ou então que a convergência da luz para a saída em seus “olhos” e “bocas” possa ser algo que deva ser aplicado em conjunto com todos os crânios, formando um “equipamento maior”, quando todos eles estiverem reunidos em algum local específico.

Têm sido feitas muitas tentativas de esculpir um crânio semelhante ao crânio Mitchell-Hedges.  Uma das características especiais do crânio é que tem uma mandíbula destacável, que tudo indica que foi feita, a partir do mesmo pedaço de cristal que o próprio crânio.  E embora haja escultores, especialmente na China, que podem esculpir um crânio com uma mandíbula destacável de um pedaço de cristal, ninguém ainda foi capaz de esculpir um crânio com todas as lentes, como é encontrado no crânio de Mitchell-Hedges.Há muitos relatos de efeitos estranhos e especiais  entorno deste crânio.  As pessoas vêem todos os tipos de imagens nele, como paisagens, OVNIs, alienígenas, e muito mais.  É interessante notar que muitos desses fenômenos foram fotografados, provando que não é só a “imaginação” de alguns indivíduos.

Não há outro Crânio de Cristal que tenha sido mais descrito, estudado e observado e foi tema de livros e documentários, tanto quanto o crânio de Mitchell-Hedges.  A razão disso pode ser porque nenhum outro crânio ficou mais disponível para pesquisas , com tantos observadores ao seu redor; Embora existam dois Crânios de Cristal que são conhecidos  e estão no British Museum, mas não estão disponíveis para a pesquisa e para o público, da mesma forma como o crânio Mitchell-Hedges.Outra razão deste crânio atrair tanta atenção, é sua beleza física.  É feito de quartzo muito claro e é muito especial em sua escultura.  Acredita-se que a anatomia está correta e é feito à imagem do crânio de uma mulher.

Quando seu pai morreu, Anna tornou-se a guardiã do crânio.  Ela  viajou extensivamente com o crânio até meados de 1990, permitindo que muitas pessoas  “se conectassem telepaticamente com ele”.  As pessoas também iam á  casa dela para ver o crânio.  Anna Mitchell-Hedges faleceu em 11 de abril de 2007 no aniversário do atual guardião,Bill Homann, depois de ter vivido uma vida notável, que durou 100 anos e 100 dias(!). Seguindo o desejo de Anna, Bill dedica-se a fazer com que este Crânio de Cristal  se torne cada vez mais disponível para o mundo.

OUTROS CRÂNIOS DE CRISTAL PELO MUNDO

Durante os últimos dez anos descobriu-se na América diversos crânios de cristal, provávelmente talhados por culturas pré-colombianas dotadas de meios tecnológicos “impossíveis” para aquela época.
No entanto, eles já começaram a aparecer no final da década de 1890, quando dois deles, feitos de quartzo transparente, foram descobertos no México.Tratavam-se de duas peças únicas em seu gênero, supostamente encontradas por mercenários que as obtiveram de camponeses locais, que por sua vez as tinham roubado de tumbas existentes naquela região. Algumas teorias sugeriram que os achados teriam sido esculpidos pelos astecas e três desses estão em exposição nos museus de Washington, Londres e Paris.Um destes objetos é conhecido atualmente como a Caveira de Cristal Britânica. Esta foi comprada de contrabandistas pela famosa joalheria nova-iorquina Tiffany’s e posteriormente, em 1898, adquirida pelo Museu Britânico por 120 libras esterlinas. Lá se encontra até hoje.A outra é chamada de Caveira de Paris, que está exposta no Museu Trocadero, da capital francesa.
O QUE DIZEM OS PESQUISADORES
O pesquisador norte-americano Joshua Shapiro, mais conhecido como “Illinois”, estado norte-americano onde nasceu, diz que há sete anos investiga o fenômeno e tem se valido de informações fornecidas por sensitivos.Captando a energia emitida pelos cristais, eles chegaram à conclusão de que os crânios devem ter por volta de 4 mil anos de idade.Segundo Shapiro, os crânios seriam espécies de computadores primitivos, onde estariam armazenadas as informações sobre a vida das culturas que os produziram.O químico norte-americano Don Robins, no livro A Linguagem Secreta das Pedras , diz que o cristal possui depósitos de energia, que são liberadas em forma de mensagens codificadas, quando a pedra entra em contato com o homem.Cabe a nós decifrá-las. Até que isso aconteça, as especulações em torno dos crânios vão continuar.Shapiro, por exemplo, acredita que eles têm origem nos continentes perdidos da Atlântida ou da Lemúria ou ainda que sejam obra de extraterrestres.
SÃO NOVE OS CRÂNIOS PESQUISADOS ATÉ AGORA POR SHAPIRO;

Crânio de Mitchell-Hedges  o principal e o mais perfeito deles, e sobre o qual foram feitas as maiores pesquisas e descobertas.Descrito acima;

Max, o crânio do Texas – Peça única de quartzo transparente. Pesa 8 quilos. Foi doada ao Parque de Houston, Texas, por um monge tibetano, que por sua vez o recebeu como presente dos habitantes de uma pequena vila na Guatemala.Desde o ano passado, Max tem sido usado em cerimônias religiosas dos índios norte-americanos.

O crânio inglês – Peça única de quartzo transparente. Acha-se no Museu Britânico do Homem, em Londres, desde 1898.Foi encontrado no México, em 1890, por um caçador de tesouros. É mais sombrio do que o crânio de Mitchell.A face direita está deformada.

O crânio de Paris – Peça única de quartzo transparente. Também foi encontrado no México, em 1890.Acha-se agora no Museu Trocadero, em Paris. Possui as mais primitiva das faces de todos os crânios pesquisados.Tem um corte de cima para baixo, em forma de cruz.

O crânio violeta – Peça única, esculpida em ametista. Foi achado em um depósito de artefatos maias por um membro de uma fraternidade secreta do México, em 1900. Está no Texas e à venda(até a data das informações para este post, estava).Difere dos outros pela sua têmpora circular e uma faixa branca em torno de sua parte superior.

O crânio maia – Peça única de quartzo transparente, encontrada na Guatemala, em 1912, semelhante ao crânio de ametista.Seu paradeiro atual é desconhecido.

O crânio “ET” – Peça única de quarzo opaco, descoberto no povoado de uma família maia na América Central, por volta de 1900.A fronte é pontiaguda e os dentes são projetados para a frente.

O crânio peruano – Foi encontrado no nordeste do Peru.
Peça única de quartzo transparente, azulado na região dos olhos. Acha-se em mãos de uma tribo primitiva naquela região peruana.

O crânio do Smithsonian Institute – Recentemente, o Smithsonian Institute recebeu um crânio de quartzo transparente, doado por fonte anônima. É grande, oco e pesa 14 quilos.

 OS CRISTAIS USADOS PARA ESCULPIR OS CRÂNIOS PODEM SER DIFERENTES DOS CRISTAIS COMUNS?

 

O peso médio de cada crânio é de 5 quilos, com as dimensões de 13 cm de altura, 13 cm de frente e 18 cm de profundidade.Como explicar então que eles tenham sido moldados em época de nenhum recurso científico?Essas perguntas permanecem sem respostas, bem como é um mistério a idade desses cristais.Não foi feito o teste de Carbono 14, pois ele não funciona com materiais inorgânicos.

Em um cristal  comum  vemos, na maioria dos casos, 4 ou 5 campos poliédricos. No entanto, se olharmos para os Crânios de Cristal, vemos sempre um mínimo de 6 dessas camadas e muitas vezes até 7 ou mais.  Será isto uma coincidência ou os cristais que são usados para fazer os Crânios de Cristal são diferentes dos outros cristais?  Ou será que algo acontece no processo de escultura?  A resposta veio da observação da energia durante o processo de esculpir dois crânios.Fizeram esta experiência, usando um cristal com 4 campos poliédricos.  Logo que a forma bruta do crânio era visível no cristal, de repente, um campo de 5 poliédricas apareceu.  Quando o crânio estava praticamente concluído, ainda outro campo poliédrico apareceu.  Òbviamente, o processo de esculpir um cristal em forma de crânio, induz um aumento na energia.  Este aumento de energia parece ser característica da escultura de crânios.  Muitos pesquisadores de crânios de cristal referem-se a importância da intenção do escultor.  A intenção forte e foco de um escultor pode adicionar uma terceira camada de energia.  Isto explica porque em alguns casos, não 2 mas 3  campos poliédricos extras, aparecem durante a escultura.

A ORIGEM DOS CRÂNIOS DE CRISTAL SEGUNDO OS PLÊIADIANOS

Os Crânios de Cristal que já foram encontrados e que desafiam a ciência por sua constituição e confecção,  são feitos de um conglomerado extraterrestre, de um material que poderia ser chamado de “supra quartzo” , que contém quartzo puro, que é ligado á um aspecto do diamante e ligado, num sentido alquímico, com ouro frequencial. É um material similar àquele usado na Lua Cristalina da Atlântida e nos magníficos Cristais dos Templos . Na verdade, em termos lineares, os crânios originais são anteriores aos Cristais dos Templos Atlantes. Apenas dois dos Crânios de Cristal que estão em circulação atualmente são de origem extraterrestre. Estes crânios de cristal originais vieram de outro mundo e outra realidade. Todas as realidades são criadas com base no padrão da consciência geométrica sagrada cristalina, através da Proporção Phi e Segmento Áureo. Na verdade, a Humanidade e sua(s) Terra(s) física(s) são concebidas dentro do paradigma de uma fórmula de matriz. E assim também foram criados os Crânios de Cristal, só que numa frequência muito maior, uma frequência de perfeição. Os crânios são realmente formados como protótipos da consciência humana perfeita, para que ela não seja esquecida na dualidade. Dentro deles está contida a perfeição do ser humano, abrangendo todos os aspectos, os doze aspectos sagrados (por isso eles existem em um número de 12 espalhados pelo planeta, para serem descobertos aos poucos e reunidos ao de número 13, quando a época da Transição Planetária chegasse).

Então, originalmente, os crânios cristalinos padronizados foram trazidos de Arcturus e das Plêiades para a Terra, para uma região que depois se tornou a Lemúria. Mas, na verdade, o modelo foi trazido antes do planeta estar totalmente polarizado. Ele foi trazido no tempo do Firmamento, numa Terra de ponto zero, num plano não­-magnético, num Mundo Terreno que conhecia a perfeição, que era habitado por manifestações andróginas do Espírito Etérico em plena consciência(Teosofia). Entretanto, naquele tempo, já era sabido que o Firmamento cairia, que se dissolveria, e então o plano era que o modelo ­ desse extraordinário registro holográfico, o crânio de cristal original, ­ serviria como um protótipo desse aspecto integral inicial. E assim ele contém o modelo dos 12 filamentos de DNA, a mente clara totalmente consciente e a existência do ser humano evoluído. Os Crânios de Cristal contêm aquilo que nós éramos antes do “experimento humano”, e o que seremos quando o completarmos o ciclo da Transição Planetária, o círculo infinito.

CRÂNIOS DE CRISTAL -A CODIFICAÇÃO PARA DEPOIS DE 2012-Bibliotecas Conscientes do Paradigma Cristalino chamadas Crânios de Cristal-(segundo James Tyberonn)

Edgar Cayce falou que os Antigos (da Atlântida, Lemúria e Terra pré-dualidade) reconheciam a perfeita estrutura e geometria sagrada do crânio humano como sendo o portal de entrada da consciência para as dimensões da Terra e dos reinos superiores. Portanto, é compreensível que o crânio tenha sido escolhido como modelo para as bibliotecas cristalinas multidimensionais conhecidas por “Crânios de Cristal”.Eles são portais dinâmicos multidimensionais. São, de fato, Computadores Vivos e Conscientes que se atualizam constantemente com “programas” apropriados da “Mente Universal” em apoio à Terra e à Humanidade. Eles recebem e projetam códigos holográficos que orientam a mudança da nossa matriz planetária bem como os paradigmas da nossa consciência dual.A Era Cristalina está diante de nós e a energia cristalina é que define a ressonância da próxima graduação e mudança da humanidade.Na verdade, eles tiveram uma função mais importante do que nós imaginamos, na Ascensão Planetária de 2012. Códigos que permitiram que a Terra se graduasse, foram liberados através dos portais programados nos Crânios de Cristal originais.Agora os Crânios de Cristal estão concentrados em ajudar a humanidade. A humanidade “em massa” está a caminho de ascender em mais ou menos 300 anos. E há muita coisa que precisa acontecer.Os anos 2038 e 2075 são marcos importantes.Em 2014, com o Portal Harmônico da Paz, plantou as sementes do Novo Firmamento que, por sua vez, plantará as sementes do Retorno da Consciência Crística ao Planeta. Todos estes são eventos holográficos codificados.

O protótipo do crânio cristalino original, contém uma biblioteca extraordináriamente vasta, totalmente consciente. Todos os dados, todos os registros, todo o conhecimento está armazenado e programado num processo extremamente complexo no seu interior.Tanto o processo quanto a quantidade infinita de informações que ele guarda são incompreensíveis para nós que raciocinamos na polaridade.Ele foi concebido para conter a incrível frequência que o ligava ao holograma.Portanto, o crânio cristalino é um lembrete respeitoso e um transmissor dessa lembrança, que imprime indelevelmente na alma e na “Mente Divina” da humanidade aquilo que é o modelo perfeito.

Este é primorosamente impregnado no aspecto divino da alma, quando ela entra no padrão terreno do campo unificado. De certa forma, ele é o padrão registrado no Eu Divino, no Subconsciente ou Supersubconsciente da mente humana.É o homem perfeito, não a versão na qual o homem se transformaria mais tarde, na espiral descendente da experiência humana, mas o modelo original ao qual o homem aspira, evolui e retorna através do ciclo de crescimento chamado reencarnação, em direção àquele arquétipo paradigmático original e impecável.

Os Crânios de Cristal são realmente um reflexo da perfeição nos seres humanos. Assim têm sido desde o advento da dualidade na Terra, com a queda e dissolução do Firmamento original. Nestes anos pós 2012 da Nova Terra, eles estão na segunda fase do seu propósito.Quando a humanidade, individualmente e em massa, estiver pronta para usar estas Bibliotecas Divinas para se fundirem na perfeição, elas oferecerão um vislumbre de mundos novos e incríveis, de beleza, criatividade e amor incondicional.
Na verdade, elas estiveram adormecidas por milênios, aguardando este momento do nosso tempo linear para se reativarem e despertarem. Aqueles que trabalharam com os Crânios de Cristal em vidas passadas estão sendo chamados agora para estar com eles de novo.

Visão pessoal….

