Hormônios da Felicidade-veja a importância deles na saúde e na vida….

Resultado de imagem para imagens sobre o cérebro e a alimentaçãoO nosso corpo funciona como uma grande engrenagem. O grande problema é que nem sempre entendemos nossas dores e, consequentemente, como curá-las. O grande controlador do nosso corpo é o cérebro. Assim como ele entende os impulsos negativos, origem do estresse e da ansiedade, ele vai entender os impulsos positivos. A partir daí, nessa segunda situação, o cérebro é grande influenciador na produção de hormônios bem especiais, os chamados hormônios da felicidade.

Dopamina, serotonina, oxitocina e endorfina. Se você conhecer a importância desses hormônios para o seu corpo e para a sua vida, assim como descobrir maneiras eficazes de produzi-los com mais frequência a possibilidade de dias melhores será bem grande; As dicas abaixo  ajudarão bastante e você pode aplicá-las a partir de hoje. Tente e veja a mudança em seu humor e na sua vida.

Entendendo os hormônios da felicidade

Cada um dos hormônios é produzido de uma forma diferente em seu organismo e por razões específicas. Veja.

Dopamina

A dopamina é um neurotransmissor que eleva a sensação de prazer, amor e apego à uma coisa ou pessoa. Quando os níveis desse hormônio estão em alta, a resposta cerebral é mais rápida e você também tem a capacidade de se concentrar mais.Dá para identificar quando não há dopamina suficiente em seu organismo. Alguns sintomas se tornam aparente, como a falta de bem-estar, mesmo que nada de diferente tenha acontecido para causar essa sensação; incapacidade de resolver problemas simples, principalmente ligados a atividades cognitivas; sentir-se distraído com muita frequência.; sentir a necessidade de estar sempre junto de amigos e familiares.

Físicamente o seu corpo também dá alguns sinais: agitação constante, inquietude e impaciência para resolver qualquer problema; cansaço sem explicação e sono não relaxante durante a noite.

Serotonina

Pode-se dizer que entre esses quatro hormônios, a serotonina é o que mais influencia o seu humor, a sua energia e a sensação de bem-estar. É esse neurotransmissor que faz a comunicação direta entre os seus neurônios. Com essa comunicação eficaz, praticamente todas as suas atividades rotineiras são beneficiadas. A serotonina ainda está ligada à sensação de bom-humor, ao relaxamento, ao poder de concentrar-se para exercer as suas atividades comuns do dia a dia e muito mais.Quando há escassez de serotonina em seu organismo há também uma queda na qualidade do seu sono e diversos outros índices de qualidade de vida para uma pessoa. A depressão também é ocasionada pela falta de serotonina no organismo. Isso desencadeia enxaqueca, insônia, cansaço físico e mental, entre outras características.

Ocitocina

É a chamada “Droga do amor”. Esse nome foi dado porque essa droga é responsável por ajudar na construção de relacionamentos saudáveis, também na confiança em si e em outras pessoas e na sensação de intimidade que você tem ao encontrar alguém querido. A ocitocina é produzida pelo seu cérebro, geralmente na região do hipotálamo e liberada principalmente durante o orgasmo, tanto feminino quanto masculino.Esse é um dos hormônios de mais simples produção, já que um simples abraço verdadeiro que você dá em outra pessoa, já desencadeia a formação desse neurotransmissor. Quanto mais ações positivas e ligadas à relacionamentos entre pessoas, maior será a produção da ocitocina em seu organismo e mais benefícios ele terá como retorno.

Endorfina

A endorfina é produzida na glândula hipófise e atua como uma espécie de analgésico natural. É justamente por isso que traz a sensação de bem-estar e relaxamento do corpo. O seu humor e a sua alegria mudam considerávelmente quando há incidência normal ou grande de endorfina em seu sangue.

Resultado de imagem para imagens sobre hormonios cerebrias Porque os hormônios da felicidade são importantes para o seu dia a dia?

Você pode ver que cada um dos hormônios da felicidade eleva a sua sensação de bem-estar. Quando eles estão em ordem você mantém, consequentemente, todo o seu corpo e a sua saúde normalizada. Nosso corpo é uma grande engrenagem; Se tudo está normalizado e funcionando corretamente, você só tem a ganhar.Há diferentes maneiras de intensificar a produção desses hormônios em seu dia a dia. O primeiro passo é buscar a ajuda de um profissional e começar a mudar seu estilo de vida, incluindo alimentação, exercícios e, principalmente, a forma como você encara seus dias.


Resultado de imagem para imagens sobre pregnenolonaPregnenolona- Hormônio do Desempenho Cerebral

A perda gradual da capacidade cognitiva e velocidade de processamento cerebral acometem mais de 80% das pessoas que ultrapassaram os 30 anos de idade.  Um grande número de evidências científicas demonstra, de forma clara, que a queda de desempenho cerebral não é um fato irrevogável, podendo ter o seu curso modificado. Dentro deste contexto, insere-se a Pregnenolona, um dos mais importantes hormônios do corpo humano e essencial em qualquer faixa etária.

A Pregnenolona é produzida nas mitocôndrias, cérebro e supra-renais num total de 14 a 17mg/dia, sendo o mais abundante hormônio presente no cérebro. Ela sofre um rápido e cumulativo declínio a partir dos 30 anos de idade, sendo que, após 60 anos a maioria das pessoas não consegue produzir mais do que 25% da quantidade necessária às suas necessidades metabólicas.Pregnenolona é o primeiro hormônio a ser produzido que gera uma série de neuro-hormônios no cérebro que são conhecidos por afetar o crescimento das células nervosas e modular o humor. A pregnenolona tem um efeito importante em uma grande variedade de funções do sistema nervoso. Isso é confirmado em um estudo que confirmou a capacidade da pregnenolona em reduzir o risco de demência e melhorar a memória, ao mesmo tempo, que alivia a ansiedade e combate a depressão. Assim, assegurando esse hormônio níveis ótimos no organismo, pode representar um fator importante para um bem estar cognitivo em adultos.

Pregnenolona é produzida tanto nas glândulas supra-renais e gônadas (ovários e testículos), como também no sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal) ; Logo, possui ação no sistema nervoso central, e concentrações reduzidas de neuroesteróides durante o desenvolvimento e em adultos pode estar associada com desenvolvimento neurológico, psiquiátrico e distúrbios comportamentais.Além disso, a normalização dos níveis de neuroesteróides no cérebro pode promover a neurogênese (produção de novas células nervosas), a sobrevivência neural, mielinização (proteção das fibras nervosas), com aumento de memória e redução de neurotoxidade.

O uso da Pregnenolona é baseado em critérios essencialmente clínicos: baixos níveis de energia, fadiga crônica, alterações do humor e diminuição da capacidade de memória.  Vale ressaltar que existem, além do próprio fato de estarmos envelhecendo, outros fatores que podem reduzir as concentrações de Pregnenolona no nosso cérebro, dentre elas: a redução dos níveis de colesterol pelo  uso de drogas redutoras do colesterol, principalmente as chamadas estatinas, depressão, uso de benzodiazepínicos, stress crônico e lesões medulares.

Indicações

  • Equilíbrio entre excitação e inibição do sistema nervoso central
  • Aumento da resistência ao stress
  • Aumento da capacidade física e mental
  • Aceleração da velocidade de transmissão do impulso nervoso
  • Aumento da interconectividade neuronal
  • Elevação da capacidade de memória
  • Redução da sensibilidade à dor e redução da resposta inflamatória
  • Aumento da neurogênese no hipocampo
  • Aumento da proliferação celular no giro dentado, região do cérebro onde as células precursoras se diferenciam em neurônios.
  • Prevenção de doenças neurodegenerativas 

A pregnenolona pode melhorar a função cognitiva (mesmo em pessoas de mais idade), aumenta os níveis de acetilcolina, estimula o crescimento de novas células nervosas em áreas ligadas a memória e aprendizado. Pode ser extremamente útil no tratamento de diversas doenças neurodegenerativas, e autoimunes relacionadas ao sistema nervoso (ex: esclerose múltipla).Todavia, como informa o médico Dr. David Brownstein em seu livroThe Miracle of Natural Hormones as doses devem ser fisiológicas, ou seja, deve respeitar a natural produção do corpo.

Resultado de imagem para imagens sobre o cérebro e a alimentaçãoALIMENTOS QUE PODEM ESTIMULAR ESSES HORMÔNIOS CEREBRAIS

Ômega-3 – favorece a comunicação entre os neurônios e, assim, melhora a concentração, a memória e o aprendizado em geral. Pode ser encontrado em peixes de água salgada como sardinha, arenque e cavala, além das sementes.

Vitaminas do complexo B – ajudam na energia, melhoram a memória e auxiliam na comunicação dos neurônios e no desenvolvimento deles. Está presente principalmente em proteínas animais (carne vermelha, aves e ovos) em leguminosas como feijão, lentilha e grão de bico, e nas sementes, como nozes, castanhas e amêndoas.

Sálvia (chá ou salada) – aumenta o poder de concentração em até três horas. Ingerir meia hora antes dos estudos e/ou atividades cerebrais

Açafrão – Inibe a morte de neurônios – no máximo 1 colher de chá por dia (Pode ser usado no arroz).

Nitratos – Alimentos ricos em nitratos aumentam a irrigação do sangue no cérebro e são recomendados para quem desenvolve trabalhos intelectuais. A indicação é consumir beterraba, repolho, espinafre, nabo e aipo.

Colina – aminoácido importante para as células nervosas que ajuda, portanto, a memória e a cognição. Presente na gema do ovo e na soja(fermentada).

Carboidratos – cereais integrais evitam a sonolência depois do almoço e deixam a pessoa mais alerta, isso porque as fibras presentes nos carboidratos integrais ajudam a liberar glicose no organismo aos poucos. A falta de carboidratos prejudica a memorização, a concentração e o aprendizado. A indicação é consumir arroz, pão e macarrão integral, além de aveia,mas com moderação.

Cafeína – combate a fadiga mental e ativa o sistema de alerta. Consumir café ,chá preto e verde em doses pequenas não faz mal; O chocolate também contém cafeína, além de melhorar o estresse, porque libera endorfina. A indicação é o mais amargo. O excesso de ambos, entretanto, é prejudicial.


Resultado de imagem para imagens sobre o cérebro e a alimentaçãoVisão pessoal…

Algumas mudanças em nosso cardápio podem ajudar nosso cérebro a se manter mais concentrado e até diminuir o envelhecimento cerebral, melhorando a nossa memória. Uma alimentação adequada, rica em antioxidantes também faz parte das ações para prevenir as chamadas doenças degenerativas, como Alzheimer e Parkinson, fatalmente relacionadas à produção de radicais livres pelo nosso organismo. Outro ponto muito importante é não pular refeições, principalmente o café da manhã. Isso pode comprometer o desempenho cerebral por falta de glicose e levar à fadiga mental. O ideal é fazermos cinco refeições por dia,moderadas e leves, com um intervalo de três horas para cada uma, sem pular nenhuma refeição;A glicose é o principal combustível para o funcionamento dos neurônios cerebrais;A hipoglicemia, que é a falta de glicose em nosso organismo, pode comprometer nosso raciocínio, atenção e concentração. Em casos extremos pode até levar ao coma. Ao escolher as melhores fontes de glicose fique com os cereais integrais, legumes e frutas;Já o Selênio, estudos mostram que este mineral tem um forte impacto sobre o cérebro. Pessoas com baixos níveis de selênio podem sofrer distúrbios na atividade dos neurotransmissores – substâncias produzidas pelo neurônio que tem como função levar informações de uma célula a outra -, podendo até sofrer alterações de humor. O selênio ajuda substâncias como a serotonina, a dopamina e a acetilcolina, que são fundamentais para a transmissão de mensagens entre os neurônios e o bom funcionamento cerebral. Boas fontes de selênios são grãos, alho, castanha-do-pará, nozes, avelãs e abacate.Outra importante vitamina é a E, que é um antioxidante e sua deficiência pode provocar danos nas fibras nervosas. A falta de vitamina E pode provocar alterações neurológicas como diminuição dos reflexos e diminuição da sensibilidade vibratória, podendo ocasionar a falta de concentração para exercer as atividades. São fontes de Vitamina E os azeites vegetais, cereais e verduras frescas;Portanto, temos na alimentação natural vegetariana uma grande aliada na saúde do organismo como um todo,incluindo nosso computador quântico,o cérebro, que tudo comanda e cujos danos são ainda,irreparáveis.Prestemos atenção e mudemos nossos hábitos para vivermos melhor físicamente,mentalmente e espiritualmente.Tudo é consequência em grande parte da nossa alimentação;somos o que comemos, e isso não é só um antigo ditado;a neurociência já prova que isso é um fato…….


Inspiração…

Mellon SH. Neurosteroid regulation of central nervous system development. Pharmacol Ther. 2007 Jun 16.

J Clin Psychiatry. 2006;67 Suppl 33-7.;

J Neurosci Res. 2004 Dec 1;78(5):691-701.;

Hippocampus. 2007;17(5):349-69.;

Pharmacol Biochem Behav. 2006 Aug;84(4):581-97.). 

Pregnenolona 

Monicavox


 Recomendo…

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Brian Greene- O Universo Elegante-A Realidade Oculta-O Mundo em Cordas-

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“Escrevi “O Universo Elegante”, com o objetivo de tornar acessível a uma ampla faixa de leitores, especialmente aos que não conhecem física e matemática, o notável fluxo de idéias que compõe a vanguarda da física atual. Nas conferências que tenho feito nos últimos anos sobre a teoria das supercordas, percebi no público um vivo desejo de conhecer o que dizem as pesquisas atuais sobre as leis fundamentais do universo, de como essas leis requerem um gigantesco esforço de reestruturação dos nossos conceitos a respeito do cosmos e dos desafios que terão de ser enfrentados na busca da teoria definitiva. Espero que os dois elementos que constituem este livro — a explicação das principais conquistas da física desde Einstein e Heisenberg e o relato de como as suas descobertas vieram a florescer com vigor nos avanços radicais da nossa época — venham a satisfazer e enriquecer essa curiosidade.”~Brian Greene

 Nasceu em Nova York, em 1963. Graduou-se em física na Universidade Harvard e obteve seu doutorado em Oxford com uma tese sobre a teoria das cordas. Foi professor da Universidade Cornell entre 1990 e 1996 e atualmente leciona na Universidade Columbia, onde é co-diretor do Institute for String, Cosmology and Astroparticle Physics (ISCAP).Brian Greene é um dos mais consagrados estudiosos da formação, evolução, estrutura e destino do cosmo. Em O tecido do cosmo, após familiarizar os leitores com os conceitos básicos sobre a estrutura e a evolução do universo, o jovem professor da Universidade Columbia descreve os últimos desenvolvimentos da cosmologia e as teorias mais avançadas sobre o assunto. Em linguagem clara e didática, sem recorrer a equações e fórmulas complicadas, o Dr Greene centraliza a sua análise na teoria das supercordas, na qual hoje se concentram as melhores esperanças de que cheguemos, ainda no transcurso de nossas vidas, a um entendimento verdadeiramente profundo da natureza dos componentes básicos do universo e de sua relação com o espaço e o tempo.
O seu primeiro livro, O universo elegante,  foi indicado ao prêmio Pulitzer e tornou-se um clássico da cosmologia moderna.O físico possui outras três publicações: O tecido do cosmo, a novela de ficção científica(vídeo abaixo-documentário imperdível legendado) Icarus at the Edge of Time e o livro A realidade oculta, que foi lançado no Brasil em 2012. Nesse livro mais recente, Greene descreve, com linguagem e enfoque que agradam leigos e especialistas, nove versões diferentes de universos paralelos que surgiram a partir de investigações matemáticas.
Sobre a obra, o jornal The New York Times destacou que o livro seria a melhor indicação no caso de extraterrestres que chegassem ao planeta e quisessem conhecer mais sobre a mente humana. Em entrevista à revista Veja, ele afirmou: “Se existe uma lição que a física nos ensinou no último século é não acreditar na intuição. Se os homens e mulheres que desenvolveram a mecânica quântica nos anos 1920 e 1930 tivessem seguido a intuição, não teriam saído do lugar”. O norte-americano é ainda cofundador e presidente do World Science Festival, um evento anual que reúne em média mais de 100 mil pessoas, com a intenção 8 9 de divulgar as novidades do mundo científico e engajar crianças e jovens. Frequentemente, Greene é convidado de programas de tevê nos Estados Unidos, como o do apresentador David Letterman. Também fez uma aparição especial na série The Big Bang Theory (episódio The herb garden contamination). Vegano, Greene mora numa antiga fazenda em Nova York, local que espera transformar em abrigo para animais abandonados.
4“Se formos de acordo com nossos sentidos, acreditaremos que o tempo é universal, que o relógio gira da mesma forma para todos. Sabemos que isso não é verdade. Cada um de nós tem seu relógio e este gira com uma taxa que é dependente do movimento e da gravidade de cada um. É grande a lista das coisas que nos levam a sermos enganados por nossos sentidos quando os usamos para compreender o mundo.” “O que aprendemos nos últimos 300 ou 400 anos, desde os tempos de Isaac Newton, quando seu foco era na física que você podia ver nos objetos em movimento, o movimento da lua em equações matemáticas que ainda carregam o nome dele, foi a física que podemos enxergar. Desde então, temos saltado daquele ponto de partida para descrever a física do que não conseguimos enxergar. É tudo parte da narrativa que vai além da experiência cotidiana e que tenta levantar o véu e reimaginar como o mundo funciona.” “Elas (as supercordas) surgiram como uma nova e fundamental entidade, a base para tudo o que existe no universo. Já faz algum tempo que conhecemos os átomos e também as partículas subatômicas, como os elétrons, que giram ao redor dos núcleos, e os prótons, que inte – gram o núcleo dos átomos. Conhecemos também algumas partículas subnucleares, como os quarks, que habitam os nêutrons e os prótons. Mas é aí que o conhecimento convencional empaca. A teoria das supercordas diz que existe algo menor e mais fundamental: dentro dos quarks, da mais ínfima partícula subatômica, existe um filamento de energia que vibra como as cordas de um violino. E são os diferentes padrões de vibração dessas cordas que determinam a natureza de diferentes tipos de subpartículas. Isso permitiria unificar a teoria geral da relatividade com a mecânica quântica.” “Há algum tempo, a palavra universo significava tudo o que existe. Contudo, descobrimos nas últimas décadas que o que pensávamos que era esse todo, na verdade, pode ser uma pequena parte de uma realidade maior, um cosmo maior. O reino que pensávamos ser ‘tudo’ seria apenas um de vários reinos, cada um deles podendo ser considerado um universo em si mesmo.Se existe uma lição que a física nos ensinou no último século é não acreditar na intuição. Se os homens e mulheres que desenvolveram a mecânica quântica nos anos 1920 e 1930 tivessem seguido a intuição, não teriam saído do lugar. Eles publicaram estudos dizendo claramente que os resultados alcançados eram ‘loucura’. Nossa experiência é baseada naquilo que conseguimos ver, tocar e sentir. Entender o funcionamento de elétrons ou investigar a existência de outros universos não nos dá vantagem de sobrevivência. É por isso que a nossa intuição não nos ajuda nesses casos.”-Dr Brian Greene.
-Alguns comentários sobre o trabalho do Dr Greene;

“Brian Greene é o novo Stephen Hawking.” – The Times

“A melhor explicação sobre os fundamentos do universo.” – Science

“Greene nos leva aos limites do espaço e do tempo.” – The Guardian

O Universo elegante: Supercordas, dimensões ocultas e a busca da teoria definitiva~ por Brian Greene

O movimento através do espaço é um conceito que aprendemos cedo na vida. Embora muitas vezes não pensemos nas coisas nestes termos, sabemos que nós, os nossos amigos e os nossos pertences também se movem através do tempo. Basta olhar para um relógio, mesmo que estejamos quietos vendo televisão, para verificar que a leitura do relógio muda constantemente, “movendo-se para a frente no tempo”. Nós, e tudo o que está à nossa volta, envelhecemos e passamos inevitávelmente de um momento do tempo para o seguinte. Com efeito, o matemático Hermann Minkowski, e em última análise o próprio Einstein, sustentaram que o tempo poderia ser visto como uma outra dimensão do universo — a quarta dimensão —, em alguns aspectos muito similar às três dimensões espaciais em que nos encontramos imersos. Ainda que pareça abstrata, a noção do tempo como dimensão é concreta. Quando marcamos um encontro com alguém, dizemos o lugar do “espaço” em que queremos nos encontrar — por exemplo, no nono andar do edifício que fica na esquina da rua 53 com a Sétima Avenida. Aqui há três informações (nono andar, rua 53 e Sétima Avenida) que se referem às três dimensões espaciais do universo. Igualmente importante é a especificação de quando esperamos que o encontro se realize — por exemplo, às três horas da tarde. Essa informação nos diz em que lugar “do tempo” o encontro ocorrerá.

A especificação dos eventos se dá, portanto, com quatro informações: três para o espaço e uma para o tempo. Diz-se que esses dados especificam a localização do evento no espaço e no tempo, ou, abreviadamente, no espaço-tempo. Nesse sentido, o tempo é uma dimensão. Se podemos dizer que o espaço e o tempo são simples exemplos de dimensões diferentes, será então possível falar da velocidade de um objeto no tempo, assim como falamos da velocidade no espaço? Sim, podemos.

Uma boa pista a esse respeito provém de uma informação que já temos. Quando um objeto se move através do espaço com relação a nós, o seu relógio anda devagar em comparação com o nosso. Ou seja, a velocidade do seu movimento através do espaço se reduz. Aqui está o salto: Einstein proclamou que todos os objetos do universo estão sempre viajando através do espaço-tempo a uma velocidade fixa — a velocidade da luz. Essa é uma idéia estranha; estamos acostumados à noção de que os objetos viajam a velocidades consideravelmente menores que a da luz.

6Repetidas vezes salientamos que essa é a razão por que os efeitos relativísticos são tão incomuns no dia-a-dia. Tudo isso é verdade. Aqui estamos falando da velocidade de um objeto combinada através das quatro dimensões — três espaciais e uma temporal —, e é a velocidade do objeto nesse sentido generalizado que é igual à da luz. Para facilitar a compreensão e ressaltar a importância desse ponto, notemos que, tal como no caso do carro de velocidade constante, que discutimos anteriormente, essa velocidade constante distribui-se entre as diferentes dimensões — ou seja, as diferentes dimensões do espaço e também a do tempo. 

Se um objeto está em repouso (com relação a nós) e conseqüentemente não se move através do espaço, então, tal como aconteceu nos primeiros testes realizados com o carro, a totalidade do seu movimento é usada para viajar através de uma única dimensão — nesse caso, a dimensão do tempo. Além disso, todos os objetos que estão em repouso com relação a nós e também com relação aos outros objetos movem-se através do tempo — envelhecem — exatamente no mesmo ritmo, ou à mesma velocidade.

Contudo, se um objeto se move através do espaço, isso significa que uma parte do seu movimento anterior através do tempo tem de ser redistribuída. Tal como o carro, que nos últimos testes viajava em uma linha inclinada, a repartição do movimento entre as diferentes dimensões implica que o objeto viajará mais devagar através do tempo do que os objetos estacionários, uma vez que uma parte do seu movimento está sendo usada na viagem através do espaço. Ou seja, o relógio desse objeto anda mais devagar se ele se move através do espaço. Isso é exatamente o que havíamos concluído antes. Vemos agora que o tempo passa mais devagar quando um objeto se move com relação a nós porque isso converte uma parte do seu movimento através do tempo em movimento através do espaço. 

Assim, a velocidade de um objeto através do espaço é simplesmente um reflexo da proporção em que esse movimento através do tempo é desviado.  Vemos também que esse esquema incorpora automaticamente o fato de que há um limite para a velocidade espacial de um objeto: a velocidade máxima através do espaço só pode ocorrer se a totalidade do movimento de um objeto através do tempo for convertida em movimento espacial. Isso ocorre quando a totalidade do movimento à velocidade da luz, que anteriormente se dava no tempo, converte-se em movimento à velocidade da luz no espaço. Se um objeto converter a totalidade do seu movimento à velocidade da luz através do tempo em movimento espacial, ele — e qualquer outro objeto — alcançará a máxima velocidade espacial possível. Isso é o que ocorreria, em termos das dimensões espaciais, se o nosso carro percorresse a pista exatamente no sentido Norte-Sul. Nesse caso, não lhe sobraria nenhuma velocidade para o movimento no sentido Leste-Oeste; do mesmo modo, um objeto que viaje à velocidade da luz através do espaço não terá nenhuma velocidade disponível para o movimento através do tempo. 

Portanto, a luz não envelhece; um fóton proveniente do big-bang tem hoje a mesma idade que tinha então. À velocidade da luz, o tempo não passa.

E QUANTO A E=MC2?

Embora Einstein não tenha defendido o nome de “relatividade” para a sua teoria (sugerindo, em vez disso, o nome de teoria da “invariância”, para refletir, entre outras coisas, o caráter imutável da velocidade da luz), o significado do termo ficou claro. A obra de Einstein mostrou que conceitos como os de espaço e tempo, que antes pareciam ser separados e absolutos, são, na verdade, entrelaçados e relativos. Surpreendentemente, Einstein mostrou também que outras propriedades físicas do mundo são também entrelaçadas.

A sua equação mais famosa constitui um dos exemplos mais importantes. Nela, Einstein afirmou que a energia (E) de um objeto e a sua massa (m) não são conceitos independentes; podemos determinar a energia se conhecermos a massa (multiplicando a massa duas vezes pela velocidade da luz, c2) e podemos determinar a massa se conhecermos a energia (dividindo a energia duas vezes pela velocidade da luz). 