O entusiasmo crescente no que se refere aos Crânios de Cristal, só faz sentido abordarmos o assunto com uma mentalidade que está aberta a explorar o desconhecido. De um ponto de vista mental/científico, são objetos de cristal em forma de um crânio e alguns têm sido encontradas em sítios arqueológicos. No entanto, há mais que simples Crânios de Cristal. Eles definem algo mais para aqueles que estão dispostos a se abrir para eles. È algo como um “Despertar”. A reação inicial aos Crânios de Cristal para muitas pessoas, é que têm a ver com a morte, que, na nossa cultura cristã é ainda um assunto cercado de medo para muitos. Na realidade, as “caveiras de cristal” são um símbolo da consciência. Uma vez que nós nos abrimos para ela, eles abrem as portas dentro de nós. Elas nos convidam para expandir-nos e vermos aumentar a sincronicidade em nossa vida.  À medida que exploramos novas frentes em diferentes dimensões, enquanto expandimos a nossa consciência, os “porquês e comos “em torno dos Crânios de Cristal, se tornam mais claros.

 

Inspiração…

Mensageiros do Amanhecer
Bárbara Marciniack
Terra-biblioteca Viva
Bárbara Marciniack
Crânios de Cristal
David Hatcher Childress
O Mistério da Caveira de Cristal
Cris Morton
Bíblia dos Cristais
Judy Hall
A Alquimia da Ascenção
James Tyberonn
Mensagens do Arcanjo Metatron
James Tyberonn
La herencia de los Antiguos Mayas
David Gallon
A Linguagem secreta das pedras
Don Robins
Cristais -Os Mestres da Luz
Fabrizio Ranzolin Raizer
Princípios de Optica e Física
Raymond A. Serway
Os Templos de Cristais-A Era dos Grandes Magos
Rubens Saraceni
El Continente perdido da Lemúria
W. Elliot-Scott
Legends os Atlantis and lost Lemúria
W. Elliot-Scott
The Lost Civilization of Lemúria
Frank Joseph
Monicavox
Recomendo….

A Energia Vrill Atlante

Falar da Atlântida , é como descrever a Criação Divina através da limitada linguagem humana. Sua cultura era muito avançada, sendo que em muitos pontos ultrapassava os povos atuais com facilidade. As nações, na realidade, são apenas berços para a reencarnação de grupos espirituais e na  Atlântida reencarnavam, há séculos, somente espíritos com graduação semelhante ao estágio que a humanidade atual irá atingir a partir do segundo século do terceiro milênio.O grande fator de diferenciação do povo atlante em relação à humanidade atual era a sua visão liberta de paradigmas. Os atlantes enxergavam o plano invisível e não eram escravos do materialismo como os povos atuais, motivo pelo qual os habitantes da ilha de Posseidon desenvolveram de forma admirável as faculdades paranormais, o que permitia-lhes uma ligação direta com outras realidades dimensionais como, por exemplo, com a do mundo dos espíritos — a Pátria Maior. Essa visão abrangente permitiu ao povo atlante desenvolver uma tecnologia energética que ficou conhecida pelo nome de “Vrill”. Essa energia era desencadeada através dos elementos invisíveis da natureza e permitia um grande avanço nos meios de produção, proporcionando ao povo conforto e um elevado padrão de vida.
COMO FUNCIONAVA A ENERGIA VRILL ATLANTE

Uma de suas formas mais comuns de manifestação era através da “in­versão do eixo gravi­tacional” de elemen­tos materiais. A partir de uma indução energética era possível erguer pesados blocos de rocha como se fossem monólitos de algodão, tecnologia que permitia a construção de grandes edifícios sem a utilização de máquinas pesadas. Era necessário apenas conduzir as pedras colossais aos locais apropriados depois de serem lapidadas através de avançada tecnologia.Os primeiros egípcios, que ainda dominavam parcialmente o “Vrill”, construíram as pirâmides e a esfinge de Gizé utilizando-se dessa tecnologia. Somente o “Vrill” poderia erguer monólitos com duas toneladas de peso sem a utilização de roldanas e guindastes. Outros povos descendentes dos atlantes, como os habitantes da ilha de Páscoa e os Sumérios, também utilizaram-se dessa energia para erguer suas fantásticas construções e seus monumentos.O povo egípcio, os maias, os astecas e outros povos da Antiguidade receberam a influência direta dos atlantes após a submersão da “Gran­de Ilha”. Diversas embarcações abandonaram a Atlântida antes do Grande Juízo Final, levando a bordo habitantes que foram viver em outras terras e caldearam sua cultura à dos povos primitivos do resto do globo.

Esse fato proporcionou um grande impulso para o desenvolvimento tecnológico, que até hoje impressiona os historiadores. Os egípcios são um grande exemplo. Até a quinta dinastia, eles possuíam um avanço considerável. Ao contrário da ordem natural da evolução dos povos, eles nasceram “gran­des” para depois entrarem em franca decadência. Inclusive os primeiros egípcios eram monoteístas e com o passar dos séculos declinaram à crença em vários deuses.

Notamos aí o perfil dos capelinos que promoveram a crença pagã entres os gregos, os egípcios e, posteriormente, os romanos. Outro exemplo da presença atlante no resto do mundo é a construção de pirâmides por quase todos os povos antigos do planeta. No Egito, tivemos as mais impressionantes demonstrações dessa cultura. A Atlântida era um continente repleto desses “catalisadores energéticos”que eram construídos com as mais belas pedras, desde o granito até o basalto negro. Na capital, Posseidon, existia a “Grande Pirâmide” que possuía um tamanho quatro vezes maior que a pirâmide de Kéops, no Egito, e era composta de blocos de cristal branco, que posteriormente foram fusionados, tornando-se uma única peça. Essa grande pirâmide, hoje submersa nas profundezas do oceano, está localizada exatamente na região conhecida como “Triângulo das Bermudas”(quinta parte da série), gerando uma espécie de energia magneto- espiritual que desencadeia os fenômenos já conhecidos e a rotineira alteração da leitura dos instrumentos de navegação. Os atlantes dominavam também a tecnologia da informação através de cristais de quartzo manipulados pela energia “Vrill”.

EXPLICANDO A ENERGIA VRILL

A quantidade disponível de energia Vrill contida em um miligrama de cristal é incomensurável, por isto não se pode conceber a razão pela qual a ciência atual não tenha tentado  o estabelecimento dessa fonte energética.Na realidade, a humanidade não necessita de tamanho volume de energia quanto a que um ínfimo fragmento de cristal pode conter e liberar. Por maior que seja um trabalho ao nível da terra, a energia Vrill liberada diretamente é excessiva. Sómente em se tratando de mobilizar sistemas estelares, modificar o posicionamento de sistemas planetários e coisas desse porte, é que seria preciso tamanho manancial de energia, mas isto ainda não cabe ao homem fazê-lo. Sendo assim, o Vrill deve ser mantido longe do uso da humanidade ainda em sua maioria egocêntrica e irresponsável. De certa forma poderíamos dizer que isto faz parte das ciências dos “deuses”. Por maior que seja o dispêndio de energia, por maior que seja o consumo de energia no planeta, agora e no próximo milênio, de forma alguma é preciso fazer uso da liberação do Vrill represado em determinados cristais.

Por maior que seja a necessidade de energia que a terra venha precisar no próximo milênio evidentemente os cristais serão a base, porém, não por desagregação ao nível de Vrill e sim, por captação.Há outros meios de permutar a energia a partir de níveis que são chamados de hiper-físicos. Há outros planos, além deste plano físico existente dentro de lacunas de faixas de vibração.São de tais mundos que é possível transferir energia e também de mundos de outras dimensões. Até no fenômeno parapsicológico denominado de “Poltergeist” a energia é trazida por sintonia mental de um outro plano para o ambiente físico.

Na realidade, existe um incomensurável manancial de energia no universo. Os antigos chamam de energia cósmica, mas na essência trata-se da energia Vrill que a tudo permeia. É possível capturá-la e canalizá-la de forma perene e suave e isto pode ser feito a partir de dispositivo à base de cristais.A energia Vrill inunda tudo quanto há e os cristais dão a possibilidade de canalização, de mobilização desta energia para um ponto a outro tal como, por analogia, podemos dizer ser semelhante ao que acontece com relação à energia Chi que, por alguns processos especiais como a acupuntura, pode ser intensificada, diminuída, desviada ou mesmo acumulada.

Não  tentemos  liberar o Vrill contido na matéria, especialmente nos cristais, pois a desproporção é tremenda; uma mínima quantidade de matéria encerra uma carga de Vrill de tão ampla magnitude que nenhuma força, nenhuma tecnologia existente ,é capaz de controlá-la. Querer liberar o Vrill existente numa fração de matéria é como querer tirar a carga de um imenso e inconcebível acumulador de energia de uma só vez, quando na realidade pode-se retirá-la progressivamente de conformidade com as necessidades usuais na Terra. Mas, em se tratando do Vrill não é absolutamente preciso, o homem graças aos cristais pode canalizar o quanto necessitar de energia, de forma suave á partir não sómente  do Vrill livre ,mas também de outras naturezas existente no meio ambiente e dos mundos hiper-físicos que nos permeiam.

O Vrill é um nível de energia, por assim dizer, reservado às grandes transformações siderais, cósmicas, e não restrito á um simples planeta. Querer usar o Vrill na Terra é como querer, por exemplo, aquecer uma xícara de água através da explosão de uma bomba de hidrogênio. Ele destina-se, pois, aos imensos processos construtivos e transformadores dos incomensuráveis sistemas siderais que requerem um volume inconcebível de energia. Os atlantes sabiam como usar os cristais afim de canalizarem o quanto de energia precisavam para suas atividades habituais. Tinham uma fonte perene e inesgotável de energia; de forma alguma eles careciam de mais energia para o consumo comum. Por isto é que alguns estudiosos dizem que, ao tentarem a liberação do Vrill contido na matéria, eles sentiam-se ameaçados de que tal ameaça poderia destruir toda uma civilização.

Existiram dois planetas que foram destruídos por essa energia, tratando-se do planeta Erg e Morg que haviam existido entre Marte e Júpiter, e cujos fragmentos formaram um anel de asteroides, que ainda hoje gravitam em orbita entre Júpiter e Marte, sem contar um volume ainda maior de destroços que se abateram sobre os demais corpos constitutivos do Sistema Solar formando milhões de crateras.A destruição do mencionado planeta teria sido uma ocorrência bem anterior à destruição da Atlântida, sendo  fruto de uma guerra entre essas duas raças.Na verdade, sabemos que nem tudo o que diz respeito à história da humanidade por milhões de anos não tem sido revelada. Podemos dizer que há registro de tudo o que até hoje aconteceu, mas que sómente uma mínima parte tem sido dado ao homem saber, uma outra parte um tanto maior tem sido levada ao conhecimento dos despertos e seres espirituais encarnados propositalmente. Mas, mesmo os referidos conhecimentos são como um iceberg em que sómente uma parte mínima torna-se visível.

A IMPORTÂNCIA DOS CRISTAIS NA MANIFESTAÇÃO DA ENERGIA VRIL

 Na realidade os cristais têm imensa importância nas transferências de energia, o raio laser é um exemplo disso. No passado existiu uma tecnologia que permitia ao homem captar energia dos mundos hiper-físicos através dos cristais, ou melhor, de dispositivos à base de cristais. A energia usada na construção das pirâmides e de todos as obras megalíticas, foram usadas energias de cristais. Era liberação por sintonia, por captação controlada e não por meio de uma explosão com liberação do acumulo de Vrill. A energia veiculada não representava desagregação da matéria para liberação de Vrill e sim como sintonizadores, como antenas captadores. Os obeliscos, e as pirâmides tinham essa finalidade, mas não são sómente eles, existiam outros dispositivos com a mesma finalidade. Mas, somente os iniciados nas Escolas Iniciáticas tinham acesso a isso , em consequência do que já havia ocorrido tantas vezes. O poder dado e colocado em mãos impróprias pode se tornar algo devastador.

Como sintonizador de energia cósmica, os cristais atuavam de uma forma similar à esta como eles são usados atualmente nos sistemas de comunicação. Os cristais atuam nos receptores como instrumentos de sintonia de ondas e nisto se baseia o rádio, a televisão, o radar, etc. Mas a ciência atual ainda não redescobriu(?) meios de utilizar além do simples nível de sintonia de energia no nível do mundo físico. Na verdade, eles podem estabelecer a sintonia entre físico e os mundos hiper-físicos . Isto era uma das funções das pirâmides, trazer energia de uma outra “dimensão” para esta. Na verdade, sómente há algumas décadas foi que o homem redescobriu o poder inerente às formas geométricas, especialmente à piramidal, e isto foi usados pelos descendentes dos atlantes, mediante o uso de obeliscos e pirâmides;A captação de energia por sintonia através de cristais com formas geométricas, não envolve grandes perigos. Mesmo que o uso inadequado de pirâmides e de obeliscos possa levar à algum tipo de perigo, mesmo assim, jamais ele será de forma tão catastrófica quanto a liberação da energia Vrill contida num cristal.

A ENERGIA VRIL ,NAZISMO E O SOL NEGRO

Vrill é a suposta energia ou magia à qual a Sociedade Thule ocultista ansiava alcançar.O nome é o mesmo da energia cristalina dos atlantes, mas o sentido empregado e a origem da energia, é outra. O mais notório membro desta seita terá sido Adolf Hitler.

A energia Vrill era eminentemente telúrica, oferecendo capacidades aos seus seguidores; a capacidade de curar ou ferir pessoas, levantar objetos e por fim a elevação dos próprios para outra dimensão de nível superior.Esta energia Vrill era alcançada através da meditação, orgias sexuais, e até sacrifício de crianças. Consideravam-se Seres superiores capazes de feitos inimagináveis e tudo acontecia em subterrâneos.Quando os Nazistas se aperceberam deste suposto poder, apoderaram-se do conceito da seita e exuberaram com as suas práticas.

Eckhart tinha um poder hipnótico conhecido por alma negra, Cofundador do partido Nazista facilmente chamou a si Adolf Hitler. Todas as altas patentes do partido nazista eram membros da Sociedade Vrill. A Ariosofia servir-se-ia da energia Vrill a qual os faria voar até o infinito e tornarem-se deuses, o que facilitaria ou garantiria o sucesso em alcançar o poder absoluto e metafísico para governar o mundo. Chegaram a medir os crânios dos Tibetanos, convencidos que eles eram os ancestrais dos Arianos.Hitler era fascinado pelo oculto e investiu parte dos seus recursos em investigar lendas e artefatos místicos. Entre eles estava o domínio da energia Vrill. Dizem que Hitler conseguiu encontrar a entrada para Shambhalla, no Tibet e que aprendeu como dominar a energia. Devido a isso, teria escapado praticamente ileso de 42 tentativas de assassinato, inclusive do atentado de 20 de julho de 1944, onde uma bomba explodiu à menos de 2 metros da sua posição. Hitler saiu ileso do atentado. Apesar disso, segundo a História oficial, Hitler se suicidou em 1945, embora nenhuma prova concreta foi apresentada.