Em outras palavras, a energia e a massa — como dólares e francos — são moedas passíveis de conversão. Ao contrário do que acontece com o dinheiro, no entanto, a taxa de câmbio, que é o quadrado da velocidade da luz, é fixa e eterna. Como essa taxa é tão grande (c2 é um número grande), uma pequena massa produz uma enorme quantidade de energia. O mundo conheceu o poder devastador resultante da conversão de menos de dez gramas de urânio em energia em Hiroshima; um dia, por meio de usinas de fusão, poderemos usar produtivamente a fórmula de Einstein para satisfazer a demanda mundial de energia com o nosso inesgotável suprimento de água do mar. Do ponto de vista dos conceitos ressaltados anteriormente, a equação de Einstein nos dá a explicação mais completa do fato crucial de que nada pode viajar mais rápido do que a luz. Você pode ter pensado, por exemplo, por que razão não se pode tomar um objeto, digamos um múon, que um acelerador de partículas tenha levado a 99,5 por cento da velocidade da luz e “empurrá-lo um pouquinho mais”, até 99,9 por cento da velocidade da luz, e então “empurrá-lo mais ainda”, impelindo-o a atravessar a barreira da velocidade da luz. A fórmula de Einstein explica por que esses esforços nunca terão êxito. Quanto mais rápidamente um objeto se mover, mais energia ele terá, e pela fórmula de Einstein vemos que quanto mais energia um objeto tiver, maior será a sua massa. Um múon que viaje a 99,9 por cento da velocidade da luz, por exemplo, pesa muito mais que outro estacionário. Com efeito, pesa cerca de 22 vezes mais — literalmente. (As massas apontadas na tabela 1.1 referem-se a partículas em repouso.) Mas quanto maior for a massa de um objeto, mais difícil será aumentar a sua energia. Empurrar uma criança em um carrinho de bebê é uma coisa e empurrar um caminhão de seis eixos é outra muito diferente. Assim, quanto mais depressa se mover o múon, mais difícil será aumentar ainda mais a sua velocidade. A 99,999 por cento da velocidade da luz a massa do múon estará multiplicada por 224; a 99,99999999 por cento da velocidade da luz, estará multiplicada por 70 mil. Como a massa do múon cresce sem limites à medida que a sua velocidade se aproxima da velocidade da luz, seria necessário um empurrão com uma quantidade infinita de energia para que ele alcançasse ou ultrapassasse a barreira da velocidade da luz. Isso, evidentemente, é impossível e, por conseguinte, absolutamente nada pode viajar a uma velocidade maior do que a da luz.

Como veremos adiante, essa conclusão planta a semente do segundo maior conflito que a física enfrentou no século passado e em última análise sela a sorte de outra teoria querida e venerada — a teoria da gravitação universal, de Newton.

1O PRINCIPIO DA RELATIVIDADE

O princípio da relatividade resulta de um fato simples: sempre que discutimos a velocidade e a direção do movimento de um objeto, temos de especificar com precisão quem está fazendo a medição. Pode-se compreender facilmente o significado e a importância dessa afirmação examinando a seguinte situação. Suponha que João, vestido com um traje espacial que tem um pisca-pisca de luz vermelha, está flutuando na escuridão absoluta do espaço completamente vazio, longe de qualquer planeta, estrela ou galáxia. De sua perspectiva, ele está completamente estacionário, circundado pela escuridão silenciosa e uniforme do cosmos. Bem ao longe, João percebe uma luzinha verde que pisca e que parece aproximar-se. Por fim, ela chega suficientemente perto para que ele veja que a luz provém de um traje espacial de uma outra astronauta, Maria, que flutua lentamente. Ao passar, ela lhe acena, João também acena, e pouco a pouco ela volta a desaparecer na distância. Essa história pode ser contada com a mesma validade da perspectiva de Maria. Começa do mesmo modo, com Maria completamente só na escuridão imensa e silenciosa do espaço exterior. A distância ela percebe uma luzinha vermelha que pisca e que parece aproximar-se. Por fim, chega suficientemente perto para que Maria veja que a luz provém de um traje espacial de um outro astronauta, João, que flutua lentamente. Ao passar, ele lhe acena, Maria também acena, e pouco a pouco ele volta a desaparecer na distância. As duas histórias descrevem a mesma situação de dois pontos de vista distintos, mas igualmente válidos. Cada um dos observadores sente-se estacionário e percebe o outro em movimento. Ambas as perspectivas são compreensíveis e justificáveis. Como há simetria entre os dois astronautas, é impossível dizer, e por razões bem fundamentais, que uma perspectiva esteja “certa” e a outra “errada”. Ambas têm o mesmo direito a se proclamar verdadeiras. Esse exemplo capta o significado do princípio da relatividade: o conceito de movimento é relativo. Só podemos falar do movimento de um objeto se o relacionarmos com outro objeto. Portanto, a afirmação “João está viajando a dez quilômetros por hora” não tem nenhum significado se não especificarmos um outro objeto para fazer a comparação. Já a afirmação “João está passando por Maria a dez quilômetros por hora” tem significado porque especificamos Maria como referência. Como o nosso exemplo ilustrou, essa última afirmação é inteiramente igual à de que “Maria está passando por João a dez quilômetros por hora (na direção oposta)”. Em outras palavras, não existe uma noção “absoluta” de movimento. O movimento é relativo. Um elemento-chave nessa história é que nem João nem Maria estão sendo puxados ou empurrados nem sofrem a ação de qualquer outra força ou influência capaz de interferir em seu sereno estado de movimento, livre de forças e a velocidade constante. Assim, podemos fazer a afirmação mais precisa de que o movimento livre de forças só tem significado em comparação com outros objetos. Esse é um esclarecimento importante porque, havendo o envolvimento de forças, ocorrem mudanças no movimento dos observadores — mudanças na velocidade e/ou na direção do movimento — e essas mudanças podem ser sentidas. Por exemplo, se João estivesse usando um jato às costas, ao acioná-lo ele experimentaria claramente a sensação de movimento. Essa sensação é intrínseca. Se o jato é acionado João sabe que está em movimento, mesmo com os olhos fechados, e por isso não pode fazer comparações com outros objetos. Mesmo sem essas comparações, ele já não poderia atribuir-se um estado estacionário enquanto “o resto do mundo passa à sua frente”.

LOUCURA QUÂNTICA~Por Brian Greene

Você já deve ter uma idéia de como o mundo é diferente quando visto com os olhos da mecânica quântica. Se ainda não caiu vítima da tontura sentenciada por Bohr, com a loucura quântica que vamos discutir agora, você vai ficar pelo menos um pouquinho delirante. É mais difícil aceitar intimamente a mecânica quântica — imaginar-se e pensar em si mesmo como uma minipessoa, nascida e criada no reino microscópico — do que as teorias da relatividade. Mas existe um aspecto da teoria que pode funcionar como guia para a sua intuição, um princípio cardeal, que distingue fundamentalmente a mecânica quântica do pensamento clássico. É o princípio da incerteza, descoberto pelo físico alemão Werner Heisenberg em 1927. O princípio decorre de uma objeção que já pode ter lhe ocorrido. Observamos que o ato de determinar a fenda pela qual passa cada elétron (a sua posição) afeta necessariamente o seu movimento subseqüente (a sua velocidade). Mas se é possível fazer contato com uma pessoa dando-lhe um expressivo tapa nas costas ou tocando-a suavemente, por que então não poderíamos determinar a posição do elétron com fontes de luz cada vez mais suaves, de modo a produzir conseqüências cada vez menores sobre o seu movimento? Do ponto de vista da física do século XIX, isso seria possível. Usando fontes de luz cada vez mais fracas (e detectores de luz cada vez mais sensíveis) podemos produzir um impacto mínimo sobre o movimento do elétron. Mas a própria mecânica quântica identifica um erro nesse raciocínio.

Ao reduzirmos a intensidade da fonte de luz, sabemos que estamos reduzindo o número de fótons que ela emite. Quando chegamos ao ponto em que os fótons estão sendo emitidos um a um, não podemos mais reduzir a intensidade da luz: teríamos de apagá-la. Existe um limite básico, imposto pela mecânica quântica, à “suavidade” da nossa intervenção. E portanto haverá sempre um efeito mínimo sobre a velocidade do elétron, causado pelo nosso ato de determinar a sua posição. Bem, é quase assim.

A lei de Planck diz que a energia de um fóton é proporcional à sua freqüência (e inversamente proporcional ao seu comprimento de onda). Utilizando luz de freqüências cada vez mais baixas (comprimentos de onda cada vez maiores), podemos produzir fótons cada vez mais suaves. Mas aqui está a questão.

Quando lançamos uma onda sobre um objeto, a informação que recebemos só nos permite determinar a posição do objeto dentro de uma margem de erro igual ao comprimento da onda lançada. Para uma percepção intuitiva desse fato importante, imagine que você esteja tentando determinar a localização de uma grande rocha ligeiramente submersa, observando a maneira como ela afeta as ondas do mar. Antes de chegar à pedra, as ondas compõem uma bela sucessão de ciclos ordenados. Ao passarem pela rocha, esses ciclos se distorcem — e com isso dão o sinal da presença da rocha submersa. Mas, assim como os traços de uma régua, os ciclos das ondas configuram a sua unidade de medida, marcando os intervalos do movimento das ondas, de modo que, concentrando-nos no exame da maneira como os ciclos se desorganizam, nós só conseguimos determinar a localização da rocha com uma margem de erro igual ao comprimento do ciclo das ondas, ou seja, o comprimento de onda das ondas, que, no caso, corresponde ao intervalo entre elas. No caso da luz, os fótons constituem, por assim dizer, os ciclos das ondas (sendo que a altura dos ciclos é determinada pelo número de fótons); o fóton, por conseguinte, só pode ser usado para indicar a localização de um objeto com uma margem de erro igual a um comprimento de onda.

Portanto, estamos diante de um número de equilibrismo da mecânica quântica. Se usarmos luz de freqüência alta (comprimento de onda curto), poderemos localizar um elétron com maior precisão. Mas os fótons de freqüência alta têm muita energia e por isso afetam fortemente a velocidade do elétron. Se usarmos luz de freqüência baixa (comprimento de onda longo), minimizaremos o impacto sobre o movimento do elétron, uma vez que os fótons têm energia comparativamente baixa, mas com isso sacrificaremos a precisão na determinação da posição do elétron. Heisenberg quantificou esse jogo e encontrou uma relação matemática entre a precisão com que se pode medir a posição do elétron e a precisão com que se pode medir a sua velocidade.

Ele verificou — em concordância com a nossa discussão — que uma é inversamente proporcional à outra: quanto maior for a precisão na determinação da posição, tanto maior será, necessariamente, a imprecisão na determinação da velocidade, e viceversa. E o que é mais importante: embora a nossa discussão tenha se relacionado com o caso particular da determinação do paradeiro de um elétron, Heisenberg demonstrou que esse intercâmbio entre a precisão da medida da posição e a de velocidade é um fato fundamental, que se mantém qualquer que seja o equipamento usado ou o procedimento empregado.

Ao contrário dos esquemas de Newton e mesmo de Einstein, em que se descreve o movimento de uma partícula pelo registro de sua posição e sua velocidade, a mecânica quântica mostra que no nível microscópico não se pode saber jamais ambas as coisas com precisão total. Além disso, quanto maior for a precisão com relação a uma, tanto maior será a imprecisão com relação à outra. E embora tenhamos exemplificado esse fato com elétrons, ele se aplica diretamente a todos os componentes da natureza.

A SINFONIA CÓSMICA- Pura música: a essência da teoria das supercordas~Por Brian Greene

Históricamente a música tem propiciado as melhores metáforas para quem quer entender as coisas cósmicas. Desde o tempo da “música das esferas”, de Pitágoras, até as “harmonias da natureza”, que orientam a pesquisa científica ao longo dos séculos, sempre nos sentimos coletivamente atraídos pela música da natureza e procuramos ouvi-la nos elegantes movimentos dos corpos celestes, assim como nas desenfreadas variações das partículas subatômicas. Com a descoberta da teoria das supercordas, as metáforas musicais assumem uma surpreendente realidade, uma vez que a teoria sugere que a paisagem microscópica está repleta de cordas mínimas, cujas vibrações orquestram a evolução do cosmos. Os ventos da mudança, de acordo com a teoria das supercordas, sopram através de um universo eólico. Em comparação, o modelo-padrão vê os componentes elementares do universo como pontos, destituídos de estrutura interna. Por mais positivo que seja esse enfoque (e já mencionamos que praticamente todas as previsões a respeito do microcosmos feitas pelo modelo-padrão foram verificadas até um bilionésimo de bilionésimo de metro, que é o limite da tecnologia atual), o modelo-padrão simplesmente não pode ser a teoria final e completa porque não inclui a gravidade. Além disso, as tentativas de incorporar a gravidade ao esquema da mecânica quântica fracassaram devido às flutuações violentas do tecido espacial que surgem nas escalas ultramicroscópicas — ou seja, a distâncias menores que a distância de PlanckEsse conflito não resolvido engendrou pesquisas que levaram a um entendimento ainda mais profundo da natureza.

Em 1984, os físicos Michael Green, então no Queen Mary College, John Schwartz, do Califórnia Institute of Technology, produziram os primeiros resultados convincentes de que a teoria das supercordas (ou mais simplesmente teoria das cordas) bem poderia propiciar esse entendimento. A teoria das cordas proporciona uma mudança profunda e renovadora na nossa maneira de sondar teoricamente as propriedades ultramicroscópicas do universo — mudança essa que, como aos poucos foi se vendo, altera a relatividade geral de Einstein de maneira tal que a torna integralmente compatível com as leis da mecânica quântica. De acordo com a teoria das cordas, os componentes elementares do universo não são partículas puntiformes. Em vez disso, são mínimos filamentos unidimensionais, como elásticos infinitamente finos, que vibram sem cessar. Mas não se deixe enganar pelo nome: ao contrário de uma corda comum, composta por moléculas e átomos, as cordas da teoria das cordas habitam o mais profundo do coração da matéria. A proposta da teoria é que as cordas são ingredientes ultramicroscópicos que formam as partículas que, por sua vez, compõem os átomos. As cordas da teoria das cordas são tão pequenas — elas têm em média o comprimento da distância de Planck — que parecem ser pontos, mesmo quando observadas com os nossos melhores instrumentos. Contudo, a substituição das partículas puntiformes por filamentos de corda como os componentes fundamentais de todas as coisas tem amplas conseqüências. Em primeiríssimo lugar, parece que a teoria das cordas é capaz de resolver o conflito entre a relatividade geral e a mecânica quântica. Como veremos, a extensão espacial da corda é o elemento novo e crucial que permite que um esquema harmônico único incorpore ambas as teorias. Em segundo lugar, a teoria das cordas oferece uma teoria verdadeiramente unificada, uma vez que propõe que toda a matéria e todas as forças provêm de um único componente básico: cordas oscilantes. Finalmente, como veremos nos próximos capítulos, além dessas conquistas notáveis, a teoria das cordas modifica, mais uma vez e de maneira radical, o nosso entendimento do espaço-tempo.

UMA BREVE HISTÓRIA DA TEORIA DAS CORDAS

Em 1968, um jovem físico teórico de nome Gabriele Veneziano estava empenhado em descobrir o sentido de algumas propriedades da força nuclear forte que haviam sido observadas experimentalmente. Veneziano, então um pesquisador no CERN, o laboratório do acelerador de partículas da Europa, localizado em Genebra, Suíça, já havia trabalhado em certos aspectos desse problema por alguns anos, até que um dia deparou com uma revelação notável. Para sua grande surpresa, ele viu que uma fórmula hermética imaginada duzentos anos antes pelo famoso matemático suíço Leonhard Euler com finalidades puramente matemáticas — a chamada função beta de Euler — parecia descrever de um só golpe numerosas propriedades das partículas que a força forte põe em interação. A observação de Veneziano pôs um potente instrumento matemático à disposição da análise de diversos aspectos da força forte e desencadeou um intenso fluxo de pesquisas que usavam a função beta de Euler e várias de suas generalizações para descrever a pletora de dados que os aceleradores de partículas estavam produzindo no mundo inteiro. Em um certo sentido, no entanto, a formulação de Veneziano era incompleta. A função beta era como as fórmulas memorizadas pêlos alunos que não conhecem nem o seu significado nem a sua justificativa: ninguém sabia por que ela funcionava. Era uma fórmula à procura de uma explicação. Isso mudou em 1970, quando os trabalhos de Yoichiro Nambu, da Universidade de Chicago, Holger Nielsen, do Instituto Nieis Bohr, e Leonard Sussekind, da Universidade de Stanford, revelaram a doutrina física que se ocultava sob a fórmula de Euler. Eles demonstraram que se as partículas elementares fossem concebidas como pequenas cordas vibrantes e unidimensionais, as suas interações nucleares poderiam ser descritas exatamente pela função de Euler. Se as cordas fossem suficientemente pequenas, disseram, elas continuariam a parecer partículas puntiformes e poderiam, assim, ser compatíveis com as observações experimentais. Apesar de fornecer uma teoria simples e agradável à intuição, a descrição da força forte em termos de cordas não tardou muito em apresentar falhas. Nos anos seguintes, experiências de alta energia, capazes de explorar o mundo subatômico em maior profundidade, mostraram que várias das previsões feitas pelo modelo não correspondiam aos fatos observados.

Ao mesmo tempo, desenvolvia-se a cromodinâmica quântica, a teoria quântica de campo das partículas puntiformes, e o seu enorme êxito em descrever a força forte levou ao abandono da teoria das cordas. Enquanto a maior parte dos físicos de partículas pensava que a teoria das cordas havia sido relegada à lata de lixo da ciência, alguns dedicados pesquisadores continuavam a ocupar-se dela. Schwarz, por exemplo, considerou que “a estrutura matemática da teoria das cordas era tão bonita e tinha tantas propriedades miraculosas que isso não podia deixar de indicar algo profundo”. Um dos problemas encontrados na teoria das cordas era o seu aparente excesso de riqueza. A teoria continha configurações de cordas vibrantes com propriedades semelhantes às dos glúons, o que justificava a sua pretensão inicial de ser uma teoria da força forte. Mas além disso ela continha outras partículas de tipo mensageiro, que não pareciam ter qualquer relevância para as observações experimentais da força forte. Em 1974, Schwarz e Joël Scherk, da Ecole Normale Supérieure, empreenderam um salto corajoso que transformou esse aparente vício em virtude. Ao estudar os intrigantes tipos de vibração das cordas que se associavam às partículas mensageiras, eles verificaram que as suas propriedades correspondiam perfeitamente às da hipotética partícula mensageira da força gravitacional — o gráviton. Embora esses “pacotes mínimos” da força gravitacional ainda não tenham sido vistos até hoje, os especialistas podem prever com confiança certas características básicas que eles teriam de possuir, e Scherk e Schwarz verificaram que essas propriedades correspondiam exatamente a certos modelos de vibração. Com base nisso, Scherk e Schwarz sugeriram que o fracasso inicial da teoria das cordas devera-se a que os cientistas haviam minimizado o seu alcance. A teoria das cordas não é apenas uma teoria da força forte, afirmaram; é uma teoria quântica que inclui também a gravidade.A comunidade física não chegou a receber o anúncio com grande entusiasmo. Com efeito, Schwarz recorda que “o nosso trabalho foi universalmente ignorado”.

3A estrada do progresso já estava cheia das carcaças de tentativas fracassadas de unir a gravidade e a mecânica quântica. A teoria das cordas mostrara-se equivocada em seu projeto inicial de descrever a força forte, de modo que para muitos não parecia fazer sentido tentar usá-la para algo ainda maior. Nos últimos anos da década de 70 e nos primeiros da década seguinte, novos estudos, ainda mais devastadores, revelaram que a teoria das cordas e a mecânica quântica não deixavam de ter os seus próprios conflitos sutis. Parecia que a força gravitacional resistia, mais uma vez, a incorporar-se à descrição microscópica do universo. Essa era a situação até 1984. Em um documento histórico que culminava mais de doze anos de pesquisa intensa e que fora praticamente ignorado e mesmo contestado pela maioria dos físicos, Green e Schwarz afirmaram que o sutil conflito quântico que afetava a teoria das cordas podia ser resolvido. Mais ainda, eles demonstraram que a teoria tinha fôlego suficiente para englobar todas as quatro forças e também toda a matéria. A medida que a notícia desse resultado difundiu-se pela comunidade científica mundial, centenas de físicos de partículas abandonaram os seus projetos de pesquisas e lançaram uma ofensiva geral sobre o que parecia ser o último campo de batalha teórico na velha luta por compreender os mecanismos mais profundos do funcionamento do universo.

Iniciei o meu curso de pós-graduação na Universidade de Oxford em outubro de 1984. Eu estava ansioso por aprender tudo sobre as teorias quânticas de campo, teorias de calibre e relatividade geral, mas notei que havia uma sensação dominante entre os estudantes mais antigos de que a física de partículas não tinha futuro. O modelo-padrão já havia sido articulado, e o seu êxito extraordinário na previsão de resultados experimentais indicava que a sua confirmação definitiva era apenas questão de tempo e de detalhes. Avançar além desses limites para incluir a gravidade ou para explicar os insumos de que o modelo dependia — os dezenove números que sintetizam os dados relativos às partículas elementares, suas massas e cargas de força e a intensidade relativa das forças são números que se conhecem a partir das experiências, mas para os quais não há uma explicação teórica — era uma tarefa tão gigantesca que nenhum físico, salvo os mais corajosos dentre todos, a aceitava como desafio. Seis meses depois, essa sensação havia se transformado no oposto. O êxito de Green e Schwarz finalmente se difundira e já envolvia até mesmo os que estavam apenas iniciando a pós-graduação. Passara a dominar entre nós um sentimento eletrizante de estar no centro de um movimento profundo na história da física. Muitos de nós trabalhávamos até altas horas da noite para compreender as vastas áreas da física teórica e da matemática abstrata necessárias ao conhecimento da teoria das cordas. O período de 1984 a 1986 ficou conhecido como a “primeira revolução das supercordas”. Nesses três anos publicaram-se mais de mil trabalhos de pesquisa sobre a teoria das cordas em todo o mundo. Tais estudos mostravam conclusivamente que numerosos aspectos do modelo-padrão — aspectos que haviam sido laboriosamente descobertos depois de décadas de pesquisas exaustivas — emergiam de maneira natural e simples da estrutura global da teoria das cordas. Nas palavras de Michael Green, “no momento em que se toma conhecimento da teoria das cordas e se vê que praticamente todos os avanços principais da física nos últimos cem anos emergem — e com tal elegância — a partir de um ponto de partida tão simples, intui-se que essa teoria, francamente irresistível, não tem paralelo”. Além disso, para muitos desses aspectos, como veremos, a teoria das cordas oferece explicações muito mais completas e satisfatórias do que as do modelo-padrão. Essa percepção convenceu muitos cientistas de que a teoria das cordas estava claramente a caminho de cumprir a promessa de ser a teoria unificada definitiva. Apesar de tudo, os pesquisadores da teoria das cordas encontraram repetidas vezes um obstáculo importante. Na pesquisa física teórica, freqüentemente se encontram equações que são demasiado difíceis para compreender e analisar. Normalmente os físicos não desistem, mas tentam resolver as equações por aproximação. Na teoria das cordas, essa situação é ainda mais difícil. Até a tarefa de determinar as próprias equações mostrou-se tão difícil que só se conseguiu deduzir até agora versões aproximadas da sua formulação. Os estudiosos da teoria das cordas têm se limitado, portanto, a buscar soluções aproximadas para equações aproximadas. Após os primeiros anos de progresso intenso, com a primeira revolução das supercordas, os cientistas verificaram que as aproximações então usadas não eram adequadas para dar resposta a diversas questões essenciais que impediam que se chegasse a novos avanços. Sem propostas concretas para avançar além dos métodos aproximativos, muitos físicos sentiram-se frustrados e abandonaram a teoria das cordas para retomar suas antigas linhas de trabalho. Para os que permaneceram, o final da década de 80 e o começo da seguinte foi um período de provações. A beleza e as promessas da teoria das cordas eram como um tesouro guardado em um cofre, que só podia ser visto através do buraco da fechadura, porque ninguém tinha a chave para liberar os seus poderes. Importantes descobertas alternavam-se com longos períodos de esterilidade, e todos os que conheciam a matéria sabiam que era preciso desenvolver novos métodos que permitissem superar as aproximações anteriores. Então, em uma palestra espetacular na conferência Cordas, 1995, realizada na University of Southern Califórnia — palestra que deixou boquiaberta uma platéia composta pêlos principais físicos do mundo e que superlotava o auditório —, Edward Witten anunciou um plano para os passos seguintes, com o que deu início à “segunda revolução das supercordas”. Até os dias de hoje, os pesquisadores da teoria das cordas trabalham vigorosamente para aguçar um conjunto de métodos novos que prometem superar os obstáculos teóricos encontrados anteriormente. As dificuldades que estão por vir porão à prova a competência técnica dos estudiosos da teoria das cordas, mas a luz no fim do túnel, embora ainda distante, pode finalmente estar ficando visível.

O Tecido do Cosmos: A Ilusão do Tempo | 

O Tecido do Cosmo, uma série de quatro horas baseado no livro do físico renomado e autor Brian Greene, leva-nos para as fronteiras da física para ver como os cientistas estão montando o quadro mais completo, sobre o tempo, espaço e o universo. A cada passo, o público vai descobrir que logo abaixo da superfície de nossa experiência cotidiana existe um mundo que nós dificilmente reconhecemos, um mundo surpreendente muito mais estranho e maravilhoso do que qualquer um esperava. Brian Greene vai deixá-lo em um segredo: Fomos todos enganados. Nossas percepções do tempo e do espaço nos levaram ao erro. Muito do que pensávamos que sabíamos sobre o nosso universo, que no passado já aconteceu e o futuro ainda está para ser, que o espaço é apenas um vazio, que o nosso universo é o único universo que existe – E que só podemos estar errado. Entrelaçamento, teorias provocativas, experiências e histórias. Explicações e metáforas criativas como as que definiram a série inovadora e altamente aclamada “O Universo Elegante”.