BLAVATSKY E A ENERGIA VRILL

Informações sobre a energia Vrill começaram a se popularizar nos anos de 1870, devido aos estudos ocultistas que eram a febre na época, principalmente, na Rússia. Tanto que neste período surgiu a Teosofia, pelas mãos de Helena Blavatsky, que realizou pesquisas sobre esta poderosa energia atlante que, posteriormente, manteve-se relativamente viva entre os monges tibetanos. Chamamos de relativamente viva, porque estes monges não realizavam um centésimo do que os sacerdotes do Vrill da Atlântida realizavam. Por este motivo, Adolf Hitler enviou emissários ao Tibete, durante a segunda guerra mundial, para tentar obter informações sobre como dominar o poderoso Vrill e assim ganhar a guerra.Claro que algo tão fantástico e misterioso como o Vrill se tornaria, nos séculos futuros, fruto da imaginação e cobiça da humanidade, assim como ocorreu com a “pedra filosofal”, que existe mas os homens comuns não conseguem percebê-la. O Vrill também está acessível a todos os homens, hoje mesmo, entretanto, poucos conseguem controlá-lo em todo o seu potencial.

ESPIRITISMO E A ENERGIA VRIL

A energia Vrill nada mais é que do que o “fluído cósmico universal” definido por Allan Kardec no livro dos Espíritos, ou seja, a matéria em seu estado mais elementar; nada mais que energia livre e que pode ser amplamente manipulada, tanto por espíritos desencarnados, como por encarnados. A diferença está no grau de manipulação dessa energia que era realizado pelos sacerdotes do Vrill da extinta Atlântida.  O que os sábios indianos chamam de “Prana” ou os chineses de “Chi” ou “Ki” também é uma boa definição para o Vrill, apesar de ser uma definição limitada e incompleta.


Visão pessoal…
Como vimos acima e em posts anteriores da série,sabemos já que o VRILL é uma fonte de energia que foi amplamente utilizada na Atlântida e que irá ,no futuro,substituir as atuais fontes de energia, primitivas e poluentes, que impactam diretamente no aquecimento global.No livro Os Exilados de Capela ,afirma-se que os atlantes precisaram salvaguardar a energia vril dos capelinos , que tinham o interesse de utilizar seu potencial para Magia Negra. O objetivo da energia Vrill é fazer progredir os meios de produção de forma a permitir à humanidade desenvolver seus aspectos sociais, morais e tecnológicos pelo bem-estar. Pela inversão do eixo gravitacional dos materiais seria possível desprender do solo e transportar grandes blocos de rochas por levitação. É nessa tese que se embasam muitos cientistas e egiptólogos,para explicar a construção das grandes pirâmides e outros monumentos que ainda hoje desafiam a engenharia. Segundo as afirmações anteriores, os nazistas estavam em busca dela, mas, talvez felizmente, pelos possíveis propósitos, não lograram êxito. Se essa energia voltará a ser conhecida pelos habitantes desse planeta e se será utilizada para fins pacíficos, para um novo ciclo de progresso, sómente o tempo dirá.

Inspiração…

1-O Código de Atlântida
Charles Brokaw
2-Herdeiros de Atlântida-Vol 1 e 2
Eduardo Spohr
3-Crônicas de Atlântida
Antonio Luíz M.C.Costa
4-Atlântida
Roseliss Von Sass
5-Ecos da Atlântida
Loty Ger
6-O Enigma da Atlântida
Alexandre Braghine
7-Em busca da Atlântida
Andy Mcdermott
8-A Doutrina Secreta
Helena Blavatsky
9-O Sol Negro
M.C.Pereda
10-O Mistério de Atlântida
Charles Berlitz
11-Atlântida-No reino da Luz-Vol 1
Roger Bottini Paranhos
12-Os Exilados de Capela
 Edgard Armond
13-Vrill-The Power of the coming race
 Edward Bulwer
Monicavox
Recomendo…

Academia para a ciência futura-DNA-Ultraterrestres

“O próximo passo na evolução da humanidade é trabalhar junto com o meio científico e as religiões para a unidade espiritual. Isso significa a união entre as religiões e os cientistas.  Líderes religiosos e espirituais devem se uniram para discutir uma ética global da ciência no planeta, e uma visão básica de futuro para a humanidade. Independente da religião, eles todos concordaram que têm algo em comum: a consciência de que a mente, o corpo e o espírito estão unificados.” – James Hurtak-Continue lendo..

Prof Dr. JJ (James) Hurtak é um cientista social, religioso comparativo, estudioso, autor fundador e presidente da Academia para Ciência Futura. Ele é autor de mais de 15 livros, incluindo comentários sobre antigos textos místicos e gnósticos como a Pistis Sophia. Ex-professor no California State University, Northridge e California State University, Los Angeles, sua formação educacional inclui um Ph.D.da Universidade da Califórnia e um segundo Ph.D. da Universidade de Minnesota. Foi consultor técnico para Sidney Sheldon’s best-seller, A Conspiração do Juízo Final (1991). Ele tem falado antes das audiências profissionais em todo o Mundo, em países como África, América do Sul, Europa e no Pacífico. Na capacidade de um consultor científico, ele tem sido destaque em vários filmes e documentários, e já apareceu em programas de televisão internacionais de renome.Pesquisador reconhecido, escritor renomado e especialista em sensoriamento remoto, com pesquisas multidisciplinares estendendo‐se de lasers a tratamento de resíduos e expedições arqueológicas, o norte‐ americano James J. Hurtak, residente em Nova York, não tem limites para seus planos relacionados às inteligências superiores – incluídas nesse universo os seres extraterrestres. Hurtak é ainda lingüista, cientista social e futurista, sendo que, em 1973, fundou a Academia para Ciência Futura (The Academy for Future Science, AFFS), após passar por uma experiência que resultou em sua obra mais conhecida, O Livro do Conhecimento.

As Chaves de Enoch (1973)-J.J.Hurtak

Hurtak alega ter recebido muita inspiração, pois no início da década de setenta, afirmou ter recebido em seu quarto um ser de luz que anunciou ser o Mestre Ofanim Enoch, que o levou aos céus, onde passou por diferentes regiões, a começar pelas estrelas Mérak e Muscida, depois pela estação intermediária de Arcturus, um paraíso superior de Luz conhecido como o sétimo céu, e ainda pela região de Saiph no campo estelar de Orionis, quando se deparou com um ser de luz chamado Metatron, que finalmente levou-o ao Pai Divino. Perante o Trono do Pai foram-lhe feitas muitas revelações, inclusive sua razão de viver para exaltar o Pai, o que lhe levou a preparar, entre outros trabalhos, a obra O Livro do Conhecimento: AS CHAVES DE ENOCH.

ENTREVISTA EXCLUSIVA-CARMEM BALLESTERO ENTREVISTA J.J.HURTAK E DESIRÉ HURTAK SOBRE O LIVRO DE ENOCH-TRADUZIDA EM PORTUGUÊS

ELE FALA DA ECOLOGIA E OS EXTRATERRESTRES,ENERGIA SUSTENTÁVEL E SOBRE O BRASIL

A obra apresenta um programa detalhado que visa explicar velhos mistérios a partir de novas óticas, partindo do princípio de que a humanidade vem se relacionando há milênios com seres de um grau evolutivo superior. O trabalho de conscientização de Hurtak se reflete em 64 áreas científicas que estão em processo de acelerada transformação, à medida que a raça humana ruma para novas fronteiras. As Chaves de Enoch visa a preparação do indivíduo para várias mudanças que afetarão o planeta e apresenta um cenário da cosmologia do passado ao futuro, além de um projeto de novo direcionamento para a evolução da humanidade, no sentido de um estado superior de consciência. “O conhecimento navega em caminhos paralelos, científicos e espirituais, e somente a absorção equilibrada de ambos pode proporcionar solução para os problemas da Terra”, assinava Hurtak. Segundo um segmento da Comunidade Ufológica Brasileira, essa seria uma forma de dizer que o tão esperado contato definitivo com nossos milenares visitantes estaria próximo de acontecer. As Chaves de Enoch é definido pelo próprio autor como um livro científico‐espiritual. Hurtak garante que o conteúdo da publicação não foi canalizado, mas “recebido” diretamente por ele através de um contato direto com seres originários de um sistema que denomina de Inteligência Superluminar Maior. Pode soar muito místico, mas na verdade não é. O autor tem trânsito tanto nos meios científicos como os alternativos, tendo palestrado várias vezes em vários órgãos governamentais.

Hurtak afirma ter tido uma série de encontros com uma consciência superior, e esse “livro-código” descreve essa experiência e conhecimento. A obra, segundo a Academia, “prepara para uma mudança de paradigma que afetará todos os aspectos das dimensões sociais, psicológicas e espirituais da vida”. Segundo Hurtak, haverá um momento quando a consciência da humanidade estará tão expandida que se fundirá à consciência de Deus. “Seremos cidadãos cósmicos”, afirma ele.

O QUE DIZEM AS CHAVES DE ENOCH

As Chaves examinam os enigmas da vida e dão uma explicação espiritual para a nossa existência nesta realidade.  Um dos principais temas das Chaves é a sua referência detalhada ao DNA humano como um sistema de pré-codificação baseado em um código “revelado” de letras que se correspondem com a Etz Chaim   (a Árvore da Vida) da Antiga Torah (o cânone/revelação do Antigo Testamento). Isto assimila o uso da “energia da Linguagem Sagrada” pelo emprego de certas palavras energéticas de línguas e culturas antigas, particularmente o antigo hebraico-aramaico, o paleoegípcio, o grego-cóptico e o sânscrito-tibetano, a fim de codificar o corpo na “Luz” de sistemas biofísicos de alta energia.O Livro do Conhecimento reúne muitos elementos faltantes que as filosofias espirituais só por alto mencionaram, e os implanta nas nossas consciências em um processo de despertar para que conheçamos a altura, a profundidade e a largura expandida do nosso universo de Luz onde vivemos, nos movemos e onde habita o nosso ser.Enoch, que se revelou como sendo o Enoch bíblico, guiou o autor nesta jornada através dos vários níveis dos mundos dimensionais superiores até o trono da Mente Divina, conhecida como  YHWHYHWH com as suas permutações.

O resultado deste encontro foi a instrução de “compor um rolo de pergaminho a partir do rolo divino de Luz”. Este “rolo” explica como os “sete selos” do Livro de Revelação/Apocalipse serão rompidos à medida que a nossa compreensão científica for harmonizada com uma nova revelação espiritual de acordo com os Nomes Divinos de Deus, como Y-H-W-H, o Tetragrama sagrado.As Chaves, portanto, vão exemplificar tanto a compreensão científica quanto a compreensão espiritual, que precisam convergir,ao darem um salto quântico para a frente.

A ORIGEM DO LIVRO-“Não é uma canalização”-diz J.J.Hurtak

Deve ser destacado que este texto não foi “canalizado”, mas dado diretamente ao autor em uma experiência face a face e direta com dois seres da Inteligência Superluminar Maior.  O livro contêm ensinamento científico-espiritual de dois Instrutores superiores da inteligência universal chamados “Enoch” e “Metatron”. Enoch se identificou como o mesmo Enoque mencionado nos antigos textos bíblicos.
“O que explico no meu livro, simbólicamente, é uma nova ciência da realidade sublime do contato com outros níveis de inteligência. Eles estão comunicando novas idéias, novas esperanças e novos insights sobre o processo de evolução, e respondendo as três questões básicas: quem somos, porque estamos aqui e para onde estamos indo.” – James Hurtak
O Livro do Conhecimento: As Chaves de Enoch, vem abrir a mente do homem a novas idéias, convidando-o a participar na experiência da educação da alma. As Chaves são um projeto dos muitos níveis da consciência espiritual e são destinadas a colocá-lo em contato com o significado da Inteligência Divina. É considerado  uma ferramenta para a construção de comunidades de Luz e para a orientação necessária da raça humana de modo que as comunidades espirituais do nosso planeta estejam preparadas para a “exteriorização” ou aparecimento dos Mestres de outros mundos de Luz.
Ainda hoje, mais de duas décadas depois desta publicação, as pessoas continuam a aprender coisas novas das Chaves de Enoch, que, em essência, fornece o cenário de uma cosmologia passada/presente/futura e um projeto de um novo direcionamento para a evolução da humanidade, no sentido de um estado superior de consciência.
MEDITAÇÃO DA ACADEMIA PARA CIÊNCIA FUTURA-LEGENDADO EM PORTUGUÊS

Planeta na Web entrevistou James Hurtak:

Planeta na Web – Você teve um encontro com uma consciência superior?
James Hurtak – No começo dos anos 70, minha esposa e eu tivemos uma série de experiências de consciência que nos fizeram entender que nós, como raça humana, somos apenas uma parte da grande evolução cósmica. Foi um amplo entendimento da importância da expansão da consciência, e de que é possível o contato entre a terceira dimensão e outros níveis da inteligência. O que explico no meu livro, simbólicamente, é uma nova ciência da realidade sublime do contato com outros níveis de inteligência. Eles estão comunicando novas idéias, novas esperanças e novos insights sobre o processo de evolução, e respondendo as três questões básicas: quem somos, porque estamos aqui e para onde estamos indo.

PnW – Qual será o próximo passo na evolução da humanidade?
Hurtak – Trabalhar junto com o meio científico e as religiões para a unidade espiritual. Isso significa a união entre as religiões e os cientistas. É possível, como foi demonstrado no World Peace Summit. Líderes religiosos e espirituais se uniram para discutir uma ética global da ciência no planeta, e uma visão básica de futuro para a humanidade. Independente da religião, eles todos concordaram que têm algo em comum: a consciência de que a mente, o corpo e o espírito estão unificados.

PnW – Você acredita que a união da ciência e do espírito é um processo irreversível?
Hurtak – Acho que a expansão da população mundial e a destruição dos recursos naturais forçam as pessoas, até mesmo os céticos, a entenderem que nosso tempo é limitado.

PnW – O que é a Merkabah?
Hurtak – A Merkabah é um termo para diferentes tipos de veículos de luz ou naves espaciais que não são do tipo físico, feitas de metais. A Merkabah é uma ilustração de uma inteligência há milhões de anos no futuro que trabalha com os detalhes das mentes e consciências da civilização humana. É além de extraterrestre. A Merkabah é uma maneira de lembrarmos da nossa origem cósmica, ou seja, de que estamos evoluindo para a pura luz. Enquanto os extraterrestres estão trabalhando com o lado prático da ciência interplanetária, a Merkabah é o veículo ultraterrestre trabalhando com o design cósmico de muitos sistemas evolutivos.

PnW – Para acelerar esse processo de expansão da consciência, o que cada pessoa pode fazer?
Hurtak – Descobri que a melhor e mais simples maneira de fazer a expansão da consciência é ensinar os nomes sagrados de Deus, e usar as palavras que Jesus usou quando ele ensinou os discípulos como curar, expulsar demônios, e elevar a consciência para ver no futuro e trabalhar com os dons superiores do amor divino. Estes nomes de Deus nas linguagens bíblicas antigas são ensinados pela Academia para Ciência Futura no Brasil, juntamente com a música, que é bastante profunda. Essa combinação de música e linguagem é acessível a pessoas de todas as origens e níveis sociais. Através da história, temos obtido uma compreensão de que os nomes de Deus são muito importantes, porque são palavras de poder em ação. É a maneira mais prática de nos proteger, educar e comunicar com os nossos parceiros cósmicos. A maestria de alguns dos nomes divinos pode ativar um processo de maturidade da raça humana.

(nota do Monicavoxblog;Estudando o Livro do Conhecimento;As Chaves de Enoch,podemos perceber que esses nomes de “Deus”, nada mais são que mantras sonoros que desbloqueiam zonas cerebrais específicas, pois tudo está baseado no som,ou seja, existe uma vibração que movimenta forças eletromagnéticas nos neurônios, como os sons binaurais,por exemplo, só que na forma dos sons das palavras.Há que se ter cuidado em analisar o livro e aproveitar seu conhecimento evitando a religião associativa,por exemplo, com o hebraico e a bíblia)

OBS;VEJA MAIS SOBRE ALGUMAS CHAVES NO FINAL DO POST

Biomagnetismo e Bio-Eletromagnetismo:
A Fundação da Vida

J.J.Hurtak-Academia para Ciência Futura

Ao longo dos últimos 30 anos, os cientistas vem extensivamente pesquisando organismos que têm a capacidade de produzir a magnetita,que é um mineral ferromagnético. A magnetita é uma forma mineral preta de óxido de ferro que cristaliza no sistema cúbico ou isométrico, isto é,são todos os cristais que têm os seus eixos cristalográficos de comprimento igual a 90 graus entre si. É uma mistura de ferro (II) de ferro (III), óxido de Fe3O4, e é um dos principais minérios de ferro, que é fortemente magnético. Algumas variedades, conhecidas como magnetita, são ímãs naturais; estes foram usados ​​como bússolas no mundo antigo.A descoberta de um material biogênico (isto é,  formado por um organismo biológico) com propriedades ferromagnéticas parecido com a magnetita, foi o primeiro avanço em direção a uma compreensão de por que alguns animais têm a capacidade de detectar o campo magnético da Terra. A procura por magnetita biogênica em tecidos humanos não foram conclusivas até o início da década de 1990, quando o trabalho com microscopia eletrônica de transmissão de alta resolução e difração de elétrons em extratos de tecido cerebral humano do córtex cerebral, cerebelo e meninges (membranas que envolvem o cérebro e a medula ),identificaram cristais de magnetita.


Estes cristais de magnetita foram encontrados  organizados em correntes ligadas à membranas lineares de alguns micrômetros de comprimento, com capacidade para 80 cristais por cadeia.  Esta forma da partícula prismática também é incomum em cristais de magnetita geológicos deste porte, que são geralmente octaédricos. A morfologia de cristal foi feita para ser cubo-octaédrica e os cristais adjacentes encontram-se perpendiculares ao eixo da cadeia.Todos os cristais de magnetita que foram examinados são domínios magnéticos individuais, o que significa que eles são uniformes e tem uma forma estável magnetizada;  têm o momento magnético máximo possível por volume de unidade para a magnetita. Análise elementar, análise por energia dispersiva de raios-X, os padrões de difração de elétrons, e as imagens de alta resolução microscopia electrônica de transmissão de treliça, mostrou que muitas das partículas eram estruturalmente bem ordenadas e cristalográficamente de domínio único da magnetita. Isto significa que a produção deste biomineral devem estar sob controlo biológico preciso.

Cristais ferromagnéticos interagem mais de um milhão de vezes mais fortemente com campos magnéticos externos do que os materiais diamagnéticos ou paramagnéticas (deoxihemoglobina, ferritina e hemossiderina) .Com esta pesquisadores encontrar foram colocados com uma questão fundamental para a biologia, a saber: Qual é o mecanismo através do qual os campos geomagnéticos fracos são percebidos por organismos que são capazes de precipitar cristais de um mineral ferromagnético tal como magnetite (Fe3O4)? Poderiam usar estes cristais e seu movimento, em uma variedade de maneiras para transduzir o campo geomagnético em sinais que podem ser processados ​​pelo sistema nervoso?

A presença de magnetita biomineral ligado à membrana, o qual tem sido demonstrado , têm uma origem biológica, e a implicação de que algum tipo de ligação mecânica deve ser feita entre cada partícula de magnetita e um mecanorreceptor, ou, pelo menos, um mecanismo funcionalmente equivalente, permitindo que a posição da partícula a ser monitorizada por um organismo sensorial no corpo, é único. A investigação também descobriu que a magnetita é produzida pelas células do organismo, quando necessário. Formas de inteligência física avançada são capazes de absorver diretamente qualquer informação, se  têm uma rede cristalina dentro de sua cavidade cerebral.(nota pessoal;podemos conjecturar que essa magnetita provávelmente seja produzida por organismos com DNA avançado/desbloqueado, pleno de suas capacidades geradoras e assim, as informações sejam melhor assimiladas, no geral, constituindo-se assim, um avanço na raça produzido por este DNA diferenciado, ou seja, mais cristalino e menos carbonado?Provávelmente). 

Os cientistas estão agora fazendo a pergunta fundamental:O que a  magnetita está fazendo no cérebro humano? Em bactérias contendo magnetita, a resposta é simples: cristais de magnetita transformam as bactérias em “agulhas de direção” que orientam com relação a campos magnéticos da Terra.A Magnetita também foi encontrada em animais que navegam pela direção da bússola, como abelhas, pássaros e peixes, mas os cientistas não sabem por que a magnetita está presente em seres humanos, só que ela está lá.

AS CÉLULAS PIRAMIDAIS

Vimos também em pesquisa feita no final de 1980 que as proteínas do DNA estão transformando a função do DNA em estrutura pizoelétricas como a rede cristalina da natureza. O efeito piezoeléctrico refere-se a propriedade da matéria que pode converter oscilações eletromagnéticas  em vibrações mecânicas e vice-versa. Estudos aplicando exogenamente campos eletromagnéticos demonstraram que tanto a transcrição (síntese do DNA) e de tradução (síntese proteica-ATP) podem ser induzidas por campos eletromagnéticos e, além disso, que uma  corrente contínua em um osso,por exemplo, irá produzir osteochondrogenesis (presente na formação do osso) e bacteriostase, bem como afetar o trifosfato de adenosina (ATP) que representa a geração, síntese de proteínas e está presente na membrana de transporte.

No cérebro humano, as células piramidais estão presentes e dispostas em camadas no córtex cerebral dos dois hemisférios. As células piramidais atuam como células eletro-cristais, imersas em fluidos dos tecidos extra-celulares, e parecem operar na forma de um oscilador de cristal líquido, em resposta a comandos diferentes de luz, ou impulsos de luz que, por sua vez, alteram a orientação de cada molécula e átomo de dentro do corpo. Interruptores biogravitacionais codificados presentes no cérebro permitem que um tipo de  líquido liberte os  elétrons que induzem correntes para os dendritos enroladas em torno.  Os impulsos dos elétrons a partir de um neurônio, ao atingir a bobina dendrito da célula encostada, geram um campo magnético de micro amperagem, fazendo com que o cristal ultra fino, ou o cristal líquido na célula piramidal possa ser ativado — de uma forma muito invulgar. Em flexão, este cristal ultra fino torna-se um oscilador piezoeléctrico, a produção de um pulso de luz polarizada circular que viaja por todo o corpo, ou viaja como um feixe de energia fotônica transversal.

De acordo com Einstein, a matéria deve ser considerada em si como parte, na verdade, a parte princípio, do campo eletromagnético e energia elétrica , portanto,é a origem fundamental de todo o nosso mundo físico. Por conseguinte, em trabalho publicado pela Academia para Ciência Futura ele tem sido citado que “sob as presentes condições biológicas, o desenvolvimento evolucionário em corpos desde a mais tenra criação segue uma semicondutividade unicelular que vive como uma matriz piezoelétrica viva, através de estágios que permitem tecidos básicos primitivos (Células glia e células de schwann) ser solidário com os neurônios no sistema humano, onde a principal fonte é elétrica. Isto tem sido especialmente mostrado na resposta de crescimento do osso a um esforço mecânico e a fraturas que se demonstrou ter características de sistemas de controle que utilizam eletricidade. 

Leia mais;Pizoeletricidade-PDF-UNICAMPMateriais Pizoelétricos e Eletricidade

 Uma investigação em curso mostrou que o osso tem propriedades elétricas. A matriz óssea é um semicondutor bifásico, ou seja, um sólido cristalino com uma condutividade elétrica. O componente da matriz de colágeno de osso é um semicondutor de tipo N .Quando testado para piezoeletricidade,o colágeno acaba por ser um gerador piezoelétrico .O estresse mecânico sobre o osso produz assim, um sinal piezoelétrico do colágeno. O sinal é bifásico,e a força do sinal diz às células ósseas como é forte o estresse mecânico , e sua polaridade  lhe diz de que direção vem.O Osteogênico (presente na formação do osso) e as células que tenham sido mostradas como tendo um potencial negativo, seriam estimuladas a crescer mais no osso, ao passo que, se aquelas da área positiva parassem a produção da matriz seriam reabsorvidas quando necessário. Se o crescimento do osso e reabsorção são parte de um processo, o sinal elétrico atua como um código  analógico para transferir informações sobre o estresse para as células e desencadear uma resposta adequada. Assim, o estresse é convertido num sinal elétrico.

Leia mais;Bases biomecânicas do treinamento osteogênico-PDF

.A ELETRICIDADE USADA PARA A REGENERAÇÃO ESPINHAL

Com o uso de uma corrente aplicada de  alguns microamperes na medula espinhal, no nervo óptico e no osso, tem sido demonstrada as correntes elétricas geradas, que naturalmente têm sido associadas a alterações no desenvolvimento de embriões e regeneração de membros.

Durante as últimas décadas um grande aumento nas pesquisas teve lugar  sobre os efeitos das radiações eletromagnéticas não -ioniziadas em sistemas biológicos. Muito se tem revelado sobre os organismos humanos em todos os níveis, mas a questão que ainda está sendo feita por cientistas é: O que a eletromagnética pode sinalizar/ sintonizar uma ressonância magnética de energia, suscetíveis de alterar a regulação genética metabólica para promover o crescimento e reparar? Tem sido considerado pelo presente autor que as moléculas de DNA podem desempenhar um papel central para levar as células a alterar as suas propriedades normais, recebendo a transmissão genética original dada por meio de um “ponto de rotação” para uma célula. Estas transmissões nos pontos de rotação, como discutido por meio da pesquisa na Academia para Ciência Futura, pode fornecer regeneração e instruções para a fabricação de enzimas e proteínas, que são os blocos de construção para o “novo tecido “ou a” forma órgão novo “, que é regenerada no plano físico. Projectar a energia para o ponto de rotação permite a formação de um blastema (massa de células do tipo primitivo) que dá origem ao tecido regenerado. Assim, através do ponto de rotação, as células tornam-se o tecido responsável pela geração e transmissão de sinais de corrente contínua utilizados em processos de regeneração.


 ESTUDOS SOBRE A PURIFICAÇÃO DA ÁGUA-

O delicado equilíbrio do frágil ecossistema aquático do nosso planeta está sendo perturbado em um ritmo alarmante. Industriais, agrícolas, afluentes residenciais estão entrando em nossas vias navegáveis e ​​poluindo estes sistemas com uma vasta gama de orgânicos, metálicos e compostos inorgânicos. Nos Estados Unidos, a Lei Federal Água Limpa de 2007  , a Environmental Protection Agency (EPA), teve autoridade legal para processar os poluidores que resultou em uma drástica redução na concentração de poluentes “fontes pontuais”, aqueles cujas fontes são fácilmente identificados a partir de seus fluxos de resíduos .Um estudo recente na Carolina do Norte sugere que tais CLOs em apenas duas bacias hidrográficas sozinhas podem produzir 111.31 toneladas métricas de nitrogênio excretado e 36,39 toneladas de fósforo por ano.  A introdução de altas concentrações de nitrogênio biológicamente ativo e fósforo nas águas superficiais resultou em um rápido aumento no crescimento das algas e plantas aquáticas em estuários e zonas costeiras.

COMPARAÇÃO;-  métodos existentes ou melhorados com o MÉTODO BIORREMEDIAÇÃO AERÓBICO

Os métodos para o tratamento de águas residuais existentes são caros e prejudiciais para os ecossistemas, porque matam organismos que são cruciais para a delicada cadeia alimentar no ambiente aquático. Os métodos atuais de remediar sedimentos aquáticos contaminados com poluentes orgânicos, como esgoto agrícola e residencial, óleo combustível, PCBs e outras substâncias químicas industriais, envolvem a dragagem de sedimentos e é tratando-o em outro lugar, e, em seguida, devolvendo-o ao local de remoção. Tratamentos de água de superfície, tais como o tratamento de lagos para proliferação de algas, requerem a adição de herbicidas químicos venenosos e pesticidas. A necessidade de tratamentos alternativos de baixo custo é claramente evidente e tem incentivado nossa pesquisa neste campo.A maioria das instalações de tratamento primário e secundário convencionais são inadequadas em termos de remoção completa de muitos produtos químicos inorgânicos e orgânicos, levando à eutrofização em lagos, rios e baías. O método de iodo ativado é o sistema de tratamento de águas residuais secundário mais comumente utilizado para dejetos humanos. Após o tratamento, no qual a maioria dos sólidos são resolvidos fora da coluna de água, estes sólidos são desviados para um reator de lamas ativadas, enquanto a água da sobreposição é enviado para um sistema de tratamento aeróbico, antes da descarga.  O potencial para a existência de danos ambientais, se este tipo de resíduos é acidentalmente descarregado nos cursos de água não diluído, é enorme.

UMA NOVA FORMA DE TRATAMENTO DE ÁGUA SUSTENTÁVEL

Nossos estudos mostraram que a utilização de comprimidos e de efeito rápido  Cellinite Technologies(CT) para a degradação biológica, fornece um método eficiente para gaseificar águas residuais suficientemente  bom em cooperação com, ou em lugar de, sistemas de tratamento secundário. A incorporação de microrganismos vantajosos e vários nutrientes, bem como de oxigênio dissolvido (pela quebra de peróxido de hidrogênio-H2O2) pode ser adicionado em qualquer ambiente de águas residuais por meio da utilização de comprimidos CT  específicamente concebidos para que o sistema para reduzir o índice de degetos químicos e biológicos e gases nocivos para estabelecer o Eco-equilíbrio harmonioso.