Brian Greene: O nosso universo é o único universo?legendado em portugues

VISÃO PESSOAL

Colaboração honrosa do Prof.Dr  EMERSON LUNA- Professor do Instituto de Física da UFRGS desde 2011. Realizou sua graduação em Física na Unicamp, obteve o seu mestrado e o seu doutorado no Instituto de Física Teórica (IFT) e na Unicamp, respectivamente. Possui doutorado-sanduíche pela Université de Montréal no Canadá e pós-doutorado pelo Institute for Particle Physics Phenomenology da Universidade de Durham na Inglaterra.

O sonho de uma teoria final, completa e consistente em sua ilimitada validade, encontra um lugar natural na Física moderna. A ideia de que seja possível a formulação de uma teoria especial, contendo de forma unificada todas as leis fundamentais e propiciando o completo entendimento do universo em toda a sua complexidade, encontra raízes na corrente de pensamento filosófica denominada reducionismo. Essa corrente sugere que todos os processos e sistemas podem ser compreendidos em termos de seus constituintes mais fundamentais. Quando aplicada à Física, ela indica que o caminho para o entendimento de um determinado fenômeno segue uma orientação que sempre aponta para a camada mais profunda da realidade, de forma que, em princípio, tudo possa ser entendido em termos dos constituintes mais elementares da matéria. A filosofia reducionista nos mostra, portanto, que, se uma teoria final desses constituintes puder ser formulada, ela será necessariamente uma teoria de tudo. Certamente, ainda não temos uma teoria de tudo, e nem sequer sabemos se o reducionismo na Física pode ser sustentado de forma tão radical, mas é exatamente dentro desse contexto que alguns cientistas trabalham incessantemente na busca da teoria final. Nos últimos anos, uma nova candidata à teoria de tudo tem cativado a imaginação de vários desses cientistas: a Teoria de Supercordas. Essa teoria, cujo postulado central é o de que o mundo que nos cerca seja constituído por pequenas cordas, propõe uma descrição unificada de todas as forças da natureza e de todas as partículas fundamentais da matéria. A Teoria de Supercordas combina a Teoria de Cordas com uma estrutura matemática chamada supersimetria, uma simetria geométrica abstrata que descreve de forma unificada bósons e férmions, as duas classes em que todas as partículas fundamentais da natureza podem ser agrupadas. A Teoria de Supercordas é baseada em ideias matemáticas elegantes com consequências que têm provado serem consistentes com o mundo real. A beleza e o potencial do seu formalismo físico-matemático tem atraído a atenção de muitos físicos, tornando o estudo das propriedades das cordas uma das áreas de pesquisa mais ativas na Física teórica. Entre os principais entusiastas da Teoria de Supercordas está o físico teórico Brian Greene. Para ele e outros praticantes deste formalismo a teoria esboça de forma plausível o caminho para a formulação de uma teoria quântica da gravitação, etapa essencial na construção de uma visão unificada de todas as forças. A Teoria de Supercordas seria a candidata natural para a solução do paradoxo central da Física contemporânea das partículas elementares, que se resume na aparente incompatibilidade de suas duas principais fundações teóricas. A primeira fundação é a teoria da Relatividade Geral de Einstein, que relaciona a força da gravidade à estrutura do espaço e do tempo. É uma “generalização” da teoria de gravitação de Newton consistente com os princípios, válidos para fenômenos que ocorram com velocidades próximas à da luz, ditados pela Teoria da Relatividade Especial. A Relatividade Geral trata de fenômenos em escalas cósmicas e forma a base do nosso atual entendimento da evolução do universo. A segunda fundação é a Mecânica Quântica, a teoria que rege os fenômenos em escalas microscópicas. Teorias quânticas relativísticas, que combinam elementos da Mecânica Quântica e da Relatividade Especial, existem para três das quatro forças fundamentais da natureza, mais precisamente para as interações forte, fraca e eletromagnética. Entretanto, no caso da quarta força fundamental conhecida, a interação gravitacional, até o momento não há uma teoria que una satisfatoriamente aspectos comuns à Mecânica Quântica e à teoria de Einstein para a gravitação. A dificuldade está no fato de tal unificação exigir uma formulação radical – mente nova das leis da Física do mundo microscópico. Porém, como apontam os teóricos de supercordas, essa visão nova e radical do tempo e do espaço já está presente de forma intrínseca na teoria, uma vez que nela as partí – culas elementares passam a ser pensadas como cordas, e não mais como pontos.Uma característica essencial da Teoria de Supercordas é que ela requer que o universo possua mais do que três dimensões espaciais. A pesquisa de Brian Greene está focada no estudo das implicações físicas dessas dimensões extras. Seus estudos têm contribuído de forma original para o entendimento das propriedades das dimensões extras e colaborado de forma decisiva para o desenvolvimento das bases da chamada geometria quântica, onde aspectos topológicos são essenciais (topologia é um ramo da Matemática que estuda a maneira como linhas, curvas, superfícies etc. se conectam entre si; dizemos que dois objetos são topológicamente distintos quando não podem ser deformados um no outro sem que “rasguemos” um deles). A geometria quântica difere em aspectos substanciais da geometria clássica inerente à Relatividade Geral, sendo a geometria exigida para a descrição acurada de processos físicos que ocorram em escalas ultrami – croscópicas, ou seja, em escalas onde efeitos quânticos tornam-se relevantes. Brian Greene é também pioneiro em estudos dedicados à interface entre a Teoria de Supercordas e a Cosmologia, área da Física dedicada ao estudo da origem e evolução do universo. Ele foi um dos fundadores, sendo atualmente um dos diretores, de um novo instituto na Universidade de Columbia, o ISCAP – Institute for Strings, Cosmology, and Astroparticle Physics (Instituto de Cordas, Cosmologia e Astropartículas). Um dos principais objetivos desse instituto é a identificação de possíveis manifestações da Teoria de Supercordas em dados cosmológicos de alta precisão que serão coletados por vários experimentos na próxima década. Com um importante e intenso trabalho de popularização da ciência, Brian Greene tornou-se um autor conhecido fora dos círculos acadêmicos. Seu primeiro livro de divulgação científica, The elegant universe: Superstrings, hidden dimensions and the quest for the ultimate theory, publicado em 1999 e traduzido em 2001 para o português com o título O universo elegante: Supercordas, dimensões ocultas e a busca da teoria definitiva, é uma bem-sucedida obra de popularização da Teoria de Supercordas e da Teoria-M, a teoria que unifica as primeiras Teorias de Supercordas dentro de uma estrutura única de 11 dimensões espaço-temporais. Neste livro, Greene utiliza de forma hábil uma série de analogias criativas para compor em detalhes aspectos físicos e matemáticos da Teoria de Supercordas e suas implicações. O livro foi finalista do Prêmio Pulitzer e vencedor do The Aventis Prizes for Science Books em 2000, e também gerou um programa especial de tevê no canal norte-americano PBS, apresentado e narrado pelo próprio autor. O programa televisivo venceu em 2003 o Prêmio Peabody. The fabric of the cosmos: Space, time and the texture of reality, seu segundo livro, publicado em 2005 e traduzido no mesmo ano para o português com o título O tecido do cosmo: O espaço, o tempo e a textura da realidade, tem por objetivo familiarizar o leitor, sempre a partir de analogias extraídas do nosso senso comum, com alguns conceitos matemáticos não intuitivos que permeiam vários conceitos e teorias físicas, como, por exemplo, a Teoria de Supercordas, o princípio da incerteza de Heisenberg e a cosmologia inflacionária. Neste livro, Greene faz um apanhado histórico da nossa compreensão dos conceitos de tempo e espaço, passando pela Física de Newton, de Einstein e pela Física Quântica antes de discutir os últimos avanços da Teoria de Supercordas. Greene abre o livro com uma discussão sobre O mito de Sísifo, ensaio filosófico de Albert Camus, estabelecendo um tom hu – manista que se sustenta até a última página. Este livro gerou um outro programa de TV no canal PBS, novamente contando com a apresentação e a narração de Greene. Na sua terceira obra literária de divulgação, Icarus at the Edge of Time, publicada em 2008 e ainda não traduzida para o português, Greene realiza uma engenhosa transpo – sição do mito clássico grego para a era moderna: no lugar de asas de cera e uma viagem próxima ao Sol, um garoto se aventura através do espaço cósmico e se depara com os desafios existentes nas proximidades de buracos negros. O livro, ricamente ilustrado com fotos coloridas do telescópio espacial Hubble, é destinado a um público infanto-juvenil mais aficionado por histórias de aventura. Seu quarto livro, The hidden reality: Parallel universes and the deep laws of the cosmos, publicado em 2011 e traduzido em 2012 para o português com o título A realidade oculta: universos paralelos e as leis profundas do cosmo, discute uma questão central da Física moderna e da Cosmologia: é o nosso universo único? O livro mostra que, com o advento da Teoria de Supercordas, a existência de múltiplos universos e outras entidades exóticas tornou -se bastante provável. A partir da teoria da Relatividade, do Big Bang e do nosso universo em expansão, o autor discorre sobre a multiplicidade de formas que esses universos paralelos poderiam tomar. Com um olhar lúcido e intrigante, Greene sustenta que a existência de universos paralelos, o multiverso, é a explicação mais razoável para diversos enigmas cosmológicos. Brian Greene nasceu em Nova York em 1963. Realizou sua graduação em Física na Universidade de Harvard e obteve seu doutorado na Universidade de Oxford, onde foi um Rhodes Scholar. Ele foi professor titular da Universidade de Cornell antes de se tornar professor de Física e Matemática da Universidade de Columbia. Além de várias aparições na mídia, o seu programa especial baseado no livro O universo elegante, e do já citado Prêmio Peabody, conquistou o Prêmio French Prix Jules Verne e recebeu três indicações para o Prêmio Emmy. Seu livro para o público infanto-juvenil, Icarus at the Edge of Time, foi adaptado para uma apresentação sinfônica, com trilha sonora original de Philip Glass, estreando no Lincoln Center Alice Tully Hall em 2010. Junto com a jornalista Tracy Day, vencedora do Prêmio Emmy, Brian Greene fundou o The World Science Festival. O festival, que estreou em Nova York em 2008 e já atraiu um público superior a 500 mil pessoas, foi saudado pelo New York Times como “uma nova instituição cultural”. Greene já ministrou palestras técnicas e de divulgação científica em mais de 25 países. Em 2012, teve seu talento como educador reconhecido ao receber o Prêmio Richtmyer Memorial Award, concedido anualmente pela Associação Americana de Professores de Física.

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Inspiração….

Teoria de Cordas e Supercordas
Henrique Boschi Filho-Instituto de Física-UFRJ-PDF-III Encontro de Ciências do Universo, Núcleo de Pesquisas em Ciências,-4 de Julho de 2015

Questões para Brian Greene- Entrevista para o jornal The New York Times em julho de 2010 (em inglês) http://is.gd/Greene3 (http://www.nytimes.com/2010/12/19/magazine/19FOB-Q4-t.html?_r=1&amp😉

David Letterman Entrevista concedida a David Letterman em março de 2005 (em inglês) http://is.gd/Greene4 (https://www.youtube.com/watch?v=9P3iymn1yzc)

O novo Carl Sagan Entrevista para a revista Época sobre” O universo elegante e a Teoria das Supercordas”, publicada em agosto de 2004

http://is.gd/Greene5 (http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT791042-1666,00.html)

Além do Cosmos- Vídeo da série produzida pela PBS e transmitida pela NatGeo (dublado) http://is.gd/Greene8 (https://www.youtube.com/watch?v=PNw2G60zIxQ&feature=youtu.be )

Icarus at the Edge of Time Amostra publicada no site da livraria Amazon da novela infanto-juvenil escrita por Greene (em inglês) http://is.gd/Greene9 (http://www.amazon.com/Icarus-Edge-Time-Brian-Greene/dp/B002U0KO2W/ref=sr _1_6?s=books&ie=UTF8&qid=1398045206&sr=1-6&keywords=brian+greene)

Icarus at the Edge of Time- II Trailer do filme produzido a partir do livro de Brian Greene (em inglês) http://is.gd/Greene10(http://worldsciencefestival.com/videos/trailer_icarus_at_the_edge_of_time)

O tecido do cosmo Site da PBS sobre a série The fabric of cosmos (em inglês) http://is.gd/Greene11 (http://www.pbs.org/wgbh/nova/physics/fabric-of-cosmos.html)

O universo elegante Site da PBS sobre a série The elegant universe (em inglês) http://is.gd/Greene12 (http://www.pbs.org/wgbh/nova/physics/elegant-universe.html)

TED Talks Palestras de Brian Greene (em inglês) http://is.gd/Greene6(https://www.ted.com/speakers/brian_greene)

Brian Greene e a Teoria das Cordas Vídeo de Brian Greene no TED Talks (legendado) http://is.gd/Greene7 (https://www.youtube.com/watch?v=oWXtyJqwdEw)

WSC Vídeos de Brian Greene no World Science Festival (em inglês) http://is.gd/Greene13(http://worldsciencefestival.com/participants/videos/brian_greene)

The herb garden contamination Participação de Brian Greene na série The Big Bang Theory (em inglês) http://is.gd/Greene14 (https://www.youtube.com/watch?v=w5VVEw4ZSRI)

Monicavox

Recomendo….

Site oficial: http://briangreene.org/

 

Tarô: carta da Papisa rege 2018 com paixão e fortes emoções-Planeta regente 2018 – O ano de Júpiter

A Papisa

 

Você sabia que um planeta diferente nos rege pelo período de 36 anos? Essa regência é dada pela seguinte ordem: Saturno, Vênus, Júpiter, Mercúrio, Marte, Lua e Sol. Mas também existe o ciclo que altera de ano em ano seguindo a sequência de: Saturno, Júpiter, Marte, Sol, Vênus, Mercúrio e Lua. Como 2017 foi o ano de Saturno, é certo que o Planeta regente de 2018 é Júpiter. Mas o que será que isso significa? 

Sabe aquele ciclo que se inicia de 36 em 36 anos? Teve início ano passado, sendo assim, ainda somos regidos por Saturno. Mas em relação ao planeta anual, como em 2017 também foi o ano de Saturno, seguindo a ordem, conclui-se que o Planeta regente de 2018 é Júpiter. Em 2019 será Marte e assim sucessivamente. Sabia que os signos mais favorecidos desse momento são: câncer, escorpião, peixes e sagitário?! Mas o que isso quer dizer?

É o ano da fertilidade em todas a áreas da vida: crescimento na carreira, negócios, finanças, metas, empreendimentos e oportunidades. Só que você deve ficar de boca calada sobre seus sonhos e metas. Ninguém precisa saber de nada. A Papisa é puro segredo, silêncio, quietude em tudo que pensa e planeja. Logo, cale a boca.A Papisa é uma sacerdotisa. A busca pela espiritualidade, por Deus, pela religiosidade e o misticismo estarão fortes em seu coração. Confie mais na sua intuição.

Palavras-chave da Sacerdotisa:

 Sigilo, paixões ocultas, pressentimentos, forças enigmáticas, domínio feminino, inconsciência, recordações, confiança, instinto, premonição, necessidade de divulgar segredos. A carta da Papisa também diz respeito ao binário, ao princípio feminino, a tudo o que é receptivo e materno. Mistério. Intuição. Piedade. Paciência, influência saturnina passiva. Reserva, discrição, silêncio, meditação, fé, confiança atenta. Paciência, sentimento religioso, resignação. Maternidade, Gravidez, Fertilidade, Crescimento, Busca do Deus, Busca de Espiritualidade, Intuição a Flor da Pele, Sensibilidade, Mediunidade Aflorada, Manter Segredo, Manter Silencio, Ocultar Planos e Sonhos, Traições, Decepções, Descobrir Segredos, Revelações Inesperadas, Amores secretos, Paixões Avassaladoras.

regente de 2018Planeta regente 2018 – Como será o ano de Júpiter?

Quais as características de um ano regido pelo maior planeta do sistema solar? Esse período tende a ser recheado de conquistas e mudanças, em todos os requisitos. Como assim? Desde a política até assuntos religiosos serão impactados pela regência de Júpiter. É o ano de expansão de projetos, mudanças de leis e fanatismo.

As vibrações serão mais marcantes nas atividades diplomáticas e políticas. Ou seja, a perspectiva para crescimento do país é enorme, uma vez que, o comércio exterior está propenso a evoluir cada vez mais. E não é só isso, a evolução pessoal relacionada ao empreendedorismo também é favorecida nesse período. Ótimo momento para assuntos ligados a educação e busca pelo desenvolvimento intelectual. 2018 é a hora ideal de fazer aquele curso que você sempre quis.

Como o Planeta regente 2018 influenciará no trabalho e no amor?

É um ano com muita prosperidade a aqueles que trabalham na áreas artísticas. Mas, não é atoa que Júpiter, o maior dos planetas do sistema solar, é relacionado à riqueza, crescimento dos negócios, estudos, esportes, leis e religião. Então, se você não é do meio artístico, não se preocupe, não está desfavorecido de forma alguma. É preciso ter foco e correr atrás dos objetivos, pois, se depender da regência de 2018 será um ano de muito sucesso e abundância.A Planeta regente 2018 possibilita uma boa oportunidade para viajar, aprender novas línguas, fazer negócios ou ter experiências com países estrangeiros, pois as relações estarão mais fáceis esse ano. Júpiter amplia nossos limites, e por conta disso deve-se ficar atento a possível ganho de peso.

Dicas para o ano do Planeta regente Júpiter

Como tudo nessa vida a regência de uma determinado Planeta também possui os dois lados da moeda. O que isso quer dizer? O Planeta regente 2018 tem por característica aumentar tudo, e isso não é só aquilo que queremos, isso inclui sobrepeso, excesso de trabalho e estresse. Então, não se esqueça, faça de tudo para manter sua saúde em bom estado, seja mental ou física.

A dica é: fique ligada em relação as excesso para não fazer nada que vá se arrepender posteriormente. A tendência é de fazer tudo “muito”, comer demais, beber, fumar, gastar além da conta. E nós sabemos que isso pode ter consequências negativas no futuro, não é mesmo? Então, tente usar as influências do Planeta regente 2018 a seu favor.

Outro conselho de ouro é: ande na linha…. Isso mesmo, nem pense em tentar dar uma de espertinha. Pois, este Planeta rege a justiça, então caso tente burlar a lei, terá problemas.

E lembrando que Saturno continua regendo o ciclo maior, por 36 anos, então, junto ao movimento de expansão e crescimento de Júpiter, precisamos sempre exercitar a cautela, a responsabilidade, o senso prático e a noção de limites saturninos.

Curiosidade:

  • Planeta regente 2019 é Marte
  • Planeta regente 2020 é o Sol
  • Planeta regente 2021 é Vênus

Visão pessoal…

As dificuldades que vivemos não são perdidas se forem positivamente compreendidas. Mesmo que seja doloroso aceitar as mudanças radicais, elas servem como lições para que depois com muita reflexão, todos  consigam entender que isso faz parte de uma evolução e por isso as transformações mesmo que caóticas são necessárias.Esse planeta regente é símbolo tanto do exagero, como da potencialização. Então é importante preparar-se, pois tanto as boas energias como as ruins serão fortalecidas. Prepare agora a estrada da sua vida para colher bons frutos com esse regente de 2018.Aproveite o momento para fechar os olhos e se concentrar em tudo que aconteceu em 2017. Faça uma revisão e um autojulgamento de tudo que você achou bom e momentos que não foram tão bons assim.Mas principalmente mesmo em meio as dificuldades agradeça, em pensamentos…..

“Eu por minha vontade e consciência: perdoo quem me feriu ou me magoou, renuncio todo o vínculo que me geram atraso e sofrimento, deixo sair os sentimentos de raiva, mágoa ou vingança e amplio minha consciência estando aberto para novos padrões vibracionais.”

Inspiração….

http://astrothontransitos.blogspot.com.br/2015/02/transitos-planetarios.html

https://astrologiavedicajyotish.blogspot.com.br/2016/07/previsoes-e-transitos-planetarios-pela.html

Monicavox

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A queda das velhas estruturas está presente

Nos próximos meses haverá uma mudança na consciência, do tipo que os seres humanos nunca experimentaram antes, isto tem a ver com o retorno dos Sóismas também está acontecendo no interior da Terra.
Nos últimos anos ,determinadas redes de energias da Terra que tem estado adormecidas por milhões de anos, agora estão sendo reativadas e vindo à tona.À medida que nos tornarmos mais e mais conscientes do que esta sendo reativado e liberado, mais nós entenderemos como isso vai mudar a humanidade para uma forma muito mais elevada de vida e de viver.Elevação maciça de terras e outras mudanças na Terra que estão sobre nós, não devem ser temidas, mas sim acolhidas, pois é a Nova Terra verdadeira vindo à tona.A nova não pode subir com a velha ainda em vigor e, portanto, a velha está preparando o caminho para a nova. 

Toda a vida faz parte da espiral de dança da vida, onde para uma nova vida subir, a velha precisa se desintegrar, se dissolver, permitindo que a nova seja formada sobre a destruição da velha.Não podemos passar por esta mudança massiva sem também experimentar uma mudança interior.
 

 O velho Adão precisa morrer, para o novo Adão emergir das cinzas do velho, em outras palavras, o velho Adam Kadmon (protótipo) do corpo de base carbono deve dar lugar a um novo corpo com uma frequência muito maior, de natureza cristalina, e portanto, com capacidade de manter as faixas de frequências de vibração mais elevadas da Nova Terra.

Uma das razões porque tantas pessoas tiveram uma desintegração total de suas antigas vidas e o proverbial tapete está sendo puxado de debaixo delas tem a ver com esta mudança total de paradigma, assim como eu,elas sentiram a antiga vida se desintegrar totalmente e ainda está em formação, de muitas maneiras.
Com a crescente vinda à tona da velha bagagem emocional, o trauma, a dor, as cicatrizes, devem ser liberadas para seguirmos pelo novo e mais elevado caminho de vida. Portanto, vamos ser abertos até o âmago de modo que todo o antigo possa ser liberado, de modo que as antigas formas de agir, viver e ser,possam se desintegrar, ser liberadas para que nos tornemos luz de corpo, mente e espírito, fazendo esta mudança para não sermos sobrecarregados com o excesso de bagagem emocional.
Assim como nossas vidas pessoais estão se desintegrando em tantos níveis, também as relações sociais e as estruturas de governo, de fato tudo na vida e na maneira como interagimos com os outros vai começar a se desintegrar em muitos níveis.

As velhas estruturas também não servem mais ao nosso crescimentoelevado de alma, na verdade eles não servem mais ao coletivo, a consciência coletiva está agora avançando para oitavas superior de ser e por isso as velhas estruturas têm de ser reinventadas. 
É como reinventar a roda, mas as rodas cósmicas da vidanão as terrenas, pois estamos assumindo a nossa cidadania cósmica.
Temos sido repetidamente preparados para isto desde a segunda guerra mundial e se olharmos para trás, apenas nestes últimos anos vamos perceber que nos mudamos para uma sociedade tecnologicamente mais avançada, com ferramentas maravilhosas, como computador, Internet,etc. 

E mais ainda está sendo desenvolvido e retornando para o planeta, então imagine o quanto nossa vida vai mudar nos próximos anos ?
As novas crianças têm o gênio inerente em sua programação para elevar verdadeiramente a humanidade para as oitavas superiores de consciência e Ser, elas vão realmente trazer uma revolução em tecnologia e consciência, o que fará esta grande mudança que estamos atualmente atravessando, ser vista como brincadeira de criança.
Deixamos de lado o velho estilo fútil de vida, na medida em que estamos dispostos a nos permitir ser transformados, ser guiados, ser renovados e rejuvenescidos, na medida em que somos capazes de fazê-lo através desta imensa mudança com todas as ferramentas nos auxiliando e nos elevando de todas as maneiras.
No entanto, temos de deixar de lado os velhos caminhos.
Temos de deixar ir tudo o que não serve mais ao nosso crescimento superior de alma e do coletivo.Não podemos nos mover para a Nova Terra que está sendo criada com todas as velhas maneiras de pensar, de agir e de ser.O melhor é fazer essa purificação e limpeza diária e estar aberto à mudança.
 

 Não se agarrando no que está se desintegrando e acolhendo as mudanças.Quando a nossa mentalidade e coração mudarem em conjunto profundamente no nosso interior, vamos nos concentrar em realmente estarmos prontos para mudar com as marés maciças de energias que estão entrando, vamos achar que estamos sendo levantados por esta força poderosa e vamos seguir praticamente sem esforço.

No entanto, se nós resistirmos em algum nível, haverá dor e grandes sentimentos de perda intensa, de estar perdido em um vazio.O melhor é lembrar que nenhuma mudança pode ocorrer sem alguma coisa, que de alguma forma venha criar um vácuo.

Quando o vácuo é criado, as energias superiores podem se mover.E esta onda de mudança está sobre nós agora.2018 realmente é o ano da mudanças do paradigma da consciência, ainda que só vá abrir caminho para mudanças cada vez mais intensas que estarão vindo nos próximos 50 a 100 anos.
Daqui a mil anos, um viajante do espaço dificilmente reconheceria este planeta de tão grande que terá sido a renovação maciça, a reforma e a reinvenção do planeta e da espécie humana.
“Uma consciência da Verdade se manifestará
 conforme modos superiores e melhores de
 ser, fazer e viver… mudam”. 
 Visão pessoal….

É sempre o medo que mantém na velha energia tridimensional – medo(normalmente imaginado) de como a mudança afetará pessoalmente. O medo normalmente se manifesta como uma censura a qualquer ideia nova que poderia servir a muitos, mas pode perturbar a zona pessoal de conforto. É o medo de que mudar as crenças testadas e verdadeiras que serviram no passado acabará em algum resultado de carência e limitação para eles pessoalmente (dualidade e separação). Os temerosos erroneamente crêem que qualquer coisa que não se encaixa ao seu sistema de crença pessoal e atual deve ser incorreto. A mudança seria aceitar que os ensinamentos que até este ponto podem estar incorretos – os egos das religiões mais estruturadas não aceitarão admitir que eles podem estar incorretos. Entendam que muitos, a partir de um medo de qualquer coisa nova ou diferente, escolhem permanecer exatamente onde estão, não importa o quanto difícil ou doloroso esse local possa ser. O medo é baseado na aceitação de falsos conceitos e crenças ensinados e aceitos pelos séculos de muitas vidas. As superstições foram aceitas como verdade, e os ensinamentos falsos passados para as massas não instruídas tornaram-se a lei da terra. Crenças relacionadas a Deus, casamento, doença e até de um demônio,etc. tornaram-se universais, exceto para os evoluídos o bastante para reconhecer a irrealidade impessoal delas. Agora a humanidade evoluiu o suficiente para relegar muitos desses disparates para a lixeira, tal como quando se acreditava que se nós  ficassemos no vento, ficariamos doentes. ..