A economia de tratamento baseia-se na eficácia do sistema de tratamento de águas residuais para proporcionar um ambiente que suporta a atividade e crescimento de uma microflora de tratamento, juntamente com fatores, tais como o equilíbrio entre o fornecimento de oxigênio e do substrato. Nosso sistema concebido sob os EUA Patent # 5275943  pode incorporar adequadamente os nutrientes necessários , microrganismos e oxigênio através de peróxido de hidrogênio para equilibrar natureza orgânica e inorgânica e controlar a biodegradabilidade dos resíduos.

Estudos semelhantes foram também feitos no Japão, que se combinam com microorganismos que sintetizam outros microrganismos por fermentação química(zimogenia). Ele define microorganismos zimogênicos como aqueles que reduzem a matéria orgânica para um estado solúvel, criando grandes quantidades de antioxidantes.  Em ambos os estudos de campo e de laboratório, Cellinite Technologies já criou sistemas de degradação controladas. O sucesso no uso destes sistemas envolve a utilização de microorganismos específicos, nutrientes e oxigênio através de introdução cápsulas de aeração lançado em tempo para a degradação controlada de estrume e detritos em decomposição (matéria vegetal). As alterações nos parâmetros físico-químicos em um sistema estático e a passagem de patógenos bacterianos também foram analisados ​​e demonstraram resultados benéficos.

Dores físicas e a mudança no DNA-Por Dr. J. J. Hurtak, Phd

As dores físicas, especialmente na coluna, ombros e costas — Isto é resultado de intensas mudanças no nível do DNA à medida que “a semente da nova energia” vai despertando dentro de vocês. Tudo isto passará.

Sentimento de profunda tristeza interior sem razão aparente — Vocês estão liberando seu passado (estas vidas e outras) e isto provoca este sentimento de tristeza. É como a experiência de se mudar de uma casa onde vocês moraram por muitos anos para uma nova. Quanto mais vocês quiserem ir para esta casa nova, mais experimentarão a tristeza de deixar para trás as recordações, a energia e as experiências da casa antiga. Tudo isso também passará.

Mudanças repentinas no trabalho e na profissão — Sintoma muito comum. Quando vocês estão mudando, as coisas ao seu redor também mudam. Não se preocupem em encontrar o trabalho ou a profissão perfeita. Tudo isto passará. Vocês estão em período de transição e deverão passar por muitas mudanças de trabalho antes de encontrar o que realmente os atrai.

Afastar-se das relações familiares — Vocês estão conectados com sua família biológica através do carma passado. Quando termina o ciclo cármico, os vínculos estabelecidos com essas relações se liberam. Ainda pode parecer que a relação com sua família e amigos esteja à deriva. Tudo isto também passará. Passado um tempo, vocês poderão novamente retomar a relação com eles se for apropriado. De qualquer maneira, essa nova relação se baseará numa nova energia, sem vínculos cármicos.

Padrões de sono anormais — Pode ocorrer que vocês se sintam muito sonolentos ou despertem muitas noites entre as 2 e as 4 horas da manhã. Há muito trabalho a ser feito em seu interior, o que faz com que a mente necessite de uma folga. Não se preocupem. Se não puderem pegar no sono outra vez, levantem e façam alguma coisa em vez de ficar na cama preocupando-se com assuntos mundanos. Tudo isto também passará.

Sonhos intensos — Podem incluir sonhos com conteúdo de batalhas ou guerras, sonhos em que são perseguidos ou sonhos com seres monstruosos, ou que correm para fugir de algum monstro. Vocês estão literalmente liberando velhas energias de dentro de vocês. E estas energias do passado são representadas como lutas. Tudo isto passará.

Desorientação física — Algumas vezes se sentirão como se não estivessem pisando no chão.

Sentir-se desafiado pelo espaço — Com a sensação de não conseguir pôr os pés no chão ou de andar entre dois mundos. Durante a transição de sua consciência para uma nova energia, o corpo pode ficar estafado. Vocês precisam passar mais tempo na natureza para enraizar a nova energia em seu interior. Tudo isto passará.

Aumento das conversas consigo mesmo – Vocês se verão mais frequentemente falando com o seu eu interno. Há um novo nível de comunicação assentando-se no seu ser. Vocês estão experimentando a ponta do iceberg com essa sua conversa interna. As conversas se intensificarão e se farão mais fluidas, mais coerentes e mais visionárias. Vocês não estão ficando loucos; apenas estão dando vazão à nova energia.

Sentimentos de saudade — Ainda que estejam na companhia de outros, podem sentir-se sós e separados dos demais. Poderão sentir o desejo de se afastar dos grupos e da multidão. Como humanos angélicos, estão caminhando para o caminho sagrado que cada um tem que trilhar por si próprio. Quanto mais ansiedade esses sentimentos de saudade lhes causam, mais difícil será interagir com os demais nesses momentos. Os sentimentos de saudade também estão associados ao fato de que os seus “guias” anteriores se foram. Eles estiveram com vocês por todas as viagens, em todas as vidas. Mas veio o momento de se afastarem para que vocês pudessem partilhar seu espaço com sua própria Divindade. Tudo isto também passará à medida que a voz interior se encha com o Amor e a energia da própria Consciência Crística.

Perda da paixão — Vocês podem sentir-se totalmente desapaixonados, ou com pouco desejo de fazer as coisas. Está bem assim. Isto também faz parte do processo. Vocês tomarão algum tempo para não fazer nada. Não lutem consigo mesmos por isso, porque tudo isto passará. É parecido com o ato de reiniciar o computador. Vocês necessitam parar por um breve período para carregar um software novo e mais sofisticado, que, neste caso, é a nova energia da semente Crística.

Um profundo anseio de voltar para casa — Esta é a condição mais difícil e desafiante de todas. Vocês poderão experimentar um desejo profundo e irresistível de deixar o planeta e retornar ao “Lugar”. Não é um sentimento suicida, pois não está baseado em raiva nem em frustração, e vocês não querem nenhum drama, nem para vocês nem para ninguém. Há uma parte muito pequena de vocês que quer voltar para Casa, pois vocês completaram seu ciclo cármico, concluíram o contrato com a vida atual, e estão liberados para se empenhar em uma nova vida. Porém, ainda estão num corpo físico, e mesmo que estejam preparados para aceitar os desafios relativos à entrada numa Nova Energia, e de fato vocês poderiam voltar para Casa neste exato momento, vocês percorreram um longo caminho, e depois de tantas vidas, seria vergonhoso se vocês deixassem a cena antes de o filme terminar. Além disso, o Espírito necessita que vocês ajudem os demais a fazer a transição para a nova energia. Eles necessitam de um guia humano, como vocês, que caminharam da velha energia para a nova. A senda pela qual vocês estão caminhando os provê de experiências que os capacitaram a chegar à maestria do Novo Humano Divino. E apesar de às vezes a sua viagem parecer escura e solitária, lembrem-se de que jamais estão sozinhos e que serão ajudados se pedirem.

A BUSCA DO SIGNIFICADO DAS ESTRUTURAS PIRAMIDAIS DE MARTE: ELAS DETÊM A CHAVE DA EXISTÊNCIA DO HOMEM?
J.J. Hurtak, Ph.D.

Há quinhentos anos os seres humanos eram considerados o topo da criação e o seu planeta Terra era proclamado o centro do universo. Esta visão mudou há quatrocentos anos com Copérnico e as mudanças prosseguem com a descoberta pelo Mars Global Surveyor de evidências comprovadas recentemente de atividade fluvial prévia em Marte; a descoberta de cristais de gelo pela Mars Odyssey.Além das fotografias tiradas pela Mariner 9 a uma altitude de 1.650 quilômetros que mostram um vale de 4.000 quilômetros de comprimento como indício de que pode ter havido água corrente ao longo da história geológica de Marte, uma série de pirâmides tetraédricas também foi observada. Estas pirâmides de Marte aparecem agrupadas em torno das proximidades da latitude 15,258 e longitude 198,425, numa planície meio desolada. A comparação de duas fotografias, uma tirada de um ângulo de visão de 6,018 graus em 8fev1972 e a outra, de 37,510 graus em 7ago1972 mostra tetraedros quase perfeitos de duas categorias observados de duas direções e em momentos diferentes em que o Sol se encontrava bem acima do horizonte. Elas exibem faces piramidais de uma exatidão impressionante, uma evidência de que estas pirâmides não fazem parte de fenômenos naturais. (2)

Sabemos pelo trabalho do ganhador do Prêmio Nobel da Paz Jacques Monad que a mãe natureza não cria realidades superficiais em linhas retas nem em padrões repetitivos, mas aqui na região do Quadrângulo Elysium em Marte temos conjuntos de pirâmides em padrões repetitivos exatos numa distância matemática que parece ser idêntica entre os conjuntos. Será que estas estruturas calculadas em torno de 700 e 800 vezes o volume da Grande Pirâmide do Egito fazem parte de uma história evolutiva anterior, de algum outro mecanismo de vida no universo local? (3)

É fato demonstrado que ao longo da história geológica de Marte metade do planeta se desordenou com grandes vulcões que se abriram para o céu marciano e com as lavas que ali correram. Em algum ponto ao longo dos três e meio bilhões de anos da história de Marte, e provavelmente num período bem recente, jorravam pela superfície de Marte enormes quantidades de água que provocaram a erosão de imensos bancos aluviais.

No entanto, num planeta geológicamente ativo com montanhas e caldeiras vulcânicas maiores que quaisquer outras na Terra, as fotos da Mariner 9 B MTVS 4205-77 DAS 0779453 e MTVS 4296-24 DAS 12985881, tiradas da parte centro-leste do Quadrângulo Elysium, mostraram um conjunto perfeito de estruturas piramidais tetraédricas que são incomuns demais para serem resultado de formações naturais.

Assim como Carl Sagan e outros, eu salientei que as estruturas piramidais não-artificiais podem ser explicadas por um dos seguintes mecanismos:
(1) O facetamento pelo vento de cones vulcânicos, serras formadas do fluxo de lava, e geomorfologias alongadas por tempestades de ventos predominantes. Estes ventos ou poderiam ser parte de um padrão de circulação predominante de Marte, ou de tempestades de areia de longa duração.
(2) Recobrimento do manto de intemperismo por resíduos de erosão, seja de filões resistentes, seja de sedimentos infiltrados, seja de outras formas de leito rochoso, com aspecto piramidal.
(3) Possível ação glacial que tenha esculpido formas semelhantes às agulhas glaciais alpinas da Terra.
(4) Rotação de blocos de lava solidificados na lava liquefeita subjacente. A inclinação desses blocos solidificados poderia expor arestas pela protuberância acima do campo de lava.

Contudo, um exame mais de perto com a ampliação das imagens mostra os detalhes de paredes e estruturas paralelas construídas exatamente acima da linha da água conforme concluiu o US Geological Survey (Órgão de Análise Geológica dos EUA) com relação à superfície em Marte. (4).Os soviéticos, na verdade, chegaram a uma conclusão oposta a dos americanos sobre a questão de vida evolutiva prévia em Marte ao reprocessarem os dados da NASA e os mais de 54 mil quadros fotográficos da Mariner 9. Outros argumentos foram apresentados por geólogos tradicionais de que as formações montanhosas incomuns no altiplano peruano fornecem uma analogia para as estruturas piramidais marcianas facetadas pelo vento. Contudo, uma pesquisa mais ampla mostra conjuntos piramidais não-naturais aglomerados em Chancay, Jequetepeque, Viru, etc., nas áreas peruanas circunjacentes. Tem ficado claro que muitos conjuntos de morros, até agora descobertos no Peru, não podem ser descartados como anomalias geológicas, pois ao se pesquisar um pouco mais se descobre que muitos eram na realidade complexos astronômicos de calendários construídos há muitos milênios. Comparada com a malha de conjuntos piramidais do Quadrângulo Elysium de Marte, a área peruana não corrobora os argumentos de que as pirâmides sejam resultado de um recobrimento do manto de intemperismo por resíduos de erosão, seja de filões resistentes, seja de sedimentos infiltrados, seja de outras formas de leito rochoso. Nem existem quaisquer falhas rochosas visíveis que indiquem controles estruturais relacionados à formação da malha das quatro pirâmides tetraédricas. Um sítio de múltiplas estruturas piramidais sugere a necessidade de atualizar os argumentos da geomorfologia. (5)

A atenção ainda se volta para as impressionantes anomalias de estruturas piramidais em bordas de crateras como as captadas pelas câmeras da Mariner 9 numa localidade próxima ao Pólo Sul de Marte (quadro original B 1417-160341 renomeado como 42125) que mostra diversas unidades distribuídas em malha pelo planalto, estruturas semelhantes a caixas de vários quilômetros cada com fortificações elevadas possivelmente usadas como uma área experimental para um bioma, ou como algum tipo de padrão reticular para a coleta de informação que foi destruído por uma mudança cataclísmica. Este sítio foi apelidado pela NASA de “Cidade Inca”. Um exame mais de perto das imagens aéreas mostra semelhanças com Macchu Picchu no Peru. Quantos arqueólogos profissionais já teriam ouvido sobre o sítio de Morro Solar? Ele fica a 1,5 km de Las Palmas, nos arredores de Lima, e revela hectares de construções científicas e um elaborado sistema hidráulico virtualmente desconhecido pelo mundo científico.

Quantos sabem a respeito das vinte e cinco pirâmides de Apurle a noroeste do Peru? Jack West (6), um arqueólogo contemporâneo, divulgou recentemente ilustrações que mostram vestígios de pequenas pirâmides dentro das montanhas peruanas de forma piramidal. Um número cada vez maior de evidências arqueológicas tem demonstrado que aquilo que os geólogos há séculos pensavam ser montanhas na verdade estão se revelando artefatos piramidais de milênios atrás.

Foram identificadas no Quadrângulo Elysium de Marte, estruturas piramidais cujas dimensões da base alcançam em média de 3 a 6 km de diâmetro. Os processos geológicos que poderiam provocar essas características não forneceram uma explicação científica satisfatória para algumas das pirâmides. Assim, precisamos ter em mente que o que pode aparentar ser um morro natural visto do céu pode ser um artefato piramidal. Talvez, em vez de nos prepararmos para as atuais sondagens de microinteligência em Marte, devêssemos nos preparar para um exame de perto das estruturas piramidais como modelos para análogos biomagnéticos. As malhas piramidais marcianas e egípcias podem ser modelos que nos preparam para encontrarmos os arquitetos superiores do nosso universo circunvizinho. Talvez a pirâmide seja um artefato do futuro

OS SERES ULTRATERRESTRES-Uma entrevista para a Revista UFO

Mais avançadas que os seres extraterrestres que nos visitam, ainda presos a várias formas de tecnologia, são os seres ultraterrestres
Doutor Hurtak, há anos se tem feito a mesma pergunta: quando faremos contato definitivamente com nossos visitantes? O senhor tem uma estimativa?
Essa é uma pergunta muito interessante. Na minha opinião, com os documentos recentemente tornados públicos pelo Governo brasileiro para um grupo de pesquisadores locais –, como A. J. Gevaerd e demais integrantes da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) –, e no cenário das liberações de arquivos semelhantes pelo Governo francês, há vários anos, além dos antigos registros da KGB, vê-se que essa apresentação de fenômenos em nível mundial já está diante de nós. Portanto, num contexto mais amplo, essa pergunta já está obsoleta. Os extraterrestres já estão aqui! Em minha pesquisa, a questão que se deve fazer é sobre a chegada dos ultraterrestres, detentores dos poderes mais elevados do Cosmos, que estão além da forma material de evolução e, ao mesmo tempo, não se limitam à tecnologia dos veículos extraterrestres. Eles – os ultraterrestres – estão por trás da orquestração dos eventos cósmicos que regem civilizações inteiras, bem como eventos planetários, como os registrados nos últimos 60 anos na Terra.
Então o senhor acredita que haja seres ainda mais avançados que os extraterrestres?
Nós estamos vendo um intercâmbio face a face com várias categorias de inteligências extraterrestres, que querem mostrar-se sistematicamente para a comunidade científica mundial. Eles querem um diálogo com cientistas políticos, advogados, juízes e especialistas planetários, pra surgimento de uma ciência espacial. Esse evento acontecerá apenas daqui alguns anos, quando tivermos um novo tipo de lei espacial em operação, conforme detalhei no recente documento Conseqüências para a Lei Espacial das Descobertas de Água em Marte (Publicado nos Anais de Ciência Espacial da Universidade McGill, Montreal, Canadá, 2005)-(nota pessoal- no mês de outubro de 2015, a NASA confirmou oficialmente a existência de água em Marte).
É possível se prever como será esse diálogo entre os extraterrestres e a humanidade?
Está bastante claro, pela vastidão dos milhares de casos estudados pelos melhores especialistas e pesquisadores no assunto, que há formas de inteligência muito diversas no espaço. No entanto, a questão não é o diálogo com essas formas de vida, mas como o mesmo prosseguirá e se trará grandes benefícios para a raça humana. Por exemplo, a revista Popular Mechanics, em 2004, lançou um artigo dedicado a investigar quem seria o melhor cientista para estabelecer contato com um ser extraterrestre. Dentre os candidatos estava o professor Frank Drake, muito famoso por seu trabalho em radioastronomia e busca pela inteligência extraterrestre, que a NASA tem adotado como um de seus paradigmas. Nessa lista também estava Jane Goodall, que trabalhou na África com comunicação entre seres humanos, macacos e chimpanzés. Cientistas de duas áreas bem distintas são fortes candidatos, então. Ficaram de fora dessa equação especialistas no assunto da Europa e das Américas do Norte e do Sul. E ainda os da antiga Índia, Japão e China, onde a realidade dos seres ultraterrestres de luz é bem compreendida por aqueles que os orientalistas e antropólogos chamariam de avatares, ou seres crísticos. São sábios de mente superior que cederiam à humanidade o grande entendimento de quem somos, porque estamos aqui e para onde vamos. Isso tem ligação com toda essa variedade de culturas extraterrestres que temos estudado nos últimos 60 e poucos anos, através das ferramentas da moderna ciência.
Em sua obra mais famosa, As Chaves de Enoch, o senhor fala sobre seres habitando o fundo dos oceanos. Tem informações a respeito de bases extraterrestres nessas regiões ou no Brasil?
Eu tenho pesquisado o assunto junto de mergulhadores em áreas próximas da costa da Flórida, nos Estados Unidos, e em Porto Rico, no Caribe. Eles afirmam ter descoberto a existência de alguma forma de tecnologia subaquática movendo-se a velocidades extremamente altas, nestas regiões. Tal tecnologia permite que seus proprietários cheguem subitamente à superfície do mar e acelerem seus veículos a uma velocidade ainda maior no sentido do espaço exterior. Também tivemos outros eventos próximos em Baía Blanca, na costa da Argentina, nos anos 50. Espaçonaves entrando nos oceanos e viajando milhares de quilômetros submersos sugerem a existência de bases e plataformas estabelecidas em todo o planeta, através das quais nossos visitantes poderiam observar o desdobrar dos eventos que realizamos, tais como o uso positivo e negativo de nossa tecnologia.
Também foram registradas tais manobras em outros períodos da história.Nos anos 70, por exemplo, durante manobras do governo norte-americano no Caribe, naves não identificadas também foram seguidas por navios soviéticos presentes na região. Aqueles veículos saíram do oceano e ficaram na frente da proa das embarcações dos EUA, separando-as das rivais. Foi o mesmo que dizer: “Coloquem os seus brinquedos militares de lado, pois o tempo para viver em paz é curto”.
O senhor trata desses casos em As Chaves de Enoch?
O livro apresenta um modelo de muitas áreas da ciência, que conduz o leitor a enxergar a realidade da presença ultraterrestre no planeta e oferece um modelo superior de organização, que mudará a vida no nosso e em outros sistemas solares, em nível muito maior do que o imaginado pelos cientistas e ufólogos de hoje.
As abduções seriam parte desse processo? Qual é o objetivo de tais experiências?
Após estudar milhares de casos de seqüestros na África, na América do Norte e do Sul, concluí que são procedimentos médicos feitos com humanos por formas embrionárias de inteligências extraterrestres, que estariam utilizando nossa raça para uma variedade de experimentos. Acredito que as abduções desrespeitam a liberdade e dignidade humanas, além de princípios cósmicos que determinam às diferentes raças estelares que solucionem seus próprios problemas, atendo-se a uma ética biológica de não-interferência em outros mundos. Experimentos envolvendo violência física e implantes técnicos subcutâneos, conforme tem sido constatado pelos pesquisadores, são agressões. Tais princípios cósmicos regem formas peculiares de inteligência que estão guiando a humanidade em seus passos iniciais, através da música, das artes criativas e das grandes descobertas da ciência. Todas essas atividades acrescentam dignidade à raça humana, bem como abrem infinitas possibilidades de aperfeiçoamento da centelha divina plantada dentro do ser humano, no momento da encarnação ou nascimento.
 
Com base em suas pesquisas é possível afirmar que os extraterrestres que visitam nosso planeta podem ser divididos em positivos e negativos?
Esta pergunta apresenta uma lógica dualista. Há mais de 70 categorias de extraterrestres nos visitando, muitas das quais neutras, nem positivas ou negativas. Portanto, temos que ter em mente um cenário mais amplo. Um exemplo é o que foi visto recentemente no México, quando frotas de centenas de objetos luminosos apareceram e não mostravam nem tecnologia física, nem as limitações normalmente atribuídas aos efeitos físicos (Veja edições UFO 109 e 112). No caso de 10 de junho de 2004, em especial, os mais de 500 objetos filmados sugerem uma categoria de civilização que existe em muitas formas além do aspecto físico. Minha conclusão é de que os responsáveis por aqueles veículos parecem estar interessados em observar a rápida aceleração da raça humana no sentido de sua própria destruição. Isso por causa do completo desrespeito do ser humano ao meio ambiente planetário.
A humanidade deve fazer uma mudança de rumo? 
Enquanto espécie, nós aprendemos muito pouco desde que a primeira bomba atômica foi ativada, em 1945. Há a necessidade de vermos de maneira mais ampla o potencial de nosso próprio destino, que não é dualista nem orientado para a lógica científica do ocidente ou do imperativo econômico de corporações multinacionais. Estas estão exaurindo rapidamente os recursos de nosso planeta, aparentemente sem compreensão de que a humanidade planetária corre riscos. Nossa raça tem, agora, que se mover em direção do espaço, tirando partido dos recursos que ali estão, em planetas próximos, asteróides ou através de outras evoluções cósmicas.
Em seu livro o senhor fala da chegada de gigantescas naves de extraterrestres negativos e sua guerra contra os positivos. Diz que isso será precedido de indicadores astronômicos e que as comunicações serão cortadas. O senhor poderia explicar melhor
Sim. Por exemplo, na chave 2-1-6 de As Chaves de Enoch me refiro à constelação chamada Perseus, para efeito de uma nova forma de intercomunicação astrofísica. Veja que, recentemente, os cientistas britânicos captaram sinais vindos daquela constelação, num total de 57 oitavas além do C médio (Nome da nota Dó na nomenclatura musical inglesa e alemã), na região que os cientistas chamam de Lá sustenido. Portanto, temos nesta descoberta um evento científico preciso de recebimento de sinais musicais de fontes do espaço exterior. Uma outra área, na chave 2-0-5, fala de labaredas solares (Solar flares) assumindo um papel bastante significativo nas mudanças planetárias diante de determinados eventos que acontecerão(nota pessoal-as ondas cósmicas transformadoras ocorridas recentemente em setembro de 2015 e já previstas pelo Dr Simon Atkins e pelo Dr Paul La Violette PhD). É interessante observar que, em 2004 e 2005, houve um aumento de tais labaredas, que, de acordo com especialistas , são responsáveis pela mudança dos padrões climáticos da Terra – e de forma bastante singular, efetuam mudanças geofísicas em nosso planeta, associadas à supertempestades.

O senhor acredita que essas mudanças climáticas poderão influenciar o modo de agir da humanidade?

Creio que sim. Essas supertempestades aumentarão daqui para frente, o que colocará a humanidade de joelhos, pedindo ajuda de outras civilizações cósmicas. Suas ações servirão de exemplo para mover nossa raça para além da globalização, chegando ao que eu chamo de “povalização” , que são as pessoas ganhando sentido e assumindo o controle dos recursos do planeta.

O senhor poderia nos apresentar outros exemplos relacionados à evolução da humanidade, presentes em seu livro? 
Existe inúmeros, como a descoberta de significativas ruínas arqueológicas em Yonaguni, perto da costa de Taiwan, uma enorme estrutura de mais de 200 m comprimento e idade estimada em 10 mil anos, encontrada sob o mar, na década de 90. Isso foi mencionado no mapa-múndi da chave 2-1-5 de meu livro, que falava de uma história evolutiva anterior. Além disso, os recentes eventos na área da Ilha de Flores, Indonésia, foram também preditos em sua linha latitudinal – 121º27’ latitude leste –, que passa exatamente sobre o local. Nessa região foi descoberta em 2004 uma espécie humana de baixa estatura batizada de Homo floresiensis, que viveu pelo menos até 18 mil anos atrás. Tal achado foi anunciado pela revista Science em março deste ano.
Sua obra é capaz de nos dar um mapeamento de fases anteriores da humanidade?
Sim, ela oferece o mapa de onde foram feitos, em determinados períodos, testes anteriores de uma proto-humanidade. E sugere ainda que aqueles que realizaram tais experimentos com a raça humana e suas diversas ramificações estão agora voltando para verificar os resultados de suas ações, para atualizá-las e conduzir o ser humano coletivamente num sentido superior, que poderia ser chamado, conforme meu falecido colega John Mack mencionou, de um “passaporte para o Cosmos”.
Como o senhor acha que a população, os cientistas, religiosos, militares e autoridades governamentais reagirão quando houver uma chegada pública e definitiva dos extraterrestres?
Está muito claro que, no tempo da Guerra Fria entre os EUA e a URSS, havia razões lógicas para não se discutir a realidade extraterrestre. Primeiro, porque se a tecnologia alienígena fosse descoberta e se uma dessas nações pudesse acessar sua engenharia, acabaria tendo vantagem bélica sobre a outra. Mas essa idéia é passado. Agora, na era de Steven Spielberg e George Lucas, creio que a humanidade de nosso jovem planeta sabe – quer intuitivamente ou através de determinado tipo de expansão de consciência – que em outros tantos milhões de galáxias existe outras formas de vida. Já os burocratas que vivem de estatísticas não verão o cenário como o resto da humanidade, para quem a chegada de nossos visitantes será encarada de forma mais ampla e positiva. Especialmente por parte de jornalistas e pesquisadores que trabalham com o tema ufológico com seriedade, bem como sociólogos de ponta, antropólogos e peritos. Todos se dão conta de que o planeta está ficando cada vez menor e seus recursos também. Isso requer um novo entendimento da raça humana e da aceitação de sua cidadania cósmica, para nos tornarmos Homo universalis.
Ainda sobre seu livro, o senhor disse ter chegado ao sétimo céu. Como isso é possível para um ser humano? Houve alguma forma de preparo?
O meu livro é considerado uma obra cabalística, o que significa que é escrito com uma simbologia e metalinguagem própria. Ou seja, tem um significado em sete níveis de realidade científica, desde a partícula subatômica até a atividade da consciência da supermente. Minha experiência deu-se no contexto de algo ultraterrestre, no qual não foi o meu eu físico que recebeu autorização de experimentar outras dimensões, mas o transfísico ou meu eu consciencial que recebeu autorização de experimentar outras dimensões. Na linguagem cabalística, isso equivaleria a uma realidade superior de ver as supermentes ou as inteligências mestres, além do reino físico ou extraterrestre.
O senhor vê que há perigo na manifestação de seres extraterrestres?
As Chaves de Enoch está escrito de uma forma que possa advertir o leitor contra seres extraterrestres que ficam “brincando” científicamente com a raça humana. Ao mesmo tempo, o livro serve como um modelo para compreender as pegadas anteriores do homem, conduzindo-o a uma aceleração do conhecimento através do qual a raça humana descobrirá a presença de um reino muito maior de inteligência, a dos seres ultraterrestres ou seres de luz integral. São eles que orquestram o compartilhamento dos dons espirituais divinos com a raça humana.
Que pesquisas a respeito da presença extraterrestre no passado, ou no presente, a Academia para Ciência Futura está realizando no momento?
A Academia desempenha um papel muito importante ao documentar eventos reais conectados com a realidade extra e ultraterrestre. Um exemplo é o conjunto casuístico que ficou conhecido como A Noite Oficial dos UFOs no Brasil, em 19 de maio de 1986. Como se sabe, parte do material referente a este caso foi tornado público pelo Governo brasileiro, em maio passado. Ainda naquela época, fazendo palestras no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP), tive oportunidade de ver com meus próprios olhos e tirar fotos daquilo que creio serem formas de inteligência ultraterrestres, que se moveram sobre São Paulo, Rio de Janeiro e regiões mais amplas de ambos os estados . Os artigos publicados na época mostram um elevado interesse por parte de cientistas dos EUA nos eventos que estavam ocorrendo no Brasil e noutras partes do mundo.