Inspiração….

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REIKI-O PODER ESPIRITUAL DAS MÃOS-Como obter a cura usando a Energia Vital Universal

“Rompi as cordas que me amarravam na escuridão, parti em busca da minha liberdade, percorro os caminhos Universais sem pressas á procura da luz, contemplo a beleza das coisas simples, livre dos preconceitos do homem, escuto as palavras do Universo na esperança de que um dia o meu ser um dia ascenda totalmente ao Amor Eterno.”

UMA BREVE BIOGRAFIA DO CRIADOR DO REIKI

Mikao Usui nasceu em 15 de agosto de 1865 no povoado de Taniai, distrito de Yamagata, pertencente à província de Gifu, no Japão. Por ter estudado e viajado muito, acredita-se ter pertencido a uma rica família japonesa, o que era usual no Japão.Até 1850, o Japão estava fechado para o mundo ocidental, pois até então, o era uma sociedade fechada.O Japão entrou em um período de rápida industrialização, transformando-se em uma nação industrializada habilitada a competir com o restante do mundo em um período de 30 a 40 anos. Esta mudança criou um verdadeiro clima de necessidade em manter a cultura tradicional e a necessidade de reacender e manter velhas tradições. Usui cresceu durante este período.Presume-se que, durante sua juventude, aprendeu Kiko no templo budista Tendai, situado no sagrado monte Kurama, ao norte de Kioto.7

Kiko é a variante japonesa do Qi Gong, uma série de exercícios cujo objetivo é melhorar a saúde através da meditação, das técnicas respiratórias e dos movimentos lentos. No método curativo Kiko é possível armazenar, através de exercícios correspondentes, uma provisão de energia que será utilizada no processo de curar. Se não se usa este método, acaba-se extenuado, já que o Kiko nutre também a própria energia pessoal. Este ponto foi importante para o Dr. Usui e cresceu como uma semente em seu pensamento.

Como tinha certos conhecimentos sobre o budismo, decidiu converter-se num monge budista.Concentrou-se nessa prática e regressou ao monte Kurama, onde havia estudado ainda rapaz.Usui estava buscando a iluminação (Anjin Ryumei). Qual o propósito da vida? Como estar em estado permanente de Paz?Usui ficou em um mosteiro Zen por três anos, tentando alcançar esta meta trabalhando árduamente em serviços comuns para que houvesse a libertação do ego. Finalmente, procurou um mestre Zen para aconselhá-lo em como alcançar a iluminação e a orientação desse Mestre, foi de que a única maneira de se alcançar a iluminação após esses 3 anos de serviços no mosteiro, seria através da experiência da morte.Decidiu então fazer um retiro por 21 dias, jejuando, cantando, rezando e meditando. Usui foi ao Monte Kurama para morrer.Em março de 1922, ao fim do seu período de recolhimento, sentiu penetrar em sua cabeça uma poderosa Luz espiritual, experimentando, assim, o Anjin  Ryumei, uma  vivência reveladora. Esta Luz era o Reiki, que chegou sob forma de sintonização. Pelo ocorrido, sua consciência começou a expandir-se mais e mais e ele concluiu que estava possuído por uma força poderosa, porque podia curar as pessoas sem precisar usar sua própria energia para isto.O Monte Kurama, onde Usui passou por seu “Anjin Ryumei” (estado permanente de Paz) é uma montanha sagrada. Fica perto de Kyoto e é o coração espiritual do Japão, um lugar com vários templos representando uma enorme variedade de divindades. Dizem ser o lugar onde os espíritos da montanha deram os segredos da luta aos samurais.Em abril de 1922 viajou a Tókio, onde criou a Usui Reiki Ryoho Gakkai . Abriu uma clínica em Jarajuku nas imediações do belo Meiji Jingu (santuário Meiji) no centro de Tókio e ali começou a fazer conferências e a praticar Reiki.Usui sensei primeiramente começou a praticar Reiki consigo mesmo, mais tarde com os membros da sua família.O sistema era sobre dar cura às pessoas, ensiná-las como se curar, prover exercícios e ensinamentos energéticos. A maneira com que Usui fez tais coisas parece um pouco indefinida, baseada em compromisso progressivo de sessões semanais de treinamento, um tanto quanto da maneira como as artes marciais são ensinadas.

Desenvolveu seis níveis de Reiki ou graus de formação. Numerou estes seis níveis na ordem inversa da usada no Ocidente. O primeiro nível era o de número seis e o nível superior o de número um. Os primeiros quatro níveis, do seis ao três, correspondem ao que Hawayo Takata ensinava como Reiki I. O correspondente ao Reiki II subdividia-se em duas partes e o último nível, o número um, correspondia ao Reiki III (Mestre), ou grau de Professor (Shihan).

Reiki é uma técnica curativa gentil e poderosa que pode ser passada como presente de uma pessoa para outra, e não é baseada na idéia de gurus ou grande mestre a quem alguém teria que prestar homenagem.Dr. Usui ensinou a mais de 2000 alunos e formou 20 professores de Reiki. Faleceu em 9 de março de 1926, aos 60 anos;Foi enterrado ao lado do Templo Saioji, em Suginami-Ku, Tókio. Seus alunos colocaram junto à sua tumba um memorial de pedra, onde está descrita sua vida e obra com o Reiki.De acordo com sua pedra memorial, Usui foi um “curador” bem conhecido e popular, e ensinou um grande número de pessoas por todo o Japão.

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 O Simbolismo das mãos

As mãos curam, abençoam, evocam,louvam, defendem, se comunicam e molestam. Assim as várias crenças as vêem.

As interpretações esotéricas dos gestos que aparecem em imagens cristãs, onde geralmente os dedos mínimo e anular estão abaixados para a palma da mão, nos dizem que são pelos outros dedos, o polegar, o indicador e o médio, que fluem as potências mais superiores do homem, sendo então, estes os escolhidos para o uso das bênçãos. Os sacerdotes de várias religiões  estão investidos (?) do poder de as transmitirem embora algumas linhas espiritualistas ampliem estas transmissões(Espiritismo com o passe energético, Messiânicos com o Jhorei e outros). Baseadas num princípio possível da troca energética entre todos os seres, uma pessoa que evoca forças divinas e positivas, poderá igualmente abençoar outrem e até curá-lo, difundindo tais forças pelo simples poder de suas próprias mãos.Em sua conotação de comunicadoras , as mãos encontram o seu intercâmbio simbólico mais importante na linguagem usada pelos surdos –mudos. Numa linguagem gestual, estes encontram a oportunidade de prescindirem da comunicação verbal por meio de sinais que substituem com perfeição os sinais fonéticos.Seja um Yoga a levantar as mãos numa saudação ao sol, sejas  um sacerdote a abençoar,  unindo-as em formato de lótus para orar, ou movimentando-as graciosamente numa dança ritual , se as estendemos á alguém em sinal de amizade, sempre nossas mãos estarão usando um simbolismo revelador do nosso estado psicológico ou espiritual.

QUE PODER TEM AS MÃOS PARA CURAR?

Desde os tempos primordiais, há evidências do poder de cura das mãos.
No Antigo Egito, a cura pelas mãos era praticada desde os primórdios, sendo de domínio dos sacerdotes, e foi extensivamente praticada nos templos de Osíris, Ísis e Hórus.Na Inglaterra e na França medieval, a cura pelas mãos foi muito conhecida.
No Tibet, há registros de cura pelas mãos com mais de oito mil anos.Muitas das culturas religiosas usam o poder de imposição das mãos para abençoar e curar. Enfim, grandes mestres da humanidade usaram e usam as mãos para curar(Consciência Crística, na figura humana de Jesus).O poder das mãos está ligado ao cérebro – pensamento/intenção -, e ao coração – sentimento/amor. Portanto, as mãos podem sim, abençoar e curar.Naturalmente que a intenção de nossos pensamentos e sentimentos é que modera as vibrações que são irradiadas através da imposição das mãos, sobre nós mesmos ou sobre os outros.
Sabemos que a base do Universo é sustentada pelas polaridades: Yin e Yang.As mãos são antenas vivas, sendo ativadas pelas polaridades.A palma da mão direita é Yang, estimulando e promovendo a força e o encorajamento. A palma da mão esquerda é Yin e tem a capacidade de acalmar as dores. E ambas as mãos produzem esses efeitos combinados sobre uma pessoa ou em nós mesmos.Quando pensamos, temos um sentimento e quem sente é o coração. Portanto, as mãos estão ligadas ao coração, que, através dos condutos enérgicos dos braços, projeta energias pelos chacras das palmas das mãos e os mini-chacras das pontas dos dedos – as quais, ao serem irradiadas sobre um corpo humano, produzem a cura natural.

 

Nos primórdios do planeta Terra, as crianças da civilização hoje conhecida como Mu recebiam treinamento em Reiki I no começo da escola primária, em Reiki II  no colegial e em Reiki III, o treinamento de Mestre/Instrutor, era exigido dos educadores e estava disponível a todos os que quisessem recebê-lo. Quando as pessoas da cultura raiz deixaram a terra de Mu para colonizar o que hoje é a Índia e o Tibet, o Reiki continuou com elas, embora Mu, posteriormente, tenha-se perdido. As mudanças na Terra, que primeiramente destruíram Mu e, mais tarde, a Atlântida, produziram vários conflitos culturais, obrigando que o sistema de cura fosse conhecido somente por alguns eleitos. Quando no século XIX, um japonês buscou a origem do método de cura de Buda e Jesus, ele a encontrou entre os vestígios antigos da cultura primeva de Shiva, nos ensinamentos esotéricos da Índia.Movidos pela curiosidade e confusos com tantas teorias, alguns mestres Ocidentais foram ao Japão constatar se aquilo que se dizia sobre o Reiki era verdadeiramente real acendendo luzes muito interessantes, muitas das quais baseadas em fatos concretos, seja através de documentos escritos, sejam através de entrevistas com familiares de Mikao Usui ou mesmo da pedra memorial erguida ao criador do sistema Reiki.O cruzamento do Reiki de origem japonesa com as práticas tibetanas, prova que é possível o convívio entre sistemas diferentes, sendo que ambos se beneficiam com isso. Se houvesse esta abertura em relação á tudo, o Mundo seria, com certeza, um lugar melhor.Independentemente das adaptações que se tiveram que fazer à história do Reiki, o importante é que, hoje em dia, milhões de pessoas praticam Reiki e que os seus efeitos se comprovam.No contexto atual, a Ciência está mais evoluída que nunca, mas continua a não ter resposta para muitos problemas. O Reiki como terapia complementar pode ser um aliado importante, inofensivo e simples que está ao alcance de todos.

Pesquisa UNIFESP – Reiki estimula resposta imunológica.

A reportagem é da Revista Época, os benefícios do REIKI continuam  sendo estudados pela a comunidade científica (UNIFESP e USP) e ajuda a endossar o valor desta terapia:

REIKI ESTIMULA RESPOSTA IMUNOLÓGICA

Entrevista com Ricardo Monezi, biólogo pesquisador da UNIFESP

O Reiki – técnica de imposição de mãos descoberta no final do século XIX pelo teólogo japonês Mikao Usui – pode ser uma ferramenta auxiliar no tratamento de doenças?Muitos garantem, sem pestanejar, que pode. Mas a confirmação científica dessa possibilidade começa a se consolidar agora, a partir de pesquisas como a do biólogo Ricardo Monezi, da Universidade Federal de São Paulo, que indica interferência favorável da técnica no tratamento de animais de laboratório com câncer.Segundo Monezi, o Reiki age positivamente na redução do nível de estresse, uma das possíveis causas do surgimento, agravamento e até comprometimento do tratamento de doenças crônicas como o diabetes.Durante cinco anos, Monezi conduziu uma pesquisa com camundongos para saber se o Reiki interferiria positivamente no tratamento contra o câncer. Ele montou três grupos de camundongos. O primeiro não recebeu tratamento; o segundo recebeu tratamento falso – a imposição de mãos foi feita com a colocação de luvas presas a duas hastes de madeira; e o terceiro foi tratado com Reiki .

Monezi analisou o comportamento dos linfócitos – que são os responsáveis pela defesa imunológica do organismo – frente a um tumor e concluiu que os ratos submetidos ao Reiki mostraram aumento da capacidade de enfrentar a doença. O mesmo padrão foi observado com tumores mais agressivos.

Os animais foram submetidos ao Reiki durante quatro dias, em sessões de 15 minutos.Segundo o biólogo, esses resultados afastam a hipótese de que o sucesso do tratamento seja resultado de sugestão psicológica. A próxima etapa de sua pesquisa será observar o uso do Reiki em seres humanos. A intenção é verificar se o Reiki pode colaborar para reduzir o estresse e melhorar a imunidade de pacientes idosos, que muitas vezes sofrem baixa em sua resistência.A palavra Reiki significa Energia Vital Universal. Seus criadores basearam-se na crença de que a energia liberada por um praticante de Reiki envolve o paciente, atuando sobre seu corpo físico.Do ponto de vista físico, explica o pesquisador, o ser humano é constituído por energia – o que pode ser observado, por exemplo, no eletrocardiograma, que mede a função elétrica do coração. Desde a década de 80, diversas correntes de pesquisa têm buscado embasamento científico para a teoria que fundamenta o Reiki e outras técnicas de imposição de mãos.Todas têm constatado como efeitos, sensação de bem-estar, diminuição de sintomas relacionados ao estresse e sensação de relaxamento.Há trabalhos que indicam a técnica no tratamento de ansiedade, depressão e fobias como a síndrome do pânico. Monezi fala em indicação terapêutica complementar. Isto é, uma terapia de apoio ao tratamento convencional.

ASSISTA O VÍDEO DO MESTRE DE REIKI JOHNNY De  CARLI-

A CURA PELO REIKI

Pode ser uma verdadeira surpresa,mas Reiki é usado para curar todos os tipos de condições e males instalados no seu corpo físico, emocional e/ou espiritual.Muitos pacientes experimentam uma aceleração do seu processo de Cura quando combinam o Reiki com a medicina tradicional ou outras terapias.Reiki vem do Universo;Vem de uma inteligência Superior que gere toda a vida no Nosso Planeta; o Reiki funciona através das necessidades específicas e individuais de cada paciente, a qual resulta sempre em cura, mas nem sempre ocorre na forma de cura desejada pelo paciente. A sintonia entre o paciente, o terapeuta e o Universo é de uma grande valia, assim como a receptividade do paciente durante o tratamento.Acontece muitas vezes que o paciente andou desviado do seu caminho, isso causou demasiados desequilíbrios no seu organismo e muitas vezes não estamos conscientes destes processos; uma vez ultrapassadas algumas questões que são clarificadas com a terapia Reiki, ocorrem surpresas muito boas;o paciente encontra um estado de alívio e de cura desejada para o seu processo.O Reiki permite aos pacientes um estado de profundo relaxamento e Paz e está provado que o Reiki tem sido decisivo e responsável pelos processos de Cura de muitos pacientes pelo mundo fora.

O REIKI E A CIÊNCIA

Muitos cientistas concordam que uma força inteligente e superior existe, que um espiríto divino/universal continua a suportar e a criar constantemente no Universo.Eles assumem ainda que é um Campo da mais Pura Energia e que é ela que comanda tudo que vemos e não vemos no nosso Planeta e Universo.Afirmam ainda que Nós Somos Energia, assim como tudo o que existe, é constituído por energia, está provado também que o nosso corpo tem pontos de energia mais fortes sendo uma delas ,as nossas mãos.

 

OS BENEFÍCIOS DA TÉCNICA REIKIANA

No momento da aplicação da técnica, o reikiano (profissional que aplica o Reiki) mentaliza símbolos específicos e os desenha de forma imaginária com as mãos, além de repetir o nome de cada um.A função desses símbolos é ajudar o profissional a se conectar com o Reiki e concentrar energia nos campos energético, emocional, mental e físico de quem recebe a aplicação da técnica. Isso causa uma série de benefícios nas pessoas que se submetem à terapia, como relaxamento, sensação de paz, aumento de energia, maior clareza mental e alívio de dores e desequilíbrios físicos. Também equilibra e harmoniza, fazendo com que cada um compreenda sua verdade interna.Cada símbolo possui um nome, uma forma específica de ser traçado, um campo de atuação e uma função diferente. E vale reforçar que a pessoa que recebe o Reiki não precisa conhecer os símbolos para sentir os efeitos da técnica. Apenas quem o aplica – ou seja, o reikiano – é que necessita ter um conhecimento profundo dos símbolos, para utilizá-los como auxiliares no processo de canalização de energia. Sómente depois do curso de iniciação da técnica o estudante se torna apto para aplicar o Reiki em outras pessoas, animais, plantas ou ambientes.

SÍMBOLOS DO REIKI SÃO SAGRADOS

Os símbolos do Reiki não diferem de qualquer outro símbolo e até bem pouco tempo atrás eram considerados secretos. Porém, com a globalização de toda e qualquer informação, os conhecimentos e os símbolos vieram a público e estão disponíveis para todos. No entanto, eles continuam sagrados e dignos do nosso imenso respeito e gratidão. Por isso, devem ser usados com todo o amor, pela sua força e ação no universo.De acordo com os conceitos da psicologia junguiana, o inconsciente se expressa primariamente através de símbolos. Além dos símbolos (pessoais) encontrados em sonhos ou fantasias de uma pessoa, há também símbolos coletivos importantes, que são geralmente encontrados nas imagens religiosas e culturais, como por exemplo: a cruz, a estrela de seis pontas, a espiral e o círculo. Os símbolos representam conceitos que não podemos definir com clareza ou compreender plenamente, pois abrangem conteúdos maiores que as palavras conseguem explicar.

Como usar os símbolos do Reiki

Existem diferentes formas de Reiki e, ao longo do tempo, alguns mestres foram incorporando novos símbolos em suas iniciações. Mas no Reiki “tradicional” há três símbolos que são passados em uma iniciação de nível 2: o símbolo do poder (CHO-KU-REI), o símbolo mental/emocional (SEI-HEI-KI) e o símbolo da distância (HON-SHA-ZE-SHO-NEN).

CHO-KU-REI

CHO-KU-REI

Este símbolo traz ou libera energia criando equilíbrio. Representa o aumento do poder. É o “botão” ligado ao corpo físico e, além de ser um maravilhoso símbolo de proteção, é usado para incutir ou reforçar a energia.

Cho-Ku-Rei significa “Ponha todo o poder do universo aqui”.

SEI-HEI-KI

SEI-HEI-KI

Sei-Hei-Ki é o símbolo da cura das emoções e da transformação de sentimentos negativos em positivos, é o símbolo da harmonia e da proteção e representa o processo alquímico de purificação e limpeza.

Sei-Hei-Ki significa “chave do Universo” ou “homem e Deus tornam-se um só”.

HON-SHA-ZE-SHO-NEN

HON-SHA-ZE-SHO-NEN

Este é o símbolo da cura à distância, traz cura para os traumas do passado e para o presente. É o “botão” ligado ao corpo mental. As vidas passadas e o karma são libertados através do Hon-Sha-Ze-Sho-Nen. A libertação é permanente e desaparece a necessidade de reencarnação.

Hon-Sha-Ze-Sho-Nen significa “O Buddha em mim alcança o Buddha em ti para promover luz e paz”.

ASSISTA O VÍDEO E RELAXE COM OS MANTRAS DO REIKI E MEDITE COM SEUS SÍMBOLOS

Toque terapêutico baseado no reiki: cura pelas mãos ajuda no tratamento de doenças graves;A imposição das mãos alivia a dor e reconhece energia dos pacientes

Uma alternativa já está sendo usada em 80 países para o complemento no tratamento de doenças graves: o toque terapêutico. Ele consiste na imposição das mãos sobre o paciente, sentindo todo o campo energético, e é capaz até de auxiliar na cura das enfermidades. Veja como ele surgiu e está sendo aplicado pelo mundo:a técnica apareceu nos EUA, em 1972, pelas mãos da enfermeira Dolores Krieger e da terapeuta Dora Kunz. Elas desenvolveram a idéia de que a energia produzida pelo nosso corpo é concentrada em nossas mãos, pode ajudar a curar;

– os historiadores acreditam que os egípcios usavam a técnica para curar doenças desconhecidas ou até mesmo aquela famosa dorzinha muscular, que todo mundo conhece;

– o toque terapêutico reikiano ajuda no relaxamento muscular, no processo de cicatrização e no combate às infecções;

– para os especialistas, a técnica é um tratamento complementar, ou seja, apesar de ser usado em várias doenças, o toque terapêutico não pode e não deve substituir os medicamentos;

– o terapêuta coloca as mãos próximas ao corpo do paciente e faz uma avaliação do campo energético da pessoa;

– depois é feito um diagnóstico e começa a recuperação dessa energia;

– o campo energético deve estar lisinho, morninho, palpável. Onde estiver alterado, deve ser trabalhado para que ele fique harmônico;

– os movimentos básicos são de alisamento. Às vezes, quando uma pessoa tem dor de cabeça, só com o alisamento você consegue harmonizar;

– o fluxo final é sempre interessante. Aquecimento tem muito a ver com processos inflamatórios, ausência e esfriamento tem a ver com edema, inchaço e também com lesões musculares e contraturas;

– as pessoas que passam pelo tratamento relatam que sentem alívio no corpo, como se o terapeuta estivesse descascando uma cebola sobre a pele.

BENEFÍCIOS E APLICAÇÕES DO REIKI

Reiki é uma terapia que trabalha a nível emocional, mental e espiritual e pode mudar muita coisa na sua vida, aqui estão exemplos práticos dessas mudanças:

1- Reiki acalma, reduz o stress e provoca no organismo uma sensação de profundo relaxamento, conforto e Paz.

2- Reiki pode trazer-lhe uma clareza espiritual que antes não sentia.

3- Reiki oferece-lhe uma sensação de alívio emocional durante o tratamento e até prolongando-se após a aplicação. O Reiki ajuda no processo de libertação das emoções.

4-Reiki limpa e clarifica o seu campo energético.

5- Reiki alivia a dor.

6- Reiki consegue aumentar o nivel e a qualidade do sangue que circula no nosso organismo, conseguindo mesmo fazer parar pequenas hemorragias.

7-Reiki consegue “limpar” os nossos órgãos como o fígado, rins, as artérias e outros.

8-Reiki é seguro no tratamento de doenças crónicas e agudas, doenças relacionadas com stress e desordens, como nos casos de sinusite, rinite, menopausa, cistite, asma, fadiga crónica, artrite, ciática, insónia, depressão, apenas para mencionar algumas delas.

9- Reiki acelera o processo de recuperação em caso de cirurgia ou doença de longo termo. Reiki tem ainda a capacidade de reduzido os efeitos secundários e ajustar a ajuda aos tratamentos tradicionais do paciente. Por exemplo um paciente sujeito a quimioterapia que receba Reiki durante o mesmo processo nota uma redução significativa dos efeitos secundários do tratamento.

10- Reiki pode ser aplicado às plantas, animais, comida, água, dirigido ao Nosso Planeta Terra.

11- Reiki purifica os ambientes e remove as “más” energias ou espíritos, seja do seu escritório, da sua casa, carro, jardim ou divisão da casa, onde quer que seja o local, você pode canalizar energia e purificar o ambiente.

12- Reiki ajuda atletas a recuperar mais rápidamente das suas lesões e entrar mais rapidamente na sua actividade.

13- Reiki é para todos, ele cura adultos, idosos, crianças e bebês, os seus animais, as suas plantas e até mesmo o Planeta Terra, se assim o desejar, tudo está dentro do pensamento e amor que emite na prática do mesmo.

14- Reiki é para animais, é claro que sim, eles ajudam-nos a recuperar de doenças, situações de stress, separações e ansiedades, traumas. Os animais devem sempre ser tratados como membros da nossa familia, mas atenção o Reiki não substitui os cuidados médicos que os mesmos possam necessitar.

15- Reiki é energia positiva, nunca pode causar qualquer mal a nada e nem a ninguém. A Energia do Reiki é amor no estado puro, todo o Terapeuta ao aplicar Reiki a si ou ao próximo deverá estar num estado de Amor Incondicional e perfeita União com Deus e o Universo.

LEIA MAIS; CENTRO DE REIKI E TERAPIAS ALTERNATIVAS

APLICANDO O REIKI AOS ALIMENTOS

O Reiki pode ajudar-nos a alcançar uma vida mais saudável, e uma das formas é através da aplicação de Reiki em tudo aquilo que bebemos e comemos. Ao aplicar Reiki nos alimentos intensificamos o valor nutricional da comida e também diminuímos os efeitos nefastos de aditivos, conservantes ou outros químicos que ela possa conter. No entanto, é sempre bom ingerir alimentos saudáveis, biológicos e de qualidade.Pode fazer Reiki à sua comida em qualquer altura: nos sacos das compras, quando cozinha ou quando se prepara para comer. Para isso basta colocar as mãos por 1 a 3 minutos sobre um prato de comida, em cada lado do saco das compras, numa fruta, e concentrar-se na ideia de que o Reiki deve fluir em direção aos alimentos.Se possuir o segundo nível de Reiki pode desenhar o símbolo Cho Ku Rei (símbolo do Poder) sobre o prato de comida ou copo de bebida, principalmente, se estiver a comer num restaurante.Também podemos tratar um copo de água com Reiki e, a cada manhã, bebê-lo antes de iniciar as atividades diárias. Os alimentos tratados dessa forma, armazenam a energia Reiki que limpa e energiza todo o nosso corpo.A água energizada com Reiki também pode ser usada para ajudar alguém que se encontra num estado depressivo, ou sem energia. Muitos reikianos também tratam a água que dão aos seus animais e plantas.Aplicar Reiki desta maneira é uma forma de demonstrar Amor por nós próprios, pela nossa família e amigos. Devemos sempre agradecer aquilo que comemos e bebemos, pois tudo aquilo que ingerimos já teve vida e deixaram de ter para nos proporcionar energia para viver.Abençoar e vitalizar a nossa comida e bebida com Reiki é, sem dúvida,  fabuloso.

A reikiana e terapeuta holística Simone Kobayashi explica que o processo é muito simples: ao conectar-se com a energia do Reiki, a pessoa passará essa energia por meio de suas mãos para bebidas, legumes, frutas, verduras e outros. Qualquer reikiano pode fazer uso da técnica, mas para os que não conhecem o Reiki de forma profunda, Simone indica que o símbolo usado seja o Cho-Ku-Rei, que significa “paz”. No momento do uso da técnica, quem for fazê-la deve posicionar ambas as mãos sobre o alimento ou prato pronto e vibrar um sentimento de amor incondicional, para que a energia flua com maior rapidez e eficácia.A hora em que a técnica será aplicada fica ao gosto do reikiano e isso pode ser feito tanto antes do preparo quanto durante e após a refeição ficar pronta. “Eu prefiro aplicar o Reiki no meu próprio prato pronto, por exemplo, mas essa decisão é livre e não tem nenhuma recomendação a ser seguida”, explica Simone.Todos os tipos de alimentos estão liberados para receber a energia do Reiki, mas a especialista aconselha que a técnica não seja usada como justificativa para ingerir uma comida que não é aconselhada ou que cause algum mal estar, já que o intuito da aplicação não é este. Quanto ao tempo que a aplicação do Reiki deve demorar, Simone é flexível: mesmo que o ideal seja em torno de três minutos, uma pessoa muito atarefada, que não dispõe de muito tempo para preparar suas refeições devidamente, pode fazer a canalização de energia o quanto puder, nem que seja ao menos durante um minuto.

REIKI PODE MELHORAR A QUALIDADE ENERGÉTICA DOS ALIMENTOS

Tendo como base o experimento com águas feito pelo Dr. Masaru Emoto, em que é visto que as moléculas d´água se apresentam de formas diferentes conforme o pensamento e o sentimento humanos associado a elas, Simone afirma que a aplicação do Reiki na comida pode melhorar a qualidade energética de seus componentes, equilibrando-os e tornando a comida menos nociva – porém, é bom atentar que isso não se refere ao valor calórico do prato.”Como a vibração enérgica do Reiki é de uma frequência alta, as energias que a comida ou a bebida recebem tendem a serem sutis, limpando impurezas do campo energético. É um alimento mais harmonizado, que entra em sintonia com todo o corpo”, pontua a terapeuta.

Alimentação e Reiki – compreender as necessidades

“Que o vosso alimento seja o vosso primeiro medicamento” ~ Hipócrates

Devemos seguir a sabedoria do nosso corpo e compreender o que ele precisa. Também as profissões que temos e as exigências de vida podem afetar as nossas escolhas alimentares.Ao praticar Reiki, podemos descobrir que se tivermos ingerido muita comida não conseguiremos ser canais tão eficientes nesse momento. Podemos constatar que a carne nos torna mais pesados e que as bebidas alcoólicas podem ter um efeito mais amplificado em nós. O nosso canal energético foi amplificado, mudado e, naturalmente, sentiremos as coisas de uma maneira diferente.Pensem sempre no que realmente precisam e na quantidade que precisam. Consultem um nutricionista ou naturopata para auxiliar nesse processo. Se por exemplo tiverem um atividade exigente e depois ainda fizerem sessões de Reiki, possívelmente terão necessidades diferentes do caso de apenas viverem de fazer sessões de Reiki.  Dependerá de pessoa para pessoa mas, nada como ter a devida atenção.Algo que será indispensável é a atenção à água – a hidratação é muito importante para nós, não só porque a passagem de energia desidrata a maior parte dos praticantes e receptores, como também porque é excelente para eliminar toxinas, regular a temperatura do corpo, entre muitas outras vantagens.Algumas considerações a saber;Muitas vezes se pergunta qual o efeito do álcool na prática de Reiki. Naturalmente se se vai praticar Reiki não se deve consumir álcool mas experimentem o seguinte. Após beber um copo de vinho, o que acontece se aplicarem Reiki em vocês mesmos?Esta experiência deve ser apenas aplicada no próprio e serve para mostrar as contra-indicações de ingerir qualquer tipo de substância tóxica, inebriante, que possa alterar o estado de consciência. Nuns casos, o efeito do álcool passa mais rápidamente, noutros os seus efeitos são ampliados – tontura, cabeça no ar, sonolência, vômito.Experimentem sentir a energia dos alimentos e perguntar ao vosso corpo – “como vou me sentir se comer isto?”. Irão aprender bastante sobre vocês mesmos e sobre o que realmente precisam comer (e porquê).

Respeito por nós, pelos outros, pela energia

“Reiki é causa e efeito… Remova a causa e não haverá mais efeito” ~ Takata

Leia mais; Reiki

Podemos comer com consciência, podemos sempre agradecer por tudo. Não precisamos viver para comer mas precisamos comer para viver. De uma forma consciente e ponderada, conseguimos fazer parte do grande ciclo da vida, mantendo o equilíbrio da biosfera. A gratidão, o respeito pela vida, ajuda-nos a ter uma outra postura perante a comida. Se precisamos de mudar, podemos fazê-lo no tempo que for necessário, de forma equilibrada.

ALGUNS EXEMPLOS DE TERAPIAS ALTERNATIVAS  Á MEDICINA CONVENCIONAL,PARA ESTUDO E CONSULTA

1-Aromaterapia

2-Cromoterapia

3-Cristaloterapia

4-Terapia Floral

5-Homeopatia

6-Radiestesia

7-Acupuntura

LEIA MAIS SOBRE ESTAS E OUTRAS TERAPIAS;MEDICINA ALTERNATIVAS-OPÇÕES DE CURA

  • A sabedoria nada tem a ver com governar os outros, é uma questão de ordenar a si mesmo.
  • A nobreza nada tem a ver com poder e posição social, é uma questão de auto-realização.
  • A felicidade nada tem a ver com riqueza e posição social, é uma questão de harmonia.
  • As pessoas verdadeiras sabem de que modo considerar o ser interior como grande e o mundo como pequeno.
  • Endireite o seu corpo, unifique a sua visão, e a harmonia do céu chegará.
  • Aqueles que seguem o céu viajam com o Caminho, aqueles que seguem os humanos se misturam com o que é vulgar.
  • Quando as pessoas perdem sua natureza essencial por seguir desejos, as suas ações nunca são corretas.
  • A vastidão do uno é evidente em todo o céu e em toda a terra.
  • Contentamento e raiva são desvios do Caminho, ansiedade e lamento são perdas de virtude, preferências e aversões são excessos da mente, desejos habituais são pesos para a vida.
  • Aqueles que alcançam o Caminho são fracos em ambição mas fortes no trabalho, as suas mentes são abertas e suas respostas adequadas.
  • A flexibilidade e a tolerância são os administradores da vida, a dureza e a força são os soldados da morte.
  • Seguir significa combinar os elementos dos acontecimentos de modo que eles se harmonizem com o momento.
  • – Eleve os pensamentos a Deus;
    – Sinta a luz divina descer sobre o topo de sua cabeça, espalhando-se por dentro e por fora de seu corpo;
    – Agora volte sua atenção para seu coração; perceba-o todo iluminado, como um sol;
    – Imagine que raios de luz saem de seu coração-sol, irradiando-se pelos braços e mãos;
    – Fique assim, por algum tempo, deixando que a luz divina faça a cura em você;
    – Você também pode, nesse estado de Ser, espalmar suas mãos e enviar luz-amor para o Planeta Terra e sua humanidade.
    Que as bênçãos de Deus caiam sobre você como uma chuva de luz dourada, para todo o sempre

 

Visão pessoal….

O ser humano busca seu bem-estar desde as épocas mais remotas e, para isso, desenvolveu inúmeras formas de cura.A saúde é caracterizada pelo bem-estar, e antes do aparecimento da doença em si, o corpo começa a dar sinais de mal-estar, informando que não está tudo bem; A maioria das pessoas está acostumada com a medicina tradicional moderna, que é a ensinada em universidades e considerada oficial na maioria dos países ocidentais. Entretanto, existem outros tipos de terapias, algumas milenares, que ainda seduzem muita gente, mas que também geram debates dentro do meio científico e médico, e por isso são consideradas alternativas.Alternativas ou complementares? O debate começa já na definição. Algumas linhas de discussão afirmam que essas terapias não substituem os métodos convencionais. Outros afirmam que elas devem complementar o tratamento alopático, isto é, o tratamento convencional. Essa queda-de-braço já não é assunto novo;Acreditamos que deve haver fundamento científico e, principalmente, dados estatísticos que comprovem que a terapia funciona, como no caso da Acupuntura,Reiki, Homeopatia,Fitoterapia entre outras.A Organização Mundial de Saúde (OMS) define de forma abstrata as medicinas alternativas: as medicinas não convencionais abrangem todas as terapias que não são utilizadas pela medicina convencional.É cada vez mais frequente, e comum, a busca por terapias alternativas ou complementares para tratar diferentes tipos de doenças da mente, corpo ou espírito. O mundo está cada vez mais “alternativo”. Medicamentos ou técnicas naturais são muito úteis quando aplicados por terapêutas experientes e capacitados .A tendência nos últimos anos tem sido a de uma maior responsabilidade assumida pelas pessoas, em relação à sua própria saúde.Atualmente, a procura por terapias não convencionais está também relacionada com a preocupação dos efeitos secundários prejudiciais de alguns medicamentos prescritos, muitas vezes em excesso, levando as pessoas a procurar terapias alternativas ou complementares sempre que possível.Homeopatia, Acupuntura, Fitoterapia, Quiropraxia, Reiki, Terapia Floral, são exemplos de métodos que eram tratados como alternativos, e hoje, são reconhecidos pela medicina como técnicas terapêuticas de grande eficácia nos mais diversos tratamentos.A diferença entre os termos alternativa e complementar é simples: Quando se utiliza a terapêutica alternativa, como por exemplo um tratamento feito sob a técnica da ortomolecular, dizemos que a pessoa está  fazendo um tratamento alternativo em detrimento da medicina convencional ou ortodoxa. Se o paciente com problemas de stress que esteja sendo acompanhado pelo seu médico e este indicar sessões de meditação e relaxamento dizemos que este paciente está recorrendo á um tratamento complementar ao seu tratamento convencional.O importante é recorrer á terapêutas alternativos conscientes, experientes e idôneos, quando decidirmos por tratamento não convencional.Concluindo, seria conveniente e muito benéfico à humanidade, observar quais são as crenças sobre a saúde e o bem-estar, e, de modo inverso, sobre a doença. Observar o que é, o que cria a doença, ou a falta de bem-estar, e de alguma maneira, mudar isto de dentro para fora, no reconhecimento de que tudo, de certa maneira, é co-dependente, interativo e que não está separado. Que quando nós re-criamos o equilíbrio – e, algumas vezes, isto requer um pouco de tempo na nossa realidade – de modo que, ao invés de procurar simplesmente um “comprimido, uma poção ou uma técnica terapêutica” para criar a mudança instantânea, observar uma mudança mais profunda, de modo que o verdadeiro equilíbrio possa ser restaurado. E observar qual foi o “presente “neste espaço chamado de doença/saúde, desequilíbrio, doença.Então, podemos nos perguntar; Como podemos avançar para esta nova transformação? Para nós aqui da Equipe, é sendo AUTO-OBSERVADOR. Ao estar consciente de quando nós começamos a acreditar que não somos suficientemente bons de alguma maneira, devemos observar isto e decidir se é isto o que nós realmente queremos acreditar ou se nós queremos fortalecer uma nova crença,;que Eu Sou Amor, Sou Uno e estou conectado com o Plenum Cósmico/ Deus e com Tudo O Que É.

Inspiração….

1-Reiki para todos
Roberto King
2-O Grande livro dos símbolos do Reiki
Walter Lubeck
3-The book on karuna Reiki
William Lee Rand
4-The Heart of Reiki
Susan Downning
5-Women and Reiki
Judith Macpherson
6-Reiki para iniciantes
David Vennells
7-Reiki Healer
Lawrence Eliyar
8-Reiki-Cura e Harmonia através das mãos
 Tanmaya Honervogt
Exibindo Foto de Mônica F.De JardinMonicavox
Recomendo…..

OS CRÂNIOS DE CRISTAL-COMPUTADORES QUÂNTICOS

Ao longo de todos os tempos,os homens têm sido atraídos pelos cristais.  Atualmente eles são muito populares para aqueles que estão em seu caminho espiritual.  Há muitos livros, idéias e treinamentos que nos dão quantidades incríveis de informação.Os Cristais podem ser vistos como a forma mais pura em que a consciência pode manifestar-se nesta realidade.  Isto significa que elas são as melhores ferramentas existentes para despertar, ativar e estimular a nossa Consciência.  Consciente, ser consciente, é de primordial importância para a nossa evolução pessoal.Os Cristais podem nos ajudar a evoluir e ajudar a transformar tudo o que nos impede de aumentar o nosso nível de Consciência.

O assunto dos Crânios de Cristal, vem movimentando a opinião pública de estudiosos e da comunidade científica do mundo todo, desde que começaram a serem descobertos , em datas diferentes, ao longo da história da Humanidade.Segundo os estudiosos e livros sobre o assunto, que nos propõe uma nova história para o nosso Planeta Terra, eles tem a ver com a ativação de nossa memória ancestral Lemuriana. O fim da civilização lemuriana ocorreu pouco a pouco, antes da civilização atlante. Mas apesar de que aquela civilização desapareceu há dezenas de milhares de anos, a consciência lemuriana está sempre presente. Ela foi conservada viva na Terra. Todos os povos pertencentes às nações ameríndias são portadores dessa informação; ela está codificada em nossos genes(DNA), mas permanece selada, presa neles, no interior de nossa memória celular, cuja frequência é idêntica àquela do Cristal Mestre  dos arquivos subterrâneos.

Próximo do fim da civilização lemuriana, seres físicos habitavam aquilo que hoje se tornou a região de Four Corners, ao sul dos Estados Unidos, que era, então, um arquipélago e que se pode considerar como o centro geográfico da antiga Lemúria. Eles tinham consciência de que uma gigantesca perturbação tectônica estava prestes a acontecer e que o equilíbrio das massas continentais seria profundamente afetado por ela. Eles tomaram a decisão então, de guardar seu Conhecimento num local onde pudesse ser ele preservado para uso por futuras gerações. Cerca de trezentos anos antes do cataclismo que pos fim à sua civilização, os lemurianos começaram a armazenar os registros de informações que estavam em sua posse em cristais em forma de crânios que espalharam em todo o planeta. Esses crânios de cristal, que têm a propriedade de gravar a informação, foram religados a um Cristal-­Mestre concebido como um tipo de matriz que os permite ativar sua memória. Alguns desses cristais foram reencontrados por ocasião de pesquisas arqueológicas, mas a matriz, da qual depende a ativação do conjunto, permanece enterrada nas profundidades da Terra.

COMO FUNCIONAM AS ENERGIAS DENTRO DO CRÂNIO DE CRISTAL

O que é verdade para os cristais é  igualmente verdade para os Crânios de Cristal.  No entanto, Crânios de Cristal oferecem ainda mais. Essas energias criam um campo único, que até certo ponto pode ser comparado com a Consciência Coletiva da Humanidade.  Este campo de energia, o campo coletivo do Crânio de Cristal, tem suas próprias características únicas. Então,porque a forma do crânio? Os Crânios de Cristal  não tem nada a ver com um símbolo de morte.  Eles representam a forma da nossa cabeça.  O crânio contém o cérebro, o órgão através do qual nos expressamos conscientemente nessa realidade.  O cérebro também é o receptor da informação / energia.  Os Crânios de Cristal são vistos como depósitos de informações.  Acredita-se que os crânios antigos estão repletos com muitas  informações antigas.  No entanto, até agora apenas uma quantidade limitada desta informação foi acessada.Outro aspecto interessante de caveiras de cristal é que são altamente reflexivas.  Isso significa que eles podem refletir de volta para nós como um espelho,o que nós somos – tanto a nossa essência como o que nos impede de manifestar plenamente essa essência.  Eles também ajudam a expandir a  consciência e nos conectar com outros reinos.  Resumindo, eles ajudam a “nos ver ” em todos os aspectos.

Os chamados “Crânios de Cristal” alimentam e, ao mesmo tempo, fornecem codificações de dados frequenciais para a transição á ideologias expandidas, de tal modo que nós não precisamos esperar pela passagem do tempo do calendário para proclamarmos a chegada da anunciada “Ascensão” , incorporando e assumindo a Verdade Ascensionada.

Nos Crânios de Cristal ,existe uma vasta biblioteca de informações pertinentes às intensas mudanças que estão ocorrendo na Terra, e elas são essenciais à humanidade, no micro e no macro. Os Crânios de Cristal contêm códigos vibracionais que são emanados das suas estruturas, até agora não identificadas, que são inteligentemente enriquecidas – além da nossa imaginação – pela variedade e diversidade técnica e sagrada. Os crânios são o “Paradigma da Ascensão” e o “Protótipo do Ser Humano Aperfeiçoado”. Este novo paradigma que está surgindo, promove uma melhor qualidade de vida e reforça a capacidade de escolher novas perspectivas virtuais, enquanto encoraja a liberação de crenças obsoletas que não nos servem mais. 

Então, pode-se dizer que os Crânios de Cristal abrangem uma transição que é uma mudança “Virtual”. Por “virtual” queremos dizer que é um programa etérico mental, trabalhando na sua Divindade e que precede a mudança externa. Isto permite uma expressão diferente do ser dentro do status quo ou no ambiente não modificado da Terra tridimensional. A chave é fazer as mudanças internas desejadas que já estão em curso, e incorporá-las totalmente, como se o seu futuro dependesse delas.

UMA BREVE HISTÓRIA DO PORQUÊ ARMAZENAR CONHECIMENTO EM PEDRAS E OSSOS

Muitas das estruturas construídas neste planeta, especialmente em antigos locais sagrados, contêm informações armazenadas dentro de pedras. De maneira análoga, NÓS, SERES HUMANOS TEMOS INFORMAÇÕES ARMAZENADAS DENTRO DOS NOSSOS OSSOS,NO NOSSO DNA E NAS NOSSAS CÉLULAS.Quando trabalhamos com o  som por exemplo , ele “destranca a porta de entrada” e deixa as informações inundarem o nosso corpo. Ele também penetra no solo, afetando as vibrações da Terra e permitindo que ocorra o realinhamento molecular das informações. As pessoas que usam o som no trabalho corporal provocam o realinhamento da estrutura molecular, criando uma abertura para a inundação de informações. Este tipo de trabalho vai se tornar cada vez mais profundo com a Transição Planetária que está nos permeando cada vez mais intensamente.

No Tibete por exemplo, quando um Mestre Lama capaz de transcender realidades fazia sua “passagem”, o corpo era mantido e deixava-­se que deteriorasse naturalmente porque o esqueleto era sensível às frequências, já que eles sabiam que as informações estão armazenadas nos ossos e nas pedras. Em alguns locais do Tibete, onde as linhagens de determinadas congregações religiosas podem ser traçadas por milhares e milhares de anos, os monges guardam o CRÂNIO de seus mestres.Por estas afirmações/constatações, podemos imaginar porque os Crânios de Cristal foram projetados; Estruturas Cristalinas assemelham-­se a computadores holográficos: podem transmitir para o ser humano evoluído, ou conectado, uma tremenda quantidade de informação. São projetados como crânios para atuarem como um código para compreender o nosso próprio crânio e perceber que os ossos do nosso corpo são muito valiosos.

COMO E ONDE FOI DESCOBERTO O PRIMEIRO CRÂNIO DE CRISTAL

O crânio de cristal mais famoso é o “Skull of Doom” (“Crânio do Juízo Final”)

Em 1924, Anna Le Guillon Mitchell – Hedges, então aos 17 anos de idade, encontrou-se na Honduras Britânica (rebatizada como Belize, após a descolonização) com seu pai, que era antropólogo de renome. Juntos, eles descobriram uma estranha escultura em cristal de rocha, em forma de crânio feminino nas ruínas de uma antiga cidade maia, no sítio de Lubaantun. Certas propriedades desse crânio, confirmadas mais tarde por peritos em cristalografia do mais avançado laboratório de cristalografia do mundo – o da Hewlett Packard, na Califórnia, EUA – que chegou à conclusão, de que os crânios possuem um mecanismo interno de lentes e prismas que o homem moderno só começou a dominar há bem pouco tempo. As conclusões são verdadeiramente surpreendentes:

1-Constitui-­se de um quartzo natural extremamente puro e raro: do dióxido de silício piezo­elétrico anisotrópico. ­

2-As duas partes que o compõem provêm do mesmo bloco de quartzo.

3-Ele não apresenta traço algum de usinagem nem de instrumento algum, mesmo no âmbito microscópico. É, portanto, impossível datá-­lo, já que o cristal não envelhece.

4-Quando iluminado por baixo, a luz flui através de suas órbitas. ­ Quando iluminado por trás pelos raios do Sol, um feixe luminoso intenso, suscetível de incendiar a vegetação, flui das órbitas, do nariz e da boca

Ninguém descobriu o motivo e a função dessa característica dos crânios, mas alguns cientistas “opinam”, dizendo que pode ser um tipo de código gravado em sua estrutura de cristal, como existem hoje nos microchips de computadores, ou então que a convergência da luz para a saída em seus “olhos” e “bocas” possa ser algo que deva ser aplicado em conjunto com todos os crânios, formando um “equipamento maior”, quando todos eles estiverem reunidos em algum local específico.

Têm sido feitas muitas tentativas de esculpir um crânio semelhante ao crânio Mitchell-Hedges.  Uma das características especiais do crânio é que tem uma mandíbula destacável, que tudo indica que foi feita, a partir do mesmo pedaço de cristal que o próprio crânio.  E embora haja escultores, especialmente na China, que podem esculpir um crânio com uma mandíbula destacável de um pedaço de cristal, ninguém ainda foi capaz de esculpir um crânio com todas as lentes, como é encontrado no crânio de Mitchell-Hedges.Há muitos relatos de efeitos estranhos e especiais  entorno deste crânio.  As pessoas vêem todos os tipos de imagens nele, como paisagens, OVNIs, alienígenas, e muito mais.  É interessante notar que muitos desses fenômenos foram fotografados, provando que não é só a “imaginação” de alguns indivíduos.

Não há outro Crânio de Cristal que tenha sido mais descrito, estudado e observado e foi tema de livros e documentários, tanto quanto o crânio de Mitchell-Hedges.  A razão disso pode ser porque nenhum outro crânio ficou mais disponível para pesquisas , com tantos observadores ao seu redor; Embora existam dois Crânios de Cristal que são conhecidos  e estão no British Museum, mas não estão disponíveis para a pesquisa e para o público, da mesma forma como o crânio Mitchell-Hedges.Outra razão deste crânio atrair tanta atenção, é sua beleza física.  É feito de quartzo muito claro e é muito especial em sua escultura.  Acredita-se que a anatomia está correta e é feito à imagem do crânio de uma mulher.

Quando seu pai morreu, Anna tornou-se a guardiã do crânio.  Ela  viajou extensivamente com o crânio até meados de 1990, permitindo que muitas pessoas  “se conectassem telepaticamente com ele”.  As pessoas também iam á  casa dela para ver o crânio.  Anna Mitchell-Hedges faleceu em 11 de abril de 2007 no aniversário do atual guardião,Bill Homann, depois de ter vivido uma vida notável, que durou 100 anos e 100 dias(!). Seguindo o desejo de Anna, Bill dedica-se a fazer com que este Crânio de Cristal  se torne cada vez mais disponível para o mundo.

OUTROS CRÂNIOS DE CRISTAL PELO MUNDO

Durante os últimos dez anos descobriu-se na América diversos crânios de cristal, provávelmente talhados por culturas pré-colombianas dotadas de meios tecnológicos “impossíveis” para aquela época.
No entanto, eles já começaram a aparecer no final da década de 1890, quando dois deles, feitos de quartzo transparente, foram descobertos no México.Tratavam-se de duas peças únicas em seu gênero, supostamente encontradas por mercenários que as obtiveram de camponeses locais, que por sua vez as tinham roubado de tumbas existentes naquela região. Algumas teorias sugeriram que os achados teriam sido esculpidos pelos astecas e três desses estão em exposição nos museus de Washington, Londres e Paris.Um destes objetos é conhecido atualmente como a Caveira de Cristal Britânica. Esta foi comprada de contrabandistas pela famosa joalheria nova-iorquina Tiffany’s e posteriormente, em 1898, adquirida pelo Museu Britânico por 120 libras esterlinas. Lá se encontra até hoje.A outra é chamada de Caveira de Paris, que está exposta no Museu Trocadero, da capital francesa.
O QUE DIZEM OS PESQUISADORES
O pesquisador norte-americano Joshua Shapiro, mais conhecido como “Illinois”, estado norte-americano onde nasceu, diz que há sete anos investiga o fenômeno e tem se valido de informações fornecidas por sensitivos.Captando a energia emitida pelos cristais, eles chegaram à conclusão de que os crânios devem ter por volta de 4 mil anos de idade.Segundo Shapiro, os crânios seriam espécies de computadores primitivos, onde estariam armazenadas as informações sobre a vida das culturas que os produziram.O químico norte-americano Don Robins, no livro A Linguagem Secreta das Pedras , diz que o cristal possui depósitos de energia, que são liberadas em forma de mensagens codificadas, quando a pedra entra em contato com o homem.Cabe a nós decifrá-las. Até que isso aconteça, as especulações em torno dos crânios vão continuar.Shapiro, por exemplo, acredita que eles têm origem nos continentes perdidos da Atlântida ou da Lemúria ou ainda que sejam obra de extraterrestres.
SÃO NOVE OS CRÂNIOS PESQUISADOS ATÉ AGORA POR SHAPIRO;

Crânio de Mitchell-Hedges  o principal e o mais perfeito deles, e sobre o qual foram feitas as maiores pesquisas e descobertas.Descrito acima;

Max, o crânio do Texas – Peça única de quartzo transparente. Pesa 8 quilos. Foi doada ao Parque de Houston, Texas, por um monge tibetano, que por sua vez o recebeu como presente dos habitantes de uma pequena vila na Guatemala.Desde o ano passado, Max tem sido usado em cerimônias religiosas dos índios norte-americanos.