“Os seres que realizaram experimentos com a raça humana estão voltando para verificar os resultados de suas ações e conduzir o ser humano num sentido superior, que poderia
 ser chamado, como meu falecido colega John Mack mencionou, de um “passaporte para o cosmos”J.J Hurtak

Além do Brasil e dos EUA, há outros países nos quais a Academia desenvolve pesquisas relacionadas ao Fenômeno UFO? 
Também estamos presentes no México. Durante recentes casos de avistamentos naquele país, como o ocorrido em Campeche, em março de 2004 [Veja as edições 110 e 112 de UFO], alguns dos pilotos envolvidos eram membros da Academia e atuaram decisivamente para mostrar a realidade do fato, abrindo a mente de outros especialistas do mundo inteiro. A Academia também opera em conjunto com colegas mexicanos, como Jaime Maussán e alguns advogados trabalhando para erigir uma nova legislação espacial. Buscamos com isso cumprir nosso papel de ajudar a aumentar as fronteiras científicas de diálogo e entendimento entre as diversas culturas e ramos da sociedade humana.
Que mensagem o senhor deixaria para os leitores da Revista UFO e aqueles que admiram seu trabalho?
Que a humanidade se defronta hoje com um momento muito importante em sua trajetória, quando devemos nos mover todos juntos e para frente, encarando o livro da vida de maneira mais ampla e entendendo que a raça humana não é senão um pequeno parágrafo dele. Saudamos os esforços de jornalistas brasileiros que falam a verdade, em parceria com cientistas e especialistas, o que tem tornado o Brasil um modelo de cooperação para todos os países do mundo. Isso nos fará ir além do antigo paradigma e ter uma nova realidade, na qual devamos aceitar as responsabilidades de nos preparar para a cidadania cósmica. Creio no diálogo com as centelhas divinas da inteligência cósmica. Nosso trabalho, feito em conjunto, vê a ciência extraterrestre como um modelo real de ciência, como parte de um grandioso esforço científico que precisa ser convergido para um ponto comum.

PISTIS SOPHIA-UM TEXTO COPTA-por J.J. Hurtak

O documento original, escrito em grego e tido como perdido, foi guardado pela Providência Divina numa tradução para o copta, o dialeto sahidico do sul do Egito. A versão copta foi provavelmente escrita entre os séculos III e IV de nossa era. O códice foi levado para a Inglaterra em 1772, adquirido por um médico colecionador de manuscritos antigos, o Dr. Askew, e mais tarde vendido ao Museu Britânico.O texto completo foi traduzido para o latim por volta de meados do século XIX, por M.G. Schwartze,  mas só a partir do final do século XIX foi traduzido para línguas européias modernas (francês, alemão e inglês). 

O simbolismo-O Mito de Sophia-Uma análise pessoal

Em todas as tradições esotéricas, as mais importantes instruções internas são sempre transmitidas em linguagem simbólica, velando assim o sagrado aos olhos profanos, oferecendo com isso um método para desenvolver a intuição dos estudantes. Com raras exceções, os nomes usados em PS para caracterizar as diferentes entidades e planos não têm nenhuma conexão com a tradição judaica que a precedeu nem com a cristã que a sucedeu.O simbolismo de Pistis Sophia é extremamente engenhoso em sua simplicidade. As entidades da estória representam os princípios do homem, revelando com isso o sistema psicológico subjacente aos ensinamentos de Jesus. Outro nível de simbolismo é introduzido no texto por intermédio da gematria, ou seja, das correspondências numéricas das palavras (no original grego), com seus significados mais profundos.Pistis Sophia representa a alma, ou mais específicamente, a parte da alma que encarna, a parte da mente concreta que é a unidade de consciência do homem. Seu nome é uma chave para seu papel: Pistis é a palavra grega para fé. Não a fé cega, mas a fé que surge com a total convicção do conhecimento interior. Sophia é sabedoria em grego. Assim, seu nome composto indica o princípio fundamental (fé na Luz do Alto – um aspecto do Plenum Cósmico /Deus) que a capacita a realizar sua missão, ou seja, o desenvolvimento da sabedoria em ambos os mundos (material e espiritual).

Seu par é Jesus(leia-se Consciência Crística), um símbolo para a alma espiritual do homem que permanece nas regiões do Alto, quando PS desce ao caos. Essa informação é de suma importância, porque expressa a separação de consciência entre a natureza inferior e a superior do homem. Ainda que, em sua essência última, o homem seja uno com seu Eu divino, o nível usual da consciência do homem não pode alcançar os planos espirituais, portanto, no mito, Pistis Sophia e a Consciência Crística são devidamente apresentados como entidades separadas.O papel desta Consciência Crística na estória é uma das partes que oferece maior dificuldade para os leitores, em virtude de nosso condicionamento mental com relação à posição da figura humana Jesus na religião cristã. No texto, vemos que “Jesus”(Consciência Crística) representa, num determinado momento, o Mestre que instrui seus discípulos e, no momento seguinte, representa um dos três aspectos da natureza superior do homem: a mente concreta não conspurcada (o par de PS), a mente abstrata (o Salvador) e o princípio Búdico ou intuição, também chamado de Cristo interior (o Primeiro Mistério Voltado para Fora).

O PAPEL DA PERSONALIDADE

O “vilão” da estória é o Autocentrado, que representa a personalidade. Esse é um nome bem apropriado para o nosso “eu” egoísta, presunçoso e fútil, que está sempre demandando ser o centro das atenções, que busca a gratificação dos sentidos, causando com esse comportamento grande aflição à alma. Os regentes, ou “arcontes”, são os principais aliados do Autocentrado e representam as emoções e paixões do homem. O principal agente entre eles é o poder com cara de leão, que representa o egoísmo, a força mais poderosa a afastar o homem da Fonte e levá-lo ao caos. Esses poderes malévolos e trevosos não são demônios exteriores, mas aspectos internos do homem. Eles permanecem ativos e engajados na tentativa de derrubar o homem até que ele consiga sua libertação final do caos.Apesar do caos ser uma região do Submundo, no sistema de Pitis Sophia, o termo é também usado para transmitir a imagem de um estado psicológico, ou seja, o da desordem. Como Pistis Sophia é aquela parte da mente que age como unidade de consciência do homem, quando é dito que ela “cai no caos”, o que isso quer dizer é que ela se torna vítima de desordens mentais que aparecem quando é tomada pelas emoções, desejos e paixões, e se torna condicionada por nomes e formas, por valores culturais e morais, em suma, por toda gama de condições que representam uma virtual prisão para a alma encarnada no mundo. Assim, a descida de PS(Pistis Sophia) ao caos é uma descrição simbólica da entrada do homem no ciclo de encarnações, onde permanecerá até que sua missão seja cumprida.

OS PLANOS  EXEMPLIFICADOS

Quando o Inefável decide manifestar-se no processo de auto-expressão para realizar Seus propósitos, projeta de Si mesmo uma série de entidades que são dispostas ao longo de cinco planos em ordem crescente de densidade. Esses planos poderiam ser chamados, de acordo com a linguagem moderna: Divino (Os Mistérios do Inefável), Espiritual (Tesouro de Luz), Mente Concreta (Plano Psíquico), Astral (Hílico) e Físico (Material). A característica inovadora da cosmologia de PS é que cada plano está dividido em três regiões: direita, meio e esquerda. A direita é sinônimo de superior, e a esquerda, de inferior. As entidades da direita têm a função de estabelecer os ideais ou arquétipos daquele plano, as do meio a função de manutenção, ou sustentação, que garante condições apropriadas e, finalmente, as da esquerda que estão engajadas na implementação das atividades estabelecidas para cada plano. Seus papéis poderiam ser descritos como de pai, mãe e filho ou, também, de semente, solo e fruto.

DERRUBANDO O CONCEITO SIMPLISTA DE “DEUS”

A Deidade Suprema não-manifesta, não é chamada de Deus, mas simplesmente de Inefável, Aquele ou Aquilo sobre o Qual nada é conhecido e Que está infinitamente além de qualquer caracterização pelo homem. Dentro do Inefável, e como parte intrínseca de seu Ser, encontram-se os Membros do Inefável, transmitindo a idéia implícita de unidade, como ocorre com os membros de um ser humano, cada um dotado de funções específicas. Entre os últimos membros do Inefável encontram-se os sem-pais, ou não gerados, que correspondem às mônadas, referidas na Vedanta e na Teosofia pelo termo sânscrito anupadaka, que significa “sem pais”.

O SENTIDO DO LOGOS-

A entidade mais elevada no Plano Divino é chamada de Mistério do Inefável, ou Logos. Ele é a Fonte de tudo o que existe, visível e invisível, o criador do arquétipo de toda a manifestação. Imediatamente abaixo dele encontra-se o Primeiro Mistério, em seu duplo aspecto: Voltado para Dentro e Voltado para Fora. O Primeiro Mistério é o mistério da unidade, e seu aspecto Voltado para Dentro é Atma, ou o Espírito, que abrange e interpenetra tudo o que existe. O Primeiro Mistério Voltado para Fora é o veículo de Atma, ou seja, Buddhi, também conhecido na tradição ocidental como o Cristo.

O PLANO ESPIRITUAL E A PRIMEIRA RAÇA-O ADAM KADMON

O plano abaixo é o Plano Espiritual, Pleroma ou Tesouro de Luz, que corresponde ao plano da mente superior ou abstrata. Ele corresponde ao conceito ortodoxo de Céu, onde as almas encontram sua bem-aventurança quando libertadas do caos. A entidade mais elevada desse plano é IEU, também referido pelos títulos de Supervisor da Luz e Primeiro Homem. Essa última expressão revela seu papel como Adão Kadmon, ou o Manu da Raça Humana, que se encarnou para estabelecer o arquétipo da primeira raça humana.

Também na região da direita do plano espiritual encontra-se Melquisedek, o Manu da Quinta Raça (a atual), o Grande Recebedor da Luz. Vale mencionar que a Igreja Primitiva reverenciava a figura de Melquisedec como indicado na epístola aos Hebreus, onde é dito que Jesus foi ‘feito sumo sacerdote para a eternidade, segundo a ordem de Melquisedek’ (Hb 6:20). 

(NOTA PESSOAL;Outra característica interessante da cosmologia de Pistis Sophia é que cada plano é um reflexo dos planos que lhe estão acima. Assim, as entidades da direita de cada plano agem como delegados do Logos, desabrochando o modelo fundamental, ou arquétipo, para seu próprio plano. O processo de manifestação segue esse modelo, da ideação para a criação em cada plano subseqüente)

INTERPRETAÇÃO DO MITO-Uma análise pessoal

O mito é outra representação da jornada de retorno da alma à Casa do Pai. Pistis Sophia “cai’”de sua região original, ao perseguir uma miragem, um reflexo da Luz do Alto, que é percebido no plano inferior como um poder com cara de leão,  o poder da matéria, o egoísmo. Essa queda, devida à ignorância, foi seu “pecado original”. Mas é dito que Pistis Sophia agiu assim sob o comando do Primeiro Mistério, ou seja, seguindo um impulso interior para obedecer ao desígnio do Plano Divino, provávelmente com o objetivo de que o Espírito pudesse manifestar-se inteiramente na matéria.

Com algum esforço de imaginação podemos visualizar a unidade de consciência do homem aventurando-se do plano mental e lentamente sendo seduzida pelas vibrações totalmente novas das emoções e dos sentimentos, dos desejos e das paixões. À medida que Pistis Sophia consentia a essas vibrações, ela se tornava cada vez mais emaranhada nesse novo nível vibratório e, com a repetição, ficava tão impregnada delas que se estabelecia um condicionamento, ou tendência, que a mantinha virtualmente prisioneira do caos.

(nota pessoal;O texto deixa implícito que quando a unidade de consciência, Pistis Sophia, desce ao caos, o homem encarna-se, ou seja, assume os veículos necessários para a manifestação no mundo material. Isso quer dizer que tanto no plano astral como no físico a alma é “envolvida por corpos” apropriados para o funcionamento naquele plano,análogamente á um homem com um escafandro que pode atuar no fundo do mar. Deve ser lembrado que as entidades da região do meio em cada plano têm a função maternal de prover as condições apropriadas e de nutrirAssim, no plano astral, a Providência lega todas as tendências de outras vidas, as quais oferecem inúmeras oportunidades para o indivíduo aprender todas as lições que ainda não foram superadas. No plano físico, a região do meio fornece um corpo físico ao indivíduo que o capacita a vivenciar o tipo de vida que o aguarda, resultado de seu carma.)

O LEGADO DE PITIS SOPHIA

É interessante notar que a estória de Pitis Sophia expressa a realidade quando vista do Alto, isto é, de um ponto de vista espiritual. Assim, quando Pistis Sophia reclama que os regentes dos eons a estão oprimindo, tentando tirar a sua luz, isso pode expressar o fato de que a personalidade experimentou uma vibração negativa, agressiva ou desagradável, tal como um ataque de raiva, sentimento de ódio, uma mentira etc. Mas a ‘opressão dos regentes’ também pode significar, do ponto de vista da personalidade, experiências imoderadas de gratificação dos sentidos, que para o homem do mundo representam ‘alegria de viver’, ou ‘diversão’, mas que para a alma, que vê a realidade do ponto de vista da luz interior, significam uma aflição pela qual terá que pagar caro.

Temos aqui a representação clássica da luta entre as forças da escuridão e da luz. Pistis Sophia, a alma encarnante, procura ascender, mas tem que lutar, a cada passo do caminho, desde a alvorada do tempo, contra as perigosas forças do mal e da escuridão, que não são forças exógenas que atacam do exterior. Os inimigos do homem estão entrincheirados dentro de seu próprio castelo, ou seja, são suas próprias emoções, desejos e paixões sob o comando do Autocentrado, a personalidade egoísta, presunçosa e orgulhosa.

Pistis Sophia busca sua libertação com suas ‘metanóias’, geralmente referidas como “arrependimentos”.Portanto, cada “metanóia” no mito está indicando que o homem passa por uma transformação mental que, por sua vez, se reflete em mudanças de atitudes, valores e comportamento. O Caminho, ou Senda, tão decantado em todas as tradições esotéricas é, na verdade, esse processo de mudança interior, apesar de ter vulgarmente uma conotação física.(nota pessoal; Esta verdade está por trás da declaração que se vê no famoso livro” A Voz do Silêncio”, de que o homem não pode entrar no Caminho até que se torne o Caminho).

A NATUREZA DOS ENSINAMENTOS DE PITIS SOPHIA-Conclusão

A natureza esotérica dos ensinamentos de PS é evidenciada nesse enfoque fundamental para a salvação, ou seja, a mudança de dentro para fora, e não meramente a obediência a uma série de preceitos,dogmas, escrituras sagradas ou como na tradição ortodoxa .Em nenhuma parte do texto de Pistis Sophia encontramos Jesus pregando um código moral de comportamento. O que é dito e reiterado é que o homem deve renunciar a este mundo e transformar a sua mente, se pretende buscar e receber os mistérios que lhe abrirão as portas da Herança da Luz.

(nota pessoal;As vinte e quatro “transformações da mente” e invocações proferidas por Pistis Sophia são indicativas da natureza lenta do processo de mudança necessário para transformar um homem do mundo no Homem Perfeito, a medida da estatura da plenitude da Concsciência Crística. Cada mudança interior indica um estágio de renovação da mente no caminho espiritual.)

Observações finais pessoais

Como a parábola do tesouro escondido no campo, o mito de Pistis Sophia está pronto para entregar, a todo homem ou mulher que cultivar com afinco seu solo interior, um verdadeiro tesouro enterrado de ensinamentos esotéricos, escondidos ali pela Consciência Crística. Parece que, com o desvelar dos diferentes níveis de manifestação e das progressivas mudanças interiores, o livro está tentando despertar o homem para a realidade de sua origem divina e de sua missão na Terra. Ao longo da estória de Sophia e no restante do livro existem muitos ensinamentos que podem tocar a alma de cada leitor de uma maneira diferente. Nesse sentido o texto é mágico. Ele foi preparado para trabalhar em cada coração sincero que busca com ardor e determinação as chaves que abrem as portas das Dimensões Superiores.Pistis Sophia, é um mapa codificado que leva ao tesouro mais precioso ansiado pelo homem. Se pudermos interpretar os símbolos usados, poderemos trilhar o Caminho e achar a pérola preciosa da Gnosis, a chave que nos admite nos reinos superiores.

A FILOSOFIA DA RECONEXÃO-AS LINHAS AXIATONAIS-Chaves 3.1 0,7 do “O Livro do Conhecimento: As Chaves de Enoch”, pelo Dr. JJ Hurtak, Ph.D.

Para a compreensão do trabalho da Reconexão, nos concentremos na idéia de que, como o Dr. Hurtak escreve, “há um processo de renovação que ocorre no nível celular, que é controlada por linhas axiatonais”.

Dr. Hurtak define linhas axiatonais como “linhas vibratórias que ligam os níveis de atividade eletroquímica humana com circuitos astrobiológicos que abrangem todo o sistema solar e estão ligados a sistemas estelares ressonantes. As linhas axiatonais conectam o mapeamento de acupuntura do sistema biológico humano com análogos astrobiológicos superiores. Linhas axiatonais são campos de energia nos padrões de trabalho com vibrações acústicas em execução por todo o corpo e além existente. Com isso, o corpo é mantido e também pode ser refeito , por isso, todas as funções próprias do corpo pode ser restaurado e acelerado e, através deste , o corpo pode ser reconstruído , célula por célula , molécula por molécula , forma-pensamento por pensamento-forma ” . Ele continua  dizendo que ” As linhas axiatonais fazem parte de um quinto campo circulatório a estender não só através de suas células com seus microtúbulos , mas além de seu corpo . Você é uma árvore de caminhada do conhecimento, e como você ir mais longe até o neurocircuito, você percebe que você é um biotransdutor a processar as formas-pensamento de energia a partir da mente universal , a consciência universal , o universal EU SOU ” .

O SIGNIFICADO DE AXIATONAL

A palavra ” axiatonal ” em si reúne duas idéias. Não se refere apenas à ideia de o eixo maior dimensional ou grade por onde a luz e os fluxos de informação, mas também para as cores, sons, vibrações e matizes. Isso implica que a cura pode ocorrer em todos os níveis , através da incorporação de todos esses “tons”  a Inteligência Universal seleciona o que é adequado de acordo com o que uma determinada pessoa pode precisar naquele momento em suas vidas e entregá-la. Então , são essas “linhas axiatonais” vibratórias, que em última análise nos conecta com o projeto original do nosso corpo superior. É importante reconhecer que as linhas de vem de uma fonte mais elevada e que estar conectado a eles nos leva a essa fonte , ou seja, fornecem uma ligação direta entre a nossa consciência individual e da inteligência cósmica . Uma vez conectado, luz, energia e informações  viaja a partir da fonte mais elevada através das linhas de grade de energia que circundam no planeta e se conectam em nossos corpos através dos meridianos axiatonais aos nossos meridianos de acupuntura.

CHAVE 3.1.7 DAS CHAVES DE ENOCH

Específicamente,a chave 3.1.7  fala de como existe no trabalho em todos os nossos corpos , um conjunto de níveis vibratórios únicos. Fala de como nossos corpos podem controlar as suas funções de renovação através dos meridianos das linhas axiatonais, que são o equivalente e paralelos das linhas de acupuntura. Além disso, essas linhas axiatonais não terminam em nossos corpos físicos, eles são abertas e nos conectar com as linhas axiatonais que emanam de outros sistemas estelares. Uma vez que começamos a ligar o sistema axiatonal, nosso eu superior pode trazer a energia básica para o eu físico e  controlar todas as nossas funções renovadoras. Esta energia, luz e informação trabalha com todas as estruturas do corpo, para que possamos avançar para a formação adequada.

CHAVE 3.1.4 DAS CHAVES DE ENOCH

Além disso, a chave 3.1.4 fala de como, através de uma projeção de luz, os indivíduos selecionados podem ser reconectados ao seu plano perfeito através de uma ressonância operando através do espaço hyperdimensional (ou seja, fora dos limites do espaço e do tempo).

Qual é o efeito da Reconexão ?

Tendo a Reconexão ligada e ativada, se estende suas linhas de acupuntura existentes para essas “novas” linhas axiatonais que estão ligados diretamente ao seu ” Eu Superior ” – o maior do corpo de luz que existe para os seres antes de sua encarnação pré-existente. O resultado é que as linhas axiatonais estão executado através de seu corpo, ligando a grade energética dentro de você para o sistema axial e as linhas de grade energética da Terra. As linhas de início começam a mudar o seu corpo físico para uma vibração mais elevada e mantêm continuamente recarregada. Eles fornecem um caminho, uma conexão da Terra com você e através de você para o Universo e além e volta no sentido inverso

O Livro do Conhecimento: As Chaves de Enoch®

Uma explicação de J.J. Hurtak-Uma nova ciência;A astronomia médica

“Existe um trabalho dentro de todos os nossos corpos, um padrão com níveis de vibração única, e os nossos organismos controlam todas as suas funções, que são renovadas por algo chamado Linhas Axiatonal dos Meridianos e estas linhas Axiatonal não são limitadas, ou seja, não terminam em nossos corpos físicos mas estão abertas; estas ‘linhas’ realmente se estendem transpassando nosso corpo, e elas podem nos conectar mais plenamente ao universo. Quando o Homem descobrir a conexão entre o espaço de sua própria vida e as grades Axiatonal, a humanidade vai entrar num todo em um novo nível de ‘super’ ciência conhecida como a astronomia médica”.

O QUE É ASTRONOMIA MÉDICA

Astronomia médica refere-se a cura em todos os níveis, mente, corpo, espírito e fala sobre a mudança na formação adequada de nossos membros, sobre um passo à frente em um novo nível de interação consciente com o Universo . As linhas axiatonal sendo as linhas de grade do Universo, são parte de um maior sistema supradimensional que combinam cores e som, luz e informação.

A FUNÇÃO DO NOSSO EU SUPERIOR

Nosso Eu Superior traz essa energia e informações básicas e renova todas as funções do nosso corpo humano, nosso corpo energético, e nosso corpo evolutivo, e funciona em todos os níveis, celular, atômico, molecular, DNA, cerebral, emocional, etc. Quando começamos a manter isso em uma forma contínua, as redes permitirão o intercâmbio de informações genéticas, e todas as informações que fluem em nossas células e em nossa formação adequada. Podemos curar uma doença, regenerar membros e órgãos, podemos avançar na terra com maior nível de luz e de informações em nossas células.Muitas pessoas perguntam o que estamos reconectando? Estamos  reconectando com nosso Eu, o Universo e o Potencial. E como sabemos quando estamos fazendo isso? Nós não sabemos. É um processo em curso, é uma experiência em andamento. Que está acontecendo agora.”

ALGUMAS CITAÇÕES DO LIVRO DO CONHECIMENTO;

A citações a seguir estão no livro: As Chaves de Enoch®, (Chave 317: 1-62)

1-“Desde a criação nosso corpo galáctico controla suas funções por meio da renovação das linhas de meridianos axiatonal que são o equivalente as linhas de acupuntura e que podem se conectar com sistemas estelares ressonantes. Estas linhas axiatonal não estão limitadas a um corpo físico ou uma criação biológica, mas estão abertas e podem conectar o veículo do corpo com as linhas axiatonal que emanam das várias constelações, e interagir em mecanismos de códigos químicos. “

2-“O homem é uma variável de sub-sistema biológico existente entre os campos magnéticos.”

3-“A evolução humana é uma experiência pré-concebida dentro de um mundo casual da relatividade.”

4-“As linhas axiatonal podem existir independente do Eu Superior, mas ainda exigem as funções de direção da Evolução Superior”.

5-“As grades axiatonal tendem a entrar em interface com a atividade biológica ocorrendo em maior ou menor freqüência vibratória dentro do espaço a ser utilizado por diferentes biologias. As grades não são regidas pelas leis e mecanismos que controlam a evolução física, pois eles operam por meio de sua própria acumulação de energia para a manutenção.”

6-“O homem neste momento está avançando para um novo programa biológico da criação.”

7-“Uma espécie inteiramente nova está sendo criada neste momento, a reunião da criação Adâmica Eu Superior humano que permitam a expressão espiritual e biológica da Raça Cristo avançando para a próxima zona da consciência do tempo da criação.”

8-“As linhas axiais são parte de um sistema circulatório da quinta dimensão que combina cor e som, que são usados para retirar do corpo do Eu Superior a energia de base utilizada para a renovação evolutiva do corpo humano”.

9-“A combinação de Astronomia Médica e Biologia Molecular permite que “as moléculas de DNA produzam células para alterar suas propriedades normais, o que fará receber as transmissões genéticas originais dada por intermédio de um” ponto de spin “, para uma célula.”

10-“Linhas Axiatonal, assim, provocam que novos padrões de circunvolução celular ocorram.”

11-“O ponto de rotação leva energia e tece as redes de luz que formam o tecido da regeneração celular.”

12-“Os ‘pontos spin’ recebem as suas energias, através das linhas axiatonal”.

13-“Através do ajuste axiatonal, as vibrações acústicas da Luz espiritual e Luz Viva ocorrem”.

14-“A chave que abre a porta para as vibrações sonoras gerem luz gravitacional dentro do corpo.”

 

 Visão pessoal….
Se o leitor casual é um cético confesso, ele descartará o trabalho como um outro relato de ficção científica a promulgar e explorar reinos desconhecidos. Contudo, este trabalho não é fantasia, nem resultado de “informação canalizada”, nem produto de mediunidade. Em vista da natureza da experiência direta como base de recebimento da informação registrada nas Chaves de Enoch, ele deveria ser mais apropriadamente descrito como um ensinamento revelado – semelhante aos contidos na Bíblia e em outras escrituras sagradas. Ele nos desafia a ultrapassar o pensamento tridimensional do nosso intelecto racional a fim de aceitá-lo a nível supra-racional.Não há qualquer prova de que a experiência do autor não tenha sido uma experiência objetiva, e muitas das previsões feitas, especialmente no campo das descobertas científicas, têm sido confirmadas desde então.A nível de realidade, é difícil para os nossos processos concretos de pensamento explicar experiências místicas como as descritas nas Chaves, mas, a menos que descartemos a existência de outras dimensões além da nossa (e a relatividade e a física quântica já nos dão prova de que há pelo menos uma quarta dimensão além das três tradicionais), nós ficamos na posição de ter ao menos de nos dispor a considerar os ensinamentos da Chaves como verdadeiros antes de podermos começar a entendê-los.Este dilema intelectual, semelhante ao “salto de fé” de Kierkegaard, põe as Chaves em perspectiva para o buscador da filosofia. Este trabalho está publicado desde 1973, e tem circulado não apenas em ambientes populares, como também é bem conhecido em círculos científicos e internacionais – algo irônico, levando em conta tanto o alcance como a profundidade do trabalho, e a forma como ele desafia os preconceitos do leitor, sejam científicos, sejam filosóficos, ou algo entre os dois.Sómente pela compreensão do nosso universo físico como uma sub-estrutura de níveis de criação mais sublimes operando através de fractais arquetípicos ou “letras divinas” de criação de forma-pensamento, é que podemos compreender a importância deste ensinamento.  Esta é a grande preparação, não apenas para a grande unificação do reino material, mas para a ascensão a partir dos reinos materiais e metamateriais rumo aos reinos espirituais e conscienciais da criação superior.O Livro do Conhecimento: As Chaves de Enoch ,está disponível para o nosso estudo e pesquisa. Muitos sociólogos, psicólogos, ecologistas, economistas, entre outros, estão prevendo um futuro catastrófico se não houver uma drástica mudanças no statuos quo da humanidade em todos os aspectos; para os excessos egoístas e autodestrutivos do homem e a sua tentativa de subjugar a natureza, toda causa tem um efeito; Muitos vêem que a única esperança é a lógica científica ou um caminho espiritual. 
Contudo, a conclusão a que chegaram as investigações de muitos cientistas que trabalham com as Chaves de Enoch é de que deve haver uma união superior entre os caminhos tanto científicos como espirituais, o que ligaria a evolução humana com a Evolução Superior, conectando a humanidade com o Plano Mestre.
Inspiração….

NOTA;O Livro do Conhecimento: As Chaves de Enoch® vem abrir a mente do homem a novas idéias, convidando-o a participar na experiência da educação da alma. As Chaves são um projeto dos muitos níveis da consciência espiritual e são destinadas a colocá-lo em contato com o entendimento da Inteligência Divina.

Tradução do link de origem:

http://healinglondon.co.uk/KeysOfEnoch.aspx

Academia Para Ciência Futura.

1-Hurtak, J.J. (1976) “The Meaning of the Pyramids on Mars” em Beyond Reality. Março-Abril de 1976. 
2- Hurtak, J.J. (1973) Ilustração e detalhes dos tetraedros publicados pela primeira vez no Livro do Conhecimento: As Chaves de Enoch®, Los Gatos, Academia para Ciência Futura, pp. 35-36.
3- Dolphin, Lambert. (1974) Conversa particular no Instituto de Pesquisa Stanford, Menlo Park, CA.
4- Mazursky, Harold. (1976) Conversa particular no USGS Office. Flagstaff, AZ. Mazursky foi considerado uma das principais autoridades sobre Marte e as Missões Viking 1 e 2.
5-Sagan, Carl. (1973) “Sandstorms and eolian erosion on Mars” no Journal of Geophysical Res. 78. pp. 4155-4162.
6- West. Jack (1972) Trial of the Stick of Joseph . Sacramento: Rich Publishing House.

Para mais informações sobre As Chaves de Enoch , visite a Academia Para Ciência Futura.

No Brasil, você pode adquirir o O Livro do Conhecimento: As Chaves de Enoch® .Clique no link de origem: http://www.chavesdeenoch.org/html/livros.html ou envie email para: acfbrasil.material@terra.com.br

SOBRE O LIVRO-o-livro-do-conhecimento-as-chaves-de-enoch”

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