O crânio inglês – Peça única de quartzo transparente. Acha-se no Museu Britânico do Homem, em Londres, desde 1898.Foi encontrado no México, em 1890, por um caçador de tesouros. É mais sombrio do que o crânio de Mitchell.A face direita está deformada.

O crânio de Paris – Peça única de quartzo transparente. Também foi encontrado no México, em 1890.Acha-se agora no Museu Trocadero, em Paris. Possui as mais primitiva das faces de todos os crânios pesquisados.Tem um corte de cima para baixo, em forma de cruz.

O crânio violeta – Peça única, esculpida em ametista. Foi achado em um depósito de artefatos maias por um membro de uma fraternidade secreta do México, em 1900. Está no Texas e à venda(até a data das informações para este post, estava).Difere dos outros pela sua têmpora circular e uma faixa branca em torno de sua parte superior.

O crânio maia – Peça única de quartzo transparente, encontrada na Guatemala, em 1912, semelhante ao crânio de ametista.Seu paradeiro atual é desconhecido.

O crânio “ET” – Peça única de quarzo opaco, descoberto no povoado de uma família maia na América Central, por volta de 1900.A fronte é pontiaguda e os dentes são projetados para a frente.

O crânio peruano – Foi encontrado no nordeste do Peru.
Peça única de quartzo transparente, azulado na região dos olhos. Acha-se em mãos de uma tribo primitiva naquela região peruana.

O crânio do Smithsonian Institute – Recentemente, o Smithsonian Institute recebeu um crânio de quartzo transparente, doado por fonte anônima. É grande, oco e pesa 14 quilos.

 OS CRISTAIS USADOS PARA ESCULPIR OS CRÂNIOS PODEM SER DIFERENTES DOS CRISTAIS COMUNS?

 

O peso médio de cada crânio é de 5 quilos, com as dimensões de 13 cm de altura, 13 cm de frente e 18 cm de profundidade.Como explicar então que eles tenham sido moldados em época de nenhum recurso científico?Essas perguntas permanecem sem respostas, bem como é um mistério a idade desses cristais.Não foi feito o teste de Carbono 14, pois ele não funciona com materiais inorgânicos.

Em um cristal  comum  vemos, na maioria dos casos, 4 ou 5 campos poliédricos. No entanto, se olharmos para os Crânios de Cristal, vemos sempre um mínimo de 6 dessas camadas e muitas vezes até 7 ou mais.  Será isto uma coincidência ou os cristais que são usados para fazer os Crânios de Cristal são diferentes dos outros cristais?  Ou será que algo acontece no processo de escultura?  A resposta veio da observação da energia durante o processo de esculpir dois crânios.Fizeram esta experiência, usando um cristal com 4 campos poliédricos.  Logo que a forma bruta do crânio era visível no cristal, de repente, um campo de 5 poliédricas apareceu.  Quando o crânio estava praticamente concluído, ainda outro campo poliédrico apareceu.  Òbviamente, o processo de esculpir um cristal em forma de crânio, induz um aumento na energia.  Este aumento de energia parece ser característica da escultura de crânios.  Muitos pesquisadores de crânios de cristal referem-se a importância da intenção do escultor.  A intenção forte e foco de um escultor pode adicionar uma terceira camada de energia.  Isto explica porque em alguns casos, não 2 mas 3  campos poliédricos extras, aparecem durante a escultura.

A ORIGEM DOS CRÂNIOS DE CRISTAL SEGUNDO OS PLÊIADIANOS

Os Crânios de Cristal que já foram encontrados e que desafiam a ciência por sua constituição e confecção,  são feitos de um conglomerado extraterrestre, de um material que poderia ser chamado de “supra quartzo” , que contém quartzo puro, que é ligado á um aspecto do diamante e ligado, num sentido alquímico, com ouro frequencial. É um material similar àquele usado na Lua Cristalina da Atlântida e nos magníficos Cristais dos Templos . Na verdade, em termos lineares, os crânios originais são anteriores aos Cristais dos Templos Atlantes. Apenas dois dos Crânios de Cristal que estão em circulação atualmente são de origem extraterrestre. Estes crânios de cristal originais vieram de outro mundo e outra realidade. Todas as realidades são criadas com base no padrão da consciência geométrica sagrada cristalina, através da Proporção Phi e Segmento Áureo. Na verdade, a Humanidade e sua(s) Terra(s) física(s) são concebidas dentro do paradigma de uma fórmula de matriz. E assim também foram criados os Crânios de Cristal, só que numa frequência muito maior, uma frequência de perfeição. Os crânios são realmente formados como protótipos da consciência humana perfeita, para que ela não seja esquecida na dualidade. Dentro deles está contida a perfeição do ser humano, abrangendo todos os aspectos, os doze aspectos sagrados (por isso eles existem em um número de 12 espalhados pelo planeta, para serem descobertos aos poucos e reunidos ao de número 13, quando a época da Transição Planetária chegasse).

Então, originalmente, os crânios cristalinos padronizados foram trazidos de Arcturus e das Plêiades para a Terra, para uma região que depois se tornou a Lemúria. Mas, na verdade, o modelo foi trazido antes do planeta estar totalmente polarizado. Ele foi trazido no tempo do Firmamento, numa Terra de ponto zero, num plano não­-magnético, num Mundo Terreno que conhecia a perfeição, que era habitado por manifestações andróginas do Espírito Etérico em plena consciência(Teosofia). Entretanto, naquele tempo, já era sabido que o Firmamento cairia, que se dissolveria, e então o plano era que o modelo ­ desse extraordinário registro holográfico, o crânio de cristal original, ­ serviria como um protótipo desse aspecto integral inicial. E assim ele contém o modelo dos 12 filamentos de DNA, a mente clara totalmente consciente e a existência do ser humano evoluído. Os Crânios de Cristal contêm aquilo que nós éramos antes do “experimento humano”, e o que seremos quando o completarmos o ciclo da Transição Planetária, o círculo infinito.

CRÂNIOS DE CRISTAL -A CODIFICAÇÃO PARA DEPOIS DE 2012-Bibliotecas Conscientes do Paradigma Cristalino chamadas Crânios de Cristal-(segundo James Tyberonn)

Edgar Cayce falou que os Antigos (da Atlântida, Lemúria e Terra pré-dualidade) reconheciam a perfeita estrutura e geometria sagrada do crânio humano como sendo o portal de entrada da consciência para as dimensões da Terra e dos reinos superiores. Portanto, é compreensível que o crânio tenha sido escolhido como modelo para as bibliotecas cristalinas multidimensionais conhecidas por “Crânios de Cristal”.Eles são portais dinâmicos multidimensionais. São, de fato, Computadores Vivos e Conscientes que se atualizam constantemente com “programas” apropriados da “Mente Universal” em apoio à Terra e à Humanidade. Eles recebem e projetam códigos holográficos que orientam a mudança da nossa matriz planetária bem como os paradigmas da nossa consciência dual.A Era Cristalina está diante de nós e a energia cristalina é que define a ressonância da próxima graduação e mudança da humanidade.Na verdade, eles tiveram uma função mais importante do que nós imaginamos, na Ascensão Planetária de 2012. Códigos que permitiram que a Terra se graduasse, foram liberados através dos portais programados nos Crânios de Cristal originais.Agora os Crânios de Cristal estão concentrados em ajudar a humanidade. A humanidade “em massa” está a caminho de ascender em mais ou menos 300 anos. E há muita coisa que precisa acontecer.Os anos 2038 e 2075 são marcos importantes.Em 2014, com o Portal Harmônico da Paz, plantou as sementes do Novo Firmamento que, por sua vez, plantará as sementes do Retorno da Consciência Crística ao Planeta. Todos estes são eventos holográficos codificados.

O protótipo do crânio cristalino original, contém uma biblioteca extraordináriamente vasta, totalmente consciente. Todos os dados, todos os registros, todo o conhecimento está armazenado e programado num processo extremamente complexo no seu interior.Tanto o processo quanto a quantidade infinita de informações que ele guarda são incompreensíveis para nós que raciocinamos na polaridade.Ele foi concebido para conter a incrível frequência que o ligava ao holograma.Portanto, o crânio cristalino é um lembrete respeitoso e um transmissor dessa lembrança, que imprime indelevelmente na alma e na “Mente Divina” da humanidade aquilo que é o modelo perfeito.

Este é primorosamente impregnado no aspecto divino da alma, quando ela entra no padrão terreno do campo unificado. De certa forma, ele é o padrão registrado no Eu Divino, no Subconsciente ou Supersubconsciente da mente humana.É o homem perfeito, não a versão na qual o homem se transformaria mais tarde, na espiral descendente da experiência humana, mas o modelo original ao qual o homem aspira, evolui e retorna através do ciclo de crescimento chamado reencarnação, em direção àquele arquétipo paradigmático original e impecável.

Os Crânios de Cristal são realmente um reflexo da perfeição nos seres humanos. Assim têm sido desde o advento da dualidade na Terra, com a queda e dissolução do Firmamento original. Nestes anos pós 2012 da Nova Terra, eles estão na segunda fase do seu propósito.Quando a humanidade, individualmente e em massa, estiver pronta para usar estas Bibliotecas Divinas para se fundirem na perfeição, elas oferecerão um vislumbre de mundos novos e incríveis, de beleza, criatividade e amor incondicional.
Na verdade, elas estiveram adormecidas por milênios, aguardando este momento do nosso tempo linear para se reativarem e despertarem. Aqueles que trabalharam com os Crânios de Cristal em vidas passadas estão sendo chamados agora para estar com eles de novo.

Visão pessoal….

O entusiasmo crescente no que se refere aos Crânios de Cristal, só faz sentido abordarmos o assunto com uma mentalidade que está aberta a explorar o desconhecido. De um ponto de vista mental/científico, são objetos de cristal em forma de um crânio e alguns têm sido encontradas em sítios arqueológicos. No entanto, há mais que simples Crânios de Cristal. Eles definem algo mais para aqueles que estão dispostos a se abrir para eles. È algo como um “Despertar”. A reação inicial aos Crânios de Cristal para muitas pessoas, é que têm a ver com a morte, que, na nossa cultura cristã é ainda um assunto cercado de medo para muitos. Na realidade, as “caveiras de cristal” são um símbolo da consciência. Uma vez que nós nos abrimos para ela, eles abrem as portas dentro de nós. Elas nos convidam para expandir-nos e vermos aumentar a sincronicidade em nossa vida.  À medida que exploramos novas frentes em diferentes dimensões, enquanto expandimos a nossa consciência, os “porquês e comos “em torno dos Crânios de Cristal, se tornam mais claros.

 

Inspiração…

Mensageiros do Amanhecer
Bárbara Marciniack
Terra-biblioteca Viva
Bárbara Marciniack
Crânios de Cristal
David Hatcher Childress
O Mistério da Caveira de Cristal
Cris Morton
Bíblia dos Cristais
Judy Hall
A Alquimia da Ascenção
James Tyberonn
Mensagens do Arcanjo Metatron
James Tyberonn
La herencia de los Antiguos Mayas
David Gallon
A Linguagem secreta das pedras
Don Robins
Cristais -Os Mestres da Luz
Fabrizio Ranzolin Raizer
Princípios de Optica e Física
Raymond A. Serway
Os Templos de Cristais-A Era dos Grandes Magos
Rubens Saraceni
El Continente perdido da Lemúria
W. Elliot-Scott
Legends os Atlantis and lost Lemúria
W. Elliot-Scott
The Lost Civilization of Lemúria
Frank Joseph
Monicavox
Recomendo….

A Energia Vrill Atlante

Falar da Atlântida , é como descrever a Criação Divina através da limitada linguagem humana. Sua cultura era muito avançada, sendo que em muitos pontos ultrapassava os povos atuais com facilidade. As nações, na realidade, são apenas berços para a reencarnação de grupos espirituais e na  Atlântida reencarnavam, há séculos, somente espíritos com graduação semelhante ao estágio que a humanidade atual irá atingir a partir do segundo século do terceiro milênio.O grande fator de diferenciação do povo atlante em relação à humanidade atual era a sua visão liberta de paradigmas. Os atlantes enxergavam o plano invisível e não eram escravos do materialismo como os povos atuais, motivo pelo qual os habitantes da ilha de Posseidon desenvolveram de forma admirável as faculdades paranormais, o que permitia-lhes uma ligação direta com outras realidades dimensionais como, por exemplo, com a do mundo dos espíritos — a Pátria Maior. Essa visão abrangente permitiu ao povo atlante desenvolver uma tecnologia energética que ficou conhecida pelo nome de “Vrill”. Essa energia era desencadeada através dos elementos invisíveis da natureza e permitia um grande avanço nos meios de produção, proporcionando ao povo conforto e um elevado padrão de vida.
COMO FUNCIONAVA A ENERGIA VRILL ATLANTE

Uma de suas formas mais comuns de manifestação era através da “in­versão do eixo gravi­tacional” de elemen­tos materiais. A partir de uma indução energética era possível erguer pesados blocos de rocha como se fossem monólitos de algodão, tecnologia que permitia a construção de grandes edifícios sem a utilização de máquinas pesadas. Era necessário apenas conduzir as pedras colossais aos locais apropriados depois de serem lapidadas através de avançada tecnologia.Os primeiros egípcios, que ainda dominavam parcialmente o “Vrill”, construíram as pirâmides e a esfinge de Gizé utilizando-se dessa tecnologia. Somente o “Vrill” poderia erguer monólitos com duas toneladas de peso sem a utilização de roldanas e guindastes. Outros povos descendentes dos atlantes, como os habitantes da ilha de Páscoa e os Sumérios, também utilizaram-se dessa energia para erguer suas fantásticas construções e seus monumentos.O povo egípcio, os maias, os astecas e outros povos da Antiguidade receberam a influência direta dos atlantes após a submersão da “Gran­de Ilha”. Diversas embarcações abandonaram a Atlântida antes do Grande Juízo Final, levando a bordo habitantes que foram viver em outras terras e caldearam sua cultura à dos povos primitivos do resto do globo.

Esse fato proporcionou um grande impulso para o desenvolvimento tecnológico, que até hoje impressiona os historiadores. Os egípcios são um grande exemplo. Até a quinta dinastia, eles possuíam um avanço considerável. Ao contrário da ordem natural da evolução dos povos, eles nasceram “gran­des” para depois entrarem em franca decadência. Inclusive os primeiros egípcios eram monoteístas e com o passar dos séculos declinaram à crença em vários deuses.

Notamos aí o perfil dos capelinos que promoveram a crença pagã entres os gregos, os egípcios e, posteriormente, os romanos. Outro exemplo da presença atlante no resto do mundo é a construção de pirâmides por quase todos os povos antigos do planeta. No Egito, tivemos as mais impressionantes demonstrações dessa cultura. A Atlântida era um continente repleto desses “catalisadores energéticos”que eram construídos com as mais belas pedras, desde o granito até o basalto negro. Na capital, Posseidon, existia a “Grande Pirâmide” que possuía um tamanho quatro vezes maior que a pirâmide de Kéops, no Egito, e era composta de blocos de cristal branco, que posteriormente foram fusionados, tornando-se uma única peça. Essa grande pirâmide, hoje submersa nas profundezas do oceano, está localizada exatamente na região conhecida como “Triângulo das Bermudas”(quinta parte da série), gerando uma espécie de energia magneto- espiritual que desencadeia os fenômenos já conhecidos e a rotineira alteração da leitura dos instrumentos de navegação. Os atlantes dominavam também a tecnologia da informação através de cristais de quartzo manipulados pela energia “Vrill”.

EXPLICANDO A ENERGIA VRILL

A quantidade disponível de energia Vrill contida em um miligrama de cristal é incomensurável, por isto não se pode conceber a razão pela qual a ciência atual não tenha tentado  o estabelecimento dessa fonte energética.Na realidade, a humanidade não necessita de tamanho volume de energia quanto a que um ínfimo fragmento de cristal pode conter e liberar. Por maior que seja um trabalho ao nível da terra, a energia Vrill liberada diretamente é excessiva. Sómente em se tratando de mobilizar sistemas estelares, modificar o posicionamento de sistemas planetários e coisas desse porte, é que seria preciso tamanho manancial de energia, mas isto ainda não cabe ao homem fazê-lo. Sendo assim, o Vrill deve ser mantido longe do uso da humanidade ainda em sua maioria egocêntrica e irresponsável. De certa forma poderíamos dizer que isto faz parte das ciências dos “deuses”. Por maior que seja o dispêndio de energia, por maior que seja o consumo de energia no planeta, agora e no próximo milênio, de forma alguma é preciso fazer uso da liberação do Vrill represado em determinados cristais.

Por maior que seja a necessidade de energia que a terra venha precisar no próximo milênio evidentemente os cristais serão a base, porém, não por desagregação ao nível de Vrill e sim, por captação.Há outros meios de permutar a energia a partir de níveis que são chamados de hiper-físicos. Há outros planos, além deste plano físico existente dentro de lacunas de faixas de vibração.São de tais mundos que é possível transferir energia e também de mundos de outras dimensões. Até no fenômeno parapsicológico denominado de “Poltergeist” a energia é trazida por sintonia mental de um outro plano para o ambiente físico.

Na realidade, existe um incomensurável manancial de energia no universo. Os antigos chamam de energia cósmica, mas na essência trata-se da energia Vrill que a tudo permeia. É possível capturá-la e canalizá-la de forma perene e suave e isto pode ser feito a partir de dispositivo à base de cristais.A energia Vrill inunda tudo quanto há e os cristais dão a possibilidade de canalização, de mobilização desta energia para um ponto a outro tal como, por analogia, podemos dizer ser semelhante ao que acontece com relação à energia Chi que, por alguns processos especiais como a acupuntura, pode ser intensificada, diminuída, desviada ou mesmo acumulada.

Não  tentemos  liberar o Vrill contido na matéria, especialmente nos cristais, pois a desproporção é tremenda; uma mínima quantidade de matéria encerra uma carga de Vrill de tão ampla magnitude que nenhuma força, nenhuma tecnologia existente ,é capaz de controlá-la. Querer liberar o Vrill existente numa fração de matéria é como querer tirar a carga de um imenso e inconcebível acumulador de energia de uma só vez, quando na realidade pode-se retirá-la progressivamente de conformidade com as necessidades usuais na Terra. Mas, em se tratando do Vrill não é absolutamente preciso, o homem graças aos cristais pode canalizar o quanto necessitar de energia, de forma suave á partir não sómente  do Vrill livre ,mas também de outras naturezas existente no meio ambiente e dos mundos hiper-físicos que nos permeiam.

O Vrill é um nível de energia, por assim dizer, reservado às grandes transformações siderais, cósmicas, e não restrito á um simples planeta. Querer usar o Vrill na Terra é como querer, por exemplo, aquecer uma xícara de água através da explosão de uma bomba de hidrogênio. Ele destina-se, pois, aos imensos processos construtivos e transformadores dos incomensuráveis sistemas siderais que requerem um volume inconcebível de energia. Os atlantes sabiam como usar os cristais afim de canalizarem o quanto de energia precisavam para suas atividades habituais. Tinham uma fonte perene e inesgotável de energia; de forma alguma eles careciam de mais energia para o consumo comum. Por isto é que alguns estudiosos dizem que, ao tentarem a liberação do Vrill contido na matéria, eles sentiam-se ameaçados de que tal ameaça poderia destruir toda uma civilização.

Existiram dois planetas que foram destruídos por essa energia, tratando-se do planeta Erg e Morg que haviam existido entre Marte e Júpiter, e cujos fragmentos formaram um anel de asteroides, que ainda hoje gravitam em orbita entre Júpiter e Marte, sem contar um volume ainda maior de destroços que se abateram sobre os demais corpos constitutivos do Sistema Solar formando milhões de crateras.A destruição do mencionado planeta teria sido uma ocorrência bem anterior à destruição da Atlântida, sendo  fruto de uma guerra entre essas duas raças.Na verdade, sabemos que nem tudo o que diz respeito à história da humanidade por milhões de anos não tem sido revelada. Podemos dizer que há registro de tudo o que até hoje aconteceu, mas que sómente uma mínima parte tem sido dado ao homem saber, uma outra parte um tanto maior tem sido levada ao conhecimento dos despertos e seres espirituais encarnados propositalmente. Mas, mesmo os referidos conhecimentos são como um iceberg em que sómente uma parte mínima torna-se visível.

A IMPORTÂNCIA DOS CRISTAIS NA MANIFESTAÇÃO DA ENERGIA VRIL

 Na realidade os cristais têm imensa importância nas transferências de energia, o raio laser é um exemplo disso. No passado existiu uma tecnologia que permitia ao homem captar energia dos mundos hiper-físicos através dos cristais, ou melhor, de dispositivos à base de cristais. A energia usada na construção das pirâmides e de todos as obras megalíticas, foram usadas energias de cristais. Era liberação por sintonia, por captação controlada e não por meio de uma explosão com liberação do acumulo de Vrill. A energia veiculada não representava desagregação da matéria para liberação de Vrill e sim como sintonizadores, como antenas captadores. Os obeliscos, e as pirâmides tinham essa finalidade, mas não são sómente eles, existiam outros dispositivos com a mesma finalidade. Mas, somente os iniciados nas Escolas Iniciáticas tinham acesso a isso , em consequência do que já havia ocorrido tantas vezes. O poder dado e colocado em mãos impróprias pode se tornar algo devastador.

Como sintonizador de energia cósmica, os cristais atuavam de uma forma similar à esta como eles são usados atualmente nos sistemas de comunicação. Os cristais atuam nos receptores como instrumentos de sintonia de ondas e nisto se baseia o rádio, a televisão, o radar, etc. Mas a ciência atual ainda não redescobriu(?) meios de utilizar além do simples nível de sintonia de energia no nível do mundo físico. Na verdade, eles podem estabelecer a sintonia entre físico e os mundos hiper-físicos . Isto era uma das funções das pirâmides, trazer energia de uma outra “dimensão” para esta. Na verdade, sómente há algumas décadas foi que o homem redescobriu o poder inerente às formas geométricas, especialmente à piramidal, e isto foi usados pelos descendentes dos atlantes, mediante o uso de obeliscos e pirâmides;A captação de energia por sintonia através de cristais com formas geométricas, não envolve grandes perigos. Mesmo que o uso inadequado de pirâmides e de obeliscos possa levar à algum tipo de perigo, mesmo assim, jamais ele será de forma tão catastrófica quanto a liberação da energia Vrill contida num cristal.

A ENERGIA VRIL ,NAZISMO E O SOL NEGRO

Vrill é a suposta energia ou magia à qual a Sociedade Thule ocultista ansiava alcançar.O nome é o mesmo da energia cristalina dos atlantes, mas o sentido empregado e a origem da energia, é outra. O mais notório membro desta seita terá sido Adolf Hitler.

A energia Vrill era eminentemente telúrica, oferecendo capacidades aos seus seguidores; a capacidade de curar ou ferir pessoas, levantar objetos e por fim a elevação dos próprios para outra dimensão de nível superior.Esta energia Vrill era alcançada através da meditação, orgias sexuais, e até sacrifício de crianças. Consideravam-se Seres superiores capazes de feitos inimagináveis e tudo acontecia em subterrâneos.Quando os Nazistas se aperceberam deste suposto poder, apoderaram-se do conceito da seita e exuberaram com as suas práticas.

Eckhart tinha um poder hipnótico conhecido por alma negra, Cofundador do partido Nazista facilmente chamou a si Adolf Hitler. Todas as altas patentes do partido nazista eram membros da Sociedade Vrill. A Ariosofia servir-se-ia da energia Vrill a qual os faria voar até o infinito e tornarem-se deuses, o que facilitaria ou garantiria o sucesso em alcançar o poder absoluto e metafísico para governar o mundo. Chegaram a medir os crânios dos Tibetanos, convencidos que eles eram os ancestrais dos Arianos.Hitler era fascinado pelo oculto e investiu parte dos seus recursos em investigar lendas e artefatos místicos. Entre eles estava o domínio da energia Vrill. Dizem que Hitler conseguiu encontrar a entrada para Shambhalla, no Tibet e que aprendeu como dominar a energia. Devido a isso, teria escapado praticamente ileso de 42 tentativas de assassinato, inclusive do atentado de 20 de julho de 1944, onde uma bomba explodiu à menos de 2 metros da sua posição. Hitler saiu ileso do atentado. Apesar disso, segundo a História oficial, Hitler se suicidou em 1945, embora nenhuma prova concreta foi apresentada.

BLAVATSKY E A ENERGIA VRILL

Informações sobre a energia Vrill começaram a se popularizar nos anos de 1870, devido aos estudos ocultistas que eram a febre na época, principalmente, na Rússia. Tanto que neste período surgiu a Teosofia, pelas mãos de Helena Blavatsky, que realizou pesquisas sobre esta poderosa energia atlante que, posteriormente, manteve-se relativamente viva entre os monges tibetanos. Chamamos de relativamente viva, porque estes monges não realizavam um centésimo do que os sacerdotes do Vrill da Atlântida realizavam. Por este motivo, Adolf Hitler enviou emissários ao Tibete, durante a segunda guerra mundial, para tentar obter informações sobre como dominar o poderoso Vrill e assim ganhar a guerra.Claro que algo tão fantástico e misterioso como o Vrill se tornaria, nos séculos futuros, fruto da imaginação e cobiça da humanidade, assim como ocorreu com a “pedra filosofal”, que existe mas os homens comuns não conseguem percebê-la. O Vrill também está acessível a todos os homens, hoje mesmo, entretanto, poucos conseguem controlá-lo em todo o seu potencial.

ESPIRITISMO E A ENERGIA VRIL

A energia Vrill nada mais é que do que o “fluído cósmico universal” definido por Allan Kardec no livro dos Espíritos, ou seja, a matéria em seu estado mais elementar; nada mais que energia livre e que pode ser amplamente manipulada, tanto por espíritos desencarnados, como por encarnados. A diferença está no grau de manipulação dessa energia que era realizado pelos sacerdotes do Vrill da extinta Atlântida.  O que os sábios indianos chamam de “Prana” ou os chineses de “Chi” ou “Ki” também é uma boa definição para o Vrill, apesar de ser uma definição limitada e incompleta.


Visão pessoal…
Como vimos acima e em posts anteriores da série,sabemos já que o VRILL é uma fonte de energia que foi amplamente utilizada na Atlântida e que irá ,no futuro,substituir as atuais fontes de energia, primitivas e poluentes, que impactam diretamente no aquecimento global.No livro Os Exilados de Capela ,afirma-se que os atlantes precisaram salvaguardar a energia vril dos capelinos , que tinham o interesse de utilizar seu potencial para Magia Negra. O objetivo da energia Vrill é fazer progredir os meios de produção de forma a permitir à humanidade desenvolver seus aspectos sociais, morais e tecnológicos pelo bem-estar. Pela inversão do eixo gravitacional dos materiais seria possível desprender do solo e transportar grandes blocos de rochas por levitação. É nessa tese que se embasam muitos cientistas e egiptólogos,para explicar a construção das grandes pirâmides e outros monumentos que ainda hoje desafiam a engenharia. Segundo as afirmações anteriores, os nazistas estavam em busca dela, mas, talvez felizmente, pelos possíveis propósitos, não lograram êxito. Se essa energia voltará a ser conhecida pelos habitantes desse planeta e se será utilizada para fins pacíficos, para um novo ciclo de progresso, sómente o tempo dirá.

Inspiração…

1-O Código de Atlântida
Charles Brokaw
2-Herdeiros de Atlântida-Vol 1 e 2
Eduardo Spohr
3-Crônicas de Atlântida
Antonio Luíz M.C.Costa
4-Atlântida
Roseliss Von Sass
5-Ecos da Atlântida
Loty Ger
6-O Enigma da Atlântida
Alexandre Braghine
7-Em busca da Atlântida
Andy Mcdermott
8-A Doutrina Secreta
Helena Blavatsky
9-O Sol Negro
M.C.Pereda
10-O Mistério de Atlântida
Charles Berlitz
11-Atlântida-No reino da Luz-Vol 1
Roger Bottini Paranhos
12-Os Exilados de Capela
 Edgard Armond
13-Vrill-The Power of the coming race
 Edward Bulwer
Monicavox
Recomendo…

HISTÓRIA CÓSMICA E A NOOSFERA

A História Cósmica é o centro do Campo Universal da Inteligência.A premissa da História Cósmica é que esse Campo Universal da Inteligência não vem sendo conhecido com exatidão neste tempo presente.Por esta razão tem de haver uma reformulação da construção do conhecimento no mundo. Estamos tratando de um caminho oniabrangente e de fato, poderíamos dizer, na íntegra, que a forma como se apresenta no mundo cotidiano ao ser humano deste Planeta,por meio dos seus sentidos, é inadequada, errônea e incorreta.

Naturalmente que é difícil para alguém que só tem conhecido este inadequado sistema, entender que possa existir algo mais além disto,ou ainda, que poderia haver algo errado nesta construção em particular.A História Còsmica é, realmente , um padrão ou uma cobertura superior de um entendimento compreensivo, que tem por objetivo substituir toda a construção de mundo, que existe ainda hoje.

Quando falamos da prevalecente estrutura dominante do mundo, estamos falando da estrutura de informação e inteligência que permeia e domina o que chamamos de nações “industrializadas”.As nações são responsáveis pela elaboração do que chamamos de TECNOSFERA OU INVÓLUCRO ARTIFICIAL, baseado na consciência da máquina e na pesquisa de marketing.

Quando pensamos á respeito da Tecnosfera e do ponto de vista mundial dominante, que distorce o tempo e a consciência, temos de entender que há uma só ordem mental imensa que fala a si mesma constantemente. Em outras palavras,quando vemos TV, ou lemos jornais, é a mente falando á si mesma, porque, quem está lendo ou vendo, senão a mente que os criou?

Quando vemos a quem e de que forma se apresenta esta visão do mundo atual, percebemos que há premissas básicas que são completamente errôneas.A primeira premissa é que só há unidades individuais de consciência,portanto não há uma consciência ou entendimento da NOOSFERA.

A Noosfera é a envoltura mental da Terra,ou a “capa pensante”dela.Pode ser entendida como uma unidade de armazenamento da soma das interações mentais de toda a vida,tanto no reino fenomênico como no reino imaginário.A carência de conhecimento da Noosfera, juntamente com o BANCO PSI(que pode ser entendido como o painel de controle da Noosfera, o sistema nervoso, o mecanismo regulador dela)é a primeira falha da prevalecente estrutura dominante que governa as percepções do mundo de hoje.Isto se deve ao fato de que toda a BIOSFERA( a esfera da vida e todo o seu sistema de suporte) é realmente dirigida e operada pela Noosfera.

Localizado entre os dois cinturões de radiação de Van Allen, os componentes principais do campo eletromagnético da Terra, o BANCO PSI é instrumentado pelo fator tempo quadridimensional do qual os MAIAS eram totalmente conscientes.Este fator de tempo quadridimensional regula o DNA, que inclui todas as etapas da evolução dos processos de mutação da vida na Terra.Desta  forma, o BANCO PSI serve de arquivo, onde são depositados os registros do tempo quadridimensional.

Até agora,  TODA A BIOSFERA TEM SIDO GOVERNADA INCONSCIENTEMENTE PELA NOOSFERA.È importante entender que a mente que está falando á si mesma é, realmente, a Noosfera, a esfera mental de inteligência no Planeta. Porém, ela(a mente) não sabe que é a Noosfera que está falando, por causa de uma forma restrita e provinciana, operando com um sistema de crenças limitado e um conjunto aceito de pontos de referência. A premissa mais fundamental deste sistema de crença limitado é a de que o materialismo é bom e é a única forma de realidade.Este ponto de vista sustenta a noção de que o mundo é uma construção puramente física e, portanto, nós, seres humanos, somos também construções puramente físicas.

Neste ponto de vista “físico” do mundo, o propósito da vida é fazer a acomodação material desta construção fenomênica, tão confortável quanto possível.

Qualquer coisa que vá contra esse conforto e crie desconformidade deve ser evitada e qualquer coisa que fomente este conforto, deve ser estimulada.Esta é uma premissa fundamental, inconsciente, não expressada de tudo o que ocorre como informação na construção atual do conhecimento do mundo, que pode ser visto como um circuito fechado de retroalimentação de informação, com a mente falando á si mesma.

O que a mente está fazendo continuamente, é sustentar o seu próprio sistema de crenças, que é absolutamente materialista, não questionado, não expressado, na natureza física da realidade do SER.Nesta construção do mundo, a religião ou ideias religiosas, ás quais nos referimos, são meramente ideias, que são avaliadas, novamente de acordo com o grau em que elas fomentem a comodidade ou criem desconforto físico.È isto o que prevalece atualmente.

Dentro da construção dominante que poderíamos chamar de” Mente do Ser Humano Planetário”, que fala á si mesma, há subconstruções bem diferentes. E todas elas são apenas formas de justificativas para fomentar uma dominação específica do mundo.Isso que estamos descrevendo é a MATRIX,  que mantém toda a ordem mundial atual em seu lugar. Aonde quer que vamos e seja com quem falamos, todos estão aprisionados em um ou outro grau, por esta construção do mundo.

Essa Matrix materialista é, em muito, a maior força e o maior fator que tem mantido a mente humana num estado de consciência cada vez mais reduzido.Em outras palavras, os parâmetros sensoriais da mente cuidam de se reduzirem a um mero modo de sobrevivência física.

Este tipo de pensamento é alimentado pela indústria de entretenimento,que cria um tipo de ambiente imaginário.Quando olhamos por detrás das imagens,personificações e arquétipos deste reino imaginário,vemos que toda esta indústria de diversão está baseada em uma série de comodidades;porém, juntas, incitam -nos  o medo de perdê-las.Logo, é o elemento de entretenimento imaginário que provoca um certo tipo de desesperança,ou desespero espiritual relativamente limitado na esfera real de influência global.

Estamos esboçando aqui, uma imagem geral do presente estado do campo mental humano, que é uma sombra primitiva da Noosfera.È só uma construção mental que, através da Tecnosfera, envolve o mundo e é fomentada pelos meios globais de informação do Planeta.Este sistema é transmitido incessantemente ao nosso redor e do Planeta, através destes meios tecnosféricos de comunicação. Isto é o que faz este sistema de pensamento parecer como uma sombra rudimentar, porque não é a verdadeira Noosfera agindo, e sim, uma Noosfera inconsciente de si mesma.

Deve-se entender que a atual construção da Matrix é uma espécie de “Guarda- Chuva”completo que abrange o Planeta.Á partir do ponto de vista da Lei do Tempo, ele cria uma falsa percepção fundamental de não somente”o que e quem somos”, mas o que é a Terra e o que estamos fazendo nela.Investigando-se até a raiz desta falsa percepção, acima e mais além do que está fomentado pela frequência de tempo mecanicista, encontramos a pergunta;

TEMOS OU NÃO UMA CRENÇA NO ESPÍRITO?
Se cremos no Espírito, cremos no fato de que a memória do Plenum Cósmico está inscrita nele.Essa é a raiz absoluta da verdadeira percepção de quem e o que nós somos!Se há uma crença na memória do Plenum  inscrita no Espírito, então, o único propósito da vida é RECORDAR o Plenum e regressar nele, esse lugar puro, onde podemos ler as palavras inscritas pelo Plenum Cósmico , nos nossos corações.

Se pudermos perseguir isso, então estaremos atrás de uma VIDA NO PLENUM CÓSMICO.Esta é uma discrepância fundamental á partir do ponto de vista materialista. Esta crença esta na raiz do que se chama hoje de ” Fundamentalismo”; entretanto, a maioria dos fundamentalismos se tornam sistemas fechados e se opõe ao dominante sistema de crenças materialistas, criando assim, os muitos conflitos que hoje existem no mundo.

Podemos perguntar:”Porque se converteu a memória do Plenum em um tipo de Fundamentalismo?Isso novamente tem a ver com uma raíz mais profunda e denominamos de “falta de conhecimento da Noosfera”. Na atual construção do mundo, estamos tratando com sistemas de crenças onde há uma multiplicidade de capas ou níveis, que poderíamos chamar de pensamento errôneo ou inadequado, que é o mesmo que incorreto. Novamente, o maior problema do nosso Planeta é o desconhecimento da Noosfera, que é um problema EVOLUTIVO.

Visão pessoal….

Até agora, a Noosfera não pôde se realizar plenamente, de modo que, inclusive os melhores sistemas espirituais de crenças , são, de alguma forma provincianos, porque desenvolveram sua crença através dos erros do pensamento humano, que se desenvolveu antes de se haver completado o conhecimento do Todo Planetário, ou seja, a Consciência do mundo como um sistema inteiro.O conhecimento da Noosfera só pode se dar,como resultado de que o ser humano se converta em um Humano Planetário.Quando isto ocorre, o ser humano se dá conta de que a Terra é realmente um tipo de esfera no espaço e tem uma construção real do conhecimento desse espaço em relação ao Centro Galáctico e á Ordem Galáctica.Esta maneira de evolução do conhecimento humano tem criado, até este momento, todos os diferentes problemas do mundo de hoje, ainda que isto não justifique nenhum destes sistemas de crenças inadequados.Agora, todos os sistemas de crenças devem ser avaliados ou reavaliados e, só podem reavaliar-se dentro do contexto da História Cósmica, incluindo o conhecimento da Noosfera e o Banco Psi.Quando falamos da História Cósmica, estamos falando á respeito da estampa do Campo Universal da Inteligência, como uma ordem inteira dentro da Noosfera, informando as placas do Banco Psi. Somente neste ponto no tempo, podemos realmente chegar á História Cósmica. E vemos que a História Cósmica é, também, um ponto de realização evolutiva. Chegamos a um certo lugar na evolução do conhecimento da Terra, que requer um salto para o conhecimento expandido.

Esse conhecimento expandido, é a HISTÓRIA CÓSMICA.

Você precisa entender, a maioria destas pessoas não está preparada para despertar. E muitas delas estão tão inertes, tão desesperadamente dependentes do sistema, que irão lutar para protegê-lo.

Morpheus-( do filme MATRIX)

Inspiração….

O Código da Matrix

Pablo Arellano

The Divine Matrix

Gregg Braden

Philosophers Explore The Matrix

Chirstopher Grau

O Tempo e a Tecnosfera

José Arguelles

Monicavox

Recomendo….

 

A verdade por trás dos Ovnis-Depoimentos-Abduções-Avistamentos-Contatos e os mistério das pirâmides do Cazaquistão

Com o advento da computação gráfica, tornou-­se muito mais difícil diferenciar os casos reais de avistamentos de OVNIs, daqueles que são forjados por intermédio de programas de computador. Isto tem contribuído muito para desacreditar o fenômeno, embora exista milhares de relatos registrados de forma sólida, os quais não foram ainda explicados, muitos deles sendo considerados como ‘coisas além da nossa tecnologia’.

OVNIS E ALIENÍGENAS: O QUÃO REAIS SÃO

Algumas atividades alienígenas , são na verdade golpes publicitários Avistamentos de OVNIs são importantes e merecem a nossa atenção. Mas o que é real e o que ainda podemos acreditar?Vamos começar com o pior tipo de fenômeno alienígena. Um determinado agroglifo (crop circle) que foi descoberto num campo ao sul de San Francisco intrigou a muitos, porque parecia representar tecnologia alienígena. Houve muita atenção da mídia, mas ao final não era nada mais do que publicidade produzida por um fabricante de processadores para computadores.Não sómente uma empresa, mas também uma região onde o fenômeno alienígena ocorre, podem tirar proveito da atenção dada. Isto tem de ser analisado com o olhar crítico e altamente investigativo, exatamente para dar credibilidade aos casos reais e documentados com provas cabais.Pense no monstro do Lago Ness, por exemplo. É provável que esta lenda tenha atraído muitos visitantes e recursos para a região, que de outra forma não teriam vindo. Esta perspectiva poderia tentar as pessoas a criarem artificialmente tais fenômenos.

Afinal, os extraterrestres estão ou não estão entre nós? A pergunta pode não ser facilmente respondida, mas desperta a curiosidade de muita gente. E dessa curiosidade surgem as “aparições” de OVNIs.

E a bola da vez é uma observação feita na Sibéria, que fica na Rússia. Moradores locais flagraram objetos voadores em formato de pires e com contorno verde sobrevoando o céus de Ulan-Ude.“Quando o OVNI parou bem em cima de nós, eu não conseguia dizer sequer uma palavra, mesmo que eu tentasse. Vi dois homens correndo para se esconder em um edifício e foi isso, não conseguia nada”, afirmou uma testemunha ao Siberian Times.Apesar da aparição em questão ter sido rápida, ela chocou bastante os moradores locais. Outra testemunha descreveu momentos de bastante medo ao lado de seu filho.“Era um grande disco com luzes verdes e brilhantes no meio. Meu filho se assustou e ficou com muito medo. Ele pegou na minha mão e então nós fugimos. Nunca acreditei que algo assim pudesse mesmo existir”, disse ela à publicação.A Rússia é tida pelos ufólogos como um dos maiores centros de aparições de OVNIs em todo mundo. Anualmente, dezenas de registros de objetos sobrevoando os céus locais são divulgados para o mundo.

Para chegarmos a verdade temos que retirar a nossa venda e através de pesquisar sobre diversos assuntos, estes tem que ser analisados profundamente se baseando EM DEPOIMENTOS EXTENSIVAMENTE PESQUISADOS E EM PROVAS ANALISADAS TECNOLÓGICAMENTE COM OS RECURSOS DISPONÍVEIS . Alguns dizem receberem mensagens de extraterrestres mas isso pode ser interpretado de várias maneiras, inclusive por indução mental  e estados alterados impressionáveis.

Mensagem Canalizada por Greg Giles; Mensagem da Federação Galáctica-Uma explicação para o nosso momento da Transição Planetária-instruções e esclarecimentos.

“Muitas famílias que não tinham ideia da nossa existência verão as nossas naves e o nosso povo através das suas televisões, e muito mais além”

OUÇAM O VÍDEO COM A MENSAGEM NOS CONVOCANDO PARA A DIVULGAÇÃO , A NOSSA SITUAÇÃO PLANETÁRIA, AS MUDANÇAS QUE VIRÃO, A DEMOLIÇÃO DA MATRIX E COMO PODEMOS AJUDAR/AGIR PARA A LIBERTAÇÃO DO PLANETA;

NASA começa a investigar formações misteriosas no Cazaquistão

A NASA começou a investigar uma série de formações estranhas no Cazaquistão. Imagens de satélite de uma planície no norte remoto do país revelaram figuras geométricas colossais feitas através da terraplanagem – são quadrados, cruzes, linhas e anéis do tamanho de vários campos de futebol, reconhecíveis apenas a partir do ar. Estima-se que o símbolo mais antigo tenha em torno de 8.000 anos de idade.O maior, perto de um povoado neolítico, é um quadrado gigante formado por 101 montes levantados, seus cantos opostos ligados por uma cruz, cobrindo uma área maior do que a Grande Pirâmide de Quéops. Outra é uma espécie de suástica de três partes, com os seus braços terminando em ziguezagues inclinados em sentido horário.As obras de terraplanagem, na região de Turgai, norte do Cazaquistão, foram descritas no ano passado em uma conferência de arqueologia em Istambul, na Turquia, como únicas e não estudadas anteriormente. Ao todo são 260 símbolos – montes, trincheiras e muralhas – com cinco formas básicas.Avistados pela primeira vez no Google Earth em 2007 por Dmitriy Dey, um cazaque economista e entusiasta da arqueologia, os chamados Geoglifos da Estepe permanecem profundamente misteriosos e em grande parte desconhecidos do grande público.

Interesse internacional

A NASA mostrou fotografias claras de satélite de algumas das figuras tiradas a partir de cerca de 700 km de altura.“Eu nunca vi nada parecido com isso, é notável”, afirma Compton J. Tucker, cientista sênior da biosfera na NASA, que forneceu as imagens arquivadas. Ronald E. LaPorte, cientista da Universidade de Pittsburgh, nos EUA, que ajudou a divulgar as descobertas, chamou o envolvimento da NASA de “extremamente importante” na mobilização de apoio para futuras pesquisas.A NASA colocou as fotografias espaciais da região em uma lista de tarefas para os astronautas na Estação Espacial Internacional. Entretando, o objetivo pode levar algum tempo para ser atingido devido a alguns fatores específicos do espaço. “Pode levar algum tempo para a tripulação conseguir imagens do local, uma vez que estão sob a mercê de ângulos de elevação do sol, restrições de tempo e horário”, afirma Melissa Higgins, das Operações de Missão da NASA, em resposta ao Dr. Laporte.

Pesquisa extensa

As imagens arquivadas da NASA serão acrescentadas à extensa pesquisa que Dey compilou este ano em uma apresentação em PowerPoint traduzida do Russo para o Inglês. “Eu não acho que eles foram feitos para serem vistos do ar,” afirma ele, descartando especulações (?) envolvendo alienígenas e nazistas. Muito antes de Hitler, a suástica era um antigo e quase universal elemento de design.Ele teoriza que as figuras construídas ao longo de linhas retas em elevações foram “observatórios horizontais para acompanhar os movimentos do sol nascente”.O Cazaquistão, uma vasta ex-república soviética rica em petróleo que faz fronteira com a China, tem avançado lentamente na investigação e na proteção dos achados, dizem os cientistas. “Eu estava preocupado que esta fosse uma farsa”, conta LaPorte, professor emérito de epidemiologia em Pittsburgh. Ele acompanhou um relatório sobre as descobertas no ano passado, enquanto pesquisava doenças no Cazaquistão.

Com a ajuda de James Jubilee, um ex-oficial de controle de armas americano e agora coordenador sênior de ciência e tecnologia para questões de saúde no Cazaquistão, o Dr. LaPorte rastreou Dey através do Departamento de Estado, e as suas imagens e documentação rápidamente os convenceu da autenticidade e importância dos símbolos. Eles buscaram fotos na KazCosmos, agência espacial do país, e pressionaram as autoridades locais a buscar proteção urgente da Unesco para os sítios arqueológicos – até agora sem sorte.

As Mudanças importantes no planeta neste período

No período cretáceo, 100 milhões de anos atrás, Turgai estava dividida em duas por um estreito que passava pelo o que agora são o Mediterrâneo e o Oceano Ártico. As terras ricas da Estepe eram um destino para as tribos da Idade da Pedra que procuravam locais de caça, e a pesquisa de Dey sugere que a cultura Mahandzhar, que floresceu lá de 7000 aC a 5.000 aC, poderia estar ligada às figuras mais velhas. Mas os cientistas têm dúvidas que uma população nômade teria ficado no lugar durante o tempo necessário para derrubar e colocar madeira nas muralhas, e para desenterrar sedimentos do lago para construir os enormes montes, originalmente de dois a três metros de altura e agora com quase um metro de altura e quase 12 metros de diâmetro(?).

PIRÂMIDES SIMILARES NO PERU E CHILE

Persis B. Clarkson, arqueólogo da Universidade de Winnipeg, no Canadá, analisou algumas das imagens e disse que essas construções e aquelas similares no Peru e no Chile estavam mudando as visões dos cientistas sobre os primeiros nômades.“A idéia de que caçadores-coletores pudessem acumular o número de pessoas necessárias para realizar projetos em grande escala – como a criação dos geoglifos no Cazaquistão – tem feito os arqueólogos repensar profundamente a natureza e o calendário das organizações sofisticadas em grande escala dos seres humanos como algo que antecede as sociedades assentadas e civilizadas”, explica.

“Enormes esforços”(??) foram feitos na construção das estruturas, concorda Giedre Motuzaite Matuzeviciute, arqueóloga da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e professora da Universidade de Vilnius, na Lituânia, que visitou dois dos locais no ano passado. Ela afirma não ter certeza sobre chamar as estruturas de geoglifos – um termo aplicado às enigmáticas linhas de Nazca no Peru, que retratam animais e plantas – porque geoglifos “são usados para definir arte em vez de objetos com alguma função”.

Culto ao Sol

A Dra. Matuzeviciute e dois arqueólogos da Universidade de Kostanay, no Cazaquistão, Andrey Logvin e Irina Shevnina, discutiram as figuras na reunião de arqueólogos europeus em Istambul no ano passado.

Com nenhum material genético para análise – nenhum dos dois montes que foram escavados eram túmulos – a Dr. Matuzeviciute disse que usou luminescência óticamente estimulada, um método usado para medir doses de radiações ionizantes, para analisar o material de construção, e chegou à conclusão que um dos montes datava de cerca de 800 aC. Outros estudos preliminares empurraram a data da mais antiga das construções para mais de 8.000 anos atrás, o que poderia torná-la a mais antiga de tais criações já encontradas. Outros materiais apresentaram datas da Idade Média.Dey afirma que algumas das figuras poderiam ter sido observatórios solares semelhantes, de acordo com algumas teorias, a Stonehenge na Inglaterra, e as torres de Chankillo, no Peru. “Tudo está ligado através do culto ao sol”, afirma.(nota pessoal;um culto ao sol primitivo, de uma antiguidade similar á das pirâmides, em várias regiões do planeta bastante equidistantes umas das outras, é no mínimo curioso;um culto ao sol, ou uma referência ao Sol Central da galáxia?-pensemos)

Descoberta ao acaso ou uma sincronicidade da Transição Planetária?

A descoberta foi uma grande” casualidade”. Em março de 2007, Dey estava em casa assistindo ao programa “Pirâmides, múmias e tumbas”, no canal Discovery Channel. “Há pirâmides em todo o mundo”, ele lembra de ter pensado. “Deve haver pirâmides no Cazaquistão, também”.Logo, ele estava à procura de imagens do Google Earth em Kostanay e seus arredores. Não havia nenhum sinal de pirâmides. Mas, segundo ele, cerca de 320 quilômetros ao sul ele viu algo tão intrigante quanto – um quadrado gigante, com mais de 250 metros de cada lado, composto por pontos, atravessado por um X pontilhado.A princípio ele pensou que poderiam ser os restos de uma instalação soviética, talvez um dos experimentos de Nikita Khrushchev para cultivar a terra virgem para a produção de pão. Mas no dia seguinte, Dey viu uma segunda figura gigantesca, com a forma de uma suástica de três pernas e cerca de 90 metros de diâmetro de diâmetro.

Antes do fim do ano, Dey tinha encontrado mais oito quadrados, círculos e cruzes. Até 2012, havia 19. Agora sua lista têm 260 formações, incluindo alguns montículos estranhos com duas linhas caídas chamados “bigodes”.

POVOAMENTOS HUMANOS DE DEZ MIL ANOS DE IDADE

Antes de sair para olhar para as figuras ao vivo, Dey perguntou a arqueólogos cazaques se sabiam alguma coisa a respeito de tais coisas. A resposta foi não. Em agosto de 2007, ele levou o Dr. Logvin e outros para a maior figura, agora chamada de Ushtogaysky Square, nomeada em homenagem à aldeia mais próxima.“Foi muito, muito difícil de entender a partir do zero”, lembra. “As linhas estão indo para o horizonte. Você não pode imaginar o que a figura realmente é”(NOTA PESSOAL;realmente bastante inusitado essas linhas irem para o horizonte, já que há dez mil anos, o homem não tinha noção de espaço muito menos de direção;seriam os deuses astronautas deixando suas marcas no planeta para posteriores visitas?pensemos)

Quando eles cavaram um dos montes, eles não encontraram nada. “Não era um cenotáfio (uma espécie de memorial fúnebre erguido em homenagem a alguma pessoa), onde existem pertences”, disse ele. Mas nas proximidades encontraram artefatos de um povoado neolítico com cerca de 6.000 e 10.000 anos de idade, incluindo pontas de lança.Agora, Dey afirma que o plano é construir uma base de operações. “Nós não podemos desenterrar todos os montes. Isso seria contraproducente “, afirma ele. “Precisamos de tecnologias modernas, como eles têm no Ocidente”. Dr. LaPorte afirma que ele, Dey e seus colegas também estavam pensando em usar drones, como o Ministério da Cultura no Peru tem feito para mapear e proteger locais antigos. Mas o tempo é um inimigo. Uma figura, chamada de Cruz Koga, foi substancialmente destruída por construtores de estradas este ano. E isso, afirma Dey, “foi depois de termos notificado as autoridades”(??)

FONTE-[New York Times]

ASSISTAM AO VÍDEO DA SÉRIE DO HISTORY CHANNEL “ALIENÍGENAS DO PASSADO” SOBRE AS ESTRUTURAS PIRAMIDAIS ESPALHADAS PELO MUNDO-DUBLADO EM PORTUGUÊS

HÁ ALGUMA RAZÃO PLAUSÍVEL PARA OS ALIENS SEREM HUMANÓIDES?

Em filmes de ficção científica e programas de TV, alienígenas inteligentes possuem geralmente a mesma forma básica que seres humanos: dois braços, duas pernas e uma cabeça.Isso ocorre por razões básicas e óbvias;  orçamento,identificação e empatia. Na vida real, no entanto, a maioria dos especialistas acredita firmemente que os aliens, não se parecem em nada conosc0.Por exemplo, o paleontólogo e biólogo evolucionista Stephen Jay Gould crê que uma vida que evoluiu em outro lugar seria totalmente diferente de nós. Inclusive, se “rebobinássemos” a fita até o início da vida na Terra, talvez não acabaríamos como seres humanos neste planeta. O surgimento de humanóides na Terra é um evento totalmente aleatório que foi um acaso, opina Gould.Mas vamos assumir que encontramos aliens, e eles são de fato bípedes e possuem uma forma mais ou menos semelhante à humana. Como explicaríamos isso?(nota pessoal;pensemos o seguinte;se todos os avistamentos e contatos de terceiro graus-caso Betty Hill,por exemplo-atestam seres semelhantes aos humanos, isso é um grande indício de que nossa raça foi permutada genéticamente com  raça do Homo Sapiens que existia aqui.

Panspermia-Patrimônio extraterrestre?

“Eu sou da opinião forte que, se existem alienígenas humanóides, eles devem ter algum patrimônio genético em comum com os seres humanos”, diz Mark A. Bullock, do Instituto de Pesquisa do Sudoeste no Texas, EUA.Panspermia é a explicação mais comum para criaturas que se parecem mais ou menos conosco em outros lugares do universo. Tem sido demonstrado que é um mecanismo bastante viável, de modo que o intercâmbio de material genético entre os mundos não está fora de questão.Ou seja, aliens humanóides podem ter espalhado seu DNA através da galáxia para dar origem a criaturas à sua semelhança, ou o DNA se espalhou através da galáxia por conta própria, em asteróides e outros objetos.

A maioria acredita que precisamos de alguma intervenção externa para termos aliens humanóides. A explosão cambriana, 600 milhões de anos atrás, é um exemplo de grande experimentação evolucionária com planos corporais, alguns dos quais poderiam ser um vislumbre das formas de vida que devem existir em outros planetas. Ou seja, sem um “dedo amigo”, talvez nosso formato corporal não surgiria em outros lugares.Isso é verdade especialmente porque a panspermia só é realmente provável no nível microbiano, segundo Joan L. Slonczewski, professora de biologia na Kenyon College, em Ohio, nos EUA.

Evolução convergente

Ou talvez humanóides evoluíram em outros planetas, separadamente de nós, porque chegaram ao mesmo destino através de outros caminhos – o que poderia ser um caso de evolução convergente.Há certas características humanas que nos ajudaram a nos destacar de outras espécies, explica James Kasting, professor de geociências da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos EUA. Os nossos polegares opositores nos ajudaram a agarrar galhos de árvores e também a manejar ferramentas, por exemplo. A andar ereto foi útil, também. Por último, o sangue quente nos ajudou a alimentar nossos grandes cérebros.“Eu acho que há uma boa chance de que a vida alienígena inteligente evoluiu mais ou menos da mesma maneira e que, portanto, têm alguma semelhança com os seres humanos”, diz Kasting. “Não necessáriamente uma estreita semelhança, no entanto”.Bípedes de dois braços “parecem ter evoluído de forma independente em vários contextos improváveis, de suricatos a velociraptors”, observa Slonczewski. “Talvez faça sentido ter dois pés para se mover, duas mãos para manipular algo, e uma ‘cabeça’ sensorial com a mais ampla visão possível”.

Temos visto exemplos suficientes de evolução convergente na Terra para acreditar que isso poderia acontecer em outros planetas. Por exemplo, o olho foi reinventado muitas vezes de forma independente, assim como as asas em insetos, aves e morcegos.Resumindo o argumento da evolução convergente, muitos ainda acreditam que um número limitado de soluções de engenharia é possível, quando se trata de formas de vida bem-sucedidas.

Fatores ambientais

Mas há um grande obstáculo que pode garantir que a vida em outros planetas seja pelo menos um pouco diferente: os fatores ambientais, como a gravidade.Assim como há uma grande diversidade de vida na Terra, incluindo os diferentes requisitos dos organismos terrestres e aquáticos, de modo mais geral, fatores como a gravidade impõem limitações como o tamanho da vida em um planeta.A vida em um planeta de baixa gravidade pode ser livre para voar, tanto no reino vegetal quanto animal, enquanto a vida em um planeta de alta gravidade seria correspondentemente “reprimida”.

Simetria bilateral

Sendo os alienígenas parecidos conosco ou não, uma coisa ainda é bastante possível: a simetria bilateral.A simetria bilateral pode ser uma constante entre as formas de vida inteligentes. Ela refere-se ao fato de ambos os lados de um corpo serem mais ou menos iguais, com um olho, uma orelha, um braço e uma perna de cada lado do ser humano.“A simetria bilateral apareceu independentemente várias vezes na evolução de organismos maiores na Terra”, diz Bullock. “Então pode ser uma característica comum da vida inteligente, independentemente do plano específico do corpo”.Com a simetria bilateral, os corpos caminham na direção de um plano corporal vagamente humanoide, argumenta Bjørn Ostman da Universidade Estadual do Michigan (EUA). A simetria significa que você terá um número par de membros, que é mais provável de ser quatro (visto que, mesmo na Terra, há muitos animais com quatro membros, nem mais, nem menos, o que sugere que esse número é altamente vantajoso), e, uma vez que você tem um monte de quadrúpedes, um deles vai começar a usar suas patas dianteiras para manipular ferramentas.

“Se você pode liberar dois membros para manipular ferramentas, então torna-se muito vantajoso desenvolver alta inteligência”, observa Ostman.Assim, supondo que um alienígena inteligente é simétrico e tem membros dedicados ao uso de ferramentas, em seguida, ele pode acabar sendo aproximadamente bípede. Seus órgãos sensoriais, como os olhos, terão que ficar próximos dos membros de uso de ferramentas, o que pode significar algo parecido com uma cabeça.“Se tivéssemos que, eventualmente, encontrar outras formas de vida inteligente no universo, elas seriam humanoides, eu acho”, Ostman conclui. Ele admite, no entanto, estar em minoria – um maior número de cientistas concorda com Gould que a vida humanoide é pouco provável de evoluir em outros lugares.

SONDAS ALIENÍGENAS INVISÍVEIS PODEM JÁ ESTAR EM NOSSO SISTEMA SOLAR

Frotas de sondas robóticas espaciais de civilizações alienígenas podem já ter chego em nosso sistema solar, foi a conclusão de um estudo matemático.O estudo cita cientistas que avisam que nós podemos não ser capazes de detectá-los com nossa tecnologia – as sondas podem também ser tão “hi-tech” que podem se “ocultar”.A própria sonda terrestre Voyager acabou apenas de chegar ao limite de nosso sistema solar – mas civilizações alienígenas mais velhas podem ter enviado suas sondas a muito tempo atrás, usando conhecimento muito além do nosso, “estilingando” ao redor das estrelas usando sua gravidade, de acordo com um estudo no Jornal Internacional de Astrobiologia.

Duncan Forgan e Arwen Nicholson da Universidade de Edinburgo analisaram como uma “frota” de sondas poderia viajar pelo espaço – e dizem que as sondas que se “auto-replicam”, criando novas versões delas mesmas a partir de gás e pó no espaço, teriam tido tempo de já ter chego aqui.

As sondas precisariam apenas  viajar a aproximadamente 10% da velocidade da luz, para explorar toda nossa galáxia em 10 milhões de anos.“Sondas interestelares podem executar manobras de estilingue ao redor de estrelas que visitam, ganhando um aumento em velocidade extraindo energia do movimento da estrela ao redor do centro da galáxia“,diz o pesquisador .A nossa própria sonda Voyager usou uma técnica similar de “estilingada” usando grandes planetas no sistema solar – mas usando a gravidade de uma estrela, ofereceria um aumento de velocidade muito maior.

A DESCOBERTA

Usando poder de computação que não estaria disponível para a geração anterior de cientistas, deu início novamente à famosa questão na busca pela vida extraterrestre – o “Paradoxo de Fermi”.Em 1952, o físico Enrico Fermi colocou a questão ‘Onde está todo mundo?’ A nova pesquisa mostra que é técnicamente possível que as sondas alienígenas possam estar aqui.“Nós podemos concluir que esta frota de sondas auto-replicantes podem sim explorar a Galáxia em um tempo suficientemente curto, da ordem de magnitude menor do que a idade da Terra“, dizem os pesquisadores .As sondas teriam que ser programadas de forma a não chegar em grandes números – “elas poderiam ser interpretadas como hostis, causando pânico“, dizem os pesquisadores.Outros cientistas avisaram que elas podem já estar aqui.

“Artefatos extraterrestres podem ja existir no sistema solar sem o nosso conhecimento simplesmente por que nós ainda não procuramos o suficiente“, escreveu Jacob Haqq-Misra do Instituto Rock Ethics em um estudo de 2014. “Buscas até agora no sistema solar são tão suficientemente incompletas que nós não podemos excluir a possibilidade de que artefatos não terrestres estejam presentes e podem inclusive estarem nos observando.”

Forgam cita o especialista em espaço da NASA Robert Freitas, que sugeriu em 1983 que qualquer sonda em nosso sistema solar pode ter sido desenhada para não ser vista, usando tecnologias muito além das disponíveis para nós.Forgam diz, “A sonda se camufla de forma a criar uma linha de base para testar o nível de tecnologia ou inteligência da espécie receptora, onde o teste deve ser atingido antes da espécie ter permissão para se comunicar com o dispositivo.”“Evidência na forma de sondas “gastas” ou destruídas são menos frequentes, uma vez que quaisquer civilizações tentando a exploração interestelar são presumidamente engenheiros habilidosos, e apenas iriam enviar sondas com a capacidade de auto-reparo devido às longas distâncias de viagem e tempo requeridos para esse tipo de tarefa, dando às sondas uma vida útil muito grande.”

O Dr. Anders Sandberg do Instituto de Futuro da Humanidade na Universidade de Oxford, sugere que- “Além de um certo nível tecnológico, as civilizações podem se espalhar não sómente através de suas próprias galáxias, mas através de distâncias intergaláticas enormes. Existem  bilhões de galáxias do qual uma civilização pode ter nos alcançado, se ela se é muito antiga”, diz Sandberg.E ele vai mais longe:

“Se sociedades avançadas tanto tecnológicamente quanto espiritualmente se eliminam como sociedade como conhecemos, não necessitando mais deste conceito, ou decidem não sair explorando;então elas precisam convergir para essa possibilidade com uma probabilidade extremamente alta, uma vez que só é necessário que uma escape deste destino para preencher o universo“, diz Sandberg.

Visão pessoal…

Dado o avanço nas observações do espaço e o ritmo da exploração do cosmos nas últimas décadas, é cada vez mais viável que os cientistas encontrem algum indício de vida fora da Terra, afirma novo documento do Fórum Econômico Mundial(?). Assim, é preciso que os países e as grandes organizações comecem a discutir, desde já, os efeitos dessa grande descoberta-È a Exopolítica-(isso já é líquido e certo entre eles,leia-se governos do mundo inteiro).No relatório Riscos Globais deste ano, o Fórum lista alguns dos “fatores X” que devem entrar na roda de debates da comunidade internacional por terem suas consequências incertas para o futuro da humanidade. Além da vida extraterrestre, são citados outros quatro tópicos, como as implicações das habilidades sobre-humanas que cada vez mais estão aparecendo, o custo da longevidade para o planeta( a população envelhecendo devido ás novas tecnologias médicas e descobertas neste campo), o descontrole das mudanças climáticas e o da falta de regulamentação na geo-engenharia (tecnologia usada para controle do clima-outra tecnologia provávelmente com incremento extraterrestre).De acordo com o documento, é possível que, dentro de dez anos, sejam encontradas evidências concretas-(leia-se civilizações e planetas habitados-isso é o que a mídia diz, o que significa uma preparação psicológica para o mundo inteiro) de que a vida pode existir em algum lugar do Universo além da Terra. Se isso acontecer, o impacto a curto prazo será centrado na comunidade científica.Uma das possibilidades é que grande parte do fluxo do dinheiro mundial será colocado na construção de telescópios e novos equipamentos, nas missões robóticas e nas viagens espaciais, além dos esforços para que o corpo humano sobreviva às distâncias interestelares.Mas a longo prazo, as implicações psicológicas e filosóficas serão profundas. As especulações de que indícios químicos (oxigênio, água e atmosfera, por exemplo) podem dar suporte à vida inteligente fora da Terra vai abalar crenças de religiões e da filosofia humana. O relatório afirma que, com campanhas, o público pode se preparar para esse processo e obter um entendimento científico sobre a posição e a importância da humanidade para o Universo.A realidade ufológica existe a milhares de anos, fato que pode ser comprovado desde por pinturas rupestres até grandes descobertas arqueológicas( e temos muitos posts aqui no blog sobre isso), e as religiões terrestres simplesmente absorveram e utilizaram-se dessa realidade com as alegorias/interesses /manipulações que lhe são familiares. Como nos dias atuais religião virou um negócio altamente lucrativo é difícil separar o Joio do Trigo, sabendo que o Joio esteve sempre nas mãos de quem ofereceu o Trigo e esse Trigo nunca foi o que sempre nos diziam que era.Basta  dizer que um belo dia, olharemos para o céu e constataremos que não é “Jesus voltando, não é Maomé ou Buda”, pois eles estão físicamente  bem longe daqui.O que vamos ver mesmo é uma raça de seres muito inteligentes chegando na Terra para “arrumar” a bagunça que estamos fazendo no planeta, vão arrumar a casa sem palhaçada política, religiosa,  de poder ou dinheiro,doa a quem doer, simplesmente para salvar o planeta e  para ajudar  a raça humana a entender seu papel no Universo.

Inspiração….

 

11 características dos aliens, de acordo com a ciência

6 evidências de que estamos mais próximos de encontrar aliens do que pensamos

Como as autoridades agiriam caso fôssemos contatados por aliens?

Recomendo….

 

OS 4 PILARES COMO MOLDE COSMOLÓGICO;A HISTÓRIA E A CIÊNCIA

A Cosmologia é um ponto de vista da Metafísica, com enfoque na natureza do Universo e que reconhece múltiplas dimensões. A diferença da ciência moderna, é que a Cosmologia tem que vê-la não somente com o reino fenomênico, mas também com o reino espiritual/experencial. A História Cósmica é uma Cosmologia completa.Do ponto de vista da ciência moderna, a Cosmologia é um ramo da astronomia que tem a ver com a natureza e estrutura original do mundo natural. Do ponto de vista da História Cósmica, não se pode separar o estudo do Plenum Cósmico da Cosmologia.

A Cosmologia da História Cósmica tem alguma semelhança com os primeiros sistemas de pensamento (platônico/pitagórico). De acordo com a teoria platônica havia sólidos que existiam no reino ideal, e a partir dos sólidos toda a natureza manifesta da criação era criada.A Cosmologia da História Cósmica envolve princípios e estruturas de desenho de sistemas inteiros, que posteriormente evoluem por meio de estruturas matemáticas sólidas platônicas e da ordem sincrônica.

A História Cósmica é um princípio de sistema completo, e é o centro do campo, a matriz de inteligência que existe independentemente de qualquer humano individual. A História Cósmica é uma transmissão holomental, com o propósito de expandir a espiritualidade pela adoção da abertura da espiritualidade galáctica, baseada na consideração da Terra como um sistema galáctico inteiro.O modelo de 4 pilares, como também o Tríplice Modelo do Universo e o modelo simultâneo do Universo, permitem-nos apresentar os 3 diferentes aspectos da História Cósmica como a cosmologia de um novo sistema, baseado na visão do ordenamento sincrônico que é genuinamente holonômico. O externo está no interno e o interno está no externo.Envolvidos pela ordem sincrônica, os portais para o reino imaginal são amplamente abertos repentinamente.

O 4 pilares perfazem uma imagem arquetípica para ser meditada, afim de se começar a experimentar e permitir que os diferentes níveis de realidade, que estão contidos em nossa psicobiologia cósmica, permitir-nos um meio de auto-transcendência.O estudo destes pilares é uma atividade transcendental, já que são eles realmente um molde de memória do reino imaginal telepático, que tenta despertar diferentes níveis da História Cósmica e da memória contida em nós mesmos.

A História Cósmica incorpora a ideia do humano como um microcosmo, um reflexo do macrocosmo/universo ou o próprio Cosmo.Os princípios do microcosmo, incorporando a informação da História Cósmica na psicossomática, constituem uma ideia do ponto de vista esotérico. A História Cósmica participa em um pensamento e visão esotérica e sintetizadora da ordem sincrônica. Ela é uma reformulação dos ensinos secretos ou da História secreta passada por processo de iniciação, e então liberadas na arena da alma do mundo, para seu rejuvenescimento e nutrição espiritual.

OS QUATRO PILARES

1-VISÃO

A Visão da História Cósmica é o campo inteiro de inteligência, emanado de um centro de informação, que define o Universo/Cosmo como o campo de inteligência evolutivo.

2-MEDITAÇÃO

A História Cósmica provê um objeto de meditação,porque é vasto e impossível de compreender, embora tudo que experimentemos seja uma função dele,incluindo a natureza da nossa própria mente.

3-CONDUTA

Em conformidade com o Caminho da Conduta, é conduzida a prática do Caminho de Exercer o Poder.A História Cósmica é um caminho de comportamento e organização de informação, que segue diferentes etapas de desenvolvimento. Em qualquer situação devemos saber com quais funções e etapas de desenvolvimento estamos tratando e como se relacionam com a História Cósmica.

4-FRUTO

O alcance da atenção e da Consciência Cósmica como um estado mental perdurável.Nesse ponto, teremos entrado na comunidade da inteligência galáctica. A História Cósmica facilita a atenção e a Consciência Cósmica, entre todos os seres.

Combinando esta cosmologia com os 4 pilares temos;

A História é a VISÃO; A Ciência é a MEDITAÇÃO; A Filosofia é a CONDUTA;A Espiritualidade é o FRUTO.

Para expandir-se nisto, a História Cósmica é a visão do Ciclo do Advir e o Ciclo do Retorno. A Ciência Cósmica é a meditação da História Cósmica(conhecendo como as coisas chegam a existir e a retornar). A Filosofia Cósmica é a conduta da História Cósmica baseada no significado e interpretação.A espiritualidade Cósmica é o fruto da História Cósmica, para que a meta seja a absorção meditativa da divindade Consigo Mesma.

 1-A HISTÓRIA-(VISÃO)

Esta é a forma mais simples, mais universal de organização, e é útil quando se vê a realidade como uma sequência de eventos.Entretanto, quando se considera a realidade a partir de um ponto de vista mental biopsíquico, então deve-se considerar as categorias de organização que são de outro nível e melhor definidas pelo pensamento condicionado. A História Cósmica demanda princípios ordenadores multidimensionais sincrônicos, que refletem as etapas da mente quando evolui do supermental para o supramental. No supramental passamos além de todas as presentes limitações da mente e da consciência para as maiores expansões do cérebro galáctico e os níveis ascendentes da História harmônica pura.A investigação e compreensão da História Cósmica, inevitavelmente levará á um estado elevado de Consciência Cósmica e ela não poderá ser vista á parte da História Humana e da História da Natureza, o que seria negar que há princípios universais(o humano não está á parte da natureza). Deve-se entender que todas as funções da natureza são tanto tridimensionais quanto quadridimensionais.Quando entendermos isso, veremos que os seres humanos estão envolvidos no profético  realinhamento das dimensões.A História Cósmica é a narração da História da harmonia como uma criação multidimensional, e é necessária devido á condição máxima da desordem atual em nosso planeta.Devemos criar uma ordem máxima para consertar a desordem gerada pela espécie humana e isto tem de ser feito  para o fim deste ciclo e início da era de Luz e Vida.

2- CIÊNCIA(MEDITAÇÃO)

A ciência examina as mudanças que ocorrem para ir de um estágio de desenvolvimento á outro, o que distingue uma etapa de desenvolvimento de outra. Em outras palavras, a ciência analisa “coisas”,como pontos particulares, dentro de sequências de horizontes eventuais de variadas escalas dimensionais. A ciência é como a conhecemos.A História explica como e porquê a ciência acontece, incluindo suas etapas de desenvolvimento.Como são organizados cientificamente os diferentes níveis e ordens?A definição e descrição da Ciência Cósmica é bastante radical em comparação com as definições usuais da ciência materialista tradicional e esta não  inclui o Plenum Cósmico na equação. Obviamente é desastroso fazer uma descrição e análise do Universo como se nenhum outro fator estivesse envolvido no material e/ou nos fatores humanos.A ciência material é dirigida, em sua maioria, pelo ego humano, obsediada com sua própria fama.A Ciência Cósmica constrói uma cosmologia centrada no Plenum Cósmico, que parte do ponto inicial da criação do Universo, e então constrói; enquanto a ciência ocidental começa com o que vemos, e então passa a trabalhar baseada nisto até um ponto original–sem considerar nenhum fator divino.Por esta razão, a ciência ocidental está extremamente obstruída pelas mesmas minuciosas discussões em relação á natureza do Big Bang, ou se o Universo é entrópico, ou se é um Universo em expansão, ou um Universo em estado estável. Este tipo de assunto contamina a ciência moderna, sem mencionar o envolvimento desta com a análise e dissecação de tudo. Esperam, realmente, os cientistas ocidentais, descobrir a essência de uma matéria vivente colocando á parte seu artefato físico?

Quando entendermos o que realmente somos, a partir do ponto de vista da Ciência Cósmica, veremos que temos um quadro da realidade que é radicalmente diferente daquele que nos ensinaram. Com uma reflexão mais ampla sobre este tema, diremos;”UAU!! È isso o que somos!!”E se somos isso, o que estamos fazendo nesta sociedade de baixa qualidade? Por que nos conformamos com isso?Que estamos fazendo?Qual o nosso destino cósmico?Se já está escrito dentro de nós, talvez, sejamos nosso próprio laboratório cósmico!

A Ciência Cósmica descreve o que está acontecendo dentro de nós.Isto porque transita de estruturas básicas á estruturas genéticas. O Humano representa a soma e o clímax dos processos cosmológicos e cósmicos específicos–o componente humano está sendo agora redefinido de partículas subatômicas para linhas elétricas de força—e esta nova percepção do ser humano nos abre infinitas possibilidades.

Próximos tópicos relacionados ao post :

A LEI DO TEMPO E A REFORMULAÇÃO DA MENTE HUMANA;

FILOSOFIA(CONDUTA)  E  ESPIRITUALIDADE(O FRUTO)

(Aguardem….)

 

Visão pessoal….

Sabemos que as pessoas, de um modo geral, podem ter a mesma percepção tal como o pôr do sol,por exemplo,porém,o que os indivíduos fazem com esta percepção é altamente variado.Porque temos diferentes sentidos e órgãos dos sentidos? È possível conceber a mais alta inteligência ou existência operando sem órgãos dos sentidos ou com órgãos sensoriais adicionais?A informação recebida através do nervo auditivo,por exemplo, é completamente diferente da informação recebida através do nervo óptico.Quantos sentidos são necessários para unificar o mundo?Qual é a forma e padrão da criação?Os elementos da criação são realmente projeções de pensamento mentais criativas da Mente Divina, o que quer dizer que são absolutamente perfeitas,precisas e reconhecíveis;tudo o que estamos fazendo está vindo puramente do reino imaginal divino.Devemos começar a examinar o processo todo. Tudo o que existe é baseado em algum tipo de plano divino. Estamos descobrindo o mágico lugar do reflexo inicial. Houve sempre espaço vazio absoluto?O Plenum Cósmico/Deus, sempre existiu sem forma?O que ocorreu? Algo ocorreu e o Plenum/Deus projetou o plano e a forma?O que foi inscrito primeiro no molde divino?Qual foi o primeiro pensamento?Foi um som?Um puro pensamento visual?

Inspiração….

A Ciência e o mundo moderno
Alfred North Whitehead
Ciência Espiritual
Gustavo Dauster
Conectando Ciência, Saúde e Espiritualidade
Carlos Eduardo Accioly Durgante
Sabedoria Espiritual
Daniel Marques
Monicavox
Recomendo….